– Os Clubes da Libertadores NÃO querem o VAR na competição!

Leram a Coluna “De Prima” do Jornal Lance de hoje?

As equipes brasileiras que estão classificadas para a próxima fase da Libertadores da América não querem a utilização do árbitro de vídeo na competição.

Motivo?

Eles crêem que o tempo de treinamento para os árbitros que trabalharão com esse equipamento é insuficiente para o bom uso.

Em tempo: o árbitro brasileiro que mais tem trabalhado na Libertadores é Wilton Pereira Sampaio (que apitará Grêmio x Corinthians no próximo domingo). Já Sandro Meira Ricci é o brasileiro que tem atuado como VAR pela FIFA na Copa das Confederações. Esses dois juízes seriam utilizados pela Conmebol para a função de vídeo-árbitro na Libertadores, se for mantida a ideia da Conmebol.

Me preocupa o seguinte: Juan Antonio Pizzi, treinador da Seleção Chilena, disse em um dos jogos da Copa das Confederações neste ano: “o grande problema do árbitro de vídeo é a cultura”, ao falar sobre as reclamações de determinados selecionados e a passividade de outras equipes.

Imaginaram em alguma das “Arenas Havaianas” (em referência aos estádios ruins e aos chinelos arremessados pelos torcedores selvagens de alguns clubes sulamericanos) quando o jogo ficar parado e a decisão for pró-clube visitante?

E você, o que acha: deve-se utilizar o VAR nas próximas fases da Libertadores ou não?

A propósito, Gianni Infantino, presidente da FIFA, está feliz com o vídeo-árbitro e tem embaixo dos braços um “pacotão de mudanças da regra a ser estudado”. Clique aqui para conhecê-las (será um novo esporte?), em: http://wp.me/p55Mu0-1vC

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– A Kombi voltará como ID Buzz

Uma notícia que agradará muita gente! A Volkswagen confirmou que deverá produzir (nos EUA ou na China, e de lá para o mundo inteiro) o seu novo veículo: a ID Buzz, cuja ideia é preencher a lacuna deixada pela Kombi.

Aqui está o modelo final (fonte Jornal do Carro, encarte do Estadão):

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– Evolução Profissional dos Químicos – da Idade Média aos Dias Atuais!

Hoje é Dia do Químico. Com as novas tecnologias e cada vez mais novas descobertas, a profissão se revoluciona diariamente e a ritmo frenético.

Pois bem: para celebrar a data, um especial da Revista Superinteressante sobre os Químicos na Idade Média!

Bacana, extraído de: http://is.gd/3grQ0S

COMO ERA O LABORATÓRIO DE UM ALQUIMISTA MEDIEVAL?

por Luiz Fujita

Era escuro e bagunçado, ou seja, nada parecido com um laboratório de química atual. No meio dessa zona, os alquimistas eram pessoas comuns que manipulavam ingredientes minerais e vegetais a fim de produzir ouro a partir de outros metais. Essa busca pelo nobre metal tinha uma motivação mais espiritual do que materialista, já que, para eles, transformar metais comuns em ouro seria um jeito de libertar a essência divina que existe em todas as coisas. O nobre ideal, porém, não convenceu a Igreja Católica, que, no século 14, proibiu a alquimia – nessa época, os alquimistas eram perseguidos como servos do demônio – e a prática só voltou a ser socialmente aceita no século 15.

Ouro que é bom, nada… Banho-maria, porcelana e uma série de compostos químicos surgiram nos porões dos alquimistas!

VOVÔ DA MARVADA
O destilador, criado pelos alquimistas por volta do ano 800, é usado até hoje em laboratórios químicos. O instrumento separa líquidos misturados e funciona assim: a mistura é fervida e o líquido que evapora mais cedo sobe até o topo do destilador, onde vira gotas que escorrem para outro recipiente

BRINCANDO COM FOGO
O fogo era usado na maioria dos experimentos, para queimar materiais e para ferver líquidos. Por isso, era comum instalar o laboratório na cozinha. Para tocar as experiências em outros cômodos da casa, usava-se um fogareiro, parecido com uma churrasqueira portátil, e um soprador, que mantinha o fogo aceso

QUÍMICA DO AVESSO
Os alquimistas foram mais eficientes para destruir do que para criar ouro. É que eles descobriram uma substância chamada água-régia, que corrói o precioso metal amarelo
Vitriol (cristal de sulfato) + Nitrato de potássio (cinzas de madeira + xixi) + Água-forte (ácido nítrico) + Cloreto de amônia (sal de vulcão) + Água-régia (ácidos nítrico e clorídrico)

BALANÇA, MAS NÃO CAI
Outros recipientes usados na química atual têm origem na alquimia, como os cadinhos – potes de metal ou porcelana, de alta resistência, usados para fundir metais. Os alquimistas também mediam as quantidades de ingredientes com balanças para poder repetir os experimentos que dessem certo

MAGOS DO PORÃO
O ambiente de trabalho dos ancestrais dos químicos era sujo e escuro. Para manter segredo sobre suas atividades e descobertas, o alquimista realizava experimentos sozinho, enfurnado em um sótão ou em um porão, à luz de velas. O cheiro era forte por causa da mistureba de materiais

PROJETOS PARALELOS
Transformar metais comuns em ouro era fichinha para aqueles que também tentavam descobrir um elixir que curasse tudo e desse a vida eterna. Outro desafio era misturar ingredientes para fazer surgir uma criatura surreal: o homúnculo – havia até receita de como criar o pequeno ser!

RECEITA DE SUCESSO
Rodeados por livros e pergaminhos, os alquimistas registravam os experimentos e descobertas a fim de compartilhar com os colegas. Para evitar que roubassem fórmulas e instruções, os caras faziam anotações cifradas – com gravuras no lugar das palavras, por exemplo:
• A alquimista Maria, a Judia, esquentava recipientes com água fervente, dando origem ao termo “banho-maria”
• Explosões eram comuns e, às vezes, tão violentas que matavam o alquimista
• A porcelana foi trazida para o Ocidente pelo alquimista alemão Johann Böttger, no século 18
• Uma das receitas de homúnculo leva sêmen humano magnetizado, enterrado em cocô de cavalo!

O sonho dourado de alquimistas europeus e árabes nunca virou realidade. Chineses buscaram, em vão, a receita da vida eterna.

EUROPEUS
Não fabricaram ouro, mas revelaram alguns tesouros. O inglês Roger Bacon criou uma lente que concentrava raios do Sol e acendia velas. O suíço Paracelso foi um dos primeiros médicos a tratar a epilepsia como doença

ÁRABES
Fizeram grandes descobertas químicas. Abu Musa Jabir Hayyan, por exemplo, descobriu o ácido nítrico. Até algumas palavras usadas na química, como álcool, foram introduzidas pelos alquimistas árabes

ASIÁTICOS
Os chineses perseguiam a imortalidade por meio de boa alimentação, prática de exercícios físicos e poções. Algumas receitas, porém, levavam direto para a cova, contendo arsênico e mercúrio na fórmula.

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– Em qual Era da Administração de Empresas Viveremos?

Rita King, futuróloga da Nasa, certa vez resolveu falar de tecnologias do futuro e entrou na área da Administração de Empresas. Segundo ela:

Tivemos a Era Industrial e vivemos hoje na Era da Informação. Muitos futurólogos consideram a próxima era como a Era da Inteligência, mas ela só chegará quando as máquinas pensarem melhor do que nós. Até lá, aguardaremos um momento intermediário, que eu chamo de Era da Imaginação, onde as pessoas, os relacionamentos, a educação e os empregos devem se reformular!

Será que nosso atual momento no mundo dos negócios (e na sociedade também) não é de reinvenção diária?

A Era da Imaginação já chegou…

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– Inclusão Digital deu voz a todos. Isso é bom?

O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.

Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, falecido e importante pensador italiano, disse recentemente:

Redes Sociais deram voz à legião de imbecis

Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!

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– A 3a idade está se tornando cada vez mais “ligada” na Web!

Sabe aquele adolescente que fica fascinado ao descobrir a Internet e o Mundo Virtual? Agora, imagine idosos e idosas que “renascem” ao navegarem na Web!

Eu conheço pessoas queridas como nessa bacana matéria abaixo. E você?

Extraído de: Revista Isto É, pg 82, ed 2274

VELHINHOS CONECTADOS

Eles invadiram as redes sociais, batem papo pelo computador, editam vídeos, enviam fotos, mantêm blogs e formam o grupo que mais cresce entre os usuários de internet no Brasil

Por Juliana Tiraboschi

Eles gostam de aprender coisas novas, recorrem frequentemente ao computador para pesquisar sobre os mais variados assuntos e adoram usar a internet para conversar com os amigos e conhecer gente. Pode parecer, mas esse não é o perfil médio dos jovens da geração X ou Y. Trata-se, na verdade, da descrição de um contingente de usuários da rede que só aumenta: o das pessoas com mais de 50 anos. Divulgada em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa “Acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal” constatou que, entre 2005 e 2011, aumentou em 222,3% o número de brasileiros com 50 anos ou mais de idade que entram na internet. Isso representa um aumento de 2,5 milhões para 8,1 milhões de pessoas no grupo dos conectados maduros. Foi a faixa etária que teve o maior crescimento no período.

Quem trabalha no meio não fica surpreso com esses números. “Os idosos têm muita fome de conhecimento”, diz Sérgio Contente, presidente de uma empresa de softwares e mantenedor da fundação que leva seu nome e promove cursos de informática para jovens carentes e para o público da terceira idade. Para ele, os membros desse grupo que ainda estão fora da rede gostariam de aprender a navegar pela internet e a usar softwares, mas têm receio de incomodar os familiares. Com base nos vovôs que frequentam os cursos, o incômodo seria mínimo. O que eles mais desejam é aprender a trocar e-mails, receber e enviar fotos, editar vídeos caseiros e usar o Facebook e o Skype para se comunicar com parentes e amigos.

Esse é o perfil de Luiza Soares Ribeiro, 88 anos. A dona de casa começou sua experiência com novas tecnologias ao ganhar um tablet de presente de uma de suas sete filhas em dezembro de 2012. Luiza aprendeu a dominar as funções básicas do aparelho e a utilizá-lo para colocar em prática seu passatempo favorito: jogar games de caça-palavras. Mas ela queria mais e, no início deste ano, soube de um curso básico de informática por meio de uma vizinha. Decidiu se matricular e aprofundar seus conhecimentos sobre navegação na internet. Gostou tanto que convenceu duas filhas – Mafalda Ribeiro, 68 anos, e Zoraide Trofino, 67 – a fazer o curso. Luiza frequenta um clube da terceira idade e diz que, apesar de uma ou outra dificuldade, aumenta o número de amigos que sabem lidar com as novas tecnologias. “Acho o Facebook um pouco difícil, a gente aprende mais devagar. Mas o que aparecer eu quero aprender”, afirma Luiza, que acabou de participar de uma oficina para conhecer as ferramentas da rede social.

Além dos laços afetivos, um grande impulso para a inserção dos idosos no mundo da computação vem da automatização de serviços como a declaração do Imposto de Renda e a movimentação de contas bancárias. A necessidade de estar em dia com esses avanços tecnológicos traz um efeito colateral benéfico. “É importante saber usar a internet, abre a nossa cabeça”, diz Mafalda, que gosta de usar o Facebook, ler notícias sobre novelas, pesquisar receitas e procurar informações sobre artesanato.

A bióloga aposentada Neuza Guerreiro de Carvalho, 83 anos, já é uma veterana na lida com os computadores. Começou a desvendar os segredos da informática em meados da década de 1990. “Meu filho e netos conversavam entre eles sobre o assunto e, para mim, era como ouvir chinês. Mas nunca fui de ficar por fora, então quis aprender”, diz. Sua principal motivação naquele momento foi usar o computador para registrar toda a história de sua família. “Não existia mais máquina de escrever, e não dava para escrever à mão”, afirma.

A familiaridade com o computador cresceu a ponto de, em 2008, a aposentada lançar o “Blog da Vovó Neuza”, que reúne textos sobre temas como cultura, arte, viagens e música clássica, seus hobbies favoritos. Para ela, o blog não é um passatempo, mas um trabalho. “Eu pesquiso, às vezes passo uma manhã inteira para escrever um post”, diz. Neuza comemora o fato de mais idosos estarem na rede, mas acha que eles ainda se contentam com pouco: “Tem gente que faz curso, compra computador e fica restrito a receber e-mail e repassar correntes de mensagens. Não sabe trabalhar uma foto, criar conteúdos ou fazer uma pesquisa.”

A psicóloga Andréa Jotta, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática, da PUC/SP, tem percebido um aumento tanto no interesse dos idosos em acessar a internet quanto na oferta de portais com informações e serviços voltados para esse público. “Geralmente, eles se adaptam bem aos tablets, por conta da tecnologia touch screen e da facilidade em acessar aplicativos das redes sociais”, diz. Criados num tempo em que ainda dava para confiar na palavra, eles têm dificuldade para se adaptar às medidas de segurança necessárias para navegar tranquilamente. “Os idosos caem mais facilmente nesses golpes que chegam por e-mail”, diz Andréa. Por isso, muitos têm medo de usar serviços de acesso online às contas bancárias.

Mas o número de vovôs que dominam informática cresceu tanto que algumas empresas colocam cabeças grisalhas para trabalhar em seus computadores. Especializada em serviços de call center, a TMKT, de São Paulo, contratou 100 pessoas acima de 50 anos desde março de 2012. “Essa faixa etária apresenta um pouco de lentidão na digitação e no aprendizado de abrir as telas do computador, mas a disciplina, a força de vontade e o comprometimento fazem com que vençam essas dificuldades”, diz Sulamita Miranda, gerente de RH da empresa. Mara Pereira da Silva, 60 anos, voltou a trabalhar no call center depois de se aposentar como secretária há quatro anos. Para a profissional, com um bom treino as pessoas mais velhas podem trabalhar de forma tão eficiente quanto gente mais nova. “É estimulante trabalhar junto com os jovens. A gente sente que está no mesmo nível de conhecimento deles”, diz. Sinal de que, além de conectar os idosos com o mundo, os computadores funcionam como um virtual elixir da juventude.

– Delírio, Marketing ou Crença Maluca do Empreendedor?

Elon Musk é um dos caras marcantes desse início de século. O homem que construiu um império através da Tesla (a inovadora fabricante de carros elétricos), do Pay Pal (o sistema eletrônico de pagamentos) e que está a frente dos projetos espaciais privados através da SpaceX, declarou piamente que:

A chance de não estarmos vivendo em uma simulação por computador é de uma em bilhões”.

O tão badalado empreendedor diz que é muito provável que estejamos habitando um mundo virtual, próximo ao que retrato no filme Matrix, mas não perceptível à maioria até agora.

E aí: o que você pensa sobre isso? Crê nesse mundo paralelo?

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– A iniciativa da CBF em relatar erros e acertos de arbitragem em alguns lances e o erro na avaliação de Corinthians 1×1 Chapecoense

A CBF divulgou alguns lances polêmicos do Brasileirão e os avaliou como certos e/ou errados. A iniciativa é louvável, lógico. Mas quem os interpreta pode cometer erros.

Digo isso pois vejo um vídeo do jogo do Corinthians onde a CBF recomenda equivocadamente a marcação do pênalti. Explico: o árbitro Elmo Rezende não dá pênalti no chute de João Pedro (Chapecoense) após a bola bater na mão de Gabriel (Corinthians). E eu também não marcaria! Se deve marcar o tiro penal se a mão foi intencional / deliberada ou se houve intenção disfarçada em um movimento antinatural. E foi isso que aconteceu?

Claro que não! A CBF justifica que o jogador “se lança deliberadamente na bola”. Ótimo, até aí não é irregularidade. Mas o movimento da bola que bate na mão não é antinatural, tampouco deliberado. E não nos esqueçamos: não existe imprudência em mão na bola!

Não adianta falar que houve movimento antinatural, aqui é novamente bola que bate por acaso no braço. O que dói é ler no site da CBF que foi “infração se lançar deliberadamente na bola”. Ora, aí já não é mais teimosia querer mudar por conta própria a Regra, mas sim burrice!

Repito e insisto: movimento antinatural não é imprudência (pois não existe essa avaliação na regra). Movimento antinatural é “disfarçar-se” para tocar deliberadamente a bola, e não foi isso que ocorreu.

Se temos que aplaudir a atitude em busca da transparência, temos também que puxar a orelha de quem fez essa avaliação.

Aliás, se há tantos erros, a culpa é de quem apita ou de quem escala apitadores que erram?

Vale a reflexão.

Aqui o vídeo: https://vimeo.com/217722231

Vou parafrasear o amigo Eduardo Tega, conterrâneo jundiaiense e professor da Universidade do Futebol, que tuitou: até o escudo dos árbitros da CBF é triste…

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– Bom dia para se viver, Segundona!

Ainda muito feliz com a saída da minha filha caçula, recém-nascida e prematura, da UTI. No quarto tudo é mais fácil! Compartilhei aqui: http://wp.me/p4RTuC-iKj.

Dessa forma, fui correr bem cedo para ter energia neste dia. Nossa foto-motivação:

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Durante o treino, rezando e agradecendo para Nossa Senhora, mãe de Jesus. Nossa foto-meditação:

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Pós-treino, alongando no jardim em meio a beleza das flores. Nossa foto-contemplação:

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Um pouco mais tarde, parei 5 minutos para admirar o nascer do sol. Nossa foto-alvorada:

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Enfim, nosso maravilhoso amanhecer na divisa de Jundiaí com Itupeva. Nossa foto-inspiração:

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OPS: Já cedo conversei com minha Estelinha direto do quarto do hospital via FaceTime. Olha a carinha de assustada e de espanto dela com o papai feioso! kkk. Viva a tecnologia!

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Ótima semana para todos nós!

– O VAR estará no Mundial da Rússia

Uma boa notícia para quem gosta de tecnologia a favor da legitimação dos placares no futebol: o árbitro de vídeo estará na principal competição do planeta, a Copa do Mundo.

Em 2018, na Rússia, o Video Arbitro Referee (VAR) será implantado. Ótima ideia, desde que bem treinada e passada aos árbitros mais gabaritados (sem a geopolítica discutível de escolha dos juízes da FIFA).

Gianni Infantino, o presidente da entidade que está participando de um congresso da Conmebol no Chile, declarou que:

Não é possível que em pleno ano de 2017, todo mundo que está no estádio ou em casa consiga saber do erro do árbitro durante a partida e o único a não saber disso é o próprio árbitro. Não pode ser mais assim, isso não é justo“.

E pensar que aqui ouvimos o blábláblá do árbitro de vídeo que a CBF divulgou que ocorreria em Maio de 2016, depois em Agosto, Setembro, Novembro, série B… como sempre, uma grande mentira! Aliás, criaram até um cargo específico para um ex-presidente de Comissão de Arbitragem, lembram?

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– Nu por estar sem telefone?

Esqueci o celular no trabalho. Parecia pelado, inseguro, desesperado, sei lá.

Como somos reféns da tecnologia! Isso aconteceu durante o trabalho. Em casa, na folga, consigo ficar longe da tecnologia. Mas na labuta não…

Aliás, por quê há 20 anos não tínhamos essa preocupação? Eu comecei a trabalhar quando existia o BIP que você colocava na cintura e depois procurava um orelhão. Teletrim nem pensava em existir e já se foi!

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– Há 44 anos nascia o telefone celular!

E o telefone celular faz 44 anos. Mas chegou ao Brasil só em 1996…

Lembram daqueles primeiros “tijolos” da Telesp Celular? Muitos o usavam como objeto de ostentação. Tarifas caríssimas!

Me recordo do meu primeiro celular: um Startac da Motorola! E era uma revolução para a época. Hoje, nós não conseguimos viver sem o celular, que se transformou não só simplesmente em aparelho telefônico, mas pager, computador de mão, calculadora, relógio…

Olha o primeiro aparelho, o DynaTAC da Motorola, com seu inventor, Mr Cooper:

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– O conselho do Guru de Steve Jobs aos empreendedores!

Nolan Bushnell já foi citado pelo falecido Steve Jobs (o gênio criativo fundador da Apple) como seu guru e mentor. Nolan é o fundador da Atari (lembram-se do sucesso do video-game da década de 80?), e conta algumas particularidades sobre seu pupilo e dá dicas para administradores e empreendedores:

Extraído de Revista Veja, Páginas Amarelas, pg 17-20, ed 16/01.

“Muitos executivos temem arriscar. Perigoso é não arriscar. A falta de inovação leva ao declínio da empresa (…). Países pobres como o Brasil têm de se livrar do complexo de inferioridade para começar a inovar. Tenho certeza de que há jovens brasileiros com potencial para ser novos bilionários da web. Eles precisam só de incentivo (…) Steve Jobs não gostava de tomar banho, cheirava mal, mas ele tinha o mais importante: faísca nos olhos só exibida por gênios da criatividade“.

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– A Geração Z vem aí!

Nós constantemente falamos sobre a Geração Y, que, afinal de contas, são os jovens executivos que estão tentando revolucionar a Administração de Empresas.

Mas e a Geração Z (chamada por muitos como Geração @)?

Compartilho um interessante material da Revista Exame, sobre quem são esses adolescentes / jovens que poderão revolucionar ainda mais o mundo dos negócios, e, por que não, a sociedade!

Destaque para as crenças e valores dessa moçada que vem por aí.

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/geracao-quem-sao-e-como-se-comportam

GERAÇÃO Z: QUEM SÃO E COMO SE COMPORTAM

Os teens de hoje que têm entre 13 e 18 anos em breve tomarão o poder do mercado de consumo, assim como os seus “antepassados”, a Geração Y. Eles nasceram e vivem na era digital, estão interconectados, super informados, têm um sentimento crítico elevado, são egocêntricos, precisam ser reconhecidos e procuram seus próprios momentos de fama. Para eles, as marcas continuam sendo relevantes em suas vidas para construir sua identidade, aponta a pesquisa “Geração @ e as Mudanças dos Consumidores Teens”.

O estudo realizado pela Enfoque Pesquisa de Marketing no Brasil e apresentado ontem, dia 22, na sede da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa mostra um adolescente cuja vida passa 24 horas por dia nas telas. Principalmente a do computador, para acessar a internet, em que 77% preferem passar o seu tempo, contra 66% da Televisão e 54% do celular. Mas eles não consumem uma mídia de cada vez.

Enquanto estão na internet, os teens multitarefa ouvem música, falam ao telefone e assistem à TV, nesta ordem. O ambiente digital é um território conquistado por eles e onde têm suas próprias linguagens. A disputa pela atenção deste público é cada vez mais feroz. Tudo que se passa na vida deles hoje tem uma tela. Eles não consomem mídia, mas sim conteúdo que os permite interagir e compartilhar, principalmente nas redes sociais.

Geração Display

As redes sociais são parte fundamental na vida dos adolescentes brasileiros para se socializarem, conhecer pessoas, ter reconhecimento e auto-estima. Em seus perfis, eles se mostram como querem ser vistos, geram e compartilham conteúdo constantemente. “Os teens de hoje são autores e protagonistas de seus momentos”, afirma Zilda Knoploch, CEO da Enfoque Pesquisa de Marketing (foto). “É uma geração display. São obcecados por se verem e serem vistos. Até o processo de paquera mudou. Primeiro ele se mostra e depois conhece”, explica.

Agora, as marcas precisam conhecer e interagir com esses jovens que Zilda chamou de Geração @, também denominada por Geração Z. Eles são adolescentes nascidos após 1995. A forma de fazer Marketing tem que ser diferente. “Temos que entrar na vida destas pessoas, acompanhar a vida delas e se relacionar. Não é mais um discurso da marca para o teen, mas uma conversa entre os dois”, diz a CEO da Enfoque.

É uma interação sem fim que tem como base o conteúdo. As marcas que não tiverem conteúdo e um propósito estarão fora do jogo. Elas precisam preencher um espaço que está vago na mente dos novos adolescentes que se mostram sem perspectivas, uma vez que 52% das mais de 1.500 pessoas entrevistas em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, das classes A, B e C, se mostram abertos a morar em outro país. Elas não têm confiança nas empresas, nos políticos, nem no Estado, mas 70% dos garotos e garotas confiam na Igreja, seguida da Seleção Brasileira de Futebol, do Exército, da Rede Globo e dos Bancos.

Atitudes diferentes, mas nem tanto

Em meio a uma fase de transição, os novos teens se mostram materialistas e extremistas em relação às suas emoções. Assim como a Geração Y, querem tudo para ontem e alguns deles já sentem falta de tempo para fazer tudo que gostam. É um fenômeno decorrente da maior gama de atividades diárias além da escola, principalmente nas classes AB. Seus ídolos não estão no esporte, mas sim na família, sendo a mãe a principal.

Sobre o futuro, a maioria não tem ideia do que acontecerá a eles, apenas querem desfrutar o hoje. A diferença é que, na classe A, alguns desejam estudar e trabalhar no exterior. O vasto acesso a informação lhes permite sentir que o mundo cabe em suas mãos. Num ambiente de excessos, a opinião de seus amigos é confiável e mais influente que a das marcas.

A música está presente em todas as situações que este jovem passa, formando a trilha sonora da vida dele mais do que no passado. O que não muda, segundo a pesquisa, é que as marcas continuam representando os códigos de moda para esta geração, seja como pertencimento, para obter status ou até mesmo se diferenciar.

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– Etanol de Algas Marinhas

Cada vez mais procuramos investir em combustíveis renováveis e não poluentes. A busca de matrizes energéticas têm sido uma constante em nosso país, sendo que das mais diversas fontes vemos surgir Biodiesel e Etanol.

Agora, um novo e riquíssimo elemento com matéria-prima abundante: algas.
Para os que alegam que o plantio de cana-de-açúcar substitui o de alimentos, a exploração da alga marrom, abundante na biodiversidade marinha, seria uma solução – além de ser riquíssimo em açúcar concentrado.

A questão é: teríamos consequências para a biodiversidade aquática?

Extraído da Revista Eletrônica “Posto Hoje, http://www.postohoje.com.br”

CIENTISTAS USAM ALGA E BACTÉRIA PARA PRODUZIR ETANOL

Um estudo recente aposta no uso da alga marrom como fonte para a produção de etanol. Segundo os pesquisadores que desenvolveram a técnica, o biocombustível marinho seria mais vantajoso se comparado ao método mais comum que utiliza a cana-de-açúcar. Um dos primeiros pontos a favor é o local onde vivem. Por estarem nos oceanos, as algas dispensariam lotes de terra para seu “cultivo”, não concorrendo com áreas reservadas ao plantio de alimentos. Outro aspecto positivo, defendem os cientistas, é o tipo de açúcar altamente concentrado, revelando ser uma rica biomassa. Os autores do estudo, que será publicado na revista Science, pertencem à empr esa BAL (Laboratório de Bioarquitetura), com sede em Berkeley, na Califórnia. O grupo trabalhou com quatro tanques de algas mantidos em Puerto Montt, no Chile, e a bactéria Escherichia coli. Geneticamente alterada, a E coli pôde não só extrair o principal componente dos açúcares das algas –o alginato–, mas também fermentá-los para originar o etanol. Antes, a bactéria não era capaz de realizar esse feito.