– 6 brasileiros que se igualam a 100 milhões de compatriotas financeiramente pobres!

Que coisa! Leio na Revista Isto É sobre os 6 brasileiros mais ricos do mundo. São eles:

1- Jorge Paulo LemannnAb Inbev,

2- Joseph SafraBanco Safra,

3- Marcel Telles Ab Inbev,

4- Carlos SicupiraAb Inbev,

5- Eduardo SaverinFacebook,

6- Ermírio Pereira de MoraesVotorantim.

A soma da fortuna desses 6 empreendedores equivale aos 100 milhões de brasileiros mais pobres!

Uau!

E segundo a Agência de Estudos de Desenvolvimento Social Oxfam, se esses milionários somassem seus patrimônios, e se gastassem 1 milhão de reais por dia, levariam 36 anos para ficarem sem dinheiro.

É mole?

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– As 10 marcas mais famosas do mundo na atualidade!

Valendo quase 185 bilhões de dólares, a Apple foi eleita a marca mais valiosa do mundo!

Em segundo lugar, está o Google. Medalha de Bronze para a Microsoft. E do quarto ao décimo lugar estão, nessa ordem: Coca-cola, Amazon, Samsung, Toyota, Facebook, Mercedes-Benz e IBM.

Abaixo, extraído de: https://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economia-e-negocios/microsoft-passa-coca-cola-e-vira-3ª-marca-mais-valiosa-do-mundo/ar-AAssXJv

MICROSOFT PASSA COCA-COLA E VIRA 3ª MARCA MAIS VALIOSA DO MUNDO

Apple e Google são as marcas mais valiosas do planeta pelo quinto ano consecutivo, segundo o ranking organizado pela consultoria Interbrand, anunciado nesta segunda-feira (25).

Em terceiro lugar está a Microsoft, que estava em quarto no ano passado e teve uma valorização de 5%. Já a Coca-Cola, que estava no terceiro lugar do ranking em 2016, registrou queda de 5% em seu valor e passou para o quarto lugar.

Depois, estão Amazon, Samsung, Toyota, Facebook, Mercedez-Benz, IBM, GE, McDonald’s, BMW, Disney, Intel, Cisco e Oracle, nessa ordem.

O valor atribuído à Apple é de US$ 184,1 bilhões (R$ 581,8 bilhões), do Google, US$ 141,7 bilhões (R$ 447,8 bilhões), e da Microsoft, US$ 80 bilhões (R$ 252 bilhões).

A marca com maior valorização no ano foi o Facebook, com 48% de crescimento. A empresa foi do 15º lugar para o oitavo e hoje vale US$ 48 bilhões (R$ 152 bilhões).

A Interbrand se baseia em três critérios: o resultado financeiro dos produtos e serviços vendidos sob a marca estudada, o papel da marca e sua influência na escolha do consumidor e a força da marca, ou seja, sua capacidade para criar uma vantagem competitiva e garantir as receitas futuras da empresa.

Nenhuma marca brasileira aparece na pesquisa. As cem marcas mais valiosas do ranking somam US$ 1,9 trilhão (R$ 5,9 trilhões). O varejo é o setor que mais cresceu, seguido de artigos esportivos. Com informações da Folhapress.

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– Mais um Aumento da Gasolina. De novo?

Perdi a conta de quantos “mini-aumentos”, fora os mais significativos reajustes, já ocorreram somente no mês de setembro nos combustíveis.

Qual é a do Governo? Fazer o consumidor pagar o custo do Petrolão? Cada motorista pagará quanto pelo dinheiro desviado da Petrobrás?

Nesta terça-feira, mais 2,4% de aumento para a Gasolina!

Abaixo, sobre a “explosão dos preços” nas bombas dos postos,

extraído de: https://tvtecjundiai.com.br/news/2017/09/12/economia-gasolina-sobe-e-atinge-recorde-de-r-385-na-bomba/

GASOLINA SOBE E ATINGE RECORDE DE R$ 3,85 NA BOMBA

O preço médio da gasolina para o consumidor brasileiro atingiu na semana passada o valor recorde no ano de R$ 3,85 por litro. Os dados são do Levantamento de Preços e de Margens de Comercialização de Combustíveis (LPMCC) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), feito entre os dias 3 e 9 deste mês e divulgado nesta terça-feira, 12. A pesquisa analisou 3.160 postos e encontrou preço mínimo de venda da gasolina de R$ 3,149 e máximo de R$ 4,950. Para as distribuidoras, o preço médio da gasolina por litro alcançou R$ 3,410.

Em relação ao etanol, o preço médio por litro vendido para consumo foi de R$ 2,612 na semana pesquisada, atingindo valor de R$ 2,265 na distribuidora. Já o litro de diesel chegou ao consumidor pelo preço médio de R$ 3,150 e à distribuidora por R$ 2,759.

O Levantamento de Preços e Margens de Comercialização de Combustíveis abrange preços pesquisados em 459 localidades brasileiras.

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– Se eu quiser comprar o Corinthians ou o Flamengo, quanto eu pagarei?

Roda o mundo a manchete de que o multibilionário Tilman Fertitta pagou quase 9 bilhões de reais pelo time de basquetebol do Houston Rockets. A equipe pertencia a Leslie Alexander, que há 25 anos a comprou por menos de R$ 350 mi.

Claro que aqui existe a inflação, a valorização e a oportunidade do negócio. Mas o lucro é impressionante.

Os diversos investidores chineses, “novos players” no mercado do esporte, compraram clubes de futebol mundo afora (vide Internazionale e Milan). Russos (como Abramovich no Chelsea), americanos (como os proprietários da Roma e do Manchester United) ou magnatas de diversos países do mundo árabe (como no Manchester City ou PSG) também gastam fortunas na aquisição de equipes.

E aqui no Brasil? Existem alguns poucos clubes empresas, como Audax, J Malucelli e Red Bull. Mas se algum milionário fizesse uma proposta para comprar um clube reconhecidamente de grande torcida (como os sabidos times de massa Corinthians ou Flamengo), quanto deveriam oferecer para que se considerasse “proposta irrecusável”?

Enquanto isso, os times pequenos vivem de apoio (ou tentativa) da comunidade local. Vide o nosso Paulista de Jundiaí…

Se tivéssemos uma “tabela de venda”, quanto valeria seu time? Considere torcida, potencial, patrimônio, história…

Difícil mensurar, não?

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– O 3o Aumento dos Combustíveis em 5 dias de Setembro! Mais de 10%?

Estamos no dia 05 de setembro. Na 6a feira, publicamos aqui no blog que a Gasolina havia aumentado 4,2%, por conta do furacão Harvey que teria comprometido a produção de petróleo no Texas (EUA). No sábado, outro aumento: 2,7%, para o realinhamento de preços da Petrobras, que, segundo a empresa, estava com os valores defasados. E hoje, 3a feira, todos foram surpreendidos com mais um aumento: 3,3%, por conta do aumento de preço nos EUA (ainda devido ao furacão), embora no mercado internacional os derivados de petróleo estejam em baixa.

Ou seja, em 5 dias de setembro, 3 aumentos que já ultrapassaram 10% no preço da Gasolina, além do aumento do preço do Óleo Diesel. E se o Brasil é movido a Diesel (o combustível dos caminhões), como se diz que o frete dos alimentos não aumentou e a inflação é, segundo o Governo, insignificante?

Repito o que tenho dito: somos nós que estamos pagando a conta do Petrolão!

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– A Contaminação das Cédulas de Real

Já imaginaram quantas pessoas põe a mão no dinheiro, do trajeto da Casa da Moeda até as nossas mãos? E do nosso bolso pelo comércio afora, quantas e que tipos de pessoas as pegam? E em que ambiente elas passam? E como se contaminam?

Pois bem: Universidade comprova que 80% das cédulas de Real que circulam no Brasil contém resíduos de COCAÍNA. Nas notas de dólar, nos EUA (especificamente Washington), o número atinge impressionantes 95%.

Assustador, não? Mas acalme-se: a quantidade é insignificante para trazer danos graves à saúde, segundo o mesmo estudo.

Abaixo, a matéria (de 4 anos( extraída da Folha de São Paulo, 08/06/2013, Caderno cotidiano, pg 1

NOTAS DE REAL TEM TRAÇOS DA DROGA, DIZ ESTUDO

Um estudo realizado pela Universidade de Massachusetts em 2009 em mais de 30 cidades de cinco países concluiu que 80% das cédulas de dinheiro que circulam no Brasil têm traços de cocaína.

Foram avaliadas dez notas no país. O Brasil foi superado apenas por Canadá, que, de acordo com o teste, tem 85% das notas contaminadas, e Estados Unidos.

A pesquisa diz que cerca de 95% das notas de dólar que circulam em Washington têm vestígios de cocaína. Em Boston, Baltimore e Detroit, os índices são de 80%.
Ainda de acordo com dados da pesquisa, a China e o Japão foram os países que apresentaram o menor nível de cocaína no dinheiro em circulação.
De acordo com os cientistas, as cédulas conservam restos da droga quando são usadas como “canudo” para inalação. Essas notas podem acabar contaminado outras que não serviram para consumir cocaína.
Segundo Yuegang Zuo, o autor da pesquisa, de maneira geral aumentou o número de cédulas com vestígios da droga nos últimos anos.
“Não sabemos com certeza por que houve esse aparente aumento, mas ele pode estar relacionado à crise econômica mundial, que fez com que mais pessoas estressadas recorressem à cocaína”, disse.

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– Empresas com Síndrome de Highlander!

Conhecem essa síndrome empresarial? Pois é: ela é creditada àquelas que querem ser únicas no mercado. E são muito conhecidas de nós!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI254244-16642,00-SO+PODE+HAVER+UM.html

SÓ PODE HAVER UM

Varejo, alimentação, aviação… O Brasil bate recorde sobre recorde de fusões. São empresas com síndrome de Highlander, querendo decepar os concorrentes – e incorporar sua força

Por Antonio Félix

“Só pode haver um!”, grita o guerreiro Victor Kruger (Clancy Brown) ao atacar Connor Macleod (Christopher Lambert), no filme Highlander, o guerreiro imortal, de 1986. Os dois fazem parte de uma raça de imortais, que por alguma misteriosa razão sentem uma irrefreável vontade de buscar, atacar e aniquilar uns aos outros. A única maneira é decapitando o adversário. E o jogo (e o filme) só acaba quando restar apenas um.
Empresas também não morrem de causas naturais. No Brasil de hoje, perecem, na maioria das vezes, quando um rival se aproxima e, após uma árdua batalha, desfere um golpe que lhes afasta a cabeça do corpo. Como no filme, o vencedor da batalha fica mais forte, mais apto para a próxima luta. A única diferença é que o Highlander corporativo sai por aí com uma cabeça comandando dois, três, às vezes vários corpos. Ah, sim, e a cabeça decepada costuma sobreviver, bem mais rica que antes, sem ter mais de atender às necessidades daquele corpo estranho. (Em alguns casos, porém, um corpo duplo fica também com duas cabeças por algum tempo.)
O mercado do varejo teve recentemente várias batalhas dessas. O guerreiro Ricardo Eletro decepou a Insinuante, formando um corpo chamado Máquina de Vendas. A guerreira Magazine Luiza apossou-se em junho das Lojas do Baú – e ficou mais forte que o Ricardo, preparando-se para a batalha com a dupla Casas Bahia-Ponto Frio (sob o comando de outra cabeça, o Pão de Açúcar). Mas eis que Ricardo decepou a Shopping Eletro, em julho, e voltou a passar a guerreira Luiza.
No mercado da aviação, TAM e Gol fazem as vezes de Kruger e Macleod. A TAM batalha (amigavelmente) com a Trip, e a Gol decapitou no mês passado a Webjet. Na alimentação, a Perdigão digere a Sadia, a JBS colou na Bertin. São os exemplos mais novos de um fenômeno que atinge inúmeras empresas, de incontáveis setores. Todo mundo pensa que é Highlander.
Para entender o motivo de tantos combates, é preciso retroceder até outra guerra. Em meados dos anos 40, nos primeiros momentos pós-Segunda Guerra Mundial, a televisão voltava a funcionar, depois de anos de interrupção por causa do conflito. Era o estopim para um período de expansão das comunicações, que desembocou no advento da internet, nos anos 80, e em seu constante desenvolvimento, até os dias de hoje. Esse é um tempo caracterizado pelo fluxo de informações quase sem barreiras.
“Nesses anos, houve uma queda dramática dos custos de informação”, diz Claudio Felisoni de Angelo, economista, presidente do Provar, núcleo especializado em varejo fundado por professores da USP, e do Ibevar, instituto de executivos do mesmo ramo. Com tanta informação circulando livremente, os produtos e serviços ficaram muito mais fáceis de ser copiados. Por isso, são hoje tão parecidos. Isso significa que não se pode cobrar muito caro por nada. Aumente o preço um pouquinho, e logo surge alguém disposto a vender pelo seu preço antigo. Mantenha o seu preço velho, e logo surgirá alguém vendendo por menos.

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– A Política de Preços Flutuantes da Petrobrás

A Petrobrás oficializou o que vem chamado pelos economistas de política flutuante. Ou seja, muda o preço conforme a variação no mercado internacional. Isso faz com que as oscilações possam ser diárias. Quem recebeu combustível na 6ª e sábado, pagou caro e teve que reajustar. Se der sorte de comprar na baixa, dá para vender mais barato.
Veremos os preços dessa semana para ver o que acontece. Está cada vez mais difícil essa política de preços…

Como se programar financeiramente? E o consumidor, como fica? É uma gangorra de valores!

Repare que na alta, sobe rapidinho. Mas na baixa…

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– A Compra da Liquigás pela Ultragaz: o CADE realmente proibirá?

A Ultragaz (que é da Ipiranga) quer comprar a Liquigás (que é da Petrobrás). Para tanto, em novembro de 2016 ofereceu R$ 2,8 bilhões pela aquisição.

Porém, nessa semana o CADE (que barrou a compra da Alesat pela Ipiranga) reafirmou que a complexa operação pode não ser realizada. Quem agradece é a Nacional Gás, da Família Queiroz (dona da Rede Verde Mares de Comunicação e da água Minalba).

Aliás, segundo as projeções do Governo, o botijão de gás deverá custar quase R$ 100,00 até dezembro de 2017!

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– Os 7 únicos listados mais ricos do mundo da Forbes

Na semana passada, por algumas horas, Jeff Pezos (O dono da Amazon) tornou-se o homem mais rico do mundo (por algumas horas, acumulando US$ 90 bilhões), superando Bill Gates (Microsoft), que estava há 18 anos consecutivos como número 1 da relação.

Mas você sabia que a lista da Revista Forbes, que há 30 anos faz o ranking, só teve 7 nomes diferentes no topo?

Além de Pezos (por horas) e Gates (por anos), figuraram na lista: Amancio Ortega, dono da rede de lojas Zara, Warren Buffett (investidor financeiro e dono da holding Berkshire Hathaway), Carlos Slim (dono da America Movil, que controla a Claro), Yoshiaki Tsutsumi (Seibu Group, imobiliário) e Taikicho Mori (Tokio, construtora).

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– 3o Aumento dos Combustíveis e a Liminar contra o Governo!

Esse país enlouqueceu, definitivamente.

Eis que a Petrobrás anunciou um novo reajuste na Gasolina em 1,9% e do Diesel em 1,4% a partir de 4a feira, dia 26 de julho.

Se não bastasse isso, sabemos que na última semana tivemos dois aumentos: os dos impostos e do combustível em si (vide sobre o ocorrido aqui: http://wp.me/p4RTuC-jxx). Será o 3o reajuste em menos de 7 dias!

Há pouco, o juiz federal Renato Coelho Borelli, da 20a Vara de Brasília, concedeu uma liminar que suspende o 1o aumento, o de impostos, alegando que “esse tipo de aumento não pode ser por decreto, mas só por projeto de lei”.

Quanto tempo a cassarão?

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– Dois Aumentos nos Combustíveis em menos de 24h! Como isso é possível?

Tivemos absurdamente dois reajustes nos preços dos combustíveis seguidamente:

1) De 5a para 6a feira, à noite, o Governo Federal aumentou os tributos dos combustíveis.

2) Na 6a feira à tarde, a Petrobrás aumentou o preço dos produtos.

Para acompanhar tudo isso, houve o disparo do preço do Etanol devido ao consumo e escassez (por culpa da demanda).

Assim, um dos impostos da Gasolina (a CIDE) saltou de R$ 0,3816 para R$ 0,792 em cada litro! Fora o aumento do PIS e COFINS, além do reajuste anunciado hoje.

O Ministro da Fazenda Henrique Meirelles disse na Globonews que o aumento poderia chegar até dois dígitos, e acreditou-se que chegaria aos R$ 0,10. Ledo engano… Quando divulgado o primeiro aumento, percebeu-se que atingiria mais de R$ 0,40, e com o reajuste dessa 6a feira, dependendo da região, atingiu R$ 0,50.

O duro é o presidente Michel Temer declarar que:

“O povo brasileiro saberá compreender esse pequeno aumento neste momento difícil”.

Entender como, cara-pálida? “Pequeno”? Onde?

Para cobrir o déficit fiscal causado pelos políticos, o contribuinte é quem pagará a conta? E os senhores políticos nada fazem para aliviar o custo do Estado?

Não me venha com discurso ideologista nessa hora, atacando a herança do PT, a gestão do PMDB ou o legado de FHC pelo PSDB: todos são culpados por tornarem a Petrobrás de 5a maior petroleira do mundo em maior empresa endividada do planeta – sendo gerida por um Governo que não corta suas despesas, em um país cujo povo permite mordomias aos políticos e autoridades das 3 esferas, sem se manifestar como deveria: nas urnas!

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– A Copa Paulista vale a pena aos clubes grandes?

A Copa Paulista de Futebol é a única competição profissional que a FPF promove no 2o Semestre. Ela se destina a dar atividade para os clubes da Série A1, A2 e A3 do Paulistão que não estão em nenhuma das 4 divisões do Campeonato Brasileiro e que não teriam calendário.

Aos pequenos, é oportunidade para se preparar ao ano seguinte ou tentar uma vaga para a série D ou na Copa do Brasil. Para os grandes, como o São Paulo e Santos, é oportunidade para dar chances aos garotos que estouraram a idade e aos jovens que estão em teste. Além disso, serve para dar esperança de renascimento a outros, como a Portuguesa que, eliminada da 4a divisão do Brasileirão, disputa o torneio e venceu no último domingo o Juventus no Canindé por 3×0 (para um público de 2.148 pessoas e uma renda líquida de R$ 16.842,00).

Entretanto, será que o custo final desse torneio para os clubes vale a pena? Um exemplo é o São Paulo FC. Veja: no último sábado, o colossal estádio do Morumbi foi aberto para o jogo entre SPFC B x Atibaia. O Tricolor não conseguiu vencer o Atibaia (que fez seu primeiro jogo profissional na sua história no Estádio Cícero Pompeu de Toledo), empatando em 1×1 (a fase é ruim até para o time B). Mas me chamou a atenção o borderô: 169 pessoas testemunharam a partida (113 entradas inteiras, 38 meias para o time da casa, e 14 entradas inteiras e 4 meias para o visitante). A Renda Bruta foi de R$ 1.480,00. Mas desse valor, descontou-se o aluguel de R$ 1.490,00 da ambulância, R$ 286,00 do custo de confecção dos ingressos, R$ 3,21 de “Seguro Torcedor” exigido pela FPF, R$ 74,00 de INSS e R$ 1.240,00 em “despesas diversas não especificadas”. Total = prejuízo de R$ 1.613,21.

Imagine agora o custo de manutenção do Morumbi, o valor pago aos funcionários do clube (bilheteiros, faxineiros) e outras saídas para “se abrir” um estádio daquele porte (energia elétrica, água, desgaste do gramado, limpeza).

Será que vale a pena?

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– Planejamos novas receitas em nossa vida profissional?

Buscamos uma fonte de renda alternativa, independente de nossos empregos?
É isso que essa matéria discute: sobre novos recursos financeiros, independente da demissão do emprego ou se é desejo de incremento.

Muito bom! Compartilho, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2017/07/1897575-profissional-deve-desenhar-seu-plano-b-no-auge-diz-administrador.shtml

PROFISSIONAL DEVE DESENHAR SEU PLANO B NO AUGE

Por Carolina Muniz

O que fazer logo depois de ser demitido: descansar ou agir rápido? Vale a pena investir o dinheiro da rescisão em um novo negócio? No recém-lançado “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira”, o administrador e palestrante Marcelo Simonato, 39, dá um passo a passo de como conquistar uma nova vaga -desde a formulação do currículo até a chegada à empresa. Em entrevista, ele fala sobre como planejar a carreira em tempos de instabilidade.

RAIO-X

Idade 39 anos
Atuação Diretor financeiro da consultoria Everis, palestrante e mentor
Formação Administração de empresas e comércio exterior pela Universidade Paulista; MBA em finanças empresariais pele FGV; e MBA em gestão empresarial pela Lassale University, na Filadélfia (EUA)
Obra “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira” (editora Preparando Recursos, 127 págs., R$ 30)*

Folha – Qual é o maior erro que os profissionais costumam cometer ao serem demitidos?
Marcelo Simonato – Um grande equívoco é aproveitar a demissão para tirar um tempo de descanso como recompensa por tantos anos de trabalho. Quando a pessoa sai da empresa, carrega por um curto espaço de tempo o sobrenome da organização, um cartão de visitas que pode abrir portas. Se tirar férias durante esse período, esse sobrenome pode acabar esfriando. Então, assim que a demissão acontece, o primeiro passo é comunicá-la a colegas, clientes e fornecedores. Não é preciso ter vergonha por estar desempregado. Em boa parte dos casos, é exatamente por uma indicação desses contatos que surgem novas oportunidades de trabalho.

Como deve ser a rotina do profissional que está em busca de de uma recolocação?
Ele deve encarar a procura por emprego como um novo projeto na carreira, que requer planejamento e disciplina como qualquer outro. Não estou dizendo que ele tem de ficar 12 horas em frente ao computador. Aliás, isso não é eficaz e gera ainda mais estresse. O mais interessante é ter uma rotina bem definida de trabalho, de cerca de três horas pela manhã e outras três à tarde. No tempo livre, é importante se exercitar e ficar com a família. Afinal, de nada adianta encontrar vagas, mas não estar bem emocionalmente na hora das entrevistas.

Quanto tempo vale procurar antes de aceitar uma posição abaixo das expectativas?
Primeiro, é preciso entender se a nomenclatura do cargo que o profissional ocupava anteriormente é compatível com a realidade atual do mercado. Em alguns casos, a pessoa descobre que era gerente na empresa em que trabalhava, mas hoje já se exige mais dessa posição. Aí, ela tem duas alternativas: ou procura emprego para um cargo inferior ou busca se qualificar para preencher essas lacunas. Se o indivíduo tem reservas financeiras, pode continuar batalhando. Se não, é preciso deixar o ego de lado.

Quando perguntado sobre pretensão salarial, o candidato está com receio de fazer exigências? Como negociar?
Sim, muitos estão aceitando qualquer coisa. O profissional não pode derrubar o valor do seu salário logo de cara. Precisa valorizar sua experiência dentro do que a empresa está buscando. Ele pode dizer que imagina receber um valor próximo ao que ganhava na ocupação anterior, mas está aberto a uma proposta da empresa. Provavelmente, o entrevistador vai dizer que o mercado não está pagando tudo isso. Aí, começa a negociação. Nesse momento, ele não pode focar apenas no salário, mas deve usar também os benefícios para chegar em um acordo mais vantajoso.

Como planejar a carreira para se sentir mais seguro diante das incertezas?
É comum a pessoa ficar desempregada e querer montar um negócio. Ela nunca foi empresária e tenta fazer isso com o último recurso que lhe resta. O que acontece, normalmente, é que a empresa quebra alguns anos depois. Por isso, o indicado é começar uma atividade paralela quando ainda se está na ativa, mesmo no auge da carreira. Escolha uma ocupação que tenha prazer em fazer nas horas livres sem se preocupar em transformar isso na sua fonte principal de renda. Numa situação de desemprego, você já terá um plano B desenvolvido.

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Por Marcelo Justo / Folhapress

– No Exterior, com pesar, Takata corre risco de falir!

Me recordo de como sempre foi respeitada a Petri, indústria da área automotiva, aqui em Jundiaí. Continuou a ser um primor quando foi adquirida pela Takata; só que agora, vive um capítulo novo: pode ver falir suas unidades no Exterior, com uma dívida de 8 bilhões de euros.

Tomara que não respingue na sua unidade em Jundiaí!

Abaixo, extraído da Isto É Dinheirohttp://www.istoedinheiro.com.br/fabricante-de-airbags-takata-afunda-na-bolsa-de-toquio-e-se-aproxima-da-falencia/

FABRICANTE DE AIRBAGS TAKATA AFUNDA NA BOLSA DE TÓQUIO E SE APROXIMA DA FALÊNCIA

A empresa japonesa Takata, acusada de vender durante anos airbags defeituosos em todo o mundo, que provocaram diversas mortes, viu sua ação desabar 16,5% nesta segunda-feira na Bolsa de Tóquio e poderia declarar falência nos próximos dias, segundo a imprensa.

A ação da empresa era negociada 404 ienes no fim da sessão, 80 a menos que na quinta-feira à noite.

Na sexta-feira, as autoridades suspenderam a cotação da empresa depois que circulou a informação sobre a falência iminente da Takata, mas a companhia afirmou que “nada estava decidido”.

Desde o início do ano, as ações da empresa perderam quase 60% de seu valor.

De acordo com o jornal econômico Nikkei, a declaração de falência, que deve passar por várias etapas no Japão, Estados Unidos e Europa, deve estar pronta antes da assembleia geral de acionistas, em 27 de junho.

O jornal afirma que a Takata tem dívidas de até um trilhão de ienes (quase 8 bilhões de euros).

A empresa, que está próxima de completar 80 anos, é acusada de ter dissimulado durante anos uma falha em seus airbags que provocava a explosão do equipamento, projetando fragmentos contra o motorista ou os passageiros.

Desde a divulgação do caso em 2014, quase 100 milhões de airbags da marca passaram por um recall, o maior número na história da indústria automobilística.

Até o momento foram registradas 16 mortes, 11 delas nos Estados Unidos.

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