– Que feio, Robinho!

Nesta semana, o jogador Robinho se envolveu em discussão com Moisés Ribeiro, perguntando ironicamente a ele: “jogou ‘aonde’”? (igual ao que fez a Osmam, do América Mineiro)

Isso é nojento, arrogante, humilhante. E digo mais: mostra o caráter da pessoa!

Se você está procurando e encontra uma vaga de estacionamento, mas há outro carro (muito mais luxuoso do que o seu) que também a encontrou simultaneamente, o “carrão do bacana” tem direito à vaga?

Se você está aguardando para ser atendido em uma fila, pode furá-la por ter mais dinheiro?

VOCÊ TEM O DIREITO DE DIZER QUE TEM MAIS DINHEIRO DO QUE O OUTRO, SE MOSTRANDO ESNOBE, SOMENTE POR DESAVENÇA A OUTRÉM?

Que direito um advogado tem em se achar melhor do que um gari? Ambos são trabalhadores e cidadãos dignos.

Digo tudo isso pois é uma falta de humildade alguém se achar mais importante e mais competente pela condição financeira. Robinho um dia foi craque no Santos e na Seleção (pisando na bola na “comemoração da derrota contra a França em 1998; revejam as imagens pós-jogo com Zidane). No Real Madrid não se firmou e no Manchester City uma decepção. Na China, foi reserva!

O rodado Moisés grudou como um carrapato e o marcou direitinho na partida do meio de semana, anulando Robinho. Quem deve ser ovacionado – e não criticado – é Moisés. Robinho, se correto fosse, deveria parabenizar o oponente pela boa partida.

Ter muito dinheiro (como ele tem) não lhe garante necessariamente a respeitabilidade que precisaria.

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– A 1a vez da Lei Anti-Simulação na Inglaterra

Para a temporada 2017/2018, a Federação Inglesa de Futebol (FA) determinou que lances de simulação de pênaltis, em todos os torneios e de todas as divisões, fossem punidos severamente por uma comissão pós-jogo com duas partidas de suspensão.

Funciona assim: se o atleta simular e o árbitro perceber, a punição é a habitual da própria Regra do Jogo (cartão amarelo e tiro livre indireto ao adversário). Mas se o árbitro for ludibriado e marcar o pênalti, a comissão formada por 3 pessoas (ex-árbitro, ex-jogador e ex-treinador) se reunirá posteriormente à partida e deverá confirmar ou não que o tiro penal foi marcado indevidamente.

Nesta última semana, dois atletas foram avaliados como suspeitos de simulação:

1- Richarlison (ex-Fluminense) foi acusado de cavar um pênalti na partida entre Watford x Arsenal (Premiere League). Após análise da Comissão, ele foi absolvido por se entender que o lance era muito polêmico e inconclusivo.

2- Shaun Miller, atacante, na partida entre Carlisle United x Wycombe Wanderes (4a divisão). Miller joga pelo Carlisle e se atirou na grande área. O juiz entendeu que ele foi desequilibrado pelo marcador e marcou o pênalti. A Comissão declarou que o atleta agiu de má fé e determinou os dois jogos de suspensão como punição fazendo valer a lei da anti-simulação pela primeira vez na história.

  • E você, acha que tal lei seria necessária também no Brasil?

Toda vez que falo ou escrevo sobre simulação me lembro da tentativa de “auto-pênalti” de Leandro Damião, jogando pelo Santos, quando ele puxou a própria camisa e pediu pênalti! Lembram?

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– E o “INPS” do Presidente Michel Temer?

Sou do tempo em que a Previdência Social era chamada de INPS. E muito se tem falado sobre as mudanças nas regras da aposentadoria, onde costumeiramente é o segurado quem perde. Mas cá entre nós: elas não deveriam ocorrer aos Militares e aos Políticos também, ao invés de atingir somente o cidadão comum e trabalhador?

O próprio presidente Temer declarou no ano passado:

Meu exemplo serve para revelar como há aposentadorias precoces”.

E sabe porque ele disse isso? Temer aposentou-se aos 55 anos (em 1996), e recebe R$ 33.000,00 como aposentado da Procuradoria do Estado. E quanto será que ele recebe das outras aposentadorias (como a de deputado, por exemplo)?

Vale pensar sobre essas mordomias. São elas que afundam o cofre do Governo, não o pagamento ao pobre trabalhador. 

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– Empresas Obrigam seus Funcionários a Emagrecerem

A Folha de São Paulo (http://classificados.folha.com.br/empregos/962671-perda-de-peso-e-novo-alvo-de-empresas.shtml) traz uma importante matéria sobre o mundo corporativo e algumas exigências aos empregados.

A moda agora é: fazer com que os funcionários emagreçam!

Hum… assunto delicado, tratado abaixo:

PERDA DE PESO É ALVO DAS EMPRESAS

Por Marcos Vasconcellos

Companhias estão levando ao pé da letra a expressão “cortar gordura”. O termo, que define redução de gastos no mundo corporativo, agora também refere-se a programas de emagrecimento.

O Vigilantes do Peso Empresarial registrou alta de 185% da clientela no último ano. Hoje atende a 37 empresas do país que têm de 100 a 110 mil funcionários. No mesmo período de 2010, eram 13. O Leve na Boa, programa de orientação nutricional da Omint, companhia de saúde corporativa, teve adesão de seis empresas no primeiro semestre de 2011 -durante todo o ano de 2010, foram oito.

O aumento da obesidade no trabalho segue o ritmo observado no país. Segundo o Ministério da Saúde, em 2010, 48,1% dos brasileiros eram obesos ou tinham sobrepeso. Em 2006, o índice era 42,7%.

A analista de recursos humanos Danielle Shibayama, 30, pediu para participar do programa oferecido pela empresa de software em que trabalha, Totvs. Estava “insatisfeita” com os 63 kg em 1,58 m e com a “autoestima baixa”. Em dois meses e meio, perdeu 6,2 kg. Recuperou a confiança e diz estar mais disposta. O programa, avalia, é melhor do que dietas que fez sozinha, pois, na empresa, ela “compartilha experiências”.

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– O Golpe da “Bomba Louca”

O que você acha se a Bomba de Combustível continuasse contabilizando o abastecimento mesmo depois de encerrado?

Será que precisamos chegar ao cúmulo de cobrar “mangueiras transparentes”, a fim de garantir que o golpe não seja consumado?

Veja só o golpe da “Bomba Louca” em alguns postos:

– Os Fingidos da Educação

Sobre a Educação no Brasil, veja que frase de efeito:

Uns fingem que ensinam. Outros fingem que aprendem. E tudo termina em diploma.”

Eduardo Giannetti

Com dor no coração, tenho que admitir que esse panorama, em alguns locais, é verdadeiro.

– Persuasão Financeira e o Burro de Ouro do Rei Felipe

Avalie: Você se dobra ao Poder do Dinheiro?

E de um “burro carregado de ouro”?

Uma belíssima reflexão de Heródoto Barbeiro, sobre ‘Felipe, Rei da Macedônia’, compartilhada pelo Prof José Renato Santiago (extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/barbeiro.html)

O texto remete: até onde a persuasão financeira modifica nosso comportamento?

O BURRO DE FELIPE

O rei da Macedônia, Felipe, aproveitou-se do enfraquecimento das cidades estado da Grécia, arruinadas por guerras imperialistas de dominação e iniciou um processo de conquista de toda a região. Com um bom exército, se considerava um grego, ainda que para estes, não passava de um bárbaro sem cultura. O fato é que uma a uma as cidades começaram a cair. Umas diante de um exército bem montado, outras simplesmente abriam as portas de suas muralhas para que Felipe entrasse com as suas tropas. Perguntado como conseguia essa façanha de conquistar uma cidade sem nenhum combate, Felipe respondeu que não havia cidade que resistisse a um burro carregado de ouro. O macedônio, se vivesse nos dias atuais provavelmente seria louvado com um exímio praticante da “real politik”. Ou seja acima das ideologias está a corrupção, capaz de fazer homens e mulheres traírem as suas convicções, e no caso em tela, até mesmo trair sua cidade entregando-a ao inimigo. Felipe sabia que com os bolsos cheios de ouro é possível mudar discursos, transformar inimigos em amigos e financiar falcatruas e até mesmo o assassinado dos resistentes.

Dobrar-se ao poder do dinheiro é uma fraqueza de todos os seres humanos e não de apenas alguns que estão no governo, dizem uns . Isto sempre acontece e sempre vai acontecer dirão outros. Quer no passado, quer no presente essa corrupção é paga pela população, uma vez que, parodiando Peter Drucker, não há corrupção grátis. Encher os bolsos faz com que velhos lutadores contra a plutocracia aristocrática se dobrem aos argumentos dos que querem se apropriar das terras, das riquezas ambientais do país e serem indultados pelos danos que já provocaram na natureza. É a aliança dos ex-capitães donatários, os velhos latifundiários travestidos de globalismo, com as transnacionais detentoras das tecnologias de sementes, agro tóxicos e dos preços nos mercados. As duas pontas do sistema se uniram em busca de negócios fantásticos, capazes de gerar recursos para alugar mentes e línguas e contratar as mais refinadas assessorias de burocratas incrustados no governo.

Pessoas, organizações, partidos, associações de toda ordem mudam de programa, de opinião, de convicção. Isto é próprio da evolução da sociedade humana. Alguém já disse só os imbecis não mudam. Porém há alguns princípios éticos e morais que sobrevivem às mudanças da conjuntura. Ser contra a privatização dos serviços públicos, como a telefonia, mudar de idéia, e depois privatizar os principais aeroportos do país, é aceitável, ainda que discutível. Aceitar propina para defender “special interests” é crime até mesmo nos países do centro do sistema. Na periferia é aceito como algo normal, e que não merece nenhum reparo. Tráfico de influência dá cadeia nos países de tradição democrática, no Brasil dá ministério, acesso aos restaurantes de luxo, as convenções nos resorts caríssimos, enfim, abre as portas para fazer parte do stablishment. Há portas e portas para a ascensão social sem que seja necessário sujar as mãos com negociatas ou adesão à interesses anti nacionais. O burro do Felipe está à solta, não há porta de gabinete que ele não tente entrar. Em alguns consegue.

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– Sou mais o Coutinho do Santos FC do que o Coutinho do Liverpool, como árbitro e como torcedor!

Quem gosta de futebol conhece um dos craques históricos do futebol brasileiro: Coutinho, companheiro de Pelé no mítico time do Peixe dos anos 60.

Poucos sabem que ele foi técnico do time Sub 20 do Santos, no começo dos anos 2000. E eu me recordo de um jogo em que apitei no Parque São Jorge (o gramado da Fazendinha estava impecável), entre Corinthians 1×1 Santos, onde pude conhecer um pouco da sinceridade de Coutinho, o ex-jogador, ali como técnico.

Em um determinado lance da partida, o Paulo Almeida (que viraria capitão do time profissional comandado por Leão, com Robinho e Diego), deu uma entrada forte no adversário. Eu dei o Cartão Amarelo a ele, na dúvida se deveria dar Vermelho. E como o tempo de decisão de um árbitro de futebol é o mesmo de um piscar de olhos, vacilei e reconheço que errei. Ouvi, para a minha surpresa, Coutinho gritar para Paulo Almeida: “Moleque, cê tem que agradecer ao juiz, se você der outro pontapé eu tiro você do time. Futebol de time meu não tem pancada”.

Gravei essa frase na minha cabeça, pois o treinador foi sincero “até demais”! Não teve nenhuma complicação na partida, exceto esse lance que nem foi tão reclamado na hora. Posteriormente, vi Coutinho outras vezes em entrevistas recordando o time em que jogou, e sempre percebi certa mágoa com Pelé. Mas nunca sem deixar de ser autêntico, sincero ao extremo.

Escrevo isso por ver um outro Coutinho, o do Liverpool, que nessa fase da globalização e da comunicação on-line se tornou ídolo mundial. Bom jogador, isso é inegável. Mas sua atitude em dizer-se lesionado no time inglês (em meio as negociações com o Barcelona) e se apresentar perfeitamente saudável no treino da Seleção Brasileira, numa supostamente fantástica e rápida recuperação, contrastam com a sinceridade do Coutinho mais antigo (e talvez hoje menos famoso, mas certamente mais craque).

O Coutinho mais jovem pisou na bola. Ou o médico é milagreiro? Disse alguém sabiamente: “Ele deve ter ido no ‘Pai Vavá’ do maravilhoso filme Boleiros!”

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– ESCLARECIMENTO: sobre o educado e respeitoso debate em mais de 140 caracteres com ex-árbitros.

Como a conversa foi pública, e recebi algumas mensagens via E-mail, Messenger e WhatsApp perguntando sobre uma determinada situação via Twitter, acho importante esclarece-la a fim de não precisar responder individualmente às pessoas que têm me questionado (afinal, a minha caixa de mensagens lotou com perguntas de quem possa estar interpretando mal, envolvendo outras pessoas).

Na manhã do dia 24 de agosto, fui citado num tuíte do ex-árbitro Guilherme Ceretta ao ex-árbitro da FIFA Sálvio Spinola Fagundes, atualmente comentarista dos canais ESPN. A questão se iniciou com essa pertinente postagem sobre a má escala de um bom árbitro carioca no jogo entre Cruzeiro x Grêmio, que definiria o adversário na final da Copa do Brasil com o vencedor de Flamengo x Botafogo (o que concordo plenamente com Sálvio – se temos 10 árbitros FIFA, por que justo um carioca?). Veja:

1

Meu comentário foi a respeito da independência de quem pode criticar, já que muitos árbitros e ex-árbitros procuram afagos dos dirigentes atuais e se submetem à defesa dos cartolas do apito, inconteste. E reafirmo a minha concordância com o amigo Sálvio Spinola, discordando respeitosamente do também ex-colega Daniel Destro, pois isso não é, em meu parecer, “alimentar imaginário popular”, mas é sim colocar o dedo na ferida de um erro de escala. Para minha surpresa, fui citado por Ceretta. Abaixo, onde tento entender o motivo ao qual sou questionado:

2

Ora, repito aqui: se fez por merecer, elogios. Se não foi bem, críticas respeitosas acusando o erro e a regra correta. Normal. E mais: quem disse que precisa ter apitado clássico para conhecer as Regras? Pelé, maior jogador de futebol de todos os tempos, nunca foi treinador de ponta. Tite, Felipão, Luxemburgo ou Parreira, só tiveram o devido reconhecimento como treinadores. Ou vai me dizer, por essa lógica, que comentarista esportivo nada entende? Na discordância respeitosa, abaixo:

3

Na nova resposta, lembro que os homens mais corretos do entendimento das Regras do Futebol, assim como eu, não foram árbitros do quadro da FIFA. Alguém se recorda do grande professor e instrutor FIFA Gustavo Caetano Rogério apitando Flamengo x Vasco no Maracanã? Ou de Roberto Perassi, professor da Escola de Árbitros e também instrutor FIFA, quando encerrou a carreira num Palmeiras x Corinthians? Pois bem: nem sempre o “craque em campo” é o melhor professor, e vice-versa. Segue na ordem do twitter:

4

Educadamente, mostrei a contradição. Se eu nunca apitei uma situação semelhante de semifinal de Copa do Brasil (assim como os citados Perassi e prof Gustavo, anos-luz à minha frente em estudos e conhecimento), e por tal motivo não poderia comentar arbitragem (segundo a lógica dita pelo colega), me causa espanto a defesa de Ceretta do Coronel Marcos Marinho, que nunca foi árbitro de futebol, mas que pode escalar os apitadores! Como explicar? O que o militar apitou? Abaixo:

5

Enfim: ser educado com o trato das pessoas não é sinal de competência na área técnica. Sou muito cortês com todos, mas eu não posso dirigir uma ação de combate da Polícia Militar. A situação inversa se faz verdadeira também. Ademais, é notório que houve regressão na qualidade da arbitragem paulista. Continua:

6

Penúltimo comentário dos tuítes: a minha discórdia vai pela questão técnica e da competência do cargo. Nada pessoal contra o Coronel Marinho e seu assessor da época de FPF, Arthur Alves Júnior (o Arthurzinho do Sindicato). Creio que são pessoas honestas, mas entendo que o cargo que exerceram/exercem trouxe/traz regressão à qualidade dos árbitros do estado de São Paulo, respingando na má atuação no Campeonato Brasileiro também. Nossa última mensagem:

Ultima

Claro que desejo credibilidade, e nesse ponto concordo com Ceretta mas faço uma correção: tem que acabar não com a política, mas com a politicagem!

Portanto, reitero: foi um bate-papo respeitoso, esclarecedor, que vez por outra pode ser um pouco confuso pela permissão de apenas 140 caracteres do Twitter. Aceito as opiniões do ex-árbitro Daniel Destro do Carmo, que por sinal é o tradutor do Livro de Regras para o português (parabéns pelo esforço), ao Guilherme Ceretta de Lima (que estava ou está nos EUA, é micro-empresário e não sei se ainda exerce o ofício de modelo) e ao Sálvio Spinola Fagundes Filho (este conhecido internacionalmente e que dispensa apresentações).

Tomamos rumos diferentes em nossas carreiras pós-arbitragem dentro de campo, e todos podemos ter discordância de opiniões, afinal é a democracia – desde que sejam educadas, sem animosidades e conflitos de relacionamento, mesmo que haja simpatia por determinado estilo literário ou caminho ideológico do mundo do futebol. O meu, certamente, é desprovido de vaidade, de aproximação de dirigentes ou bajulação de membros das entidades citadas (como também devo crer dos meus amigos citados na pública conversa). Aliás, se não fosse aberta, é claro que não faria esse necessário esclarecimento. Gosto e sou apaixonado pela prática e pelo estudo do futebol, seja na questão tática/prática/teórica, na sociologia do esporte como entretenimento/ciência/business e, evidentemente, na arbitragem e suas regras de futebol. Estamos sempre humildemente estudando e aprendendo, pois nunca seremos donos da razão – sejam nas searas do futebol (como colunista e comentarista em Rádio, TV e Jornal), nas minhas atividades comerciais (que nada têm a ver com o esporte) ou nas acadêmicas (que são de ciências gerenciais).

Esporte é amizade, é ética, é honestidade. Fair play. Que todos tenham a opinião respeitada e nunca censurada.

Atenciosamente,

Rafael Porcari
rafaelporcari@gmail.com
ProfessorRafaelPorcari.com
PergunteAoArbitro.Wordpress.com

MENSAGEM PARA REFLEXÃO
“O esporte deve servir para inspirar os valores éticos e cristãos”Papa João Paulo II

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– O Estudo de correções de genes e o debate ético!

Embriões com genes modificados para curar doenças estão se tornando uma realidade no campo das pesquisas. Só que o mesmo trabalho pode permitir a escolha de crianças que nasçam com características físicas específicas escolhidas pelos pais.

Até onde a ciência irá?

Extraído de: http://istoe.com.br/pesquisadores-corrigem-genes-defeituosos-em-embrioes-humanos-pela-primeira-vez/

CORREÇÃO DE GENES DEFEITUOSOS: A MEDICINA ENTRE A ESPERANÇA E O DEBATE ÉTICO

Genes portadores de uma doença cardíaca hereditária foram modificados -com sucesso- em embriões humanos pela primeira vez graças a uma técnica que gera esperanças e questões éticas.

Esta pesquisa foi publicada na quarta-feira (02/08) na revista Nature. Embora ainda esteja em fase preliminar, abre potencialmente o caminho para grandes avanços no tratamento de doenças genéticas.

No entanto, surgem sérias questões éticas dignas do “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley, já que esta técnica poderia, em teoria, ser utilizada para produzir bebês geneticamente modificados com o objetivo de escolher a cor de seus cabelos ou aumentar sua força física.

A pesquisa sobre embriões humanos conta com uma regulação estrita, e não se trata de implantar os utilizados no estudo no útero de uma mulher para iniciar uma gravidez. Por isso, os cientistas não os deixaram se desenvolver mais do que alguns dias.

Este método, que ainda precisa de mais pesquisas, “pode potencialmente servir para prevenir a transmissão de doenças genéticas às futuras gerações”, comentou durante coletiva por telefone uma das autoras do estudo, Paula Amato.

Mas esta perspectiva ainda está distante. “Antes dos testes clínicos, serão necessárias pesquisas suplementares e um debate ético”, afirmou Amato.

– Corrigir um erro –

O estudo foi realizado na Universidade de Saúde e Ciência de Oregon (OHSU), nos Estados Unidos, por cientistas americanos, chineses e sul-coreanos. A ferramenta utilizada é a técnica CRISPR-Cas9, grande achado revelado em 2012.

É baseado em uma enzima que age como uma “tesoura molecular”. Ela pode retirar partes não desejadas do genoma de forma muito precisa para substituí-las por novas partes de DNA.

A equipe de pesquisadores usou esta ferramenta revolucionária para corrigir, em embriões humanos, o gene portador da cardiomiopatia hipertrófica. Esta doença cardíaca hereditária pode provocar a morte súbita, especialmente durante a prática de esporte.

Os pesquisadores realizaram uma fecundação in vitro de ovócitos normais com espermatozoides portadores do gene defeituoso. Simultaneamente com o esperma, os cientistas introduziram as ferramentas de edição genética.

O objetivo: cortar o DNA defeituoso para provocar a sua reparação.

O resultado foi indiscutível. Cerca de 72% dos embriões (42 de 58) foram corrigidos, enquanto esta taxa teria sido de 50% sem as famosas “tesouras genéticas” – de maneira natural os embriões teriam tido uma chance em duas de herdar um gene saudável.

– Precedente na China –

“Estas ferramentas ainda podem melhorar para chegar a uma taxa de sucesso de 90%, ou até de 100%”, previu outro autor do estudo, Shukhrat Mitalipov.

Em 2015, foi realizada uma experiência similar na China, mas com resultados menos conclusivos. O fenômeno de “mosaicismo” (presença simultânea de genes saudáveis e defeituosos no embrião) não foi impedido, o que foi conquistado pelos cientistas no novo estudo.

“A questão mais debatida será a de saber se o princípio de modificar os genes de um embrião in vitro é aceitável”, analisou um especialista independente, o professor Darren Griffin, da Universidade de Kent, citado pelo Science Media Centre.

Agora, segundo ele, “outra questão deve entrar em debate: é moralmente justo não agir se tivermos tecnologia para prevenir estas doenças fatais?”.

Em dezembro de 2015, um grupo internacional de cientistas reunidos pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (NAS, em inglês) em Washington considerou que seria “irresponsável” usar a tecnologia CRISPR para modificar o embrião com fins terapêuticos enquanto os problemas de segurança e de eficácia não tenham sido resolvidos.

Mas em março, a NAS e a Academia Americana de Medicina estimaram que os avanços neste âmbito “abriam possibilidades realistas que mereciam sérias considerações”.

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– Barcelona critica o assédio mas assedia também? Neymar, Paulinho, Coutinho…

Hipocrisia ou “Faz parte da Estratégia de Negociação”?

O Barcelona não queria perder Neymar para o PSG e reclamou que o atleta estava sendo assediado. Bateu o pé e o jogador saiu após os catarianos (donos do time francês) pagarem a multa rescisória.

Entretanto, o próprio Barcelona assediou de todas as formas o volante brasileiro Paulinho, tentando tirá-lo da China a qualquer custo, até que pagou integralmente a rescisão ao chinês Evergrande.

Agora, faz o mesmo com Phillipe Coutinho. Assedia descaradamente, mas não consegue trazer o atleta pois na Inglaterra não existe multa contratual: ou você cumpre o contrato, ou o Clube (no caso o Liverpool) negocia a sua saída pelo valor desejado a receber.

E aí: o Barcelona “está na dele” ou faz o que ele próprio critica?

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– A capacidade dos tanques de combustíveis dos carros é diferente da do manual!

E se você abastecer o seu carro e a quantidade de litros for maior do que o seu manual acusa suportar?

Saiba: há variações, diferença de gargalo e outros fatores relevantes (e, claro, a questão da aferição das bombas do posto que você abastece).

Compartilho um teste com vários veículos abastecidos e que dão diferença.

Segue, extraído de: http://minaspetro.com.br/noticia/estudo-da-fecombustiveis-comprova-capacidade-maxima-dos-tanques-acima-do-manual-do-veiculo/

ESTUDO DA FECOMBUSTÍVEIS COMPROVA CAPACIDADE MÁXIMA DOS TANQUES ACIMA DO MANUAL DO VEÍCULO

Pesquisa da Fecombustíveis, realizada pelo Grupo Falcão Bauer, constata que, na hora do abastecimento,  determinadas marcas e modelos de veículos comportam mais quantidade de combustível no tanque do que o indicado no manual do veículo.

O levantamento, realizado em São Paulo, testou 13 veículos, de 28 de março a 19 de abril deste ano.  Segundo o gestor técnico da pesquisa, Diego Dozorski Conrado, antes de realizar os testes, as bombas dos postos também passaram por testes de aferição.  Os tanques dos veículos foram esvaziados e reabastecidos.

Os resultados demonstraram que  há diferenças expressivas, principalmente em três modelos da Renault, de 35% a 36,5% a mais no tanque do veículo (confira abaixo). O único modelo que não registrou diferença foi a caminhonete S10 Rodeio, da Chevrolet.

Confira o vídeo com os resultados, em: https://www.youtube.com/watch?v=tc9EtkcTQ9w&feature=youtu.be

– Temer e seus hábitos noturnos

Mesmo depois de ser denunciado por receber à noitinha, fora da agenda, o empresário corrupto Joesley Baptista, o Presidente da República Michel Temer continuou a fazer tal ato. Agora,recebeu Raquel Dodge, a nova procuradora.

Por que esses encontros questionáveis e perigosos para a nação não acontecem de dia, à luz de todos?

Se é na surdina, é suspeito. Ou não?

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– Funcionários que têm até 16o Salário por ano? E nós é quem os pagamos?

Ouvi e me assustei ao comprovar: o BNDES tem cerca de 5000 funcionários concursados e muitos outros como cargo de confiança. Eles tem até 16o salário como remuneração, e alguns não aparecem para trabalhar.

E depois querem aumentar os impostos para cobrir o déficit do Governo?

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– Compare a necessidade de um deputado com a de um professor!

Se você pudesse escolher um profissional para premiá-lo com o título de “indispensável” para o Brasil: escolheria um deputado federal ou um professor?

Pois bem: compare o salário e os auxílios de cada um deles. Abaixo: 

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