– E se você receber um pix por engano?

É esclarecedor, embora deveria ser algo lógico: o que não é da gente, tem que ser devolvido.

Se você receber um pix por engano, DEVOLVA-O!

– Os influencers de finanças.

Existe uma onda de influenciadores financeiros no Brasil, que assusta!

Consultores de investimentos, influencers ou educadores econômicos: não importa o nome, eles se proliferam na Internet e querem ditar como agimos.

Claro que existem os bons, experientes e que ajudam. Não fazem isso de graça, óbvio. Mas há os enganadores, aqueles que dizem que te deixarão rico em poucos dias e dão fórmulas milagrosas. Todo dia surge um novo guru financeiro…

Parece tão fácil o que dizem, né? Ah, se assim fosse.

Foto extraída de: https://medium.com/desacomodando-life/temos-que-falar-de-dinheiro-f86e39af5a19, no artigo de Alessandra Oliveira.

– O Fim do Dinheiro em Cédulas.

Em 1661, a Suécia inovou e lançou o dinheiro em papel-moeda. Foi a 1ª vez na história em que cédulas foram usadas em público. Em 2023, será a nação pioneira a abolir dinheiro impresso.

No Brasil, as Fintechs (empresas financeiras com base tecnológica, como o Nubank) estão cada vez mais agressivas no mercado, sugerindo o uso do dinheiro virtual. Mais ainda: depois do duopólio de Redecard e Visanet, surgiram mais de 100 empresas oferecendo maquininhas. Mas como os cartões de crédito já estão se tornando ultrapassados, a tendência é que os meios de pagamento ocorram via celular (é a chamada desmaterialização dos cartões). Na China, usa-se o “WhatsApp deles”, o WeChat Pay para pagar qualquer coisa (os garçons usam códigos de barras em suas roupas para receberem gorjetas por ele).

E você: usa dinheiro costumeira ou eventualmente? E cheques?

(Informações da Superinteressante, ed Agosto 2019, texto de A. J. Oliveira e edição de Alexandre Versignassi.)

Segunda Família do Real

Imagem extraída de: https://www.bcb.gov.br/novasnotas/nota-100-reais.html

– Os borderôs das finais da Copa do Brasil, comparados:

Enfim, um comparativo de receitas dos jogos de ida e de volta da final da Copa do Brasil. Veja (separado por cores):

Na Arena Neoquímica, a arrecadação dos bilhetes vendidos foi de R$ 4.665.153,00, mas o Corinthians ficou com R$ 3.007.999,34 devido às despesas.

Algumas delas: taxa da FPF (R$ 233.257,65), Taxas de Arbitragem (R$ 53.354,45), Transporte dos Árbitros (R$ 64.036,25 – maior que o serviço em si), Impostos dos Árbitros (R$ 10.670,89). Confira todos os lançamentos em: https://conteudo.cbf.com.br/sumulas/2022/424121b.pdf

E depois de 12 dias…

A CBF divulgou o borderô do jogo de volta no Estádio do Maracanã. A receita foi de R$ 11.177.332,00, e o Flamengo ficou com R$ 7.921.004,27.

Algumas despesas: taxa da FERJ (R$ 541.986,10), Taxas de Arbitragem (R$ 57.490,00), Transporte dos Árbitros (R$ 67.586,65), Impostos dos Árbitros (R$ 11.498,00). Confira todos os lançamentos em: https://conteudo.cbf.com.br/sumulas/2022/424122b.pdf

No Maracanã, me chamou a atenção o item de custo da “confecção e venda de ingressos”: R$ 425.672,94. Alto, não?

Talvez, o único custo “dentro do aceitável” tenha sido o dos Bombeiros: R$ 3.776,45 para um evento dessa magnitude.

8 dicas de como fazer o dinheiro render até o final do mês

Imagem extraída de: https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Finvestnews.com.br%2Ffinancas%2Fcomo-fazer-o-dinheiro-render-mais%2F&psig=AOvVaw3k9bsUfhzOscOr3Nh-as0j&ust=1666961476199000&source=images&cd=vfe&ved=0CA8Q3YkBahcKEwigwZbHuYD7AhUAAAAAHQAAAAAQCA

– 12 dias depois da final da Copa do Brasil…

… e ainda não temos o borderô de Flamengo x Corinthians!

Que aconteceu, dona CBF? Perdeu o “papel” com os valores?

Relembrando: https://professorrafaelporcari.com/2022/10/22/e-ninguem-sabe-do-bordero-oficial-do-maracana/

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– Os percentuais líquidos dos borderôs dos clubes.

Mais de uma semana depois da decisão da Copa do Brasil, a CBF ainda não disponibilizou o borderô de Flamengo x Corinthians (última consulta às 09h45 do dia 27/10 – em: https://conteudo.cbf.com.br/sumulas/2022/424122b.pdf).

Como curiosidade: na Arena Itaquera, no jogo de ida, o Timão ficou com R$ 3.007.999,24 (valor líquido de um total arrecadado de R$ 4.655.153,00) = 64% da receita (vide aqui: https://conteudo.cbf.com.br/sumulas/2022/424121b.pdf).

Segundo o UOL, o Flamengo costuma ficar com 41% do arrecadado em jogos do Brasileirão e 37%  da Libertadores. É muita diferença, menos da metade do que entra em dinheiro (informação em: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/rodrigo-mattos/2022/08/06/flamengo-fica-com-menos-da-metade-da-receita-obtida-no-maracana-em-2022.htm).

Para comparação: Palmeiras x Avaí, no último sábado, deu aos cofres do Verdão R$ 2.442.408,43 (valor líquido de um total arrecadado de R$ 3.096.147,33) = 78,9% da receita (vide em: https://conteudo.cbf.com.br/sumulas/2022/142324b.pdf).

Ter um estádio próprio, e geri-lo bem, faz diferença…

8 dicas de como fazer o dinheiro render até o final do mês

Imagem extraída de: https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Finvestnews.com.br%2Ffinancas%2Fcomo-fazer-o-dinheiro-render-mais%2F&psig=AOvVaw3k9bsUfhzOscOr3Nh-as0j&ust=1666961476199000&source=images&cd=vfe&ved=0CA8Q3YkBahcKEwigwZbHuYD7AhUAAAAAHQAAAAAQCA

– Cadê o Borderô do Maracanã?

Cobrando novamente: cadê o Borderô de Flamengo x Corinthians, no Maracanã, decisão da Copa do Brasil? Nesta segunda-feira de manhã, ainda não está disponível.

Para quem não viu, cobramos e explicamos o motivo aqui: https://professorrafaelporcari.com/2022/10/22/e-ninguem-sabe-do-bordero-oficial-do-maracana/

– Salário Mínimo de R$ 25.000,00 na Suíça? E ainda é pouco…

O que lhe parece ganhar R$ 25.000,00 por mês?

No Brasil, seria um excelente salário. Mas na Suíça, com o altíssimo custo de vida, não é! E justamente esse valor é o Salário Mínimo de lá.

Abaixo, extraído de: https://brasildelonge.com/2020/10/01/salario-minimo-suico/

SALÁRIO MÍNIMO SUÍÇO

por José Horta Manzano

A noção de salário mínimo está tão ancorada nos costumes brasileiros, que a gente imagina que a garantia de um piso salarial exista no mundo todo. Não é bem assim. Tal como ocorre com o 13° salário, que não é obrigatório por toda parte, também o salário mínimo não é universal. Embora a paga mínima legal seja bastante difundida, trabalhadores de países importantes como, por exemplo, Itália, Áustria, Suécia não contam com essa garantia.

A Suíça é um caso especial. Como meus distintos e cultos leitores sabem, o país é uma confederação, ou seja, um Estado nacional composto por cantões que gozam de forte autonomia. Tirando a defesa nacional, a política monetária, a legislação aduaneira, a segurança nacional e a política externa, os cantões têm ampla autonomia de decisão. A política salarial faz parte das atribuições de cada cantão.

Assim, cabe ao governo de cada cantão legislar sobre a matéria. A maior parte deles ainda não achou oportuno estabelecer um salário-base válido para todo o território cantonal. Diferentes categorias profissionais, por seu lado, firmaram convenção coletiva fixando um piso salarial para o setor. Por exemplo, o sindicato dos padeiros pode ter conseguido um salário mínimo para a categoria, enquanto o sindicato dos balconistas de farmácia pode não ter firmado ou simplesmente não estar interessado no assunto.

Em plebiscito realizado domingo passado, os eleitores de Genebra aprovaram a instituição de um salário mínimo cantonal. O valor do piso salarial válido no território cantonal para todas as categorias é de 23 francos suíços por hora. Para quem trabalha em período integral (42h por semana), isso dá (pasmem!) 4.186 francos por mês, pouco mais de 25.000 reais ao câmbio de hoje. É com certeza o salário mínimo mais elevado do mundo. Na própria Suíça, nenhum outro cantão fixou montante tão alto.

Pode parecer quantia exorbitante, mas não é. Para sobreviver com menos que isso, uma família de quatro pessoas teria dificuldade. Só de aluguel, vai metade do salário. Em seguida, tem de pensar no seguro de saúde, que custa os olhos da cara. É que o país não conta com um sistema nacional de saúde, como o Brasil. Todos os cidadãos têm obrigatoriamente de estar cobertos por empresa particular, mas cada um é livre de escolher a companhia com a qual quer concluir o seguro. Assim mesmo, seja qual for o plano escolhido, não sai barato. Cobrir os quatro membros da família de nosso exemplo, com plano bem básico, não vai sair por menos de 1000 francos (uma quarta parte do novo salário mínimo). Em seguida, tem de se vestir, se transportar, se aquecer, se alimentar – tudo muito caro.

Normalmente, a notícia da instituição de salário mínimo garantido costuma alegrar os beneficiários. Nestes tempos de covid, porém, o que ela trouxe foi grande preocupação aos 25 mil empregados que se enquadram na nova regra. Os que fazem jus ao aumento – funcionários de restaurante, salão de cabeleireiro, firma de limpeza – estão receosos de que o empregador, já em dificuldade financeira em razão da pandemia, não suporte o baque e acabe demitindo. Está aqui um exemplo trágico de como uma medida bem-intencionada acaba causando efeito oposto ao previsto.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para crédito na postagem.

– Quem é o consumidor que vai gastar de verdade?

Quem é o consumidor que realmente vai gastar as riquezas da Economia Global? Os Boomers, a Geração X ou os Millenials?

Muito bacana o artigo que compartilho abaixo, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/consumidor-conectado-exigente-e-ansioso/

CONSUMIDOR CONECTADO, EXIGENTE E ANSIOSO

por Cecília Andreucci

Altamente digitalizado, pressionado por uma montanha de informações, consumidor desconfia das organizações e da propaganda

Não há mais como falar de consumo sem falar de tecnologia – aliás poucas coisas hoje escapam desta proposição. Nós, brasileiros, somos os mais ávidos por novas tecnologias, inovação e por consumir toneladas de informação disponibilizadas na rede (mesmo ficando ansiosos com tudo isso). O uso de smartphones disparou e nos colocou como uma das nações mais digitalizadas. Somos prodígios nas redes sociais, mas nos preocupamos muito com a possibilidade de nossos dados serem hackeados. E há razões concretas para essa preocupação. Especialistas concordam que não é uma questão de “se” os sistemas de informação serão atacados, mas “quando” e em “qual” proporção. Ninguém está protegido.

Essas informações foram reforçadas pelo presidente global para consumo e varejo de uma grande consultoria internacional em evento recente. Ele apresentou o resultado de uma ampla pesquisa sobre as profundas mudanças nas motivações, atitudes e expectativas do consumidor nesse século, realizada em oito países, dentre eles o Brasil.

O resultado de cada país retrata, naturalmente, seu momento social, econômico e político, mas seguem muitas tendências globais, dentre elas o protagonismo da internet como fonte de informação, a preocupação crescente com a segurança de dados pessoais, a expectativa por qualidade e conveniência, e experiências mais intuitivas e personalizadas.

Outro aspecto pesquisado foi a confiança nas instituições, que atinge 47%. As menos confiáveis são organizações governamentais e as de propaganda – 37% e 26%, respectivamente. Essa última poderia também ser explicada por uma sociedade cada vez mais letrada na disciplina, que nunca desconfiou tanto da comunicação publicitária. Bancos e empresas de saúde gozam o mais alto nível de confiança, ainda que não seja tão alto assim (aproximadamente 60%). No Brasil, saímos fora da curva, abaixo da média, em instituições governamentais, energia e serviços de utilidade pública. Fácil de entender. E confiamos mais nas empresas de tecnologia que os demais países, talvez porque façamos muito uso delas.

E, resultado dos nossos últimos anos complicados, desenvolvemos uma cultura de barganha, passamos por um down trade, procurando produtos com melhor custo-benefício. Com isso, baixamos nosso padrão de consumo. Também reportamos o mais alto nível de preocupação com a aposentadoria (em termos financeiros). E vemos como principal indulgência na vida, a boa comida, o que é bastante frugal.

Outra perspectiva interessante da apresentação tratou da nova demografia etária do planeta e suas peculiaridades em termos de motivação, atenção, conexão, uso do tempo e gastos. Apesar de os Boomers (pessoas nascidas entre anos 40 e meados dos anos 60) terem acumulado muita riqueza, é a geração seguinte, a X, que deve herdá-la e gastá-la. Estima-se que um trilhão de dólares. Geralmente negligenciada pelas estratégias de marketing, é apelidada de geração-sanduíche ou geração-esquecida. A primeira a cuidar de seus pais e de seus filhos simultaneamente, sofre mais pressões por recursos e tempo. Apesar de terem nascidos antes da internet, são bastante digitalizados. Produtos e serviços devem refletir essa realidade.

Dentro da mesma casa que vive um “X”, há uma grande chance de viver um Millennial (nascido entre 1980 e 1999) e um “Z” (nascido depois de 2000). As nativas digitais cresceram na era da explosão das tecnologias de computação e de comunicação. Para a “Z” tudo ocorre, porém, numa dimensão e velocidade mais acentuadas. Se os Millennials queriam conhecer todas as possibilidades digitais, a geração “Z” chegou para fazer a curadoria, criar, projetar e mixar todas as mídias, conteúdos e experiências. Com baixíssima concentração, demandam que sejam seduzidos em segundos, ou outro estímulo vai atraí-los rapidamente.

Nessa casa hipotética, todos seguem se influenciando mutuamente, diariamente.

Não é fácil para a liderança das organizações capturar as necessidades destes grupos. Especialmente porque, como eu, muitos são da geração X, os imigrantes digitais. Para além das pesquisas e consultorias, que contribuem muito, aqueles que convivem de perto com as três outras gerações que habitam o planeta devem ter maior chance de sucesso.

(*) Cecília Andreucci é conselheira de administração, mercadologista e doutora em comunicação.

Consumidor conectado, exigente e ansioso

Imagem extraída do link acima:

– Empresas com Síndrome de Highlander!

Conhecem essa síndrome empresarial? Pois é: ela é creditada àquelas que querem ser únicas no mercado. São fortes! E são muito conhecidas de nós!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI254244-16642,00-SO+PODE+HAVER+UM.html

SÓ PODE HAVER UM

Varejo, alimentação, aviação… O Brasil bate recorde sobre recorde de fusões. São empresas com síndrome de Highlander, querendo decepar os concorrentes – e incorporar sua força

Por Antonio Félix

“Só pode haver um!”, grita o guerreiro Victor Kruger (Clancy Brown) ao atacar Connor Macleod (Christopher Lambert), no filme Highlander, o guerreiro imortal, de 1986. Os dois fazem parte de uma raça de imortais, que por alguma misteriosa razão sentem uma irrefreável vontade de buscar, atacar e aniquilar uns aos outros. A única maneira é decapitando o adversário. E o jogo (e o filme) só acaba quando restar apenas um.
Empresas também não morrem de causas naturais. No Brasil de hoje, perecem, na maioria das vezes, quando um rival se aproxima e, após uma árdua batalha, desfere um golpe que lhes afasta a cabeça do corpo. Como no filme, o vencedor da batalha fica mais forte, mais apto para a próxima luta. A única diferença é que o Highlander corporativo sai por aí com uma cabeça comandando dois, três, às vezes vários corpos. Ah, sim, e a cabeça decepada costuma sobreviver, bem mais rica que antes, sem ter mais de atender às necessidades daquele corpo estranho. (Em alguns casos, porém, um corpo duplo fica também com duas cabeças por algum tempo.)
O mercado do varejo teve recentemente várias batalhas dessas. O guerreiro Ricardo Eletro decepou a Insinuante, formando um corpo chamado Máquina de Vendas. A guerreira Magazine Luiza apossou-se em junho das Lojas do Baú – e ficou mais forte que o Ricardo, preparando-se para a batalha com a dupla Casas Bahia-Ponto Frio (sob o comando de outra cabeça, o Pão de Açúcar). Mas eis que Ricardo decepou a Shopping Eletro, em julho, e voltou a passar a guerreira Luiza.
No mercado da aviação, TAM e Gol fazem as vezes de Kruger e Macleod. A TAM batalha (amigavelmente) com a Trip, e a Gol decapitou no mês passado a Webjet. Na alimentação, a Perdigão digere a Sadia, a JBS colou na Bertin. São os exemplos mais novos de um fenômeno que atinge inúmeras empresas, de incontáveis setores. Todo mundo pensa que é Highlander.
Para entender o motivo de tantos combates, é preciso retroceder até outra guerra. Em meados dos anos 40, nos primeiros momentos pós-Segunda Guerra Mundial, a televisão voltava a funcionar, depois de anos de interrupção por causa do conflito. Era o estopim para um período de expansão das comunicações, que desembocou no advento da internet, nos anos 80, e em seu constante desenvolvimento, até os dias de hoje. Esse é um tempo caracterizado pelo fluxo de informações quase sem barreiras.
“Nesses anos, houve uma queda dramática dos custos de informação”, diz Claudio Felisoni de Angelo, economista, presidente do Provar, núcleo especializado em varejo fundado por professores da USP, e do Ibevar, instituto de executivos do mesmo ramo. Com tanta informação circulando livremente, os produtos e serviços ficaram muito mais fáceis de ser copiados. Por isso, são hoje tão parecidos. Isso significa que não se pode cobrar muito caro por nada. Aumente o preço um pouquinho, e logo surge alguém disposto a vender pelo seu preço antigo. Mantenha o seu preço velho, e logo surgirá alguém vendendo por menos.

Resultado de imagem para Empresas fortes com braço forte

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar o autor para postagem.

– A criptomoeda do Mercado Livre: MercadoCoins.

Na onda de moedas virtuais, o Mercado Livre se lança à aventura de muitos e lança seu próprio dinheiro: o MercadoCoins!

Abaixo, extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Futuro-do-Dinheiro/noticia/2022/08/epoca-negocios-mercado-livre-cria-criptomoeda-como-parte-de-programa-de-fidelidade.html

MERCADO LIVRE CRIA CRIPTOMOEDA COMO PARTE DE PROGRAMA DE FIDELIDADE

O Mercado Livre anunciou nesta quinta-feira a criação de uma criptomoeda chamada MercadoCoin, que será implementada como parte de um programa de fidelidade de clientes da companhia da maior empresa de comércio eletrônico da América Latina.

O Mercado Livre informou que o clientes ganharão “MercadoCoins” como cashback ao comprarem produtos na plataforma. Os consumidores poderão então usar a moeda digital, que segue o padrão de token ERC-20, da Ethereum, para novas compras ou negociá-la na unidade de serviços financeiros da empresa, o MercadoPago.

A moeda tem um valor equivalente a 10 centavos de dólar, informou a companhia.

Mercado Livre (Foto: Divulgação)

O Mercado Livre informou que o clientes ganharão “MercadoCoins” como cashback ao comprarem produtos na plataforma (Foto: Divulgação)

– Você confia em todos os educadores financeiros?

Existe uma onda de influenciadores financeiros no Brasil, que assusta!

Consultores de investimentos, influencers ou educadores econômicos: não importa o nome, eles se proliferam na Internet e querem ditar como agimos.

Claro que existem os bons, experientes e que ajudam. Não fazem isso de graça, óbvio. Mas há os enganadores, aqueles que dizem que te deixarão rico em poucos dias e dão fórmulas milagrosas. Todo dia surge um novo guru financeiro…

Parece tão fácil o que dizem, né? Ah, se assim fosse.

Dinheiro: existem 2 formas de ficar rico; você sabe quais são? - Primo Rico - iG

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– A renúncia dos bilhões da herdeira da BASF.

Aqui no Brasil, conhecemos a BASF através de inúmeras empresas, como a Suvinil, por exemplo. Mas o grupo químico alemão é enorme, e causou espanto a renúncia da herança de uma das netas de Trauld Vechiatto, a toda-poderosa do grupo.

O motivo de recusar 22 bilhões de reais?

A herdeira, Marlene Engelhorn, tinha como conceito de que não iria se sentir feliz!

Respeite-se!

– O acordo do Caixa e a lembrança de Andrés Sanches…

Na semana passada, se falou muito da celebração de um acordo do Corinthians com a Caixa Econômica Federal, a fim de pagar o estádio. Aí eu me lembrei de que, quando foi oficializado o estádio de Itaquera, da publicação que fiz no meu blog (abaixo), na qual registrava o que Andrés Sanches disse: “A Odebrecht constrói o estádio e nós pagamos eles com os naming rights”. Relembre: alardeou-se que a arena seria construída e com R$ 400 milhões tudo estaria pago.

NAMING RIGHTS DO CORINTHIANS, SE VERDADEIROS, SERÃO OS MAIORES DO MUNDO (31/08/2010)

Veja os seguintes números:

– Emirates Stadium: 90 milhões de dólares por 15 anos (Estádio do Arsenal – Inglaterra)

– Allianz Arena: 90 milhões de euro por 15 anos (Estádio do Bayern e do Munich 1860 – Alemanha – valores divididos entre as equipes)

– American Airlines Center: 195 milhões de dólares por 30 anos

– Gillete Stadium: 90 milhões de dólares por 15 anos.

Esses são os valores dos naming rights de algumas praças mundiais (em tradução simplória: direito de uma empresa comprar o nome de uma arena de eventos e usá-lo com o nome que bem entender).

Aqui no Brasil, causou surpresa o anúncio do Corinthians sobre a decisão de construir seu estádio através de uma parceria com a Construtora Odebrecht. A empreiteira dá um estádio de aproximadamente 300 milhões de reais, e o Corinthians paga esse valor permitindo que a Odebrecht venda o naming rights do estádio por 15 anos (permitindo-se mais 5 anos de renovação automática, subindo para R$ 400 milhões).

Compare com os valores citados acima. Enquanto que o Allianz Arena arrecada 6 milhões de dólares anuais, o Corinthians arrecadará 20 milhões de reais. Maior do que qualquer outra arena do mundo! Será?

Segundo o site da Abril Esportes, em colaboração com a Gazeta Press (citação e link em: http://www.abril.com.br/noticias/esportes/futebol/corinthians/estadio-corinthians-sera-financiado-pelo-bndes-1247057.shtml ), a negociação envolve totalmente o BNDES. Como o Corinthians tem dívidas atrasadas e impostos não recolhidos, não pode contrair empréstimos governamentais. Assim, a Odebrecht solicitaria esse dinheiro do banco, sendo uma espécie de “barriga de aluguel” da grana. Uma espécie de “terceiro” do negócio, com participação mais ativa do que os costumeiros intermediários.

Sobre naming rights, é válido lembrar que na Liga dos Campeões nunca é citado o nome “Emirates Stadium”, mas sim “Arsenal Stadium”, devido a acordos do organizador. Entre os torcedores dos Gunners, o estádio ainda é chamado carinhosamente pelo nome antigo, “Highbury”. É claro que a Odebrecht não usaria o nome de “Odebrecht Arena”; afinal, empresas utilizam produtos destinados a consumidores físicos ou as próprias marcas nos estádios. Qual o retorno que a Odebrecht teria com o naming right do novo estádio? Nenhum! A não ser que o revenda, por um valor mais alto ainda (o que é improvável de se obter). Sem contar que o brasileiro adora apelidos: Canindé, Vila Belmiro, Morumbi, Pacaembu, Vivaldão, Castelão, Maracanã, Mineirão, Barradão, Teixeirão… (que mania de grandeza, não?). Teríamos nascendo um… Itaquerão, por exemplo?

O estádio servirá para a abertura da Copa do Mundo em SP. E algumas coisas assustam: foram tantos laudos que o São Paulo FC enviou à FIFA, através da CBF, e nenhum satisfez. Problemas técnicos barraram o Morumbi. O Palmeiras não consegue nenhuma licença para o início das suas obras. E o Corinthians já teve o estádio aprovado e as licenças permitidas?

Coisas assim foram cantadas e contadas no prenúncio da Copa do Mundo no Brasil. E não deu outra… Tomara que nossos bolsos não banquem tanta gastança…

E você, depois desse imbrólho: ainda é a favor de uma Copa no Brasil? Eu nunca fui e cada vez mais acho que a conta de cada estádio, natural e forçosamente, estourará o orçamento para que existam superfaturamentos. Há coisas mais importantes do que Copa…

Deixe seu comentário!

caixa logo x - Pesquisa Google | Banco caixa, Caixas de cartão, Caixa  económica Imagem: Divulgacão CEF, extraída da Web.

– Sites de Apostas poderão ser proibidos de patrocinar clubes de futebol na Inglaterra.

O Governo da Inglaterra acenou em proibir que empresas de apostas esportivas patrocinem clubes de futebol por lá. Para evitar que seja uma imposição governamental, a Premier League quer bani-las por conta própria, gradativamente, para não gerar impacto imediato nas finanças. 

Já imaginou se isso acontece no Brasil? Repare quantas equipes da Série A e B tem algum anunciante desse setor.

Abaixo, extraído de: https://www.mktesportivo.com/2022/07/premier-league-quer-apoio-dos-clubes-para-banir-apostas-do-patrocinio-de-camisa/

PREMIER LEAGUE QUER APOIO DOS CLUBES PARA BANIR APOSTAS DO PATROCÍNIO DE CAMISA

Está partindo da própria Premier League um pedido para que os clubes apoiem a saída das casas de apostas dos uniformes. O objetivo da liga é impedir que a proibição do patrocínio de empresas do setor seja imposta pelo governo. Segundo a Sky News, a saída seria gradual e dentro de um período de três anos.

A proibição voluntária entraria em vigor no início da próxima temporada, permitindo que os atuais contratos seja mantidos desde que expirem até 2024/25.

Pelas regras da Premier League, o apoio à proposta de pelo menos 14 clubes faria com que ela fosse adotada imediatamente.

Inicialmente, a liga tentou fazer com que os patrocínios de casas de apostas com presença na manga da camisa fossem mantidos, aplicando a medida apenas para o patrocínio máster. No entanto, ela valerá para todo o kit. Sinalização nos estádios e placas de publicidade ainda seria permitida.

Quase metade dos clubes da Premier League foram patrocinados por empresas de apostas na última temporada. Nos bastidores, especula-se que Arsenal, Chelsea, Liverpool, Manchester City, Manchester United e Tottenham apoiariam a medida, afinal, nenhum deles possui uma marca do setor em seus uniformes.

A proibição não é novidade na Inglaterra

A Liga Inglesa de Futebol (EFL), responsável pelos três níveis de futebol profissional abaixo da primeira divisão, destaca que a proibição pode gerar um impacto negativo de £ 40 milhões por ano.

Como se sabe, o tema é debatido há um tempo. Um comitê da Câmara dos Lordes já abordou a proibição em 2020. Uma revisão do Gambling Act foi lançada posteriormente pelo DCMS em dezembro de 2020, afirmando que esses aportes poderiam ser proibidos a partir de 2023.

Em abril, o Comitê de Prática de Publicidade (CAP) do Reino Unido anunciou planos para proibir anúncios de apostas utilizando a imagem de celebridades do esporte e influenciadores.

Como se sabe, hoje, Espanha e a Itália já iniciaram movimento similares de proibição de contratos de patrocínio com empresas de apostas. Na Bélgica, o mesmo está prestes a ocorrer.

Premier League anuncia datas da janela de transferências internacional

Imagem: divulgação PL

– Curiosidades sobre o dólar!

Puxa, essa interessante reportagem sobre o dólar foi feita pelo Portal IG, mas perdi o link referencial. Mesmo assim, vale a leitura:

O DOLAR NÃO É DE PAPEL

O dinheiro americano não é feito de papel. O “papel-moeda” usado nos Estados Unidos é composto por 75% de algodão e 25% de linho, com pequenas fibras sintéticas azuis e vermelhas entrelaçadas. Antes da Primeira Guerra Mundial, essas fibras eram de seda

Cabeça pequena

Nas casas de câmbio do Brasil, as notas de dólar impressas antes de 1996 são chamadas de “cabeça pequena”, e os compradores pagam menos por elas, alegando que está saindo de circulação. Nos Estados Unidos, todas as cédulas são válidas, independentemente da data de impressão.

1 dólar

A nota de 1 dólar é a mais conhecida e manuseada do planeta.

George Washington

A figura que aparece na nota de 1 dólar é a imagem do presidente George Washington, que governou entre 1789 e 1797 (mas isso você já sabia).

Bureau of Engraving and Pinting

É assim que se chama a casa da moeda americana, que produz 37 milhões de cédulas por dia. 95% dessas novas cédulas produzidas são para substituir cédulas em circulação.

Mais sobre 1 dólar

45% das notas impressas diariamente na “Bureau of Engraving and Pinting” são de 1 dólar

Origami

Uma nota de dólar pode ser dobrada cerca de 4 mil vezes antes que se deteriore.

A maior

A nota de 100 dólares é a nota de maior valor do dinheiro americano em circulação desde 1969.

T Ford

O carro que aparece estampado no verso da cédula de 10 dólares foi uma criação do designer da nota, apesar de muitas pessoas acreditarem ser o modelo “T” da montadora Ford.

Hora certa

Os ponteiros do relógio da torre do Independence Hall, impressa no verso da nota de 100 dólares, marcam aproximadamente 4h10.

Ah, as mulheres…

Martha Washington é a única mulher que aparece em uma cédula do dinheiro americano. O rosto da esposa do Presidente George Washington está estampado na cédula de 1 dólar Certificado de Prata de 1886 e de 1891, e no verso da nota de 1 dólar Certificado de Prata de 1896

Estátua da Liberdade

A moeda de 25 centavos, ou “cents”, como é chamado lá, que tinha a imagem da Estátua da Liberdade sentada, circulou entre 1866 e 1891. Sua tiragem foi de 10.833 peças.

Um dólar furado

A nota de 1 dólar dura em média 1 ano e cinco meses. Já a de 100 dólares pode durar até nove anos, por ser pouco manuseada.

Dólar cai para R$ 5,02 após Fed aumentar juros nos Estados Unidos - Folha PE

Imagem extraída de: https://www.folhape.com.br/economia/dolar-cai-para-r-502-apos-fed-aumentar-juros-nos-estados-unidos/230577/

– A rescisão de Jô: não estou convencido…

O atacante Jô, do Corinthians, foi flagrado dias atrás em comportamento impróprio (aqui: https://wp.me/p4RTuC-E32). E resolveu rescidir amigavelmente o seu contrato.

Se tivesse trabalhado até o fim dele, Jô (que tinha um altíssimo salário) receberia (além do que já recebeu) 14,3 milhões de reais.

Por mais dinheiro que o atleta tenha recebido na vida, você abrir mão essa bufunfa é… incompreensível, não? Era só trabalhar honesta e pontualmente, que o caixa estaria ainda mais recheado. Neste final de semana, à rádio-web de seu empresário Olivério Jr, declarou que tomou tal atitude em “respeito ao Corinthians”.

Como explicar?

Jô descarta aposentadoria pós-Corinthians e vai ouvir propostas | corinthians | ge

Imagem extraída de: Marcos Ribolli, publicada em: https://ge.globo.com/futebol/times/corinthians/noticia/2022/06/09/jo-descarta-aposentadoria-pos-corinthians-e-vai-ouvir-propostas.ghtml

– Catar: a Copa mais cara da história!

Lendo sobre custos, acomodações e outras despesas, é razoável crer que a próxima Copa do Mundo será a mais cara de todos os tempos, não?

Só com a viagem já se tem a noção de que esse Mundial não é para torcedores presenciais “comuns”…

– Eu não investiria em ações da Netflix!

Temos uma oferta imensa de streamings na praça: Prime Vídeo (Amazon), Disney+, HBO Max, Paramount+, entre tantos outros concorrentes da Netflix.

Eis que a gigante, que foi pioneira, perdeu nos últimos 3 meses cerca de 200 mil assinantes, com projeção de perder um total de 2 milhões de clientes até dezembro.

Com os preços altos e concorrência acirrada, talvez tenhamos uma redução de preços das assinaturas para tentar frear a queda. Mas a única certeza é: as ações da empresa despencaram após esse anúncio negativo.

Aliás, fica a dica: estou usando Pluto TV, que é gratuito e tem um monte de coisas legais.

Imagem: divulgação.

– A desvalorização dos papéis do Nubank.

Depois do otimismo… as ações do Nubank começaram a se desvalorizar!

O que está acontecendo?

Em: https://veja.abril.com.br/economia/no-topo-do-mundo-anitta-amarga-derrotas-do-nubank/amp/

NO TOPO DO MUNDO, ANITTA AMARGA DERROTAS NO NUBANK

Anitta é integrante do conselho de administração do banco digital e uma das apostas para ‘envolver’ investidores; no entanto, ações caíram 21% desde o IPO

Por Luana Meneghetti

Anitta despontou nos últimos dias liderando as paradas mundiais. A cantora foi a primeira brasileira a alcançar o primeiro lugar no Spotify e, agora, a figurar no topo do Billboard Global, ranking semanal das músicas mais tocadas no mundo. Com a carreira artística indo de vento em popa, o seu lado empresarial como conselheira ainda não tem surtido o estouro esperado nas ações do Nubank. Com a canção que envolveu o mundo, Anitta precisará envolver também os investidores a continuar apostando no Nubank — tarefa essa que não será fácil tendo em vista as dificuldades das ações do banco nos últimos meses.

Os papéis do Nubank já acumulam uma desvalorização de 21,88% em quase quatro meses desde a abertura de capital, em dezembro do ano passado. Nesse período, fecharam no vermelho em 37 dias. Na última sexta-feira, 25, quando Anitta chegou ao Top 1 do Spotify, as ações do Nubank estavam despencando. Naquele dia histórico e inédito para a música brasileira, os papéis do banco digital encerraram o pregão com queda de 2,45%. Há dois dias, os papéis voltaram a reagir e encerraram em alta, mas voltaram a ser negociados em queda nesta manhã.

A popularidade da cantora foi uma grande aposta do Nubank para alavancar os negócios. A cantora teve papel essencial na estratégia de dupla listagem da empresa, com ações negociadas na Nyse e na bolsa brasileira, a B3, por meio de BDRs (papéis que representam no Brasil as ações negociadas nos Estados Unidos). No ano, os BDRs também já acumulam perdas de 28,99%.

O banco, fundado em 2013 pelo colombiano David Vélez, pela brasileira Cristina Junqueira e pelo americano Edward Wible, foi avaliado em 41,5 bilhões de dólares na estreia da abertura de capital, o que fez dele o banco mais valioso da América Latina, posto que já perdeu, avaliado agora em 37,1 bilhões de dólares. O Nubank conta hoje com 48 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia, e se tornou o maior banco digital do mundo ao desburocratizar e facilitar o acesso das pessoas ao sistema financeiro. Apesar de ter sido inovador nas soluções tecnológicas e nas ofertas aos clientes, como dar isenção de taxas, hoje o modelo de negócios é replicado pelos rivais, trazendo uma forte concorrência.

Crédito da Imagem no link acima.

– E se você investisse 1000 dólares na…

INVESTIMENTOAlgumas empresas eram apostas e se valorizaram demais. Outras, eram tradicionais e dava para comprar ações com segurança. Mas e quantas outras fizeram o investidor perder dinheiro?

As mais rentáveis na década, no gráfico:

– Que prejuízo, Latam!

Manchete do Jornal Valor Econômico (https://valor.globo.com/empresas/noticia/2022/03/09/latam-tem-prejuizo-de-us-275-bi-no-4o-trimestre-quase-tres-vezes-mais-que-um-ano-antes.ghtml):

“Latam tem prejuízo de US$ 2,75 bi no 4º trimestre, quase três vezes mais que um ano antes”.

A pergunta é: prejuízos seguidos, tão numerosos, uma hora impedirão a empresa de continuar. Ou ela ganhou tanto dinheiro / crédito antes que pode suportar?

Os boatos de que a empresa poderia ser comprada pela Azul, que surgem de tempos em tempos, parecem mais possíveis do que nunca…

Resultado da Latam mostra prejuízo acima de US$ 690 mi no terceiro  trimestre – Rádio Guaíba

Imagem extraída de: https://guaiba.com.br/2021/11/10/resultado-da-latam-mostra-prejuizo-acima-de-us-690-mi-no-terceiro-trimestre/

– A chinesa UnionPay substitui as bandeiras Mastercard e Visa na Rússia.

E a Mastercard e a Visa estão abandonando a Rússia, como protesto à Guerra. Com isso, os cartões de crédito locais serão substituídos uma nova bandeira: a UnionPay, da China, que passará a ser a maior operadora do mundo!

Em meio a saída de empresas ocidentais, os chineses estão se aproveitando e tomando o lugar delas por lá. Que parceria assustadora, cá entre nós…

China e Rússia de mãos dadas no sistema financeiro. Ao menos, por enquanto.

Como habilitar a bandeira Union Pay? - Central de Ajuda Stone – Todas as  Suas Dúvidas em um só Lugar

Imagem extraída de: https://ajuda.stone.com.br/bandeiras/como-habilitar-a-bandeira-union-pay

– Pagará o técnico, certamente. Mas as demais contas…

Quando um cara do peso de Vitor Pereira vem ao Brasil trabalhar, ele só acerta quando tem todas as garantias que receberá o acordado. Além disso, por ser um contrato internacional, a FIFA obriga o clube a saldar os vencimentos, caso exista atraso.

Mas…

O Corinthians terá a Comissão Técnica mais cara do Brasil. Provavelmente, a mais custosa da América do Sul. E é inevitável perguntar: vale a pena se onerar mais ainda, já que é sabido que as dívidas do Timão são astronômicas?

Tanta gastança, uma hora ou outra, será cobrada. Se eu tenho alguma receita nova, a uso para saldar minhas pendengas. E você?

Vitor Pereira

Imagem: AFP, extraído de: https://www.lance.com.br/corinthians/corinthians-se-reaproxima-de-vitor-pereira-e-ve-chegada-do-tecnico-portugues-com-otimismo.html