– O uso do VAR nas cobranças de pênaltis do Catarinense

Viram que loucura a final do Campeonato Catarinense, entre Avaí x Chapecoense?

Em um momento de nervosismo “à flor da pele”, os emocionantes momentos derradeiros da decisão por pênaltis tiveram VAR no último chute!

Na cobrança da Chapecoense, a bola bate num “pedacinho” da linha de meta (em lance hiper-mega ajustado), não sendo, portanto, gol (tem que ultrapassá-la 100%).

O interessante é que a bola bate no travessão, no chão sobre a linha (mas não na totalidade) e sai. O árbitro Bráulio Machado aceita a marcação correta do bandeira de que NÃO ENTROU TOTALMENTE. Por ser um lance muito difícil, o VAR Rafael Tracci entrou em cena e confirmou o não-gol. 

O que entristece é: o presidente da Chapecoense DETONOU a decisão e pediu a anulação do jogo pelo uso equivocado do VAR, alegando que a bola entrou

Veja só em: https://globoesporte.globo.com/sc/futebol/times/chapecoense/noticia/presidente-da-chape-pede-anulacao-da-final-do-catarinense-apos-polemica-com-var.ghtml

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– O Antinatalismo tem razão na sua causa: ter filhos biológicos não é correto?

Uma das coisas que mais gosto na minha vida é de ser pai! Tenho duas filhas e, se pudéssemos, eu e minha mulher teríamos mais crianças lá em casa (naturais e/ou adotadas). Por isso, li e me assustei: os antinatalistas (as pessoas que são contra ter filhos biológicos) defendem que não é ético engravidar!

Discordo totalmente, mesmo com as sustentações dessa turma. Compartilho, abaixo, extraído de:

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/nao-e-etico-ter-filhos-biologicos-o-que-pensa-uma-adepta-do-antinatalismo.ghtml

‘NÃO É ÉTICO TER FILHOS BIOLÓGICOS’: O QUE PENSA UMA ADEPTA DO ANTINATALISMO

Desde muito jovem, a espanhola Audrey García sabia que não queria ter filhos e, aos 39, se submeteu a uma histerectomia. Para ela e outros natalistas, a superpopulação e a escassez de recursos tornam egoísta a decisão de procriar.

O mundo está cheio de casais dispostos a gastar bastante dinheiro e submeter-se a tratamentos médicos às vezes difíceis para conseguir tornar realidade seu sonho de ter filhos. Há pessoas, no entanto, que pensam justamente o contrário: que trazer novas vidas a um mundo superpovoado e com recursos limitados seria “uma falta de responsabilidade”.

A espanhola Audrey García, de 39 anos, é uma das que dizem ter motivos fortes para escolher não gerar descendentes. Desde adolescente ela pensava em não ter filhos. Aos 20 anos, no entanto, diz que a ideia se confirmou, por achar que “não é ético ter filhos biológicos”.

Os que pensam como ela são conhecidos como antinatalistas – e se inspiram, em geral, nas ideias de David Benatar, diretor do departamento de Filosofia da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, um dos expoentes atuais dessa corrente de pensamento.

O antinatalismo, para García, também está associado ao veganismo, pelo qual ela optou antes mesmo de decidir que não queria filhos. Ser antinatalista, na opinião dela, também é ir contra o sistema estabelecido, que “supõe que uma mulher está destinada a ser mãe”.  A espanhola submeteu-se a uma cirurgia de histerectomia, mas não descarta, no entanto, a possibilidade de querer ter filhos no futuro. Adotar crianças é uma opção que ela ainda considera.

Aos que dizem que a ideia é “egoísta”, a barceloneta responde que nem todos os que decidem não ter descendentes biológicos o fazem pelos mesmos motivos”

“Não vejo o que há de egoísta em querer dedicar sua vida a outra coisa que não seja ter filhos. O que acho egoísta é tomar, de maneira unilateral, a decisão de trazer alguém a este mundo.” 

Outro motivo listado pelos antinatalistas é o fato de que todos os seres humanos experimentam o sofrimento físico, psicológico e emocional. Desde que se tornou ativista, ela diz que lamenta “menos” que seus pais a tenham trazido ao mundo.

“Acho que muitas pessoas já pensaram em suicídio uma vez ou outra. Mas, já que estou aqui, tento ser útil.”

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Segundo a espanhola Audrey García, decisão de ter filhos biológicos pode prejudicar o planeta, especialmente considerando a opção de adotar crianças (Foto: BBC)

– As explicações sobre a confusão dos impostos do ISS e Eleições do SAFESP, explicadas por quem trabalhou na casa.

É uma pena desperdiçar tanto tempo que poderia ser dirigido à rica discussão do crescimento da arbitragem brasileira, conhecimento de regras, debates sobre o melhor funcionamento do VAR, profissionalização real da categoria com registro em carteira, análises de jogos e outras coisas importantes, com tal temática abaixo. Mas, enfim, vamos lá…

Vejo no site “Apitonacional”, de Marcelo Marçal, um link para seu blog pessoal onde ele explica com riqueza de detalhes a questão dos quase R$ 400.000,00 cobrados de ISS pelo Fisco Municipal da Capital contra o Sindicato dos Árbitros. Abordei tal assunto em meu blog de maneira respeitosa e isenta (está em: https://wp.me/p4RTuC-n5A), levantando a necessidade de explicações mais concisas – já que a livre expressão democrática no pleito em curso e boas relações sociais assim o pedem.

Nenhum dos lados que disputam as Eleições aproveitou o espaço e se manifestou abertamente. Entretanto, no site citado acima, Marçal explicou as origens das contas e tudo o que envolveu o assunto. Talvez por ter trabalhado no SAFESP, possa ter tido o acesso aos dados tão polêmicos; não sei se foi isso que aconteceu, mas ele mostrou algumas coisas que poucos sabiam. E vejam só, dentre essas mostras, tem até “rolo de cadastro de contribuinte de bordel envolvido”! É difícil entender como se criou essa “bola de neve” que foi sendo aumentada na surdina, embora o relator Marçal tenha tido a boa vontade de, com tantos números, links e informações, criar um roteiro explicativo (às vezes confuso, pela natureza de ser tal conta) e ao mesmo tempo cheio de nuances (detalhes profundos do assunto).

Ao ler, fica lógico que as explicações não evitarão que o assunto se estenda ainda mais, colocando tal tema nas Eleições do Sindicato dos Árbitros (suspensas pela Justiça), além de fomentar a discussão jurídica do pagamento ou não dos impostos. O mais curioso: isso existia, segundo Marçal, há mais de 3 anos, sem ninguém expor aos associados. Ao menos para dizer: “estamos sendo cobrados ilegalmente”.

Enfim, todos são honestos até que se prove o contrário, e a categoria dos árbitros de futebol torce para que tudo isso, de fato, seja um mal entendido da Prefeitura; afinal, será um valor muito alto a ser pago caso tenha sido algum equívoco do SAFESP.

Gostaria de abordar um assunto relatado na explicação de Marcelo Marçal, logo na introdução da explicação dele, onde ele cita dois blogs desqualificando os autores sem citar nominalmente: diz que “um surtou após ficar recluso” (e hoje, ao acessar o blog do jornalista Paulo Cezar de Andrade Prado, o “Blog do Paulinho”, se entende que é evidente que ele se refere ao mesmo) e que “pegou carona em outro que tem rancor e só sabe jogar pedra em vidraça por incapacidade na carreira” (na mesma postagem do Paulinho, faz referência à minha pessoa, Rafael Porcari).

Ora, somos adultos, ninguém é tão ingênuo e trouxa de não ter essa compreensão do texto. Que feio, Marçal!… Não vai dar uma de bobão e escrever uma postagem sequencial dizendo que “não escrevi que foram vocês, mas se a carapuça serviu, não é culpa minha”, ok?

Entendo que por ter trabalhado há tanto tempo para o SAFESP e seu presidente, saído da entidade, voltado, brigado e por aí vai – mas feito seu dever profissional, possa ter alguma relação mais sentimental com a casa que foi onde manteve vínculo empregatício. Mas nunca desqualifique outras pessoas para tentar promover a si mesmo ou defender alguém. Respeitar os outros é importante!

Sobre o Paulinho: ele foi preso duas vezes (tenho lido e estudado sobre isso), por críticas verdadeiras a pessoas poderosas que ele incomodou, onde feriram o sagrado direito de liberdade de expressão jornalística. Não roubou, não matou, não cometeu crime hediondo, não teve falso testemunho. Mas quem sou eu para ser advogado dele? As pessoas com que ele convive no dia-a-dia são prova do caráter limpo e desejo de Justiça (com J maiúsculo de verdade) que o jornalista possui.

Quanto as críticas a mim: “rancor”? Que falta de amor e respeito social creditar isso a minha pessoa… mostra que você está se doendo por alguém, só pode ser isso, pois se eu te magoei por algo injusto que cometi contra você, Marçal, peço desculpas por ignorar tal fato. Mas se você se refere a críticas (as positivas são esquecidas, mas as negativas – que são feitas de maneira respeitosas, são lembradas), é outra história. Rancor de quem? De seus amigos? Ué, não bajulo, babo-ovo, pago-pau ou sou puxa-saco de ninguém só porque está no poder e poderia me agradar; tampouco escrevo algo com interesse de promover fulano ou beltrano, muito menos crio matérias pagas para a alavancagem de alguém (DE ANTEMÃO, para que não paire dúvidas: não estou dizendo que você faz isso tudo o que citei, estou dizendo O QUE EU NÃO FAÇO). Eu apenas escrevo minhas humildes opiniões, de maneira educada, embora, sejamos honestos: quem é criticado, nunca gosta. Mas algo me perturba: “incapacidade do quê?” De estar entre os poderosos do apito? De estar em alta no submundo da arbitragem? Então seu entendimento é equivocado… “Passarinho, de tanto dormir com morcego, um dia cairá no risco de dormir de ponta cabeça. E mesmo que não durma, dirão que dormiu pela amizade com o morcego”. De tal forma, graças ao bom e querido Deus, os amigos que possuo e as pessoas do meu relacionamento são reconhecidamente honestas e corretas. E amigos são poucos, conhecidos são muitos, em especial nesse atual estágio de mundo virtual tão libertino e amplo.

A propósito, faço de conta que tal infelicidade cometida (a de dar uma de espertalhão denegrindo a imagem gratuitamente de quem nada lhe fez – e fica o novo convite de explicar o que te magoa pessoalmente, publicamente, já que sua postagem foi pública) não ocorreu e te perdoo. Guardar ressentimento destrói o homem, e entendo suas atuais angústias. Imagino como devem estar sendo turbulentos os dias atuais, você que respira, vive e trabalha com os bastidores da arbitragem sindical (cobrindo não só o SAFESP, mas o Brasil, como dá o título do próprio site que possui: ApitoNacional), com tantos assuntos que norteiam o tema. NUMA BOA: fique em paz, seu ataque movido a alguma paixão é algo emocional e deve ser perdoado. E te convido à atenta leitura (não só sua, mas a de quem gosta de SENSATEZ) sobre publicações extremistas no mundo virtual atualmente – como isso acaba com o cenário político do nosso país, além de observações reflexivas). Talvez ajude a entender a necessidade de não ter amarras com o sentimentalismo de uma categoria ou pessoa, separando a afinidade do bom senso. O texto, que aborda o cuidado para a intoxicação de leitores com Fake News da Extrema Direita e Extrema Esquerda, escrito outrora por mim (e que não tem nada a ver com a questão da arbitragem, mas do cenário político), pode ser lido aqui: https://wp.me/p4RTuC-n6j.

Abaixo reproduzo as postagens citadas nessa longa postagem:


SAFESP E O ISS

Extraído do Blog do Marçal (08h22, 16/04/19), em: http://marcalneles.blogspot.com/2019/04/safesp-e-o-iss-muitose-tem-falado-sobre.html

Muito se tem falado sobre a demanda judicial envolvendo o Safesp – Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo – e a Prefeitura do Município de São Paulo por conta de tributos (ISS – Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) não pagos. E a maioria fala sem saber bulhufas do que estão falando.

Teve um Blog – que até um passado próximo tinha muita credibilidade e isenção, mas que seu autor surtou após longos dias reclusos -, que pegando carona em outro que, por rancor, só sabe jogar pedra em vidraça alheia para cobrir sua incapacidade quando na ativa, afirmou que os valores foram descontados das taxas dos árbitros e não repassados a prefeitura. Uma total desinformação para não dizer maldade pura para tumultuar o processo eleitoral sendo que a briga jurídica existe a pelo menos três anos e só agora, no período eleitoral, tornou se publico e principal assunto de alguns lideres de redes sociais.

Primeiramente esclareço que os valores do ISS dos árbitros de futebol nas competições da Federação Paulista de Futebol (FPF) são repassados à Prefeitura diretamente pela FPF e constam dos borderôs, sem passar pelo Safesp. Portanto os valores da demanda entre sindicato e poder publico não tem nada a ver com os árbitros como alguns desinformados propagam em canais de comunicação e nas redes sociais.

Prefeitura e do Safesp trocam processos na justiça

A demanda judicial realmente existe (acima) e os valores se aproximam dos 400 mil reais. De um lado a Prefeitura entende que o sindicato deve e o sindicato por sua vez se defende tentando provar que pelos requisitos constitucionais, como entidade sindical é imunes ao ISS conforme artigo 150 da constituição Federal de 1988 que diz:

Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

VI –  instituir impostos sobre:

c)  patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei.

Portanto o Safesp é beneficiado pela lei e o poder público não pode instituir impostos sobre a entidade dos árbitros.

Imunidade renovada

Na verdade existem seis processos: três do Safesp contra a PMSP e três da PMSP contra o Safesp. Todos eles relacionados ao mesmo tema e todos eles decorrentes da isenção prevista no artigo 150 da CF. O que a PMSP está cobrando do Safesp é ISS de 2012 e 2013 e por sua vez o Safesp tenta provar que é isento a esses tributos que a prefeitura esta cobrando por não reconhecer a declaração de isenção da entidade.

No município de São Paulo, para obter essa isenção é necessário que a entidade acesse o site do Sistema de Declaração de Imunidade (SDI) e preencha cadastro que deve ser renovado anualmente. Esta regulamentação municipal foi instituída à época para readequação do sistema de notas fiscais eletrônicas que obrigou às entidades privadas sem fins lucrativos a efetuarem um cadastro junto à prefeitura para gozarem do beneficio instituído pela Constituição Federal como descrito acima.

O problema acontece desde que, por um erro, a Sub Prefeitura da Lapa atribuiu dois CCM´s (Cadastro de Contribuinte Mobiliário) ao Safesp, sendo que o original (CCM: 8.675.701-6) esta em uso normalmente e o outro (3 .456.652-3), cancelado em abril de 2012, pertencia a uma casa noturna, que alguns diziam ser uma boate de garotas de programas.

Prefeitura nega imunidade ao Safesp por duplicidade de CCMs

Esse conflito de contribuintes mobiliário foi o motivo pelo qual a PMSP negou à época a imunidade ao CNPJ da entidade. Inclusive o erro foi reconhecido, foi corrigido o que prova que o sindicato goza da imunidade uma vez que a própria prefeitura concedeu a imunidade em todos os anos seguidos, inclusive 2019, o que torna uma cobrança indevida.

As informações aqui postadas são publicas e podem ser consultadas utilizando-se apenas o CNPJ do Safesp (CNPJ:51.736.908/0001-07) nos respectivos portais.

Espero ter dado minha contribuição para esclarecer esse assunto que esta sendo usado, indevidamente, na politica da entidade na tentativa manipular os associados na busca pelo voto.

Antes que alguém me acuse de defender um dos lados, informo que acompanho essa briga jurídica desde seu inicio e acho injusto ser usado apenas para tumultuar o processo. Também esclareço que não defendo e não apoio nenhuma das chapas, pois desde a época de árbitro, sou contrario que pessoas dependentes do sistema, como a maioria dos integrantes das duas chapas são, dirija a entidade.


JOGO SUJO NAS ELEIÇÕES DO SAFESP

Extraído do Blog do Paulinho (08h24, 16/04/19) em: https://blogdopaulinho.com.br/2019/04/16/jogo-sujo-nas-eleicoes-do-safesp/

Em meio à guerra de lama inserida nas eleições do SAFESP (Sindicato dos Árbitros Profissionais do Estado de São Paulo), novo capítulo, dos mais imundos, foi protagonizado ontem, pelos de sempre.

Vamos contextualizar.

Semana passada, o ex-árbitro Rafael Porcari, em seu blog, revelou dívida fiscal milionária do Sindicato, já em fase de execução pela Justiça; na sequência, o Blog do Paulinho confirmou a pendência.

Estimulado, talvez, pelos que protagonizaram o calote, o blog doutro ex-árbitro, Marcelo Marçal, publicou detalhada defesa do Sindicato, sem deixar claro que a Justiça, em casos semelhantes, tem refutado toda a argumentação apresentada.

Em recente mensagem enviada ao Blog do Paulinho, o “colunista” admitiu receber “ajuda de custo” não apenas do SAFESP, mas também doutros órgãos da arbitragem, para “cobertura” de eventos destes (sempre cercados de “elogios”), dizendo “não ver problema” em fazê-lo, apesar da evidente imoralidade (há quem garanta que o sustento ultrapassa os limites do custeio de despesas).

“Tenho sim ajuda de custo com passagens aéreas e estadias nos locais que visito, que, na minha visão é justíssimo por ser o único que faz isso no país, pois além de mim aponte alguém que fala da arbitragem, que divulga a arbitragem diariamente”

Voltando à defesa do SAFESP, Marçal sequer entendeu o que tentou explicar, até porque o texto não foi escrito por ele, mas por outro ex-árbitro, que tentou, sem sucesso, emplacar o mesmo material (idêntico) no Blog do Paulinho.

Por fim, para ampliar o “Jogo Sujo”, a mesma argumentação, citando a postagem do “ajuda de custo” como “fonte”, surgiu nas imundas páginas do site “Futebol Interior”, portal conhecido por achacar gente do futebol e também cobrar para publicar “matérias”, que já teve Sérgio Corrêa da Silva, chefão da arbitragem nacional, um dos “colaboradores” do ex-árbitro que se vende como jornalista, na condição de colunista.

Seguindo a tradição, alguém deve ter pagado… resta saber quem.


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O PENSADOR – foto do Museu Rodin, propícia para essa reflexão.

– Informação, Desinformação ou Intoxicação?

Existem certas leituras que não valem a pena perder tempo. Neste mundo de Fake News e de confusão com “liberdade de expressão e libertinagem”, se vê de tudo – e que podem fazer mal às pessoas, prejudicando sua sanidade mental / comportamental.

  1. Há aqueles que querem falar algo nas entrelinhas e nada dizem.
  2. Outros que se passam por jornalistas sem nunca ter entendido “ética jornalística”.
  3. Também existem os que escrevem em sites como se fossem blogs (e vice-versa), não entendo o que é um e o que é outro.
  4. Por fim, há aqueles “informes de outrem“, interessados em algum benefício próprio e que, “a lá” o modismo de hoje e o nefasto dinheiro que pode lhe interessar (dependendo a qual “santo se reza”, pois se vende para tantos), age com boçalidade nas palavras escritas, faladas ou digitadas, desqualificando outras pessoas apenas para querer reforçar sua matéria paga ou favor trocado. Falam, mas dizem o que os “chefes” querem dizer.

Resumidamente: neste mundo tão odioso, é triste ver tal situação. Me refiro claramente nessas considerações acima aos sites ligados à Extrema Esquerda e Extrema Direita do país, que tanto criam factoides para atacar pessoas de bem, de pensamento contrário e até mesmo na neutralidade. E isso se vê diariamente no Facebook, no WhatsApp e em outras redes sociais. 

Isso precisa mudar urgentemente, pois em muitos momentos a pessoa mais humilde vai crer em uma fantasia criada ou em uma desculpa esfarrapada somente pelo fato de que “está na internet“, sem saber a credibilidade real, o passado e o presente de quem postou. 

É por isso que o Brasil rachou, discutindo se “é Bolsonaro ou Lula”, tirando o espaço das pessoas sensatas e de muitos intelectuais verdadeiros, exaltando apenas os Olavos e as Chauís.

Objetivamente: tal fato intoxica, contamina e deturpa não só a Política, mas a sociedade em geral – na cultura, no esporte, nos relacionamentos… Afinal, quem procede assim (como bajulador, interesseiro, puxa-saco ou militante inescrupuloso) só pode querer ganhar cargos, dinheiro ou benesses. Sem respeito, “faz o serviço” (publica coisas com vieses) para quem está pagando mais. Ou os “blogueiros” de Dilma, Bolsonaro, ou tantos outros não conseguiram uma “boquinha” quando estiveram juntos com aqueles aos quais “babavam ovo”?

Que sejamos agentes de modificação de tudo isso! Afinal, não se faz nova política com velhos nomes – de Direita ou de Esquerda.

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– Se ao menos Shkreli usasse sua inteligência para o bem…

Você conhece a farmacêutica americana Phoenix AG?

Com uma gestão extremamente agressiva, seu presidente está na cadeia – comandando com muita virilidade a empresa!

Bem contestado pelos métodos, odiado pelos seus pares, mas sempre louvado pela capacidade.

Abaixo, conheça Martin Shkreli, no texto extraído de: https://exame.abril.com.br/negocios/mesmo-preso-ceo-mais-odiado-dos-eua-comanda-farmaceutica-ambiciosa/

MESMO PRESO, CEO MAIS ODIADO DOS EUA COMANDA FARMACÊUTICA AMBICIOSA

É possível afastar um empreendedor serial de sua paixão? O caso de Martin Shkreli, famoso por vender, orgulhoso, remédios a preços abusivos

Um presidiário consegue um celular contrabandeado e, através dele, continua a gerir seu negócio de drogas. A afirmação soa familiar no Brasil, mas estamos falando de Martin Shkreli, que já foi apelidado de “o executivo-chefe mais odiado dos Estados Unidos”. Preso no ano passado para cumprir uma pena de sete anos de cadeia, Shkreli foi aparentemente colocado em reclusão solitária (a direção da penitenciária não confirma) após o Wall Street Journal reportar que ele continuava a comandar sua pequena companhia farmacêutica, a Phoenix AG, dando ordens a partir da prisão.

A Phoenix é uma nova versão da Turing, o laboratório que valeu a Shkreli o ódio da classe médica e do público em geral por aumento abusivo de preços. O exemplo mais notório do abuso foi a droga Daraprim, um remédio para combater toxoplasmose que é usado no tratamento da Aids. Quando a Turing adquiriu os direitos, elevou o preço do remédio em 5.000%, de 13,50 dólares para 750 dólares (no Brasil, uma caixa com 30 comprimidos custa menos de 3 reais).

Não foi por isso, porém, que Shkreli foi preso, mas sim por ter ludibriado investidores com um esquema de pirâmide antes de fundar a Turing. O curioso é que Shkreli no final das contas compensou os investidores, com o sucesso de um negócio posterior (o laboratório Retrophin), que fundou com parte do dinheiro deles. E não foi pouco: um dos investidores recebeu 3 milhões de dólares, dez vezes mais do que os 300.000 dólares que havia aportado.

Mesmo assim, houve crime. Shkreli produziu relatórios fraudados e desviou dinheiro de sua própria companhia para pagar dívidas anteriores. Tivesse ele outro caráter, a justiça poderia ter-lhe sido mais complacente. Mas Shkreli é Shkreli: vieram à tona ameaças contra a família de um ex-empregado, assédio a uma jornalista nas redes sociais e declarações difíceis de aceitar (como a afirmação de que não apenas achava correto elevar astronomicamente o preço de um remédio vital e sem concorrentes similares, como ainda elevaria mais o preço em data oportuna).

Shkreli representa um incômodo à classe empresarial porque encarna valores tradicionais do mundo dos negócios. Algumas de suas crenças ecoam os mantras de muitas empresas admiradas: a missão de uma empresa é maximizar o lucro para seus acionistas; se você precisa burlar algumas regras para que as coisas deem certo, faça isso, afinal, “é melhor pedir desculpas do que pedir licença”. Além disso, Shkreli é um workaholic. Não aceita viver à custa do Estado, quer empreender, administrar seus negócios. Com um pouco de ironia, pode-se dizer que ele está “preso aos negócios”.

Seu plano, de acordo com um colega de cadeia ouvido pela Forbes, é tornar a Phoenix uma empresa multibilionária, com ele no comando. No começo do ano, segundo o WSJ, Shkreli demitiu o executivo-chefe interino pelo telefone, deixando-o no entanto no conselho do laboratório.

Além de supostamente manter suas atividades de CEO, Shkreli tem dado aulas de economia e administração aos colegas de Fort Dix, a prisão de segurança mínima para onde costumam ser enviados fraudadores, políticos corruptos e evasores de impostos. Neste caso, não dá para saber se devemos torcer para que aprendam ou não.

Há poucas dúvidas sobre o talento de Shkreli, e agora há poucas dúvidas sobre sua resiliência e sua energia produtiva. Vale para ele, no entanto, o que disse certa vez o Batman, sobre seu arquirrival Coringa, na série televisiva dos anos 1960: “se ao menos ele usasse sua inteligência para o bem…”

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– A falta de moral do desembargador!

Quer dizer que o desembargador do TRF2, Antonio Ivan Athié, que soltou Michel Temer, “tem uma ficha corrida”?

Ele é o mesmo magistrado polêmico que um dia disse que “precisamos relativizar o que é propina e o que é gorjeta”, não vendo problemas em “gratificações” em muitos casos de suborno (desvirtuando o tema da corrupção).

Aí, com o histórico abaixo (e não é manchete fantasiosa), fica difícil…

Compartilho, extraído de: https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2019-03-25/antonio-ivan-athie-michel-temer.html

ANTONIO IVAN ATHIÉ

Antonio Ivan Athié foi investigado por formação de quadrilha e estelionato quando atuava como juiz titular da 4ª Vara Federal no Espírito Santo

O desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) Antonio Ivan Athié, responsável pela soltura do ex-presidente Michel Temer, é presidente da primeira turma especializada em direito penal, previdenciário e da propriedade industrial do tribunal.

O magistrado é o relator do habeas corpus que soltou Temer e mais seis pessoas nesta segunda-feira. O julgamento do pedido estava na pauta da sessão da primeira turma do tribunal da próxima quarta-feira (27). Os encontros da primeira turma do TRF-2 são semanais às quartas, compostos por Antonio Ivan Athié, Paulo Espírito Santo e Abel Gomes.

Em sua carreira na magistratura, Athié já esteve sete anos suspenso do cargo enquanto era investigado por suposta prática dos crimes de formação de quadrilha e estelionato. O juiz era acusado de ter proferido duas sentenças, supostamente em conluio com um grupo de advogados, para autorizar o levantamento de vultosos valores financeiros, quando titular da 4ª Vara Federal no Espírito Santo.

No entanto, o MPF conclui que não havia provas do crime e a ação foi arquivada em 2008. Em 2013, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pelo trancamento da ação penal em curso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra Athiê pelos mesmos crimes.

Como desembargador, o magistrado tem votos e decisões polêmicas. Em 2016, ele decidiu conceder um habeas corpus ao bicheiro Carlinhos Cachoeira e o ex-presidente da construtora Delta, Fernando Cavendish. Quartro dias depois, o desembargador declarou-se impedido para julgar o caso. Segundo o MPF, Athié é amigo do advogado de Cavendish, Técio Lins e Silva.

Também em 2016, Athié foi o único desembargador que defendeu prisão domiciliar para ex-primeira dama do Rio de Janeiro , Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral, que estava detida. Em seu voto, o magistrado justificou que ela deveria cuidar dos filhos.

Em março de 2017, Bretas concedeu prisão domiciliar à ex-primeira dama e em agosto do ano passado, ela foi liberada da prisão domiciliar também por Bretas.

Athié também foi voto vencido em 2017, quando a primeira turma do TRF-2 manteve a prisão do “rei do ônibus” Jacob Barata Filho, rejeitando o habeas corpus da defesa. Antonio Ivan Athié foi o único que defendeu a prisão domiciliar do investigado da Operação Ponto Final, desdobramento da Lava Jato que investiga empresários de transporte público por pagamento de propinas.

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– Exageros ou não do Politicamente Correto

Compartilho uma matéria interessante sobre os exageros ou não do politicamente correto, brincando com os gordos. Ops, ou melhor, com os portadores de sobrepeso.

Confesso me policiar muito para não cometer nenhuma grosseria. Mas por que chamar um amigo de negão pode ser ofensivo, enquanto chamar outro de alemão não é?

Para mim, há certas regras que soam estranhas…

Extraído de: http://is.gd/PIhthw

QUEREM TRANSFORMAR A PALAVRA GORDO EM PALAVRÃO…

por Martha Mendonça

Gordo. A palavra soa mal? Para alguns, sim. Da mesma forma que negro, cego ou pobre – ou melhor, afrodescendente, deficiente visual ou menos favorecido –, falar “gordo” está se tornando ofensa. E a mídia americana já começa a adotar a nova tendência politicamente correta. Na semana passada, uma articulista do site Huffington Post, Vicki Iovine, escreveu que “as pessoas costumavam ter medo de ficar gordas; agora têm medo de dizer… gordo”. O que substitui a palavra proibida? “Pessoa sedentária superprocessadora de alimentos”, diz o ator e diretor de comédias americano Kevin Smith. No mês passado, Smith foi expulso de um voo por não caber numa única poltrona e começou a fazer graça com o assunto. Outra sugestão, mais sisuda, é que se diga: “A palavra que começa com f” (em inglês, gordo é “fat”).

A linguagem politicamente correta surgiu nos Estados Unidos na década de 70, como herança do movimento de defesa dos direitos civis do pós-guerra. Com ela, claro, desenvolveu-se um enorme mercado de processos judiciais. Quem não segue o novo cânone pode parar na Justiça – e isso ajuda a explicar parte do sucesso da nova língua. De acordo com sua lógica, usar certas palavras legitima o preconceito e propaga visões discriminatórias contra grupos sociais. A mudança, afirmam seus defensores, seria o primeiro passo para eliminar o preconceito enraizado na linguagem.

Mas essa é uma impressão enganosa. Na prática, a patrulha da língua enfraquece o idioma e empobrece a comunicação. “Palavras legítimas, originárias do latim, com uma história de 2 mil anos, estão sendo banidas de nosso dia a dia”, diz Aldo Bizzocchi, doutor em linguística pela Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro Léxico e ideologia na Europa Ocidental. “O problema está na intenção ao dizer algo, não na palavra em si. Não é ofensa nenhuma dizer que Beethoven era surdo.”

É evidente que certas palavras carregam um tom ofensivo. É o caso, em inglês, do termo “nigger”, uma forma pejorativa de se referir aos negros que pode ser aproximadamente traduzida em português por “preto”. Em inglês, porém, tornou-se politicamente incorreto o próprio termo “black” – correspondente a nosso “negro” e usado pelos próprios líderes do movimento negro.

No Brasil, o controle do idioma ainda não é tão severo. Gordo e negro são palavras aceitas, embora com cada vez mais ressalvas. Afrodescendente já pegou nos discursos e nas teses de mestrado e doutorado. “Homossexualismo” aos poucos vai mudando para “homossexualidade”, de acordo com a orientação dos grupos de gays e lésbicas que veem no sufixo “ismo” uma conotação de doença. (Não se sabe se seriam doenças também o comunismo, o liberalismo ou o tenentismo…) Há alguns anos, quem perdia uma perna era chamado de “aleijado”. Depois passou a ser tratado como “deficiente”. Recentemente, virou “portador de deficiência”. Não parou aí. Agora, ele é “portador de necessidade especial”.

Em 2006, a Secretaria de Direitos Humanos lançou a Cartilha do politicamente correto, com 96 expressões consideradas preconceituosas. A lista desestimulava termos como “baianada” (para abusos no trânsito), assim como as palavras “anão” e “palhaço”. A frase “a coisa está preta” também entrou no índex. A cartilha foi tão criticada que o governo a suspendeu. A ideia de vigiar a linguagem, porém, continua viva e forte – mas não gorda, gorda jamais.

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– Xingar na Internet tem peso menor?

Muitos ainda cultuam a ideia de que “na arquibancada, tudo vale”. Discordo disso, e já discorri dos limites dessa situação em: https://wp.me/p55Mu0-29y

Infelizmente, ofender árbitro, comentarista ou qualquer pessoa ligada ao futebol via Redes Sociais (e fora do esporte também), parece ser algo “normal”, “aceitável” e “civilizado”. Se não é presencial, pode?

Ora, é de uma tremenda imbecilidade! Se a pessoa não pode cometer injúrias a outra no mundo real, por quê poderia no virtual?

Digo isso pois o comentarista Mauro Cezar, da ESPN Brasil (que tenho divergências de opiniões políticas e/ou esportivas, mas sempre o respeitei como bom profissional e pessoa respeitada que é), foi protagonista da demissão de um torcedor mal educado.

Entenda: após o Mauro fazer um comentário do jogo do Flamengo, um raivoso internauta o ofendeu mandando “VTNC” (que significa, para os desavisados, “Vai tomar no cu”, em linguagem de internet). E ainda o chamou de “bosta”.

Que raio de Educação tem um cara como esse? Discordar da opinião é uma coisa. Xingar gratuitamente, é ato de vagabundo. Já era o tempo da selvageria nas relações.

Pois bem: Mauro Cezar respondeu questionando-o se na firma em que trabalha incentiva comportamentos desajustados como esse, escrevendo: “lá na empresa eles estimam os funcionários a xingar a pessoas pura e simplesmente por discordar em algo sobre futebol?”. Na sequência, colou a logo do patrão do internauta, a gigante Arcelor Mittal.

Conclusão: o “boca-suja”foi demitido

Pense: no mundo de hoje, a Educação se faz presente em qualquer área, e um profissional, muitas vezes, representa a instituição que lhe emprega, exigindo a boa conduta full time.

Não discordo da Arcelor Mittal, nem do Mauro Cezar responder da forma que fez. Se o cara faz isso por uma bobagem chamada futebol, qual a reação que terá em pendengas mais sérias?

O tuíte da confusão, abaixo:

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– Tolerância na Web

A Internet permitiu coisas muito boas a serem divididas, mas também a livre expressão de intolerantes de todos os assuntos.

Se eu não gosto de A, não quer dizer que eu seja admirador de B. Posso ser de C ou de D, desgostando de todos os outros. Se penso “isso de algo”, respeito se você pensa “aquilo desse mesmo algo”. Mas atenção: respeitar não é impor a sua opinião sobre a minha, é simplesmente compartilhar o ponto de vista alternativo (com educação).

Discordar de uma ideia não quer dizer que se deve sobrepujar a ela; caso contrário, o conceito se confunde!

Li e compartilho essa postagem (não me recordo do autor) que transmite exatamente o que penso (abaixo):

– Constança Rezende é mais uma vítima de absurdo Fake News!

Uma tática nojenta que era feita pelos radicais de esquerda, passa a ser feita agora pelos radicais de direita: uma respeitada jornalista do Estadão tem seu texto totalmente modificado, é atacada, contestada e… tudo isso para usufruto de interesses ruins.

O pior: sem cuidado, o presidente Jair Bolsonaro tuita como se fosse verídico. Não pode… cadê as pessoas que orientam a comunicação do Chefe do Executivo?

Extraído de: https://oglobo.globo.com/brasil/bolsonaro-compartilha-texto-com-falsa-acusacao-jornalista-23512216

BOLSONARO COMPARTILHA TEXTO COM FALSA ACUSAÇÃO A JORNALISTA

Repórter do ‘Estado de S.Paulo’ foi atacada nas redes, após site divulgar trechos de conversa sobre o caso Fabrício Queiroz

Uma acusação falsa publicada pelo site “Terça Livre” e compartilhada pelo presidente Jair Bolsonaro, no Twitter, foi desmentida neste domingo pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. O “Terça Livre” divulgou trechos de uma conversa telefônica da repórter Constança Rezende, da sucursal do “Estado” no Rio de Janeiro, sobre as investigações de denúncias contra Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente.

Segundo o site, na gravação, que teria sido obtida por um jornalista francês, Constança teria dito que “a intenção é arruinar Flávio Bolsonaro e o governo”. A frase, no entanto, não aparece nas gravações divulgadas pelo próprio site.

No Twitter, Bolsonaro afirmou que Constança Rezende “diz querer arruinar a vida de Flávio Bolsonaro e buscar o impeachment do presidente” e lembra que Constança é filha do jornalista Chico Otavio, repórter do GLOBO. O presidente conclui: “Querem derrubar o governo com chantagens, desinformações e vazamentos”.

O “Estado de S.Paulo” publicou um texto em seu blog de checagem de fake news, com o título “Site bolsonarista distorce entrevista de repórter do Estado o e promove desinformação”.

Na gravação, Constança não fala em “intenção” de arruinar o governo ou o presidente. A conversa, em inglês, tem frases truncadas e com pausas e apenas trechos selecionados foram divulgados. Na nota publicada em seu site, o “Estado” diz que “em determinado momento, a repórter avalia que ‘o caso pode comprometer’ e ‘está arruinando Bolsonaro’, mas não relaciona seu trabalho a nenhuma intenção nesse sentido”.

O jornal esclareceu que Constança Rezende não deu entrevista ao jornalista francês citado pelo “Terça Livre”. As frases da gravação foram retiradas de uma conversa que ela teve em 23 de janeiro com uma pessoa que se apresentou como Alex Mac Allister, suposto estudante americano interessado em fazer um estudo comparativo entre Donald Trump e Jair Bolsonaro.

O “Terça Livre” é ligado a ativistas conservadores e simpatizantes de Jair Bolsonaro. Grupos governistas promoveram no Twitter uma série de postagens nas quais acusam o “Estado” de “mentir” na cobertura do caso Fabrício Queiroz.

Relatório do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf ) mostrou que Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta entre 2016 e 2017. Em depoimento ao Ministério Público, ele admitiu que recebia parte dos salários de outros servidores do gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio, e usava os recursos para contratar outros funcionários.

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– As mentiras campeãs contadas pelos candidatos a empregos!

Sabe quais são as mentiras “TOP10” contadas aos selecionadores, na oportunidade de uma entrevista de emprego?

Eis abaixo, extraído de: Jornal de Jundiaí, Caderno Modulinho Empregos, página 1, ed 05/03/17

AS 10 MENTIRAS MAIS CONTADAS EM ENTREVISTAS DE EMPREGO

Em época de escassez de vagas de emprego, vale tudo numa entrevista? Definitivamente não! A headhunter e recrutadora Luciana Tegon, sócia-diretora da Consulents Group by Tegon, recomenda o candidato ser verdadeiro em qualquer entrevista de emprego, pois a autenticidade é cativante. “É importante que você saiba narrar sua trajetória de carreira de uma forma que seus conhecimentos e pontos fortes sejam valorizados, afinal, na disputa pela vaga vencerá quem reunir a maior quantidade de atributos que a empresa busca”, explica.

Em tempos de hiperconectividade as empresas e recrutadores podem acessar rapidamente pessoas e informações, por meio das redes sociais, por exemplo, então mentiras podem ser descobertas facilmente.

Veja a seguir as top 10 mentiras contadas nas entrevistas de emprego:

1 – Mentir sobre sua fluência no idioma. Algumas pessoas optam por mentir sobre sua fluência no inglês ou espanhol.  Atenção porque as empresas checarão a fluência em fases avançadas do processo e se entenderem que você tentou enganá-los você fechará as portas da empresa para futuras oportunidades.

2 – Mentir sobre os motivos de demissão de empregos anteriores. É bastante compreensível que um candidato não queira abrir que foi demitido por má performance, por ter resistido a mudanças ou por falta de habilidade como líder, então, justificativas como cortes e reestruturações são utilizadas com muita frequência.

3 – Mentir sobre prazo de permanência nos empregos anteriores. Com medo de serem eliminados pelo “pouco tempo de casa” alguns candidatos mentem sobre o tempo que trabalharam em determinada empresa. Entretanto, algumas empresas checam a carteira profissional em fases preliminares do processo de admissão e se houver divergência a contratação poderá ser cancelada e sua imagem denegrida.

4 – Mentir sobre o local de sua residência. Alguns candidatos que moram mais longe cadastram-se colocando endereços mais próximos com receio de nem serem convidados ao processo já que é sabido que muitas empresas não contratam quem toma mais de 2 conduções por trecho.

5 – Mentir sobre suas competências declarando que são proativos, possuem excelente relacionamento interpessoal, gostam de trabalhar em equipe e que alcançaram determinados resultados que efetivamente não espelham a verdade.

6 – Mentir sobre o cargo e as atividades que fazia. Na tentativa de assumir posições maiores, não é incomum encontrarmos candidatos que declararam que eram líderes de áreas quando na verdade nunca tiveram uma equipe.

7- Declarar terem trabalhado em grandes empresas (e falsificar registro em carteira). Esta mentira que pode inclusive ser tipificada como crime não é tão rara quanto se pensa. Convencidas de que só terão chance se supostamente tiverem experiência em grandes empresas, algumas pessoas acabam mentindo neste sentido.

8 – Mentir sobre cursos e certificações que nunca fizeram.

9 – Mentir sobre seus hobbies e sobre o que faz em horas de lazer. Dificilmente um candidato vai dizer que bebe e vai para balada nos finais de semana. Da mesma forma há uma tendência a ocultar hobbies como motociclismo, esportes radicais e artes marciais que são atividades que geram um risco maior de afastamento por acidentes ou lesões.

10 – Mentir sobre suas reais condições de saúde. Com medo de não serem contratados alguns candidatos omitem doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou cardiopatias.

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– Usar o celular no Trabalho pode ocasionar demissão por justa causa!

Cada vez mais somos reféns do telefone móvel e seus aplicativos. Há gente que se vicia principalmente nos comunicadores de mensagens instantâneas (como WhatsApp) e redes sociais (Facebook, Instagram, Snapchat).

Uma situação cada vez mais discutida: o uso do aparelho durante o horário de trabalho!

Abaixo, extraído de Agora SP, ed 19/02/2017, pg B6.

EMPRESAS PODEM PROIBIR USO DE CELULAR NO TRABALHO

Trabalhadores têm o direito de usar o aparelho no almoço e no intervalo. Justiça autoriza a restrição.

Ao chegar ao trabalho, Rafael Rodrigues Meira dá adeus ao celular. O aparelho é guardado em um armário da Padaria Iracema, no Santa Cecília, e o garçom só checa as mensagens durante o intervalo.

Deixar o celular fora do alcance não é uma opção de Meira. “Dá vontade de olhar e se a gente se distrai, não atende o cliente como deve”, diz.

Por enquanto, os patrões permitem aos funcionários que o aparelho fique no bolso, mas a regra é clara e está estampada na parede: “é expressamente proibido funcionário utilizar celular no horário de trabalho”.

“Conheço um lugar que tem uam caixa para os colaboradores deixarem os aparelhos, que só são liberados no horário do almoço, revela Manuel Tarelho, dono da padaria.

Quem pensa que o impedimento por parte do empregador é abusivo se engana. Se a proibição está nas normas da empresa e o trabalhador insiste em usá-lo, pode até demitir por justa causa, perdendo aviso-prévio, férias e 13o, saque do Fundo de Garantia e seguro-desemprego.

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– A polêmica em declarar o time do coração.

Normalmente, jornalista experiente costuma dizer que com o peso da idade vai torcendo para os amigos. E isso é verdade. Mas tem sim um time do coração também, cuja relação profissional é a barreira exata para à credibilidade do seu trabalho.

Repercutiu muito na última semana a imagem da emoção do jornalista Ivan Moré, que lembrou do seu pai e disse ser corintiano. Aí você se recorda de Milton Neves, Roberto Avalonne, Chico Lang, Juca Kfouri e Mauro Beting, que são jornalistas e torcedores assumidos dos seus clubes. Aliás, de todos esses, nos comentários, vejo o Mauro como o mais “totalmente imparcial”. Parabéns, não deve ser fácil aguentar a cornetagem da sua própria torcida quando escreve ou diz algo que o mais exacerbado se sinta desagradado.

Eu não declararia, apesar que, depois que você se torna árbitro de futebol e conhecer os bastidores dele, percebe que o esporte do ludismo infantil nada mais é do que um negócio profissional. Assim, por força do ofício, por perder o encanto e por entender que muitos torcedores não conseguiriam entender a separação, não digo publicamente meu time grande de infância. Mas, o time de hoje, adulto (que também era o de infância juntamente com o “grandão” que já não consigo mais torcer), publicamente todos sabem, é o Paulista Futebol Clube, Galo da Japi, Tricolor Jundiaiense. E aí por vários motivos: ser o primeiro campo de futebol que fui, influência do pai, estar na minha cidade, passar a minha infância torcendo (já disse aqui: meu jogo inesquecível “in loco” é Paulista x Palmeiras de São João da Boa Vista, gol do Ricardo Diabo Loiro nos acréscimos, no ano da campanha que culminou com a vitória sobre o Vocem de Assis por 7×1 no Parque Antártica na volta à Divisão de elite do futebol Paulista – mais importante e emocionante para mim, na época criança, do que a Copa do Brasil 2005).

Enfim:

1- Pessoa pública, em especial jornalista esportivo, dizer para quem torce, é um risco de se pagar o preço alto das patrulhas da Web.

2- Árbitro de Futebol, mais ainda! Acredite, acontece o fenômeno de se “desgostar do time” por conta de se tornar juiz, mas o principal é: você torce para “você mesmo, pela sua carreira”. Claro, falamos no início de quem já “pendurou o apito”, mas para quem está na ativa é inaceitável por lógica (Importante: vejo alguns poucos ex-Árbitros famosos torcendo para seus clubes grandes de infância – aí é com eles). Para os comentaristas de arbitragem, declarar o time grande cai na mesma seara da desconfiança por parte dos mais fanáticos, embora possam fazer com total isonomia.

3- Jogador de Futebol, outro problema: você consegue ver o são-paulino Rogério Ceni como treinador do Palmeiras? Eu não consigo, penso que a rejeição será grande. Aliás, repararam o número de atletas que o Corinthians está contratando que são redescobertos com fotos vestindo a camisa do Timão quando criança? Se forem para outro clube… Inesquecível a contratação do jogador Getterson pelo SPFC, que horas depois, descobriu-se no Twitter que era corintiano e fazia troça do São Paulo quando mais jovem e foi descontratado na sequência. O que aconteceu com a carreira dele? Alguém lembra hoje do Getterson? Se tivesse tomado cuidado, poderia ter agarrado a chance em jogar num time de expressão.

Dito tudo isso, responda:

1- Você torce para time grande e time pequeno? Essa vale para o torcedor que vai ao Estádio da sua cidade no Interior (Guarani e Ponte Preta, sabidamente, são exceções).

2- O que você acha de pessoas da imprensa declararem o seu time do coração? Essa se refere à figura conhecida nacionalmente, como Galvão Bueno, por exemplo.

Deixe seu comentário:

(Em tempo: para ficar claro, meu time de infância era o XXXX Atlético Clube e o Paulista FC; quando me tornei árbitro e vi os bastidores, percebi que o desgosto em ter simpatia pelo XXXXXX era grande mas não consegui deixar de gostar do Paulistaembora sendo vetado pela FPF em trabalhar no Jayme Cintra por força das regras da carreira, fui escalado algumas vezes em jogos do Galo como 4o árbitro, agindo com isenção e profissionalismo assim como faço hoje, em minhas análises como comentarista na Rádio Difusora, nas colunas postadas na Web e em outras mídias).

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– Ferroviário/CE x Corinthians/SP e o mando no Paraná!

A cearense equipe do Ferroviário receberá R$ 450 mil para enfrentar a equipe paulista do Corinthians em Londrina (norte do Paraná, onde há grande contingente de torcedores de times do estado de São Paulo), através da empresa Roni7, que comprou o “mando do jogo”. Nas 4 últimas fases da competição, isso (a modalidade “vender mando” não será mais possível, de acordo com a CBF no regulamento.

Se jogasse no Ceará, pela popularidade do Timão, também acho que o Corinthians “estaria em casa”. Mas o Ferroviário não mandar a partida em casa, abdicar de jogar num gramado em que já se conhece cada buraco (se existentes), de estar ao lado do seu torcedor (seja em qual número for), descansar o corpo numa viagem em que se atravessa o país, estar aclimatizado com o forte calor do Nordeste (e o adversário não), é quase que uma oficialização de aceite de derrota.

Entendo: os times estão passando o chapéu pedindo dinheiro”, mas ainda assim acho uma inversão de mando, o que não é correto dentro do espírito desportivo que o futebol exige. Se fosse para uma praça vizinha (São Luís/MA, Recife/PE ou Natal/RN, por exemplo), é aceitável devido a proximidade e menor “facilitação ao adversário”.

Veja Altos/PI x Santos/SP: o time é de Picos, mas optou por jogar em Teresina (a capital piauiense) por conta da capacidade do estádio e apelo de público. Não deu muito certo, pois a renda foi baixa. Tomou de 7 e foi eliminado.

Acontecerá o mesmo com o Ferroviário (creio que a derrota é provável), mas voltará com quase meio milhão a mais no bolso e as despesas aéreas e de hotéis pagas por quem comprou o jogo. E por ironia: terá viajado mais quilômetros para mandar seu jogo “em casa” do que o adversário.

Em tempo: tenho um medo de uma associação de ideias (que não é fantasiosa) de que, um time que vende mando de jogo tão fácil, possa ter a tentação de um dia vender o placar da partida justamente pelo mesmo motivo: a necessidade em ganhar dinheiro. Reforço: não estou citando que o Ferroviário, que goza de toda a credibilidade, faça isso, mas apenas deixando a pertinente dúvida no ar com a finalidade de debate geral.

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– A 1a Fake News do mundo foi contada num Livro da Bíblia!

A serpente que enganou Adão e Eva com o fruto proibido, numa linguagem romântica da entrada do pecado no mundo, foi a primeira propagadora das notícias falsas e que prejudicam as pessoas, as chamadas “Fake News”, tão comuns e preocupantes em nossos dias (para entender melhor sobre essas “Falsas Notícias”, clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-lyJ).

Quando questionado sobre esse péssimo fenômeno na sociedade, disse o atual Pontífice, o Papa Francisco, algo bem interessante:

“A estratégia usada pela engenhosa serpente no Livro do Gênesis, quem no alvorecer da humanidade criou a primeira Fake News, que se tornou a trágica história do pecado humano”.

Perfeito! Quanta bobagem, mentira, calúnia e outras coisas ruins propagadas por fofocas e manchetes tendenciosas que o mundo virtual tem nos proporcionado, infelizmente, graças às Fake News. Cizânias e brigas a todo instante exclusivamente por falsidades.

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