– O Oceano Azul vs O Oceano Vermelho nas Universidades.

Gostei demais desse texto sobre como as Instituições de Ensino Superior tentam brigar no mercado pelos alunos. Como é e como deveria ser?

Abaixo, extraído do LinkedIn em: https://www.linkedin.com/posts/jean-cavaleiro-33049922_cad%C3%AA-a-estrat%C3%A9gia-do-oceano-azul-nas-universidades-activity-7322667185242324993-aMdi?

CADÊ A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NAS UNIVERSIDADES?

Por Jean Cavaleiro.

O conhecimento desenvolvido em sala de aula não coaduna com a estratégia traçada pelas universidades como negócio. A estratégia do Oceano Azul, que propõe competir onde ninguém mais está competindo, criando novos espaços de mercado, simplesmente não é aplicada pelas Instituições de Ensino Superior (IES). Muito pelo contrário: o que se vê é uma cópia cega das piores práticas.

Uma reduz a carga horária de 4 para 3 horas por dia? As outras copiam.
Uma cria o cargo de “professor assistente”, mesmo sendo mestre ou doutor, para reduzir salários? Todas copiam.
Uma estrutura 50 cursos diferentes usando matrizes genéricas e iguais, para economizar? As demais seguem o mesmo caminho.

Pouquíssimas IES — três ou quatro em São Paulo — ainda tentam competir por diferenciação verdadeira. As demais disputam apenas por preço. E produto barato é produto descartável: o aluno se matricula hoje e cancela amanhã.

Sem criar novos espaços de mercado, sem inovar, sem ousar, as universidades estão apenas se canibalizando, afundando ainda mais no Oceano Vermelho da concorrência predatória.

A Falência Moral dos Congressos e Seminários de Educação.

Além disso, os congressos e seminários de educação viraram clubes fechados de autoelogio, onde ninguém tem coragem de tocar nas feridas.

Um aplaude o outro, todos repetem as mesmas soluções falidas e ninguém questiona a decadência do sistema educacional privado.
É como olhar para alguém atolado na merda até a boca e o cara comemorar porque conseguiu chegar até o pescoço.
Uma falsa sensação de vitória no meio da derrocada.

Executivos da educação hoje não olham para a educação, olham para os acionistas. Lutam para garantir seus cargos, seus bônus, seus contratos futuros — não para garantir o futuro dos estudantes ou da sociedade.

E quem ousa fazer uma crítica honesta é rapidamente isolado. Criticar significa perder oportunidades de trabalho, palestras, consultorias ou promoções.
Por isso, reina o silêncio e a mediocridade.

O Resultado

O mercado educacional privado, que deveria ser campo de inovação e transformação, afunda em sua própria incapacidade de se reinventar.
Sem Oceano Azul. Sem coragem. Sem visão de longo prazo.

Em vez de criar diferenciação, qualidade real e experiências únicas para o aluno, as universidades seguem entupindo o mercado com diplomas baratos, estudantes insatisfeitos e marcas cada vez mais irrelevantes.

A médio e longo prazo, todos vão pagar o preço: as universidades, os alunos e a sociedade como um todo.

Aliás, já estão pagando. As IES reduzindo cada vez mais os preços. Os alunos, mesmo com diploma, ganham pouco, atuam em subemprego, fora das sua área de formação.
Os executivos da educação, pela baixa capacidade de entender o aluno diz, ah mas estão ganhando 30% acima da média nacional.
Mas 30% de mixaria continua sendo mixaria.

COMPETIÇÃO ESTARÁ EM FAZER TUDO DIFERENTE DO QUE ESTÃO FAZENDO.
AGREGAR VALOR – RETER – FORMAR

– As marcas de celulares mais vendidas (em um período não tão distante…)

O mercado realmente é dinâmico.

Repare a diferença e a variedade de marcas de 20 anos atrás e de hoje, em se falando sobre celular, abaixo:

– Quando a conversa vira compra: IA transforma o comércio digital no Brasil.

IA e WhatsApp remodelam a experiência de compra e aceleram o crescimento do comércio conversacional no país. #Linkezine 🤖 O post Quando a conversa …

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– Perfume Neymar?

Eu vi e não acreditei: no mercado, havia esse desodorizador automotivo do… Neymar!

Custa R$ 9,99 e tem perfume de baunilha.

Você colocaria em seu carro?

– Produtos da Ypê suspensos pela Anvisa.

Esse print é do Estadão. A melhor coisa a fazer é entrar no site da Anvisa e descobrir o que pode e o que não pode quando aos produtos Ypê.

Abaixo:

– O que acontece com o Oxxo do Parque Eloy Chaves?

O que acontece com o Oxxo do Parque Eloy Chaves, em Jundiaí?

Não é a primeira vez que vou lá e está fechado. Chega a ser constrangedor para a empresa, pelo recado na porta explicando que “não tem funcionários”.

Paga-se mal, os colaboradores não são profissionais ou a culpa é do gerente?

Normal, não é.

– Visite a Samavel!

Estive visitando hoje o amigo @ericksoncidinho na @samavelveiculos!

Ambiente bacana, carros espetaculares e gente muito boa. Recomendo a visita.

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– A vaca que ri!

RECOMENDO!

É caro, mas é tão gostoso… Esse importado vale a pena. Apesar do nome curioso, o produto é bom!

– Quanto custa uma franquia do McDonalds? E de outras redes…

É caro, mas é rentável…

Veja só esses números sobre abertura de franquias (como Natura, McDonalds ou CVC), abaixo:

– O futuro do trabalho e as pessoas “de cabelo branco”.

Temos um sério problema em nosso país: etarismo e envelhecimento populacional.

Um excepcional texto de Willians Fiori, em seu LinkedIn, aborda o Mercado de Trabalho para as pessoas mais velhas. Vale a leitura, abaixo:

O FUTURO DO TRABALHO EM CABELO BRANCO – e o RH não percebeu…

Vamos fazer um exercício simples: linha do tempo. Nada de futurologia, só um passeio pelos últimos 50 anos.

1975 — A idade média do trabalhador brasileiro era de 33 anos. A idade mediana da população? 18,2 anos. Jovens por todos os lados, força de trabalho abundante e empresas moldadas para absorver essa juventude em massa. A ideia de aposentadoria aos 50 e poucos era quase celebrada com bolo e guaraná.

2000 — A idade média dos trabalhadores sobe para 34. A população envelhece devagar, mas o mercado ainda finge que está tudo igual. O jovem continua sendo o perfil idealizado nas campanhas de recrutamento. Os +50? Invisíveis.

2023 — O grupo com maior número de trabalhadores é o de 35 a 44 anos. A idade média do trabalhador gira em torno de 40 anos. A idade mediana da população brasileira já chegou aos 34,4 anos. Ou seja: o Brasil amadureceu, mas o RH continua preso a um modelo mental de 1980.

2025 — Projeções apontam que a idade média da força de trabalho ultrapassará os 40 anos. A idade mediana da população será de 34,8. E o que vemos? Processos seletivos pedindo “perfil jovem”, “dinâmico” e “fluente em inglês” para salários que mal pagam o aluguel.

Enquanto isso, quatro gerações coexistem nas empresas:

A geração silenciosa, que ainda resiste em alguns cargos técnicos.

Os boomers, com suas décadas de experiência.

Os X e millennials, equilibrando inovação e gestão.

E a geração Z, chegando com propósito, ansiedade e muita conexão digital.

E o RH? Ignora essa pluralidade e continua focando em programas para “atrair talentos jovens”, como se o único futuro possível estivesse nos recém-formados. Só que a conta não fecha. A demografia não mente. A taxa de natalidade caiu, a expectativa de vida subiu, e a base da pirâmide está encolhendo. Muito em breve, o Brasil não terá jovens suficientes para preencher todas as vagas abertas.

E aí? Vai continuar esperando um milagre demográfico? Ou vai olhar para os talentos experientes que já estão aí, cheios de energia, bagagem e vontade de contribuir?

A longevidade não é um problema. O problema é a miopia cognitiva de quem recruta, lidera e decide.

Em tempos de escassez de juventude, a experiência será o novo ouro. Mas só vai encontrar esse tesouro quem souber procurar com novos olhos.

Imagem extraída da publicação do autor em seu LinkedIn.

– Gerações Y e Z impulsionam a moda circular e redefinem o consumo de roupas.

Gerações Y e Z impulsionam a moda circular e transformam o consumo com mais sustentabilidade e identidade. #Linkezine ♻️ O post Gerações Y e Z …

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– Pós-venda no WhatsApp vira estratégia para fidelizar clientes e crescer.

Empresas apostam no pós-venda via WhatsApp para fidelizar clientes e aumentar resultados. #Linkezine 📱 O post Pós-venda no WhatsApp vira estratégia …

Continua em: Pós-venda no WhatsApp vira estratégia para fidelizar clientes e crescer

– Cardápios físicos ou virtuais?

Uma das coisas que mais me irrita quando vou a alguma lanchonete / restaurante é a ausência de um cardápio impresso.

Reconheço que o QR Code para o cardápio virtual é uma tendência e uma comodidade para os mais jovens. O problema é: ter o modelo virtual e não ter o impresso (que deveria ser uma alternativa).

Se eu quiser ter uma noite agradável comendo uma pizza com minha mulher, sem ser incomodado com o celular, não posso? Afinal, precisarei dele para acessar o cardápio eletrônico.

É mais o menos como leitura: eu adoro virar as páginas de papel, não rolar telas…

E você, se incomoda com a falta de cardápios físicos?

Imagem extraída de: https://www.elo7.com.br/cardapio-digital-online-pizzaria-delivery/dp/130BCB3

– Dia do consumidor: veja dicas de direitos e deveres.

Hoje é 15 de março, dia em que é celebrado o Dia do Consumidor. Ainda há muitas dúvidas em relação às relações de consumo estabelecidas em sociedade.

Continua em: Dia do consumidor: veja dicas de direitos e deveres

– Raízen entra em recuperação extrajudicial de 65 bilhões de reais!

Ontem foi o GPA que entrou em recuperação extrajudicial.

Hoje, foi a vez da Raízen fazer o mesmo.

Olhe só que conta: R$ 65 bilhões o valor da dívida:

– O desafio do Burger King ao McDonalds no Acre.

O McDonald’s não tem restaurantes no Amapá, na Roraima e no Acre. Sendo assim, o Burger King, que possui uma unidade em Rio Branco, ousou: desafiou o concorrente a abrir uma unidade lá, a fim de permitir que os clientes comparem os lanches!

Marketing inteligente ou não?

– GPA pede recuperação extrajudicial bilionária.

Caramba! Olhem só a dívida do Grupo Pão de Açúcar… inimaginável nos tempos do saudoso Abílio Diniz.

O Casino, atual proprietário, ainda não entendeu bem como funciona o Brasil?

– E sobram Ovos de Páscoa! São de chocolate ou de ouro?

Os ovos de chocolate não estão caros. Estão caríssimos!!!

Leio que estão encalhando nos supermercados, pois muitas pessoas estão comprando ovos caseiros, mais baratos e com mais bombons.

Acontecerá às vésperas do domingo o que acontece depois da Páscoa: promoção do tipo “leve 2 pague 1”.

A verdade é que os fabricantes sempre abusam do oportunismo da data. Neste ano, com o país em crise, se deram mal.

E saber que no Exterior, o mesmo ovo é mais barato…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A Prime Vídeo supera a Netflix no Brasil.

Streaming no Brasil: o futebol faz a Prime Vídeo passar a Netflix e virar líder no país.

Abaixo a evolução:

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– A depressão no mundo corporativo: verdadeira ou mito?

De fato, existe depressão dentro das grandes corporações, ou seja, um ambiente que se transforma de tal forma a deprimir a própria instituição?

Um ótimo artigo que compartilho extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/quando-surge-a-depressão-no-dia-a-dia-do-mundo-corporativo-a7f471b0ed51

QUANDO SURGE A DEPRESSÃO NO MUNDO CORPORATIVO

por José Renato Sátiro Santiago

Tecnicamente falando, definitivamente, não é depressão.

No entanto, difícil encontrar um profissional que não tenho vivido momentos de aborrecimentos que o tenha levado a situações de, pretensa, depressão.

No meio do mundo corporativo é comum nos confrontarmos com ocasiões de baixa estima, falta de motivação e até mesmo de certa miopia no alcance de nossas metas.

Algumas vezes estes momentos pontuais se tornam frequentes e realmente têm o poder de levar muitas pessoas a encarar o trabalho como um sofrimento, uma necessidade que está longe de ser um meio para alcançarmos alguns dos nossos sonhos.

Sim, certamente, que necessitamos do trabalho, mas não simplesmente como meio para ganhar dinheiro, embora ele também tenha esta função, e sim, principalmente, como uma maneira de evoluirmos, mantermos ativos e, também, como eficiente forma de socialização.

A questão é que ao passarmos algumas temporadas fazendo atividades rotineiras sem que haja o devido reconhecimento e, antes disso, entendimento sobre como elas irão contribuir para o nosso crescimento, tendemos a nos aborrecer, a sentirmos desestimulados, desamparados, enfim, um todo conjunto de sentimentos e impressões que nos levam mais para baixo.

Infelizmente quando estamos nestas condições, tudo, e é realmente tudo, tende a conspirar para que a nossa impressão de “depressão” se potencialize cada vez mais, e vai nos afundando mais e mais, como se não houvesse coisa alguma que possa nos ajudar.

Ledo engano, achar que surgirá alguém, do lado de fora deste “buraco”, que nos dará uma mão, com força suficiente, para nos colocar de volta a ativa.

Certamente muitas mãos aparecerão, mas somente a nossa força interna terá condições de nos por no caminho que tanto sonhamos. O problema, talvez, esteja aí, muitos profissionais creditam seus aborrecimentos totalmente na organização onde estão desenvolvendo suas atividades, sua chefia, colegas, fornecedores, enfim, como se todos eles estivessem em ação conjunta, conspirando contra nós.

É cabível pensar, nem que seja por poucos segundos, que isso seja factível?

O fato é que infelizmente algumas pessoas se colocam, efetivamente, como escravas de seus empregos, enquanto que na verdade somos dependentes de nosso trabalho, pois é através dele que podemos agregar valor e sermos efetivamente dignos de qualquer tipo de reconhecimento.

Sim, é verdade, o reconhecimento é um importante combustível para nos manter ativos, mas ele deve vir de dentro de cada um de nós, pois este só depende de nós. O reconhecimento de outras pessoas, depende…de outras pessoas, obviamente, será que vale a pena estimular esta dependência?

Novamente parafraseando Humphrey Bogart nos momentos finais de abrir mão de seu maior amor, Ingrid Bergman no indispensável Casablanca: “Sempre teremos Paris”.

Imagem extraída de: https://jrsantiagojr.medium.com/quando-surge-a-depressão-no-dia-a-dia-do-mundo-corporativo-a7f471b0ed51

– As marcas de tênis mas vendidas no mundo:

As marcas de tênis mais vendidas no mundo e o seu valor de mercado, abaixo, na imagem:

(Era mais ou menos o que eu imaginava)

– Energético sabor Tadalafila?

Cada uma… Energético sabor “Tadalafila”?

A estratégia da Baly é clara: gerar curiosidade!

Se o Red Bull te dá asas…

Na imagem:

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– Red Bull de Maçã!

Ops: Red Bull de Maçã?

Muito bom! Chega de sabores duvidosos… (lembram o de Figo?).

Geladinho, desce gostoso.

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🍎 🪽 #Maçã que dá Asas!

– Pastilhas Valda Stranger Things?

Que febre é essa de Stranger Things?

Tem refrigerante, batata frita, produtos diversos e… Pastilhas Valda!

Eu sou sincero: não assisti nenhum episódio e “não me seduz”

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– Boxing Day é um dia de festa!

Muita gente falando sobre o inglês “Boxing Day“. Afinal, é dia de compras ou de futebol?

Das duas coisas! A tradição dos países do Reino Unido reza que no dia 26 (sempre no dia seguinte ao Natal, exceto quando cai aos finais de semana, quando é postergado para a segunda-feira), o comércio coloca suas sobras de mercadorias em liquidações atrativas, provocando filas nas lojas. Além disso, no mesmo dia (que é feriado), se tem jogos de futebol de TODAS as divisões do campeonato. Assim, é mais do que Black Friday e mais do que evento esportivo, pois, afinal, é um dia de descanso com vida própria!

E aí, funcionaria um “Boxing Day” no Brasil, com lojas cheias e futebol da 4a até a 1a divisão?

Reading Practice – Boxing Day – Practice Languages Online

Imagem extraída de: https://practicelanguagesonline.com/2016/12/11/reading-practice-boxing-day/

– E o desrespeito da Claro…

Desde ontem, 15h00, sem internet fixa em casa.

E a @Claro fica dando horário: até às 20h, até às 23h, até às 9h… e agora, até às 14h!

Imagine se vivêssemos em um país com tragédias ambientais! Nunca mais voltaria o sinal da Claro…

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– O Comércio apela. Cyber Monday?

Ok, há gente que vive em função de promoções. Mas depois da Black Friday, e alguns estendendo para Black Week, teremos na 2a feira a “Cyber Monday“, versão exclusiva de ofertas para a compra pela Internet!

Quero ver pagar a conta depois… Consumidores compulsivos que se segurem!

Resultado de imagem para cyber monday

– Diferenciando Concorrência e Rivalidade no Mundo das Empresas.

Que interessante: Robson Viturino e Álvaro Oppermann (Revista Época Negócios, Ed fevereiro – 22, pg 60) trouxeram uma importante matéria sobre como a concorrência ajuda a vender mais, além de alguns malefícios que ela traz, de forma leve e interessante.

Abaixo:

JÁ VIU O QUE SEU RIVAL FEZ HOJE?

Estudo desvenda os mecanismos psicológicos que motivam o espírito de rivalidade entre empresas concorrentes.

No dia a dia dos negócios, as palavras “rival” e “concorrente” são usadas de forma indistinta. Uma nova pesquisa, porém, evidencia que existem diferenças claras entre as duas na relação de pessoas e empresas. E não é só uma questão semântica. “A primeira coisa a notar é que as pessoas são mais aguerridas na competição quando existe rivalidade entre elas”, dizem os autores do estudo, Gavin Kilduff, Hillary Elfenbein e Barry Staw. O trio de pesquisadores, professores de administração nas universidades de Nova York, Saint Louis e Berkeley, estudou a psicologia da rivalidade e da concorrência entre jogadores e times de basquete dos Estados Unidos. Segundo eles, as conclusões podem ser estendidas aos negócios.

A literatura de negócios usava as duas palavras como sinônimos de competição”, dizem os pesquisadores em um artigo publicado no Academy of Management Journal. “No entanto, a concorrência é algo racional. A rivalidade é passional”, afirma o trio. Esta última nasceria do envolvimento psicológico entre os protagonistas. Ou seja, surge quando existe uma relação íntima, ou um histórico comum, às partes envolvidas, gerando implicações profundas na maneira como jogadores e equipes se relacionam. “O mesmo ocorre nos negócios”, dizem eles.

Se a concorrência é o motor do desempenho, a rivalidade é o seu “afrodisíaco”. Um bom exemplo disso está no basquete norte-americano dos anos 80, que foi polarizado por Larry Bird, do Boston Celtics, e Earvin “Magic” Johnson, do Los Angeles Lakers. Os dois iniciaram a carreira profissional em 1979. Antes eles eram estrelas dos principais times universitários dos Estados Unidos e acompanhavam com afinco a carreira um do outro. “Quando a tabela de jogos da temporada era publicada, os jogos do Celtics eram a primeira coisa que eu marcava”, diz Magic Johnson. “Eu começava a ler o jornal pela seção de esportes, para ver como estavam as estatísticas de Magic”, diz Bird. A rivalidade – ou quase obsessão – acabou servindo de combustível ao brilhantismo de ambos nas quadras. Concorrentes se esforçam e dão o sangue. Rivais fazem das tripas coração. Eis a diferença.

Nos negócios, a rivalidade também pode gerar um ciclo virtuoso. No Japão, os rivais Toyota e Nissan protagonizam um duelo de inovação desde os anos 70. Quando a Toyota invadiu o mercado americano com o Corolla, em 1972, a Nissan respondeu em seguida com o Bluebird. Em 2001, a Nissan redesenhou totalmente o Altima para enfrentar o Toyota Camry. Em 2010, diante do Leaf, carro elétrico mundial a ser produzido pela Renault-Nissan, a Toyota respondeu comprando uma fatia da Tesla Motors. Segundo a autora Evelyn Anderson, embora a Toyota seja altamente competitiva em relação a Ford e GM, a competição acirrada com a Nissan e a Honda sempre teve um gostinho especial.

A rivalidade também tem uma face sombria, dizem os pesquisadores. É comum rivais engalfinharem-se em lutas do tipo “custe o que custar”. O Boston Scientific Group, por exemplo, se dispôs a pagar US$ 24,7 bilhões pela fabricante de marca-passos Guidant, para não permitir que o eterno rival Johnson & Johnson abocanhasse a empresa. Esta é considerada pelos analistas a segunda pior aquisição da história, atrás somente da compra da Time Warner pela AOL. Já a Adidas e a Puma (criadas por dois irmãos que se detestavam) estavam tão preocupadas em espionar uma à outra, nos anos 70, que não viram a Nike chegar. “A rivalidade é uma faca de dois gumes”, concluem os autores. Moral: saiba diferenciar concorrência de rivalidade.

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Imagem extraída do link acima citado.

– As emoções das cores (para o Mercado).

Muito legal: muitas empresas estudam as cores de suas logomarcas, a fim de obter vários objetivos sensoriais.

Mas você sabe o que elas seignificam?

Veja que bacana:

– Pôxa, dona Mizuno…

Poxa, @mizunobr … como corredor, me decepciono como os amortecedores dos tênis para running se desfazem facilmente. Sou apaixonado pela marca (veja na foto quantos modelos eu tenho) e meu Prophecy se “desmanchou…”

Poderiam me ajudar com um par novo, né?

Afinal, custaram caro!

– La Bubu, o filme?

Para as crianças enlouquecerem: a Sony vai produzir o filme do… #LaBubu!

Já estou imaginando as filas no cinema

Sobre esses bichinhos,
em: https://professorrafaelporcari.com/2025/09/16/a-febre-labubu-nao-passa/

– Fiat Mio: 15 anos do carro-conceito que previu o futuro da mobilidade.

Fiat Mio completa 15 anos e segue como símbolo da inovação colaborativa no Brasil. #Linkezine 🚗 O post 🚗💡 Fiat Mio: 15 anos do carro-conceito que …

Continua em: 🚗💡 Fiat Mio: 15 anos do carro-conceito que previu o futuro da mobilidade

– Você se deixa influenciar pelos influenciadores, na hora da compra?

Olhe só que dado: os países que mais as pessoas aceitam influência dos influenciadores, na hora de efetivar a compra de um produto:

Você “faz parte” dessa turma? 

Na imagem abaixo:

– Snickers Duplo Chocolate?

Que delícia!

Comi esse Snickers de duplo chocolate e gostei!

Mas o meu preferido ainda é o de pé-de-moleque

Quem já comeu esse?

– Red Bull Nectarina.

Novo sabor de Red Bull: Nectarina!

Provei e gostei. De vez em quando, os sabores de edições limitadas são ruins. Porém, esse é bom!