– 6 cliques para a 6a feira:

1 – 👊🏻 Olá amigos!
Tudo pronto para o #cooper matutino costumeiro. Que tal correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

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2 – 🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhora #Rainha da #Paz, rogai por nós. #Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

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3 – 🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores (como essa magnífica #rosa vermelha).
🏁 #corrida #treino #flor #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

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4 – 🌼 Mais #flores do nosso #jardim, para alegrar e embelezar nossa 6a feira!
#Jardinagem é nosso #hobby. #Fotografia idem.
🌹 #flor #flowers #flower #pétalas #garden #natureza #nature #flora

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5 – 🌅 Desperte, Jundiaí.
Com #cores ou com #céu bucólico, que a jornada diária possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

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6 – 💖 E com esses #sorrisos tão puros, tem como não acreditar que será um #bomdia de #vida?
😍 #PaiDeMeninas #Alegria #Felicidade #Sorriso #Crianças #Peppa #Família #Family

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Uma sexta-feira abençoada para todos nós!

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– Banheiros-Família: Uma Necessidade Desprezada…. Você já precisou de algum?

Papais e mamães com filhos pequenos sabem bem o que vou dizer (principalmente aos papais de filhas): Como é difícil encontrar sanitários exclusivos para pais & filhos. Em alguns lugares, existem fraldários que auxiliam à troca dos nenês. Mas e privadas para crianças de 2 anos?

Se você passear pelo Parque da Cidade, em Jundiaí, verá que os banheiros masculinos e feminino possuem fraldários. Ótimo. Mas não atendem crianças maiores…

Alguns lugares possuem os banheiros-família (mas são raros). Vou dar o meu exemplo particular, quando minha filha tinha 2 anos: estava no supermercado e ela queria fazer xixi (já saiu da fralda). Onde a levarei? Sinceramente, é constrangedor e, de certo modo, anti-higênico levá-la ao banheiro masculino, já que em muitos lugares não dá nem para os homens os utilizarem.

Um ótimo exemplo de empreendimento que se preocupa com esse problema é o Maxi Shopping! Lá existem os banheiros ideais e em condições diversas. No térreo, próximo à escada rolante, há o banheiro família coletivo: pais e mães podem levar as crianças ao banheiro, que possui 4 mini-bacias. Próximo ao mercado, há outro modelo de banheiro-família: um família-masculino e um família-feminino: neste, o pai ou a mãe entra com a criança, e há uma bacia exclusiva para ele e outra pequena para seu filho/a. Por fim, próximo a praça de alimentação, outro melhor: um exclusivo para pai, mãe e filho.

Parabenizo por essa iniciativa. Alguém do shopping pensou nos pobres pais desesperados em ajudar suas filhinhas. E quando não tem opção, fica a dica: o velho e bom penico cor-de-rosa…

E você, o que acha? Os estabelecimentos comerciais deveriam pensar mais em banheiros-família? Deixe seu comentário:

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– Licença para ser pai torna-se mais abrangente no Brasil!

Lhe traz a simpatia o fato de uma empresa estender seu período de licença-paternidade, para que o novo-pai possa desfrutar mais desse novo momento de alegria e adaptação?

Em alguns países, a Constituição local permite que se somem os dias entre pais e mães para que eles fiquem em casa conforme convier (a mulher “transfere as sobras dos seus dias” ao marido. Por aqui, os dias das mães e dos pais na licença são pré-determinados, mas isso parece estar mudando pela iniciativa privada.

Extraído de: https://istoe.com.br/licenca-para-ser-pai/

LICENÇA PARA SER PAI

Cresce número de empresas no Brasil que oferecem mais de 20 dias de licença-paternidade para seus funcionários, com ganhos de produtividade e engajamento

por Paula Diniz

Houve uma época em que só as mulheres cuidavam dos filhos e isso parecia natural. Os homens ficavam com a responsabilidade do sustento familiar e se contentavam com seu papel de coadjuvante nas questões domésticas. Mas essa situação ficou para trás. Um reflexo desses novos tempos de pais mais participativos é a rápida ampliação do tempo de licença-paternidade pelas empresas e instituições brasileiras. Desde 2006, quando a ex-presidente Dilma Rousseff sancionou uma lei beneficiando servidores públicos e funcionários de empresas privadas para desfrutarem do benefício, os pífios cinco dias previstos na Constituição de 1988 foram estendidos para 20 dias nas companhias que aderirem ao Programa Empresa Cidadã. O último levantamento da Receita Federal mostra que 20.484 empresas já entraram no programa – o equivalente a mais de 13% das organizações brasileiras aptas a aderir. No último dia 5, houve um claro sinal de mudança em um ambiente tradicionalmente machista. O Senado aprovou um projeto de lei que amplia a licença-paternidade dos militares de 5 para 20 dias.

Divisão de responsabilidades

“Tento dividir todas as tarefas com minha esposa, só não dividimos a amamentação”, diz o gerente de processos da Natura Rafael Bortolotti, 35 anos, que desfruta atualmente da licença paternidade. “O principal benefício da licença estendida é a possibilidade de criar maior vínculo com o bebê. A paternidade está me tornando alguém melhor.” A Natura, seguindo uma tendência cada vez mais forte no País, vai além da lei e oferece 40 dias de licença por conta própria como investimento no colaborador, em sua família e, consequentemente, em si mesma. “Os funcionários retornam da licença com vínculo mais forte, há melhor qualidade de trabalho”, conta Marco Milazzo, diretor de remuneração e reconhecimento da Natura. “A pesquisa de engajamento tem mostrado índices melhores ano a ano desde que a licença-paternidade passou para 40 dias, em 2016”. A licença-paternidade é optativa e não interfere nas férias.

A Johnson & Johnson Brasil é outra empresa que estendeu a licença para 40 dias no ano passado a todos os funcionários, pais adotivos ou biológicos. “É um importante diferencial para o recrutamento da nossa futura força de trabalho”, diz Guilherme Rhinow, diretor de RH. A Reserva, confecção e varejista de moda masculina, dá 45 dias de licença-paternidade para seus funcionários desde que seu CEO, Rony Meisler, passou um mês em casa após o nascimento do seu segundo filho, em 2016. Ele pôde estar perto do bebê em seus primeiros momentos de vida e dar todo suporte à sua esposa. “Sou a prova viva de que a licença paterna nos primeiros dias de vida do filho é fundamental para criar vínculos”, diz Meisler. O Facebook oferece a licença parental de quatro meses em todos os seus escritórios do mundo. É possível tirar o período em diferentes momentos durante o primeiro ano da criança. A licença também é disponível para parceiros do mesmo sexo. O Google oferece 12 semanas também com prazo de até um ano para usar a licença. Cada pai escolhe a solução que mais faz sentido para sua vida. “É uma questão de divisão de responsabilidades. Precisamos permitir que os pais tenham participação mais ativa”, disse a empresa por meio de sua assessoria de imprensa.

“Sou a prova viva de que a licença-paternidade estendida é fundamental para criar vínculos com o recém-nascido” Rony Meisler, CEO da Reserva

Focados no trabalho, os pais delegaram às mães toda tarefa de cuidar, sem um modelo masculino próximo. “É comum o homem ser mandado de volta pela companheira antes de terminar a licença-paternidade por se sentir deslocado na própria casa. Não fomos educados para a paternidade, por isso um curso preparatório é importante”, diz Guilherme Valadares, membro do Comitê Eles por Elas da ONU Mulheres e editor-chefe do portal Papo de Homem, que oferece cursos e consultoria estratégica em masculinidades para empresas e, em breve, lançará um curso online de paternidade ativa também para pessoas físicas. “Como vamos rediscutir o papel dos homens nas famílias se eles ficam só cinco dias em casa? Lutamos para que todas as empresas ofereçam pelo menos 20 dias, mas temos aí uma questão”, comenta Valadares. Para ter a licença estendida pelo Programa Empresa Cidadã, os pais devem participar de atividade de orientação sobre paternidade consciente, oferecida ou recomendada pela empresa.

Crédito: Claudio Gatti

CARINHO Rafael Bortolotti, da Natura: licença de 40 dias para cuidar de Catarina e divisão de tarefas com a esposa (Crédito: Claudio Gatti)

– Dia de colocar os Afazeres do lar em ordem!

Ufa, parece que enfim colocaremos as pendências da casa em ordem. Pudera, com a ajudante que arranjei…

CUIDANDO DO JARDIM E ABRAÇANDO SÃO FRANCISCO:

DESENTUPINDO A MANGUEIRA COM A BONEQUINHA:

Isso vale a vida toda!…

– Onde crianças com Síndrome de Down são abortadas com naturalidade!

Eu sou defensor do Direito à Vida! E, por preceito religioso, convicção moral e luta social, sou contra o aborto.

Imaginem só um lugar onde o aborto de crianças portadoras da Síndrome de Down é considerado um ato de “amor” para se evitar o sofrimento?

Infelizmente, ele existe!

Extraído de: http://www.semprefamilia.com.br/horror-islandia-aborta-100-de-todos-os-bebes-diagnosticados-com-sindrome-down/?utm_source=twitter&utm_medium=midia-social&utm_campaign=gazeta-do-povo

HORROR: ISLÂNDIA ABORTA 100% DOS BEBÊS DIAGNOSTICADOS COM SÍNDROME DOWN

Estranhamente, pais se despedem do corpo do bebê abortado com orações e cerimônia de despedida.

Um por ano. Talvez dois. Essa é a taxa de nascimento de pessoas com síndrome de Down na Islândia. Mas o que o país está fazendo não é a erradicação da síndrome de Down, e sim a erradicação das pessoas com síndrome de Down: 100% dos bebês diagnosticados com a condição ainda no útero são abortados no país. Os poucos sortudos que continuam nascendo não tiveram a condição detectada no exame pré-natal.

O país escandinavo, de apenas 330 mil habitantes, é o primeiro a levar ao limite uma tendência que já se verifica em outros países. Na Dinamarca, o aborto vitima 98% dos bebês diagnosticados com síndrome de Down. No Reino Unido, a porcentagem chega a 90%. Na França são 77% e nos Estados Unidos 67%.

Na Islândia, a lei permite que o bebê seja abortado mesmo depois de 16 semanas de gestação, em casos de deformidade do feto, o que, segundo a compreensão da lei islandesa, inclui a síndrome de Down, mesmo diante do fato de que a condição permite que seus portadores vivam normalmente, com uma expectativa de vida média de 60 anos, na grande maioria das vezes.

Os exames pré-natais que detectam más-formações e outras características do feto não são obrigatórios na Islândia, mas por volta de 80% a 85% das gestantes optam por realizá-los.

No Hospital Universitário de Landspitali, onde nascem cerca de 70% dos bebês islandeses, Helga Sol Olafsdottir é a funcionária responsável por aconselhar as gestantes que detectaram alguma anomalia cromossômica em seus bebês. “Esta é a sua vida – você tem o direito de escolher como quer que ela seja”, é o que ela diz às mulheres, segundo contou à CBS.

“NÃO VEMOS O ABORTO COMO ASSASSINATO”

As mães que optam pelo aborto tratam o fato com uma estranha normalidade. Chamam o bebê de “meu filho” e, depois do procedimento, fazem uma visita ao corpo do bebê, lhe dizem adeus e chamam pastores para uma pequena cerimônia religiosa. É comum fazer cartõezinhos com o nome do bebê, uma oração e a impressão dos seus pezinhos.

“Não vemos o aborto como assassinato”, explicou Olafsdottir. “Nós damos fim a uma possível vida que poderia ter tido uma complicação enorme… Prevenimos o sofrimento para essa criança e para a família”.

Agnes Sigurðardóttir, bispa da Islândia e líder da Igreja Evangélica Luterana da Islândia, diz que a sua igreja não é nem a favor nem contra o aborto. “Na Islândia existe apenas um pequeno grupo de pessoas que são contra o aborto. Bem pequeno, bem invisível”.

A fotógrafa Sigga Ella tem uma tia com a condição. Para combater o preconceito e a eugenia de que os portadores da síndrome têm sido alvos, Ella clicou 21 portadores de síndrome de Down com idades entre 9 meses e 60 anos e produziu uma série de retratos chamada First and foremost I am – “Antes de tudo e mais do que tudo, eu sou”.

Já Thordis Ingadottir é ativista pelo direito das pessoas com síndrome de Down desde 2009, quando a sua filha Agusta nasceu com a condição. Na época, os exames mostraram que o seu bebê tinha 1 em 1,6 mil chances de ter a síndrome.

Espero que, quando crescer, Agusta esteja plenamente integrada a esta sociedade com as suas próprias condições. Este é o meu sonho”, disse Ingadottir à rede CBS. “Em que tipo de sociedade você quer viver?”

Com informações da CBS.

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– Quarta-Feira em vários cliques! Na verdade, 8 mobgráficas poses…

Bom dia!
Tudo pronto para começar o “suador” de hoje. Mesmo com esse friozinho, s’imbora correr?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhoraDasGraças, rogai por nós. #Amém.”
⛪ #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo as alvas #flores.
🏁 #corrida #treino #flor #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

#Flores? Como deu para ver na postagem acima, jardinagem é nosso hobby. Vejam só nossa rosa pink, aqui do nosso #jardim, para alegrar e embelezar nosso dia!
#Jardinagem é nosso #hobby.
🌹 #flor #flowers #flower #pétalas #garden #natureza #nature #flora

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Mais #Flores? Outras do nosso #jardim, aqui a dália amarela. Porque #jardinagem realmente é nosso #hobby.
🌼 #flor #flowers #flower #pétalas #garden #natureza #nature #flora

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Enfim, a mais legal: a #flor do nosso #jambeiro com os primeiros frutos nascendo. Como eu gosto de #jambo!
📸 #natureza #paisagem #fotografia #landscapes

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Terminando… Desperte, #Jundiaí
Boas e belas cores para uma linda manhã.
🌅 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

Lembrando: a carestia anda “braba” por aqui. Até a Maria Estela teve que se virar em arranjar trabalho. Tão novinha, e já montou uma #borracharia (é um clique só para ver nossas travessuras por aqui…)!
😁 #pneu #criança #amor #bebê

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Ótima 4a feira para todos nós!

 

– Baby Fusion ajuda as mamães no pós-parto. Que tal praticar?

Um mal silencioso que deveria ser mais discutido é a questão da depressão pós-parto. Muitas consequências negativas se dão pela falta de orientação e medicação – com remédios e/ou terapias de convivência.

Já ouviu falar da prática do Baby Fusion?

Veja que bacana: não traz efeitos colaterais, desperta a vida comunitária, anima àquelas mamães que se sentem mal e faz bem para o bebê também!

Abaixo, no cartaz-convite:

– Bom domingo em 3 cliques!

Depois de decisões importantes, nada melhor do que curtir o nascer do sol…

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… Sentar à beira do lago pensando ao longe…

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… e curtir a filhotinha. Olha só:

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Que tenha sido uma ótima oportunidade de descanso a todos nós.

– Sobre a espera da chegada do bebê pré-maturo ao lar!

Algo que eu e minha esposa vivenciamos: quando a gravidez é interrompida antes da hora e a chegada do bebê ao lar é maior do que se aguardava.

Extraído de OESP, 14/05/2017

QUANDO SER MÃE ENVOLVE ESPERA MAIOR QUE 9 MESES

Por Fabiana Cambricolli

Mulheres que tiveram bebês hospitalizados falam da alegria de passar o primeiro Dia das Mães em casa

SÃO PAULO – Quando engravidou, em 2015, a bibliotecária Tatiane Mendes de Souza Rocha, de 34 anos, mãe de primeira viagem, já imaginava quantas tarefas novas teria de assimilar para cuidar de Estevão. Não desconfiava, porém, que o maior desafio seria o de aprender a esperar. E ela aprendeu. Após dar à luz, foram 70 dias até Tatiane ser autorizada pelos médicos a pegar o filho no colo. Nove meses se passaram até que ela pudesse levar o menino do hospital para o lar. Um ano foi necessário para que Tatiane, enfim, comemorasse hoje seu primeiro Dia das Mães com o filho em casa.

Estevão é considerado – pela mãe e pelos médicos – um milagre. Nasceu no dia 25 de abril do ano passado, na Pro Matre Paulista, pesando 680 gramas, aos cinco meses de gestação. “Minha gravidez era de risco porque eu podia ter trombose. Fiz repouso e me cuidei, mas, com 23 semanas, meu colo do útero não aguentou e ele nasceu”, conta Tatiane.

Duas semanas depois, no primeiro Dia das Mães da bibliotecária, a angústia predominava. Estevão continuava na UTI neonatal, entubado. “Era um misto de alegria com frustração e medo. Ele era muito pequenininho, parecia que ia sumir. Meu marido me deu um presente, almoçamos em família, mas não consegui celebrar de verdade. Sabia que era mãe, mas a maternidade não era palpável. Eu nem tinha sequer segurado meu filho no colo ainda.”

Os meses seguintes foram de mais dificuldades. O bebê precisou ser submetido a três cirurgias e, em duas delas, desenvolveu infecções generalizadas. “A fé virou o nosso último recurso. Ele continuava na UTI, e eu estava lá todos os dias, das 7 às 21 horas. Ficava ao lado da incubadora, cantava para ele, conversava. A gente foi acreditando na recuperação, e ele foi crescendo, ganhando peso”, relata.

No dia 27 de janeiro, Estevão finalmente foi para casa com a mãe. A data de hoje será comemorada por Tatiane com o mesmo almoço em família do ano passado, desta vez com Estevão tentando engatinhar entre os pés dos pais, rindo e batendo palmas. “Agora, a maternidade me parece completa.”

Presente. Poder ver de perto o sorriso, o olhar e os primeiros passos dos filhos tornou-se o maior presente de Dia das Mães para a dona de casa Karina Caitano Lopes Basílio, de 30 anos. No ano passado, ela também passou a data em uma UTI neonatal, com os gêmeos Gustavo e Isabella, nascidos prematuros de 32 semanas. Eles ficaram internados por 46 dias no Hospital Metropolitano. “Era muito sofrido. Ninguém espera ver o filho na UTI, com acesso (venoso) na cabeça. Mas, por outro lado, cada grama de peso que eles ganhavam era uma comemoração”, conta Karina.

Segundo Mariana Bonsaver, psicóloga da Pro Matre Paulista, a presença dos pais nesse período de internação é importante para a recuperação da criança. “Os bebês que têm esse carinho apresentam uma melhora clínica e de ganho de peso.”

Para o primeiro Dia das Mães de Karina com os filhos fora do hospital, a família planejou um piquenique no parque. “Vamos juntar a minha mãe, os meus irmãos e os meus filhos para essa festa. Demorei dez anos para conseguir engravidar e vivi um medo tão grande de perdê-los, mas agora vejo que é a coisa mais maravilhosa do mundo. Me tornei uma pessoa melhor”, diz ela.

Visão de mundo. É a mesma impressão que tem a representante comercial Aline Bertolozzi, de 35 anos, mãe de Leonardo, de 2 anos e 3 meses. Para ela, o filho chegou para mudar sua visão da vida. “Enxergo tudo de forma mais positiva e colorida. Antes eu me estressava com problemas no trabalho. Hoje vejo que não é nada”, comenta ela, que, depois de dois Dias das Mães no hospital, passará a data em casa com Léo e o marido.

Diagnosticado no pré-natal com atresia de traqueia – condição em que o órgão fica obstruído –, o menino precisou ser submetido a uma traqueostomia ainda na barriga da mãe. Foi o segundo procedimento do tipo feito no mundo. Uma semana depois da intervenção, porém, quando Aline estava com 25 semanas de gravidez, foi necessário um parto de emergência.

Durante a internação, Léo apresentou uma complicação que levou à remoção do seu intestino. O bebê se recuperou e, um ano depois do nascimento, foi para casa. Em maio do ano seguinte, pouco tempo antes do Dia das Mães, Léo foi internado de novo, com febre.

Nada grave, mas Aline mais uma vez passava a data dentro do Hospital Samaritano. “O que conforta é que a gente monta uma rede de apoio entre as mães. Eu mesma formei um grupo de mensagens com mais de 500 mães no mundo cujos filhos têm o mesmo problema no intestino”, conta ela. Léo, embora já em casa, ainda precisará de um transplante do órgão. O procedimento é feito somente nos Estados Unidos e custa US$ 1 milhão. No Facebook, a família faz campanha para arrecadar a quantia em uma página batizada de ‘Juntos pelo Léo’.

E é pensando no filho que Aline celebrará a data de hoje. “A gente não vai almoçar fora porque preferimos ficar em casa por causa da imunidade dele. Mas, na nossa vida, todo detalhe é comemorado. Com o Léo feliz, tenho certeza de que o dia vai ser incrível.”

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– A alegria de viver em família!

Quando minha mulher resolveu por em dia suas pendengas nesse domingo (e com muito dó eu sei o quanto ela está trabalhando), eu e minhas duas filhotas resolvemos brincar na sala.

Mas pai manda alguma coisa?

Manda nada!!!

Olha só o que a Maria Estela e a Marina aprontaram comigo. Até a cachorrinha quis participar! Nessas horas você tem certeza: não se precisa ter dinheiro, brinquedos caros e muita coisa para se divertire é por isso que a vida vale a pena.

Assista e diga: quem se divertiu mais?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=lDCBAG8vOS0

– Dia de Nossa Senhora Mãe Rainha 3 Vezes Admirável de Schoenstatt

Quem reza o terço em família, conhece bem essa devoção mariana: aos pés da capelinha, dedica-se as preces para a Mãe de Jesus sob essa belíssima invocação celebrada neste dia 22:

ORAÇÃO À NOSSA SRA. MÃE, RAINHA E VENCEDORA TRÊS VEZES ADMIRÁVEL DE SCHOENSTATT

Querida Mãe, Rainha e Vencedora Admirável de Schoenstatt! Com iluminada Confiança, me aproximo de tí, para receber teu auxílio em minha grande aflição; pois teu Divino Filho, na cruz, me deu a ti como minha mãe, dirigindo também a mim as palavras: “Eis aí tua Mãe !” E a ti disse ele: “Eis aí teu Filho !”. Que consolo para mim, receber-te por Mãe! Por isso dirijo-me a ti em meu grande sofrimento.

Bem conheces minha pesada cruz. Peço-te confiante, que me ajudes, ó grande Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt, pois nunca se ouviu dizer que tenha abandonado algum filho teu que buscou refúgio em ti. Tu mesma sentiste o peso e a aflição da vida! Estiveste ao pé da cruz, como a Mãe das Dores. E será que agora não irás atender ao meu pedido, quando te confio, suplicante, o meu sofrimento?

Não, jamais ! Tu és a saúde dos enfermos, a  consolação dos aflitos, o auxílio dos cristãos. Inspira-me, porém, confiança especial o fato de seres chamada  “Mãe Rainha Três Vezes Admirável”. Este honroso título expressa que sempre e em toda parte és admirável. Intercede, pois, junto ao teu querido Filho, para que me atenda. E, eternamente, quero cantar o teu Magnificat, bendizendo as misericórdias do Senhor. Amém.

Nossa sennhora tres vezes amiravel de Chenastat.jpg

– Polêmica Forma de Educar Crianças!

Mania ou modismo? Compartilho uma matéria bem interessante sobre pais que utilizam técnicas de adestramento de cães para educar seus filhos!

Sinceramente, essa eu dispenso…

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI115204-15228,00.html

QUE TAL EDUCAR CRIANÇAS COMO CÃES?

Pais recorrem a técnicas do adestrador de cães Cesar Millan para disciplinar as crianças. E garantem que funcionam

KÁTIA MELLO

O que leva pessoas aparentemente normais a adotar em casa, com seus filhos, formas de adestramento recomendadas por um treinador de cachorros? Nas últimas semanas essa pergunta vem sendo feita por veículos como o jornal americano The New York Times e o britânico The Guardian. Por meio de blogs, Twitter e redes sociais, a mídia anglo-saxã detectou uma onda de seguidores do programa de televisão O encantador de cães que dizem ter adotado técnicas de adestramento canino no cotidiano de seus filhos. No Brasil, o programa, apresentado pelo mexicano radicado nos Estados Unidos Cesar Millan, é veiculado no canal Animal Planet e, aparentemente, ainda não teve o mesmo efeito – ao menos por enquanto não se sabe de brasileiros que resolveram tratar seus filhos com a pedagogia pavloviana de esfregar o nariz sobre as poças de urina ou premiar com biscoitos as manifestações de obediência.

Bem, não são ordens como senta, levanta, deita ou dê a patinha que os pais americanos e europeus adeptos da canisterapia estão esbravejando para os filhos. Basicamente, o treinador Millan se apoia em três elementos para a “educação” de um cão: exercício, disciplina e afeto. Para ele, o mais importante é demonstrar quem está no comando. Se o cão não obedece, é porque ele não sabe quem é o chefe da matilha. Se ele é agressivo, a agressividade está diretamente ligada ao excesso de energia de seu dono. Com algum senso de humor, é possível perceber nas ideias de Millan as linhas gerais de um novo freudianismo, capaz de explicar, simultaneamente, a psicologia do animal e de seu cuidador.

A psicoterapeuta de crianças americana Brenna Hicks, autora do blog The Kid Counselor (A Conselheira de Crianças), afirma que adotou as ideias centrais de Millan, mesmo sabendo que um Canis lupus familiaris é muito diferente de um filhote de Homo sapiens. Em seu texto Raising kids: wisdom from the dog whisperer (Educando crianças: sabedoria de um encantador de cães), Brenna conta que, depois de assistir ao programa por causa de seus dois cachorros da raça beagle (Toby e Daisy), conseguiu encontrar aspectos em comum no comportamento de crianças e cachorros. Um deles seria a percepção sentimental. Ela diz que animais e pessoas são capazes de perceber como realmente nos sentimos em relação a eles, “mesmo se não expressarmos verbalmente nossos sentimentos”. Ou seja, se você está bravo, não adianta falar manso porque o cachorro e a criança vão notar. Ela ainda afirma que, tanto no treinamento de cachorros como na educação dos filhos, três princípios são fundamentais: determinação, respeito e segurança.

Assim como Brenna, a educadora inglesa Judy Reith começou a ver o programa por causa de seu cachorro – no caso dela, um terrier chamado Ollie. Agora, Judy usa as mesmas técnicas ensinadas pelo treinador Millan em seus três filhos de 18, 15 e 10 anos, entre elas a imposição de limites. “Os pais querem se tornar amigos dos filhos porque raramente os veem. Mas às vezes é preciso ser impopular e impor regras”, diz Judy. Nem todo mundo, claro, concorda que crianças e cachorros merecem a mesma pedagogia. O psicanalista inglês Aric Sigman, autor do livro The spoilt generation (Geração de mimados), diz que é “ridículo” pensar em educar filhos como cães. Ele até consegue traçar um paralelo entre o modo como alguns mamíferos tratam seus filhotes e a maneira com que as mulheres cuidam de seus bebês – mas as semelhanças terminam aí.

Sigman e outros especialistas suspeitam que os pais perderam tanta autoridade sobre os filhos que ficaram totalmente sem referências sobre seu comportamento – e por isso agarram qualquer tipo de receita, por mais maluca que seja. O psicanalista inglês também aponta outra explicação para a falta de controle desses pais: o desaparecimento da hierarquia familiar. Sem noção de autoridade, as crianças passaram a desrespeitar as mais elementares regras caseiras. É aí que entra o charme eficiente de Cesar Millan. Ao tratar com animais de inteligência inferior – os cachorros –, ele adota procedimentos simples e diretos, que tentam fixar na mente limitada dos cães uma única percepção essencial: quem manda neles. A produtora americana de televisão Jenny Hope diz que adota as lições de Millan tanto para o cachorro da família, Heide, como para seu filho Rowan, de 3 anos. “As crianças adoram limites, assim como os cachorros”, diz ela. É possível que também adorem biscoitos de cachorro, banhos mensais e um cantinho no chão da cozinha para dormir apenas quando tiverem vontade – mas os pais que cederem a essas predileções poderão ter problemas com o Juizado de Menores.

Para os especialistas, o fascínio das famílias por soluções fáceis para seus problemas educacionais é consequência de vários fenômenos: pais que geram tardiamente seus filhos, redução no número de crianças nas famílias, aumento no número de pais que criam seus filhos sozinhos e, finalmente, pai e mãe que trabalham fora e delegam a educação de seus filhos a terceiros, às vezes por tempo integral. Por chegarem cansados do trabalho e por ter pouco tempo de lazer com os filhos, eles sentem-se constrangidos em punir as crianças quando os limites são ultrapassados. Ou então procuram recompensá-las com presentes pelo tempo em que não estiveram com elas. A psicoterapeuta Brenna Hicks diz que esse sistema de recompensas não funciona com as crianças – nem serve para os cães.

Autora do romance I don’t know who she does it (Eu não sei como ela faz), cujo tema é o estresse da maternidade moderna, a escritora americana Allison Pearson tem outra explicação para a dificuldade dos pais com as crianças. “Somos de uma geração em que a obediência era inimiga do amor. Não queríamos que nossos filhos tivessem medo da gente.” Resgatar a autoridade não significa, como muita gente imagina, ser menos doce, sensível ou amoroso em relação à criança. Allison diz que há uma lição a ser aprendida com os adestradores: “Diferentemente de pais modernos, os treinadores de cães não acreditam que a disciplina seja uma coisa ruim”.

Resultado de imagem para CACHORRO CRIANÇA

 

– Criando as filhas para serem grandes mulheres!

Para quem é pai de meninas e querem ver suas princesas terem sucesso quando adultas, vale a pena ler esse texto do Linkedin, originalmente escrito no “Leiturinha”.

Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/meninas-felizes-mulheres-seguras-10-coisas-que-você-pode-oliveira/

MENINAS FELIZES, MULHERES SEGURAS: 10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Por Ana Clara Oliveira

Aqui entre nós, ter um filho é uma responsabilidade e tanto! Ser inteiramente responsável por um pequeno ser humano, criando-o e educando-o, faz com que muitas pessoas reflitam sobre si mesmas e sobre seus próprios valores. Isso porque nós, adultos, temos um papel fundamental na criação de pequenos mais confiantes, empáticos, solidários, tolerantes, amorosos, justos e felizes! E, verdade seja dita, o mundo tem precisado cada vez mais disso, não é?

CRIANDO MENINAS MAIS CONFIANTES E FELIZES

Reforçar a autoestima das crianças e valorizar, acima de tudo, o amor e o respeito, colabora para que elas se tornem adultos melhores e, isso é imprescindível na criação tanto de meninos, quanto de meninas. No entanto, levando em consideração o mundo em que vivemos, com as imposições e pressões que existem sobre as mulheres, é interessante pensar como os pais podem colaborar para que nossas meninas cresçam mais fortes, seguras, independentes e realizadas!

A preocupação com o corpo, a relação com a vaidade e com a carreira profissional, a divisão das tarefas domésticas e os estereótipos que cercam a feminilidade, são questões que precisam ser trabalhadas, desde cedo, com as pequenas, com muita conversa, respeito e exemplo. Para Sarah Helena, psicóloga, curadora na Leiturinha e mãe da pequena Cecília de 1 ano, “quando nasce uma criança (ou melhor, antes mesmo disso), a família, seja ela quem e como for, precisa repensar e ter em mente quais valores, princípios e comportamentos que gostariam que fossem passados adiante e quais aqueles que não. Para criar meninas independentes e seguras, estes têm que ser valores estimados na família, principalmente entre as mulheres, já que elas são um exemplo para as pequenas. Além disso, há que se romper com muitos estereótipos que reproduzimos na sociedade, como padrão de beleza ou a divisão das tarefas domésticas, por exemplo, e seguir construindo as próprias referências do que é bom e ruim. Isso requer paciência, coragem e ousadia. Ser nós mesmas, de forma autêntica, é uma das lutas mais árduas a se enfrentar na vida.”.

10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Pensando nisso, elencamos algumas atitudes simples que podem contribuir para que sua pequena tenha uma relação melhor com ela mesma e com os outros, tornando-se uma mulher mais segura e feliz!

  1. Evite criticar o próprio corpo na frente da sua pequena

Muito gordo, muito magro, alto demais ou muito baixinho… A insatisfação com o corpo é algo comum entre homens e mulheres. Isso porque há um padrão de beleza que, vez ou outra, todos tentamos nos enquadrar. No entanto, se você se sente assim em relação ao seu corpo, é importante se atentar para não demonstrar essa insatisfação na frente da sua pequena. Se alimentar bem e praticar exercício físico é algo maravilhoso para a saúde e bem-estar de todos nós, mas evite dizer a sua pequena que ela deve fazer isso para ficar magra ou bonita. Cedo ou tarde ela já vai se deparar com esse padrão imposto às mulheres, mas com a sua ajuda ela pode entender que é bonita como é e que a aparência não é o que ela tem de mais importante!

  1. Elogie suas qualidades, para além da aparência

É muito comum elogiar as meninas e, mais tarde, as mulheres, dizendo o quanto são bonitas. Isso não é errado, mas elas são tão mais do que isso! São inteligentes, curiosas, carinhosas, engraçadas, dedicadas, corajosas… Que tal se atentar para variar um pouco nos elogios, mostrando para sua pequena que a aparência dela é apenas um detalhe entre as infinitas qualidades que a tornam uma pessoa incrível!

  1. Incentive a independência e a autonomia

É importante que, desde cedo, você incentive e mostre para sua pequena que ela pode fazer suas coisas e se realizar sozinha. Não que ela não precise de outras pessoas, mas entender que ela é autônoma, independente e forte o suficiente para alcançar sua própria felicidade e sucesso, será muito importante para que ela cresça mais confiante e segura!

  1. Respeite suas escolhas

Se ela prefere o judô ao balé, a bicicleta ao patinete, as bonecas aos carrinhos, os super-heróis às princesas, o basquete ao futebol, a matemática ao português… Ou qual seja seus gostos e preferências, é fundamental que ela possa contar com você para apoiá-la e incentivá-la a dar o seu melhor em qualquer que seja sua escolha! Optar por isso ou aquilo não a tornará melhor ou pior, nem mais ou menos feminina.

  1. Mãe, seja uma pessoa completa

A maternidade é algo maravilhoso, mas ao se tornar mãe, a mulher não se limita a esse papel. Ela continua tendo seus gostos, suas escolhas, seus hobbies, suas vontades e seus sonhos. É importante que você, mãe, mostre para sua filha que você é uma pessoa completa, com todos os erros, acertos e ambições que isso possa significar. Isso fará com que ela cresça sabendo que ser mãe não elimina sua personalidade ou seus desejos enquanto pessoa.

  1. Evite super expor sua pequena a mídias que reforcem os padrões de beleza

Situações que reforçam padrões de beleza estão presentes nos mais variados contextos e parece quase impossível esquivar-se deles. Quando isso acontecer, converse com sua filha para que ela reflita sobre os padrões apresentados e a realidade de mulheres com quem ela convive ou vê na rua. Também cuide para que sua pequena esteja cercada de boas referências e representatividade, assim, ela não vai sofrer tentando se enquadrar em algo que ela não é, mantendo uma relação melhor e mais saudável com o próprio corpo.

  1. Priorize o conforto quando for escolher suas roupas

Na ala de roupas infantis femininas é comum vermos mini roupas de adultos, com muito brilho e muito cor-de-rosa, mas nem sempre tanto conforto. É importante que sua pequena sinta-se bem no que está vestindo, para poder correr e brincar livremente, como qualquer criança. Tome cuidado para não priorizar a roupa “mais bonita” que, talvez não permita que sua filha se movimente de maneira confortável e livre.

As crianças precisam aprender a brincar sem brinquedo também!

  1. Ensine-a a dizer não

Conhecer e respeitar seus limites é fundamental para uma vida mais equilibrada e feliz. Muitas mulheres se sobrecarregam na missão de cuidar de tudo e de todos sozinhas, aceitando mais do que seu corpo e sua mente suportam, ou ainda se submetendo a situações que não condizem com seus valores e vontades por medo de dizer não. Ensine sua pequena sobre responsabilidade e compromisso, mas deixe claro que ela não é obrigada a fazer o que não quer, que ela pode verbalizar suas vontades e limites e que eles precisam ser respeitados.

Mãe, você não precisa dar conta de tudo sozinha

  1. Divida as tarefas de casa de maneira justa

As crianças podem e devem ajudar nas tarefas domésticas, pois isso colabora para que desenvolvam o senso de independência, responsabilidade e respeito. Isso serve para os meninos e para as meninas. Portanto, é importante que os pais dividam as tarefas igualmente, levando em consideração a idade, claro, mas não o sexo dos filhos. Todos podem colaborar para que o lar fique mais organizado e agradável, afinal, todos vivem nele!

  1. Deixe-a perceber o quanto é especial

Enfim, o importante é que sua pequena entenda, desde cedo, o seu valor e o quanto ela é uma pessoa especial, com todas as suas qualidades e defeitos. A autoestima é algo construído dia a dia e você pode colaborar – e muito – para que ela cresça e se torne uma mulher mais confiante, segura e realizada. Isso, com certeza, irá contribuir para que ela se relacione melhor consigo mesma, tendo uma postura mais sensível, empática e gentil com as pessoas que a cercam.

(Publicado originalmente no Blog Leiturinha.)

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