– Ecologia Humana

Vejam que bela citação de Dom Odilo Scherer via Twitter:

Preservação Ambiental sem ‘ecologia humana’ não dá certo. Cuidar da natureza e cuidar do homem andam juntos”.

Pensamento honesto, coerente, racional e virtuoso.

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– Os países mais poluídos do mundo!

Em tempos de necessidade de se falar cada vez mais sobre a preservação do planeta Terra, leio sobre os países mais poluidores do mundo.

Sabe quais são eles?

Felizmente, o Brasil não está na lista dos “TOP 5”. Mas essa relação de nações é preocupante…

Extraído de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/os-campeoes-mundiais-de-mortes-por-poluicao/

OS CAMPEÕES MUNDIAIS DE MORTES POR POLUIÇÃO

1) China
O número de mortes provocadas pela inalação de micropartículas poluentes no país asiático ficou em 1,075 milhão em 2016, de acordo com o último relatório State of Global Air (Estado Global do Ar), publicado anualmente pelo Health Effects Institute, de Boston. O índice chinês de poluição é de 56 microgramas por metro cúbico, mais que o dobro do recomendado pela OMS, de 25. A principal causa da poluição é a queima de carvão.

2) Índia,

3) Rússia,

4) Paquistão,

5) Bangladesh

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– O BioCarvão das Terras Indígenas

Em tempos de pesquisas sobre novos recursos energéticos ecologicamente corretos, da Amazônia vem a grande “sensação” entre cientistas americanos: o biocarvão utilizado em terras indígenas.

Extraído de: http://revistadasemana.abril.com.br/edicoes/86/ambiente/materia_ambiente_468369.shtml

BIOCARVÃO NO COMBATE AO AQUECIMENTO GLOBAL

Os Estados Unidos – e alguns outros países – “descobriram” uma técnica ancestral, a terra preta dos índios. Produto da ocupação humana na Amazônia há milhares de anos, onde detritos orgânicos e restos de fogueira conferem fertilidade ao solo normalmente argiloso da floresta, foi rebatizada de biocarvão, ou biochar, do inglês biological charcoal, para ficar mais internacional. “Tornou-se o último grito da moda contra o aquecimento global”, escreve Marcelo Leite, colunista de ciência da Folha de S.Paulo.

O biocarvão é feito de resíduos orgânicos, ou biomassa, como madeira, plantas e até adubo de galinha, queimados pelo processo conhecido como pirólise – temperaturas superiores a 400ºC, com pouco ou nenhum oxigênio. Além de aumentar a produtividade agrícola quando misturado ao solo, o biocarvão pode ajudar a resgatar dióxido de carbono (CO2) da atmosfera e fornecer energia. Quando morrem, as plantas liberam CO2 que absorveram novamente no ambiente, mas a pirólise retém de 20% a 50% desse carbono.

Os gases produzidos durante o processo de queima podem ser usados como combustível. É o “ouro negro” da agricultura, afirmam cientistas ouvidos pela CNN.

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– Os casos de Ecocídios só crescem no Mundo!

Os ambientalistas estão com a razão: cresce a devastação em nosso planeta! E pessoas do bem estão conseguindo transformar crime ambiental (o ecocídio) em crime contra a humanidade.

Viveremos onde, sem o nosso verde?

Compartilho (extraído de: http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2017-02/tribunal-penal-internacional-reconhece-ecocidio-como-crime-contra)

TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL RECONHECE ‘ECOCÍDIO’ COMO CRIME CONTRA A HUMANIDADE

Por Denise Griengecer, da RFI

O Tribunal Penal Internacional (TPI) decidiu, no final de 2016, reconhecer o “ecocídio’ (termo que designa a destruição em larga escala do meio ambiente) como ‘crime contra a Humanidade’. O novo delito, de âmbito mundial, vem ganhando adeptos na seara do Direito Penal Internacional e entre advogados e especialistas interessados em criminalizar as agressões contra o meio ambiente. As informações são da Radio France Internationale.

Com o novo dispositivo, em caso de ecocídio comprovado, as vítimas terão a possibilidade de entrar com um recurso internacional para obrigar os autores do crime – sejam empresas ou chefes de Estado e autoridades – a pagar por danos morais ou econômicos. A responsabilidade direta e penas de prisão podem ser emitidas, no caso de países signatários do TPI, mas a sentença que caracteriza o ecocídio deve ser votada por, no mínimo, um terço dos seus membros.

O advogado brasileiro Édis Milaré, especialista em Direito Ambiental, saúda a medida, dizendo que “ninguém quer se envolver num processo-crime, porque o processo-crime estigmatiza. Nenhuma empresa quer responder por um crime ambiental, porque sabe que está em jogo a sua imagem, a sua reputação, a sua credibilidade, e isso diz respeito à sua sobrevivência. A questão penal é importante, mas em termos de gestão ambiental o assunto do dia no Brasil é dotar o país de um marco regulatório à altura da grandeza do nosso meio ambiente, que devemos proteger”, afirmou.

Em setembro de 2016, a Procuradoria do TPI publicou um documento de trabalho onde explica que, a partir de agora, o tribunal interpretará os crimes contra a humanidade de maneira mais ampla, para incluir também crimes contra o meio ambiente que destruam as condições de existência de uma população porque o ecossistema foi destruído, como no caso de desmatamento, mineração irresponsável, grilagem de terras e exploração ilícita de recursos naturais, entre outros.

Evolução

Desde a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21), realizada em Paris, em 2015, os tribunais internacionais de Direitos da Natureza tentam qualificar o ecocídio, dentro do pressuposto jurídico, como o quinto crime internacional. Os outros quatro crimes internacionais, reconhecidos e punidos pelo Tribunal Penal Internacional, são o genocídio, os crimes de guerra, os crimes de agressão e os crimes contra a humanidade.

A jurista em Direito Internacional Valérie Cabanes, porta-voz do movimento End Ecocide On Earth (Pelo fim do ecocídio na Terra), explica a origem do termo. “A ideia de ecocídio existe há 50 anos e foi evocada pela primeira vez quando os americanos usaram dioxina nas florestas durante a Guerra do Vietnã. Agora queremos reviver essa ideia que considera que atentar gravemente contra ciclos vitais para a vida na Terra e ecossistemas deve ser considerado um crime internacional”, disse.

“Trabalhamos em 2014 e 2015 num projeto de alteração do estatuto do TPI, onde definimos o crime do ecocídio, explicando que como hoje vivemos uma grave crise ambiental – com extinção de espécies, acidificação dos oceanos, desmatamento massivo e mudanças climáticas – atingimos vários limites planetários. Daí ser necessário regular o direito internacional em torno de um novo valor, o ecossistema da terra, e nós defendemos esta causa junto aos 124 países signatários do Tribunal Penal Internacional”, explicou a especialista.

“Será um longo trabalho, porque reconhecer os direitos da natureza e do ecossistema implica em reconhecer que o homem não é o ‘dono’ da vida sobre a Terra, o que pressupõe uma nova concepção do Direito, baseada numa realidade onde o homem é interdependente de outras espécies e do ecossistema. E isso implica também em reconhecer nossos deveres em relação às gerações futuras”, enfatizou Valérie.

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– E Quando o Petróleo Acabar?

Olha que interessante: em matéria da Revista Época, 23/12/2009, por Camila Guimarães, um tema interessante: até quando a dependência do Petróleo irá ser sentida? E apesar do uso de energias alternativas, principalmente do Álcool Combustível, o futuro ainda é alarmante!

QUANDO A ERA DO PETRÓLEO VAI ACABAR?

De tempos em tempos, decreta-se o fim da era do petróleo. Há dez anos, o consenso era que em 2010 seria o início da queda na produção de óleo. Há dois anos, os governos começaram a considerar 2030. Há poucas semanas, Fatih Birol, economista-chefe da poderosa Agência Internacional de Energia, fez um alerta sobre o futuro do petróleo: as reservas estão acabando duas vezes mais rápido do que se imaginava. Segundo ele, o pico da produção dos paí­ses da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) – ou seja, o ponto máximo que os campos podem produzir, depois do qual a produção entra em declínio – já passou. Contando todos os poços do mundo, o pico estaria previsto para 2020, dez anos mais cedo que a última previsão. Em queda, a produção não daria conta de atender à demanda, que só faz crescer.

Hoje, consumimos 85 milhões de barris de petróleo por dia e, de acordo com a IEA, em 2030 serão 105 milhões. Birol diz que é possível que a queda na produção torne inviável até a recuperação da economia mundial nos próximos dois anos. Junte-se a isso a falta de investimento por parte dos países produtores em novas descobertas – e o quadro apresentado fica ainda pior. Em 2009, pela primeira vez na década, os investimentos do setor de energia caíram. Foram US$ 90 milhões a menos em projetos cancelados ou adiados, muito provavelmente por causa da crise mundial.

Birol é uma das maiores autoridades na área de energia, e suas palavras devem ser ouvidas com atenção. Mas será mesmo possível prever quando o petróleo vai faltar? E se, de fato, vai faltar? Especialistas, consultores, governos e indústria perseguem um alvo móvel. Basicamente, todos querem descobrir quando a demanda por petróleo vai superar a produção.

Mas, hoje, tanto uma como a outra sofrem a influência de uma série de fatores que tornam a questão muito mais complexa que a escassez de poços – e nem todos os relatórios e pesquisas oficiais conseguem captar todas as nuances das múltiplas facetas do petróleo. Desde que o óleo deixou de ser apenas um recurso físico para se tornar um ativo financeiro, que guia grandes investidores de Wall Street e políticas de governos, nunca seu futuro foi tão impreciso. Parece certo, porém, que, até o fim da era do petróleo, a agonia será lenta. E ele deverá sobreviver pelo menos por algumas décadas. “O que vai acabar não é o petróleo, mas a era monoenergética”, afirma Adriano Pires, diretor da Câmara Brasileira de Investidores em Energia Elétrica (CBIEE).

Não há dúvida de que estamos falando de um recurso natural finito, nem de que nunca dependemos tanto do petróleo quanto agora. Perto de 80% do consumo de energia do mundo é baseado em combustíveis fósseis. A IEA e o Departamento de Energia dos Estados Unidos estimam um crescimento de 50% no gasto de energia mundial entre 2006 e 2030, mesmo considerando os esforços no ganho de eficiência energética. Daqui a três décadas, o petróleo deverá prover 30% dessa energia – outros 33% virão de biocombustíveis.

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– Incentivar as crianças a cuidarem do Meio Ambiente é necessário!

(REMEMORANDO… original publicado há 2 anos)

As crianças nos surpreendem.

Felizmente, minha filha está na fase da “curiosidade das coisas e causas do mundo“. E a preocupação ecológica é uma delas

Olha que legal: ela quer ter um Blog em breve chamado “Blog da Menininha”, onde deseja escrever sobre vários assuntos diferentes e importantes. 

Kkk… Que bom que ela tenha esse desejo!

Brincando comigo, rascunhou em uma folha de sulfite sua primeira postagem do Blog: “A Natureza”. Após pedir para eu corrigir os erros de português, quis que eu colocasse no meu blog a versão digital (copiada por ela mesma).

Pedido feito, pedido atendido!

A NATUREZA 

A Natureza é tão bela e singela.

Fauna e flora juntas formam ela.

Tão bela que vontade de dar um abraço nela.

Mas cuidando bem dela, ela devolve a beleza com amor.

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– O que faz a falta de mais espaços verdes…

O descaso com o meio ambiente tem sido grande, isso é sabido. E as cidades do Interior, aos poucos, vão perdendo suas áreas rurais e concretando tudo sem planejamento algum. Coitados dos animais “sem mato” e das pobres aves “sem ninhos”!

Eis que leio tal notícia inusitada: NA CAPITAL, dois filhotes de tucanos, com 15 dias aproximadamente, são resgatados após nascerem em um poste de eletricidade!

Imaginem como os tucaninhos estavam sofrendo para se ambientarem num local completamente diferente do seu habitat?

O problema é: uma hora a Natureza responderá tais desmandos ambientais…

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– O Preço Real da Água! Deveria ser barato ou caro?

Leio no caderno Sustentabilidade da Época Negócios, uma bacana entrevista do financista Mark Tercek, autor do livro “Capital Natural”.

Ele fala sobre valores dos recursos naturais, e, em especial, da água.

E quanto deveria custar a água?

A água que bebemos deveria ter preço irrisório, já que é um direito humano básico. Mas sendo barato demais, o preço é desprezado pelo comportamento irresponsável de algumas pessoas.

para a indústria deveria ser caro, pois é um insumo para se obter lucro. E o exemplo utilizado é assustador – o quanto se gasta para fabricar um refrigerante! Veja só a Coca-Cola, que para se produzir um litro da bebida é necessário:

1 litro de água para o preparo da bebida em si;

1 litro de água para a produção e a lavagem;

10 litros de água para fabricar a embalagem;

200 litros de água para a produção do açúcar.

Ou seja, 212 LITROS DE ÁGUA PARA SE PRODUZIR UMA COCA-COLA!!!

Assustou? Eu também.

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– McDonald’s produzindo combustíveis?

Se você já percebeu que o Diesel S10 atual, cuja formulação possui Biodiesel (óleos de origem vegetal) cheira fritura, pode acreditar que em um futuro bem breve isto será ainda mais verdade: o McDonald’s destinará o óleo de batatas fritas e empanados para a produção de combustíveis.

Extraído da Revista “Posto Hoje”, edição eletrônica:

NOVOS COMBUSTÍVEIS FAZEM PARTE DO DIA-A-DIA DO BRASILEIRO

Já familiarizados com o biodiesel e o etanol, agora os brasileiros começam a entrar em contato com novas matrizes energéticas “verdes” no dia a dia. Entre as mais recentes inovações neste campo que são colocadas em prática em projetos-piloto no país estão o diesel de cana-de-açúcar e o óleo de cozinha usado. O McDonald’s no Brasil decidiu trocar a produção de sabão pela do biodiesel a partir dos 3 milhões de litros de óleo de cozinha utilizados na fritura de frango empanado e batatas. A ideia veio há quase três anos da parceira Martin-Brower, empresa multinacional que faz todo o trabalho logístico da rede de fast food. O projeto experimental, que abrange 20 lojas, rende entre 2 mil e 3 mil litros de biodiesel por mês.

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– Triste Harbin Poluída

Cubatão sempre foi famosa pela poluição. Mas nada se compara a Harbin, cidade chinesa que quebrou um recorde: a de mais poluída da história!

Veja esse índice de medição do ar na cidade: 1000 microgramas de partículas PM 2,5/m3. O limite máximo aceitável pela OMS é de 25…

Como viver num lugar assim? E Harbin é um local bem frequentado pelos turistas, já que lá acontecem eventos de construção de obras em gelo (como o da foto abaixo).

Aliás, já reparam que China e Índia constantemente aparecem de maneira cinzenta, escura e sem céu azul?

Abra o olho, Planeta Terra!

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– Dia da Árvore foi esquecido?

Quando eu era um garotinho, dia 21 de setembro sempre era um dia importante: o Dia da Árvore!

No primário, em todos os anos tínhamos aulas especiais e plantávamos alguma mudinha de qualquer coisa que fosse. Mas hoje, confesso que não li nem ouvi ninguém falando nada…

Está tudo virando concreto?

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– A Beleza dos Pés de Ipês

Esse texto está rodando pela Web, e por eu ter ipês em minha casa e gostar demais da beleza de suas flores, compartilho sobre tais belas árvores. 

Eu prefiro amarelos e brancos. E você?

A HISTÓRIA DOS IPÊS. 

Como estamos contemplando a beleza dos Ipês lembrei das histórias contadas pelo pai de uma grande amiga,

Certa vez contou uma linda história sobre o ipê:

– Quando Deus estava preparando o mundo, se reuniu em uma tarde com todas as árvores. Ele pediu para que cada árvore escolhesse que época gostaria de florecer e embelezar a terra. 

Foi aquela alegria. 

Outono, verão, Primavera, diziam!!!

Porém Deus observou que nem uma escolhia a estação do inverno. 

Então Deus parou a reunião é perguntou: 

– Por que ninguém escolhe a época do inverno?!?

Cada um tinha sua razão. Muito seco! muito frio!..muita queimada! 

Então Deus pediu um favor. 

Eu preciso de pelo menos uma árvore, que embeleze o inverno, que seja corajosa, para enfrentar o frio, a seca e as queimadas e no frio embelezar o mundo….

Todos ficaram em silêncio. 

Foi então que uma árvore quietinha lá no fundo, balançou as folhas e disse: 

_ Eu vou!…

E Deus com um sorriso perguntou:

– Qual seu nome minha filha?!

Me chamo Ipê, senhor!

As outras árvores ficaram espantadas com a coragem do Ipê em querer florecer no inverno.

Então Deus respondeu:

– Por atender meu pedido farei com que você floreça no inverno não só com uma cor.

Para que também no inverno o mundo seja colorido.

Como agradecimento, terás diferentes cores e texturas, sua linhagem será enorme.

E assim Deus fez uma das mais lindas árvores que da cor ao inverno. E por isso temos os Ipês:

  • Branco
  • Amarelo
  • Amarelo do Brejo 
  • Amarelo da Casca Lisa
  • Amarelo do Cerrado
  • Rosa
  • Roxo
  • Roxo Bola
  • Roxo da Mata 
  • Púrpura. 

Que sejamos como os ipês, que saibamos florir nos invernos da vida!

De José Hermes Sandoval Braga por Carminha Braga.

– O Ouro Verde da Cana Paulista: Tudo se Aproveita!

Cada vez mais a cana-de-açúcar demonstra ser o Ouro Verde (fazendo uma analogia ao petróleo, chamado outrora de Ouro Negro) no mercado agrícola e energético brasileiro. Da cana se produz o álcool, o açúcar, a garapa, a cachaça; do seu bagaço a energia elétrica, também biodiesel, e… pasmem… até água potável.

A Dedini, gigante do setor, está desenvolvendo um equipamento que explora simultaneamente 6 riquezas da cana-de-açúcar.

Abaixo, extraído de:
http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/599/a-usina-seis-em-um-dedini-desenvolve-um-equipamento-que-129820-1.htm

A USINA 6 EM 1

A História da Dedini Indústrias de Base é marcada por altos e baixos. Em 1987, a companhia quase fechou as portas por conta da forte retração do setor sucroalcooleiro. De uma hora para outra praticamente todas as encomendas foram canceladas e a direção da Dedini se viu sem recursos para honrar os compromissos. Para escapar da falência, foi preciso vender terrenos e até a divisão siderúrgica, repassada à Belgo Mineira. No final de 2008, o cenário pelo lado da demanda praticamente se repetiu. A crise econômica global fez com que os clientes se retraíssem, causando uma redução de R$ 600 milhões na carteira de pedidos da fabricante de equipamentos, caindo para R$ 2,1 bilhões. A diferença é que a Dedini de hoje em nada lembra a de dez anos atrás. A começar pela estratégia de produção, fortemente diversificada na qual as usinas de etanol respondem por cerca de 45% das vendas totais. Na década de 1980 esse percentual era o dobro. Além disso, em breve sairá do forno um produto que a própria empresa classifica como a usina do futuro. Batizado de Usina Sustentável Dedini, será a arma da companhia para enfrentar uma eventual retração do mercado. Hoje, uma unidade padrão é capaz de gerar produtos como açúcar, etanol, biodiesel (extraído da palha e das folhas da planta) e energia (por meio da queima do bagaço).

A Usina Sustentável produzirá também fertilizante (da mistura de resíduos do processamento) e água para uso industrial e consumo humano. Hoje, este insumo é desperdiçado apesar de cada tonelada de cana ser composta de 70% de água. “A usina do futuro será praticamente autossustentável, com impacto ambiental próximo de zero”, diz Sérgio Leme dos Santos, presidente da Dedini, que assumiu o cargo em janeiro deste ano. O novo modelo de usina está em fase de testes e chegará ao mercado até o final de 2010. Para ampliar a receita, a empresa criou ainda uma divisão de automação. Ela é responsável pela montagem de equipamentos da marca e de outros fabricantes, uma tarefa que antes era entregue a terceiros e que já colabora com uma parcela expressiva do faturamento da Dedini.

Santos, porém, não acredita numa crise profunda para o setor. “A agroindústria vive um período de consolidação e deverá emergir desse processo ainda mais forte”, aposta. “A pressão global para o uso de tecnologias limpas deverá continuar favorecendo os investimentos em combustíveis renováveis, como o etanol.” Além disso, cerca de 95% dos pedidos estão em fase de produção nas cinco fábricas da Dedini e serão entregues até o final do ano. Com isso, a receita deverá se manter no patamar dos R$ 2 bilhões obtidos em 2008. Para especialistas, as perspectivas para o setor são realmente positivas. “O momento atual é delicado mas a expectativa é de que haja uma retomada no médio prazo”, opina Estefan Haddad, sócio- diretor da BDO Trevisan.

Mesmo que as previsões otimistas não se confirmem, a Dedini conta com a diversificação para superar possíveis dificuldades. Sua lista de produtos inclui esteiras para mineração, laminadoras para siderúrgicas, processadoras de biodiesel, usinas para tratamento de água e esgoto, tanques para cerveja e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). A diversificação é resultado de um robusto plano de investimentos que consumiu R$ 300 milhões no período 2005/2008. A tecnologia da Usina Sustentável foi desenvolvida pela equipe composta pelos 20 pesquisadores “da casa”, todos com título de mestre ou doutor, que tiveram o reforço de técnicos ligados a universidades de São Paulo e parceiros globais como a alemã Siemens, a sul-africana Bosch Projects e a americana Rohm and Haas. “Agregamos à nossa linha produtos para os segmentos nos quais poderíamos ser competitivos no cenário brasileiro e internacional”, explica o presidente da Dedini. Mas isso não significa dizer, no entanto, que a área de açúcar e álcool será abandonada. Ao contrário. Esse nicho faz parte do DNA da empresa fundada em Piracicaba (SP) em 1920.

– Queimadas covardes ou acidentes na mata?

Coisas que enervam qualquer um e que trazem prejuízo à sociedade: as queimadas (especialmente nesse tempo seco e poluído). 

Imagine quem tem criança pequena em casa e vê o fogareiro ao lado, com cinzas e fumaça por todos os lados?

Pois bem: quero crer que tenha sido acidental, mas em dois pontos próximos da minha casa (na área ao fundo do Sítio Milani e no matagal restante do empreendimento imobiliário que está sendo construído com o adjetivo de “living house”, coincidentemente de propriedade do mesmo investidor) uma enorme queimada aconteceu em cada terreno. E covardemente foi à tardinha, para que a fumaça entrasse nas casas e judiasse dos moradores por toda a noite (isso, de 2a feira para 3a).

No dia seguinte, para ajudar, uma grande árvore que sobrevivia às tentativas de derrubada (uma icônica seringueira), acabou pegando fogo também. Mais uma vez, quero crer que tenha sido acidental. 

Olha o transtorno que isso dá: tem-se que acionar os bombeiros, pára-se o trânsito e custa dinheiro à sociedade. Claro, além disso tem o prejuízo ambiental.

As fotos (abaixo) mostram o incômodo. Mas o terreno ficou limpo…

Quer mais?

Durante a madrugada, da 3a para a 4a, a árvore voltou a pegar fogo e os bombeiros chegaram às duas e meia (sim, 2h30) para apagar o restante e com MOTOSERRAS para cortá-la definitivamente.

É muito prazeroso acordar nesse horário… obrigado, “tocadores de fogo”. O trânsito ficou interditado e só liberado depois das 06h da manhã da quarta-feira.

Quem pagará o transtorno e desconforto dos vizinhos, a fumaça nas nossas casas, o barulho da madrugada e o custo dos bombeiros?

4 fotos:

1- Os bombeiros apagando tudo:

2- O terreno bem limpo (puxa, parece “colocado à mão”):

3- O trabalho dos bombeiros na madrugada:

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4- O que sobrou da árvore (só o toco)…

Alguém descobrirá se o fogo foi acidental ou criminoso? Ou ficaremos só chupando o dedo…

– Pela Preservação do Instituto Agronômico em Jundiaí!

Os vereadores de Jundiaí tentarão barrar a venda (ou dificultar) da área pertencente ao Governo do Estado conhecida como CAIC (DEA).  A idéia é que se proíba a criação de loteamento naquele local.

Nessa, todos os envolvidos merecem nota 10 por tal propósito de conservação! E aqui reforço algo desde que surgiu a notícia, no ano passado: não se pode perder aquele patrimônio “verde” para a especulação imobiliária.

Compartilho o texto no qual defendo que se crie ali um campos acadêmico:

E A CAIC SERÁ VENDIDA?

Como legítimo ex-aluno da EEPG Irmã Úrsula Gherello, a querida “Escola da CAIC”, fico triste com a notícia: o Governo do Estado irá leiloar todas as terras onde estão o Instituto Agronômico de Jundiaí (o antigo DEA), onde está a escola, toda a área verde e o centro de pesquisa.

Puxa, a justificativa seria a de que o Estado precisa de dinheiro. Mas que tal tentar criar ali um campus da UNESP ou da UNICAMP, preservando o local e valorizando a Educação?

Penso que vender terras é menos interessante para um povo do que investir em ensino. E você?

Sobre o déficit do Governo?

Que se corte as mordomias, ora bolas!

E a lógica será: mais um condomínio residencial, com a já batida propaganda de vista privilegiada para a Serra do Japi”.

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