– Carlitos Tevez no Coringão?

Em meio a crise financeira e política que o Corinthians vive, é lógico que surgem iniciativas como tentativas de mudar o foco dos problemas. Uma delas é: prometer jogador de destaque!

Leio que especulou-se Tevez no Timão de volta. Lembram como ele saiu do clube, na sua passagem como atleta da HMTF?

Aliás, quanto ele ganharia por mês? E o que está rendendo hoje (no pouco tempo que entra em campo)?

Isso se chama: demagogia, e muitos presidentes de clube fazem isso com perfeição.

TV argentina coloca Tevez na mira do Corinthians; diretoria nega

– O Católico e a Política: o nome de Deus em vão!

Em 2013, no começo do seu pontificado, o Papa Francisco disse durante uma Missa:

Um bom católico se envolve em política, já que a política é uma das formas mais elevadas de caridade, pois ela serve ao bem comum”.

Perfeito!

O político eleito é para servir o povo, e não para ser servido. Entretanto, é lamentável ver o quanto usam o nome de Deus em vão para pedir votos. Aí vira demagogia, picaretagem e desvio da fé alheia.

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– Se eu fosse o Ministro da Saúde, pediria demissão. Explico:

Depois dos discursos de cuidados à população, pedidos de higienização máxima e aglomeração mínima, de aparecer em inúmeras entrevistas e cansar de falar sobre o mesmo assunto, o Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta deve estar se sentindo traído pelo próprio chefe, o presidente Jair Bolsonaro.

As crianças não devem ir às escolas, os comércios e a indústria em alerta, as igrejas se virando em não ter celebrações ou diminuir o número de fiéis, e todos se prevenindo para não acontecer como na Itália (mais de 2000 mortos, sendo 300 somente no último domingo), e, contraditoriamente, Bolsonaro sai do resguardo de 7 dias recomendado a quem chega do Exterior, vai às manifestações de rua e mantém contato com todos?

É um tapa na cara da sociedade… Pisou na bola, presidente.

OPS: não tem aqui nenhuma crítica política, ideológica, pessoal ou partidária. É indignação mesmo por dar o mau exemplo. Assim como Lula, diante da crise mundial financeira que assolava o mundo e que ele repetiu irresponsavelmente ser uma “marolinha”, Bolsonaro faz um desserviço ao não levar a sério a pandemia de Covid-19.

Aliás, qual líder brasileiro tem dado o exemplo como político ultimamente? Os outros não citados e que nunca foram exemplo: Temer, Dilma… e se voltar atrás, um intelectual com FHC (que apesar do Plano Real, a história de compra de votos para autorizar a reeleição não é exemplo não) e de Sarney ou Collor (dispensando comentários). Também esqueçam os generais. 

Mais do que bons políticos, o Brasil precisa de BONS EXEMPLOS.

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– Lula & Construtoras e Bolsonaro & Igrejas: a César o que é de César!

Lamento ver tanta demagogia há tempos no país. As benesses de Lula para as construtoras, com altos valores em corrupção e troca de favores (vide o dinheiro perdido para Cuba, Venezuela e nações “amigas”), se faz no mesmo grau de indignação com Bolsonaro e o desejo de “bancar” as igrejas e conquistar admiradores pelo populismo.

No episódio mais recente, me incomoda saber que qualquer denominação religiosa (se eu quiser montar meu templo e viver nele, já me encaixei no propósito), teria as contas básicas e impostos pagos com dinheiro público.

Lembremo-nos que Nosso Senhor Jesus Cristo, quando perguntado se era justo pagar os impostos, pegou um denário (a moeda da época) e mostrou a face do imperador nela. E disse: “A César o que é de César, a Deus o que é de Deus”.

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– A homenagem do vereador carioca ao ditador comunista!

Há coisas que nem a sã consciência explica: o neto de Leonel Brizola, que é vereador no Rio de Janeiro, fez uma homenagem ao ditador da Coreia do Norte Kim Jong-Un como um “homem da paz mundial”.

Pode?

A Câmara dos Vereadores carioca não tem outras prioridades?

BRIZOLA NETO E A HOMENAGEM A KIM JONG-UN

Diretório municipal do partido e lideranças, como Marcelo Freixo e Luciana Genro, se posicionaram contra ‘moção de honra e louvor’ apresentada pelo vereador

Uma homenagem pública prestada pelo vereador Leonel Brizola Neto (PSOL-RJ) ao ditador norte-coreano Kim Jong-Un gerou diversas reações negativas dentro de seu partido, nesta quinta-feira 12. O neto do falecido líder esquerdista Leonel Brizola apresentou, no última dia 29 de novembro, uma moção “Moção de Louvor e Reconhecimento” a Kim na Câmara Municipal da Cidade, revelada pelo jornal O Globo.

O ato foi recriminado pelo diretório municipal do PSOL no Rio, que emitiu nota afirmando não endossar a homenagem. O partido declarou que Brizola Neto promoveu uma moção individual, que “não necessita de apoio, nem votação”.

“Esta ação [de Brizola Neto] não foi construída coletivamente pela bancada e não representa a posição do partido. O líder da Coreia do Norte é acusado de inúmeras violações de direitos, dentre elas, perseguições políticas, prisões arbitrárias e restrições às liberdades de expressão e de imprensa. O PSOL reafirma seu compromisso na defesa da democracia e dos direitos humanos”, expõe a nota do diretório carioca da sigla.

Grandes lideranças do partido seguiram a mesma linha de reprovação. “Respeito muito o vereador Leonel Brizola e o trabalho importante que ele realiza no Rio. Sua homenagem ao ditador norte-coreano foi uma manifestação individual, da qual eu discordo. Me oponho a todas as ditaduras porque a democracia é para mim um princípio inegociável”, escreveu o deputado federal Marcelo Freixo, pré-candidato à prefeitura do Rio de Janeiro em 2020.

“Discordo frontalmente da homenagem feita por Brizola Neto ao ditador da Coreia do Norte. Não representa a maioria do PSOL. Só uma esquerda fora da realidade apoia esse regime. Ali não tem nada de comunismo nos termos pensados por Marx. Nossa luta é por socialismo e liberdade!”, expressou a deputada federal Luciano Genro, candidata à Presidência da República pelo partido nas eleições de 2014.

Os deputados federais Sâmia Bonfim e David Miranda foram outros nomes de destaque do partido se posicionarem, nas redes sociais, contrários à medida de Brizola Neto. “Não há socialismo possível com violação de direitos humanos e sem liberdade”, escreveu Sâmia no Twitter. Compartilhando a postagem, Miranda concordou: “não representa a opinião do partido”.

Brizola Neto também foi às redes sociais ao fim do dia para justificar sua ação. O político afirmou que sua moção foi motivada pelo “centenário da resistência coreana contra a invasão imperialista japonesa” e complementou que seu mandato se pauta pela “diplomacia brasileira”.

“Quero divulgar que há vinte dias fizemos uma exposição sobre o centenário da resistência coreana contra a invasão imperialista japonesa. Na ocasião apresentamos uma moção ao povo coreano por sua luta no processo de paz pela unificação das Coreias e principalmente pelo fim das armas nucleares. O nosso mandato sempre pautou pela diplomacia brasileira. No momento que a nossa diplomacia brasileira está sendo achincalhada no mundo, nós temos o compromisso de promover a paz mundial e a autodeterminação dos povos”, declarou o vereador.

Leonel Brizola Neto e Kim Jong-un Twitter/ Reprodução/ Korea Summit Press Pool/ Getty Images/VEJA

– Feliz Natal de Pré-Candidato é Sincero?

Puxa, vejo outdoor de um ilustre desconhecido em meu bairro, mas que tem cargo público, extremamente sorridente e desejando “Feliz Natal”.

A troco de quê?

Por quê a pessoa gasta um dinheirão com anúncios em ônibus e publicidade nos grandes corredores desejando “Boas Festas”, se não conhece uma pessoa sequer daquele lugar, não esteve lá e força o sorriso escancarado?

É tão artificial, cheira tanto a candidatura de vereador (não está explícito pois a legislação eleitoral não permite), que torna a mensagem muito falsa e vazia.

Se lá estiver (na Câmara), Feito estará: mais um político carreirista. Triste. E nessa época fazem isso: pedem voto onde nunca visitaram quando podiam fazer alguma coisa.

Vale votar Ao Bem do Indíviduo que aqui veio e trabalhou (ou seja: quem lutou pela sua região).

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– Concordo com o Lula!

Na reeleição de Gleisi Hoffmann como presidente do PT (a mesma que apoia incondicionalmente Nicolas Maduro, infelizmente), Lula disse que:

“Somos exatamente o oposto de Bolsonaro”.

Perfeito. Como Bolsonaro é classificado pelo lulismo com o termo de Extrema Direita, é correto entender o lulismo como Extrema Esquerda, sem abrir mão do fanatismo que é comum aos extremistas de ambos.

Pobre Brasil… o radicalismo atrapalha o bom senso!

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– O medo de políticos se associarem a pares impopulares

Leio que o Governador João Doria Jr negou que apoiou explicitamente o presidente Jair Bolsonaro nas últimas Eleições, refutando veementemente a criação da campanha “BolsoDória” no Segundo Turno.

Ora, a quem ele quer enganar? Isso foi claro e notório. Parece-me a mesma negação ocorrida pelo PT com o PMDB (José Sarney foi conselheiro de Lula em muitos momentos) ou de alas do PSOL e PC do B na composição do Governo Petista, quando se fala de corrupção.

Se a moça é bonita, todos querem namorar com ela. Vide Bolsonaro e Luís Inácio no auge da popularidade deles, quantos bajuladores apareceram! Quando percebem alguma coisa que desagrada o senso comum, “nunca paqueraram a noiva…

A verdade é: sempre existem dois (ou mais) discursos engatilhados: o de apoio ou o de crítica, sempre que existir interesse.

– Pra quê politicagem com o futebol?

Não gosto de cartola tirando o protagonismo dos jogadores em entregas de troféus. É o momento de quem suou, correu, levou bordoada e quer extravasar.

O campo de jogo “é sim” um local sagrado, embora muita gente discorde dessa máxima por ter uma visão de mundo bem diferente.

Particularmente, acho muito demagogo quando político entra em campo, especialmente quando há um título. Quero ver estar no rebaixamento abraçando jogador, quando é eliminado por 7×1 ou depois de um vexame qualquer.

Aff, quanto pão-e-circo. A história se repete, sendo populismo de esquerda ou de direita.

(Sim, me refiro ao presidente Bolsonaro erguendo a Taça da Copa América em meio aos jogadores).

As fotos abaixo mostram o exemplo de que todo mundo quer tirar uma casquinha com o eleitor…

 

– Dia 31 é para Lamentar a existência de Marighella e Ustra, as estrelas-heróis dos radicais!

Quanta polêmica criada por uma ordem do presidente Bolsonaro aos militares (para que comemorem nos quartéis a data de 31 de Março, o começo de um golpe de estado contra João Goulart (Jango).

Quem é de extrema direita vai dizer que não existiu ditadura. Quem é de extrema esquerda vai dizer que os militares brasileiros matavam todos os inocentes. É o triste fanatismo que observamos em nosso país.

Claro que se você estudar de verdade, sem viés ideológico, verá que existia uma perigosa aproximação do Brasil com a União Soviética e os comunistas, numa provável revolução de esquerda. E verá que existiu a contra-revolução, a de direita, que a freou. O problema é que os militares assumiriam o poder transitoriamente, mas só largaram o Governo na década de 80.

Os dois lados geraram bandidos.

A esquerda, por exemplo, Mariguella, que escreveu em seu “Manual do Guerrilheiro Urbano” (uma literatura terrorista) que o “guerrilheiro deve atacar o sistema de impostos, mas não pode somente transtornar o sistema de coletas de impostos, mas o braço da violência revolucionária também deve se dirigir contra o Governo”.

O Coronel Brilhante Ustra foi sua versão de direita, tão violento quanto ele. Torturava sem dó nem piedade, fazia com que muitos fossem judiados e… se fossem inocentes equivocadamente detidos? Sem contar aqueles mortos por suas ordens simplesmente por serem vós contrária, mesmo que pacificamente.

Enfim: o Brasil não suporta mais esse discurso de ódio tanto da direita quanto da esquerda, que gera uma enxurrada de críticas a quem consegue se manter sensato.

Chega de aguentar gente com político de estimação, “bajulador de Bolsonaro” ou “paga-pau de Lula”. O país precisa de pessoas competentes, honestas e que demonstrem valores sociais.

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Ustra ou Marighella? (Ops: o esquerdista não era negro, como retratado no filme de Wagner Moura).

– Gleise Hofmann e suas greves

Virou ditadura da Dona Narizinho (como é conhecida a senadora Gleisi Hofmann – PT/PR)

Ela, que se sustenta em seu cargo no Senado devido ao foro privilegiado (se não fosse senadora e não tivesse tal regalia, já estaria sendo julgada como “pessoa comum “ – assim como Aécio e outros 31 senadores citados em crimes de corrupção e protegidos pela benesse de tal imoral lei), no ano passado sugeriu que as mulheres fizessem greve de sexo como protesto (lembram disso)?

Agora, disse que se o TFF-4 não absolver Lula, há do país fazer uma greve geral.

Peraí: tudo é da vontade dela, e se for contrário à senadora, resolve-se com greve? Sem contar as bobagens que andou falando, como resolver a pendenga de Lula na base da violência com seus “doces aliados” do MST ou da demagogia em dizer que a  Operação Lava-Jato matou Marisa Letícia de desgosto pela “injustiça”.

Vá dormir, dona Gleise. Cansou ouvir tais idiotices.

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– A mudança de pensamento da CBF há 3 anos sobre tecnologia

As voltas que o mundo dá: há quase 3 anos, o atual Diretor de Desenvolvimento de Árbitro de Vídeo da CBF, Sérgio Correa da Silva, dava entrevista refutando a tecnologia alegando que tornaria o “futebol muito chato“.

Ué, o que o fez mudar de opinião em 3 anos?

Extraído de: https://professorrafaelporcari.com/2014/09/28/profissionalismo-e-tecnologia-repudiados-pelo-chefe-de-arbitros-da-cbf/

PROFISSIONALISMO E TECNOLOGIA REPUDIADOS PELO CHEFE DOS ÁRBITROS DA CBF

É de se lamentar a declaração do Presidente da Comissão de Arbitragem da CBF Sérgio Correa da Silva à Sportv durante a semana, depois do infeliz episódio sobre a orientação equivocada de bola na mão, cuja “orelha foi puxada” pela FIFA.

Em tom de desabafo (e até mesmo de arrogância), falando sobre as condições dos árbitros do Brasil, criticou a Profissionalização, reclamando que se fossem profissionais,

Não poderia mandar o sujeito que errar embora”.

Cômodo, não? Vejam alguns árbitros que há ANOS fazem lambanças folclóricas e ainda assim continuam nas escalas (e não são profissionais). Um árbitro profissional, que a grosso modo seria um membro FIFA, de elite e de excelência, caso errasse em um jogo importante, teria demissão sumária? Claro que não. Há alguns que apitam muito bem e nunca chegam a elite, sumindo aos poucos do quadro de árbitros. E há outros que começam a apitar no Maracanã e nunca se firmam, mas a bolinha é incansavelmente sorteada.

Pior é o discurso para a não utilização dos sistemas tecnológicos no futebol. Declarou Sérgio que:

“Vai acabar com a discussão e o futebol vai ficar muito chato. Vai tornar o futebol mais justo, mas vai perder a graça.”

Meu Deus! Se falamos cada vez mais em legitimar os resultados dentro de campo, e a tecnologia de ponta nos permite isso, por que rumar contra a maré?

Isso é um verdadeiro 7×1 do apito no futebol…

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– Cadê o árbitro de vídeo a ser implantado imediatamente?

Todo santo dia estou insistindo: duvido da implantação do árbitro de vídeo no Brasileirão. Desde 2015 estou falando que, do jeito que a CBF quer fazer, não é o oficial da FIFA e que o anúncio só é demagogia. Por que eu iria crer que em 2017, num encontro que deve ter sido um “papo honesto” entre Marco Polo Del Nero e Eurico Miranda, a coisa iria “virar de uma hora para outra”?

Pois bem, nas escalas da CBF divulgadas faz pouco tempo, não há árbitro de vídeo para essa rodada. As escalas estão aqui: http://www.cbf.com.br/arbitragem/escala-arbitragem/brasileiro-serie-a#.WcLhEK3OqCQ

Aliás, o cronograma dos motivos que me fazem DUVIDAR do árbitro de vídeo da CBF e os motivos da proibição neste didático texto,

em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/09/18/de-novo-a-cbf-promete-usar-o-arbitro-de-video-em-breve-eu-duvido/

Confira abaixo: 

CAMPEONATO BRASILEIRO DE FUTEBOL – SÉRIE A

Estão brincando com o futebol brasileiro e tratando o torcedor como palhaço!

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– Relembrando a 1a Promessa Não Cumprida de Marco Polo Del Nero

Há exatamente 3 anos, publicávamos uma entrevista do então recém empossado presidente Marco Polo Del Nero, em que louvava Ricardo Teixeira e prometia como “1o ato” profissionalizar a arbitragem!

Extraído de: http://wp.me/p4RTuC-6Kn , de (22/07/2014).

O 1o ATO DE MARCO POLO

Passou batido devido à Copa do Mundo. Mas foi de extrema cara-de-pau a entrevista do Presidente da FPF e já eleito mandatário da CBF, Marco Polo Del Nero, à Revista Isto É (ed 2325 de 18/06/2014, pg 6-12 à Rodrigo Cardoso e Yan Boechat).

Nela, louvou a administração Ricardo Teixeira e defendeu sua honestidade; disse não precisar de auditoria numa entidade tão (acreditem) transparente como a CBF!

Questionado sobre qual será o seu primeiro ato como Presidente, disse:

Melhorar a arbitragem nacional. Temos de preparar os árbitros à altura. Profissionalizar os árbitros. Fizemos uma experiência na Federação Paulista de Futebol com 20 árbitros. Pagamos salários a eles por um determinado tempo e a qualidade da arbitragem não melhorou. O que fizemos aqui foi dar assistência psicológica e técnica para prepará-los. Penso em trios de arbitragens fixos. (…) E o segundo ato é fomentar o futebol da melhor maneira possível“.

Ora, ele quer profissionalizar mas alega que a tentativa da FPF não melhorou a qualidade da arbitragem! Incoerente…

O problema é: qual o conceito de profissionalização de Marco Polo? Na Federação Paulista, pagou R$ 1.300,00 a “10 árbitros ouro” e R$ 800,00 a “10 árbitros prata” por mês. Em troca, os árbitros deveriam ter disponibilidade para reuniões e treinamentos quando solicitados.

Ora, R$ 1.300,00 mensalmente é salário digno de árbitro profissional de elite? Qual médico, advogado, professor ou administrador largará mão de sua atividade por esse valor, arcando com as viagens a SP, despesas diversas e falta de registro na carteira de trabalho (sem direito a Férias, INSS e 13o)?

Profissionalizar é dedicação plena à atividade, com salário equivalente ao esforço e a responsabilidade da função, com encargos trabalhistas sendo pagos pelo empregador. Só com tal empenho poderá se cobrar o árbitro de verdade.

Para mim, discurso demagógico de Del Nero. E para você?

Aliás, por fim, confesso: como assinante da Revista Isto É, fiquei frustrado por não ter uma pergunta incisiva, dura, firme sobre polêmicas que norteiam a CBF, tampouco contra-argumentos às respostas. A publicação ficou a dever…

Abaixo, fotos dos árbitros profissionais europeus:
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– Dória, o Gari: demagogia ou simbolismo positivo?

O novo prefeito de São Paulo, João Dória, às 06h da manhã se vestiu como Gari (juntamente com seus secretários) para simbolizar a limpeza de uma nova SP e disposição para trabalhar.

Populismo?

Talvez… não precisa fazer isso, não? É só trabalhar honestamente.

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