– 39 anos que a Haspa se foi…

Quando garotinho, meu pai abriu uma Caderneta de Poupança da Haspa, que era do então Ministro da Fazenda Delfim Neto. Lembram da propaganda e dos cofrinhos? Poupe que o Delfim garante…”

Pois é: Há 39 anos ela quebrou! Ainda bem que os meus trocadilhos de criança foram para o já falecido Banco Real…

Eu gostava de ir lá só por causa da Turma da Mônica…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos.

– Cadê o investidor árabe do São Paulo FC?

Lembram da história do “Investidor Árabe” do São Paulo Futebol Clube?

Caso tenham se esquecido, em: https://professorrafaelporcari.com/2021/12/16/dinheiro-arabe-no-spfc-investidor-e-diferente-de-anunciante/

Fica a questão: era apenas informação falsa plantada às vésperas da mudança de estatuto?

O Futebol imita a Política frequentemente… Lamentável.

Vendas de jogadores aliviam finanças do São Paulo até 3º trimestre de 2020,  mas não muito | blog do rodrigo capelo | ge

Foto: GloboEsporte.com, extraída de: https://ge.globo.com/blogs/blog-do-rodrigo-capelo/post/2020/12/02/vendas-de-jogadores-aliviam-financas-do-sao-paulo-ate-3o-trimestre-de-2020-mas-nao-muito.ghtml

– Phillippe Coutinho ganha quase R$ 8 mi/ mês no Barça. Quanto o Mengão bancaria?

Phillippe Coutinho ganha mensalmente 7,9 milhões de reais no Barcelona! É para quebrar o clube ou não?

Quando ele foi transferido do Liverpool (onde estava muito bem) para a Catalunha, talvez se vislumbrasse no brasileiro o substituto de Messi. Não deu certo… mesmo indo ao Bayer, o ex-vascaíno não convenceu.

Agora, surge a notícia (ou especulação) que o Flamengo tentaria bancar 1,5 milhão / mês, restando a diferença para o Barcelona, a fim de tê-lo emprestado.

Vale tanto esforço do Mengão assim? O Barcelona toparia tal negócio?

Enfim, estamos completamente “sem noção” do que é caro ou barato no futebol. Para mim, todos esses valores são inimagináveis, mesmo para grandes empresas. Qual grande diretor de multinacional ganha tal rendimento por mês? Ou mesmo um artista de Hollywood (pois são poucos que atingem tal patamar financeiro)?

Phillippe Coutinho, do Barcelona, é cobiçado por Palmeiras e Flamengo

Imagem extraída de: https://www.metropoles.com/esportes/futebol/phillippe-coutinho-do-barcelona-e-cobicado-por-palmeiras-e-flamengo

 

– Dinheiro árabe no SPFC: investidor é diferente de anunciante.

Surgiu a informação (ouvi de Nilson César, da Rádio Jovem Pan, durante o programa “Esporte em Discussão”), de que o São Paulo Futebol Clube poderia ter um orçamento mais polpudo em 2022 graças a um investidor da Arábia Saudita. E essa história apareceu justamente em um momento político conturbado no clube, às vésperas de uma votação de mudança estatutária.

Será crível que há um Sheik / Príncipe / Mecenas a fim de gastar?

Aqui, o ponto principal: é um anunciante muito endinheirado que quer patrocinar a camisa ou um investidor?

Quem faz propaganda e dá dinheiro, paga o anúncio e quer divulgação da sua marca. O clube faz o que quiser com a grana. Mas um investidor põe dinheiro, quer gerir a relação e espera retorno financeiro. Neste caso, não é “dinheiro dado” para o diretor de futebol gastar como bem quiser.

Uma provocação final: será que vem “grana de verdade” ou é um fato (ou melhor: factóide) político?

Vendas de jogadores aliviam finanças do São Paulo até 3º trimestre de 2020,  mas não muito | blog do rodrigo capelo | ge

Foto: GloboEsporte.com, extraída de: https://ge.globo.com/blogs/blog-do-rodrigo-capelo/post/2020/12/02/vendas-de-jogadores-aliviam-financas-do-sao-paulo-ate-3o-trimestre-de-2020-mas-nao-muito.ghtml

– Corinthians: a vergonha em contar a verdade entrega a omissão da resposta.

O Corinthians renovou o contrato do goleiro Cássio por mais 2 anos. É público que o Timão enfrenta sérios problemas financeiros, embora tenha feito contratações de atletas com salários caros.

Na entrevista coletiva realizada ontem, Cássio foi questionado se os direitos de imagem (que compõe muitas vezes a maior parte dos rendimentos dos jogadores, uma forma de pagar menos impostos do salário), estava em dia. E o goleiro deu uma disfarçada…

Disse que:

“Isso é uma questão particular que não estou à vontade de falar”.

Ora bolas, se está em ordem, é lógico que o jogador diria. Tal resposta é uma forma de não dizer explicitamente que está com salários atrasados, e ao mesmo tempo não mentir.

Não é confortável para qualquer empregador (seja um time de futebol ou qualquer empresa) que seu funcionário diga que seus vencimentos estão em ordem? Claro, que ele o faça de maneira espontânea e verdadeira, não mentindo.

E imaginar que um dia houve uma lei no futebol na qual “time que estivesse devendo salário, se denunciado, perdia pontos…”

Foi no Brasil?

O motivo por trás do desabafo de Cássio após a goleada sofrida pelo Corinthians diante do Flamengo

Foto: Reprodução / Internet, extraída de: https://www.meutimao.com.br/noticias-do-corinthians/360254/o-motivo-por-tras-do-desabafo-de-cassio-apos-a-goleada-sofrida-pelo-corinthians-diante-do-flamengo

– Os influencers de finanças.

Existe uma onda de influenciadores financeiros no Brasil, que assusta!

Consultores de investimentos, influencers ou educadores econômicos: não importa o nome, eles se proliferam na Internet e querem ditar como agimos.

Claro que existem os bons, experientes e que ajudam. Não fazem isso de graça, óbvio. Mas há os enganadores, aqueles que dizem que te deixarão rico em poucos dias e dão fórmulas milagrosas. Todo dia surge um novo guru financeiro…

Parece tão fácil o que dizem, né? Ah, se assim fosse.

Foto extraída de: https://medium.com/desacomodando-life/temos-que-falar-de-dinheiro-f86e39af5a19, no artigo de Alessandra Oliveira.

– O clube do “1% mais rico” de cada país.

Qual o valor do patrimônio líquido que você precisa ter para fazer parte do “1% mais rico” do Brasil?

Veja cada valor impressionante,

Extraído de: https://comoinvestir.thecap.com.br/quanto-e-preciso-para-fazer-parte-do-1-mais-rico-em-2021/

QUANTO É PRECISO PARA FAZER PARTE DO CLUBE DO 1% MAIS RICO DO SEU PAÍS?

por André Fogaça

O clube do 1% mais rico é citado com frequência, mas você sabe quanto é preciso para fazer parte desse seleto grupo de indivíduos? O Relatório de Riqueza da Knight Frank define os valores para entrar nesta comunidade em diferentes países e territórios.

A pesquisa realizada pela consultoria imobiliária do Reino Unido oferece uma perspectiva única sobre riqueza global, propriedades de primeira linha e investimentos.

Segundo o relatório mais recente, de 2021, no Brasil você precisa de US$ 280 mil de patrimônio líquido para fazer parte do clube do 1%, algo em torno de R$ 1,4 milhões.

Em Mônaco, região com maior concentração de super-ricos no mundo, o ponto de entrada para o clube de 1% do principado é de US$ 7,9 milhões. Quase 29 vezes a mais do que o necessário no Brasil.

O segundo lugar com o ticket mais alto para os 1% mais rico é a Suíça, onde são necessários US$ 5,1 milhões de patrimônio.

Seguido pelos Estados Unidos, país com o maior número de indivíduo com patrimônio líquido ultra-alto (UHNWI), definido pelo estudo como pessoas com um patrimônio líquido de mais de US$ 30 milhões. Lá, seu ingresso para o status de 1% vale US$ 4,4 milhões.

Fechando o top 5 estão Cingapura, em quarto lugar, com US$ 2,9 milhões, a entrada mais alta da Ásia.

Empatados com US$ 2,8 milhões estão Nova Zelândia, Hong Kong e Austrália.

E em quinto está a Irlanda, com US$ 2,6 milhões para fazer parte do 1% mais rico do país.

Na América Latina, a Argentina é o país com entrada mais alta, de US$ 360 mil. No continente Africano, o mais alto é o da África do Sul, em US$ 180 mil.

Os dados também destacam como a pandemia ampliou a diferença entre países ricos e pobres.

O ponto de entrada para o 1% mais rico de Mônaco é quase 400 vezes maior do que no Quênia, país com a pior classificação entre 30 países avaliado no estudo da Knight Frank.

Para fazer parte dos mais ricos no Quênia é necessário apenas US$ 20 mil.

Veja quanto você precisaria ter para estar entre o 1% mais rico em cada país (em dólares):

quanto você precisaria ter para estar entre o 0,1% mais rico em cada país (em dólares)

Clube do 0,1% mais rico

O Relatório de Riqueza 2021 da Knight Frank também analisou a riqueza necessária para ficar nos 0,1%, os ultra-ricos de cada país.

Para fazer parte do grupo dos 0,1% mais ricos no Brasil é necessário ter um patrimônio líquido de US$ 1 milhão, aproximadamente R$ 5,2 milhões.

O valor necessário para ser do grupo de 1% mais rico no Brasil é suficiente para integrar o clube do 0,1% mais rico na Índia, Indonésia, Filipinas, Nigéria e Quênia.

Os EUA estão no topo da lista com mais de US$ 25 milhões exigidos, seguidos por Mônaco, com US$ 22,2 milhões, com a Suíça em terceiro, US$ 16,6 milhões.

– E se o PIF (Fundo Saudita de quase 3 trilhões de reais) quisesse comprar seu clube, você aceitaria numa boa?

O príncipe saudita Mohammed bin Salman comprou o Newcastle, e transformou o clube no mais rico do mundo. O novo proprietário é 8 vezes mais rico que o sheik Mansour Bin Zayed Al Nahyan, dono do Manchester City, e 2 vezes mais afortunado que o emir Nasser Al-Khelaifi, que possui o Paris Saint-Germain.

Houve muitos questionamentos entre os clubes da Premier League, já que bin Salman, assim como os outros endinheirados, são “donos” do seu país (a Arábia Saudita é um reino da sua família; Bin Zayed, idem em relação ao emirado de Abu Dhabi; Al-Hkelaifi é a mesma situação com o Catar). No fundo, são os países que se tornaram proprietários dessas equipes.

Muitos sugerem que o príncipe estaria praticando Sportswashing, um nome pomposo para “lavagem de dinheiro” (algo comum no futebol inglês). Porém, surge a perspectiva de que o clube será usado para mudar a imagem do país, com campanhas contra a homofobia, propósitos sociais e democráticos e demais campanhas de solidariedade e inclusão (temas aos quais a Arábia Saudita é criticada, ferindo os direitos humanos). O próprio príncipe é acusado de mandar assassinar um jornalista opositor. Falamos disso tudo em: https://wp.me/p4RTuC-y6n.

É sabido que alguns clubes passam por dificuldades no mundo por conta das empresas que os administram (vide outros casos também, como o Barcelona, que é uma associação). Por exemplo, o chinês Suning Group, que fechou sua equipe na China, é dono da Internazionale de Milão, que apesar de ter conquistado o Scudetto, a holding chinesa passa por uma crise financeira (ela administra um grupo varejista nos moldes da antiga Via-Varejo, de Ponto Frio e Casas Bahia). Mohammed bin Salman (ou melhor, o governo árabe) estaria de olho na aquisição desse clube italiano também! Outro time sondado foi o Olympique de Marseille, de Frank McCourt, o mega investidor americano do Los Angeles Dodgers (da Liga Profissional de Beisebol), que não gostou da experiência futebolística na França. Por fim, no seu ciclo de contratações, surgiu a especulação de que o príncipe quer um clube do Brasil (aproveitando o surgimento da SAF)!

Ora, imediatamente surgiram boatos de que o Cruzeiro estaria sendo observado (por conta da sua situação financeira). Ninguém sabe a verdade sobre isso. 

Aí vem a questão: se o dinheiro da Árabia Saudita (sabidamente de origem duvidosa) fosse oferecido para comprar seu clube do coração, como você reagiria? Ficaria feliz pela grana ou triste pelo histórico do novo dono?

Lembre-se: a fortuna pessoal de bin Salman é de aproximadamente 100 bilhões de dólares, e o comprador (a pessoa jurídica) seria o Fundo Real de Investimentos Públicos da Arábia Saudita (PIF), dono da maior reserva de petróleo do mundo e da estatal Aramco Saudi, além de diversos empreendimentos, cujo valor em 2020 era de 515 bilhões de dólares (ou R$ 2,88 trilhões).

Abaixo, a imagem oficial do PIF:

Saudi Arabia's PIF to Establish Saudi Recycling Company | Al Bawaba

– Como explicar São Paulo e Corinthians (no campo e nas contas)?

Após o clássico do Morumbi terminar 1×0 para o Tricolor contra o Timão, algumas questões:

  • O São Paulo voltou a “jogar bola”, com atletas lesionados se recuperando e os que “cansavam demais” suportando maior minutagem. Seria “efeito Rogério Ceni” ou “des-efeito Hernán Crespo”? Trocando em minutos: os atletas não estavam mostrando boa vontade com o treinador anterior?
  • O Corinthians mostrou irregularidades; ora jogando bem, ora mostrando desorganização/ descomprometimento tático. Mas assim como a maioria dos times brasileiros, está muito endividado (no que reflete no rendimento dos seus jogadores, queiramos ou não). Agora, leio que o atacante Boselli ganhou na FIFA um processo contra o time, com ordem de 45 dias para pagar “uma bolada” (com ameaça de punição caso não o faça, vide abaixo). Ainda assim, contrata atletas caros?

O futebol brasileiro é inexplicável

Extraído de: https://ge.globo.com/google/amp/futebol/times/corinthians/noticia/noticias-corinthians-boselli-divida-milionaria-fifa.ghtml

BOSELLI GANHA DEMANDA NA FIFA, E CORINTHIANS TEM 45 DIAS PARA PAGAR DÍVIDA MILIONÁRIA

Valores são relativos a salários atrasados que o jogador cobrou na entidade

O atacante Mauro Boselli, hoje no Cerro Porteño, do Paraguai, venceu uma demanda na Fifa em que cobrava valores atrasados do Corinthians, clube que defendeu nas temporadas 2019 e 2020.

Segundo decisão da Câmara de Resoluções de Disputas da Fifa, o Timão tem o prazo de 45 dias após ser notificado para pagar um somatório de 1,17 milhões de dólares em salários atrasados (R$ 6,4 milhões). Há também mais 5% de juros anuais acumulados sobre os valores.

O clube pode recorrer ao TAS (Tribunal Arbitral do Esporte) em até 21 dias para tentar contestar a decisão.

O não pagamento acarretará na proibição da inscrição de novos jogadores até que a dívida seja quitada. Como a inscrição no Brasileirão está fechada, a punição só afetaria o clube a partir de janeiro de 2022. A sanção, porém, pode durar até três janelas consecutivas.

– Evergrande Guangzhou: do futebol milionário ao rombo imobiliário bilionário.

Parece a história do grupo OGX, de EIke Baptista: através de dinheiro futuro, muita grana no presente, sem garantias do que haveria de vir – foi isso que a construtora Evergrande fez na China. Diversificando os negócios, desde o ramo imobiliário à montadora de veículos (que nunca foram montados), a empresa enganou muita gente e agora pode trazer um prejuízo enorme para a China e, consequentemente, para o mundo.

Lembre-se que o Guangzhou, time que foi dirigido por Luiz Felipe Scolari, é de propriedade da Evergrande. Aliás, ele foi o grande campeão chinês por várias temporadas e a melhor equipe local, pagando altos salários até para os padrões europeus. Atualmente, estava construindo um novo estádio, orçado em US$ 1,7 bilhão (R$ 9 bilhões), com formato de “flor de lótus”, para 100 mil torcedores.

Por fim, não nos esqueçamos, o mesmo time contratou Conca, em 2011, com o 3o maior salário do mundo, na época atrás apenas de Lionel Messi e Cristiano Ronaldo.

Hoje, somente no ramo imobiliário, a dívida do grupo é de 350 bilhões de dólares, segundo o UOL.

Considerando que o Suning Group, outro gigante da China e dono da Internazionale de Milão, também fechou o Jiangsu por problemas financeiros (time que o zagueiro são-paulino Miranda estava jogando), podemos crer que o futebol na China se reinventará forçosamente?

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/amp/mercado/2021/09/como-a-evergrande-criou-a-montadora-mais-valiosa-da-china-sem-vender-um-unico-carro.shtml

COMO A EVERGRANDE CRIOU A MONTADORA MAIS VALIOSA DA CHINA SEM VENDER UM ÚNICO CARRO.

CAIXIN -O Evergrande Group da China, incorporadora hoje à beira da falência, fez muitos esforços ao longo dos anos para ramificar seus negócios além dos imóveis, mas o mais impressionante é como ela conseguiu manipular os mercados de capital com as histórias que criou.
Uma dessas histórias é a Evergrande como fabricante de carros de novas energias. O valor de mercado do China Evergrande New Energy Vehicle Group (Evergrande Auto), que ainda não vendeu um único carro, chegou a 674,1 bilhões de dólares de Hong Kong (US$ 86,6 bilhões, cerca de R$ 462 bilhões), tornando-a não apenas a mais valiosa empresa listada em Bolsa na China, como também duas vezes mais valiosa que sua matriz, a Evergrande —apesar de a Evergrande ter vendido trilhões de iuanes em imóveis residenciais nos últimos 20 anos.
Mas os tempos mudaram. A Evergrande Auto está avaliada hoje em 30 bilhões de dólares de Hong Kong (HK$), cerca de 4% de seu pico. Na terça-feira (21), a companhia concedeu 323,72 milhões de opções de ações no valor de HK$ 1,26 bilhão (R$ 870 milhões) para três diretores e cerca de 3.180 funcionários da companhia, segundo um documento enviado à Bolsa de Valores de Hong Kong.

As pessoas que mais lucraram com as histórias da Evergrande são seu fundador, Hui Ka Yan, e seus amigos. Por exemplo, uma pessoa do círculo de Hui comprou 80 milhões de ações do Evergrande Health Industry Group —antecessor da Evergrande Auto antes que ela fosse rebatizada para servir a seu novo propósito— por HK$ 0,3 cada, antes de vendê-las todas por HK$ 50 a ação, segundo a agência de notícias Caixin. O negócio rendeu para o investidor mais de HK$ 4 bilhões.

Encorajado por esse sucesso disparado, o amigo de Hui também participou de colocação privada da Evergrande Auto, mas descobriu que sua sorte tinha mudado, segundo a Caixin. Ele continuou comprando ações enquanto o preço caía, mas acabou sendo forçado a vendê-las com prejuízo.
O objetivo principal da Evergrande Auto era levantar capital para o grupo Evergrande. A matriz alegou que tinha investido 47,4 bilhões de iuanes (R$ 39,34 bilhões) em seu negócio de automóveis, mas alguns analistas acreditam que o grosso desse investimento veio do mercado, e não da própria Evergrande.
“A Evergrande Auto tinha levantado 30 bilhões de iuanes em duas rodadas. O que significa que a companhia usou principalmente dinheiro de investidores —em vez de seu próprio capital— para investir, e conseguiu ganhar um alto valor de mercado (para a companhia de carros). Consequentemente, com suas ações (da companhia de carros) a um preço elevado, ela poderia usá-las como garantia para levantar ainda mais dinheiro”, disse um analista.
Conforme a história da Evergrande Auto se desdobrou, a trama focou em fusões e aquisições, não na fabricação de carros. Em setembro de 2018, a Evergrande comprou uma grande participação no Xinjiang Guanghui Industry Investment Group por 14,5 bilhões de iuanes (R$ 12 bilhões), tornando-se a segunda maior acionista da empresa. Esse negócio trouxe as vendas de carros para o noticiário porque o Guanghui Industry Investment é um acionista do China Grand Automotive Services Group, uma das maiores revendedoras de automóveis do país. Essa narrativa nunca chegou a lugar nenhum, entretanto. Em 2019, a Evergrande, sem caixa, vendeu sua participação no Guanghui Industry Investment para a gigante de energia estatal Shenergy Group por 14,85 bilhões de iuanes (R$ 12,267).
Em janeiro de 2019, a antecessora da Evergrande Auto, Evergrande Health, do setor de saúde, adquiriu 51% da National Electric Vehicle Sweden (Nevs) por US$ 930 milhões (R$ 4,969 bilhões). Hui, cujo nome em Mandarim é Xu Jiayin, fechou o negócio rapidamente, talvez porque precisasse reforçar as credenciais de montadora da Evergrande depois que sua decisão de colaborar com o empresário cercado de polêmicas Jia Yueting no projeto de carro elétrico Faraday Future (FF) deu errado. Sem o FF, Xu precisava de algo para dar alguma substância à identidade da Evergrande como fabricante de carros, e a Nevs era bem apropriada. Deu certo. Depois que comprou uma parte da Nevs, o preço da Evergrande Health disparou.
O aumento dessas ações se deve em parte ao fato de elas estarem concentradas nas mãos de relativamente poucos acionistas. Em 9 de agosto de 2020, a companhia recebeu uma advertência da Comissão de Securities e Futuros de Hong Kong sobre alta concentração em sua propriedade. A conclusão da comissão sugeria que em 5 de agosto de 2020 um grupo de 18 acionistas detinha 19,83% das ações emitidas pela companhia. Junto com as 74,99% de ações emitidas em posse da companhia, essa participação representava 94,82% do total de ações da empresa. Só 5,18% das ações emitidas pela Evergrande estavam em posse de outros acionistas da companhia.
O acordo para assumir uma participação majoritária no Fangchebao Group oferece mais evidências das técnicas financeiras da Evergrande. Ela adquiriu uma participação de 51% nas mais de 40 mil lojas físicas da Fangchebao por meio de uma troca de ações. Dessa maneira, a Evergrande não teve de pagar dinheiro pelo negócio, para o qual atraiu a Fangchebao prometendo uma oportunidade de abrir o capital. Em consequência, a Evergrande adquiriu ativos valiosos com um investimento aproximado de 1 bilhão de iuanes (R$ 826,1 milhões) para cobrir a reforma das lojas e custos de integração do sistema. No final de 2020, os ativos totais e líquidos da Fangchebao chegavam a 4,7 bilhões e 3,1 bilhões de iuanes, respectivamente (R$ 3,9 bilhões e R$ 2,57 bilhões).
Em 29 de março de 2021, a Fangchebao trouxe 17 investidores estratégicos e levantou um total de HK$ 16,35 bilhões (R$ 11,28 bilhões). Esses investidores teriam uma participação de 10% na companhia ao concluir o negócio, elevando a avaliação pré-financiamento da Fangchebao para HK$ 163,5 bilhões. Esse negócio teria uma parte dos fundos levantada por meio da venda de ações existentes, com o restante levantado pela emissão de novas ações. A Fangchebao emitiu 651 milhões de novas ações para investidores, enquanto a Evergrande pretendia vender 651 milhões de ações existentes aos investidores.
Dessa maneira, a Evergrande conseguiu aumentar o valor de mercado da Fangchebao para HK$ 163,5 bilhões (R$ 112,21 bilhões) em um ano e embolsar HK$ 8,175 bilhões (R$ 5,610 bilhões) com a venda de suas ações da companhia.
Uma pergunta agora é como a Evergrande conseguiu fazer os investidores entrarem no negócio da Fangchebao?
Um investidor institucional que participou do negócio disse que o segredo foi a promessa de recompra pela Evergrande. “O que nós valorizamos foi seu mecanismo de ajuste da avaliação”, disse o investidor. “Se a Fangchebao não abrisse o capital em um ano, a Evergrande compraria de volta nossas ações com um prêmio de 15% em relação ao preço de mercado predominante. Pelo menos, através desse mecanismo, nós poderíamos recuperar nosso dinheiro.”
O investidor também indicou que outra companhia sob o guarda-chuva da Evergrande, a Evergrande Property Services Group, conseguiu entrar na Bolsa muito rapidamente, o que deu aos investidores confiança de que tinham uma saída potencial do negócio que não era muito distante. (Cont no link acima)

– Como os clubes ficam reféns de agentes de atletas? As dívidas do Atlético Mineiro (mas poderia ser de qualquer outro clube)…

Há 3 meses, foi noticiado que o empresário de jogadores André Cury teria o valor de R$ 35.189.617,33 para receber do Atlético Mineiro, fruto de comissionamentos por transações de atletas (segundo o Superesportes, extraído de: https://www.mg.superesportes.com.br/amp/noticias/futebol/atletico-mg/2021/06/17/noticia_atletico_mg,3920768/atletico-esta-perto-de-acordo-para-quitar-divida-com-andre-cury-veja-valor.shtml)

Os jogadores são:

Guilherme Arana – R$ 1.860.000,00
Luan – R$ 672.000,00 (parcela 1)
Luan – R$ 240.000,00 (parcela 2)
Lucas Pratto – R$ 4.764.313,08
Marcos Rocha – R$ 800.000,00
Vina – R$ 871.774,19
Rómulo Otero (euro) – R$ 570.625,00
Rómulo Otero (dólar) – R$ 1.076.000,00
Rómulo Otero (real) – R$ 1.364.256,00
Eduardo Vargas – R$ 462.363,75
Rosinei – R$ 222.444,70
Maicosuel – R$ 1.371.420,00
Franco Di Santo – R$ 436.045,21
Frickson Erazo – R$ 7.385.620,00 (parcela 1)
Frickson Erazo – R$ 417.201,40 (parcela 2)
Dylan Borrero – R$ 1.173.337,00
José Welison (cessão de crédito) – R$ 1.007.000,00
José Welison (intermediação) R$ 1.677.220,00
David Terans – R$ 1.614.000,00
Leandrinho (intermediação) – R$ 538.000,00
Leandrinho (imagem) – R$ 76.000,00
Denilson – R$ 1.964.800,00
Mansur – R$ 2.731.860,00
Rafael Dudamel – R$ 720.000,00

Não são valores assustadores? Seria mesmo necessário que o clube negociasse com agentes, e não mais presidente de clube com presidente de clube, ou diretor de futebol com atleta interessado? A figura do intermediário funciona, em alguns casos, como alguém que “apresenta” o jogador a algum clube ou vice-versa. Muitos deles, é sabido, são “donos” desses atletas.

Ficará a questão: um só empresário tem quase R$ 36 milhões para receber do Galo. E os demais agentes? E os outros clubes, também não teriam dívidas com essa gente?

Em muita casos, há ainda a transação “casada”: para levar um jogador, leva-se outro. E na hora de escalar a equipe, com tantos atletas e dívidas a receber, impossível não crer em conflito de interesses com tantas pendengas.

O Lancenet! publicou na última semana que “o empresário [André Cury] entrou com uma ação na Justiça junto ao Galo pedindo bloqueio de receitas do clube em possíveis vendas dos jogadores Guilherme Arana, Allan e Sávio e ainda da porcentagem restante do clube no shopping Diamond Mall (49%)”.

Será que conseguirá?

Coisas do futebol brasileiro…

André Cury posando com Neymar. Imagem: JB Filho Repórter.

– Salário Mínimo de R$ 25.000,00 na Suíça? E ainda é pouco…

O que lhe parece ganhar R$ 25.000,00 por mês?

No Brasil, seria um excelente salário. Mas na Suíça, com o altíssimo custo de vida, não é! E justamente esse valor é o Salário Mínimo de lá.

Abaixo, extraído de: https://brasildelonge.com/2020/10/01/salario-minimo-suico/

SALÁRIO MÍNIMO SUÍÇO

por José Horta Manzano

A noção de salário mínimo está tão ancorada nos costumes brasileiros, que a gente imagina que a garantia de um piso salarial exista no mundo todo. Não é bem assim. Tal como ocorre com o 13° salário, que não é obrigatório por toda parte, também o salário mínimo não é universal. Embora a paga mínima legal seja bastante difundida, trabalhadores de países importantes como, por exemplo, Itália, Áustria, Suécia não contam com essa garantia.

A Suíça é um caso especial. Como meus distintos e cultos leitores sabem, o país é uma confederação, ou seja, um Estado nacional composto por cantões que gozam de forte autonomia. Tirando a defesa nacional, a política monetária, a legislação aduaneira, a segurança nacional e a política externa, os cantões têm ampla autonomia de decisão. A política salarial faz parte das atribuições de cada cantão.

Assim, cabe ao governo de cada cantão legislar sobre a matéria. A maior parte deles ainda não achou oportuno estabelecer um salário-base válido para todo o território cantonal. Diferentes categorias profissionais, por seu lado, firmaram convenção coletiva fixando um piso salarial para o setor. Por exemplo, o sindicato dos padeiros pode ter conseguido um salário mínimo para a categoria, enquanto o sindicato dos balconistas de farmácia pode não ter firmado ou simplesmente não estar interessado no assunto.

Em plebiscito realizado domingo passado, os eleitores de Genebra aprovaram a instituição de um salário mínimo cantonal. O valor do piso salarial válido no território cantonal para todas as categorias é de 23 francos suíços por hora. Para quem trabalha em período integral (42h por semana), isso dá (pasmem!) 4.186 francos por mês, pouco mais de 25.000 reais ao câmbio de hoje. É com certeza o salário mínimo mais elevado do mundo. Na própria Suíça, nenhum outro cantão fixou montante tão alto.

Pode parecer quantia exorbitante, mas não é. Para sobreviver com menos que isso, uma família de quatro pessoas teria dificuldade. Só de aluguel, vai metade do salário. Em seguida, tem de pensar no seguro de saúde, que custa os olhos da cara. É que o país não conta com um sistema nacional de saúde, como o Brasil. Todos os cidadãos têm obrigatoriamente de estar cobertos por empresa particular, mas cada um é livre de escolher a companhia com a qual quer concluir o seguro. Assim mesmo, seja qual for o plano escolhido, não sai barato. Cobrir os quatro membros da família de nosso exemplo, com plano bem básico, não vai sair por menos de 1000 francos (uma quarta parte do novo salário mínimo). Em seguida, tem de se vestir, se transportar, se aquecer, se alimentar – tudo muito caro.

Normalmente, a notícia da instituição de salário mínimo garantido costuma alegrar os beneficiários. Nestes tempos de covid, porém, o que ela trouxe foi grande preocupação aos 25 mil empregados que se enquadram na nova regra. Os que fazem jus ao aumento – funcionários de restaurante, salão de cabeleireiro, firma de limpeza – estão receosos de que o empregador, já em dificuldade financeira em razão da pandemia, não suporte o baque e acabe demitindo. Está aqui um exemplo trágico de como uma medida bem-intencionada acaba causando efeito oposto ao previsto.

– Febraban contra Nubank?

Que os bancos digitais estão na moda e são um sucesso, não há o que discutir. Mas ao ler essa publicação da Febraban, não dá impressão que é um pouquinho de chororô?

Veja só, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/febraban-viraliza-com-publicacao-contra-nubank-entenda-o-caso/

FEBRABAN VIRALIZA COM PUBLICAÇÃO CONTRA NUBANK

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) fez uma publicação em suas contas nas redes sociais com críticas às fintechs. Entre as empresas citadas pela entidade estão o Nubank e a Zetta, associação fundada pelo Nubank, Mercado Pago e Google no início do ano.

A publicação questionava o posicionamento das fintechs em relação ao pagamento de impostos e obrigações trabalhistas. Além disso, a Febraban pontuou que as taxas do Nubank são mais altas que as dos bancos tradicionais.

O post repercutiu bem entre os executivos das grandes instituições financeiras do país. A publicação no LinkedIn conta com 517 reações, entre elas curtidas dadas por economistas do Itaú, Santander, Bradesco e XP.

Confira a sequência de posts no Twitter, a seguir:

– O Valor de Mercado dos Clubes de Futebol do Brasil.

Os 30 maiores clubes brasileiros em valor, somados, estão longe ainda do valor dos clubes ingleses. Mas repare que alguns “ditos grandes” estão aquém de seus rivais, e emergentes surgem.

Abaixo, extraído de: https://www.linkedin.com/posts/ricardoamorimricam_os-principais-crit%C3%A9rios-para-o-c%C3%A1lculo-do-activity-6839730883772063744-LFKm

OS 30 MAIORES CLUBES BRASILEIROS EM VALOR DE MERCADO

por Ricardo Amorim

Os principais critérios para o cálculo do valor de mercado de cada clube são dinheiro no caixa e bancos, aplicações financeiras e valores a receber, valor da marca, valor do plantel do time profissional e os ativos esportivos vinculados aos registros dos clubes mas federações.

Os 30 clubes somados valem R$ 25,1 bilhões, menos do que apenas o valor das marcas de Manchester United, Manchester City, Liverpool e Chelsea somadas.

Em particular, impressiona a incapacidade do Flamengo e do Corinthians em criar valor, considerando-se o tamanho de suas torcidas. A contrapartida é o Athletico Paranaense, que com uma torcida que tem só 4% o tamanho da do Corinthians, vale 73% do que vale o Corinthians, ou seja, tem uma capacidade geração de valor por torcedor quase 20 vezes maior.

Fonte: @investidores.brasil

– Irídio: seria um bom investimento?

Se eu tivesse dinheiro sobrando, investiria em… irídio!

Veja só, extraído de: https://oglobo.globo.com/epoca/economia/iridio-metal-abundante-em-meteoritos-que-se-valorizou-mais-que-bitcoin-24955699

IRÍDIO

Irídio: o metal abundante em meteoritos que se valorizou mais que o bitcoin. Até o momento, neste ano, o seu valor subiu 131%, e os especialistas projetam que provavelmente continuará a aumentar devido ao crescimento da demanda e à pouca oferta.

A resistência à corrosão e às altas temperaturas do irídio é tão extrema que o material se tornou quase essencial na fabricação de motores de aeronaves, catalisadores de automóveis ou tubos de águas profundas.

Seu uso também se estende a velas de ignição, dispositivos médicos e eletrônicos, e pode até ser encontrado em relógios e bússolas em quantidades diminutas.

Mas ele é tão resistente quanto escasso. Neste ano, o preço do metal cresceu 131%, superando inclusive o aumento do bitcoin (em torno de 120%).

Perto de US$ 6 mil a onça (cerca de R$ 34 mil por 28 g), o preço do irídio é mais de três vezes superior ao do ouro, e as perspectivas dos analistas do setor é de que continue crescendo.

– A composição do preço dos combustíveis.

Repare nos preços dos combustíveis deste posto (hoje, 30/08/2021): Gasolina a R$ 5,797, Etanol a R$ 4,497 e Diesel S10 a R$ 4,897.

Veja (abaixo), a composição de preços (com o valor de compra somado à absurda carga de tributos):

Não é um absurdo o que pagamos de impostos nesse país (seja para o Governo Federal ou Estadual)?

– Dívidas dos clubes de futebol: e por quê ninguém toma nenhuma providência?

Dias atrás, Giuliano (jogador do Corinthians) disse aos jornalistas, em outras palavras, que a imprensa não sabia como realmente estavam as contas e que o Timão não estava tão mal assim, como diziam.

Nesta semana, soube-se que há 40 milhões de reais somente de FGTS não depositado, além de salários atrasados. Era justamente o contrário do que o atleta falou…

Santos, São Paulo, Botafogo, Vasco… quantos grandes clubes têm dívidas milionárias e ninguém toma providências sérias!

Sejam elas oriundas de corrupção dos cartolas (vide o Cruzeiro) ou de má gestão, não importa, alguém precisa ser responsabilizado e essas contas sanadas. Mas não nos importuna (a mim, sim) que NENHUMA autoridade tome providências para receber essas pendengas?

Só no futebol isso acontece e não traz a indignação que deveria…

– A Contaminação das Cédulas de Real

Já imaginaram quantas pessoas põe a mão no dinheiro, do trajeto da Casa da Moeda até as nossas mãos? E do nosso bolso pelo comércio afora, quantas e que tipos de pessoas as pegam? E em que ambiente elas passam? E como se contaminam?

Pois bem: Universidade comprova que 80% das cédulas de Real que circulam no Brasil contém resíduos de COCAÍNA. Nas notas de dólar, nos EUA (especificamente Washington), o número atinge impressionantes 95%.

Assustador, não? Mas acalme-se: a quantidade é insignificante para trazer danos graves à saúde, segundo o mesmo estudo.

Abaixo, a matéria (de 4 anos( extraída da Folha de São Paulo, 08/06/2013, Caderno cotidiano, pg 1

NOTAS DE REAL TEM TRAÇOS DA DROGA, DIZ ESTUDO

Um estudo realizado pela Universidade de Massachusetts em 2009 em mais de 30 cidades de cinco países concluiu que 80% das cédulas de dinheiro que circulam no Brasil têm traços de cocaína.

Foram avaliadas dez notas no país. O Brasil foi superado apenas por Canadá, que, de acordo com o teste, tem 85% das notas contaminadas, e Estados Unidos.

A pesquisa diz que cerca de 95% das notas de dólar que circulam em Washington têm vestígios de cocaína. Em Boston, Baltimore e Detroit, os índices são de 80%.
Ainda de acordo com dados da pesquisa, a China e o Japão foram os países que apresentaram o menor nível de cocaína no dinheiro em circulação.
De acordo com os cientistas, as cédulas conservam restos da droga quando são usadas como “canudo” para inalação. Essas notas podem acabar contaminado outras que não serviram para consumir cocaína.
Segundo Yuegang Zuo, o autor da pesquisa, de maneira geral aumentou o número de cédulas com vestígios da droga nos últimos anos.
“Não sabemos com certeza por que houve esse aparente aumento, mas ele pode estar relacionado à crise econômica mundial, que fez com que mais pessoas estressadas recorressem à cocaína”, disse.

– O ciclo dos jogadores que vão e que vem do Estrangeiro ao Brasil!`

Repost de 2 anos, mas bem atual…

Mazzola (que virou Altafini) e Julinho Botelho (que recusou a Seleção Brasileira pois era difícil vir da Itália para o Brasil e que dizia que um tal de “Garrincha” poderia servi-la melhor, segundo reza a lenda) foram jogadores pioneiros que deixaram o país e jogaram no melhor campeonato de futebol do mundo da época: a Itália.

Não era comum tal situação. Tornou-se um pouco mais frequente na década de 80, com Zico, Sócrates, Cerezo e Falcão (já consagrados) sendo contratados para o ainda melhor e mais rico campeonato de clubes (respectivamente na Udinese, Fiorentina, Sampdória e Roma). Depois o fluxo aumentou: Aldair, Alemão e Careca, entre tantos.

Nos anos 2000, a Premier League (ING), a La Liga (ESP) e até a Bundesliga (ALE) começaram a tirar o brilho do Calcio italiano, e jogadores consagrados ou não passaram a ser contratados em quantidade maior e cada vez mais jovens. As exceções eram a França e Portugal, onde os atletas medianos se aventuravam, além da J-League no Japão, que queria se firmar e levava a peso de ouro craques como Evair e Cesar Sampaio (Zico foi num momento anterior).

Hoje, com a globalização encurtando as distâncias e aumentando / melhorando as informações, qualquer país do Leste Europeu leva nossos atletas ainda no berço (sendo difícil competir com os magnatas ex-comunistas) e os revendem mais adaptado aos grandões da Europa Ocidental. Ou ainda os chineses e a sede de gastar, árabes e seus petrodólares ou os pequenos times de barriga de aluguel na Mãe-Pátria lusitana.

O certo é que quando a promessa é boa, Real Madrid e Barcelona os levam para “criar lá”, não importando a idade e fazendo com que sejam jogadores mais europeus do que brasileiros. Os “torcedores de Seleção”, claro, às vezes nem se identificam com eles (talvez seja por isso que temos atletas mais táticos e menos driblares – a saída muito cedo do país sem a identificação com o clube nacional ou o aprendizado de algumas coisas daqui).

Mas pense: se você fosse “pai de garoto-promessa”, preferiria jogar (hoje) em que lugar? Morar em Milão, Barcelona, Paris, Berlim… cá entre nós, não é nada mal.

Mas e o fluxo contrário?

Não vemos mais atletas estrangeiros consagrados como Pedro Rocha ou Rodolfo Rodrigues (que já eram raros) aqui chegarem. É um ou outro sem estar no auge da carreira, jogando por aqui por um projeto pessoal (como Juanfran). Vemos sim jovens sulamericanos que chegam a preço baixo, como investimento e tentativa de solução (substituindo a antiga chegada de jogadores dos times do Interior Paulista, tão comum na história do futebol brasileiro). Até aí, se entende a questão mercadológica. O que é incompreensível são os atletas iguais aos nacionais custando caro: Trellez, por exemplo, e tantos outros espalhados pelos clubes brasileiros.

A questão que quero discutir é: até onde os estrangeiros não estarão tirando mercado de trabalho ou inibindo que os clubes brasileiros dêem oportunidades aos seus jovens talentos? Ou, CTs como os de Cotia, Xerem ou Ninho do Urubu se transformarão em meras “fábricas de exportar juniores”?

Talvez, se melhor aplicado o dinheiro fosse na base, não venderíamos atletas ainda tão jovens, pois a economia em se pagar tão caro por um gringo (vide Bryan Ruiz ou Fabian Noguera, que ainda estão não Santos), pudesse bancar essas promessas por mais tempo e ganhar títulos e dinheiro.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– O estrago que a China tem feito com as criptomoedas.

Desde que começou um movimento contra o Bitcoin e outras modalidades virtuais de dinheiro, a China conseguiu fazer com que o preço dessas moedas desabasse!

Quem tem esse tipo de investimento, precisa ficar atento.

Extraído de: https://portaldobitcoin.uol.com.br/dificuldade-de-mineracao-do-bitcoin-registra-a-maior-queda-da-historia-entenda/

DIFICULDADE DE MINERAÇÃO REGISTRA A MAIOR QUEDA DO BITCOIN NA HISTÓRIA

Redução é decorrente do aumento da repressão da China contra o setor

A dificuldade de mineração do Bitcoin caiu 28% hoje, a maior queda da história da rede. O declínio mostra o severo impacto da recente repressão da China sobre seus mineradores da criptomoeda.

A dificuldade de mineração mede o poder computacional necessário para validar transações do Bitcoin e, consequentemente, o quão difícil é ganhar novas criptomoedas. A rede ajusta a dificuldade a cada quinze dias para refletir o nível de competição entre os mineradores. A dificuldade mais baixa indica menos competição.

A queda de hoje é decorrente do aumento da repressão da China contra os mineradores de Bitcoin do país, que eram responsáveis ​​por cerca de 65% do hashrate da rede. Bem antes de o governo começar a fechar as mineradoras, o hashrate do BTC atingiu o pico de 198 EH/s (ou seja, muito) em 15 de abril. Após a repressão, no entanto, caiu para 89 EH/s.

Os mineradores chineses estão agora emigrando em massa ou vendendo suas máquinas. Mas até que encontrem novas casas, os mineradores de fora da China se beneficiarão da dificuldade reduzida, o que torna mais barato e mais fácil a extração da criptomoeda.

“Todas as outras mineradoras que continuam a operar ganham uma quantidade proporcional de participação de mercado e, portanto, recompensas diárias em bloco”, disse Ben Gagnon, diretor de mineração da Bitfarms, baseada em Toronto, à Decrypt.

Peter Wall, CEO da Argo Mining, com sede em Londres, falou ao veículo que enquanto as mineradoras no Ocidente estão tentando capitalizar a lacuna deixada pela repressão chinesa, o mercado de mineração local está crescendo.

“Minerados chineses deslocados estão procurando no mundo por lugares apropriados para suas máquinas, e isso significa que, em lugares como a América do Norte, energia e espaço são valiosos como nunca antes”, disse ele.

A repressão do governo chinês e o êxodo subsequente de mineradores contribuíram para reduzir pela metade o preço do Bitcoin (de cerca de US$ 64 mil para US$ 33 mil). O hashrate reduzido também significa que não há tantos computadores dando suporte à rede, tornando-a menos segura.

Mas a repressão é boa para o Bitcoin no longo prazo, disse Josh Goodbody, que costumava liderar as vendas de mineração da Huobi no Ocidente antes de se tornar COO da empresa de criptomoedas Qredo. Ele disse que a rede agora depende menos do governo chinês.

Mais dificuldade pela frente

Os problemas podem não acabar tão cedo. O Bitcoin, mais uma vez, se ajustará à dificuldade em duas semanas. Mas é improvável que a mudança seja tão dramática, disseram os mineradores à Decrypt.

“Embora possamos ver um pouco mais de hashrate na China ficando offline nas próximas semanas, isso será pequeno em comparação com o que já vimos e provavelmente será compensado pelos primeiros mineradores se mudando para novas instalações”, falou Gagnon. Em qualquer caso, “quase todo o hashrate chinês já está off”, completou.

Wall disse que os mineradores chineses querem voltar ao normal o mais rápido possível: “Para aqueles que desejam se mudar, o tempo é essencial. A redução no hashrate e a subsequente queda na dificuldade de mineração não vão durar para sempre.”

Mas é difícil determinar quando e onde os empresários chineses de mineração de BTC reinstalarão suas máquinas, segundo Gagnon, uma vez que a escala da infraestrutura chinesa simplesmente não existe em nenhum outro lugar. “O mundo não funciona na velocidade chinesa”, disse.

A moeda digital, então, ainda está sujeita às restrições do mundo real.

*Traduzido e republicado com autorização da Decrypt.co

– Curiosidades sobre o dólar!

Puxa, essa interessante reportagem sobre o dólar foi feita pelo Portal IG, mas perdi o link referencial. Mesmo assim, vale a leitura:

O DOLAR NÃO É DE PAPEL

O dinheiro americano não é feito de papel. O “papel-moeda” usado nos Estados Unidos é composto por 75% de algodão e 25% de linho, com pequenas fibras sintéticas azuis e vermelhas entrelaçadas. Antes da Primeira Guerra Mundial, essas fibras eram de seda

Cabeça pequena

Nas casas de câmbio do Brasil, as notas de dólar impressas antes de 1996 são chamadas de “cabeça pequena”, e os compradores pagam menos por elas, alegando que está saindo de circulação. Nos Estados Unidos, todas as cédulas são válidas, independentemente da data de impressão.

1 dólar

A nota de 1 dólar é a mais conhecida e manuseada do planeta.

George Washington

A figura que aparece na nota de 1 dólar é a imagem do presidente George Washington, que governou entre 1789 e 1797 (mas isso você já sabia).

Bureau of Engraving and Pinting

É assim que se chama a casa da moeda americana, que produz 37 milhões de cédulas por dia. 95% dessas novas cédulas produzidas são para substituir cédulas em circulação.

Mais sobre 1 dólar

45% das notas impressas diariamente na “Bureau of Engraving and Pinting” são de 1 dólar

Origami

Uma nota de dólar pode ser dobrada cerca de 4 mil vezes antes que se deteriore.

A maior

A nota de 100 dólares é a nota de maior valor do dinheiro americano em circulação desde 1969.

T Ford

O carro que aparece estampado no verso da cédula de 10 dólares foi uma criação do designer da nota, apesar de muitas pessoas acreditarem ser o modelo “T” da montadora Ford.

Hora certa

Os ponteiros do relógio da torre do Independence Hall, impressa no verso da nota de 100 dólares, marcam aproximadamente 4h10.

Ah, as mulheres…

Martha Washington é a única mulher que aparece em uma cédula do dinheiro americano. O rosto da esposa do Presidente George Washington está estampado na cédula de 1 dólar Certificado de Prata de 1886 e de 1891, e no verso da nota de 1 dólar Certificado de Prata de 1896

Estátua da Liberdade

A moeda de 25 centavos, ou “cents”, como é chamado lá, que tinha a imagem da Estátua da Liberdade sentada, circulou entre 1866 e 1891. Sua tiragem foi de 10.833 peças.

Um dólar furado

A nota de 1 dólar dura em média 1 ano e cinco meses. Já a de 100 dólares pode durar até nove anos, por ser pouco manuseada.

– O poder das marcas: CR7 vs Coca-cola!

Quando uma grande marca confronta com outra, algo certamente pode ocorrer. Foi o que aconteceu na coletiva da Eurocopa, quando o jogador Cristiano Ronaldo (notoriamente um atleta de vida saudável), fez “cara de quem não gostou” ao ver duas garrafas de Coca-cola em sua mesa e lembrou que prefere água (ele não bebe refrigerantes).

Por tal gesto, vejam que loucura, as ações da Coca se desvalorizaram e a empresa perdeu num só dia 4 bilhões de dólares!

Em tempo: a água que estava sobre a mesa também era um produto da The Coca-Cola Company. Assim, não foi algo “contra a empresa”.

Extraído de: https://exame.com/casual/gesto-de-cristiano-ronaldo-faz-coca-cola-perder-us-4-bilhoes

GESTO DE CRISTIANO RONALDO FAZ COCA-COLA PERDER US$ 4 BILHÕES

Durante entrevista coletiva na segunda-feira, 14, o astro português retirou duas garrafas da gigante americana mantidas à sua frente

Por André Martins

Cristiano Ronaldo parece não ser fã de refrigerantes e a demonstração pública disso custou bilhões para a Coca-Cola. Durante entrevista coletiva na segunda-feira, 14, o astro português retirou duas garrafas da gigante americana mantidas à sua frente.

Ao sentar para iniciar a coletiva antes do jogo de abertura do Grupo F contra a Hungria, o jogador, de 36 anos, retirou as duas garrafas, pegou uma de água e disse: “Água. Coca-cola …”, fazendo referência que o que se deve fazer é beber água.

O gesto de Cristiano teve um impacto negativo para a marca, que é uma das patrocinadoras da competição. Segundo o jornal espanhol Marca, o valor das ações da empresa caíram 1,6% na bolsa de valores 30 minutos depois da fala do jogador português. O valor da Coca-Cola passou naquele momento de US$ 242 bilhões para US$ 238 bilhões, com perdas totais de US $ 4 bilhões.

A agência Reuters procurou a Coca-Cola, mas não teve resposta.

As entrevistas coletivas de grandes competições esportivas, como a Eurocopa ou a Copa do Mundo, são a oportunidade dos organizadores associarem as marcas de seus patrocinadores aos principais jogadores do torneio. Desta vez, não deu certo.

Cristiano Ronaldo é conhecido por defender a importância de uma alimentação saudável, longe de açúcares e gorduras. O jogador não faz propaganda de nenhuma marca de refrigerante.

Com informações da Reuters.

– Desenhamos os “planos B” das nossas carreiras no auge?

Buscamos uma fonte de renda alternativa, independente de nossos empregos?
É isso que essa matéria discute: sobre novos recursos financeiros, independente da demissão do emprego ou se é desejo de incremento.

Muito bom! Compartilho, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2017/07/1897575-profissional-deve-desenhar-seu-plano-b-no-auge-diz-administrador.shtml

PROFISSIONAL DEVE DESENHAR SEU PLANO B NO AUGE

Por Carolina Muniz

O que fazer logo depois de ser demitido: descansar ou agir rápido? Vale a pena investir o dinheiro da rescisão em um novo negócio? No recém-lançado “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira”, o administrador e palestrante Marcelo Simonato, 39, dá um passo a passo de como conquistar uma nova vaga -desde a formulação do currículo até a chegada à empresa. Em entrevista, ele fala sobre como planejar a carreira em tempos de instabilidade.

RAIO-X

Idade 39 anos
Atuação Diretor financeiro da consultoria Everis, palestrante e mentor
Formação Administração de empresas e comércio exterior pela Universidade Paulista; MBA em finanças empresariais pele FGV; e MBA em gestão empresarial pela Lassale University, na Filadélfia (EUA)
Obra “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira” (editora Preparando Recursos, 127 págs., R$ 30)*

Folha – Qual é o maior erro que os profissionais costumam cometer ao serem demitidos?
Marcelo Simonato – Um grande equívoco é aproveitar a demissão para tirar um tempo de descanso como recompensa por tantos anos de trabalho. Quando a pessoa sai da empresa, carrega por um curto espaço de tempo o sobrenome da organização, um cartão de visitas que pode abrir portas. Se tirar férias durante esse período, esse sobrenome pode acabar esfriando. Então, assim que a demissão acontece, o primeiro passo é comunicá-la a colegas, clientes e fornecedores. Não é preciso ter vergonha por estar desempregado. Em boa parte dos casos, é exatamente por uma indicação desses contatos que surgem novas oportunidades de trabalho.

Como deve ser a rotina do profissional que está em busca de de uma recolocação?
Ele deve encarar a procura por emprego como um novo projeto na carreira, que requer planejamento e disciplina como qualquer outro. Não estou dizendo que ele tem de ficar 12 horas em frente ao computador. Aliás, isso não é eficaz e gera ainda mais estresse. O mais interessante é ter uma rotina bem definida de trabalho, de cerca de três horas pela manhã e outras três à tarde. No tempo livre, é importante se exercitar e ficar com a família. Afinal, de nada adianta encontrar vagas, mas não estar bem emocionalmente na hora das entrevistas.

Quanto tempo vale procurar antes de aceitar uma posição abaixo das expectativas?
Primeiro, é preciso entender se a nomenclatura do cargo que o profissional ocupava anteriormente é compatível com a realidade atual do mercado. Em alguns casos, a pessoa descobre que era gerente na empresa em que trabalhava, mas hoje já se exige mais dessa posição. Aí, ela tem duas alternativas: ou procura emprego para um cargo inferior ou busca se qualificar para preencher essas lacunas. Se o indivíduo tem reservas financeiras, pode continuar batalhando. Se não, é preciso deixar o ego de lado.

Quando perguntado sobre pretensão salarial, o candidato está com receio de fazer exigências? Como negociar?
Sim, muitos estão aceitando qualquer coisa. O profissional não pode derrubar o valor do seu salário logo de cara. Precisa valorizar sua experiência dentro do que a empresa está buscando. Ele pode dizer que imagina receber um valor próximo ao que ganhava na ocupação anterior, mas está aberto a uma proposta da empresa. Provavelmente, o entrevistador vai dizer que o mercado não está pagando tudo isso. Aí, começa a negociação. Nesse momento, ele não pode focar apenas no salário, mas deve usar também os benefícios para chegar em um acordo mais vantajoso.

Como planejar a carreira para se sentir mais seguro diante das incertezas?
É comum a pessoa ficar desempregada e querer montar um negócio. Ela nunca foi empresária e tenta fazer isso com o último recurso que lhe resta. O que acontece, normalmente, é que a empresa quebra alguns anos depois. Por isso, o indicado é começar uma atividade paralela quando ainda se está na ativa, mesmo no auge da carreira. Escolha uma ocupação que tenha prazer em fazer nas horas livres sem se preocupar em transformar isso na sua fonte principal de renda. Numa situação de desemprego, você já terá um plano B desenvolvido.

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Por Marcelo Justo / Folhapress

– As maiores empresas do mundo e a geografia econômica mudando.

Há 30 anos, as 50 maiores empresas do mundo representavam 5% do PIB mundial. Hoje, representam 28%.

Neste mesmo período, das 50 maiores do mundo, 30 eram dos EUA, 15 da Europa e 5 da Ásia (Nenhuma da China). Hoje: 32 são dos EUA, 8 da China, 7 da Europa, 2 do Japão e 1 da Arábia Saudita.

Em 1990, as empresas automotivas e de petróleo eram predominantes (somente 2 de tecnologia estavam na lista). Hoje, 14 são da área tecnológica e apenas uma do Petróleo: a saudita Aramco.

(Informações de: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/samy-dana/lista-das-maiores-empresas-do-mundo-revela-mudancas-na-economia.html).

LISTA DAS MAIORES EMPRESAS DO MUNDO REVELA MUDANÇAS NA ECONOMIA

por Samy Dana

As maiores empresas do mundo estão ainda maiores, mais ligadas à tecnologiae também à China. A lista das cinquenta maiores companhias do mundo, revelada na última sexta-feira pela Bloomberg, é um exemplo disso. O ranking acompanha a cada dez anos a evolução das maiores empresas e serve como um termômetro das mudanças na economia global e também de como esse grupo de empresas vem adquirindo mais peso nos negócios. Elas adicionaram US$ 4,5 trilhões em valor de mercado no ano passado e correspondem atualmente a 28% do Produto interno bruto (PIB) global. Há trinta anos, essa participação era de apenas cinco por cento. Outro dado é a entrada na lista de empresas chinesas. Trinta anos atrás, não havia nenhuma. Hoje, são oito, com nomes já conhecidos fora do país, como o Ant Group, Ali Baba, Tencent, Baidu e outras.

Ocupam espaço que antes era das empresas europeias. Eram quinze representantes do velho continente em 1990, hoje são sete. Só a liderança não mudou e continua sendo dos Estados Unidos, que possuía 30 empresas no ranking em 1990 e hoje possui 32. E, além da mudança da geografia econômica, existe a mudança na atividade das principais empresas. Qualquer lista histórica das mais ricas sempre foi dominada pelas petroleiras. Mas hoje restou apenas uma no topo, a Aramco, estatal árabe do petróleo que vale US$ 7 trilhões e que é um caso à parte, uma vez que pertence a um reinado à moda antiga, sem uma economia livre.

Lista de empresas por países

Empresas           EUA      China     Europa

  • 1990                30             0                   15
  • 2000                30             0                   16
  • 2010                25            7                    11
  • 2020                32            8                     7

Fonte: Bloomberg

Mas, no geral, hoje, as maiores empresas do mundo são muito mais ligadas à tecnologia do que em qualquer outro momento: Amazon, Apple, Alphabet (dona do Google) e Microsoft, todas surgiram e atuam ligadas ao setor. Outra característica é que são empresas que não só lucram mais como cada vez pagam menos impostos. No começo da lista da Bloomberg, a tributação média no grupo era de 35%. Hoje, segundo a Bloomberg, fica em torno de 17%.

Empresas de tecnologia

  • 1990   – 2
  • 2000   – 3
  • 2010   – 4
  • 2020   – 14

REUTERS/Pascal Rossignol/File Photo