– Não sejamos hipócritas: todos os poderes gostam de dinheiro…

A Folha de São Paulo descobriu que o juiz Sérgio Moro faz uso do auxílio-moradia (uma mordomia que está sendo contestada) e que isso custa cerca de R$ 51.000,00 aos cofres públicos no período de 1 ano.

Gleisi Hofmann, presidente do PT, “descascou” contra isso. Mas veja: no mesmo período a senadora gasta 7 VEZES MAIS! Na tabela abaixo, a queixa e os vencimentos de Gleisi:

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– Gilmar Mendes e os voos da FAB

Depois de ser hostilizado publicamente em várias situações por conta de suas polêmicas decisões (em especial, a de soltura de presos políticos e/ou de colarinho branco), o ministro do STF Gilmar Mendes foi abordado com xingamentos por duas senhoras em Portugal e por uma série de passageiros em Cuiabá.

Conclusão: o juiz só voará em voos da Força Aérea Brasileira.

Quer dizer que vamos pagar uma conta mais alta ainda do que já pagamos? Quanto custa para um avião decolar exclusivamente para ele?

Aliás, não consigo ver a foto de Gilmar Mendes na imprensa e não lembrar do personagem João Plenário, de “A Praça é Nossa”. A semelhança impressiona!

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– Gleise Hofmann e suas greves

Virou ditadura da Dona Narizinho (como é conhecida a senadora Gleisi Hofmann – PT/PR)

Ela, que se sustenta em seu cargo no Senado devido ao foro privilegiado (se não fosse senadora e não tivesse tal regalia, já estaria sendo julgada como “pessoa comum “ – assim como Aécio e outros 31 senadores citados em crimes de corrupção e protegidos pela benesse de tal imoral lei), no ano passado sugeriu que as mulheres fizessem greve de sexo como protesto (lembram disso)?

Agora, disse que se o TFF-4 não absolver Lula, há do país fazer uma greve geral.

Peraí: tudo é da vontade dela, e se for contrário à senadora, resolve-se com greve? Sem contar as bobagens que andou falando, como resolver a pendenga de Lula na base da violência com seus “doces aliados” do MST ou da demagogia em dizer que a  Operação Lava-Jato matou Marisa Letícia de desgosto pela “injustiça”.

Vá dormir, dona Gleise. Cansou ouvir tais idiotices.

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– As Adoções irregulares em Portugal no Abrigo da Igreja Universal.

Tomei conhecimento, dias atrás, através do “Blog do Paulinho”, de uma série de reportagens da TV Portuguesa chamada “O Segredo dos Deuses”, onde se trata sobre adoções de crianças irregulares, configurando tráfico, que ficavam em abrigo da Igreja Universal e que a própria entidade “redistribuía” os menores para interessados.

É claro que o assunto é delicadíssimo, e tais vídeos são esclarecedores. Compartilho no link abaixo,

VÍDEOS  AQUI: https://blogdopaulinho.com.br/2018/01/05/tv-portuguesa-acusa-iurd-de-edir-macedo-de-trafico-de-criancas-a-confissao-do-crime/

Nesta semana foi a vez da “Revista Isto É” abordar tal questão, mostrando o quanto as autoridades portuguesas estão preocupadas com esse suposto esquema de adoções irregulares, que inclui até mesmo o chefe da IURD, Edir Macedo.

A matéria da revista, abaixo, extraído de: https://istoe.com.br/investigacao-sobre-adocoes-em-abrigo-da-universal-em-portugal-e-reforcada/

INVESTIGAÇÃO SOBRE ADOÇÕES EM ABRIGO DA UNIVERSAL EM PORTUGAL É REFORÇADA

O Conselho Superior de Magistratura e o Ministério Público de Portugal informaram que reforçaram as investigações sobre as acusações de um suposto esquema ilegal de adoções coordenado pela Igreja Universal, que nega ter cometido quaisquer crimes. O MP está realizando uma auditoria na sua própria atuação nos casos citados, supostamente cometidos na década de 1990, e o conselho ordenou o recolhimento de elementos para avaliar os procedimentos que levaram às autorizações para essas adoções.

O caso foi revelada pela rede de televisão portuguesa TVI, que em uma série de dez capítulos disse que um abrigo da Universal no país na verdade serviria para retirar filhos de mães em situação de vulnerabilidade e permitir a adoção. A rede acredita que até o bispo Edir Macedo tenha participado do suposto esquema ao se envolver no processo de adoção de duas crianças para a sua filha. Segundo a reportagem, ainda que essas adoções estejam cobertas por decisões judiciais, houve erro na fundamentação que permitiu o desligamento da família biológica.

Em nota, o Conselho Superior de Magistratura disse ter determinado o “recolhimento de todos os elementos pertinentes para avaliar os procedimentos prévios às decisões judiciais e os procedimentos de interação dos tribunais com as instituições com responsabilidade no percurso de preparação das decisões”.

O conselho acrescentou que as decisões dos tribunais são tomadas “em função dos fatos e elementos constantes dos processos judiciais”, mas ponderou que “os tribunais não podem alhear-se de todo o percurso procedimental que – noutras instituições – antecede as decisões judiciais”.

Já o Ministério Público esclareceu que um dos dois procedimentos abertos “reveste-se de uma natureza própria de uma auditoria e tem por objeto exatamente a atuação funcional do Ministério Público em todas as suas vertentes, tendo em vista examinar os procedimentos então adotados e analisar todas as intervenções desenvolvidas nos respectivos processos”.

“No âmbito do inquérito nada deixará de ser investigado, o que permitirá apurar todos os factos e eventuais responsabilidades dos magistrados”, informou o órgão em nota. O MP informou que essa apuração está a cargo de um inspetor, o qual funciona junto ao seu conselho superior.

Reação

Nesta terça-feira, 9, a Igreja Universal divulgou nota pública em que volta a negar as acusações e ataca a reportagem. Para a igreja, houve “manipulação de entrevistas, mentiras, ocultação de provas, exploração de mães fragilizadas e atormentadas pela perda judicial da guarda de seus filhos embaladas em um sensacionalismo sem precedentes”.

Segundo a igreja, a reportagem não mostrou que as crianças “estavam desnutridas, doentes e moravam eum casa sem móveis, suja, sem eletricidade e inabitável”. “Todas estas informações estão em documentos dos processos judiciais que tramitaram no Tribunal de Família e Menores de Lisboa”, disse.

“A Igreja Universal e as pessoas injuriadas, difamadas e caluniadas pelas reportagens da TVI tomarão todas as medidas judiciais – nas esferas cível e criminal – a fim de que a Justiça venha dar a devida punição por essas imputações falsas, criminosas que desabonam a honra dos citados.”

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– E por quê se fica quieto contra o Irã, Venezuela, Coréia do Norte…?

Existe muita hipocrisia em nosso país na defesa do próximo. Quer uma prova disso?

Há movimentos radicais que reclamam da violação de Direitos Humanos. Não os critico, pois, afinal, são pessoas sensíveis que lutam, como o próprio nome diz, pelos direitos das pessoas.

Entretanto, àqueles que defendem os Direitos Humanos MAS estão atrelados aos partidos políticos de ideologia simpática ao fanatismo lulo-político (preste atenção: não citei a pessoa filiada ao PT, mas o “doente apaixonado por Lula”), parece que tais atos de luta pela igualdade são, conforme agem, de acordo com a posição política e não ao sofrimento de quem tem os direitos violados.

Veja só o que o Irã está fazendo contra a democracia e a covardia de como tratam as mulheres por lá: você viu a falsa corja de intelectuais tupiniquins reclamando disso?

Observe a miséria e a humilhação da indignidade que Hugo Cháves e depois Nicolas Maduro deixaram na Venezuela: aqueles que sempre aparecem na TV e que defendem Lula e esses seus amigos (não nos esqueçamos: o Brasil de Luiz Inácio fazia tudo para os vizinhos que abusavam da ditadura de esquerda) não aparecem condenando essas barbaridades?

Por fim: vide os comunistas da Coréia do Norte, regidos por um louco que se gaba por ter um dedo pronto para apertar um botão nuclear! Como o povo é tratado como gado, num mundo fechado em um paupérrimo lugar, confinados a ali morrerem. Quem dos defensores de Direitos Humanos “de interesse político” aparecem para gritar?

Saúdo aos defensores interessados de defender a humanidade sem estarem atrelados a legenda política. Aos outros, com interesses escusos, não há porque deixar de criticar.

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– E quem Gilmar Mendes soltará hoje?

Que coisa o Ministro Gilmar Mendes!

Todo dia solta um corrupto político?

Na calada da noite, ontem, foi o Anthony Garotinho. Quem, será o próximo?

E os demais ministros do STF, em especial a presidente Carmem Lúcia, nada pode fazer?

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– Gilmar Mendes proibiu condução coercitiva. Por quê?

Muito estranha a decisão do polêmico Ministro Gilmar Mendes em acabar com as conduções coercitivas, alegando inconstitucionalidade.

Te convenceu tal argumento?

A troco de quê tal decisão? Para afrontar a Operação Lava-Jato?

Talvez. Mas que suas decisões são sempre contra a vontade popular, não duvide.

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– Gilmar Mendes pela 3a vez solta Jacob Barata Filho? E seus pares não se pronunciam?

Um juiz pode “passar por cima da lei”?

Parece que sim.

O “Rei do Ônibus”, Jacob Barat Filho, enrolado até o pescoço nos escândalos de corrupção que envolvem o governador Sérgio Cabral, foi solto pela terceira vez por Gilmar Mendes, que é padrinho de casamento da filha dele.

Aí não pode, poxa… claramente está ajudando a um amigo. E o que se deve fazer? Esperar um arrependimento do juiz? Ou desejar que os outros Ministros do Superior Tribunal de Justiça tomem uma decisão?

Extraído de: https://g1.globo.com/politica/noticia/gilmar-mendes-manda-soltar-jacob-barata-filho-e-lelis-teixeira.ghtml

GILMAR MENDES MANDA SOLTAR PELA 3A VEZ EMPRESÁRIO JACOB BARATA FILHO

Na mesma decisão, ministro do STF também determinou a soltura de Lélis Teixeira, ex-presidente da Fetranspor. Os dois foram presos pela primeira vez em julho, num desdobramento da Lava Jato no RJ.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou nesta sexta-feira (1º) soltar, pela terceira vez, o empresário do setor de ônibus do Rio de Janeiro Jacob Barata Filho e o ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio (Fetranspor) Lélis Teixeira.

Gilmar Mendes já havia determinado em agosto, por duas vezes, que os dois fossem soltos. Mas decisões judiciais os levaram à prisão novamente.

Barata Filho e Lélis Teixeira são alvos da Operação Ponto Final, um desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro.

Os dois são suspeitos de envolvimento em um esquema de corrupção que atuou no setor de transportes do RJ, com a participação de empresas e políticos do estado, que teria movimentado R$ 260 milhões em propina.

Em nota, a defesa de Barata Filho exaltou a decisão de Gilmar Mendes afirmando que o despacho “comprova que o STF é o guardião maior das garantias individuais”.

“Ela (a decisão) está em consonância com a posição da Segunda Turma do STF, que havia decidido que a prisão preventiva de Jacob Barata Filho era descabida. Vale ressaltar que não surgiu nenhum fato novo que tivesse justificado nova medida em desfavor do empresário”, diz a defesa.

No mês passado, Jacob Barata Filho e de Lélis Teixeira foram presos novamente, na Operação Cadeia Velha, que apura os crimes de corrupção, associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Nesta mesma operação foram presos, por exemplo, o presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), e o filho dele, o empresário Felipe Picciani.

Ao analisar o pedido de liberdade, Gilmar Mendes afirmou que a prisão, determinada pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), de segunda instância, foi decretada após decisão da Segunda Turma do próprio STF, de outubro, que substituiu a prisão por medidas alternativas, especialmente o afastamento deles das empresas e de entidades do transporte público.

“Os indicativos são de que a falta de avaliação da decisão do Supremo Tribunal Federal não decorre de simples omissão. No ponto em que determinou a prisão preventiva do ora paciente, a decisão do Tribunal Regional Federal sugere o propósito de contornar a decisão do STF”, escreveu o ministro.

A nova prisão foi determinada pelo TRF-2 porque, em busca e apreensão na casa de Jacob Barata Filho, foram encontrados documentos sugerindo que ele continuava operando em empresas de transporte, o que descumpriria a determinação de se afastar do setor.

Para Gilmar Mendes, no entanto, a defesa não foi ouvida para esclarecer sobre isso nem houve justificativa quanto à “urgência” da prisão. No STF, a defesa negou que os documentos demonstrem descumprimento do afastamento.

Em julho deste ano, o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro encaminhou à Procuradoria Geral da República (PGR) um pedido de suspeição de Gilmar Mendesno caso envolvendo a prisão de Jacob Barata Filho.

O MPF-RJ argumentou à época que o ministro é padrinho de casamento da filha do empresário. O Ministério Público também disse, na ocasião, que um dos advogados de Jacob Barata Filho também é advogado de Gilmar Mendes.

A PGR, então, analisou o caso e pediu ao Supremo Tribunal Federal que declare suspeita a autação de Gilmar Mendes no caso. Na ocasião, o então procurador-geral, Rodrigo Janot, pediu ainda que todas as decisões tomadas pelo ministro fossem anuladas.

O que diz Gilmar Mendes

Quando o pedido do MPF-RJ se tornou público, Gilmar Mendes respondeu, em nota:

“As regras de impedimento e suspeição às quais os magistrados estão submetidos estão previstas no artigo 252 do CPP, cujos requisitos não estão preenchidos no caso”.

Sobre o fato de ter sido padrinho de casamento da filha de Jacob Barata Filho, o ministro fez a seguinte indagação a jornalistas que o questionaram sobre o assunto:

Vocês acham que ser padrinho de casamento impede alguém de julgar um caso? Vocês acham que isto é relação íntima, como a lei diz? Não precisa responder.”

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– Se Temer extraditar o “boa vida” Battisti, enfim uma bola dentro!!!

Cesare Battisti, o terrorista que ficou morando como bon vivant no Brasil, graças à não-extradição concedida pelo então presidente Lula no último dia do seu mandato (sobre ele, relembre aqui: https://is.gd/i6DQ7C), foi preso na Bolívia com uma boa quantia de dinheiro.

Estaria ele fugindo?

Não sei, afinal ele se sentia seguro em nosso país. Alegou que estava comprando vinho no país vizinho.

Vinho? Não sabia da qualidade dos parreirais e vinhedos de Santa Cruz de La Sierra, Cochabamba e La Paz.

O certo é que: se o presidente Michel Temer o extraditar para a Itália, enfim será uma das poucas coisas positivas que ele terá feito até agora!

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– Johnson & Johnson e os processos contra o “talco cancerígeno”.

Vez ou outras as empresas acabam entrando em polêmicas muitas vezes evitáveis.

Recentemente, uma mulher ganhou uma indenização de 417 milhões de dólares por ter usado diariamente um talco da J&J, e este supostamente ter lhe causado câncer de ovário.

O problema é: muita gente com a doença começou a processar a fabricante, mesmo sem comprovação de relação do talco com produtos cancerígenos.

Abaixo, compartilho,

extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2017/08/johnson-johnson-e-condenada-pagar-r-1-bilhao-cliente.html

JOHNSON & JOHNSON É CONDENADA A PAGAR R$ 1 BILHÃO A CLIENTE

Norte-americana acusou empresa por ter desenvolvido câncer

Um tribunal de Los Angeles, nos Estados Unidos, condenou a gigante Johnson & Johnson a pagar US$ 417 milhões (cerca de R$ 1,3 bilhão) a uma norte-americana de 62 anos que acusava a empresa de causar seu câncer no ovário por conta do uso de um talco.

Eva Echeverria abriu o processo por não ter sido informada do risco de desenvolver a doença pelo uso do produto para higiene íntima. A empresa, por sua vez, alega que não há estudos que apontem que o talco seja um produto cancerígeno e anunciou que vai recorrer da decisão.

Essa é a terceira vez que a marca é condenada a pagar uma indenização do tipo. No ano passado, um tribunal de Saint Louis, também nos Estados Unidos, condenou a J&J a pagar US$ 70 milhões (cerca de R$ 220 milhões) para uma cliente que fez a mesma alegação.

Em maio deste ano, em Missouri, outro júri condenou a Johnson & Johnson a indenizar uma cliente em US$ 110 milhões (R$ 345,4 milhões) pelo mesmo motivo. Estima-se que a empresa esteja respondendo entre quatro e cinco mil ações por conta da doença.

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– O país da impunidade no caso do reincidente tarado do metrô!

Uma vergonha! Um sujeito acusado 5 vezes (CINCO VEZES) por suspeita de estupro, ejaculou em uma mulher na Avenida Paulista, dentro de um ônibus. Mas a justiça (sim, com “j” minúsculo) o liberou por não considerar assédio sexual, mas importunação.

Ridículo. Compartilho, extraído de: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/justica-manda-soltar-homem-que-assediou-mulher-em-onibus-e-tem-5-passagens-por-estupro.ghtml

JUSTIÇA MANDA SOLTAR HOMEM QUE ASSEDIOU MULHER EM ÔNIBUS E TEM 5 PASSAGENS POR ESTUPRO

Rapaz de 27 anos foi liberado em audiência de custódia nesta quarta-feira (30). Juiz não viu ‘constrangimento tampouco violência’ no caso e considerou crime de menor potencial ofensivo.

Na tarde desta terça (29), uma mulher sofreu assédio sexual dentro de um ônibus em SP

O homem que ejaculou em uma mulher dentro de um ônibus na Avenida Paulista, no Centro de São Paulo, na tarde desta terça-feira (29), foi solto pela Justiça em audiência de custódia realizada nesta quarta-feira (30).

Ele havia passado cinco vezes pela polícia por suspeita de estupro, mas em nenhuma delas foi a julgamento.

Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, o juiz José Eugenio do Amaral Souza Neto entendeu que não era necessária a manutenção da prisão. Para o magistrado, o crime se encaixa no artigo 61 da lei de contravenção penal – “importunar alguém em local público de modo ofensivo ao pudor” – e é considerado de menor potencial ofensivo.

A lei é de 1941. O agressor ficou menos de 24 horas detido.

Na decisão, embora afirme que “o ato praticado é grave”, e destaque o “histórico desse tipo de comportamento” do rapaz, o juiz diz não ver “constrangimento tampouco violência” e, por tal razão, defende que o crime “se amolda à contravenção e não estupro”.

“Entendo que não houve constrangimento tampouco violência ou grave ameaça, pois a vítima estava sentada em um banco de ônibus, quando foi surpreendida pela ejaculação do indiciado”, aponta o texto.

Ainda de acordo com o TJ, a Polícia Civil não pediu a prisão preventiva do acusado e o Ministério Público, durante a audiência de custódia, se manifestou pela liberação do rapaz.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) contesta a afirmação e afirma que a delegada Denise Orlandini do Prado, do 78º DP, solicitou à Justiça a prisão preventiva do suspeito. Procurado pelo G1 o Ministério Público disse que não irá se manifestar sobre o caso.

O caso ocorreu no início da tarde desta terça-feira (29), na altura da Alameda Joaquim Eugênio de Lima. A Polícia Militar foi acionada e o homem foi preso em flagrante por estupro e levado ao 78º Distrito Policial, no Jardins. Depois, encaminhado para carceragem do 2° DP, no Bom Retiro.

Chorando e em estado de choque, a vítima foi acolhida por outras mulheres. O assediador foi mantido dentro do ônibus até ser retirado por policiais militares. O local rapidamente reuniu dezenas de pessoas. Revoltados, muitos gritavam, xingavam e ameaçavam linchar o agressor.

Procurada pelo G1, a SPTrans disse que “lamenta e repudia o ocorrido no início da tarde desta terça-feira em um ônibus do sistema municipal de transportes”. A empresa disse ainda que “nos casos de abuso sexual no interior dos ônibus, a SPTrans recomenda que o motorista seja comunicado imediatamente e conduza o veículo até a delegacia de polícia mais próxima. Lá, a vítima poderá registrar um boletim de ocorrência e receber amparo das autoridades policiais, que tomarão as providências cabíveis”.

Coincidentemente, nesta terça-feira a SPTrans, a CPTM, o Metrô e a EMTU, do governo do estado, lançaram a campanha “Juntos podemos parar o abuso sexual nos transportes”. O objetivo é “é unir instituições públicas e privadas para combater a violência sexual no transporte coletivo”, informou o Metrô.

Em menos de 24 horas, outro assédio

Na tarde desta quarta-feira (30), outra mulher foi vítima de assédio sexual dentro de um ônibus que também passava pela Avenida Paulista, na região central de São Paulo. A vítima relatou que o agressor passou a mão em seus seios. O motorista fechou a porta e chamou a polícia, que deteve o agressor.

“Ele passou a mão em mim e quis parecer que eu estava louca”, relatou Juliana de Deus, de 25 anos. “Estava sentada ao lado dele. Ele começou a passar a mão no meio seio e eu comecei a me ligar. ‘Sai de perto, sai de perto!’ As mulheres ao redor também começaram a se revoltar”, disse a vítima, que é cantora.

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– Gilmar e Barata, Barata e Gilmar

Por Gilmar Mendes soltar duas vezes o Rei do Ônibus do Rio de Janeiro, Jacob Barata Filho, envolvido em corrupção pesada, suspeitou-se de um relacionamento entre amigos (que de fato, diz-se existir). A Procuradoria quer suspeição do juiz, já que agora apareceu mais uma prova de intimidade: flores enviadas de Barata ao casal Gilmar e Guiomar Mendes.

Que país é esse, onde os bandidos são amigos de juízes?

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– STJD é sempre assim: assusta e depois afaga!

Modesto Roma, na grave acusação que faz contra Erick Faria (uma suposta ajuda externa ao 4o árbitro na marcação/ desmarcação do polêmico pênalti na Vila Belmiro de dias atrás, entre Santos x Flamengo), foi julgado e punido com 120 dias de suspensão e R$ 10 mil de multa. Agora, o STJD reduziu a pena para 15 dias e sem multa alguma.

É para levar à sério? Quando o Tribunal errou: no 1o julgamento ou no 2o, já que a discrepância é grande?

Vejam a punição ao Palmeiras, nesta semana: a dura pena será cumprida ou, como de costume, depois o mesmo Tribunal “dá um desconto”?

Virou costume: o STJD pune severamente e depois relaxa…

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– Gilmar Mendes soltando todo mundo?

Virou uma farra a questão de liberar todo e qualquer preso neste país, em especial os bandidos do colarinho branco.

O que falar do juiz Gilmar Mendes e o “prende e solta” promovido por ele? Soltou duas vezes, em menos de 24h, o “Barão do Transporte Público Carioca”, o Sr Jacob Barata Filho!

Realmente a imundice anda solta nesse país. Não entendo tais decisões. As celas não tem mais barras.

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– A difícil e/ou indevida arte de julgar: o caso do cãozinho que morreu no Pet Shop

Repercutiu bastante em toda a Jundiaí a morte de um cachorrinho de estimação chamado Nick. Motivo: ele iria ser tosado e tomaria banho em um Pet Shop tradicional do Parque Eloy Chaves; entretanto, o (a) funcionário (a) responsável bobeou e deixou o animal sozinho. Como ele estava amarrado e em cima de uma mesa, saltou e se enforcou.

Aqui, fica a observação: nos tribunais regionais do Facebook (e nos casos nacionais, acrescente-se as outras redes sociais como Twitter e Google Plus), houve de tudo: gente tentando consolar a dona do bichinho, gente criticando o Pet Shop e exageros dos dois lados, com um radicalismo “a lá ISIS”.

Nesse tempo de inclusão digital, dos mais intelectuais até chegando aos energúmenos, a possibilidade de crítica se faz democrática e todos têm acesso a ela. E isso é ótimo! Entretanto, o que pesa são os intolerantes, preconceituosos, aproveitadores, haters e demais personagens do mundo das redes “anti-sociais”. Virou Tribunal da Inquisição com escolha de pena: prisão perpétua, pena de morte, absolvição total ou indenização por injusta acusação. Só não há espaço, lamentavelmente, para a concórdia!

Em especial no caso do animalzinho Nick, é lógico que a dona dele ficará inconsolável. Não há processo na Justiça que deverá devolver-lhe a companhia do “melhor amigo do homem”. Do outro lado, se coloque no lugar da proprietária do estabelecimento, há quase 20 anos por lá! Imagine o remorso imenso em decorrência do descuido de um(a) colaborador (a), além da dor de cabeça judicial que terá.

Ambos envolvidos saíram perdendo; a proporção dos danos sofridos por cada um não se pode mensurar, assim como o Facebook e seus julgadores de tribunais eletrônicos devem ter bom senso em não execrar ninguém.

Tolerância, paciência, misericórdia, justiça e equilíbrio: é isso que as pessoas precisam ter antes de postagens radicais! Particularmente, torço para que a dona do cachorro e a proprietária do Pet Shop se recuperem de seus abalos e sigam a vida.

Em tempo: repare que não estou fazendo juízo de valor se A foi mais prejudicada do que B. Apenas quero ponderar o desnecessário julgamento.

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