– Sejamos protagonistas da nossa existência.

Não somos antagonistas “do mundo”. Estamos “no mundo”, como em um teatro como protagonistas. E durante esse “espetáculo da vida”, não nos importemos com vaias ou aplausos na nossa vivência, pois não sabemos a duração do show. Simplesmente, curtamos nossa atuação.

– #tbt2: Hoje é dia de ajudar: Doe Plaquetas, Doe Sangue.

Há 6 anos…

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Como de costume, cá estamos para mais uma doação voluntária. Hoje, de plaquetas.

Experimente fazer o mesmo: você sentirá uma paz interior muito grande, além do exercício da cidadania. Em especial, nesta época do ano, os bancos de sangue estão extremamente carentes.

Doe Sangue e hemoderivados. A VIDA agradece.

Aliás, hoje bem incentivado!

SOLIDARIEDADE

 

– Dia de Santo Ambrósio.

Vivemos numa era onde o equilíbrio emocional, espiritual, físico e financeiro precisam estar cada vez mais em sinergia. E sinceramente, penso que isto não é bom. Este equilíbrio, honestamente, é necessário, pois verdadeiramente bom seria que simplesmente vivêssemos em paz. Mas como hoje é dia de Santo Ambrósio, um santo alemão do século 3, compartilho uma reflexão maravilhosa do mesmo e que se faz necessária neste mundo tão ferido dos dias de hoje, onde o conforto das pessoas, às vezes, se baseia na vingança; onde alardeia-se o sucesso às custas do insucesso profissional de outros; ou, ainda, que neste mundo capitalista tão competitivo, nem todos têm espaço. Tudo isso pode ser verdade, mas não deveria.

Assim, lembremo-nos do pensamento ambrosiano:

Ninguém cura a si mesmo ferindo os outros”.

O amor, a oportunidade e a presteza podem ter lugar num mundo cada vez mais vazio e contraditoriamente repleto de anseios.

Hoje é celebrado Santo Ambrósio, Bispo de Milão e mentor de Santo Agostinho

Imagem extraída de: https://www.acidigital.com/noticias/hoje-e-celebrado-santo-ambrosio-bispo-de-milao-e-mentor-de-santo-agostinho-43245

– Não ao Aborto. Sim à Vida!

Há 1 ano, mas bem atual o assunto:

Eu sou totalmente contra o Aborto! Defendo a vida, e conheço pessoas famosas e anônimas que, se tudo fosse legalizado, não teriam nascido.

Guga Noblat, jornalista, escreveu em seu twitter:

“Legalizar o aborto é o futuro de todo país civilizado. Demoraremos mais ou menos para chegar lá. Ao gosto do populismo político.”

Na sequência, li o Padre Joãozinho, SCJ, criticando tal pensamento, falando que:

“O aborto é apenas mais um sinal de atraso civilizacional. Culturas desenvolvidas defendem a vida do início ao seu ocaso natural”.

Não poderia se esperar outra coisa de quem defende o Direito do Nascituro! Correta a atitude do sacerdote. Mas… a resposta de Guga foi pior que a sua primeira postagem:

“Defender o aborto é defender a vida, não venha com demagogia por favor. Vê-se que o sr está alinhado com o pensamento de regimes autoritários, tipo Afeganistão, Somália, Líbia e Sudão. Toma aí o mapa do aborto e procura país mais atrasado que os que pensam como o sr.”.

Defender o aborto é defender a vida? Aí não dá…

Imagem extraída de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nascituro

– O Dilema do Propósito: quais são os dois momentos mais importantes da vida?

Quando as coisas não têm sentido, é necessário investigá-las. Ou apenas vivenciá-las!

Veja esse tema extraído de Ariane Abdallah e David Cohen (me perdoem a falta de link, perdi a citação):

DILEMA DO PROPÓSITO

Quais são os dois momentos mais importantes da vida?”, perguntou o ancião Kampala, da etnia HADZA da Tanzânia.

O escritor e consultor americano RICHARD LEIZDER respondeu o que lhe pareceu óbvio: o momento em que você nasce e o momento em que você morre”.

“Bahhh!”, disse o ancião. “Você viaja de avião, eu nunca andei de avião, você chega até aqui de jipe, eu ando a pé, você dorme numa tenda, eu durmo ao lado da fogueira… e você não sabe a resposta para a pergunta mais básica de todas?

Leider, que viaja frequentemente para lugares distantes justamente para coletar elementos de sabedoria dos anciãos, perguntou: “Qual é a resposta?”

Do alto dos seus 98 anos, Kampala disse: “O primeiro momento você acertou, é quando você nasce. O segundo é quando você descobre por que nasceu“.

Selecta | Vida

Imagem extraída de: https://seeklogo.com/vector-logo/231403/live-free-and-dance

– Resiliência em frase curta.

Resiliência é resistir às tribulações sem mudar suas características. É passar por desafios, sofrimentos, tormentas e mudanças e resistir a sua essência. É viver fortemente!

Talvez essa curta frase, na imagem abaixo, seja um sábio conselho para alcançar a resiliência:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Como você espanta os seus fantasmas?

Há pessoas que se apavoram com diversas situações da vida: sejam com as contas a pagar, dificuldades no trabalho, problemas conjugais ou qualquer outra coisa que possa despertar o pânico.

Alguns reagem muito bem frente esses temores; outros, não. É necessário relaxar, respirar e… se possível, enfrenta-los. Caso contrário, distrair-se para não enlouquecer com eles.

  • Como você espairece?

Eu prefiro curtir alguns hobbies: jardinagem, corrida, esportes e… ESCREVER! Estar com a família e rezar é fundamental também.

Vou parafrasear o poeta: “Quem ‘escreve’ seus males espanta”, já que não sei cantar…

Cada um tem a sua válvula de escape. Qual é a sua?

Espairecer - Dicio, Dicionário Online de Português

– Depende do seu ponto de vista…

Como você enxerga o mundo?

Qual o seu ponto de vista?

Que tipo de avaliação você faz das coisas?

Essa imagem, abaixo, é bacana, simpática e realista:

Imagem extraída de: https://ataqueaberto.blogspot.com/2018/07/copo-da-filosofia.html

– #tbt 1: Duas alegrias: doar e incentivar!

Há 4 anos…

Hoje é o dia da minha costumeira doação de plaquetas e hemoderivados.

Tão grande a alegria em doar é a de motivar a doação alheia. Particularmente, incomensurável ver a minha filha Marininha abraçando tal causa com seus cartazes incentivadores.

Aqui, a “Gotinha de Natal“:

– Fases da Vida.

Temos tempos / fases / momentos tão instáveis e oscilantes na vida… momentos de angústia e de felicidade… de dores e de comemorações…

Nesta contrariedade cotidiana, peçamos a ajuda de Deus para sermos lúcidos na euforia e na frustração.

ECLESIASTES 3

1. Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo do céu:

2. tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou.

3. Tempo de matar e tempo de curar; tempo de demolir e tempo de construir.

4. Tempo de chorar e tempo de rir; tempo de gemer e tempo de dançar.

5. Tempo de atirar pedras e tempo de ajuntá-las; tempo de abraçar e tempo de apartar-se.*

6. Tempo de procurar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de jogar fora.

7. Tempo de rasgar e tempo de costurar; tempo de calar e tempo de falar.

8. Tempo de amar e tempo de odiar; tempo de guerra e tempo de paz.

– Mais Filhos, mais Felicidade!

Pesquisa mostra: Mais filhos trazem mais felicidade!

Extraído de Revista Época, Ed 26/09, pg 86-87

MAIS FILHOS TRAZEM MAIS FELICIDADE?

Dois pesquisadores encontraram uma raridade estatística: índices de bem-estar que crescem junto com o número de crianças numa sociedade.

Por Daniella Cornachione

A relação tradicional entre a qualidade de vida de um país e o número de filhos em suas famílias é bem conhecida: em geral, vivem melhor as sociedades que têm menos crianças. A média de filhos por mulher cai conforme avança o desenvolvimento econômico de uma nação. Nessas sociedades, cidadãos mais bem educados levam em conta as responsabilidades e os custos de criar cada filho. As mulheres se preocupam mais com a carreira, decidem com autonomia, têm acesso difundido à informação e a métodos contraceptivos. Os empregos migram para as cidades, e os filhos deixam de ser vistos como mão de obra necessária, como ocorre com as famílias pobres no campo. Por isso, as maiores taxas de fecundidade do mundo estão em países paupérrimos na África, como Níger e Congo. Mas um estudo feito em uma das melhores escolas de negócios do mundo, a espanhola Iese, parece finalmente ter encontrado o papel dos bebês como geradores de felicidade.

A pesquisa foi organizada pelo engenheiro Franz Heukamp, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), e pelo matemático Miguel Ariño, da Universidade de Barcelona. O objetivo era encontrar as características não econômicas de cada país que pudessem explicar o fato de as pessoas se dizerem mais ou menos satisfeitas com a vida. Ariño e Heukamp cruzaram dois grupos de informações. O primeiro é de questionários sobre bem-estar subjetivo, combinados com características pessoais como estado civil, idade e gênero. Os dados são da Pesquisa Mundial de Valores, do Unicef, de 1981 a 2004, com informações de 100 mil pessoas de 64 países. O segundo grupo inclui indicadores sociais e econômicos, entre eles natalidade, inflação e PIB.

Eles perceberam que, entre sociedades com o mesmo nível de desenvolvimento econômico, o bem-estar tende a ser maior naquelas com menor nível de corrupção e naquelas em que a religião mais difundida não é o islamismo (atualmente associado, em muitos países pobres, à falta de liberdade política e religiosa). E encontraram também uma tendência, entre países desenvolvidos, de haver maior nível de satisfação onde há taxas de fecundidade superiores. Dinamarqueses e holandeses se dizem mais felizes do que alemães e japoneses, que desfrutam os mesmos confortos materiais. “Baixas taxas de natalidade sempre estiveram associadas a alto nível de desenvolvimento. Mas também podem significar egoísmo em uma sociedade, e isso afeta o bem-estar”, afirma Ariño.

A conclusão de que maior natalidade traz maiores chances de bem-estar deve ser vista com cuidado, já que outras variáveis não contempladas no estudo poderiam influir no resultado. Mas incluir a natalidade como fator de bem-estar coletivo é uma abordagem nova e promissora para a economia da felicidade, um campo que mistura psicologia e economia. Seu precursor é John Helliwell, professor da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá. O palpite dele para explicar a conclusão do estudo é que quando um país sofre privações de alguma ordem, mesmo que seja desenvolvido, a sensação de bem-estar subjetiva cai e acelera a redução da taxa de natalidade. “As conclusões desse tipo de estudo não encontram, necessariamente, uma relação de causalidade direta. Nosso desafio é entender o que causa o quê”, afirma o economista Alois Stutzer, coautor do livro Economics & hapiness (Economia & felicidade). “Quando o filho nasce, mesmo que não tenha sido planejado, as pessoas tendem a racionalizar como algo bom. Já ter menos filhos do que se gostaria pode causar a sensação de infelicidade”, diz o demógrafo do IBGE José Eustáquio Alves.

Nas últimas décadas, a fecundidade caiu tanto na Europa que se tornou um problema. Em muitos países, como França, Holanda, Dinamarca e Reino Unido, existem políticas de incentivo à natalidade. O governo oferece benefícios à família e à criança, às vezes até a idade adulta. Mesmo assim, os casais europeus, na média, têm bem menos de dois filhos, um fenômeno que os demógrafos chamam de fecundidade indesejada por falta, quando a mulher tem menos filhos do que gostaria. A demografia diz que a “taxa de reposição” de uma população tem de ser, em média, de 2,1 filhos por mulher, para que não desapareça em algumas centenas de anos. Também há prejuízo econômico em ter mais idosos aposentados do que jovens trabalhando.

Há alguns sinais de reação a essa tendência. As taxas de fecundidade de alguns países estão estabilizadas ou cresceram. Um deles é a Dinamarca, que pertence ao grupo de países mais felizes, de acordo com o estudo. “Até 1985, cada dinamarquesa tinha durante a vida, em média, 1,4 filho. O número foi para 1,8 em 2010”, afirma o demógrafo Ralph Hakkert, consultor da ONU. “Na Suécia, a taxa de fecundidade era de 1,5 entre 1995 e 2000 e foi para 1,9 em 2010. É uma evolução importante.” A explicação pode estar na mudança do estilo de vida das europeias, segundo Hakkert. Nos anos 1980, elas estavam em plena disputa por espaço no mercado de trabalho. Como os países nórdicos avançaram rapidamente em oferecer oportunidades iguais, mais mulheres podem voltar a pensar em ser mãe e manter a vida profissional. Ainda não se pode dizer que seja uma tendência global, mas trata-se de uma mudança promissora – e bem simpática.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Como explicar a depressão para… idiotas!

Li no Blog “Reset a Vida” e concordo com o que ele testemunha: muitas pessoas só entenderão o que é a depressão após tê-la sofrido!

Veja que artigo precioso, abaixo, extraído de: https://reseteavida.wordpress.com/2020/11/23/como-explicar-a-depressao-para-os-idiotas/

COMO EXPLICAR A DEPRESSÃO PARA OS IDIOTAS

por Rodrigo Rosa

Por toda a vida eu fui um completo idiota quando o assunto era depressão. Nunca questionei as mensagens que recebia sobre a doença, de modo que por um lado eu era ignorante, por outro, perpetuava conceitos que não correspondem à verdade. Em plena era digital da informação, eu me prestava ao papel de disseminador de desconhecimento.

Escrevo este artigo para que você, que já passou pela depressão, explique a doença para pessoas semelhantes ao meu eu antigo.

Pra começo de conversa, é preciso perdoar incondicionalmente o idiota. É difícil, mas é necessário. Você sabe o quanto é humilhante que os idiotas o julguem uma pessoa fraca. Sabe como irrita quando os idiotas menosprezam sua dor. Sabe como irrita ver idiotas na rua usando camisetas com frases do tipo “Não tenho depressão porque tenho Jesus no coração”. Sabe a besteira que os idiotas estão falando quando afirmam que são imunes à depressão porque levantam da cama todo dia irradiando felicidade.

Como se o sentimento de felicidade fosse o bastante para estar imune a doenças.

Perdoe os idiotas que insistem na ideia de que depressão é falta de vontade, preguiça, desvio de caráter, doença de rico. Seja melhor que eles. Recorra à empatia para perdoá-los. Eles não conhecem a sua realidade e são incapazes de sentir empatia por uma pessoa deprimida. A fraqueza não é sua. É deles. Perdoe.

Para explicar a depressão para idiotas é preciso ser direto e dizer que ela é uma doença, não uma escolha. Assim como ninguém escolhe ter gripe, sarampo ou diabetes, ninguém escolhe ter depressão. Por mais apática e indiferente à vida uma pessoa seja, ela jamais vai fazer a escolha de ficar doente. Ninguém escolhe isso. Ninguém escolhe ter depressão e se isolar, ficar de cama ou se matar. Esses acontecimentos são consequências, não escolhas.

Explique aos idiotas que nós, depressivos, temos um pequeno defeito cerebral. Esse defeito é um provável fator genético. Assim como não escolhemos nossa altura ou cor dos olhos, não escolhemos esse defeito. Mas é possível também que a gente tenha nascido com o cérebro perfeitinho, e o meio em que vivemos tenha gerado esse defeito. Não se sabe. O que sabemos é que não é culpa nossa.

Esclareça esse defeitinho aos idiotas. Diga que o cérebro humano tem bilhões de neurônios, e entre um neurônio e outro há um espaço ocupado por substâncias químicas, os neurotransmissores. Explique que a baixa quantidade de neurotransmissores é, em termos gerais, a depressão. Ou seja. Se nascemos com predisposição a ter menos neurotransmissores que o normal, poderemos desenvolver depressão. Ou, se nosso organismo reage ao meio em que vivemos produzindo menos neurotransmissores, poderemos desenvolver depressão.

Quando os idiotas querem dizer que alguém não bate bem das ideias, diz que “o fulano é tarja preta”. Medicamentos tarja preta são prescritos aos doentes mentais, entre esses, os deprimidos. Diga aos idiotas que está tudo bem usar remédio tarja preta. O que não cai bem é se referir a doentes mentais e seus tratamentos de forma tão pejorativa.

Para completar, a respeito do medicamento tarja preta, ensine o mecanismo de ação dos antidepressivos: eles impedem que os neurônios reabsorvam os neurotransmissores que já estão ali em seu espacinho fazendo seu vigoroso trabalho de proporcionar sinapses – que é a comunicação entre neurônios. Dessa forma, o nível de neurotransmissores não cai.

Resumidamente, isso é tudo o que os idiotas precisam saber sobre a metade bioquímica da depressão. A outra metade é a psicológica.

Faça com que o idiota entenda isto: depressão não é tristeza, melancolia, desmotivação, baixa autoestima e amargura, embora tudo isso e mais um pouco seja consequência da depressão. Quando não causada apenas pelo fator bioquímico, a depressão é causada por traumas psicológicos ou emocionais, ou pela combinação de tudo isso. Depressão é uma doença complexa e sem respostas prontas. Alterações hormonais, pressões psicológicas, frustrações emocionais, traumas na infância, perdas, ataques, meio ambiente, condições de vida degradantes: tudo isso pode ocasionar a depressão. É por isso que nós, os deprimidos, precisamos de remédios e psicoterapia quando a doença ataca. E tempo. Muito tempo. Nosso tratamento é demorado, custoso e cheio de indas e vindas. Ao contrário do que eles, idiotas, pensam, nosso tratamento exige dedicação, disciplina e uma força de vontade acima da média, em um nível que talvez eles mesmos não tenham. É cansativo pra caramba, mas a gente persiste. Por isso, não precisamos de reprimendas e julgamentos. Precisamos de aplausos.

Não deixe de mencionar aos idiotas que depressão não tem cura, apenas tratamento e controle. Uma vez que uma pessoa tenha passado por ela, a chance de que retorne é de cinquenta por cento. Quando alguém passa por dois episódios de depressão, as chances de vivenciar o terceiro aumenta para setenta por cento. Algumas pessoas têm depressão severa e podem precisar de tratamento contínuo pelo resto da vida. Definitivamente, isso não é fraqueza pessoal ou acomodação.

Avise aos idiotas que, durante um episódio de depressão ou durante o tratamento, é provável que nós, os deprimidos, fiquemos introspectivos. Deixaremos de comparecer a aniversários, não conversaremos muito, talvez a gente evite manter contato por um tempo. Peça aos idiotas que, ao perceberem esses sinais, em vez de pensarem que não estamos nos importando com eles, tomem a iniciativa de nos visitarem, de nos procurarem. Será uma ajuda e tanto. Faça-os pensarem o seguinte: quando estão com dengue, conjuntivite, gripe ou qualquer uma dessas doenças de grande ocorrência, tudo o que menos querem é ir a um churrasco com bebedeira. Pois é assim que nos sentimos quando estamos com depressão. No entanto, a depender do estado do doente, talvez seja legal receber uma visita, bater um papo, se distrair um pouco, tirar o foco da doença.

Falando em ocorrência, informe aos idiotas que mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo estão com depressão. No Brasil, quase 12 milhões. Fora as pessoas que não têm acesso a tratamentos e não entram nas estatísticas ou que, apesar de doentes, optam por não se tratarem.

É muito comum que nós, os deprimidos, mudemos nossa visão do mundo após passar pela depressão. Comigo foi assim e, se é seu caso, compartilhe suas novas ideias, práticas e perspectivas. Conte para os idiotas que, após a depressão, passamos a nos interessar mais por saúde e bem-estar. Começamos novas atividades esportivas, mudamos nossos hábitos, deixamos de consumir drogas – inclusive a mais consumida, o álcool –, alteramos nossa cultura alimentar e nos conectamos melhor conosco e com o mundo. Às vezes os idiotas criticam, dizem que mudamos muito, que não queremos saber mais disso ou daquilo. Peça a eles que sejam só um pouquinho menos idiotas e guardem suas críticas para si.

Agora, se depois de todas as explicações acerca da depressão, os idiotas continuarem corroendo o mundo com suas idiotices, exclua-os da sua vida. Ninguém precisa ter esse tipo de gente intoxicando a nova realidade de quem passou por um episódio de depressão e venceu o desafio. Nossa vida está cheia de idiotas, inclusive entre amigos e familiares bem próximos. Se você está deprimido, em tratamento ou passou por uma crise de depressão e se recuperou, não se sinta culpado por manter a distância segura e necessária dessas pessoas, a fim de valorizar e promover o seu bem-estar. Continue em seu caminho de aprendizado, criação e amadurecimento, ciente de que fez o seu melhor para livrar o mundo de, ao menos, uma porção da idiotice.

Foto: Bigstock (https://www.thetruthaboutguns.com/city-officials-can-only-preach-more-gun-control-to-do-something-about-soaring-violent-crime/)

– Executivos reduzem o tempo de trabalho para poderem exercer com mais tempo a… Paternidade!

Estou com essa turma e não abro mão: na Alemanha, homens, com importantes cargos profissionais, fazem de tudo para poder conseguir um tempinho a mais com seus filhos. Sacrifício e ao mesmo tempo, prazer recompensador!

Extraído de:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,homem-alemao-troca-cargo-por-familia-,1114810,0.htm

HOMEM ALEMÃO TROCA CARGO POR FAMÍLIA

Executivos em posições de liderança em bancos e em órgãos do governo pedem demissão ou trabalham meio período para cuidar dos filhos

Por Susanne Amann , Simone Salden / Der Spiegel

No passado, as políticas alemãs relativas às famílias dos empregados eram mais voltadas às mulheres, mas a situação vem mudando. Os homens também começam a exigir condições de trabalho mais flexíveis para equilibrar seus deveres de trabalho e com a família – e isso vem forçando grandes mudanças da cultura corporativa.

Há alguns anos, Gerd Göbel provavelmente seria considerado um irracional por muitos diretores de recursos humanos. E possivelmente deixaria também os colegas surpresos. Göbel tem uma carreira bem-sucedida no segundo maior banco da Alemanha, o Commerzbank, onde chefia uma equipe de administração de ativos e portfólio. E trabalha em tempo parcial porque tem uma filha ainda muito pequena.

Quando a menina nasceu, há três anos, o executivo de 47 anos reduziu suas horas de trabalho para 40% do total; depois aumentou para 60% e mais recentemente para 80%. Na sua divisão, que tem 80 funcionários, ele foi o primeiro pai a tirar uma licença paternidade e o primeiro a desistir de uma posição que exige horário integral.

“Na época, claro que me perguntei se seria possível trabalhar em tempo parcial em um cargo de liderança”, diz ele, que chefia uma equipe de cinco pessoas. Mas seu experimento foi bem-sucedido e ele continua a passar um dia útil em casa, embora possa ser encontrado pelo telefone celular.

Göbel ainda é exceção. Mas o fato é que ele é um dos muitos pais que não se satisfazem mais em trabalhar a semana inteira e ver os filhos só nos fins de semana. Quando Jörg Asmussen se demitiu do seu posto de alto nível como membro da diretoria executiva do Banco Central Europeu, em meados de dezembro, ele citou a “família” e os “dois filhos ainda bebês” como o motivo. Considerações familiares também teriam sido fator decisivo para o fim surpreendente da carreira de Roland Pofalla, durante anos um dos homens mais influentes do governo Angela Merkel.

Mudanças. Na Alemanha em geral os homens ainda representam pouco menos de 20% de todos os indivíduos que trabalham em tempo parcial, mas este porcentual cresce rapidamente. A proporção de homens que trabalham meio período mais do que dobrou em dez anos, ao passo que a de mulheres cresceu em torno de 30%.

No pacto de coalizão recentemente concluído pelo governo da Alemanha foi inserido, pela primeira vez na história do país, um capítulo que trata do papel dos “pais ativos” e um apelo no sentido de “melhores condições que permitam que pais e mães compartilhem as obrigações profissionais e familiares de modo equitativo”.

A pressão por mudanças vem crescendo, com as empresas ainda lutando para encontrar e reter bons empregados. Já não basta mais oferecer aos funcionários uma creche na empresa. Pesquisas com os pais mostram que a possibilidade de manter uma carreira compatível com a vida privada aumenta enormemente a motivação para o trabalho e a fidelidade ao patrão.

Gestores de recursos humanos também reconhecem que o fato de estar ativamente envolvido na educação dos filhos também é benéfico para o progresso profissional de um indivíduo, já que pais que trabalham sempre são mais sociáveis e costumam organizar a carga de trabalho de maneira eficiente.

Os homens avaliam as políticas corporativas para famílias de forma mais negativa do que as mulheres. Para 85% deles, as políticas das empresas nesse setor são mais direcionadas às colegas do sexo feminino. Foi o que revelou um estudo feito pela A.T. Kearney que será publicado este mês. “As empresas precisam agir. Necessitamos urgentemente de novos modelos de modo a reformular inteiramente o trabalho”, disse Martin Sonnenschein, diretor da A.T. Kearney para a Europa Central.

Iniciativas. A gigante da engenharia Bosch é uma das que se esforçam para incluir os homens nas políticas de família. A empresa oferece a seus funcionários não só a possibilidade de “tempo de trabalho flexível” ou em meio período, mas os incentiva expressamente a trabalhar a partir de outros locais.

Os executivos têm permissão para organizar seus horários como preferirem, desde que produzam resultados – um projeto inicial pôs cem executivos para trabalhar de casa. Redes internas, como “papas@bosch” (“papais na Bosch”), auxiliam a troca de informações.

Os executivos estão embarcando nas possibilidades oferecidas, mesmo quando estão em cargos considerados chave pelas organizações. Lutz Cauers, de 49 anos, é um bom exemplo dessa tendência. Ele é diretor do departamento de auditoria interna da Deutsche Bahn, empresa ferroviária alemã.

Ele é responsável por mais de 100 empregados e se reporta diretamente ao presidente da companhia. Cauers tem escritório em Berlim e um segundo em Frankfurt. Ele controla também três outras bases na Alemanha e mais quatro na Europa, Ásia e Estados Unidos. Mas centralizou sua vida em Nuremberg, onde vivem a mulher e os três filhos.

Atualmente ele está montando um escritório numa empresa afiliada em Nuremberg e passa pelo menos uma noite da semana com a família. E com frequência pega um avião no início da manhã para Berlim ou o trem para Frankfurt. Se necessário, leva os filhos com ele para o escritório.

“Minha mulher tem uma empresa de médio porte, portanto é claro que ela não consegue cuidar da casa sozinha”, disse ele. “E eu não gostaria disso também. Quero ver meus filhos crescerem.”

Flexibilidade. Um número crescente de homens pretende seguir o caminho escolhido por Cauers e as empresas vêm reagindo a isso. A aérea Lufthansa, há anos, oferece a seus 70 mil funcionários a possibilidade de trabalharem meio período. Mas diz ter percebido que só isso não é mais suficiente.

Bettina Volkens é diretora de recursos humanos do grupo Lufthansa e também mãe de duas crianças. “Contratos de trabalho que não têm flexibilidade não funcionam mais”, diz ela, explicando que a empresa tem de se envolver diretamente com os problemas dos funcionários. A meta de Bettina é tornar a cultura da empresa mais aberta a modelos de contrato de trabalho ainda mais flexíveis.

Parte disso é o projeto piloto chamado “Novo Espaço de Trabalho”, em que 80 empregados da área de recursos humanos compartilham 50 estações de trabalho. Mesmo os executivos sentam em mesas diferentes a cada dia. “Os empregados podem trabalhar às vezes a partir de casa. “A ideia é incentivar isso”, diz Bettina. / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO

Homens estão passando mais tempo com seus filhos, mas licença-paternidade  estendida só é realidade em 12% das empresas – 4DADDY

Imagem extraída de: https://4daddy.com.br/homens-estao-passando-mais-tempo-com-seus-filhos-mas-licenca-paternidade-estendida-so-e-realidade-em-12-das-empresas/

– Novembro Roxo em defesa dos bebês prematuros!

No dia 17 de Novembro, celebrou-se o Dia Mundial da Prematuridade. Por isso, no mês de Novembro celebra-se (além do Novembro Azul de Prevenção dos Câncer de Próstata) o Roxo, para a conscientização da importância em dar atenção aos bebês que nascem antes do tempo.

Uma campanha bem bacana, tempos atrás, foi a de um hospital que, para chamar a atenção da causa, resolveu vestir as crianças de super-heróis.

Abaixo, extraído de: https://www.nsctotal.com.br/colunistas/dagmara-spautz/bebes-prematuros-viram-super-herois-no-hospital-marieta

BEBÊS PREMATUROS VIRAM SUPER-HERÓIS

por Dagmara Spautz

Oito bebês prematuros que receberam cuidados na UTI neonatal do Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, ganharam uma sessão de fotos especial. Vestidos de mini super-heróis, eles celebraram a vitória na batalha pela vida. As fotos serão expostas pelo hospital no próximo sábado (30), para lembrar o Dia Mundial da Prematuridade, comemorado no dia 17 deste mês.

As imagens são da fotógrafa Ellen Mendes, do projeto Ver Nascer, e foram feitas na última semana. A maior parte dos pequenos super-heróis fotografados já teve alta.

Taxa de sobrevida

A prematuridade ainda é uma das principais causas de morte entre crianças com menos de um ano de idade. No Brasil, a cada 10 minutos nascem seis bebês prematuros – 340 mil por ano.

No Marieta, que é o maior hospital da região de Itajaí, a taxa de sobrevida para crianças que nascem pesando menos de um quilo é de 80%. Entre os bebês com mais de um quilo, 95% sobrevivem. O índice é considerado referência.

De acordo com o pediatra da UTI Neonatal do hospital, Roque Antônio Foresti, fumar durante a gravidez, estar acima do peso ou deixar de fazer o acompanhamento pré-natal são fatores que aumentam o risco de ter um bebê prematuro.

A UTI neonatal do Hospital Marieta segue recomendações internacionais no tratamento dos bebês, incentivando as mães para que permaneçam junto da criança.

– Mesmo quando o bebê está na incubadora, incentivamos as mães a estarem próximas, cantando para a criança, fazendo com que ele sinta a presença dela. E assim que a criança estiver estável, já pode ter o contato pele a pele, que além das melhoras científicas, ainda traz um vínculo muito forte entre a criança e a mãe – diz o pediatra.

No sábado, além da exposição fotográfica, 20 mamães com seus bebês que nasceram prematuros e passaram pela UTI neonatal retornarão ao hospital para uma confraternização. Entre as atividades programadas, vão conhecer as voluntárias que produzem “amigurumis” – pequenos polvos de crochê que são doados aos bebês.

Imagem extraída de: http://www.fhemig.mg.gov.br/noticias/1965-mov-celebra-novembro-roxo-com-programacao-especial-sobre-prematuridade

 

– As qualificações e aprendizados que nós devemos obter e nem as máquinas conseguem!

Não somos robôs feitos com perfeição e precisão indiscutíveis e/ou infalíveis. Somos seres humanos que precisamos aprender a viver com as adversidades inevitáveis na vida pessoal e profissional.

Compartilho esse ótimo artigo a respeito deste assunto:

Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/competências-que-os-robôs-não-têm-milton-beck/?trk=eml-email_feed_ecosystem_digest_01-recommended_articles-4-Unknown&midToken=AQEuiQ98yJUGTQ&fromEmail=fromEmail&ut=1GN6o5fM9RY8s1

AS COMPETÊNCIAS QUE OS ROBÔS NÃO TÊM

Por Milton Beck

O avanço da tecnologia não dispensa as habilidades unicamente humanas – e nada melhor do que a vida real para nos preparar para um mundo mais integrado.

Há conversas que, mesmo informais, levam a reflexões sobre temas profundos, urgentes e complexos. Lembro-me de um diálogo descontraído em um almoço com dois amigos alguns anos atrás. Todos tínhamos trabalhado em empresas de tecnologia juntos e comentávamos episódios profissionais, quando um deles falou, orgulhoso:

“Nunca deixei de cumprir um orçamento na vida! Sempre atingi minhas metas.” 

O outro amigo, que ocupava um cargo mais alto do que nós dois, nos surpreendeu com sua resposta.

“Que pena. Se tivesse passado pela experiência de não atingir suas metas teria aprendido com isso e, certamente, seria um profissional ainda melhor.” 

Na hora, aquilo me fez pensar. Aquele almoço voltou à minha mente, enquanto assistia ao episódio Kintsugi, da série The Man in the High Castle. Eu não conhecia essa palavra japonesa, tampouco seu significado. Trata-se de uma técnica de reparação de peças de cerâmica quebradas, a partir da junção dos pedaços usando um verniz polvilhado com ouro, deixando à mostra as “cicatrizes” do objeto. Depois da reconstituição, muitas peças se tornam mais valiosas do que eram originalmente.

O Kintsugi é também uma filosofia de vida que parte do princípio de que erros e adversidades são inevitáveis. Diante delas, o que podemos fazer é recuperar a ordem interna e aprender a viver com suas marcas. Como diz uma das personagens no episódio: “Imperfeições podem ser belas”.

O que capturou a minha atenção naquelas cenas foi a reflexão sobre a valoração de algo a partir do erro. Da experiência. Em vez de tentarmos apagar os tombos de nosso currículo, o Kintsugi sugere que incorporemos os aprendizados e sigamos em frente melhores do que éramos antes da quebra.

A verdade é que, no ambiente corporativo, não costumamos lidar bem com erros. O orgulho do meu amigo sobre seu bom desempenho é compreensível. Nutrimos a crença de que quanto menos erramos, melhor somos. Mas isso não é a realidade. Cair e levantar pode nos ensinar, na prática, sobre resiliência e nos ajudar a desenvolver empatia pela situação de outras pessoas.

BIG DATA E OLHO NO OLHO

O tema voltou à minha mente pela terceira vez recentemente, quando vi os resultados de uma pesquisa conduzida pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (IDB) em parceria com o LinkedIn. O estudo se baseou em pessoas que usam a nossa plataforma em dez países, incluindo o Brasil. O objetivo era identificar as mudanças no universo do trabalho – e como elas estão afetando as competências que se esperam dos profissionais de diferentes áreas. O estudo, que abrangeu 50 mil habilidades, trouxe algumas revelações que corroboram a tese do meu amigo sobre a importância do erro.

As profissões ligadas à tecnologia, como desenvolvedor de software, analista de segurança da informação e webdesign, aparecem como uma forte tendência de crescimento na pesquisa. Isso não significa que os robôs e softwares de inteligência artificial tomarão conta de todos os postos de trabalho – como teme uma parcela significativa dos trabalhadores brasileiros. Falado isso, os empregos serão sim transformados, mas o que deve direcionar essa transformação são as habilidades que só a experiência humana pode desenvolver.

As funções na área de TI que mais devem crescer são aquelas que demandam qualidades tipicamente humanas – entre elas, estão as habilidades transferíveis, isto é, que podem ser adaptadas de um setor para outro. Por exemplo, a capacidade de analisar um cenário complexo, de se adaptar, planejar e gerir uma estratégia de negócio, ainda que não se conheça profundamente a parte técnica do trabalho. As habilidades transferíveis ajudam os profissionais a encontrar soluções criativas para os desafios da empresa, e a identificar oportunidades de carreira fora de seu escopo tradicional.

Cruzar informações de diferentes fontes, fazer associações entre dados de diferentes mercados, ter a sensibilidade para reconhecer talentos e saber gerir grupos multidisciplinares são habilidades chamadas de soft skills (ou habilidades comportamentais). Elas são tão urgentes quanto as de automação de atividades. Não podemos subestimá-las por serem menos objetivas. É justamente sua natureza “fora da caixa” que as torna valiosas.

Isso não significa que as hard skills – habilidades técnicas – deixarão de ser importantes. Elas são (e continuarão sendo) básicas para a maior parte das profissões. Sem entender do negócio é difícil ser um bom profissional. O efeito colateral da supervalorização das soft skills é dar a impressão de que basta saber se relacionar para tomar as melhores decisões. Não é isso.

A tecnologia continuará a avançar pela maior parte das áreas corporativas, substituindo o ser humano em tarefas como pesquisa de dados e identificações de padrões. Mas, com mais informações na mesa, se torna ainda mais necessário ter uma cabeça pensante e um olhar sensível para tomar decisões. E para lapidar essas capacidades unicamente humanas, meu amigo tem razão: poucas coisas ensinam mais do que um tombo no mundo real.

Universidade de Tóquio desenvolve robô que se mexe como humano | Notícias |  TechTudo

Imagem extraída de: https://www.techtudo.com.br/noticias/2012/12/universidade-de-toquio-desenvolve-robo-que-se-mexe-como-humano.ghtml (Kenshiro é o robô mais próximo de um ser humano atualmente (Foto: Reprodução/IEEE Spectrum) — Foto: TechTudo)

– Dia Mundial da Prematuridade.

Somente as famílias que têm filhos prematuros, entenderão: são eles a motivação para a vitória, o desencadear de uma nova visão de mundo, o amar incondicionalmente como uma questão de naturalidade.

Neste dia 17, onde se reflete sobre a questão da prematuridade, que as autoridades possam pensar um pouco mais em políticas públicas aos prematuros carentes.

17 de novembro: Dia Mundial da Prematuridade - Escoteiros SP

Foto-Arte extraída de: https://www.escoteirossp.org.br/17-de-novembro-dia-mundial-da-prematuridade/

– A administração do tempo na vida pessoal e profissional.

Há certos momentos em que paramos para refletir o que vale a pena em nossas vidas. A busca do sucesso, de vaidade, dos rótulos…

O que interessa a cada pessoa, de fato, é muito pessoal e subjetivo. Para nós, administradores de empresas, a grande dificuldade é conciliar as atividades profissionais, os compromissos, os interesses pessoais e a família.

Ricardo Diniz, empreendedor, ex-presidente da Associação Comercial de Jundiaí e colunista do agora extinto Jornal Bom Dia, escreveu há 9 anos um texto que resume muito bem tudo isso: o que é urgente, hoje, para nós?

E ele nos lembra: quantas mensagens e emails respondemos por dia? Temos tempo para os entes queridos? Descansamos? É tanta informação num mundo tão dinâmico, que os alunos em qualquer graduação já estão desatualizados na metade do curso! Ou, mais assustador: lendo uma semana de jornal, podemos ter mais informações do que os cidadão do século XVIII tiveram!

Compartilho o excepcional artigo (que se mantém bem atual) e deixando ele próprio como reflexão:

O QUE É URGENTE?

Em cima da mesa, ou mesmo no bolso, como quase sempre está, meu celular, pelo menos 40 vezes ao dia, faz aquele toque uníssono fácil de identificar, mensagem! Normalmente, um convite do facebook, e-mail ou sms.

Nos assuntos, vejo palavras chaves: importante, urgente, aguardo resposta, aprovação…

Quando é e como é que as coisas se tornaram tão imediatas assim?

Até bem pouco tempo atrás, havia tempo para tudo: estudar, trabalhar, ficar com a família, ler, ver TV, ter uma atividade extra, fazer um trabalho voluntário. Como dizia o poeta, Renato Russo, “antes eu sonhava e agora já não durmo”.

E é bem assim que a maioria da população se sente, sempre atrasada, perdendo hora.

A tecnologia, que na teoria foi criada para facilitar o trabalho e diminuir o tempo das tarefas, paradoxalmente, tem acelerado o dia a dia, dando a impressão de que o tempo voa.

Veja só, dia desses vi em um vídeo da internet que em uma semana lendo o The New York Times você obtém mais informação do que em uma vida inteira no século 18. E ainda, que a quantidade de informação técnica está dobrando a cada dois anos, então, para um aluno iniciando um curso de quatro anos, metade do que aprendeu no primeiro ano estará desatualizado no terceiro ano de estudo.

Sem desconsiderar as necessidades materiais que a vida exige, trazendo para nós essa euforia para alcançar o sucesso, e falo isso para mim mesmo, acredito ser necessário estabelecer prioridades que vão além do “ter”.

E você, se tivesse que enumerar suas urgências, sua família estaria entre elas?

Novas medições de relógio nuclear podem dar mudanças de tempo mais precisas ao redor do mundo - iStock

Imagem extraída de: iStock

– Coincidências, Providências, Acasos ou Condicionamentos?

A vida é cheia de coincidências corriqueiras ou providências divinas?

As oportunidades são casuais, são ofertadas por merecimento ou, ainda, são por generosidade, onde somos agraciados?

Um texto sensacional, abaixo, extraído de: https://is.gd/create.php

COINCIDÊNCIAS NÃO EXISTEM, SÃO TRUQUES QUE DEUS FAZ PARA NÃO TER QUE EXPLICAR MUITO

por José Renato Sátiro Santiago

Quantas vezes uma série de fatos ou situações acontecem em uma surpreendente sequência ou, até mesmo, simultaneamente, de forma a contribuir com que algo se concretize?

Por outro lado, quantas vezes outras tantas situações tendem a surgir em nossas vidas para fazer exatamente o oposto, dificultar que algo seja realizado?
Quer seja para o bem ou mal, não é raro que em certos momentos passe pelas nossas cabeças, que algumas vezes, o “universo” conspira para que isso ou aquilo ocorra.

Há uma palavra que pode sintetizar tudo isso, segundo a maioria de nossos dicionários, coincidência.

Se pensarmos com um pouco mais de atenção, não será difícil chegarmos à conclusão que não existe muito cabimento em se atribuir a ela, a coincidência, a responsabilidade por estes fatos ou situações.

Seja de qual natureza for, a verdade é que sempre há uma explicação para tudo que acontece em nossas vidas, quer seja individualmente, em nossos meios pessoais ou profissionais, ou junto aos grupos dos quais fazemos parte.

O fato de “nada acontecer por acaso” é muito mais que uma simples frase com viés conformista, e sim, às vezes, uma dura realidade com a qual temos que viver, por mais que, até mesmo, não consigamos entender os motivos que as proporcionaram.

Acreditar em coincidências, no entanto, é algo sobre o qual todos temos direito. Mesmo porque também é verdade que existem pessoas que creem em coisas tão mais inacreditáveis, que apenas a fé, algo muito pessoal, pode explicar. E quando a fé entra em campo, melhor não duvidar de nada, não é mesmo?

Por outro lado, o fato de acreditar ou não em certas coisas, costuma não ter grande relevância, tão pouco poder de mudar a veracidade dos fatos, e sequer servem de embasamento muitas questões que nos cercam.

Algumas décadas atrás, o imortal Albert Einstein chegou a desenvolver estudos que permitissem identificar evidências objetivas que explicassem cientificamente a coincidência.

Para tal, adotou como premissa básica a existência de pontos e/ou questões comum a cerca de um grupo de atividades que fazia parte do seu dia a dia. A partir daí passou a desdobrar cada uma delas, em subgrupos menores formados por elementos que, eventualmente, pudessem ter outros temas em comum entre eles, algumas vezes de forma unilateral.

A intenção inicial de definir os limites do estudo acabou não se tornando possível principalmente por conta do alto nível de complexidade em se estabelecer, minimamente, uma regra que subsidiasse sua existência, que permitisse a estruturação de um algoritmo.

Ainda assim Einstein não seu deu por vencido, e após anos de estudo passou a acreditar e explicitar junto aos seus, que “coincidência era a maneira que Deus tinha encontrado para permanecer no anonimato”.

Difícil acreditar que um cientista como Einstein tenha atribuído ao Divino a presença da coincidência em nossas vidas. Mas diante os resultados apresentados por suas pesquisas, o que realmente o teria levado a isso? Teria sido o caminho mais cômodo?

Cá entre nós, isto pouco importa, mesmo porque não contribui em nada para que acreditemos na existência da coincidência em nossas vidas. Ainda mais por uma questão simples de explicar: “o fato de não termos explicação sobre algo, não impede nem ajuda que este algo aconteça.”

Tudo que acontece em nossa vida, ocorre por conta de algum motivo e devido a algum esforço, ciente ou não.

Todo resultado obtido se origina de uma intenção, explicita ou não, de alcança-lo.

Nem sempre os resultados obtidos possuem uma estreita relação com os objetivos esperados em uma atividade, processo ou projeto do qual fazemos parte. Diante disso, sem querer desmentir Einstein, atribuir a Deus, algo que seja factível de acontecer, talvez não tivesse sido necessário. Tão pouco o universo tem tempo para conspirar ou não algo a nosso favor ou contra.

As coisas, todas elas, acontecem como resultado de esforços em prol delas, assim como o contrário também é fato. E sempre há um aprendizado embutido neste pacote.

Assim como é verdade que sempre temos ciência sobre porque cada coisa acontece, por mais que preferimos manter este entendimento, na maioria das vezes, restrito a nossa mente. Talvez mero mecanismo de autodefesa.

Sendo assim, que deixemos as coincidências para outro mundo, o das fábulas poderia ser um bom destino.

Resultado de imagem para coincidência

Imagem extraída de: https://jrmcoaching.com.br/blog/coincidencia-nao-existe/