– Paternidade.

Pouco me importa se perdeu ou ganhou no futebol. Importa que pude estar com minha filhota.

Eu sei que ela está precisando de mim. E, apesar das minhas limitações, precisando dela também. Não tem sido fácil nos últimos dias…

Momento de paz com ela.

– Cineminha.

Dia de Cinema 3D com a Teteia!

Viemos assistir Minions e Monstros.

🍿 #cinema #minions #diversāo #pipoca

– Tarefa de Pai e Mãe: amar e… Educar!

Dói “puxar a orelha dos filhos”, não?

Corrigi-los (sempre com amor, diálogo e franqueza) se faz necessário. E em certas idades, com rigor nas palavras (mesmo que doa no coração do pai e da mãe) devido aos hormônios da juventude determinarem independência e teimosia.

Gostei desse pensamento. Aos pais, paciência. Aos filhos, o aceite da experiência e a obediência. A todos: carinho e colo familiar:

– Meu pai, meu herói!

Nunca deixe de ser carinhoso com quem cuida de você:

– #tbt 2: Bolinha de Sabão.

🇺🇸 Is there a cooler toy than making soap bubbles? It’s fun and very cheap!

🇧🇷 Tem brinquedo mais legal do que fazer bolinha de sabão? É divertido e bem barato!

❤️ #smile #children #sorriso #kids #Carinho #criança

– #tbt 1: Torcedor folião!

Ah, que foto legal!

Era época de Copa do Mundo, e que farra fizemos!

Meu “look” estava caprichado…

– O Impacto da Relação Pai e Filha na formação da criança.

Um excepcional artigo sobre a figura paterna na vida das meninas. Recomendadíssima leitura, abaixo:

Extraído de: https://pt.aleteia.org/cp1/2020/06/04/relacao-pai-filha-que-impacto-isso-tem-no-futuro-da-menina/

RELAÇÃO PAI-FILHA: QUE IMPACTO ISSO TEM NO FUTURO DA MENINA?

Entenda até que ponto a perspectiva e o apoio de um pai são realmente necessários para o desenvolvimento intelectual, físico e social de uma filha.

Por Élisabeth Caillemer

“Querido pai, você sabia que se você pudesse se ver, mesmo que fossem apenas dez minutos, com os olhos que sua filha o vê, sua vida iria virar de cabeça para baixo? Você sabe que você é o centro da vida dela? Que ela acorda todas as manhãs porque você existe?”

Essa é a certeza da doutora Meg Meeker, baseada em mais de trinta anos de experiência pediátrica. Ela viu milhares de meninas desfilando pelo seu consultório. Ela ouviu àquelas que, privadas do amor de um pai, sofreram de distúrbios alimentares, refugiaram-se em relações sexuais precoces ou arruinaram conscientemente seus estudos na esperança de atrair o olhar paterno para si mesmas.

A doutora também observou quantas meninas aguardam febrilmente a aprovação e os incentivos de seu pai. Porque, embora não duvidem da atenção de sua mãe, a do pai não parece tão óbvia.

Ela as viu se esforçarem mais para se destacar quando você, pai, olha para ela, aprende mais rápido quando você a instrui, cresce em auto-confiança nela mesma quando a guia.

“Se vocês, pais, estivessem plenamente conscientes da influência que vocês podem ter na vida delas, vocês ficariam aterrorizados, sobrecarregados ou ambas coisas ao mesmo tempo”, resume a pediatra com uma pitada de humor, antes de oferecer conselhos valiosos aos pais para estabelecer um relacionamento próximo e correto com as suas filhas.

  • Os tempos mudaram, as relações entre pai-filha também

Meg Meeker é muito apaixonada. Ela sabe o que é necessário num mundo feminizado que tende a relativizar a importância do pai no seio da família e mantém a confusão sobre o papel que ele deveria ter nela. Uma trama escondida e ainda mais lamentável, já que os homens de hoje querem se envolver mais do que seus próprios pais na educação de seus filhos.

Um fato corroborado pelo padre Alain Dumont, que organizou várias sessões reservadas aos homens. Muitos deles são pais.

“Eles me pedem conselhos de como ser pais”, diz o padre. “Após a explosão da estrutura educacional nos anos sessenta, o papel do pai tornou-se mais difícil de delinear. No entanto, observo que desde o início do século XXI, os homens podem seguir um novo caminho delineado por reflexões recentes que esclareceram sua missão. No que diz respeito mais especificamente às relações entre pai e filha, é evidente que elas evoluíram enormemente desde a Primeira Guerra Mundial. Não se trata de criticar os modelos anteriores, mas de recompô-los novamente em nosso tempo”. E os tempos mudaram.

Hoje sabemos, por exemplo, quão sensível o recém-nascido é à presença de seu pai. Sabemos a necessidade de fornecer uma visão pacífica de seu passado quando criança para viver melhor seu papel de pai.

Preparamos nossas filhas para serem mães e estudar para terem uma profissão. Vivemos numa sociedade invadida pelas telas nas quais a violência e o sexo são difundidos. As relações pai-filha devem integrar esses novos dados.

Desde a tenra idade, você prepara sua filha para a vida dela como mulher

“Você nasceu homem por uma razão”, diz Meg Meeker, “e sua filha precisa do que só você pode dar a ela, nem mesmo a sua mãe”.

Vamos começar do começo: sua primeira missão é separar sua filha da sua mãe para que ela possa se abrir para o mundo exterior. Cortar o cordão umbilical. Dizem que a mãe tranquiliza e o pai incentiva a descoberta. Fácil, você faz isso instintivamente. Observe-se levar as crianças para a escola: enquanto as mães estressadas as seguram firmemente pela mão, você as deixa pular pela calçada a alguns metros à sua frente.

Sua presença ao lado dela apresentará à sua filha a diferença. Você descobrirá o outro, em geral, e a identidade masculina, em particular. Através de você, aprende o que é um homem.

“Ela comparará todos os homens importantes em sua vida com você e imitará seus relacionamentos com eles com base no que vocês dois tiveram”, diz Meg Meeker. “Se esses relacionamentos foram bons, ela escolherá um homem que a cuidará bem. Se você foi aberto e carinhoso, ela confiará nele. Se, por outro lado, você foi distante e pouco afetuoso, ela terá dificuldade em expressar seu amor”.

Desde a mais tenra idade, você que é o pai prepara sua filha para sua vida como mulher e como esposa, dando-lhe as chaves para construir seu relacionamento com os homens. É por isso que o modo como você se comporta com sua esposa é tão importante: sua filha não perde detalhes. Ela precisa ver que você valoriza e respeita a mãe dela. Ela deve ser capaz de tirar daí um modelo de relações harmoniosas para seu futuro parceiro.

Qualquer que seja a idade dela, sua filha precisa desesperadamente de segurança. Ela quer sentir que você é forte, que a protege, então deve estabelecer limites para ela. Em outras palavras, ela espera que você exerça sua autoridade sobre ela.

“Pedir a um homem que assuma sua autoridade hoje em dia é difícil porque é politicamente incorreto. Alguns psicólogos dizem que isso sufoca a criança”, lamenta Meg Meeker. “No entanto, sua filha reconhece em você uma autoridade que ela não reconhece em mais ninguém. As meninas que vêm à consulta não são aquelas que têm um pai autoritário, mas aquelas que têm um pai que não se importa, que não discute com elas, que não as repreende quando tomam uma decisão ruim”.

  • Transmitir confiança

O psicólogo Yves Boulvin ressalta que “os pais costumam ter medo de ser firmes. No entanto, é suficiente exercer a autoridade com um coração e um olhar de amor”.

“As regras que chegam vazias, sem amor, são as que produzem filhos rebeldes. Definir regras é um ótimo trabalho no século 21”, diz Meg Meeker, que não hesita em dar exemplos muito precisos.

“Você terá que proibi-la de ir à uma festa onde as pessoas bebem, dizer a ela para se vestir decentemente, comentar a música que está ouvindo, pegar ela à uma da manhã na casa do namorado e pedir para ela voltar para casa”.

Um assunto mais delicado no qual é esperado que o pai fale: a sexualidade. “Os pais são as pessoas mais importantes nesta área. Mas o pai tem um impacto ainda mais importante na filha”, diz a pediatra. “Ela escuta todos os dias informações falsas sobre a sexualidade. Então você tem que corrigi-las”.

Há outra missão que também envolve o pai e não é uma das menores missões: a transmissão da fé. “As filhas adoram ter debates autênticos sobre a existência de Deus, sobre a fé, com o seu pai, e não apenas sobre questões morais. E, é claro, é importante que elas vejam como os pais rezam e praticam a fé”, diz o padre Alain Dumont.

Cabe também ao pai transmitir à filha confiança nela mesma. “Um pai é um garimpeiro que dá à sua filha um olhar gentil e a ajuda a identificar suas qualidades, a descobrir quem ela é”, explica Yves Boulvin.

Esse psicólogo fica surpreso com a incapacidade de alguns de seus pacientes de nomear pelo menos uma de suas qualidades. No entanto, eles se lembram das palavras de desprezo que receberam ou da indiferença de que foram vítimas.

“As palavras ofensivas de um pai deixam traços profundos e criam patinhos feios que não sabem que são realmente cisnes”, alerta.

Para evocar essa questão de auto-estima, Meg Meeker fala precisamente de humildade, no sentido cristão do termo: avaliar a si mesmo em sua medida adequada.

“A humildade permite que sua filha conheça seu potencial, saiba de onde ela vem, para onde está indo e viva na realidade. E não há dúvida em elogiar suas qualidades, sua inteligência, sua atitude aberta em relação aos outros…”.

  • Expresse seu amor

Por fim, não tenha medo de ser carinhoso e dizer à sua filha que você a ama! “Eu sempre pergunto aos meus jovens pacientes: ‘Quem quer você?’”, diz Meg Meeker. “A metade desses pacientes responde: ‘Minha mãe e meu pai, suponho’; um quarto deles me olha interrogativamente e o resto diz ‘eu não sei’”.

Você ama sua filha, para você é evidente, mas isso não significa que ela se sinta amada por você. “Um dia, vi uma jovem reivindicar um ‘eu te amo’ de seu pai”, diz o padre Alain Dumont. “O pai, surpreso, respondeu: ‘Mas você já sabe!’ E a filha dele respondeu: “Sim, mas eu adoraria que você me dissesse alguma vez…”.

O pai é uma mistura de força e ternura. “Toda uma arte”, diz Yves Boulvin. “Houve muita conversa sobre a libertação das mulheres, mas também devemos falar sobre a dos homens. Hoje em dia, ele não é mais aquele guerreiro como antigamente ele era, ele pode finalmente expressar sua sensibilidade, mostrar que ele tem um coração cheio de amor”.

Shutterstock | Evgeny Atamanenko

IN ENGLISH – An exceptional article about the father figure in the lives of girls. Highly recommended reading, below:

Excerpt from: https://pt.aleteia.org/cp1/2020/06/04/relacao-pai-filha-que-impacto-isso-tem-no-futuro-da-menina/

FATHER-DAUGHTER RELATIONSHIP: WHAT IMPACT DOES THIS HAVE ON THE GIRL’S FUTURE?

Understand to what extent a father’s perspective and support are truly necessary for a daughter’s intellectual, physical and social development.

By Élisabeth Caillemer

“Dear father, did you know that if you could see yourself, even for just ten minutes, with the eyes that your daughter sees you, your life would turn upside down? Do you know that you are the center of her life? That she wakes up every morning because you exist?”

This is the certainty of Dr. Meg Meeker, based on more than thirty years of pediatric experience. She has seen thousands of girls parade through her office. She has listened to those who, deprived of a father’s love, suffered from eating disorders, took refuge in early sexual relationships or deliberately ruined their studies in the hope of attracting the father’s gaze.

The doctor has also observed how many girls feverishly await their father’s approval and encouragement. Because, although they do not doubt their mother’s attention, their father’s is not so obvious.

She has seen them try harder to excel when you, the father, look at them, learn faster when you instruct them, grow in self-confidence when you guide them.

“If you, fathers, were fully aware of the influence you can have on their lives, you would be terrified, overwhelmed or both at the same time,” the pediatrician sums up with a touch of humor, before offering valuable advice to fathers on how to establish a close and correct relationship with their daughters.

Times have changed, and so have father-daughter relationships
Meg Meeker is very passionate. She knows what is needed in a feminized world that tends to relativize the importance of the father in the family and maintains confusion about the role he should have in it. A hidden plot that is all the more regrettable, since today’s men want to be more involved than their own fathers in the education of their children.

A fact corroborated by Father Alain Dumont, who has organized several sessions reserved for men. Many of them are fathers.

“They ask me for advice on how to be fathers,” says the priest. “Following the explosion of the educational structure in the 1960s, the role of the father has become more difficult to define. However, I note that since the beginning of the 21st century, men have been able to follow a new path outlined by recent reflections that have clarified their mission. As regards more specifically the relationship between father and daughter, it is clear that they have evolved enormously since the First World War. It is not a question of criticizing previous models, but of recomposing them anew in our time.” And times have changed.

Today we know, for example, how sensitive newborns are to the presence of their fathers. We know the need to provide them with a peaceful vision of their past as children in order to better live their role as fathers.

We prepare our daughters to be mothers and to study to have a profession. We live in a society invaded by screens in which violence and sex are widespread. Father-daughter relationships must integrate these new data.

From an early age, you prepare your daughter for her life as a woman

“You were born a man for a reason,” says Meg Meeker, “and your daughter needs what only you can give her, not even your mother.”

Let’s start from the beginning: your first mission is to separate your daughter from her mother so she can open herself up to the outside world. Cut the umbilical cord. They say that a mother reassures and a father encourages discovery. Easy, you do it instinctively. Watch yourself take your children to school: while stressed mothers hold them tightly by the hand, you let them skip along the sidewalk a few feet in front of you.

Your presence by her side will introduce your daughter to the difference. You will discover the other in general and the male identity in particular. Through you, she will learn what a man is.

“She will compare all the important men in her life to you and imitate your relationships with them based on what you both had,” says Meg Meeker. “If these relationships were good, she will choose a man who will take good care of her. If you were open and affectionate, she will trust him. If, on the other hand, you were distant and unaffectionate, she will have difficulty expressing her love.”

From a very young age, you as the father prepare your daughter for her life as a woman and as a wife, giving her the keys to building her relationships with men. This is why the way you behave with your wife is so important: your daughter does not miss details. She needs to see that you value and respect her mother. She must be able to draw from this a model of harmonious relationships for her future partner.

Whatever her age, her (…)

– Esgotamento parental: Exaustão física e emocional, a Síndrome de Burnout sai das empresas e vai para os lares.

Já abordamos em algumas oportunidades como a Síndrome de Burnout afeta os profissionais e a necessidade das empresas em identificar esse problema (aqui, em: https://wp.me/p4RTuC-U5).

Agora, leio que especialistas apontam que esse mal está afetando pais e mães, devido às exigências da educação com os filhos! É o chamado Burnout parental.

Muito importante, extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/burnout-parental-entenda-o-quadro-de-exaustao-que-afeta-maes-e-pais/

BURNOUT PARENTAL: ENTENDA O QADRO DE EXAUSTÃO QUE AFETA MÃES E PAIS

Estado de exaustão física e emocional pode afetar mães e pais devido à sobrecarga de responsabilidades relacionadas ao cuidado e à educação dos filhos.

Por Lucas Rocha

Exaustão emocional, falta de energia e pouca realização profissional são alguns dos sintomas que caracterizam a síndrome de Burnout. A condição é associada principalmente ao contexto do ambiente de trabalho, tendo sido reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um fenômeno ocupacional.

O estado de exaustão física e emocional também pode afetar mães e pais devido à sobrecarga de responsabilidades relacionadas ao cuidado e à educação dos filhos. O chamado “Burnout parental” é uma condição psicológica com consequências para as saúdes mental e física.

“Um dos principais sinais é a exaustão emocional constante. Pais que estão sofrendo de Burnout podem sentir-se sobrecarregados emocionalmente, sem energia para lidar com as demandas diárias da criação dos filhos. Além disso, a despersonalização é um aspecto importante do Burnout parental. Nesse caso, os pais podem desenvolver sentimentos de distanciamento emocional em relação aos filhos, manifestando indiferença, insensibilidade ou mesmo sentimentos negativos em relação a eles”, afirma a médica psiquiatra Jéssica Martani.

O burnout parental precisa ser investigado e tratado porque gera diversos sintomas emocionais e físicos que prejudicam a vida dos pais, afirma a pesquisadora Ana Letícia Senobio dos Santos, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “É essencial que os pais procurem ajuda se acharem que estão sofrendo de Burnout parental, uma vez que essa condição piora a qualidade de vida”, orienta Ana.

Assim como no Burnout causado pela relação nociva com o trabalho, a diminuição da realização pessoal também é um sinal do problema relacionado à criação dos filhos.

“Pais com Burnout parental podem sentir-se inadequados, incapazes de cumprir as expectativas como pai ou mãe, o que resulta em uma perda de satisfação pessoal e realização na parentalidade. Além disso, o Burnout parental pode se manifestar através de sintomas físicos, como fadiga persistente, distúrbios do sono, dores de cabeça e musculares frequentes”, afirma Jéssica.

O estresse é algo natural, mas reconhecer que ele se tornou patológico é um desafio, afirma a psicóloga especialista em emoções Luana Ganzert. Ela recomenda atenção à intensidade dos sintomas, como falta de paciência e baixa tolerância.

“Crianças exigem cuidados e muita atenção, e quando o adulto está com baixa tolerância a coisas simples como, por exemplo: uma pergunta no momento de concentração, uma recusa ao ouvir o que a criança tem a falar, justificando a falta de tempo, ou alegando outra prioridade no trabalho, tudo isso, serve de alerta ao desenvolvimento da síndrome de Burnout parental”, afirma Luana.

Fardo desigual para as mães

O peso da criação dos filhos tende a cair com mais intensidade sobre as mulheres em relação aos homens, afirmam os especialistas.

“Recai sobre elas a dupla função de uma cultura que responsabiliza muito mais as mães pelos cuidados com os filhos do que os pais. Mas, há uma tendência para que isso se transforme uma sociedade inteira discute a função da paternidade. No entanto, ainda é muito comum que as mães fiquem com a carga maior dos cuidados com os filhos”, afirma o psicólogo Ronaldo Coelho.

O especialista afirma que as discussões sobre masculinidade devem envolver a ampliação da função do homem nesse contexto. “A licença paternidade também é uma discussão importante para que os homens possam estar mais presentes nos cuidados, principalmente com os recém-nascidos”, pontua.

Priorizar o autocuidado e cultivar uma rede de apoio são algumas das estratégias recomendadas para aliviar o cansaço excessivo do cuidado com os filhos.

“As mães muitas vezes colocam as necessidades dos outros antes das suas. É essencial reservar um tempo para si mesma todos os dias. Priorize o autocuidado, reserve um tempo para descansar, relaxar, fazer atividades que você goste e que lhe tragam prazer”, afirma Jéssica.

A especialista recomenda o estabelecimento de limites saudáveis nas relações, como aprender a dizer “não” diante de um momento de sobrecarga. Simplificar as tarefas diárias, como organizar um cronograma familiar, delegar tarefas apropriadas às crianças e estabelecer rotinas definidas podem tornar a administração da casa mais simples e a reduzir o estresse.

“Não tenha medo de pedir ajuda quando precisar. Conte com o apoio de seu parceiro, familiares, amigos ou outros membros da comunidade. Divida as responsabilidades parentais e as tarefas domésticas com os outros membros da família, sempre que possível”, diz a psiquiatra.

Os especialistas enfatizam a importância de contar com uma rede de apoio, incluindo familiares e amigos, além de grupos de mães, que compartilham experiências e dificuldades. “Um caminho são as redes de apoio, sempre pensando com quem que se pode contar são avós, tios, padrinhos, amigos ou mesmo outros profissionais que podem ajudar no cuidado com o bebê ou com a criança pequena. Isso vai ser importante para evitar o desgaste emocional e o possível Burnout”, diz Coelho.

“Participar de grupos de mães ou comunidades de apoio pode ser muito benéfico. Esses espaços oferecem uma oportunidade para compartilhar experiências, desafios e buscar conselhos de outras mães que estão passando por situações semelhantes. Você pode encontrar apoio emocional, trocar ideias e aprender estratégias de outras mães”, acrescenta Jéssica.

Pesquisa do Burnout parental no Brasil

Com o objetivo de mensurar a incidência do Burnout parental no Brasil, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveram um questionário.

A aplicação integra a pesquisa de mestrado da pesquisadora Ana Letícia Senobio dos Santos, no âmbito do Programa de Pós-graduação em Psicologia: cognição e comportamento da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich).

O levantamento busca identificar as condições que podem desencadear o Burnout parental, com o objetivo de fornecer dados para a proposição de políticas públicas, especialmente para pais de crianças com condições clínicas como o transtorno do espectro do autista.

Quando descobrimos os fatores de risco, conseguimos saber onde intervir e como ajudar esses pais na clínica psicológica. Além disso, mapear esses pais nos ajudará a implementar novas posturas clínicas e políticas públicas que atendam a eles”, diz Ana.

O estudo desenvolvido por Ana Letícia faz parte de pesquisa mais ampla desenvolvida pelo Laboratório de Avaliação e Intervenção na Saúde (Lavis) do Departamento de Psicologia da UFMG. O questionário está disponível online e pode ser respondido, até o fim de junho, por pais e mães brasileiros.

“Já sabemos que o perfeccionismo é um dos fatores de risco associados ao burnout parental. Muitas vezes, os pais sentem a necessidade de ser perfeitos e de corresponder àquilo que a sociedade espera deles. Outro fator que pode interferir é a idade dos filhos. Investigar esses padrões nos dará ferramentas para lidar com o problema”, avalia.

O questionário pode ser acessado aqui: https://burnoutparental.formr.org/

Imagem extraída de: Getty Images/skaman306

– Nossos orgulhos!

Esse jovem da foto é o meu bisavô italiano Reynaldo Porcari:
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Nessa outra foto, ele bem idoso com o meu avô Antonio Porcari:
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Quem é aqui do Bairro Medeiros, em Jundiaí, que não conheceu eles?

Figuras incríveis que devo me inspirar.

Nosso Nôno Reynaldo (que na verdade se chamava Rinaldo), juntamente com seus pais e irmãos, são desbravadores aqui da região. Trabalharam no café lá na chamada “Rocinha” (entre Vinhedo e Itatiba), e chegaram para plantar uva em Jundiaí (o sonho de todo imigrante italiano).

A antiga Estrada Velha de Itupeva, que hoje leva o seu nome aqui no bairro, era o “caminho da roça” que ele abriu para ir vender suas verduras e frutas. Depois virou uma viela, rua e, em 1985, ganhou o asfalto. Como ele morreu naquele ano, foi batizada com seu nome. Nós jogávamos bola naquela estrada de terra tão calma (que hoje tem até congestionamento).

E meu vô Toninho? Herdou o dom da “Sanfona” do pai dele. Aliás, ô sujeito incrível que ele era… carismático, simpático, e, resumidamente, a alegria em forma de pessoa!

Toda vez que me recordo deles, lembro-me: devem estar fazendo uma festança no Céu…

– E quando seu filho (a) diz que é trans?

Não podemos nos furtar de tal assunto: e quando o seu filho ou filha diz que é transexual? Quando ele não se sente à vontade no próprio corpo, devido ao gênero?

Antes que desavisados caiam na confusão em questionar que são coisas de ideologia de esquerda, política ou modismo, atentemos: estamos falando de casos reais, de saúde física, mente e emocional. Nada de postagem para “lacração” ou caça-cliques. Reforçando: abordamos sobre pessoas jovens que sofrem de disforia de gênero (e que nem tem vida sexual ativa), pois nasceram assim e não escolheram tal situação.

Gostei bastante dessa esclarecedora matéria da CNN, onde aborda o relacionamento dos pais com seus filhos diante de tal impactante discussão.

Abaixo, extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/o-que-fazer-quando-seu-filho-ou-filha-diz-ser-trans-de-acordo-com-especialistas/

O QUE FAZER QUANDO SEU FILHO OU FILHA DIZ SER TRANS, DE ACORDO COM ESPECIALISTAS.

CNN conversou com médicos, ativistas dos direitos de gênero e pais de crianças trans sobre o que dizer quando uma criança se assume transgênero

por Kristen Rogers

Maryhope Howland deu à luz um bebê que ela pensava ser um menino. Mas, aos 6 anos, a criança começou a fazer perguntas como “Mamãe, eu sou um menino? Como você sabe que eu sou um menino?”

“Quando eu me dei conta, disse: ‘Os médicos fazem uma melhor suposição baseada no seu corpo… mas só você pode saber, e nós te amamos não importa o que aconteça’”, disse Howland, agora co-líder da Families United for Trans Rights (famílias unidas pelos direitos de pessoas trans), uma organização de crianças transgênero e seus familiares.

O questionamento de seu filho não parou por aí. Isso marcou o início de uma evolução de anos, não apenas para sua filha, que se assumiu não-binária aos 8 anos e transgênero aos 10, mas também para Howland e seu marido enquanto navegavam o que significa ser trans, formas de afirmar a identidade de gênero de sua filha, suas responsabilidades como pais e o luto associado a “deixar ir uma ideia do que nossa vida seria”, disse Howland.

“Uma das coisas mais difíceis para nós, como pais, é pausar quando essa visão é interrompida e realmente ouvir o que nossos filhos estão nos dizendo”, disse Nova Bright-Williams, uma mulher trans que é chefe de treinamento interno no Trevor Project, uma organização de prevenção ao suicídio e crise para jovens LGBTQ+.

Ouvir a experiência de uma criança pode ser difícil para muitos pais, independentemente de suas crenças políticas ou religiosas.

Mas há uma boa razão para tentar. “Pesquisas mostram constantemente que jovens LGBTQ relatam taxas mais baixas de tentativas de suicídio quando têm acesso a espaços, comunidades e adultos que os afirmam”, disse Bright-Williams.

A CNN conversou com um médico, ativistas dos direitos de gênero e pais de crianças trans sobre o que dizer quando uma criança se assume transgênero, como enfrentar certos desafios e como é receber cuidados afirmativos de gênero. Aqui está o que eles querem que você saiba.

A conversa sobre se assumir

O filho da Reverenda Rachel Cornwell, Evan, foi designado como feminino ao nascer e mostrava aversão aos atributos da feminilidade. Quando Cornwell perguntou a Evan, aos 4 anos, se ele estava chateado por ter nascido menina, a resposta de Evan a chocou: “Sim, mamãe. Eu disse a Deus, quando eu era uma estrela no céu, que eu era um menino, mas Deus me fez uma menina, e agora eu só tenho que viver com isso.

“Parece que meu filho sabia algo muito profundo e verdadeiro sobre si mesmo, e que ele tinha uma consciência de como sua identidade também estava envolvida em seu relacionamento com Deus”, disse Cornwell, uma pastora na Igreja Metodista Unida Dumbarton em Washington (EUA) e autora de “Daring Adventures: Helping Gender-Diverse Kids and Their Families Thrive” (aventuras desafiadoras: ajudando crianças com diversidade de gênero e suas famílias a prosperar), por e-mail. “Começamos a fazer terapia como família e, pouco depois de Evan completar 6 anos, ele decidiu que queria usar pronomes masculinos e um novo nome, a princípio apenas em casa.”

Cornwell inicialmente se sentiu surpresa e temia pelo bem-estar de Evan, o que é comum para muitos pais, disseram especialistas. 

Essas discussões também podem criar um momento de união alegre para as famílias, disse Kade Goepferd, diretor médico de saúde de gênero no sistema de saúde pediátrica Children’s Minnesota, nos Estados Unidos.

Também é comum que as revelações de uma criança sobre sua identidade de gênero proporcionem um senso de clareza e alívio para os pais que têm testemunhado questões comportamentais e de humor para as quais não conseguiam identificar uma causa, acrescentou Goepferd.

Outros pais sempre notaram que seu filho nunca se encaixou nas expectativas de gênero e sentem que a conversa é uma confirmação. Esse foi o caso de Cornwell, cujo filho preferia roupas, penteados e atividades típicas de meninos desde a pré-escola. Ele também começou a perguntar quando iria desenvolver seios e disse que, quando isso acontecesse, iria cortá-los fora.

Alguns pais querem apoiar seu filho, mas se preocupam se a identidade de gênero é resultado de uma fase ou se ele mudará de ideia mais tarde.

Mas o consenso dos entrevistados é que, mesmo que a criança mude de ideia um dia, tudo bem. Isso seria uma decisão decorrente da exploração de sua identidade de gênero, em vez de alguém tentar controlá-la.

“Realmente não há mal algum em afirmar ou amar nossos filhos quando eles compartilham conosco quem são”, disse Goepferd. “O dano realmente só pode vir se recusarmos a ouvir ou reconhecer a verdade que eles estão compartilhando conosco e o quão vulneráveis eles estão sendo.”

Rejeitá-los não só pode causar mágoa e raiva, mas também pode arruinar as chances de um relacionamento a longo prazo. Portanto, quando seu filho diz que é trans, sua primeira resposta deve ser agradecê-lo por compartilhar e aprender sobre a experiência dele, disse Bright-Williams. Diga que você quer conhecer mais sobre essa parte de quem ele é. Pergunte há quanto tempo ele sabe disso sobre si mesmo, com quem mais compartilhou sua identidade e como você pode apoiá-lo.

O filho de Jocelyn Rhynard, então com 15 anos, contou à família que era não-binário ao decorar um bolo que ele mesmo assou com a frase “Eu sou NB”. “Eu disse: ‘Isso é incrível. Parabéns’”, ela contou.

O filho de Rhynard mais tarde percebeu que é transmasculino não-binário e usa os pronomes ele/dele, e ele está bem com Rhynard chamando-o de seu filho. (Transmasculino não-binário significa que a identidade de gênero de alguém é não-binária, mas essa pessoa se apresenta de maneira tipicamente masculina com seu nome, estilo e outros aspectos.)

Se você sentir medo, preocupação, preconceito ou luto, processe isso longe do seu filho, disseram especialistas e pais, que também enfatizaram a importância de aprender sobre transgeneridade fazendo sua própria pesquisa. Não dependa apenas do seu filho para guiá-lo.

Formas de afirmação de gênero

Nem toda pessoa transgênero sente a necessidade de qualquer ou todas as formas de mudar sua expressão de gênero ou seu corpo, disseram os especialistas. Quando crianças mais velhas se assumem, elas geralmente já escolheram um novo nome, pronomes e mais.

Mas se seu filho não tem certeza de que tipo de apoio ou mudanças ele precisa, você pode ter conversas ao longo do tempo sobre quais escolhas estilísticas, hobbies e brinquedos o ajudam a se sentir mais ele mesmo, disse Bright-Williams. Muitas crianças não têm pressa para fazer essas mudanças, disseram especialistas e pais — algumas experimentam em casa por um tempo antes de estrear um novo estilo ou nome na escola, por exemplo.

Quando as crianças chegam à adolescência, algumas experimentam angústia com as mudanças puberais em seus corpos — o que pode ser aliviado por bloqueadores de puberdade que temporariamente pausam esses desenvolvimentos.

Uma coisa que ajudou Howland a se sentir mais confortável com sua filha começando a usar bloqueadores de puberdade aos 12 anos foi perceber que negar esses bloqueadores não seria uma decisão neutra, já que a puberdade é permanente — o que poderia ter consequências negativas para uma criança que não se identifica com aquele corpo.

Lidando com amigos e família

A resposta da família e amigos de Howland foi de apoio, ela disse. Mas Rhynard, descendente “de alguns dos primeiros mórmons”, não teve essa experiência.

“Tem sido difícil para nossa família extensa, alguns mais que outros”, disse Rhynard.

“Alguns membros da família têm sido acolhedores e tentaram usar pronomes diferentes, mas ainda erram mesmo após alguns anos.”

Rhynard e seu marido tiveram que ter conversas realmente difíceis nas quais “dissemos: ‘Nosso filho vem em primeiro lugar, e gostaríamos que vocês fizessem parte de nossas vidas, mas vocês não podem chamá-lo pelo nome morto. Isso é doloroso demais para ele’”, acrescentou.

A filosofia de criação deles é baseada em humildade, aprendizado e crescimento, mas eles perceberam que não podem fazer todos aprenderem e crescerem com eles. Embora alguns relacionamentos familiares tenham se tornado tensos, Rhynard sabe que sua responsabilidade é para com seus filhos.

“Se nós os colocássemos no centro da conversa sobre nosso filho, não estaríamos mais colocando nosso filho no centro, a pessoa mais vulnerável da nossa família e a pessoa que temos a sorte de criar”, acrescentou Rhynard.

Para pais que estão lutando com relacionamentos familiares complicados, Goepferd recomenda encontrar apoio em outro pai de uma criança transgênero, um amigo de confiança ou um líder religioso compreensivo.

“Nós, como sociedade, colocamos muita pressão na aparência e em como as outras pessoas nos percebem”, disse Bright-Williams. Mas os pais têm o fardo de suportar essa pressão para que seus filhos não precisem.

Os pais têm que tomar esse tipo de decisão o tempo todo, ela acrescentou.

“Talvez seu filho seja birracial e algumas pessoas na sua família tenham um problema com isso”, ela disse. “Você gostaria que ele experimentasse esse tipo de preconceito ou ódio, ou você o protegeria ou abrigaria disso? Cabe a você criar um espaço seguro e afirmativo para seu filho.”

“Um raio político”

Esses pais disseram que seus filhos estão indo bem e que seu apoio levou a relacionamentos mais fortes e confiáveis com eles. Howland, Rhynard e Cornwell disseram que também mudaram — são mais aceitantes, de mente aberta e confiantes em proteger suas famílias.

“Ela está ótima”, disse Howland sobre sua filha, mas “continuamos esperando que o mundo mostre seu lado feio para ela. Ela está ciente de que pessoas trans são um raio político. Às vezes, ela diz coisas que partem meu coração, como ‘Há pessoas que me odeiam’ ou ‘Há pessoas que desejam que eu não existisse.’”

Howland e seu marido sabem que não podem proteger a filha de todas as notícias ou potenciais bullies. “Desesperadamente com medo de que minha filha não tenha proteções federais de direitos civis neste país”, Howland disse que até tem uma planilha dos países para onde poderiam se mudar se precisassem um dia.

Para deixar sua filha consciente e preparada, ela a expôs às questões em um contexto tão positivo quanto possível — como a vez em que a levou a um recente evento de arrecadação de fundos para Sarah McBride, uma mulher trans de Delaware que é a primeira pessoa transgênero conhecida a servir como senadora estadual e que agora está concorrendo ao Congresso.

“Eu digo a ela que é meu trabalho carregar isso agora, não o dela”, disse Howland. “E que ela está segura e que sempre faremos tudo o que pudermos para protegê-la.”

Nota do editor: No Brasil, a ONG Mães pela Diversidade é uma das instituições que oferece suporte e acolhimento para pais e mães de pessoas LGBTQ.

Especialistas e pais têm conselhos sobre o que fazer se seu filho se assumir transgênero fcafotodigital/Getty Images

– Filhos…

Não

– Um grande amor.

Obrigado por fazer parte da minha vida, @vivianeartico .

Te amo, meu grande amor!

– O Significado de “ter Filhos”.

Olha que depoimento bacana, do ator Murilo Benício à Revista Caras (tempos atrás) sobre a Paternidade:

Filhos significam 24 horas de preocupação, mas sobretudo, de prazer e felicidade”.

Matou a pau! Penso e ajo como ele. Ser pai é receber um dom preciosíssimo que Deus, na sua infinita bondade, nos dá.

Mensagens de Amor para Filhos - Mundo das Mensagens

– #tbt: Com a filhota!

Que dia tão bom!

Te amo, Tetéia!

#PaiDeMenina

– Parquinho.

Meu dia no parque 💚

Curtir o verde com as crianças é sempre muito bom!

– Escape Jungle Brasil.

Hoje, eu e a minha filhota Maria Estela estivemos no @escapejunglebrasil , dos queridos Márcia e João, em Bragança Paulista!

Foi muiiiiiito legal! Quem não conhece, precisa ir lá se divertir. Valeu a pena.

– Felicidade!

Essa linda foto não precisa de legenda, né?

– #tbt: Amores caipiras.

– Pobreza Desestrutura a Família ou vice-versa?

Daniel Moynihan, famoso sociólogo, certo dia declarou que:

A pobreza desestrutura a família

Ele se referia a prolongada dificuldade financeira como causadora de conflitos internos. Mas, cá entre nós, será que não é a desestruturação da família que verdadeiramente gera a pobreza? Aqui, amplia-se o conceito de pobreza financeira com a moral, espiritual, entre outras.

O que você pensa sobre isso?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Legião Urbana, em “Pais e Filhos”, estava certo?

“Vira e mexe” me vejo olhando essas fotos e pensando em meus rebentos…

– Nunca desista das suas crianças.

Nunca desista dos seus filhos. Ame-os incondicionalmente!

A paternidade não é uma situação, mas uma missão.

– Conheça a Papelaria Criativa “Laços em Papel”. Siga-a!

Conheça a “Laços em Papel”, uma Papelaria Criativa que tem identidade, qualidade, carinho e… laços afetivos que não se rompem e são infinitos!

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Vale a pena conhecer:

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– A reza / prece / oração a Deus, faz seu time ganhar um jogo?

Eu tenho muito cuidado com esse assunto, pois sei que há a famosa tríade popular de que “Futebol, Política e Religião” não se discutem. Ora, discute-se sim, com tolerância e respeito. E a combinação de dois desses elementos, o Futebol e a Religião, tem me chamado a atenção bastante.

Dias atrás, comentando um jogo da 4ª divisão paulista, ouvi um treinador dizendo em entrevista que “Profetizei a vitória de Deus contra o adversário” e que o “Senhor é fiel em suas promessas, sendo a vitória dEle”. Respeitosamente, mas Deus não quer disputar a A3 da FPF, ele tem muita coisa importante a fazer. Se ele dá o livre arbítrio às pessoas (e por isso há as guerras – não por culpa de Deus, mas dos próprios homens), por que iria favorecer a equipe A e prejudicar a equipe B?

Calma, não estou desdenhando do boleiro que pediu ajuda a Deus, nem duvidando da sua fé. Não é um comentário ateísta, mas apenas levantando a seguinte situação: do outro lado, há jogadores que acreditam no mesmo Deus. Qual razão Deus favorece um time e desfavorece outro? Não vale responder que uma equipe teve mais fé do que a adversária, pois, sabemos, a resposta é lógica: “Se macumba ganhasse jogo, o BaVi terminaria sempre empatado”.

Aqui no Brasil, temos uma “febre de fé no futebol”. Telê Santana, no começo dos anos 90, mostrou-se preocupado com o movimento “Atletas de Cristo”, pois falava-se à boca pequena que alguns atletas não fariam falta no jogo por entenderem ser pecado… Coisa do passado. Sempre existiu a religião e a religiosidade no futebol, ou seja: a fé e o rito, muitas vezes, supersticioso! Ou não é costumeiro ver padres e pastores visitando as agremiações e vestiários, e irônica e concomitantemente, esses mesmos clubes jogam sal grosso aos pés de uma trave e tem seus “pais-de-santos” oficiais?

Em 2009, após a conquista da Copa das Confederações pela Seleção Brasileira, a BBC da Inglaterra produziu uma matéria chamada “DIVINO FUTEBOL”, onde dizia que: “As pessoas que acompanharam a final [Brasil x EUA] não estavam preparadas para a reza coletiva, com todos jogadores brasileiros ajoelhados, de mãos dadas, num círculo feito em pleno gramado que incluiu até a comissão técnica. Em um lugar como a Grã-Bretanha, onde o povo está acostumado a conviver respeitosamente com diferentes religiões, surpreende o fato de atletas usarem a combinação entre um veículo de grande penetração como a televisão e a enorme capacidade de marketing da Seleção Brasileira, para divulgar mensagens ligadas a crenças, seitas ou religiões”.

Insisto: os jogadores têm sua religião (ou não a têm, são agnósticos ou ateus) e devem ser respeitados. Mas Deus (ou os deuses, dependendo da sua crença) tem coisa mais importante para fazer do que decidir um placar. Deve-se em oração pré-jogo pedir saúde, proteção contra lesões, um bom trabalho, sucesso profissional… mas placares, não! Afinal, quando o time ganha, para muitos, é pela benção de Deus. Mas e o que houve ao time que perdeu e também rezou?

Por fim: saibamos creditar as derrotas e vitórias ao trabalho dos jogadores, treinadores e demais envolvidos, e a Deus o dom da vida para exercer a sua profissão.

Ops: para que não se ache que esse texto foi averso a fé (citei no início que é uma reflexão sobre a maturidade religiosa), eu também pedi luz ao Espírito Santo para escrevê-lo sem ofensa a qualquer pessoa religiosa ou entidade.

– Descanse em paz, Pepita.

E a nossa pequena cadelinha Pepita, virou estrelinha…

Nunca tive uma pet tão carinhosa, obediente e amiga como ela. 😭.

Quem ama seu bicho, cuida mesmo…

– Festa da Pureza.

Como eu curto festa junina!

Com elas, então, ainda mais.

– A reza / prece / oração a Deus, faz seu time ganhar um jogo?

Eu tenho muito cuidado com esse assunto, pois sei que há a famosa tríade popular de que “Futebol, Política e Religião” não se discutem. Ora, discute-se sim, com tolerância e respeito. E a combinação de dois desses elementos, o Futebol e a Religião, tem me chamado a atenção bastante.

Dias atrás, comentando um jogo da 4ª divisão paulista, ouvi um treinador dizendo em entrevista que “Profetizei a vitória de Deus contra o adversário” e que o “Senhor é fiel em suas promessas, sendo a vitória dEle”. Respeitosamente, mas Deus não quer disputar a A3 da FPF, ele tem muita coisa importante a fazer. Se ele dá o livre arbítrio às pessoas (e por isso há as guerras – não por culpa de Deus, mas dos próprios homens), por que iria favorecer a equipe A e prejudicar a equipe B?

Calma, não estou desdenhando do boleiro que pediu ajuda a Deus, nem duvidando da sua fé. Não é um comentário ateísta, mas apenas levantando a seguinte situação: do outro lado, há jogadores que acreditam no mesmo Deus. Qual razão Deus favorece um time e desfavorece outro? Não vale responder que uma equipe teve mais fé do que a adversária, pois, sabemos, a resposta é lógica: “Se macumba ganhasse jogo, o BaVi terminaria sempre empatado”.

Aqui no Brasil, temos uma “febre de fé no futebol”. Telê Santana, no começo dos anos 90, mostrou-se preocupado com o movimento “Atletas de Cristo”, pois falava-se à boca pequena que alguns atletas não fariam falta no jogo por entenderem ser pecado… Coisa do passado. Sempre existiu a religião e a religiosidade no futebol, ou seja: a fé e o rito, muitas vezes, supersticioso! Ou não é costumeiro ver padres e pastores visitando as agremiações e vestiários, e irônica e concomitantemente, esses mesmos clubes jogam sal grosso aos pés de uma trave e tem seus “pais-de-santos” oficiais?

Em 2009, após a conquista da Copa das Confederações pela Seleção Brasileira, a BBC da Inglaterra produziu uma matéria chamada “DIVINO FUTEBOL”, onde dizia que: “As pessoas que acompanharam a final [Brasil x EUA] não estavam preparadas para a reza coletiva, com todos jogadores brasileiros ajoelhados, de mãos dadas, num círculo feito em pleno gramado que incluiu até a comissão técnica. Em um lugar como a Grã-Bretanha, onde o povo está acostumado a conviver respeitosamente com diferentes religiões, surpreende o fato de atletas usarem a combinação entre um veículo de grande penetração como a televisão e a enorme capacidade de marketing da Seleção Brasileira, para divulgar mensagens ligadas a crenças, seitas ou religiões”.

Insisto: os jogadores têm sua religião (ou não a têm, são agnósticos ou ateus) e devem ser respeitados. Mas Deus (ou os deuses, dependendo da sua crença) tem coisa mais importante para fazer do que decidir um placar. Deve-se em oração pré-jogo pedir saúde, proteção contra lesões, um bom trabalho, sucesso profissional… mas placares, não! Afinal, quando o time ganha, para muitos, é pela benção de Deus. Mas e o que houve ao time que perdeu e também rezou?

Por fim: saibamos creditar as derrotas e vitórias ao trabalho dos jogadores, treinadores e demais envolvidos, e a Deus o dom da vida para exercer a sua profissão.

Ops: para que não se ache que esse texto foi averso a fé (citei no início que é uma reflexão sobre a maturidade religiosa), eu também pedi luz ao Espírito Santo para escrevê-lo sem ofensa a qualquer pessoa religiosa ou entidade.

– Há 10 anos exatos…

Pensa em alguém que curte festa junina!

O tempo voa…

– Feliz nossa data!

Feliz nosso dia, @vivianeartico !
Te amo, minha querida namorada 💌!

– #tbt 3: Tenha sempre um grande amor!

Que dia gostoso a se recordar!

Tenha sempre uma amor verdadeiro:

– #tbt 2: Minha Menina Maluquinha.

Há 1 ano…

Minha Menina Maluquinha!

Essa Maria Estela… com um sorriso cada vez mais encantador ❤️.

Está sapeca, e talvez seja esse o segredo da sua doçura.

😍 #PaiDeMeninas #alegria #sorriso #amor #carinho #happy #smile

– Se lambuzar com o Papai!

A alegria de um delicioso sorvete com o Papai!

Hum… nos empanturramos!

– Obrigado, meu amor.

Obrigado por fazer parte da minha vida.

Obrigado por cuidar de mim.

Obrigado por estar comigo em todos os momentos.

Eu te amo, @vivianeartico !

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– Chaves, a experiência (no Maxi Shopping Jundiaí)

Olha a alegria da minha pequena na exposição do Chaves:

Isso, isso, isso…

– Dulcíssima filha.

Minha doce Teteia!

Aliás, dulcíssima:

– #tbt: Beijinho doce.

Há algum tempo…

E não é que consegui arranjar um tempinho e ver minha princesa?

Um abraço gostoso e um beijinho carinhoso me ganham completamente…

💖 #Paternidade