– Simpatia ou Amolação das Empresas nas Redes Sociais? O diálogo com o cliente!

Como uma empresa pode se tornar transparente para o consumidor? Através do diálogo aberto com os seus clientes, as empresas conseguem ganhar a simpatia e a atenção daqueles que, afinal de contas, os sustentam!

John Elkington, um dos gurus da Administração de Empresas, certa vez escreveu sobre a importância dessas ações. Para ele, uma das formas das organizações entrarem em contato com as pessoas é através de redes sociais, como Twitter e Facebook.

Nós temos observados um sem número de empresas que assim procedem. Mas o que lhe parece o fato das mesmas usarem essas mesmas mídias para enviar propaganda de produtos? O contato vira Spam, aborrece e insatisfaz o cliente.

Uma das formas mais eficazes, incontestavelmente, ainda é o boca-a-boca. Independe do tamanho da empresa! A repercussão de um bom produto ou serviço acaba sendo um dos maiores índices de influência na decisão de compra. E esse tipo de mídia social, não virtual mas pessoal, pode ser visto em qualquer canto. Vá ao Centro de Jundiaí e use dos serviços de alguma loja local. Se for bem atendido, você fala aos seus amigos. Se for mal atendido, a cidade inteira saberá!

E você, o que pensa sobre os contatos das empresas: isso traz simpatia ou amolação?

Abaixo o artigo citado, extraído de ELKINGTON, John. A Voz das Empresas. Revista Época Negócios, pg 66., maio/2010:

A VOZ DAS EMPRESAS

O que se requer delas é que dialoguem nas mídias sociais de maneira franca e honesta, em vez de se buscar publicidade.

“Abrir-se é bom; fechar-se é ruim.” Ninguém esperava ouvir isso de um ex-executivo do alto escalão da Shell, mas quando Björn Edlund tomou a palavra durante o congresso “Só Meios”, sobre mídia social, sua franqueza foi brutal. Ele disse que “as grandes empresas têm a obsessão do controle, e não do diálogo”, mas acrescentou que o pensamento corporativo está começando a mudar.

Decorrida uma década de aventuras no mundo hipersaturado e prestes a entrar em colapso da Nova Economia, voltamos ao clima tenso em meados de 2009, com a realização de pesquisas sobre as implicações da nova onda de redes sociais para a transparência e a prestação de contas das empresas, bem como suas possíveis aplicações, tendo sempre a equação da confiança em mente.

Embora a presença das empresas na mídia social ainda esteja no início, são grandes as oportunidades de maior transparência, envolvimento e colaboração. O que se requer delas é que participem desse diálogo, talvez difícil, de maneira honesta e franca, em vez de usar esse canal para fazer publicidade. Na verdade, o conceito mais difícil de entender para muitas empresas é o de que é preciso assimilar uma certa perda de controle, e que deixar o diálogo fluir sem interrupções, filtros e de uma maneira que encontre seu próprio equilíbrio resultará no feedback indispensável tanto de partidários quanto de críticos.

Tome-se como exemplo a Timberland e sua plataforma Vozes do Desafio, que se abriu à discussão e às dificuldades próprias das questões fundamentais de sustentabilidade, que vão desde normas aplicáveis à mão de obra da cadeia de suprimentos até a política de mudança climática.

Mesmo as empresas mais sofisticadas passam, às vezes, por momentos difíceis quando têm de lidar com a mídia social. Quem acompanha a página da Nestlé no Facebook viu, em março, o que pode acontecer quando a empresa tenta controlar a conversa. Em resposta à exigência do moderador de que os participantes parassem de modificar os logos da empresa, um deles tentou, com muito empenho, educar a Nestlé em relação aos benefícios da mídia social. “Participar da mídia social significa abraçar o seu mercado, participar dele e cultivar o diálogo, em vez de passar sermões.” Infelizmente, o moderador não compartilhava desse ponto de vista e deu a seguinte resposta: “Obrigado pela lição de boas maneiras. Considere-se abraçado. Contudo, esta página é nossa, somos nós que criamos as regras, sempre foi assim”. Seguiu-se uma avalanche de comentários que foi acompanhada de um pedido de desculpas da empresa.

Nos dois casos, as empresas fizeram contato – a página do Facebook da Nestlé tem, por incrível que pareça, mais de 90 mil fãs ativos. O impacto de ambas também foi grande, em razão da natureza viral dos blogs e tweets. Ao final, porém, foram o tom e o estilo que deixaram a Nestlé do lado errado da equação e a Timberland, do lado certo.

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– A novela “Red Bull e o(s) time(s) a comprar”: Capítulo da 2a feira!

O tempo se esgota para a definição: o Red Bull conseguirá disputar a série B do Brasileirão em 2019? E se sim, será pela compra de qual equipe: do Oeste com uma negociação conjunta com o Paulista (discutimos isso aqui em: https://wp.me/p4RTuC-mVx) ou através da aquisição do Bragantino, notícia que “estourou” nas últimas horas e que abordamos em: https://wp.me/p4RTuC-mVT ?

Independente do que ocorra, eu torço para que exista futebol profissional em Jundiaí. Ou esperaremos um mecenas árabe, um mafioso russo ou um conglomerado chinês “cair do céu” e comprar o Galo? Ao menos, o Red Bull é uma empresa séria e um parceiro / sócio / incorporador que não traria vergonha ou receio ao Paulista Futebol Clube, com dinheiro limpo e vontade de crescer.

O capítulo mais atual de tudo isso: novas informações surgiram na 2ª feira, pelo jornalista Jorge Nicola, na ESPN e no Blog do Yahoo. Cita-se Ernesto Garcia, presidente do Oeste (hoje o Oeste está sendo gerido pelo Sr Mário Teixeira, como citado anteriormente; Garcia é o mesmo que ficou devendo na Cantina Jundiaiense ao antigo proprietário, o conhecido Sr Farias, quando o time de Itápolis era pobre e veio jogar aqui em Jundiaí – comeu e pagou com cheque sem fundos). Cita-se também Marcelo Veiga, treinador do Bragantino, que disse ter a garantia de Marcos Cheddid que o time de Bragança não será vendido.

Até começar a série B (e esse é o prazo limite para a definição; portanto; LOGO!), o rebuliço será grande. Insisto: torço que, aconteça o que acontecer, seja favorável ao Paulista. É hora de união!

Aqui a notícia no link em: http://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/5372412/red-bull-mira-compra-de-tres-clubes-paulistas-e-faz-proposta-de-r-35-milhoes-para-conseguir-jogar-serie-b

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– Constança Rezende é mais uma vítima de absurdo Fake News!

Uma tática nojenta que era feita pelos radicais de esquerda, passa a ser feita agora pelos radicais de direita: uma respeitada jornalista do Estadão tem seu texto totalmente modificado, é atacada, contestada e… tudo isso para usufruto de interesses ruins.

O pior: sem cuidado, o presidente Jair Bolsonaro tuita como se fosse verídico. Não pode… cadê as pessoas que orientam a comunicação do Chefe do Executivo?

Extraído de: https://oglobo.globo.com/brasil/bolsonaro-compartilha-texto-com-falsa-acusacao-jornalista-23512216

BOLSONARO COMPARTILHA TEXTO COM FALSA ACUSAÇÃO A JORNALISTA

Repórter do ‘Estado de S.Paulo’ foi atacada nas redes, após site divulgar trechos de conversa sobre o caso Fabrício Queiroz

Uma acusação falsa publicada pelo site “Terça Livre” e compartilhada pelo presidente Jair Bolsonaro, no Twitter, foi desmentida neste domingo pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. O “Terça Livre” divulgou trechos de uma conversa telefônica da repórter Constança Rezende, da sucursal do “Estado” no Rio de Janeiro, sobre as investigações de denúncias contra Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente.

Segundo o site, na gravação, que teria sido obtida por um jornalista francês, Constança teria dito que “a intenção é arruinar Flávio Bolsonaro e o governo”. A frase, no entanto, não aparece nas gravações divulgadas pelo próprio site.

No Twitter, Bolsonaro afirmou que Constança Rezende “diz querer arruinar a vida de Flávio Bolsonaro e buscar o impeachment do presidente” e lembra que Constança é filha do jornalista Chico Otavio, repórter do GLOBO. O presidente conclui: “Querem derrubar o governo com chantagens, desinformações e vazamentos”.

O “Estado de S.Paulo” publicou um texto em seu blog de checagem de fake news, com o título “Site bolsonarista distorce entrevista de repórter do Estado o e promove desinformação”.

Na gravação, Constança não fala em “intenção” de arruinar o governo ou o presidente. A conversa, em inglês, tem frases truncadas e com pausas e apenas trechos selecionados foram divulgados. Na nota publicada em seu site, o “Estado” diz que “em determinado momento, a repórter avalia que ‘o caso pode comprometer’ e ‘está arruinando Bolsonaro’, mas não relaciona seu trabalho a nenhuma intenção nesse sentido”.

O jornal esclareceu que Constança Rezende não deu entrevista ao jornalista francês citado pelo “Terça Livre”. As frases da gravação foram retiradas de uma conversa que ela teve em 23 de janeiro com uma pessoa que se apresentou como Alex Mac Allister, suposto estudante americano interessado em fazer um estudo comparativo entre Donald Trump e Jair Bolsonaro.

O “Terça Livre” é ligado a ativistas conservadores e simpatizantes de Jair Bolsonaro. Grupos governistas promoveram no Twitter uma série de postagens nas quais acusam o “Estado” de “mentir” na cobertura do caso Fabrício Queiroz.

Relatório do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf ) mostrou que Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta entre 2016 e 2017. Em depoimento ao Ministério Público, ele admitiu que recebia parte dos salários de outros servidores do gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio, e usava os recursos para contratar outros funcionários.

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– Qual será a punição ao Timão após o relato do árbitro de Corinthians 0x0 Santos?

E a “festa de Papel Picado” na Arena Itaquera, antes de Corinthians x Santos?

Fazer essa sujeira nos gramados (na Argentina eram usados rolos de Papel Higiênico antigamente) é coisa do passado e não deveria nem existir mais. Pra quê? Atrapalha a visão do jogo, confunde a exata localização das linhas de demarcação e não leva a nada.

Imagine a alegria dos preparadores físicos que aquecem seus atletas (que se desaquecem pela pausa do Hino Nacional) e ainda tem que esperar a tentativa de limpeza do palco. Amadorismo de quem bolou isso…

Na súmula, no campo de “Motivo de Atrasos”, foi relatado que:

“Atraso no início da partida em virtude dos papéis picados brilhantes que impossibilitavam a visualização das linhas da área penal. Estes papéis foram soltos pelo Corinthians.”

E no campo de “Ocorrências”:

“Na entrada das equipes, um equipamento soltou papeis picados brilhantes, numa ação promocional de marketing promovida pelo Corinthians, onde os mesmos cobriram a linha da área penal. Ambos os capitães concordaram em não iniciar a partida devido a dificuldade na visualização das linhas, motivo pelo qual, a partida começou com 10 minutos de atraso.”

 

Sabendo que está proibida a chuva de papel picado em regulamento e que cada minuto de atraso gera multa, provavelmente o Coringão vai arder com algum dinheiro a ser pago para a FPF, não?

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– A impressionate força das chuvas em São Paulo

Toda vez que a chuva vem forte, a capital paulista sofre. São Paulo é muito grande, com solo quase impermeável pelo excesso de concreto, mas aqui algumas coisas precisam ser discutidas:

  • em que pese a força das águas e a imprevisibilidade de um temporal acima do normal, nada se poderia fazer para minimizar os danos?
  • como se tem tanto LIXO nas ruas, que tampam os bueiros e ajudam a elevar a altura das águas devido a falta de vazão?
  • campanhas de conscientização e prevenção?
  • e obras de contenção reais?

Na minha cidade, Jundiaí, não choveu nessa noite – só tivemos um vento leve aqui na divisa com o município de Itupeva. Mas as imagens que chegaram pela TV nos deixam consternados com o sofrimento dos paulistanos (e, me parece, da região do grande ABC também).

Pobres vítimas que tudo perdem nesse momento e não tem o que fazer… deve ser horrível estar ilhado nesses momentos.

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– A confusa aceitação de Chapas no Sindicato dos Árbitros

Coisas que me entristecem: a difícil questão em permitir o livre exercício democrático das candidaturas oposicionistas em um sindicato. Parece muitas vezes que, sempre o lado que contesta, está errado. Mas está?

Digo isso pois vejo que a chapa oposicionista do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo foi questionada pois o seu candidato Aurélio Sant’Anna Martins reside em Jacareí, sendo que o estatuto de 2003 exige que more na Capital. Entretanto, há uma atualização desse mesmo estatuto em 2004 que essa bobagem caiu – estando, em tese, correta a chapa.

Fico imaginando: eu resido em Jundiaí, e garanto que chego a São Paulo (na Barra Funda, sede do SAFESP) mais rápido do que muitos outros colegas paulistanos, dependendo de onde moram. Sem sentido tal impedimento (que não existe mais segundo tal adendo).

Já disse que não apoiarei ninguém, não sou eleitor e nem futuro candidato. Tampouco sócio (embora continuo me assustando com tantos jovens árbitros que desconhecem a história eleitoral tão confusa ao longo dos anos).

Minha referência às Eleições de 2019 aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/03/05/carta-aberta-de-um-nao-eleitor-nao-militante-nao-sindicalizado-e-nao-entusiasta-do-safesp-nem-de-coafesp-ou-orgao-apocrifo/

Quero recordar do pleito de 2010, onde dos 261 eleitores, Arthur Alves Jr foi eleito com 260 votos e 1 voto nulo. Fuçando em meus arquivos, eis que achei 3 textos da época e que são pertinentes para a reflexão. Em especial, o 2o dessa lista:

(Em: https://professorrafaelporcari.com/2010/10/17/eleicoes-safesp-2010/)

O 1o texto:

ELEIÇÕES DO SAFESP VEM CHEGANDO. MAS É DEMOCRACIA TER CANDIDATO ÚNICO?

Link de Eleições do Safesp vem chegando. Mas é Democracia ter Candidato Único? – por Rafael Porcari

Na próxima segunda-feira, os árbitros de futebol terão uma prova de Democracia (talvez ás avessas). Haverá a eleição no Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo (SAFESP). E poderão prazerosamente escolher o único candidato ao cargo, Arthur Alves Júnior.

Nada contra o Sr Arthur, mas… só ele concorre? Não há na comunidade dos árbitros nenhuma outra opção para representá-los? Os árbitros FIFAs do estado de São Paulo aceitam esse nome em unanimidade? As centenas de outros árbitros do quadro profissional e amador não manifestam nenhum nome alternativo?

Não gosto da criação de currais eleitoreiros e nomes únicos para escolhas ditas democráticas. Arthur assumirá a presidência do Sindicato, é atualmente diretor da Cooperativa, membro da Comissão de Árbitros da FPF e secretário da ANAF. Tal acúmulo de funções não é prejudicial para o bom trabalho das mesmas? Não há outros nomes? Ainda: não são cargos incompatíveis?

O Sindicato é um órgão de negociação com a FPF, e na maioria das vezes, há delicados embates. Porém, o Arthur negociaria consigo mesmo? A Cooperativa, por exemplo, é uma entidade que representa os árbitros. Os árbitros o escolheram e o colocaram lá por iniciativa própria ou fomentados pela própria direção atual?

Custa a crer que os árbitros manifestem o desejo que uma única pessoa os representem em todas as searas e sejam ainda subordinados a ela mesma. Mas… vivemos uma democracia. Ou não?

Assim como Serra virou verde e Dilma tornou-se carola, por que não o Arthur torna-se o mais querido? Boa sorte a ele e aos árbitros que apareceram dando depoimentos no site www.oarthurzinhotachegando.com.br. Façam bom proveito das decisões escolhidas. E festejem a vitória garantida!

Sugestão: cervejada para a comemoração é uma boa pedida.

Não para mim.

Mas bastante gente gosta…

A bom entender, meia palavra basta.

O 2o texto:

VERGONHA NA ARBITRAGEM PAULISTA 

Link de Vergonha na Arbitragem Paulista – – por Fernando Sampaio

Vou publicar aqui texto do Wanderley Nogueira sobre as eleições na Safesp:
“Na próxima segunda feira (18) será realizada a eleição do novo presidente do Sindicato dos Árbitros de Futebol de São Paulo. É o maior sindicato de apitadores do Brasil. Existe apenas um candidato: Arthur Alves Junior. Ele integra a Comissão de Árbitros da Federação Paulista de Futebol e é assessor do presidente da Comissão, Coronel Marcos Marinho. Deu para entender? O candidato único à presidência do Sindicato é quem escala os árbitros. É o patrão. Os independentes árbitros paulistas vão eleger como presidente da agremiação existente para defender os interesses comuns da categoria, o patrão.

Para encorpar a entusiasmante candidatura, foram realizadas cervejadas em apoio ao candidato, com a presença dos patrões. O site da campanha tem vídeos de apoio ao futuro presidente e registrando depoimentos favoráveis daqueles que tem os árbitros sob comando. O futuro líder da categoria exerce funções de patrão e vai continuar a exercê-las. É uma candidatura cúmplice dos escaladores de árbitros. Não é exagero dizer que essa é uma candidatura “oficial”. E, claro, nenhum árbitro teve coragem de apresentar uma candidatura de oposição. Jamais apitaria novamente…

Como sabem, existem dois tipos de sindicatos: aquele que defende os trabalhadores e aquele que abraça as teses patronais ou empresariais. Cada um no seu lado. Claro, é possivel conviver com respeito, dignidade e independência. O ideal é um sindicato inteligente e nada radical.

Mas o Sindicato dos Árbitros de São Paulo está conseguindo eleger um “representante” do presidente da FPF para presidir o seu destino. O ideal para os árbitros, imagino, seria um sindicato de resultados. Nada vinculado a correntes perigosas.

A origem do sindicalismo no século XVIII foi a união dos doentes e desempregados. Daqueles que não tinham proteção e segurança. Eram os desrespeitados, humilhados e subservientes. Décadas depois os sindicatos dos empregados e dos patrões foram considerados “ilegais”.

A esperança para os árbitros bem intencionados é que, no futuro, o sindicalismo deles consiga reerguer-se das cinzas, como ocorreu com os sindicatos na Europa no século XIX.”

Adiciono ao texto do Wanderley algumas informações:

A FPF realiza eventualmente um teste físico chamado COFFES, normalmente na pista de atletismo do estádio de Caieiras ou no Centro Olímpico de São Caetano do Sul. Normalmente, o Coffes é uma corrida de 2.700m em 12 minutos, tiros curtos de 30, 60, 90 metros. Além disso, há a medição de gordura e dobras cutâneas.

Aproveitando que a eleição é dia 18, segunda-feira, a FPF CONVOCOU os árbitros para realizaram o COFFES na sede da FPF. Detalhe: a sede do sindicato faz fundo com a da FPF. Ela está trazendo todos os árbitros, de todos os pontos do estado, para poderem assim votar no Artur. Mas a gozação é o seguinte: o COFFES será realizado no salão nobre da FPF. Dá para acreditar? Como é que vai correr dentro da sede da FPF?

Incrível, só falta ir buscar o árbitro em casa para votar.

Até o fotógrafo da FPF está pedindo voto ao candidato do Marco Polo Del Nero. Leia o e-mail:

Boa tarde caros amigos Árbitros de Futebol.

Gostaria de dizer a todos que tiveram seu trabalho registrado pela lente da minha câmera que recebo do Arthur muito apoio e incentivo nesse trabalho fotográfico que tenho feito e dedicado a Arbitragem. Por isso gostaria que todos o apoiassem nas eleições a presidência da SAFESP no próximo dia 18/10/2010.

Um grande abraço a todos e sucesso.

Eduardo – ECM PRODUÇÕES

Só faltou dizer: “Quem não votar, não tem foto”. rsrsrsrs

Diferente do Brasileirão de pontos corridos, 380 jogos em 9 meses de competição, a fórmula do Campeonato Paulista tem uma enorme influência da arbitragem. O formato é dirigido para ter os quatro grandes nas finais. Para tristeza da FPF, isso só aconteceu uma vez. Em 2007, quase deu Bragantino x São Caetano. Foi um corre-corre para evitar o fracasso de mídia e público. Para que isso não aconteça, tabela e escala de arbitragem são dirigidas. Os grandes são sempre favorecidos. É turno único. O Tapetão Paulista é ainda pior que o STJD. Faz vista grossa para os tumultos e bombas nos estádios, gramados, cartões, suspensões e demais casos.

É uma pena. São Paulo está decadente. Os bons árbitros paulistas foram formados numa geração anterior. Há anos a FPF não revela novos bons árbitros. Há exceções é claro. Além disso, vale lembrar que os dois últimos escândalos surgiram na sede da FPF: Edilson e os tais convites da Madonna, estória mal contada pelo Marco Polo para influir no Brasileirão. Foi suspenso. Apesar do escândalo, Marco Polo continua presidente da FPF.

É uma vergonha. A Federação Paulista virou um lixo.

O 3o texto:

A “INDEPENDÊNCIA DOS ÁRBITROS”

Link de A “Independência” dos Árbitros – por Wanderley Nogueira

Na próxima segunda feira (18) será realizada a eleição do novo presidente do Sindicato dos Árbitros de Futebol de São Paulo. É o maior sindicato de apitadores do Brasil. Existe apenas um candidato: Arthur Alves Junior. Ele integra a Comissão de Árbitros da Federação Paulista de Futebol e é assessor do presidente da Comissão, Coronel Marcos Marinho. Deu para entender? O candidato único à presidência do Sindicato é quem escala os árbitros. É o patrão. Os independentes árbitros paulistas vão eleger como presidente da agremiação existente para defender os interesses comuns da categoria, o patrão.

Para encorpar a entusiasmante candidatura, foram realizadas cervejadas em apoio ao candidato, com a presença dos patrões. O site da campanha tem vídeos de apoio ao futuro presidente e registrando depoimentos favoráveis daqueles que tem os árbitros sob comando. O futuro líder da categoria exerce funções de patrão e vai continuar a exercê-las. É uma candidatura cúmplice dos escaladores de árbitros. Não é exagero dizer que essa é uma candidatura “oficial” .

Ai do árbitro que não votar no isento candidato. E, claro, nenhum árbitro teve coragem de apresentar uma candidatura de oposição. Jamais apitaria novamente…

Como sabem, existem dois tipos de sindicatos: aquele que defende os trabalhadores e aquele que abraça as teses patronais ou empresariais. Cada um no seu lado. Claro, é possivel conviver com respeito, dignidade e independência. O ideal é um sindicato inteligente e nada radical.

Mas o Sindicato dos Árbitros de São Paulo está conseguindo eleger um “representante” do presidente da FPF para presidir o seu destino. O ideal para os árbitros, imagino, seria um sindicato de resultados. Nada vinculado a correntes perigosas.

A origem do sindicalismo no século XVIII foi a união dos doentes e desempregados. Daqueles que não tinham proteção e segurança. Eram os desrespeitados, humilhados e subservientes. Décadas depois os sindicatos dos empregados e dos patrões foram considerados “ilegais”.

A esperança para os árbitros bem intencionados é que, no futuro, o sindicalismo deles consiga reerguer-se das cinzas, como ocorreu com os sindicatos na Europa no século XIX.

Diante de tudo isso, vemos como é complicado atender os anseios de uma categoria tão desunida e sem boas perspectivas que tem sido a dos árbitros de futebol…

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– Contra a Depressão, uma esperança: a Ketamina!

Uma droga usada na Guerra do Vietnã torna-se a grande esperança na luta contra a Depressão. Mudando a “percepção do mundo” do paciente, ela segura o fluxo de pensamentos negativos. Está sendo desenvolvida em versões oral, nasal e subcutânea, embora não se saiba os efeitos dela a longo prazo.

Conheça a ketamina, na matéria extraída da Revista Isto É, edição 2516, 14/03, pg 60, por Cilene Pereira:

REVOLUÇÃO CONTRA A DEPRESSÃO

Usada originalmente como anestésico, a ketamina trata os sintomas mais graves em duas horas. É considerada o maior avanço contra a doença desde o Prozac.

Um anestésico usado desde a década de 1960 é a grande aposta da medicina no tratamento da depressão. Na maior parte dos estudos realizados até agora, a ketamina tirou os pacientes de crises graves com rapidez impressionante. A última das pesquisas, feita sob o comando do Instituto Nacional de Saúde (NIH), dos Estados UNidos, revelou que em apenas duas horas a droga reduz sinais graves, como ideias suicidas, e atinge o pico em 24 horas. As medicações tradicionais demoram em média quinze dias para sutir efeito. Por isso, a Ketamina é considerada a maior revolução contra a enfermidade desde o Prozac, lançado em 1986.

Por enquanto, o remédio, que existe nas versões oral, intravenosa, nasal e subcutânea, não foi liberado para uso como antidepressivo por agências regulatórias, incluindo a brasileira. Essa indicação é considerada off-label (fora da indicação original). No entanto, uma de suas derivações, a esketamina, já recebeu, nos EUA, o status de “breakthrough therapy” para uso em indivíduos com risco iminente de suicídio. A classificação significa que, nesses casos, a droga pode ser oficialmente indicada.”Queremos regulamentar seu uso”, escreveu Carlos Zarate, coordenador do levantamento do NIH. “Ela é uma mudança de paradigma.” Nesse momento, a droga é estudada em centros do mundo todo, como no Warneford Hospital, na Inglaterra, onde mais de 40% dos participantes melhoraram de forma significativa. No Brasil, uma das instituições a pesquisá-la é a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os resultados observados são bem animadores. “É uma grande mudança”, afirma o psiquiatra José Alberto del Porto, professor da Unifesp. “Não tínhamos nada parecido.”

Alguns médicos, tanto aqui quanto em outros países, também estão receitando o remédio mesmo fora dos estudos clínicos. Desde que haja supervisão médica rigorosa, não há problemas nisso. Há, porém, questões a serem esclarecidas. Entre elas, os efeitos da utilização da ketamina a longo prazo e o risco de dependência que isso pode trazer.

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– A Segundona com cores!

Flores do nosso jardim, para alegrar e embelezar nossa semana (na foto abaixo)! Começando uma 2a feira de pétalas bonitas, gotejadas pela leve garoa em nossa região, dando cores a mais uma jornada.

Que tenhamos um ótimo dia!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby