– IA transformando desenhos em pessoas.

E a tecnologia mostra coisas impressionantes! Uma delas: a transformação de personagens de desenhos animados em pessoas com feições reais!

Veja que curioso, extraído de: https://www.hardware.com.br/noticias/2022-02/inteligencia-artificial-mostra-como-seriam-personagens-classicos-de-desenho-na-vida-real.html

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL MOSTRA COMO SERIAM PERSONAGENS CLÁSSICOS DE DESENHO NA VIDA REAL

Inteligência artificial mostra como seriam personagens clássicos de desenho na vida real

A Inteligência Artificial tem proporcionado uma série de feitos bem notórios, e alguns deles não são exatamente úteis, mas muito interessantes. Como exemplo, a tecnologia está sendo usada para trazer a vida alguns desenhos animados, tanto da Disney quanto de animações com características mais bizarras, como os Simpsons.

Se você sempre teve curiosidade de saber como alguns personagens de desenhos animados seriam na vida real, então certamente vai adorar o trabalho de um artista digital brasileiro que está fazendo bastante sucesso na rede com suas fotos realistas de alguns deles.

inteligência artificial

O brasileiro Hidreley Diao é um artista digital brasileiro que está conquistando milhares de cliques nas redes sociais por postar imagens de retratos de como seriam vários personagens de desenhos animados em suas versões reais.

Ele se diz apaixonado por qualquer coisa relacionada a arte digital e, depois de descobrir que software de inteligência artificial é capaz de criar uma imagem fotográfica realista de pessoas que não existem, começou seu projeto que fez tanto sucesso.

inteligência artificial

Segundo ele, tudo começou com um grupo de desafios de Photoshop no Facebook chamado de Desafios Photoshop Brasil. Ele era um dos administradores desse grupo e também participava de vários desafios, e foi a busca por esses desafios que fez com que ele conhecesse o site Bored Panda.

Atualmente ele tem um comércio de salgados mas faz posts colaborativos em inglês para o site. Com isso, acabou ganhando muito destaque e visibilidade e seu trabalho já foi comentado em grandes mídias como Newsweek, Daily Mail, The Sun e outros. Atualmente as imagens apareceram até mesmo no Buzzfeed dos EUA.

Desenhos animados trazidos para a vida real

O artista revelou que desde que descobriu a inteligência artificial, vem desafiando a si mesmo a fazer coisas que nunca se imaginou fazendo antes. Para isso ele conta com muito estudo e muita prática. Foi assim que ele pensou em começar a trazer alguns personagens da Disney para a realidade.

E com isso ele já tem muita familiaridade. Hidreley cresceu assistindo a muitos deles como Simpsons, desenhos da Hanna Barbera e, claro, animações da Disney, que sempre tiveram um grande impacto na sua vida.

“Quando assistimos a alguma animação, é natural aceitar as proporções caricaturais dos personagens sem problemas, afinal, estamos bastante acostumados com esse tipo de traço. Mas e se, como em um feitiço, eles se tornassem reais, de carne e osso? Tentei trazê-los para o nosso mundo através da inteligência artificial.”

Os softwares que ele mais usa para criar essas fotos são o Photoshop no computador e mais 2 aplicativos mobile de edição de fotos como o FaceApp, Gradient e Remini. Cada foto que ele produz é fruto de uma criação usando imagens encontradas na internet de rostos que combinem com os personagens.

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Ele revela que procura em bancos de imagens e começa fazendo uma comparação entre os olhos. A parte mais difícil, de acordo com o artista brasileiros, é encontrar uma imagem que combine com a do personagem que ele está trabalhando no momento.

Para conferir mais do trabalho dele, pode segui-lo no Instagram clicando aqui.

Você também deve ver 😉 (Fonte: petapixel)

– O direito de se desconectar do trabalho aumentará a produtividade?

Na Bélgica, o Governo permitiu que os funcionários públicos tenham “o direito de não serem incomodados fora do expediente de trabalho por mídias eletrônicas”. Em troca, espera-se o aumento de produtividade.

Veja que interessante e avalie: a iniciativa privada entrará nessa onda?

Extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Mundo/noticia/2022/02/os-belgas-que-ganharam-direito-de-se-desconectar-do-trabalho.html

OS BELGAS QUE GANHARAM O DIREITO DE SE DESCONECTAR DO TRABALHO

A partir de fevereiro, funcionários públicos da Bélgica não poderão ser contatados fora do horário de expediente

Embora tenha um dia sonhado em ser chef de cozinha, Delphine acabou se tornando funcionária pública. Mas ela ainda faz questão de dedicar tempo para cozinhar. “É uma das minhas paixões”.

A belga de 36 anos está preparando um jantar para seus amigos Catherine e Roch. O prato é Hachis Parmentier, uma receita à base de carne moída e purê de batata. Enquanto frita cebolas, Delphine me conta que celebrou o fato de vários funcionários públicos da Bélgica estarem ganhando o “direito de se desconectar”.

“Especialmente para os jovens, não é claro quando eles devem ou não estar disponíveis”, disse.

“Porque quando você começa num emprego novo, você quer ser perfeito e você pensa: ‘Se eu não responder àquele email às 22h, talvez meu chefe não goste’. Então, agora, acho que haverá uma mudança cultural”, diz.

Desde o dia 1° de fevereiro, 65 mil funcionários públicos passaram a não poder ser contatados fora do horário de expediente. Há algumas exceções- por acordo ou se for algo tão urgente que não possa esperar. E isso não significa que não haverá funcionários de plantão.

Estresse e burnout

Um segundo princípio estabelecido pelas novas regras é que funcionários não poderão ser prejudicados por não atender o telefone ou responder a e-mails fora do horário de expediente.

A ministra da Administração Pública, Petra De Sutter, acredita que as mudanças vão aumentar a eficiência. Ela diz que a linha entre trabalho e vida pessoal tem se tornado cada vez mais cinzenta com a pandemia, com tantas pessoas trabalhando de casa.

Sem o direito de desconectar, ela diz, “o resultado seria estresse e burnout, e isso é uma doença real nos dias de hoje”. Essa mudança de regra é relativamente fácil de implementar porque só se aplica a funcionários públicos federais.

Um projeto para estender a prática para o setor privado poderá receber maior resistência. “O direito de desconectar não deve ser aplicado ao setor privado”diz Eric Laureys, da Voka, rede belga de empresas. Ele diz que essa mudança poderia “desfazer” o progresso visto durante a pandemia em flexibilizar rotinas de trabalho.

“Seria um grande sinal de desconfiança na abilidade dos empregadores de organizar o trabalho.”

Len Shackleton, pesquisador da Think Tank Instituto de Assuntos Econômicos e professor de economia na Universidade de Buckingham, concorda que o “direito de se desconectar” prejudicaria a flexibilidade.

“Restrições em contatar trabalhadores fora do horário de expediante seriam só uma dose a mais de regulação.” Petra De Sutter insiste que a medida não será um obstáculo à flexibilidade de trabalho, quando isso for do desejo do empregado.

“Por outro lado, temos que proteger direitos básicos dos trabalhadores”, diz ela.

Já Delphine ri quando perguntada se o “direito de se desconectar” não pode alimentar a ideia de que funcionários públicos trabalham pouco ou que estão sempre de olho no horário do fim do expediente.

Ela diz que isso é um clichê antigo e garante que a carga de trabalho aumentou nos últimos anos. “Acho que fazemos mais com menos pessoas, normalmente. Não acho que trabalhamos pouco.”

Outros países já aprovaram mudanças semelhantes, como a França. Na Bélgica, o próximo estágio do debate é verificar se um grupo maior de trabalhadores deveria, também, ganhar o direito de se desconectar.

A ministra da Administração Pública da Bélgica, Petra De Sutter, diz que a mudança vai aumentar a eficiência (Foto: AFP via BBC News)

– Até 2035, somente carros elétricos na Inglaterra?

Quer dizer que pós-Brexit, a Inglaterra tomou uma medida ecologicamente correta (e impactante), adiantando em 5 anos a eliminação de carros com motor à gasolina e diesel?

A partir de 2035, 100% da frota fabricada deve ter a opção de ter motor elétrico (que hoje, representa apenas 3%).

Conseguirá? 

O certo é: os Postos de Combustíveis no Reino Unido, sem dúvida, terão que se readaptar a essa realidade… Aliás: estuda-se na Terra da Rainha a construção de estradas com faixas que gerem eletricidade para reabastecimento constante. Já imaginaram que sensacional, caso tal tecnologia for possível? Quebraria o mundo do petróleo.

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– E nas discussões da International Board, resolveu-se que…

nada de novo ocorrerá no futebol!

Sobre as perdas de tempo e preocupação de aumento de bola rolando (falamos ontem em http://wp.me/p4RTuC-JF2), decidiu-se que os árbitros irão recuperar todo tempo-extra necessário. Ou seja: acrescentar os minutos necessários aos moldes da primeira fase da Copa do Mundo 2022.

Na mesma oportunidade, discutiu-se (mas não se aprovou) a proposta das substituições temporárias: a ideia de que, quando um jogador lesionasse sua cabeça, fosse retirado de campo e um substituto jogaria em seu lugar até ele ter condições ou não de voltar a campo.

Gostou das decisões? Deixe seu comentário:

– Confira se seu filho fica muito tempo no celular:

Li no Estadão (Caderno 2, Página H1, 04/7/20), um teste para ver se nossas crianças abusam das telas (celulares, notebook e semelhantes).

Vale a pena usá-lo. Abaixo:

VEJA SE SEU FILHO ABUSA DE TECNOLOGIAS

por Camila Tuchlinski

O livro “A criança digital: Ensinando seu filho a encontrar equilíbrio no mundo virtual” contém ainda uma ferramenta útil para ajudar os pais a avaliar se o tempo diante das telas está prejudicando ou não a saúde dos filhos.

Basta preencher as dez questões a seguir com os números 0 (nunca ou raramente), 1 (de vez em quando), 2 (geralmente) ou 3 (sempre), e então somá-los. Se a pontuação atingida for menor que 10, isso significa que seu filho não parece passar muito tempo diante das telas e é capaz de atuar dentro de limites saudáveis.

Com uma pontuação de 11 a 20, a criança pode estar muito dependente das telas, e será preciso monitorar esse tempo com mais cuidado. Agora, se a pontuação ultrapassa 21 pontos, talvez seja hora de recorrer a orientação e ajuda profissional.

( ) Seu filho se irrita quando você pede que ele saia da frente da tela para jantar ou realizar outra atividade.

( ) Seu filho pede que você compre um aparelho digital, como um tablet, mesmo depois de você ter dito não.

( ) Seu filho tem dificuldade de terminar o dever de casa porque está ocupado vendo televisão ou jogando vídeo game

( ) Seu filho recusa-se a ajudar nas tarefas domésticas porque prefere brincar com aparelhos eletrônicos.

( ) Seu filho insiste para jogar vídeo game ou brincar com outra atividade diante das telas mesmo depois de você ter negado.

( ) Seu filho não pratica atividades físicas por ao menos uma hora ao dia.

( ) Seu filho não faz contatos visuais frequentes com outras pessoas da família.

( ) Seu filho prefere jogar vídeo game a brincar ao ar livre com os amigos.

( ) Seu filho não gosta de nada que não inclua aparelhos eletrônicos.

( ) Quando você proíbe o uso de aparelhos eletrônicos por um dia, seu filho fica irritado e manhoso.

A tecnologia é um bem que precisa ser bem usado. “No mundo virtual, tudo funciona com base em recompensas imediatas. Na vida real, porém, temos de exercer a paciência, saber dialogar e abrir mão de prazeres instantâneos em prol daquilo que é mais duradouro”, conclui o editor da Mundo Cristão, Daniel Faria.

EXCESSO DE TELA MODIFICA CÉREBRO DAS CRIANÇAS (Foto: Getty Images)

Foto: Getty Imagens, extraída de: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/noticia/2020/02/excesso-de-tela-modifica-o-cerebro-das-criancas.html

– Ninguém fala mais dos jipes terráqueos em Marte?

Zhurong e Perseverance são dois jipês-robôs que estão em Marte, após anos de viagem pelo espaço. Chinês e norte-americano, respectivamente, estão procurando sinais de vida no Planeta Vermelho.

Custaram bilhões! E imagine a tecnologia empregada para serem controlados aqui da Terra. A pergunta é: o que eles estão fazendo atualmente? Não se tem mais notícias dos trabalhos!

Já pensou se, depois de tanto investimento, eles não funcionarem?

Marte. Marte, o planeta vermelho - Mundo Educação

Imagem extraída de: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/planeta-marte.htm

– “Retirem os celulares durante as refeições e conversem uns com os outros”, diz o Papa!

Repost de 3 anos, mas atual:

E quando as famílias se reúnem para comer e os celulares dominam a mesa?

E quando os celulares são prioridades nas rodas de conversa?

E quando as orações se dispersam por conta dos telefones?

E quando até o Papa precisa pedir moderação?

Sobre o uso dos celulares ao invés da conversa diária, no sermão do Papa Francisco,

em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/12/29/recolham-os-celulares-durante-as-refeicoes-e-conversem-uns-com-os-outros-pede-o-papa.ghtml?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=g1

Papa Francisco durante sermão, no dia 29 de dezembro de 2019 — Foto: Gregorio Borgia/AP

Papa Francisco durante sermão, no dia 29 de dezembro de 2019 — Foto: Gregorio Borgia/AP. Extraído de G1 (citação cima).

– 16 anos da criação do iPhone!

Há 16 anos, um invento mudava o mundo. Era apresentado o Iphone!

Na oportunidade, Steve Jobs, CEO da Apple, disse:

Hoje a Apple está reinventando o telefone.” (09/01/2007)

Para mim, reinventou mesmo. Os aparelhinhos inspiraram os concorrentes e transformaram até mesmo o comportamento das pessoas. Desde então, o conceito de aparelho telefônico mudou bem!

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Imagem extraída de: https://www.siliconrepublic.com/business/france-to-auction-4g-networks-this-summer

– As Vias Especiais para Pedestres que usam Celular!

Sinal dos tempos: o que você acha se algumas calçadas fossem exclusivas para “viciados em celular”?

Veja sobre os acidentes de quem anda grudado na tela, dessa postagem que se faz bem atual, no texto  extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/cidades-sem-fronteiras/

TOMBOS, INDIFERENÇAS E DESIMPORTÂNCIA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS

Brasileiros passam mais tempo olhando seus smartphones do que assistindo à televisão ou usando o computador. O resultado prático disso é que as pessoas olham seus aparelhos o tempo todo, no sofá de casa, no banheiro ou, o que pode ser ainda mais estranho e perigoso, caminhando no meio da rua. Faça o teste e repare, ao longo do dia, quantos minutos (ou segundos) você consegue andar sem olhar o celular.

O impacto disso na vida urbana é enorme. Como ninguém mais olha por onde anda, ninguém mais observa a cidade. A percepção dos espaços é cada vez menor o que, ao longo do tempo, faz minguarem as exigências sobre a qualidade desses locais. Tudo o que está fora da telinha passa a ser indiferente. A experiência de caminhar livremente e praticar o mais antigo esporte humano, olhar as pessoas que passam, parece algo datado. Além disso, uma série de acidentes causados pela falta de atenção entraram para a rotina de pedestres e hospitais.

Nos Estados Unidos, tombos causados porque a pessoa estava absorta vendo o celular em vez de olhar por onde andava já correspondem a 10% dos atendimentos a fraturas em prontos socorros, de acordo com a Universidade Buffalo de Nova York. Em Ohio, foram 1.506 quedas causadas por celular em 2010, o dobro do registrado em 2005. A maior parte das vítimas tinha entre 16 e 25 anos.

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Imagem extraída da Internet

– Lições de Empreendedorismo do Criador do Waze.

Uri Levine, juntamente com Ehud Shabtai, ambos israelenses, são os criadores do aplicativo Waze. Em 2013 eles venderam o App ao Google por mais de US$ 1 bi.

Sabe o que Uri faz hoje? Vive de palestras (30 por ano sobre empreendedorismo) e de montar pequenas Startup’s (em especial no Brasil).

Uma curiosidade: ele não tem carro, só anda de bicicleta!

Dá para imaginar que o ex-dono do Waze prefere outro meio de locomoção?

Abaixo, algumas curiosidades que ele disse à Revista Isto É, Edição 2452, pg 08-10:

Tínhamos uma grande expectativa de que o Waze fosse um sucesso no Brasil, pois o país é o 4o do mundo em número de carros e o trânsito é péssimo (…). Também porque em seu país a divulgação boca-a-boca é um sucesso (…). Israel é um sucesso para startup’s por 3 fatores: cultura do pragmatismo devido ao Exército, o fracasso é tolerado e o segundo empreendimento sempre é visto melhor do que o primeiro, além disso, o Governo dá uma estrutura de apoio fantástica a quem quer investir (…). Em 05 ou 10 anos veremos carros autônomos [sem motoristas] à venda, e a próxima geração não precisará ter carteira de habilitação.”

Está sendo um visionário ou não? Será que em tão pouco tempo não precisaremos de CNH? Não duvide tanto de um bilionário…

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Imagem extraída de: http://mxtube.net/videos/search/waze-publicit

– E quando não existia a Internet em nossas vidas?

Ouço que em um levantamento da ONU registrou-se que no Brasil há 98 milhões de pessoas que não acessam a Internet. É mais ou menos a metade da população do país. A maioria por serem “analfabetos digitais”.

A comodidade da Internet nos ajuda (E MUITO), mas há 20 anos o acesso eram ínfimoHá 30 anos ela nem existia por aqui.

Criamos a necessidade de ter Internet, pois quando não a tínhamos, não sentíamos falta (ou achávamos isso). Idem ao telefone celular. Idem nossos antepassados com a energia elétrica. E é esse o ciclo das necessidades.

Enfim: precisamos da Internet no dia-a-dia, só que não podemos nos fazermos reféns dela!

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Inclusão Digital URGENTE!

Dr José Renato Nalini abordou um tema deveras importante: a necessidade de promover a inclusão digital como Política de Estado, devido às várias urgências! Foi escrito em meio a pandemia, mas é atualíssimo.

Confira que visão importante, extraída de: https://renatonalini.wordpress.com/2020/12/28/era-da-inclusao-digital/

ERA DA INCLUSÃO DIGITAL

O mundo pós-pandemia será cada vez mais digital. A luta contra o coronavírus obrigou à tomada de providências drásticas, dentre as quais o confinamento da maioria das pessoas. Verdadeiro pânico se estabeleceu e nos primeiros meses observou-se o distanciamento social e um severo capítulo de medidas de higiene.
Aos poucos, o Brasil vai se acostumando com as seiscentas mortes diárias e mais de vinte mil novas contaminações. Isso significa que a epidemia continua e que teremos de conviver com ela nos próximos anos. Sem prejuízo da vinda de outras novas, associadas ao maltrato da natureza e à extinção da biodiversidade em todo o planeta.
Tal cenário impõe a absorção plena da cultura digital. Ela mostrou-se capaz de minorar os males decorrentes da peste. As aulas continuaram e a transmissão de conteúdo mostrou-se a tábua de salvação para milhões de estudantes. O contato virtual com familiares foi uma constante. As lives mostraram-se instrumento eficiente e idôneo de comunicação grupal. Ouvi de amigos conferencistas que nunca tiveram tanto auditório como nesses tempos.
Bancas para a arguição de dissertações e teses puderam funcionar. As compras online já eram exitosas e mostraram-se cada vez mais eficazes, assim como a movimentação financeira pelos bancos e demais instituições.
Isso evidencia a urgência de políticas sérias de inclusão digital de todos os brasileiros. Os millenials já dominam com desenvoltura as modernas tecnologias e descobrem funcionalidades de forma espontânea, desnecessária qualquer formação técnica específica. Eles podem ser de imensa serventia para treinar os adultos e aqueles da geração analógica, às vezes perdidos na parafernália dos mobiles.
Levar a inclusão digital a sério, como política de Estado, mas não condicionada a iniciativas de governo, é missão que se atribui a todo brasileiro lúcido e capaz de enxergar com acuidade a situação em que a Terra se encontra.
Todas as maiores empresas globais integram esse universo das tecnologias da comunicação e informação. O capital intangível da informação mostrou-se hábil a satisfazer a ânsia capitalista por amealhar fortunas e por dominar uma sociedade mundial cosmopolita, que aspira ter acesso ao que é mais atual e mais contemporâneo em termos de mercado.
Uma nação com desenvolvimento assimétrico, na verdade periférica em grande parte e emergente – talvez a mais atrasada dentre as BRICs – precisa imergir nessa cruzada de treinamento da cidadania, com empenho, garra e audácia.
A Quarta Revolução Industrial mudou profundamente a sociedade e os países que ficarem na rabeira dificilmente alcançarão aquelas que tomaram a dianteira. Não há progresso per saltum, o que significa a necessidade de percorrer todas as etapas do processo, mas em ritmo bastante acelerado.
Os municípios, entidades da Federação brasileira, precisam ser inteligentes e tentar suprir a ausência de planejamento que caracterizou o desordenado crescimento e a insensata conurbação que caracteriza grande parte do território brasileiro. As escolas não podem se resignar a transmitir conhecimento convencional, mas têm de entrar para valer no mundo digital. Ensinar os alunos a extrair consequências úteis para o uso híbrido de múltiplas tecnologias. Aprender programação. Criar aplicativos para a resolução de problemas aparentemente insolúveis.
Com a desenvoltura que os millenials têm, eles poderão se converter em tutores dos adultos. Nunca mais se poderá dispensar esse uso benéfico da internet, que multiplicou a produtividade de um setor emperrado e constantemente acusado de lentidão, que é o Judiciário. Os bancos e instituições financeiras já não dependem de comparecimento de seus clientes a sedes que serão drasticamente reduzidas e o PIX está aí, para facilitar ainda mais as coisas.
Tudo pode ser feito pelas redes sociais, que precisam ser instrumentos civilizatórios e abandonar esse desvio nefasto da produção de fake News e de disseminação de discórdia, ira, ódio e violência verbal.
Não se espere que governo seja o condutor de um processo que deve inspirar empresários e empresas, ONGs, Universidade, educadores e escolas, organizações, clubes, associações, entidades e pessoas físicas providas de empenho em transformar – para melhor – este sofrido Brasil.
Talvez chegue um dia em que até a vetusta Justiça venha a se comover e promova eleições pela internet, poupando recursos escassos, tempo e a obrigação de trabalho escravo requisitado à cidadania, assim como o uso de dependências privadas, numa grande e perigosa aglomeração de pessoas em plena crise da Covid19.
Já possuímos toda a estrutura para colher a manifestação da cidadania pelos seus mobiles. Com grande ganho em eficiência e rapidez, sem a invocação falaciosa de que uma eleição digital é mais perigosa do que a eleição convencional.
Inclusão digital movimenta a economia e habilita as pessoas ao exercício pleno de uma cidadania que foi prometida, mas que não virá como dádiva estatal, senão como conquista de quem quer participar dos destinos de sua Pátria e não ser massa de manobra para interesses nem sempre claros, nem sempre os mais legítimos.

_ José Renato Nalini é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS – 2020-2021.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Cuidado com a Nomofobia!

Li e compartilho: o medo de ficar sem acesso ao telefone celular se tornou uma das fobias mais comuns desse século, mostrando que a dependência aos smartphones é não só uma necessidade, mas um vício.

A esse mal se dá o nome de NOMOFOBIA, que significa “estar sem um comunicador móvel” (ou “no mobile” em inglês).

Tô achando que conheço muita gente que sofre dessa fobia…

Imagem extraída de: https://cliapsicologia.com.br/nomofobia-e-dependencia-digital/

– Reféns das Máquinas e da Tecnologia em Geral?

Compartilho interessante material sobre a tecnologia e o seu uso no dia-a-dia. E veja que curioso: o texto não é antigo e o assunto é atual, datado de 2012, mas como o propósito é falar das facilidades e transformações do mundo digital, parece que já é de muito mais tempo! O tema nos convida à seguinte reflexão: Somos escravos do computador?=

É claro que falamos da tecnologia moderna. Todos nós nos tornamos dependentes dela, e muitas vezes queremos fugir totalmente dessa servidão ocasionada pelas máquinas. Mas isso é possível? Quanto tempo conseguimos ficar longe dos equipamentos com tecnologia de ponta?

O grau de dependência varia para cada indivíduo. E o seu, qual é?

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI79096-15224,00-ESTAMOS+FICANDO+ESCRAVOS+DAS+MAQUINAS.html

ESTAMOS FICANDO ESCRAVOS DAS MÁQUINAS?

Os aparelhos modernos facilitam tanto nossa vida que rapidamente se tornam indispensáveis. Como o avanço tecnológico está alterando nosso comportamento e nosso modo de raciocinar

A mente humana possui uma capacidade prodigiosa de memorização. Dizia-se que Matteo Ricci, um jesuíta italiano que viveu na China no século XVI, sabia de cor o texto de 150 livros. Dois milênios antes, os bardos gregos se valiam da memória para transmitir de pai a filho os 15.693 versos da Ilíada, poema posto no pergaminho 400 anos após a morte de seu lendário autor, Homero. A educação dos cidadãos incluía o exercício de decorar os textos homéricos. Hoje, isso parece uma capacidade tão prodigiosa quanto inútil. Afinal, os livros estão aí, nas bibliotecas (ou na internet). Basta consultá-los. No mundo atual, prezamos mais o raciocínio que a decoreba – um termo pejorativo que não à toa é aplicado ao processo de memorização.

Transformações similares a essa estão acontecendo agora, no século XXI: a tecnologia, mais uma vez, está mudando nossa forma de pensar. Um exemplo é o GPS, o sistema de localização por satélite. Tóquio, a maior cidade do mundo, tem dezenas de milhares de ruas e avenidas, a maioria delas sem nome. As casas e os edifícios têm numeração, mas ela é aleatória, ou melhor, histórica: a casa mais antiga da rua em geral é a número 1, não importa em que altura esteja. A habilidade de localizar-se na cidade assombra os estrangeiros – e concede status especial a carteiros e taxistas.

Os candidatos a taxista, assim como em Londres, devem passar por um teste dificílimo para provar que sabem de cor o mapa da cidade. Isso exige anos de treinamento e memorização. Há alguns anos, depois do advento do GPS, a prova passou a aferir também se o candidato sabe usar o aparelho. O GPS tornou-se um equipamento-padrão nas frotas de táxi. Mas os motoristas mais velhos pouco o usam. Eles mantêm a malha viária viva na memória.

Os taxistas mais jovens recorrem bem mais ao aparelho. Ainda decoram o mapa da cidade, mas provavelmente começam a esquecê-lo assim que são aprovados no exame. O GPS representa um óbvio avanço para o cotidiano dos japoneses. O curioso é como um sistema inexistente há poucos anos caminha rapidamente para se tornar imprescindível.

Algo parecido aconteceu nos últimos meses em São Paulo. Acostumados às facilidades da internet para pesquisar serviços, trabalhar, conversar com amigos ou informar-se, centenas de milhares de clientes do serviço Speedy de banda larga da Telefônica sentiram-se frustrados com as constantes quedas do sistema. O mesmo tipo de sentimento nos assalta quando um vírus invade o computador, o celular perde a conexão ou o carro quebra.

Os mais afetados pela súbita privação da tecnologia são, em geral, os mais jovens. Eles nasceram imersos num mundo digital – e são mais dependentes dele. Segundo uma pesquisa feita em 2009, em Hong Kong, com 1.800 jovens de 18 a 25 anos, um em cada sete diz não ver sentido na vida sem a internet.

“Angústia, ansiedade e perda de concentração são sintomas da síndrome de abstinência em qualquer dependência. Não é diferente com a tecnologia”, diz a pesquisadora russa Nada Kakabadse, da Faculdade de Administração de Northampton, na Inglaterra, especializada em dependência tecnológica. “A tecnologia deveria ser uma ferramenta. Virou uma sobrecarga,” diz Kakabadse. “É a dependência da tecnologia portátil, que se leva consigo ao cinema, ao teatro, a um jantar e praticamente para a cama.

Há jovens que passam 16 horas por dia no videogame. Eles não se exercitam, comem mal, estão ficando doentes”, afirma. “A cultura do trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana, também está ligada às novas possibilidades tecnológicas.” Kakabadse acredita que nossa entrega à tecnologia terá consequências. “A capacidade de julgamento é afetada. A tomada de decisões fica comprometida”, diz. “Em 20 anos, haverá leis restringindo o uso abusivo de eletrônicos, como ocorre com o tabaco e as drogas.”

Essa previsão parece exagerada. Mas já há, hoje, gente preocupada com nossa dependência tecnológica. Como sabe qualquer pessoa que tenha celular com agenda eletrônica, a espécie humana está perdendo a capacidade de decorar telefones – até o da própria casa. “Talvez o único meio de evitar os efeitos nocivos da dependência tecnológica seja conservar habilidades que não dependam do computador”, diz o historiador da tecnologia Edward Tenner, da Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Ele prega o uso do telefone, de vez em quando, no lugar do e-mail, ou fazer cálculos com lápis e papel, em vez de usar a calculadora.

Há gente mais radical. Em Vauban, um subúrbio de Freiburg, na Alemanha, a maioria dos 5.500 moradores largou o automóvel. O subúrbio não tem vagas para estacionar. Os 30% de moradores que têm carros são obrigados a deixá-los numa garagem perto da estação de trem. Cada vaga custa US$ 40 mil. Para fazer viagens, os moradores alugam carros comunitários. O abandono do mundo sobre quatro rodas nem sempre é fácil. “Algumas pessoas se mudam para cá e desistem rápido – sentem falta do carro”, diz Heidrun Walter, uma moradora. Vauban é a experiência mais avançada de um bairro “car free” na Europa. Trata-se de uma medida contra as emissões de poluentes que provocam o efeito estufa.

O mesmo motivo – tentar salvar o planeta do aquecimento global – inspirou um sacrifício ainda maior: desligar a geladeira. Foi o que fez a canadense Rachel Muston, representante de uma parcela ínfima, porém crescente, da população dos países ricos. “Estamos bem sem a geladeira,” disse Rachel ao jornal The New York Times. “Quando estava ligada, comprávamos muita comida pronta.” Hoje, Rachel vai mais ao mercado, compra quantidades menores e cozinha mais. Em outras palavras, gasta mais gasolina e descarta mais embalagens, o que torna discutível sua contribuição para conter o aquecimento global. Mas isso é outra história. O que chama a atenção, em pessoas como Rachel ou em subúrbios como Vauban, é a resistência à tecnologia, a tentativa de voltar a um estágio em que éramos mais “puros”, talvez mais humanos. O mais célebre desses movimentos foi dos luditas, no início do século XIX. Inconformados com o desemprego trazido pelas máquinas da Revolução Industrial, eles pregavam (muitas vezes com uso da violência) a volta ao sistema artesanal.

“Acho que as pessoas antitecnologia subestimam a capacidade do cérebro de se adaptar a novos desafios”, diz o neurocientista suíço Fred Mast, da Universidade de Lausanne. “Estudos mostram que o uso intensivo da tecnologia pode levar à melhora das habilidades cognitivas, pelo processamento de mais informações ao mesmo tempo.” Talvez percamos algumas habilidades, mas ganharemos outras. E, provavelmente, nossa vida ficará mais fácil. A não ser quando houver uma pane na internet.

Mesa para Computador Desk Gamer Preto e Vermelho Preto e Vermelho ...

Imagem extraída de: https://www.madeiramadeira.com.br/mesa-gamer-escrivaninha-cyber-espresso-moveis-564576.html

– Empreendedorismo e Inovação permitem “escutar vacas leiteiras”!

O espírito empreendedor, somado à tecnologia, pode trazer grandes inovações! Um exemplo: no Sul do Brasil, uma empresa criou uma startup para aumentar a produção de leite “ouvindo as vacas”!

Sensacional! Um ótimo case para ser trabalhado em sala de aula, além de um interessante artigo para conhecimento. Abaixo, extraído de: https://exame.com/negocios/vacas-falantes-startup-da-voz-a-rebanhos-levanta-5-milhoes-recorde-crowdfunding/

VACAS FALANTES? STARTUP DA VOZ A REBANHO E CAPTA MAIS DE 5 MILHÕES COM RECORDE NO CROWDFUNDING

A gaúcha Cowmed concluiu captação de R$ 5,9 milhões para levar sua tecnologia que “traduz” o sentimento das vacas leiteiras mundo afora.

Por Maria Clara Dias

Uma máxima na agropecuária, a necessidade de lidar com intempéries e imprevistos acaba moldando o modo de operar dessa indústria como um todo, influenciando de grandes operações a pequenos fazendeiros. Olhar para uma série de fatores que podem influenciar o bom desempenho de uma lavoura ou de um rebanho é uma tarefa árdua e que pode ser simplificada com a ajuda de tecnologia. Esse é o racional que motivou Leonardo Guedes e Thiago Martins a empreender. Os dois irmãos juntos decidiram criar uma tecnologia capaz de fazer “vacas falarem” e que promete ser o braço direito de pacuaristas Brasil adentro.

Juntos, eles fundaram, em 2021, a Cowmed, uma startup que desenvolveu uma tecnologia capaz de “traduzir” os desejos dos animais a partir da coleta de informações relacionadas ao bem-estar e comportamento. Dedicada à pecuária leiteira, a proposta da Cowmed é ajudar produtores e criadores a tomarem melhores decisões e melhorarem suas produções.

Por trás da ideia está a percepção de que a lida no campo não é uma ciência exata, principalmente devido a incapacidade dos produtores rurais e agropecuaristas de identificarem as reais necessidades de seus rebanhos. “Muitas vezes, trabalham com suposições sobre o que acreditam ser melhor para seus animais, e isso nem sempre expressa o que eles realmente precisam”, explica Martins.

A ideia da empresa

A Cowmed é resultado de um projeto acadêmico que nasceu dentro da universidade federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. A provocação veio do pai de Guedes e Martins, um engenheiro elétrico, acadêmico e pesquisador da área de microeletrônica. Durante viagens internacionais em busca de parcerias público-privadas para o desenvolvimento de tecnologias vistas apenas nos campus universitários, ele percebeu a possibilidade de melhoria produtiva a partir da adoção de tecnologia em uma cadeia em específico: a produção leiteira.

Com a ideia de criar algo para esse nicho, ele voltou ao Brasil com a provocação aos dois filhos, também engenheiros. “Sempre tivemos esse desejo de construir algo capaz de mudar o mundo”, diz Martins. “Quando a ideia surgiu, vimos que essa era a nossa oportunidade de criar impacto”.

Para o fundador, o impacto estava claro pelos números. A produção de leite é estratégica para economia global, e o Brasil, detentor do maior rebanho comercial do mundo e quinto maior produtor de leite global, poderia ser o melhor receptor da ideia.

A Cowmed foi fundada em 2010, mas levou seis anos para desenvolver a tecnologia proprietária. No início de 2017, um aporte veio para finalizar o roadmap tecnológico e para colocar o projeto na rua.

Como funciona a tecnologia

Para “traduzir” esses pensamentos bovinos, a Cowmed criou um colar que monitora variáveis comportamentais, como tempo de descanso e de atividade física a variáveis ligadas À saúde, como ritmo de respiração, batimentos cardíacos e tempo ruminando — todas elas informações vitais para a compreensão do que pode ser feito para melhor atender os animais e, assim, aumentar o nível produtivo.

Com inteligência artificial, o colar “interpreta” o que a vaca quer dizer, e com isso gera uma série de recomendações para o produtor. Entre as ações sanitárias estão:

  • identificar com até cinco dias de antecedência quando a vaca pode ficar doente;
  • tempo de cio com recomendações para melhorar ciclo reprodutivo das vacas;

Já do lado nutritivo, o colar também avalia os hábitos alimentares e preferências das vacas para que produtor possa definir, entre outras coisas:

  • Melhores horários para alimentar o rebanho;
  • Frequência para alimentação

Com tudo isso — e apenas atendendo aos “pedidos” das vacas — a produção pode crescer até 20 vezes, segundo o fundador.

Leonardo Guedes e Thiago Martins, da Cowmed: tecnologia que dá voz a rebanhos capta R$ 5,9 milhões (Cowmed/Divulgação)

– Os Viciados por Telefone Celular: a dependência pode ser a mesma de Narcóticos?

Uma das matérias que mais chamou a atenção na Revista Veja de dias atrás foi a respeito das consequências dos dependentes de Celular.

Sabia que os sintomas da nomofobia são gravíssimos?

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/viciados-em-telas/

VICIADOS POR TELA

Cientistas atestam que a dependência de smartphones afeta a química do cérebro, levando ao desenvolvimento de transtornos como déficit de atenção

Por André Lopes

Se você não estiver lendo esta reportagem no celular, uma pergunta: onde está ele agora? A questão fez com que o procurasse? Se respondeu “sim”, é provável que, nos próximos minutos, você não consiga se concentrar neste texto. Quando o aparelho fica fora de alcance, um sentimento de ansiedade costuma tomar conta do usuário, bastando porém tê-­lo em mãos para o alívio ressurgir. Se isso é comum no seu dia a dia, deve-se acender o sinal amarelo. De acordo com um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de Seul, na Coreia do Sul, divulgado no último dia 30, a dependência de smartphones já pode ser, sim, chamada de vício. Isso porque seu uso excessivo produz alterações químicas no cérebro, com reações e síndrome de abstinência em moldes semelhantes ao que acontece com dependentes de drogas.

No trabalho sul-coreano, os cientistas usaram um tipo particular de ressonância magnética que analisa a composição química do cérebro para observar hábitos de dezenove adolescentes clinicamente diagnosticados como viciados em celular. Depois, compararam os resultados com os de grupos de jovens que usam o dispositivo mas não eram tidos como dependentes. No estudo também se levou em conta quanto o convívio com a tecnologia afetava o contato com familiares, a produtividade e a forma de lidar com emoções. Num resultado previsível, os adictos apresentaram maiores níveis de depressão, ansiedade, insônia e impulsividade. Mas novidade maior, mesmo, foi a descoberta de como a nomofobia — eis o termo que descreve a dependência de smartphones — afeta a química cerebral.

Os jovens dependentes apresentaram oscilações na presença dos ácidos gama-aminobutírico, glutamato e glutamina, todos ligados a dois neurotransmissores responsáveis pelo funcionamento da atividade cerebral. Quanto maior o nível de alteração deles, mais grave era o quadro de dependência. Pode-se ter uma sólida dimensão do problema quando se considera que, em países desenvolvidos, 92% dos adolescentes acessam a internet todos os dias, em geral por meio de telefones móveis. Um típico usuário costuma tocar mais de 2 600 vezes na tela do celular por dia.

Esse dispositivo pode dominar a atenção de jovens e crianças mesmo diante das maiores maravilhas do mundo real — a exemplo de obr­as-primas como A Ronda Noturna, que o holandês Rembrandt (1606-1669) pintou em homenagem aos civis que fiscalizavam as ruas de Amsterdã. Entre 2015 e 2016, viralizou na internet um meme no qual um grupo de estudantes virou as costas para o quadro clássico e ficou fascinado com outra tela — a do próprio celular. Depois que a imagem se espalhou, descobriu-se que o grupo, na verdade, realizava pesquisas ligadas a um trabalho escolar. Mas a cena acabou ficando como o emblema de uma realidade: a capacidade quase infinita dos smartphones de atrair a atenção juvenil mesmo quando os adolescentes estão diante de outras maravilhas do engenho humano.

O uso constante do aparelho prejudica especialmente os jovens, membros de uma geração que nasceu conectada, cuja mente e hábitos ainda estão em formação — podendo influir nos processos de aprendizagem. Adolescentes que usam o aparelho em excesso apresentam tendências maiores a desenvolver déficit de atenção, fobia social, depressão e compulsão para acessar redes sociais. No ano passado, pesquisadores da Universidade de Kaohsiung, em Taiwan, publicaram um trabalho no qual relacionaram a dependência com transtornos mentais. Pela análise do comportamento de 2 300 adolescentes, concluiu-se que 10% deles possuíam algum tipo de alteração cognitiva ligada à nomofobia.

Estudos como esse procuram confirmar uma suspeita deste século: será que a ascensão das redes sociais e dos smartphones tem relação direta com o aumento dos casos de depressão e ansiedade entre jovens? Ao longo da última década, o número de crianças e adolescentes americanos internados em hospitais por suspeita de quadros depressivos mais do que dobrou. Em paralelo, a taxa de suicídio entre os indivíduos da mesma geração também cresceu com igual intensidade. Suspeita-se que o isolamento proporcionado pelas novas tecnologias tenha influência no aumento dos índices. Nos Estados Unidos, o tempo médio que os jovens dedicam diariamente ao celular passou de uma hora e meia, em 2012, para duas horas e meia, no ano passado. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, órgão ligado à ONU, considera que a Inglaterra apresenta o cenário mais grave: um em cada três adolescentes já pode ser considerado viciado por ficar on-line mais de seis horas diariamente.

Como saber se um filho ultrapassou os limites? Uma das diferenças entre o uso saudável e a dependência está no nível de inquietação quando o dispositivo não está por perto. “Para os viciados, as manifestações emocionais decorrentes de não poder acessar o aparelho, como quando acaba a bateria, são semelhantes às apresentadas durante casos de abstinência de drogas como álcool. O indivíduo costuma exibir alterações como sudorese, ansiedade, irritabilidade e comportamento agressivo”, explica a psicóloga Sylvia van Enck, pesquisadora do Grupo de Dependências Tecnológicas da Universidade de São Paulo.

Um caso extremo, e hoje referência para estudos, ocorreu em 2012. O inglês Danny Bowman, então com 16 anos, tentou se matar, segundo ele próprio, por não ter conseguido tirar uma “selfie perfeita”. O rapaz dedicava, à época, dez horas de seu dia em busca das melhores fotos de seu rosto. Durante esse período, ele abandonou a escola, perdeu peso e desfez amizades. A cura só veio com a abstinência forçada: Bowman passou por um duro tratamento que consistia em de­ixá-lo longe do smartphone.

No Brasil, existem clínicas, como o Instituto Delete, no Rio de Janeiro, que promovem esse tipo de tratamento. A iniciativa segue os passos de países como Estados Unidos, Inglaterra, Japão e China, as principais referências nesse campo de trabalho e onde a nomofobia é tratada como um problema de saúde pública. Na Califórnia, as clínicas especializadas no tratamento contra a nomofobia são cada vez mais populares. No Japão, o Ministério da Educação lançou um projeto nas escolas para oferecer psicoterapia a jovens que se sentem dependentes do celular. Um aviso, contudo, deve ser feito para todas as idades: é difícil ter noção, sozinho, de quando se está dependente dessas novas tecnologias. Os especialistas indicam uma forma de acender o alerta: note se o uso demasiado do smartphone está interferindo em sua produtividade no trabalho ou no tempo dedicado à família e aos amigos. Se isso estiver acontecendo, é um sinal de que, talvez, as coisas não estejam indo de modo satisfatório. Como em tudo na vida, também para o celular vale o conselho de ouro: use com moderação.

Rembrandt? – Estudantes parecem preferir a tecnologia à clássica pintura Gijsbert van der Wal/Reprodução, extraída de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/viciados-em-telas/

– As bobagens da Internet são culpa de quem?

Veja que interessante: li sobre Claire Wardle, a diretora de uma ONG chamada First Draft, que combate a informação falsa. Disse ela a respeito da proliferação de Fake News no nosso cotidiano:

“Podemos culpar as redes sociais, a nossa mãe e os Governos pela desinformação. Queremos uma solução fácil, que é culpar o Facebook. Mas todos somos responsáveis pela crise da informação”.

E não é verdade? Quantas vemos ingenuamente damos crédito a notícias falsas? Ou perdemos tempo em ler mentiras, fatos inverídicos e tantas bobagens’?

Já ouvi um amigo dizendo que “a culpa é da tia do What’sApp”, mostrando a figura daquela senhora simples, pura, e que replica fake news com a melhor das boas intenções sem saber! E isso é uma realidade indiscutível: quantos não são enganados e enganam os outros involuntariamente?

as redes sociais mais usadas no brasil e no mundo

Imagem extraída de: https://neilpatel.com/br/blog/redes-sociais-mais-usadas/

– As qualificações e aprendizados que nós devemos obter e nem as máquinas conseguem!

Não somos robôs feitos com perfeição e precisão indiscutíveis e/ou infalíveis. Somos seres humanos que precisamos aprender a viver com as adversidades inevitáveis na vida pessoal e profissional.

Compartilho esse ótimo artigo a respeito deste assunto:

Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/competências-que-os-robôs-não-têm-milton-beck/?trk=eml-email_feed_ecosystem_digest_01-recommended_articles-4-Unknown&midToken=AQEuiQ98yJUGTQ&fromEmail=fromEmail&ut=1GN6o5fM9RY8s1

AS COMPETÊNCIAS QUE OS ROBÔS NÃO TÊM

Por Milton Beck

O avanço da tecnologia não dispensa as habilidades unicamente humanas – e nada melhor do que a vida real para nos preparar para um mundo mais integrado.

Há conversas que, mesmo informais, levam a reflexões sobre temas profundos, urgentes e complexos. Lembro-me de um diálogo descontraído em um almoço com dois amigos alguns anos atrás. Todos tínhamos trabalhado em empresas de tecnologia juntos e comentávamos episódios profissionais, quando um deles falou, orgulhoso:

“Nunca deixei de cumprir um orçamento na vida! Sempre atingi minhas metas.” 

O outro amigo, que ocupava um cargo mais alto do que nós dois, nos surpreendeu com sua resposta.

“Que pena. Se tivesse passado pela experiência de não atingir suas metas teria aprendido com isso e, certamente, seria um profissional ainda melhor.” 

Na hora, aquilo me fez pensar. Aquele almoço voltou à minha mente, enquanto assistia ao episódio Kintsugi, da série The Man in the High Castle. Eu não conhecia essa palavra japonesa, tampouco seu significado. Trata-se de uma técnica de reparação de peças de cerâmica quebradas, a partir da junção dos pedaços usando um verniz polvilhado com ouro, deixando à mostra as “cicatrizes” do objeto. Depois da reconstituição, muitas peças se tornam mais valiosas do que eram originalmente.

O Kintsugi é também uma filosofia de vida que parte do princípio de que erros e adversidades são inevitáveis. Diante delas, o que podemos fazer é recuperar a ordem interna e aprender a viver com suas marcas. Como diz uma das personagens no episódio: “Imperfeições podem ser belas”.

O que capturou a minha atenção naquelas cenas foi a reflexão sobre a valoração de algo a partir do erro. Da experiência. Em vez de tentarmos apagar os tombos de nosso currículo, o Kintsugi sugere que incorporemos os aprendizados e sigamos em frente melhores do que éramos antes da quebra.

A verdade é que, no ambiente corporativo, não costumamos lidar bem com erros. O orgulho do meu amigo sobre seu bom desempenho é compreensível. Nutrimos a crença de que quanto menos erramos, melhor somos. Mas isso não é a realidade. Cair e levantar pode nos ensinar, na prática, sobre resiliência e nos ajudar a desenvolver empatia pela situação de outras pessoas.

BIG DATA E OLHO NO OLHO

O tema voltou à minha mente pela terceira vez recentemente, quando vi os resultados de uma pesquisa conduzida pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (IDB) em parceria com o LinkedIn. O estudo se baseou em pessoas que usam a nossa plataforma em dez países, incluindo o Brasil. O objetivo era identificar as mudanças no universo do trabalho – e como elas estão afetando as competências que se esperam dos profissionais de diferentes áreas. O estudo, que abrangeu 50 mil habilidades, trouxe algumas revelações que corroboram a tese do meu amigo sobre a importância do erro.

As profissões ligadas à tecnologia, como desenvolvedor de software, analista de segurança da informação e webdesign, aparecem como uma forte tendência de crescimento na pesquisa. Isso não significa que os robôs e softwares de inteligência artificial tomarão conta de todos os postos de trabalho – como teme uma parcela significativa dos trabalhadores brasileiros. Falado isso, os empregos serão sim transformados, mas o que deve direcionar essa transformação são as habilidades que só a experiência humana pode desenvolver.

As funções na área de TI que mais devem crescer são aquelas que demandam qualidades tipicamente humanas – entre elas, estão as habilidades transferíveis, isto é, que podem ser adaptadas de um setor para outro. Por exemplo, a capacidade de analisar um cenário complexo, de se adaptar, planejar e gerir uma estratégia de negócio, ainda que não se conheça profundamente a parte técnica do trabalho. As habilidades transferíveis ajudam os profissionais a encontrar soluções criativas para os desafios da empresa, e a identificar oportunidades de carreira fora de seu escopo tradicional.

Cruzar informações de diferentes fontes, fazer associações entre dados de diferentes mercados, ter a sensibilidade para reconhecer talentos e saber gerir grupos multidisciplinares são habilidades chamadas de soft skills (ou habilidades comportamentais). Elas são tão urgentes quanto as de automação de atividades. Não podemos subestimá-las por serem menos objetivas. É justamente sua natureza “fora da caixa” que as torna valiosas.

Isso não significa que as hard skills – habilidades técnicas – deixarão de ser importantes. Elas são (e continuarão sendo) básicas para a maior parte das profissões. Sem entender do negócio é difícil ser um bom profissional. O efeito colateral da supervalorização das soft skills é dar a impressão de que basta saber se relacionar para tomar as melhores decisões. Não é isso.

A tecnologia continuará a avançar pela maior parte das áreas corporativas, substituindo o ser humano em tarefas como pesquisa de dados e identificações de padrões. Mas, com mais informações na mesa, se torna ainda mais necessário ter uma cabeça pensante e um olhar sensível para tomar decisões. E para lapidar essas capacidades unicamente humanas, meu amigo tem razão: poucas coisas ensinam mais do que um tombo no mundo real.

Universidade de Tóquio desenvolve robô que se mexe como humano | Notícias |  TechTudo

Imagem extraída de: https://www.techtudo.com.br/noticias/2012/12/universidade-de-toquio-desenvolve-robo-que-se-mexe-como-humano.ghtml (Kenshiro é o robô mais próximo de um ser humano atualmente (Foto: Reprodução/IEEE Spectrum) — Foto: TechTudo)

– O Twitter não vai fechar.

Ninguém paga dezenas de bilhões de dólares para fechar um negócio, ao contreario do que se tem propagado nos Trending Topics do Twitter.

A Rede Social de Elon Musk está no noticiário pois seu novo proprietário quer mais trabalho e menos queixas. Simples. E as demissões que ocorreram, somadas às queixas dos funcionários que se revoltaram, ajudam a tumultuar.

Sobre isso, aqui: https://www.cnnbrasil.com.br/business/apos-ultimato-de-musk-funcionarios-do-twitter-deixam-sede-da-empresa/?utm_source=social&utm_medium=twitter&utm_campaign=business-cnn-business&utm_content=link

APÓS ULTIMATO DE MUSK, FUNCIONÁRIOS DO TWITTER DEIXAM SEDE.

O novo dono da empresa realizou uma enquete com seus empregados para medir quantos estariam dispostos a trabalhar por “longas jornadas e em alta intensidade”.

Estima-se que centenas de funcionários do Twitter tenham deixado a sede da empresa de mídia social após um ultimato do novo proprietário, Elon Musk. Ele determinou que seus empregados se comprometam com “longas horas de trabalho em alta intensidade” ou vão embora.

Em uma enquete no aplicativo de trabalho Blind, que verifica os funcionários por meio de seus endereços de e-mail de trabalho e permite que eles compartilhem informações anonimamente, 42% das 180 pessoas escolheram a resposta “Opção de saída, estou livre!”.

Um quarto disse que escolheu ficar “com relutância”, e apenas 7% dos participantes da pesquisa disseram que “clicaram sim para ficar, sou hardcore”.

Musk estava reunido com alguns funcionários importantes para tentar convencê-los a ficar, disse um funcionário atual e um funcionário recém-saído que está em contato com colegas do Twitter.

Embora não esteja claro quantos funcionários optaram por ficar, os números destacam a relutância de alguns funcionários em permanecer em uma empresa onde Musk se apressou em demitir metade de seus funcionários, incluindo a alta administração, e está mudando impiedosamente a cultura para enfatizar longas horas e um ritmo intenso.

A empresa notificou os funcionários de que fechará seus escritórios e cortará o acesso por crachá até segunda-feira, segundo duas fontes. Agentes de segurança começaram a expulsar funcionários do escritório na noite de quinta-feira, disse uma fonte.

O Twitter, que perdeu muitos membros de sua equipe de comunicação, não respondeu a um pedido de comentário.

Em um bate-papo privado no Signal com cerca de 50 funcionários do Twitter, quase 40 disseram que decidiram sair, de acordo com o ex-funcionário.

E em um grupo privado do Slack para atuais e ex-funcionários do Twitter, cerca de 360 ​​pessoas se juntaram a um novo canal intitulado “demissão voluntária”, disse uma pessoa com conhecimento do grupo Slack.

Uma pesquisa separada no Blind pediu aos funcionários que estimassem qual porcentagem de pessoas deixaria o Twitter com base em sua percepção. Mais da metade dos entrevistados estimou que pelo menos 50% dos funcionários sairiam.

Corações azuis e emojis de saudação inundaram o Twitter e suas salas de bate-papo internas na quinta-feira, pela segunda vez em duas semanas, quando os funcionários do Twitter se despediram.

Às 18h Eastern, mais de duas dúzias de funcionários do Twitter nos Estados Unidos e na Europa anunciaram suas saídas em postagens públicas do Twitter analisadas pela Reuters, embora cada renúncia não pudesse ser verificada independentemente.

No início da quarta-feira, Musk havia enviado um e-mail aos funcionários do Twitter, dizendo: “No futuro, para construir um Twitter 2.0 inovador e ter sucesso em um mundo cada vez mais competitivo, precisaremos ser extremamente hardcore”.

O e-mail pedia aos funcionários que clicassem em “sim” se quisessem ficar. Aqueles que não responderam até as 17h. O horário do leste na quinta-feira seria considerado como encerrado e receberia um pacote de indenização, disse o e-mail.

Elon Musk, CEO da Tesla

Imagem extraída de: REUTERS/Patrick T. Fallon

– Footballverse é S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L…

Como o “Multiverso” dos superherois do cinema está em alta, a Nike criou sua versão “futebol”!

Imaginaram o Ronaldo de 1998 encontrando o de 2002? Ou o Ronaldinho Gaúcho versus Mbappé? Ou os jogadores de hoje, que conheceram os craques do passado, enfrentando-os e se antecipando às jogada por conhecerem eles do… YouTube?

Assista, vale a pena. Eu achei espetacular, especialmente quando surgem as meninas do futebol e os craques mais jovens, em: https://youtu.be/6p4SeR3pliM

– Pitaco sobre o Twitter.

Que tal o Elon Musk, novo dono do Twitter, criar botões como “Gostei”, “Ciente”, “Em dúvida” e “Não Gostei”?

Antes, de fato o coraçãozinho era “Gostei”. Hoje é: “eu li”.

Acrescente na sugestão: a opção “Editar”!

– Professores versus Tecnologia.

Não sei se Barack Obama realmente disse isso, mas vale a postagem pois a observação é muito boa:

“Todos os dispositivos sofisticados e wi-fi do mundo não vão fazer diferença se não tivermos grandes professores em sala de aula”.

Perfeito. A tecnologia visa a ajudar, nunca a substituir o bom docente. Os professores sempre serão fundamentais para fazer o elo entre o espírito crítico e o aluno!

E você, o que pensa sobre essa afirmação? Deixe seu comentário:

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Imagem extraída do Facebook de “Viver de Amor”, em: https://www.facebook.com/vivendodeamorsempre/posts/1824529234311556/

– Mindy, no ano 3000.

A empresa de tecnologia e comunicação Toll Free Forward fez uma projeção: como serão as pessoas no ano 3000?

Chamada de Mindy, a modelo para explicar o corpo humano no século 30 mostra uma pessoa mais concorda e com garras, por conta da postura com equipamentos eletrônicos.

Veja a explicação de outros detalhes em: https://www.jornalopcao.com.br/tecnologia/corcundas-e-garras-tecnologicas-cientistas-preveem-aparencia-de-humanos-do-ano-3000-439372/