– O dia em que a invenção de Steve Jobs (o iPhone) foi desdenhada.

Os erros que a Apple iria cometer quando lançasse seu maior equívoco (para alguns concorrentes), o iPhone, foram retratados nesse artigo bem curioso.

Abaixo (extraído do BlogdoIphone.com):

O DESDÉM INICIAL DO IPHONE 

O desdém inicial pelo iPhone

Muitos se arriscaram na época a prever o futuro catastrófico (SIC) do iPhone. “Especialistas” que queimaram a língua por não verem o futuro chegando.

O iPhone era tão diferente de tudo até ali que muitas mudanças foram difíceis de absorver. A falta completa de um teclado físico era uma das críticas mais usadas pelos detratores, além do fato dele ser “grande” para o padrão da época.

O CEO da Palm chegou a dizer na época “Os caras dos computadores não vão agora chegar e mostrar como se faz. Não é só chegar e fazer“.

Já um outro analista do Bloomberg não acreditava que o iPhone duraria muito tempo:

“O iPhone não é nada mais do que um brinquedo de luxo que vai apelar para alguns loucos por gadgets. Em termos de seu impacto sobre a indústria, o iPhone é menos relevante. É pouco provável que a Apple faça algum impacto neste mercado. A Apple vai vender um pouco para alguns de seus fãs, mas o iPhone não vai marcar a indústria a longo prazo.”

Michael Kanellos, da CNET, foi ainda mais categórico, prevendo o fracasso total do aparelho:

“A Apple está se preparando para lançar um novo telefone… E ele vai fracassar. As vendas deste telefone até irão disparar no começo, mas as coisas vão se acalmar e o telefone da Apple vai tomar o seu lugar nas prateleiras com as câmeras de vídeo aleatórias, telefones celulares, roteadores sem fio e outros possíveis acertos. Quando o iPod surgiu no final de 2001, ele resolveu alguns problemas importantes com MP3 players. Infelizmente para a Apple, são problemas que não existem no setor de telefonia. Os telefones celulares não são desajeitados, dispositivos inadequados. Em vez disso, eles são muito bons. Muito bons.”

Nem mesmo a Microsoft estava acreditando no que estava acontecendo. O diretor de marketing da empresa, Richard Sprague, comentou na época:

“Eu não posso acreditar nesta atenção toda que está sendo dada para o iPhone … Eu só tenho que saber quem vai querer uma coisa dessas (além do fanático religioso). Então, por favor,  favorite este post e volte daqui dois anos para ver os resultados da minha previsão : eu prevejo que o iPhone não vai vender nem perto dos 10 milhões [de unidades] que Jobs prevê para 2008.”

E claro, não podemos esquecer do comentário que ficou na história, vindo da boca do então presidente da Microsoft, Steve Ballmer:

Confira um outro artigo com uma coletânea de frases ditas contra o iPhone. Aproveite também para analisar os comentários que nossos leitores fizeram há cinco anos.

iPhone 11 de 256 GB – Amarelo - Apple (BR)IN ENGLISH –


The errors that Apple was supposedly going to make when it launched its biggest blunder (for some competitors), the iPhone, were portrayed in this very curious article.

Below (extracted from BlogdoIphone.com):

THE IPHONE’S INITIAL DISDAIN

The initial disdain for the iPhone

Many at the time dared to predict the catastrophic (SIC) future of the iPhone. “Experts” who ate their words for not seeing the future coming.

The iPhone was so different from everything before it that many changes were difficult to absorb. The complete lack of a physical keyboard was one of the most common criticisms from detractors, besides the fact that it was “big” by the standards of the time.

The CEO of Palm even said at the time: “The computer guys aren’t just going to come in now and show us how it’s done. It’s not just about showing up and doing it.”

Another Bloomberg analyst didn’t believe the iPhone would last long:

“The iPhone is nothing more than a luxury toy that will appeal to a few gadget freaks. In terms of its impact on the industry, the iPhone is less relevant. Apple is unlikely to make any impact in this market. Apple will sell a few to some of its fans, but the iPhone will not make its mark on the industry in the long term.”

Michael Kanellos of CNET was even more categorical, predicting the device’s total failure:

“Apple is getting ready to launch a new phone… And it will fail. Sales of this phone will even surge at first, but things will calm down and Apple’s phone will take its place on shelves with random video cameras, cell phones, wireless routers, and other possible successes. When the iPod emerged in late 2001, it solved some important problems with MP3 players. Unfortunately for Apple, these are problems that don’t exist in the phone industry. Cell phones are not clunky, inadequate devices. Instead, they are very good. Very good.”

Not even Microsoft believed what was happening. The company’s marketing director, Richard Sprague, commented at the time:

“I can’t believe all this attention being given to the iPhone… I just have to know who would want such a thing (besides the religious fanatic). So, please, favorite this post and come back in two years to see the results of my prediction: I predict that the iPhone will not sell anywhere near the 10 million [units] that Jobs predicts for 2008.”

And of course, we can’t forget the comment that made history, coming from the mouth of the then Microsoft president, Steve Ballmer:

Check out another article with a collection of quotes made against the iPhone. Also, take the opportunity to analyze the comments our readers made five years ago.


– O Preço dos Ingressos para a final da Copa:

O preço do ingresso para a final da Copa do Mundo: lógico, caríssimo…

Na imagem:

– Seja obcecado em resolver problemas dos clientes, não em vender produtos.

Ouvi certa vez esse pensamento: 

“Seja obcecado em resolver problemas dos clientes, não em vender produtos”.

E não é verdade? Ser correto resulta em vendas.

Pratique a ética sempre.

– Hum… Red Bull de Cereja e Baunilha!

Comprei agora: novo sabor de Red Bull! Agora, de Cereja e Baunilha (sem açúcar).

Muito bom… acertaram nesse!

– E as marcas de brinquedo de 2026?

Quais seriam hoje as mais valiosas?

Essas, na imagem, de 2024:

– A nova camisa de manga longa do Paulista FC.

Eu não sou de comprar camisa de time, mas essa nova camisa do Tricolor Jundiaiense de manga longa, com colarinho e punho, ficou espetacular. Retrô, bonita e discreta.

(foto: divulgação do Paulista FC).

Parabéns à Junpe, está caprichando nos uniformes.

– A nova camisa de manga longa do Paulista FC.

Eu não sou de comprar camisa de time, mas essa nova camisa do Tricolor Jundiaiense de manga longa, com colarinho e punho, ficou espetacular. Retrô, bonita e discreta.

(foto: divulgação do Paulista FC).

Parabéns à Junpe, está caprichando nos uniformes.

– Há tempos eu não via esse modelo da Lada!

Faz tempo que eu não via um desses: é um Laika, o carro que a prefeita Erundina incentivou os taxistas paulistanos a comprarem, depois que o presidente Collor liberou a importação de carros, derrubando a reserva de mercado.

Ele era fabricado pela Lada, indústria automobilística da Rússia!

E quem encontra peças pra ele?

– A crise do Pizza Hut.

Lojas sem funcionários, buffets que funcionam de vez em quando e mau atendimento: os motivos que fazem o Pizza Hut estar em crise?

Abaixo, extraído de: https://www.infomoney.com.br/business/em-dificuldades-rede-pizza-hut-e-vendida-por-r-137-bilhoes/

EM DIFICULDADES, PIZZA HUT ESTA A VENDA POR R$ 13,7 Bi

A Yum! Brands Inc. está vendendo sua divisão em dificuldades da Pizza Hut por US$ 2,7 bilhões, permitindo que a operadora de restaurantes concentre seus esforços nas redes KFC e Taco Bell, que têm apresentado desempenho melhor.

A gestora de private equity LongRange Capital vai adquirir a Pizza Hut, excluindo a operação na China, por US$ 1,5 bilhão [R$ 7,65 bilhões, na conversão atual], informou a Yum em comunicado nesta terça-feira. A Yum China Holdings Inc. comprará o restante do negócio por US$ 1,2 bilhão [R$ 6,12 bilhões, na conversão atual]. A expectativa é que as transações sejam concluídas no terceiro trimestre.

As ações da Yum chegaram a subir 3,6% na manhã de terça-feira em Nova York. Até o fechamento de segunda-feira, o papel acumulava alta de 2,2% no ano, abaixo do avanço de 10% do S&P 500.

Os investidores já esperavam que a Yum se desfizesse da Pizza Hut, marca que controla desde que a empresa de restaurantes foi desmembrada da PepsiCo Inc., em 1997. A venda deve ajudar a Yum a tornar seu foco mais preciso, afirmou Michael Halen, da Bloomberg Intelligence.

“Isso permite que eles redirecionem seus recursos, suas pessoas, sua energia e seu capital para uma rede com crescimento muito forte e outra com crescimento bastante sólido”, disse ele.

A Bloomberg informou em maio que a LongRange havia iniciado negociações exclusivas com a Yum para comprar a Pizza Hut. No ano passado, a empresa disse que estava conduzindo uma revisão estratégica após anos tentando reanimar as vendas estagnadas da rede conhecida por suas pizzas de massa grossa e amanteigada.

A Domino’s superou a Pizza Hut em áreas como inovação de cardápio, marketing, tecnologia de pedidos e infraestrutura de entrega, disse Neil Saunders, diretor-gerente da GlobalData. Segundo ele, a Pizza Hut também é uma opção menos popular entre consumidores que preferem comer no salão, já que esse público busca cardápios mais amplos e ambientes mais contemporâneos.

A operação da Pizza Hut nos Estados Unidos tem ficado atrás de seus pares nos últimos anos, de acordo com dados da empresa de pesquisa do setor de restaurantes Technomic Inc. A categoria ganhou impulso quando os americanos passaram a pedir comida em casa durante a pandemia, mas as vendas perderam força desde então. As redes lançaram uma série de promoções para aumentar o tráfego. A Pizza Hut tem tido dificuldade para competir.

“Este é um ambiente tão promocional quanto qualquer outro que eu já vi”, disse Halen. Na Pizza Hut, “a qualidade do produto não era boa, e os imóveis aqui nos EUA eram um problema. Você tem essas lojas grandes, e ninguém está indo até elas para sentar e comer.”

A participação da Pizza Hut na receita da Yum caiu todos os anos desde 2019, recuando para cerca de 12% em 2025, ante mais de 18% seis anos antes, segundo dados compilados pela Bloomberg. Nesse período, a receita da Pizza Hut ficou em torno de US$ 1 bilhão, enquanto a receita da Yum cresceu cerca de 47%, para US$ 8,2 bilhões no ano passado.

Com o negócio, a Yum ficará com o KFC, sua maior marca, com US$ 3,5 bilhões em vendas anuais, o Taco Bell (US$ 3 bilhões) e o Habit Burger & Grill (US$ 570 milhões).

“A Pizza Hut pesou sobre os resultados que, de outra forma, seriam sólidos para o grupo”, escreveu Saunders em relatório. “Em essência, os bons números de KFC e Taco Bell foram ofuscados pelas contínuas quedas nas vendas e recuos nos lucros da Pizza Hut.”

Para a Yum China, adquirir a Pizza Hut na China dará à empresa o controle do que ela descreve como a maior marca de casual dining do país, com receita de segmento de US$ 2,3 bilhões no ano passado. A companhia planeja expandir o número de unidades para mais de 6.000 até 2028, ante cerca de 4.400 no fim de março.

A LongRange, sediada em Stamford, Connecticut, também é dona de empresas como a 24 Hour Fitness.

© 2026 Bloomberg L.P.

Fachada de loja da Pizza Hut (Foto: Bloomberg)

Imagem: Bloomberg

– Feliz Dia dos Namorados (mas aqui a data é comercial…)

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).

Olha só como comercialmente surgiu a data:

DIA DOS NAMORADOS

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.

A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.

Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!

– Starbucks traz ao Brasil o Cold Foam Proteico.

Starbucks une sabor e proteína em bebidas geladas icônicas. #Linkezine ☕ O post Starbucks traz ao Brasil o Cold Foam Proteico apareceu primeiro em …

Continua em: Starbucks traz ao Brasil o Cold Foam Proteico

– A Guide to Buying Your Dream Car.

For a lot of people, buying a dream car is about so much more than just being able to get from one place to another. It is the reward for years of …

Continua em: A Guide to Buying Your Dream Car

– O Oceano Azul vs O Oceano Vermelho nas Universidades.

Gostei demais desse texto sobre como as Instituições de Ensino Superior tentam brigar no mercado pelos alunos. Como é e como deveria ser?

Abaixo, extraído do LinkedIn em: https://www.linkedin.com/posts/jean-cavaleiro-33049922_cad%C3%AA-a-estrat%C3%A9gia-do-oceano-azul-nas-universidades-activity-7322667185242324993-aMdi?

CADÊ A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NAS UNIVERSIDADES?

Por Jean Cavaleiro.

O conhecimento desenvolvido em sala de aula não coaduna com a estratégia traçada pelas universidades como negócio. A estratégia do Oceano Azul, que propõe competir onde ninguém mais está competindo, criando novos espaços de mercado, simplesmente não é aplicada pelas Instituições de Ensino Superior (IES). Muito pelo contrário: o que se vê é uma cópia cega das piores práticas.

Uma reduz a carga horária de 4 para 3 horas por dia? As outras copiam.
Uma cria o cargo de “professor assistente”, mesmo sendo mestre ou doutor, para reduzir salários? Todas copiam.
Uma estrutura 50 cursos diferentes usando matrizes genéricas e iguais, para economizar? As demais seguem o mesmo caminho.

Pouquíssimas IES — três ou quatro em São Paulo — ainda tentam competir por diferenciação verdadeira. As demais disputam apenas por preço. E produto barato é produto descartável: o aluno se matricula hoje e cancela amanhã.

Sem criar novos espaços de mercado, sem inovar, sem ousar, as universidades estão apenas se canibalizando, afundando ainda mais no Oceano Vermelho da concorrência predatória.

A Falência Moral dos Congressos e Seminários de Educação.

Além disso, os congressos e seminários de educação viraram clubes fechados de autoelogio, onde ninguém tem coragem de tocar nas feridas.

Um aplaude o outro, todos repetem as mesmas soluções falidas e ninguém questiona a decadência do sistema educacional privado.
É como olhar para alguém atolado na merda até a boca e o cara comemorar porque conseguiu chegar até o pescoço.
Uma falsa sensação de vitória no meio da derrocada.

Executivos da educação hoje não olham para a educação, olham para os acionistas. Lutam para garantir seus cargos, seus bônus, seus contratos futuros — não para garantir o futuro dos estudantes ou da sociedade.

E quem ousa fazer uma crítica honesta é rapidamente isolado. Criticar significa perder oportunidades de trabalho, palestras, consultorias ou promoções.
Por isso, reina o silêncio e a mediocridade.

O Resultado

O mercado educacional privado, que deveria ser campo de inovação e transformação, afunda em sua própria incapacidade de se reinventar.
Sem Oceano Azul. Sem coragem. Sem visão de longo prazo.

Em vez de criar diferenciação, qualidade real e experiências únicas para o aluno, as universidades seguem entupindo o mercado com diplomas baratos, estudantes insatisfeitos e marcas cada vez mais irrelevantes.

A médio e longo prazo, todos vão pagar o preço: as universidades, os alunos e a sociedade como um todo.

Aliás, já estão pagando. As IES reduzindo cada vez mais os preços. Os alunos, mesmo com diploma, ganham pouco, atuam em subemprego, fora das sua área de formação.
Os executivos da educação, pela baixa capacidade de entender o aluno diz, ah mas estão ganhando 30% acima da média nacional.
Mas 30% de mixaria continua sendo mixaria.

COMPETIÇÃO ESTARÁ EM FAZER TUDO DIFERENTE DO QUE ESTÃO FAZENDO.
AGREGAR VALOR – RETER – FORMAR

– As marcas de celulares mais vendidas (em um período não tão distante…)

O mercado realmente é dinâmico.

Repare a diferença e a variedade de marcas de 20 anos atrás e de hoje, em se falando sobre celular, abaixo:

– Quando a conversa vira compra: IA transforma o comércio digital no Brasil.

IA e WhatsApp remodelam a experiência de compra e aceleram o crescimento do comércio conversacional no país. #Linkezine 🤖 O post Quando a conversa …

Continua em: Quando a conversa vira compra: IA transforma o comércio digital no Brasil

– Perfume Neymar?

Eu vi e não acreditei: no mercado, havia esse desodorizador automotivo do… Neymar!

Custa R$ 9,99 e tem perfume de baunilha.

Você colocaria em seu carro?

– Produtos da Ypê suspensos pela Anvisa.

Esse print é do Estadão. A melhor coisa a fazer é entrar no site da Anvisa e descobrir o que pode e o que não pode quando aos produtos Ypê.

Abaixo:

– O que acontece com o Oxxo do Parque Eloy Chaves?

O que acontece com o Oxxo do Parque Eloy Chaves, em Jundiaí?

Não é a primeira vez que vou lá e está fechado. Chega a ser constrangedor para a empresa, pelo recado na porta explicando que “não tem funcionários”.

Paga-se mal, os colaboradores não são profissionais ou a culpa é do gerente?

Normal, não é.

– Visite a Samavel!

Estive visitando hoje o amigo @ericksoncidinho na @samavelveiculos!

Ambiente bacana, carros espetaculares e gente muito boa. Recomendo a visita.

Imagem

– A vaca que ri!

RECOMENDO!

É caro, mas é tão gostoso… Esse importado vale a pena. Apesar do nome curioso, o produto é bom!

– Quanto custa uma franquia do McDonalds? E de outras redes…

É caro, mas é rentável…

Veja só esses números sobre abertura de franquias (como Natura, McDonalds ou CVC), abaixo:

– O futuro do trabalho e as pessoas “de cabelo branco”.

Temos um sério problema em nosso país: etarismo e envelhecimento populacional.

Um excepcional texto de Willians Fiori, em seu LinkedIn, aborda o Mercado de Trabalho para as pessoas mais velhas. Vale a leitura, abaixo:

O FUTURO DO TRABALHO EM CABELO BRANCO – e o RH não percebeu…

Vamos fazer um exercício simples: linha do tempo. Nada de futurologia, só um passeio pelos últimos 50 anos.

1975 — A idade média do trabalhador brasileiro era de 33 anos. A idade mediana da população? 18,2 anos. Jovens por todos os lados, força de trabalho abundante e empresas moldadas para absorver essa juventude em massa. A ideia de aposentadoria aos 50 e poucos era quase celebrada com bolo e guaraná.

2000 — A idade média dos trabalhadores sobe para 34. A população envelhece devagar, mas o mercado ainda finge que está tudo igual. O jovem continua sendo o perfil idealizado nas campanhas de recrutamento. Os +50? Invisíveis.

2023 — O grupo com maior número de trabalhadores é o de 35 a 44 anos. A idade média do trabalhador gira em torno de 40 anos. A idade mediana da população brasileira já chegou aos 34,4 anos. Ou seja: o Brasil amadureceu, mas o RH continua preso a um modelo mental de 1980.

2025 — Projeções apontam que a idade média da força de trabalho ultrapassará os 40 anos. A idade mediana da população será de 34,8. E o que vemos? Processos seletivos pedindo “perfil jovem”, “dinâmico” e “fluente em inglês” para salários que mal pagam o aluguel.

Enquanto isso, quatro gerações coexistem nas empresas:

A geração silenciosa, que ainda resiste em alguns cargos técnicos.

Os boomers, com suas décadas de experiência.

Os X e millennials, equilibrando inovação e gestão.

E a geração Z, chegando com propósito, ansiedade e muita conexão digital.

E o RH? Ignora essa pluralidade e continua focando em programas para “atrair talentos jovens”, como se o único futuro possível estivesse nos recém-formados. Só que a conta não fecha. A demografia não mente. A taxa de natalidade caiu, a expectativa de vida subiu, e a base da pirâmide está encolhendo. Muito em breve, o Brasil não terá jovens suficientes para preencher todas as vagas abertas.

E aí? Vai continuar esperando um milagre demográfico? Ou vai olhar para os talentos experientes que já estão aí, cheios de energia, bagagem e vontade de contribuir?

A longevidade não é um problema. O problema é a miopia cognitiva de quem recruta, lidera e decide.

Em tempos de escassez de juventude, a experiência será o novo ouro. Mas só vai encontrar esse tesouro quem souber procurar com novos olhos.

Imagem extraída da publicação do autor em seu LinkedIn.

– Gerações Y e Z impulsionam a moda circular e redefinem o consumo de roupas.

Gerações Y e Z impulsionam a moda circular e transformam o consumo com mais sustentabilidade e identidade. #Linkezine ♻️ O post Gerações Y e Z …

Continua em: Gerações Y e Z impulsionam a moda circular e redefinem o consumo de roupas

– Pós-venda no WhatsApp vira estratégia para fidelizar clientes e crescer.

Empresas apostam no pós-venda via WhatsApp para fidelizar clientes e aumentar resultados. #Linkezine 📱 O post Pós-venda no WhatsApp vira estratégia …

Continua em: Pós-venda no WhatsApp vira estratégia para fidelizar clientes e crescer

– Cardápios físicos ou virtuais?

Uma das coisas que mais me irrita quando vou a alguma lanchonete / restaurante é a ausência de um cardápio impresso.

Reconheço que o QR Code para o cardápio virtual é uma tendência e uma comodidade para os mais jovens. O problema é: ter o modelo virtual e não ter o impresso (que deveria ser uma alternativa).

Se eu quiser ter uma noite agradável comendo uma pizza com minha mulher, sem ser incomodado com o celular, não posso? Afinal, precisarei dele para acessar o cardápio eletrônico.

É mais o menos como leitura: eu adoro virar as páginas de papel, não rolar telas…

E você, se incomoda com a falta de cardápios físicos?

Imagem extraída de: https://www.elo7.com.br/cardapio-digital-online-pizzaria-delivery/dp/130BCB3

– Dia do consumidor: veja dicas de direitos e deveres.

Hoje é 15 de março, dia em que é celebrado o Dia do Consumidor. Ainda há muitas dúvidas em relação às relações de consumo estabelecidas em sociedade.

Continua em: Dia do consumidor: veja dicas de direitos e deveres

– Raízen entra em recuperação extrajudicial de 65 bilhões de reais!

Ontem foi o GPA que entrou em recuperação extrajudicial.

Hoje, foi a vez da Raízen fazer o mesmo.

Olhe só que conta: R$ 65 bilhões o valor da dívida:

– O desafio do Burger King ao McDonalds no Acre.

O McDonald’s não tem restaurantes no Amapá, na Roraima e no Acre. Sendo assim, o Burger King, que possui uma unidade em Rio Branco, ousou: desafiou o concorrente a abrir uma unidade lá, a fim de permitir que os clientes comparem os lanches!

Marketing inteligente ou não?

– GPA pede recuperação extrajudicial bilionária.

Caramba! Olhem só a dívida do Grupo Pão de Açúcar… inimaginável nos tempos do saudoso Abílio Diniz.

O Casino, atual proprietário, ainda não entendeu bem como funciona o Brasil?

– E sobram Ovos de Páscoa! São de chocolate ou de ouro?

Os ovos de chocolate não estão caros. Estão caríssimos!!!

Leio que estão encalhando nos supermercados, pois muitas pessoas estão comprando ovos caseiros, mais baratos e com mais bombons.

Acontecerá às vésperas do domingo o que acontece depois da Páscoa: promoção do tipo “leve 2 pague 1”.

A verdade é que os fabricantes sempre abusam do oportunismo da data. Neste ano, com o país em crise, se deram mal.

E saber que no Exterior, o mesmo ovo é mais barato…

bomba.jpg

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A Prime Vídeo supera a Netflix no Brasil.

Streaming no Brasil: o futebol faz a Prime Vídeo passar a Netflix e virar líder no país.

Abaixo a evolução:

Imagem

– A depressão no mundo corporativo: verdadeira ou mito?

De fato, existe depressão dentro das grandes corporações, ou seja, um ambiente que se transforma de tal forma a deprimir a própria instituição?

Um ótimo artigo que compartilho extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/quando-surge-a-depressão-no-dia-a-dia-do-mundo-corporativo-a7f471b0ed51

QUANDO SURGE A DEPRESSÃO NO MUNDO CORPORATIVO

por José Renato Sátiro Santiago

Tecnicamente falando, definitivamente, não é depressão.

No entanto, difícil encontrar um profissional que não tenho vivido momentos de aborrecimentos que o tenha levado a situações de, pretensa, depressão.

No meio do mundo corporativo é comum nos confrontarmos com ocasiões de baixa estima, falta de motivação e até mesmo de certa miopia no alcance de nossas metas.

Algumas vezes estes momentos pontuais se tornam frequentes e realmente têm o poder de levar muitas pessoas a encarar o trabalho como um sofrimento, uma necessidade que está longe de ser um meio para alcançarmos alguns dos nossos sonhos.

Sim, certamente, que necessitamos do trabalho, mas não simplesmente como meio para ganhar dinheiro, embora ele também tenha esta função, e sim, principalmente, como uma maneira de evoluirmos, mantermos ativos e, também, como eficiente forma de socialização.

A questão é que ao passarmos algumas temporadas fazendo atividades rotineiras sem que haja o devido reconhecimento e, antes disso, entendimento sobre como elas irão contribuir para o nosso crescimento, tendemos a nos aborrecer, a sentirmos desestimulados, desamparados, enfim, um todo conjunto de sentimentos e impressões que nos levam mais para baixo.

Infelizmente quando estamos nestas condições, tudo, e é realmente tudo, tende a conspirar para que a nossa impressão de “depressão” se potencialize cada vez mais, e vai nos afundando mais e mais, como se não houvesse coisa alguma que possa nos ajudar.

Ledo engano, achar que surgirá alguém, do lado de fora deste “buraco”, que nos dará uma mão, com força suficiente, para nos colocar de volta a ativa.

Certamente muitas mãos aparecerão, mas somente a nossa força interna terá condições de nos por no caminho que tanto sonhamos. O problema, talvez, esteja aí, muitos profissionais creditam seus aborrecimentos totalmente na organização onde estão desenvolvendo suas atividades, sua chefia, colegas, fornecedores, enfim, como se todos eles estivessem em ação conjunta, conspirando contra nós.

É cabível pensar, nem que seja por poucos segundos, que isso seja factível?

O fato é que infelizmente algumas pessoas se colocam, efetivamente, como escravas de seus empregos, enquanto que na verdade somos dependentes de nosso trabalho, pois é através dele que podemos agregar valor e sermos efetivamente dignos de qualquer tipo de reconhecimento.

Sim, é verdade, o reconhecimento é um importante combustível para nos manter ativos, mas ele deve vir de dentro de cada um de nós, pois este só depende de nós. O reconhecimento de outras pessoas, depende…de outras pessoas, obviamente, será que vale a pena estimular esta dependência?

Novamente parafraseando Humphrey Bogart nos momentos finais de abrir mão de seu maior amor, Ingrid Bergman no indispensável Casablanca: “Sempre teremos Paris”.

Imagem extraída de: https://jrsantiagojr.medium.com/quando-surge-a-depressão-no-dia-a-dia-do-mundo-corporativo-a7f471b0ed51

– As marcas de tênis mas vendidas no mundo:

As marcas de tênis mais vendidas no mundo e o seu valor de mercado, abaixo, na imagem:

(Era mais ou menos o que eu imaginava)

– Energético sabor Tadalafila?

Cada uma… Energético sabor “Tadalafila”?

A estratégia da Baly é clara: gerar curiosidade!

Se o Red Bull te dá asas…

Na imagem:

bomba.jpg

– Red Bull de Maçã!

Ops: Red Bull de Maçã?

Muito bom! Chega de sabores duvidosos… (lembram o de Figo?).

Geladinho, desce gostoso.

bomba.jpg

🍎 🪽 #Maçã que dá Asas!