– O Consumismo como Doença.

Nós, enquanto administradores comerciais, queremos vender. Queremos que os consumidores comprem à vontade!

Nós, enquanto consumidores, tomamos cuidados para não nos endividarmos. Mas, às vezes, o IMPULSO nos prejudica.

Digo isso pela interessante matéria sobre o “Consumo como Vício / Doença“. As vezes, me identifiquei aqui… é necessário cuidado!

Extraído de: RIBEIRO, Carina. Revista IstoÉ, pg 70-72, ed 2088, 18/11

CONSUMO: QUANDO O DESEJO DE COMPRAR VIRA DOENÇA

O endividamento crônico atinge milhões de brasileiros e pode ser uma porta de entrada para o vício do consumo compulsivo

Nunca foi tão fácil conseguir crédito. Às vésperas do Natal, o mercado pouco exige do pagador. A compra é parcelada a perder de vista, sem entrada. O financiamento, pré-aprovado, é quase ilimitado. Para quem sabe gerir dinheiro, isso significa boas oportunidades. Para quem gasta sem pensar e adquire o que não precisa, pode ser a perdição total. Neste grupo, os mais vulneráveis são os compradores compulsivos, parte significativa dos 22% dos brasileiros que possuem dívidas impagáveis e de 85% das famílias que têm despesas superiores ao rendimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Neste caso, o consumismo desenfreado é uma doença.

Um dos sinais de desequilíbrio é o alto grau de irritação diante da impossibilidade de comprar e a impulsividade do ato. “São pessoas que compram sozinhas, optam por objetos repetidos, sem utilidade, e escondem as aquisições dos familiares”, afirma Tatiana Filomensky, coordenadora do grupo de atendimento dos compradores compulsivos no Hospital das Clínicas de São Paulo. “Eles saem para comprar um terno e voltam com uma televisão.” Seis anos atrás, apenas três pacientes estavam em tratamento. Neste ano, são 24 e há 50 nomes em lista de espera.

A aquisição de produtos idênticos ou inúteis e o medo de encarar os débitos são características do consumista patológico. É o que ocorre com a administradora M.S., 40 anos, que coleciona bijuterias, sapatos, bolsas e calças do mesmo modelo e da mesma cor. Há quatro anos, quando sua dívida chegou a R$ 25 mil, ela decidiu frequentar os Devedores Anônimos (DA), em São Paulo. “O guardaroupa estava cheio e nada me interessava”, diz a administradora, que ganhava R$ 5 mil e gastava R$ 500 em cada ida ao shopping. Ela lamenta não ter construído um patrimônio nem priorizado a família. “Comprava tudo para mim e nada para o meu filho. Hoje me culpo por isso”, diz.

Diante da vergonha do endividamento crônico, é comum que os compulsivos escondam a fatura bancária dos familiares. “Eu não queria admitir a dívida e escondia as compras da minha esposa”, afirma o físico C.A., 61 anos. Uma de suas manias é preencher o freezer até o limite com os mesmos alimentos, das mesmas marcas, mesmo ciente de que não serão consumidos no prazo de validade. “Se o freezer não estiver lotado, tenho a sensação de escassez”, explica o físico, que há um ano entrou para o DA. Para quitar parte de suas dívidas, certa vez conseguiu um empréstimo de R$ 9 mil – e gastou o valor em três dias. “Nem lembro o que comprei.” A necessidade de manusear valores o levava diariamente ao caixa eletrônico. “O barulho da maquininha liberando o dinheiro me fazia bem”, diz o físico, que fazia saques duas vezes por dia. “Me sentia mal em aniversários e casamentos porque tudo era de graça. Corria das festas para lojas para comprar.” O resultado: três cartões de crédito estourados, eletrôcheque especial no limite e uma dívida de R$ 22 mil.

A compulsão por compras costuma vir acompanhada de outros vícios, segundo pesquisa da Universidade da Carolina do Norte (EUA). “Há um parentesco entre as diversas formas de manifestação”, diz o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Por exemplo: um jovem que compra de forma impulsiva pode migrar para o alcoolismo ou vício em jogos na terceira idade.

Grande parte dos endividados crônicos sofre de consumo compulsivo, mas há os que entram neste rol por incapacidade de gerir seu negócio ou sua conta bancária. O empresário W.P., 50 anos, deve 15 vezes seu patrimônio. O rombo financeiro comprometeu a renda de toda a família e surpreendeu a esposa e os filhos, que desconheciam a situação. A dívida destruiu um casamento de 25 anos e levou os familiares a cogitar a interdição judicial. “Fui expulso de casa”, conta. O caos foi o resultado de empréstimos e créditos com sete instituições financeiras. Ele foi parar no hospital quando a sua dívida aumentou 85% com a bola de neve dos juros. “Me afundei. Recorri a agiotas e sofri ameaças.” Apesar de não dispor mais de bens pessoais para se desfazer, o empresário acredita que ainda pode quitar a dívida. Enquanto isso, se esforça para pagar a fatura mínima do cartão de crédito. O advogado José Serpa Júnior, especialista em direito do consumidor, alerta que o pagamento mínimo é uma das armadilhas que dão falso conforto ao endividado. “Em um ano o débito triplica”, explica. Entre as recomendações do tratamento médico para compulsivos está não pagar a conta do cartão. “É uma forma de o paciente ter o nome sujo e não poder obter o crédito”, afirma Tatiana Filomensky.

O poder das instituições financeiras diante dos superendividados tem sido questionado pela Justiça. Em duas sentenças inéditas, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou obanco Itaú por fornecer crédito consignado acima das possibilidades dos endividados crônicos. “Não se trata de fazer apologia à figura do mau pagador ou de instituir o calote público, mas de analisar a responsabilidade financeira pela má concessão de crédito em valor muito superior à capacidade de endividamento do cliente”, afirma o relator, o desembargador Marcos Torres. Segundo especialistas, os idosos são as maiores vítimas nesses casos. “Eles são um filão pelo crédito descontado na folha”, afirma o advogado José Serpa Júnior.

É o caso do ex-auxiliar judiciário É o caso do ex-auxiliar judiciário Davi Prado Bortolato, 66 anos, que se aposentou com R$ 4.650, mas só recebe R$ 800 líquidos. Viciado em em préstimos, não resiste a um dinheiro fácil. “Abria a conta em um banco para cobrir o outro. No final, estava enrolado com seis financeiras”, diz Davi, que alega ter sido seduzido pela promessa do crédito sem juros para a terceira idade. O descontrole financeiro se tornou uma dívida de R$ 40 mil. “A raiz do endividamento está na distorção do que é essencial, necessário e supérfluo e nas reais condições de pagamento”, afirma Ari Ferreira de Abreu, especialista em contabilidade e finanças familiar. “O fútil é importante, traz felicidade”, diz o professor. “Desde que não comprometa o que é essencial.”

– 1 em cada 10 graduados recebem salário mínimo!

Que número assustador e desanimador: 11% das pessoas que fazem faculdade recebem pouco mais de R$ 1.000,00!

Compartilho, extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/10/13/11-dos-trabalhadores-que-cursaram-faculdade-ganham-ate-1-salario-minimo.htm

11% DOS TRABALHADORES QUE CURSARAM FACULDADE GANHAM ATÉ 1 SM

Faz tempo que o diploma universitário não garante um salário mais alto no futuro. Desde a recessão, que tirou milhões de brasileiros de seus empregos e corroeu a renda das famílias, porém, só aumenta o número de trabalhadores que cursaram faculdade, mas tiveram de aceitar funções que pagavam, no máximo, um salário mínimo.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, colhidos pela consultoria IDados, apontam que 11% dos trabalhadores formais e informais que cursaram faculdade ganhavam até um salário mínimo (R$ 998) no segundo trimestre. É o maior patamar desde que a pesquisa começou, em 2012.

Entre abril e junho deste ano, eram 2,77 milhões de brasileiros nessa situação. É mais do que a população de Salvador e 1,07 milhão a mais de pessoas do que cinco anos antes, quando o País ainda não tinha entrado em recessão. Enquanto a crise foi se espalhando pelo mercado de trabalho, fechando vagas, aumentando a informalidade e reduzindo o rendimento das famílias, o número de graduados trabalhando por até um salário mínimo foi aumentando.

A assistente comunitária Valdelice Lima Nery, de 44 anos, faz parte desse porcentual de profissionais. Formada em administração de empresas, em 2010, ela hoje trabalha por cerca de um salário, em um posto de saúde na zona oeste do Rio de Janeiro. “Mesmo empregada, fiz dois anos de cursinhos preparatórios para concursos, mas a quantidade de seleções caiu e não consegui trocar de emprego. Queria tentar uma vaga com salário maior, mas tudo foi ficando difícil, pela piora da situação do País”, conta.

Ela, que presta atendimento a mais de mil famílias na região, diz que a preocupação agora é manter o emprego. “Mesmo com um número de assistentes abaixo do necessário na cidade, o contrato só vai até o fim do ano, e a Prefeitura ameaça não renovar o serviço.” Apesar de pouco, por dois anos, esse salário foi a única renda da família.

Precarização

“A verdade é que o trabalhador está em uma situação complicada”, avalia o economista Bruno Ottoni, da IDados. “O mercado não está gerando tantos postos e os que surgem são de baixa remuneração. Ele vê o que está disponível e, muitas vezes, acaba aceitando uma ocupação que paga bem menos do que gostaria.”

Para o economista, a situação atual do mercado de trabalho, com desocupação ainda elevada (de 12,6% em agosto) e poucas oportunidades com melhor remuneração, é o pior dos mundos para muitos ex-universitários. “Alguns deles tiveram finalmente a chance de entrar na faculdade nos anos anteriores à recessão, mas se depararam com um mercado que não consegue absorvê-los.”

Um efeito colateral preocupante da falta de boas oportunidades de emprego para quem tem mais anos de formação seria desestimular as pessoas a seguirem estudando, diz Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

“Isso é ruim, principalmente para as famílias mais pobres, que investiram com sacrifício em formação superior, com a expectativa de ascender socialmente. Se o trabalhador sente que não precisava ter estudado tanto, pode cair em uma frustração difícil de superar”, diz.

Informalidade

A busca dos trabalhadores mais qualificados por vagas com remuneração melhor deve ser longa, na avaliação de economistas ouvidos pelo Estado. O mercado de trabalho tem se recuperado em um ritmo mais lento do que se antecipava no início do ano e tem se ancorado, sobretudo, no avanço do trabalho informal – que é recorde.

O avanço da informalidade ajuda a explicar o aumento do número de graduados em universidades que ganham um salário mínimo ou menos. A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua mostra que em um ano, até agosto, foram criados 1,4 milhão de postos sem carteira assinada ou CNPJ (que inclui profissionais liberais e microempreendedores, por exemplo) e apenas 403 mil vagas de carteira assinada.

Um outro levantamento da consultoria IDados, feito a partir dos números da Pnad Contínua, aponta que um terço dos trabalhadores informais ganhava menos de R$ 5 por hora. Desde o início da recessão, há quatro anos, esse porcentual não fica abaixo dos 30%.

“Se a maioria dos novos postos de trabalho é precária, isso gera uma dinâmica negativa no mercado de trabalho”, avalia Ganz Lúcio, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). “Isso precisa ser objeto de preocupação do poder público. O Brasil não pode se acostumar a ser um País de informais ou uma economia com trabalhadores de baixa remuneração.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Brian Snyder/Reuters

Imagem: Brian Snyder/Reuters

– Aluguel de Apartamentos de Classe Média vale a pena?

Certos investimentos são duvidosos: quer um exemplo? Alugar apartamentos mais populares!

Com tanto apartamento na praça, há imóveis de R$ 1.000,00 de aluguel e R$ 500,00 de condomínio que o locatário não consegue pagar (fora IPTU e manutenção). Vale a pena para quem é proprietário?

E o que é oferecido nestes condomínios para custar tão caro?

Na verdade, os aluguéis de apartamentos, com a oferta grande atualmente, está difícil. Para quem paga, é muito caro. Para quem recebe, é muito pouco.

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– Salário Mínimo de R$ 25.000,00 na Suíça? E ainda é pouco…

O que lhe parece ganhar R$ 25.000,00 por mês?

No Brasil, seria um excelente salário. Mas na Suíça, com o altíssimo custo de vida, não é! E justamente esse valor é o Salário Mínimo de lá.

Abaixo, extraído de: https://brasildelonge.com/2020/10/01/salario-minimo-suico/

SALÁRIO MÍNIMO SUÍÇO

por José Horta Manzano

A noção de salário mínimo está tão ancorada nos costumes brasileiros, que a gente imagina que a garantia de um piso salarial exista no mundo todo. Não é bem assim. Tal como ocorre com o 13° salário, que não é obrigatório por toda parte, também o salário mínimo não é universal. Embora a paga mínima legal seja bastante difundida, trabalhadores de países importantes como, por exemplo, Itália, Áustria, Suécia não contam com essa garantia.

A Suíça é um caso especial. Como meus distintos e cultos leitores sabem, o país é uma confederação, ou seja, um Estado nacional composto por cantões que gozam de forte autonomia. Tirando a defesa nacional, a política monetária, a legislação aduaneira, a segurança nacional e a política externa, os cantões têm ampla autonomia de decisão. A política salarial faz parte das atribuições de cada cantão.

Assim, cabe ao governo de cada cantão legislar sobre a matéria. A maior parte deles ainda não achou oportuno estabelecer um salário-base válido para todo o território cantonal. Diferentes categorias profissionais, por seu lado, firmaram convenção coletiva fixando um piso salarial para o setor. Por exemplo, o sindicato dos padeiros pode ter conseguido um salário mínimo para a categoria, enquanto o sindicato dos balconistas de farmácia pode não ter firmado ou simplesmente não estar interessado no assunto.

Em plebiscito realizado domingo passado, os eleitores de Genebra aprovaram a instituição de um salário mínimo cantonal. O valor do piso salarial válido no território cantonal para todas as categorias é de 23 francos suíços por hora. Para quem trabalha em período integral (42h por semana), isso dá (pasmem!) 4.186 francos por mês, pouco mais de 25.000 reais ao câmbio de hoje. É com certeza o salário mínimo mais elevado do mundo. Na própria Suíça, nenhum outro cantão fixou montante tão alto.

Pode parecer quantia exorbitante, mas não é. Para sobreviver com menos que isso, uma família de quatro pessoas teria dificuldade. Só de aluguel, vai metade do salário. Em seguida, tem de pensar no seguro de saúde, que custa os olhos da cara. É que o país não conta com um sistema nacional de saúde, como o Brasil. Todos os cidadãos têm obrigatoriamente de estar cobertos por empresa particular, mas cada um é livre de escolher a companhia com a qual quer concluir o seguro. Assim mesmo, seja qual for o plano escolhido, não sai barato. Cobrir os quatro membros da família de nosso exemplo, com plano bem básico, não vai sair por menos de 1000 francos (uma quarta parte do novo salário mínimo). Em seguida, tem de se vestir, se transportar, se aquecer, se alimentar – tudo muito caro.

Normalmente, a notícia da instituição de salário mínimo garantido costuma alegrar os beneficiários. Nestes tempos de covid, porém, o que ela trouxe foi grande preocupação aos 25 mil empregados que se enquadram na nova regra. Os que fazem jus ao aumento – funcionários de restaurante, salão de cabeleireiro, firma de limpeza – estão receosos de que o empregador, já em dificuldade financeira em razão da pandemia, não suporte o baque e acabe demitindo. Está aqui um exemplo trágico de como uma medida bem-intencionada acaba causando efeito oposto ao previsto.

– Febraban contra Nubank?

Que os bancos digitais estão na moda e são um sucesso, não há o que discutir. Mas ao ler essa publicação da Febraban, não dá impressão que é um pouquinho de chororô?

Veja só, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/febraban-viraliza-com-publicacao-contra-nubank-entenda-o-caso/

FEBRABAN VIRALIZA COM PUBLICAÇÃO CONTRA NUBANK

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) fez uma publicação em suas contas nas redes sociais com críticas às fintechs. Entre as empresas citadas pela entidade estão o Nubank e a Zetta, associação fundada pelo Nubank, Mercado Pago e Google no início do ano.

A publicação questionava o posicionamento das fintechs em relação ao pagamento de impostos e obrigações trabalhistas. Além disso, a Febraban pontuou que as taxas do Nubank são mais altas que as dos bancos tradicionais.

O post repercutiu bem entre os executivos das grandes instituições financeiras do país. A publicação no LinkedIn conta com 517 reações, entre elas curtidas dadas por economistas do Itaú, Santander, Bradesco e XP.

Confira a sequência de posts no Twitter, a seguir:

Nubank atualiza marca oito anos após fundação - Época Negócios | Empresa

– É por conta da crise ou por má gestão?

Passei pelo Multi Modas Center, um centro de compras da cidade de Jundiaí muito conhecido, com lojas de bom preço e ótima qualidade.

Faz muito tempo que não andava por lá. E me assustei… um andar inteiro sem lojas, e o térreo, com apenas alguns estabelecimentos na entrada.

Triste e desolador. Impossível não lembrar dos tempos de movimento ali.

Olhe só que situação, na foto abaixo:

Inevitável perguntar: foi a crise ou há outros motivos também?

– Modismos da Administração de Empresas.

Modismos de palavras estrangeiras que entraram no vocabulário dos administradores de empresas. Goste ou não, você precisa conhecê-los.

Extraído da Revista Época Negócios, ed Outubro/2012, pg 25, por Ariane Abdallah

IN ENGLISH, PLEASE

Anos 50:

BREAKEVEN – diz respeito ao equilíbrio financeiro, quando o valor que entra é equivalente ao que sai. a partir daí, o que vier é lucro.

Anos 60:

BRAINSTORMING – O termo “tempestade cerebral” nasceu na agência de publicidade americana BBDO. Hoje está na boca de profissionais de vários setores.

Anos 70:

FEEDBACK – Dar retorno sobre o desempenho das pessoas ganha um novo nome do departamento de RH.

JUST IN TIME – Originário do Japão, o método marcou uma mudança radical nas empresas, com a adoção de ferramentas que promoviam a eficiência nas operações.

Anos 80:

DOWNSIZING – Os termos difícies na economia trazem o termo que aponta profundo corte de custos.

STAKEHOLDERS – A relação com clientes, funcionários e fornecedores passa a ser estratégica. Nasce o termo que reúne todos eles num grupo.

Anos 90:

EXPERTISE – Aparece no momento em que as empresas passam a investir em conhecimentos segmentados para ganhar mercado.

STARTUPS – Os negócios nascentes de tecnologia passam a chamar a atenção do mundo, atraindo talentos e dinheiro.

NETWORKING: O termo lembra que não basta ser bom no que se faz. Tem que cultivar a rede de relacionamentos.

Anos 2000:

PLUS A MAIS: Como se plus (mais) já não bastasse, surgiu a redundância. Hoje o anglicanismodepõe contra o negócio. É melhor evitar.

SCHEDULE: Se ouvir “vou schedular a reunião”, não estranhe. O palavrão significa apenas que o interlocutor vai agendar o encontro.

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– Custos no Brasil versus EUA: um XC60 Volvo.

Que o custo de vida aqui no Brasil assusta, não há dúvida. Mas veja um exemplo comparativo com o dos EUA, tirado do programa “Máquinas da Pan” (apresentado por Alex Ruffo), sobre carros de luxo:

Um Volvo XC60 custa, em nosso país R$ 364.000,00. Nos EUA, R$ 335.000,00. Porém, a renda anual familiar dos brasileiros é de R$ 40 mil e a dos americanos R$ 227 mil!

Assim não dá…

Volvo XC60 2021: preço, motor, consumo, versões, detalhes, fotos

– A composição do preço dos combustíveis.

Repare nos preços dos combustíveis deste posto (hoje, 30/08/2021): Gasolina a R$ 5,797, Etanol a R$ 4,497 e Diesel S10 a R$ 4,897.

Veja (abaixo), a composição de preços (com o valor de compra somado à absurda carga de tributos):

Não é um absurdo o que pagamos de impostos nesse país (seja para o Governo Federal ou Estadual)?

– Paulo Guedes, o insensato.

Frase do Ministro da Economia, Paulo Guedes (e não está fora de contexto, tomo sempre esse cuidado):

“Qual problema de a energia [elétrica] ficar um pouco mais cara”?

Caramba, que decepção desse senhor. Tão inteligente que dizem que ele é, já falou de maneira arrogante sobre “pobre ir na Disney” e outras coisas de “rico esnobe”. Insensibilidade ou desinformado da realidade?

Talvez, por viver outro patamar financeiro, nunca ficou inconsolável ao ver o alto valor da conta de luz. Nunca deve ter gritado para a filha sair do chuveiro pois o preço da força está alto, nem lavou louça na água fria para economizar na tarifa.

Aliás, como não deve ser significativo do seu orçamento a despesa de energia elétrica por ganhar bem, será que ele sabe quanto paga por mês dessa conta? Claro que não…

Lamentável. Deveria pedir desculpas para o desrespeito de quem todo mês se assusta com o valor e que pesa demais no orçamento do brasileiro “comum”. Todo aumento é mal-vindo.

Óbvio que o presidente Bolsonaro não puxará a orelha dele, já que virou refém do Ministro.

Guedes: Não podemos, por disputa política, afundar o barco - InfoMoney

– Não seja seletivo nas críticas. Seja coerente!

No segundo mandato do Governo FHC, tivemos uma disparada nos preços dos combustíveis. Era para não quebrar a Petrobras.

No segundo mandato do Governo Lula, os preços aumentavam. Era para financiar a exploração do Pré-sal.

No governo Dilma, os aumentos foram constantes, por vários motivos. Idem ao Temer, e agora, ib idem ao Bolsonaro.

A Gasolina está cara, o pré-sal (que produz gasolina de péssima qualidade a um alto custo de exploração) não ajudou em nada e a Petrobras quebrou com a corrupção. O atual governo pensa nela comercialmente, não a subsidiando para ajudar o povo.

Portanto, lembremo-nos: TODOS têm culpa nesses preços absurdos que vemos… lógico, encarecendo o frete e demais produtos.

E a inflação…

– Cuidado com as Pirâmides Financeiras: o golpe contra Juliana Paes e outras celebridades.

Cuidado com a ganância e com a má orientação no trato com o dinheiro. 

Viram o golpe da pirâmide financeira em que artistas e jogadores de futebol estão caindo? Alguns nomes já apareceram…

Extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/juliana-paes-perde-r-500-mil-em-golpe-e-aciona-policia-diz-site/

JULIANA PAES PERDE R$ 500 MIL EM GOLPE E ACIONA A POLÍCIA

A atriz Juliana Paes acionou a polícia de São Paulo após ser vítima de um golpe. Ela assinou um contrato com a empresa F2S Intermed de Negócios. Juliana teria depositado R$ 500 mil e, em seguida, o homem que se passava por dono da marca desapareceu.

De acordo com a colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, a atriz não chegou a tratar diretamente com o homem. O esquema de pirâmide financeira também teria afetado o ator Murilo Rosa e o jogador Luís Fabiano. Na proposta, o dinheiro investido seria usado na compra de carros a serem revendidos.

A empresa prometia um rendimento de 4% a 8% do valor investido. Segundo a publicação do Dia, o negócio teria sido acertado em maio de 2018, intermediado por um consultor financeiro de confiança da atriz.

Em maio de 2021, o Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de três homens, sendo um deles o dono da F2S, e de uma mulher, que seria sua esposa. Ela estaria encarregada de receber o dinheiro das vítimas e transferir para uma conta pessoal.

No caso de Murilo Rosa, o prejuízo foi de R$ 460 mil. Já o jogador Luís Fabiano perdeu R$ 280 mil. Enquanto o gestor de investimentos da atriz teria perdido R$ 84 mil. Nenhum deles, até o momento, conseguiu reaver o dinheiro.

– A Contaminação das Cédulas de Real

Já imaginaram quantas pessoas põe a mão no dinheiro, do trajeto da Casa da Moeda até as nossas mãos? E do nosso bolso pelo comércio afora, quantas e que tipos de pessoas as pegam? E em que ambiente elas passam? E como se contaminam?

Pois bem: Universidade comprova que 80% das cédulas de Real que circulam no Brasil contém resíduos de COCAÍNA. Nas notas de dólar, nos EUA (especificamente Washington), o número atinge impressionantes 95%.

Assustador, não? Mas acalme-se: a quantidade é insignificante para trazer danos graves à saúde, segundo o mesmo estudo.

Abaixo, a matéria (de 4 anos( extraída da Folha de São Paulo, 08/06/2013, Caderno cotidiano, pg 1

NOTAS DE REAL TEM TRAÇOS DA DROGA, DIZ ESTUDO

Um estudo realizado pela Universidade de Massachusetts em 2009 em mais de 30 cidades de cinco países concluiu que 80% das cédulas de dinheiro que circulam no Brasil têm traços de cocaína.

Foram avaliadas dez notas no país. O Brasil foi superado apenas por Canadá, que, de acordo com o teste, tem 85% das notas contaminadas, e Estados Unidos.

A pesquisa diz que cerca de 95% das notas de dólar que circulam em Washington têm vestígios de cocaína. Em Boston, Baltimore e Detroit, os índices são de 80%.
Ainda de acordo com dados da pesquisa, a China e o Japão foram os países que apresentaram o menor nível de cocaína no dinheiro em circulação.
De acordo com os cientistas, as cédulas conservam restos da droga quando são usadas como “canudo” para inalação. Essas notas podem acabar contaminado outras que não serviram para consumir cocaína.
Segundo Yuegang Zuo, o autor da pesquisa, de maneira geral aumentou o número de cédulas com vestígios da droga nos últimos anos.
“Não sabemos com certeza por que houve esse aparente aumento, mas ele pode estar relacionado à crise econômica mundial, que fez com que mais pessoas estressadas recorressem à cocaína”, disse.

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– Como Viveram os Fundadores do McDonald’s?

A cadeia internacional de fast food McDonald’s tem esse nome devido aos seus fundadores. Mas antes do sucesso se tornar global, venderam a rede de lanchonetes e não ficaram bilionários (milionários, sim)!

Um caso de empreendedorismo e oportunismo do comprador,

Extraído de Superinteressante, Ed Março 2012, pg 51.

OS VERDADEIROS MCDONALD’S

Os irmãos Dick e Mac McDonald criaram o conceito de fast food e abriram sua primeira lanchonete em 1941, na Califórina. A ideia fez um sucesso moderado até que, na década de 1950, outra pessoa teve uma ideia. Ray Kroc, que vendia máquinas de milkshake para os irmãos MdDonald, propôs que eles abrissem franquias pelos EUA. Em 1958, já eram 34 restaurantes, e mais 68 foram abertos só em 1959. Mas aí, em 1961, os irmãos resolveram vender sua parte no negócio para Kroc – que pagou o equivalente a US$ 19 milhões em valores de hoje. Um belo dinheiro, com certeza. Mas um péssimo negócio. A rede se transformou numa multinacional gigantesca, com mais de 33 mil lanchonetes espalhadas por 119 países e faturamento de US$ 24 bilhões por ano. E os irmãos McDonald viram outra pessoa ficar multibilionária explorando a ideia e o nome deles. Mac morreu em 1971, e Dick, em 1998.

– Dinheiro de “papel”? Em 2050…

O uso do papel moeda está contado, pela lógica da coisa.

E não será bem isso como retratado abaixo (claro, em tom de brincadeira, no vídeo)?
No futuro… olhe só:

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– Gostoso e barato!

Fazia tempo que eu não comia um “bandeijão”. Estou lecionando neste sábado no prédio do Senai de Campinas, e aqui na cantina, esse delicioso prato de comida (foto abaixo) custa R$ 13,50!

Quem disse que não tem coisa barata por aí?

Alguém está servido?



🍴 #BomAlmoço!

– O ano começará em Agosto mesmo?

Costumeiramente, você já ouviu falar que o ano começa depois do Carnaval. Ou da Páscoa. Ou em qualquer outra data do 1o semestre. Mas nesses tempos pandêmicos…

Será que 2021 está finalmente começando hoje, dia 02 de agosto, início do 2o semestre letivo e afrouxamento das regras contra a COVID (devido a taxa de vacinação e queda de contágio / letalidade)?

Não sei. Mas uma hora tudo há de voltar, se Deus quiser. Com vacinação na população, uso intenso de máscaras e cuidados preventivos diversos, permitindo a atividade econômica de maneira segura para, aos poucos, a normalidade voltar.

Ufa, que volte logo!

8,552 imagens de Planta germinando, Planta germinando fotografias de stock  | Depositphotos

– Mitos que os Jovens Empreendedores Costumam Acreditar.

Cada vez mais os jovens brasileiros querem empreender. Mas, para muitos, não é fácil, devido aos medos e a falta de dinheiro. Saiba 7 mitos que existem no ideário do administrador:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-mitos-que-os-jovens-empreendedores-ainda-acreditam

7 MITOS QUE OS JOVENS EMPREENDEDORES AINDA ACREDITAM

Não buscar sócios com conhecimentos complementares é um dos erros dos jovens empreendedores

por Priscila Zuini

Está comprovado: ter um negócio próprio é o sonho de maioria dos jovens brasileiros. Segundo uma pesquisa realizada pela Cia de Talentos em parceria com a Nextview People, 56% dos ouvidos disseram que pretendem empreender em algum momento da vida.

Os jovens também são maioria entre os que já empreendem. De acordo com o levantamento GEM 2012,33,8% dos negócios iniciais estão nas mãos de pessoas entre 25 e 34 anos. “O empreendedorismo está consolidado na cabeça do jovem como opção de vida, o que não está é o preparo desse jovem”, diz Bruno Caetano, diretor-superintende do Sebrae/SP.

Além das várias dificuldades de um negócio, os jovens costumam ter que lidar, muitas vezes, com a descrença. “Tem muitas pessoas que acham que precisam de mais capacitação ou vivência e não podem ter seu negócio próprio”, diz Marcelo Nakagawa, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper. Veja abaixo alguns mitos sobre ter uma pequena empresa antes dos 30 anos.

1. Uma boa ideia basta

Muitas vezes, os jovens escolhem um hobby ou passatempo para transformar em negócio. “Muitos acreditem que basta ter uma boa ideia para que vire um negócio de sucesso”, diz Caetano.

Além de gostar da atividade, o jovem precisa se preparar para tirar o negócio do papel e não só apostar na sorte. “Ter uma grande ideia inovadora não é ter um grande negócio. Sem um time, a empresa cai por terra no primeiro contato com o cliente porque não vai ter quem execute”, alerta Nakagawa.

2. Empreender durante a faculdade é difícil

Largar a faculdade pelo negócio foi um passo para empreendedores como Mark Zuckerberg. Mas não é a regra. “Tem muitos que conseguem conciliar as duas coisas, principalmente quando o negócio é na área dele”, diz o professor do Insper.

Segundo ele, depende do empreendedor saber aproveitar os recursos e contatos da faculdade. “A dica que eu deixo é que ele se prepare para virar empreendedor. Está mais fácil para o jovem que está mais acostumado com o ambiente de escola, de estudo, de preparação”, sugere Caetano.

3. Negócios inovadores não têm concorrência

Confundir otimismo e ingenuidade é, para Nakagawa, um erro dos empreendedores mais jovens. “Ele tem que ser otimista, mas não pode ser ingênuo a ponto de achar que não tem concorrência”, diz. Segundo ele, é comum que nesta fase o empreendedor se sinta infalível. “Se o negócio der certo, vão aparecer dez negócios similares ao seu”, alerta o professor.

Outro mito, segundo ele, é achar que a concorrência vai demorar a reagir a sua inovação. “Em alguns casos é verdade. Em outros, é mito e o concorrente vai para cima e ocupa o espaço da startup”, explica.

4. Jovens têm mais chances de quebrar

Segundo Caetano, não há nenhum estudo que indique que empresas de jovens estão mais propensas ao fracasso. “Não há diferença significativa nas taxas de mortalidade de empresas chefiadas por jovens. Existe um preconceito da própria sociedade e os próprios jovens ficam inibidos de empreender”, justifica.

5. Reunir amigos na sociedade é melhor

Na universidade, muitos empreendedores reúnem um grupo de amigos da mesma turma para abrir um negócio. A afinidade pode parecer um bom motivo para estabelecer uma sociedade, mas pode ser uma armadilha. “Muitos começam a empresa com colegas da faculdade e o sócio é um espelho dele, com a mesma formação e os mesmos hábitos”, diz.

É preciso saber formar uma equipe que se complemente. “Basicamente, a regra é ter de alguém que sabe vender, alguém que sabe fazer e um terceiro sócio que cuide da gestão mais burocrática”, ensina o professor.

Para Caetano, achar que pode fazer tudo sozinho também pode acabar com o negócio. “É um erro fatal, precisa ter sócios que se complementem”, indica o executivo do Sebrae/SP.

6. O fracasso é o fim

Ninguém começa um negócio pensando em fracassar. Mas, se isso acontecer, não é o fim do mundo. “Uma questão que precisa ficar clara é que ele acha que não pode fracassar. É comum encontrar empreendedores que na primeira tentativa não deram certo, mas usaram isso como fonte de aprendizagem para negócios posteriores”, explica Caetano.

7. Um produto bom dispensa experiência

Assim como só uma boa ideia não é suficiente, o empreendedor não pode dispensar o conhecimento confiando apenas no produto ou serviço. “Achar que vai sustentar o negócio sem ter experiência em gestão é um erro”, diz Caetano. Outro mito é acreditar que as vendas vão acontecer facilmente. “Venda é uma estratégia, precisa ser estudada e exige dedicação”, afirma.

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– O estrago que a China tem feito com as criptomoedas.

Desde que começou um movimento contra o Bitcoin e outras modalidades virtuais de dinheiro, a China conseguiu fazer com que o preço dessas moedas desabasse!

Quem tem esse tipo de investimento, precisa ficar atento.

Extraído de: https://portaldobitcoin.uol.com.br/dificuldade-de-mineracao-do-bitcoin-registra-a-maior-queda-da-historia-entenda/

DIFICULDADE DE MINERAÇÃO REGISTRA A MAIOR QUEDA DO BITCOIN NA HISTÓRIA

Redução é decorrente do aumento da repressão da China contra o setor

A dificuldade de mineração do Bitcoin caiu 28% hoje, a maior queda da história da rede. O declínio mostra o severo impacto da recente repressão da China sobre seus mineradores da criptomoeda.

A dificuldade de mineração mede o poder computacional necessário para validar transações do Bitcoin e, consequentemente, o quão difícil é ganhar novas criptomoedas. A rede ajusta a dificuldade a cada quinze dias para refletir o nível de competição entre os mineradores. A dificuldade mais baixa indica menos competição.

A queda de hoje é decorrente do aumento da repressão da China contra os mineradores de Bitcoin do país, que eram responsáveis ​​por cerca de 65% do hashrate da rede. Bem antes de o governo começar a fechar as mineradoras, o hashrate do BTC atingiu o pico de 198 EH/s (ou seja, muito) em 15 de abril. Após a repressão, no entanto, caiu para 89 EH/s.

Os mineradores chineses estão agora emigrando em massa ou vendendo suas máquinas. Mas até que encontrem novas casas, os mineradores de fora da China se beneficiarão da dificuldade reduzida, o que torna mais barato e mais fácil a extração da criptomoeda.

“Todas as outras mineradoras que continuam a operar ganham uma quantidade proporcional de participação de mercado e, portanto, recompensas diárias em bloco”, disse Ben Gagnon, diretor de mineração da Bitfarms, baseada em Toronto, à Decrypt.

Peter Wall, CEO da Argo Mining, com sede em Londres, falou ao veículo que enquanto as mineradoras no Ocidente estão tentando capitalizar a lacuna deixada pela repressão chinesa, o mercado de mineração local está crescendo.

“Minerados chineses deslocados estão procurando no mundo por lugares apropriados para suas máquinas, e isso significa que, em lugares como a América do Norte, energia e espaço são valiosos como nunca antes”, disse ele.

A repressão do governo chinês e o êxodo subsequente de mineradores contribuíram para reduzir pela metade o preço do Bitcoin (de cerca de US$ 64 mil para US$ 33 mil). O hashrate reduzido também significa que não há tantos computadores dando suporte à rede, tornando-a menos segura.

Mas a repressão é boa para o Bitcoin no longo prazo, disse Josh Goodbody, que costumava liderar as vendas de mineração da Huobi no Ocidente antes de se tornar COO da empresa de criptomoedas Qredo. Ele disse que a rede agora depende menos do governo chinês.

Mais dificuldade pela frente

Os problemas podem não acabar tão cedo. O Bitcoin, mais uma vez, se ajustará à dificuldade em duas semanas. Mas é improvável que a mudança seja tão dramática, disseram os mineradores à Decrypt.

“Embora possamos ver um pouco mais de hashrate na China ficando offline nas próximas semanas, isso será pequeno em comparação com o que já vimos e provavelmente será compensado pelos primeiros mineradores se mudando para novas instalações”, falou Gagnon. Em qualquer caso, “quase todo o hashrate chinês já está off”, completou.

Wall disse que os mineradores chineses querem voltar ao normal o mais rápido possível: “Para aqueles que desejam se mudar, o tempo é essencial. A redução no hashrate e a subsequente queda na dificuldade de mineração não vão durar para sempre.”

Mas é difícil determinar quando e onde os empresários chineses de mineração de BTC reinstalarão suas máquinas, segundo Gagnon, uma vez que a escala da infraestrutura chinesa simplesmente não existe em nenhum outro lugar. “O mundo não funciona na velocidade chinesa”, disse.

A moeda digital, então, ainda está sujeita às restrições do mundo real.

*Traduzido e republicado com autorização da Decrypt.co

Bitcoin volta a cair forte após China falar em reprimir mineração e negociação de criptomoedas

– Nos EUA, há recorde de pedido de demissões.

Um fenômeno que assusta: o recorde de pedidos de demissão de trabalhadores norte-americanos.

E por que isso acontece?

Compartilho, extraído de: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/07/04/por-que-trabalhadores-nos-eua-estao-pedindo-demissao-em-ritmo-recorde.ghtml

POR QUE TRABALHADORES NOS EUA ESTÃO PEDINDO DEMISSÃO EM RITMO RECORDE

No último mês de abril, quase 4 milhões de pessoas deixaram seus trabalhos — o valor mais alto desde que este tipo de dado passou a ser registrado.

O número recorde de pedidos de demissões nos Estados Unidos em abril parece materializar uma tendência que o pesquisador Anthony Klotz, especialista em psicologia organizacional, batizou há alguns anos de “a Grande Renúncia” — um realinhamento no mercado de trabalho em que uma parcela considerável de pessoas, por diversos motivos, estão escolhendo largar seus empregos.

Naquele mês, quase 4 milhões de trabalhadores, o equivalente a 2,7% de toda a força de trabalho do país, deixaram seus empregos. É um recorde desde 2000, quando esse tipo de dado começou a ser registrado.

A pandemia de coronavírus atingiu o emprego nos EUA com força brutal. Em apenas dois meses, entre fevereiro e abril de 2020, o número de desempregados passou de 5.717.000 para 23.109.000. A partir daí, começou uma gradual retomada, à medida que governos, empresas e funcionários encontraram uma forma de se adaptar ao novo cenário.

A onda de demissões compõe um quadro ambíguo: ela ocorre no mesmo país em que há mais de 9,3 milhões de desempregados, segundo dados de maio do Departamento do Trabalho.

Então, por que enquanto milhões de americanos estão procurando empregos, há outros milhões que estão pedindo demissão?

Esgotamento e epifanias

Embora sejam inúmeras as razões individuais pelas quais trabalhadores podem decidir pedir demissão, Anthony Klotz, professor associado de administração na Escola de Negócios Mays, da Universidade Texas A&M, diz que há quatro grandes explicações para a “Grande Renúncia” estar se concretizando agora.

A primeira é que muitos funcionários que já queriam deixar seus empregos em 2020 adiaram essa decisão.

“Entre 2015 e 2019, o número de demissões nos Estados Unidos cresceu ano a ano, mas esse número caiu muito em 2020, o que faz sentido dada a incerteza da pandemia. As pessoas permaneceram nos seus empregos, mesmo que quisessem deixá-los”, explicou Klotz à BBC News Mundo (serviço em espanhol da BBC).

Estima-se que em 2020 houve quase 6 milhões de demissões a menos nos EUA do que o esperado.

Com o avanço da vacinação e a melhoria da economia no país, essas pessoas podem ter sentido um cenário mais favorável para concretizar a saída.

“As mais recentes estatísticas do Departamento do Trabalho têm mostrando um recorde histórico de demissões em abril me levam a crer que muitas dessas pessoas já começaram a deixar seus empregos”, diz Klotz.

O segundo fator que pode ter impulsionado esse fenômeno é o “esgotamento do trabalho”.

“Sabemos por diversas pesquisas que, quando as pessoas se sentem esgotadas no trabalho, é mais provável que saiam.”

“Vimos inúmeras histórias de trabalhadores essenciais, mas também de muitas pessoas que trabalharam de casa e tentaram equilibrar o tempo da família e do trabalho, que experimentaram altos níveis de esgotamento (na pandemia). No momento, há mais trabalhadores ‘esgotados’ do que o normal”, aponta o especialista, acrescentando que a “única” cura para esta situação é um bom período de descanso, mas como este nem sempre é possível, a saída se torna inevitável.

Um terceiro fator que pode explicar essa onda de demissões, segundo Klotz, são os momentos de revelação ou epifania.

Eles acontecem quando uma pessoa, que pode estar feliz com seu trabalho, de repente vive uma situação que a faz querer deixar o cargo — como não conseguir a promoção que esperava ou ver algum colega ser demitido.

“Com a pandemia, quase todos nós sofremos um impacto que nos fez reavaliar nossas vidas. Tantas pessoas tiveram essas epifanias! Algumas perceberam que querem ficar mais tempo com sua família; outras agora sentem que seu trabalho não é tão importante quanto pensavam, ou querem abrir seu próprio negócio”, explica.

“Muitas pessoas estão considerando fazer mudanças em suas vidas, e isso muitas vezes significa mudar suas carreiras.”

A ampliação do trabalho remoto

A quarta possível explicação para a “Grande Renúncia” estar se concretizando agora tem a ver com o trabalho remoto, expandido na pandemia. Muitas pessoas se adaptaram a trabalhar de casa e agora não querem voltar ao escritório, embora para Klotz esta parcela de pessoas seja menor.

“Como seres humanos, temos a necessidade fundamental de desfrutar da autonomia. Quando você trabalha à distância, consegue estruturar o dia à sua maneira e tem muito mais flexibilidade do que no escritório. Por isso, muitas pessoas não querem perder essa liberdade. Existem pessoas que estão se demitindo para buscar empregos remotos ou híbridos”, afirma o especialista.

Um estudo internacional encomendado pela Microsoft revelou que 70% dos funcionários querem que as empresas mantenham a opção flexível do trabalho remoto, e 45% dos que trabalham remotamente têm planos de se mudar para um novo local de moradia, já que não precisam mais ir para o escritório.

E cada vez mais empresas estão dispostas a oferecer essa possibilidade a seus funcionários. De acordo com dados fornecidos pelo LinkedIn à BBC News Mundo, anúncios na plataforma oferecendo cargos remotos aumentaram cinco vezes entre maio de 2020 e maio de 2021.

O setor de mídia e comunicação lidera a oferta de empregos remotos (27%), seguido pela indústria de software e tecnologia da informação (22%).

Ao mesmo tempo, quase 25% de todas as inscrições para vagas feitas entre o final de abril e maio foram para empregos remotos.

Oportunidades para carreiras específicas

Analistas apontam ainda uma outra explicação para essa onda de pedidos de demissão nos EUA.

Trabalhadores antes considerados mal pagos, como funcionários de restaurantes e hotéis, estão um pouco mais valorizados no país.

Segundo números do Departamento do Trabalho, entre aqueles que deixaram seus cargos no último mês de abril, mais de 740 mil eram do setor de lazer, hotelaria e restaurantes. Esse número de pessoas que fizeram a transição equivale a 5,3% do total de trabalhadores do setor.

A reabertura abrupta da economia criou uma grande demanda por esses funcionários, o que obrigou as empresas a oferecerem incentivos, inclusive melhores salários, para preencher as vagas.

“Há muita rotatividade em cargos de baixa remuneração, nos quais as pessoas realmente não têm uma progressão na carreira. Se você encontrar um emprego que lhe ofereça um pouco mais, mudar não tem nenhum custo para você”, explicou Julia Pollak, economista da consultoria ZipRecruiter, ao jornal The New York Times.

Nos Estados Unidos, quase 4 milhões de trabalhadores pediram demissão em abril — Foto: GETTY IMAGES via BBC

– Um Stormtrooper pedindo ajuda no RJ?

Coisas da carestia brasileira?

Talvez.

Um stormtrooper, saído diretamente de Star Wars, vindo sei lá de qual galáxia, pedindo esmola / contribuição / ajuda nas ruas (esse, no Rio de Janeiro).

E não estou debochando: repararam quantas pessoas estão vestindo fantasias de personagens famosos do cinema e pedem colaboração nos semáforos?

Será que, em condições normais da Economia, num mundo ideal, estariam em um subemprego como esse?

Certamente não é exclusividade tal situação em nosso país.