– Renato Aragão fora da Globo. Novos tempos?

Segundo “Didi Mocó” (85 anos), que não terá o seu contrato renovado com a Rede Globo, vai trabalhar mais um pouco no humor (especula-se no streaming).

O certo é que a Rede Globo também sofre demais com a pandemia. Seu casting é caríssimo, e não rara foram as vezes que, para enfrentar a concorrência, tirava o artista de outra emissora e o contratava, mesmo sem espaço em sua programação.

Recentemente, nomes tradicionais como Miguel Falabela e Vera Fischer não renovaram seus contratos. Mas cá entre nós: ninguém aguenta pagar tanto dinheiro para o artista não estar no ar! E muitas dessas celebridades já não eram atrações que traziam audiência.

Basicamente, a Globo pagará por obra realizada, não mais por contrato (economizando bem mais). E manter antigos bons puxadores de Ibope e que hoje já fazem parte da história pois não alavancam mais (respeitosamente, me referindo ao Renato Aragão, que tinha 44 anos de casa), não vale a pena.

Vida que segue! Dificuldades financeiras, Didi não passará. E se quiser, pode aproveitar bem a aposentadoria, “viu Psit”!

Aos 85 anos, Renato Aragão enxerga a sua saída da Globo como o início de uma nova etapa profissional - Reprodução/Instagram

– Coisas que você não sabia sobre o dólar americano!

Puxa, essa interessante reportagem sobre o dólar foi feita pelo Portal IG, mas perdi o link referencial. Mesmo assim, vale a leitura:

O DOLAR NÃO É DE PAPEL

O dinheiro americano não é feito de papel. O “papel-moeda” usado nos Estados Unidos é composto por 75% de algodão e 25% de linho, com pequenas fibras sintéticas azuis e vermelhas entrelaçadas. Antes da Primeira Guerra Mundial, essas fibras eram de seda

Cabeça pequena

Nas casas de câmbio do Brasil, as notas de dólar impressas antes de 1996 são chamadas de “cabeça pequena”, e os compradores pagam menos por elas, alegando que está saindo de circulação. Nos Estados Unidos, todas as cédulas são válidas, independentemente da data de impressão.

1 dólar

A nota de 1 dólar é a mais conhecida e manuseada do planeta.

George Washington

A figura que aparece na nota de 1 dólar é a imagem do presidente George Washington, que governou entre 1789 e 1797 (mas isso você já sabia).

Bureau of Engraving and Pinting

É assim que se chama a casa da moeda americana, que produz 37 milhões de cédulas por dia. 95% dessas novas cédulas produzidas são para substituir cédulas em circulação.

Mais sobre 1 dólar

45% das notas impressas diariamente na “Bureau of Engraving and Pinting” são de 1 dólar

Origami

Uma nota de dólar pode ser dobrada cerca de 4 mil vezes antes que se deteriore.

A maior

A nota de 100 dólares é a nota de maior valor do dinheiro americano em circulação desde 1969.

T Ford

O carro que aparece estampado no verso da cédula de 10 dólares foi uma criação do designer da nota, apesar de muitas pessoas acreditarem ser o modelo “T” da montadora Ford.

Hora certa

Os ponteiros do relógio da torre do Independence Hall, impressa no verso da nota de 100 dólares, marcam aproximadamente 4h10.

Ah, as mulheres…

Martha Washington é a única mulher que aparece em uma cédula do dinheiro americano. O rosto da esposa do Presidente George Washington está estampado na cédula de 1 dólar Certificado de Prata de 1886 e de 1891, e no verso da nota de 1 dólar Certificado de Prata de 1896

Estátua da Liberdade

A moeda de 25 centavos, ou “cents”, como é chamado lá, que tinha a imagem da Estátua da Liberdade sentada, circulou entre 1866 e 1891. Sua tiragem foi de 10.833 peças.

Um dólar furado

A nota de 1 dólar dura em média 1 ano e cinco meses. Já a de 100 dólares pode durar até nove anos, por ser pouco manuseada.

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– Os donos da BMW falam das responsabilidades da vida de um bilionário!

Pensa que é fácil ser bilionário?

Ter muito dinheiro ao seu lado dá muitas facilidades às coisas, e ao mesmo tempo dá uma quantidade de obrigações assumidas de grande monta.

Veja esse interessante depoimento dos “donos” da BMW, icônica indústria automobilística,

Extraído de: https://www.infomoney.com.br/negocios/grandes-empresas/noticia/8430703/herdeiros-da-bmw-dizem-que-vida-de-bilionarios-nao-e-tao-facil

HERDEIROS DA BMW DIZEM QUE VIDA DE BILIONÁRIOS NÃO É TÃO FÁCIL

Lidar com a responsabilidade e a inveja de herdar riqueza é um fardo que muitos não compreendem, segundo Susanne Klatten e Stefan Quandt, os irmãos bilionários que juntos são donos de quase metade da BMW.

“Muitos acreditam que estamos permanentemente sentados em um iate no Mediterrâneo”, disse Klatten em rara entrevista à Manager Magazin, que também conversou com seu irmão mais novo, publicada na quinta-feira. “O papel de guardião do patrimônio também tem lados que não são tão bons.”

Klatten – cujo pai Herbert Quandt ajudou a resgatar a BMW no fim dos anos 1950 – é a segunda pessoa mais rica da Alemanha, com uma fortuna avaliada em US$ 8,6 bilhões, de acordo com o Índice de Bilionários Bloomberg. Klatten também tem participações na empresa química Altana e na produtora de carbono SGL Carbono.

Quandt, com participações na empresa de logística Logwin e na fabricante de remédios homeopáticos Heel, tem patrimônio líquido de US$ 15,5 bilhões. Tanto ele quanto a irmã são membros do conselho fiscal da BMW.

“No nosso caso, certamente não é o dinheiro que nos impulsiona”, disse Quandt. “Acima de tudo, é a responsabilidade de garantir empregos na Alemanha.”

Os dois herdeiros dizem que estão confortáveis com seus papéis, mas inicialmente tiveram de fazer um esforço para assumir cargos de alto escalão ainda jovens.

Quandt, que tinha 30 anos quando recebeu seu primeiro assento no conselho, disse que teria preferido trabalhar alguns anos como um “simples” gerente de produtos em algum lugar ou estudar arquitetura.

“Meu ponto de partida nunca foi: ’agora vou mostrar a todos como as coisas devem ser feitas’”, disse Quandt, que questiona a lógica dos impostos sobre heranças. “Pelo contrário, foi um questionamento constante associado à insegurança.”

Klatten, que ganhou notoriedade em 1978 quando a polícia desarmou um plano para sequestrá-la, juntamente com sua mãe Johanna, disse que a redistribuição de riqueza não funciona e que uma sociedade justa deve permitir que as pessoas busquem oportunidades de acordo com suas habilidades.

“Nosso potencial decorre do papel de ser herdeira e desenvolver isso”, disse. “Trabalhamos duro nisso todos os dias.”

stefan quandt bmw

– Planejamos novas receitas em nossa vida profissional?

Buscamos uma fonte de renda alternativa, independente de nossos empregos?
É isso que essa matéria discute: sobre novos recursos financeiros, independente da demissão do emprego ou se é desejo de incremento.

Muito bom! Compartilho, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2017/07/1897575-profissional-deve-desenhar-seu-plano-b-no-auge-diz-administrador.shtml

PROFISSIONAL DEVE DESENHAR SEU PLANO B NO AUGE

Por Carolina Muniz

O que fazer logo depois de ser demitido: descansar ou agir rápido? Vale a pena investir o dinheiro da rescisão em um novo negócio? No recém-lançado “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira”, o administrador e palestrante Marcelo Simonato, 39, dá um passo a passo de como conquistar uma nova vaga -desde a formulação do currículo até a chegada à empresa. Em entrevista, ele fala sobre como planejar a carreira em tempos de instabilidade.

RAIO-X

Idade 39 anos
Atuação Diretor financeiro da consultoria Everis, palestrante e mentor
Formação Administração de empresas e comércio exterior pela Universidade Paulista; MBA em finanças empresariais pele FGV; e MBA em gestão empresarial pela Lassale University, na Filadélfia (EUA)
Obra “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira” (editora Preparando Recursos, 127 págs., R$ 30)*

Folha – Qual é o maior erro que os profissionais costumam cometer ao serem demitidos?
Marcelo Simonato – Um grande equívoco é aproveitar a demissão para tirar um tempo de descanso como recompensa por tantos anos de trabalho. Quando a pessoa sai da empresa, carrega por um curto espaço de tempo o sobrenome da organização, um cartão de visitas que pode abrir portas. Se tirar férias durante esse período, esse sobrenome pode acabar esfriando. Então, assim que a demissão acontece, o primeiro passo é comunicá-la a colegas, clientes e fornecedores. Não é preciso ter vergonha por estar desempregado. Em boa parte dos casos, é exatamente por uma indicação desses contatos que surgem novas oportunidades de trabalho.

Como deve ser a rotina do profissional que está em busca de de uma recolocação?
Ele deve encarar a procura por emprego como um novo projeto na carreira, que requer planejamento e disciplina como qualquer outro. Não estou dizendo que ele tem de ficar 12 horas em frente ao computador. Aliás, isso não é eficaz e gera ainda mais estresse. O mais interessante é ter uma rotina bem definida de trabalho, de cerca de três horas pela manhã e outras três à tarde. No tempo livre, é importante se exercitar e ficar com a família. Afinal, de nada adianta encontrar vagas, mas não estar bem emocionalmente na hora das entrevistas.

Quanto tempo vale procurar antes de aceitar uma posição abaixo das expectativas?
Primeiro, é preciso entender se a nomenclatura do cargo que o profissional ocupava anteriormente é compatível com a realidade atual do mercado. Em alguns casos, a pessoa descobre que era gerente na empresa em que trabalhava, mas hoje já se exige mais dessa posição. Aí, ela tem duas alternativas: ou procura emprego para um cargo inferior ou busca se qualificar para preencher essas lacunas. Se o indivíduo tem reservas financeiras, pode continuar batalhando. Se não, é preciso deixar o ego de lado.

Quando perguntado sobre pretensão salarial, o candidato está com receio de fazer exigências? Como negociar?
Sim, muitos estão aceitando qualquer coisa. O profissional não pode derrubar o valor do seu salário logo de cara. Precisa valorizar sua experiência dentro do que a empresa está buscando. Ele pode dizer que imagina receber um valor próximo ao que ganhava na ocupação anterior, mas está aberto a uma proposta da empresa. Provavelmente, o entrevistador vai dizer que o mercado não está pagando tudo isso. Aí, começa a negociação. Nesse momento, ele não pode focar apenas no salário, mas deve usar também os benefícios para chegar em um acordo mais vantajoso.

Como planejar a carreira para se sentir mais seguro diante das incertezas?
É comum a pessoa ficar desempregada e querer montar um negócio. Ela nunca foi empresária e tenta fazer isso com o último recurso que lhe resta. O que acontece, normalmente, é que a empresa quebra alguns anos depois. Por isso, o indicado é começar uma atividade paralela quando ainda se está na ativa, mesmo no auge da carreira. Escolha uma ocupação que tenha prazer em fazer nas horas livres sem se preocupar em transformar isso na sua fonte principal de renda. Numa situação de desemprego, você já terá um plano B desenvolvido.

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Por Marcelo Justo / Folhapress

– Nunca teremos calmaria nas contas e negócios do futebol brasileiro?

Vasco pagando salários do começo do ano; Corinthians negociando parte do pagamento de Abril; Santos reduzindo em até 70% os salários; Honda (do Botafogo) assustado com Bolsonaro e Witzel quanto ao Covid; São Paulo vivendo a necessidade de negociar jogadores para que o mega déficit da gestão Leco não aumente…

O futebol brasileiro é tudo, menos tranquilo e sereno…

Futebol une as pessoas pelo amor e segrega pelo dinheiro ...

– As linhas de crédito da CBF para os clubes

Você pode entender por 3 pontos de vista a abertura das linhas de crédito que a CBF vai liberar aos clubes da série A e B:

  1. Uma ótima iniciativa, pois os clubes estão sem dinheiro e qualquer verba que entrar será bem vinda;
  2. Uma ação normal, já que a CBF é formada pelos clubes e a eles deve servir; ou,
  3. Uma atitude demagógica, pois ela não está dando dinheiro, mas sim adiantando os valores das cotas de TV que as agremiações receberão e que irão para a sua conta como garantia de pagamento (ou seja, risco zero de calote).

Enfim: acreditar que existe caridade por parte da CBF e clubes, é muita ingenuidade. Simplesmente são negócios!

Extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2020/06/08/cbf-anuncia-linhas-de-credito-para-clubes-das-series-a-e-b-do-brasileiro.htm

CBF ANUNCIA LINHAS DE CRÉDITO PARA CLUBES DAS SÉRIES A E B DO BRASILEIRÃO

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou hoje uma linha de crédito para times da primeira e da segunda divisões do Campeonato Brasileiro, em resposta à pandemia do novo coronavírus e a consequente paralisação de campeonatos. A ideia da entidade é estabelecer um apoio direto às equipes.

Para os participantes da Série A de 2020, a confederação disponibilizará uma linha de crédito total de até R$ 100 milhões sem juros. Os recursos serão concedidos tendo como garantia os valores que cada equipe receberá de contratos de TV e os prêmios por desempenho em competições.

A ideia da CBF, que pagará os valores imediatamente, é compensar a perda de arrecadação dos clubes com a redução dos valores pagos pelas televisões entre abril e junho, além de outras formas de receita — bilheterias, patrocínios e programas de sócio-torcedor, entre outros.

“Temos procurado todas as formas de apoiar os clubes nesse momento difícil”, afirmou o presidente da CBF, Rogério Caboclo. “Não basta que voltem as competições. Precisamos de clubes capazes de retornar a elas de forma competente”, acrescentou o dirigente (cont no link).

A Nova Identidade Visual da CBF - Mariane Mendes

– As contas de Corinthians e Santos estudadas: como sobrevivem?

É incompreensível como os clubes de futebol, ano a ano, se endividam demais e ainda sobrevivem.

Ter como principal receita a venda de jogadores é seguro? Confiar em bilheteria (em tempos de pandemia… esquece)? Trabalhar o marketing de maneira mais inteligente?

Veja, através do consultor Amir Somoggi da Sports Value um comparativo entre Corinthians x Santos. Abaixo:

– A fala e a prática do Corinthians

Anteontem, o Corinthians divulgou uma nota dizendo que não há clima para a volta do futebol, que pensa nas vidas humanas, que se solidariza com todos e outras coisas plausíveis.

Mas ontem… anunciou demissões?

Cadê o espírito humano defendido? Somente da boca pra fora?

Segundo o GloboEsporte.com:

Há um mês, o Corinthians reduziu em 50% e 70% o salário dos empregados (com exceção dos jogadores de futebol, que tiveram corte de 25%). A decisão foi baseada na Medida Provisória 936, editada em abril e que faz parte das iniciativas para enfrentar a crise provocada pela pandemia de coronavírus.

Todos nós sabemos das implicações da crise. Mas fazer um discurso sensível e não vivenciá-lo, pega muito mal!

Corinthians se posiciona contra retorno do futebol

– Os atrasos no Futebol e a grandeza dos clubes pós-pandemia

Marinho, jogador do Santos, declarou que está há 4 meses sem receber seu salário. Corinthians com dívidas astronômicas. São Paulo com déficit de mais de 150 milhões. O rico Flamengo pediu empréstimos…

A culpa é da paralisação do Covid-19? Claro que não. É de bem antes.

Será que equipes como Fortaleza, Bahia, Athlético Paranaense e Red Bull Bragantino, que estão pagando em dia, mostrando gestão responsável e ações de marketing bem interessantes, não serão os grandes emergentes pós-pandemia e que se tornarão bem maiores do que já são?

Em contrapartida, “grandões” de hoje correm o risco de se tornarem bem menores (e a lista de exemplos pode ser muito grande…).

Aguardemos  os próximos meses.

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– As mensalidades das Universidades em tempos de Novo Coronavírus!

Todos têm problemas nesta época pandêmica. Se por um lado algumas despesas caem, por outro, novas contas surgem. É assim para pessoas jurídicas e também para as físicas.

‪No caso específico das universidades, ficará o imbróglio: alunos não conseguem pagar e faculdades não conseguem abrir mão dos valores…‬

‪Difícil resolver!‬

‪Na imagem, o exemplo:‬

– A dívida dos clubes da 3a divisão paulista junto ao Governo!

Pegue qualquer borderô da Série A3 do Campeonato Paulista: o “lucro líquido”, quando existe (na menor parte dos casos), não passa de R$ 1.000,00 (exceção feita aos clubes que brigam pelo acesso, mas que não passa de R$ 3.500,00 a R$ 4.000,00). Na maioria dos clubes e em quase todos os jogos, as rendas são negativas (dão prejuízo). 

É só pegar qualquer borderô no site da FPF e se verificará isso.

Pois bem: leio no site Esporte Jundiaí que as dívidas somadas dos times da A3 na Receita Federal (não estão computadas dívidas trabalhistas, que é o grosso na maior parte das vezes) já atingem mais de R$ 26 milhões de reais.

Sem patrocínios, sem verbas de TV e sem outras fontes de arrecadação, como esses clubes sobrevivem?

Se fossem empresas, já estavam falidos faz tempo!

Em: https://www.esportejundiai.com/2020/05/clubes-da-a3-devem-r-262-milhoes-para-o.html

CLUBES DA A3 DEVEM R$ 26,2 MILHÕES PARA O GOVERNO FEDERAL

As dívidas dos clubes esportivos que compõem a Série A3 somam R$ 26.252.170,00 com o Governo Federal, de acordo com informações da PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional). Os dados incluem débitos que estão em situação irregular (em processo de efetiva cobrança) e regular (garantidos, parcelados ou suspensos por decisão judicial). O Paulista não é um dos maiores devedores segundo lista publicada no dia 26 de abril no Jornal de Barretos.

O Comercial Futebol Clube (Ribeirão Preto) é o maior devedor com R$ 7.420.839,24, seguido pelo Esporte Clube Noroeste (Bauru) R$ 5.467.954,28, Marília Atlético Clube (Marília) R$ 5.248.068,41 e Nacional Atlético Clube (São Paulo) R$ 4.833.243,18.

O Paulista Futebol Clube segundo a lista tem dívidas com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional no valor de R$ 796.615,04.

O ranking dos devedores da Série A3, segundo matéria do Jornal de Barretos

  • Comercial Futebol Clube (Ribeirão Preto) – R$ 7.420.839,24
  • Esporte Clube Noroeste (Bauru) – R$ 5.467.954,28
  • Marília Atlético Clube (Marília) – R$ 5.248.068,41
  • Nacional Atlético Clube (São Paulo) – R$ 4.833.243,18
  • Olímpia Futebol Clube (Olímpia) – R$ 904.092,43
  • Rio Preto Esporte Clube (São José do Rio Preto) – R$ 823.342,53
  • Paulista Futebol Clube (Jundiaí) – R$ 796.615,04
  • Associação Esportiva Velo Clube Rioclarense (Rio Claro) – R$ 400.228,89
  • Capivariano Futebol Clube (Capivari) – R$ 53.182,45
  • Grêmio Esportivo Osasco (Osasco) – R$ 40.134,50
  • Batatais Futebol Clube (Batatais) – R$ 18.591,44
  • Esporte Clube Primavera (Indaiatuba) – R$ 7.577,28
  • Esporte Clube São Bernardo (São Bernardo do Campo) – R$ 7.381,00

Paulistão A3 (1)

– Paulista de Jundiaí rifa medalha da Copa do Brasil para aliviar os débitos.

As dificuldades financeiras do Paulista FC, o Galo da Japi, Tricolor Jundiaiense e equipe tradicional do futebol brasileiro (que completará 111 anos neste mês) sempre foram grandes (exceto nos períodos em que foi gerenciado pela Lousano, pela Parmalat e alguns anos pós-encerramento da parceria).

Com o futebol parado, estando na A3 e sem receita alguma, a fim de pagar as contas, o Time de Jundiaí é obrigado a se desfazer de algumas coisas, como, por exemplo, rifar uma das medalhas do seu maior título: a Copa do Brasil de 2005!

Lamentável, mas necessário. Afinal, os “boletos vencem”.

Extraído de: https://www.esportejundiai.com/2020/05/paulista-inicia-rifa-de-uma-medalha-de.html

PAULISTA INICIA RIFA DE MEDALHA DE CAMPEÃO DE 2005

No último sábado, o Paulista Futebol Clube começou uma rifa para venda de um dos artigos que qualquer um que ama o clube deseja ter na sua casa (como também colecionadores): uma medalha de campeão da Copa do Brasil da temporada 2005.

O clube iniciou uma rifa de 100 números ao valor de R$ 10 cada número para adquirir uma das cotas. O valor arrecadado é para ajudar o clube a pagar as suas contas, já que no momento está sem receitas por não ter jogos de futebol, que estão proibidos nesta quarentena, por conta do novo coronavírus.

Por Thiago Batista /// Foto: Divulgação – Paulista FC

– Red Bull Bragantino não precisará cortar salários. Gestão eficiente?

Leio e aplaudo, pois quando o trabalho é sério, deve ser louvado: enquanto a maior parte dos clubes de futebol precisam reduzir salários e cortar funcionários, o Red Bull Bragantino está conseguindo manter as contas em dia e garantir o soldo dos seus colaboradores nos valores costumeiros.

Qual o segredo?

A explicação vem da coluna do Paulo Vinícius Coelho, extraído de: https://globoesporte.globo.com/blogs/blog-do-pvc/post/2020/05/03/bragantino-nao-ameaca-cortar-salarios-de-jogadores-entenda-por-que-e-diferente-dos-mais-ricos-do-pais.ghtml

BRAGANTINO NÃO AMEAÇA CORTAR SALÁRIOS. ENTENDA POR QUÊ É DIFERENTE DOS MAIS RICOS DO PAÍS

Dos vinte clubes da Série A, dezesseis já anunciaram cortes. Só Atlético Goianiense, Athletico Paranaense, Botafogo e Bragantino não disseram que vão cortar. Com todo o respeito ao alvinegro, os salários atrasados do passado explicam por que não muda nada. Com o Bragantino, a situação é diferente.

Com o apoio da empresa de energéticos austríaca, Red Bull, o Bragantino não confia só no dinheiro do exterior, mas no fluxo de caixa que faz rodar pouca quantidade de dinheiro. “Nós não tivemos perdas econômicas, mas de fluxo. O dinheiro de TV vai entrar mais tarde. O dinheiro de bilheteria, que perdemos é pouco”, explica o diretor executivo Thiago Scuro.

Em síntese, como o Bragantino arrecada pouco, mas também gasta pouco, já não contava com o dinheiro de bilheteria e sócio torcedor de que outros clubes dependem. Perderam o patrocínio das mangas de camisa, da Net Bet, momentaneamente. Mas confiam que esta receita retornará, quando os campeonatos retornarem.

O resultado é que o Bragantino garante não cortar salário dos jogadores até o final da crise do coronavírus.

Vitinho em ação pelo Bragantino — Foto: Ari Ferreira/Red Bull Bragantino

Vitinho em ação pelo Bragantino — Foto: Ari Ferreira/Red Bull Bragantino

– O balanço dos clubes de futebol do eixo Rio-SP em 2019

No último dia 30, os clubes de futebol tiveram o prazo encerrado para a divulgação dos seus balanços financeiros em 2019, conforme obriga a Lei Pelé.

Por curiosidade, procurei os 4 grandes paulistas e os 4 grandes cariocas. E são eles:

Flamengo: Superávit R$ 62,9 milhões.

Fluminense: Déficit R$ 9,3 milhões.

Vasco: Déficit R$ 5,0 milhões.

Botafogo: Déficit R$ 20,8 milhões.

São Paulo: Déficit R$ 156 milhões (uau, isso só em 2019).

Santos: Superávit R$ 23,5 milhões (considere a venda espetacular de Rodrygo ao Real Madrid, turbinando as receitas).

Palmeiras: Superávit R$ 1,7 milhão.

Corinthians: não divulgou o balanço (provavelmente terá alguma multa a pagar por tal fato).

Dá para verificar bem claramente (até de uma maneira simplista) que, tirando o Flamengo, só se tem lucro significativo no futebol ultimamente com a venda de jogadores de categoria de base, desde que sejam muito bons.

Análise: Futebol na Europa entende necessidade do lucro · Notícia ...

– 1 bilhão do Itaú contra o Coronavírus

Por maior que seja o lucro de um banco, mesmo sendo uma ação que possa ser encarada como promocional por muitos, ainda contando com clientes insatisfeitos (como eu) por diversos motivos, é inegável a necessidade de se aplaudir o Banco Itaú!

A explicação abaixo, extraída de: https://valor.globo.com/financas/noticia/2020/04/13/itau-doa-r-1-bilhao-e-cria-frente-de-combate-ao-coronavirus.ghtml

ITAÚ DOA R$ 1 BILHÃO E CRIA FRENTE DE COMBATE AO CORONAVÍRUS

Dinheiro se soma a outros R$ 250 milhões já doados pelo Itaú, dos quais R$ 150 milhões por meio da Fundação Itaú para a Educação e Cultura e do Instituto Unibanco

O Itaú Unibanco confirmou nesta segunda-feira a doação de R$ 1 bilhão para financiar ações de combate ao coronavírus, conforme já noticiado pelo Valor, com a criação da iniciativa Todos pela Saúde.

Os recursos serão administrados por um grupo de especialistas, sob a liderança do médico Paulo Chapchap, diretor-geral do Hospital Sírio Libanês. Também integram o grupo o médico, cientista e escritor Drauzio Varella, o ex-presidente da Anvisa Gonzalo Vecina Neto, o ex-diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde (ANS) Maurício Ceschin, o consultor do Conselho dos Secretários de Saúde (Conass) Eugênio Vilaça Mendes, o presidente do Hospital Albert Einstein, Sidney Klajner, e o presidente do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), instituição ligada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Pedro Barbosa.

O ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga também dará apoio ao programa, conforme noticiou o Valor.

Segundo o Itaú, caberá à equipe definir as ações que serão financiadas, com respaldo em “premissas técnicas e científicas”.

A atuação da Todos pela Saúde se dará por meio de quatro eixos. O primeiro é o de informar, com campanha de incentivo ao uso de máscaras pela população; orientações sobre higiene e valorização de iniciativas de solidariedade da sociedade civil.

O segundo é o de proteger, com disponibilização de equipamentos de proteção individual e testagem para profissionais de saúde e aplicação de testes na população.

O terceiro é o de cuidar, com ações de apoio a gestores públicos estaduais e de grandes municípios na estruturação de gabinetes de crise; capacitação e apoio aos profissionais de saúde; uso de telemedicina para monitoramento de casos e apoio aos profissionais de saúde; ampliação da capacidade e eficiência em estruturas hospitalares referenciadas; e distribuição de insumos estratégicos, mobilização de equipamentos e recursos humanos.

O quarto eixo é de retomar, voltado à colaboração para o desenvolvimento de estratégias com objetivo de retorno mais seguro às atividades sociais; e a programas de monitoramento da população com risco elevado.

“Com esta iniciativa, temos a intenção de fazer algo estruturante, que tenha impacto positivo sobre toda a sociedade brasileira. O grupo de especialistas escolhidos para esta missão vai identificar as principais necessidades do País e priorizá-las”, afirmou Paulo Chapchap por meio de nota.

O dinheiro se soma a outros R$ 250 milhões já doados pelo Itaú, dos quais R$ 150 milhões por meio da Fundação Itaú para a Educação e Cultura e do Instituto Unibanco.

“Desde o início da pandemia, mobilizamos pessoas e recursos na luta contra a covid-19 e seus efeitos sociais e econômicos. Esta nova iniciativa dá a dimensão do quanto estamos preocupados e engajados na solução da crise”, disse o presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher, no comunicado.

Itaú Unibanco vai doar R$ 1 bilhão para combater o novo coronavírus