– Nasceu nossa Estelinha!!!

Nasceu Maria Estela Porcari! 💛⭐️

Maria pela força da ; Estela por ser uma estrelinha a brilhar em nossas vidas. Obrigado a todos pelas orações.

33 semanas, 41 cm e 1,4 kg. Ficará um tempo na UTI neo-natal com seu anjinho da guarda.

Ops: a Mamãe está ótima!


– Nossa Estela chegará amanhã!

Vivemos um tempo de tempestade e pedimos a Deus para que a cessasse.

Difícil?

Pois Ele fez algo melhor: conseguiu um abrigo para nos proteger!

Pela intercessão da Mãezinha do Céu, Nossa Senhora do Bom Parto, MARIA ESTELA nascerá amanhã cedo (bem adiantadinha).

Não sabemos quando daqui do hospital sairá, mas certamente viva e abençoada estará! 33 ½ semanas e 1,4 kg.

Que danadinha!!!

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– 33 semanas da nossa bebê!

Nossa Estelinha está completando 33 semanas na barriga da mamãe. E sabe o que acontece na trigésima terceira semana de gravidez?

Extraído de: http://www.pampers.com.br/gravidez/gravidez-semana-a-semana/serie-de-artigos/gravida-de-33-semanas

33 semanas de gestação

Seu bebê na 33ª semana de gravidez

Seu bebê tem o tamanho de um abacaxi.

Estudo rápido

Neste ponto, o bebê pode ver o mundo líquido em torno dele, sentir a sensação quando agarra um dedo do pé ou chupa o dedo da mão, sentir o gosto do líquido amniótico e ouvir o seu batimento cardíaco. Não há ar no saco amniótico para dar cheiro, mas se houvesse, o bebê seria capaz de sentir o cheiro do ambiente ao seu redor.

Cabeção

Por causa do tremendo crescimento do cérebro, a circunferência da cabeça do bebê aumentou em cerca de 1,2 cm apenas nesta semana.

Cuide do menu

É mais importante do que nunca prestar atenção à sua dieta. As necessidades de proteína e gordura do bebê estarão em seu auge ao longo das próximas semanas, por isso, certifique-se de comer refeições equilibradas. Seu pequeno agora mede 42 cm e pesa mais de 1,8 kg, com planos de dobrar esse peso ao longo das próximas sete semanas.

Sua gravidez na 33ª semana

Pesando na balança

Você continuará ganhando cerca de meio quilo por semana até pouco antes do parto. Não tente diminuir seu ganho de peso: o bebê necessita dos quilinhos a mais neste momento. Haverá tempo de sobra para perder peso após o parto.

Lutando contra a dor no pulso

Muitas mulheres grávidas desenvolvem a síndrome do túnel do carpo, caracterizada por inchaço ao redor dos nervos no pulso, devido à retenção de água. A dor e o inchaço provavelmente desaparecerão depois do parto. Enquanto isso, tente mudar a posição ao dormir para que você não esteja colocando nenhuma pressão nas mãos ou pulsos. Você também pode querer usar uma cinta de pulso para manter o pulso estendido. Certifique-se de informar o seu médico sobre qualquer dor que você sentir.

Você sabia?

Seu bebê já cresceu tanto que há menos líquido amniótico no útero e mais bebê, portanto você sentirá aqueles chutes e golpes ainda mais!  Sabia que você pode acalmar o bebê balançando em uma cadeira de balanço, em uma bola de trabalho de parto ou fazendo algum balanço pélvico com suas mãos e joelhos?

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– Miguelzinho!

Taí meu sobrinho Miguel, com seus poucos 2 meses, tirando um gostoooooso cochilo pós almoço!

Que gostoso é ser criança. E que fofinho ele é!

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– PAZ

A inspiração dominical vem dos sorrisos dessas garotinhas. Que bom seria se o mundo fosse tão inocente, puro e sincero quanto elas…

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– Depois do susto, voltamos. Tomando cuidado com a Síndrome de Hellp!

Ufa! Voltando às Redes Sociais depois de uma boa ausência.

Fiquei fora por alguns dias. Minha querida esposa Andréia precisou ser internada por um mal estar no estômago. Na madrugada, após alguns exames, a pressão dela subiu para 17×11 e chegou em meia hora a 19×9. A preocupação foi enorme. Pelos sintomas apresentados e pelos exames durante a noite/dia, tivemos uma suspeita de ser a “Síndrome de Hellp” (com dois “eles” mesmo). HELLP significa: hemólise (H, hemolytic anemia), enzimas hepáticas (EL, elevated liver enzymes) e baixa contagem de plaquetas (LP, low platelet count).

Internada na ala da maternidade do Hospital Santa Eliza, fez ultrassonografia de emergência, colheu todo o material necessário, recebeu atenção especial das enfermeiras e foi muitíssimo bem cuidada e orientada pela Dra Camila Cristina (do pronto-socorro de Ginecologia) e pelo seu médico, o Dr Ricardo Porto Tedesco. Aliás, o Dr Tedesco é mais do que um médico, é um ser humano especial.

Com a Graça do bom e querido Deus e as orações dos amigos, depois de alguns dias internada, a Andréia recebeu alta, está super animada em casa, sem dor, medicada e com a certeza total de que não foi vítima da Síndrome de Hellp, mas de um problema pontual de fígado que a maltratava e ludibriava os médicos. A Estelinha, nossa filhota, tirou um sarro da gente dizendo: “Papaizinho, pensou que eu queria sair da barriga da mamãe dois meses antes, é? Te peguei”.

Brincadeiras à parte, às mulheres grávidas: saiba mais dessa enfermidade com esse resumo do GuiadoBebê.com.br:

SÍNDROME DE HELLP

Uma complicação obstétrica rara, pouco conhecida e de difícil diagnóstico, que acontece durante a gravidez ou no pós parto.

Pouco se ouve falar da Síndrome Hellp. Ela é uma complicação obstétrica rara, pouco conhecida e de difícil diagnóstico, que acontece durante a gravidez ou no pós parto, podendo causar a morte da mãe.

Normalmente, a Síndrome de Hellp ocorre com o agravamento no quadro de mulheres que sofreram de pré-eclâmpsia, ou seja, hipertensão gerada pela gravidez. Estima-se que 8% das gestantes que sofrem de pré-eclampsia desenvolvam a síndrome. Esse número indica, em porcentagem geral, que o problema atinge de 0.2% a 0.6% das gestações.

Os sinais e sintomas dessa complicação, em um primeiro momento, podem ser confundidos com o quadro de pré-eclampsia grave, ou seja, aumento da pressão arterial e inchaço. Quando o quadro se agrava, resulta em edema agudo dos pulmões, insuficiência renal, falência cardíaca, hemorragias e ruptura do fígado, podendo levar a morte materna.

Quando a doença é diagnosticada, através de exames laboratoriais e clínicos, o tratamento indicado é interromper a gestação, independente da fase gestacional, para que o quadro geral da mãe seja corrigido. Muitas vezes, dependendo da idade gestacional do feto, ele não sobrevive.

As mulheres com maior predisposição para desenvolver a doença são as que sofrem de doenças crônicas do coração e rim, pacientes com diabetes ou lúpus. Infelizmente, não há nenhuma maneira de evitar a doença. Apenas as pacientes que já tiveram a Síndrome de Hellp, ao engravidarem pela segunda vez, podem tomar algumas providências para diminuir o risco.

Em geral, ajuda manter o peso controlado, fazer uma dieta adequada e ter um estilo de vida saudável. O pré-natal bem assistido é importante para detectar qualquer alteração na saúde da mãe e do feto precocemente e tomar as medidas para evitar que o quadro evolua para um estado grave.

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– Ser pai é muito bom!

Um divertido mico que a gente passa juntos… e como é bom!

Aqui:

– 31 semanas da nossa bebê!

Nossa Estelinha está completando 31 semanas na barriga da mamãe. E sabe o que acontece na trigésima primeira semana de gravidez?

Extraído de: http://www.pampers.com.br/gravidez/gravidez-semana-a-semana/serie-de-artigos/gravida-de-31-semanas

31 semanas de gestação 

Seu bebê na 31ª semana de gravidez

Seu bebê tem o tamanho de um coco. Seu bebê tem de cerca de 28,5 cm de comprimento da cabeça até o bumbum (43 cm estendido) e pesa cerca de 1,5 kg. O bebê está em posição enrolada há algumas semanas. Ele ganhará quase um quilo neste mês e estará pronto para um encontro cara a cara em apenas nove semanas.

Contando até 10

Mais ou menos na mesma hora todos os dias (se possível, o momento em que seu bebê estiver mais ativo), deite-se e observe quanto tempo leva para sentir os movimentos do bebê. Preferencialmente, esse tempo deve ser inferior a uma hora, mas muitas mulheres descobrem que leva apenas alguns minutos, dependendo da hora do dia. Se uma hora passar sem qualquer movimento, coma um lanche leve, deite-se de barriga para cima e tente novamente. Se você ainda não sentir nada, ligue para seu profissional de saúde. 

Vá com calma

Se seu bebê estiver menos ativo nesta fase, é apenas porque os movimentos são menos irregulares e mais organizados. Além disso, não há tanto espaço no útero como havia há algumas semanas. 

Sua gravidez na 31ª semana

Perdendo o fôlego?

Isso se dá pelo útero estar em expansão, empurrando o diafragma em direção aos pulmões. Se o seu bebê estiver em uma posição baixa, considere-se sortuda.–Mulheres com bebês na posição alta têm muito mais dificuldades. Se você se sentir cansada e sem ar, reduza o ritmo e respire fundo. Perto do fim da gravidez (em torno da 37ª ou 38ª semana), você pode ter uma folga quando o bebê descer para a pélvis, liberando seu diafragma e os pulmões. 

Escolhendo quem cuidará do bebê

Se você estiver pensando em uma babá, creche ou um parente, comece a pesquisar e entrevistar as potenciais opções agora. Mesmo que você não precise de cuidados em tempo integral, você provavelmente vai querer ter algumas recomendações de babá para ocasiões especiais.

Parto prematuro ou Braxton Hicks?

Você provavelmente já ficou atenta aos sintomas de trabalho de parto prematuro desde o meio do segundo trimestre de gravidez. Agora que está no terceiro trimestre de gravidez, você começará a ter contrações de Braxton Hicks. Elas são diferentes das contrações pré-parto e não são motivo para se alarmar. A diferença? Se as contrações forem irregulares e desaparecerem ao mudar de posição ou caminhar, você provavelmente está tendo Braxton Hicks. 

Você sabia?

Chupando o dedo já? Se uma mão ficar perto do rosto, o bebê pode mover a cabeça para trás e para frente em um “reflexo para firmar” e agarrar o polegar na boca e começar a sugar. Esse reflexo ajudará o bebê a localizar e pegar o peito após o nascimento.

A28

– 30 semanas da nossa bebê!

Nossa Estelinha está completando 30 semanas na barriga da mamãe. E sabe o que acontece na trigésima semana de gravidez?

Extraído de: http://www.pampers.com.br/gravidez/gravidez-semana-a-semana/serie-de-artigos/gravida-de-30-semanas

30 semanas de gestação 

Seu bebê na 30ª semana de gravidez

Seu bebê tem o tamanho de um repolho. Seu pequeno pesa cerca de 1,3 kg nesta semana e tem um pouco mais de 27,5 cm da cabeça até o bumbum. O comprimento total do bebê, incluindo as pernas, é de cerca de 43 cm.

Desenhando o cérebro

O cérebro do bebê continua com seu incrível desenvolvimento. Nesta semana, o cérebro começa a assumir sua aparência enrugada característica. Essas rugas são chamadas de circunvoluções e permitem que o cérebro contenha mais células cerebrais. O lanugo, aquele pelo ultrafino que cobria o corpo do bebê, começa a desaparecer.

Refeição compartilhada

O cálcio do leite que você bebe vai diretamente edificar os ossos do bebê. Da mesma forma, o ferro em suas vitaminas pré-natais e os alimentos ricos em ferro que você come aumentam o suprimento de ferro, o qual durará até que o bebê tenha de seis a nove meses de idade. A proteína também é crucial agora porque ela suporta o crescimento saudável das células em todo o corpo do seu bebê. 

Sua gravidez na 30ª semana

A coceira do sétimo mês

A pele que estica em sua barriga pode começar a coçar. Essa coceira é outro efeito colateral normal da gravidez, mas lembre-se que coçar só piora as coisas. Em vez disso, tente massagear o abdômen suavemente com uma loção hidratante. 

Procurando o médico ideal

Não é cedo demais para começar a procurar um pediatra, médico de família ou enfermeira para seu bebê.–Na verdade, quanto mais cedo, melhor. É importante encontrar um profissional com quem você se sinta totalmente confortável, já que você irá consultá-lo muito (especialmente durante o primeiro ano do seu bebê). Peça aos seus amigos recomendações e reserve um tempo para entrevistar cada candidato.

Você sabia?

Seu bebê está realmente começando a ganhar peso. Nas semanas restantes da gravidez, o bebê dobrará ou triplicará de peso! Como resultado, esse é o período da gravidez quando você ganhará a maior parte do peso também.

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– Pais e Mães que sacrificam seu tempo pelos filhos

É cada vez maior o número de pais que preferem a companhia dos filhos do que de outros lazeres. E isso é muito bom!

Compartilho, extraído de: Folha de São Paulo, ed 19/03/2017

PAIS ABREM MÃO DE SONO, ACADEMIA E LAZER POR MAIS TEMPO COM OS FILHOS

FERNANDA MENA
DE SÃO PAULO

Desde que entraram de cabeça no mercado de trabalho, mulheres que são mães vivem às voltas com um insistente sentimento de culpa. Elas –e também seus pares– avaliam que não estão presentes por tempo suficiente no cotidiano dos filhos.

Duas pesquisas recentes, no entanto, apontam para a direção contrária.

A primeira, da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, demonstra que mães e pais hoje passam mais tempo com os filhos que há 50 anos. E que, para chegar a isso, abriram mão de horas de sono e de lazer e de cuidados pessoais e da casa.

É o caso de Luciana Périco, 29, gerente financeira de uma multinacional e mãe de Enrico, 2. “Tenho uma rotina bem louca de trabalho e abri mão de todo o resto para estar com meu filho quando posso.”

Isso inclui menos horas de sono, menos cuidados com a casa e o abandono da academia. “Também não vou mais tanto ao supermercado. Compro mais pela internet.”

Ainda assim, diz ela, o sentimento de culpa persiste.

TEMPO DE QUALIDADE

A segunda pesquisa, canadense, não encontrou relação de causalidade entre quantidade de horas de convivência com os pais e benefícios na vida escolar e emocional de crianças de 3 a 11 anos.

A conclusão: qualidade vale mais que quantidade quando o assunto é a construção de vínculos e a influência no desenvolvimento dos filhos.

Isso quer dizer que interagir com as crianças e dedicar-lhes atenção exclusiva por algum período é mais interessante para o seu desenvolvimento do que passar muitas horas em sua presença, mas desempenhando outras atividades como trabalhar, assistir TV, usar o celular ou cuidar da casa, por exemplo.

Segundo Melissa Milkie, professora da Universidade de Toronto, no Canadá, e uma das autoras do estudo, ler para as crianças, passear e brincar com elas ou simplesmente conversar são exemplos de como atribuir qualidade ao tempo que se tem de convívio em oposição às rotinas de cuidado, como preparar refeições ou dar banho.

Os resultados de seu estudo, no entanto, não são consensuais. “É o tipo de pesquisa que reforça a velha desculpa de pais que não encontram tempo para estar com os filhos”, diz José Martins Filho, presidente da Academia Brasileira de Pediatria.

“A sociedade acha que a produtividade é tão mais importante que as crianças não precisam da presença dos pais. Mas, do nascimento até os dois anos, o afeto e o vínculo com os pais são essenciais para o desenvolvimento. Essas crianças precisam de qualidade e quantidade”, diz o professor de pediatria.

ACIMA DA MÉDIA

Milkie diz haver forte dissonância entre o tempo subjetivo dos pais e aquele que eles de fato gastavam com os filhos. “Muitos sentem que o tempo dedicado não foi suficiente ainda que, objetivamente, ele tenha sido bem acima da média.”

O estudo de Judith Treas, diretora do Centro de Demografia e Análise Social da UCI, mediu o tempo dedicado aos filhos por mães e pais desde 1965 em 11 países da Europa e América do Norte.

Se nos anos 1960 mães dedicavam 54 minutos diários aos filhos, nos anos 2010 já eram 104 minutos diários. Já os pais foram de 16 minutos em 1965 para 59 minutos diários com os filhos. As médias atuais são mais altas entre pais com maior escolaridade.

“A gente sempre acha que tem de ser um pouquinho mais”, admite o personal chef Ed Canholi, 47, pai de Duda, 4. Entre outras coisas, ele abandonou o futebol com os amigos e a carreira de analista de sistemas para se dedicar mais à paternidade. “Antes, passava pouco tempo em casa. E, agora, não adianta passar 20 horas com a Duda se não consigo dar atenção. Busco estar disponível a ela.”

Segundo Patrícia Camargo, sócia da Tempojuntos, projeto que promove o brincar como meio de construção do vínculo entre pais e filhos, é interessante desconstruir o “senso comum de que antigamente as coisas eram melhores”. “A verdade é que os adultos não dedicavam muito tempo aos filhos e as crianças tinham que se virar.”

TUTELA PARENTAL

Estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, não encontrou relação de causalidade entre a quantidade de tempo que pais dedicavam aos filhos e efeitos benéficos no comportamento ou desempenho escolar de crianças de 3 a 11 anos.

Quando o foco foram adolescentes de 12 a 18 anos, no entanto, a pesquisa identificou que, quanto mais tempo passado com os pais, menos os jovens apresentavam comportamentos delinquentes e mais demonstravam resultados positivos na escola.

Resultado parecido foi encontrado por um projeto de tutela parental desenvolvido pelo Centro Educacional e Assistencial (CEAP), ONG que atua como escola profissionalizante no distrito de Cidade Ademar, uma das regiões de maior vulnerabilidade juvenil da capital paulista.

O CEAP promove encontros de educadores com os pais de seus alunos, além de encontros individuais para a discussão de questões específicas da família.

“O princípio é o de que uma formação humana e cidadã tem de ter, como eixo principal, a família”, explica Carlos Henrique Lima, diretor de Desenvolvimento Institucional.

Mitos sobre dedicar tempo aos filhos

MITO: Mães que trabalham não passam tempo suficiente com os filhos

Essa questão tem sido posta desde que as mulheres entraram em maior número no mercado de trabalho, nos anos 1970, devido à ideia de que, sem as mães em casa o tempo todo, as crianças sofreriam graves consequências –o que tende a gerar culpa entre aquelas que trabalham fora. Estudos, no entanto, apontam que essas mães hoje passam mais tempo com os filhos do que as que ficavam em casa. Especialistas dizem que as mães diminuem horas de sono, deixam de cuidar de si mesmas e dedicam quase todo o tempo livre aos filhos.

MITO: QUANTO MAIS TEMPO PASSAR COM SEUS FILHOS, MELHOR

O estudo canadense de que a professora Melissa Milkie é coautora não encontrou relação entre a quantidade de tempo com os pais e o desempenho escolar, emocional ou comportamental das crianças. O que contava era a qualidade do tempo de cuidado. O estudo apontou uma relação positiva no caso de adolescentes, que tendiam a ter menos questões ligadas à delinquência e ao abuso de drogas quanto mais tempo passavam com seus pais.

MITO: Os melhores pais são os que mais se dedicam aos filhos

O estudo de Milkie aponta que pais estressados e culpados por não conseguirem passar tanto tempo com seus filhos prejudicam as crianças com essa tensão. O excesso de zelo, dizem especialistas, pode diminuir a habilidade das crianças de resolver problemas por elas mesmas. Muitos profissionais dizem que brincar livremente ajuda os pequenos a desenvolverem sua imaginação e suas habilidades sociais.

Fonte: “Education Gradients in Parent’s Child-Care Time Across Countries, 1965-2012”, Giulia Dotti e Judith Treas

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A gerente financeira Luciana Périco e o gerente de projetos Thiago Guedes brincam com o filho Enrico

– Valei-me, São José!

Hoje é dia de São José, esposo da Virgem Maria e grande patriarca da Sagrada Família; portanto, padastro  do Menino Jesus.

“Valei-me São josé’ olhe por mim para que eu seja um chefe da minha família tão santo quanto tu fostes! Amém”

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– 29 semanas da nossa bebê!

Nossa Estelinha está completando 29 semanas na barriga da mamãe. E sabe o que acontece na vigésima oitava semana de gravidez?

Extraído de: http://www.pampers.com.br/gravidez/gravidez-semana-a-semana/serie-de-artigos/gravida-de-29-semanas

29 semanas de gestação 

Seu bebê na 29ª semana de gravidez

Seu bebê tem o tamanho de uma abóbora pequena. Apesar do aumento de gordura, apenas cerca de 2% a 3% dos quase 1,3 kg do bebê são compostos de gordura. Da cabeça ao bumbum, o bebê mede 26,5 cm, mas, se estendido, esse comprimento seria um pouco mais de 40,5 cm.

Controle de temperatura

O cérebro do bebê amadureceu até o ponto onde ele pode ajudar a regular a temperatura corporal. Até o momento em que ele nascer, seu corpo minúsculo terá centenas de bilhões de células nervosas. Isso pode parecer muito, mas o bebê não produzirá mais após o nascimento.

Ficando mais fofo

Seu pequeno está parecendo mais e mais com um bebê pronto para nascer. A superfície da pele está mais suave e mais pálida por causa do contínuo aumento de peso. Essa gordura ajudará a manter o seu pequeno aquecido.

Sua gravidez na 29ª semana

O peso importa

Seu bebê ganhará a maior parte do peso ao longo dos próximos três meses, e você também. Você provavelmente pode esperar ganhar cerca de 5 kg no último trimestre.

Reclamação do terceiro trimestre

Câimbras nas pernas são uma queixa comum durante a gravidez, mas os especialistas não têm certeza exatamente do que as causa. Alguns dizem que é o peso adicional em suas pernas, enquanto outros acham que a dor pode ser sinal de uma deficiência de cálcio ou potássio. Essas câimbras podem também ser o resultado da pressão do útero sobre os nervos que correm para as pernas.

Lidando com as câimbras nas pernas

Se você tiver câimbra, estique suavemente a perna, flexionando o pé e puxando os dedos dos pés em direção a você. Alongar-se ao longo do dia e antes de ir para a cama pode ajudar também. Certifique-se de consumir alimentos ricos em cálcio e potássio.

Você sabia?

Está ficando apertado aqui dentro! O bebê agora é grande o suficiente para encher a maior parte do útero. Com cerca de 10 semanas para o nascimento, 96% dos bebês vão começar a ficar na posição de cabeça para baixo. Como há menos espaço agora, você sentirá muitos chutes e golpes de cotovelos e joelhos. 

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– É bom ou é ruim chupar chupeta?

O tema é interessante para nós, papais e mamães: a chupeta!

Alguns dizem que nunca se deve dar a chupeta antes dos 14 dias de vida para não atrapalhar na amamentação. Ao mesmo tempo, outros dizem que a chupeta é indispensável, pois o bebê que não se acostuma com ela começa a chupar o dedo e acaba se tornando um vício ruim.

Algumas coisas interessantes que você deve saber sobre a chupeta,

Extraído da Revista Crescer: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI305314-15046,00-COISAS+SOBRE+A+CHUPETA+QUE+VOCE+PRECISA+SABER.html

7 COISAS SOBRE A CHUPETA QUE VOCÊ PRECISA SABER

Novo estudo sugere que ela ajuda no aleitamento e reacende a polêmica sobre seu uso

O assunto é sempre polêmico. A maioria dos pediatras condena o uso da chupeta, mas algumas mães alegam que o acessório tem lá suas vantagens, desde que usada com moderação. O mais recente estudo, da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, nos Estados Unidos, diz que ela pode (quem diria!) até mesmo estimular a amamentação. Os pesquisadores americanos analisaram os dados de 2.249 crianças nascidas entre junho de 2010 e agosto de 2011. Os resultados mostraram que a taxa de aleitamento natural diminuiu de 79% para 68% após a abolição das chupetas. O que os autores do estudo ainda não descobriram é o que estaria por trás dessa estatística.
Contradições à parte, antes de você (com a orientação do pediatra) decidir se o seu filho vai ou não usá-la, melhor ficar por dentro do assunto. A seguir, sete coisas que toda mãe tem de saber.

1 – Atrapalha a amamentação?

Apesar da pesquisa norte-americana citada acima, Luciano Borges, presidente do Comitê de Aleitamento da Sociedade Mineira de Pediatria, discorda. Ele diz que inúmeros estudos anteriores mostram que a chupeta está sempre associada com um tempo menor de duração do aleitamento materno. Segundo Luciano, o fato acabou sendo decisivo para que a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) optassem como recomendação oficial não utilizar bicos e chupetas desde o nascimento. Essa orientação é compartilhada pelo Ministério da Saúde do Brasil. “Tenho um caso de paciente que ofereceu chupeta à sua filha quando ela tinha 1 mês e meio. Na mesma época, a criança largou o peito e começou a perder peso. Bastou a mãe tirar a chupeta para a amamentação voltar ao normal”, conta o pediatra. A explicação para isso é que a musculatura e a posição da língua que o bebê usa para sugar a chupeta é diferente da usada para mamar, o que confunde a criança. A pediatra Tania Shimoda, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, também faz um alerta: “Vale lembrar que a chupeta só deve ser oferecida ao bebê quando a amamentação estiver estabilizada, depois de três ou quatro semanas de vida da criança”, reforça a pediatra Tania Shimoda.

2 – Prejudica a dentição?

Se a sua preocupação é que os dentinhos do seu filho fiquem tortos, há indícios de que, se a criança largar o acessório até os 2 anos, eles voltariam ao normal. No entanto, há outros problemas. “Um hábito oral pode gerar outro. Por exemplo, o uso da chupeta pode favorecer alterações na respiração (pode predominar a respiração pela boca), na postura corporal, na fala e na mastigação”, diz Dóris Rocha Ruiz, odontopediatra da Unifesp.

3 – Até que idade meu filho pode usá-la?

Ela deve ser retirada a partir de 1 ano de idade e, no máximo, até os 2. A chupeta tem de ser usada com moderação. Ou seja, não dá para a criança ficar o dia inteiro com ela na boca. Assim, o uso deve ser limitado apenas para dormir, já que a criança tende a cuspi-la depois, e em alguns casos específicos. Por exemplo, no avião, para proteger o ouvido durante a subida e a descida da aeronave, após a vacinação e quando a criança estiver chorando muito. Mas, nesses casos, o efeito é o mesmo do que dar o peito.

4 – O que é pior, chupeta ou dedo?

O dedo é pior, pois será mais difícil a criança abandonar o hábito. O bebê não pega a chupeta sozinho, mas pode colocar o dedo na boca mesmo dormindo.

5 – A chupeta alivia a cólica do bebê?

Em um primeiro momento, pode ser que sim, porque acalma (ou mesmo distrai) a criança. Mas, por outro lado, a criança pode engolir ar – e isso só piora a cólica.

6 – Ela previne a morte súbita?
A Academia Americana de Pediatria afirma que o uso do acessório diminui a incidência de morte súbita. Mas isso não quer dizer que, se o seu filho não gosta ou não usa, você deve forçá-lo.

7 – Que cuidados devo tomar com a higiene?

A chupeta deve ser lavada com água corrente toda vez que cair no chão e, de preferência, esterilizada diariamente.

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– A mais velha e o mais novo

Uma benção: nossa “vovótriarca” Maria com quase 90 anos (mais saudável do que seus netos), e o Miguel, o Porcarizinho mais novo com 30 dias (meu sobrinho, filho da Priscila).

Sem dúvida, uma graça divina:

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– 27 semanas da nossa bebê!

Nossa Estelinha está completando 27 semanas na barriga da mamãe. E sabe o que acontece na vigésima sétima semana de gravidez?

Extraído de: http://www.pampers.com.br/gravidez/gravidez-semana-a-semana/serie-de-artigos/gravida-de-27-semanas

27 semanas de gestação

Seu bebê na 27ª semana de gravidez

Seu bebê tem o tamanho de uma couve-flor. Seu pequeno ganhará cerca de meio quilo durante o próximo mês. Nesta semana, o bebê possui até 24 cm da cabeça até o bumbum e pesa cerca de quase um quilo. Embora esteja crescendo rapidamente, o cérebro e os pulmões do bebê ainda estão imaturos. Felizmente, ainda há mais 13 semanas para ficar pronto para o mundo exterior.

Só olhando

Depois de estarem fechadas por mais de quatro meses, as pálpebras do seu bebê conseguem se abrir novamente. Juntamente com a parte visual do cérebro estando ativa e a maioria das estruturas dos olhos completas, isso significa que seu pequeno pode ver luzes e sombras. 

Nana nenê

Assim como os bebês nos braços das mães, o balanço do seu corpo nina o pequeno dentro da barriga. Até mesmo as tarefas do dia a dia podem parecer como um balanço para o bebê. Graças ao líquido amniótico, tudo que o bebê sente é um suave balanço. 

Sua gravidez na 27ª semana

Na mosca

Seus seios continuarão mudando ao longo de toda a gravidez (e depois também). Muitas mulheres acham que a aréola, a parte escura da mama que circunda o mamilo, continua a mudar também. No primeiro trimestre, a sua aréola provavelmente ficou mais escura. Agora, a pele pigmentada escura pode até mesmo se estender para além da aréola para criar uma aréola secundária, cobrindo até a metade do seio. É uma mudança temporária que provavelmente desaparecerá até o primeiro aniversário do seu bebê. 

Tecedor de sonhos

Se você for como a maioria das mulheres grávidas, você tem uma vida noturna extremamente agitada, até –mesmo bizarra–. Os sonhos dramáticos da gravidez podem ser devidos aos hormônios extras percorrendo seu corpo. Eles também podem ser uma maneira de sua mente lidar com a gama de pensamentos e emoções que você tem. 

Você sabia?

As papilas gustativas se desenvolveram e agora seu bebê pode sentir diferenças de gosto no líquido amniótico, dependendo do que você come no dia. Alguns bebês reagem à comida picante ingerida pela mãe, ficando mais ativos ou soluçando!

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