– Trocando Educação ao Povo por Mordomia ao Parlamentar!

Que loucura está o Rio de Janeiro, não? A Cidade carioca e o Estado fluminense quebraram! E pensar que a euforia das Olimpíadas foi tão recente… (e o ex-governador Cabral preso).

Em Jundiaí, outra cidade preocupada com as contas: cargos comissionados da antiga e da nova gestão em questionamento, preocupação com a Previdência Municipal e outras medidas de quem está na pindaíba.

Leio algo ainda pior: em Miracema do Norte, a primeira (e ex) capital do Tocantins: o prefeito de lá, no final do ano passado, para economizar, simplesmente encerrou as aulas da rede pública de ensino no dia 1o de Novembro, determinou dever de casa até 2017 e decretou férias!

Economizar com Educação é necessário? Não seria melhor cortar as mordomias das esferas municipal, estadual e federal?

Um suplente de senador que seja empossado por 1 dia já ganha o super plano de previdência do Senado vitaliciamente (com Sírio Libanês e Albert Einstein). Os ex-presidentes (incluindo Collor e Dilma, que sofreram impeachment), possuem um cartão corporativo de vale combustível, com cota polpuda, perpetuamente!

Assim a conta não fecha mesmo…

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– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado

Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado

COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO

Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio

por Priscila Zuini

A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.

Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

1. Atendimento impecável

Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.

Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.

2. Tenha um bom produto

Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.

O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.

3. Seja transparente

Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.

Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuraos não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.

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– Exageros ou não do Politicamente Correto

Compartilho uma matéria interessante sobre os exageros ou não do politicamente correto, brincando com os gordos. Ops, ou melhor, com os portadores de sobrepeso.

Confesso me policiar muito para não cometer nenhuma grosseria. Mas por que chamar um amigo de negão pode ser ofensivo, enquanto chamar outro de alemão não é?

Para mim, há certas regras que soam estranhas…

Extraído de: http://is.gd/PIhthw

QUEREM TRANSFORMAR A PALAVRA GORDO EM PALAVRÃO…

por Martha Mendonça

Gordo. A palavra soa mal? Para alguns, sim. Da mesma forma que negro, cego ou pobre – ou melhor, afrodescendente, deficiente visual ou menos favorecido –, falar “gordo” está se tornando ofensa. E a mídia americana já começa a adotar a nova tendência politicamente correta. Na semana passada, uma articulista do site Huffington Post, Vicki Iovine, escreveu que “as pessoas costumavam ter medo de ficar gordas; agora têm medo de dizer… gordo”. O que substitui a palavra proibida? “Pessoa sedentária superprocessadora de alimentos”, diz o ator e diretor de comédias americano Kevin Smith. No mês passado, Smith foi expulso de um voo por não caber numa única poltrona e começou a fazer graça com o assunto. Outra sugestão, mais sisuda, é que se diga: “A palavra que começa com f” (em inglês, gordo é “fat”).

A linguagem politicamente correta surgiu nos Estados Unidos na década de 70, como herança do movimento de defesa dos direitos civis do pós-guerra. Com ela, claro, desenvolveu-se um enorme mercado de processos judiciais. Quem não segue o novo cânone pode parar na Justiça – e isso ajuda a explicar parte do sucesso da nova língua. De acordo com sua lógica, usar certas palavras legitima o preconceito e propaga visões discriminatórias contra grupos sociais. A mudança, afirmam seus defensores, seria o primeiro passo para eliminar o preconceito enraizado na linguagem.

Mas essa é uma impressão enganosa. Na prática, a patrulha da língua enfraquece o idioma e empobrece a comunicação. “Palavras legítimas, originárias do latim, com uma história de 2 mil anos, estão sendo banidas de nosso dia a dia”, diz Aldo Bizzocchi, doutor em linguística pela Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro Léxico e ideologia na Europa Ocidental. “O problema está na intenção ao dizer algo, não na palavra em si. Não é ofensa nenhuma dizer que Beethoven era surdo.”

É evidente que certas palavras carregam um tom ofensivo. É o caso, em inglês, do termo “nigger”, uma forma pejorativa de se referir aos negros que pode ser aproximadamente traduzida em português por “preto”. Em inglês, porém, tornou-se politicamente incorreto o próprio termo “black” – correspondente a nosso “negro” e usado pelos próprios líderes do movimento negro.

No Brasil, o controle do idioma ainda não é tão severo. Gordo e negro são palavras aceitas, embora com cada vez mais ressalvas. Afrodescendente já pegou nos discursos e nas teses de mestrado e doutorado. “Homossexualismo” aos poucos vai mudando para “homossexualidade”, de acordo com a orientação dos grupos de gays e lésbicas que veem no sufixo “ismo” uma conotação de doença. (Não se sabe se seriam doenças também o comunismo, o liberalismo ou o tenentismo…) Há alguns anos, quem perdia uma perna era chamado de “aleijado”. Depois passou a ser tratado como “deficiente”. Recentemente, virou “portador de deficiência”. Não parou aí. Agora, ele é “portador de necessidade especial”.

Em 2006, a Secretaria de Direitos Humanos lançou a Cartilha do politicamente correto, com 96 expressões consideradas preconceituosas. A lista desestimulava termos como “baianada” (para abusos no trânsito), assim como as palavras “anão” e “palhaço”. A frase “a coisa está preta” também entrou no índex. A cartilha foi tão criticada que o governo a suspendeu. A ideia de vigiar a linguagem, porém, continua viva e forte – mas não gorda, gorda jamais.

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– A Tristeza da torcida do Paulista e a questão do Tombamento do Estádio.

Tive muito cuidado com as palavras para escrever esse texto, magoado pelo fato do estrondoso anúncio do leilão do Estádio Jayme Cintra, propriedade particular do Paulista Futebol Clube, equipe profissional que há mais de um século representa Jundiaí no cenário futebolístico.

Fora a época das parcerias (Magnata, Lousano, Parmalat) o Galo da Serra do Japi sempre esteve com o pires na mão. Nos pós-parcerias o Tricolor da Terra da Uva se virou muito bem por algum tempo. Mas sem parceiro, com inúmeros processos trabalhistas e outras pendengas por tempo tão contínuo, nunca vi tal cenário.

Sem dinheiro, o Paulista vem padecendo. Depois da conquista da Copa do Brasil e do não acesso à série A para o Campeonato Brasileiro, o dinheiro foi sumindo (para onde, não sei) e caindo de divisão nacional ano a ano. No Estadual, resistiu o quanto pode, namorou a A2, casou com ela e a traiu com a A3. E traição custa caro, pois agora briga para fugir da 4a divisão regional.

Todos nós de Jundiaí aprendemos a amar o Paulista! E ao ver o anúncio na Folha de São Paulo do leilão do estádio para 27 de abril, a fim de saldar um montante de R$ 1,4 mi (parte de uma dívida cujo valor REAL do montante nunca se sabe ao certo), deu uma grande angústia.

Como resolver?

O time não tem receitas para se auto-sustentar (as rendas de jogos são negativas, os beneméritos da cidade fazem o possível para que não se feche o clube e empresas não querem investir pois o retorno é incerto). Só existem duas respostas para explicar essa dantesca crise: má gestão ou corrupção nas gestões que deixaram esse triste legado.

As dívidas trabalhistas, muitas delas, foram julgadas à revelia ou mal defendidas. E quando isso acontece, sabe-se que o valor explode!

Na possibilidade de perder o estádio, que está avaliado em R$ 35 milhões de reais (mas no leilão pode ser arrematado por R$ 17,5 a fim de se garantir recursos para pagar os credores), o COMPAC (Conselho do Patrimônio Artístico e Cultural de Jundiaí) tombou o estádio nesta terça-feira à noite em solenidade no Museu Solar do Barão.

Sabe o que isso resolve?

NADA! E escrevo isso com pesar, pois as dívidas continuam as mesmas, só são postergadas mais ainda, como se vinha fazendo (o leilão se deve a 14 ações já julgadas). Quantas outras ações não virão?

A única coisa que acontecerá é que, ocorrendo o leilão, o arrematador fica com o terreno e não pode demolir o estádio. Ora bolas, se o novo dono for “Caxias”, o Paulista perdeu o seu patrimônio do mesmo jeito!

De que adianta o tombamento? Claro que dificulta para um empreendedor oferecer um lance com um imóvel deste porte que não pode ser derrubado. Mas numa área tão valiosa, com tanta gente cobiçando, é ingenuidade que não apareça algum projeto que contemple o estádio com outra utilidade ou um projeto de engenharia que faça alguma coisa.

Se no leilão aparecer comprador, mesmo com o estádio em pé, bye-bye Jayme Cintra, o imóvel não será mais do Paulista. E jogará onde? Na vizinha Campo Limpo Paulista? No campo do simpático Primavera? Como sobreviverá?

Três opções, com alto grau de dificuldade de algumas delas se concretizar:

1 – Um apaixonado investidor arrematar a praça esportiva e permitir que o Paulista continue jogando por lá;

2 – Vender o Estádio e o Terreno (“destombando-se”), e negociando dinheiro e uma nova arena para se jogar;

3 – Pedir a bondosa colaboração dos credores para que adiem seus recebimentos.

Qual a melhor solução?

As únicas que eu não gostaria: que o Paulista não deixe de pagar suas contas (se DEVE, não pode dar calote), não dê o golpe de fechar as portas e voltar como EC Paulista ou Esportivo Paulista de Jundiaí (sacaneando quem tem que receber), nem seja orgulhoso de se associar com potenciais novos parceiros (desde que sejam honestos).

Cá entre nós: há quanto tempo as grandes empresas não investem no time? Ninguém rasga dinheiro, e se não o fazem, é porque não é um bom negócio ou não tem recursos. Mais ainda: desde sempre se procura dirigente competente para tocar o time. Se encontra fácil?

Sou bem tranquilo em escrever o seguinte: Dr Cláudio Levada, Pepe Verdugo, Milton Demarchi, Dr Marco Antonio Dias e outros abnegados (fui cirúrgico nos nomes citados) que dão a cara para bater, só estão lá pela mesma paixão dos torcedores. Ou acham que esses senhores levam dinheiro? Acreditemos: não vale pela dor de cabeça, além de serem pessoas honradas. Pra um lado a grana foi, não se sabe quanto, quando nem para onde, isso é lógico. Mas por quem?

Amigos torcedores, quem desvia grana cai fora e se faz de morto. Quem gere mal não põe seu trabalho no curriculum. Depois dessa tormenta, é necessário que se faça uma rigorosa auditoria para achar os culpados (e infelizmente nem dinheiro para isso se tem!).

A questão é: até quando o Paulista Futebol Clube irá resistir? Não se tem administradores profissionais à porta para entrarem no clube e com suas experiências de gestores salvarem o Galo. Mas para que isso aconteça, é preciso que as forças vivas da cidade, diretoria e torcedores se unam. Não precisam se amar, precisam se TOLERAR nesse momento.  Somente assim nosso querido time poderá permanecer com os aparelhos ligados na UTI. Sair do hospital somente se um Roman Abramovich aparecer aqui ou outro mecenas qualquer.

Força Galo, “pois tu és Paulista, de Jundiaí!”.

Vou parafrasear meu amigo Matias Souza: “Todo mundo tem uma opinião, respeito, e essa é a minha”.

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– Os Golpes nas Bombas de Combustíveis

No último domingo, o Fantástico da Rede Globo trouxe uma matéria sobre a Máfia dos Combustíveis no Rio Grande do Norte. Mas os golpes contra o consumidor são muito mais complexos e frequentes, infelizmente.

Veja essa matéria de 2012 explicando os mecanismos que provocam fraude e enganam o motorista. E vale o lembrete: abasteça no posto em que você confia!

Compartilho em: https://www.youtube.com/watch?v=z3rMkNgdYlw

– Seleção deveria ser algo sem ingerência da CBF. O “mal” que Tite fez!

Esperei um momento não eufórico da atuação da Seleção Brasileira para falar sobre os 4×1 conquistado pelo Escrete Canarinho sobre a Celeste Olímpica. Também esperei um momento em que não estivesse fulo para escrever sobre o Estatuto da CBF.

É claro que seria utopia que a Seleção Brasileira não fosse propriedade da CBF. Sim, a entidade é dona do time e fatura alto com ele.

Tite, que admiro demais (o considero um ser humano sensacional e treinador de ponta), conquistou os jogadores e os torcedores, trazendo a grandeza do selecionado e a graça de voltar a assistir os jogos (mesmo tendo traído seu próprio discurso anti-Del Nero).

Del Nero, na calada, deu uma “pedalada” no estatuto da CBF: aumentou o peso das Federações Estaduais em relação aos clubes de Futebol da Série A e B, conseguindo que os presidentes estaduais (os mesmos que recebem o nefasto “mensalinho” de Marco Polo) pudessem o reeleger por mais vezes.

Pense: o sucesso de Tite, sem o treinador ter imaginado, abafou toda a crise política e as acusações contra o mandatário da CBF, preso em seu bunker no RJ. Dessa forma, voltou a reinar temendo apenas uma coisa: as viagens internacionais!

Como escreveu Juca Kfouri recentemente, a CBF não merece sua Seleção…

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– Operação Carne Fraca: um país enganado pelos poderosos frigoríficos!

Uma história horripilante: o grupo JBS (dono da Friboi, Seara e Swift) e a BRFoods (Sadia, Perdigão, Qually, entre tantas marcas) foram acusados pela Polícia Federal através da Operação “Carne Fraca” de pagar propinas para evitar fiscalização na produção de carne e embutidos.

Constatou-se carne vencida modificada com produtos químicos cancerígenos, papelão reprocessado com produtos para dar volume ao alimento, restos de comida em embutidos.

E tudo isso descobriu-se que na merenda do estado do Paraná, a salsicha de Peru era feita de soja…

Antes, a preocupação era de adubos e fertilizantes perigosos nos hortifrútis. Depois, o hormônio nos frangos. E agora a questão da carne?

O que comer?

Resposta simples: o que se planta e cria em casa. Ou peixe (por enquanto, acho que ainda dá).

Abaixo, as marcas que são propriedades das duas empresas. A seguir, o texto explicativo das ações da polícia:

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2017/03/18/carne-vencida-e-mascarada-com-produtos-cancerigenos-o-que-se-sabe-sobre-o-escandalo-que-atinge-as-maiores-empresas-de-carne-do-brasil.htm

O QUE SE SABE SOBRE O ESCÂNDALO QUE ATINGE AS MAIORES EMPRESAS DE CARNE DO BRASIL

Mudar a data de vencimento de carnes estragadas, maquiar seu aspecto ou usar químicos para mascarar seu mau cheiro – até mesmo em produtos usados na merenda escolar.

Estas são algumas das táticas ilegais que, segundo as autoridades do Brasil, cerca de 30 empresas de carne do país usavam para vender alimentos em mau estado de conservação, incluindo fornecedoras de grandes frigoríficos.

Operação Carne Fraca, realizada nesta sexta-feira (17), revelou que as empresas JBS e BRF – que são as maiores do Brasil e estão entre as maiores exportadoras mundiais – também adulteravam a carne que vendiam no mercado interno e externo.

A operação foi a maior já realizada na história da Polícia Federal, segundo as autoridades. A investigação, que mobilizou 1.100 policiais em sete Estados, revelou uma extensa rede de subornos e propinas nos quais estariam implicados dezenas de inspetores do governo encarregados de garantir que os produtos cumpriam com as normas sanitárias.

As empresas negam que práticas de alteração tenham sido realizadas em seus produtos e dizem que estão colaborando com as investigações.

MERENDA ESCOLAR

A descoberta de que, no Paraná, alunos da rede pública estadual consumiram salsicha de peru sem carne – preenchida com proteína de soja, fécula de mandioca e carne de frango – deu início à investigação de dois anos.

“Inúmeras crianças de escolas públicas estaduais do Paraná estão se alimentando de merendas compostas por produtos vencidos, estragados e muitas vezes até cancerígenos para atender o interesse econômico desta poderosa organização criminosa”, disse o delegado da Polícia Federal Mauricio Moscardi Grillo.

As práticas fraudulentas incluíam alterar os rótulos e as datas de vencimento dos produtos, injetar água na carne para aumentar seu peso e tratar as carnes com ácido ascórbico (vitamina C). A PF encontrou produtos com estas alterações em supermercados.

A liberação da carne vencida e adulterada era feita por fiscais do Ministério da Agricultura, que recebiam propina dos frigoríficos para afrouxar a fiscalização.

Segundo a PF, há provas de que as empresas falsificaram documentos para exportar a carne para a Europa, a China e o Oriente Médio.

A Justiça Federal do Paraná determinou o bloqueio de R$ 1 bilhão das investigadas.

O Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina e de frango, e o quarto em carne suína. As exportações em 2016 representaram 7,2% do comércio global do setor, segundo a agência EFE.

LIGAÇÕES COM A POLÍTICA

Na sexta-feira, a Polícia Federal cumpriu 38 mandados de prisão, 34 deles para funcionários públicos, principalmente agentes sanitários. Também foram detidos quatro executivos de empresas, incluindo o gerente de Relações Institucionais e Governamentais da BRF Brasil, Roney Nogueira dos Santos, o diretor da BRF André Luiz Baldissera e o funcionário da Seara, empresa da JBS, Flávio Evers Cassou.

Ao todo, foram 309 mandados judiciais, incluindo condução coercitiva e busca e apreensão.

Mauricio Moscardi afirmou também que “a investigação deixa bem claro que uma parte dos valores (das propinas) era revertida para partidos políticos”. O dinheiro, segundo ele, beneficou membros do PMDB e do PP, cujos nomes não foram citados.

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, emitiu um comunicado no qual informou ter ordenado a suspensão de 33 funcionários do governo acusados de estar envolvidos no escândalo.

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– Mentiras dos Médicos!

Olha que interessante: pesquisa americana realizada pelo Charter on Medical Professionalism, por Lisa Iezzoni, mostra algumas atitudes discutíveis de médicos. A maioria delas:

-55,2% descreveram o prognóstico de uma maneira mais positiva do que deveriam ao menos uma vez no último ano;
-28% revelaram informações médicas confidenciais a pessoas não autorizadas;
-20% não assumiram erros com medo de processo;
-35,4% não gostam de deixar claro aos pacientes suas relações coma indústria farmacêutica;
-11% admitiram ter dito a um paciente algo que não era verdade.

Mais detalhes, extraído de Isto É, Ed 2209, pg 79, por Luciani Gomes, em:

AS MENTIRAS DOS MÉDICOS

Médicos mentem? Além de competência técnica, espera-se que o profissional de medicina nunca omita ou exagere, para mais ou para menos, o quadro de um paciente. Mas uma pesquisa feita nos Estados Unidos e publicada este mês na revista Health Affairs, voltada ao aprofundamento de políticas de saúde, revela que a honestidade não está sendo levada tão a sério pelos principais profissionais da área de saúde. De cerca de 1,9 mil médicos entrevistados, 55,2% confessaram ter dado um prognóstico mais otimista do que exigia a situação. “O grande problema nesses casos é a omissão de informação necessária para que o paciente tome decisões sobre sua saúde”, disse à ISTOÉ a coordenadora da pesquisa, Lisa Iezzoni, professora da escola de medicina da Universidade de Harvard.
Lisa cita o exemplo de um paciente de câncer que, ao receber o diagnóstico, não compreendeu o avançado estágio da doença. O resultado foi que não conseguiu se preparar – nem preparou a família – para as perdas emocionais e financeiras que sofreriam. “É humano não querer chatear. Mas isso não pode impedir um médico de passar a informação correta”, pondera Lisa. Para o médico Edevard José de Araújo, do Conselho Federal de Medicina (CFM), a verdade deve sempre ser dita, e de maneira muito clara. “Talvez não toda a verdade num primeiro encontro, mas durante dois, três ou mais, se for necessário, para um melhor entendimento”, defende.
O estudo apontou também uma grave omissão em relação aos erros médicos. “Somente 20% disseram ter assumido e relatado ao paciente a ocorrência de erros durante o tratamento ou diagnóstico”, afirma a pesquisadora. “O profissional não pode prometer um resultado 100% satisfatório. Mas, se algo acontecer fora do previsto, ele tem que informar”, orienta Araújo, do CFM.
Porém, 34% dos profissionais revelaram que não concordam completamente com a ideia de que devem reportar aos pacientes os erros médicos significativos cometidos no atendimento.
Outro ponto obscuro na relação médico-paciente é a transparência sobre o envolvimento dos profissionais com a indústria farmacêutica. Trinta e cinco por cento não estão seguros ou discordam da obrigatoriedade de informar ao paciente os seus vínculos com as empresas. “É um relacionamento impossível de não existir por causa do assédio e da força dessa indústria e que leva a um tipo de relação condenada, da qual nem sempre o paciente sabe”, diz Araújo.
E já que a relação médico-paciente nunca é tão clara como parece, a solução é desmistificá-la, conforme a professora Ligia Bahia, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Os médicos são seres humanos e, como tais, sujeitos a diversas influências.” Ela recomenda aos pacientes exercerem sua autonomia, exigindo sempre explicação completa sobre qualquer diagnóstico ou tratamento.

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– Mas a Lei não está valendo para a FPF?

Poucos sabem, mas o Sindicato dos Atletas Profissionais (SAPESP) tenta paralisar o Paulistão em suas 3 divisões devido aos atrasos de salários de jogadores – e não consegue!

Atletas que estão com seus vencimentos atrasados deveriam expor as pendências para que a FPF retirasse os pontos do time, conforme o regulamento manda há algum tempo. Mas quantos tiveram coragem de fazer isso ao longo desses 4 anos de vigência?

Aliás, como conseguir que o Tribunal de Justiça da FPF puna os clubes?

Será que as entidades estão “se esforçando em ritmo lento” para que ninguém seja punido?

Aliás, é crível imaginar que todo mundo está com o salário em dia há tanto tempo, já que ninguém foi punido?

Há quem creia que sim…

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– O vírus da Desonestidade

Pesquisa americana mostra: tendemos a ser mais honestos quando somos lembrados que deve existir honestidade; que existe o vírus da desonestidade e que ele é contagioso; e que nossos princípios mudam conforme o cenário. 

Será que você concorda com esses resultados e outros mais polêmicos ainda?

A matéria sobre esse assunto intitulado Moralidade Total Flex está aqui: bit.ly/OFvJC5

– A Marmelada do Carnaval Carioca

Veja que coisa: A Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro determinou minutos antes da apuração do resultado do desfile de 2017 que não haverá rebaixamento! Isso significa que as duas últimas colocadas da 1a divisão não vão cair para a Segundona.

E a quem beneficia tal medida? Às agremiações que produziram acidentes, ferindo 32 pessoas e constrangendo a todos.

É lógico que a pequena Paraíso e a gigante Unidos da Tijuca (essa mais influente) pressionaram e a Liga aceitou. Que fique claro: elas não são vítimas para serem ajudadas, as duas escolas são CULPADAS e deveriam ser punidas, não ajudadas!

No futebol, isso se chama VIRADA DE MESA. Vergonhoso…

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– Air France e o caso do Proxenetismo a partir do Brasil

Proxenetismo é o favorecimento à libidinagem. E olha que loucura: um caso seríssimo desse aconteceu aqui no Brasil envolvendo um ex-diretor da Air France, sua esposa e o “guru espiritual” do casal.

Extraído de: http://istoe.com.br/ex-diretor-da-air-france-e-esposa-sao-condenados-por-proxenetismo/

EX-DIRETOR DA AIR FRANCE E ESPOSA SÃO CONDENADOS POR PROXENETISMO

Uma brasileira com problemas psiquiátricos, seu marido, ex-diretor da Air France, e um “guia espiritual” foram condenados nesta segunda-feira a penas de entre um e três anos de prisão em um caso de proxenetismo.

Os acusados aproveitavam os descontos para membros da linha aérea e seus familiares para levar jovens prostitutas do Brasil para a França.

A principal culpada, condenada a três anos de prisão, também deverá pagar uma multa de 40.000 euros.

A justiça condenou seu marido, de 56 anos, a 18 meses de prisão, e lhe impôs uma multa de 20.000 euros.

O indivíduo, que foi despedido da Air France em consequência do caso, afirmou que descobriu tarde as atividades da sua mulher e se viu “ultrapassado pelos acontecimentos”.

Ambos cumpriram um ano e três meses de prisão preventiva, de modo que podem vir a ficar em liberdade.

O ex-funcionário da Air France e sua mulher criaram uma rede de prostituição a partir do Brasil em 2013 e 2014, facilitando passagens a preços reduzidos a jovens que acabaram se prostituindo na França.

O paradeiro do terceiro acusado, conhecido como “Pai Junior”, é desconhecido. Ele se apresentava às jovens como “um guia espiritual” do candomblé e lhes oferecia “rituais de purificação” por 50 euros quando elas não tinham clientes suficientes.

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– Mentiras em Rede

Sempre compactuei com a idéia de que a inclusão digital teria efeitos indesejáveis, embora seja necessária.
Sendo assim, compartilho tal importante artigo:

Blog do Paulinho

trollEDITORIAL DA FOLHA

Notícias falsas sempre circularam. Sobretudo nos estratos menos expostos ao jornalismo e a outras formas de conhecimento verificável, boatos encontram terreno para se propagar.

Basta recordar a persistente crença sobre a falsidade das viagens tripuladas à Lua, cujas imagens teriam sido forjadas pela Nasa. No âmbito nacional, murmurou-se durante anos que o presidente Tancredo Neves fora vítima de um atentado que se dissimulara como doença.

A novidade é que as redes sociais da internet se mostram o veículo ideal para a difusão de notícias falsas. Não apenas estapafúrdias, como seria de esperar, mas às vezes inventadas de modo a favorecer interesses e prejudicar adversários.

A circulação instantânea, própria desse meio, propicia a formação de ondas de credulidade. Estimuladas pelos algoritmos das empresas que integram o oligopólio da internet, essas ondas conferem escala e ritmo inéditos à tradicional circulação de boatos.

Dado que as pessoas, nas redes sociais…

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– Usar o celular no Trabalho pode ocasionar demissão por justa causa!

Cada vez mais somos reféns do telefone móvel e seus aplicativos. Há gente que se vicia principalmente nos comunicadores de mensagens instantâneas (como WhatsApp) e redes sociais (Facebook, Instagram, Snapchat).

Uma situação cada vez mais discutida: o uso do aparelho durante o horário de trabalho!

Abaixo, extraído de Agora SP, ed 19/02/2017, pg B6.

EMPRESAS PODEM PROIBIR USO DE CELULAR NO TRABALHO

Trabalhadores têm o direito de usar o aparelho no almoço e no intervalo. Justiça autoriza a restrição.

Ao chegar ao trabalho, Rafael Rodrigues Meira dá adeus ao celular. O aparelho é guardado em um armário da Padaria Iracema, no Santa Cecília, e o garçom só checa as mensagens durante o intervalo.

Deixar o celular fora do alcance não é uma opção de Meira. “Dá vontade de olhar e se a gente se distrai, não atende o cliente como deve”, diz.

Por enquanto, os patrões permitem aos funcionários que o aparelho fique no bolso, mas a regra é clara e está estampada na parede: “é expressamente proibido funcionário utilizar celular no horário de trabalho”.

“Conheço um lugar que tem uam caixa para os colaboradores deixarem os aparelhos, que só são liberados no horário do almoço, revela Manuel Tarelho, dono da padaria.

Quem pensa que o impedimento por parte do empregador é abusivo se engana. Se a proibição está nas normas da empresa e o trabalhador insiste em usá-lo, pode até demitir por justa causa, perdendo aviso-prévio, férias e 13o, saque do Fundo de Garantia e seguro-desemprego.

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– A Suruba de Jucá

Esse é o naipe dos nossos políticos?

Não merece meu respeito o sr Romero Jucá. Disse ele:

Se acabar o foro, é para todo mundo. Suruba é suruba. Aí é todo mundo na suruba, não uma suruba selecionada“.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/02/1860587-juca-critica-a-imprensa-e-defende-blindagem-a-chefes-do-legislativo.shtml?cmpid=tw-uolnot

JUCÁ CRITICA A IMPRENSA E DEFENDE BLINDAGEM A CHEFES DO LEGISLATIVO

Líder do governo no Congresso e presidente nacional do PMDB, o senador Romero Jucá (RR) saiu em defesa, nesta segunda-feira (20), da PEC (Proposta à Emenda à Constituição) que apresentou na semana passada para blindar os presidentes da Câmara e do Senado.

Alvo da Lava Jato, Jucá fez duras críticas à imprensa, a que se referiu como “vivandeiras e carpideiras”, e disse que não iria se “acovardar”.

“Não sou réu, estou sendo investigado, cobro a investigação e vou continuar aqui agindo do jeito que sempre agi. Não vou me acovardar, não vou me apequenar e vou exercer o meu mandato aqui na plenitude, fazendo os enfrentamentos que eu entender que devo fazer, sem ter medo. Medo é uma palavra que eu não conheço”, afirmou Jucá na tribuna do Senado.

Jucá se disse alvo de perseguição de setores da imprensa e responsabilizou jornalistas pelo fato de senadores terem retirado assinaturas de apoio à PEC que apresentou para dar isonomia de tratamento aos presidentes dos Poderes. Pressionado, acabou retirando a proposta no dia seguinte.

“Quero aqui dizer, com muita tranquilidade, aos meus adversários e a quem quer me marcar com uma estrela no peito: eu não vou morrer de véspera, eu não me entrego, eu sei o que eu defendo, eu sei o que eu fiz, e eu sei o que vou fazer”, disse Romero Jucá.

Ele disse ter tomado a decisão de apresentar a PEC no final do ano passado, quando o STF (Supremo Tribunal Federal) determinou por liminar o afastamento de Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado.

“Pensei com meus botões: será que é justo que nós tenhamos o presidente e o vice-presidente tendo um tipo de tratamento e os presidentes dos outros Poderes tendo outro tipo de tratamento pela decisão do Supremo Tribunal Federal, que não está escrita na Constituição?”, ponderou Jucá.

IMPRENSA

Jucá comparou o trabalho dos jornalistas ao nazismo, à Inquisição e à Revolução Francesa.

“No passado, a turba fazia linchamentos. A gente viu muito isso ao longo da história do mundo. Hoje, quem tenta fazer linchamentos não é a turba, é a imprensa e setores da sociedade”, afirmou o senador.

Ele disse ainda que “as novas carpideiras e vivandeiras”, como se referiu aos jornalistas, “choram os defuntos ainda vivos”.

Ele disse ainda que “parte da imprensa não dá chance a ninguém de se defender”.

“Escolhe aleatoriamente e parte para o estraçalhamento, sem se preocupar com a verdade, sem se preocupar com a coerência, sem se preocupar com a família das pessoas, com a história de cada um”, criticou Jucá.

Ao mencionar gravação divulgada pela Folha em maio na qual aparece dizendo que é preciso “estancar a sangria”, afirmou que não se referia à Lava Jato e que nunca tramou contra a operação. O episódio levou à sua queda do Ministério do Planejamento.

“Eu não tive acesso à totalidade das gravações. A Folha de S.Paulo pode ter tido; eu não tive”, afirmou.

“Nós mudamos já todos os indicadores macroeconômicos do Brasil. Essa era a sangria. Falta mudar ainda os microeconômicos, o desemprego e o endividamento, mas vamos mudar”, completou.

FORO

Em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, Romero Jucá reagiu à disposição dos ministros do STF de restringir a prerrogativa de políticos.

“Se acabar o foro, é para todo mundo. Suruba é suruba. Aí é todo mundo na suruba, não uma suruba selecionada”, afirmou o senador ao jornal.

Na semana passada, o relator das ações oriundas da Operação Lava Jato no STF, ministro Edson Fachin, disse ser contra o foro privilegiado.

O ministro Luís Roberto Barroso enviou ao plenário do Supremo, também na semana passada, um processo para discutir a redução do alcance da prerrogativa de foro de deputados, senadores e ministros.

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