– Os 2 carros bombas da Al Qaeda na Somália e as centenas de mortos.

Quase 300 mortos em um atentando terrorista na África Negra. Você viu “Plantão da Globo”, enviados especiais das emissoras de TV ou #PrayForSomalia?

Pois é. A Al Qaeda (os mesmos Talibãs que os americanos combatiam até a morte do Osama Bin Laden) praticaram essa barbaridade. Mas a repercussão mundial é pequena.

Será que há cidadãos cujo valor da vida é menor?

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– Você aplica a Regra 34 em sua vida?

São Bento de Núrsia, abade de admirável vida monástica, inspirou várias regras dentro dos mosteiros. E uma delas é genial, que parece ter sido elaborada para nossos dias: a de se evitar reclamações!

A Regra 34 diz, na “essência de seu texto”, diz:

Antes de tudo, que não surja o mal da murmuração em qualquer palavra ou atitude, seja qual for a causa”.

Quantas vezes reclamamos da vida, com ou sem razão?

Nossos lamentos são, muitas vezes, vícios de conduta?

Por quê reclamamos?

Evitamos ficar nas reclamações?

Veja que texto interessante, abaixo,, extraído de : http://www.cliquef5.com.br/conteudo.php?cid=18101

APLIQUE AGORA A REGRA 34

Resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando.

Por Janine de Oliveira

Nada mais desagradável que uma pessoa que vive reclamando da vida. Reclamando de tudo. Mas como é bom poder encontrar pessoas que te dão uma lição de vida contando sobre como é a sua vida. Sobre o que acredita. Sabemos que vivemos em um mundo onde o passo do relógio é quem dita nosso cotidiano. Temos menos tempo, e cada dia mais coisas para fazer. A verdade é que o tempo é o mesmo de décadas atrás, mas nós é que acumulamos funções, e reclamar talvez tenha sido uma dessas heranças modernas que acabamos adquirindo. O que seria de nós se não tivéssemos as regras para regulamentar a modernidade. É comum o regramento nas associações, clubes, organizações. Não há agrupamento humano que não elenque prescrições que devem ser seguidas por todos os seus membros. O movimento monástico e outros do mesmo segmento sempre tiveram apontamentos bem claros. Para abraçar este estilo de vida era necessário, antes de tudo, ter conhecimento e boa iniciação na observância da regra. São Bento, por exemplo, no número 34 da regra, institui uma atitude bem pertinente para os nossos tempos: Não resmungar.
Ao propor que os seguidores não resmungassem, o idealizador tinha amplo conhecimento das posturas humanas, bem como suas consequências. A preservação do ambiente fraterno era muito significativa. Não convinham murmúrios e objeções negativas. Em nada ajudaria para a realização pessoal e comunitária. Além disso, abria espaço para lamentações e, quem sabe, até dissabores verbais.
A referida regra 34 poderia estar estampada em muitos espaços coletivos. Faria um bem enorme. Para algumas pessoas insatisfeitas, a inscrição beneditina poderia ficar ao alcance dos olhos. Toda vez que sentisse desejo de emocionalizar algum fato ou postura poderia se dar conta de que o ato de resmungar nada acrescenta. Pelo contrário, cria distância, torna o clima pesado e atrapalha os objetivos a serem alcançados.
Não é proibido discordar, debater, contrapor. Agora, resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando. Ninguém consegue ficar por perto daquelas pessoas que se acostumaram a reclamar de tudo e de todos. Míopes para as coisas positivas, descrentes diante do amanhã. Quando conseguem sonhar, tudo se resume em pesadelos.
Talvez, de imediato, veio à mente a imagem de alguém que se aperfeiçoou na arte de resmungar. Descarte essa lembrança. Uma releitura minuciosa das suas atitudes poderá detectar que, em alguns momentos, deslizamos para o campo da insatisfação e gastamos minutos preciosos resmungando. Se isso for frequente, escreva a regra 34 em algum espaço bem visível. Poderá inspirar.
No entanto, há pessoas que são grandes lições de como aplicar a regra 34. Basta olharmos a nossa volta, aquelas que ao conhecer um pouco percebemos que mesmo com problemas grandes estampam um sorriso e não pronunciam uma só frase de lamúrias.
Aplique a regra 34.

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– As Novas Vidas das crianças que moravam na Cracolândia

Anna Bonizzi, Bernardo Ricupero, Marcelo Neubauer de Paula, Annie Bacarat, Thaís Heer, Ricardo Kiste, Ricardo Hilgenberg, Luciana Hilgenberg, Ana Davini, Daniel Ramires, Sheila Rodriguez, Alessandro Lata. Todos esses (e outros não citados) merecem aplausos e louvores!

São elas as pessoas de destaque na Vejinha (ed 09 Out) por terem adotado crianças da Cracolândia. Menores vítimas do abandono de mães irresponsáveis, largadas ou trocadas pelas drogas, perdidas e desandadas no mundo.

Corajosamente, essas pessoas tomaram como seus filhos as criancinhas que agora terão um futuro muito melhor.

Sem comentários, só reconhecimentos.

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– Obrigado pela minha gordinha, Papai do Céu! Fase 2 conquistada!

Segunda etapa vencida: após 7 meses na barriga da mamãe (sendo os 10 derradeiros sem ganhar peso por problemas na gestação), 1 mês na incubadora da UTI dos seus 5 meses e ½ de vida e… finalmente a Maria Estela Porcari alcançou o peso de uma criança normal para a sua idade.

Como não comemorar, já que ela nasceu com 1 kg a menos do que deveria ter?

Agora, só falta alcançar a altura ideal!

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– E se você escolhesse o Prazo de Validade do seu Casamento?

E essa agora?

O México está estudando a proposta de casamento com prazo de validade. A idéia é a seguinte: como o número de divórcios é grande, e o processo de separação é burocrático, um contrato de dissolução pré-estabelecido seria vantagem, segundo as autoridades. Caso o casal queira continuar o contrato por mais 2 anos, ele se torna auto-renovável por mais 2. Caso contrário, ele deixa de existir automaticamente.

E aí: idéia absurda ou, para os dias atuais, inteligente?

Deixe seu comentário:

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– Oksana Masters: o Exemplo de Paraatleta

As fotos abaixo não são de galanteio barato ou de índole machista. Ao contrário: mostram que a superação ajuda em todos os sentidos.

Oksana é medalhista olímpica e paraatleta do remo. Suas deficiências, como podem ser observadas, não a impediram de mostrar sua força física e beleza.

Sabem o que aconteceu com ela? Foi uma das crianças vítimas de Chernobyl! Quando ocorreu o acidente nuclear, na década de 80, sua mãe estava grávida e ela nasceu assim.

Muitas vezes, lamentamo-nos com coisas tão bobas... taí um exemplo de superação.

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– A Corrida para Você Nascer!

Veja que bacana: uma matéria entusiasta sobre como já nascemos vencedores! Cada um é um ser único, que antes de vir ao mundo, já venceu outros 300 milhões de outros concorrentes!

Gostei e compartilho, extraído de: http://is.gd/uivcFd

VOCÊ, O ESPERMATOZÓIDE VENCEDOR

Por Carlos Dias

Parabéns, você é um vencedor. Já nasceu com essa condição. Para ser o que é, ganhou a primeira e a mais importante competição de toda a sua existência, uma disputa mais concorrida do que qualquer vestibular. Você contrariou estatísticas, desafiou regras matemáticas de probabilidade e zombou da sorte. Derrotou outros 300 milhões de concorrentes.

Esse é o número de espermatozóides lançados no canal da vagina durante um ato sexual. Todos sabem qual o caminho a tomar. Nadam freneticamente em direção ao útero, onde – durante apenas dois dias por mês – podem encontrar um óvulo à espera da união capaz de gerar um novo ser humano. Não é fácil. Somente um deles é bem-sucedido nessa corrida de obstáculos. Foi um esperma- tozóide específico, de seu pai, que levou a um óvulo de sua mãe as moléculas de DNA que, misturadas ao DNA dela, deram as instruções genéticas para fabricar você. Imagine se ele tivesse morrido na praia. Você não existiria.

Metade de todos os espermatozóides morre rapidamente no interior da vagina, um ambiente, por incrível que pareça, inóspito para eles. Os sobreviventes que chegam à entrada do útero deparam com um muco que só permite a passagem dos espermatozóides quando a mulher está prestes a ovular. Caso contrário, morrem todos. Com a entrada permitida, eles atravessam todo o útero em direção às tubas uterinas (*), os dois estreitos canais que levam aos ovários. É em uma das tubas que vai ocorrer a fecundação. O final dessa corrida é eletrizante. Os espermatozóides usam sua longa cauda para nadar vigorosamente contra a correnteza de um fluido que traz o óvulo.

Passaram-se, até aqui, apenas cinco minutos. Muitos chegam ao óvulo – uma célula desproporcionalmente grande, a única do organismo humano que pode ser vista a olho nu. Todos lutam desesperadamente para forçar a sua entrada. Quando o vencedor consegue, o óvulo desencadeia imediatamente uma reação bioquímica e altera sua composição externa, fechando definitivamente a passagem para os demais. É o fim da corrida. Mais quatro dias e o óvulo fecundado, chamado ovo, chega ao útero. Nove meses depois, nascerá mais um bebê, o resultado desse irresistível processo biológico que hoje espalha mais de 5 bilhões de vencedores sobre a superfície do planeta Terra.

(*) Pela nova nomenclatura anatômica, este passa a ser o nome das trompas de Falópio.

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– Momento da Descoberta!

Pausa para admirar o instante do “DESCOBRIMENTO das Coisas”!

Foi a primeira vez que a pequena Estelinha pode passear mais segura e a vontade fora da nossa casa. E no jardim, ficou admirada conhecendo as plantinhas do nosso Lar Doce Lar.

Minha aluna-baby prestou bastante atenção nas explicações do papai. Fez uma carinha de menina aplicada. Nota 10!

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