– A dureza em encarar time de futebol da Venezuela…

Pobre é o árbitro que marca e desmarca, remarca e desmarca, e, por fim, adia de novo a sua passagem aérea internacional.

Digo isso pois Piero Laza, o chileno que apitaria Cruzeiro x Deportivo Lara, iria arbitrar o jogo no Brasil – mas como o time venezuelano não conseguiu sair do país pelos diversos problemas que o povo passa, teve que adiar de novo.

Perceberam que problema a Conmebol tem nas mãos? Jogos na Venezuela podem sofrer apagão elétrico; fora de lá, não se consegue sair!

Que inferno, hein?

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– O Texto Fake do Padre (e que é muito bom)!

Com os acontecimentos violentos tão tristes que estão ocorrendo nos últimos dias, muitas coisas se escrevem nas redes sociais. Uma delas é a opinião do Padre Fábio de Melo – mas que não é dele!

Eu mesmo já li esse texto-fake atribuído ao Pastor Cláudio Duarte, e que também não foi escrito pelo religioso.

Uma pena o autor de tão viral opinião não se identificar. Na verdade, será que ele atribuiu a um famoso justamente para que ganhasse projeção?

No Facebook, está:

Melhor texto que já li sobre o acontecimento de ontem.

Autor: Padre Fábio de Melo (em algumas postagens: pastor Cláudio Duarte)

“Cansado e perplexo com tantas baboseiras e falsas justificativas pras atrocidades que ainda nos surpreendem todos os dias…
Os meninos não  mataram porque o porte de arma é um projeto do atual governo. Os meninos não mataram porque jogavam jogos violentos.Os meninos não  mataram porque a escola foi omissa. Os meninos não mataram porque sofreram Bullying…
Eles mataram porque as famílias estão  desestruturadas e fracassadas, porque não  se educa mais em casa, não  se acompanha  mais de perto, a tecnologia substitui  o diálogo, presentes compram limites, direitos e  deveres e não há o conhecimento e respeito a Deus.
Precisamos parar de nos omitir, de transferir culpas. A culpa é minha, é sua, de todos nós!
A violência é  o desdobramento de carências afetivas, da necessidade de ser visto e notado, ainda que da pior maneira.
As armas não matam, o que mata é a ausência de AMOR!!!”

O que o Padre Fábio de Melo realmente escreveu:

A tragédia de Suzano não só nos entristece. Ela expõe a nossa vulnerabilidade social. Foi o tempo em que só temíamos os bandidos. Hoje, uma dor emocional não curada, pode levar um adolescente a se tornar um assassino. Os distúrbios emocionais nem sempre são percebidos e considerados pelos que formam a nossa ambiência afetiva. Não é incomum encontrar adolescentes reféns de seus traumas e completamente desamparados. Colocar um filho no mundo requer disposição de lidar com ele.
Só a proximidade nos faz perceber as necessidades e conflitos do outro. É justamente na construção da intimidade que erramos. Laços familiares se limitam a ser parentescos, o que não quer dizer absolutamente nada. O que nos vincula não é a obrigação, mas o amor. O desamparo emocional alimenta uma desolação silenciosa. A partir dela a pessoa passa a nutrir ódio pelos que estão felizes.”

Enfim: não importa quem escreveu ou como foram produzidas as mensagens; os dois conteúdos são significativos.

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– O pavor do atentado na Oceania: RIP Christchurc, Nova Zelândia

Um lugar improvável para acontecer um atentado terrorista: a cidade de Christchurc (Igreja de Cristo, traduzida de forma simples), conhecida como “município-jardim” da Nova Zelândia (a cidade promove concursos de jardins enfeitados entre seus 400 mil habitantes).

Considerado um dos lugares mais bonitos daquele lado do mundo, com praias belíssimas, escolas aos montes e miscigenação populacional interessante, o lugar foi vítima de extremistas que atacaram duas mesquitas hoje. Um deles, um australiano de 28 anos teve a audácia de transmitir on-line o massacre que promovia.

Se foi pavoroso o que aconteceu em Suzano nessa semana, imagine por lá, com (no mínimo) 5 vezes mais assassinados….

Pobre mundo intolerante e ignorante. 

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– As 3 hipóteses para os clubes de futebol nunca reclamarem de Sorteio dos Árbitros.

Li no Blog do Paulinho (acesse o link abaixo) sobre a “qualidade” dos Sorteios dos Árbitros de Futebol no Brasil, e ao se atentar para o texto, percebe-se que, por não ser o Papa Francisco quem gira o globinho e nem a Madre Teresa de Calcutá que tira a bolinha, tudo é muito complicado.

Mas cá entre nós, alguém acredita ou acreditava nos sorteios?

Lembrem-se de casos públicos:

1. A emblemática escala JHC (dando direito a Bola de Cristal para Santos x Corinthians): https://blog.jovempan.uol.com.br/fernandosampaio/futebol/minha-bola-de-cristal-nao-erra-deu-jhc-no-classico/

2. Corinthians x Palmeiras (o jogo do “Fala Muito”em 2011) antecipado pelo Jornal da Tarde de que seria Paulo César de Oliveira em sorteio fajuto: https://www.estadao.com.br/blogs/jt-esportes/paulo-cesar-de-oliveira-vai-apitar-palmeiras-e-corinthians/

3. Luiz Flávio de Oliveira antecipado no site da própria FPF para Palmeiras x São Paulo (e curiosamente, deu ele mesmo):
https://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,fpf-explica-erro-no-sorteio-do-arbitro-que-apita-palmeiras-e-sao-paulo,1125278

4. A incrível série de coincidências inexplicáveis do universo conspirando a alguns nomes (a data é de 03 de maio de 2011, mas parece atual): https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2011/03/05/voce-acredita-em-sorteio-os-furos-do-globinho/

Uma pergunta pertinente fica no ar: por quê os clubes, se existe dolo e armação em sorteios, nunca se manifestaram?

Você tem 3 respostas:
A) Nem imaginavam que o sorteio não acontece de maneira honesta em 100% dos casos;
B) Não se incomodam em serem enganados;
C) São cúmplices de tudo isso, pois, conforme relatado, conseguem chegar a acordos com os nomes a serem escolhidos junto às Comissões de Árbitros.

Sempre (PARA TODA QUESTÃO DE DÚVIDA A UM SETOR) me recordarei da opinião do consagrado e respeitado jornalista ítalo-brasileiro Cláudio Carsughi, que um dia disse:

“Se Deus, onipotente e sábio, não poupou nem a sua Igreja de casos de corrupção, por quê o faria no Futebol? E porquê em específico a uma categoria, a dos Árbitros?”

Incontestável. 

O post citado logo no início, extraído de: https://blogdopaulinho.com.br/2019/03/15/saiba-como-os-sorteios-de-arbitros-para-o-brasileirao-estariam-sendo-fraudados/

SAIBA COMO OS SORTEIOS DE ÁRBITROS PARA O BRASILEIRÃO ESTARIAM SENDO FRAUDADOS

Conversamos, ontem (14), por longas horas, com testemunha relevante da manipulação de sorteios de arbitragem e outros procedimentos correlatos, todos com aval, garante, da alta cúpula da profissão.

Por razões evidentes, sua identidade será preservada.

Esteve conosco, também, o ex-árbitro Euclydes Zamperetti Fiori, que pode atestar a existência da reunião.

Entre dezenas de histórias escabrosas, revelaremos o que disse nosso informante sobre como funcionaria uma espécie de teatro, muito bem armado, do sorteio de árbitros para o Campeonato Brasileiro (sistema também adotado na Federação Paulista de Futebol).

Vez por outra, em alguns casos, o sorteamento seria verdadeiro.

De acordo com a “necessidade”, não.

Funcionaria assim:

diretor da comissão de arbitragem procura clubes para sondar os árbitros de preferência (foi dado exemplo de um jogo recente entre Corinthians e Palmeiras, em que o arranjo teria ocorrido)
o sorteio, supostamente, é transmitido ao vivo, sempre às 15h, no site da CBF;
para que tudo pareça verdadeiro, são filmados, horas antes, vários sorteios reais, até que a bolinha do árbitro pré-determinado, efetivamente, seja a escolhida.
no horário marcado, a versão que agradaria a todas as partes é exibida como se fosse ao vivo;
testemunhas que assinam o documento do sorteio, quando isso ocorre, em regra, são funcionários ligados à CBF, arbitragem, etc, além do pessoal da Comissão
Existiria margem, porém, nesse tipo de procedimento, não apenas à escolha de árbitro que interesse a ambas as equipes, mas a apenas uma delas, que costuma ser a agremiação que, por razões comercias, políticas e financeiras, “beneficie” mais ao torneio.

Soubemos que, em determinado momento, a FOLHA designou um repórter para cobrir um desses sorteios, sem saber que o procedimento estaria “arranjado”.

Perto das 15h, horário em que seria exibido o filme pré-gravado, o jornalista foi levado para a sala “errada”, por suposto equívoco de funcionário.

Passado o horário, foi avisado do problema e aceitou pedido de desculpas, retornando, noutra data, para cobertura que pode ser realizada sem problemas, porque tratava-se de um daqueles dias em que as coisas, de fato, aconteceriam corretamente.

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