– O perigo da dependência virtual das crianças hiper conectadas!

Um risco dos tempos modernos: crianças reféns da tecnologia, que se tornam viciadas em tablets e smartphones. Uma “overdose” virtual segundo especialista!

Extraído de: Revista Isto É, ed 2427, página 51, por Luldmilla Amaral

OS RISCOS DA INFÂNCIA NA REDE

Livro discute o uso da tecnologia pelas crianças e alerta para os perigos da dependência virtual

Especialistas em comportamento digital apontam que as crianças brasileiras são mais ativas do que a média mundial na internet, o que as tornam perigosamente dependentes dos ambientes virtuais. Celulares e tablets são cada vez mais usados para entreter os pequenos em situações de estresse, como refeições em restaurantes, por exemplo. Perfis em redes sociais também são criados muito precocemente. Diante deste cenário, já imaginou o que aconteceria se, de um dia para outro, todos os aparelhos eletrônicos deixassem de funcionar?  Essa é a proposta de Juliana Grasso, no recém-lançado livro “Amanhã, como será?”, da Tempo Editora.

Com foco no público infanto-juvenil, a publicação conta a história de Gabriel, um garoto de 11 anos dependente de computadores, tablets e smartphones que se vê completamente perdido após uma tempestade destruir todos os seus aparelhos eletrônicos. Com o acidente, o menino, que usava os dispositivos para estudar, se comunicar e brincar, precisa redescobrir as brincadeiras e alegrias de uma infância sem tecnologia. A autora  se inspirou nas experiências cotidianas para escrever o livro.

“A tecnologia está super disponível, tanto para adultos, quanto para crianças. Hoje, mesmo muito novinhas, elas assistem a vídeos pelo celular na hora de comer, o que faz muito mal”, diz Juliana. “É possível retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação.” Para ela, essa overdose de tecnologia na infância pode transformar meninas e meninos em adultos antissociais e dependentes. Pesquisa “Kids of Today and Tomorrow – Um olhar Bem Próximo Sobre Essa Geração”, da Viacom Internacional Media Networks, valida essa afirmação. Ela indicou que, apesar de o cenário ser sombrio em praticamente todos os países desenvolvidos, as crianças brasileiras têm uma predisposição maior ao vício virtual.

“É possível retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação”

Juliana Grasso

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– Milagres da Vida!

Quando me perguntarem se já vi um milagre na minha vida, tenho a resposta na ponta da língua. Ou melhor: em todos os cantos do coração!

A imagem abaixo não me deixa mentir, por tudo o que nossa filha Maria Estela já viveu:

”DEUS é MARAVILHOSO, pois coloca sorrisos e certezas onde havia temores e dúvidas (e somos testemunhas vivas por tudo o que ocorre em nossa família).”

– A história da Cocaína mostra: Todo uso Indevido é Prejudicial…

Usar uma coisa destinada a um fim benéfico, mas que se desvirtua para outro propósito, sempre é prejudicial à sociedade.

Quer um exemplo dos dias de hoje?

A cocaína era usada em laboratórios científicos desde o século XIX. Foi introduzida no tratamento da dor de dente, flatulência e stress. Porém, em 1898, o vencedor do Prêmio Nobel de Química, Richard Willstätter, descobriu sua ação devastadora na saúde (no uso como narcótico dopante em doses até mesmo diminutas e seus efeitos colaterais).

Mais de 100 anos depois, há ainda quem use e defenda a sua liberação, assim como o de outras drogas… Foi assim também com o LSD, usado contra a esquizofrenia e que mais tarde se descobriu os trágicos sintomas de dependência.

Complicado. Só quem tem parentes viciados sabem o quão maléfico é o processo.

Droga é sempre uma droga. E ponto final!

Resultado de imagem para cocaína

– O crime contra o pobre Rhuan Maycon já está esquecido?

Suzane von Richthoffen matou os pais e o Brasil parou para discutir o crime da moça e do seu namorado.

A família Nardoni arremessou cruelmente uma criança do apartamento. Idem ao clima de tristeza e consternação do país.

Porém, o menino Rhuan de 9 anos teve o pênis cortado pelo desejo das mães (uma biológica, a outra sua cônjuge) de que ele virasse menina! Depois, o casal de mulheres assassinas esquartejou o pobre garoto.

– Repercutiu da mesma forma?

Por quê alguns crimes bárbaros tem mais destaque do que outros?

Li no site da Folha de Londrina o artigo de Paulo Briguet (não o conheço, mas o respeito) que teve a mesma dúvida do que eu: se o ocorrido fosse cometido por um pai e uma mãe no Centro de São Paulo, e não por um casal de lésbicas no DF, a “importância da notícia seria outra”?

Insisto: aqui não se fala sobre a questão da homofobia (deve-se respeitar os homossexuais), mas faço uma explícita crítica à Ideologia de Gênero, que tanto força a ideia de sexualização e erotização precoce.

Criança deve ser criança, menino e menina. Se vai gostar de homem ou de mulher, já é outra história – e para adultos!

Extraído de: https://www.folhadelondrina.com.br/colunistas/paulo-briguet/o-martirio-do-menino-rhuan-2942399e.html

O MARTÍRIO DO MENINO RUAN

Em breve, relembrar a morte de Rhuan será considerado um crime contra a ideologia de gênero

Há vários dias não consigo parar de pensar no menino Rhuan. Qualquer outro assunto se torna menor e irrelevante diante do martírio dessa criança. Os detalhes do caso pareceriam inverossímeis mesmo em um filme de terror: o desaparecimento do menino; a decisão de transformá-lo em menina; o pênis da criança cortado pelas mulheres (uma delas, a própria mãe do menino!); o ano inteiro em que ele viveu com a ferida; a morte e o esquartejamento; a imagem do casal assassino; a dor do avô.

Rhuan tinha 9 anos, a idade do meu filho. Nos últimos dias, olho para o Pedro e vejo ao seu lado a imagem do menino sofredor. Penso em todos os bons momentos que vivi com meu filho ao longo do último ano, e sei que ao mesmo tempo, em algum lugar, Rhuan sofria em silêncio. Quantos Rhuans estarão sofrendo agora?

Muito se falou no casal Nardoni, muito se falou em Suzane von Richthoffen, mas estranhamente pouco se fala em Rosana e Kacyla, as assassinas de Rhuan. Uma das poucas pessoas públicas que demonstraram preocupação com o caso foi a ministra Damares Alves. Mas onde está a revolta dos formadores de opinião? Onde estão as entidades em defesa dos direitos humanos? Onde estão os nossos ativistas judiciais? Onde estão as análises de especialistas, os discursos indignados, as camisetas com o slogan RHUAN VIVE? Até o caso de Neymar merece mais atenção das nossas classes falantes. Que vergonha!

Nos últimos dias, terminei de ler o romance “Silêncio”, do escritor japonês Shusaku Endo. O livro fala sobre as torturas impingidas aos católicos japoneses pelos xóguns (senhores feudais), no século XVII. Em certa passagem, que muito me marcou, um padre está preso na masmorra e escuta o que parece ser o ronco de um carcereiro. Na verdade, não era um ronco: eram os gemidos dos cristãos supliciados.

Você consegue ouvir este som em meio à balbúrdia de nosso país? É a voz do menino Rhuan, que clama por nossa compaixão. Uma voz que os porta-vozes da ideologia de gênero não querem deixar ninguém ouvir. Rhuan atrapalha os planos dos ideólogos militantes, assim como “atrapalhava o relacionamento” de Rosana e Kacyla.

Agora, no STF, está sendo votada a criminalização das críticas à ideologia de gênero. Para os totalitários — sejam eles globalistas ou socialistas — é sempre assim: denunciar o crime torna-se crime. Prepare-se, portanto, para o dia em que relembrar o martírio de Rhuan será um crime contra a “igualdade de gênero”. Estaremos condenados ao silêncio.

Senhor, tende piedade de nós.

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– Motivando a 6a feira em 5 cliques:

👊🏻Bom dia!
Acordando cedo para suar mais uma vez em busca de #saúde.
Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running #adidas #asics

🙏🏻Correndo e Meditando:
Ó #NossaSenhoraDoEquilíbrio, rogai por nós. #Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade #Equilíbrio

🌺Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores. Hoje, nossa roseira #pink.
🏁 #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅Desperte, #Jundiaí.
Contemplando o #sol da manhã sem filtros, a fim de animar a mente.
🍃 #nofilter #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #AmoJundiaí

👨‍👩‍👧‍👧 Enfim: para que meu dia seja realmente bom, o #sorriso da minha #princesinha mais velha para lembrá-lo na jornada inteira.
Tem como não ser um #pai coruja?
❤️ #PaiDeMeninas #Família #Amor #Carinho #Doçura

Ótima #SextaFeira para todos nós!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Transparência na conduta e nos ideais!

Nunca conte mentira, pois você terá que lembrar as bobagens que falou para mantê-las como verdade. Assim, ser verdadeiro, agir coerentemente colocando as práticas dos ideais e ideologias, é fundamental para se ter credibilidade com o próximo.

Digo isso pois leio o seguinte pensamento de autor desconhecido:

A alma não pode ter segredos que a nossa conduta precise esconder“.

Correto. Necessitamos parecer e ser exteriormente o que somos. Se somos do bem, praticaremos o bem; mas se somos hipócritas, a exteriorização não tardará de ser pública.

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– #YEStoLIFE: o Papa Francisco pela Vida, orientado os Médicos e criticando o Aborto como “cultura do descarte”.

No “Yes to Life”, um encontro pelo direto de viver e de defender a vida incondicionalmente, onde o Papa Francisco disse: “o aborto não é uma questão de fé, é um problema humano (…). Nunca ele deve ser uma resposta para as dificuldades da vida”. Lembrou ainda que não se pode tratar as crianças numa espécie de “cultura do descarte”, e aconselhou os médicos.

Vale a pena a leitura atenta para as frases do Pontífice, neste momento tão complicado de discussão sobre o Aborto. Abaixo:

(Extraído de: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2019-05/papa-francisco-audiencia-dicasterio-leigos-familia-vida.html)

O ABORTO NUNCA É O IDEAL

O Papa recebe participantes do Encontro internacional “Sim à vida: cuidado com o precioso dom da vida na fragilidade” e afirma: “a profissão do médico é uma missão, uma vocação para a vida. Eles estão cientes de que são um dom para as famílias. A vida humana é sagrada e inviolável. O aborto nunca é a resposta ideal que as mulheres e as famílias buscam”.

O Santo Padre recebeu, na manhã deste sábado (25.5.), na Sala Clementina, no Vaticano, cerca de 300 participantes no Encontro Internacional intitulado «“Yes to Life” (“sim à vida”): cuidado com o precioso dom da vida na fragilidade». O encontro é promovido pelo Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida e pela Fundação “O Coração em uma gota”, que acolhe as crianças recém-nascidas em extrema fragilidade.

Em seu discurso, o Papa disse que as “crianças, em alguns casos, são definidas, pela cultura do descarte, como “incompatíveis com a vida”. E retrucou:

“ Nenhum ser humano jamais pode ser incompatível com a vida, seja pela sua idade, pela sua saúde e pela qualidade da sua existência. Toda criança, desde o seio da sua mãe, é um dom, que muda a história de uma família. Ela deve ser sempre bem-vinda, amada e cuidada. ”

Quando uma mulher descobre que está esperando um filho, sente a profunda sensação de um mistério, que cresce dentro de si, permeia todo o seu ser e a torna mãe. Entre ela e a criança instaura-se um intenso diálogo, uma relação real desde o momento da concepção. E Francisco explicou:

Esta capacidade comunicativa não é só da mulher, mas, sobretudo, da criança, que, em sua individualidade, envia sinais da sua presença e das suas necessidades à mãe. Hoje, as técnicas modernas fazem um diagnóstico pré-natal, prevendo malformações e patologias, que poderiam comprometer a vida da criança e a serenidade da mulher”.

Porém, afirmou o Papa, a autenticidade da sua evolução é muito subjetiva e, eventualmente, pode ser resolvida com as devidas terapias. Por isso, os médicos jamais devem esquecer o valor sagrado da vida humana e a sua proteção. E lhes disse:

A profissão do médico é uma missão, uma vocação para a vida. Eles devem estar conscientes de que são um dom para as famílias. Por isso, devem assumir a vida dos outros, enfrentar a sua dor; serem capazes de tranquilizar e encontrar soluções sempre no respeito da dignidade da vida humana”.

Ao cuidar das crianças terminais, ressaltou Francisco, os médicos devem ajudar os pais a aceitarem a realidade e a aliviar sua dor. Mas, infelizmente, a cultura dominante, hoje, não promove este aspecto. Em nível social, o temor e a hostilidade, diante da deficiência física, podem levar, muitas vezes, à escolha do aborto, como prática de “prevenção”. Aqui, Francisco recordou o ensinamento da Igreja:

“ A vida humana é sagrada e inviolável e o uso da diagnose pré-natal, para propósitos seletivos, deve ser fortemente desencorajado. O aborto nunca é a resposta ideal que as mulheres e as famílias buscam. Neste sentido, as ações pastorais são sempre urgentes e necessárias para criar espaços, lugares e “redes de amor”, aos quais os casais podem se dirigir, além de dedicar tempo para acompanhar as famílias.”

O Santo Padre concluiu seu discurso aos participantes no encontro internacional, agradecendo a todos os que trabalham para a defesa da vida, em particular, às famílias, mães e pais, que acolheram a vida frágil e, agora, são solidários e ajudam outras famílias. Seu testemunho de amor é um presente para o mundo!

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– 5 poses para a 5a feira:

Apesar da gripe, não pode faltar ânimo para a jornada. Que tal nos motivarmos para viver bem o dia? Em alguns cliques:

Vamos para o cooper diário (hoje bem básico, devido à recuperação)? Só não pode ter preguiça:

Correndo e Meditando no dia de São Juliano, chamado de “o Hospitaleiro”, decapitado por se recusar a negar Jesus Cristo.
Sua história e modelo católico em: bit.ly/1SM1mqQ

Fim de cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores – destacando essa linda roseira:

06h30 – Pausa para contemplar o infinito. Desperte, Jundiaí!
A quinta-feira amanhece belíssima. Impossível discordar…

E como hoje é dia de #tbt, vale recordar: todo sábado, para minha caçulinha, é dia de pizza. Aqui ela estava ligando do seu celular pedindo uma de “queixo”. Não seria “queijo”, filhinha? Aqui a fofurice para nossa lembrança fixar a doçura da vida.

Enfim, hoje há de ser uma grande 5a!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Saudade…

Hoje faz 22 anos que a senhora se foi

Quem sou eu para questionar? Aí não há choro nem sofrimento.

Te amo, mãe.

Um dia voltarei a te abraçar. Continue nos abençoando, ao lado da Virgem Maria!

🙏#SaudadeSimMasTristezaNunca #MinhaMãeÉumaSanta #LáNoCéuExisteAmaisBelaFlorD oJardimDeDeus #SantaMariaAparecidaPansarinPorcariRogaporNós #CâncerDeMamaAconstantePrevenção

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– Adoção de Crianças Não-Convicta ou Problemática: um Dilema Social

Adotar uma criança é um ato de amor. Admiro aqueles que fazem a adoção, pois salvam vidas e garantem um pedacinho lá no Céu.

Porém, leio um problema crescente: Famílias que querem devolver crianças adotadas, motivas por arrependimentos diversos!

Não dá para comentar… as razões são pessoais, e provavelmente devem ser muito fortes para tal ato! Não ouso condenar. Mas isso me assusta… Publico a reportagem sem conseguir ler por inteira.

Extraído de: http://is.gd/3Cqnav

O SEGUNDO ABANDONO

Tornam-se comuns no Brasil casos de crianças adotadas e , depois, devolvidas. E a Justiça não sabe como lidar com esse problema.

Por Solange Azevedo

Crianças adotivas não têm um passado feliz. Vão morar com famílias substitutas, em geral, porque viveram tragédias pessoais – foram abandonadas, vítimas de maus-tratos ou da miséria ou porque os pais biológicos morreram. Muitas têm a sorte de encontrar lares afetivos e formar laços sólidos. Uma parcela dessas crianças, porém, passa por outras experiências avassaladoras: o segundo, o terceiro abandono. São “devolvidas” à Justiça pelos pais adotivos ou guardiões e acabam em abrigos. Embora não exista um levantamento nacional, estatísticas regionais revelam que essa questão é grave e não deve ser desprezada. Das 35 crianças e adolescentes disponíveis para adoção na Associação Maria Helen Drexel, na zona sul de São Paulo, 11% já passaram por esse drama. Em apenas uma das varas da infância da cidade do Rio de Janeiro, ocorreram oito devoluções no primeiro semestre deste ano. Três de cada dez crianças e adolescentes que estão em abrigos de Santa Catarina foram devolvidos ao menos uma vez.
Devoluções ocorrem em três situações. Durante o estágio de convivência, em que a adoção definitiva ainda não foi efetivada, depois da adoção formalizada ou quando a família tem a guarda da criança. “Muitas devoluções poderiam ser evitadas. Mas o Judiciário brasileiro não tem estrutura para acompanhar esses casos como deveria”, afirma Mery-Ann Furtado e Silva, secretária-executiva da Comissão Esta­dual Judiciária de Adoção (Ceja) de Santa Catarina. Ela avalia que um dos principais problemas é que há pessoas que sonham com o “filho ideal” e, quando confrontadas com os desafios de educar uma “criança real”, não dão conta de lidar com “imperfeições” que, em filhos biológicos, seriam toleradas. “Estamos engatinhando no processo de preparação dessas famílias”, diz Mery-Ann. “Principalmente quando a criança é adotada mais velha, porque ela traz consigo componentes importantes que devem ser trabalhados.”
Recentemente, a Justiça catarinense não aceitou que um casal devolvesse apenas um dos filhos adotivos – um garoto de 13 anos – e determinou a destituição do pátrio poder também sobre a irmã biológica dele – uma menina de 10 – porque considerou que ambos sofreram abuso emocional. Marcelo* e Tainá* foram adotados em 2004, por integrantes da classe média alta da região de Blumenau. Por uma professora universitária e um estrangeiro. Um homem ausente que, segundo relatos, não se comunica bem em português e vive às voltas com estudos no Exterior. “Eu me apaixonei pela Tainá. Deus a fez para mim. Ela quer ser minha e eu dela”, declarou a mãe adotiva a profissionais do Judiciário local. Como os magistrados raramente separam irmãos, o casal decidiu adotar Marcelo para não perder Tainá. Ele tinha 6 anos. Ela, 3. No abrigo onde morava, Marcelo era descrito como “muito normal” e “carinhoso”. Não havia nos registros algo que o apontasse como garoto-problema. Os irmãos seguiram para a casa da família e se juntaram a Maurício*, filho biológico do casal.
As rusgas com Marcelo começaram logo no primeiro dia. De acordo com a mãe adotiva, o menino levou uma surra porque deu um chute no pai. Diversas pessoas que conviveram com eles contaram, em depoimento, que Marcelo nunca foi aceito como filho e não houve grande esforço do casal para inseri-lo no contexto familiar. Marcelo sempre se sentiu indesejado. Tinha de ir a pé para a escola, num bairro vizinho. Tainá e o filho biológico frequentavam outros colégios e eram levados de carro. Se Marcelo fizesse alguma traquinagem, era punido severamente. Tainá e Maurício, muitas vezes, nem sequer eram repreendidos. Se Marcelo fizesse xixi na cama, tinha de lavar os lençóis. Tainá, não. A mãe adotiva chegou a dizer que no início sentia um carinho pelo menino. Mas, depois, passou a odiá-lo. Quando um oficial de justiça foi buscar as crianças para levá-las para um abrigo, a mulher se desesperou ao ser informada de que a menina também iria embora. Aos gritos, disse: “Isso é coisa do Marcelo, ele está se fingindo de doente para a juíza ficar com pena e levar a Tainá também. Ele não suporta ver que a Tainá é amada. O Marcelo é psicopata, precisa de um psiquiatra.”
Na ação de destituição do poder familiar, o desembargador Joel Dias Figueira Júnior escreveu que “a desprezível prática da ‘devolução’ de crianças começa a assumir contornos de normalidade”. E que observa “a tomada de vulto, em todo o território nacional, de situações idênticas ou semelhantes” à vivida por Marcelo e Tainá. No Rio de Janeiro, um levantamento feito pelo Serviço Social e de Psicologia da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca da Capital mostra que esse problema vem crescendo. Entre 2005 e 2010, 20 crianças foram devolvidas àquela vara. E, apenas no primeiro semestre deste ano, ocorreram oito devoluções. “As crianças são trazidas como objetos”, lamenta a psicóloga Patrícia Glycerio R. Pinho. “Quando o vínculo de filiação não se dá, pequenas dificuldades se tornam grandes. Às vezes, os pais adotivos não percebem que estão sendo testados e acham que é ingratidão da criança. Imperfeições num filho adotivo são mais difíceis de ser acolhidas porque os pais pensam: ‘isso não pertence a mim porque não o gerei’.”
Patrícia já viu e ouviu uma porção de absurdos. Certo dia, uma mãe adotiva, de bom nível sociocultural, ficou indignada porque a filha andava vomitando. “Estou dando salmão e ela nunca tinha comido”, reclamou. Outra, depois de um ano e meio, devolveu três irmãos ao conseguir engravidar. As crianças já tinham até trocado de nome. Foi um baque. “Geralmente, os pais vêm com uma posição fechada”, diz a psicóloga Patrícia. “O que é pior: a criança ficar numa casa onde já não tem espaço ou ir para um abrigo e tentarmos recolocá-la numa outra família?” Lidia Levy, psicóloga e professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, uma das autoras do trabalho “Família é muito sofrimento: um estudo de casos de devolução de crianças”, relata que está havendo uma mudança no perfil dos adotados. “Praticamente inexistem bebês disponíveis. Por isso, há quem não queira esperar na fila e acaba aceitando crianças mais velhas”, afirma Lidia. “Mas, se essa mudança não for bem trabalhada, pode não dar certo.”
A pequena Raquel*, 10 anos, ficou seis anos sob a guarda da madrinha – a quem chamava de mãe – depois que a mãe biológica morreu. Durante muito tempo, a convivência foi pacífica. Mas, nos últimos meses, as desavenças com o filho biológico ficaram frequentes. “Eu e meu irmão brigávamos bastante, um irritava o outro, e o esposo da minha madrinha não me quis mais”, lembra Raquel. A menina vive na Associação Maria Helen Drexel e diz que quando sair do abrigo vai procurar pela guardiã. “A Raquel tem um amor imenso por ela”, analisa Helena Zgierski, psicóloga da associação. “Apresentou depressão e um quadro psiquiátrico complicado quando chegou aqui. Passou dias e noites sem dormir nem comer. Só chorando. Crianças devolvidas se culpam e acham que não são boas o suficiente.” Helena afirma que pessoas que procuram uma criança com a intenção de fazer caridade ou para salvar um casamento, por exemplo, têm enormes chances de fracassar. “O amor tem de ser incondicional, porque a gente não sabe o que a criança traz registrado”, avalia.
Em todas as histórias de devolução que Helena conhece, havia um filho biológico na família. “Existe uma disputa por amor e espaço. É um outro ser que está chegando. A criança que vai ganhar um irmão também tem de participar desse processo”, diz ela. Foi o que aconteceu com Paula*, 8 anos, e Lauro*, 4. Depois de 11 meses de convivência com um casal de São Paulo, os dois foram devolvidos e estão num abrigo. Paula e o filho biológico do casal, Gustavo*, viviam às turras. Além das brigas constantes, ela e Lauro têm um histórico difícil. Moravam na rua com a mãe biológica e passaram por situações de privação e maus-tratos. “Eu bagunçava muito onde fui adotada. Ficava xingando todo mundo. Batia nas pessoas quando ficava com raiva. Desobedecia minha mãe”, admite Paula. “Meu pai não aguentava meu choro e minha bagunça e me batia.” A menina se culpa pela devolução e pela tristeza do irmão pequeno. Lauro ainda pergunta pelo pai adotivo: “Por que ele não vem me buscar?”

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– Quarta-Feira em Cinco Fotos!

Olá amigos! Torcendo para que tenhamos um bom dia de vida, logo cedinho fui correr como de costume. Um clique de motivação abaixo (1):

Durante o cooper, pensando nas coisas do Céu, e hoje pedindo a intercessão da Virgem Maria, invocada como Nossa Senhora de Fátima. Clique de reflexão no amor de mãe (2):

Ufa, depois de suar, relaxar! Alongando no jardim, com a beleza das rosas. Essa aqui é uma das minhas roseiras preferidas. Clique de coloração para a tela (3):

E para que o dia seja inspirado, um horizonte inspirador. Que cenário foi esse pintado pelo Criador? Clique de contemplação (4):

Ok, para que tenhamos uma 4a feira perfeita, a lembrança de uma maravilhosa pedalada com minha Estelinha, brincando de se esconder atrás das flores que colhíamos no caminho da nossa pequena aventura. Clique fofurice (5):

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

 

– Neto, o jogador que representa a maioria dos boleiros brasileiros e que luta como qualquer outro cidadão com dificuldades.

Tomei conhecimento do calvário deste humilde e bom zagueiro através do jornalista Thiago Batista de Olim, ao ler sua postagem no site “Esporte Jundiaí”.

Abaixo, a história de Neto, mais um ilustre desconhecido jogador de futebol do Brasil, operário da bola e que representa a real situação dos atletas – diferente do que muitos possam pensar, baseando-se equivocadamente nos excessos e extravagâncias dos jogadores de ponta e que ganham fortunas (que na verdade são poucos).

Extraído de: https://www.esportejundiai.com/2019/05/paulista-neto-busca-vitoria-fora-dos.html?m=1

NETO BUSCA VITÓRIA FORA DOS CAMPOS TODOS OS DIAS

O zagueiro Neto neste domingo deverá disputar a sua terceira partida com a camisa do Paulista na 4ª divisão do Paulistão. Mas todos os dias ele trava uma batalha fora dos campos, onde espera também rebater para bem longe o drama da sua filha, a Lívia. A menina nasceu de forma prematura, e está há 4 meses internada. Ela já passou por três cirurgias, uma inclusive no coração. Isso que era para ser gêmeos, pois o menino, que também nasceu prematuro, faleceu.

“É um dos momentos mais complicados da vida. Minha filha está internada há 4 meses, pois nasceu prematura de seis meses, pesando 715 gramas. Somente tenho que agradecer minha esposa (Ana Paula) que está com ela todos os dias e todos os momentos e me dando força para continuar lutando neste momento”, contou o jogador, que após os treinamentos, corre para o hospital para dar todo suporte necessário a sua família.

“Tento ajudar a minha família psicologicamente. O momento é difícil, não deixo minha esposa abalar, pois sei que é complicado para mim e também para ela, vivendo todos os dias e ela está lá todos os dias e esse é o jeito que tento ajudar minha família”, completou.

A história de vida de Neto já merece ser contada. Ele nunca teve base. Começou a jogar com 19 anos e estava no time do Batatais, que foi vice-campeão da Copa São Paulo de 2017. Neto inclusive chegou a enfrentar o Paulista, que no campo venceu por 5 a 1, mas foi desclassificado em virtude de ter utilizado de forma irregular Helton Mattheus, que adulterou a sua identidade.

“Antes de jogar futebol eu era servente de pedreiro. Meu 1º clube foi o Batatais e fomos vice-campeões da Copa São Paulo de 2017. Em seguida fui para o São Bernardo (na Série A2), antes de atuar no futebol japonês e agora estou no Paulista”, contou o jogador.

No ano de 2017, Neto esteve relacionado e presente em 29 jogos, e somente levou 3 amarelos e não foi expulso em nenhum jogo, entre Copa SP, Série A-2 e Copa Paulista.

No futebol ele tenta esquecer os problemas pessoais que vive, mas em alguns momentos não consegue. “Falar que o futebol ajuda a esquecer 100% estarei mentindo. Tem vários momentos que lembro da minha esposa e da minha família. Mas temos que trabalhar para dar o melhor para eles”.

Dentro de campo ele é apenas elogios ao time, que tem campanha de quatro vitórias e um empate. “Esperava campanha boa, time é bom, unido, bem taticamente e bem trabalhado. Agora invicto não esperava não”.

Mas o jogador é toda família, em especial a sua mulher, a especial Ana Paula. “Minha esposa é um exemplo para toda minha vida”

– Deepak Chopra dá a Boa Dica sobre Qualidade de Vida

O médico e consultor em administração indiano, Deepak Chopra, esteve num evento em Campinas há 3 anos (Fórum da Saúde e Bem-Estar). E deixou uma reflexão importante:

Ser muito rico ou muito pobre é algo que prejudica a qualidade de vida, porque em ambos os casos a pessoa pensa em dinheiro o tempo todo

Alguma dúvida dessas sábias palavras?

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