Do domingo passado, mas serve para hoje: POLÍTICOS NÃO SÃO DEUSES.
Cuidado ao idolatrar esses poderosos homens da sociedade. Muitos deles são lobos em pele de cordeiro, usando até mesmo a religião para conseguir voto.
Do domingo passado, mas serve para hoje: POLÍTICOS NÃO SÃO DEUSES.
Cuidado ao idolatrar esses poderosos homens da sociedade. Muitos deles são lobos em pele de cordeiro, usando até mesmo a religião para conseguir voto.
Falar sobre Compliance está na moda. E isso é muito bom!
A ética, a transparência e outras benesses sobre isso, de forma bem didática, no texto extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/compliance-sua-importância-e-causas-pétreas-fc3697363aec
COMPLIANCE: IMPORTÂNCIA, CAUSAS E SUAS CLÁUSULAS PÉTREAS
por José Renato Sátiro Santiago
Originário do inglês “to comply” a palavra compliance possui como um dos seus significados mais comuns, estar em conformidade. No mundo corporativo sua efetividade está relacionada com proporcionar maior segurança e minimizar riscos de instituições e empresas, ao garantir o pleno cumprimento dos atos, regimentos, normas, leis, internas ou externas, não apenas nas relações existentes entre seus colaboradores, mas, principalmente, junto aos quaisquer stakeholders externos. Cientes da extrema relevância do assunto, as empresas costumam colocar o compliance como um dos pilares de sustentação de seus negócios, sobretudo quando as pautas da ética, integridade e transparência são as suas bandeiras.
Não é por mero acaso que o compliance tem sido muito discutido e se tornado uma pauta muito presente nas atividades desenvolvidas em uma organização. Embora não haja uma receita pronta, uma vez que padrões de ética, integridade e transparência podem variar muito de uma empresa para outra, é de entendimento comum sobre o quanto alguns atos e/ou ações representam violações redundantes ao que costumamos chamar de “espírito” do compliance. Elas são carimbadas como se fossem agressões às suas causas pétreas. Para elas, não cabe discussão, sequer dúvida, a não ser, obviamente, para aqueles que têm a intenção de fazer análises muito particulares e, algumas vezes, pouco republicanas. Longe de ter a intenção de preparar uma lista definitiva, a seguir, são pontuadas algumas delas:
1. Qualquer atividade que componha o processo de contratação de produtos e/ou serviços deve ser devidamente registrada e realizada dentro do ambiente corporativo na presença de representantes oficiais das organizações envolvidas;
2. Caso haja qualquer relação de parentesco entre profissionais que atuem em empresas envolvidas em qualquer tipo de atividade desenvolvida em conjunto, a sua existência deve se explicitada e registrada de maneira formal para ambas as organizações;
3. É proibitiva a realização de qualquer encontro fora do ambiente corporativo com a participação de funcionários que atuam em empresas presentes em segmentos similares e/ou com as quais é possível existir qualquer tipo de relação comercial, a não ser que o mesmo seja informado previamente para os superiores imediatos e/ou para as áreas devidas das organizações envolvidas, e, ainda assim, devidamente aprovado e registrado explicitamente;
4. É impeditivo receber quaisquer benesses devida por conta da posição e/ou cargo ocupado pelo profissional na empresa, a não ser como exceção, devidamente explicitada previamente, quando o valor do “mimo” seja irrisório, o que é subjetivo de uma empresa para a outra, e que, ainda assim, seja ofertado de maneira pública para todos os profissionais envolvidos, sempre devidamente registrado de forma explícita;
5. A mera ocorrência de qualquer um desacordo com as questões acima pontuadas já torna impeditiva a participação dos envolvidos em ações futuras com as organizações envolvidas, sendo passível, inclusive, de imediato desligamento de acordo com as regras de compliance adotadas pelas empresas em questão.
A linha de conduta que costuma nortear as regras de compliance está relacionada com bom senso no que diz garantir o pleno hasteamento das três bandeiras, já citadas anteriormente, ética, integridade e transparência. No entanto, como bom senso, infelizmente, tende a ter uma maleabilidade assustadora para alguns, a dureza se faz necessária como forma de evidenciar quando a quebra ocorrer.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito na postagem.
Repercutiu bastante a questão da venda de diplomas de treinador de futebol por parte do ex-jogador Mancuso (ex-Palmeiras e ex-Flamengo).
Por R$ 100 mil reais, ele vendia um diploma de treinador com licença para dirigir clubes na Europa, emitidos pela escola de formação da Argentina (para ser técnico na Europa, a UEFA exige capacitação dos profissionais, e na América do Sul, a AFA os realiza. Os da CBF Academy, além de caros, não servem).
Eis que o meia Alex Cabeção, Paulinho (ex-Corinthians e Bragantino), Thiago Silva e tantos outros atletas compraram, com um diferencial: não precisavam frequentar as aulas teóricas pois já eram “experientes pela carreira”.
Cá entre nós: ninguém desconfiava? As supostas vítimas, cá entre nós, aparentemente sabiam que estavam comprando algo ilícito?
Ao que parece, não tem santinho nessa história…
Conta-se que a presidente do Palmeiras é, de nascimento, vascaína. Que Neymar era palmeirense. Que Sócrates, isso é sabido, era santista. E tantos outros casos de pessoas do futebol que marcaram com um clube, embora torcessem por outro.
Igual a árbitro de futebol: ninguém lembra que tem time do coração com o apito na boca, você pensa na sua carreira. E, posteriormente, perde o vínculo de torcedor.
Digo isso pois o Globoesporte.com traz em suas redes sociais a seguinte manchete:
(Recorte da página do GE no Blue Sky)
Fico imaginando: seu enteado (portanto, filho do seu marido) é / será em breve o dono da SAF do Vasco da Gama, com muito dinheiro. O esposo dela, o Dr José Roberto Lamacchia, é ativo na vida do Palmeiras (clube que é presidido por ela). Não se configura conflito de interesses?
Vejo tanta gente tentando criar argumentos para se dizer que “não tem nada a ver” tal relação. Ora, se é proibido (e é), cumpra-se a Lei.
Digamos que a Leila, ao final do seu mandato, resolva ir ao Vasco da Gama trabalhar como dirigente (por gosto, por querer estar no futebol, ou por qualquer outro motivo, já que ela é uma senhora muito bem resolvida financeiramente). Poderia?
Em grandes empresas, há na maioria dos casos a exigida quarentena (prazo não necessariamente de 40 dias) para o executivo que saia de uma organização, não trabalhar num outro empreendimento de mesma natureza (a fim de se evitar que se leve segredos corporativos, estratégias traçadas e ou negócios em andamento à sua nova empresa).
Se sair do Palmeiras e ir ao Vasco, o torcedor palmeirense não se sentiria traído? O próprio Palmeiras não poderia impedir essa ida (como muitos fazem no mundo dos negócios)?
Taí a grande questão: a SAF do Vasco da Gama parece que se concretizará e a relação com a SE Palmeiras entre os envolvidos é nítida. Marco Faria Lamacchia, que é neto de Aloysio Faria (ex-banco Real e dono do conglomerado Alpha) é filho de José Roberto Lamacchia. Portanto, a madrasta e o pai estão num clube concorrente. Estarão concomitantemente trabalhando em seus clubes; ele, pela Almirante participações (dona da SAF do Vasco) e ela pelo Palmeiras. Se isso pode infringir o compliance do Brasileirão 2027, imagine se ela for em 2028 ao Vasco? Aí, já passa por questão ética…
Aguardemos!
Repercutiu bastante a questão da venda de diplomas de treinador de futebol por parte do ex-jogador Mancuso (ex-Palmeiras e ex-Flamengo).
Por R$ 100 mil reais, ele vendia um diploma de treinador com licença para dirigir clubes na Europa, emitidos pela escola de formação da Argentina (para ser técnico na Europa, a UEFA exige capacitação dos profissionais, e na América do Sul, a AFA os realiza. Os da CBF Academy, além de caros, não servem).
Eis que o meia Alex Cabeção, Paulinho (ex-Corinthians e Bragantino), Thiago Silva e tantos outros atletas compraram, com um diferencial: não precisavam frequentar as aulas teóricas pois já eram “experientes pela carreira”.
Cá entre nós: ninguém desconfiava? As supostas vítimas, cá entre nós, aparentemente sabiam que estavam comprando algo ilícito?
Ao que parece, não tem santinho nessa história…
Conta-se que a presidente do Palmeiras é, de nascimento, vascaína. Que Neymar era palmeirense. Que Sócrates, isso é sabido, era santista. E tantos outros casos de pessoas do futebol que marcaram com um clube, embora torcessem por outro.
Igual a árbitro de futebol: ninguém lembra que tem time do coração com o apito na boca, você pensa na sua carreira. E, posteriormente, perde o vínculo de torcedor.
Digo isso pois o Globoesporte.com traz em suas redes sociais a seguinte manchete:
(Recorte da página do GE no Blue Sky)
Fico imaginando: seu enteado (portanto, filho do seu marido) é / será em breve o dono da SAF do Vasco da Gama, com muito dinheiro. O esposo dela, o Dr José Roberto Lamacchia, é ativo na vida do Palmeiras (clube que é presidido por ela). Não se configura conflito de interesses?
Vejo tanta gente tentando criar argumentos para se dizer que “não tem nada a ver” tal relação. Ora, se é proibido (e é), cumpra-se a Lei.
Digamos que a Leila, ao final do seu mandato, resolva ir ao Vasco da Gama trabalhar como dirigente (por gosto, por querer estar no futebol, ou por qualquer outro motivo, já que ela é uma senhora muito bem resolvida financeiramente). Poderia?
Em grandes empresas, há na maioria dos casos a exigida quarentena (prazo não necessariamente de 40 dias) para o executivo que saia de uma organização, não trabalhar num outro empreendimento de mesma natureza (a fim de se evitar que se leve segredos corporativos, estratégias traçadas e ou negócios em andamento à sua nova empresa).
Se sair do Palmeiras e ir ao Vasco, o torcedor palmeirense não se sentiria traído? O próprio Palmeiras não poderia impedir essa ida (como muitos fazem no mundo dos negócios)?
Taí a grande questão: a SAF do Vasco da Gama parece que se concretizará e a relação com a SE Palmeiras entre os envolvidos é nítida. Marco Faria Lamacchia, que é neto de Aloysio Faria (ex-banco Real e dono do conglomerado Alpha) é filho de José Roberto Lamacchia. Portanto, a madrasta e o pai estão num clube concorrente. Estarão concomitantemente trabalhando em seus clubes; ele, pela Almirante participações (dona da SAF do Vasco) e ela pelo Palmeiras. Se isso pode infringir o compliance do Brasileirão 2027, imagine se ela for em 2028 ao Vasco? Aí, já passa por questão ética…
Aguardemos!
A prática de compliance, que numa definição bem simplória pode ser a de “busca de parceiros éticos e responsáveis nos negócios”, para muitos pode ser um processo extremamente burocrático.
Ledo engano! Compartilho um esclarecimento bem interessante, em: http://estudio.folha.uol.com.br/petrobras/2017/12/1943617-governanca-e-compliance-nao-significam-engessamento.shtml
GOVERNANÇA E COMPLIANCE NÃO SIGNIFICAM ENGESSAMENTO
Nunca se falou tanto da importância da ética nos negócios, da reputação das companhias e também sobre a necessidade de as empresas terem controles internos e gerenciamento de riscos.
Um temor é que esses processos se transformem apenas em mais burocracia e em engessamento da empresa. Mas, segundo especialistas, cuidados simples mantêm a agilidade na tomada de decisões. Governança e compliance, bem aplicados, significam segurança, não burocracia, afirmam.
“É fundamental ter controles internos e gerenciar os riscos. Ao mesmo tempo, é preciso manter velocidade na tomada de decisão. Para que isso aconteça, o programa de governança e compliance precisa ser desenvolvido por pessoas que conheçam muito bem a empresa, o setor em que ela atua e também as normas”, afirma André Camargo, coordenador dos cursos de direito do Insper.
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Para evitar excesso de regras e normas, a principal dica é ter um bom diagnóstico sobre o funcionamento diário da empresa, no detalhe, para poder identificar as áreas mais suscetíveis a riscos e desenvolver planos mais rigorosos para esses setores. Para não tornar a tomada de decisão muito morosa, a recomendação é que sejam identificadas, de forma clara, as pessoas que terão mais autonomia.
Outra orientação é que as regras sejam compatíveis com o tamanho e a complexidade de cada negócio. “É fundamental criar modelos próprios, não de prateleira, e evitar cópias e improvisações”, diz Walfrido Jorge Warde Júnior, especialista em direito societário e mercado de capitais.
Os controles, segundo especialistas, precisam fazer parte da cultura das companhias. “Há 20 anos, quando o cinto de segurança passou a ser obrigatório no país, alguns resistiram. Hoje, ninguém discute. É bom para todos e já entrou na cultura do brasileiro. O mesmo vai ocorrer com os programas de governança e de compliance nas companhias, mas isso leva tempo, pois é comportamental”, afirma o professor de Faculdade de Economia e Administração da USP Cláudio Afonso Pinheiro Machado.
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A maturidade da empresa com o tema é outro item muito importante. A orientação é que a mudança seja gradual e não crie muitas regras de uma só vez. “Não dá para uma empresa passar de zero para cem medidas de controle de uma única vez”, afirma a presidente do Reputation Institute Brasil, Ana Luisa Almeida.
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Empresa coloca novo modelo de governança entre as prioridades
Os temas governança e compliance são estratégicos para a Petrobras. Tanto que a implantação do novo modelo de governança e gestão consta nas prioridades do Plano Estratégico e de Negócios e Gestão 2017-2021. O novo modelo começou a ser implementado em 2016, e o processo deve durar dois anos. Estão sendo mapeadas as competências e os processos das principais atividades da companhia de acordo com as boas práticas internacionais de governança.
Foi adotado também o modelo de autorizações compartilhadas. Decisões significativas, como contratações, compras e desembolsos, devem ser compartilhadas por no mínimo dois gestores que não tenham relação de subordinação direta entre si. Essas medidas garantem controle e integridade dos processos, aumentando a transparência e a segurança dos atos praticados pelos gestores da companhia.
Para não perder agilidade, a empresa investe na melhoria e na simplificação dos processos internos, sempre respeitando preceitos de controle e conformidade.
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Pode essa relação?
Mais claro do que isso (na imagem abaixo)… tanto Vorcaro quanto Alexandre de Moraes me assustam.
Foi curioso o pedido do capitão do Coritiba à Daiane Muniz, para “deixar o jogo rolar”. Agora, tem que pedir?
Mas e quando os árbitros pedem para que os atletas joguem e não reclamem e nem simulem?
No vídeo extraído do Ge.com, abaixo:
“Deixa o jogo rolar, é um jogo muito importante para a gente”: o pedido de Marllon à árbitra Daiane Muniz antes de Remo x Coritiba.#futebol #remo #coritiba #brasileirão #ge pic.twitter.com/uuRIgE9mYA
— ge (@geglobo) August 31, 2026
https://platform.x.com/widgets.js
Essa preocupação deveria existir no Brasil também!
No recorte:
Cada vez mais as empresas se preocupam com práticas de sustentabilidade ambiental, social e de governança corporativa (O ESG, que significa, em ingês: Environmental, Social and Governance). A sociedade, a reboque, também.
No futebol, um universo dito muitas vezes “paralelo” à realidade do mundo, o ESG é esquecido. E se não fosse? Como alguns dirigentes de clubes brasileiros se comportariam?
Compartilho esse ótimo artigo, extraído de: https://istoedinheiro.com.br/e-se-o-futebol-tivesse-mais-esg/
E SE O FUTEBOL TIVESSE MAIS ESG?
Fim do recesso do Brasileirão 2024 por causa da tragédia climática no Rio Grande do Sul, tempo de boas e profundas reflexões sobre ESG.
Haveria algo em comum entre os episódios recorrentes de racismo nos jogos da Copa Libertadores de América, o descaso pelo fair play financeiro entre clubes brasileiros e as investigações de manipulação de resultados em todo o mundo?
Sim, há. Se tivessem ocorrido numa empresa com ESG, os três casos seriam tratados hoje como impactos sociais (S) e de governança (G.)Exigiriam atenção especial, planos de ação e investimentos para controlar potenciais riscos operacionais, financeiros e reputacionais.
Anima-me pensar nos benefícios de uma lógica ESG aplicada a segmentos como o futebol. Não tenho dúvidas de que faria a diferença para melhor. Cuidados socioambientais, ativismo de causas públicas e políticas de proteção da ética e da transparência costumam gerar valor para todas as partes interessadas de um negócio. Investidores de SAFs, patrocinadores de camisas e transmissões, reguladores, jogadores, torcedores, trabalhadores do setor e sociedade só teriam a ganhar com uma gestão mais responsável, compliance financeiro, redução de emissões de carbono, regras anticorrupção e respeito à diversidade.
O futebol seria melhor se os clubes fossem melhores “para” o mundo. E embora esta seja uma bandeira de valor claro no século 21, ela ainda contrasta com uma velha cultura regida pela máxima de ser “o melhor do mundo” e que aceita, em nome da glória das taças, a “ética do resultado a qualquer custo” – isso significa, na prática, triunfar até mesmo contra a justiça desportiva, beneficiando-se de circunstâncias que desvirtuam as normas do jogo, desequilibram a competição e prejudicam o adversário.
A noção implícita no “ganhar a qualquer custo” – contrária ao que propõe o ESG – explica a maioria dos desvios éticos no futebol. Em sua defesa, torcedores e dirigentes aceitam, sem crítica, o juiz que erra a favor do seu clube ou ocraque que burla a regra e ainda ironiza o adversário. Normalizam atitudes que desabonam o fair play financeiro, algo que não fariam em suas próprias casas. E aceitam contratar jogadores caros, sem receitas previstas para o salário.
“Anima-me pensar nos benefícios de uma lógica ESG aplicada a segmentos como o futebol. Não tenho dúvidas que faria a diferença para melhor”
Sob a justificativa complacente de que a “cultura do futebol” tem uma moral própria, divertem-se com os refrões homofóbicos de torcidas e engrossam as vistas aos gritos racistas, mesmo sabendo que eles ferem leis e regulamentos. Passam pano para o estupro praticado por ex-craques perversos. Naturalizam a corrupção das empresas de apostas e o ato criminoso de jogadores venais que manipulam resultados de jogos –neste momento, o meia Lucas Paquetá, do West Ham, está sob investigação da Premier League inglesa por “forçar” cartões amarelos.
A bola que entra no gol não pode tudo, ensina o ESG. Existe um contexto de responsabilidades que não está separado do que acontece antes, durante e depois do jogo.
Para quem quer melhorar a gestão do futebol, recomendo começar com quatro medidas básicas de ESG.
(1) Compense o carbono emitido em jogos e treinamentos, recicle resíduos nos estádios, utilize energia renovável, implante um sistema de reuso de água;
(2) Estabeleça um programa de compliance, com auditoria, canal de denúncias e códigos de conduta para evitar desde os assédios aos deslizes financeiros;
(3) Apoie com ações socioeducacionais a base de formação dos profissionais, o elo mais frágil de sua cadeia de valor; e
(4) Utilize o vínculo com torcedores e a exposição na mídia para “educar” stakeholders para causas como a solidariedade, diversidade, economia circular e mudanças climáticas.
Ricardo Voltolini é CEO da Ideia Sustentável, fundador da Plataforma Liderança com Valores, mentor e conselheiro de sustentabilidade

Ricardo Voltolini: “A bola que entra no gol não pode tudo, ensina o ESG” (Crédito:Divulgação)
A Web é um ambiente democrático. Cabe tudo, lê-se tudo e encontra-se de tudo (de bom ou de ruim). Em 2015, vendo pessoas que usavam esse espaço com falta de educação e destilavam ódio, fazendo mal uso da Internet, o sociólogo e filósofo italiano Umberto Eco disse que “as Redes Sociais deram voz a uma legião de imbecis”.
Não dá para discordar que muitos idiotas causam males aos outros através delas. Cyberbullying, Fake News e Manifestações Contrárias aos Valores Éticos habitam no cotidiano de haters e afins.
O que fazer? Censurar? Calar? Expulsar da Web?
Não. Talvez a melhor solução seja, pela própria educação que recebemos, deixar falar, responder respeitosamente ou ignorá-los. Ter paciência e nunca retribuir com ofensas à eles.
Talvez essa imagem, abaixo, seja pertinente:
ATUALIZANDO: 44 DIAS que ninguém do Paulista SAF se pronuncia. LEMBRANDO: Há uma recuperação judicial em curso, em nome do Paulista FC (não tem garantia da SAF ou da EXA).
As necessárias perguntas no link em: https://youtu.be/1vZ0EJItK-0?is=4Dv57Z7Dtv7Jetl4
Uma das formas atuais de discriminação é o Etarismo. No mundo corporativo (e até no educacional), isso precisa ser debatido.
Um texto muito bom sobre o assunto, abaixo:
ROMPER O ETARISMO PASSA POR OCUPAR ESPAÇO COM A EDUCAÇÃO
66% dos profissionais nascidos entre 1960 até 1979 sentem que os mais novos duvidam de seu profissionalismo. Mas os 60+ estão cada vez mais produtivos
Por Maria Filomena Brandão
O termo etarismo nunca esteve sendo tão em pauta. Episódios mais recentes vão desde momentos de glória, quando vibramos com a sexagenária Michelle Yeoh ganhadora do Oscar, ao fazer um discurso inspirador antietarista, até momentos de indignação com o preconceito contra uma estudante de 45 anos. E que bom.
Como pedagoga e psicanalista, com profundo respeito pelos meus 62 anos, me esperanço ao ver um tema como esse sendo varrido para fora do tapete. Acredito que tudo que levanta debate gera crescimento, novas oportunidades e leituras para a nossa visão de mundo. Finalmente estamos popularizando um termo que, segundo a Academia Brasileira de Letras, trata da ‘discriminação e preconceito baseados na idade, geralmente das gerações mais novas em relação às mais velhas’.
É claro o etarismo permeia a nossa cultura faz muito tempo. No mercado de trabalho ele aparece com certa frequência. A última versão da Global Learner Survey, pesquisa realizada pela Pearson com a Morning Consult em 2022, mostrou ao ouvir 6 mil mulheres em diferentes países, Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, México e índia. Nela, 74% das mulheres afirmaram que a discriminação ainda é um ponto forte na hora de participar de processos seletivos. Já 65% acreditam que o preconceito em relação a idade deve ser combatido.
A pesquisa do site de empregos Infojobs vai ao encontro dessa estatística ao mostrar que 66% dos profissionais da geração X (nascidos entre meados da década de 1960 até 1979) sentem que os mais novos duvidam de seu profissionalismo. O preconceito baseado na idade está inserido no discurso da maioria dos empregadores, acionando os mais variados tipos de opressão, desrespeito e desvalorização das soft e hard skills do idoso. Acontece em qualquer segmento, biografia e currículo das vítimas. A popstar Madonna acaba de ser vítima do etarismo no Grammy por sua aparência. A influenciadora Sandy já se disse ‘velha pra ser jovem’. E ela só tem 40 anos.
De acordo com o último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2050 o número de pessoas com mais de 60 anos irá duplicar no mundo e triplicar no Brasil. Mas o que, para muitos, pode ser um momento de decadência, eu costumo enxergar como vida, tempo de criar e, mais do que nunca, de aprender! Os 60 estão cada vez mais produtivos e ávidos por conhecimento. E em um mundo em constante transformação, aprender é ao longo de toda a vida mesmo. As possibilidades são infinitas – inclusive de estudar um novo idioma, seja para viajar a passeio, realizar um intercâmbio ou aprender a tão sonhada cultura que ainda não teve chance.
Segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), os viajantes com mais de 65 anos representam cerca de 15% das vendas dos pacotes turísticos vendidos no Brasil para destinos nacionais e internacionais. O aumento da expectativa de vida e a estabilidade financeira tardia podem estar entre as razões pelas quais muitos deixem para realizar seus sonhos mais tarde. Estudar outra língua é uma delas.
Acompanho com entusiasmo os mais velhos retornando à sala de aula nas universidades, aos cursos técnicos, aos supletivos, cursos de inglês, sendo autodidatas e quebrando preconceitos. É importante não ter medo de experimentar, de mexer no desconhecido e encarar o novo com naturalidade. A geração 40 foi educada em um tempo em que errar era proibido, sendo que o processo de aprendizagem passa pela tentativa e erro.
Ocupar espaços da educação por alunos da terceira idade é fundamental para combater o etarismo e construir uma sociedade mais justa. Espero, sinceramente, não precisar afirmar o óbvio: que somos plenamente capazes de nos desenvolver em qualquer etapa da vida. O etarismo precisa sim ser discutido e que nossas respostas tragam novas oportunidades para quem se sentia abandonado pela vitalidade e colágeno de outrora. Podemos tudo e queremos mais. Why not?
*É pedagoga, psicanalista, psicóloga e Bacharel em Direito, Mestre em Educação e doutora em Psicologia. Já atuou no Ensino Básico e em universidades e atualmente é Gerente Pedagógica na área de Governo da Pearson.

Crédito da Arte: Caio Gomez.
IN ENGLISH – One of the current forms of discrimination is ageism. In the corporate world (and even in education), this needs to be discussed.
A very good text on the subject, below:
(Extracted from: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/trabalho-e-formacao/2023/07/5108285-romper-o-etarismo-passa-por-ocupar-espaco-na-educacao.html)
BREAKING AGEISM MEANS BY OCCUPYING SPACE WITH EDUCATION
66% of professionals born between 1960 and 1979 feel that younger people doubt their professionalism. But those over 60 are increasingly productive
By Maria Filomena Brandão
The term ageism has never been so much on the agenda. Recent episodes range from moments of glory, when we celebrated the Oscar-winning Michelle Yeoh in her sixties, giving an inspiring anti-ageist speech, to moments of indignation at the prejudice against a 45-year-old student. And that’s a good thing.
As a pedagogue and psychoanalyst, with deep respect for my 62 years, I am hopeful to see a topic like this being swept under the rug. I believe that everything that sparks debate generates growth, new opportunities and readings for our worldview. We are finally popularizing a term that, according to the Brazilian Academy of Letters, refers to ‘discrimination and prejudice based on age, generally of younger generations in relation to older ones’.
Of course, ageism has permeated our culture for a long time. In the job market, it appears quite frequently. The latest version of the Global Learner Survey, a survey conducted by Pearson with Morning Consult in 2022, showed that when interviewed by 6,000 women in different countries, the United States, the United Kingdom, Brazil, Mexico and India. In the survey, 74% of women stated that discrimination is still a strong point when it comes to participating in selection processes. 65% believe that ageism should be combated.
A survey by the employment website Infojobs corroborates this statistic by showing that 66% of Generation X professionals (born between the mid-1960s and 1979) feel that younger people doubt their professionalism. Ageism is part of the discourse of most employers, triggering the most varied types of oppression, disrespect and devaluation of the soft and hard skills of older people. It happens in any segment, biography and resume of the victims. Pop star Madonna has just been a victim of ageism at the Grammys because of her appearance. Influencer Sandy has already said she is ‘too old to be young’. And she is only 40 years old.
According to the latest report released by the World Health Organization (WHO), by 2050 the number of people over 60 will double worldwide and triple in Brazil. But what for many may be a time of decline, I tend to see as life, a time to create and, more than ever, to learn! People in their 60s are increasingly productive and eager for knowledge. And in a world that is constantly changing, learning is a lifelong pursuit. The possibilities are endless – including studying a new language, whether for leisure travel, an exchange program or learning the culture you’ve always dreamed of but haven’t had the chance to.
According to the Brazilian Association of Travel Agencies (Abav), travelers over 65 represent around 15% of sales of tourist packages sold in Brazil for national and international destinations. Increased life expectancy and late financial stability may be among the reasons why many people put off realizing their dreams until later. Studying another language is one of them.
I enthusiastically follow the older generation returning to the classroom at universities, to technical courses, to supplementary courses, to English courses, to be self-taught and to break down prejudices. It is important not to be afraid to experiment, to explore the unknown and to face the new with ease. The 40 generation was educated in a time when mistakes were forbidden, and the learning process involves trial and error.
Occupying educational spaces with senior students is essential to combat ageism and build a fairer society. I sincerely hope that I do not need to state the obvious: that we are fully capable of developing ourselves at any stage of life. Ageism does need to be discussed and that our responses bring new opportunities to those who felt abandoned by the vitality and collagen of the past. We can do anything and we want more. Why not?
*She is a pedagogue, psychoanalyst, psychologist and has a Bachelor’s degree in Law, a Master’s degree in Education and a PhD in Psychology. She has worked in Basic Education and in universities and is currently the Pedagogical Manager in the Government area at Pearson.
Nessa sociedade, tanto na vida pessoal como profissional, precisamos de ética, colaboração e respeito.
Uma breve reflexão, aqui: https://youtu.be/cVw-pbfVv6A?is=Z-_nhKW_8lxFMmzi
Vejam só: a Revista Exame trouxe uma matéria bacana sobre bobagens colocadas nos currucula vitae em busca de emprego. São exemplos a se evitar e dicas para uma boa elaboração. Vale a pena dar uma olhada!
Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/guia-do-curriculo/noticias/as-gafes-mais-absurdas-ja-cometidas-no-curriculo?page=1
AS GAFES MAIS COMETIDAS EM CURRICULUM
Estudante envia foto de Nicolas Cage em vez de currículo para recrutador e vira celebridade na web; veja outros vexames memoráveis no currículo, segundo o Career Builder
por Talita Abrantes
Lembra da Luiza que estava no Canadá? Pois exatamente no Canadá, uma estudante ganhou o status de celebridade instantânea das redes sociais – exatamente como a brasileira há alguns meses atrás. Mas por um motivo que faria qualquer um corar de vergonha em frente ao headhunter.
Em vez de encaminhar seu currículo por e-mail para o recrutador, Vanessa Hodja anexou uma foto (para lá de bizarra) do ator Nicholas Cage. O recrutador a avisou.
Ela publicou a seguinte mensagem (em letras maiúsculas e com um print do e-mail) em seu perfil noTumblr: “Jesus Cristo, acidentalmente, eu enviei para meu potencial futuro chefe uma foto do Nic Cage…”.
Não deu outra. Em instantes, a imagem circulou pela internet e Vanessa virou exemplo para uma porção de candidatos desatentos nos Estados Unidos.
Mas ela não é a única. Pesquisa da Career Builder, divulgada hoje, mostra que Vanessa não está sozinha quando o assunto é “mico” na hora de enviar ou escrever um currículo.
O site americano especializado em carreira pediu que recrutadores americanos contassem quais foram os erros mais bizarros que já presenciaram quando o assunto é currículo.
AS MAIS MEMORÁVEIS
1 – O candidato chamou a si mesmo de gênio no currículo e convidou o recrutador para entrevistá-lo em seu próprio apartamento.
2 – Em um processo de seleção para um emprego na Antártida, um dos candidatos afirmou que era capaz de falar “antarticano”, fluentemente.
3 – Para deixar o currículo mais charmoso, um candidato não pestanejou em decorá-lo com uma série de pequenos coelhos cor de rosa.
4 – Um candidato afirmou que seu currículo foi criado para ser “cantado ao som de ‘The Brady Bunch’”, uma série musical exibida na televisão americana nas décadas de 60 e 70. No Brasil, o programa ficou conhecido como “A família Sol-Lá-Si-Dó”.
5 – Durante o processo de seleção para uma vaga de gestão, um dos candidatos listou “caçador de jacarés” como uma habilidade em seu currículo.
OS ERROS MAIS COMUNS
Você, provavelmente, sentiu muita vergonha alheia ao ler a lista das gafes mais memoráveis. Mas, acredite, mesmo com bom senso, muita gente pode perder a oportunidade de emprego por deslizes, aparentemente, inofensivos.
Para se ter uma ideia, de acordo com a pesquisa do Career Builder, 61% dos recrutadores afirmam que desclassificam um candidato que envia um currículo com erros gramaticais ou, pasmem, de digitação. Confira o ranking de erros que podem tirar você do processo seletivo:
1 – Erros gramaticais e de digitação 2 – Copiar frases prontas do anúncio de emprego 3 – Enviar o currículo com um e-mail inapropriado. (Exemplo: gatinha65@xxx.com) 4 – Não listar suas principais habilidades 5 – O currículo ter mais do que duas páginas 6 – Enviar um currículo impresso em um papel decorativo. 7 – Na hora de descrever sua experiência, focar mais nas tarefas do que nos resultados que entregou em cada função. 8 – Enviar uma foto junto com o currículo 9 – Ser prolixo e escrever grandes blocos de textos

Imagem extraída de: http://exame.abril.com.br/carreira/guia-do-curriculo/noticias/as-gafes-mais-absurdas-ja-cometidas-no-curriculo?page=1
Vivemos em uma época em que o conhecimento técnico já não é suficiente para garantir o sucesso profissional. A forma como nos comunicamos, recebemos …
Continua em: Etiqueta Social: um diferencial competitivo para empresas e empreendedoras
Que a Noruega não tenha medo de peitar a FIFA, por conta da palhaçada cometida por Infantino a pedido de Trump.
Gostei dessa notícia:
A parceria entre Corinthians e Fatal Fans ultrapassou o campo esportivo e abriu um amplo debate sobre publicidade, imagem institucional e opinião …
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Precisamos, em nossas relações pessoais e profissionais, respeitarmos o próximo.
Competência sem ética não existe, assim como profissionalismo sem respeito ao humano também não. Ou não deveria existir…
Uma mensagem:
Eu fui um deles…
Se Trump fez o que fez nessa Copa, imagine o ditador árabe Mohammed Bin Salman em 2034!
Mas Raphael Claus se saiu “maior” depois desse episódio…
No mundo ideal…
– Pochetino não escalaria Balogun;
– O atleta pediria para não jogar;
– A Bélgica não entraria em campo; e
– Em respeito ao Claus, a CBF traria seus árbitros para casa.
Reflita seriamente:
– Como estará a cabeça do árbitro da Jordânia, com medo de errar contra a Seleção de Trump?
– Como será a Copa de 2034, terra do príncipe ditador MBS, se alguém marcar pênalti contra a Arábia Saudita?
– Como agirá a FIFA se qualquer outra Seleção contestar um cartão vermelho recebido?
– Por fim, e se os EUA avançarem para uma final?
Uma abordagem, aqui: https://youtu.be/5kaXjX2wzOs?is=ai6oX21qyWxez8Cm
O aumento das ações trabalhistas mostra que o silêncio contra o assédio começa a ser rompido. #Linkezine 💼 O post Assédio no trabalho: o silêncio …
Continua em: Assédio no trabalho: o silêncio que começa a ser rompido

Serviço de utilidade pública: o que é stalking?
Extraído de: https://canaltech.com.br/amp/seguranca/o-que-e-stalking-como-se-proteger-205060/
O QUE É STALKING E COMO SE PROTEGER?
Com o acesso cada vez mais fácil à internet, manter a privacidade e a segurança tem sido difícil. Nesse cenário, o stalking está cada vez mais presente. Esse ato de perseguir alguém, de forma persistente e incessante, ocorre geralmente quando um indivíduo cria uma obsessão por outro e passa a persegui-lo virtual ou presencialmente.
Quando isso acontece, o perseguidor (chamado de stalker) passa a monitorar constantemente o perseguido, coleta informações sobre ele e o cerca em vários espaços. “Se a vítima publica uma foto na internet e marca onde e com quem está, informa quem está aguardando essas informações”, aponta Afonso Morais, advogado especializado em cobrança e direito do consumidor.
O ato pode parecer simples, mas fornece dados sobre horários, amigos, familiares, preferências e assim por diante. Por isso, todo o cuidado é pouco quando se trata de golpes, fraudes e outros crimes: eles podem começar nas redes sociais e se tornarem reais e perigosos.
Stalking é crime
Morais destaca que, desde 31 de março de 2021, está em vigor a Lei nº 14.132/21. Com ela, a perseguição se tornou crime, incluído no artigo 147-A do Código Penal, punível com reclusão de 6 meses a 2 anos mais multa a ser fixada pelo juiz. E se o delito for cometido contra criança, adolescente, idoso, mulheres ou executado por duas ou mais pessoas, a pena pode aumentar.
É comum, ainda, que o autor da perseguição seja conhecido da vítima: um parceiro, um ex-companheiro, um colega de trabalho, um vizinho ou similar. O autor pode também ser um desconhecido que desenvolveu um amor platônico pela vítima. “Foi o caso da atriz Anna Hickmann, que teve repercussão nacional”, lembra Morais.
Algumas ações podem ser consideradas stalking. Veja quais são elas:
telefonemas, envio de mensagens e e-mails, tentativas de invasão de contas virtuais, reclamações em condomínios e afins;
em geral, o stalker se esconde em perfis falsos para perseguir a vítima. Em condomínios, ocorre com moradores, colaboradores e o próprio síndico. A perseguição ocorre das mais variadas formas e em, alguns casos, traz transtornos psicológicos para a vítima;
perseguição presencial: rondar a residência e o local de trabalho da vítima, bem como frequentar os mesmos lugares.
Algumas ações podem ser consideradas stalking. Veja quais são elas:

Stalker, em geral, é um conhecido (Imagem: Reprodução/Envato/stevanovicigor)
Que coisa as denúncias do Léo Dias sobre o presidente da CBF, Samir Xaud!
Supostamente, o cartola gastou com mulheres (que não eram a sua esposa) para eventos pagos pela entidade, bem como outras extravagâncias. Por último: um jantar nos EUA, íntimo, com uma bela moça…
Será que teremos uma nova guerra pelo poder?
Que coisa as denúncias do Léo Dias sobre o presidente da CBF, Samir Xaud!
Supostamente, o cartola gastou com mulheres (que não eram a sua esposa) para eventos pagos pela entidade, bem como outras extravagâncias. Por último: um jantar nos EUA, íntimo, com uma bela moça…
Será que teremos uma nova guerra pelo poder?
Dias atrás, ouvi em uma rádio que não me recordo (talvez a CBN) uma entrevista onde um negociador se gabava do “poder de persuasão”. Na ocasião, ele havia dito como através da estratégia de publicidade e marketing conseguia bons negócios fechados, além da utilização de benefícios conquistados para sua empresa. Em determinado momento, ele falou sobre a supervalorização que deu do seu produto (como se isso fosse bom, caso fosse verdade – e confesso estranhar tal franqueza).
Onde quero chegar?
Numa simples questão comportamental: a mentira.
Eu não gosto de mentira, e isso serve para o campo profissional e pessoal. Qualquer atividade que seja, a transparência deve prevalecer, pois isso mostra ética / honestidade. Sempre brinco (em tom de verdade) que “uma mentirinha e uma mentirona são iguais” (não deixam de ser mentira).
Assim, fica uma brevíssima reflexão: vale mentir no mundo dos negócios, na administração de empresas ou nas relações sociais (independente se alguém se beneficiará ou será poupado por algo que possa lhe machucar)?
Eu prefiro, em qualquer situação, A VERDADE.

Imagem extraída de: https://vocesa.abril.com.br/carreira/mentiu-para-o-seu-chefe-e-ele-descobriu-veja-como-sair-dessa/ (Homem com nariz de pinóquio, mentiroso, mentira, mentir SIphotography/Thinkstock)
RECORDANDO: É de 2003, mas merece aplausos em todo tempo: o time europeu perdia por 1×0 até o último lance, quando teve um pênalti assinalado a seu favor (marcado por uma situação inusitada, relatada abaixo). E não é que preferiram perder com elegância do que empatar com os iranianos de uma forma injusta?
Veja só o que aconteceu no link de: https://almanaqueesportivo.wordpress.com/2012/10/30/futebol-pelo-mundo-historias-de-verdadeiro-fair-play-em-gols-e-penaltis/
DINAMARCA X IRÃ – TORNEIO AMISTOSO CARLSBERG CUP 2003
O capitão dinamarquês Morten Wieghorst agiu de maneira admirável em um torneio amistoso de 2003. Quase no final do primeiro tempo de um jogo contra o Irã, válido pela competição amistosa Carlsberg Cup em Copenhague, o defensor iraniano Alireza Nikbakht Vahdi pegou a bola com a mão na grande área após ouvir o apito final do juiz. Porém o apito havia vindo da arquibancada, confundindo o atleta, que acabou tendo uma penalidade contra si marcada pelo árbitro Albert Chiu Sin Chuen, que não tinha outra escolha.
Após consultar o técnico Morten Olsen, Wieghorst propositadamente bateu o pênalti para fora por considerar injusta esta vantagem. Deste lance, não tenho imagens mas pesquisei que a partida encerrou-se em 1×0 para os iranianos. Sobre isto, um dirigente iraniano disse: “Os dinamarqueses não ganharam o jogo. Mas ganharam a nossa admiração”.
Em: https://youtu.be/mKPBIS3_BSo
Tão simples… que tal praticarmos?
Veja:

Chega por hoje. Encerramos a labuta na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística aos nossos alunos.
Eu amo ajudar nossos discentes a se tornarem pessoas melhores e mais sábias…
Ensinar é dividir sabedoria!

IA generativa transforma a criação artística e desafia conceitos de autoria. O debate ético ganha força no cenário global. #Linkezine 🤖 O post Entre…
Continua em: Entre algoritmos e autoria: o dilema ético da criatividade na era da IA

Chega por hoje. Encerramos a labuta na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística aos nossos alunos.
Eu amo ajudar nossos discentes a se tornarem pessoas melhores e mais sábias…
Ensinar é dividir sabedoria!
