– O óleo de palma é vilão?

Muito se fala de sustentabilidade. Mas veja que interessante: o óleo extraído da Palmeira, ecologicamente correto e um potencial insumo da natureza, tem sido defendido no Brasil; entretanto, tem sido condenado na Ásia.

Entenda a polêmica, extraída de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0977/sustentabilidade/oleo-palma-vilao-la-fora-mocinho-aqui-602555.html?page=2

ÓLEO DE PALMA: VILÃO LÁ FORA, MOCINHO AQUI?

Por Ana Luiza Herzog

A ONG ambientalista WWF afirma que ele é encontrado em metade de todos os produtos industrializados disponíveis em um supermercado. Creme de barbear, xampu, batom, chocolate, sorvete, macarrão instantâneo, repelente… É provável que todos eles tenham na fórmula o quase onipresente óleo de palma. E qual a explicação para essa popularidade? O óleo torna os sabonetes mais cremosos e os biscoitos mais crocantes. No caso de alimentos, oferece a vantagem de não possuir a famigerada gordura trans. Mas não é só por esses benefícios que ele é hoje o óleo vegetal mais consumido no mundo. A palmeira de dendê, que dá origem ao insumo, é produtiva como quase nenhuma outra. Um hectare produz, em média, 5 toneladas de óleo – no caso da soja, esse número é de meia tonelada. Isso explica por que o dendê tem sido também cada vez mais utilizado na produção de biodiesel. Mas todas essas qualidades são ofuscadas por um fato: a palmeira, que gosta de calor e umidade, é hoje uma das grandes vilãs do desmatamento das florestas tropicais da Indonésia e da Malásia, países asiáticos que hoje respondem por quase 90% da produção mundial de óleo de palma. O insumo barato e usado por várias indústrias é hoje também sinônimo de devastação, de ameaça de extinção de inúmeras espécies de animais e de toneladas e toneladas de emissões de gases causadores do efeito estufa.

O Brasil nunca foi um grande produtor de palma, embora a Região Norte, sobretudo o Pará, ofereça condições favoráveis ao plantio. Durante quase três décadas, apenas uma grande empresa, a Agropalma, que tem palmeirais no nordeste do Pará, se dedicou a plantar e a extrair o óleo. Com faturamento de 650 milhões de reais em 2009, a Agropalma respondeu por 70% da produção nacional, de 235 000 toneladas. Seduzidos pelos atributos do óleo, outras companhias, investidores e o próprio governo brasileiro estão se mexendo para mudar esse cenário. A Vale, associada a outra empresa brasileira, a Biopalma, investirá 500 milhões de dólares para participar desse mercado. A mineradora irá plantar 130 000 hectares de palmeiras no nordeste do Pará até 2014. Essa área, quase do tamanho da cidade do Rio de Janeiro, produzirá 160 000 toneladas de biodiesel – o suficiente para abastecer 200 locomotivas e outras máquinas que a Vale usa em sua operação na Região Norte. A Petrobras também começará a plantar palma no Pará em dezembro. O plano da estatal é ter na região 74 000 hectares. Em mais da metade dessa área, a Petrobras terá como sócia a empresa portuguesa de energia Galp, que pretende vender na Europa o diesel de fonte renovável produzido aqui. Grandes empresas do agronegócio têm planos semelhantes. “Investir em palma faz todo o sentido e estudamos essa possibilidade”, diz o presidente de uma das maiores multinacionais do agronegócio, que ainda não quer revelar o interesse da empresa no mercado.

Movimentos como esses começam a ser observados atentamente por ONGs ambientalistas, receosas de que a palma acarrete por aqui o estrago que fez na Ásia. “É importante definir as regras que vão nortear o crescimento desse mercado”, diz Marcello Brito, diretor da Agropalma e vice-presidente da Mesa Redonda do Óleo de Palma Sustentável, organização internacional criada para promover boas práticas no setor. Algumas das regras a que Brito se refere já foram definidas. Segundo o programa de produção sustentável da palma, lançado pelo governo em março, só poderão ser usadas para o plantio áreas desmatadas antes de 2007. Especialistas também acreditam que um projeto de lei que proíbe o corte de vegetação nativa para o plantio de dendê, já encaminhado à Câmara dos Deputados, seja aprovado em breve.

Além disso, há uma percepção de que as empresas que pretendem lucrar com a palma não vão querer atrair a atenção de ONGs como o Greenpeace. Uma das defensoras das florestas tropicais da Ásia, a entidade vem travando embates com empresas produtoras de óleo de palma na região. Uma delas, a Smart, da Indonésia – uma das maiores do mundo -, é talvez a mais odiada pelos ambientalistas. Nessa briga, não sobra apenas para quem comete o crime, mas para quem é conivente. Por isso, grandes consumidores de óleo de palma, como Unilever e Nestlé, já tiveram escritórios cercados por manifestantes da ONG fantasiados de macacos – uma alusão à ameaça de extinção que o fim das florestas representa para os orangotangos na Ásia. “Se for bem conduzida, a produção do óleo de palma poderá gerar benefícios econômicos e ambientais para a Amazônia”, diz Walmir Ortega, diretor da ONG Conservation International. “Algo que a atividade pecuária da região, com sua baixa produtividade, não é capaz de fazer.” A experiência da Agropalma mostra isso. As 186 famílias que plantam dendê para a empresa em lotes de 10 hectares ganharam, em média, 1 910 reais por mês em 2009. A empresa também mantém, com a ajuda de 40 fiscais, uma área de mata nativa maior que a destinada ao cultivo – são 62 000 hectares, ante 40 000 de palmeirais. Há, porém, um risco: o de que a expansão da palma empurre para a floresta atividades menos rentáveis, como a própria pecuária. “Mas vamos montar um time de profissionais para monitorar isso de perto”, diz. Certamente, não será o único.

Um trabalhador em uma plantação na Malásia exibe os frutos da palma—fonte do óleo comestível mais ...

Foto de Pascal Maitre, extraída de: https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2019/01/o-oleo-de-palma-esta-destruindo-as-florestas-mas-tente-passar-um-dia-sem-ele

– Dia da Árvore.

Quando eu era um garotinho, dia 21 de setembro sempre era um dia importante: o Dia da Árvore!

No primário, em todos os anos tínhamos aulas especiais e plantávamos alguma mudinha de qualquer coisa que fosse. Mas hoje, confesso que não li nem ouvi ninguém falando nada

Está tudo virando concreto?

Imagem extraída da Web, de “Mimos em Carinhos pra você”.

– Vinho branco e leite coalhado no tanque do carro do Rei Charles III.

Uma grande bobagem: é assim que se pode classificar a iniciativa (que, se ponderada, mereceria aplausos) do Rei Charles III, a respeito do “abastecimento de seu veículo”.

O sucessor da Rainha Elizabeth II é conhecido por causas ecológicas (inegavelmente, um ponto positivo). Porém, seu Aston Martin não é movido por gasolina, mas por produtos, digamos, extravagantes: vinho e queijo!

Trocar o petróleo por produtos que farão o preço do leite aumentar não seria tão errado quanto o modelo atual?

Extraído de: https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2022/09/15/rei-charles-tem-carro-superpotente-movido-a-vinho-e-queijo-veja-o-motivo.htm

REI CHARLES TEM ASTON MARTIN MOVIDO A VINHO E QUEIJO

por Giácomo Vicenzo

Quem vê o Rei Charles 3º a bordo do esportivo de luxo Aston Martin DB6 Volante, presente de sua mãe Rainha Elizabeth 2ª quando o mesmo completou 21 anos, não imagina que por baixo do capô não se escondem só os mais de 280 de cavalos de potência, como também a forma como a propulsão do motor é alimentada: com a produção excedente de vinho branco e soro de leite coalhado.

A adaptação foi feita pela marca a pedido de Charles, que sempre foi preocupado com questões ambientais, encontrou na reutilização dos materiais excedentes uma forma de tornar o automóvel clássico mais sustentável, evitando poluir o meio ambiente.

A adaptação do motor feita em 2008 é capaz de funcionar com um bioetanol produzido com o que sobra dessas matérias-primas, que em outras circunstâncias seriam descartadas.

Pois, no mesmo ano da adaptação, o Conselho de Ministros da União Europeia definiu uma cota de exportação de vinho para cada país, que, quando atingida, deve descartar o excedente ou utilizá-lo de outra forma.

Apenas o vinho seria capaz de produzir esse bioetanol, mas o soro de leite coalhado, que entra na mistura da produção do combustível, também foi uma forma de reaproveitar o subproduto excedente da indústria de queijo local, e assim evitar o seu descarte no meio ambiente, que causa prejuízos ambientais pelo seu alto poder poluente.

Números para além da cavalaria

O modelo do Aston Martin de Charles é conversível e tem características de um carro elegante e ao mesmo tempo esporte. Foi usado na cerimônia de casamento de seu filho William e entrega uma aceleração de 0 a 100 em menos de 8 segundos, motorização veloz a um modelo de 1970 – números referentes ao modelo original sem adaptação.

A troca de gasolina para um bioetanol naturalmente aumenta a octanagem e pode conferir mais potência ao motor.

Mas se a performance e visual chamam a atenção, os números poupados de emissão de carbono com a adaptação para bioetanol também são um destaque, e pode ter reduzido as emissões em até 85% em comparação ao seu uso com gasolina.

Príncipe Charles com Aston Martin DB6 Volante 1970 - Getty Images

Príncipe Charles com Aston Martin DB6 Volante 1970 Imagem: Getty Images

– Os madrugadores da reciclagem.

Sintomas da carestia: hoje de madrugada, quando me preparava para as atividades corriqueiras, ouvi uma “converseira” na rua. Fui ver e… eram catadores de recicláveis!

Às 3ªs feiras, a coleta seletiva recolhe os produtos que podem ser reciclados e são descartados. Várias vezes vejo pessoas passando nas redondezas e levando produtos diversos (incluindo alguns motorizados com veículos novos). Mas passar às 4 da manhã é, digamos, sinal de desespero.

E o que fazer?

O ideal é que essas pessoas tivessem empregos mais dignos, do que madrugarem antes do lixeiro ecológico coletar. Mas não é assim que funciona, sabidamente. 

– Como a inteligência artificial pode ajudar espécies ameaçadas de extinção.

A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) mantém uma “Lista Vermelha”, em que as espécies são classificadas com…

Continua em: Como a inteligência artificial pode ajudar espécies ameaçadas de extinção

– A invasão de pirarucus em São Paulo.

Li e me impressionei: os Pirarucus, grandes peixes amazônicos, foram vistos em 2021 na Flórida, onde não é seu habitat, mostrando um perigoso desequilíbrio econômico.

Agora, o problema é outro: eles estão sendo encontrados no Estado de São Paulo!

Abaixo, sobre os contratempos disso, em: https://marsemfim.com.br/pirarucu-em-rios-paulistas-agora-sinaliza-problemas/?utm_source=facebook%3Anewsfeed&utm_medium=social-organic&utm_campaign=redes-sociais%3A052022%3Ae&utm_content=%3A%3A%3A&utm_term&fbclid=IwAR1YM6j0XdoFt3HK6FzG7ee3oHujnkeLSeYAfg3EPsRGpROJOzX70BgK2wc&amp

Imagem extraída do link acima.

 

– Baleias e Resíduos no Mar: não dá certo…

A poluição dos mares é um problema muito sério, talvez não tratado como deveria.

Digo isso pela matéria abaixo (é do ano passado, mas a situação é recorrente). Mais claro o exemplo, impossível!

Extraído de: https://vivimetaliun.wordpress.com/2019/10/31/baleia-e-encontrada-com-40-quilos-de-plastico-no-estomago-nas-filipinas/

BALEIA É ENCONTRADA COM 40 QUILOS DE PLÁSTICO NO ESTÔMAGO

Não é a primeira, mas podemos lutar para que seja a última vez que uma baleia é encontrada morta devido à ingestão de plástico. Em abril do ano passado, uma cachalote faleceu na Espanha após comer 29 kg do material. Mesmo antes disso, um vídeo emocionante divulgado pela BBC já mostrava uma mãe-baleia carregando seu filhote morto depois de ingerir plástico. Agora, um animal da espécie foi encontrado nas Filipinas com 40 kg de resíduos no estômago.

Encontrada no último sábado, 16 de março, a baleia estava na costa da cidade de Davau, na ilha filipina de Mindanao. O corpo do animal foi resgatado pelos biólogos e voluntários do D’ Bone Collector Museum, um museu aberto em 2012 com o objetivo de educar as pessoas a cuidar do meio ambiente.

“A causa final da morte desta jovem baleia-bicuda-de-cuvier que resgatamos no dia 16 de março de 2019 são 40 quilos de sacos plásticos, incluindo 16 sacos de arroz, quatro sacos utilizados na plantação de banana e várias sacolas de compras”, diz uma publicação na página do Facebook do museu. A organização informa ainda que uma lista completa dos resíduos encontrados no corpo do animal será divulgada nos próximos dias.

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D’ Bone Collector Museum Inc.

– Viva os espaços-pets.

Cada vez mais os bichos de estimação conquistam a população. E com o aumento deles, surgem novas necessidades.

Uma das coisas mais legais que inventaram nesse mercado é a preocupação com o bem-estar (dos animais e dos donos), através da construção de espaços-pet.

O mais bacana é: não tem custo elevado, requer apenas a terra e um pouco de boa vontade.

Nessas cidades que possuem tal equipamento de entretenimento, normalmente a qualidade de vida é muito boa. Seria coincidência ou não?

O certo é: tal iniciativa sempre agrada a população (desde que não existam outras prioridades, obviamente).

– O Preço do Contrabando na Amazônia Legal.

Dados da Revista Superinteressante, em uma edição antiga (Dezembro/2012, pg 28-29), me assustam: sobre os preços de bens da Natureza extraídos na Floresta Amazônica.

Uma Arara Vermelha é vendida lá pelos nativos por R$ 200,00, e revendida por R$ 12.000,00;

Um Tucano Toco, por qualquer caixinha. Mas na revenda, vai para R$ 4.000,00.

Um Cocar Kayapó, de R$ 70,00 vira R$ 15.000,00.

Açaí? Lá, R$ 1,70/ quilo, mas se revende por R$ 20,00.

Produtos mais raros: a Arraia-de-Água-Doce é retirada por R$ 50,00 e repassada por R$ 60.000,00.

Até os menores custam caro: uma borboleta azul custa R$ 0,10, mas os intermediários chegam a pedir R$ 400,00.

O maior disparate? Uma aranha-marrom, vendida por R$ 2,00 e a grama do seu veneno extraído por R$ 49.000,00!

Custo baixo para a compra, lucros absurdos!

Tudo que você precisa saber antes de comprar uma arara - Dicas - iGimgres.jpg

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, informar para o crédito na postagem.

– Educação Ambiental.

Muito boa a iniciativa de algumas escolas em implantarem a disciplina “Gestão Ambiental” em suas grades. Melhor: colocar as teorias na prática!

Compartilho ótimo exemplo publicado nesta semana.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2070/geracao-sustentavel-educacao-ambiental-vai-alem-da-sala-de-aula-14371-1.htm

GERAÇÃO SUSTENTÁVEL

Educação ambiental vai além da sala de aula para formar adultos do futuro mais conscientes,

POR Verônica Mambrini

Eles reciclam lixo e transformam restos orgânicos em adubo. Tomam refrigerante de garrafas retornáveis e rejeitam produtos que vêm com muitas embalagens. Plantam árvores desde pequenos e pesquisam na internet o impacto ambiental de suas ações. Ficam escandalizados quando alguém joga lixo no chão ou desperdiça água num banho longo. Se possível, pedalam ou combinam caronas para chegar ao seu destino. Não, não são ativistas ecochatos. Essa é a nova geração que está se formando nas escolas hoje, dos pequenos em idade pré-escolar aos adolescentes questionadores.

A preocupação com ecologia não é propriamente uma novidade, pois há cerca de 20 anos vários colégios já abordavam questões ambientais. Mas o posicionamento hoje é diferente: o aluno se tornou protagonista e não espectador dos problemas que discute em sala de aula. E espera-se que o estudante leve para a vida o que aprendeu. Eduardo Rios Lohmann, 10 anos, do Colégio Pentágono, está envolvido em várias atividades de educação ambiental na escola. Sobra “lição de casa” até para os pais. “Reclamei com minha mãe até ela parar de escovar os dentes com a torneira aberta”, orgulha-se. A mãe, a pedagoga Glória Lohmann, se diverte com a fiscalização. “É uma coisa dele, mas a escola e os programas de tevê aos quais ele assiste reforçam a noção de consciência ambiental”, afirma.

No Pentágono, o professor de ciências Rogério Tadeu Sant’Anna usou uma oficina de reciclagem de lixo eletrônico para conscientizar os alunos. Eles trazem de casa eletrodomésticos que seriam descartados, desmontam as peças e as encaminham para reciclagem. “Eles passam a reconhecer os materiais, o que é reciclável e o que não é, e aproveitamos para discutir o consumismo”, afirma Sant’Anna. Já foram desmontadas mais de três toneladas de aparelhos quebrados e sem possibilidade de conserto.

No interior de São Paulo, em Sorocaba, a palavra de ordem do Colégio Véritas é pedalar para reduzir emissões de carbono, exercer a cidadania e ocupar o espaço público. “O uso da bicicleta é fundamental para o meio ambiente e para a saúde”, afirma Bárbara Figueroa Muñoz, diretora do colégio. A cada pedalada, os alunos calculam quanto de carbono deixaram de emitir. Outra ação é a Recicleta: com peças doadas, eles montam bikes e as entregam para comunidades carentes. O aluno Eduardo de Lima Helaehil, 13 anos, participa do projeto. “É muito divertido e sei que estou ajudando alguém”, diz. Bárbara afirma que, pelo uso diário, a bicicleta promove um aprendizado constante. “A educação tem de gerar transformação.”

Transformar a sociedade mantendo o respeito ao meio ambiente está dentro de toda a grade curricular da Escola Stance Dual, em São Paulo. A questão é tão importante para a escola que a instituição é adepta da Agenda 21, compromissos resultantes da Rio 92 (conferência ambiental mundial que ocorreu no Rio de Janeiro em 1992), e tem coordenadoria própria. “É encarado como um projeto transversal. Está em todas as aulas que comportam os conteúdos socioambientais no currículo”, diz Débora Moreira, coordenadora da Agenda 21 da escola. “A partir do momento em que o aluno é protagonista, estamos formando cidadãos com conhecimento, que entendem as razões e a necessidade de agir.” A Recicloteca da escola, por exemplo, incentiva a transformação de embalagens em brinquedos que serão doados à comunidade.

A aluna Caroline Vecci, 9 anos, participa das campanhas de racionalização do uso da água. Além de mudar sua forma de consumo, ela atua na conscientização de outras pessoas. “Fazemos cartazes e folhetos, ensinando como economizar água. Outra ação importante foi a entrega de marca-páginas e adesivos na rua”, diz a estudante.

Outro recurso com bastante relevância na formação dos adultos de amanhã são as excursões in loco. Morador de Cuiabá, João Vitor de Ceni Diogo, 12 anos, tomou consciência dos impactos do turismo em uma viagem ao Pantanal. “Vale a pena investir em turismo sustentável para que as próximas gerações possam ver o Pantanal como a gente vê hoje”, diz o menino. A vivência direta da realidade é fundamental para tocar os alunos, acredita a professora de João Vitor e responsável pelo projeto, Aparecida de Fátima Trandini, do Colégio Salesiano São Gonçalo. “Damos ferramentas para que eles mantenham viva a riqueza natural”, diz Aparecida. O importante é fazer a educação ambiental ultrapassar os muros da escola.

Coordenadoria de Educação Ambiental

Imagem extraída de: https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/cea/portal-de-educacao-ambiental/

– Cuidemos da Natureza.

🇺🇸 Taking care of nature is the duty of all of us. And teaching children to respect our planet is important!

🇧🇷 Cuidar da natureza é dever de todos nós. E ensinar as crianças para que elas respeitem nosso planeta, é importante!

– Over a year ago, the UN chief warned that « Human destruction of Nature is ‘senseless and suicidal’! » What can we do now? — …

« Humanity is waging war on Nature. This is senseless and suicidal, » António Guterres admonished at the time. « The consequences of our recklessness…

Continua em: Over a year ago, the UN chief warned that « Human destruction of Nature is ‘senseless and suicidal’! » What can we do now? — …

– O Desafio em Descartar Lixo Doméstico, Ocasionando a Exportação Clandestina

Li essa notícia que tem 10 anos, e resolvi postar ela pois o assunto é atual: o descarte do lixo, que tem sido um grande problema, discutido sem a necessária dimensão.

As prefeituras municipais não conseguem arranjar mais espaço para os lixões ou aterros sanitários; a vizinhança se incomoda, a terra e a valorização do espaço se deterioram, e todos ficam em situação incômoda. Claro, a reciclagem é um caminho. Entretanto, em países desenvolvidos e de grande densidade populacional, o problema é ainda mais sério.

Pior: estão “exportando” lixo doméstico para o Brasil. Todos os dias está se encontrando contêineres de lixo doméstico vindo do exterior nos portos brasileiros. E como eles chegam aqui? Simplesmente pela péssima infraestrutura portuária que possuímos. É incrível acreditar que não se fiscalize o que chega de fora no nossos portos…

Em: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3879288-EI306,00-Achados+mais+conteineres+com+lixo+importado+em+Santos.html

ACHADOS MAIS 25 CONTAINERS DE LIXO EM SANTOS

A alfândega de Santos, no litoral paulista, interceptou e abriu nesta sexta-feira mais 25 contêineres contendo lixo doméstico importado da Inglaterra. Somados aos 26 contêineres encontrados no último dia 7, o Porto de Santos recebeu 51 contêineres com, aproximadamente, 670 t de lixo doméstico.

Há outras unidades no Rio Grande do Sul, no Porto de Rio Grande e em Caxias do Sul, totalizando 768 t.

A chefe regional do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), de São Paulo, Ingrid Oberg, considera necessária uma investigação para se constatar a participação de uma quadrilha internacional de exportação de lixo. “Agora que vai começar a investigação. A gente não tem como afirmar, a investigação começa a partir de agora”, disse.

De acordo com o Ibama, são quatro empresas as responsáveis pela importação dos produtos. Em todos os casos, as empresas importadoras, duas sediadas no Rio Grande do Sul e duas em São Paulo, informaram originalmente que a carga era composta por polímeros de etileno e resíduos plásticos. No Rio Grande do Sul, uma das empresas notificada pelo Ibama se prontificou a devolver os contêineres com lixo. Todas serão multadas pelo instituto.

Duas empresas britânicas citadas pelo Ibama como exportadoras do lixo pertencem a um cidadão brasileiro. A Worldwide Biorecyclables Ltda. e a UK Multiplas Recycling Ltda. pertencem a Julio Cesar Rando da Costa, que mora em Swindon, na Grã-Bretanha. Em entrevista à BBC Brasil, Costa defendeu-se das acusações dizendo que a responsabilidade pelo lixo enviado ao Brasil é de fornecedores britânicos com os quais as suas empresas trabalham.

O Ibama encaminhou denúncia ao Ministério Público Federal (MPF) e à Polícia Federal para investigar se houve má-fé da empresa importadora. No material encontrado, estariam pilhas, seringas, preservativos, fraldas usadas e restos de comida.

Com informações da BBC Brasil

Imagem extraída de: https://acasadevidro.com/serie-poluicoes-4-a-limpeza-da-sujeira-vs-a-sujeira-da-limpeza/. por Nocika Muro

– O discurso verde “caiu” na Europa sem gás?

Com a guerra da Rússia contra a Ucrânia, disparou o preço do carvão no mundo, como substituto ao gás (que é exportado pelos russos aos demais europeus). Os países dito ecologicamente corretos, em nome dos seus interesses particulares, abandonaram o “discurso verde” e estão utilizando o carvão (que é muito poluente) a todo vapor. 

A questão é: podemos questioná-los por não terem se preparado com alternativas sustentáveis? Afinal, sempre somos questionados quanto ao tema, devido à Amazônia!

Nós podemos (e devemos) cobrar a preservação da Amazônia. Mas precisamos ser coerentes… se essas mesmas nações tivessem se preparado, não precisariam utilizar tal elemento poluidor.

carvão | Hypeness – Inovação e criatividade para todos.

Imagem por Vitor Paiva, extraída de: https://www.hypeness.com.br/tag/carvao/

– Exposição “Meio-Ambiente e Você”

Responsabilidade Ambiental e Cultural: na Praça da Poesia, aqui em Bragança Paulista, uma linda exposição sobre Poemas do Meio Ambiente, retratando a importância do nosso cuidado com a natureza.

A cidade já é chamada de “Cidade Poesia” (repararam no banco da praça, abaixo?). Quem sabe possa também explorar positivamente o ecoturismo-literário?

Gostaram dos guarda-chuvas, com cores do céu e da mata?

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Alguns poemas:

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E a praça:

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– Os casos de Ecocídios só crescem no Mundo!

Repost de 2017 –

Os ambientalistas estão com a razão: cresce a devastação em nosso planeta! E pessoas do bem estão conseguindo transformar crime ambiental (o ecocídio) em crime contra a humanidade.

Viveremos onde, sem o nosso verde?

Compartilho (extraído de: http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2017-02/tribunal-penal-internacional-reconhece-ecocidio-como-crime-contra)

TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL RECONHECE ‘ECOCÍDIO’ COMO CRIME CONTRA A HUMANIDADE

Por Denise Griengecer, da RFI

O Tribunal Penal Internacional (TPI) decidiu, no final de 2016, reconhecer o “ecocídio’ (termo que designa a destruição em larga escala do meio ambiente) como ‘crime contra a Humanidade’. O novo delito, de âmbito mundial, vem ganhando adeptos na seara do Direito Penal Internacional e entre advogados e especialistas interessados em criminalizar as agressões contra o meio ambiente. As informações são da Radio France Internationale.

Com o novo dispositivo, em caso de ecocídio comprovado, as vítimas terão a possibilidade de entrar com um recurso internacional para obrigar os autores do crime – sejam empresas ou chefes de Estado e autoridades – a pagar por danos morais ou econômicos. A responsabilidade direta e penas de prisão podem ser emitidas, no caso de países signatários do TPI, mas a sentença que caracteriza o ecocídio deve ser votada por, no mínimo, um terço dos seus membros.

O advogado brasileiro Édis Milaré, especialista em Direito Ambiental, saúda a medida, dizendo que “ninguém quer se envolver num processo-crime, porque o processo-crime estigmatiza. Nenhuma empresa quer responder por um crime ambiental, porque sabe que está em jogo a sua imagem, a sua reputação, a sua credibilidade, e isso diz respeito à sua sobrevivência. A questão penal é importante, mas em termos de gestão ambiental o assunto do dia no Brasil é dotar o país de um marco regulatório à altura da grandeza do nosso meio ambiente, que devemos proteger”, afirmou.

Em setembro de 2016, a Procuradoria do TPI publicou um documento de trabalho onde explica que, a partir de agora, o tribunal interpretará os crimes contra a humanidade de maneira mais ampla, para incluir também crimes contra o meio ambiente que destruam as condições de existência de uma população porque o ecossistema foi destruído, como no caso de desmatamento, mineração irresponsável, grilagem de terras e exploração ilícita de recursos naturais, entre outros.

Evolução

Desde a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21), realizada em Paris, em 2015, os tribunais internacionais de Direitos da Natureza tentam qualificar o ecocídio, dentro do pressuposto jurídico, como o quinto crime internacional. Os outros quatro crimes internacionais, reconhecidos e punidos pelo Tribunal Penal Internacional, são o genocídio, os crimes de guerra, os crimes de agressão e os crimes contra a humanidade.

A jurista em Direito Internacional Valérie Cabanes, porta-voz do movimento End Ecocide On Earth (Pelo fim do ecocídio na Terra), explica a origem do termo. “A ideia de ecocídio existe há 50 anos e foi evocada pela primeira vez quando os americanos usaram dioxina nas florestas durante a Guerra do Vietnã. Agora queremos reviver essa ideia que considera que atentar gravemente contra ciclos vitais para a vida na Terra e ecossistemas deve ser considerado um crime internacional”, disse.

“Trabalhamos em 2014 e 2015 num projeto de alteração do estatuto do TPI, onde definimos o crime do ecocídio, explicando que como hoje vivemos uma grave crise ambiental – com extinção de espécies, acidificação dos oceanos, desmatamento massivo e mudanças climáticas – atingimos vários limites planetários. Daí ser necessário regular o direito internacional em torno de um novo valor, o ecossistema da terra, e nós defendemos esta causa junto aos 124 países signatários do Tribunal Penal Internacional”, explicou a especialista.

“Será um longo trabalho, porque reconhecer os direitos da natureza e do ecossistema implica em reconhecer que o homem não é o ‘dono’ da vida sobre a Terra, o que pressupõe uma nova concepção do Direito, baseada numa realidade onde o homem é interdependente de outras espécies e do ecossistema. E isso implica também em reconhecer nossos deveres em relação às gerações futuras”, enfatizou Valérie.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida

– O BioCarvão das Terras Indígenas.

Em tempos de pesquisas sobre novos recursos energéticos ecologicamente corretos, da Amazônia vem a grande “sensação” entre cientistas americanos: o biocarvão utilizado em terras indígenas.

Extraído de: http://revistadasemana.abril.com.br/edicoes/86/ambiente/materia_ambiente_468369.shtml

BIOCARVÃO NO COMBATE AO AQUECIMENTO GLOBAL

Os Estados Unidos – e alguns outros países – “descobriram” uma técnica ancestral, a terra preta dos índios. Produto da ocupação humana na Amazônia há milhares de anos, onde detritos orgânicos e restos de fogueira conferem fertilidade ao solo normalmente argiloso da floresta, foi rebatizada de biocarvão, ou biochar, do inglês biological charcoal, para ficar mais internacional. “Tornou-se o último grito da moda contra o aquecimento global”, escreve Marcelo Leite, colunista de ciência da Folha de S.Paulo.

O biocarvão é feito de resíduos orgânicos, ou biomassa, como madeira, plantas e até adubo de galinha, queimados pelo processo conhecido como pirólise – temperaturas superiores a 400ºC, com pouco ou nenhum oxigênio. Além de aumentar a produtividade agrícola quando misturado ao solo, o biocarvão pode ajudar a resgatar dióxido de carbono (CO2) da atmosfera e fornecer energia. Quando morrem, as plantas liberam CO2 que absorveram novamente no ambiente, mas a pirólise retém de 20% a 50% desse carbono.

Os gases produzidos durante o processo de queima podem ser usados como combustível. É o “ouro negro” da agricultura, afirmam cientistas ouvidos pela CNN.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Associação Mata Ciliar Jundiaí sediará o evento “Benção das Águas”.

por Reinaldo Oliveira

No dia 22 de março foi comemorado o Dia Mundial da Água. Por este motivo o presidente da Associação Mata Ciliar Jundiaí, Jorge Bellix Campos, e o professor do Instituto Agronômico Campinas, Afonso Peche Filho, falaram aos meios de comunicação sobre o projeto “De olho nos rios: luta pela água e proteção da biodiversidade, informando sobre produção de água, uso racional dela e dos recursos naturais.

No dia 2 de abril, próximo sábado pela manhã, com início às 9h30 a Associação Mata Ciliar, o Instituto Agronômico Campinas e a Pastoral Fé e Política Jundiaí, promovem nas dependências da Associação Mata Ciliar um momento de reflexão sobre estes importantes bens da natureza, no evento denominado “Bênção das Águas”.

Num momento em que pesquisas recentes trouxeram ao público, através do MAPA DA ÁGUA, dados/informações de irregularidades na água entregue à população nas cidades da Região, bem como em mais outras 247 cidades do País, é importante participar deste momento de reflexão e ouvir/conhecer atitudes preventivas no uso destes bens.

Haverá os momentos de falas do Jorge Bellix Campos e do Afonso Peche Filho, e o padre Rodolfo Cavalaro, da paroquia São Sebastião, de Itupeva, ministrará a bênção das águas. Os organizadores do evento solicitam aos participantes levarem uma garrafinha de água. Sejam, todos e todas, bem-vindos!

– Até 2035, somente carros elétricos na Inglaterra?

Quer dizer que pós-Brexit, a Inglaterra tomou uma medida ecologicamente correta (e impactante), adiantando em 5 anos a eliminação de carros com motor à gasolina e diesel?

A partir de 2035, 100% da frota fabricada deve ter a opção de ter motor elétrico (que hoje, representa apenas 3%).

Conseguirá? 

O certo é: os Postos de Combustíveis no Reino Unido, sem dúvida, terão que se readaptar a essa realidade… Aliás: estuda-se na Terra da Rainha a construção de estradas com faixas que gerem eletricidade para reabastecimento constante. Já imaginaram que sensacional, caso tal tecnologia for possível? Quebraria o mundo do petróleo.

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– McDonald’s produzindo combustíveis?

Se você já percebeu que o Diesel S10 atual, cuja formulação possui Biodiesel (óleos de origem vegetal) cheira fritura, pode acreditar que em um futuro bem breve isto será ainda mais verdade: o McDonald’s destinará o óleo de batatas fritas e empanados para a produção de combustíveis.

Extraído da Revista “Posto Hoje”, edição eletrônica:

NOVOS COMBUSTÍVEIS FAZEM PARTE DO DIA-A-DIA DO BRASILEIRO

Já familiarizados com o biodiesel e o etanol, agora os brasileiros começam a entrar em contato com novas matrizes energéticas “verdes” no dia a dia. Entre as mais recentes inovações neste campo que são colocadas em prática em projetos-piloto no país estão o diesel de cana-de-açúcar e o óleo de cozinha usado. O McDonald’s no Brasil decidiu trocar a produção de sabão pela do biodiesel a partir dos 3 milhões de litros de óleo de cozinha utilizados na fritura de frango empanado e batatas. A ideia veio há quase três anos da parceira Martin-Brower, empresa multinacional que faz todo o trabalho logístico da rede de fast food. O projeto experimental, que abrange 20 lojas, rende entre 2 mil e 3 mil litros de biodiesel por mês.

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Imagem extraída de: https://www.admagazine.com/lugares/los-mcdonalds-mas-impresionantes-del-mundo-20210209-8103-articulos, crédito: Getty Imagens

– O Preço Real da Água! Deveria ser barato ou caro?

Leio no caderno Sustentabilidade da Época Negócios, uma bacana entrevista do financista Mark Tercek, autor do livro “Capital Natural”.

Ele fala sobre valores dos recursos naturais, e, em especial, da água.

E quanto deveria custar a água?

A água que bebemos deveria ter preço irrisório, já que é um direito humano básico. Mas sendo barato demais, o preço é desprezado pelo comportamento irresponsável de algumas pessoas.

para a indústria deveria ser caro, pois é um insumo para se obter lucro. E o exemplo utilizado é assustador – o quanto se gasta para fabricar um refrigerante! Veja só a Coca-Cola, que para se produzir um litro da bebida é necessário:

– 1 litro de água para o preparo da bebida em si;

– 1 litro de água para a produção e a lavagem;

– 10 litros de água para fabricar a embalagem;

– 200 litros de água para a produção do açúcar.

Ou seja, 212 LITROS DE ÁGUA PARA SE PRODUZIR UMA COCA-COLA!!!

Assustou? Eu também.

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Imagem extraída de: http://kucnaj.blogspot.com/2011/03/wallpapers-of-i-love-u.html

– A árvore que caiu (ou quase caiu) em mim!

Coisas que marcam para sempre: no último dia 01, uma sexta-feira, eu estava indo à padaria por volta das 06h30. A pé, tranquilamente, depois de ter feito minha corrida matutina.

Eis que… ouço um barulho e me viro para o lado direito: uma árvore estava caindo em cima de mim!

Com a copa bem larga, grande e imponente, a vi desabando na minha cabeça. Deu tempo de correr (e aqui, agradeço ao meu Anjo da Guarda) e saí ileso. Para não mentir: um “arranhãozinho” na mão, de um galho que atingiu de leve. Carteira e fone ficaram no chão, embaixo de alguns troncos menores, mas logo os peguei. Nenhum prejuízo físico ou material.

Aí fica a observação: eu amo a natureza, sou adepto da jardinagem e sempre cobro: GOSTAR de árvores inclui realizar a PODA! Não cortar galhos é prejudicar a planta (e trazer riscos à sociedade). A poda regular ajuda na saúde da árvore e na segurança dos transeuntes. Vide esse fato acontecido comigo, na Avenida Europa (Bragança Paulista), em frente à papelaria de mesmo nome.

Cuidemos da natureza com responsabilidade!

– E o Pica-pau da espécie que inspirou Walter Lantz está realmente extinto?

Da Superinteressante:

O pica-pau-bico-de-marfim, que serviu de inspiração para o famoso pássaro dos desenhos de Walter Lantz, não é observado na natureza desde 1944.
O que o homem tem feito com seu pedacinho de terra dado pela Mãe-Natureza, não?