– As 3 reduções acumuladas dos Combustíveis

Desde que começou a crise entre Rússia e Arábia Saudita no mercado internacional de petróleo, existiram várias reduções de preço da Gasolina e do Diesel, totalizando, respectivamente, 43% e 30% de queda.

Mas por quê essa diferença não aconteceu na totalidade nas bombas?

Simples: da refinaria até o tanque do seu carro, quantos intermediários existem? Os Governos Federal e Estadual aceitam perder tal importante receita de impostos?

Que os combustíveis tiveram redução de preço, realmente tiveram. Mas o problema é: quando chegará na integralidade?

Sobre o conflito citado acima, clique em: https://professorrafaelporcari.com/2020/03/10/por-que-as-bolsas-despencaram-e-o-dolar-disparou/

Petrobras anuncia redução de preços da gasolina em 12% e do diesel ...

 

– Antes de 24 de Abril… esqueçamos novidades da FPF sobre o futuro da A3

Férias coletivas! Somente o pessoal da Segurança ficará tomando conta do prédio da Federação Paulista de Futebol, que fechou as portas por 30 dias por conta da situação do país.

Dessa forma, agrava-se cada vez mais a vida financeira dos clubes de futebol mais modestos (pois sentem mais a paralisação). Assim, fica (ou melhor, continua) a dúvida: o que acontecerá depois dessa data?

Sobre a questão financeira e de socorro aos clubes, abordamos recentemente no link em: https://professorrafaelporcari.com/2020/03/23/quem-podera-salvar-os-clubes-paulistas-dos-males-do-covid-19/

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(Imagino ser essa a imagem do torcedor apaixonado e dos presidentes dos clubes de futebol, esperando uma porta se abrir – não necessariamente a da FPF).

 

– Os salários dos principais jogadores de futebol de 1981, corrigidos hoje!

Na última 6a feira, durante a ação publicitária da empresa Easynvest no Programa Pânico da Rádio Jovem Pan, revelou-se os salários corrigidos dos principais jogadores de futebol em 1981.

Naquela época, Zico, no Flamengo, era o atleta que tinha o maior salário, equivalendo a valores de hoje em R$ 172.000,00. Seguido por Sócrates, no Corinthians, com R$ 169.000,00 e Leão, no Palmeiras, a R$ 158.000,00.

Cá entre nós: 39 anos depois, com a inflação do futebol e supervalorização que se vê, com salários ultrapassado milhões de reais, qual seria o salário desses atletas caso jogassem hoje, já que esses 3 craques são de maior qualidade dos que os atuais?

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– O Fair Play financeiro só foi violado pelo Manchester City?

Os clubes bilionários que gastam muito dinheiro (e que são acusados por alguns de lavar dinheiro, como Chelsea e PSG – mas às vezes creditados simplesmente ao prazer dos seus donos em ter um time de futebol), que abram o olho: o Manchester City, punido pela exclusão de 2 anos das competições internacionais e ainda multado, pode até ter um desmanche do seu elenco.

Ficará uma grande pergunta: balanços falsificados e dinheiro “esquentado” só acontecem na Europa?

Abaixo, um resumo bem bacana e didático do Fair Play Financeiro, 

Extraído de: https://www.bonde.com.br/esportes/futebol/entenda-o-fair-play-financeiro-que-baniu-city-da-uefa-champions-league-512461.html

ENTENDA O FAIR PLAY FINANCEIRO QUE BANIU O CITY DA UERFA CHAMPIONS LEAGUE

O Manchester City (ING) foi banido pelas próximas duas temporadas da Champions League (e qualquer outra competição europeia) por quebrar as regras do fair play financeiro da Uefa. Entenda o que é o fair play financeiro e quais as suas determinações sobre as finanças das equipes.

  • Qual a definição de fair play financeiro?
    – Segundo a Uefa, “o fair play financeiro busca melhorar a saúde financeira global do futebol europeu de clubes”.
  • Os clubes podem ter balanço negativo?
    – Sim, desde que esse valor seja de até 5 milhões de euros (R$ 23 milhões) durante o período de avaliação (de três anos) -até 2018, o limite era de 30 milhões de euros (R$ 139 milhões em valores atuais)- e o clube dê garantias de que poderá ser coberto por contribuição ou pagamento por parte do dono. Investimentos em estádios, centros de treinamento, nas categorias de base e futebol feminino não entram na conta do fair play financeiro, justamente para que os clubes estimulem esses setores.
  • Os donos podem injetar dinheiro nos clubes?
    – Sim. Sob os regulamentos atualizados da Uefa, qualquer entidade pode, sozinha ou em conjunto com outras entidades ligadas a um mesmo dono ou governo, ser responsável pela injeção de valores que representem até 30% das receitas totais do clube. Porém, se o proprietário de uma empresa investe no clube por meio de contratos de patrocínio, a Uefa pode abrir investigação para averiguar possíveis irregularidades. No caso do City, a entidade puniu o clube por apresentar receitas adulteradas.
  • Os clubes são banidos automaticamente dos torneios caso não respeitem o fair play financeiro?
    – Não. A Uefa estabelece uma série de sanções a serem aplicadas para os clubes que não cumprem com o plano de austeridade, entre elas advertências, multas, dedução de pontos, retenção das receitas dos torneios organizados pela entidade, restrição ao número de inscritos nesses torneios, desqualificação das competições ou exclusão de disputas futuras e retirada de um título ou prêmio. No caso do City, o clube inglês já havia sido punido pela Uefa em 2014, juntamente com o Paris Saint-Germain (FRA), mas de forma mais branda.
  • Algum clube já foi proibido antes de disputar torneios da Uefa em situação similar?
    – Sim. De acordo com a entidade, desde que o fair play financeiro foi implementado em 2011, seis times que haviam garantido classificação para torneios europeus foram impedidos de participar das competições da Uefa por não pagarem salário dos atletas ou valores de transferências a outros clubes. Houve ainda o caso do Milan, excluído da Liga Europa 2019/20 por não cumprir os requisitos de “break-even”, termo que determina o equilíbrio financeiro (ganhos e prejuízos iguais).
  • Os clubes podem recorrer das punições por violação do fair play financeiro?
    – Sim. Qualquer decisão do investigador chefe do Comitê Financeiro de Controle dos Clubes pode ser revista pela Câmara Adjudicatória do órgão. No caso de a Câmara Adjudicatória estabelecer a punição com medidas disciplinares, os clubes podem recorrer ao CAS (Corte Arbitral do Esporte).

Reprodução/Instagram

– A Centauro administrará a Nike do Brasil!

Uau! Que negócio impressionante. A SBRF (leia-se Centauro) pagou quase 1 bilhão de reais para ser o distribuidor e administrador da marca americana Nike no Brasil por 10 anos.

Abaixo, extraído de: https://exame.abril.com.br/mercados/apos-compra-da-nike-no-brasil-acoes-da-centauro-sobem-quase-6/amp/

APÓS COMPRA DA NIKE DO BRASIL, AÇÕES DA NIKE DO BRASIL SOBEM

O movimento da dona da Centauro ocorre sete meses após a empresa perder a disputa pela Netshoes para a Magazine Luiza

As ações ordinárias da Centauro sobem 5,73% e são negociadas a R$ 52,61 na B3, após o grupo controlador da empresa SBRF, anunciar a compra das operações da Nike no Brasil.

O valor do negócio é estimado em R$ 900 milhões, e a Centauro terá exclusividade na distribuição dos produtos da marca americana por dez anos, incluindo roupas, calçados e acessórios. Ontem, as ações da empresa subiram quase 15% e enceraram negociadas a R$ 49,71.

O movimento da dona da Centauro ocorre sete meses após a empresa perder a disputa pela Netshoes para a Magazine Luiza. E menos de um ano após abrir capital em Bolsa, em abril de 2019, que rendeu um caixa fortalecido para entrar em disputas de peso como o contrato agora fechado com a Nike. Com o negócio, o grupo SBF passa a gerir todos os canais de venda da Nike, ou seja, não apenas as lojas físicas como também o comércio eletrônico.

A americana está passando suas operações de distribuição em outros três mercados sul-americanos: Argentina, Chile e Uruguai. Nesses três países, o negócio ficará sob o chapéu do Grupo Axo.

– O impacto do Coronavírus na Economia e na Administração de Empresas

Todos nós estamos vendo – e nos assustando – com a velocidade que o coronavírus está se espalhando da China para as vizinhanças. Sobre as causas para a saúde, clique em: https://wp.me/p4RTuC-oDO.

Mas há outros implicações a serem discutidas: como ficarão as relações comerciais? Veja: o McDonald’s fechou 300 restaurantes de uma só vez, e pretende fechar outros à medida que a a ameaça se espalhe por outras regiões. A gigante Imax fechou 70 mil salas de cinema! Honda e Nissan estão fretando aviões para retirar funcionários.

Na construção civil, onde o país é considerado um “canteiro de obras”, há máquinas espalhadas por todos os lados sem quem as conduza. No esporte, os estádios estão vazios e os jogadores assustados, evitando convívio entre eles próprios. Por fim: como ficarão os navios chineses que chegarão ao Porto de Santos, por exemplo? Haverá – se não o preconceito da origemum certo temor de recebê-los, mesmo com todos os cuidados sanitários exigidos / protocolares?

É o medo do coronavírus impactando o dia-a-dia de todos.

McDonald"s  - Reprodução

– Jorge Jesus valeria o que supostamente pede ao Flamengo?

Alguns sites deram a informação que para renovar o contrato de trabalho por mais um ano junto ao Mengão, o treinador português Jorge Jesus (badaladíssimo no momento, e com razão) pediu 32 milhões de reais pela temporada.

Na rápida conta, uma dízima periódica de R$ 2.666.666,66 por mês.

Como as partes não confirmaram nem negaram (afinal, nem o clube nem o técnico falariam abertamente de salários), ficará na suposição. E nesta hipótese, a discussão: é demais ou não?

Pense: mais de 2,5 milhões de reais em 30 dias para dirigir um time de futebol. Não é muito para qualquer clube brasileiro, por mais cheio que esteja seu caixa?

Não se pode perder a noção do valor das coisas. Pedir por estar valorizado, lógico que Jorge Jesus fará. Mas o Flamengo não precisa se curvar a isso.

Enfim: aguardemos!

(Números sugeridos em Yahoo Sports e ESPN.com / Jorge Nicola)

– Os esportistas mais bem pagos do mundo entre 1990 e 2019!

Nos últimos 20 anos, a evolução dos soldos recebidos pelos grandes atletas!

Michael Jordan e Mike Tyson dominaram os anos 90, quase alcançados por Ayrton Senna, que nunca conseguiu ultrapassá-los e ser o mais bem pago do planeta. Somente Michael Schumacher, como piloto nos anos 2000, obteve essa façanha.

Tiger Woods, golfista, por quase toda a década de 00 dominou o cenário, mas decaiu após o escândalo que o envolveu na vida particular. Somente em 2017 um jogador de futebol assumiu a liderança dessa lista: Cristiano Ronaldo, seguido por Messi.

Em 2019, pela ordem, os 4 esportistas que mais faturaram foram: Floyd Mayweather (pugilista), Lionel Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar (futebolistas).

Abaixo, no vídeo animado, a evolução (clique no player do twitter no atalho):

– O ranking dos times de futebol pela Folha de Pagamento / CLT!

Será que os salários reais dos jogadores de futebol correspondem ao que realmente estão na Carteira de Trabalho?

Claro que não. Na maior parte dos clubes grandes, sabe-se que o atleta recebe como PJ e tem que emitir NF, a fim de fugir dos impostos. É o direito de imagem…

Mas uma matéria interessante publicada pelo UOL trouxe a folha salarial dos clubes, considerando somente o registro por CLT: o Flamengo, líder do Brasileirão, é o 4o colocado; o vice-líder Palmeiras, o 1o.

Compartilho abaixo, extraído de: https://blogdomaurocezar.blogosfera.uol.com.br/2019/10/02/o-ranking-atualizado-das-folhas-de-pagamento-dos-clubes-da-serie-a-na-clt/

O RANKING ATUALIZADO DA FOLHA DE PAGAMENTO DOS CLUBES DA SÉRIE A PELA CLT

Por Mauro Cezar Pereira

Em 26 de março e em 10 de maio, o blog publicou as folhas de pagamento dos clubes da Série A, sem contar direito de imagem, ou seja, os valores registrados nas carteiras de trabalho dos profissionais, na CLT.

As informações às quais tivemos acesso são resultado de levantamento feito a partir dos registros dos jogadores de futebol no sistema da CBF. Ele contém os custos mensais dos 20 integrantes da primeira divisão.

O direito de imagem pode ser até 40% em cima da remuneração. Ou seja, um jogador que ganha R$ 10 mil pode embolsar cerca de R$ 4.000 por mês dessa maneira e R$ 6.000 como salários “na carteira”.

Com as contratações e saídas de jogadores, mudam as despesas dos times do Brasileirão com remuneração. A lista abaixo traz as cifras atualizadas, quanto aumentou ou diminuiu e posição do ranking no levantamento anterior.

Note que dos 20 que disputam o campeonato, apenas o Atlético não teve alteração no valor da folha de pagamento. Cruizeiro e Vasco reduziram o custo com salários na carteira e os demais elevaram tal despesa.

Evidentemente valor pago mensalmente por cada clube com os direitos de imagem pode modificar radicalmente o ranking abaixo. O motivo: alguns clubes têm mais jogadores recebendo tudo, ou quase, em CLT e outros menos.

Folhas de pagamento – CLT*

1º Palmeiras R$ 8,8 milhões + R$ 300 mil (1º) ⬆
2º Corinthians R$ 8,1 milhões + R$ 500 mil (3º) ⬆
3º Cruzeiro R$ 7,6 milhões – R 400 mil (2º) ⬇
4º Flamengo R$ 7,0 milhões + R$ 400 (4º) ⬆
5º Internacional R$ 5,7 milhões + R$ 800 mil (5º) ⬆
6º Santos R$ 5,4 milhões + R$ 600 mil (7º) ⬆
7º São Paulo R$ 5,3 milhões + R$ 400 mil (6º) ⬆
8º Atlético-MG R$ 4,1 milhões = sem alteração (9º)
9º Grêmio R$ 4,0 milhões + R$ 300 mil (8º) ⬆
10º Fluminense R$ 3,3 milhões + R$ 100 mil (11º) ⬆
11º Vasco R$ 3,3 milhões – R$ 100 mil (10º)⬇
12º Bahia R$ 3,0 milhões + R$ 500 mil (12º) ⬆
13º Athletico R$ 2,7 milhões + R$ 300 mil (14º) ⬆
14º Botafogo R$ 2,6 milhões + R$ 100 mil (11º) ⬆
15º Goiás R$ 2,6 milhões + R$ 300 mil (15º) ⬆
16º Fortaleza R$ 2,4 milhões + R$ 600 mil (17º) ⬆
17º Chapecoense R$ 1,8 milhão + R$ 100 mil (16º) ⬆
18º Avaí R$ 1,4 milhão + R$ 700 mil (19º) ⬆
19º Ceará R$ 1,3 milhão + R$ 200 mil (18º) ⬆
20º CSA R$ 800 mil + R$ 350 mil (20º) ⬆

* em milhões
Obs: não incluído novo treinador do Fluminense, ainda com o interino Marcão; os valores estão arredondados, o Botafogo desembolsa mensalmente R$ 16 mil a mais do que o Goiás

Colaborou: Matheus Mandy

O Internacional foi o que mais elevou sua folha e o Palmeiras manteve o 1º lugar – Foto: Divulgação/SCI

– Cuidado com as Pirâmides Financeiras

Ouvi na Rádio Cidade AM 730 a fala da consultora Carla Maltoni sobre os cuidados com as Pirâmides Financeiras!

No áudio que compartilho abaixo, é contado como se “cria a confiança entre as partes”, a ilusão de que se ganha dinheiro fácil até o momento que a coisa explode!

Parece tão comum para muitos, um golpe velho para outros, mas há uma moçada que ainda acredita em “dinheiro fácil”.

Compartilho no link em: https://soundcloud.com/radio-cidade-jundiai/boletim-financeiro-cuidados-com-as-piramides-financeiras-com-carla-maltoni

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– Vai levar os tijolos do Coringão, dona Caixa?

Eu sei que dívida com banco é algo complicado. Sei também que compromissos assumidos devem ser cumpridos. Mas a questão é: será que a CEF realmente conseguirá executar ½ bi que o Corinthians deve à instituição, por conta da construção do Estádio? Os imóveis do clube são vendáveis? Tem fiador? Vai levar os tijolos embora?

Complicado… A propósito, alguém esperava que os clubes de futebol, que costumeiramente atrasam salários e impostos, honrariam os compromissos bancários?

Aliás: Andrés Sanches, o atual presidente, disse à época que apenas com os Naming Rights pagaria a obra… 

Abaixo, extraído de: https://globoesporte.globo.com/futebol/times/corinthians/noticia/caixa-executa-divida-de-quase-r-500-milhoes-do-corinthians-pela-arena-veja-detalhes.ghtml

CAIXA NOTIFICA CORINTHIANS DE QUE EXECUTARÁ DÍVIDA DE 500 MILHÕES

Timão vê “gesto intempestivo” e diz que banco “trocou rota da negociação pela do confronto”

A Caixa Econômica Federal notificou extrajudicialmente o Corinthians de que executará a dívida de quase R$ 500 milhões relativa ao financiamento da obra da Arena, em Itaquera.

Tanto o clube como a Caixa confirmam a informação, que foi publicada inicialmente pelo “O Globo”.

O banco estatal emprestou R$ 400 milhões para a construção do estádio. R$ 175 milhões já foram pagos. Porém, por conta de juros e correções, o valor da dívida atualmente é de R$ 487 milhões.

Em nota oficial, o Timão tratou a decisão da Caixa como um “gesto intempestivo” e comunicou que “se a Caixa escolheu trocar a rota da negociação pela do confronto, não cabe ao clube outro recurso senão defender na Justiça seus direitos.”

Há meses o Corinthians vinha negociando o financiamento com o banco estatal. Paralelamente, o clube costurou um acordo para o pagamento da dívida que tem com a Odebrecht. O Timão não acredita que a execução da Caixa afete no acordo com a construtora.

– Não há nenhum beneficio ou “perseguição”. Mas se a Caixa não recebe e não tem renegociação, ocorre a cobrança de garantias. A execução é natural – afirmou Pedro Guimarães, presidente da Caixa, ao “O Globo”.

Segundo especialistas, a primeira alternativa da Caixa será executar as garantias financeiras. Uma das principais é o Equity Support Agreement (ESA), assinado pela Odebrecht. Trata-se de um documento no qual a construtora se dispõe a cobrir os valores exigidos numa eventual execução com recursos próprios. Vale lembrar que a Odebrecht está em processo de recuperação judicial.

Outra garantia oferecida para que o Corinthians conseguisse o financiamento junto ao BNDES, tendo a Caixa como intermediária, foi parte do terreno do Parque São Jorge. Porém, a execução de imóveis é mais demorada e gera um custo muito elevado, bem maior do que em outros processos de execução.

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– Quem é o consumidor que vai gastar de verdade?

Quem é o consumidor que realmente vai gastar as riquezas da Economia Global? Os Boomers, a Geração X ou os Millenials?

Muito bacana o artigo que compartilho abaixo, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/consumidor-conectado-exigente-e-ansioso/

CONSUMIDOR CONECTADO, EXIGENTE E ANSIOSO

por Cecília Andreucci

Altamente digitalizado, pressionado por uma montanha de informações, consumidor desconfia das organizações e da propaganda

Não há mais como falar de consumo sem falar de tecnologia – aliás poucas coisas hoje escapam desta proposição. Nós, brasileiros, somos os mais ávidos por novas tecnologias, inovação e por consumir toneladas de informação disponibilizadas na rede (mesmo ficando ansiosos com tudo isso). O uso de smartphones disparou e nos colocou como uma das nações mais digitalizadas. Somos prodígios nas redes sociais, mas nos preocupamos muito com a possibilidade de nossos dados serem hackeados. E há razões concretas para essa preocupação. Especialistas concordam que não é uma questão de “se” os sistemas de informação serão atacados, mas “quando” e em “qual” proporção. Ninguém está protegido.

Essas informações foram reforçadas pelo presidente global para consumo e varejo de uma grande consultoria internacional em evento recente. Ele apresentou o resultado de uma ampla pesquisa sobre as profundas mudanças nas motivações, atitudes e expectativas do consumidor nesse século, realizada em oito países, dentre eles o Brasil.

O resultado de cada país retrata, naturalmente, seu momento social, econômico e político, mas seguem muitas tendências globais, dentre elas o protagonismo da internet como fonte de informação, a preocupação crescente com a segurança de dados pessoais, a expectativa por qualidade e conveniência, e experiências mais intuitivas e personalizadas.

Outro aspecto pesquisado foi a confiança nas instituições, que atinge 47%. As menos confiáveis são organizações governamentais e as de propaganda – 37% e 26%, respectivamente. Essa última poderia também ser explicada por uma sociedade cada vez mais letrada na disciplina, que nunca desconfiou tanto da comunicação publicitária. Bancos e empresas de saúde gozam o mais alto nível de confiança, ainda que não seja tão alto assim (aproximadamente 60%). No Brasil, saímos fora da curva, abaixo da média, em instituições governamentais, energia e serviços de utilidade pública. Fácil de entender. E confiamos mais nas empresas de tecnologia que os demais países, talvez porque façamos muito uso delas.

E, resultado dos nossos últimos anos complicados, desenvolvemos uma cultura de barganha, passamos por um down trade, procurando produtos com melhor custo-benefício. Com isso, baixamos nosso padrão de consumo. Também reportamos o mais alto nível de preocupação com a aposentadoria (em termos financeiros). E vemos como principal indulgência na vida, a boa comida, o que é bastante frugal.

Outra perspectiva interessante da apresentação tratou da nova demografia etária do planeta e suas peculiaridades em termos de motivação, atenção, conexão, uso do tempo e gastos. Apesar de os Boomers (pessoas nascidas entre anos 40 e meados dos anos 60) terem acumulado muita riqueza, é a geração seguinte, a X, que deve herdá-la e gastá-la. Estima-se que um trilhão de dólares. Geralmente negligenciada pelas estratégias de marketing, é apelidada de geração-sanduíche ou geração-esquecida. A primeira a cuidar de seus pais e de seus filhos simultaneamente, sofre mais pressões por recursos e tempo. Apesar de terem nascidos antes da internet, são bastante digitalizados. Produtos e serviços devem refletir essa realidade.

Dentro da mesma casa que vive um “X”, há uma grande chance de viver um Millennial (nascido entre 1980 e 1999) e um “Z” (nascido depois de 2000). As nativas digitais cresceram na era da explosão das tecnologias de computação e de comunicação. Para a “Z” tudo ocorre, porém, numa dimensão e velocidade mais acentuadas. Se os Millennials queriam conhecer todas as possibilidades digitais, a geração “Z” chegou para fazer a curadoria, criar, projetar e mixar todas as mídias, conteúdos e experiências. Com baixíssima concentração, demandam que sejam seduzidos em segundos, ou outro estímulo vai atraí-los rapidamente.

Nessa casa hipotética, todos seguem se influenciando mutuamente, diariamente.

Não é fácil para a liderança das organizações capturar as necessidades destes grupos. Especialmente porque, como eu, muitos são da geração X, os imigrantes digitais. Para além das pesquisas e consultorias, que contribuem muito, aqueles que convivem de perto com as três outras gerações que habitam o planeta devem ter maior chance de sucesso.

(*) Cecília Andreucci é conselheira de administração, mercadologista e doutora em comunicação.

Consumidor conectado, exigente e ansioso

– O Salário Ideal! Quanto dinheiro você precisa receber para ser feliz?

Segundo a Revista Superinteressante, ed/Julho 2019, realizou-se uma pesquisa global pelo Gallup World Poll (164 países com 1,7 milhão de pessoas), onde era perguntado: quanto dinheiro alguém precisa para ser feliz?

A resposta, na média, foi: 5 mil dólares / mês (ou, de preferir, US$ 60,000.00 / ano).

Alguns números interessantes: para a América Latina, bastam US$ 35,000.00 / ano. Na Austrália, a maior exigência: US$ 125 mil.

E para você, qual seria um salário ideal?

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– O Fim do Dinheiro em Cédulas

Em 1661, a Suécia inovou e lançou o dinheiro em papel-moeda. Foi a 1ª vez na história em que cédulas foram usadas em público. Em 2023, será a nação pioneira a abolir dinheiro impresso.

No Brasil, as Fintechs (empresas financeiras com base tecnológica, como o Nubank) estão cada vez mais agressivas no mercado, sugerindo o uso do dinheiro virtual. Mais ainda: depois do duopólio de Redecard e Visanet, surgiram mais de 100 empresas oferecendo maquininhas. Mas como os cartões de crédito já estão se tornando ultrapassados, a tendência é que os meios de pagamento ocorram via celular (é a chamada desmaterialização dos cartões). Na China, usa-se o “WhatsApp deles”, o WeChat Pay para pagar qualquer coisa (os garçons usam códigos de barras em suas roupas para receberem gorjetas por ele).

E você: usa dinheiro costumeira ou eventualmente? E cheques?

(Informações da Superinteressante, ed Agosto 2019, texto de A. J. Oliveira e edição de Alexandre Versignassi.)

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– Empresas com Síndrome de Highlander!

Conhecem essa síndrome empresarial? Pois é: ela é creditada àquelas que querem ser únicas no mercado. São fortes! E são muito conhecidas de nós!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI254244-16642,00-SO+PODE+HAVER+UM.html

SÓ PODE HAVER UM

Varejo, alimentação, aviação… O Brasil bate recorde sobre recorde de fusões. São empresas com síndrome de Highlander, querendo decepar os concorrentes – e incorporar sua força

Por Antonio Félix

“Só pode haver um!”, grita o guerreiro Victor Kruger (Clancy Brown) ao atacar Connor Macleod (Christopher Lambert), no filme Highlander, o guerreiro imortal, de 1986. Os dois fazem parte de uma raça de imortais, que por alguma misteriosa razão sentem uma irrefreável vontade de buscar, atacar e aniquilar uns aos outros. A única maneira é decapitando o adversário. E o jogo (e o filme) só acaba quando restar apenas um.
Empresas também não morrem de causas naturais. No Brasil de hoje, perecem, na maioria das vezes, quando um rival se aproxima e, após uma árdua batalha, desfere um golpe que lhes afasta a cabeça do corpo. Como no filme, o vencedor da batalha fica mais forte, mais apto para a próxima luta. A única diferença é que o Highlander corporativo sai por aí com uma cabeça comandando dois, três, às vezes vários corpos. Ah, sim, e a cabeça decepada costuma sobreviver, bem mais rica que antes, sem ter mais de atender às necessidades daquele corpo estranho. (Em alguns casos, porém, um corpo duplo fica também com duas cabeças por algum tempo.)
O mercado do varejo teve recentemente várias batalhas dessas. O guerreiro Ricardo Eletro decepou a Insinuante, formando um corpo chamado Máquina de Vendas. A guerreira Magazine Luiza apossou-se em junho das Lojas do Baú – e ficou mais forte que o Ricardo, preparando-se para a batalha com a dupla Casas Bahia-Ponto Frio (sob o comando de outra cabeça, o Pão de Açúcar). Mas eis que Ricardo decepou a Shopping Eletro, em julho, e voltou a passar a guerreira Luiza.
No mercado da aviação, TAM e Gol fazem as vezes de Kruger e Macleod. A TAM batalha (amigavelmente) com a Trip, e a Gol decapitou no mês passado a Webjet. Na alimentação, a Perdigão digere a Sadia, a JBS colou na Bertin. São os exemplos mais novos de um fenômeno que atinge inúmeras empresas, de incontáveis setores. Todo mundo pensa que é Highlander.
Para entender o motivo de tantos combates, é preciso retroceder até outra guerra. Em meados dos anos 40, nos primeiros momentos pós-Segunda Guerra Mundial, a televisão voltava a funcionar, depois de anos de interrupção por causa do conflito. Era o estopim para um período de expansão das comunicações, que desembocou no advento da internet, nos anos 80, e em seu constante desenvolvimento, até os dias de hoje. Esse é um tempo caracterizado pelo fluxo de informações quase sem barreiras.
“Nesses anos, houve uma queda dramática dos custos de informação”, diz Claudio Felisoni de Angelo, economista, presidente do Provar, núcleo especializado em varejo fundado por professores da USP, e do Ibevar, instituto de executivos do mesmo ramo. Com tanta informação circulando livremente, os produtos e serviços ficaram muito mais fáceis de ser copiados. Por isso, são hoje tão parecidos. Isso significa que não se pode cobrar muito caro por nada. Aumente o preço um pouquinho, e logo surge alguém disposto a vender pelo seu preço antigo. Mantenha o seu preço velho, e logo surgirá alguém vendendo por menos.

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