– A 3a idade está se tornando cada vez mais “ligada” na Web!

Sabe aquele adolescente que fica fascinado ao descobrir a Internet e o Mundo Virtual? Agora, imagine idosos e idosas que “renascem” ao navegarem na Web!

Eu conheço pessoas queridas como nessa bacana matéria abaixo. E você?

Extraído de: Revista Isto É, pg 82, ed 2274

VELHINHOS CONECTADOS

Eles invadiram as redes sociais, batem papo pelo computador, editam vídeos, enviam fotos, mantêm blogs e formam o grupo que mais cresce entre os usuários de internet no Brasil

Por Juliana Tiraboschi

Eles gostam de aprender coisas novas, recorrem frequentemente ao computador para pesquisar sobre os mais variados assuntos e adoram usar a internet para conversar com os amigos e conhecer gente. Pode parecer, mas esse não é o perfil médio dos jovens da geração X ou Y. Trata-se, na verdade, da descrição de um contingente de usuários da rede que só aumenta: o das pessoas com mais de 50 anos. Divulgada em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa “Acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal” constatou que, entre 2005 e 2011, aumentou em 222,3% o número de brasileiros com 50 anos ou mais de idade que entram na internet. Isso representa um aumento de 2,5 milhões para 8,1 milhões de pessoas no grupo dos conectados maduros. Foi a faixa etária que teve o maior crescimento no período.

Quem trabalha no meio não fica surpreso com esses números. “Os idosos têm muita fome de conhecimento”, diz Sérgio Contente, presidente de uma empresa de softwares e mantenedor da fundação que leva seu nome e promove cursos de informática para jovens carentes e para o público da terceira idade. Para ele, os membros desse grupo que ainda estão fora da rede gostariam de aprender a navegar pela internet e a usar softwares, mas têm receio de incomodar os familiares. Com base nos vovôs que frequentam os cursos, o incômodo seria mínimo. O que eles mais desejam é aprender a trocar e-mails, receber e enviar fotos, editar vídeos caseiros e usar o Facebook e o Skype para se comunicar com parentes e amigos.

Esse é o perfil de Luiza Soares Ribeiro, 88 anos. A dona de casa começou sua experiência com novas tecnologias ao ganhar um tablet de presente de uma de suas sete filhas em dezembro de 2012. Luiza aprendeu a dominar as funções básicas do aparelho e a utilizá-lo para colocar em prática seu passatempo favorito: jogar games de caça-palavras. Mas ela queria mais e, no início deste ano, soube de um curso básico de informática por meio de uma vizinha. Decidiu se matricular e aprofundar seus conhecimentos sobre navegação na internet. Gostou tanto que convenceu duas filhas – Mafalda Ribeiro, 68 anos, e Zoraide Trofino, 67 – a fazer o curso. Luiza frequenta um clube da terceira idade e diz que, apesar de uma ou outra dificuldade, aumenta o número de amigos que sabem lidar com as novas tecnologias. “Acho o Facebook um pouco difícil, a gente aprende mais devagar. Mas o que aparecer eu quero aprender”, afirma Luiza, que acabou de participar de uma oficina para conhecer as ferramentas da rede social.

Além dos laços afetivos, um grande impulso para a inserção dos idosos no mundo da computação vem da automatização de serviços como a declaração do Imposto de Renda e a movimentação de contas bancárias. A necessidade de estar em dia com esses avanços tecnológicos traz um efeito colateral benéfico. “É importante saber usar a internet, abre a nossa cabeça”, diz Mafalda, que gosta de usar o Facebook, ler notícias sobre novelas, pesquisar receitas e procurar informações sobre artesanato.

A bióloga aposentada Neuza Guerreiro de Carvalho, 83 anos, já é uma veterana na lida com os computadores. Começou a desvendar os segredos da informática em meados da década de 1990. “Meu filho e netos conversavam entre eles sobre o assunto e, para mim, era como ouvir chinês. Mas nunca fui de ficar por fora, então quis aprender”, diz. Sua principal motivação naquele momento foi usar o computador para registrar toda a história de sua família. “Não existia mais máquina de escrever, e não dava para escrever à mão”, afirma.

A familiaridade com o computador cresceu a ponto de, em 2008, a aposentada lançar o “Blog da Vovó Neuza”, que reúne textos sobre temas como cultura, arte, viagens e música clássica, seus hobbies favoritos. Para ela, o blog não é um passatempo, mas um trabalho. “Eu pesquiso, às vezes passo uma manhã inteira para escrever um post”, diz. Neuza comemora o fato de mais idosos estarem na rede, mas acha que eles ainda se contentam com pouco: “Tem gente que faz curso, compra computador e fica restrito a receber e-mail e repassar correntes de mensagens. Não sabe trabalhar uma foto, criar conteúdos ou fazer uma pesquisa.”

A psicóloga Andréa Jotta, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática, da PUC/SP, tem percebido um aumento tanto no interesse dos idosos em acessar a internet quanto na oferta de portais com informações e serviços voltados para esse público. “Geralmente, eles se adaptam bem aos tablets, por conta da tecnologia touch screen e da facilidade em acessar aplicativos das redes sociais”, diz. Criados num tempo em que ainda dava para confiar na palavra, eles têm dificuldade para se adaptar às medidas de segurança necessárias para navegar tranquilamente. “Os idosos caem mais facilmente nesses golpes que chegam por e-mail”, diz Andréa. Por isso, muitos têm medo de usar serviços de acesso online às contas bancárias.

Mas o número de vovôs que dominam informática cresceu tanto que algumas empresas colocam cabeças grisalhas para trabalhar em seus computadores. Especializada em serviços de call center, a TMKT, de São Paulo, contratou 100 pessoas acima de 50 anos desde março de 2012. “Essa faixa etária apresenta um pouco de lentidão na digitação e no aprendizado de abrir as telas do computador, mas a disciplina, a força de vontade e o comprometimento fazem com que vençam essas dificuldades”, diz Sulamita Miranda, gerente de RH da empresa. Mara Pereira da Silva, 60 anos, voltou a trabalhar no call center depois de se aposentar como secretária há quatro anos. Para a profissional, com um bom treino as pessoas mais velhas podem trabalhar de forma tão eficiente quanto gente mais nova. “É estimulante trabalhar junto com os jovens. A gente sente que está no mesmo nível de conhecimento deles”, diz. Sinal de que, além de conectar os idosos com o mundo, os computadores funcionam como um virtual elixir da juventude.

– A disputa entre o Iphone da Gradiente e o iPhone da Apple

Puxa, confesso que pensei que a situação já havia sido resolvida, mas eis que volta à tona: o registro comercial do iPhone no Brasil é disputado pela Gradiente, que antes do lançamento do consagrado aparelho da Apple, havia reservado o nome de um aparelho com grafia igual em nosso país (mas diferenciando por maiúsculas e minúsculas) como Iphone.

Reforçando: aparentemente a Gradiente (por ter feito bem antes o registro), simplesmente está “na dela”, sendo tudo uma coincidência.

Entenda, em: https://odia.ig.com.br/brasil/2020/05/5918402-disputa-pela-marca-iphone-entre-apple-e-gradiente-chega-ao-stf.html

DISPUTA PELA MARCA IPHONE ENTRE APPLE E GRADIENTE CHEGA AO STF

Depois de oito anos em disputa judicial, Apple e Gradiente ainda lutam pela utilização da marca iPhone aqui no Brasil

A disputa entre Apple e Gradiente pela marca iPhone acaba de chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF), informa Lauro Jardim, em sua coluna no jornal O Globo. A briga já se arrasta por mais de oito anos, desde que a Gradiente lançou um celular com o nome em 2012.

Na verdade, a história começou ainda em 2000, muito antes do iPhone da Apple existir. Na ocasião, a Gradiente pediu o registro da marca IPhone (com ‘i’ maiúsculo), o que foi conseguido pela empresa em 2008. Vale lembrar que, em 2007, o iPhone da Apple era lançado nos Estados Unidos.

Em 2012, quando o iPhone já era um sucesso mundial, a Gradiente lançou seu próprio celular chamado IPhone, já que possuía o registro. Foi então que a Apple abriu um processo contra a empresa brasileira.
A última sentença do processo, dada em 2018 pelo Superior Tribunal de Justiça, tinha sido favorável à Apple. Agora, a disputa continua com a chegada do caso ao STF.

iPhone da Apple não é o único disponível no Brasil

– Satélites da SpaceX no céu: não confundam com Discos Voadores

Caso tenha visto objetos voando no céu e achou que eram OVNIS, esqueça: são satélites da SpaceX, visando transmissão e integração de internet via satélite (mais rápida que a fibra ótica), num ambicioso projeto que está sendo colocado em órbita.

Extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/2020/05/11/luzes-no-ceu-brasileiro-nao-sao-extraterrestres-e-sim-satelites-da-spacex

LUZES NO CÉU BRASILEIRO NÃO SÃO EXTRATERRESTRES E SIM SATÉLITES DA SPACEX

Se você viu luzes se movimentando no céu na noite desse domingo (10), não se assuste. Não eram extraterrestres ou criaturas de outro planeta, e sim os satélites Starlink, da empresa norte-americana de sistemas aeroespaciais SpaceX.

Por volta das 18h30 de ontem, diversas pessoas puderam conferir a passagem desses satélites sobrevoando o território brasileiro. Se você não viu, terá mais algumas chances dentro dos próximos dias.

O site Find Starlink permite saber quando será possível visualizar a passagem dos satélites em cada região. Para isso, é necessário apenas informar a localização.

Segundo a ferramenta, as próximas passagens não devem ter uma visibilidade muito nítida, mas ainda assim será possível vê-los. Nesta segunda-feira (11), por exemplo, os moradores do estado de São Paulo poderão vê-los por volta das 19h. 

Satélite Starlink da empresa Space X

– Descobrindo quem faz Fake News: o caixão com pedras!

Hoje, a tecnologia faz coisas muito ruins e outras muito boas; como, por exemplo, perturbar a cabeça das pessoas com fake news e identificar o “xarope” que inventou a mentira, conseguindo disseminá-la na Web.

Lembram do “caixão com pedras”, sugerindo que eram golpes para dizer que o Covid-19 era mentira?

A mulher que bolou a lorota foi identificada e responderá pelo crime.

Abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2020/05/06/policia-civil-ouve-mulher-que-divulgou-video-fake-de-caixao-com-pedras-e-apreende-celular-para-pericia.ghtml

POLÍCIA CIVIL OUVE MULHER QUE DIVULGOU VÍDEO FAKE DE CAIXÃO COM PEDRAS

A mulher que divulgou uma vídeo com informações falsas dizendo que caixões com vítimas da Covid-19 em Belo Horizonte estariam cheios de pedra prestou depoimento nesta quarta-feira (6) e teve o celular apreendido para ser periciado. A informação foi divulgada pela Polícia Civil.

Segundo a polícia, uma equipe de policiais da 4ª Delegacia de Polícia Civil Centro de Belo Horizonte foi até a cidade de Campanha, no Sul de Minas, onde ela mora, para localizar e identificar formalmente Valdete Zanco, a autora do vídeo. Depois de levada à delegacia da cidade para prestar o depoimento, ela ainda fez um vídeo para se retratar. As investigações continuam.

Nesta terça-feira (5), a polícia chegou a fazer uma coletiva de imprensa, na parte da manhã, pedindo ajuda à população para denunciar a identidade da autora do vídeo com fake news. Os delegados responsáveis pelo caso informaram que ela poderia pegar até nove anos de prisão e ainda pagar uma multa pelos crimes de calúnia e difamação contra autoridade pública e pela contravenção penal por provocar tumulto ou pânico.

A Polícia Civil, com a investigação e combate a essas “fake news”, quer alertar que esse tipo de conduta pode trazer repercussões muito graves tanto na esfera criminal quanto na esfera cível. A análise do vídeo nos traz, num primeiro momento, a possibilidade da prática do crime de denunciação caluniosa, difamação de autoridade pública, através de meio em que propagação é maior, e também a contravenção penal de provocação de tumulto ou pânico”, afirmou o delegado Wagner Sales.

Já tinha se apresentado à polícia

Na noite do mesmo dia, o advogado que representa Valdete Zanco, Alexsander Pereira, disse que ela já tinha se apresentado na última segunda-feira (4), à polícia de Jacutinga. Ele também divulgou uma nota em que ela pede “perdão” ao “Município de Belo Horizonte e seu Ilustre Prefeito e a todos quantos foram atingidos negativamente por este equívoco que cometeu”.

Veja a íntegra da nota:

“Venho à público esclarecer a respeito do vídeo gravado pela minha cliente Valdete Zanco e que repercute nas redes sociais. Ela havia visto na rede social denominada Facebook um fato ocorrido no Município de Belo Horizonte/MG, do qual caixões haviam sido desenterrados e localizado em seu interior, pedras e pedaços de madeira. Na data da gravação, no interior da loja onde trabalha, ela recebeu um cliente que coincidentemente fez os mesmos comentários, o que a fez julgar o ocorrido como verdade.

Quero deixar claro que o vídeo foi postado unicamente em um grupo de WhatsApp de família, tanto que início o vídeo chama a atenção de um certo Hernandes, sendo este irmão da minha cliente. Com o vazamento do vídeo do grupo de família, ele chegou a ser compartilhado em um canal de Youtube, colaborando assim pela propagação. Desconhecemos a forma como o vídeo ganhou notoriedade nas redes sociais e nos demais veículos de comunicação.

Valdete reconhece humildemente o erro e pede perdão ao Município de Belo Horizonte e seu Ilustre Prefeito e a todos quantos foram atingidos negativamente por este equívoco que cometeu . Gostaria ainda de frisar que minha cliente já se apresentou na Delegacia de Polícia Civil da cidade de Jacutinga/MG na data de 04/05/2020, onde fora lavrada a ocorrência, e deixado registrado o incidente, contribuindo com a justiça e para que essa seja promovida”.

Inquérito tramita em BH

A reportagem do G1 questionou a Polícia Civil sobre desconhecerem a identidade de uma pessoa que já tinha se apresentado à polícia na véspera, em delegacia do interior. A corporação confirmou que Valdete Zanco compareceu à Delegacia de Polícia Civil em Jacutinga e registrou uma ocorrência confirmando a produção do vídeo e pedindo desculpas ao prefeito e à cidade de Belo Horizonte.

Mas, de acordo com a Polícia Civil, “o registro da ocorrência (em Jacutinga) não pode ser considerado um depoimento formal. O inquérito policial tramita em Belo Horizonte e as investigações prosseguem com o objetivo de colher depoimento da suspeita e apuração total dos fatos”.

É fake que caixões de vítimas de coronavírus foram desenterrados — Foto: Arte/G1

Mulher que divulgou vídeo fake de caixão com pedras, em BH, pede desculpas

– O bem mais valioso nos dias atuais é…

Na verdade, não é, mas, são: os DADOS!

Veja só que artigo interessante, Extraído de PEGN, pg 34-37, Set/2019

O BEM MAIS VALIOSO

por Facundo Guerra

Pela primeira vez na história o bem mais valioso do mundo não é mais objetivo, mas subjetivo. Até recentemente o combustível de nossa economia era o petróleo. Hoje, são os dados, extraídos como o óleo de nosso comportamento online e que são metabolizados por máquinas, refinados, e retornam para nós em forma de anúncios, que por sua vez chegam com o timing certo e nos fazem consumir de maneira irrefletida: compramos coisas desnecessárias para preenchermos o vazio existencial que o excesso de conexão e estímulo via redes sociais acabam por criar, em detrimento de conexões reais com outros humanos. É a cilada perfeita: nos exprimimos, consumimos a expressão alheia, nos sentimos vazios, consumimos, nos exprimimos, em looping. Afinal, comparamos nosso nível de felicidade e sucesso com as outras pessoas de nossa rede, e é impossível não se sentir fracassado diante dos humanos perfeitos que performam perante nossos olhos no Instagram, esse aparato de propaganda montada com a engenharia reversa de uma máquina de caça-níqueis.

Esta máquina não surgiu do nada: é a resposta ao imperativo da auto-expressão e criatividade que surgiu nos anos 1990, por sua vez uma resposta à emergência das mega-celebridades e do culto à personalidade dos 1980. Uma geração inteira foi incentivada a se expressar, a se achar especial e merecedora de uma audiência, como se todos obrigatoriamente fossem se importar com o que eles tinham a dizer. Então, de repente, todos queriam ser artistas, encontrar seu público, seguir seu sonho. Uma geração de gente arrogante (da qual faço parte), que se achava a mais especial entre os humanos que já caminharam sobre a Terra e que eram merecedoras de notoriedade e fama.

As redes sociais são apenas a resposta do mercado ao imperativo de todos precisarmos sermos criativos, inovadores, pensarmos fora da caixa e artistas: as empresas de tecnología nos deram um pequeno palco só nosso, onde nos apresentamos para outras pessoas que também têm seu próprio palco, ad infinitum, dentro de uma sala de espelhos, como num asilo de alienados, cada qual em sua própria realidade.

Deu nisso: nos expressamos para ninguém, porque a verdade é que ninguém se importa, mais além de um like ou coração. Vivemos com raiva, nos revoltamos diariamente, nos fechamos em nossas próprias bolhas ilusórias, reagimos por espasmos, temos medo, expressamos nosso desagravo, consumimos porque o consumo virou escapismo e construção identitária, performarmos para nossa audiência, ela em si também formada por “artistas”, “influenciadores”, “celebridades”, público e performers vibrando na mesma frequência, todos exaustos de tanto sentir raiva por não terem 1000 seguidores, 10000 seguidores, 100000 seguidores, porque são incompreendidos, afinal, eram originais e merecedores de atenção, quando na verdade não passavam de uma cópia da cópia da cópia da cópia, todos colocando pra fora o que sentem e tendo seu comportamento tabulado, uma nuvem de pontos de expressão que através de inteligência artificial foi capaz de criar um simulacro de cada um de nós em um servidor, tão simplório e eficiente em identificar nosso comportamento de consumo porque nós mesmos nos tornamos simplórios em nossas opiniões polarizadas e senhores de nossa razão, gritando diante de um espelho, desconectados do agora e da realidade.

Como a gestão de dados impacta o controle de estoque? - Portal ...

– Professores Robôs?

Um assunto extremamente delicado foi trazido pela Folha de São Paulo neste final de semana: o uso da Inteligência Artificial para corrigir provas dissertativas via EAD, sem conhecimento dos discentes.

O uso da tecnologia deve sempre auxiliar o professor, não substitui-lo. Além do que, interpretar ideias e conceitos deve ser pelo auxílio humano, a fim de trazer um Feedback e melhor aprendizagem ao aluno.

Se verdade que professores estão sendo substituídos por robôs em correções sem prévio aviso aos estudantes, a situação é muito deselegante…

Abaixo, em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2020/05/faculdades-da-laureate-substituem-professores-por-robo-sem-que-alunos-saibam.shtml

FACULDADES DA LAUREATE SUBSTITUEM PROFESSORES POR ROBÔ SEM QUE ALUNO SAIBA

Docentes da rede que controla FMU e Anhembi Morumbi citam uso de inteligência artificial para correção de textos

Por Thiago Domenici

Alunos de educação a distância das 11 instituições ligadas à rede educacional Laureate no Brasil passaram a ter suas atividades de texto em plataforma digital avaliadas por um software de inteligência artificial. A mudança, porém, não foi comunicada aos estudantes.

A informação foi confirmada por cinco professores que falaram com a Agência Pública sob a condição de anonimato, temendo represália. “Os alunos não sabem, e assim somos orientados: não podemos informá-los e devemos responder às demandas como se fossemos nós, professores, os corretores”, diz Silvana (os nomes foram alterados).

A rede tem mais de 200 mil alunos no Brasil, onde é dona de FMU | FIAM-FAAM, Anhembi Morumbi, UNIFACS, UniRitter, FADERGS, UnP, UniFG, IBMR e FPB.

Documento interno obtido pela reportagem que trata do uso do corretor automático também confirma a situação: “Atenção: esta informação não deve ser compartilhada com os estudantes!”, registra o texto grifado em amarelo, que é parte do manual do LTI, o software de correção empregado, enviado aos docentes.

Procurada, a Laureate respondeu em nota que “acompanha e analisa as tendências do segmento educacional para disponibilizar à sua comunidade acadêmica o que há de mais moderno e inovador no mercado, incluindo a adoção de diversas tecnologias da informação e da comunicação, que apoiem as atividades pedagógicas e potencializem ainda mais a qualidade do ensino, como o uso de inteligência artificial. A organização reforça que faz parte da autonomia universitária de suas instituições encontrar recursos para melhorar a aprendizagem de seus alunos, tendo o professor como parte fundamental nesse processo. Todas as decisões estão pautadas nas diretrizes do Ministério da Educação (MEC), bem como seguem em conformidade com a legislação brasileira em vigor.”

O LTI funciona com palavras-chave, explica o professor Jonas. “Ele compara a resposta do aluno, atribuindo uma nota de acordo com a identificação que considera correta a partir dessas palavras.” Segundo eles, a correção não é imediata para que o aluno não perceba a utilização do robô, e a nota só é disponibilizada após alguns dias.

“O estudante está sendo enganado”, diz a professora Lorena, que afirma sentir-se mal com o fato. “A impressão é que a gente está lá só para inglês ver. Só pra eles usarem os nossos títulos e poderem validar os cursos no MEC.”

A denúncia atual chegou ao conhecimento da reportagem por meio da Rede de Educadores do Ensino Superior em Luta, espaço de articulação e mobilização política dos educadores e educadoras das instituições de ensino superior (IES) privadas.

Estudantes ouvidos pela reportagem alegam nunca terem sido informados da mudança.

Aluna do quinto semestre de turismo na Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, na modalidade presencial, Mitie Nagano, 20, tem 20% das suas atividades da graduação realizadas no EAD. Ela relata que desde o início do curso a universidade não deixou claro como eram feitas as correções.

“Sabíamos que passavam por um filtro de professores que corrigiam, pelo que falavam antes. E não chegou até mim a informação de que isso mudaria e que passariam a usar inteligência artificial”, diz.

Portaria do MEC de dezembro de 2019 permite às instituições ampliar para até 40% o EAD na grade curricular, mesmo em cursos presenciais. Exige dos cursos, porém, critérios técnicos adequados e projeto pedagógico aprovado, além de estabelecer que mudanças no curso presencial precisam ser “amplamente informadas” aos alunos.

Assim como Mitie, que é representante de classe, outros dez estudantes confirmaram à Pública que nada sabiam sobre o uso do LTI em suas atividades de EAD.

“Acredito que é extremamente prejudicial não ter um profissional capacitado avaliando minhas produções acadêmicas”, reclamou Maurício, que faz direito na Anhembi Morumbi.

No dia 24 de abril, no atendimento online da Anhembi Morumbi, a estudante de jornalismo Joana perguntou como são as correções e foi informada de que são feitas por professores. “Então esse professor corrige todas as atividades dissertativas do EAD?”, indagou. “Isso mesmo”, foi a resposta, conforme mensagens mostradas à Pública.

João, outro aluno da FMU, diz que se sente inseguro com a situação. “Cria a dúvida qual base ele [LTI] está utilizando pra saber se é correto ou não? Nem sempre a produção de mais e mais correções vence a maior assertividade manual”.

Erick Quirino, 20 anos, estudante de jornalismo no mesmo campus que Mitie, também acha que o uso não informado do LTI prejudica os alunos.

“Se for alguma coisa que faça uma análise semântica básica, que caça palavras-chaves, o contexto da resposta se perde. E a proposta das questões dissertativas é justamente que cada aluno possa desenvolver a sua própria resposta e argumento”, avalia, criticando a falta de transparência.

O professor Jonas teme demissões com a ampliação do uso do LTI. Segundo ele, a interação com os alunos já é pequena e só acontece quando a nota é 6 ou inferior — seguindo orientação do próprio manual do LTI. “O aluno não aprende, não é possível dar um feedback. Iremos formar robôs.”

Os docentes apontam ainda outros problemas no uso do sistema. “Fui olhar atividade por atividade analisada pelo LTI. A maioria que tirou dez é tudo plágio. E tem estudante que tirou nota ruim, mas que tentou escrever”, diz a professora Lorena.

“Se antes, quando corrigíamos atividades, já era difícil manter a qualidade educacional, uma vez que havia professores com mais de 7.000 alunos, sem que isso passe necessariamente por uma avaliação humana é ainda mais sofrível”, afirma Silvana.

Ela alega que, nos treinamentos obrigatórios da Laureate, online, afirma-se que “a EAD não diminuiu o papel do professor, fundamental para a articulação e engajamento dos estudantes”. “Mas a verdade é que os alunos estão abandonados por um sistema robótico que não preza pela mesma qualidade que o trabalho do docente.”

Não há regulamentação específica para o uso de inteligência artificial no país. Atualmente, dois projetos de lei sobre inteligência artificial tramitam no Congresso Nacional, ambos de autoria do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN).

Um deles cria a Política Nacional de Inteligência Artificial, e outro estabelece os princípios para o uso dela no Brasil. Na justificativa, Valentim diz que visa assegurar que o desenvolvimento tecnológico ocorra de modo harmônico com a valorização do trabalho humano.

Questionado pela reportagem, o MEC afirmou que não funciona como instância recursal em matéria acadêmica.

“Caso a proposta pedagógica vier a prejudicar a qualidade do ensino ofertado, tais deficiências serão detectadas nos processos de regulação, e caberá ao Ministério da Educação adotar as medidas cabíveis, como ações cautelares de redução de vagas, suspensão de novos ingressos, dentre outras”, declarou.

Esta reportagem foi produzida pela Agência Pública e publicada em parceria com a Folha. Leia o texto completo em apublica.org.

Robôs podem começar a substituir professores em 10 anos, diz ...

– O Uso do Celular ao Volante já mata mais do que acidentes por Motorista Embriagado

No Brasil, a Lei Seca conseguiu diminuir o número de mortes no trânsito em decorrência de bebida alcoólica. Mas há outro problema: agora, as mortes causadas por uso de Mensagens de Texto no Celular superaram as do Álcool!

Extraído de: http://migre.me/eufCP

MENSAGEM DE TEXTO NO CELULAR CAUSA MAIS MORTES QUE BEBIDA AO VOLANTE

Pesquisa aponta que número de mortes não para de crescer, apesar das campanhas educativa

NOVA YORK – Enviar mensagens de texto pelo celular ao mesmo tempo em que se dirige já ultrapassou o uso de bebida associado à direção como principal causa de morte de adolescentes nos Estados Unidos, de acordo com um estudo do Centro Médico Infantil Cohen, em New Hyde Park.

Mais de três mil adolescentes morrem por ano por causa de acidentes provocados por distração durante o envio de mensagens de texto pelo celular diante do volante de veículos em movimento. Os mortos por acidentes provocados pelo uso de álcool  em acidentes automobilísticos são 2.700 por ano, segundo o estudo. Apesar de uma campanha publicitária nacional e inúmeros alertas de autoridades e especialistas, o estudo revela novos números impressionantes: 50% dos estudantes americanos costumam enviar mensagens de texto via celular enquanto dirigem.” A realidade é que os jovens não bebem diariamente, mas eles levam o tempo todo os seus celulares e querem continuar conectados com os amigos mesmo quando estão dirigindo, e por isso esta ocorrência tornou-se mais comum, embora seja tão perigosa quando beber e dirigir”,  afirmou à rede de televisão CBS o médico  Andrew Adesman, chefe de Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento do Centro Médico Infantil Cohen. Principal autor do estudo, Andrew Adesman disse que as leis que proíbem mensagens de texto ao volante não são eficazes. 57% dos jovens disseram que mandam mensagens enquanto dirigem em estados com leis que proíbem o comportamento, e 59% disseram que fazem o mesmo em estados que não adotam legislação sobre o tema.” As pessoas estão escrevendo e dirigindo o tempo todo”, disse Mike Xirinachs, um dos entrevistados pela emissora de TV. “Eu não sei o que deve ser feito, mas alguém precisa fazer alguma coisa””, disse. ”Todos os dias eu vejo isso”, disse um motorista. “As pessoas dirigindo e dedilhando ao celular, ou falando ao telefone. Eles não deveriam fazer isso, mas fazem – crianças, adultos, todo mundo faz isso”. É perigoso e irresponsável, mas virou uma cena comum”, disse o ex-policial John Montone. “Um veículo é uma arma, assim como um revólver ou uma faca, e você pode matar pessoas. Você não merece ter uma carteira de motorista se é irresponsável a esse pondo”, completou. As estatísticas mostram que quem se comunica por celular enquanto dirige tem 23 vezes mais chances de causar um acidente do que se estiver prestando atenção.

– O aplicativo Zoom é seguro?

Dias atrás, surgiu a informação de que o FBI pediu para seus agentes evitarem o uso do App Zoom, por possíveis invasões na rede (chamadas de Zoombombing). Não compartilhar links de reuniões acabou sendo uma determinação oficial, já que a falta de segurança se daria, num primeiro momento, a de acessar o conteúdo mesmo sem senha (quando o link era fornecido).

Posteriormente, questionou-se o envio de dados não autorizados do Zoom para o Facebook a partir dos dispositivos da Apple e, para “ajudar”, houve o problema do questionamento da real criptografia ou não (como questionada anos atrás ao WhatsApp.

Nesta onde de críticas, grandes empresas começaram a evitar o uso desse aplicativo com medo de roubo de dados e/ou vazamento de informações das conversas. Entretanto, a empresa diz estar ciente de tudo, negando algumas coisas e corrigindo outras.

A questão é: o uso do Zoom disparou nos últimos dias, principalmente com o ensino eletrônico a distância.

Compartilho uma das matérias que fala sobre o assunto, em: https://tecnologia.ig.com.br/olhar-digital/2020-04-03/zoom-e-seguro-entenda-os-escandalos-de-privacidade-envolvendo-o-aplicativo.html

ZOOM É SEGURO?

O aplicativo de videoconferência Zoom ficou ainda mais famoso durante o período de isolamento social, mas sua privacidade vem sendo questionada

A política de isolamento adotada por vários países para conter o avanço do novo coronavírus (Sars-CoV-2) tornou o Zoom familiar para muito mais gente. Com bilhões de pessoas isoladas em suas casas, o aplicativo criado em 2013 como uma plataforma on-line para videoconferências ganhou novos usos, que vão de reuniões entre amigos e familiares a festas de aniversário e bares virtuais. Sob os holofotes do sucesso, a empresa agora enfrenta escândalos de privacidade e segurança cibernética.

O primeiro baque aconteceu na semana passada, após o site Motherboard publicar uma análise do aplicativo para o sistema operacional iOS . De acordo com a publicação, após fazer o download e abrir o app, o “Zoom se conecta à Graph API do Facebook ”, a porta de entrada e saída de dados da rede social .

Leia também: Aplicativo de videoconferência Zoom envia dados dos usuários para o Facebook

“O que a companhia e sua política de privacidade não deixam claro é que a versão iOS do aplicativo Zoom está enviando alguns dados para o Facebook, mesmo quando os usuários do Zoom não têm uma conta na rede social”, diz a reportagem.

Após a repercussão negativa, a companhia atualizou o aplicativo, removendo o SDK — Software Development Kit — do Facebook , que o conectava à rede social . A empresa informou que nenhuma informação pessoal era repassada, apenas dados sobre o aparelho, como versão do sistema operacional, horário, operadora, modelo do dispositivo, tamanho da tela, poder de processamento e espaço de armazenamento.

Em comunicado assinado pelo seu diretor legal, Aparna Bawa, o Zoomenfatizou que “não vende dados de usuários” e que “nunca vendeu dados de usuários no passado e não tem intenção de fazê-lo no futuro”. Além disso, garantiu ainda que “não monitora as conversas e seus conteúdos” e cumpre com todas as legislações sobre privacidade, incluindo o GDPR (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados da União Europeia) e a CCPA (Lei de Privacidade do Consumidor da Califórnia).

Leia também: Inteligência artificial e segurança: entenda porque dados devem ser protegidos

Por causa dos escândalos, um processo foi aberto contra a companhia numa corte federal americana, em San Jose, na Califórnia , pedindo investigação para checar se a plataforma cumpre os requisitos legais no estado.

Desculpa por definição de criptografia

Mas o inferno astral do Zoom não terminou por aí. Uma análise do “The Intercept” revelou que as comunicações por vídeo na plataforma não são criptografadas de ponta a ponta, como seu site e seu white paper de segurança proclamavam. Isso não significa que as comunicações não são seguras. A empresa usa o TLS, padrão dos navegadores, usado em muitos outros sites e aplicativos .

Esse tipo de criptografia protege o tráfego entre o terminal do usuário e o servidor da companhias, mas não entre dois terminais de usuários, como define a criptografia ponta a ponta, usada em plataformas como o WhatsApp e o Signal .

Leia também: Videoconferência: aprenda a ter privacidade ao compartilhar sua tela

Em comunicado divulgado nesta quarta-feira (1), a empresa se desculpou “pela confusão que causamos por sugerir incorretamente que as reuniões no Zoom eram capazes de usar a criptografia de ponta a ponta”.

“O Zoom sempre se esforçou para usar a criptografia para proteger conteúdos no maior número possível de cenários e, nesse espírito, usamos o termo criptografia de ponta a ponta”, reconheceu a companhia. “Embora nunca tivéssemos a intenção de enganar nossos clientes, reconhecemos que existe uma discrepância entre a definição amplamente aceita de criptografia ponta a ponta de como nós a estávamos utilizando”.

Não bastassem os escândalos de privacidade , começaram a surgir denúncias de vulnerabilidades na segurança . O engenheiro de software Felix Seele descobriu que o arquivo de instalação para computadores Mac usava uma técnica popular entre criadores de malwares para burlar restrições impostas pelo sistema operacional. O problema já foi corrigido.

Leia também: Home office: saiba como proteger seu computador trabalhando de casa

Esses problemas fizeram com que o FBI emitisse um alerta a seus agentes para tomarem cuidado ao usarem a plataforma. Segundo a agência de investigação americana, estão acontecendo casos de invasões em teleconferências , que foram apelidadas como “Zoombombing”. Por isso, os funcionários devem adotar medidas de precaução, como não compartilhar o link de reuniões de maneira pública e exigir senhas para participação.

Elon Musk proíbe aplicativo

Já a SpaceX , do bilionário Elon Musk , proibiu que seus funcionários façam uso da plataforma para conferências e reuniões. “Por favor, usem e-mail, mensagens de texto ou telefone como maios alternativos de comunicação”, dizia comunicado interno enviado a funcionários no último dia 28, revelado nesta quarta-feira (1) pela agência Reuters.

Com o bombardeio de denúncias, o diretor executivo do Zoom , Eric Yuan, divulgou um comunicado aos usuários se desculpando pelas falhas. “Nós nos esforçamos para fornecer um serviço ininterrupto e a mesma experiência que fez do Zoom a plataforma de videoconferência preferida para empresas em todo o mundo, além de garantir segurança e privacidade”, afirmou. “No entanto, reconhecemos que não atingimos as expectativas de privacidade e segurança dos usuários — e as nossas próprias. Por isso, sinto muito”.

Leia também: Saber quais aplicativos estão associados ao seu Facebook é questão de segurança

Apesar dos problemas, o uso da plataforma explodiu nas últimas semanas. Segundo Yuan, mais de 90 mil escolas em 20 países adotaram o Zoom para ferramentas para o ensino a distância . No fim de dezembro do ano passado, o número máximo de participantes diários em conferências foi de 10 milhões. Em março, esse número aumentou para 200 milhões.

Com capital aberto desde abril do ano passado, a empresa viu suas ações dispararem com a pandemia, nadando contra a corrente de desastre nas bolsas de valores. Desde a oferta pública inicial, os papéis se valorizaram em 96,92%, sendo que neste ano a alta acumulada é de 79,44%, apesar da queda de 13,5% nos últimos cinco dias.

“Durante este período de isolamento, nós no Zoom nos sentimos incrivelmente privilegiados por estarmos na posição de ajudar as pessoas a se manterem conectadas”, disse Yuan.

App de vídeochamadas Zoom é acusado de propaganda enganosa sobre ...

– E não é que existe mesmo Shadowban?

Eu pensei que era “lenda da Internet”. Mas existe mesmo! O “Shadowban” (ficar escondido / despercebido no Instagram, silenciado pelo próprio App) aconteceu comigo.

Ainda estou tentando resolver, mas saiba o que é e como evitá-lo, abaixo,

Extraído de: https://postgrain.com/blog/instagram-shadowban/

O QUE É SHADOWBAN DO INSTAGRAM (E COMO EVITÁ-LO)

Por acaso você sentiu o número de seguidores do seu perfil parar de crescer? O engajamento das suas publicações diminuiu? As fotos não aparecem quando pesquisadas pelas hashtags usadas? O que chamamos de shadowban do Instagram pode ser o responsável por reduzir o alcance do seu perfil no Instagram.

O termo está sendo bastante comentado pelos especialistas em marketing digital, mas muitos profissionais ainda não sabem o que isso significa. Não temos garantias de que o shadowban do Instagram é o que realmente vem afetando o alcance das publicações ou se é uma questão de ajuste de conteúdo.

Juntamos todas as informações que temos sobre o tema, aqui nesse post. Então, caso você ache que foi afetado pelo shadowban, continue lendo que tenho certeza que achará as respostas para muitas das suas dúvidas!

O que é o shadowban no Instagram?

O termo “shadowban” existe desde 2006, mas, apenas recentemente, se disseminou pelo público digital. Por definição, um shadowban é o ato de bloquear um usuário de uma rede social de forma que ele não perceba que foi banido.

Antes de tudo, lembre-se que o Instagram vem implementando um novo algoritmo desde junho de 2016. Como consequência, muitas contas sentiram uma diminuição extrema no envolvimento de suas publicações. Mas, o fato de seu engajamento não está tão bom quanto antes, não significa necessariamente que você foi atingido pelo temido shadowban do Instagram.

Vamos à explicação de fato: um Instagram shadowban é quando suas hashtags se tornam “impossíveis de serem vistas” na aba de descoberta. Ou seja, você pode usar suas hashtags normalmente, contudo, suas publicações só aparecerão nos feeds dos seus seguidores atuais. O que, basicamente, acaba com todo o propósito de usar hashtags estratégicas para fazer com que novos seguidores sejam atingidos pelas suas publicações.

Com isso, suas imagens não poderão ser vistas nos feeds de hashtag de todos aqueles que NÃO o seguem, reduzindo, obviamente, o alcance do seu perfil e tornando, assim, muito mais difícil alcançar uma audiência que ainda não é a sua.

Como saber se seu perfil realmente foi atingido?

Para ter certeza de que seu perfil foi atingido pelo shadowban do Instagram, definimos um passo a passo bem simples:

1. Faça uma publicação no perfil que você desconfia que foi sofreu o shadowban, utilize uma das hashtags que você usa frequentemente, mas que seja menos utilizada, isso vai te ajudar nos próximos passos;

2. Peça que 5 perfis que NÃO o seguem, pesquisem pela hashtag que você usou na publicação e se sua publicação está sendo exibida no feed de hashtags;

3. Se sua publicação não estiver aparecendo para essas pessoas nesse feed, sua conta realmente pode ter sido enquadrada no shadowban.

Mas, não existe necessidade para pânico, vamos ensinar como corrigir o problema!

Como evitar?

Depois de muitas pesquisas, reunimos aqui algumas das razões que podem causar esse problema no seu perfil.

1. Uso de automação, bots e compra de seguidores e ações;

Os termos de uso do Instagram são claros como água: você não pode realizar nenhum tipo de automação, isso inclui ferramentas que realizem qualquer tipo de ação pelo seu perfil. Mas como o Instagram descobre? Bem, em um momento sua ação é realizada na Rússia- onde está localizado o IP da ferramenta de automação que você contratou. No momento seguinte, você acessa o aplicativo pelo seu celular, no Rio de Janeiro, e um segundo IP é registrado por eles. Opa, o Instagram já acende a luz do alerta de que algo de estranho tá acontecendo: como a mesma pessoa está em dois lugares diferentes ao mesmo tempo?

2. Hashtags “quebradas”

Confira se as hashtags que você usa não estejam “banidas” pelo Instagram. É só procurar a hashtag no Instagram, se apenas a seção superior, chamada “principais publicações” aparecer e nada mais, é provável que a hashtag tenha sido banida pelo Instagram. Fique atento e não deixe de fazer essa pesquisa frequentemente. Até mesmo hashtags inocentes acabam sendo usadas para um contexto diferente, como é o caso da hashtag #petite. Como você pode ver na imagem abaixo, é uma hashtag usada pra contextos bem diferentes do que imaginamos apenas lendo a palavra.

3. Usar as mesmas hashtags por muitos meses

Alguns usuários afetados pelo shadowban do Instagram perceberam que por estarem usando continuamente as mesmas hashtags por longos períodos de tempo, o Instagram detectou como spam. Mesmo que você use as mesmas hashtags para manter a continuidade nas publicações, tenha cuidado com o uso, não confie nem mesmo em hashtags criadas pelas marcas. Na realidade, segundo o próprio Instagram, não devemos confiar muito em hashtags em geral! Ainda estamos de olho nessa suspeita, mas recomendamos manter suas hashtags sempre atualizadas e alterá-las sempre que possível.

4. Atividades muito intensas

Se você, de repente, seguir ou deixar de seguir muitas pessoas, ou curtir uma número de alto de publicações, o Instagram percebe que não se trata de ações do dia a dia de um usuário normal, isso pode causar alguns problemas, fique esperto! Tente fazer um uso moderado das ações, tentando nunca realizar interações de maneira robótica.

O que o Instagram fala sobre o shadowban?

Pelo fato de que alguns usuários que não estavam fazendo spam terem sido atingidos pelo “fenômeno”, no começo do ano, o Instagram publicou em sua página do Facebook reconhecendo que o problema com as hashtags é real. Contudo, ao invés de admitir que implementaram o “shadowban”, a empresa disse que havia realizado “melhorias no sistema”. E, pasme, quando foram pressionados por uma resposta sobre como solucionar, disseram que não tinham recursos para resolver o problema.

Encontrar as melhores hashtags para o seu mercado faz parte de uma estratégia de marketing no Instagram! Ou estamos todos enganados? Não se sabe ainda se o shadowban do Instagram tem alguma relação com a maneira como a rede social vem querendo monetizar seu negócio através dos anúncios pagos. De qualquer forma, acaba forçando os perfis comerciais a investir em publicidade paga, isso não podemos negar! Afinal, de uma forma ou de outra, atrapalha a visibilidade dos perfis na aba de pesquisas por hashtags e também daqueles que usam ferramentas de automação.

Como faço para resolver o shadowban no meu perfil?

A gente já escreveu aqui no blog sobre o suporte do Instagram, e sobre como não é a maneira mais fácil, muito menos mais rápida de se conseguir informações. Por isso, a melhor maneira que achamos foi reunindo soluções que funcionaram para outros usuários:

1. Dê um tempo das atividades na sua conta do Instagram

Aguardando um período de 24 a 48 horas sem realizar ações de qualquer tipo no seu perfil, a conta volta ao normal.

2. Revise suas hashtags

Verifique se as hashtags que você usa estão sendo bloqueadas pela rede social. Aproveite, também, para criar um novo mix de hashtags para usar nas suas próximas publicações.

3. Repense o uso de automação

Como adiantamos na dica 1, a primeira coisa a fazer é parar de usar serviços automatizados por um período (de 24 a 48 horas). Outra solução é diminuir a velocidade das ações automatizadas. Em algumas ferramentas, existem os níveis de velocidade de “Lento” a “Rápido”, opte pela primeira opção.

4. Diminua a frequência das suas publicações

O Instagram analisa qualquer característica de spam que um perfil possa vir a ter. A quantidade de publicações que seu perfil realiza também entra nesse critério de análise. Tente manter um número de publicações que um perfil pessoal realiza, por exemplo.

5. Mude de perfil comercial para perfil pessoal

Como dito, pode ser que o Instagram esteja focando nas contas comerciais visto que é mais provável que elas sejam impactadas negativamente pelo shadowban, aumentando as chances de comprar anúncios. Assim, ao mudar de perfil comercial para pessoal, é possível que você “saia” do radar do Instagram.

6. Engaje organicamente com o seu público

Aproveite esse período sem ferramentas de automação para conhecer melhor seus seguidores, faça manualmente essa pesquisa de hashtags e comente nos perfis que acha interessante para a sua marca.

Conclusão

Se você usa o Instagram de forma natural, sem realizar ações de forma exagerada, sem se comportar como um robô e verifica as suas hashtags sempre que possível, fique tranquilo! Não recebemos nenhum feedback de perfis atingidos pelo shadowban do Instagram sem que uma dessas ações que listamos aqui no post tenham sido realizadas.

Não faz muito sentido que o Instagram puna os usuários que estão usando a plataforma de forma autêntica, fazendo uso exatamente como ela foi planejada para ser usada.

O Instagram se atualiza com frequência, assim, de tempos em tempos as coisas inevitavelmente vão mudar no algoritmo. Dessa forma, esse post pode ser atualizado com mais informações em breve, tá ok?

Se você realizou alguma dessas ações, não precisa entrar em pânico! Basta seguir as dicas que listamos aqui.

Seu perfil foi atingido pelo shadowban? Se conseguiu resolver o problema de alguma outra forma, deixa aqui nos comentários! Assim podemos ajudar ainda mais pessoas esclarecendo as dúvidas com a ajuda da comunidade que usa a rede social.

 

Resultado de imagem para instagram shadowban

– Dicas para proprietários de carros bicombustíveis

Invariavelmente vemos carros que aceitam gasolina e etanol que não se adaptam à mudança de combustível.

Caro motorista, saiba que o seu veículo tem um chip que precisa entender o que você está abastecendo.

Se você roda com gasolina e quer mudar para etanol, deve deixar o tanque se esvaziar até o limite da reserva, e aí completar o tanque com o outro produto. Caso contrário (se você anda com meio-a-meio), o módulo pode entender que você está utilizando combustível adulterado.

Algo importante e que passa despercebido: quando você muda o combustível, precisa rodar alguns quilômetros para que seu carro entenda o que aconteceu. Se você trocar o combustível e estacionar o carro na garagem, fatalmente, quando você der a partida, o carro pode não funcionar.

Um cuidado a mais: alguns carros podem viciar com determinado combustível, e se você não muda com frequência, pode ser que seu carro não renda o que deva e até falhe por muitos tanques abastecidos.

Ademais, último conselho: não se esqueça de abastecer o reservatório da injeção eletrônica, caso esteja usando a opção etanol.

Tais dicas ajudam os motoristas a terem tranquilidade quando abastecerem seus carros.

bomba.jpg

– Como limpar corretamente o celular para evitar o Covid-19?

Se o Novo Coronavírus Covid-19 sobrevive apenas um “tempo pequeno” se estiver no ar e não conseguir infectar alguém, saiba que em alguns materiais (como metais, por exemplo) ele pode permanecer até 12 horas! Por isso, a preocupação de se levar crianças num parque infantil: imagine uma criança portando o vírus segurando na corrente de uma balança? Todas as demais que ali tocarem, poderão pegar o danado…

Outra preocupação tão importante é quanto ao uso e compartilhamento de celulares. Se você estiver doente e emprestar o seu aparelho para alguém, BINGO! Portanto, veja essas dicas para limpar muito bem seu telefone, abaixo.

Extraído de: https://www.techtudo.com.br/noticias/2020/03/coronavirus-motorola-tambem-libera-alcool-isopropilico-para-limpar-o-celular.ghtml

COMO LIMPAR O CELULAR CORRETAMENTE DIANTE DO CORONAVÍRUS

A Motorola passou a recomendar nesta segunda-feira (16) o uso álcool isopropílico 70% como método para limpar o celular, em meio à pandemia do novo coronavírus. A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta sobre a desinfecção de objetos utilizados no cotidiano. Anteriormente, a Apple e a Samsung também informaram que a substância é recomendada para desinfetar o smartphone.

O álcool isopropílico com concentração de 70% está à venda em lojas de informática e utensílios de escritório. Trata-se de um velho conhecido das assistências técnicas pelas propriedades que o permitem higienizar superfícies e eliminar germes sem danificar os componentes eletrônicos.

Nas instruções, a fabricante número 2 em smartphones no Brasil – atrás apenas da Samsung – ressalta que deve ser o produto específico para tratamento de eletrônicos. Os consumidores não devem confundir com o álcool gel indicado para limpar as mãos e evitar a contaminação pelo causador da doença Covid-19. Este último leva mais tempo para evaporar, podendo comprometer os equipamentos.

A fabricante elaborou um conjunto de dicas no momento de limpar o smartphone. Confira a seguir:

Para higienizar a tela do seu smartphone Motorola, é possível usar lenços ou panos umedecidos com álcool isopropílico com concentração de 70% (específico para produtos eletroeletrônicos), sempre com movimentos suaves.

Ao limpar o aparelho, recomendamos que ele esteja desligado.

Evite umidade nas aberturas do aparelho, incluindo a porta de carregamento, a entrada do fone de ouvido, microfones e alto falantes.

Não coloque o aparelho imerso em agentes de limpeza, e não use materiais de limpeza que contenham alvejantes ou agentes abrasivos.

Resultado de imagem para papel de parede para celular homer simpsons

– Etanol de Algas Marinhas

Cada vez mais procuramos investir em combustíveis renováveis e não poluentes. A busca de matrizes energéticas têm sido uma constante em nosso país, sendo que das mais diversas fontes vemos surgir Biodiesel e Etanol.

Agora, um novo e riquíssimo elemento com matéria-prima abundante: algas. Para os que alegam que o plantio de cana-de-açúcar substitui o de alimentos, a exploração da alga marrom, abundante na biodiversidade marinha, seria uma solução – além de ser riquíssimo em açúcar concentrado.

A questão é: teríamos consequências para a biodiversidade aquática?

Extraído da Revista Eletrônica “Posto Hoje, http://www.postohoje.com.br”

CIENTISTAS USAM ALGA E BACTÉRIA PARA PRODUZIR ETANOL

Um estudo recente aposta no uso da alga marrom como fonte para a produção de etanol. Segundo os pesquisadores que desenvolveram a técnica, o biocombustível marinho seria mais vantajoso se comparado ao método mais comum que utiliza a cana-de-açúcar. Um dos primeiros pontos a favor é o local onde vivem. Por estarem nos oceanos, as algas dispensariam lotes de terra para seu “cultivo”, não concorrendo com áreas reservadas ao plantio de alimentos. Outro aspecto positivo, defendem os cientistas, é o tipo de açúcar altamente concentrado, revelando ser uma rica biomassa. Os autores do estudo, que será publicado na revista Science, pertencem à empr esa BAL (Laboratório de Bioarquitetura), com sede em Berkeley, na Califórnia. O grupo trabalhou com quatro tanques de algas mantidos em Puerto Montt, no Chile, e a bactéria Escherichia coli. Geneticamente alterada, a E coli pôde não só extrair o principal componente dos açúcares das algas –o alginato–, mas também fermentá-los para originar o etanol. Antes, a bactéria não era capaz de realizar esse feito.

Resultado de imagem para algas marinhas

 

– Você já testou o Fleets do Twitter?

Seguindo a tendência do que faz o Stories do Instagram e do Facebook , o Twitter criou o Fleets, seu similar que some em 24 horas.

Está, por enquanto, disponibilizado só para o Brasil. Eu testei um fleet quando acordei, de madrugada, com a foto da lua e um avião se aproximando da sua imagem.

Bobinho, mas é necessário que o Twitter tenha essa possibilidade para não ficar atrás dos concorrentes.

E vocês, já usaram essa nova ferramenta?

Imagem