– A ideia de impedimento automático do VAR com o Chip na camisa funcionará?

Quem está acompanhando com as críticas contra o VAR especificamente em relação aos impedimentos, costumeiramente ouve que a função do “bandeirinha”, no futuro, tenderá a se extinguir, sendo substituído por modelos automáticos.

Arsenè Wenger, ex-técnico do Arsenal e que há tempos trabalha como consultor da FIFA em um grupo de sugestões para o desenvolvimento do futebol, prometeu novidades nessa área. Marcel Rizzo, do UOL, foi atrás e descobriu que se trata de testes de “chip na camisa”.

Entretanto… quem conhece a Regra do Jogo, sabe que essa proposta não funcionariaa não ser que se mudasse a lei do Impedimento. São 3 questões a se discutir:

1- O impedimento deve ser avaliado a partir do lançamento da bola. Será que teríamos um “chip de partida”, na ponta da chuteira do atleta? E se for um toque de cabeça?

2- O impedimento se concretiza na avaliação com a parte jogável do atleta que recebe a bola (e aí veio a sugestão do chip na camisa). Mas e se essa parte jogável mais à frente for o pé? Teríamos um “chip de chegada” igualmente no pé?

3- E nos casos de impedimento por tirar proveito de uma situação ou atrapalhar o adversário, onde não existe toque na bola, mas sim nas questões de interferência: existira inteligência artificial para isso? Haveria a necessidade da interpretação…

Essa questão de chips ou sensores só funcionaria se a Regra fosse alterada, transformando em impedimento não a parte mais à frente jogável, mas o tronco dos atletas. 

Por ora, creio que essa ideia não vingará…

Extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/marcel-rizzo/2021/10/20/jogadores-podem-usar-chip-na-camisa-para-impedimento-automatico-no-var.htm

JOGADORES PODEM USAR CHIP NA CAMISA POR IMPEDIMENTO AUTOMÁTICO NO VAR

por Marcel Rizzo

A Fifa avalia tornar automáticas as marcações de impedimento pelo árbitro de vídeo já na Copa do Mundo de 2022, no Qatar. O presidente da federação internacional, Gianni Infantino, e o chefe de desenvolvimento global, Arsene Wenger, tocaram no assunto recentemente, mas disseram que não poderiam revelar detalhes. A coluna teve acesso a uma das propostas que será testada —ao menos cinco empresas apresentaram projetos.

Nesta um pequeno aparelho é preso à camisa dos jogadores, com um chip dentro. A tecnologia faz com que as informações sobre a localização dos atletas em campo sejam repassadas em tempo real a um computador.

Quando há um lance de impedimento, a posição exata dos atletas aparece no monitor do VAR a partir do lançamento da bola e a própria máquina diz se houve ou não a infração, com um detalhe para facilitar a visualização dos árbitros: o jogador impedido aparece em vermelho.

Esta é uma das ideias apresentadas por empresas a um grupo de desenvolvimento do VAR que existe na Fifa, do qual fazem parte profissionais de 14 instituições, incluindo CBF e Conmebol. Em uma outra, por exemplo, aparece no monitor a distância em que o jogador impedido estava do penúltimo defensor e qual parte do corpo ocasionou a infração.

Hoje o impedimento no VAR é analisado manualmente: um dos assistentes de vídeo projeta linhas verticais e horizontais para determinar se há a infração. Há dois problemas nisso: o primeiro é a demora, pois muitas vezes o operador e o árbitro de vídeo precisam projetar as linhas várias vezes para chegarem a uma conclusão.

O segundo problema é a imprecisão, houve casos em que a linha foi colocada no lugar errado ocasionando erro na avaliação do impedimento, um lance objetivo, ou seja, que não precisa da interpretação do árbitro de campo e, portanto, não deveria ter falha ao ser analisado em vídeo.

Um relatório elaborado pelo grupo de desenvolvimento, entregue há pouco menos de um ano à Ifab (International Board), órgão que regula o futebol, apontou as falhas na marcação de impedimento no modelo atual: “Os testes de precisão mostraram que os operadores humanos tendem a escolher diferentes partes do corpo para as linhas de impedimento. Avanços foram feitos nessa área também, com o sistema automatizado apresentado aprendendo a modelar corretamente o esqueleto de um jogador. No futuro, os algoritmos desenvolvidos do sistema deverão ser capazes de identificar automaticamente qual parte do corpo colocou o jogador impedido e a que distância”, explicou o texto apresentado.

A Fifa quer testar as propostas mais viáveis a partir de dezembro de 2021, ainda não se sabe em quais competições —será avaliado também a questão de custos. Mas a ideia é que na Copa do Mundo entre novembro e dezembro de 2022, no Qatar, o impedimento já seja marcado automaticamente. Para isso ocorrer será preciso a aprovação da Ifab.

O que é impedimento? Entenda as regras | Torcedores.com

– E quem contesta o curriculum de Thomas Edison?

Hoje é o dia em que foi inventada a lâmpada elétrica, em 1879, por Thomas Edison.

O que seria de nós sem as lâmpadas, não? Mas não é sobre isso que falaremos, e sim sobre gênios!

Leonardo Da Vinci é famoso por sua genialidade e inúmeras invenções revolucionárias (além, claro), da Mona Lisa, sua pintura marcante. Mas Thomas Edison não fica atrás, veja suas invenções (extraído da Wikipedia):

THOMAS EDISON

Thomas Alva Edison (Milan, Ohio, 11 de Fevereiro de 1847West Orange, Nova Jérsei, 18 de Outubro de 1931) foi um empresário dos Estados Unidos que patenteou e financiou o desenvolvimento de muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. O Feiticeiro de Menlo Park (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção.

Na sua vida, Thomas Edison registrou 2.332 patentes. O fonógrafo foi uma de suas principais invenções. Outra foi o cinematógrafo, a primeira câmera cinematográfica bem-sucedida, com o equipamento para mostrar os filmes que fazia. Edison também aperfeiçoou o telefone, inventado por Antonio Meucci, em um aparelho que funcionava muito melhor. Fez o mesmo com a máquina de escrever. Trabalhou em projetos variados, como alimentos empacotados a vácuo, um aparelho de raios X e um sistema de construções mais baratas feitas de concreto.

Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada elétrica incandescente, o gramofone, o cinescópio ou cinetoscópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison é um dos precursores da revolução tecnológica do século XX. Teve também um papel determinante na indústria do cinema.

Em 1969 foi incluído no Automotive Hall of Fame.

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– A Tecnologia “Emburrece” o Homem?

Dias atrás, Susan Greenfield, importante neurocientista reconhecida mundialmente, deu entrevista à Revista Veja, nas “Páginas Amarelas” (ed 09/01/13).

Sob o título de “O Lado Sombrio da Tecnologia”, ela dissertou sobre como estamos ficando menos inteligentes com o excesso dela, nos esforçando menos no aprendizado. Ela lembrou que:

É um suicídio viver em uma sociedade dependente de ciência e tecnologia e não saber nada sobre ciência e tecnologia [segundo Carl Sagan, divulgador científico](…) Não acho que a distribuição de tablets nas escolas possa ajudar a prender a atenção das crianças, que estão cada vez mais dispersas pelo excesso de estímulos digitais. Só bons professores são capazes de cativá-las.”

E então: concorda com a opinião da cientista?

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– Intervalos na escola sem celular?

Foi no ano retrasado, mas a ideia é boa, não?

Veja que medida interessante: uma escola americana cria um momento de “Almoço sem Celular”, fomentando mais contato físico ao invés de virtual, ajudando a promover mais amizades.

Daria certo por aqui? O que você pensa sobre isso?

Extraído de: https://educacao.uol.com.br/noticias/2019/11/11/diretora-de-escola-cria-almoco-sem-telefone-para-alunos-se-conhecerem.htm

DIRETORA DE ESCOLA CRIA ALMOÇO SEM TELEFONE PARA ALUNOS SE CONHECEREM

A diretora Janet Behrens criou no início deste ano o que agora virou uma tradição na Iowa Valley Junior-Senior High School, nos Estados Unidos. No almoço de sexta-feira, os alunos participam de rodas de conversa onde é proibido usar o celular. O objetivo é fazer novas amizades. A informação é da emissora KCRG.

Janet teve a ideia após reparar que os estudantes andavam de cabeça baixa, olhando para seus telefones.

Às sextas, os alunos recebem cartões coloridos que definem em qual mesa eles devem se sentar. É proibido usar o celular durante a atividade na hora do almoço.

Os estudantes dizem que uma hora sem telefone, conversando com novas pessoas, está ajudando a escola a se tornar um lugar mais agradável.

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– Você faz parte do clube das 5h?

Acordar cedo para aproveitar um mundo sem tanta tecnologia tem sido uma tendência. Mas e quando você não é “produtivo” ou “relaxante” o suficiente neste período do dia?

Benefícios e malefícios de levantar às madrugadas, extraído de: https://www.linkedin.com/feed/news/o-clube-das-5h-pode-não-ser-para-você-4980964/

O CLUBE DAS 5 HORAS PODE NÃO SER PRA VOCÊ

por Paulo Tobias

O hábito de levantar às 5h para aproveitar melhor o dia vem ganhando cada vez mais adeptos no mundo corporativo. Para essas pessoas, acordar antes de o sol nascer facilita criar um “estado de fluxo” por permitir um tempo sem interrupções de ruídos do ambiente ou da tecnologia.

Mas especialistas em sono alertam que o hábito não é para todo mundo: cada pessoa tem seu próprio relógio biológico e não respeitá-lo pode provocar problemas como cansaço, ansiedade, depressão, doenças gastrointestinais, perda de concentração e lapsos de memória. Assim, se você é uma pessoa vespertina se esforçando para madrugar, está sabotando seu horário mais frutífero.

5am Club: o que é o clube dos que acordam às 5h da manhã

– O novo golpe no WhatsApp que não é por vírus!

Infelizmente, há pessoas que usam a inteligência para o mal. Vejam esse caso: golpistas conseguem roubar a sua conta do WhatsApp sem que você instale vírus sem saber! E aconteceu em 2019, voltando a acontecer agora, em 2021.

Extraído de: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2019/10/22/entenda-o-golpe-que-rouba-conta-de-whatsapp-sem-usar-virus.htm

ENTENDA O GOLPE QUE ROUBA CONTA DO WHATSAPP SEM USAR VÍRUS

Marcos Lopes, 37, não estranhou quando recebeu uma mensagem em seu celular. Ele havia acabado de publicar um anúncio na OLX, plataforma de comércio online, para vender um relógio. O que aconteceu depois disso é que foi surreal: um WhatsApp clonado e R$ 500 a menos na conta de um amigo.

O especialista financeiro caiu em um golpe que têm crescido bastante ao longo de 2019: o roubo de contas de WhatsApp a partir de números de celular expostos em anúncios na internet. E após obter a posse da conta roubada, os criminosos fingem ser a vítima e pedem dinheiro para os contatos cadastrados.

“Quando coloquei o relógio para anunciar, deu questão de segundos e recebi um WhatsApp. A mensagem tinha uma foto da OLX [com o logo], bem redigida, dizendo que para ativar o meu anúncio eu teria que enviar um código de confirmação para eles”, lembrou Lopes.

Pouco tempo depois, o profissional recebeu um SMS com um número de seis dígitos. Não pensou duas vezes e compartilhou a informação com o responsável pela falsa mensagem. Mal sabia Lopes que o código na verdade era o número de autenticação exigido pelo WhatsApp para concluir a configuração do perfil em outro celular.

“Eu nem me liguei. A partir desse momento, minha conta bloqueou”, contou. Lopes recebeu uma mensagem informando que o seu número telefônico estava sendo usado em outro aparelho, e se deu conta de que o seu perfil havia sido roubado.

A conta só foi recuperada três horas depois, após o envio de um email para o suporte da empresa detalhando o acontecido.

Nesse meio tempo, cerca de 300 pessoas receberam mensagens falsas enviadas como se fossem de Lopes. Todas com pedidos de dinheiro emprestado. Uma delas foi tão convincente que um amigo da vítima transferiu R$ 500.

Uma situação parecida aconteceu com Hugo Matta, 30. Por sorte, ele desconfiou nos primeiros segundos. Era um sábado à noite, e do outro lado da linha uma voz tranquila dizia ser funcionário do Mercado Livre.

Matta estava vendendo o seu carro e havia anunciado realmente na plataforma de comércio online. Mas o fato de a ligação ter sido às 21h de um fim de semana levantou o alerta. A recusa em fornecer os dados resultou em uma série de xingamentos por parte do falso funcionário e um estresse desnecessário. Foi por pouco.

“Fiquei meio desnorteado, sem entender. Levei um susto. Comecei a ser xingado pelo cara. Até pensei em ligar para ele de volta, mas desisti”, contou Matta.

COMO O GOLPE FUNCIONA

Infelizmente, a tentativa de golpe não se restringe à OLX e ao Mercado Livre. Ela pode ocorrer em qualquer plataforma de compra online.

Quando um vendedor vai cadastrar um anúncio, ele precisa deixar geralmente um contato telefônico. Muitas vezes é o número do celular (e do WhatsApp) que acaba ficando disponível. É nessa hora que os criminosos começam a agir.

A tentativa de roubar contas de WhatsApp pode acontecer de duas formas: um primeiro contato do criminoso com a vítima por ligação telefônica, ou por mensagens diretas no WhatsApp.

Nos dois casos, um falso representante da empresa entra em contato com o vendedor e argumenta que alguns dados precisam ser atualizados para que o anúncio permaneça ativo. Ao final, é pedido para a vítima que ela informe naquele momento os dígitos de um código SMS de verificação que ela receberá em instantes.

Em posse do código SMS recebido, o criminoso consegue ativar ali na hora a conta do WhatsApp do vendedor em seu próprio aparelho. Ao fazer isso, automaticamente o usuário deixa de ter acesso às suas conversas.

Enquanto a vítima não recupera sua conta, o criminoso dispara mensagens para os contatos registrados pedindo dinheiro emprestado e se fazendo passar por ela.

Classificamos este golpe como engenharia social, pois usa uma falha no sistema e as emoções da vítima. A autenticação via SMS é algo massivamente disseminada no Brasil pelos bancos e a maioria das pessoas está acostumada. Isso facilita o golpe, pois a vítima não presta atenção na mensagem completa que informa que o código é a ativação do programa de mensagens. A vítima simplesmente reage à abordagem e acaba tendo sua conta roubada
Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky

Em resposta a Tilt, a OLX não comentou o caso de Lopes. Mas reforçou que a publicação de anúncios não está condicionada ao envio de qualquer informação pessoal por telefone, WhatsApp, SMS e redes sociais.

Atualmente, a empresa permite que apenas pessoas logadas na plataforma tenham acesso ao chat de negociação. Em breve, uma validação via telefone será exigida e o usuário só conseguirá visualizar o número de telefone dos vendedores se estiver com o seu perfil conectado ao sistema.

O Mercado Livre não retornou os pedidos de posicionamento.

Como se proteger

A maior característica desse golpe é induzir as pessoas a fornecerem os códigos de ativação do WhatsApp. Por isso, a recomendação dos especialistas é: jamais compartilhe esse dado.

Desconfie se:

  • Receber ligações e mensagens de pessoas em nome dos sites de comércio online (de bancos e outras empresas também)
  • Fique ainda mais em alerta se neste contato for pedido para você instalar algum programa em seu aparelho, exigirem pagamento e/ou informações pessoais (senhas, documentos pessoais);
  • O uso de gírias, frases informais demais e erros de ortografia, no caso de mensagens de textos, também indicam que algo está errado;
  • Para aumentar a proteção, ative a verificação em duas etapas do WhatsApp (aprenda a configurar aqui). Ela funciona como uma camada a mais de segurança. Mesmo que uma pessoa obtenha o código de verificação, ela vai precisar inserir também uma senha de seis dígitos criado por você. Ou seja, só sabendo essa informação para conseguir roubar o seu perfil.

Fontes consultadas: Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky, e André Munhoz, country manager da Avast.

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– E o pior é que a brincadeira tem um fundo de razão…

Com o apagão do Facebook, Instagram e WhatsApp por 6 horas na última 2ª feira, viu-se algumas pessoas em desespero pela abstinência das Redes Sociais.

Isso é assustador, pois qualquer dependência é perigosa. Vivemos muito tempo sem elas, e não podemos nos tornar reféns das mesmas.

Por outro lado, memes hilários como este, abaixo, nos divertiram. Vejam só:

– O McDonald’s sem caixa humano: uma desagradável experiência.

Estive com minha filha de 4 anos no Shopping Parque das Bandeiras, em Campinas. Lá, existe uma restaurante no McDonald’s com 3 caixas físicos e 2 totens de auto-atendimento. Porém, na sexta-feira não havia uma só pessoa para o atendimento humano.

Estando com uma criança e sacolas na mão, por conforto, eu queria ser atendido por uma pessoa, não me “auto-atender” por uma máquina. E a fila era longa…

Perguntei à moça da loja (que ali estava fazendo faxina) se não tinha ninguém para atender, e ela, roboticamente, disse: “só no Totem”.

O Totem de auto-atendimento é legal para quem quer esse serviço. Eu não queria. Fui obrigado (mas não irei mais). E sabe a ironia? Como eu pagaria em dinheiro, tive que fazer o pedido pela máquina e esperar alguém aparecer para… cobrar!

É mole?

Custa ter uma pessoa para atender, desde o início? Essa “forçação de barra” irrita.

Totem e Cardápio Digital para Autoatendimento |

– A tecnologia e os costumes tradicionais se conciliando na Educação Escolar

Jaume Carbonell, renomado pedagogo espanhol, deu uma entrevista muito bacana em sua última passagem pelo Brasil. Abordou a necessidade do professor não ditar pensamentos, mas ensinar o aluno a pensar. Também falou de algo importante: a precisão de usar as tecnologias para o aprendizado sem abrir mão das coisas boas dos costumes tradicionais, como, por exemplo, folhear um livro impresso!

Destaco a seguinte fala:

“A escola deve ir em consonância com os progressos culturais, científicos e tecnológicos. As tecnologias contribuem para grandes mudanças, possibilidades e oportunidades para uma melhor aprendizagem. No entanto, esse mundo tão acelerado está gerando um problema: a falta de atenção e concentração. Eu penso que não é o mesmo ler no celular e ler em um livro de papel, porque fazemos isso de maneiras diferentes. Então, o papel ainda precisa existir. Ler em um livro impresso traz uma leitura mais pausada, tranquila, profunda e crítica. A instituição de ensino deve proteger a infância desse mundo acelerado, deve ser um espaço tranquilo. E deve haver diálogo: a conversação do professor com os alunos é fundamental para que, conjuntamente, façam um bom uso das tecnologias“.

A conversa toda no link em: https://desafiosdaeducacao.grupoa.com.br/jaume-carbonell-entrevista/?fbclid=IwAR2eCBFNALLYYBe4CAMY29VYsIXAHr6RyrV-gTasZ0L6xVEJmMQlLwRnAqA

 

– Smartphone ontem e hoje.

Celular AINDA é algo relativamente novo à minha geração, que não pode se acomodar nem deixar de se atualizar tecnologicamente.

Para a minha filha pequena, celular é algo que sempre existiu e faz parte do dia-a-dia. Aliás: celular não, mas sim SMARTPHONE.

Sou do tempo antigo BIP, o precursor do “teletrim”. Mas eis que vejo algo curioso: uma propaganda da Nokia sobre, acredite, fazer envio de mensagem de texto!

Parece coisa de séculos atrás, mas deve ter no máximo uns 15 anos. Abaixo:

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– Crianças e Mundo Digital: Futuro Assustador?

Fico impressionado como as crianças dominam bem os equipamentos eletrônicos e sabem se virar nas redes sociais. Temo apenas os golpistas e enganadores, mas, com ajuda dos pais, isso se torna seguro.

Porém, leio artigo da neurocientista Susan Greenfield, estudiosa doutora que profetizou:

as crianças do futuro não conseguirão discernir caras, olhares, tom de voz, já que se dedicam ao relacionamento virtual do que o pessoal”.

Claro que isso é preocupante. Mas não é apocalíptico demais? Nada do que uma boa educação familiar não possa corrigir…

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– A “Caneta do câncer” para diagnóstico de Covid!

Viva a Ciência brasileira!

Através da técnica de Espectrometria de Massas, cientistas brasileiros (e com alegria, inclui a minha esposa) conseguiram desenvolver um trabalho magnífico de diagnóstico rápido e preciso da Covid-19. Tal esforço acaba de ser reconhecido por importante publicação internacional.

Abaixo, extraído de: https://www.usf.edu.br/noticias/noticias-historico-exibir/182471235/pesquisa+em+ciencias+saude+da+usf+sobre+a+covid19+e+destaque+em+publicacao+internacional+.htm

PESQUISA EM CIÊNCIAS DA SAÚDE DA USF É DESTAQUE EM PUBLICAÇÃO INTERNACIONAL

Desde o início da emergência sanitária causada pela pandemia de COVID-19 o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciência da Saúde da Universidade São Francisco, em parceria com a Unidade Integrada de Farmacologia e Gastroenterologia (UNIFAG) e a Secretaria de Saúde de Bragança Paulista, vem atuando ativamente no desenvolvimento de tecnologias e soluções para o enfrentamento do SARS-CoV-2 (link da primeira notícia do projeto no começo da pandemia). Após 1 ano do início do projeto de Prevenção e Combate a Surtos, Endemias, Epidemias e Pandemias financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES – Edital nº 09/2020), a equipe do MS4Life Lab, liderada pela docente Andréia de Melo Porcari, publica o primeiro artigo utilizando a tecnologia da MasSpec Pen que permite a triagem de pacientes com COVID-19 em menos de um minuto.

O manuscrito intitulado “Rapid Screening of COVID-19 Directly from Clinical Nasopharyngeal Swabs Using the MasSpec Pen” foi publicado na renomada revista americana Analytical Chemistry (qualis A1), recebendo destaque na contracapa da revista (https://pubs.acs.org/toc/ancham/93/37). O estudo desenvolvido contou com as parcerias da UNIFAG, liderada pela profa. Dra. Márcia Ap. Antônio, Universidade do Texas, liderada pela profa. Dra. Livia S. Eberlin, Universidade Mackenzie, liderada pelo prof. Marcos Eberlin e da Secretaria Municipal de Saúde de Bragança Paulista, por intermédio da Dra. Lisamara Dias de Oliveira Negrini, também docente da USF.

Para a Coordenadora do Núcleo de Pós-Stricto Sensu, professora Yomara Lima Mota, os desempenhos nas pesquisas demonstram o compromisso da USF com a pesquisa científica brasileira e com o enfrentamento às demandas sanitárias que surgiram durante a pandemia. “A Universidade compreende que o momento é de apoio mútuo e de fortalecimento coletivo da sociedade e incentivo de cooperação científica”, afirmou a professora.

O método desenvolvido neste estudo emprega um novo design da tecnologia MasSpec Pen (conhecida popularmente como “a caneta do câncer”) para análise direta de swabs clínicos. Com tempo de análise curto (∼45 segundos por swab) e exatidão de 91% quando comparado ao teste referência (PCR), o novo método desenvolvido tem potencial como ferramenta de triagem rápida para a COVID-19 quando o PCR não estiver prontamente disponível. Segundo a profa. Dra. Andréia, a ideia com a nova tecnologia é fornecer uma alternativa diagnóstica rápida e com alta confiabilidade.

Outros estudos realizados pelo grupo liderado pelo prof. Dr. Fernando Augusto de Lima Marson, também do PPG em Ciências da Saúde da USF, focaram sobre aspectos sociais, epidemiológicos, de tratamento, diagnósticos e de saúde pública associados à pandemia da COVID-19. Em resumo foram publicados mais de 20 artigos que versaram sobre: (i) a importância do manejo por uma equipe multidisciplinar (1); (ii) impacto da pandemia em indígenas (2,3); (iii) diagnóstico e subnotificação da pandemia (4,5); (iv) progressão da doença e medidas de saúde pública (6,7,8,9,10); (v) vacinação (11,12); (vi) bibliotecometria (13,14,15); (vii) exames de imagem (16), e (viii) condições hospitalares associadas ao preparo para o manejo do paciente acometido pela COVID-19 de maior gravidade (17).

O grupo participou ainda de um importante estudo internacional relacionado à avaliação do impacto da COVID-19 em ambiente hospitalar em momentos cirúrgicos. Foram incluídos um total de 142 mil pacientes de 1.677 centros de 122 países. O estudo contou com a participação de aproximadamente 15 mil autores (reconhecido pelo Guinness Book como o maior estudo do mundo em autoria – LINK: https://www.guinnessworldrecords.com/world-records/653537-most-authors-on-a-single-peer-reviewed-academic-paper) e, até o momento, possibilitou a publicação de 4 artigos (18,19,20,21).

E não para por aí! Outro método de diagnóstico da COVID-19 já está em fase final de desenvolvimento pelo grupo na USF, utilizando a urina como matriz, buscando um método menos invasivo do que o famoso “cotonete”. Vamos acompanhar! Esses e outros estudos sobre a COVID estão sendo conduzidos por discentes e docentes do PPG em Ciências da Saúde da USF.

As universidades brasileiras têm protagonizado a formulação de respostas para a prevenção, o diagnóstico, o controle, o tratamento e a busca da cura para o novo coronavírus. Conforme aponta a Profa. Dra. Patricia Carvalho, coordenadora do PPG em Ciências da Saúde, “Os trabalhos gerados pelo grupo desde o início da pandemia, representam o compromisso e o esforço contínuo da USF, junto aos parceiros públicos e privados, com a sociedade e a ciência na área de enfrentamento da pandemia”.

Referências

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2. PALAMIM, CAMILA VANTINI CAPASSO ; ORTEGA, MANOELA MARQUES ; MARSON, FERNANDO AUGUSTO LIMA . COVID-19 in the Indigenous Population of Brazil. Journal of Racial and Ethnic Health Disparities, v. 7, p. 1053-1058, 2020.

3. MENDES, MATHEUS FERREIRA ; PEREIRA, LETÍCIA ROGINI ; LIMA, TAINÁ MOMESSO ; MELANI, VITÓRIA FRANCHINI ; PALAMIM, CAMILA VANTINI CAPASSO ; BOSCHIERO, MATHEUS NEGRI ; MARSON, FERNANDO AUGUSTO LIMA . COVID-19 pandemic evolution in the Brazilian Indigenous population. Journal of Racial and Ethnic Health Disparities, 2021.

4.CARVALHO, TATIANA ALINE ; BOSCHIERO, MATHEUS NEGRI ; MARSON, FERNANDO AUGUSTO LIMA . COVID-19 in Brazil: 150,000 deaths and the Brazilian underreporting. DIAGNOSTIC MICROBIOLOGY AND INFECTIOUS DISEASE, v. 99, p. 115258, 2020.

5. MARSON, F. A. L.. COVID-19 – 6 million cases worldwide and an overview of the diagnosis in Brazil: a tragedy to be announced. DIAGNOSTIC MICROBIOLOGY AND INFECTIOUS DISEASE, v. 98, p. 115113, 2020.

6. MEDEIROS, M. M. ; PEIXOTO, A. O. ; TAKESAKI, N. A. ; TANI, S. ; MARSON, F. A. L. ; BELLUOMINI, F. ; FRAGA, A. M. A. . Operational preparation of a pediatric emergency unit to assist COVID-19. REV. RESIDÊNCIA PEDIÁTRICA, v. 10, p. 79-82, 2021.

7. BOSCHIERO, M. N. ; PALAMIM, C. V. C. ; ORTEGA, M. M. ; MAUCH, R. M. ; MARSON, F. A. L. . One Year of Coronavirus Disease 2019 (COVID-19) in Brazil: A Political and Social Overview. Annals of Global Health, v. 87, p. 44, 2021.

8. MARSON, F. A. L.. Um milhão de casos de COVID-19. REVISTA DE MEDICINA (USP), v. 99, p. 209-212, 2020.

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21. PALAMIM, C. V. C. ; FERREIRA, E. P. ; MARSON, F. A. L. ; COVIDSurg Collaborative ; GlobalSurg Collaborative . Timing of surgery following SARS-CoV-2 infection: an international prospective cohort study. ANAESTHESIA, v. 76, p. 748-758, 2021.

– Quando as Redes Sociais cansam!

Já reparou como tem gente que escreve de maneira violenta, arrogante ou odiosa nas redes sociais? Ou que publica uma vida inexistente de beleza e felicidade?

Pra quê?

Muitos ofendem o próximo com palavrões via Twitter, coisa que pessoalmente não fariam. Outros usam do Facebook para destilar veneno por X ou Y (na política isso acontece demais). No Instagram, um mundo de belas paisagens, sorrisos e outras coisas que encantam – quando, vez ou outra, surge um idiota ameaçando você de qualquer coisa que nunca se imaginou!

Novamente: pra quê?

Parece que nesse âmbito, as Redes Sociais tornaram-se a arquibancada do século XXI, onde se permite e se pode tudo! Pensa-se que é terra de ninguém, maltrata-se por qualquer coisa, se difama por bobagem e desrespeita-se a opinião alheia.

Uma derradeira vez: pra quê?

Por muitas vezes, as Redes Sociais se tornam Antissociais, nos levando a pensar: por quê estamos inseridos nelas?

E você: por quê está? Precisa mesmo delas?

Conheço muita gente que está fora e não sente necessidade de estar. Muitas vezes, penso: vale a pena abandoná-las… mas aí você repensa sobre os contatos que tem, as atividades profissionais que possam ser exercidas através delas e pela comodidade / diversão de estar nesse mundo virtual. E desiste de sair!

Enfim: use com moderação, sem deixar que se torne um vício. Não as faça como algo obrigatório, desconfie das publicações que ali existam e cuidado com suas postagens, pois, afinal, dependendo do teor, haters podem surgir. E aí você se cansará delas.

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– Os Drones que poderão fiscalizar as Rodovias. Realidade ou Fake?

É Fake News, mas poderia ser real com os avanços tecnológicos!

Bombou na Internet há dois anos o vídeo onde um drone consegue captar nas rodovias paulistas os motoristas que falam ao celular, dirigem com o braço para fora e cometem outras infrações. 

Muitos ficaram assustados. Mas, verdade ou mentira, independente o que seja, para o bom motorista nunca haverá problemas. Certo?

Assista abaixo: ​

– Um dia marcante para a história da TV Brasileira!

Que não passe batido: hoje faz 71 anos que se inaugurou a TV Tupi, a 1a emissora da América do Sul e do Brasil!

Hoje a televisão cumpre o seu papel jornalístico, de entretenimento e de outras responsabilidades sociais a contento? Aliás, a interação dela com a internet é cada vez maior e inevitável.

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– The Panthers e a Realidade Virtual!

Sensacional! O que a tecnologia nos proporciona, não?

Viram essa ação promocional, abaixo, da pantera?

Clique no link do twitter:

https://platform.twitter.com/widgets.js

– O vídeo do extinto Lobo-da-Tasmânia

Sabe o “Taz”, personagem do Looney Tunes? Ele é um “Diabo-da-Tasmânia”, marsupial assim como o “Lobo-da-Tasmânia” – motivo dessa postagem.

Ele, lobo, é um animal extinto, que graças à tecnologia, consegue ser visto em cores no vídeo do seu último exemplar da espécie.

Olhe que legal, no link: https://youtu.be/6gt0X-27GXM

Da Superinteressante: https://super.abril.com.br/historia/assista-ao-primeiro-e-unico-video-colorido-de-um-lobo-da-tasmania/

A espécie foi extinta em 1936. O vídeo do último animal vivo foi gravado em preto e branco – e agora ganhou vida graças a técnicas de colorização

Por Maria Clara Rossini

O lobo-da-tasmânia foi uma espécie de mamífero que viveu na Austrália até 85 anos atrás. Em também é conhecido como “tigre-da-tasmânia” em outras línguas, graças às listras que carrega na parte inferior das costas. Assim como os cangurus e coalas, o lobo-da-tasmânia era um marsupial – ou seja, tinha uma bolsa no abdômen onde carregava os filhotes. O último animal em cativeiro, chamado Benjamin, morreu no dia 7 de setembro de 1936, e a espécie foi declarada extinta.

A maioria das pessoas vivas hoje não teve a sorte de conhecer a espécie. O que restou foram algumas gravações curtas do animal, que totalizam três minutos de vídeo. Todos foram filmados em preto e branco, é claro, mas o National Film and Sound Archive da Austrália (NFSA) submeteu um dos trechos à colorização e divulgou o primeiro vídeo colorido do animal. Veja abaixo.

O tratamento foi feito pelo Composite Films, um estúdio especializado em colorizar arquivos em preto e branco. O vídeo de 80 segundos demorou mais de 200 horas para ser processado – mas o trabalho valeu a pena. Além da colorização, a qualidade da imagem também melhorou significativamente. O clipe foi gravado em 1933, mas poderia se passar por um vídeo caseiro dos anos 2000.

“Devido à resolução e qualidade da imagem, muito do pelo e cabelo precisou ser animado e detalhado”, diz Samuel François-Steininger, responsável pelo projeto. Em nota, ele também conta que se baseou em pinturas e na pelagem presente em museus para acertar a cor do lobo-da-tasmânia. O estúdio também usou inteligência artificial para deixar o movimento do animal mais fluido.

O vídeo foi divulgado no último dia 7 de setembro, que marca 85 anos da morte de Benjamin. Nessa data, é celebrado o Dia Nacional de Espécies Ameaçadas na Austrália, em homenagem ao último lobo-da-tasmânia. O intuito é trazer visibilidade para animais e plantas em risco de extinção.

Imagem do último tigre da tasmânia, filmado no Zoológico de Beaumaris, Hobart, em 1933

 Filmagem: NFSA. Colorido por Composite Films/Reprodução

– A era da Imaginação!

Rita King, futuróloga da Nasa, certa vez resolveu falar de tecnologias do futuro e entrou na área da Administração de Empresas. Segundo ela:

Tivemos a Era Industrial e vivemos hoje na Era da Informação. Muitos futurólogos consideram a próxima era como a Era da Inteligência, mas ela só chegará quando as máquinas pensarem melhor do que nós. Até lá, aguardaremos um momento intermediário, que eu chamo de Era da Imaginação, onde as pessoas, os relacionamentos, a educação e os empregos devem se reformular!

Será que nosso atual momento no mundo dos negócios (e na sociedade também) não é de reinvenção diária?

A Era da Imaginação já chegou…

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– Visite meu canal no YouTube!

DISCUTINDO CONTEMPORANEIDADES, de Rafael Porcari, em vídeo?

Meu tradicional blog, numa simples versão em vlog. Conheça-o! É bem informal, feito sem muitos recursos, mas com muita coisa legal.

Ficarei grato com sua inscrição no canal e possível divulgação. 

Em: 

https://www.youtube.com/channel/UCRT3Ds8ExBZppf6iTwFTsuA

– A Escrita à Mão sobreviverá?

Adoro rabiscar em papéis. Ando sempre com várias canetas e boas lapiseiras. Caprichar na caligrafia (quando posso) é muito bom! Claro que meus textos costumeiramente (como a maior parte da população hoje) são digitados em equipamentos eletrônicos. Mas se puder encher a minha agenda de lembretes escritos ao invés dos marcadores eletrônicos, melhor!

Leio um bacana texto do Marcelo Tas, em seu blog no Terra. Ele aborda justamente isso: escrever a mão deixará de existir?

Sabe qual a motivação dele para escrever o artigo? O fato de que na Inglaterra, uma pesquisa acusou que as pessoas (em média) ficam 45 dias sem pegar uma caneta!

Uau. Em: http://blogdotas.terra.com.br/2012/07/17/escrever-a-mao/

ESCREVER À MÃO: PRÁTICA EM EXTINÇÃO?

Qual a última vez que você escreveu usando um lápis ou caneta? Estudo recente, realizado a pedido da Docmail– empresa que imprime e envia correspondência via web da Inglaterra- diz que as pessoas tem pego na caneta uma vez a cada 45 dias!

Das duas mil pessoas que participaram da pesquisa, dois terços declararam que pegam na caneta quando precisa fazer anotações em papelzinhos colantes. Mais da metade confessam que sua caligrafia tem piorado de forma acelerada. Uma em cada sete pessoas sente vergonha dos erros de ortografia. E 40% sistematicamente abreviam as palavras na hora de escrever ou preferem a comunicação falada.

Recentemente tive a alegria de recuperar mais de uma dezena de caderninhos onde anoto e desenho coisas desde quando iniciei minha vida profissional. Estou chocado com a quantidade de coisas que já escrevi à mão e usei nos trabalhos que realizei por aí. Tenho me esforçado para manter esse caderninho como companhia. Mas percebo, com uma certa preocupação, que a minha produção de escrita à mão tem diminuido de forma acelerada, como sugere a pesquisa.

Segundo uma outra pesquisa, que eu mesmo faço no Google, há dezenas de cursos de caligrafia prometendo o milagre de fazer a escrita melhorar em 15 dias.

A escrita à mão está com os dias contados? Vai nos fazer falta?

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– Presencial ou Virtual?

As empresas começam a voltar para o “batente” de maneira presencial. Algumas, com a continuidade do que for possível, via Home Office. Outras, como “era antes”.

Nas universidades, o ensino híbrido continua. Quem não deseja o presencial pode fazer à distância por enquanto. Mas aí fica a questão: e a qualidade do ensino?

Diferente das atividades comerciais (onde existe negociação), as acadêmicas exigem APRENDIZADO – e cabe ao professor ter a sensibilidade de observar se o aluno está aprendendo ou não. 

Como professor, sei das vantagens do ensino virtual, que vão da facilidade e comodidade ao discente passando à economia das mantenedoras (afinal, descobriu-se que é mais barato colocar um professor com várias salas do que presencialmente, em alguns casos…).

Particularmente, prefiro o presencial! A interação, o olho-no-olho e a relação mais íntima ajudam o professor a conquistar o estudante e fazê-lo “vestir a camisa” do esforço estudantil.

E você, o que prefere?

Nova Escola Box | Virtual aprimorado: o modelo de ensino híbrido que potencializa o on-line, com apoio do presencial

– Adolescentes, fé e reclusão.

Nesses tempos pandêmicos, os adolescentes (que tanto precisam de interação social nessa fase de desenvolvimento da vida), sofreram demais com o isolamento. E nesses momentos, um companheiro muito grande (para medo dos pais) foi a Internet!

Como se assegurar que tudo o que se vê, por mais que a família seja cuidadosa, é saudável para a mente e para a alma?

Para quem milita em grupos de Jovens, reuniões de Perseverança ou catequeses da Crisma, onde essa idade é inserida na Igreja com um pouco mais de fervor, sabe o enorme prejuízo espiritual que os adolescentes tiveram. A falta de “rotina espiritual”, dos encontros e do “exercício da fé” (de maneira comunitária) é uma experiência quase que irrecuperável. E se bobear, o “mundão” e o “materialismo” se aproveitam desse momento e surrupiam nossos filhos.

Que Deus ajude a resgatar almas e vidas nessa retomada da sociedade no período “quase pós-pandêmico” que estamos nos aproximando.

– Árbitro e VAR em Chapecoense 1×1 América mostraram o retrato da tragédia…

Se fosse um Flamengo x Corinthians, um Gre-Nal ou algo dessa grandeza (de apelo Nacional), repercutiria muito mais; só que como tem apelo Regional, o jogo Chapecoense x América nesta segunda-feira passou “meio batido”, mas pode ter sido considerado o pior jogo do uso do VAR no Campeonato Brasileiro 2021.

Sobre as lambanças, compartilho aqui: https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/9067894/brasileirao-chapecoense-empata-com-o-america-mg-e-segue-sem-vencer-em-noite-de-arbitragem-conturbada?platform=amp

O que eu quero chamar a atenção é: nesta última semana, os árbitros passaram por imersões, treinamentos intensivos e concentrações TREINANDO o uso do VAR em Águas de Lindoia-SP, no espaço onde a CBF aluga para o “desenvolvimento do uso do árbitro de vídeo” (aliás, as fotos da confraternização dos términos do evento são muito bacanas). Também faz 15 dias que inaugurou-se o Centro de Excelência da Arbitragem, na sede da CBF.

Se tanto dinheiro está sendo gasto; se treinamento existe – mas os resultados não aparecemconclue-se que:

  • A mão de obra é ruim (os árbitros);
  • O dinheiro está sendo mal gasto;
  • Quem treina os árbitros, não sabe ensinar.

Já é hora de repensarmos o uso do VAR ou não no Brasil (o que é permitido pela FIFA), com a seguinte justificativa: está valendo a pena ou não?

Do jeito que está, é mais barato e mais justo esportivamente falando não usá-lo.

Acréscimo: sobre treinamento e custo do VAR, nos itens 4 e 5 deste link: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/08/03/var-vale-a-pena-repensa-lo-em-7-topicos/

– Indicadores de Amadurecimento.

A tecnologia, se usada para o bem, é algo fantástico. Leio que a Embrapa está desenvolvendo um “sensor em formato de selo” que indica se a fruta está madura!

Já imaginaram a diminuição das perdas de produtividade com isso, bem como da melhor qualidade de produtos em nossa mesa?

Abaixo, extraído de: https://revistapesquisa.fapesp.br/2020/04/07/fruta-no-ponto-certo/

FRUTA NO PONTO CERTO

Por Gabrielle Araújo / Embrapa

Uma parceria da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com a Siena Company resultou no desenvolvimento de um sensor para monitorar o amadurecimento de frutos. Trata-se de um selo contendo nanopartículas de um composto à base de sílica que pode ser colado à embalagem ou à superfície do fruto. À medida que amadurecem, alguns frutos liberam o gás etileno, que reage com o sensor e o faz mudar de cor. Um aplicativo para celular que lê um código de barras e a cor do selo permite conhecer o estágio de maturação do fruto e as informações sobre sua origem. Batizado de Yva (fruto, em tupi-guarani), o sensor foi testado em manga e mamão. “Até onde sabemos, não existe no mercado um produto desse tipo”, diz Marcos Ferreira, pesquisador da Embrapa e um dos idealizadores do sensor, que pode ajudar a reduzir as perdas na cadeia produtiva.

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