– Diferenciando Política e Politicagem

Conversando com um amigo, falávamos da necessidade de se fazer Política no Brasil.

Sim, Política com P maiúsculo, aquilo que faz bem ao próximo, desinteressadamente. É a chamada “arte de se relacionar”.

Infelizmente, hoje se pratica a “politicagem”, prática corrupta e que acaba com o país!

Portanto, diferenciei a Política da Politicagem, os bons (raros, é verdade) Políticos dos Politiqueiros.

bomba.jpg

– Denuncie a Exploração Infantil!

O cartaz diz tudo: lutemos pelas nossas crianças e adolescentes.

Abaixo:

bomba.jpg

– A punição ao Internacional está de bom tamanho?

O Internacional-RS foi multado por não verificar a autenticidade dos documentos que protestou junto à CBF e FIFA no caso do atleta Victor Ramos, tentando fugir dessa forma do rebaixamento da Série B. Vai gemer em 720 mil reais pelos e-mails adulterados (que não foram de sua responsabilidade).

Mas afinal, quem adulterou os documentos? Já está punido? E ficará por isso mesmo?

De quem o Inter recebeu essa documentação? Que se esclareça o estelionatário para que não fique “o dito pelo não dito”.

bomba.jpg

– E aí Excelência?

O Instituto de Direito Público de Brasília, entidade na qual o juiz Gilmar Mendes é colaborador e que muitos alegam piamente ser de sua propriedade, recebeu R$ 2,1 mi em patrocínios da JBS.

Quer algo mais explosivo do que isso, em especial quando os irmãos Baptistas, proprietários do grupo, conseguiram a delação premiada com ótima benesse da liberdade nos EUA?

Durma-se com um barulho desses…

bomba.jpg

– Gravíssimo: Dopping de atletas brasileiros, inclusive no Futebol?

Algo estarrecedor, se confirmado. Atletas de alto rendimento do Brasil há tempos vem praticando dopping, de difícil percepção nos exames, incluindo campeões como, inclusive, o lateral esquerdo Roberto Carlos.

Nojento, deplorável e preocupante (repito: caso seja verdade). Publicado há pouco, extraído do Blog do Juca Kfouri no UOL:

TV ALEMÃ DENUNCIA DOPING NO BRASIL, NO FUTEBOL, INCLUSIVE – 10/06/2017 15:30
A ARD, emissora alemã de TV, levou ao ar agora há pouco, 13h35 no horário brasileiro,  uma reportagem feita pela mesma equipe, comandada pelo jornalista Hajo Seppelt,  que descobriu o sistema de doping  na Rússia e que tirou os russos da Olimpíada no Rio em 2016.
A matéria acusa o médico brasileiro Júlio César Alves, de Piracicaba, de práticar métodos que seriam proibidas pelo antidoping e que envolvem atletas brasileiros de alto rendimento, inclusive o ex-lateral Roberto Carlos, campeão mundial em 2002, que se negou a dar explicações à equipe alemã de TV. O texto, em inglês, pode ser lido AQUI.
Alves já causou grande repercusão no Brasil ao conceder entrevista ao jornalista Roberto Salim, então na ESPN Brasil, como se pode ver AQUI, quando disse, entre outras afirmações gravíssimas que desnudaram a hipocrisia vigente no esporte mundial,  haver dois jogadores da Seleção de Felipão entre seus clientes, sem citar seus nomes. Agora suas práticas ganham repercusão mundial.
ATUALIZANDO – 16h34 – Jamil Chade, consagrado jornalista, postou no Estadão essa reportagem bem detalhada:

Rede clandestina alimenta doping no esporte e futebol de elite no Brasil

Emissora alemã que trouxe à tona escândalo de doping no esporte russo agora expõe situação brasileira e revela suposto doping de ex-lateral Roberto Carlos, falhas no controle, pressões do COB e abastecimento em grande escala

Com amplas falhas de controle e pressão de instituições, o doping é uma realidade do esporte brasileiro e chega até mesmo ao futebol de elite. A denúncia foi revelada pela emissora de TV alemã ARD neste sábado e aponta ainda para o suposto envolvimento de ex-jogadores da seleção como Roberto Carlos.

ctv-has-brasil-selecao-roberto-carlos-tasso-marcelo-ae
Roberto Carlos, ex-lateral da seleção, estaria entre os envolvidos Foto: Tasso Marcelo/AE

De acordo com a investigação, o País não conta com um sistema de controle suficiente, o treinamento é inadequado, o abastecimento de produtos é amplo, existe pressão das instituições e a ação judicial falha.

Em 2014, a ARD revelou a forma pela qual o governo russo promovia o doping de seus atletas. Sua emissão levou o COI a banir o time de atletismo da Rússia dos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro. Desta vez, a investigação é focada no doping no futebol brasileiro e no esporte nacional.

Apresentando-se como agente estrangeira de jogadores de futebol em busca de anabolizantes, a equipe de TV entrou em contato com uma rede de abastecimento clandestina e chegou até mesmo a visitar uma fábrica de anabolizantes.

Um dos médicos que prometia fornecer o material fica em Piracicaba, Julio Cesar Alves. Ao conversar com o grupo alemão, sem saber que falava com jornalistas, ele revelou como seus produtos abasteciam jogadores, como o ex-lateral da seleção brasileira. Com uma câmera escondida, o grupo ouviu do médico ofertas por clenbuterol e orientando os clientes a deixar de tomar o produto 15 dias antes de uma competição para evitar serem pegos em um exame de doping. Alves ainda promete a eles dez doses de EPO. Na visita, o pacote de produtos saía por R$ 10,5 mil, que poderiam ser pagos em quatro vezes.

Uma das atletas pegas no doping no Brasil foi Eliane Pereira. Aos jornalistas, ela garante que não sabia o que Alves receitava e tomava acreditando que era algo legal. Mas ela admite que o médico ensinava como escapar dos testes e como teve um encontro com um “grande ídolo” da seleção brasileira no consultório do médico. Eliane, porém, se recusa a dar seu nome.

Pego numa gravação, Alves insiste que já forneceu seus produtos a dois jogadores da seleção. “Eu tratei de Roberto Carlos. Ele chegou a mim com 15 anos”, disse. De acordo com a ARD, documentos de uma investigação no Brasil também apontariam o envolvimento do ex-lateral. Mas procuradores disseram desconhecer o caso. Procurado, o ex-jogador não deu uma resposta à emissora.

IMPORTAÇÃO

De acordo com a investigação, parte dos produtos no mercado brasileiro é importada. Em Assunção, no Paraguai, o grupo de jornalistas chegou a ser levado a uma fábrica de anabolizantes. No encontro, os empresários confirmaram que vendiam anabolizantes e que seu principal mercado era o setor de futebol do Brasil, em grandes quantidades.

“Vendemos para todos os esportes, como atletismo”, disseram. “Há pessoas ainda que compram para jogadores que querem ainda atuar quando são mais velhos, entre 34 ou 35 anos ou para aqueles que tiveram alguma lesão”, explicou. Segundo o empresário, o produto é enviado para Brasil e Argentina. “Dois ou três fisioterapeutas de clubes brasileiros compram isso aqui para seus jogadores em fase de recuperação de lesões”, disse. “Em um momento que não pode ser detectado em exames de doping”, completou.

A investigação ainda aponta como as falhas nos controles seriam amplas no Brasil. Uma das investigações da WADA ocorre justamente com empresas que são terceirizadas no Brasil para realizar os testes.

Numa gravação telefônica que está de posse da WADA, uma das empresas deixa claro que o organizador de um torneio pode escolher quem ele quer testar. Ao ser questionada quem seria testado, a empresa responde: “normalmente testamos os três primeiros colocados e mais três outros. Mas você pode decidir isso”, disse.

ctv-jnu-doping-clembuterol-fabio-motta-estadao
Grande esquema de doping teria envolvido diversos atletas do esporte e do futebol brasileiro Foto: Fabio Motta/Estadão

Entre os diversos especialistas e pessoas excluídas do controle de doping no Brasil, a ARD fala ainda com Luis Horta, ex-chefe de planejamento da ABCD e que denunciou as autoridades brasileiras por terem impedido exames fora de competições com atletas nacionais na preparação para a Olimpíada Rio-2016.

De fato, por meses, os atletas brasileiros deixaram de ser testados fora de competições e ex-responsáveis acusam o COB de fazer pressão para que os atletas não fossem examinados na preparação final para a Rio 2016. “Antes dos Jogos Olímpicos, estávamos sob pressão a não realizar testes de doping sem aviso prévio”, disse Horta. “Sob pressão do Comitê Olímpico Brasileiro”, esclareceu. “Eu percebi que eles não têm o mesmo objetivo. Eles querem medalhas, medalhas, medalhas. Limpas ou não”, atacou.

De volta ao seu país de origem (Portugal), Horta afirma não se sentir seguro no Brasil. “Existem instituições que são um estado dentro de um estado”, afirmou.

Marco Aurelio Klein, ex-responsável no Ministério do Esporte, também denuncia o abandono de parte do controle para a Rio-2016. Segundo ele, o último controle de doping sem aviso prévio ocorreu no início de julho de 2016, mais de um mês antes dos Jogos começarem. Em um ano, a ARD apurou que apenas cinco testes de surpresa foram realizados em todo o Brasil.

Klein também denuncia o fato de que as medidas que tinham sido planejadas e o treinamento feito antes da Rio-2016 foram “ignorados” no momento do evento.

– A indevida brincadeira do “E se nada der certo”?

Em tempos politicamente corretos, valorizar todas as profissões e respeitar o trabalho alheio é fundamental. Não só por educação, mas por cidadania. Todo trabalho, sendo honesto, é plausível.

Ganhou atenção o evento “E se nada der certo?”, promovido pelos alunos do Instituto Evangélico de Novo Hamburgo (IENH-RS), que fizeram a seguinte brincadeira (com aval do próprio IENH): se você não passar no vestibular, e se nada der certo, você vai… (e se vestiam conforme a profissão do que se tornariam se não entrassem numa boa faculdade).

Pois bem: os alunos da elite gaúcha se vestiram de garçons, frentistas, domésticas, caixas de supermercado, atendentes do McDonalds, garis, cozinheiros, faxineiras…

Que sem graça e que sarro desrespeitoso! Não são nobres tais profissões / profissionais?

Se você estiver desempregado e precisar trabalhar honestamente, não aceitaria ser varredor de ruas? Qual o pecado?

Retrato uma consideração de Maurício Bento do Huffpost Brasil (vide em: https://is.gd/kDNqwZ), onde ele lembra quais empregos tiveram profissionais de sucesso:

O primeiro emprego de Michael Dell, fundador da marca de computadores Dell, foi lavador de louça.

O primeiro emprego de Marissa Mayer, CEO do Yahoo, foi caixa de supermercado.

O primeiro emprego de Doug McMillon, CEO do Walmartfoi descarregador de caminhão no almoxarifado da empresa.

Eles deram certo duas vezes, por reconhecerem a dignidade dessas profissões, como por terem aproveitado as oportunidades e crescido na carreira.

Quem não deu certo foi Eduardo Cunha, que já foi presidente da Câmara, mas foi cassado e preso.

Quem não deu certo foi Antonio Palocci, que já foi ministro da Fazenda de Lula, mas está preso.

Quem não deu certo foi Aécio Neves, que foi grampeado pedindo dinheiro ilegal, contribuiu para a prisão da própria irmã, Andrea Neves, teve seu mandato suspenso e pode ser preso a qualquer momento.

Quem não deu certo foi Dilma Rousseff, cujas políticas destruíram a economia do País, abriram espaço para corruptos como Joesley Batista se tornarem grandes e que acabou em impeachment.

Quem não deu certo foi Marcelo Odebrecht, que já foi presidente de uma das maiores empreiteiras do mundo e hoje está preso.

As pessoas humildes e honestas que ajudam e servem mais de 200 milhões de brasileiros diariamente, essas deram muito certo. Jovens que não reconhecem isso é que podem acabar dando muito errado.

Perfeito! Bons profissionais começam com humildade, dignificando o trabalho duro e respeitando o seu próximo!

bomba.jpg

– Tite e Ceni na polêmica sobre Rodrigo Caio

Tite é um sujeito que merece o meu respeito. Ético e competente (apesar do manifesto contra Marco Polo Del Nero), sabe gerenciar pessoas e tem os jogadores da Seleção Brasileira na mão.

Questionado sobre convocar Rodrigo Caio, confessou que o ato de Fair Play do atleta o influenciou. Ótimo! A honestidade teve peso.

Entretanto, ontem à noite, durante o “Bem Amigos” da Sportv, o jornalista Luís Roberto perguntou a Rogério Ceni sobre essa declaração. De maneira irônica ele respondeu e destaco a seguinte fala:

Talvez Rodrigo Caio e Tite sejam pessoas melhores que eu“.

E aí, o que você pensa sobre tal fala? Desnecessária resposta?

A fala toda, na qual ele diz que não convocaria um atleta por essa atitude honesta mas sim por desempenho, abaixo:

Minha posição ela não é tomada em frente às câmeras, depois de analisar tudo. Ela não é tomada no ar-condicionado. É tomada na hora do jogo. Com relação ao ato do Rodrigo Caio, quando ele falou para mim, quando fez menção ao não cartão, para mim, o Jô empurrou o Rodrigo e podia ser punido. Talvez o Rodrigo e o Tite sejam pessoas melhores que eu. Dentro do calor do jogo, com objetivo sempre da vitória. Só não confundam, por favor, quando você, Luiz Carlos, falou de um mundo sem corrupção, tanta gente que está sendo questionado politicamente. Não comparem um ato de um cartão amarelo com política. Seria injusto com ele e comigo. No dia do jogo, perguntei se ele sabia que o Jô tinha dois cartões. Mas é muito fácil falar de um treinador com oito jogos e oito vitórias na Seleção. Se eu fosse treinador da Seleção, eu o levaria pelo futebol que joga, não pela atitude de tomar um cartão, porque senão daqui a pouco cada um que acusar cartão tem que ser convocado.”

Claro que Rogério Ceni foi um excepcional jogador. Mas como treinador, Tite tem muito mais carisma e respeito aos outros do que ele.

bomba.jpg

– Empresas adotam Teste de Integridade Moral para contratar funcionários

Muitas organizações estão aplicando exames para avaliar o caráter dos seus funcionários. Entre eles, o PIR (teste de Potencial de Integridade Resiliente).

Saiba mais extraído de OESP, 14/05/17, Caderno “Carreiras & Empregos” (abaixo):

TESTE DE CARÁTER VIRA ETAPA DE CONTRATAÇÃO

Empresas adotam no processo seletivo avaliação de potencial de resistência de candidato quando colocado diante de dilemas éticos

Por Cris Olivette

Ter competência técnica, experiência internacional, currículo rico e facilidade para trabalhar em equipe, já não são suficientes para conquistar uma vaga de emprego. Isso porque os casos de fraude e corrupção chegaram ao ambiente corporativo e as empresas começam a procurar formas de avaliar a capacidade de resistência dos candidatos, quando são expostos a dilemas éticos.

O gerente nacional de assistência a clientes da Localiza, Jairo Barbosa, ocupa a função há dois meses. Ele só foi contratado depois de realizar um teste que mediu o seu potencial de integridade, que ocorreu na etapa final do processo seletivo.

Ele também participou de treinamento sobre integridade que abordou a Lei Anticorrupção e apresentou o programa de compliance da companhia. “Sempre trabalhei em grandes empresas e esta foi a primeira vez que fui convidado a fazer esse tipo de treinamento e teste.”

Segundo ele, essa abordagem dá ao candidato segurança para ingressar na empresa. “Esse conjunto de procedimentos demonstra a seriedade da companhia que tem políticas transparentes e bem definidas, com posicionamento claro sobre esse tema tão delicado.”

A gerente de RH da Localiza, Adriana Baracho, conta que desde o ano passado esse tipo de teste integra o programa de compliance da companhia. “O comportamento ético é um de nossos pilares e precisávamos de uma ferramenta que nos desse respaldo na hora de contratarmos novos funcionários.”
Adriana afirma que quando o resultado do teste não recomenda a contratação, a equipe de recrutamento faz verificação aprofundada. “Durante um processo seletivo, o teste apontou um indício que foi confirmado posteriormente, quando conferimos as referências.”

Segundo ela, além desse cuidado no processo de contratação, todos os funcionários assinam termo de compromisso afirmando que concordam com a conduta ética da empresa, que é renovado periodicamente.

Adriana diz que quando participa de eventos da área de RH e comenta que realiza esse tipo de teste, todos se interessam. “As empresas ainda não sabem que essas ferramentas existem.”
Gerente de recrutamento e seleção da Brookfield Incorporações, Carolina Caldeira diz que há dois anos a empresa passou a aplicar teste de integridade no processo seletivo.

“Precisávamos medir se quem trazemos para dentro da empresa compartilha nossos princípios éticos. No futuro, também vamos avaliar aqueles que foram contratados anteriormente”, afirma.
Segundo ela, a avaliação é aplicada na seleção para todos os níveis de contratação. “Inclusive para a obra, a partir do cargo de assistente administrativo.”

Carolina conta que já foram registrados dois casos de conduta inadequada na companhia. “Em um dos casos, a pessoa foi contratada quando começávamos a fazer esse tipo de avaliação e ainda não trabalhávamos em parceria com a área de compliance, como ocorre atualmente. Mesmo com o resultado indicando que aquele candidato não era recomendável, seguimos com a contratação. Depois de algum tempo, ficou comprovado que o alerta do teste era procedente”, afirma.

Ela conta que o programa Atitude Compliaence da Brookfiled compõe uma das metas de resultados da companhia. “Ele faz parte de uma das premissas básicas para se chegar a uma remuneração variável”, diz.

Segundo ela, a empresa mantém canal confidencial para denúncia anônima tanto para funcionários quanto para clientes. “Até mesmo os nossos fornecedores têm de passar por processo de homologação antes de serem aceitos.”

NECESSIDADE. O advogado Renato Santos, sócio da S2 Consultoria, explica que a Lei Anticorrupção brasileira determina que as empresa façam o monitoramento dos profissionais e que o processo seletivo seja mais apurado.

Segundo ele, não existe impedimento legal para a aplicação desse tipo de teste. “Inclusive, saiu recentemente uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que impede que as empresas façam levantamento de antecedente criminal dos candidatos”, ressalta.

Segundo ele, neste caso, a decisão do TST teve por objetivo impedir que houvesse preconceito em relação ao profissional. “Com essa decisão, as empresas precisam encontrar outras formas para avaliar o caráter do candidato.”

Santos conta que como resultado de sua tese de doutorado, desenvolveu o teste Potencial de Integridade Resiliente (PIR), que tem grau médio de predição de 77%.
“Com a decisão do TST, esse tipo de ferramenta ganha força e importância, pois elas não têm o objetivo de olhar o passado da pessoa ou classificá-la entre ética e não ética”, afirma.

Segundo ele, a proposta do teste é entender como a pessoa tende a lidar com dilemas éticos. A avaliação é feita por meio de simulações, nas quais o candidato escolhe, entre algumas alternativas, o que faria em determinada situação. “Conforme as respostas, é possível observar o nível de resiliência do profissional.”

Como existe a possibilidade de que a pessoa dê respostas politicamente corretas, o teste tem outra etapa. “A análise inclui perguntas abertas, com curto tempo de resposta, tanto dissertativas quanto por meio de gravação de vídeos. Tudo é avaliado pelos recrutadores, que observam a coerência do que foi dito e a linguagem corporal”, afirma.

Há oito anos, a organização internacional de apoio ao empreendedorismo Endeavor, utiliza ferramentas que testam o grau de integridade de empresários que passam pelo processo de seleção de empreendedores.

“É uma etapa obrigatória. Os empresários ficam, então, com a impressão de que estão entrando em uma organização séria e que realmente acredita nesses valores”, diz o diretor de apoio a empreendedores, Guilherme Manzano. Segundo ele, durante a seleção, a equipe da Endeavor mantém conversas francas com os empresários sobre comportamentos antiéticos, apontando o quanto elas afetam o desenvolvimento do negócio.

Manzano afirma que a organização já deixou de aceitar empreendedores por conta do resultado do teste. “Ele materializa evidências que obtemos durante a convivência com os empreendedores que estão sendo selecionados. O resultado obtido por meio do teste é somado às impressões que já haviam sido identificadas. A nossa lógica é evitar riscos”, ressalta.

O diretor afirma que alguns empreendedores que passaram pelo teste gostaram tanto da ferramenta que passaram a adotá-la em suas empresas.

“Todas as companhias deveriam usar algum processo para prevenir problemas de postura ética e moral, porque as consequências acabam com a sua reputação. Além disso, é uma forma de manter a saúde organizacional, cultural, financeira e da imagem no mercado.”

Origem. O advogado e sócio da S2 Consultoria, Renato Santos, que desenvolveu um teste de integridade, diz que desde a década de 1970 os americanos se preocupam com a questão do caráter dos funcionários.
“Eles criaram o polígrafo, que ficou conhecido como a máquina da verdade ou detector de mentiras. Esse teste foi aplicado em larga escala naquele país, em mais de dois milhões de candidatos”, conta.

Ocorre que na década de 1980, o uso do polígrafo foi proibido, por ser muito invasivo. “Surgiram, então, os testes de integridade criados, principalmente, nos Estados Unidos e Israel.”

Santos afirma que no Brasil, testes de integridade ainda são aplicados de maneira muito incipiente, porque as empresas nem sabem que a ferramenta existe.

“Mesmo assim, nos últimos doze meses, tivemos aumento de 35% nas consultas. Entre março de 2015 e abril de 2016, recebemos 1.482 consultas. Nos últimos doze meses, o número chegou a 2.031. Afinal, é muito mais barato predizer o comportamento que reagir a ele.”

bomba.jpg

– Maia vai até o Líbano com o dinheiro da gente?

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, vai participar do 4º Encontro sobre o Potencial da Diáspora Libanesa, em Beirute.

Sabe quem pagará esse evento? NÓS, CONTRIBUINTES!

Olha só que farra às nossas custas (extraído do Estadao.com):

MAIA LEVA ATÉ DEPUTADO LICENCIADO EM COMITIVA PARA O LÍBANO

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), levou na comitiva que viajou ao Líbano um deputado licenciado da Câmara. Mário Heringer (PDT-MG) tirou dez dias de licença para tratamento de saúde e mais 120 dias para tratar de “interesse particular” a partir de 11 de abril de 2017. Em seu lugar, assumiu a suplente Luzia Ferreira (PPS-MG).

Maia viajou em avião da Força Aérea Brasileira (FAB) acompanhado de uma comitiva de outros sete deputados e de um agente da Polícia Legislativa. Segundo a assessoria de imprensa do presidente da Câmara, as despesas dele no local serão pagas pelo governo libanês. Já os outros sete deputados receberão diárias da Câmara de US$ 428 (ou R$1,3 mil) para cada um, para custear hospedagem, transporte local e alimentação. Multiplicados pelos quatro dias de viagem, a Câmara desembolsará pelo menos US$ 11,9 mil (R$ 38 mil) com diárias para esses deputados.

Também acompanharam Rodrigo Maia na viagem ao Líbano os deputados Alexandre Baldy (PTN-GO), que é membro titular da comissão especial da reforma da Previdência; César Halum (PRB-TO); Elmar Nascimento (DEM-BA), Hissa Abrahão (PDT-AM), Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP) e Rubens Bueno (PPS-PR). O policial legislativo Paul Deeter também integra a comitiva.

bomba.jpg

– Trocando Educação ao Povo por Mordomia ao Parlamentar!

Que loucura está o Rio de Janeiro, não? A Cidade carioca e o Estado fluminense quebraram! E pensar que a euforia das Olimpíadas foi tão recente… (e o ex-governador Cabral preso).

Em Jundiaí, outra cidade preocupada com as contas: cargos comissionados da antiga e da nova gestão em questionamento, preocupação com a Previdência Municipal e outras medidas de quem está na pindaíba.

Leio algo ainda pior: em Miracema do Norte, a primeira (e ex) capital do Tocantins: o prefeito de lá, no final do ano passado, para economizar, simplesmente encerrou as aulas da rede pública de ensino no dia 1o de Novembro, determinou dever de casa até 2017 e decretou férias!

Economizar com Educação é necessário? Não seria melhor cortar as mordomias das esferas municipal, estadual e federal?

Um suplente de senador que seja empossado por 1 dia já ganha o super plano de previdência do Senado vitaliciamente (com Sírio Libanês e Albert Einstein). Os ex-presidentes (incluindo Collor e Dilma, que sofreram impeachment), possuem um cartão corporativo de vale combustível, com cota polpuda, perpetuamente!

Assim a conta não fecha mesmo…

bomba.jpg

– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado

Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado

COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO

Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio

por Priscila Zuini

A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.

Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

1. Atendimento impecável

Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.

Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.

2. Tenha um bom produto

Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.

O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.

3. Seja transparente

Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.

Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuraos não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.

size_590_vendedora.jpg

– Exageros ou não do Politicamente Correto

Compartilho uma matéria interessante sobre os exageros ou não do politicamente correto, brincando com os gordos. Ops, ou melhor, com os portadores de sobrepeso.

Confesso me policiar muito para não cometer nenhuma grosseria. Mas por que chamar um amigo de negão pode ser ofensivo, enquanto chamar outro de alemão não é?

Para mim, há certas regras que soam estranhas…

Extraído de: http://is.gd/PIhthw

QUEREM TRANSFORMAR A PALAVRA GORDO EM PALAVRÃO…

por Martha Mendonça

Gordo. A palavra soa mal? Para alguns, sim. Da mesma forma que negro, cego ou pobre – ou melhor, afrodescendente, deficiente visual ou menos favorecido –, falar “gordo” está se tornando ofensa. E a mídia americana já começa a adotar a nova tendência politicamente correta. Na semana passada, uma articulista do site Huffington Post, Vicki Iovine, escreveu que “as pessoas costumavam ter medo de ficar gordas; agora têm medo de dizer… gordo”. O que substitui a palavra proibida? “Pessoa sedentária superprocessadora de alimentos”, diz o ator e diretor de comédias americano Kevin Smith. No mês passado, Smith foi expulso de um voo por não caber numa única poltrona e começou a fazer graça com o assunto. Outra sugestão, mais sisuda, é que se diga: “A palavra que começa com f” (em inglês, gordo é “fat”).

A linguagem politicamente correta surgiu nos Estados Unidos na década de 70, como herança do movimento de defesa dos direitos civis do pós-guerra. Com ela, claro, desenvolveu-se um enorme mercado de processos judiciais. Quem não segue o novo cânone pode parar na Justiça – e isso ajuda a explicar parte do sucesso da nova língua. De acordo com sua lógica, usar certas palavras legitima o preconceito e propaga visões discriminatórias contra grupos sociais. A mudança, afirmam seus defensores, seria o primeiro passo para eliminar o preconceito enraizado na linguagem.

Mas essa é uma impressão enganosa. Na prática, a patrulha da língua enfraquece o idioma e empobrece a comunicação. “Palavras legítimas, originárias do latim, com uma história de 2 mil anos, estão sendo banidas de nosso dia a dia”, diz Aldo Bizzocchi, doutor em linguística pela Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro Léxico e ideologia na Europa Ocidental. “O problema está na intenção ao dizer algo, não na palavra em si. Não é ofensa nenhuma dizer que Beethoven era surdo.”

É evidente que certas palavras carregam um tom ofensivo. É o caso, em inglês, do termo “nigger”, uma forma pejorativa de se referir aos negros que pode ser aproximadamente traduzida em português por “preto”. Em inglês, porém, tornou-se politicamente incorreto o próprio termo “black” – correspondente a nosso “negro” e usado pelos próprios líderes do movimento negro.

No Brasil, o controle do idioma ainda não é tão severo. Gordo e negro são palavras aceitas, embora com cada vez mais ressalvas. Afrodescendente já pegou nos discursos e nas teses de mestrado e doutorado. “Homossexualismo” aos poucos vai mudando para “homossexualidade”, de acordo com a orientação dos grupos de gays e lésbicas que veem no sufixo “ismo” uma conotação de doença. (Não se sabe se seriam doenças também o comunismo, o liberalismo ou o tenentismo…) Há alguns anos, quem perdia uma perna era chamado de “aleijado”. Depois passou a ser tratado como “deficiente”. Recentemente, virou “portador de deficiência”. Não parou aí. Agora, ele é “portador de necessidade especial”.

Em 2006, a Secretaria de Direitos Humanos lançou a Cartilha do politicamente correto, com 96 expressões consideradas preconceituosas. A lista desestimulava termos como “baianada” (para abusos no trânsito), assim como as palavras “anão” e “palhaço”. A frase “a coisa está preta” também entrou no índex. A cartilha foi tão criticada que o governo a suspendeu. A ideia de vigiar a linguagem, porém, continua viva e forte – mas não gorda, gorda jamais.

imgres.jpg

– A Tristeza da torcida do Paulista e a questão do Tombamento do Estádio.

Tive muito cuidado com as palavras para escrever esse texto, magoado pelo fato do estrondoso anúncio do leilão do Estádio Jayme Cintra, propriedade particular do Paulista Futebol Clube, equipe profissional que há mais de um século representa Jundiaí no cenário futebolístico.

Fora a época das parcerias (Magnata, Lousano, Parmalat) o Galo da Serra do Japi sempre esteve com o pires na mão. Nos pós-parcerias o Tricolor da Terra da Uva se virou muito bem por algum tempo. Mas sem parceiro, com inúmeros processos trabalhistas e outras pendengas por tempo tão contínuo, nunca vi tal cenário.

Sem dinheiro, o Paulista vem padecendo. Depois da conquista da Copa do Brasil e do não acesso à série A para o Campeonato Brasileiro, o dinheiro foi sumindo (para onde, não sei) e caindo de divisão nacional ano a ano. No Estadual, resistiu o quanto pode, namorou a A2, casou com ela e a traiu com a A3. E traição custa caro, pois agora briga para fugir da 4a divisão regional.

Todos nós de Jundiaí aprendemos a amar o Paulista! E ao ver o anúncio na Folha de São Paulo do leilão do estádio para 27 de abril, a fim de saldar um montante de R$ 1,4 mi (parte de uma dívida cujo valor REAL do montante nunca se sabe ao certo), deu uma grande angústia.

Como resolver?

O time não tem receitas para se auto-sustentar (as rendas de jogos são negativas, os beneméritos da cidade fazem o possível para que não se feche o clube e empresas não querem investir pois o retorno é incerto). Só existem duas respostas para explicar essa dantesca crise: má gestão ou corrupção nas gestões que deixaram esse triste legado.

As dívidas trabalhistas, muitas delas, foram julgadas à revelia ou mal defendidas. E quando isso acontece, sabe-se que o valor explode!

Na possibilidade de perder o estádio, que está avaliado em R$ 35 milhões de reais (mas no leilão pode ser arrematado por R$ 17,5 a fim de se garantir recursos para pagar os credores), o COMPAC (Conselho do Patrimônio Artístico e Cultural de Jundiaí) tombou o estádio nesta terça-feira à noite em solenidade no Museu Solar do Barão.

Sabe o que isso resolve?

NADA! E escrevo isso com pesar, pois as dívidas continuam as mesmas, só são postergadas mais ainda, como se vinha fazendo (o leilão se deve a 14 ações já julgadas). Quantas outras ações não virão?

A única coisa que acontecerá é que, ocorrendo o leilão, o arrematador fica com o terreno e não pode demolir o estádio. Ora bolas, se o novo dono for “Caxias”, o Paulista perdeu o seu patrimônio do mesmo jeito!

De que adianta o tombamento? Claro que dificulta para um empreendedor oferecer um lance com um imóvel deste porte que não pode ser derrubado. Mas numa área tão valiosa, com tanta gente cobiçando, é ingenuidade que não apareça algum projeto que contemple o estádio com outra utilidade ou um projeto de engenharia que faça alguma coisa.

Se no leilão aparecer comprador, mesmo com o estádio em pé, bye-bye Jayme Cintra, o imóvel não será mais do Paulista. E jogará onde? Na vizinha Campo Limpo Paulista? No campo do simpático Primavera? Como sobreviverá?

Três opções, com alto grau de dificuldade de algumas delas se concretizar:

1 – Um apaixonado investidor arrematar a praça esportiva e permitir que o Paulista continue jogando por lá;

2 – Vender o Estádio e o Terreno (“destombando-se”), e negociando dinheiro e uma nova arena para se jogar;

3 – Pedir a bondosa colaboração dos credores para que adiem seus recebimentos.

Qual a melhor solução?

As únicas que eu não gostaria: que o Paulista não deixe de pagar suas contas (se DEVE, não pode dar calote), não dê o golpe de fechar as portas e voltar como EC Paulista ou Esportivo Paulista de Jundiaí (sacaneando quem tem que receber), nem seja orgulhoso de se associar com potenciais novos parceiros (desde que sejam honestos).

Cá entre nós: há quanto tempo as grandes empresas não investem no time? Ninguém rasga dinheiro, e se não o fazem, é porque não é um bom negócio ou não tem recursos. Mais ainda: desde sempre se procura dirigente competente para tocar o time. Se encontra fácil?

Sou bem tranquilo em escrever o seguinte: Dr Cláudio Levada, Pepe Verdugo, Milton Demarchi, Dr Marco Antonio Dias e outros abnegados (fui cirúrgico nos nomes citados) que dão a cara para bater, só estão lá pela mesma paixão dos torcedores. Ou acham que esses senhores levam dinheiro? Acreditemos: não vale pela dor de cabeça, além de serem pessoas honradas. Pra um lado a grana foi, não se sabe quanto, quando nem para onde, isso é lógico. Mas por quem?

Amigos torcedores, quem desvia grana cai fora e se faz de morto. Quem gere mal não põe seu trabalho no curriculum. Depois dessa tormenta, é necessário que se faça uma rigorosa auditoria para achar os culpados (e infelizmente nem dinheiro para isso se tem!).

A questão é: até quando o Paulista Futebol Clube irá resistir? Não se tem administradores profissionais à porta para entrarem no clube e com suas experiências de gestores salvarem o Galo. Mas para que isso aconteça, é preciso que as forças vivas da cidade, diretoria e torcedores se unam. Não precisam se amar, precisam se TOLERAR nesse momento.  Somente assim nosso querido time poderá permanecer com os aparelhos ligados na UTI. Sair do hospital somente se um Roman Abramovich aparecer aqui ou outro mecenas qualquer.

Força Galo, “pois tu és Paulista, de Jundiaí!”.

Vou parafrasear meu amigo Matias Souza: “Todo mundo tem uma opinião, respeito, e essa é a minha”.

bomba.jpg

– Os Golpes nas Bombas de Combustíveis

No último domingo, o Fantástico da Rede Globo trouxe uma matéria sobre a Máfia dos Combustíveis no Rio Grande do Norte. Mas os golpes contra o consumidor são muito mais complexos e frequentes, infelizmente.

Veja essa matéria de 2012 explicando os mecanismos que provocam fraude e enganam o motorista. E vale o lembrete: abasteça no posto em que você confia!

Compartilho em: https://www.youtube.com/watch?v=z3rMkNgdYlw

– Seleção deveria ser algo sem ingerência da CBF. O “mal” que Tite fez!

Esperei um momento não eufórico da atuação da Seleção Brasileira para falar sobre os 4×1 conquistado pelo Escrete Canarinho sobre a Celeste Olímpica. Também esperei um momento em que não estivesse fulo para escrever sobre o Estatuto da CBF.

É claro que seria utopia que a Seleção Brasileira não fosse propriedade da CBF. Sim, a entidade é dona do time e fatura alto com ele.

Tite, que admiro demais (o considero um ser humano sensacional e treinador de ponta), conquistou os jogadores e os torcedores, trazendo a grandeza do selecionado e a graça de voltar a assistir os jogos (mesmo tendo traído seu próprio discurso anti-Del Nero).

Del Nero, na calada, deu uma “pedalada” no estatuto da CBF: aumentou o peso das Federações Estaduais em relação aos clubes de Futebol da Série A e B, conseguindo que os presidentes estaduais (os mesmos que recebem o nefasto “mensalinho” de Marco Polo) pudessem o reeleger por mais vezes.

Pense: o sucesso de Tite, sem o treinador ter imaginado, abafou toda a crise política e as acusações contra o mandatário da CBF, preso em seu bunker no RJ. Dessa forma, voltou a reinar temendo apenas uma coisa: as viagens internacionais!

Como escreveu Juca Kfouri recentemente, a CBF não merece sua Seleção…

bomba.jpg