– A Política de Preços Flutuantes da Petrobrás

A Petrobrás oficializou o que vem chamado pelos economistas de política flutuante. Ou seja, muda o preço conforme a variação no mercado internacional. Isso faz com que as oscilações possam ser diárias. Quem recebeu combustível na 6ª e sábado, pagou caro e teve que reajustar. Se der sorte de comprar na baixa, dá para vender mais barato.
Veremos os preços dessa semana para ver o que acontece. Está cada vez mais difícil essa política de preços…

Como se programar financeiramente? E o consumidor, como fica? É uma gangorra de valores!

Repare que na alta, sobe rapidinho. Mas na baixa…

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– A Compra da Liquigás pela Ultragaz: o CADE realmente proibirá?

A Ultragaz (que é da Ipiranga) quer comprar a Liquigás (que é da Petrobrás). Para tanto, em novembro de 2016 ofereceu R$ 2,8 bilhões pela aquisição.

Porém, nessa semana o CADE (que barrou a compra da Alesat pela Ipiranga) reafirmou que a complexa operação pode não ser realizada. Quem agradece é a Nacional Gás, da Família Queiroz (dona da Rede Verde Mares de Comunicação e da água Minalba).

Aliás, segundo as projeções do Governo, o botijão de gás deverá custar quase R$ 100,00 até dezembro de 2017!

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– Os 7 únicos listados mais ricos do mundo da Forbes

Na semana passada, por algumas horas, Jeff Pezos (O dono da Amazon) tornou-se o homem mais rico do mundo (por algumas horas, acumulando US$ 90 bilhões), superando Bill Gates (Microsoft), que estava há 18 anos consecutivos como número 1 da relação.

Mas você sabia que a lista da Revista Forbes, que há 30 anos faz o ranking, só teve 7 nomes diferentes no topo?

Além de Pezos (por horas) e Gates (por anos), figuraram na lista: Amancio Ortega, dono da rede de lojas Zara, Warren Buffett (investidor financeiro e dono da holding Berkshire Hathaway), Carlos Slim (dono da America Movil, que controla a Claro), Yoshiaki Tsutsumi (Seibu Group, imobiliário) e Taikicho Mori (Tokio, construtora).

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– 3o Aumento dos Combustíveis e a Liminar contra o Governo!

Esse país enlouqueceu, definitivamente.

Eis que a Petrobrás anunciou um novo reajuste na Gasolina em 1,9% e do Diesel em 1,4% a partir de 4a feira, dia 26 de julho.

Se não bastasse isso, sabemos que na última semana tivemos dois aumentos: os dos impostos e do combustível em si (vide sobre o ocorrido aqui: http://wp.me/p4RTuC-jxx). Será o 3o reajuste em menos de 7 dias!

Há pouco, o juiz federal Renato Coelho Borelli, da 20a Vara de Brasília, concedeu uma liminar que suspende o 1o aumento, o de impostos, alegando que “esse tipo de aumento não pode ser por decreto, mas só por projeto de lei”.

Quanto tempo a cassarão?

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– Dois Aumentos nos Combustíveis em menos de 24h! Como isso é possível?

Tivemos absurdamente dois reajustes nos preços dos combustíveis seguidamente:

1) De 5a para 6a feira, à noite, o Governo Federal aumentou os tributos dos combustíveis.

2) Na 6a feira à tarde, a Petrobrás aumentou o preço dos produtos.

Para acompanhar tudo isso, houve o disparo do preço do Etanol devido ao consumo e escassez (por culpa da demanda).

Assim, um dos impostos da Gasolina (a CIDE) saltou de R$ 0,3816 para R$ 0,792 em cada litro! Fora o aumento do PIS e COFINS, além do reajuste anunciado hoje.

O Ministro da Fazenda Henrique Meirelles disse na Globonews que o aumento poderia chegar até dois dígitos, e acreditou-se que chegaria aos R$ 0,10. Ledo engano… Quando divulgado o primeiro aumento, percebeu-se que atingiria mais de R$ 0,40, e com o reajuste dessa 6a feira, dependendo da região, atingiu R$ 0,50.

O duro é o presidente Michel Temer declarar que:

“O povo brasileiro saberá compreender esse pequeno aumento neste momento difícil”.

Entender como, cara-pálida? “Pequeno”? Onde?

Para cobrir o déficit fiscal causado pelos políticos, o contribuinte é quem pagará a conta? E os senhores políticos nada fazem para aliviar o custo do Estado?

Não me venha com discurso ideologista nessa hora, atacando a herança do PT, a gestão do PMDB ou o legado de FHC pelo PSDB: todos são culpados por tornarem a Petrobrás de 5a maior petroleira do mundo em maior empresa endividada do planeta – sendo gerida por um Governo que não corta suas despesas, em um país cujo povo permite mordomias aos políticos e autoridades das 3 esferas, sem se manifestar como deveria: nas urnas!

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– A Copa Paulista vale a pena aos clubes grandes?

A Copa Paulista de Futebol é a única competição profissional que a FPF promove no 2o Semestre. Ela se destina a dar atividade para os clubes da Série A1, A2 e A3 do Paulistão que não estão em nenhuma das 4 divisões do Campeonato Brasileiro e que não teriam calendário.

Aos pequenos, é oportunidade para se preparar ao ano seguinte ou tentar uma vaga para a série D ou na Copa do Brasil. Para os grandes, como o São Paulo e Santos, é oportunidade para dar chances aos garotos que estouraram a idade e aos jovens que estão em teste. Além disso, serve para dar esperança de renascimento a outros, como a Portuguesa que, eliminada da 4a divisão do Brasileirão, disputa o torneio e venceu no último domingo o Juventus no Canindé por 3×0 (para um público de 2.148 pessoas e uma renda líquida de R$ 16.842,00).

Entretanto, será que o custo final desse torneio para os clubes vale a pena? Um exemplo é o São Paulo FC. Veja: no último sábado, o colossal estádio do Morumbi foi aberto para o jogo entre SPFC B x Atibaia. O Tricolor não conseguiu vencer o Atibaia (que fez seu primeiro jogo profissional na sua história no Estádio Cícero Pompeu de Toledo), empatando em 1×1 (a fase é ruim até para o time B). Mas me chamou a atenção o borderô: 169 pessoas testemunharam a partida (113 entradas inteiras, 38 meias para o time da casa, e 14 entradas inteiras e 4 meias para o visitante). A Renda Bruta foi de R$ 1.480,00. Mas desse valor, descontou-se o aluguel de R$ 1.490,00 da ambulância, R$ 286,00 do custo de confecção dos ingressos, R$ 3,21 de “Seguro Torcedor” exigido pela FPF, R$ 74,00 de INSS e R$ 1.240,00 em “despesas diversas não especificadas”. Total = prejuízo de R$ 1.613,21.

Imagine agora o custo de manutenção do Morumbi, o valor pago aos funcionários do clube (bilheteiros, faxineiros) e outras saídas para “se abrir” um estádio daquele porte (energia elétrica, água, desgaste do gramado, limpeza).

Será que vale a pena?

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– Planejamos novas receitas em nossa vida profissional?

Buscamos uma fonte de renda alternativa, independente de nossos empregos?
É isso que essa matéria discute: sobre novos recursos financeiros, independente da demissão do emprego ou se é desejo de incremento.

Muito bom! Compartilho, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2017/07/1897575-profissional-deve-desenhar-seu-plano-b-no-auge-diz-administrador.shtml

PROFISSIONAL DEVE DESENHAR SEU PLANO B NO AUGE

Por Carolina Muniz

O que fazer logo depois de ser demitido: descansar ou agir rápido? Vale a pena investir o dinheiro da rescisão em um novo negócio? No recém-lançado “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira”, o administrador e palestrante Marcelo Simonato, 39, dá um passo a passo de como conquistar uma nova vaga -desde a formulação do currículo até a chegada à empresa. Em entrevista, ele fala sobre como planejar a carreira em tempos de instabilidade.

RAIO-X

Idade 39 anos
Atuação Diretor financeiro da consultoria Everis, palestrante e mentor
Formação Administração de empresas e comércio exterior pela Universidade Paulista; MBA em finanças empresariais pele FGV; e MBA em gestão empresarial pela Lassale University, na Filadélfia (EUA)
Obra “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira” (editora Preparando Recursos, 127 págs., R$ 30)*

Folha – Qual é o maior erro que os profissionais costumam cometer ao serem demitidos?
Marcelo Simonato – Um grande equívoco é aproveitar a demissão para tirar um tempo de descanso como recompensa por tantos anos de trabalho. Quando a pessoa sai da empresa, carrega por um curto espaço de tempo o sobrenome da organização, um cartão de visitas que pode abrir portas. Se tirar férias durante esse período, esse sobrenome pode acabar esfriando. Então, assim que a demissão acontece, o primeiro passo é comunicá-la a colegas, clientes e fornecedores. Não é preciso ter vergonha por estar desempregado. Em boa parte dos casos, é exatamente por uma indicação desses contatos que surgem novas oportunidades de trabalho.

Como deve ser a rotina do profissional que está em busca de de uma recolocação?
Ele deve encarar a procura por emprego como um novo projeto na carreira, que requer planejamento e disciplina como qualquer outro. Não estou dizendo que ele tem de ficar 12 horas em frente ao computador. Aliás, isso não é eficaz e gera ainda mais estresse. O mais interessante é ter uma rotina bem definida de trabalho, de cerca de três horas pela manhã e outras três à tarde. No tempo livre, é importante se exercitar e ficar com a família. Afinal, de nada adianta encontrar vagas, mas não estar bem emocionalmente na hora das entrevistas.

Quanto tempo vale procurar antes de aceitar uma posição abaixo das expectativas?
Primeiro, é preciso entender se a nomenclatura do cargo que o profissional ocupava anteriormente é compatível com a realidade atual do mercado. Em alguns casos, a pessoa descobre que era gerente na empresa em que trabalhava, mas hoje já se exige mais dessa posição. Aí, ela tem duas alternativas: ou procura emprego para um cargo inferior ou busca se qualificar para preencher essas lacunas. Se o indivíduo tem reservas financeiras, pode continuar batalhando. Se não, é preciso deixar o ego de lado.

Quando perguntado sobre pretensão salarial, o candidato está com receio de fazer exigências? Como negociar?
Sim, muitos estão aceitando qualquer coisa. O profissional não pode derrubar o valor do seu salário logo de cara. Precisa valorizar sua experiência dentro do que a empresa está buscando. Ele pode dizer que imagina receber um valor próximo ao que ganhava na ocupação anterior, mas está aberto a uma proposta da empresa. Provavelmente, o entrevistador vai dizer que o mercado não está pagando tudo isso. Aí, começa a negociação. Nesse momento, ele não pode focar apenas no salário, mas deve usar também os benefícios para chegar em um acordo mais vantajoso.

Como planejar a carreira para se sentir mais seguro diante das incertezas?
É comum a pessoa ficar desempregada e querer montar um negócio. Ela nunca foi empresária e tenta fazer isso com o último recurso que lhe resta. O que acontece, normalmente, é que a empresa quebra alguns anos depois. Por isso, o indicado é começar uma atividade paralela quando ainda se está na ativa, mesmo no auge da carreira. Escolha uma ocupação que tenha prazer em fazer nas horas livres sem se preocupar em transformar isso na sua fonte principal de renda. Numa situação de desemprego, você já terá um plano B desenvolvido.

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Por Marcelo Justo / Folhapress

– No Exterior, com pesar, Takata corre risco de falir!

Me recordo de como sempre foi respeitada a Petri, indústria da área automotiva, aqui em Jundiaí. Continuou a ser um primor quando foi adquirida pela Takata; só que agora, vive um capítulo novo: pode ver falir suas unidades no Exterior, com uma dívida de 8 bilhões de euros.

Tomara que não respingue na sua unidade em Jundiaí!

Abaixo, extraído da Isto É Dinheirohttp://www.istoedinheiro.com.br/fabricante-de-airbags-takata-afunda-na-bolsa-de-toquio-e-se-aproxima-da-falencia/

FABRICANTE DE AIRBAGS TAKATA AFUNDA NA BOLSA DE TÓQUIO E SE APROXIMA DA FALÊNCIA

A empresa japonesa Takata, acusada de vender durante anos airbags defeituosos em todo o mundo, que provocaram diversas mortes, viu sua ação desabar 16,5% nesta segunda-feira na Bolsa de Tóquio e poderia declarar falência nos próximos dias, segundo a imprensa.

A ação da empresa era negociada 404 ienes no fim da sessão, 80 a menos que na quinta-feira à noite.

Na sexta-feira, as autoridades suspenderam a cotação da empresa depois que circulou a informação sobre a falência iminente da Takata, mas a companhia afirmou que “nada estava decidido”.

Desde o início do ano, as ações da empresa perderam quase 60% de seu valor.

De acordo com o jornal econômico Nikkei, a declaração de falência, que deve passar por várias etapas no Japão, Estados Unidos e Europa, deve estar pronta antes da assembleia geral de acionistas, em 27 de junho.

O jornal afirma que a Takata tem dívidas de até um trilhão de ienes (quase 8 bilhões de euros).

A empresa, que está próxima de completar 80 anos, é acusada de ter dissimulado durante anos uma falha em seus airbags que provocava a explosão do equipamento, projetando fragmentos contra o motorista ou os passageiros.

Desde a divulgação do caso em 2014, quase 100 milhões de airbags da marca passaram por um recall, o maior número na história da indústria automobilística.

Até o momento foram registradas 16 mortes, 11 delas nos Estados Unidos.

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– A queda abrupta do uso e da emissão e cartões de crédito

Leio que Itaú e Banco do Brasil, juntos, cortaram 1,2 milhão de cartões de créditos de clientes da classe C. Bradesco e Santander não divulgam seus números, mas cometem a mesma ação.

Motivo: o risco da inadimplência.

Também caiu o uso por parte dos clientes, por uma simples causa: quando chega a fatura, não se tem dinheiro para pagar…

Sintomas de um país em crise!

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– O Novo Aumento dos Combustíveis chegou!

E o aumento dos combustíveis, “presenteado” em meio ao último feriado?

Pouca gente percebeu, mas a Gasolina subiu em média R$ 0,05 e o Diesel R$ 0,10. Tudo na surdina! 

FHC fazia isso em seu Governo. Lula também. Dilma idem. E Temer mantém a tradição de permitir aumentos de preços enquanto as pessoas estão distraídas. Mas se é redução… cai quase nada e se faz um estardalhaço!

Aqui:
http://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/petrobras-anuncia-aumento-para-gasolina-e-o-diesel/

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– A boa notícia dos saques das contas inativas do FGTS

Ufa, enfim um possível agrado aos trabalhadores: provavelmente, a partir do dia 13 de março a Caixa Econômica Federal liberará o soldo das contas do FGTS que estão inativas (se você saiu de alguma empresa e o dinheiro está lá parado, poderá sacar). Para tanto, a Caixa estuda abrir suas agências aos sábados e domingos para dar contas do movimento.

Quem tem conta no próprio banco, poderá transferir por meios eletrônicos o valor. Quem não tem, “aguente a burocracia”.

Que chegue logo dia 13!

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– As pessoas mais ricas do Mundo e do Brasil

A ONG Oxfam, que faz levantamentos sobre riquezas e tabula dados munda afora, mostrou a lista dos atuais cidadãos mais ricos do mundo.

Veja só (em bilhões de dólares):

  • Bill Gates (EUA / Microsoft) – 75
  • Amancio Ortega (Espanha / Inditex) – 67
  • Warren Buffett (EUA / Berkshire Hathaway) – 60,8
  • Carlos Slim (México / Grupo Carso) 50
  • Jeff Bezos (EUA / Amazon) – 45,2
  • Mark Zuckerberg (EUA / Facebook) – 44,6
  • Larry Ellison (EUA / Oracle) – 43,6
  • Michael Bloomberg (EUA / Bloomberg) – 40

Já os brasileiros mais ricos são:

  • Jorge Paulo Lemann (Ambev) – 27,8
  • Joseph Safra (Safra) – 17,2
  • Marcel Herrmann Telles (Ambev) – 13
  • Carlos Alberto Sicupira (Ambev) – 11,3
  • Eduardo Saverin (Facebook) – 6,2
  • João Roberto Marinho (Globo) – 4,3

E sabe o que isso significa? Um número ainda mais impressionante: 1% dos cidadãos mais ricos do mundo tem mais dinheiro do que os 99% restantes do planeta!

Uau…

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– Como frear a China?

Com os gastos exorbitantes no futebol (em especial pelas equipes chinesas), uma ideia não tão velha ressurge: um teto aos salários com valores estipulados mundialmente.

Em 2014, neste blog, defendemos essa ideia no Brasil, visando a saúde financeira dos clubes, quebrados por pagarem o que não podiam. Abaixo:

PISO E TETO NOS SALÁRIOS DE FUTEBOL

Os clubes de futebol brasileiros estão quebrados financeiramente, isso é fato. Certamente, atletas como Fred ou Valdívia, se fossem contratados hoje, não receberiam tanto dinheiro.

A inflação nos salários vivida recentemente lembrou os anos 90, quando a Parmalat começou a repatriar jogadores com salários a nível europeu. Recentemente, alguns atletas também foram trazidos do Velho Continente a salário alto, mas não no auge da carreira.

Também os treinadores vivem essa alta: será que a majoração que se vê não está fora da realidade?

Talvez. Mas para a saúde financeira dos clubes, não deveriam se unir para a criação de um teto salarial, ao mesmo tempo em que os atletas deveriam lutar por um piso?

É chegada a hora de repensar os custos. Ou não?

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– As Estatais e o dinheiro gasto em Patrocínios

Os dados podem ser acessados na Internet por qualquer pessoa devido a Lei de Acesso à Informação. E eles mostram que entre 2012 e 2016, 7 estatais gastaram R$ 1,86 bi com patrocínios esportivos.

Será que elas tiveram algum retorno do investimento?

Veja só quanto investiram (e reflita se valeu a pena):

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL: R$ 730.000.000,00

CORREIOS: R$ 465.207.307,00

BANCO DO BRASIL: R$ 463.432.000,00

PETROBRÁS: R$ 77.895.476,00

BNDES: R$ 65.100.000,00

ELETROBRÁS: R$ 47.151.256,00

INFRAERO: R$ 11.250.000,00

É nosso dinheiro aplicado em marketing esportivo. Será que precisava de tanto?

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– Os Aumentos do Etanol, da Gasolina e do Diesel

Bem discretamente, o Governo autorizou o novo aumento dos combustíveis por diversos modos. No dia 01 de janeiro, tirou um incentivo ao Etanol e o preço subiu significativamente (quase R$ 0,10). Idem à Gasolina com seus R$ 0,05.

Na última 5a feira à noite, subiu o Diesel em R$ 0,15, onerando os fretes pelo país afora.

Quer dizer que os políticos quebram a Petrobrás e o cidadão brasileiro paga a conta?

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