Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre diversas disciplinas de Administração.
É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!
🖊️ Cidadania
Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre diversas disciplinas de Administração.
É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!
🖊️ Cidadania
E nessa noite estivemos na FADITU, falando aos nossos alunos sobre Gestão de Projetos, possibilitando grande conhecimento à carreira estudantil e profissional deles.
É somente com a Educaçãoque faremos uma sociedade melhor.
🖊️ #Educação.
E ontem voltamos ao novo semestre letivo aqui na Faculdade de Direito de Itu! Matei a saudade do pessoal de Contábeis e Gerenciais. Hoje, foi a turma de RH.
Como é bom rever os nossos alunos veteranos e conhecer os calouros. O ambiente acadêmico sempre nos motivará.
Viva a Educação e o Ensino Superior.

E hoje tivemos a Reunião Pedagógica de início de Semestre, visando o retorno às aulas.
Eu já estava com saudades…
Gosto demais da Faditu, tanto dos meus alunos quanto aos meus colegas professores.
E que venha a labuta!
E venha cursar Administração na Faditu!
https://www.linkedin.com/embed/feed/update/urn:li:ugcPost:7477375357474566145
E terminamos o semestre letivo hoje na Faditu, com os exames finais.
O desejo é: sucesso aos alunos, com a total compreensão dos assuntos abordados.
Ensinar é dividir conhecimento, e ao mesmo tempo, aprender!

👨🎓#educação
Gostei demais desse texto sobre como as Instituições de Ensino Superior tentam brigar no mercado pelos alunos. Como é e como deveria ser?
Abaixo, extraído do LinkedIn em: https://www.linkedin.com/posts/jean-cavaleiro-33049922_cad%C3%AA-a-estrat%C3%A9gia-do-oceano-azul-nas-universidades-activity-7322667185242324993-aMdi?
CADÊ A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NAS UNIVERSIDADES?
Por Jean Cavaleiro.
O conhecimento desenvolvido em sala de aula não coaduna com a estratégia traçada pelas universidades como negócio. A estratégia do Oceano Azul, que propõe competir onde ninguém mais está competindo, criando novos espaços de mercado, simplesmente não é aplicada pelas Instituições de Ensino Superior (IES). Muito pelo contrário: o que se vê é uma cópia cega das piores práticas.
Uma reduz a carga horária de 4 para 3 horas por dia? As outras copiam.
Uma cria o cargo de “professor assistente”, mesmo sendo mestre ou doutor, para reduzir salários? Todas copiam.
Uma estrutura 50 cursos diferentes usando matrizes genéricas e iguais, para economizar? As demais seguem o mesmo caminho.
Pouquíssimas IES — três ou quatro em São Paulo — ainda tentam competir por diferenciação verdadeira. As demais disputam apenas por preço. E produto barato é produto descartável: o aluno se matricula hoje e cancela amanhã.
Sem criar novos espaços de mercado, sem inovar, sem ousar, as universidades estão apenas se canibalizando, afundando ainda mais no Oceano Vermelho da concorrência predatória.
A Falência Moral dos Congressos e Seminários de Educação.
Além disso, os congressos e seminários de educação viraram clubes fechados de autoelogio, onde ninguém tem coragem de tocar nas feridas.
Um aplaude o outro, todos repetem as mesmas soluções falidas e ninguém questiona a decadência do sistema educacional privado.
É como olhar para alguém atolado na merda até a boca e o cara comemorar porque conseguiu chegar até o pescoço.
Uma falsa sensação de vitória no meio da derrocada.
Executivos da educação hoje não olham para a educação, olham para os acionistas. Lutam para garantir seus cargos, seus bônus, seus contratos futuros — não para garantir o futuro dos estudantes ou da sociedade.
E quem ousa fazer uma crítica honesta é rapidamente isolado. Criticar significa perder oportunidades de trabalho, palestras, consultorias ou promoções.
Por isso, reina o silêncio e a mediocridade.
O Resultado
O mercado educacional privado, que deveria ser campo de inovação e transformação, afunda em sua própria incapacidade de se reinventar.
Sem Oceano Azul. Sem coragem. Sem visão de longo prazo.
Em vez de criar diferenciação, qualidade real e experiências únicas para o aluno, as universidades seguem entupindo o mercado com diplomas baratos, estudantes insatisfeitos e marcas cada vez mais irrelevantes.
A médio e longo prazo, todos vão pagar o preço: as universidades, os alunos e a sociedade como um todo.
Aliás, já estão pagando. As IES reduzindo cada vez mais os preços. Os alunos, mesmo com diploma, ganham pouco, atuam em subemprego, fora das sua área de formação.
Os executivos da educação, pela baixa capacidade de entender o aluno diz, ah mas estão ganhando 30% acima da média nacional.
Mas 30% de mixaria continua sendo mixaria.
COMPETIÇÃO ESTARÁ EM FAZER TUDO DIFERENTE DO QUE ESTÃO FAZENDO.
AGREGAR VALOR – RETER – FORMAR
Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística a duas turmas.
É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!
🖊️ Cidadania
Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Administração da Produção aos alunos do Curso de Adm.
É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!
🖊️ #Cidadania
Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística a duas turmas.
É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!
🖊️ Cidadania
Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Administração da Produção aos alunos do Curso de Adm.
É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!
🖊️ Cidadania
Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística a duas turmas.
É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!
🖊️ Cidadania
Estivemos nessa noite em Itu, pela Faditu, aplicando provas aos nossos alunos universitários.
Somente com a Educação é que conseguiremos bons resultados…
Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Administração da Produção aos alunos do Curso de Adm.
É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!
🖊️ Cidadania
Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística a duas turmas.
É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!
🖊️ Cidadania
Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Administração da Produção aos alunos do Curso de Adm.
É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!
🖊️ Cidadania
Fim de expediente!
Foram 4 aulas de TGA aqui na Faculdade de Direito de Itu (Faditu), a alunos do Curso de Ciências Contábeis. E valeu a pena!
É muito bom ajudar na Educação da nossa sociedade.
✏️ #Ensino
Admiro muito o professor Stephen Kanitz. Tenho livros dele e o sigo no Twitter (e ele me segue, dá para acreditar? Me sinto orgulhoso!).
Recentemente, ele tratou em seu blog sobre as diferenças entre “Gestão das Empresas” e “Administração de Empresas”. Para a maioria, gerir e administrar são as mesmas coisas. Entretanto, Kanitz diferencia os modos de administrar no século 21 e gerir no século 16.
Para os Administradores de Empresas, um ótimo artigo! Abaixo:
Extraído de: http://blog.kanitz.com.br/2011/03/gest%C3%A3o-ou-administra%C3%A7%C3%A3o-qual-%C3%A9-a-diferen%C3%A7a-.html?
GESTÃO OU ADMINISTRAÇÃO. QUAL A DIFERENÇA?
Por Stephen Kanitz
Administradores invariavelmente usam o termo Administração, e não Gestão. Afinal, ninguém estuda quatro anos ou mais, segue os princípios éticos e o juramento da profissão, para jogar fora o termo tão duramente conquistado.
Gestão normalmente é usado por aqueles que não são formados, e pior, que não acreditam que Administração acrescente muito valor à sociedade.
Gestão não vem de Gerar ou Gestação. Administrar não é levar a termo nove meses um projeto, como muitos acreditam.
Gestão vem de Gesto, Gesticulação. Eram aqueles que gesticulavam, que apontavam com o dedo indicador onde o carregamento de alimentos deveria ser deixado ou estocado. Coloque este fardo aqui.” “Coloque este outro ali.”
Lembre-se que administrar, controlar e cuidar dos estoques estratégicos de comida era uma das primeiras funções administrativas da humanidade.
Os “Gestores” indicavam onde os escravos deveriam colocar os fardos que estavam entregando.
Gestores ainda usam termos como “indicadores” de produção, “apontar” uma solução, “apontamentos” de uma reunião, remanescentes da época em que administrar era basicamente apontar com o indicador a direção a seguir.
“Contratos de Gestão”, técnica que gestores adoram, são apontamentos escritos em contrato, onde “indicadores” de desempenho são previamente acordados pelo “dirigente”. Apontam com o indicador o que querem que seja cumprido.
Isto não é Administração do Século XXI, isto é gestão do Século XVI que ainda usamos nas empresas estatais e empresas de gestão familiar. 500 anos de atraso administrativo.
Se você usa ainda o termo Gestão, cuidado. Você está mostrando para todo mundo que acredita que administrar é dar ordens para subordinados onde colocar isto e onde colocar aquilo. Mas administração moderna é muito mais do que isto, nem preciso relembrar.
Portanto, preste atenção quem são aqueles que ainda usam o termo Gestão. E reze.

Reprodução da Internet, imagem comum na Web, autoria desconhecida.
Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística a duas turmas.
É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!
🖊️ Cidadania
Acabou a 2ª feira!
Estivemos aqui na FADITU, para 4 aulas de Administração da Produção.
Viver e respirar a Educação é muito bom.
#ensino
Turno da noite, 3 de 3: Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística.
É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!
🖊️ Cidadania
Fim de expediente!
Foram 4 aulas de TGA aqui na Faculdade de Direito de Itu (Faditu), a alunos do Curso de Ciências Contábeis. E valeu a pena!
É muito bom ajudar na Educação da nossa sociedade.
✏️ #Ensino
A média mundial de jovens entre 25 a 34 anos de idade que possuem um diploma de nível superior é de 48%, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.
No Brasil, estamos na METADE da média: 24%, atrás de muitos países vizinhos: Colômbia (35%), Chile (41%) e Peru (50%).
O índice mais alto hoje é da Coreia do Sul (que desde a Revolução Educacional conseguiu números expressivos): 70%!
EDUCAÇÃO DE NÍVEL SUPERIOR NO BRASIL: OS NÚMEROS QUE ALERTAM
Por Antonio Carlos Neves Estela.
O Brasil enfrenta um desafio estrutural crítico para o seu desenvolvimento: o acesso ao ensino superior. De acordo com dados recentes, apenas 24% dos jovens adultos brasileiros (25-34 anos) possuem um diploma de graduação. Esse índice é exatamente metade da média dos países da OCDE, que é de 48%, e coloca o país em uma posição de desvantagem competitiva em relação a líderes globais como a Coreia do Sul, onde 70% dessa população concluiu o nível superior.
Mesmo quando olhamos para os nossos vizinhos na América Latina, o cenário é de alerta. O desempenho brasileiro é inferior ao de países como Peru (50%), Chile (41%) e Colômbia (35%). Embora o Brasil supere o índice da Argentina (19%), os números mostram que ainda estamos atrás de economias regionais que têm investido de forma mais acelerada na formação acadêmica de sua juventude.
Apesar do atraso, há sinais de progresso que merecem destaque. A taxa de escolaridade superior no Brasil cresceu 8 pontos percentuais desde 2013, quando era de apenas 15,8%. No entanto, esse crescimento é desigual dentro do próprio território nacional: enquanto as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste apresentam indicadores acima da média nacional, todos os estados da região Nordeste figuram abaixo desse patamar.
Outro ponto relevante é a disparidade de gênero na educação. No Brasil, assim como na maioria dos países, as mulheres estão mais presentes no ensino superior do que os homens. No triênio mais recente, a taxa de escolaridade de nível superior entre as mulheres de 25 a 34 anos foi de 28,2%, enquanto entre os homens o índice foi significativamente menor, atingindo 20,7%.
Nos últimos anos, a Educação a Distância é o caminho que mais tem contribuído para o avanço do número de pessoas com graduação em nosso país. Além disso, várias pesquisas apontam para grandes ganhos salariais para os egressos de cursos a distância. Nesse sentido, em vez de restringir o acesso a esse formato de ensino, as políticas públicas devem valorizá-lo e fomentar o aumento da qualidade independente de formato de oferta (presencial, semipresencial ou a distância).
Para finalizar, é importante lembrar que a taxa de conclusão dos cursos de graduação é o indicador mais utilizado para comparações internacionais de escolaridade e reflete o potencial de inovação e produtividade de uma nação. Para que o Brasil possa competir de igual para igual no cenário global, é urgente continuarmos a trajetória de crescimento desses índices, focando em reduzir as desigualdades regionais que ainda travam o nosso potencial educativo.
Fim de expediente!
Foram 4 aulas de TGA aqui na Faculdade de Direito de Itu (Faditu), a alunos do Curso de Ciências Contábeis. E valeu a pena!
É muito bom ajudar na Educação da nossa sociedade.
✏️ #Ensino
Acabou a 2ª feira!
Estivemos aqui na FADITU, para 4 aulas de Administração da Produção.
Viver e respirar a Educação é muito bom.
#ensino
Acabou a 2ª feira!
Estivemos aqui na FADITU, para 4 aulas de Administração da Produção.
Viver e respirar a Educação é muito bom.
#ensino
Fim de expediente!
Foram 4 aulas de TGA aqui na Faculdade de Direito de Itu (Faditu), a alunos do Curso de Ciências Contábeis. E valeu a pena!
É muito bom ajudar na Educação da nossa sociedade.
✏️ #Ensino
Turno 2 de 2: Estive nessa noite em Itu, na Faditu, falando aos nossos alunos de Processos Gerenciais e de Administração de Empresas sobre Logística.
Compartilhar conhecimento é bom demais!
✏️ #Educação
Fim de expediente!
Foram 4 aulas de Administração da Produção aqui na Faculdade de Direito de Itu (Faditu), a alunos do Curso de Adm de Empresas. E valeu a pena!
É muito bom ajudar na Educação da nossa sociedade.
✏️ #Ensino
Fim de expediente!
Foram 4 aulas de TGA aqui na Faculdade de Direito de Itu (Faditu), a alunos do Curso de Ciências Contábeis. E valeu a pena!
É muito bom ajudar na Educação da nossa sociedade.
✏️ #Ensino
Terminamos mais uma jornada acadêmica. Tivemos boas aulas às turmas de “Administração e Gestão de Negócios” na FADITU, onde pudemos falar boas coisas aos nosso alunos.
É com a Educação que faremos um país melhor.
#ensino
Nessa noite, estivemos na Faditu, levando aos nossos alunos bastante conhecimento e troca de experiências.
Só com a Educação que conseguiremos bons resultados.

🖊️ #Cidadania