– Brinde a vida com quem você ama!

Com minha esposa Andréia, brindo a vida!

Junto dela, começo e recomeço meus projetos. Ou melhor: começamos e recomeçamos (sem nunca termos parado).

Não existe matrimônio sem uma grande e virtuosa mulher.

Te amo!

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– Prevenir não custa nada!

Nenhum pai ou mãe gosta de levar seus filhos ao médico. Se for para prevenção, aí muda-se de figura: tudo bem!

Nestes tempos de pandemia, os protocolos exigem cuidados demais para nossas crianças no consultório, e precisamos estar atentos a eles. Mas a causa é boa: saúde dos pequenos, então vale o sacrifício.

Pudera, para sempre ter um sorriso como esse saudável, não existe falta de esforço!

– Uma boa recordação para esta 5a feira!

Como em toda a 5a feira se faz postagens saudositas (chamadas de #tbt), a publicação de hoje é de um dia muito bom: a minha filhota Marina Porcari e o “Poço dos Desejos”!

Qual seria o seu pedido ideal a ser feito, caso encontrasse um?

O meu é o mesmo de sempre: SAÚDE e PAZ!

Ótimo dia a todos.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Liberdade para se divertir, urgente!

Essa foto é do tempo em que não precisávamos nos preocupar com Covid, máscaras, álcool gel…

Tudo era bem melhor, não? A patroa e as crianças se divertiam com liberdade e sem neuroses.

Há de voltar esse tempo! E que seja breve; para isso, façamos a nossa parte.

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– Banheiros-Família: Uma Necessidade Desprezada…. Você já precisou de algum?

Papais e mamães com filhos pequenos sabem bem o que vou dizer (principalmente aos papais de filhas): Como é difícil encontrar sanitários exclusivos para pais & filhos. Em alguns lugares, existem fraldários que auxiliam à troca dos nenês. Mas e privadas para crianças de 2 anos?

Se você passear pelo Parque da Cidade, em Jundiaí, verá que os banheiros masculinos e feminino possuem fraldários. Ótimo. Mas não atendem crianças maiores…

Alguns lugares possuem os banheiros-família (mas são raros). Vou dar o meu exemplo particular, quando minha filha tinha 2 anos: estava no supermercado e ela queria fazer xixi (já saiu da fralda). Onde a levarei? Sinceramente, é constrangedor e, de certo modo, anti-higênico levá-la ao banheiro masculino, já que em muitos lugares não dá nem para os homens os utilizarem.

Um ótimo exemplo de empreendimento que se preocupa com esse problema é o Maxi Shopping! Lá existem os banheiros ideais e em condições diversas. No térreo, próximo à escada rolante, há o banheiro família coletivo: pais e mães podem levar as crianças ao banheiro, que possui 4 mini-bacias. Próximo ao mercado, há outro modelo de banheiro-família: um família-masculino e um família-feminino: neste, o pai ou a mãe entra com a criança, e há uma bacia exclusiva para ele e outra pequena para seu filho/a. Por fim, próximo a praça de alimentação, outro melhor: um exclusivo para pai, mãe e filho.

Parabenizo por essa iniciativa. Alguém do shopping pensou nos pobres pais desesperados em ajudar suas filhinhas. E quando não tem opção, fica a dica: o velho e bom penico cor-de-rosa…

E você, o que acha? Os estabelecimentos comerciais deveriam pensar mais em banheiros-família? Deixe seu comentário:

Banheiro familiar e fraldário podem se tornar obrigatórios em locais de  grande circulação — Senado Notícias

– A alegria de ser pai!

Brincadeiras inocentes que rendem boas gargalhadas: quando secar o cabelo da filhota é motivo para muita bagunça…

Um vídeo carinhoso de momento ímpar para um pai e uma filha. Vale pelas gargalhadas inocentes e puras da minha Estelinha.

Em: https://youtu.be/hthJMT0n304

 

 

– Mudar!

Hoje, eu e a Andréia demos mais um grande passo na mudança programada em nossas vidas para 2022.

Um casamento é assim: fazemos planos, mas Deus oferta outros projetos e nos ajuda nessas alternativas, permitindo nossos “Sim” ou “Não”.

Tudo o que acontecer, há de se ter diálogo, cumplicidade e respeito. E sigamos em frente!

– Karaokê de Cúmplices de um Resgate

Uma recordação carinhosa de 4 anos atrás… abaixo:

Coisas que valem a pena na vida: e quando afilhada e madrinha, sem ensaio, resolvem se divertir?

Por que nós, adultos, somos tão complicados… Há coisas tão bobinhas que trazem tanta alegria e amor…

Duas cantoras, com a versão “eu sou você amanhã” da Priscila e da Marina:

Entre borrachas / e mariolas / mora o meu grande amor…

Vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=JWEreNue66g

– Cunhado e Cunhada: você os trata como irmãos também?

Ternura, discrição, humildade e humor: as regras de ouro para tratar seus “segundos-irmãos”, ou melhor, seus cunhados!

Amo meus sogros e os “agregados” que ganhei no meu casamento; e, logicamente, digo o mesmo do casamento da minha irmã. Mas é sabido que nem todas as famílias se relacionam bem.

Compartilho um texto católico de Aleteia.com sobre o convívio sadio entre cunhados e cunhadas, abaixo:

Extraído de: https://pt.aleteia.org/cp1/2020/02/04/cunhado-e-cunhada-quando-as-coisas-nao-fluem-como-deveriam/

CUNHADO E CUNHADA: QUANDO AS COISAS NÃO FLUEM

Quando falamos da família do nosso esposo ou esposa, pensamos principalmente nos sogros e nos conflitos que talvez tenhamos com eles. No entanto, os conflitos também podem aparecer nas relações com os irmãos ou irmãs do cônjuge. Como, então, lidar com essas tensões?

Por Christine Ponsard

“Eu te recebo como meu esposo(a)”. Essa frase pequenininha pronunciada no momento da troca dos votos significa que nós aceitamos nosso esposo ou esposa assim como ele é, junto com todo o seu ambiente familiar.

Ele é filho ou filha de seus pais e isso faz parte de sua identidade, isto é, é algo impossível de apagar. Também não podemos apagar seus possíveis irmãos e irmãs. Se realmente amamos nosso marido ou esposa, não podemos ignorá-los.

Contudo, para justificar a falta de entusiasmo em se relacionar com a nova família, algumas pessoas podem dizer: “Eu casei com você, não com a sua família!”.

É verdade, no sentido de que o vínculo conjugal se torna primário em comparação com os laços de sangue, mas é falso, se pretendemos considerar esses laços familiares como exteriores a nós, algo que não faz parte do amor conjugal.

Um amigo dado pela natureza

Um cunhado ou uma cunhada são amigos dados a nós pela natureza e pela escolha de seu cônjuge. Mais uma razão para que eles sejam verdadeiramente acolhidos como “valor agregado” em nossa vida!

A chegada de um cunhado ou cunhada dentro de um relacionamento de irmãos traz um sopro de ar fresco que pode renovar as relações fraternas, liberar tensões e gerar aberturas benéficas.

Por outro lado, conhecer e apreciar os irmãos e irmãs de seu cônjuge é aprender a amar melhor o(a) esposo(a). Ao ouvi-lo evocar memórias de infância, identificando as cumplicidades que existem com um ou outro, descobrimos isso mais profundamente.

Muitas vezes, também são formadas amizades entre “os cunhados” da família, como se para lutar todos juntos comicamente contra a nova família.

Mas de onde vem essas tensões?

Quando você se casa, nada é como costumava ser – o relacionamento tanto com os irmãos, como com os amigos muda inevitavelmente. Isso nem sempre é fácil, mesmo e especialmente entre irmãos e irmãs muito próximos.

Se certas mães são possessivas, isso também acontece com certas irmãs (ou irmãos), que acham difícil aceitar que um “estranho” (ou uma estranha) tenha tomado o primeiro lugar no coração de seu irmão (ou irmã)!

As mesmas pessoas às vezes têm inveja de ver um recém-chegado ganhar o carinho de seus próprios pais. Não devemos nos surpreender que as relações entre cunhados sejam difíceis. A vida em família nunca é fácil. É uma situação tão antiga quanto o pecado original!

Além disso, nunca se deve esquecer que qualquer casamento confronta dois mundos diferentes: mesmo quando as famílias dos dois cônjuges são parecidas em termos de educação, gostos e crenças, é preciso assimilar novos hábitos de ambas as partes, compartilhar tradições, maneiras de mostrar afeto ou expressar desacordo. Leva tempo e, acima de tudo, muita atenção e respeito mútuo.

Algumas regras de ouro podem facilitar as coisas

A primeira é a ternura. Se você deseja semear discórdia em sua família, faça o possível para falar mal dos outros com a maior frequência e habilidade possível. Resultado garantido pelo Diabo, o “divisor” em pessoa!

Outro ingrediente essencial: discrição. Ela não é fácil de lidar, porque existe um fino limiar entre o justo respeito à intimidade de cada um e o silêncio excessivo, interpretado como ocultação ou desinteresse.

Para completar, uma boa dose de humildade e humor: o suficiente para desdramatizar o que não vale a pena e que cria cabelos brancos (ou seja, 99% das brigas familiares). Também não devemos esquecer o perdão, sem o qual não há amor fraterno.

E, acima de tudo, não precisamos tentar fazer mais do que aquilo que nos sentimos capaz: nós podemos aprender a amar nossos cunhados e, contudo, não passar dez dias de férias na mesma casa que eles!

– Fun!

Estar com as crianças é sempre muito bom. O sorriso do meu sobrinho Miguel fazendo bagunça é algo que não tem preço!

Na piscina, na areia, no quarto, no mato… não importa em que lugar ele esteja: é sempre divertido brincar com esse maluquinho.

Viva a inocência e a pureza dos nossos pequenos!

💙 #carinho

– Nossas bodas de Turquesa: 18 anos de felicidade!

Com muita alegria, completo hoje 18 anos de feliz enlace matrimonial com minha querida esposa Andréia.

A vida nos proporciona muitas coisas, mas o que ela mais acertou comigo, foi ao me apresentar a essa Rainha, frutificando duas princesas com este humilde servo.

Obrigado, Deus, pela nossa família!