– 6 cliques para a 6a feira:

1 – 👊🏻 Olá amigos!
Tudo pronto para o #cooper matutino costumeiro. Que tal correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

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2 – 🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhora #Rainha da #Paz, rogai por nós. #Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

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3 – 🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores (como essa magnífica #rosa vermelha).
🏁 #corrida #treino #flor #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

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4 – 🌼 Mais #flores do nosso #jardim, para alegrar e embelezar nossa 6a feira!
#Jardinagem é nosso #hobby. #Fotografia idem.
🌹 #flor #flowers #flower #pétalas #garden #natureza #nature #flora

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5 – 🌅 Desperte, Jundiaí.
Com #cores ou com #céu bucólico, que a jornada diária possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

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6 – 💖 E com esses #sorrisos tão puros, tem como não acreditar que será um #bomdia de #vida?
😍 #PaiDeMeninas #Alegria #Felicidade #Sorriso #Crianças #Peppa #Família #Family

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Uma sexta-feira abençoada para todos nós!

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– A Depressão atrapalhando o dia-a-dia de trabalho…

Sou do tempo em que diziam: psicólogo é médico de gente fresca e psiquiatra é especialista em louco”.

Hoje, sabemos que não é nada disso, embora muitas pessoas não levem a sério tais profissionais. Cada vez mais a população sofre com distúrbios comportamentais e crises emocionais. Nestas ocasiões, um bom psicólogo é ótimo para ajudar com suas conversas / terapias ou um ótimo psiquiatra para questões de desequilíbrios ocasionados pelo corpo que estejam afetando a mente.

Sendo assim, reconheçamos: depressão, agorafobia, pânico e outras síndromes similares são DOENÇAS, que precisam ser tratadas sem postergação da procura de tratamento.

Vemos muitos bons profissionais tendo dificuldades em seus trabalhos pois são afetados por esses males. Nas empresas, o perigo de uma decisão equivocada de um gerente influenciado pelo quadro enfermo de Síndrome do Pânico, ou uma ordem determinada para um subordinado depressivo, dependendo do teor, traz riscos e prejuízos a todos.

A questão é: o quanto essa pessoa acaba, involuntariamente, prejudicando a vida profissional e pessoal?

Há algum tempo, no mundo do futebol, uma notícia que me espantou: Nilmar, aquele atacante que começou no Internacional-RS, jogou no Lyon da França, atuou pelo Corinthians-SP e que jogava no Oriente Médio (onde se tornou milionário), abandonou o seu ofício no Santos-SP pela depressão, fruto de dificuldades pessoais e histórico de contusões.

Um ótimo jogador, bem resolvido financeiramente, com estrutura familiar estável e bom nível técnico. E onde estaria hoje? Como justificar seu quadro clínico?

Àqueles que não acreditam em depressão, um prato cheio para se dizer que é, como antigamente, “frescura”. Coisa que todos nós sabemos que não é.

Ao menor sintoma perceptível, ligue o alerta!

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– Nick Vujicic, o exemplo maior de superação!

Tetra-amelia é uma doença rara em que a pessoa nasce sem braços e pernas (os quatro membros). E Nick Vujicic, 34 anos, atleta australiano paraolímpico, é uma das vítimas dessa enfermidade.

Entretanto, ele trabalha como palestrante motivacional, exerce uma missão evangelizadora cristã e adora abordar o tema “esperança”.

Sempre alegre, Nick só lamenta uma coisa: não poder abraçar Dejan e Kiyoshi, seus dois filhos!

Um tapa na cara de muita gente (como eu) que às vezes reclama da vida…

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– Hoje é dia de Solidariedade!

Regularmente faço doação de sangue (4 por ano) e de hemoderivados (a cada 15 dias). Hoje, repito meu ato com plaquetas e hemáceas.

Não dói, não faz mal para a saúde e alegra a alma (a SUA e a de inúmeras OUTRAS PESSOAS).

Seja um doador voluntário! Você ajuda o próximo e exerce a cidadania. Os bancos de sangue agradecem.

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– Momentos Bons e Momentos Ruins

Ouvi isso na homilia do saudoso Pe Celso, aqui da Paróquia São João Bosco, e registrei para nunca esquecer:

Em todo momento ruim, lembre-se dos momentos bons. E em todos os bons momentos, lembre-se dos ruins”.

Perfeito. É assim que devemos agir: não nos esquecermos que os momentos ruins passam, e na bonança, lembrar de valorizá-los. Isso é buscar o equilíbrio, manter-se longe de euforias passageiras e estar comprometido com a realidade.

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– Dia de colocar os Afazeres do lar em ordem!

Ufa, parece que enfim colocaremos as pendências da casa em ordem. Pudera, com a ajudante que arranjei…

CUIDANDO DO JARDIM E ABRAÇANDO SÃO FRANCISCO:

DESENTUPINDO A MANGUEIRA COM A BONEQUINHA:

Isso vale a vida toda!…

– Onde crianças com Síndrome de Down são abortadas com naturalidade!

Eu sou defensor do Direito à Vida! E, por preceito religioso, convicção moral e luta social, sou contra o aborto.

Imaginem só um lugar onde o aborto de crianças portadoras da Síndrome de Down é considerado um ato de “amor” para se evitar o sofrimento?

Infelizmente, ele existe!

Extraído de: http://www.semprefamilia.com.br/horror-islandia-aborta-100-de-todos-os-bebes-diagnosticados-com-sindrome-down/?utm_source=twitter&utm_medium=midia-social&utm_campaign=gazeta-do-povo

HORROR: ISLÂNDIA ABORTA 100% DOS BEBÊS DIAGNOSTICADOS COM SÍNDROME DOWN

Estranhamente, pais se despedem do corpo do bebê abortado com orações e cerimônia de despedida.

Um por ano. Talvez dois. Essa é a taxa de nascimento de pessoas com síndrome de Down na Islândia. Mas o que o país está fazendo não é a erradicação da síndrome de Down, e sim a erradicação das pessoas com síndrome de Down: 100% dos bebês diagnosticados com a condição ainda no útero são abortados no país. Os poucos sortudos que continuam nascendo não tiveram a condição detectada no exame pré-natal.

O país escandinavo, de apenas 330 mil habitantes, é o primeiro a levar ao limite uma tendência que já se verifica em outros países. Na Dinamarca, o aborto vitima 98% dos bebês diagnosticados com síndrome de Down. No Reino Unido, a porcentagem chega a 90%. Na França são 77% e nos Estados Unidos 67%.

Na Islândia, a lei permite que o bebê seja abortado mesmo depois de 16 semanas de gestação, em casos de deformidade do feto, o que, segundo a compreensão da lei islandesa, inclui a síndrome de Down, mesmo diante do fato de que a condição permite que seus portadores vivam normalmente, com uma expectativa de vida média de 60 anos, na grande maioria das vezes.

Os exames pré-natais que detectam más-formações e outras características do feto não são obrigatórios na Islândia, mas por volta de 80% a 85% das gestantes optam por realizá-los.

No Hospital Universitário de Landspitali, onde nascem cerca de 70% dos bebês islandeses, Helga Sol Olafsdottir é a funcionária responsável por aconselhar as gestantes que detectaram alguma anomalia cromossômica em seus bebês. “Esta é a sua vida – você tem o direito de escolher como quer que ela seja”, é o que ela diz às mulheres, segundo contou à CBS.

“NÃO VEMOS O ABORTO COMO ASSASSINATO”

As mães que optam pelo aborto tratam o fato com uma estranha normalidade. Chamam o bebê de “meu filho” e, depois do procedimento, fazem uma visita ao corpo do bebê, lhe dizem adeus e chamam pastores para uma pequena cerimônia religiosa. É comum fazer cartõezinhos com o nome do bebê, uma oração e a impressão dos seus pezinhos.

“Não vemos o aborto como assassinato”, explicou Olafsdottir. “Nós damos fim a uma possível vida que poderia ter tido uma complicação enorme… Prevenimos o sofrimento para essa criança e para a família”.

Agnes Sigurðardóttir, bispa da Islândia e líder da Igreja Evangélica Luterana da Islândia, diz que a sua igreja não é nem a favor nem contra o aborto. “Na Islândia existe apenas um pequeno grupo de pessoas que são contra o aborto. Bem pequeno, bem invisível”.

A fotógrafa Sigga Ella tem uma tia com a condição. Para combater o preconceito e a eugenia de que os portadores da síndrome têm sido alvos, Ella clicou 21 portadores de síndrome de Down com idades entre 9 meses e 60 anos e produziu uma série de retratos chamada First and foremost I am – “Antes de tudo e mais do que tudo, eu sou”.

Já Thordis Ingadottir é ativista pelo direito das pessoas com síndrome de Down desde 2009, quando a sua filha Agusta nasceu com a condição. Na época, os exames mostraram que o seu bebê tinha 1 em 1,6 mil chances de ter a síndrome.

Espero que, quando crescer, Agusta esteja plenamente integrada a esta sociedade com as suas próprias condições. Este é o meu sonho”, disse Ingadottir à rede CBS. “Em que tipo de sociedade você quer viver?”

Com informações da CBS.

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– Uma vitória ao recomeço da Qualidade de Vida

Somos reféns dia-a-dia dos relógios, smartphones, computadores e, principalmente, dos afazeres em horários marcados e de outros inesperados.

Talvez a maior dificuldade que eu sinta é: administrar o tempo! Não que eu não o faça, mas cansa fazer.

Pois bem: em busca da qualidade de vida e de poder tentar o gozo de uma jornada mais “vivida” e menos “tão trabalhada”, dei-me ao luxo (sim, é ironia) de passar o dia de ontem sem relógio!

Ufa, que alívio. Tentar viver o dia sem se preocupar com “que horas são”, é maravilhoso!

A próxima etapa a ser vencida: passar um dia sem telefone!!!

– E escrevi a última página deste capítulo (mas o livro segue sendo redigido, com inspiração e criatividade)

Hoje encerro mais um capítulo da minha história profissional (e com o pé direito).

No último dia da minha gestão à frente do Posto Harmonia, fomos fiscalizados pela Ipiranga e reconhecidos como estabelecimento que respeita o consumidor, com 100% de excelência na qualidade dos combustíveis comercializados.

Agradeço a todos os clientes e amigos, funcionários e fornecedores, parceiros e críticos que por tanto tempo mantivemos relacionamento. Especialmente, glorifico a Deus pelos 12 anos dedicados ao trabalho árduo e honesto (em um ramo tão difícil e complicado) e à minha família por tamanha ausência (não é fácil trabalhar domingo a domingo).

De coração, novamente, meu muito obrigado. É ótimo me demitir e dormir com a consciência tranquila da labuta sempre ética e respeitosa. Dinheiro não ganhei; experiência conquistei e novos amigos formei.

O que fazer agora?

Ué, as coisas que sempre fiz e gosto: trabalhar, curtir a família, praticar esportes, lutar por um mundo melhor e, quem sabe, buscar o doutorado (iniciado duas vezes e não terminado). Ah – e cuidar da saúde, pois estou em débito com ela.

Assim, vida que segue! Descansarei dois dias (literalmente) e prepararei meus curricula para enviar às Instituições de Ensino Superior. Afinal, o que vale é que “se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu senti…” – e continuarei sentindo.

Na foto, a nova equipe de gestores do Posto Harmonia, que começam com o pé direito e que se dedicarão a manter e melhorar o bom nome da casa.

– Sobre a espera da chegada do bebê pré-maturo ao lar!

Algo que eu e minha esposa vivenciamos: quando a gravidez é interrompida antes da hora e a chegada do bebê ao lar é maior do que se aguardava.

Extraído de OESP, 14/05/2017

QUANDO SER MÃE ENVOLVE ESPERA MAIOR QUE 9 MESES

Por Fabiana Cambricolli

Mulheres que tiveram bebês hospitalizados falam da alegria de passar o primeiro Dia das Mães em casa

SÃO PAULO – Quando engravidou, em 2015, a bibliotecária Tatiane Mendes de Souza Rocha, de 34 anos, mãe de primeira viagem, já imaginava quantas tarefas novas teria de assimilar para cuidar de Estevão. Não desconfiava, porém, que o maior desafio seria o de aprender a esperar. E ela aprendeu. Após dar à luz, foram 70 dias até Tatiane ser autorizada pelos médicos a pegar o filho no colo. Nove meses se passaram até que ela pudesse levar o menino do hospital para o lar. Um ano foi necessário para que Tatiane, enfim, comemorasse hoje seu primeiro Dia das Mães com o filho em casa.

Estevão é considerado – pela mãe e pelos médicos – um milagre. Nasceu no dia 25 de abril do ano passado, na Pro Matre Paulista, pesando 680 gramas, aos cinco meses de gestação. “Minha gravidez era de risco porque eu podia ter trombose. Fiz repouso e me cuidei, mas, com 23 semanas, meu colo do útero não aguentou e ele nasceu”, conta Tatiane.

Duas semanas depois, no primeiro Dia das Mães da bibliotecária, a angústia predominava. Estevão continuava na UTI neonatal, entubado. “Era um misto de alegria com frustração e medo. Ele era muito pequenininho, parecia que ia sumir. Meu marido me deu um presente, almoçamos em família, mas não consegui celebrar de verdade. Sabia que era mãe, mas a maternidade não era palpável. Eu nem tinha sequer segurado meu filho no colo ainda.”

Os meses seguintes foram de mais dificuldades. O bebê precisou ser submetido a três cirurgias e, em duas delas, desenvolveu infecções generalizadas. “A fé virou o nosso último recurso. Ele continuava na UTI, e eu estava lá todos os dias, das 7 às 21 horas. Ficava ao lado da incubadora, cantava para ele, conversava. A gente foi acreditando na recuperação, e ele foi crescendo, ganhando peso”, relata.

No dia 27 de janeiro, Estevão finalmente foi para casa com a mãe. A data de hoje será comemorada por Tatiane com o mesmo almoço em família do ano passado, desta vez com Estevão tentando engatinhar entre os pés dos pais, rindo e batendo palmas. “Agora, a maternidade me parece completa.”

Presente. Poder ver de perto o sorriso, o olhar e os primeiros passos dos filhos tornou-se o maior presente de Dia das Mães para a dona de casa Karina Caitano Lopes Basílio, de 30 anos. No ano passado, ela também passou a data em uma UTI neonatal, com os gêmeos Gustavo e Isabella, nascidos prematuros de 32 semanas. Eles ficaram internados por 46 dias no Hospital Metropolitano. “Era muito sofrido. Ninguém espera ver o filho na UTI, com acesso (venoso) na cabeça. Mas, por outro lado, cada grama de peso que eles ganhavam era uma comemoração”, conta Karina.

Segundo Mariana Bonsaver, psicóloga da Pro Matre Paulista, a presença dos pais nesse período de internação é importante para a recuperação da criança. “Os bebês que têm esse carinho apresentam uma melhora clínica e de ganho de peso.”

Para o primeiro Dia das Mães de Karina com os filhos fora do hospital, a família planejou um piquenique no parque. “Vamos juntar a minha mãe, os meus irmãos e os meus filhos para essa festa. Demorei dez anos para conseguir engravidar e vivi um medo tão grande de perdê-los, mas agora vejo que é a coisa mais maravilhosa do mundo. Me tornei uma pessoa melhor”, diz ela.

Visão de mundo. É a mesma impressão que tem a representante comercial Aline Bertolozzi, de 35 anos, mãe de Leonardo, de 2 anos e 3 meses. Para ela, o filho chegou para mudar sua visão da vida. “Enxergo tudo de forma mais positiva e colorida. Antes eu me estressava com problemas no trabalho. Hoje vejo que não é nada”, comenta ela, que, depois de dois Dias das Mães no hospital, passará a data em casa com Léo e o marido.

Diagnosticado no pré-natal com atresia de traqueia – condição em que o órgão fica obstruído –, o menino precisou ser submetido a uma traqueostomia ainda na barriga da mãe. Foi o segundo procedimento do tipo feito no mundo. Uma semana depois da intervenção, porém, quando Aline estava com 25 semanas de gravidez, foi necessário um parto de emergência.

Durante a internação, Léo apresentou uma complicação que levou à remoção do seu intestino. O bebê se recuperou e, um ano depois do nascimento, foi para casa. Em maio do ano seguinte, pouco tempo antes do Dia das Mães, Léo foi internado de novo, com febre.

Nada grave, mas Aline mais uma vez passava a data dentro do Hospital Samaritano. “O que conforta é que a gente monta uma rede de apoio entre as mães. Eu mesma formei um grupo de mensagens com mais de 500 mães no mundo cujos filhos têm o mesmo problema no intestino”, conta ela. Léo, embora já em casa, ainda precisará de um transplante do órgão. O procedimento é feito somente nos Estados Unidos e custa US$ 1 milhão. No Facebook, a família faz campanha para arrecadar a quantia em uma página batizada de ‘Juntos pelo Léo’.

E é pensando no filho que Aline celebrará a data de hoje. “A gente não vai almoçar fora porque preferimos ficar em casa por causa da imunidade dele. Mas, na nossa vida, todo detalhe é comemorado. Com o Léo feliz, tenho certeza de que o dia vai ser incrível.”

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– Encontros de Catequese do Crisma: SIM À VIDA!

Nesta quinta-feira à noite, falaremos aos nossos crismando sobre o Dom da Vida, presente inegociável que Deus nos dá – e só ele pode nos tirar.

Em tempos de desamor, ódio, violência, falta de perdão, defesa do aborto e da pena de morte, ressaltar a importância em defender a vida é fundamental (e em especial aos nossos adolescentes e jovens).

Compartilho esse texto abaixo, formulado e adaptado pela equipe de catequistas da Paróquia São João Bosco (Parque Eloy Chaves / Jundiaí-SP)

SIM À VIDA – ABORTO, EUTANÁSIA, SUICÍDIO E PENA DE MORTE

1. ABORTO

Cientificamente onde começa a Vida? Em 1839 dois Cientistas (Schleiden e Schwan), responsáveis pelo avanço no estudo da Embriologia, concluíram que o corpo é composto por células o que leva à compreensão de que o embrião se forma a partir de uma ÚNICA célula, o zigoto. Isso significa que a vida humana se inicia quando o óvulo (ovócito) é fecundado pelo espermatozoide.

Religiosamente onde começa a Vida? A Igreja Católica sempre disse que a vida se inicia na fecundação, ou seja, desde esse momento Deus já concebeu uma alma para aquela vida. Em 1869, o Papa Pio IX aceitou a explicação da ciência de onde começa a vida. Para não dizer que se trata de conceitos ultrapassados, TODOS os textos de Embriologia Humana afirmam que o desenvolvimento humano começa na fecundação. TODOS os textos científicos dizem que o desenvolvimento humano é irreversível e que se perduram parando somente na morte.

Mas e se a gravidez é de um estupro? Não se justifica, pois, a Justiça deve punir o agressor e não a criança inocente que irá pagar com a pena de morte o crime do pai.

Mas a criança está com uma deficiência? As verdadeiras sociedades civilizadas se caracterizam por proteger os mais fracos e não por matá-los. O que dizer da APAE e do dia da síndrome de Down se eu mato os deficientes antes de nascer? O anencéfalo é um ser humano dotado de alma imortal, tem vida. Não importa quanto tempo irá viver. Desde o século XIX a ciência reconhece que a vida humana se inicia na concepção. O maior geneticista do século XX, Dr. Jerome Lejeune, descobridor da Síndrome de Down, atestou esta verdade

Meu corpo minhas regras! Faço o que eu quero? A criança dentro do ventre da mãe é um outro corpo, uma outra vida. Ainda que ele esteja temporariamente dentro do corpo de sua mãe, ele não é parte deste corpo. O professor de Bioética da Universidade de São Paulo (USP), Dalton Ramos, explica que desde a concepção o embrião tem todos os elementos que caracterizam uma nova vida humana. “Impedir o desenvolvimento desse embrião significa impedir o desenvolvimento de uma vida”. (1Cor 6,19). Na Constituição Brasileira, maior lei do país, em seu início, art 1º inc III afirma que um dos fundamentos do Estado é a dignidade da pessoa humana e no seu art 5º assegura que a vida é inviolável. (Gl 5,13-17;22-24)

Quais as consequências para quem pratica o aborto? Apesar de ser apresentado como um ato de liberdade e uma conquista da mulher, o aborto pode deixar sérias consequências para o resto da vida tanto física quanto emocionais. Na parte física, o aborto pode causar até mesmo a morte (hemorragia, infecção uterina e infertilidade, entre outros). Mesmos os realizados em hospitais geram riscos para a mãe. Na parte emocional, o aborto provoca a curto, médio e longo prazo a chamada “síndrome pós aborto”. Partindo sempre do início como uma culpa absurda pelo ato cometido, o conflito familiar, a solidão e o medo. Depois, muitas vezes, apresenta problemas com a maternidade, seja pela dificuldade em engravidar ou com abortos espontâneos. E com o tempo apresentam tendências ao alcoolismo, à depressão, ao suicídio e ao uso de drogas.

2. EUTANÁSIA

Eutanásia significa “morte sem dor” ou “morte suave”. A Igreja, “que está sempre ao lado da vida”, como afirmou João Paulo II, ensina que devemos ter um respeito especial por aqueles cuja vida está diminuída ou enfraquecida. As pessoas doentes ou deficientes devem ser amparadas para levar uma vida tão normal quanto possível, e nunca as eliminar ou lhes apressar a morte. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) ensina que: “Sejam quais forem os motivos e os meios, a eutanásia direta consiste em pôr fim à vida de pessoas deficientes, doentes ou moribundas. É moralmente inadmissível.” (CIC § 2277). (Ex 20,13)

Distingue-se a eutanásia direta da eutanásia indireta ou negativa. A eutanásia direta é o ato de matar o paciente. Vem a ser um homicídio ilícito. Nem mesmo a compaixão para com o paciente justifica a eliminação de sua vida, pois os fins não justificam os meios. Já a eutanásia indireta consiste em não dar ao paciente os meios de subsistência. Estes podem ser ordinários (soro, alimentação, injeções,…) ou extraordinários (desproporcionais).

Ortotanásia, que deriva de “orto” significa “correto”, ou seja, é a morte certa, aquela que deve acontecer naturalmente. No caso de morte cerebral decretada e irreversível, já é considerado morto, nada mais adianta de tratamento ou maquinário empregado, pode-se desligar os aparelhos considerando a ortotanásiae evitando a distanásia(morte com dor).

3. SUICÍDIO

Um suicida está condenado? Antigamente se pensava que sim, embora a Igreja nunca ter ensinado isso oficialmente; pois ela nunca disse o nome de um condenado. Contudo, hoje, com a ajuda da psicologia e psiquiatria, sabemos que a culpa do suicida pode ser muito diminuída devido o seu estado de alma.

Evidentemente que o suicídio é, objetivamente falando, um pecado muito grave, pois atenta contra a vida, o maior dom de Deus para nós. Infelizmente há países que chegam a facilitar e até mesmo a estimular essa prática para pacientes que sofrem ou para doentes mentais.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que:

  • 2280 Cada um é responsável por sua vida diante de Deus que lhe deu e que dela é sempre o único e soberano Senhor. Devemos receber a vida com reconhecimento e preservá-la para sua honra e a salvação de nossas almas. Somos os administradores e não os proprietários da vida que Deus nos confiou. Não podemos dispor dela.
  • 2281 O suicídio contradiz a inclinação natural do ser humano a conservar e perpetuar a própria vida.

Mas o Catecismo lembra também que a culpa da pessoa suicida pode ser muito diminuída:

  • 2282 Se for cometido com a intenção de servir de exemplo, principalmente para os jovens, o suicídio adquire ainda a gravidade de um escândalo. A cooperação voluntária ao suicídio é contrário à lei moral. Distúrbios psíquicos graves, a angústia ou o medo grave da provação, do sofrimento ou da tortura podem diminuir a responsabilidade do suicida. Portanto, ninguém deve pensar que a pessoa que se suicidou esteja condenada por Deus.

Certa vez, São João Maria Vianney, também conhecido como Cura DArs, ao celebrar a Santa Missa notou que uma mulher vestida de luto estava no final da igreja chorando, pois seu marido havia se suicidado na véspera, saltando da ponte de um rio. O santo foi até ela no final da Celebração Eucarística e lhe disse: “Pode parar de chorar, seu marido foi salvo, está no Purgatório; reze por sua alma. E explicou à pobre viúva: Por causa daquelas vezes que ele rezou o Terço com você, no mês de maio, Nossa Senhora obteve de Deus para ele a graça do arrependimento antes de morrer”. Não devemos duvidar dessas palavras.

4. PENA DE MORTE

O Catecismo da Igreja Católica esclarece:

“A legítima defesa das pessoas e das sociedades não é uma exceção à proibição de matar o inocente, que constituiu o homicídio voluntário. A ação de defender-se pode acarretar um duplo efeito: um é a conservação da própria vida, o outro é a morte do agressor… Só se quer o primeiro; o outro, não.

Esse mesmo pensamento pode ser aplicado entre duas sociedades. É o caso da guerra justa. Quando uma sociedade inocente está sendo agredida por uma sociedade criminosa, por legítima e proporcionada defesa, a sociedade agredida pode se defender realizando uma guerra que é justa a fim de defender seus cidadãos, seu solo, sua soberania”.

O Catecismo da Igreja Católica tratava de forma compilada o mesmo assunto, em seus números 2267 e seguintes:

O ensino tradicional da Igreja não exclui, depois de comprovadas cabalmente a identidade e a responsabilidade do culpado, o recurso à pena de morte, se essa for a única praticável para defender eficazmente a vida humana contra o agressor injusto. Se os meios incruentos bastarem para defender as vidas humanas contra o agressor e para proteger a ordem pública e a segurança das pessoas, a autoridade se limitará a esses meios, porque correspondem melhor às condições concretas do bem comum e estão mais conformes à dignidade da pessoa humana.” – IMPORTANTE: o Papa Francisco, recentemente, esclareceu que em HIPÓTESE ALGUMA deve-se aceitar a pena de morte.

Conclui-se, então, que somente tendo a noção real do valor do homem enquanto imagem e semelhança de Deus é possível defender e valorizar a vida humana. O Evangelho da vida é algo que a Igreja quer pregar e promover. É esta a ideia de João Paulo II em sua encíclica. E é por isto que a Igreja hoje, embora teoricamente aprove a possibilidade da pena de morte, já não encontra mais ocasião para a sua aplicação, pois existem outros meios incruentos para retirar o indivíduo do convívio social.

Tudo isso é pecado? Sim!!!

“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração e com toda a tua alma, com toda a tua força e com todo o teu entendimento; e teu próximo como a ti mesmo” (Lc 10,27).

Vale ressaltar que hoje a sociedade vive um relativismo (conceitos de ponto de vista que não tem uma verdade absoluta ou validade intrínseca, mas ele tem apenas um valor relativo, subjetivo, de acordo com diferenças na percepção e consideração). Não precisam mais de acreditar em Deus, pois, julgam-se saber de tudo e criam seus próprios “valores”, bem diferentes do valores que já falamos; pecado existe para eles? É relativo….

Há de se considerar também a moral. O que é moral? Pertence ao domínio do espírito do homem; conjunto de regras adquiridos através da cultura, tradição e cotidiano que orientam o comportamento humano dentro da sociedade; deriva de “morales”, que é relativo aos costumes; caminha junto com a ética, que é o que julga a moral.

Para que um ato possa ser moral ou imoral não basta que ele seja avaliado em si mesmo, é preciso levar em conta três fatores: o ato em si mesmo, a intenção e as circunstâncias. O ato em si mesmo pode ser bom. Ex. o rezar; contudo, se for feito com a intenção errada – por vaidade, por exemplo – pode ser inadequado. Apesar de ser bom, o ato de comer, por exemplo, se for praticado em uma circunstância errada pode ser também inadequado. Ex. comer dentro da Igreja. Assim, para que a moralidade de um ato seja realmente boa, é preciso avaliar também a intenção e a circunstância.

Já ouviram alguém dizer “meu direito termina onde começa o do outro”? Pois é… Infelizmente hoje não se pensa mais assim. Todos se acham extremamente importantes e só importa o seu direito, o outro (o próximo) não existe para ele… é literalmente “vou fazer o que me interessa e o outro que se dane”. Aí, se esquece que Deus existe Deus (Lc 10,27) e por consequência, do outro… Caimos no relativismo! A moral deixa de existir…. E tudo ganha um aspecto de “legal” e moralmente admissível.

A mudança começa com você! Se à partir do conhecimento adquirido tiver a coragem de distinguir o certo e o errado, amar a Deus sobre todas as coisas e consequentemente, amar seu próximo, tudo vai se arrumando…

Não se esqueçam de uma coisa importante cada vez que precisarem domar seu “eu” para dar lugar a “Ele”:

“Portanto, com tamanha nuvem de testemunhas em torno de nós, deixemos de lado tudo o que nos atrapalha e o pecado que nos envolve. Corramos com perseverança na competição que nos é proposta, com os olhos fixos em Jesus, que vai à frente da nossa fé e leva à perfeição. Em vista da alegria que o esperava, suportou a cruz, não se importando com a infâmia, e assentou-se à direita do trono de Deus. Pensai pois naquele que enfrentou uma tal oposição por parte dos pecadores, para que não vos deixeis abater pelo desânimo. Vós ainda não resististes até o sangue, na vossa luta contra o pecado […]”. (Hb 12,1-4) 

“Exorta também aos jovens a serem ponderados. Em tudo, mostra-te modelo de boas obras, pela integridade da doutrina, a seriedade, a palavra sadia e acima de críticas. Assim, os nossos adversários, não tendo nada a falar de nós, passarão a nos respeitar”. (Tt 2,6-8)

“Por isso, irmãos santos, participantes da vocação que vem do céu, fixai bem a mente em Jesus, o apóstolo e sumo sacerdote da fé que professamos”. (Hb 3,1)

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– Viva Santa Rosa de Lima!

Hoje é dia da 1a Santa a ser canonizada na América do Sul: a peruana Santa Rosa de Lima, cultuada por ser a padroeira e protetora dos negros, dos índios e dos humildes, além de sacrificar-se pelos necessitados.

Ah se o mundo seguisse tais exemplos de vida… Veja que bela reflexão que essa santa nos deixa:

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– Criando as filhas para serem grandes mulheres!

Para quem é pai de meninas e querem ver suas princesas terem sucesso quando adultas, vale a pena ler esse texto do Linkedin, originalmente escrito no “Leiturinha”.

Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/meninas-felizes-mulheres-seguras-10-coisas-que-você-pode-oliveira/

MENINAS FELIZES, MULHERES SEGURAS: 10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Por Ana Clara Oliveira

Aqui entre nós, ter um filho é uma responsabilidade e tanto! Ser inteiramente responsável por um pequeno ser humano, criando-o e educando-o, faz com que muitas pessoas reflitam sobre si mesmas e sobre seus próprios valores. Isso porque nós, adultos, temos um papel fundamental na criação de pequenos mais confiantes, empáticos, solidários, tolerantes, amorosos, justos e felizes! E, verdade seja dita, o mundo tem precisado cada vez mais disso, não é?

CRIANDO MENINAS MAIS CONFIANTES E FELIZES

Reforçar a autoestima das crianças e valorizar, acima de tudo, o amor e o respeito, colabora para que elas se tornem adultos melhores e, isso é imprescindível na criação tanto de meninos, quanto de meninas. No entanto, levando em consideração o mundo em que vivemos, com as imposições e pressões que existem sobre as mulheres, é interessante pensar como os pais podem colaborar para que nossas meninas cresçam mais fortes, seguras, independentes e realizadas!

A preocupação com o corpo, a relação com a vaidade e com a carreira profissional, a divisão das tarefas domésticas e os estereótipos que cercam a feminilidade, são questões que precisam ser trabalhadas, desde cedo, com as pequenas, com muita conversa, respeito e exemplo. Para Sarah Helena, psicóloga, curadora na Leiturinha e mãe da pequena Cecília de 1 ano, “quando nasce uma criança (ou melhor, antes mesmo disso), a família, seja ela quem e como for, precisa repensar e ter em mente quais valores, princípios e comportamentos que gostariam que fossem passados adiante e quais aqueles que não. Para criar meninas independentes e seguras, estes têm que ser valores estimados na família, principalmente entre as mulheres, já que elas são um exemplo para as pequenas. Além disso, há que se romper com muitos estereótipos que reproduzimos na sociedade, como padrão de beleza ou a divisão das tarefas domésticas, por exemplo, e seguir construindo as próprias referências do que é bom e ruim. Isso requer paciência, coragem e ousadia. Ser nós mesmas, de forma autêntica, é uma das lutas mais árduas a se enfrentar na vida.”.

10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Pensando nisso, elencamos algumas atitudes simples que podem contribuir para que sua pequena tenha uma relação melhor com ela mesma e com os outros, tornando-se uma mulher mais segura e feliz!

  1. Evite criticar o próprio corpo na frente da sua pequena

Muito gordo, muito magro, alto demais ou muito baixinho… A insatisfação com o corpo é algo comum entre homens e mulheres. Isso porque há um padrão de beleza que, vez ou outra, todos tentamos nos enquadrar. No entanto, se você se sente assim em relação ao seu corpo, é importante se atentar para não demonstrar essa insatisfação na frente da sua pequena. Se alimentar bem e praticar exercício físico é algo maravilhoso para a saúde e bem-estar de todos nós, mas evite dizer a sua pequena que ela deve fazer isso para ficar magra ou bonita. Cedo ou tarde ela já vai se deparar com esse padrão imposto às mulheres, mas com a sua ajuda ela pode entender que é bonita como é e que a aparência não é o que ela tem de mais importante!

  1. Elogie suas qualidades, para além da aparência

É muito comum elogiar as meninas e, mais tarde, as mulheres, dizendo o quanto são bonitas. Isso não é errado, mas elas são tão mais do que isso! São inteligentes, curiosas, carinhosas, engraçadas, dedicadas, corajosas… Que tal se atentar para variar um pouco nos elogios, mostrando para sua pequena que a aparência dela é apenas um detalhe entre as infinitas qualidades que a tornam uma pessoa incrível!

  1. Incentive a independência e a autonomia

É importante que, desde cedo, você incentive e mostre para sua pequena que ela pode fazer suas coisas e se realizar sozinha. Não que ela não precise de outras pessoas, mas entender que ela é autônoma, independente e forte o suficiente para alcançar sua própria felicidade e sucesso, será muito importante para que ela cresça mais confiante e segura!

  1. Respeite suas escolhas

Se ela prefere o judô ao balé, a bicicleta ao patinete, as bonecas aos carrinhos, os super-heróis às princesas, o basquete ao futebol, a matemática ao português… Ou qual seja seus gostos e preferências, é fundamental que ela possa contar com você para apoiá-la e incentivá-la a dar o seu melhor em qualquer que seja sua escolha! Optar por isso ou aquilo não a tornará melhor ou pior, nem mais ou menos feminina.

  1. Mãe, seja uma pessoa completa

A maternidade é algo maravilhoso, mas ao se tornar mãe, a mulher não se limita a esse papel. Ela continua tendo seus gostos, suas escolhas, seus hobbies, suas vontades e seus sonhos. É importante que você, mãe, mostre para sua filha que você é uma pessoa completa, com todos os erros, acertos e ambições que isso possa significar. Isso fará com que ela cresça sabendo que ser mãe não elimina sua personalidade ou seus desejos enquanto pessoa.

  1. Evite super expor sua pequena a mídias que reforcem os padrões de beleza

Situações que reforçam padrões de beleza estão presentes nos mais variados contextos e parece quase impossível esquivar-se deles. Quando isso acontecer, converse com sua filha para que ela reflita sobre os padrões apresentados e a realidade de mulheres com quem ela convive ou vê na rua. Também cuide para que sua pequena esteja cercada de boas referências e representatividade, assim, ela não vai sofrer tentando se enquadrar em algo que ela não é, mantendo uma relação melhor e mais saudável com o próprio corpo.

  1. Priorize o conforto quando for escolher suas roupas

Na ala de roupas infantis femininas é comum vermos mini roupas de adultos, com muito brilho e muito cor-de-rosa, mas nem sempre tanto conforto. É importante que sua pequena sinta-se bem no que está vestindo, para poder correr e brincar livremente, como qualquer criança. Tome cuidado para não priorizar a roupa “mais bonita” que, talvez não permita que sua filha se movimente de maneira confortável e livre.

As crianças precisam aprender a brincar sem brinquedo também!

  1. Ensine-a a dizer não

Conhecer e respeitar seus limites é fundamental para uma vida mais equilibrada e feliz. Muitas mulheres se sobrecarregam na missão de cuidar de tudo e de todos sozinhas, aceitando mais do que seu corpo e sua mente suportam, ou ainda se submetendo a situações que não condizem com seus valores e vontades por medo de dizer não. Ensine sua pequena sobre responsabilidade e compromisso, mas deixe claro que ela não é obrigada a fazer o que não quer, que ela pode verbalizar suas vontades e limites e que eles precisam ser respeitados.

Mãe, você não precisa dar conta de tudo sozinha

  1. Divida as tarefas de casa de maneira justa

As crianças podem e devem ajudar nas tarefas domésticas, pois isso colabora para que desenvolvam o senso de independência, responsabilidade e respeito. Isso serve para os meninos e para as meninas. Portanto, é importante que os pais dividam as tarefas igualmente, levando em consideração a idade, claro, mas não o sexo dos filhos. Todos podem colaborar para que o lar fique mais organizado e agradável, afinal, todos vivem nele!

  1. Deixe-a perceber o quanto é especial

Enfim, o importante é que sua pequena entenda, desde cedo, o seu valor e o quanto ela é uma pessoa especial, com todas as suas qualidades e defeitos. A autoestima é algo construído dia a dia e você pode colaborar – e muito – para que ela cresça e se torne uma mulher mais confiante, segura e realizada. Isso, com certeza, irá contribuir para que ela se relacione melhor consigo mesma, tendo uma postura mais sensível, empática e gentil com as pessoas que a cercam.

(Publicado originalmente no Blog Leiturinha.)

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