– Um país que não acaba com a Corrupção e ainda tira verba de Pesquisa Científica e Educação

Que coisa, não? O Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) demitiu 40 funcionários. Tal órgão é um dos mais plausíveis e de vanguarda do Brasil.

Motivo?

A crise econômica, que reduziu 42% o seu patrimônio.

Como desenvolver o país desse jeito? É a prova cabal que a situação econômica-política do país reflete diretamente em ciência e pesquisa – e por tabela na Educação.

Abaixo, extraído de: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2017/12/campinas_e_rmc/504558-laboratorio-de-bioetanol-demite-40.html

LABORATÓRIO DE BIOETANOL DEMITE 40

Por Leandro Ferreira e Letícia Guimarães

Sede do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol: necessidade de redução de custos

O Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), instalado no campus do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas, está sofrendo com os cortes de gastos. De acordo com o diretor-geral do CNPEM, Rogério Cezar de Cerqueira Leite, foram 40 demissões este ano, metade delas desde o último dia 23, sobrando 90 dos 130 trabalhadores que atuavam no local.

O laboratório desenvolve pesquisas com capital público e em parceria com a iniciativa privada sobre bioenergia, com foco especial no bioetanol, além de projetos e linhas de pesquisas de importância para o setor. Hoje, o CTBE ocupa posição de destaque no campo de pesquisa e desenvolvimento em bioenergia, assim como atua como peça central na discussão e desenvolvimento de novas políticas bíblicas.

Na última sexta-feira, autoridades de entidades ligadas ao setor de biocombustíveis enviaram uma carta ao ministro de Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, reforçando o apoio às atividades do CTBE e solicitando alternativas para que o trabalho realizado não seja descontinuado. O documento também detalha a preocupação dos representantes destas instituições com os cortes que já foram feitos, inclusive do ex-diretor do laboratório, Gonçalo Pereira, e dos que ainda estão por vir. “Nos preocupa a fragilidade institucional de um laboratório com tal importância estratégica para o País”, informa um trecho da carta.

Segundo Cerqueira Leite, o primeiro bloco de demissões ocorreu devido ao término de um projeto financiado pela iniciativa privada que ressarcia parte dos salários. “Os demais funcionários foram desligados devido à reestruturação das frentes de ação do CTBE, as quais devem ser estrategicamente alinhadas à missão do CNPEM, que tem como prioridade promover atividades científicas de excelência. As duas situações são permeadas também pela necessidade de redução de custos.”

O diretor-geral do CNPEM informou que o orçamento este ano foi reduzido em 42%, em verbas que vêm do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCTIC). “Novas contratações só ocorrerão se houver aumento do orçamento.”

O CNPEM abriga também o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), e o Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano). Segundo Cerqueira Leite, nestes laboratórios não está havendo cortes relacionados à redução de custos ou encerramento de convênios. “O orçamento do CNPEM deveria ser em torno de R$ 90 milhões e até agora recebemos R$ 54 milhões. O orçamento é do Centro e não por laboratório. Assim, todos os laboratórios nacionais sofreram com a redução orçamentária e tiveram que rever seus custos de operação.”

Para Gonçalo, que também foi demitido, a instabilidade no CTBE pode afetar o interesse de empresas privadas em contratarem pesquisas no laboratório. “Empresa exige estabilidade para investir”, afirmou.

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– Eu queria uma Administradora de Cartão de Crédito

Creio que não há quem ganhe mais dinheiro no Brasil do que Cielo, Amex, Rede, Elo, dentre tantas outras operadoras.

Quanto ela cobra dos clientes que parcelam suas dívidas? Mais de 10% ao mês!

Quanto elas cobram dos comerciantes? Descontam de 3 a 5% para pagarem a venda em 30 dias!

Um mina de ouro…

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– Cadê todo mundo?

Inegavelmente, a crise econômica e financeira continua. Shoppings ainda não estão cheios (mesmo com o 13o já sendo depositado). Quantas lojas fechadas e/ou vazias! E estamos no final do ano…

Presentes de Natal? Que nada. Parece-me que teremos o Natal das lembrancinhas.

Coloque no papel os valores dos presentes que você gostaria de dar e a quem iria ganhar; refaça esse planejamento pensando: o que posso comprar e a quem realmente preciso presentear. A diferença é enorme!

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– Economia em Pequenas Coisas para Lucros Maiores

Veja que conta interessante (antiga, mas atual): segundo a Revista Veja (Ed 28/07/2010, pg 98), 1 quilo a menos transportado por um avião faz com exista uma economia de 11.500 galões de combustíveis por ano, ou US$ 23,000.00. Numa empresa com 100 aviões, isso representa 2,3 milhões de dólares.

Conta rápida: um forno de avião pesa cerca de 100 quilos. Assim, apenas no equipamento de uma única aeronave, uma empresa economiza 2 milhões. Se tiver 100 aviões, deixa-se de gastar US$ 200,000,000.00.

Dá para entender por que não se serve mais comida quente mas lanche frio em avião?

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– O Presente da Petrobrás: Gasolina a R$ 4,00 e chegamos ao 87o. aumento de preço!

Pois é… sem muito alarde, a Petrobrás promoveu o seu 86O e 87O reajustes nos valores dos combustíveis (respectivamente, na 4a e na 6a feira). Desde que implantou sua política de preços flutuantes (01 de julho de 2017) o preço disparou, fazendo a gasolina atingir a inimaginável marca de R$ 4,00 / litro.

Mas não nos preocupemos, pois o Governo Federal diz que a inflação é bem menor do que 1% ao mês… (estou sendo irônico, lógico que não acredito nesse índice).

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– A queda de preço “de mentirinha” dos combustíveis!

O aumento acumulado da Gasolina nos últimos meses (de Julho a Novembro) atingiu a marca de 27%, em diversos e contínuos micro aumentos (foram 85 reajustes). Praticamente, a Petrobrás faz esses reajustes (ou como ela gosta de dizer: realinhamentos) diariamente.

Depois de 3 significativos aumentos no feriado, onerando o preço à vista na bomba em quase R$ 0,12 no prazo de 4 dias, há um anúncio em todas as mídias sobre uma redução de preço para a Gasolina, em… 0,38%.

Você não se enganou: depois de subir tanto o preço, resolveu diminuir o impacto com uma “merreca” insignificante, que em reais, significaria R$ 0,01!

É o chamado “engana que eu gosto”… deveria fazer a mesma publicidade dos aumentos como faz quando raramente reduz.

A propósito, você tem acompanhado a confusão nos postos do Estado de Goiás? Lá, dizem que há a prática de cartel. Mas aqui no estado de São Paulo, a “guerra” é outra: a do lucro mínimo, onde alguns maus comerciantes adulteram produtos, roubam na galonagem e praticam preços impensáveis do ponto de vista da revenda honesta. Aos corretos, beira-se a insolvência…

Enfim: a política de preço flutuante, mas que somente aumenta o valor, tem maltratado postos e clientes. Quem ganha é apenas a Petrobrás!

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– Globalizar ou Não?

Lembram-se que protestávamos, num determinado período, contra tudo? Na época em que George W Bush propôs a criação da ALCA, supostos protestantes promoveram grande vandalismo na Avenida Paulista.

Compartilho um texto brilhante sobre a inteligência daqueles que são contra ou se recusam a discutir a Globalização e acordos mundiais (na visão de um cidadão italiano global). Aliás, redescuti-se o Brexit novamente…

Extraído de MARANESI, Ezio. in AFFARI, Revista da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio e Indústria, nº 90, pg 06-07.

GLOBALIZAR OU NÃO?

Globalização não é um palavrão. É um fato indiscutível, inevitável, como a alternância entre o dia e a noite… “quem pode parar o rio que corre para o mar?”, balbuciava Gigliola Cinquentti em uma famosa canção dos anos 60. Quem pode parar a globalização, um processo tão antigo quanto o mundo, movido pelo instinto, pela curiosidade, pelo egoísmo e pela fraqueza humana? Os gregos, os romanos, os árabes e muitos outros povos globalizaram os seus costumes no âmbito dos seus domínios; o tomate, a batata, e mais recentemente o kiwi e mil outros produtos da terra e da indústria provenientes de outros territórios invadiram o mundo. Por que é motivo de revolta a difusão mundial do Big Mac?

Até a pouco tempo, o processo, ainda que perenemente em atividade, não era percebido, e não havia a consciência de sua dimensão e suas conseqüências. Nos nossos dias, a velocidade dos transportes e das comunicações fez explodir o problema, com suas conseqüências benéficas ou maléficas. O novo medicamento que cura doenças antes incuráveis é distribuído em poucos meses nos 5 continentes, a última bolsa de Prada é exposta simultaneamente nas lojas das cidades mais ricas do mundo, a afta epizoótica expande-se rapidamente de um país a outro. Contra a globalização todos protestam, de modo mais ou menos incisivo de acordo com o credo político e o nível cultural. Protesta o filósofo nos debates culturais e protesta o energúmeno nas ruas de Seattle, de Nice, de Roma, e de modo mais amador, na Avenida Paulista. O protesto é confuso: inclui de fato a política econômica dos governos, o neo-liberalismo (outra palavra blasfema), os produtos modificados biologicamente, a poluição, etc.. São talvez causas santas mas, em geral, oportunamente instrumentalizadas. Não se protesta infelizmente contra a ignorância e o egoísmo que tornam possíveis os vários abusos que a globalização comporta.

Estamos nos contradizendo: nós que protestamos, desejamos ser globalizados! Depois da guerra, os italianos, individualistas como são, sonhavam em “fazer a América”. Nos anos 70 e 80, na Albânia, país hermeticamente fechado, seus habitantes sonhavam em ter um carro. Os chineses, no seu uniforme cinza e triste, sonhavam com os coloridos vestidos ocidentais. Hoje são todos, alguns mais, outros menos globalizados. Só os povos que morrem de fome ou de aids, que silenciosamente pedem para fazer parte da aldeia globalizada, não podem entrar. Eles de fato não podem pagar. Há uma outra exceção: o Taliban, mas esta é uma outra estória.

Protestamos portanto, se achamos que seja justo protestar, mas sem quebrar vidraças. Vamos nos sentir livres para escolher o fettuccine caseiro se detestamos o hambúrguer, recusemos alimentos geneticamente modificados se pensamos que sejam perigosos. Este tipo de liberdade não está ao alcance de todos: cansa e exige cultura. É muito mais cômodo e fácil deixar-se conduzir pelas estratégias da psicologia das massas, que conhecem a fundo as nossas fraquezas e nos dizem que gostamos e o que devemos fazer. Desse modo, nos sentimos livres para comprar tudo o que não nos serve.

O problema, aqui banalizado, é na realidade muito mais sério, e sob alguns aspectos dramático. Já que a natureza humana é o que é, e todas as religiões do mundo poderão só aplacar os seus aspectos menos nobres, a globalização seguirá o seu inexorável curso, glorioso sob certos aspectos, perverso sob outros. Se o mundo, tão diferente, tão belo e interessante, tende a tornar-se uniforme, plano, chato e triste, se os modelos de comportamento dominantes tendem a ser universalmente adotados, o único modo para manter a nossa identidade cultural é nos ligar aos nossos valores e adotar a nossa pequena “aldeia” cujos habitantes tenham afinidades autênticas e não formais. Esta aldeia deve ser defendida de todos aqueles que gostariam de vê-la igual a todas as outras aldeias da terra.

Neste nosso pequeno mundo, haverá sempre espaço para uma torre de Pisa que ninguém determinará que deve ser endireitada, sustentando que qualquer desvio da norma é conceitualmente perigoso. Haverá lugar para todas as manifestações culturais. Se os povos e tribos da Terra mão conseguem manter a sua identidade cultural, tudo será globalizado: alimentos, vestimentas, gostos e pensamentos. Sob o escuro estelar americano, espiados pelas câmeras e por outros “Big Brothers” que controlarão os nossos comportamentos, nos nutriremos tristemente com o único queijinho insosso mas asséptico que a indústria produzirá para todos. Até mesmo Orwell, um genial profeta terrorista, empalideceria perante essa perspectiva.

Nós italianos talvez soframos menos que os outros: no fundo o espaguete é nosso. Desde que supere o miojo.

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– EUA é o destino para os Empreendedores Brasileiros?

Como os negócios não estão prosperando em nosso país, em face o desemprego, a inflação e a retração nas vendas, muitos investidores e empreendedores descobriram uma solução alternativa: ir ao encontro do mercado estrangeiro!

Abaixo, extraído da Revista Isto É, ed 2398

O CAMINHO É O EXTERIOR

Por Ludmilla Amaral

Fabricante de máquinas para picolé e sorvete artesanal, a Finamac foi fundada em São Paulo em 1985. Em 2006, começou a exportar depois de receber consultas na internet de empresas estrangeiras interessadas em comprar seus equipamentos. Em 2012, ocupou em Miami um pequeno escritório da Apex-Brasil, agência brasileira de estímulo às exportações. Em 2015, abriu um galpão próprio, também em Miami, para iniciar o processo de fabricação das máquinas. Em 2016, os equipamentos estarão disponíveis para venda. Com relativa presença no mercado internacional, a Finamac decidiu fugir da crise no Brasil. Com as vendas estáveis no País, a empresa vai expandir fronteiras. Atualmente, 50% do faturamento vêm do exterior, mas o número deverá crescer daqui por diante. “É muito difícil sobreviver com tanta oscilação no Brasil”, diz Marino Arpino, diretor da Finamac. “A saída é a internacionalização.” A Finamac é uma entre inúmeras empresas brasileiras que estão buscando uma alternativa econômica no cenário internacional. Segundo um estudo realizado recentemente pela Fundação Dom Cabral (FDC), no período de um ano a internacionalização de empresas brasileiras cresceu 7%, a maior alta em muito tempo. “Quando nós temos uma situação em que a economia doméstica não está favorável, o índice médio de empresas se internacionalizando tende a aumentar”, diz o professor Sherban Leonardo Cretoiu, um dos idealizadores do estudo da FDC. “Se o mercado brasileiro está ruim, por que não investir nos países em que a economia está crescendo?”

A combinação de inflação alta, real desvalorizado e consequente perda de poder de compra do consumidor tem feito com que muitas empresas se vejam obrigadas a diminuir o quadro de funcionários e a fazer malabarismos para manter as portas abertas. Da mesma forma que está mais barato investir no Brasil, o patrimônio que a empresa tem no exterior aumenta de valor quando a moeda forte é convertida para o real. É assim que muitas empresas brasileiras estão operando. Atualmente, 210 companhias nacionais têm atuação consolidada (com unidades próprias) no exterior, de acordo com pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a Universidade de São Paulo (USP). Em 2010, apenas 95 possuíam unidades fora do País. A Apex-Brasil, que auxilia empresas brasileiras na internacionalização, também percebeu esse crescimento. No ano passado, a agência atendeu 128 empresas interessadas em desbravar o mercado internacional. Em 2015, foram 200.

Empresas de todos os tamanhos têm buscado saídas fora do Brasil. É o caso da Clear Sale, companhia de média porte que produz softwares que combatem fraudes no e-commerce, e da Sapeka Lingerie, fabricante de roupas íntimas. A Clear Sale é líder no mercado brasileiro, com 85% de participação nos negócios, e busca alcançar 4% do mercado americano, que é 22 vezes maior que o brasileiro. Se chegar a essa fatia, ela repetirá nos Estados Unidos seu desempenho no Brasil. No ano passado, a Clear Sale abriu uma unidade própria em Miami, levando os melhores funcionários para lá. “Fizemos isso porque o poder de compra do brasileiro diminui”, diz Rafael Lourenço, responsável pelo projeto de internacionalização da empresa. A Sapeka Lingerie optou por abrir, em julho, um centro de distribuição de 350m² em Angola. A Sapeka vendia peças para distribuidoras locais, mas resolveu efetivar a internacionalização da marca. Segundo Wesley Loureiro, diretor comercial, a facilidade da língua – e a curiosidade pelos produtos brasileiros – foram fundamentais na escolha do país. “Há uma identificação muito grande dos africanos com os brasileiros”, diz. Atualmente, 13% do faturamento da empresa vem do exterior. A julgar pelos prognósticos negativos a respeito da economia brasileira, é de se imaginar que novos projetos de internacionalização devem sair do papel nos próximos meses.

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– Eles brigam no Golfo Pérsico e nós pagamos mais pela Gasolina?

No Oriente Médio, terroristas do grupo Houthis (sediados no Iêmen) atacaram a Arábia Saudita, tentando atingir o Aeroporto Internacional de Riad com mísseis. A bateria da Força Aérea local os interceptou, evitando uma tragédia.

Essa pendenga dura anos e, segundo a ONU, já morreram 10 mil pessoas.

Como o conflito é “apenas local”, outras nações não entram na crise (embora seja sabido que o Iêmen tem financiamento do Irã e a Arábia Saudita conta com apoio tecnológico dos EUA).

E o que isso tem haver conosco, brasileiros?

Muita coisa, pois o preço do Barril de Petróleo aumentou no mercado externo e com a política de preços flutuante da Petrobras, “tome aumento” dos combustíveis aqui no Brasil.

Mas cadê o Pré-Sal e a autossuficiência da Gasolina, tão propagandeada por aí?

O certo é que nesta 3a feira há novo aumento dos combustíveis (2,3% para a Gasolina e 1,9% para o Diesel).

Parece pouco? Pois significa quase R$ 0,08 na G e R$ 0,065 no Diesel. Some-se ao que já aumentou em Novembro…

Pagaremos a dívida da Petrobras com nossos bolsos?

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– Muitos aumentos dos combustíveis durante o Feriado!

FHC fazia isso. Lula idem. Dilma também. Temer não deixou de fazer: aumentar significativamente os combustíveis durante feriados prolongados.

Mesmo com a política flutuante de preços – que na maioria das vezes aumenta o valor mas nunca reduzem – a sequência de micro-aumentos que passa despercebida pelo consumidor é quebrada com altos valores.

Os reajustes da Gasolina ocorreram na sexta-feira, neste sábado e mais um “tanto” ocorrerá na segunda-feira, totalizando na prática R$ 0,12 a mais por litro.

E o gás de cozinha? Muitíssimos aumentos de percentuais acumulados em mais de 50%.

A pergunta é: com tudo isso, você acredita que a inflação anual do Brasil está na casa de apenas 1 dígito?

Eu não. Me parecem números forçados e/ou maquiados. E não precisa der bidu para verificar isso.

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– A Ministra acha que ganhar R$ 31.000,00 é pouco! Quer 61 mil reais por mês?

A Ministra dos Direitos Humanos Luislinda Valois reclamou que, para trabalhar neste importante cargo do Governo Temer, recebe pouco de salário, e diz que se sente no regime de escravidão.

Sabem o quanto ela recebe?

R$ 30.900,00 + residência funcional + carro com motorista + cartão corporativo + uso de jatinhos da FAB. Mas ela quer receber mais de 61 mil reais / mês.

Abaixo, extraído de Estadão.com:

MINISTRA DOS DIREITOS HUMANOS LUISLINDA VALOIS CITA ESCRAVIDÃO E PEDE AO GOVERNO SALÁRIO DE R$ 61 MI

A ministra diz que é seu direito receber o valor integral para trabalhar como ministra porque o cargo lhe impõe custos como se “vestir com dignidade” e “usar maquiagem”. Ela não se arrepende de ter comparado seu caso ao trabalho escravo. “Todo mundo sabe que quem trabalha sem receber é escravo”, diz.

Ela apresentou ao governo um pedido para acumular o seu salário com o de desembargadora aposentada, o que lhe garantiria vencimento bruto de R$ 61,4 mil. Em 207 páginas, ela reclama que, por causa do teto constitucional, só pode ficar com R$ 33,7 mil do total das rendas. A ministra diz que essa situação, “sem sombra de dúvidas, se assemelha ao trabalho escravo, o que também é rejeitado, peremptoriamente, pela legislação brasileira desde os idos de 1888 com a Lei da Abolição da Escravatura”.

Sobra pouco. Luislinda justifica no documento que, por causa da regra do abate-teto, pela qual nenhum servidor ganha mais do que um ministro do Supremo, seu salário de ministra cai para R$ 3.292 brutos. O de desembargadora, de R$ 30.471,10, é preservado.

Ops. Ao citar a Lei Áurea, a ministra Luislinda comete um deslize. Ela diz que a norma “recebeu o número 3533”, quando a lei sancionada pela princesa Isabel em 13 de maio de 1888 é a 3353.

Com a palavra. Procurada durante todo o dia de ontem para comentar o assunto, a ministra disse, por nota, que “não vai se pronunciar a respeito”. Filiada ao PSDB, ela assumiu a pasta em fevereiro deste ano.

Argumentos. No documento, Luislinda diz que “ao criar o teto remuneratório, não se pretendeu, obviamente, desmerecer ou apequenar o trabalho daquele que, por direito adquirido, já percebia, legalmente, os proventos como sói acontecer na minha situação”.

Definição. O Código Penal define trabalho análogo ao de escravo o que submete a pessoa a condições degradantes, jornada exaustiva, trabalho forçado, cerceamento de locomoção e servidão por dívida.

Benefícios. Como ministra, Luislinda tem direito a carro com motorista, jatinhos da FAB, cartão corporativo, imóvel funcional e a salário de R$ 30,9 mil.

É histórico. Nas terras onde o Plano Piloto foi construído, o último registro de trabalho escravo foi no século XIX. A região, onde está a Esplanada dos Ministérios e a Praça dos Três Poderes pertencia a Goiás.

EM TEMPO – Há pouco, a ministra acabou de declarar que não pedirá mais aumento. Reconheceu sua bobagem…

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– O que Mudou na sua Vida com o Cadastro Positivo?

Desde 1o de Janeiro de 2014 está valendo o Cadastro Positivo, que nada mais é do que a Lista dos Bons Pagadores. Se preferir, é o inverso da Lista Negra de maus pagadores.

A idéia é de que aqueles que nunca atrasam suas contas ganhem benefícios pela pontualidade, como créditos mais baratos e menor burocracia em negociações.

Eu confesso que não senti nenhuma alteração na minha vida financeira ou nas relações com os bancos. E você?

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– Quanto cabe de Combustível no Tanque do seu Carro?

Já aconteceu de você estar com o combustível do seu veículo acabando, e na sequência abastecer e perceber que a quantidade de litros no visor da bomba é maior do que a capacidade do tanque do seu veículo?

Se o posto for suspeito, pode ser golpe da galonagem (quando 1 litro tem menos de 1000 ml). Mas se o estabelecimento for idôneo, não se desespere: a capacidade informada no manual do veículo corresponde a cerca de 90% do volume máximo do tanque, e é atingida no momento do desarme da bomba.

Extraído de: Revista Combustível e Conveniência, ed Outubro 2012, pg 34-35, por Gabriela Serto

DIFERENÇA DE CAPACIDADE

O que fazer quando o consumidor reclama que a bomba marcou mais litros do que a capacidade do tanque indicada no manual do veículo? Saiba como orientar seu frentista e evitar suspeitas infundadas sobre seu estabelecimento.

O motorista para no posto e pede para o frentista encher o tanque. Finalizando o abastecimento, o cliente reclama que a bomba marca uma quantidade de litros superior à indicada como capacidade máxima no manual do veículo. Diferentemente do que se poderia imaginar, isso é possível de acontecer e, infelizmente, é uma prática que já está sendo observada pelos órgãos de defesa do consumidor, embora não tenha nada a ver com o fantasma da bomba baixa (quando a bomba marca uma quantidade de litros superior à de fato vendida).

Na verdade, essa situação tem sido registrada devido ao hábito de alguns frentistas, às vezes por má orientação, de forçar o abastecimento após ocorrido o desarme. Mas o que acontece de fato no tanque?

A capacidade do tanque de combustível informada pela montadora no manual do veículo corresponde a cerca de 90% da sua capacidade máxima. Esse volume, chamado de capacidade nominal é atingido no momento em que ocorre o “desarme” do bico da mangueira da bomba de combustíveis. Se o frentista for além nesse momento, haverá divergência entre o marcado na bomba e o informado no manual.

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– Prêmio Nobel de Economia recebeu Honraria por Lógica?

Estamos na época da entrega dos “Prêmios Nobéis” nas suas diversas áreas.  Há 5 anos, fiz uma postagem do vencedor em Economia, e hoje a achei. Olhe que curioso:

LÓGICA?

Loyd Shapley e Alvin Roth foram os ganhadores do Prêmio Nobel de Economia deste ano. A obra deles foi mostrar que uma empresa consegue ter melhor produtividade quando os interesses econômicos das organizações vão de encontro aos interesses particulares dos seus funcionários.

Respeitosamente, mas… Precisa ser cientista econômico para chegar a essa conclusão?

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– Salário para formar vidas e salário para cuidar de deputados.

Li e me sensibilizei. Sabe quanto custa pagar um deputado? E um bombeiro, um professor ou um humilde aposentado?

Extraído do blog do jornalista Paulo Pontes, em: https://paulopontespp.wordpress.com/2017/09/26/um-desabafo-de-um-leitor-real-que-passo-adiante/

UM DESABAFO DE UM LEITOR, REAL, QUE PASSO ADIANTE

Um leitor que pediu para não ser identificado me mandou uma longa mensagem, retratando o momento do País, com o sentido de grande desabafo, mas que reflete exatamente o que eu e milhões de brasileiros pensam. Por isso vou reproduzir a íntegra aqui.

”Lutei contra a ditadura, sim!

Tomei borrachadas, engoli gás lacrimogênio, corri da cavalaria na Av. São João em direção à Praça Antonio Prado e à Praça da Sé.

Participei das perigosas Assembléias dos Sindicatos, onde milicos escondidos na massa guardavam na memória o rosto dos mais exaltados.

Arrisquei o emprego, pichei muro com o slogan:

“Abaixo a Ditadura”.

Distribui panfletos.

Morri de medo.

Chorei quando anunciaram a devolução do poder ao povo: eu e mais alguns milhões.

Hoje, vendo pessoas morrendo em filas de Hospitais, bandidos matando por R$ 10,00 e pessoas andando feito zumbis nas ruas por causa das drogas, adolescentes que não sabem quanto é 6 x 8, meninas de 14 anos parindo filhos sem pais, toda a classe política desse país desfilando uma incompetência absurda, o nosso país sendo ridicularizado por tantos escândalos…

Eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz…

Deveria ter ficado em casa quieto lutei pra ver corrupto no poder fazendo manobras pra se manter no poder e por que estamos quietos? Cade você nas ruas? Esqueçam cor de bandeiras. Vamos nos unir e lutar por só um motivo: nossos direitos

SOMOS mais de trinta milhões de aposentados!

Não podemos admitir!

Policial R$ 3.660,00 para arriscar a vida;

Bombeiro R$ 3.960,00 para salvar vidas;

Professor R$ 2,200,00 para preparar para a vida;

Médico R$ 9.260,00 para manter a vida;

E o Deputado Federal?
R$ 26.700,00 (Salário)

R$ 94.300,00 (Verba de Gabinete)

R$ 53.400,00 (Auxílio Paletó)

R$ 5.000,00 (Combustível)

R$ 22.000,00 (Auxílio Moradia)

R$ 59.000,00 (Passagens Aéreas)

R$ 17.997,00 (Auxílio Saúde)

R$ 12.100,00 (Auxílio Educação)

R$ 16.400,00 (Auxílio Restaurante)

R$ 13.400,00 (Auxílio Cultural)

Auxílio Dentista

Auxílio Farmácia

E outros, para LASCAR a vida dos outros!

E o trabalhador R$ 937,00 para sustentar a família.

Será que o problema do Brasil são os aposentados?”

Essa é a dura realidade do nosso País. Longe de mim, e entendo que deste leitor, fazer qualquer defesa da volta da ditadura militar. Isso seria o pior dos mundos, hipótese inaceitável. Mas para mudarmos o Brasil, tirando essa canalhada toda do cenário político nacional, cabe a nós a mobilização para mostrar que o Brasil é nosso, não desses bandidos que sugam nosso dinheiro e nos matam pouco a pouco.

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