– Magazine Luiza versus Amazon?

A gigante americana Amazon começará a vender eletro-eletrônicos com mais força no Brasil. E sabe quem está se preparando para a “guerra no mercado” com ela? O Magazine Luiza!

Leia que interessante a entrevista, abaixo, do presidente da empresa (e um dos herdeiros) Frederico Trajano.

Extraído de: Isto é Dinheiro, em Linkedin Pulse (https://www.linkedin.com/pulse/como-o-magazine-luiza-pretende-enfrentar-amazon-ralphe-manzoni-jr-/?trk=eml-email_feed_ecosystem_digest_01-recommended_articles-4-Unknown&midToken=AQEuiQ98yJUGTQ&fromEmail=fromEmail&ut=30dinB6xr4ETY1)

COMO O MAGAZINE LUIZA PRETENDE ENFRENTAR A AMAZON?

Por Ralphe Manzoni Jr

A expansão da operação brasileira da Amazon, que reforçou sua área de eletrônicos no Brasil, provocou reações por todas as partes.

O presidente da Magazine Luiza, Frederico Trajano, falou sobre a Amazon. Sem citar o nome da rival, ele disse que o ponto forte da operação varejista que dirige são os pontos físicos.

“O que para muito gente é um passivo, para nós é um ativo”, disse Fred, como ele é chamado, referindo-se as lojas do Magazine Luiza.

A declaração foi feita durante o BlastU, festival de tecnologia e empreendedorismo, que aconteceu em São Paulo, na terça-feira 16. Fred participou de um debate nesta manhã.

Durante sua apresentação, Fred mostrou a estratégia digital do Magazine Luiza, reforçando que sua vantagem é a integração de loja online com loja física. “Pode parecer um contrassenso, mas meu modelo foi desenhado dessa forma.”

Referindo-se ao Prime, modelo de assinatura anual no qual o consumidor da Amazon ganha uma série de benefícios, inclusive frete grátis, Fred afirmou que hoje é possível receber um produto comprado no site, sem pagar frete, retirando-o numa loja física em até 48 horas.

Um dos trunfos do Magazine Luiza para enfrentar a Amazon é o seu marketplace, em que terceiros podem vender seus produtos pelo site da empresa.

No ano passado, o comércio eletrônico do Magazine Luiza vendia apenas 40 mil produtos. Com introdução de terceiros, esse número saltou para mais de 1 milhão. Atualmente, 500 parceiros participam do marketplace.

Durante a sua apresentação, um slide que passou sem ser notado pela maioria da audiência mostrava como deveria avançar o marketplace do Magazine.

A partir de 2018, segundo esse slide, o Magazine deve permitir a integração de seus parceiros de vendas com as lojas físicas. A rede varejista deverá vender anúncios, contará com um meio de pagamento próprio e poderá gerenciar o inventário de seus parceiros.

Questionado para detalhar essas informações, Fred não quis fazer comentários, alegando que estava em período de silêncio.

Atualmente, o comércio eletrônico já representa 30% da receita do Magazine Luiza, algo em torno de R$ 4 bilhões. Em suas contas, a Amazon deve faturar cerca de R$ 200 milhões neste ano no Brasil.

Fred também mostrou números robustos sobre a audiência do Magazine Luiza. Segundo ele, o aplicativo é acessado por sete milhões de pessoas mensalmente. O site, por sua vez, tem uma audiência mensal de 30 milhões. Aproximadamente 2 milhões de pessoas realizam uma compra no e-commerce da empresa todo mês.

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– A Ciência em vender… Chicletes!

Administradores devem ter embasamento científico, feeling e prática do ofício, certo?

Ok, Isso serve para tudo. Até mesmo para vender um simples… Chiclete!

Compartilho ótimo texto da Época Negócios (clique aqui para a citação) sobre a Cadburry, maior fabricante de guloseimas do mundo (do Bubbaloo, Halls e Trident).

A CIÊNCIA DE VENDER CHICLETES

Por Marcos Todeschini

Há um clima de seriedade no ar. Ele contrasta com a sala descontraída, decorada com sofás brancos, pufes coloridos e balões pendurados na parede, nas cores azul, amarelo e verde. Qualquer semelhança com a bandeira do Brasil não é mera coincidência – é demarcação de território. A sala pertence à filial brasileira da maior fabricante de chicletes e confeitos do mundo, a britânica Cadbury. Uma gigante de R$ 28 bilhões, é dona de marcas como Bubbaloo, Trident, Halls e Chiclets, que virou sinônimo de goma de mascar. A operação no Brasil é uma das mais bem-sucedidas das 35 filiais mundo afora. E é no interior de salas festivas e coloridas que surgem muitas das ideias que serão implementadas pela empresa por aqui e lá fora. Numa delas estão reunidas 16 pessoas cuja opinião é crucial para a definição dos negócios para o próximo ano, como sabores a serem lançados, estratégias para vencer a concorrência e até o website que será colocado no ar durante a Copa do Mundo de 2010.

Numa das paredes, uma funcionária mostra um projeto de site, depois outro e mais outro. Todas são convidados a opinar. Uma diz: “Acho que vocês abusaram das cores quentes”. Outra desdenha: “Você percebe de longe que este desenho é computadorizado”. Uma terceira é enfática: “A primeira versão está poluída de informações”.

Cores quentes, desenho computadorizado, poluição de informações. As respostas mostram que aquela turma sabe do que está falando. Mas o que chama a atenção é o fato de ninguém daquele grupo de “especialistas” ter mais de 14 anos de idade. São crianças selecionadas em escolas particulares de São Paulo para fazer parte da Galera Bubbaloo. Elas se reúnem uma vez a cada dois meses em encontros que duram uma tarde inteira, orientados por profissionais e psicólogos que, prancheta em punho, anotam tudo o que dizem. Os selecionados têm um perfil específico: são bons alunos, têm influência entre os amigos, estão altamente conectados – e, claro, estão sempre com um chiclete na boca. Por causa disso, seus palpites valem ouro. O grupo ajuda a Cadbury a saber quais novidades podem dar certo e no que apostar. Serve ainda como termômetro para apontar as gírias, as tendências e os assuntos mais falados entre garotos e garotas na faixa de 12 a 14 anos. “O objetivo maior é fazer com que nossos consumidores sejam também nossos fãs”, diz Oswaldo Nardinelli, presidente da Cadbury no Brasil.

Quando quer conhecer melhor o consumidor e antecipar as próximas tendências, a maior parte das empresas parte para duas frentes. De um lado, encomendam pesquisas quantitativas, que submetem um grande número de entrevistados a perguntas objetivas. De outro, apostam nos levantamentos qualitativos, que geralmente acontecem em uma sala espelhada. Atrás do vidro, diretores e gerentes veem como o consumidor interage com o produto. A Cadbury deu um passo adiante nesse processo. Além das pesquisas convencionais, a área recorre também a “grupos de imersão”, dos quais faz parte a Galera Bubbaloo. Neles, as pessoas interagem num ambiente mais próximo da vida real, algo difícil de obter em um laboratório com paredes espelhadas. No lugar de reunir estranhos durante algumas horas, os escolhidos se encontram com regularidade, formando uma turma de amigos. “Eles são nossos olhos e ouvidos dentro de sua faixa etária. Os encontros nos ajudam a ter um entendimento profundo do público-alvo”, diz Alberto Kok, responsável pelo Consumer & Business Insights, departamento em que são feitas as pesquisas de imersão para a América do Sul.

O Consumer & Business Insights está subordinado à diretoria de marketing da Cadbury e existe em todas as filiais da empresa no mundo. Há liberdade total para trabalhar e tudo o que é realizado em um país está acessível aos demais. A equipe brasileira desenvolveu a metodologia para as pesquisas de imersão. Deu tão certo que no ano que vem ela deverá se estender a outros três países. A tarefa de Kok e dos três integrantes de sua equipe é bem clara: fazer um raio X dos consumidores e gerir novas ideias.

Uma área como o Consumer & Business Insights tem papel-chave para imprimir dinamismo ao processo de inovação, fundamental em empresas como a Cadbury, em que 20% do faturamento anual provém de produtos lançados no ano. Como os encontros ocorrem a cada dois meses, é possível testar e colocar à prova quaisquer novas ideias de maneira muito rápida. E também ter uma resposta imediata sobre o que acontece no mundo de seus consumidores. “Eles nos chamam no MSN até para contar coisas bem pessoais, como o primeiro beijo”, diz Ana Amélia De Cesaro, da Play, consultoria de pesquisa contratada para dar apoio à área.

As ideias surgidas nessas conversas têm sido fundamentais para o sucesso de uma companhia gerida por gente grande, pensada por gente grande, mas cujo desempenho depende do público infanto-juvenil. É possível, assim, planejar estratégias de curto, médio e longo prazos com segurança. “Já sabemos hoje os novos formatos de gomas de mascar que lançaremos em 2012”, diz Nardinelli. O mais recente lançamento da linha Trident, por exemplo, é resultado de conversas desse tipo, mas com pessoas de outra faixa etária. O Trident Global Connections, uma caixinha preta estilosa contendo 14 gomas de mascar, surgiu quando a Cadbury percebeu a demanda por um formato de embalagem mais sofisticado, que permitisse oferecer a goma de mascar aos amigos na balada. No lugar de chamar a atenção para os sabores, as caixas são temáticas, com desenhos que remetem à noite em grandes capitais do mundo. O projeto levou tempo para se concretizar. Demorou dois anos para chegar ao consumidor porque foi preciso encomendar uma máquina nova para a produção dos chicletes – 20% maiores do que os comuns – e das caixas.

Mas quando a inovação se refere apenas à mudança de sabores, a ideia demora menos de três meses para chegar às prateleiras. “Os jovens são o público mais sedento por novidades. Por isso, ser dinâmico no lançamento de produtos é fundamental para se destacar nessa indústria”, diz o consultor inglês Martin Deboo, da Investec Securities.

Com faturamento anual estimado em R$ 600 milhões, a Cadbury no Brasil dobrou de tamanho nos últimos quatro anos, e a meta é que dobre mais uma vez até 2012. Nem sempre o que os adultos consideram bom ou ruim está de acordo com a opinião do público infanto-juvenil. Daí a importância de antes testar os sabores à exaustão, inclusive as opções que poderiam parecer estranhas à primeira vista, como uma goma de brigadeiro, uma novidade recente. A Cadbury tinha dúvidas e muitos achavam que as chances de emplacar eram pequenas, por ser doce demais. Mas as crianças do grupo adoraram. A empresa resolveu, então, apostar. Resultado: o chiclete foi um dos maiores sucessos daquela safra de lançamentos. Da mesma forma, havia dúvidas, entre os adultos, se as crianças aceitariam bem um chiclete de alta acidez. Mas elas gostaram. Menos pelo sabor e mais pelo fato de o chiclete se transformar numa brincadeira: ele gera competições sobre quem aguenta mascar por mais tempo ou a maior quantidade. “Seria um grande erro se nos fiássemos somente na perspectiva dos adultos. Não raramente, é o oposto do que as crianças querem”, diz Kok.

O cenário hoje é muito diferente de 20 anos atrás, quando 90% dos sabores concentravam-se basicamente nas categorias tutti frutti ou mentolados. Foi só nos últimos anos que a indústria se sofisticou a ponto de conseguir produzir em larga escala sabores tão distintos quanto musse de limão, melancia ou banana shake. Essa variedade é fundamental para conquistar um público que tem pouca fidelidade a marcas, segundo mostram as pesquisas. “O público jovem prioriza a novidade”, diz Diego Mastrogiovanni, gerente de marketing da Arcor, fabricante do chiclete Poosh, concorrente direto do Bubbaloo.

MARKETING DE GUERRILHA_ Não é fácil criar e manter uma legião de fãs, como quer a Cadbury. Associado a um ritmo dinâmico de inovação, o posicionamento frente ao público-alvo também precisa seguir uma forma específica de comunicação. Além de destinar uma verba para a propaganda tradicional, a companhia investe no chamado marketing de guerrilha. É como são conhecidas as ações que buscam aproveitar ao máximo o impacto de uma campanha e promover um boca a boca.

Um exemplo foi a divulgação de um novo sabor de Trident. Num comercial de TV, uma menina encontra um garoto no metrô. Ela embarca no vagão, a porta se fecha, mas ele fica. Como ela está com o Trident refrescante na boca, dá um sopro na porta, a janela embaça e ela consegue, com isso, escrever o seu número de telefone no vidro. Paralelamente ao comercial, uma campanha de guerrilha entrou em cena para divulgar o conceito em outros meios. A empresa promoveu um encontro às cegas no metrô de Porto Alegre, onde um trem partiu com 24 casais dentro. As meninas ficavam sentadas num banco e, em cada parada, os garotos faziam um rodízio e trocavam de banco, numa espécie de encontro rápido. A campanha chocou os conservadores de plantão. Mas teve um impacto imediato na internet. A ação foi filmada e levada para o YouTube. O vídeo teve meio milhão de acessos. “Se você quer se posicionar como uma marca jovem, não pode ficar só no discurso”, diz Gustavo Fortes, sócio da Espalhe, a primeira agência de marketing de guerrilha do país e responsável pela ação. “Loucuras assim fazem com que haja mais boca a boca e o número de fãs aumente. E só é possível fazer isso com empresas que bancam novidades.”

Outro grande desafio para lidar com a faixa infanto-juvenil diz respeito à informalidade da linguagem. Tome por exemplo o site do Bubbaloo. Na introdução, há uma brincadeira contendo charadas. Uma delas pergunta quantas sementes, em média, há numa fatia de melancia. Depois de clicar em cada uma das três alternativas e descobrir que nenhuma delas é correta, vem a mensagem: “Meu amigo, sabe qual é? É que a gente tá te zoando. Hehe… acha mesmo que alguém parou para contar isso? Fala sério…”.

Na adequação da linguagem, não escapou nem o garoto-propaganda do Bubbaloo, o gato Bubba, criado em 1987. Incitados a pensar e responder como seria o gato Bubba se fosse uma pessoa, a percepção das crianças apontou um velho aposentado. Isso porque usava gravata e óculos demodê e estava fora de forma. A Cadbury acionou de imediato uma equipe para repaginar o gato, que ficou sarado, ganhou óculos modernos e afinou a gravata.

A obsessão por esmiuçar um nicho tão específico de consumidores se justifica. O mercado de gomas de mascar cresceu 64% nos últimos cinco anos na América Latina, movimentando, em 2008, quase US$ 4 bilhões. Cerca de 40% desse valor é obtido no Brasil. Pelo tamanho, o país já seria um mercado de peso. Mesmo sendo hoje o quarto mercado do mundo, há ainda muito para crescer. Argentinos e mexicanos mascam 500 gramas de goma ao ano ante 300 gramas dos brasileiros. “O país tornou-se uma prioridade para a Cadbury. Existe muita possibilidade de crescimento, tanto em termos per capita quanto de mercado, com a ascensão da classe C”, diz Nardinelli. Em se tratando de um país com dimensão continental, não é um desafio pequeno. Poucas marcas de consumo alcançam tantos lugares quanto as gomas de mascar da Cadbury, presentes em cerca de 70% dos 900 mil pontos de venda existentes. Para chegar em alguns rincões escondidos, os produtos levam mais de duas semanas viajando em estradas e barcos para chegar às prateleiras. Isso se deve a um sistema de logística próprio, montado pela Cadbury para conseguir estar na maior parte dos mercados, sejam eles grandes cadeias ou o mercadinho de esquina do bairro.

A preocupação com essa presença maciça deve-se ao fato de que ninguém sai de casa com o objetivo único de comprar uma caixinha de goma de mascar, um dos casos mais extremos de compra por impulso. Por isso, um ponto-chave para o negócio é entender como as pessoas se comportam dentro de um supermercado ou uma padaria.

Pesquisas feitas com câmeras em mais de 100 supermercados mostram, por exemplo, que em 18% das vezes que alguém olha um produto na gôndola ao lado do caixa, ela compra. Mas quando o toca, essa proporção aumenta para 60%. Quanto mais próximo o consumidor está do caixa, mais aumentará sua ansiedade. Nesse exato momento e local é que ocorrem as maiores vendas de chiclete. E é lá que costumam estar os produtos Cadbury. “De nada valeria investir em tecnologia para desenvolver novos produtos se não estivéssemos presentes naquele precioso milésimo de segundo”, afirma Nardinelli. “Queremos fazer da venda de confeitos uma ciência”.

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– O Carro Elétrico está se tornando uma realidade cada vez mais próxima!

Sabia que as montadoras de veículos “tradicionais” do mundo estão cada vez mais investindo pesado na produção de carros híbridos e/ou elétricos?

O motivo é o pesado investimento dos chineses, com apoio do Governo local e muita inovação.

Extraído da Folha de São Paulo, ed 13/10/2017, pg A16, reproduzido do New York Times

VISÃO CHINESA DITA O RITMO DO CARRO ELÉTRICO NO MUNDO

Montadoras aceleram esforços em carros elétricos após aposta da China

Existe um motivo forte para que as montadoras de automóveis de todo o planeta estejam acelerando seus esforços de desenvolvimento de veículos elétricos: a China.

Em um projeto que envolve vastas somas de dinheiro do governo e a visão de que dominará a nova geração de tecnologias, a China se tornou a maior defensora mundial dos carros elétricos.

Esse movimento está forçando as montadoras de automóveis, de Detroit (EUA) a Yokohama (Japão) e de Seul (Coreia do Sul) a Stuttgart (Alemanha), a acelerarem seu ritmo de transformação, sob o risco de serem deixadas para trás no maior mercado mundial de automóveis.

Pequim já determinou que 20% dos carros em circulação na China em 2025 deverão ser acionados por combustíveis alternativos.

No mês passado, o país divulgou novas regras que determinam que as montadoras internacionais ofereçam mais veículos acionados por energia alternativa no mercado local, se quiserem continuar a vender carros convencionais.

Um representante do governo chinês disse recentemente que o gigante asiático terminaria por proibir a venda de carros zero com motores de combustão interna.

“Estamos em uma encruzilhada no desenvolvimento da indústria automobilística nesse país, tendo em mente a escala mundial”, afirmou Jürgen Stackmann, vice-presidente de vendas e marketing da Volkswagen, em visita a Xangai (China).

A China já é a maior fabricante e vendedora de carros elétricos do planeta. Os compradores chineses estão a caminho de adquirir quase 300 mil deles neste ano, três vezes o número que deve ser vendido nos EUA e mais que o total de todo o resto do planeta combinado.

Uma semana atrás, GM e Ford anunciaram planos para acrescentar um total de 33 modelos elétricos às suas linhas. GM e Volkswagen também estão transferindo boa parte de sua pesquisa, desenvolvimento e produção de carros elétricos para a China.

O país também está adotando uma política agressiva para recrutar alguns dos engenheiros eletricistas mais talentosos do mundo, inclusive nos Estados Unidos.

Tudo isso em um momento em que os carros elétricos finalmente estão ficando mais competitivos em desempenho e custo em relação aos movidos a gasolina e diesel.

Em ruas de cidades como Pequim, Xangai e Shenzen, esse tipo de veículo é cada vez mais comum, já que o carro elétrico faz bastante sentido em locais com grande população (e congestionamento) e em que as pessoas têm de percorrer curtas distâncias.

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– Habib’s venderá Esfihas e… Gasolina!

E não é que a Rede de Fast Food Habib’s, de Alberto Saraiva, dono também de um sem-número de restaurantes, resolveu abrir a Rede de Postos de Combustíveis H? E promete vender Gasolina, Etanol e Diesel a preços bem abaixo do mercado.

Extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2017/10/06/posto-combustivel-habibs-promocao-luzes-piscando.htm

POSTO DO HABIB’S TERÁ LUZES PISCANDO PARA AVISAR QUE O PREÇO DO COMBUSTeIVEL ABAIXOU

Famosa por suas esfihas, a rede de fast-food Habib’s agora quer tentar o sucesso abastecendo o tanque dos carros. O grupo inaugurou nesta sexta-feira (6), no Tatuapé, zona leste de São Paulo, seu primeiro posto de combustíveis, o Posto H’.

A rede promete fazer promoções relâmpagos fora dos horários de pico para atrair clientes. Quando o preço baixar, as luzes no teto do posto e uma faixa de LED no piso vão piscar, e o painel digital que marca o preço será alterado com o valor promocional do combustível. Um cronômetro indicará o tempo de duração da promoção, que pode ser 30 minutos ou uma hora.

No dia da inauguração, por exemplo, o posto vendia gasolina comum a R$ 3,399 o litro, etanol a R$ 2,299 e diesel a R$ 3,799. O combustível é fornecido pela BR Distribuidora, da Petrobras.

“De uma hora para outra, a gasolina [que era vendida a R$ 3,399 o litro] pode cair para R$ 3,29 ou até a R$ 3,09, dependendo do momento”, afirmou o presidente e fundador do grupo Habib’s, Alberto Saraiva. “A ideia é fazer a promoção em horários de menor fluxo, tanto de dia como à noite.”

O posto fica em uma área de 2.400 m², que inclui também um restaurante Ragazzo e uma loja de conveniência do Habib’s (vende as tradicionais comidas da rede) com sistema “drive-thru”. A expectativa do grupo é abrir 30 complexos como este no país até 2020.

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– As 10 marcas mais famosas do mundo na atualidade!

Valendo quase 185 bilhões de dólares, a Apple foi eleita a marca mais valiosa do mundo!

Em segundo lugar, está o Google. Medalha de Bronze para a Microsoft. E do quarto ao décimo lugar estão, nessa ordem: Coca-cola, Amazon, Samsung, Toyota, Facebook, Mercedes-Benz e IBM.

Abaixo, extraído de: https://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economia-e-negocios/microsoft-passa-coca-cola-e-vira-3ª-marca-mais-valiosa-do-mundo/ar-AAssXJv

MICROSOFT PASSA COCA-COLA E VIRA 3ª MARCA MAIS VALIOSA DO MUNDO

Apple e Google são as marcas mais valiosas do planeta pelo quinto ano consecutivo, segundo o ranking organizado pela consultoria Interbrand, anunciado nesta segunda-feira (25).

Em terceiro lugar está a Microsoft, que estava em quarto no ano passado e teve uma valorização de 5%. Já a Coca-Cola, que estava no terceiro lugar do ranking em 2016, registrou queda de 5% em seu valor e passou para o quarto lugar.

Depois, estão Amazon, Samsung, Toyota, Facebook, Mercedez-Benz, IBM, GE, McDonald’s, BMW, Disney, Intel, Cisco e Oracle, nessa ordem.

O valor atribuído à Apple é de US$ 184,1 bilhões (R$ 581,8 bilhões), do Google, US$ 141,7 bilhões (R$ 447,8 bilhões), e da Microsoft, US$ 80 bilhões (R$ 252 bilhões).

A marca com maior valorização no ano foi o Facebook, com 48% de crescimento. A empresa foi do 15º lugar para o oitavo e hoje vale US$ 48 bilhões (R$ 152 bilhões).

A Interbrand se baseia em três critérios: o resultado financeiro dos produtos e serviços vendidos sob a marca estudada, o papel da marca e sua influência na escolha do consumidor e a força da marca, ou seja, sua capacidade para criar uma vantagem competitiva e garantir as receitas futuras da empresa.

Nenhuma marca brasileira aparece na pesquisa. As cem marcas mais valiosas do ranking somam US$ 1,9 trilhão (R$ 5,9 trilhões). O varejo é o setor que mais cresceu, seguido de artigos esportivos. Com informações da Folhapress.

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– Festa da Salsicha: o filme não é para crianças!

Os personagens parecem infantis, mas não são. E fica aqui o alerta para os papais e mamães de que a comédia em desenho animado “Sausage Party”, ou se preferir, “Festa da Salsicha”, é um desenho erótico, feito para adultos.

Ele conta a história de “alimentos engraçadinhos” que estão em um supermercado. Há uma pãozinha que se parece com uma vagina, uma salsicha que simula um pênis, uma empadinha feminina bissexual (que encara “linguiça e bacalhau”, segundo ela própria, fazendo alusão vulgar aos nomes popularescos dos órgãos genitais masculino e feminino.

A película é produzida por Seth Rogers (de filmes chamados de “besteirol”, como Superbad e Ligeiramente Grávidos, onde drogas lícitas e ilícitas, além de sexo, são frequentes) e que conta com nomes famosos como James Franco (de “O Homem Aranha”).

Enfim, o filme é pornográfico, libertino e com pansexualismo explícito. Em um momento é personagem feminina com relação sexual com menino, outra hora é bonequinho menino com menino. Dessa forma, não caia na inocência de, ao ver um desenhinho engraçadinho no cartaz, entrar com seus filhos para assisti-lo!

Admito que há gente sabedora que é feito para adultos. Mas nesses tempos tão deturpados, não parece uma arapuca para crianças?

Assista o trailer em: https://youtu.be/9EjeVN1YKEw

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– Teksat ou Tekicel: caia fora dessa armadilha!

Um golpista profissional! A Teksat (Tekicel, de Gerson Clemente) vende seus produtos e não entrega, enrola e embolsa o dinheiro. E se recusa a devolver a grana caso coloque a queixa no Reclame Aqui!

Empresa séria não discute, mas resolve!

Olha que drama, abaixo:

PRODUTO NÃO ENTREGUE. SEM REEMBOLSO

Em 29 de julho de 2017 comprei um receptor Azamérica S1007 Plus acm, no valor de R$ 367,60, a ser entregue em 6 dias via Sedex (valor do frete incluído). Não o recebi, e então mandei mensagens via WhatsApp (que nunca são respondidas). Não há um telefone sequer para contato (o que ele fornece não atende). Via email, após muita insistência e atraso, respondeu que estava com dificuldades de… POSTAGEM! E não conseguiu explicar quais são elas, dando um novo prazo – também não cumprido. Novamente entrei em contato via email, pedi o reembolso e o Gerson Clemente (o proprietário – atendente – vendedor- diretor responsável) só enrolou. Mandei diversas outras mensagens, sem resposta alguma. Hoje é dia 23 de setembro, não entregou o produto, não entra em contato, não houve reembolso. Sumiu, desapareceu, parece picaretagem!
Venho através do Reclame Aqui tentar conseguir meu produto ou o reembolso. Entrarei na Justiça e publicarei uma reportagem nos meus canais de comunicação para que outros não sejam [editado pelo Reclame Aqui] como eu, caso ele não resolva.
Meus dados:
Pedido nº: 84112
Data do pedido: 29/07/2017
Pagamento: Depósito bancário 8% de Desconto
Frete: Sedex – Entrega em até 6 dias úteis
PAGAMENTO VIA TRANSFERÊNCIA PELO BANCO DO BRASIL
AGENCIA – 3257-3
CONTA – 20522-2
GERSON CLEMENTE
CNPJ 26.947.180/0001-07
APÓS PAGAMENTO, COMPROVANTE ENVIADO A VENDAS@TEKSAT.COM.BR PARA CONFIRMAÇÃO.
Confirmou, recebeu, não entregou e não reembolsou.

RESPOSTA DA TEKSAT

Prazos de Envio e Estornos
PRAZO PARA ENVIO DE PEDIDO AOS CORREIOS APOS PAGAMENTO CONFIRMADO
05 A 15 DIAS ÚTEIS APÓS PAGAMENTO CONFIRMADO.
PRAZO PARA CANCELAMENTO E ESTORNO DE PEDIDOS
07 DIAS UTEIS APOS O ENVIO DOS DADOS PARA ESTORNO AO EMAIL VENDAS@TEKSAT.COM.BR
A empresa nao efetua cancelamentos ou estornos com reclamacoes ativas no Reclame aqui.
para que seja cancelado e estornado o pedido o cliente deve desabilitar toda e qualquer reclamacao via reclame aqui e outros sites
enviar os dados bancarios por email vendas@teksat.com.br e aguardar o prazo de ate 7 dias uteis apos solicitado via email.
AO FINALIZAR A COMPRA E PAGAMENTO ESTOU CIENTE QUE A TEKSAT TEM OS PRAZOS ACIMA PARA ENVIO E CANCELAMENTOS

RÉPLICA

Essa resposta é ridícula! Olha quantas reclamações do mesmo teor estão publicadas no Reclame Aqui e o Gerson Clemente, proprietário da TekSat (cujo nome é Tekicel), ousa colocar uma resposta padrão publicada em diversas outras queixas!

1- EU JÁ SOLICITEI O ESTORNO VIA SITE DA TEKSAT, LOGO QUE O PRAZO DE 15 DIAS ESTOUROU, ELE MENTIU QUE ESTAVA COM DIFICULDADE DE POSTAGENS, P[EDIU MAIS 15 DIAS E NÃO ENTREGOU!

2- DEPOIS DE NÃO RECEBER PELA SEGUNDA VEZ, PEDI NOVAMENTE O ESTORNO CONFORME AS ORIENTAÇÕES DA EMPRESA, QUE RECUSA A RESPONDER OS MOTIVOS DA NÃO ENTREGA DO PEDIDO E DE NÃO REEMBOLSAR.

3- É CHANTAGEM DIZER QUE DEVOLVERÁ O DINHEIRO DEPOIS DE RETIRAR A QUEIXA, BEIRA A GOZAÇÃO, está chamando o cliente de trouxa e subestimando o Reclame Aqui!

Se não devolver meu dinheiro, estarei agrupando as outras pessoas que se queixaram e processando por estelionato e outras custas esta empresa. Trate de com urgência responder decentemente e providenciar a resolução do caso. Isso é golpe, crime, estelionato, picaretagem. Os dados da empresa estão aqui, ela está demonstrando ser uma arapuca!

O mais ridÍculo é um cara que não é confiável dizer para tirar as reclamações do site que aí devolve o dinheiro! Como confiar em um malandro!!!

Estou impressionado com a cara de pau!

RESPOSTA DA TEKSAT

A empresa nao efetua cancelamentos ou estornos com reclamacoes ativas no Reclame aqui.
para que seja cancelado e estornado o pedido o cliente deve desabilitar toda e qualquer reclamacao via reclame aqui.
enviar os dados bancarios por email vendas@teksat.com.br e aguardar o prazo de ate 7 dias uteis apos solicitado via email.

AO FINALIZAR A COMPRA E PAGAMENTO ESTOU CIENTE QUE A TEKSAT TEM OS PRAZOS ACIMA PARA ENVIO E CANCELAMENTOS
ACEITO O TERMO AO EFETUAR O PAGAMENTO DO MEU PEDIDO.

RÉPLICA

Nada disso, quando comprei não tinha nada desse termo. Gérson, você está mexendo com coisa complicada. Devolva o dinheiro da minha compra, você será processado caso não o faça. Além disso, esse TERMO que você inventou com respostas automáticas demonstra o quanto o site Teksat é uma arapuca. Você não tem coragem de responder como homem sério? Passe seu telefone que ligo para você agora!

Tem histórico no Reclame Aqui de pessoas que tiraram a reclamação e voltaram a publicar pois você não cumpre o acordo. Vamos lá, mostre que tem vergonha na cara e responda decentemente!

Estou aguardando sua manifestação. Você recebeu no mesmo instante do pedido; não entregou, não honrou nenhuma vez a palavra e ficou jogando a culpa no Correios! DEVOLVA MEU DINHEIRO!!!

RESPOSTA DA TEKSAT

Bom dia Rafael os termos sempre estiveram no site sr tenha o sr lido ou nao, estamos com atraso realmente em seu pedido porem o mesmo sera enviado esta semana caso nao efetue o processo para cancelamento nao estamos lhe obrigando a desabilitar nada o sr so tera de desabilitar se for efetuar o procedimento de cancelamento ok e o cancelamento so sera feito nas condicoes informadas.

RÉPLICA

Nada disso, você prometeu em outras oportunidades entregar e não o fez, já ouvi a resposta que “nesta semana  entregaria”. De acordo com o Código do Consumidor vigente neste país, eu tenho DIREITO da devolução desse dinheiro. Quando cancelei o pedido, lhe mandei o email e enviei também o formulário preenchido no seu site HÁ MUITAS SEMANAS.  Não adianta se fazer de desentendido ou passar por responsável e burocrático cidadão. Você está OBRIGANDO as pessoas a tirarem as reclamações daqui. PRIMEIRO, DEVOLVA O DINHEIRO! Todos os procedimentos de cancelamento foram feitos corretamente, o único que não cumpriu sua parte foi você. Esse lenga-lenga de tirar a queixa do Reclame Aqui é engodo!

Quero meu dinheiro de volta, aguardo sua manifestação!

Não existindo resposta….

Caro Gerson,
Já procurei uma delegacia e me informei. Os registros das nossas conversas somados a todas as reclamações do site reclame aqui são evidências suficientes para abrir um boletim de ocorrência contra você. Você está praticando crime de esterionato, previsto pelo artigo no. 171 do código civil.
Dessa forma, peço PELA ÚLTIMA VEZ, que você devolva o meu dinheiro. Te dou o prazo até essa sexta-feira (dia 29/09). Caso não o faça, o boletim de ocorrência será registrado e a delegacia de Jundiaí ativará a delegacia mais próxima de Piçarras para conduzir a investigação.
O que você está fazendo conosco é crime. Chega de ser enganado.
Valor a ser devolvido: R$ 367,60
Efetuar depósito: Banco do Brasil XXXX
Favorecido: XXXXX
Os demais dados você já possui.
No aguardo.

RESPOSTA DA TEKSAT

Boa tarde pode ficar a vontade Rafael, como falei a empresa so ira cancelar o envio e efetuar o estorno apos desabilitar a reclamacao aqui e apos o prazo de 7 dias uteis 
a pressa e sua em efetuar o procedimento, e momento algum estou lhe negando o estorno apenas temos as normas da empresa e ponto final ok
quero resolver o quanto antes depende de voce
Teksat

RÉPLICA

Como assim? Isso é chantagem, é estelionato, 171! Isso não existe! De acordo com o Código do Consumidor, você tem que devolver o meu dinheiro! Isso é golpe, você vendeu, não entregou, ficou com o dinheiro e inventa essa “norma da empresa”. Nenhuma norma está ACIMA DA LEI!!!

Irei agora mesmo à Delegacia. Você é um bandido!!! Trate de devolver meu dinheiro.

RESPOSTA DA TEKSAT

Nao tem chantagem alguma amigo vamo resolve logo isso ok e so desabilitar a reclamacao e pronto eu faco o estorno e pronto cabo o sr nao precisa mais falar comigo nem em com o sr 
Teksat

RÉPLICA

Não tem essa de eu tirar a reclamação antes de você devolver o dinheiro. É chantagem sua sim. Você não cumpriu nada do que prometeu desde a compra, se eu não reclamo você embolsa o dinheiro e não entra em contato, faz dois meses que está enrolando. VOCÊ não foi confiável até agora, por quê seria dessa vez? Tá achando que seremos trouxa outra vez?

DEVOLVA PRIMEIRO O MEU DINHEIRO. Você receberá a intimidação judicial em breve caso não seja HONESTO e devolva o dinheiro. É LEI, estou respaldado no Código do Consumidor.

RESPOSTA DA TEKSAT

Aguardo a intimação Rafael poderia ser bem mais rapido mas a escolha e sua.

RÉPLICA

Você é folgado. Chantagista, estelionatário. Vendeu, recebeu a vista, não entregou e ainda EXIGE algo que vai contra a lei! Eu não tenho que tirar as reclamações daqui para você enganar outras pessoas. Você não respondeu: se mentiu por dois meses, por que devo confiar agora em você? RESPONDA!!!

Pois é. Picaretagem explícita! O que dizer de um enrolador como esse Gerson?

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– Inteligência competitiva como estratégia na concorrência

Baseada na tradicional análise de Força / Fraqueza e Oportunidades / Ameaças, a Inteligência Competitiva ajuda a antecipar tendências do mercado.

Compartilho, extraído de Folha de São Paulo, ed 20/08/2017, Caderno Sobretudo, Pg 5

PROFISSIONAIS USAM TÁTICAS EMPRESARIAIS PARA SE ANTECIPAR AO MERCADO

Por Anna Rangel

Gerir a própria carreira como se fosse uma empresa -e passar a monitorar o mercado e os concorrentes- pode ser uma boa estratégia para um profissional se destacar no mercado de trabalho.

A tática é baseada na “inteligência competitiva”, metodologia adotada pelas organizações na qual são coletadas informações públicas, como demonstrações financeiras e tendências de mercado, que ajudam na tomada de decisões, como por exemplo a de lançar um produto.

Para o profissional, o primeiro passo é simples: ele pode fazer uma lista das suas prioridades. “Basta colocar as oportunidades e os possíveis problemas, como uma nova tecnologia ou a automação de parte das suas funções, e os seus pontos fortes e suas fraquezas”, ensina Alfredo Passos, especialista em inteligência empresarial.

Assim, fica mais fácil a pessoa se comparar com seus pares e observar se e quando vale investir em algum outro idioma, em um curso livre ou em um mestrado profissional.

Essa análise é chamada de Matriz Fofa (veja abaixo), acrônimo para “forças, oportunidades, fraquezas e ameaças”, e é uma das mais usadas nas empresas.

A especialista em marketing Carolline Volpato, 21, criou um plano de guerra parecido com a Fofa ao largar a faculdade e começar a investir, mesmo sem qualificação formal, em sua nova área.

“Por pressão da família, fui estudar química. Mas, ao ver uma palestra sobre marketing, decidi que era hora de correr atrás da minha vocação. Procurei o palestrante, pedi para acompanhá-lo por uma semana e logo depois ele me deu uma oportunidade.

  Bruno Santos/ Folhapress  
SAO PAULO, SP, BRASIL, 17-08-2017: O Carreiras dessa semana vai mostrar como aplicar conceitos de inteligencia competitiva (observacao de concorrencia, mapeamento de mercado etc). Na foto a coordenadora de marketing da Easy Carros Carolline Volpato (21), que largou uma faculdade de quimica para correr atras do sonho de virar especialista em marketing. Ela monitora concorrencia, vai atras de conversar com outros profissionais que admira e procura cursos para se tornar competitiva. (Foto: Bruno Santos/ Folhapress) *** FSP-SUP-ESPECIAIS *** EXCLUSIVO FOLHA***
A especialista em marketing Carolline Volpato, 21, na Easy Carros, onde trabalha, na zona oeste de SP

Para aprender mais rápido as habilidades necessárias na nova função, Volpato faz planilhas nas quais lista contatos-chave do setor, cursos e eventos setoriais, com prazo para completar as atividades.

“Às vezes, procuro ‘coordenador de marketing’ no LinkedIn e confiro a trajetória de quem já está onde quero chegar. Abordo alguns para pedir conselhos”, diz.

Essa busca nas redes ajuda Volpato a descobrir como melhorar sua formação.

Para Dimitriu Bezerra, especialista em RH da Votorantim, o profissional não pode esperar que a empresa lhe ofereça subsídios para melhorar a qualificação.

“As organizações incentivam essa busca, mas cada um deve saber como melhorar. Essa iniciativa é levada em conta na hora de promover alguém, diz Bezerra.

Falta essa disposição para quem já tem alguma experiência, mas ainda não chegou a cargo de gestão, segundo Raphael Falcão, diretor da consultoria de RH Hays.

“Essas pessoas entraram no mercado em um período de pleno emprego, por isso não veem como a competição aumentou nos últimos anos.”

A advogada Daniella Corsi veio da área tributária. Antes de virar coordenadora, estudou direito previdenciário, cível, criminal e ambiental. Objetivo: ser diretora jurídica.

“De seis em seis meses planejo o que preciso fazer para me manter competitiva, e acompanho novidades do direito, como a ética empresarial, que está em alta”, diz.

  Gabriel Cabral/Folhapress  
São Paulo, SP, Brasil, 16-08-2017: Daniella Corsi, coordenadora jurídica da Votorantim. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)
Daniella Corsi, coordenadora jurídica da Votorantim, na sede da empresa em SP

Mas vale ter cuidado ao abraçar novas tendências para não seguir a multidão sem critério, aponta Edmarson Mota, professor de desenvolvimento humano da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Isso porque há áreas da moda que acabam saturadas com a alta oferta de profissionais. Um exemplo é a análise de grandes lotes de dados (big data), que anos atrás era a promessa do mercado.

“Não adianta só seguir os outros, mas tentar identificar o que vem por aí antes da maioria”, afirma Mota.

Para criar uma vantagem sobre a concorrência, avaliar a própria evolução pode ser mais vantajoso do que competir com os outros.

“A pessoa deve se comparar consigo mesma um ano atrás. Se não houve melhora, não significa que está estável, mas que piorou”, diz Eugênio Mussak, consultor de RH e professor da FIA (Fundação Instituto de Administração).

Editoria de Arte/Folhapress
Crie sua estratégia

– Uma Operação Necessária Contra Postos de Combustíveis.

Escuto que nesta quinta-feira a ANP, Inmetro e Polícia fazem um “pente fino” em Postos de Combustíveis em São Paulo.

Ótimo! Deve-se prender os picaretas que tanto atrapalham os honestos neste difícil meio.

Golpes estão sendo observados, como: 20 Litros que entram no tanque 18,8 L; bico seco (finge que coloca mas não põe), botão remoto de mudança de tanques (combustível bom trocado por “batizado”) e outras tantas barbaridades.

Não se esqueça: abasteça em seu posto de confiança. Desconfie de quem oferece algo muito barato ou que faz “milagre” neste competitivo e difícil mercado.

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– Se eu quiser comprar o Corinthians ou o Flamengo, quanto eu pagarei?

Roda o mundo a manchete de que o multibilionário Tilman Fertitta pagou quase 9 bilhões de reais pelo time de basquetebol do Houston Rockets. A equipe pertencia a Leslie Alexander, que há 25 anos a comprou por menos de R$ 350 mi.

Claro que aqui existe a inflação, a valorização e a oportunidade do negócio. Mas o lucro é impressionante.

Os diversos investidores chineses, “novos players” no mercado do esporte, compraram clubes de futebol mundo afora (vide Internazionale e Milan). Russos (como Abramovich no Chelsea), americanos (como os proprietários da Roma e do Manchester United) ou magnatas de diversos países do mundo árabe (como no Manchester City ou PSG) também gastam fortunas na aquisição de equipes.

E aqui no Brasil? Existem alguns poucos clubes empresas, como Audax, J Malucelli e Red Bull. Mas se algum milionário fizesse uma proposta para comprar um clube reconhecidamente de grande torcida (como os sabidos times de massa Corinthians ou Flamengo), quanto deveriam oferecer para que se considerasse “proposta irrecusável”?

Enquanto isso, os times pequenos vivem de apoio (ou tentativa) da comunidade local. Vide o nosso Paulista de Jundiaí…

Se tivéssemos uma “tabela de venda”, quanto valeria seu time? Considere torcida, potencial, patrimônio, história…

Difícil mensurar, não?

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– O líder Hindu contra a Brahma: divindade relacionada ou válvula de chopp?

Rajan Zed, importante nome do hinduísmo, critica o nome da Cerveja Brahma ao associá-lo ao Deus da sua crença. Já a cervejaria diz que a homenagem é para o inventor da choppeira!

Extraído de: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/lider-hindu-diz-que-nome-da-cerveja-brahma-e-desrespeitoso-e-pede-mudanca.ghtml

LÍDER HINDU DIZ QUE NOME DA CERVEJA BRAHMA É DESRESPEITOSO E PEDE MUDANÇA

Rajan Zed critica o uso do nome de uma divindade hindu para vender bebida alcoólica.

O líder hindu Rajan Zed divulgou um texto no qual pede que a AB InBev repense o nome da cerveja Brahma porque, segundo o religioso, é “muito desrespeitoso” relacionar o deus Lord Brahma a uma bebida alcoólica.

Essa não foi a primeira reclamação nesse sentido de Zed, que costuma se queixar em suas redes sociais de marcas que utilizam figuras relacionadas à religião hindu em seus produtos, como estampas de roupas.

No comunicado que trata especificamente sobre a cerveja Brahma, Zed diz que “o uso inapropriado de conceitos ou símbolos de divindades hindus para agenda comercial ou outra não é OK na medida em que fere os fiéis”. Segundo o religioso, Lord Brahma é “destinado à adoração em templos ou santuários domésticos, e não para ser usado na venda de cerveja por ganância mercantil”.

Zed também critica os comerciais da Brahma, dizendo que eles não respeitam o caráter sagrado ligado à divindade e citando propagandas que têm a participação de celebridades como Megan Fox e Jennifer Lopez.

RESPOSTA DA EMPRESA

Em nota, a Ambev disse que o nome da Brahma não teria relação com a divindade hindu. “A cerveja Brahma foi lançada há 129 anos por Joseph Villiger. De acordo com alguns registros, o nome é provavelmente uma homenagem ao inventor da válvula de chope, o inglês Joseph Bramah. A marca se confunde com a história da cerveja no país e, ao longo de todo esse tempo, não recebemos qualquer pleito para que mudássemos o nome.”

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– Serviço de Barriga de Aluguel no Brasil

Uma empresa que vende “barrigas de aluguéis” chega ao mercado brasileiro. E sabia que não há legislação para essa prestação de serviços ainda?

Veja como funciona e quanto custa,

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/433228_BARRIGA+DE+ALUGUEL+NUM+PAIS+SEM+LEI?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

BARRIGA DE ALUGUEL NUM PAÍS SEM LEI

Aproveitando-se de um vácuo na legislação e de olho no aumento da procura, empresas abrem escritórios no Brasil e chegam a cobrar US$ 120 mil para facilitar o processo no Exterior

Travestida de consultoria familiar, uma vez que a comercialização de qualquer parte do corpo é ilegal no País, uma filial da gigante israelense Tammuz se instalou na capital paulista. Seu proprietário é o ex-cônsul brasileiro em São Paulo, Roy Rosenblatt-Nir, 39 anos, ele próprio um consumidor do serviço de locação de útero. Ele e seu marido, o médico Ronen Rosenblatt-Nir, de 36 anos, tiveram dois filhos que nasceram na Índia, onde o procedimento é reconhecido e legalizado. Diante da dificuldade que encontrou para realizar o processo do Brasil, nasceu a idéia de trazer o lucrativo negócio para cá. Em oito meses de operações, 26 casais já se tornaram clientes. “Tudo é realizado em países onde a legislação permite e regulariza a prática.” O banco de óvulos fica na África do Sul e as barrigas de aluguel são oferecidas por mulheres de estados americanos, do Nepal e da Índia. Nestes dois últimos, o procedimento custa entre US$ 50 mil e US$ 70 mil, com a doação de óvulos. Nos EUA, o processo é mais caro e pode valer US$ 120 mil. Enquanto as mulheres que oferecem as barrigas no Nepal e na Índia recebem US$ 10 mil por gestação, nos EUA fica entre US$ 25 e US$ 30 mil. Rosenblatt-Nir explica que a doadora de óvulos não pode ser a mesma mulher que comercializará a barriga. “A coleta do material é feita fora do país e na hora do nascimento é recomendável que os pais estejam presentes” E o que faz o escritório brasileiro, uma vez que tudo é realizado fora? Ele assessora e acompanha os clientes, no burocrático e complicado processo, providenciando documentos e enviando exames, por exemplo.

Por muito tempo, as barrigas de aluguel movimentaram no Brasil e no mundo um comércio ilegal de óvulos e sêmen. Para se ter ideia de como funciona esse polêmico e movimentado mercado, existem sites internacionais especializados em divulgar perfis de brasileiras que oferecem seus serviços. Embora a Constituição Federal proíba, não há atualmente uma lei específica que regule a barriga de aluguel no País. O que existe hoje é apenas uma norma do Conselho Federal de Medicina que permite o empréstimo temporário do útero sem fins lucrativos entre familiares com até o quarto grau de parentesco. “O Brasil vive em um limbo jurídico em relação às barrigas de aluguel, há um vazio na legislação”, diz Ana Cláudia Silva Scalquette, membro da Comissão de Biotecnologia e Biodireito da Ordem dos Advogados de São Paulo. “Países como Itália, Reino Unido e França perceberam a necessidade de regular a prática há uma década para que ela não se tornasse uma atividade meramente lucrativa.” Por conta dessas lacunas jurídicas, surgem consultorias como a do ex-consul Rosenblatt-Nir.

Apesar de não ser ilegal, muitos especialistas questionam esses escritórios de “consultoria familiar”, que não são monitorados por nenhum órgão de saúde. “Aceitar sem parâmetros a instalação de clínicas que oferecem serviços proibidos no País não me parece razoável”, afirma a advogada Ana Cláudia. O médico especialista em medicina reprodutiva Lister de Lima Salgueiro também vê com cautela a chegada dessas empresas. “Elas montam escritórios de captação de clientes e fazem o processo em países onde a prática é permitida. Isso favorece a prática do turismo reprodutivo que acontece em razão das brechas na legislação”, diz.
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– O Risco Refrigerante X Câncer no Pâncreas

Leio com certo susto: pesquisadores de Cingapura realizaram diversos estudos e concluem: beber 2 latinhas de refrigerantes por semana pode aumentar a chance de ter câncer no pâncreas!

Será que aqueles que gostam da bebida, ao ler tal matéria, mudarão o hábito?

Extraído da Revista Época (site, em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI120768-15257,00.html)

REFRIGERANTE AUMENTA RISCO DE CÂNCER NO PÂNCREAS, DIZ ESTUDO

Um estudo realizado pela Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, afirma que beber mais que duas latinhas de refrigerante por semana pode causar câncer de pâncreas. A pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira (8) na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention.De acordo Marcos Pereira, que lidomportaerou o estudo, os altos níveis de açúcar encontrados em refrigerantes podem aumentar o nível de insulina no organismo, o que, para ele, contribui para o crescimento de células de câncer no pâncreas. A insulina, que ajuda o organismo a metabolizar o açúcar, é produzida no pâncreas.

Alguns pesquisadores, como Pereira, acreditam que a ingestão de açúcar pode favorecer o aparecimento do câncer, embora já tenha sido provado que a tese é contraditória.
O estudo foi realizado com 60.524 homens e mulheres em Cingapura. Eles foram acompanhados por 14 anos. Durante esse período, 140 dos voluntários desenvolveram câncer no pâncreas. Aqueles que bebiam duas ou mais refrigerantes por semana apresentaram um risco mais elevado (87%) de desenvolver a doença. Pereira disse acreditar que as conclusões se aplicam a outros lugares do mundo. “Cingapura é um país com um sistema de saúde excelente. Os passatempos favoritos da população são comer e fazer compras. Dessa maneira, acredito que os resultados podem ser aplicáveis a outros países ocidentais”, diz o pesquisador. Para Susan Mayne, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, é preciso ter cautela com os resultados. “Embora esse estudo aponte esse risco, a conclusão foi baseada em um número relativamente pequeno de casos. Não fica claro se isso é uma associação causal ou não”, diz.“O consumo de refrigerantes em Cingapura foi associado a diversos outros comportamentos nocivos para a saúde, como o tabagismo e o consumo de carne vermelha”, diz Susan. Outras pesquisas relacionaram o câncer de pâncreas à carne vermelha torrada. O estudo também é questionado por Ang Peng Tiam, diretor médico do Parkway Cancer Center, em Cingapura. “Se, de fato, o açúcar é a causa de câncer de pâncreas, então esse risco deveria ser observado em muitas outras dietas, como, por exemplo, nas pessoas que comem uma grande quantidade de arroz ou doces”, diz. “Eu bebo mais que duas latas de refrigerante por semana e não vou mudar o meu hábito apenas por causa desse relatório”, afirmou Tiam.
O câncer de pâncreas é uma das formas mais mortais da doença.Estima-se que existam 230 mil casos no mundo todo. Somente nos Estados Unidos, 37.680 pessoas foram diagnosticadas com câncer de pâncreas no ano passado. 34.290 morreram da doença.
De acordo com a American Cancer Society, a taxa de cinco anos de sobrevida para pacientes com câncer de pâncreas é de cerca de 5 por cento.

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– Empresas com Síndrome de Highlander!

Conhecem essa síndrome empresarial? Pois é: ela é creditada àquelas que querem ser únicas no mercado. E são muito conhecidas de nós!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI254244-16642,00-SO+PODE+HAVER+UM.html

SÓ PODE HAVER UM

Varejo, alimentação, aviação… O Brasil bate recorde sobre recorde de fusões. São empresas com síndrome de Highlander, querendo decepar os concorrentes – e incorporar sua força

Por Antonio Félix

“Só pode haver um!”, grita o guerreiro Victor Kruger (Clancy Brown) ao atacar Connor Macleod (Christopher Lambert), no filme Highlander, o guerreiro imortal, de 1986. Os dois fazem parte de uma raça de imortais, que por alguma misteriosa razão sentem uma irrefreável vontade de buscar, atacar e aniquilar uns aos outros. A única maneira é decapitando o adversário. E o jogo (e o filme) só acaba quando restar apenas um.
Empresas também não morrem de causas naturais. No Brasil de hoje, perecem, na maioria das vezes, quando um rival se aproxima e, após uma árdua batalha, desfere um golpe que lhes afasta a cabeça do corpo. Como no filme, o vencedor da batalha fica mais forte, mais apto para a próxima luta. A única diferença é que o Highlander corporativo sai por aí com uma cabeça comandando dois, três, às vezes vários corpos. Ah, sim, e a cabeça decepada costuma sobreviver, bem mais rica que antes, sem ter mais de atender às necessidades daquele corpo estranho. (Em alguns casos, porém, um corpo duplo fica também com duas cabeças por algum tempo.)
O mercado do varejo teve recentemente várias batalhas dessas. O guerreiro Ricardo Eletro decepou a Insinuante, formando um corpo chamado Máquina de Vendas. A guerreira Magazine Luiza apossou-se em junho das Lojas do Baú – e ficou mais forte que o Ricardo, preparando-se para a batalha com a dupla Casas Bahia-Ponto Frio (sob o comando de outra cabeça, o Pão de Açúcar). Mas eis que Ricardo decepou a Shopping Eletro, em julho, e voltou a passar a guerreira Luiza.
No mercado da aviação, TAM e Gol fazem as vezes de Kruger e Macleod. A TAM batalha (amigavelmente) com a Trip, e a Gol decapitou no mês passado a Webjet. Na alimentação, a Perdigão digere a Sadia, a JBS colou na Bertin. São os exemplos mais novos de um fenômeno que atinge inúmeras empresas, de incontáveis setores. Todo mundo pensa que é Highlander.
Para entender o motivo de tantos combates, é preciso retroceder até outra guerra. Em meados dos anos 40, nos primeiros momentos pós-Segunda Guerra Mundial, a televisão voltava a funcionar, depois de anos de interrupção por causa do conflito. Era o estopim para um período de expansão das comunicações, que desembocou no advento da internet, nos anos 80, e em seu constante desenvolvimento, até os dias de hoje. Esse é um tempo caracterizado pelo fluxo de informações quase sem barreiras.
“Nesses anos, houve uma queda dramática dos custos de informação”, diz Claudio Felisoni de Angelo, economista, presidente do Provar, núcleo especializado em varejo fundado por professores da USP, e do Ibevar, instituto de executivos do mesmo ramo. Com tanta informação circulando livremente, os produtos e serviços ficaram muito mais fáceis de ser copiados. Por isso, são hoje tão parecidos. Isso significa que não se pode cobrar muito caro por nada. Aumente o preço um pouquinho, e logo surge alguém disposto a vender pelo seu preço antigo. Mantenha o seu preço velho, e logo surgirá alguém vendendo por menos.

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– A Compra da Liquigás pela Ultragaz: o CADE realmente proibirá?

A Ultragaz (que é da Ipiranga) quer comprar a Liquigás (que é da Petrobrás). Para tanto, em novembro de 2016 ofereceu R$ 2,8 bilhões pela aquisição.

Porém, nessa semana o CADE (que barrou a compra da Alesat pela Ipiranga) reafirmou que a complexa operação pode não ser realizada. Quem agradece é a Nacional Gás, da Família Queiroz (dona da Rede Verde Mares de Comunicação e da água Minalba).

Aliás, segundo as projeções do Governo, o botijão de gás deverá custar quase R$ 100,00 até dezembro de 2017!

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