– O Governo da Argentina está preocupado com… as figurinhas da Copa!

E se um Governo em crise se preocupasse com figurinhas da Copa do Mundo?

Pensei que era fake news, mas… isso está acontecendo na Argentina!

Extraído de: https://veja.abril.com.br/economia/a-crise-institucional-argentina-causada-por-figurinhas-da-copa/

A CRISE INSTITUCIONAL ARGENTINA CAUSADA POR FIGURINHAS DA COPA

Secretaria de Comércio intermediou reunião entre bancas e empresa; escassez das ‘figus’ criou mercado paralelo no país e um pacotinho chega a custar R$ 26.

por Larissa Quintino

Com inflação a 75% ao ano e a maior taxa de juros do mundo, a Argentina vive uma grande crise econômica. Mas, os problemas macro do país ficaram em segundo plano essa semana porque uma questão, no mínimo inusitada, capturou a atenção dos argentinos — inclusive do governo. A gestão de Alberto Fernández decidiu intermediar conversas entre o sindicato de quiosques e bancas do país com a Panini, fabricante oficial do álbum da Copa do Mundo, para achar uma solução para o sumiço no país das figurinhas do mundial de futebol — o que virou um prato cheio para a oposição argentina que critica a escolha de prioridades do governo em meio à crise econômica atual.

O secretário de Comércio argentino, Matías Tombolini, foi quem assumiu a frente para tentar resolver a crise da falta das ‘figus’ entre os hermanos. A reclamação dos vendedores locais é que a fabricante italiana tem priorizado a distribuição a redes de supermercados e a plataformas de compras online, como o Mercado Libre. No Brasil, além das bancas de jornais, supermercados e lojas online também têm vendido o produto.

A escassez das figurinhas entre os argentinos também gera reclamação de um mercado extraoficial de venda, que lembra o câmbio paralelo do país, e até mesmo de falsificações. Os preços oficiais sugeridos pela empresa são de 150 pesos o pacote com 5 figurinhas (equivalente a 5,35 reais) e, com a oferta afetada, há pacotinhos anunciados a 750 pesos (cerca de 26 reais). No Brasil, o pacote custa 4 reais.

“A empresa prometeu controlar os distribuidores oficiais para que entregassem as figurinhas nas bancas”, disse Adrián Palacios, vice-presidente da União Kiosqueros, ao final do encontro ocorrido na terça-feira. “Estar aqui hoje com a empresa e com o estado é o primeiro passo que a empresa tomou o compromisso de chamar cada distribuidor para normalizar a entrega”, acrescentou. Ele também disse que até agora não tinham canal direto de diálogo com a empresa, o que dificultou a comunicação. O furor dos argentinos é tanto que o último carregamento de figurinhas esgotou em menos de 48 horas nas bancas, causando grandes filas que levavam horas em locais com o produto disponível.

Album e firurinhas da Copa

Figurinhas da Copa do Mundo estão em falta na Argentina – Twitter/Reprodução, em: https://veja.abril.com.br/economia/a-crise-institucional-argentina-causada-por-figurinhas-da-copa/

– Inteligência competitiva como estratégia na concorrência.

Baseada na tradicional análise de Força / Fraqueza e Oportunidades / Ameaças, a Inteligência Competitiva ajuda a antecipar tendências do mercado.

Compartilho, extraído de Folha de São Paulo, ed 20/08/2017, Caderno Sobretudo, Pg 5

PROFISSIONAIS USAM TÁTICAS EMPRESARIAIS PARA SE ANTECIPAR AO MERCADO

Por Anna Rangel

Gerir a própria carreira como se fosse uma empresa -e passar a monitorar o mercado e os concorrentes- pode ser uma boa estratégia para um profissional se destacar no mercado de trabalho.

A tática é baseada na “inteligência competitiva”, metodologia adotada pelas organizações na qual são coletadas informações públicas, como demonstrações financeiras e tendências de mercado, que ajudam na tomada de decisões, como por exemplo a de lançar um produto.

Para o profissional, o primeiro passo é simples: ele pode fazer uma lista das suas prioridades. “Basta colocar as oportunidades e os possíveis problemas, como uma nova tecnologia ou a automação de parte das suas funções, e os seus pontos fortes e suas fraquezas”, ensina Alfredo Passos, especialista em inteligência empresarial.

Assim, fica mais fácil a pessoa se comparar com seus pares e observar se e quando vale investir em algum outro idioma, em um curso livre ou em um mestrado profissional.

Essa análise é chamada de Matriz Fofa (veja abaixo), acrônimo para “forças, oportunidades, fraquezas e ameaças”, e é uma das mais usadas nas empresas.

A especialista em marketing Carolline Volpato, 21, criou um plano de guerra parecido com a Fofa ao largar a faculdade e começar a investir, mesmo sem qualificação formal, em sua nova área.

“Por pressão da família, fui estudar química. Mas, ao ver uma palestra sobre marketing, decidi que era hora de correr atrás da minha vocação. Procurei o palestrante, pedi para acompanhá-lo por uma semana e logo depois ele me deu uma oportunidade.

  Bruno Santos/ Folhapress  
SAO PAULO, SP, BRASIL, 17-08-2017: O Carreiras dessa semana vai mostrar como aplicar conceitos de inteligencia competitiva (observacao de concorrencia, mapeamento de mercado etc). Na foto a coordenadora de marketing da Easy Carros Carolline Volpato (21), que largou uma faculdade de quimica para correr atras do sonho de virar especialista em marketing. Ela monitora concorrencia, vai atras de conversar com outros profissionais que admira e procura cursos para se tornar competitiva. (Foto: Bruno Santos/ Folhapress) *** FSP-SUP-ESPECIAIS *** EXCLUSIVO FOLHA***
A especialista em marketing Carolline Volpato, 21, na Easy Carros, onde trabalha, na zona oeste de SP

Para aprender mais rápido as habilidades necessárias na nova função, Volpato faz planilhas nas quais lista contatos-chave do setor, cursos e eventos setoriais, com prazo para completar as atividades.

“Às vezes, procuro ‘coordenador de marketing’ no LinkedIn e confiro a trajetória de quem já está onde quero chegar. Abordo alguns para pedir conselhos”, diz.

Essa busca nas redes ajuda Volpato a descobrir como melhorar sua formação.

Para Dimitriu Bezerra, especialista em RH da Votorantim, o profissional não pode esperar que a empresa lhe ofereça subsídios para melhorar a qualificação.

“As organizações incentivam essa busca, mas cada um deve saber como melhorar. Essa iniciativa é levada em conta na hora de promover alguém, diz Bezerra.

Falta essa disposição para quem já tem alguma experiência, mas ainda não chegou a cargo de gestão, segundo Raphael Falcão, diretor da consultoria de RH Hays.

“Essas pessoas entraram no mercado em um período de pleno emprego, por isso não veem como a competição aumentou nos últimos anos.”

A advogada Daniella Corsi veio da área tributária. Antes de virar coordenadora, estudou direito previdenciário, cível, criminal e ambiental. Objetivo: ser diretora jurídica.

“De seis em seis meses planejo o que preciso fazer para me manter competitiva, e acompanho novidades do direito, como a ética empresarial, que está em alta”, diz.

  Gabriel Cabral/Folhapress  
São Paulo, SP, Brasil, 16-08-2017: Daniella Corsi, coordenadora jurídica da Votorantim. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)
Daniella Corsi, coordenadora jurídica da Votorantim, na sede da empresa em SP

Mas vale ter cuidado ao abraçar novas tendências para não seguir a multidão sem critério, aponta Edmarson Mota, professor de desenvolvimento humano da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Isso porque há áreas da moda que acabam saturadas com a alta oferta de profissionais. Um exemplo é a análise de grandes lotes de dados (big data), que anos atrás era a promessa do mercado.

“Não adianta só seguir os outros, mas tentar identificar o que vem por aí antes da maioria”, afirma Mota.

Para criar uma vantagem sobre a concorrência, avaliar a própria evolução pode ser mais vantajoso do que competir com os outros.

“A pessoa deve se comparar consigo mesma um ano atrás. Se não houve melhora, não significa que está estável, mas que piorou”, diz Eugênio Mussak, consultor de RH e professor da FIA (Fundação Instituto de Administração).

Editoria de Arte/Folhapress
Crie sua estratégia

– As lojas fechadas do Shopping D.

Quando inaugurado, eu passava à trabalho em frente ao Shopping D todos os dias, e muitas vezes parei ali para almoçar ou jantar.

Nos anos 2000, de vez em quando eu ía passear com a minha família lá. E via lojas baratas, com ótimos produtos, praticando os preços dos Outlets atuais.

Dias atrás, depois de muito tempo, voltei nele. E me assustei com a quantidade de estabelecimentos fechados e como estava vazio. Será que os consumidores estavam em casa ou na concorrência? Ou “tudo ‘efeito econômico colateral’ da pandemia”?

Pelo que deu para reparar, deixou de ser um shopping com lojas de fábrica e tornou-se um lugar comum. Bem aquém do que era antes…

Uma pena!

E você, que frequenta o Shopping D, o que acha dele atualmente?

– Quem é o consumidor que vai gastar de verdade?

Quem é o consumidor que realmente vai gastar as riquezas da Economia Global? Os Boomers, a Geração X ou os Millenials?

Muito bacana o artigo que compartilho abaixo, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/consumidor-conectado-exigente-e-ansioso/

CONSUMIDOR CONECTADO, EXIGENTE E ANSIOSO

por Cecília Andreucci

Altamente digitalizado, pressionado por uma montanha de informações, consumidor desconfia das organizações e da propaganda

Não há mais como falar de consumo sem falar de tecnologia – aliás poucas coisas hoje escapam desta proposição. Nós, brasileiros, somos os mais ávidos por novas tecnologias, inovação e por consumir toneladas de informação disponibilizadas na rede (mesmo ficando ansiosos com tudo isso). O uso de smartphones disparou e nos colocou como uma das nações mais digitalizadas. Somos prodígios nas redes sociais, mas nos preocupamos muito com a possibilidade de nossos dados serem hackeados. E há razões concretas para essa preocupação. Especialistas concordam que não é uma questão de “se” os sistemas de informação serão atacados, mas “quando” e em “qual” proporção. Ninguém está protegido.

Essas informações foram reforçadas pelo presidente global para consumo e varejo de uma grande consultoria internacional em evento recente. Ele apresentou o resultado de uma ampla pesquisa sobre as profundas mudanças nas motivações, atitudes e expectativas do consumidor nesse século, realizada em oito países, dentre eles o Brasil.

O resultado de cada país retrata, naturalmente, seu momento social, econômico e político, mas seguem muitas tendências globais, dentre elas o protagonismo da internet como fonte de informação, a preocupação crescente com a segurança de dados pessoais, a expectativa por qualidade e conveniência, e experiências mais intuitivas e personalizadas.

Outro aspecto pesquisado foi a confiança nas instituições, que atinge 47%. As menos confiáveis são organizações governamentais e as de propaganda – 37% e 26%, respectivamente. Essa última poderia também ser explicada por uma sociedade cada vez mais letrada na disciplina, que nunca desconfiou tanto da comunicação publicitária. Bancos e empresas de saúde gozam o mais alto nível de confiança, ainda que não seja tão alto assim (aproximadamente 60%). No Brasil, saímos fora da curva, abaixo da média, em instituições governamentais, energia e serviços de utilidade pública. Fácil de entender. E confiamos mais nas empresas de tecnologia que os demais países, talvez porque façamos muito uso delas.

E, resultado dos nossos últimos anos complicados, desenvolvemos uma cultura de barganha, passamos por um down trade, procurando produtos com melhor custo-benefício. Com isso, baixamos nosso padrão de consumo. Também reportamos o mais alto nível de preocupação com a aposentadoria (em termos financeiros). E vemos como principal indulgência na vida, a boa comida, o que é bastante frugal.

Outra perspectiva interessante da apresentação tratou da nova demografia etária do planeta e suas peculiaridades em termos de motivação, atenção, conexão, uso do tempo e gastos. Apesar de os Boomers (pessoas nascidas entre anos 40 e meados dos anos 60) terem acumulado muita riqueza, é a geração seguinte, a X, que deve herdá-la e gastá-la. Estima-se que um trilhão de dólares. Geralmente negligenciada pelas estratégias de marketing, é apelidada de geração-sanduíche ou geração-esquecida. A primeira a cuidar de seus pais e de seus filhos simultaneamente, sofre mais pressões por recursos e tempo. Apesar de terem nascidos antes da internet, são bastante digitalizados. Produtos e serviços devem refletir essa realidade.

Dentro da mesma casa que vive um “X”, há uma grande chance de viver um Millennial (nascido entre 1980 e 1999) e um “Z” (nascido depois de 2000). As nativas digitais cresceram na era da explosão das tecnologias de computação e de comunicação. Para a “Z” tudo ocorre, porém, numa dimensão e velocidade mais acentuadas. Se os Millennials queriam conhecer todas as possibilidades digitais, a geração “Z” chegou para fazer a curadoria, criar, projetar e mixar todas as mídias, conteúdos e experiências. Com baixíssima concentração, demandam que sejam seduzidos em segundos, ou outro estímulo vai atraí-los rapidamente.

Nessa casa hipotética, todos seguem se influenciando mutuamente, diariamente.

Não é fácil para a liderança das organizações capturar as necessidades destes grupos. Especialmente porque, como eu, muitos são da geração X, os imigrantes digitais. Para além das pesquisas e consultorias, que contribuem muito, aqueles que convivem de perto com as três outras gerações que habitam o planeta devem ter maior chance de sucesso.

(*) Cecília Andreucci é conselheira de administração, mercadologista e doutora em comunicação.

Consumidor conectado, exigente e ansioso

Imagem extraída do link acima:

– Pouco se repercutiu: morreu Cutrale, o bilionário “Rei da Laranja”.

José Luis Cutrale, o “Rei da Laranja”, faleceu há 15 dias. Sua riqueza, segundo a Forbes em 2021, era de R$ 12,5 bilhões! O processo sucessório dele na sua empresa está definido pelos filhos que, todos discretos, nem Redes Sociais têm!

Abaixo, extraído de: https://forbes.com.br/forbes-money/2022/08/quem-sao-os-herdeiros-do-imperio-do-agronegocio-de-jose-luis-cutrale/?amp

QUEM SÃO OS HERDEIROS DO IMPÉRIO CUTRALE

O empresário José Luis Cutrale morreu na última quarta-feira (17) em Londres, aos 75 anos, deixando três filhos frutos de seu casamento de 50 anos com Rosana Falcioni Cutrale. Agora, os herdeiros têm a missão de administrar um verdadeiro império do agronegócio — que rendeu ao pai o título de “rei das laranjas”. 

Dono da maior exportadora mundial de suco de laranja, a Cutrale, o empresário comandava, ao lado dos filhos, a empresa fundada por seu pai, José Cutrale Júnior (1926 – 2004). Ele também era dono, junto ao Grupo Safra, da Chiquita Brands, uma das maiores empresas agrícolas do mundo. 

Graças ao sucesso nos negócios, José Luís Cutrale deixou um patrimônio avaliado atualmente pela Forbes em R$ 9,2 bilhões. Em 2021, ele apareceu no 31º lugar da lista de bilionários brasileiros da Forbes Brasil em 2021 com fortuna estimada de R$ 12,5 bilhões. Ele também ocupou a 1.579ª posição na lista mundial de bilionários da Forbes, que inclui apenas as pessoas que têm patrimônio superior a US$ 1 bilhão.

Nascido em São Paulo em 17 de setembro de 1946, ele começou a trabalhar desde cedo com seu pai no Mercado Municipal da Cantareira, em São Paulo. Posteriormente, ingressaram na atividade de plantio e cultivo de laranjas e, vinte anos mais tarde (1967), fundaram a empresa que se tornou conhecida mundialmente.

Quem são os herdeiros da fortuna?

Temendo pela sua segurança, a família Cutrale mudou-se para Londres em 2006 e, atualmente, os três filhos possuem casas em diferentes países da Europa. 

José Luís Cutrale Júnior, de 49 anos, e José Henrique Cutrale, de 48, nasceram na Itália e moram na Suíça. A caçula, Graziela Cutrale, de 46 anos, nasceu no Brasil, mas se mudou para a Inglaterra, segundo informações do site de notícias do Reino Unido Endole. 

Os três irmãos trabalham na Europa e ocupam cargos de direção na Chiquita Holdings. Discretos como o pai, nenhum deles possui perfil em redes sociais e eles não costumam se pronunciar publicamente. 

Após a morte de Cutrale, seus filhos assinaram uma nota conjunta lamentando a perda do patriarca e o enaltecendo como grande líder dos negócios. 

“É com muita tristeza que comunicamos o falecimento de nosso querido pai, professor e mentor, José Luis Cutrale, ocorrido na data de hoje por causas naturais. […] Com muito esforço e dedicação, ele, ao lado de seu pai, transformou o nome da família em sinônimo mundial de suco de laranja”, afirmaram os herdeiros.

“Ao longo de sua carreira, empreendeu com sucesso nos ramos de laranjas frescas, sucos de laranja, grãos, logística, bananas, saladas, condimentos, refrigerantes, snacks, imobiliário, financeiro e de saúde.”

“Pessoa de poucas palavras e grandes compromissos, de fácil trato, brilhante nos negócios, lutador incansável, nosso pai pautou sua vida pela gentileza e respeito ao próximo, trabalho árduo, honestidade, humildade e discrição, valores esses que nos transmitiu para que junto com seus seis netos perpetuamos o seu legado familiar e empresarial. Deixa sua família, amigos, colaboradores e parceiros com saudade eterna e grandes recordações”, escreveram os irmãos.

Drew Angerer/Getty Images

Drew Angerer/Getty Images

– Empresas com Síndrome de Highlander!

Conhecem essa síndrome empresarial? Pois é: ela é creditada àquelas que querem ser únicas no mercado. São fortes! E são muito conhecidas de nós!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI254244-16642,00-SO+PODE+HAVER+UM.html

SÓ PODE HAVER UM

Varejo, alimentação, aviação… O Brasil bate recorde sobre recorde de fusões. São empresas com síndrome de Highlander, querendo decepar os concorrentes – e incorporar sua força

Por Antonio Félix

“Só pode haver um!”, grita o guerreiro Victor Kruger (Clancy Brown) ao atacar Connor Macleod (Christopher Lambert), no filme Highlander, o guerreiro imortal, de 1986. Os dois fazem parte de uma raça de imortais, que por alguma misteriosa razão sentem uma irrefreável vontade de buscar, atacar e aniquilar uns aos outros. A única maneira é decapitando o adversário. E o jogo (e o filme) só acaba quando restar apenas um.
Empresas também não morrem de causas naturais. No Brasil de hoje, perecem, na maioria das vezes, quando um rival se aproxima e, após uma árdua batalha, desfere um golpe que lhes afasta a cabeça do corpo. Como no filme, o vencedor da batalha fica mais forte, mais apto para a próxima luta. A única diferença é que o Highlander corporativo sai por aí com uma cabeça comandando dois, três, às vezes vários corpos. Ah, sim, e a cabeça decepada costuma sobreviver, bem mais rica que antes, sem ter mais de atender às necessidades daquele corpo estranho. (Em alguns casos, porém, um corpo duplo fica também com duas cabeças por algum tempo.)
O mercado do varejo teve recentemente várias batalhas dessas. O guerreiro Ricardo Eletro decepou a Insinuante, formando um corpo chamado Máquina de Vendas. A guerreira Magazine Luiza apossou-se em junho das Lojas do Baú – e ficou mais forte que o Ricardo, preparando-se para a batalha com a dupla Casas Bahia-Ponto Frio (sob o comando de outra cabeça, o Pão de Açúcar). Mas eis que Ricardo decepou a Shopping Eletro, em julho, e voltou a passar a guerreira Luiza.
No mercado da aviação, TAM e Gol fazem as vezes de Kruger e Macleod. A TAM batalha (amigavelmente) com a Trip, e a Gol decapitou no mês passado a Webjet. Na alimentação, a Perdigão digere a Sadia, a JBS colou na Bertin. São os exemplos mais novos de um fenômeno que atinge inúmeras empresas, de incontáveis setores. Todo mundo pensa que é Highlander.
Para entender o motivo de tantos combates, é preciso retroceder até outra guerra. Em meados dos anos 40, nos primeiros momentos pós-Segunda Guerra Mundial, a televisão voltava a funcionar, depois de anos de interrupção por causa do conflito. Era o estopim para um período de expansão das comunicações, que desembocou no advento da internet, nos anos 80, e em seu constante desenvolvimento, até os dias de hoje. Esse é um tempo caracterizado pelo fluxo de informações quase sem barreiras.
“Nesses anos, houve uma queda dramática dos custos de informação”, diz Claudio Felisoni de Angelo, economista, presidente do Provar, núcleo especializado em varejo fundado por professores da USP, e do Ibevar, instituto de executivos do mesmo ramo. Com tanta informação circulando livremente, os produtos e serviços ficaram muito mais fáceis de ser copiados. Por isso, são hoje tão parecidos. Isso significa que não se pode cobrar muito caro por nada. Aumente o preço um pouquinho, e logo surge alguém disposto a vender pelo seu preço antigo. Mantenha o seu preço velho, e logo surgirá alguém vendendo por menos.

Resultado de imagem para Empresas fortes com braço forte

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar o autor para postagem.

– Um Selo que indica Amadurecimento das Frutas!

A tecnologia, se usada para o bem, é algo fantástico. Leio que a Embrapa está desenvolvendo um “sensor em formato de selo” que indica se a fruta está madura!

Já imaginaram a diminuição das perdas de produtividade com isso, bem como da melhor qualidade de produtos em nossa mesa?

Abaixo, extraído de: https://revistapesquisa.fapesp.br/2020/04/07/fruta-no-ponto-certo/

FRUTA NO PONTO CERTO

Por Gabrielle Araújo / Embrapa

Uma parceria da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com a Siena Company resultou no desenvolvimento de um sensor para monitorar o amadurecimento de frutos. Trata-se de um selo contendo nanopartículas de um composto à base de sílica que pode ser colado à embalagem ou à superfície do fruto. À medida que amadurecem, alguns frutos liberam o gás etileno, que reage com o sensor e o faz mudar de cor. Um aplicativo para celular que lê um código de barras e a cor do selo permite conhecer o estágio de maturação do fruto e as informações sobre sua origem. Batizado de Yva (fruto, em tupi-guarani), o sensor foi testado em manga e mamão. “Até onde sabemos, não existe no mercado um produto desse tipo”, diz Marcos Ferreira, pesquisador da Embrapa e um dos idealizadores do sensor, que pode ajudar a reduzir as perdas na cadeia produtiva.

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Foto: Gabrielle Araújo, Embrapa.

– A criptomoeda do Mercado Livre: MercadoCoins.

Na onda de moedas virtuais, o Mercado Livre se lança à aventura de muitos e lança seu próprio dinheiro: o MercadoCoins!

Abaixo, extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Futuro-do-Dinheiro/noticia/2022/08/epoca-negocios-mercado-livre-cria-criptomoeda-como-parte-de-programa-de-fidelidade.html

MERCADO LIVRE CRIA CRIPTOMOEDA COMO PARTE DE PROGRAMA DE FIDELIDADE

O Mercado Livre anunciou nesta quinta-feira a criação de uma criptomoeda chamada MercadoCoin, que será implementada como parte de um programa de fidelidade de clientes da companhia da maior empresa de comércio eletrônico da América Latina.

O Mercado Livre informou que o clientes ganharão “MercadoCoins” como cashback ao comprarem produtos na plataforma. Os consumidores poderão então usar a moeda digital, que segue o padrão de token ERC-20, da Ethereum, para novas compras ou negociá-la na unidade de serviços financeiros da empresa, o MercadoPago.

A moeda tem um valor equivalente a 10 centavos de dólar, informou a companhia.

Mercado Livre (Foto: Divulgação)

O Mercado Livre informou que o clientes ganharão “MercadoCoins” como cashback ao comprarem produtos na plataforma (Foto: Divulgação)

– Economia em Pequenas Coisas para Lucros Maiores

Veja que conta interessante (antiga, mas atual): segundo a Revista Veja (Ed 28/07/2010, pg 98), 1 quilo a menos transportado por um avião faz com exista uma economia de 11.500 galões de combustíveis por ano, ou US$ 23,000.00. Numa empresa com 100 aviões, isso representa 2,3 milhões de dólares.

Conta rápida: um forno de avião pesa cerca de 100 quilos. Assim, apenas no equipamento de uma única aeronave, uma empresa economiza 2 milhões. Se tiver 100 aviões, deixa-se de gastar US$ 200,000,000.00.

Dá para entender por que não se serve mais comida quente mas lanche frio em avião?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– E foi feito o pedido de falência da “Chocolates Pan”!

A icônica marca de chocolates da Pan (de tantos produtos emblemáticos) pode falir!

O sabor de chocolate meio-amargo, com gosto de infância, já não era tão fácil de se achar… uma pena!

Extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/mp-pede-falencia-da-empresa-dos-cigarros-de-chocolate-pan/

MP PEDE FALÊNCIA DA PAN

O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) entrou com um pedido de decretação de falência na Justiça contra a empresa de produtos alimentícios Pan, que ficou famosa por seus “cigarros” de chocolate. As informações são do colunista do UOL Rogério Gentile.

Segundo o colunista, com a pandemia a Pan não conseguiu pagar dívidas estimadas em cerca de R$ 209 milhões e entrou com pedido de recuperação judicial. O Ministério Público, no entanto, considera que a empresa não tem condições de manter suas atividades e pediu a decretação da falência.

A Pan, no entanto, afirma que uma perícia já concluiu a viabilidade da empresa e que tem procurado regularizar seus débitos tributários, negociando parcelamentos e oferecendo bens como garantias.

“Cigarros” de chocolate

O “cigarro” de chocolate da empresa foi um sucesso por permitir a crianças que emulassem o ato de fumar ao consumir o produto, que era apenas um chocolate no formato de um cigarro. O produto foi lançado em 1959 e foi vendido até a década de 90, quando o Ministério enrijeceu as norma relacionadas à publicidade de cigarros.

A empresa acabou mudando o produto, que passou a se chamar “rolinhos de chocolate” e deixou de mostrar a icônica imagem do menino negro segurando um dos doces como se estivesse fumando (a foto era do ator Paulo Pompeia, que faleceu em 2021 aos 72 anos).

O pedido de falência do MP ainda segue tramitando na Justiça.

Crédito: Pan/Divulgação

A foto na embalagem dos cigarros de chocolate da Pan, que se tornaria icônica. O ator retratado, Paulo Pompeia, morreu em 2021 (Crédito: Pan/Divulgação)

– Você iria ao “La Borratxeria”? Eu, não.

Ganha repercussão um restaurante paulistano que costuma publicar frases polêmicas na sua fachada. A impressão do “La Borratxeria” é que querem gerar manchetes, justamente para ganhar notoriedade. Porém… ambas são de mau gosto.

Por exemplo: “Quem gosta de criança é creche”; ou: “Não odiamos crianças, só a sua mesmo”.

Mais maluquices?

Abaixo, veja o “espaço kids”, numa foto:

REPRODUÇÃO / INSTAGRAM LA BORRATXERIA.

A reportagem completa está em: https://noticias.r7.com/sao-paulo/restaurante-de-sp-poe-placa-polemica-na-fachada-nao-odiamos-criancas-e-so-a-sua-mesmo-10082022?amp

– A Unilever vai concorrer com o McDonald’s? A Hamburgueria Hellman’s já está funcionando

Uma estratégia inovadora: a Unilever quer desenvolver a marca da maionese Hellman’s em fast foods próprios!

Extraído de: https://mercadoeconsumo.com.br/destaque-do-dia/hellmanns-inaugura-em-sao-paulo-primeira-hamburgueria-propria/

HELMANN’S INAUGURA EM SÃO PAULO PRIMEIRA HAMBURGUERIA PRÓPRIA

Iniciativa no Brasil é 100% digital; marca quer aumentar proximidade com os consumidores

A marca de maionese e molhos Hellmann’s escolheu o Brasil, mais precisamente a cidade de São Paulo, para inaugurar sua primeira hamburgueria própria. A operação é 100% digital e o objetivo da empresa é se aproximar dos consumidores.

“A partir de agora, Hellmann’s deixa de ser somente uma marca presente predominantemente no varejo e passa a ter uma relação tão próxima com o nosso consumidor que nos permite ouvi-lo e conhecer mais profundamente os seus desejos e necessidades”, afirma o vice-presidente de Hellmann’s no Brasil, Rodrigo Visentini.

Para ele, a “escuta ativa” vai permitir que a marca colete insights para as estratégias de comunicação, lançamento de novos produtos ou serviços, tudo isso com uma velocidade maior. “Nosso objetivo é oferecer produtos de muita qualidade e uma nova forma de se apaixonar por Hellmann’s”, completa Rodrigo.

Inicialmente, a Hamburgueria Hellmann’s está atendendo a pedidos realizados em um raio de até 7 quilômetros na região do Itaim Bibi, na zona sul da capital paulista, por meio dos aplicativos de delivery Rappi e iFood.

Time de chefs

O menu disponível na Hamburgueria Hellmann’s foi idealizado por um time de chefs, e traz uma seleção de hambúrgueres e outros sanduíches personalizados com opções veganas, molhos artesanais inéditos e exclusivos. Um exemplo é o molho Asian Bbq, campeão de pedidos, que leva na composição do molho barbecue Hellmann’s com um toque de saquê e pimenta.

Por meio da hamburgueria, a marca quer trazer o consumidor para o centro de estratégias da marca. A hamburgueria também será uma ferramenta para apresentar novidades em primeira mão para os consumidores e ter feedbacks em tempo real.

“O brasileiro ama os produtos do nosso portfólio e Hellmann’s está cada vez mais conectada aos momentos de prazer dos consumidores. Por isso, identificamos nessa conexão um insight genuíno e uma oportunidade perfeita para inovarmos, colocando o consumidor no centro da nossa estratégia, com um novo ponto de contato surpreendente para estreitar essa conexão”, destaca Rodrigo Visentini.

Hellmann's inaugura em São Paulo primeira hamburgueria própria

Imagem: Divulgação

– O dia em que a invenção de Steve Jobs foi desdenhada.

Os erros que a Apple iria cometer quando lançasse seu maior equívoco (para alguns concorrentes), o iPhone, foram retratados nesse artigo bem curioso.

Abaixo (extraído do BlogdoIphone.com):

O DESDÉM INICIAL DO IPHONE 

O desdém inicial pelo iPhone

Muitos se arriscaram na época a prever o futuro catastrófico (SIC) do iPhone. “Especialistas” que queimaram a língua por não verem o futuro chegando.

O iPhone era tão diferente de tudo até ali que muitas mudanças foram difíceis de absorver. A falta completa de um teclado físico era uma das críticas mais usadas pelos detratores, além do fato dele ser “grande” para o padrão da época.

O CEO da Palm chegou a dizer na época “Os caras dos computadores não vão agora chegar e mostrar como se faz. Não é só chegar e fazer“.

Já um outro analista do Bloomberg não acreditava que o iPhone duraria muito tempo:

“O iPhone não é nada mais do que um brinquedo de luxo que vai apelar para alguns loucos por gadgets. Em termos de seu impacto sobre a indústria, o iPhone é menos relevante. É pouco provável que a Apple faça algum impacto neste mercado. A Apple vai vender um pouco para alguns de seus fãs, mas o iPhone não vai marcar a indústria a longo prazo.”

Michael Kanellos, da CNET, foi ainda mais categórico, prevendo o fracasso total do aparelho:

“A Apple está se preparando para lançar um novo telefone… E ele vai fracassar. As vendas deste telefone até irão disparar no começo, mas as coisas vão se acalmar e o telefone da Apple vai tomar o seu lugar nas prateleiras com as câmeras de vídeo aleatórias, telefones celulares, roteadores sem fio e outros possíveis acertos. Quando o iPod surgiu no final de 2001, ele resolveu alguns problemas importantes com MP3 players. Infelizmente para a Apple, são problemas que não existem no setor de telefonia. Os telefones celulares não são desajeitados, dispositivos inadequados. Em vez disso, eles são muito bons. Muito bons.”

Nem mesmo a Microsoft estava acreditando no que estava acontecendo. O diretor de marketing da empresa, Richard Sprague, comentou na época:

“Eu não posso acreditar nesta atenção toda que está sendo dada para o iPhone … Eu só tenho que saber quem vai querer uma coisa dessas (além do fanático religioso). Então, por favor,  favorite este post e volte daqui dois anos para ver os resultados da minha previsão : eu prevejo que o iPhone não vai vender nem perto dos 10 milhões [de unidades] que Jobs prevê para 2008.”

E claro, não podemos esquecer do comentário que ficou na história, vindo da boca do então presidente da Microsoft, Steve Ballmer:

Confira um outro artigo com uma coletânea de frases ditas contra o iPhone. Aproveite também para analisar os comentários que nossos leitores fizeram há cinco anos.

iPhone 11 de 256 GB – Amarelo - Apple (BR)

– E as embalagens encolheram…

Não se deve fazer isso! Reduzir o tamanho das embalagens e não reduzir proporcionalmente o preço, é uma das formas mais sacanas que se pode utilizar para ludibriar o consumidor.

Neste quadro da Revista Isto É (link em: https://istoe.com.br/as-embalagens-encolheram/), dá para se ter uma noção prefeita dessa atitude:

– A Coca-Cola Alcóolica! E com Jack Daniel’s.

E pela primeira vez, a The Coca-Cola Company venderá bebida com álcool. Inédito!

Abaixo, extraído de: https://exame.com/casual/coca-cola-lanca-versao-alcoolica-com-jack-daniels/

COCA-COLA LANÇA VERSÃO ALCOÓLICA COM JACK DANIEL’S

Disponível também em versão sem açúcar, o produto contará com a referência global de 5% de teor alcóolico

Por Julia Storch

As bebidas americanas Jack Daniel’s e Coca-Cola se encontram dentro de uma lata como uma opção de coquetel pronto para beber. Inspirado no drinque conhecido como Jack & Coke no Brasil, o produto será feito a partir de um mix entre Coca-Cola e a bebida Jack Daniel’s Tennessee Whiskey.
A novidade será comercializada mundialmente, a começar pelas gôndolas do México no final deste ano.

“Essa parceria reúne dois ícones clássicos americanos para trazer aos consumidores a experiência de sabor que eles amam, de forma consistente, conveniente e on the go”, disse Lawson Whiting, CEO e Presidente da Brown-Forman Corporation.

“A Brown-Forman é líder na categoria de bebidas prontas desde que lançamos nosso primeiro Jack Daniel’s RTD, há mais de 30 anos. A Coca-Cola complementa perfeitamente a Jack Daniel’s e nossas ofertas de RTD existentes, o que nos permite acelerar a nossa expansão e continuar o crescimento de nosso negócio em todo o mundo”, finaliza Whiting.

Todas as embalagens do produto se relacionam à parceria das duas marcas. Disponível também em versão sem açúcar, o produto contará com a referência global de 5% de teor alcóolico, com possíveis variações de acordo com o mercado comercializado.

“Os consumidores são nossa prioridade em tudo o que fazemos e, como uma empresa completa de bebidas, à medida que continuamos a desenvolver nosso portfólio, isso inclui novos produtos com nossa icônica marca Coca-Cola”, comenta James Quincey, presidente e CEO da The Coca-Cola Company.
“Estamos animados com essa nova relação com a Brown-Forman e ansiosos pelo lançamento do Jack Daniel’s & Coca-Cola”, completa Quincey.

Coca-Cola faz parceria com Jack Daniel's. (Divulgação/Coca-Cola)

Imagem: Divulgação Coca-cola.

– Feliz Dia dos Namorados (mas aqui a data é comercial…)

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).

Olha só como comercialmente surgiu a data:

DIA DOS NAMORADOS

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.

A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.

Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!

O coração, a razão e a pessoa | Portal Anna Ramalho

Imagem extraída de: https://www.annaramalho.com.br/o-coracao-a-razao-e-a-pessoa/

– PME que contratam funcionários transexuais.

Empresas que aceitam a diversidade sexual e contratam LGTBs. Uma novidade ou tendência?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/08/1911077-pequenas-empresas-se-abrem-para-receber-funcionarios-transexuais.shtml

PEQUENAS EMPRESAS SE ABREM PARA RECEBER FUNCIONÁRIOS TRANSEXUAIS

por Everton Lopes Batista e Júlia Barbon

O site Transempregos, que divulga vagas de trabalho para transexuais e travestis, contava com 160 currículos cadastrados em 2013, ano em que foi inaugurado. Atualmente, são mais de mil.

A plataforma foi um dos canais usados pela hamburgueria Castro, inaugurada no fim de 2016 na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, para acrescentar diversidade ao negócio. Uma chamada publicada no site convidava pessoas de todos os gêneros e orientações sexuais para participar de uma seleção.

A transexual Roberta Proença Gouvea, 41, se candidatou e conseguiu a vaga de recepcionista do local, que tem 16 funcionários no total –dois deles são trans.

“A proposta da Castro me deu muita esperança para conseguir o emprego. Eu fui tratada como uma candidata de verdade”, afirma ela.

Segundo Luiz Felipe Granata, um dos sócios da Castro, a proposta é ser um ambiente “não excludente” para funcionários e clientes.

“A maior diferença de trabalhar em um lugar como esse é poder ser quem você realmente é e se sentir seguro”, afirma o transexual Bruno Mikó, 23, que trabalha como auxiliar de cozinha ali.

Com um investimento inicial de R$ 400 mil, o faturamento deve chegar a R$ 2,4 milhões neste ano. Os donos já planejam abrir uma franquia no próximo ano.

O estabelecimento faz parte de um grupo cada vez maior de empresas que têm procurado transgêneros –pessoas que se identificam com um gênero diferente do indicado pelos órgãos genitais de nascimento– para fazer parte de seu quadro de funcionários.

FALTAM DADOS

As dificuldades para conseguir trabalho ocorrem tanto por preconceito quanto por invisibilidade –não há dados sobre a empregabilidade de transgêneros no país.

Segundo a empresária e travesti Márcia Rocha, que administra a Transempregos de forma voluntária, cerca de 40% dos candidatos cadastrados na plataforma têm nível superior. “Mas mesmo para pessoas mais bem qualificadas, o mercado ainda é bastante hostil”, afirma ela.

Gouvea, por exemplo, tinha ensino médio, dois idiomas –além do português, ela fala inglês e espanhol– e um intercâmbio no currículo. “Era mais fácil quando eu escondia das pessoas que eu era trans”, afirma.

Aos 18 anos, Paloma Castro, também trans, desistiu de procurar emprego e passou a se prostituir. Hoje, aos 26 anos, é garçonete no Casa Café Teatro, na Bela Vista, região central de São Paulo.

O salário de R$ 1.191 permitiu que ela saísse das ruas enquanto termina um curso técnico em gestão de qualidade.

Histórias como a dela, no entanto, ainda são exceção. “Ainda é pouco, porque é muito recente. Temos muito trabalho a fazer”, diz Márcia Rocha. “Mas sinto que a coisa realmente está acontecendo, não estou dando conta de tantas reuniões e capacitações.”

AÇÕES

A IBM foi uma das criadoras, em 2013, do Fórum de Empresas LGBT. A organização informal reúne 39 grandes companhias que se comprometem com ações como usar o nome social do funcionário trans (em crachás e e-mails, por exemplo) e não restringir o uso de banheiros.

“Pessoas diversas trazem maior produtividade à empresa. Se eu fechasse essa porta, perderia bons recursos”, diz Adriana Ferreira, líder de diversidade e inclusão da IBM Brasil.

Na outra ponta, para que essas pessoas cheguem melhor preparadas até as empresas, foi criado, em 2015, o projeto Transcidadania, da Prefeitura de São Paulo.

A iniciativa paga uma bolsa mensal de R$ 983,55 por até dois anos, enquanto os beneficiários, transexuais e travestis, voltam para a escola, fazem cursos profissionalizantes e são acompanhados por advogados e psicólogos.

Hoje, o programa tem 175 participantes.

No entanto, a baixíssima escolaridade e o envolvimento com drogas impedem, em alguns casos, que a pessoa esteja pronta para o trabalho no final dos dois anos, afirma Ivan Batista, coordenador de políticas para LGBT na Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania do município.

Para isso, diz o coordenador, está sendo criado um comitê envolvendo os departamentos de educação e saúde da cidade, para que esses fatores sejam tratados antes do ingresso no programa.

A Coordenação de Políticas LGBT, também da prefeitura, oferece ainda capacitação para empresas que queiram receber trabalhadores trans e conhecer a a lei estadual 10.948, criada em 2001 para proteger a comunidade LGBT nas relações de trabalho.

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Imagem extraída do link acima.

– Lastimável, Habib’s de Bragança Paulista.

Diversas vezes fui ao Habibs em Bragança Paulista, e fiquei decepcionado por faltar produtos.

Nesta segunda-feira, queria comer a pizza de marguerita, e não tinha. Minha sogra queria esfiha de brócolis, espinafre e queijo – e estava em falta. Minha filha queria 5 esfihas de calabresa… e não havia.

Motivo: “costuma” faltar produtos na 2a feira, devido ao movimento de domingo, disse a garçonete.

Pior: quando fui fazer pedido pelo aplicativo, a atendente informou que: “olha, costuma não funcionar muito bem o aplicativo aqui; se não aparecer o desconto, a loja não se responsabiliza”.

Como assim? Que ridículo! Vá dormir…

Lamentável. Se ninguém reclamar, ficará sempre desse jeito!

– Há muito tempo, as agências bancárias da Rangel eram diferentes…

Puxa, vi que o local onde foi a tradicional agência “0032” do Unibanco na Rua Rangel Pestana, em Jundiaí, está para alugar. Foi lá que tive minha primeira conta-corrente! Era um ótimo banco, mas ficou péssimo depois que o Itau assumiu o controle e dividiu o local em dois bancos: Itau e Personalitte.

Mas repare como era aquela rua nos anos 80/90: você tinha o Unibanco (virou Itau e fechou), tinha o BFB que virou Sudameris, encostado com o Banco Real (que virou Abn Amro Bank e depois Santander), vizinho do Banco Geral do Comércio (que virou Santander também) separado pela Rua Padroeira do Noroeste (que virou… Santander). Todos esses, em frente ao Banespa (comprado pelo Santander). Do outro lado da rua, tínhamos o Econômico, que quebrou e virou BBVA (e depois Bradesco), do lado da principal agência Bradesco, bem encostada com o Bamerindus, que virou HSBC e acabou se tornando… Bradesco!

Na Rua do Rosário, próximo da Catedral, o mesmo fenômeno: o Banco Bandeirante virou Unibanco e depois Itau, o BCN virou Bradesco e o Bamerindus… o dali, sumiu!

E para dizer que não lembramos: na Rua Barão de Jundiaí, o Comind, Auxiliar, Meridional, Nacional, Poupança Haspa e Finasa!

Quantos bancos, dos inúmeros que tínhamos, sobreviverão?

Dez bancos que não existem mais | VEJA SÃO PAULO

Imagem extraída da Internet.

– Crise na Indústria Automobilística.

Devido ao novo pico de COVID na China, faltam peças para a indústria de carros. Assim, como reféns de chineses que nos tornamos, falta automóvel para vender.

Pode?

Antes, as pessoas não tinham dinheiro mas havia oferta de veículos. Hoje, nem uma coisa, nem outra.

Mais fábricas podem parar e carros vão ficar mais caros, alertam especialistas

Imagem extraída de: https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2021/03/mais-fabricas-podem-parar-e-carros-vao-ficar-mais-caros-alertam-especialistas.ghtml