– Eu tinha uma Dilênia…

Você sabe que planta é a Dilênia?

É um “pé-de-bola”, uma planta exótica, que dá umas frutas grandes e redondas. Também é chamada de fruta-cofre, maçã de elefante, bolsa de pastor e árvore da pataca. As dilênias chamam a atenção, mas de tudo isso, algo que eu não sabia: elas são comestíveis!

Meu pezinho de dilênia se foi. Mas fica a curiosidade: para quem conhece, vale a pena comer?

Compartilho, extraído de: https://is.gd/G8KHYc

DILÊNIA – O uso na cozinha

Parece que o uso da fruta como espécie comestível não vingou [no Brasil], diferente de outras espécies asiáticas como a jaca ou a fruta-pão. Talvez pela fartura de outras frutas ou o cheiro forte. O fato é que nos locais de origem a fruta é usada principalmente como ingrediente acidificante. Mordendo um pedaço da sépala tem-se a sensação de estar diante de um pedaço de maçã verde ainda não madura. A textura crocante só é interrompida pelas ínumeras fibras lenhosas – mais lenhosas que as da cana, por exemplo.Quando os frutos estão mais verdes ou no caso das sépalas mais internas é possível cortar a fruta transversalmente e depois em cubinhos de modo a deixar as fibras quase imperceptíveis, mas o mais recomendado é mesmo cozinhar, bater no liquidificador e passar por peneira para extrair a fibra. O caldo obtido é ácido, só um pouco adocicado e pode ser usado como um suco de tamarindo, para cozinhar carnes, fazer curries, temperar lentilhas, fazer molhos, juntar a outras frutas sem acidez pra fazer geleias etc.O bom de cozinhar antes de bater é que você pode aproveitar a parte amilácea não fibrosa, que passa cozida pela peneira, para espessar molhos e sopas. A cocção evita que o suco oxide, fato que acontece com o produto cru. Mas é possível também bater os pedaços de sépala crus leite – neste caso vira uma coalhada para ser tomada na hora, antes que escureça.O miolo ou o fruto propriamente dito, que se forma em gomos, é crocante, translúcido, azedindo e tem sabor de florzinhas de begônia. Como é babento e guarda muitas sementes, joguei à terra, para usar apenas as sépalas.

PASSO A PASSO PARA UMA RECEITA

Como você não vai encontrar os frutos em feiras nem em supermercados, fique de olho nos jardins públicos, como na cidade universitária – USP, por exemplo (veja comentários do post anterior, informação da Juba)

Com uma faca pesada, abra a fruta ao meio; tire o miolo (que, botanicamente, é o fruto verdadeiro) com uma faca ou colher – você vai usar as sépatas

O miolo é comestível, mas não é muito agradável pois tem muito muco pegajoso

Separe as sépalas e lave bem

A parte convexa pode ser descascada com um descascador de legumes

Já a pele da parte côncava pode ser puxada com uma faquinha. Veja que esta sépala, que estava localizada mais internamente, não tem muita fibra e pode ser usada em quantidade pequena, picadinha, como tempero (à moda do tomate, por exemplo)

Um fruto rendeu 273 g de polpa útil

… Que foi cozida por 20 minutos até amolecer, batida no liquidificador com a água de cocção ou um pouco mais e passada por peneira. Veja a quantidade de fibras – como fibras de cana, que não se desfazem com o simples mastigarO suco obtido pode ser usado para acidular, temperar, alimentar. Veja algumas dicas de uso nos próximos posts. Obrigada a todos os leitores que responderam e parabéns aos que acertaram!

 

– A prova de que o país esta abandonado… Temer na Noruega, gafes e insatisfação!

O presidente Michel Temer, acompanhado do Ministro do Meio Ambiente Sarney Filho (sim, você não leu errado) tomaram um puxão de orelha da premier norueguesa Erna Solberg. E com razão!

Estamos totalmente sem direção… Precisamos urgente passar o Brasil a limpo, prender os corruptos e colocar GENTE COMPETENTE no comando!

Leia só e entenda (abaixo, extraído do Estadão.com):

DIANTE DE TEMER, PRIMEIRA MINISTRA DA NORUEGA COBRA SOLUÇÃO PARA A CORRUPÇÃO NO BRASIL

Presidente cometeu gafe ao dizer que iria se reunir com ‘rei da Suécia’, país vizinho

OSLO – A primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg, não poupou críticas à corrupção no Brasil em uma coletiva de imprensa ao lado do presidente Michel Temer. O brasileiro, durante sua fala, garantiu que a democracia está “plantada” e as instituições funcionando com “liberdade”. Mas cometeu uma gafe ao dizer que iria se reunir ainda nesta sexta-feira com o rei da Suécia – na verdade, ele estará com o monarca norueguês, Harald V.

Temer Noruega
Presidente Michel Temer se encontra com a primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg Foto: HAKON MOSVOLD LARSEN/AP

“Estamos preocupados com a Lava Jato e é preciso fazer uma limpeza e encontrar uma solução”, disse a chefe-do-governo norueguês, que apontou que o Brasil vive um período “desafiados” e “turbulência”. Oslo investiga empresas locais que são suspeitas de terem feito pagamentos de propinas para ex-diretores da Petrobras, entre eles Jorge Zelada, da cota do PMDB dentro da estatal brasileira. No total, quatro contas já foram bloqueadas na Suíça.

Ao tomar a palavra, Temer se confundiu e ao citar seus comprissos, indicou que estaria com o “Parlamento Brasileiro” e com o “rei da Suécia”. A agenda estabelece um encontro com o parlamento e o monarca norueguês.

Temer também insistiu em dar um tom de normalidade. “As instituições funcionam com regularidade extraordinária e liberdade extraordinária”, disse. “A democracia é algo plantado formalmente pela Constituição e praticada na realidade”, insistiu. “Não é sem razão que as medidas tomadas são amparadas pela Constituição, prestigiadas e incentivadas pelo governo”, afirmou.

“É o pensamento dela. Nós respeitamos”, disse Antonio Imbassahy, ministro da Secretaria de Governo e que insistiu que não ouviu ela falar em Lava Jato. “Ela não falou de Lava Jato”, insistiu.

Segundo ele, Temer está “sereno” diante de uma eventual denuncia por parte do Ministério Público.  O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), tornou disponível nesta quinta-feira, 22, uma cópia digital dos autos do inquérito aberto contra o presidente Michel Temer para a Procuradoria-Geral da República o que, na prática, abre um prazo de cinco dias para que o órgão apresente a denúncia contra o peemedebista.

O ministro também pediu para que a Polícia Federal remeta, “tão logo ultimados”, o relatório final sobre o caso e a perícia feita da gravação da conversa entre Temer e o empresário Joesley Batista, do Grupo J&F. A PF havia pedido um prazo extra de cinco dias para concluir as investigações. Para economizar tempo, Fachin determinou ainda que, assim que a PF enviar os documentos faltantes, o conteúdo deverá ser automaticamente remetido ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

“Vamos esperar e, se sair a denúncia, veremos os autos para tomar as medidas”, insistiu Imbassahy. O ministro não acredita que o processo possa atrapalhar as votações no Congresso. “Tivemos isso com a Odebrecht e tudo que tinha de ser votado foi votado”, argumentou.

Temer, em sua fala, voltou a mencionar o fato de que tem “muito apoio do Congresso nacional” para realizar suas reformas e que o “suporte” do governo é o “diálogo”.

O presidente, mesmo ao falar com a imprensa brasileira de forma separada, não comentou a possibilidade da denúncia e disse que apenas falaria sobre sua agenda na Noruega.

Clima. Além de cobrar soluções sobre a corrupção, Solberg deixou claro que está “preocupada” com o desmatamento no Brasil e com as “forças que querem reduzir” a proteção ambiental no País. Ela confirmou que, diante da situação, haverá um corte do envio de dinheiro de Oslo ao Fundo da Amazônia, no valor de quase R$ 200 milhões. “Haverá um menor pagamento em 2017”, disse.

De acordo com ela, Temer “escutou” as preocupações do governo norueguês. “Esperamos que ele possa atuar”, disse.

Temer, por sua vez, voltou a insistir nas medidas tomadas pelo governo. Mas precisou de ajuda dos ministros para se lembrar do nome do parque nacional que foi ampliado em seu governo. Segundo ele, medidas que reduziriam áreas de proteção foram vetadas.

Depois, aos jornalistas brasileiros, ele minimizou o corte de recursos para a proteção ambiental. “Eles colaboram enormemente para o Fundo Amazônia. As explicações dadas por mim e pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, deixaram claro que há uma revisão desses aspectos”, completou.

– Carinho para com a Natureza!

Que bom ter tal consciência com 8 anos…

A cartinha da filhota (com seus erros de escrita) a respeito da Natureza!

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– O Papa e a Questão Ambiental em Encíclica

Uma questão redundante e que não deveria existir polêmica: recentemente, o Papa Francisco alertou sobre a necessidade de preservar o Meio Ambiente, já que, segundo ele, “a Criação era algo que Deus confiou ao homem, e este deveria cuidar melhor para que ela não se destruísse” (coisa que a criatura não faz corretamente, devido ao desmatamento, poluição e desrespeito à Natureza).

Não é que há “xarope” que ousou rebater e criar um embate teológico sobre esse pensamento?

Alguns cientistas e muitos céticos descreditaram a responsabilidade do homem pelo aquecimento global, dizendo que os fenômenos climáticos são pela ação lógica do Universo, sem a mão de um deus qualquer, sendo que a vida neste planeta acabará no futuro, quer o Deus dos católicos queira ou não.

Pra mim, parece ser birra contra o Pontífice. Ninguém debateu “expectativa de vida” ou “imortalidade do Planeta Terra”. Foi um simples e responsável pedido para que o homem preserve o lugar em que habita! Um alerta ecologicamente correto e pertinente.

Ora, se o homem conservar a Natureza, independente de quando o Sol esfriar ou superaquecer, não teremos um mundo melhor?
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– Os casos de Ecocídios só crescem no Mundo!

Os ambientalistas estão com a razão: cresce a devastação em nosso planeta! E pessoas do bem estão conseguindo transformar crime ambiental (o ecocídio) em crime contra a humanidade.

Viveremos onde, sem o nosso verde?

Compartilho (extraído de: http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2017-02/tribunal-penal-internacional-reconhece-ecocidio-como-crime-contra)

TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL RECONHECE ‘ECOCÍDIO’ COMO CRIME CONTRA A HUMANIDADE

Por Denise Griengecer, da RFI

O Tribunal Penal Internacional (TPI) decidiu, no final de 2016, reconhecer o “ecocídio’ (termo que designa a destruição em larga escala do meio ambiente) como ‘crime contra a Humanidade’. O novo delito, de âmbito mundial, vem ganhando adeptos na seara do Direito Penal Internacional e entre advogados e especialistas interessados em criminalizar as agressões contra o meio ambiente. As informações são da Radio France Internationale.

Com o novo dispositivo, em caso de ecocídio comprovado, as vítimas terão a possibilidade de entrar com um recurso internacional para obrigar os autores do crime – sejam empresas ou chefes de Estado e autoridades – a pagar por danos morais ou econômicos. A responsabilidade direta e penas de prisão podem ser emitidas, no caso de países signatários do TPI, mas a sentença que caracteriza o ecocídio deve ser votada por, no mínimo, um terço dos seus membros.

O advogado brasileiro Édis Milaré, especialista em Direito Ambiental, saúda a medida, dizendo que “ninguém quer se envolver num processo-crime, porque o processo-crime estigmatiza. Nenhuma empresa quer responder por um crime ambiental, porque sabe que está em jogo a sua imagem, a sua reputação, a sua credibilidade, e isso diz respeito à sua sobrevivência. A questão penal é importante, mas em termos de gestão ambiental o assunto do dia no Brasil é dotar o país de um marco regulatório à altura da grandeza do nosso meio ambiente, que devemos proteger”, afirmou.

Em setembro de 2016, a Procuradoria do TPI publicou um documento de trabalho onde explica que, a partir de agora, o tribunal interpretará os crimes contra a humanidade de maneira mais ampla, para incluir também crimes contra o meio ambiente que destruam as condições de existência de uma população porque o ecossistema foi destruído, como no caso de desmatamento, mineração irresponsável, grilagem de terras e exploração ilícita de recursos naturais, entre outros.

Evolução

Desde a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21), realizada em Paris, em 2015, os tribunais internacionais de Direitos da Natureza tentam qualificar o ecocídio, dentro do pressuposto jurídico, como o quinto crime internacional. Os outros quatro crimes internacionais, reconhecidos e punidos pelo Tribunal Penal Internacional, são o genocídio, os crimes de guerra, os crimes de agressão e os crimes contra a humanidade.

A jurista em Direito Internacional Valérie Cabanes, porta-voz do movimento End Ecocide On Earth (Pelo fim do ecocídio na Terra), explica a origem do termo. “A ideia de ecocídio existe há 50 anos e foi evocada pela primeira vez quando os americanos usaram dioxina nas florestas durante a Guerra do Vietnã. Agora queremos reviver essa ideia que considera que atentar gravemente contra ciclos vitais para a vida na Terra e ecossistemas deve ser considerado um crime internacional”, disse.

“Trabalhamos em 2014 e 2015 num projeto de alteração do estatuto do TPI, onde definimos o crime do ecocídio, explicando que como hoje vivemos uma grave crise ambiental – com extinção de espécies, acidificação dos oceanos, desmatamento massivo e mudanças climáticas – atingimos vários limites planetários. Daí ser necessário regular o direito internacional em torno de um novo valor, o ecossistema da terra, e nós defendemos esta causa junto aos 124 países signatários do Tribunal Penal Internacional”, explicou a especialista.

“Será um longo trabalho, porque reconhecer os direitos da natureza e do ecossistema implica em reconhecer que o homem não é o ‘dono’ da vida sobre a Terra, o que pressupõe uma nova concepção do Direito, baseada numa realidade onde o homem é interdependente de outras espécies e do ecossistema. E isso implica também em reconhecer nossos deveres em relação às gerações futuras”, enfatizou Valérie.

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– Daqui 12 gerações, nossos descendentes não estarão mais na Terra?

Calma: não é profecia apocalíptica, crença alienígena ou estudo catastrófico. É apenas a relevante opinião de uma das pessoas mais respeitadas da ciência: Stephen Hawking, que aponta: o homem terá que morar em outro planeta em 1000 anos!

Extraído de: http://tnonline.uol.com.br/noticias/cotidiano/67,378933,07,07,para-o-fisico-ingles-stephen-hawking-os-dias-da-terra-estao-contados.shtml?cmpid=tw-uolnot

PARA O FÍSICO INGLÊS STEPHEN HAWKING, ‘OS DIAS DA TERRA ESTÃO CONTADOS’

O renomado físico britânico Stephen Hawking – uma das mentes mais desenvolvidas do mundo – reafirmou na quinta-feira (7) ver com pessimismo o futuro da espécie e pontuou que a humanidade só tem uma alternativa para sobreviver: deixar a Terra e ir para o espaço em busca de outros planetas habitáveis.

Não creio que vivamos mais mil anos sem ter que deixar este planeta“, afirmou o cientista inglês em uma conferência realizada em Tenerife, Espanha, de acordo com informações do periódico El Mundo. Hawking relatou ao jornal espanhol que hoje há vários experimentos pendentes que poderiam levar a humanidade para outros planetas, como a cartografia da posição de bilhões de galáxias ou o uso de supercomputadores para entender melhor a posição da Terra.

EXPLORAÇÃO DO ESPAÇO – “O futuro é um mistério“, diz ele, “mas a sobrevivência dos seres humanos envolve, imprescindivelmente, a exploração do espaço“, acrescenta. “Nossa imagem do universo mudou drasticamente nos últimos 50 anos e estou feliz por ter dado uma pequena contribuição“, pontuou Hawking. “Nós, humanos, não somos mais que coleções de partículas que, no entanto, estão perto de compreender as leis que nos governam, e isso é um grande triunfo“, enfatizou Hawking, que sofre de esclerose lateral amiotrófica.

“CADA DIA É UMA RECOMPENSA” – Ele garantiu que sua doença lhe ajudou a ver que “cada novo dia era uma recompensa“, e finalizou  a palestra com alguns “conselhos providenciais” para a plateia. “Lembre-se de olhar para as estrelas e não para seus pés. Pergunte a si mesmo o que é que faz o universo existir. Seja curioso. E por mais difícil que a vida possa parecer, sempre há algo em que se pode ter sucesso. O importante não é nunca se render“, completou o físico europeu.

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– Dia da Árvore foi esquecido?

Quando eu era um garotinho, dia 21 de setembro sempre era um dia importante: o Dia da Árvore!

No primário, em todos os anos tínhamos aulas especiais e plantávamos alguma mudinha de qualquer coisa que fosse. Mas hoje, confesso que não li nem ouvi ninguém falando nada…

Está tudo virando concreto?

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– Brasil acolhendo Elefantes não implicará em Problemas Ambientais?

Cerca de 50 elefantes comporão um Santuário de Paquidermes na Chapada dos Guimarães.

Cá entre nós: um animal tão diferente em solo brasileiro se adaptará a um recinto tão diverso do seu Habitat Natural?

Inusitado.

Extraído de: http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,chapada-dos-guimaraes-abrigara-1-santuario-de-elefantes-do-brasil,10000076733

CHAPADA DOS GUIMARÃES ABRIGARÁ 1º SANTUÁRIO DE ELEFANTES DO BRASIL

Duas elefantas da espécie asiática serão as primeiras moradoras do Santuário de Elefantes Brasil, uma instituição inédita no Brasil que será instalada na Chapada dos Guimarães, a 65 quilômetros da capital de Mato Grosso. Maia e Guida, que sofreram maus-tratos de seus antigos donos, mudarão para o novo endereço em outubro.

A fazenda, de 1,1 mil hectares, foi adquirida por meio de doações de organizações internacionais especificamente para abrigar elefantes. O espaço vai receber animais resgatados em situação de risco e oferecerá os cuidados necessários para que possam se recuperar física e emocionalmente da vida em cativeiro.
As duas elefantas foram confiscadas de um circo na Bahia e vivem há seis anos em Paraguaçu, no sul de Minas Gerais. Maia, que tem cerca de 44 anos, e Guida, de 42 anos, terão cuidado de veterinários no primeiro santuário para a espécie da América Latina.

De acordo com a presidente da instituição e uma das idealizadoras do projeto, Junia Machado, o espaço terá estrutura para receber até 50 elefantes vindos de todos os países da América do Sul. Inicialmente, a estrutura abrigará até seis elefantes. Nesta primeira fase, o custo mensal é estimado em até R$ 20 mil e será pago por doações e organizações não governamentais internacionais.

“Há 5 mil elefantes vivendo em locais de risco, como zoológicos e circos. Por melhor que seja um zoológico, em geral, ele isola o animal e causa um sofrimento agudo. Os elefantes são animais extremamente inteligentes, que vivem em grandes clãs, têm sociedades organizadas. Em alguns lugares em situações críticas, é possível perceber, a olho nu, o abalo emocional, por meio de movimentos repetitivos da cabeça e do corpo, e comportamento diferente dos elefantes que vivem na natureza. O santuário é um local criado e estruturado para dar proteção a esses animais”, explica Junia Machado.

A iniciativa aguarda a liberação do licenciamento ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso para começar a funcionar. De acordo com o órgão, o projeto já obteve as autorizações e as licenças prévia e de instalação. Nas próximas semanas devem ser liberadas a autorização de uso e manejo e a licença de operação.

A coordenadora de Fauna da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema), Danny Moraes, disse que haverá controle sanitário na origem do animal e também na chegada a Mato Grosso. No Santuário, o elefante passará por uma fase de quarentena, acompanhada por veterinários e especialistas. “Ele fica cerca de 40 dias em um piquete individual, se não apresentar nenhum sintoma, vai para um espaço maior”, afirmou.

Danny Moraes ressalta que, para a liberação do licenciamento, a secretaria também avalia aspectos sanitários dos animais, como a possibilidade de transmissão de doenças. “Há uma avaliação nesse aspecto para garantir a segurança da região. O estado de Mato Grosso é uma zona livre de febre aftosa, mas a doença atinge outro tipo de animais, como bovinos, ovinos e caprinos. O elefante não é hospedeiro de febre aftosa, então não é uma fonte de preocupação. Tuberculose é uma possibilidade de transmissão, tanto para os animais quanto para o ser humano, mas o espaço não compreende os fatores de risco e já tem os controles sanitários de origem”, disse. “Tudo é avaliado para não termos riscos”.

Visitas. O Santuário não será aberto para visitação pública, mas será mais do que um espaço de reabilitação dos elefantes. Segundo Junia Machado, a instituição terá, futuramente, um centro de visitantes, com dados sobre aspectos biológicos, físicos e comportamentais dos elefantes. Além de fornecer informações para pesquisas e estudos, ocorrerão palestras e acesso à imagens das câmeras, que transmitirão ao vivo, das áreas internas do santuário. Essas imagens estarão também disponíveis na internet.

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– Momentos de Auto Estima Brasileira. Mas voltando ao Planeta Terra…

Todos maravilhados, (inclusive eu fiquei sob efeito do encantamento) com a espetacular cerimônia de abertura dos jogos Olímpicos Rio 2016. Mas que não nos esqueçamos: as obras foram caríssimas, houve superfaturamento da construção das instalações e sobrarão muitos elefantes brancos. Essas coisas serão marcantes também, apesar do show de luzes, alegria e paz assistidos na sexta-feira à noite.

Sinceramente, sem hipocrisia (e olha que sou esportista nato): eu trocaria os Jogos Olímpicos por mais leitos hospitalares e pagamento de menos impostos no dia-a-dia.

O “belo contraditório” do espetáculo foi: nós, brasileiros, pedimos ao mundo: PAZ, RESPEITO SOCIAL E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

– Estamos fazendo isso?

E não é um azedume, mas uma reflexão:

  • paz nas nossas violentas cidades?
  • respeito entre os diferentes grupos sociais éticos, religiosos e sexuais?
  • preservação ambiental adequada na Floresta Amazônica, no Rio Tietê ou na Baía da Guanabara?

Fica o ponto de interrogação… 

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– Ecologia Humana

Vejam que bela citação de Dom Odilo Scherer via Twitter:

Preservação Ambiental sem ‘ecologia humana’ não dá certo. Cuidar da natureza e cuidar do homem andam juntos”.

Pensamento honesto, coerente, racional e virtuoso.

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– Ecologicamente Corretos mas Encalhados?

A preservação do meio ambiente é uma necessidade, correto?

Criar produtos ecologicamente corretos é uma vantagem competitiva, ok?

Responsabilidade ambiental reforça e valoriza a imagem da empresa, certo?

Tudo isso é válido. Entretanto, compartilho uma interessante matéria da Revista Época sobre empresas que buscam mostrar a preocupação com o Verde e que acabaram não conseguindo o destaque que desejavam. Uma atenção maior para o desafio da rede WalMart para com o seu parceiro Johnson & Johnson, além de outros 9 fornecedores, em se tornarem ecologicamente mais corretos.

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI132395-15259,00-FALTA+COMBINAR+COM+O+CONSUMIDOR.html

FALTA COMBINAR COM O CONSUMIDOR

por Alice Ribeiro

As empresas estão fazendo produtos que agridem menos o meio ambiente, sem aumentar o preço. Parece ótimo. Então por que tão pouca gente compra?

Fazia todo o sentido. Quando a Unilever lançou a versão concentrada de seu principal amaciante, em maio de 2008, parecia ter escutado a demanda dos consumidores, que diziam querer comprar produtos mais ecológicos. Com meio litro, o novo produto rende tanto quanto 2 litros da versão convencional. Como a embalagem é menor, economiza 58% de plástico e, consequentemente, usa menos petróleo. Seu processo de produção consome 79% a menos de água. As caixas que o transportam acomodam mais unidades num mesmo espaço, reduzindo em 67% as viagens de caminhões para chegar aos pontos de venda. Mais: o amaciante concentrado é 20% mais barato. Com um belo esforço de comunicação – uma campanha de R$ 32 milhões em dois anos –, era de esperar que a essa altura o novo amaciante já tivesse desbancado o velho. Não foi o que aconteceu. A Unilever não divulga dados sobre vendas, mas um levantamento feito na rede de varejo Walmart mostra que o amaciante tradicional ainda vende 50% a mais que o concentrado. O amaciante da Unilever é apenas um dos casos de produtos criados para explorar o consumo ambientalmente correto. Há empresas que investiram em mudar sabão em pó, chá orgânico, papel higiênico. Sem contar as mudanças de embalagem. Em todos os casos, porém, o resultado tem sido dúbio. Por quê?

Há pouca dúvida de que o mundo enfrenta problemas ambientais sérios. Muitas empresas têm investido em ações responsáveis, seja como forma de economia (usando os recursos de modo mais eficiente), seja pelo apelo de marketing (projetando a imagem de empresa amiga da Terra). Mas a resposta a essas ações é fraca. “A sustentabilidade ainda é algo distante do que vivemos”, afirma Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu para o Consumo Consciente. Uma pesquisa do Akatu revela que 80% das pessoas dizem valorizar os produtos verdes. Mas só 30% delas concretizam suas intenções no ato da compra. Há uma longa distância entre propósito e ação.

Por um lado, alguns desses produtos ecologicamente melhores exigem mudanças de hábitos de consumo – e isso é um obstáculo. Em outros casos, como o do sabão em pó ecológico da Procter & Gamble, as pessoas resistem porque acham que suas empregadas domésticas não saberão usar o produto da forma correta. O detergente usa 30% menos água que um comum. Sua fórmula faz menos espuma e, assim, dispensa o último enxágue. Mas ele não fez o sucesso esperado. “As empregadas não leem rótulos”, diz a aposentada Cláudia de Vasconcellos Lameiro da Costa. “Não adianta explicar. Elas vão continuar achando que só com espuma se lava direito.”

Um amaciante mais ecológico custa 20% menos.
Mas ainda perde em vendas para o convencional

Em alguns casos, as empresas deixam de apostar em inovações que fariam sentido ecológico. Há dois anos a Natura estuda a criação de uma linha completa (com xampu, condicionador, creme hidratante…) em pó. A solução economizaria água na produção, plástico da embalagem e emissões de gases poluentes no transporte. Os produtos viriam em pequenos sachês para ser diluídos em casa. “O novo produto teria, em média, 10% do peso do original”, diz Daniel Gonzaga, diretor de pesquisa e tecnologia da Natura. Mas o destino do xampu em pó é incerto. A companhia ainda não está segura de que haja público para a invenção. “Precisamos chegar a um mix completo: fórmula testada, marca correta, embalagem e o aval do consumidor.”

Esse aval, de acordo com um levantamento feito no Walmart (leia o quadro) , é tímido. “Ainda estamos no começo de um processo de mudança de hábitos na decisão de compra”, diz Christiane Urioste, diretora de sustentabilidade do Walmart. Um papel higiênico da Kimberly Clark dá uma dimensão do problema. Feito com fibras de papel reciclado obtidas a partir de aparas selecionadas, tem os rolos compactados para caber em uma embalagem menor. Custa em torno de 25% menos que o papel tradicional. Mesmo assim, tem só um quarto das vendas.

Para vencer o apego ao costume, seria necessário um investimento eficiente em marketing. Um estudo feito pela agência de publicidade Euro RSCG mostra que as empresas abusam dos clichês. O levantamento encontrou ursos-polares em anúncios do HSBC, da Philips e dos sorvetes Ben & Jerry. “As imagens usadas confundem as pessoas”, diz Russ Lidstone, presidente da agência. “São projetadas para chamar nossa atenção, mas acabam nos distanciando do problema e nos tornando céticos.”

Mais devastador do que a falta de informação é a informação que não ajuda o consumidor a se orientar. A gente é bombardeada por informações sobre a degradação ambiental do planeta. Difícil é saber como transformar essa preocupação em critérios para discriminar os produtos no supermercado. O que é melhor, um alimento embalado em plástico (teoricamente reciclável), em lata (que se decompõe na natureza) ou em vidro (que pode ser reutilizado)? Não há resposta para isso hoje. s Se você quer economizar energia, procura o selo Procel (um índice elaborado pela Eletrobrás) nos eletrodomésticos. Mas não existe um selo geral para produtos verdes. O resultado? A criação de analfabetos ecológicos. “Recomendamos às marcas que sigam uma abordagem simples de comunicação”, afirma Nicholas Eisenberger, consultor da GreenOrder, especializada em negócios sustentáveis, cujo portfólio de clientes inclui GE e General Motors. Para divulgar seus esforços pró-planeta, as empresas precisam entregar a informação mastigada. Não é o que acontece.

Muitas empresas deixam de comunicar em detalhes suas ações positivas por temer cobranças em outras áreas. Outras, ao contrário, divulgam iniciativas sem nenhuma importância, como se fossem cruciais para a humanidade. Nessa confusão, os cidadãos comuns se perdem. A funcionária pública Roberta Cristina da Silva é um exemplo. Ela viu o comercial da TV do amaciante verde da Unilever e decidiu testá-lo. Gostou. Mas não por ser verde. “Gosto porque tem um cheiro mais forte”, ela diz. “Coloco o mesmo tanto do outro (da embalagem de 2 litros) . Em uma semana já acaba.” Ao consumi-lo da forma errada, Roberta está gastando mais e piorando o impacto ambiental, em vez de melhorá-lo.

A confusão dos consumidores fica clara numa pesquisa sobre 115 empresas encomendada pela revista britânica New Scientist. O levantamento cruzou cerca de 700 indicadores, como gasto de água ou poluição química, para avaliar o desempenho ambiental das companhias e comparou-o com a percepção de 30 mil pessoas sobre elas. Concluiu que há uma enorme lacuna entre a imagem e os fatos. Um dos casos de maior discrepância foi o da rede de supermercados Whole Foods Market. Das 36 empresas do setor listadas pela pesquisa, ela está entre as piores em relação a impacto ambiental, mas é a primeira em boa reputação. A Coca-Cola, ao contrário, tem o segundo menor custo ambiental entre os fabricantes de alimentos e bebidas da amostra, mas não é reconhecida por isso.

80% dos brasileiros dizem que valorizam os produtos ecológicos.
Mas só 30% cumprem isso nas compras

Todos esses dados apontam para uma falha de comunicação das empresas. Não só quanto às informações divulgadas. É preciso que alguém de fora mostre às pessoas que o produto é bom. Aí, entram as certificadoras independentes. A especialista em relações internacionais Marcela Porto Mello é fã de produtos ecológicos. Diz usar produtos sem agrotóxico, que tenham um selo orgânico de renome no mercado. Mas se nega a pagar mais por produtos com origem desconhecida. “Por que vou comprar um café que custa mais caro se não tenho certeza de quão sustentável é? Falta divulgar melhor os produtos. Os selos precisam ter credibilidade.”

Os consumidores de países desenvolvidos são mais preocupados em premiar empresas amigas do meio ambiente. Segundo uma pesquisa dos institutos Market Analysis e Akatu, 34% dos cidadãos de países ricos afirmam comprar de empresas ambientalmente responsáveis. No Brasil, o número cai para 12%. Compreensível. Em nações mais ricas, com educação melhor e bagagem ecológica mais robusta, os consumidores buscam informações sobre as marcas. Se o produto não tem selos, eles entram nos sites das empresas, vasculham sua reputação nas redes sociais, leem relatórios de sustentabilidade, recorrem à mídia.

No Brasil, algumas empresas já sabem que, no futuro, os atributos socioambientais vão ajudar a vender. Desafiados pelo Walmart, dez fornecedores da rede reinventaram e criaram produtos de modo que ficassem mais ecológicos. A convocação aconteceu em outubro de 2008. Hector Nuñez, presidente do Walmart, reuniu companhias parceiras para uma conversa. Durante sua exposição, chacoalhou uma caixinha de Band-Aid: “Nesta embalagem cabem três vezes mais curativos do que tem aqui”. A fabricante, Johnson & Johnson, acatou a provocação. Mudou processos e passou a colocar a mesma quantidade do produto numa caixa com 18% menos matéria-prima. E sem alterar as informações do rótulo. Detalhe: 90% de todo o Band-Aid consumido no mundo é feito no Brasil. Como contrapartida, o Walmart garantiu às empresas que vai dar mais espaço nas prateleiras para seus produtos ecológicos, mesmo com a redução nas embalagens. Ninguém tem dúvidas de que o consumo tende a ficar mais verde. Mas essa tendência só vai se confirmar se combinarem com os consumidores.

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– Um ótimo final de semana em 11 imagens!

Dias bons valem ser revividos. Neste último final de semana, tirei o dia para esquecer o trabalho. No sábado, valeu ir ao cinema assistir Carrossel 2! Filme típico para a família. E a pipoca estava ótima.

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Depois da farra, fomos rezar. E a fé da minha afilhada Ana Luiza e da filhinha Marina foi clicada de maneira doce na Paróquia São João Bosco. Veja:

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No domingo, bem cedo, fui correr. E estava bem animadão. Nossa foto-incentivo:

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Durante a corrida, a costumeira oração para que seja um bom dia! Hoje, meditando na intercessão de Nossa Senhora Auxiliadora, protetora do lar:

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Na corrida, 5 km em menos de 30 minutos. Ótimo. Depois fui caminhar, livre de relógio:

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Durante a caminhada, curtindo a alvorada. Como não se entusiasmar com um possível dia de sole esta alvorada?

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E quando chego em casa… eis que o nevoeiro surgiu e a grama embranqueceu!

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Mesmo assim, a adrenalina estava alta e a busca da endorfina era prioridade. Fui pedalar sem compromisso (foto editada no App Prisma).

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Voltando pra casa, curtindo a beleza das quaresmeiras roxas. Olha só que legal:

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Como gosto da natureza, não poderia deixar de clicar no ipê rosa. Isso sim é coisa bonita A foto mais bonita do domingo):

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Por fim: chegar em casa e ter a certeza que o sol apareceu! Belo céu, e posteriormente, belo domingo vivido.

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Que depois do bom final de semana, tenhamos uma ótima segundona.

– A aprovação do polêmico Plano Diretor de Jundiaí

Não gosto de radicalismos, pois podem ser perigosos. E esse perigo se observou nos últimos dias com a discussão do novo Plano Diretor da Cidade de Jundiaí e sua aprovação por unanimidade.

Criado para ajudar o município a manter a qualidade de vida para os próximos anos, viu-se um embate muito grande entre a defesa do ambientalismo, o crescimento sustentável e a especulação imobiliária. O bom senso manda que Jundiaí preserve o verde, aproveite a vocação agrícola e colha benesses da sua privilegiada condição logística e industrial. Entretanto, as posições ferrenhas de interesses político-eleitorais versus os comerciais trouxeram à tona a seguinte questão: ninguém quer conciliar o tripé agricola-industrial-comercial, que tanto faz bem para a cidade, pensando no bem de Jundiaí, sem querer tirar proveito pessoal?

Quando vejo manifestações de que o processo foi “democrático e popular”, ouvindo a todos, me assusto. Aqui no Medeiros, por exemplo, às vésperas da votação, tivemos a reunião com o Prefeito e sua secretária Daniela da Câmara Sutti. A dirigente, de maneira nada sútil e democrática, vociferou contra toda e qualquer manifestação educada ou crítica contra o projeto. Alegou que por dois anos os moradores foram avisados na conta do DAE (como se todos tivessem água encanada ou ainda se este fosse o canal ideal de informação). As reuniões ditas “de dois anos” só se tornaram sabidas na iminência do debate final, sem que a maior parte da população da cidade fosse informada e estivesse ciente de tudo. Usando novamente o mesmo exemplo: a maior parte dos comerciantes aqui do bairro, como eu, estabelecidos há muito tempo, não tínhamos ciência! E não vale dizer que haviam delegados encarregados de informar, pois estes nada fizeram.

Não sou contra ou a favor o Plano Diretor, nem contra ou a favor tal ideologia comunista da situação ou capitalista da oposição. Sou um cidadão que se revolta ao ver que o bem da cidade não foi discutido a contento, mas sim os interesses particulares de diversos grupos.

É um tremendo blábláblá dizer que o plano visa a defesa do cinturão verde da cidade e deixar a Serra do Japi de lado, dizendo ser outra alçada / legislação que cuida dela. É demagogia! Se éramos, aqui na minha região, zona urbana, mas voltaremos à zona rural, devolverão o IPTU retroativo e a diferença de imposto paga por todo esse tempo? Derrubarão os prédios e edifícios construídos em meio aos antigos pomares e replantarão árvores?

Durante todo esse tempo, a administração que começou PCdoB e virou PSD nada fez ao Medeiros. Idem à administração anterior do PSDB. Permitiram a chegada de grande contingente populacional (que é normal e que não reclamamos), mas se omitiram na construção de creches, ampliação de escolas e melhora na segurança pública. O Canil da GM foi prometido por inúmeras pessoas e como contrapartida de diversas obras. As construtoras terminaram seus projetos mas o Canil não saiu do papel. E o Centro Olímpico do Sarapiranga para a Olimpíada de 16, cadê? O recapeamento da Avenida Reynaldo Porcari, um engodo da virada das administrações antiga e nova, não saiu do papel.

É cansativo falar em desenvolvimento sustentável se se trava radicalmente o crescimento dos bairros e se deseja o aumento da densidade populacional no Centro. As ruas estreitas de Jundiaí já estão travadas, e o tal Plano incentiva a moradia por lá. Enquanto isso, os bairros como Eloy Chaves e Caxambú, que se tornam distritos acolhedores e aprazíveis, ao invés do crescimento inteligente e sustentável, com benfeitorias a serem realizadas, ficam “congelados”.

Há muita confusão, e repito, radicalismo. Defender o verde não é travar a cidade. A periferia não é só campo! A cidade também não pode ser só indústria. Faltou o meio termo, e a aprovação unânime dos senhores vereadores mostram que tanto oposição e situação estavam fechados previamente, mostrando e provando que toda unanimidade é burra.

Sou nascido e criado no meio do mato. Quero progresso ao lugar que eu nasci, e progresso não é redução de densidade demográfica, mas respeito ao meio ambiente, comércio local e sustentável, além de industrialização com responsabilidade social e ambiental, gerando empregos.

Que sejamos partícipes DE FATO nos rumos de Jundiaí, mas não fanáticos defensores de ideários políticos e manipulados por interesses eleitorais ou comerciais. Sejamos democráticos e INTELIGENTES na busca do bom senso desse plano que desagradou boa parte da cidade.

Obs: não sou candidato a nada e nem escrevo defendendo nenhum partido. Sou apolítico, mas não alienado. E sabemos que é nesse momento eleitoral que ouviremos as mesmas e costumeiras promessas que nunca se realizam. Mas os candidatos virão!

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– E a CAIC será vendida?

Como legítimo ex-aluno da EEPG Irmã Úrsula Gherello, a querida “Escola da CAIC”, fico triste com a notícia: o Governo do Estado irá leiloar todas as terras onde estão o Instituto Agronômico de Jundiaí (o antigo DEA), onde está a escola, toda a área verde e o centro de pesquisa.

Puxa, a justificativa seria a de que o Estado precisa de dinheiro. Mas que tal tentar criar ali um campus da UNESP ou da UNICAMP, preservando o local e valorizando a Educação?

Penso que vender terras é menos interessante para um povo do que investir em ensino. E você?

Sobre o déficit do Governo?

Que se corte as mordomias, ora bolas!

E a lógica será: mais um condomínio residencial, com a já batida propaganda de vista privilegiada para a Serra do Japi”.

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– Amanhecer de 6a feira!

Como não se entusiasmar em acordar e saber que há um novo dia por vir?

Costumeiramente, o cooper diário. Olha a nossa foto-motivação:

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E hoje, durante a corrida, a meditação foi pela intercessão de Nossa Senhora Desatadora dos Nós, a fim de que sempre nos ajude a desamarrar os nós da nossa vida.

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Por fim, pós-treino, alongar entre as flores, curtindo a gratuidade da beleza da Natureza.

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Depois dessa busca de energia para encarar o dia, hora de trabalhar, com essa paisagem incrível no meu caminho:

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Ótima 6a feira a todos.