– A Compra da Liquigás pela Ultragaz: o CADE realmente proibirá?

A Ultragaz (que é da Ipiranga) quer comprar a Liquigás (que é da Petrobrás). Para tanto, em novembro de 2016 ofereceu R$ 2,8 bilhões pela aquisição.

Porém, nessa semana o CADE (que barrou a compra da Alesat pela Ipiranga) reafirmou que a complexa operação pode não ser realizada. Quem agradece é a Nacional Gás, da Família Queiroz (dona da Rede Verde Mares de Comunicação e da água Minalba).

Aliás, segundo as projeções do Governo, o botijão de gás deverá custar quase R$ 100,00 até dezembro de 2017!

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– O prêmio de 1 milhão de dólares da Coca-Cola não é FakeNews!

Alguns duvidam que seja verdade, mas é: a Coca-Cola está oferecendo uma premiação de R$ 3,15 milhões para quem conseguir um substituto do açúcar a ser incorporado em sua fórmula!

Vai participar?

Abaixo, extraído de “O Globo”: https://oglobo.globo.com/economia/coca-cola-oferece-premio-de-us-1-milhao-em-desafio-para-encontrar-substituto-para-acucar-21715513

COCA-COLA OFERECE PRÊMIO DE US$ 1 MILHÃO EM DESAFIO PARA ENCONTRAR SUBSTITUTO PARA O AÇÚCAR

Participantes de todo o mundo podem concorrer

A Coca-Cola criou um desafio em que oferece US$ 1 milhão, cerca de R$ 3,15 milhões, para pesquisadores e cientistas que encontrarem um composto de origem natural, seguro, com baixa ou nenhuma caloria, que possa substituir o açúcar nas bebidas e nos alimentos.

Segundo a página do desafio, os consumidores continuam buscando opções naturais e com poucas calorias para suas dietas. Embora existam muitas pesquisas sobre o assunto, a companhia acredita que existem novos compostos a serem descobertos e desenvolvidos para criarem a sensação de gosto de açúcar.

— Estamos sempre à procura de ingredientes mais novos e melhores, e sabemos que ideias incríveis podem vir de qualquer lugar — disse o diretor de inovação da empresa, Robert Long.

A Coca-Cola destaca que o adoçante não pode ser à base de stevia ou de Lo Han Guo (também conhecida como siraitia ou fruta-dos-monges) ou de qualquer planta de espécies protegidas ou proibidas por órgãos reguladores de qualquer país.

Serão anunciados 10 semifinalistas em 21 de fevereiro de 2018, e os três finalistas serão conhecidos em 11 de abril de 2018. O grande vencedor será anunciado no dia 3 de outubro de 2018 e receberá US$ 1 milhão.

O projeto é liderado pela Equipe de Aquisição de Tecnologia Externa da Coca-Cola, que procura e investe em novos ingredientes, materiais de embalagem e tecnologias de produção.
OUTRO DESAFIO

A empresa também criou um desafio em que pede que consumidores ao redor do mundo contem quais são os métodos naturais que usam para adoçar bebidas e alimentos em suas famílias, comunidades e cultura. A companhia vai premiar até cinco participantes com um total de US$ 100 mil, ou seja, cerca de R$ 315 mil.

— Esses dois desafios estão muito enraizados no nosso desejo de fazer as bebidas que nossos consumidores desejam beber, e na nossa vontade de olhar para além das paredes da nossa empresa para inovar em alternativas ao açúcar que nos ajudem a entregar o grande gosto que as pessoas adoram, mas com menos açúcar e menos calorias — explicou o o diretor de inovação da Coca-Cola.

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– A capacidade dos tanques de combustíveis dos carros é diferente da do manual!

E se você abastecer o seu carro e a quantidade de litros for maior do que o seu manual acusa suportar?

Saiba: há variações, diferença de gargalo e outros fatores relevantes (e, claro, a questão da aferição das bombas do posto que você abastece).

Compartilho um teste com vários veículos abastecidos e que dão diferença.

Segue, extraído de: http://minaspetro.com.br/noticia/estudo-da-fecombustiveis-comprova-capacidade-maxima-dos-tanques-acima-do-manual-do-veiculo/

ESTUDO DA FECOMBUSTÍVEIS COMPROVA CAPACIDADE MÁXIMA DOS TANQUES ACIMA DO MANUAL DO VEÍCULO

Pesquisa da Fecombustíveis, realizada pelo Grupo Falcão Bauer, constata que, na hora do abastecimento,  determinadas marcas e modelos de veículos comportam mais quantidade de combustível no tanque do que o indicado no manual do veículo.

O levantamento, realizado em São Paulo, testou 13 veículos, de 28 de março a 19 de abril deste ano.  Segundo o gestor técnico da pesquisa, Diego Dozorski Conrado, antes de realizar os testes, as bombas dos postos também passaram por testes de aferição.  Os tanques dos veículos foram esvaziados e reabastecidos.

Os resultados demonstraram que  há diferenças expressivas, principalmente em três modelos da Renault, de 35% a 36,5% a mais no tanque do veículo (confira abaixo). O único modelo que não registrou diferença foi a caminhonete S10 Rodeio, da Chevrolet.

Confira o vídeo com os resultados, em: https://www.youtube.com/watch?v=tc9EtkcTQ9w&feature=youtu.be

– O Desdém inicial da Apple com o iPhone

Os erros que a Apple iria cometer quando lançasse seu maior equívoco (para alguns concorrentes), o iPhone, foram retratados nesse artigo bem curioso.

Abaixo (extraído do BlogdoIphone.com):

O DESDÉM INICIAL DO IPHONE 

O desdém inicial pelo iPhone

Muitos se arriscaram na época a prever o futuro catastrófico (SIC) do iPhone. “Especialistas” que queimaram a língua por não verem o futuro chegando.

O iPhone era tão diferente de tudo até ali que muitas mudanças foram difíceis de absorver. A falta completa de um teclado físico era uma das críticas mais usadas pelos detratores, além do fato dele ser “grande” para o padrão da época.

O CEO da Palm chegou a dizer na época “Os caras dos computadores não vão agora chegar e mostrar como se faz. Não é só chegar e fazer“.

Já um outro analista do Bloomberg não acreditava que o iPhone duraria muito tempo:

“O iPhone não é nada mais do que um brinquedo de luxo que vai apelar para alguns loucos por gadgets. Em termos de seu impacto sobre a indústria, o iPhone é menos relevante. É pouco provável que a Apple faça algum impacto neste mercado. A Apple vai vender um pouco para alguns de seus fãs, mas o iPhone não vai marcar a indústria a longo prazo.”

Michael Kanellos, da CNET, foi ainda mais categórico, prevendo o fracasso total do aparelho:

“A Apple está se preparando para lançar um novo telefone… E ele vai fracassar. As vendas deste telefone até irão disparar no começo, mas as coisas vão se acalmar e o telefone da Apple vai tomar o seu lugar nas prateleiras com as câmeras de vídeo aleatórias, telefones celulares, roteadores sem fio e outros possíveis acertos. Quando o iPod surgiu no final de 2001, ele resolveu alguns problemas importantes com MP3 players. Infelizmente para a Apple, são problemas que não existem no setor de telefonia. Os telefones celulares não são desajeitados, dispositivos inadequados. Em vez disso, eles são muito bons. Muito bons.”

Nem mesmo a Microsoft estava acreditando no que estava acontecendo. O diretor de marketing da empresa, Richard Sprague, comentou na época:

“Eu não posso acreditar nesta atenção toda que está sendo dada para o iPhone … Eu só tenho que saber quem vai querer uma coisa dessas (além do fanático religioso). Então, por favor,  favorite este post e volte daqui dois anos para ver os resultados da minha previsão : eu prevejo que o iPhone não vai vender nem perto dos 10 milhões [de unidades] que Jobs prevê para 2008.”

E claro, não podemos esquecer do comentário que ficou na história, vindo da boca do então presidente da Microsoft, Steve Ballmer:

Confira um outro artigo com uma coletânea de frases ditas contra o iPhone. Aproveite também para analisar os comentários que nossos leitores fizeram há cinco anos.

– Empreendedores lançam Carne Vegetariana!

Imaginou uma “Picanha de Beterraba”? Ou um “Bacon Natureba”?

Uma invenção de empreendedores ousados: o restaurantes de carne “não-animal”.

Abaixo, extraído de: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/chega-ao-mercado-picanha-vegana-saiba-do-que-e-feita/118070/

CHEGA AO MERCADO PICANHA VEGANA; SAIBA DO QUE É FEITA

Açougue vegano vai lançar o corte, que será vendido em espetos

Empreendedores brasileiros criaram uma picanha que não utiliza nenhum ingrediente de origem animal, e ela estará no mercado em breve. No próximo dia 08, após muito investimento em pesquisa, o açougue vegano No Bones – The Vegan Butcher Shop vai lançar o que promete ser a primeira picanha vegana do mercado.

O produto será vendido em espetos igual se vê em churrascarias. A base da carne leva diversos ingredientes, entre ele o arroz vermelho, beterraba e fumaça em pó que dá o gosto do defumado. A gordura nada mais é que queijo vegano elaborado pela chef do estabelecimento.

“Estamos fazendo pesquisa há quase um ano para poder preparar o produto. Como não existe nada igual no mercado, tivemos que testar diversas receitas, assim como criar utensílios de cozinha para que formasse o corte certo do produto”, afirma Marcella Izzo, chef do No Bones. “A picanha foi testada na churrasqueira, forno e até na frigideira. Quem provou, aprovou”, completa.

De acordo com Brunno Barbosa, sócio do estabelecimento, a ideia foi criar uma carne vegetal inspirada no mais famoso corte brasileiro. “A mistura da carne e gordura, manipuladas no tamanho certo com certeza vai atrair diversos paladares. O produto ficou saboroso, com ótima aparência, além de ser extremamente saudável comparado ao corte bovino”, conta.

Questionada sobre buscar cortes parecidos com as de carne animal, Marcella explica que a missão do açougue vegano No Bones, é reduzir drasticamente o consumo de carne animal no Brasil. “Queremos aproximar quem come carne do veganismo, e para isso nossas carnes tem que ter um “appetite appeal” interessante para atrair esses consumidores”, afirma.

O açougue, inaugurado em dezembro do ano passado, no bairro de Perdizes, em São Paulo, trabalha com mais 15 tipos de produtos e diversos cortes, todos sem ingredientes de origem animal, entre eles hambúrgueres, salsichas, linguiças, nuggets, bacon, costelinha e o Caveman Meat, carne inspirada nos cortes que os homens das cavernas faziam.

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– Buscopan Composto Gotas e sua descontinuidade. Riscos ou não?

O fabricante do Buscopan diz que “por resultados fora de especificação feitos de maneira voluntária”, estará encerrando a produção do medicamento.

A justificativa não deixa uma “pulguinha atrás da orelha”?

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/buscopan-composto-gotas-e-recolhido-do-mercado-e-deixa-de-ser-produzido/

BUSCOPAN COMPOSTO GOTAS É RECOLHIDO DO MERCADO E DEIXA DE SER PRODUZIDO

O medicamento Buscopan Composto gotas foi recolhido do mercado e sua fabricação foi suspensa por decisão de seu fabricante, a farmacêutica Boehringer Ingelheim do Brasil. A empresa destacou que o medicamento que estava em circulação “não oferece risco à saúde do paciente”.

Segundo a companhia, o remédio começou a ser retirado de circulação em junho deste ano e o processo será temporário.

O fabricante informou que o recolhimento e a descontinuação da produção do remédio, indicado para cólicas intestinais, menstruais e urinárias, foram motivados por “resultados fora de especificação identificado durante estudo de estabilidade” e que o procedimento foi “voluntário e preventivo”.

Além do Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Venezuela e Paraguai também interromperam a produção do remédio.

A Boehringer Ingelheim do Brasil disse que já comunicou a descontinuação da produção do medicamento à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e informou que os demais produtos na linha Buscopan permanecem disponíveis para os consumidores.

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– O CADE proibiu a Ipiranga de comprar a Alesat

“Deu para trás” o bilionário negócio envolvendo a Ultrapar (Ipiranga, Ultragaz, Conectcar) com a aquisição da petrolífera Alesat.

Dada como certa por muitos, o CADE (que regula situações de fusões e volumosas negociações entre empresas afins) recusou o aceite da compra (por 2 bilhões de reais, realizada há mais de 1 ano) pois caracterizaria um negócio de altíssima concentração de mercado.

Extraído de: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/ultrapar-dispara-na-bolsa-com-aquisicao-bilionaria

ULTRAPAR DISPARA NA BOLSA APÓS AQUISIÇÃO BILIONÁRIA

As ações ordinárias da Ultrapar registravam ganhos de 5% na abertura do pregão desta segunda-feira (13).

Com isso, as ações eram negociadas a cerca de R$ 70 reais. No ano, os papéis da companhia acumulam ganhos de quase 16%.

A companhia anunciou que sua subsidiária, a Ipiranga assinou contrato de compra e venda para a aquisição de 100% da Alesat Combustíveis e dos ativos que integram a sua operação (Ale). O valor da aquisição foi de 2,168 bilhões de reais.

Em fato relevante, a empresa informou que o valor a ser pago aos vendedores terá a dedução da dívida líquida da ALE em 31 de dezembro de 2015 e será sujeito a ajustes de capital de giro e endividamento líquido na data do fechamento da transação.

“As partes acordaram ainda a manutenção de conta garantia para pagamento de eventuais passivos ou contingências cujo fato gerador seja anterior ao fechamento da operação”, diz o documento.

O negócio está sujeito à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), além da aprovação pela assembleia-geral de acionistas da Ultrapar. 

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– 3o Aumento dos Combustíveis e a Liminar contra o Governo!

Esse país enlouqueceu, definitivamente.

Eis que a Petrobrás anunciou um novo reajuste na Gasolina em 1,9% e do Diesel em 1,4% a partir de 4a feira, dia 26 de julho.

Se não bastasse isso, sabemos que na última semana tivemos dois aumentos: os dos impostos e do combustível em si (vide sobre o ocorrido aqui: http://wp.me/p4RTuC-jxx). Será o 3o reajuste em menos de 7 dias!

Há pouco, o juiz federal Renato Coelho Borelli, da 20a Vara de Brasília, concedeu uma liminar que suspende o 1o aumento, o de impostos, alegando que “esse tipo de aumento não pode ser por decreto, mas só por projeto de lei”.

Quanto tempo a cassarão?

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– Você montaria uma franquia de quem?

Tudo é cíclico: quando surgiram as franquias de perfume (como “O Boticário”), elas se espalharam pelo Brasil e deram certo. Depois veio a moda dos chocolates (como “Cacau Show”). Aí tivemos as de sorvetes à base de yogurte e paletas mexicanas (várias e várias). Depois, as de comida japonesa. Agora, a moda é: Hot Dog e mini-Churros!

Já repararam como os principais shoppings de São Paulo estão com carrinhos dessas guloseimas? São novas franquias que nascem e, por enquanto, estão baratas!

Oportunidade aos empreendedores dispostos a arriscar (claro, o aceite ao risco está no conceito do empreendedorismo).

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– Sensitivity Reader (as pessoas que trabalham como leitores sensíveis) são cada vez mais comuns no Brasil

Nos tempos do politicamente correto, muitos cuidados se deve tomar para não ofender minorias sociais. E creia: isso tem sido um tema relevante à indústria editorial.
Extraído de: http://temas.folha.uol.com.br/liberdade-de-opiniao-x-discurso-de-odio/liberdade-de-expressao/mercado-editorial-adota-funcao-do-leitor-sensivel-para-evitar-boicotes.shtml

MERCADO EDITORIAL ADOTA FUNÇÃO DO ‘LEITOR SENSÍVEL’ PARA EVITAR BOICOTES

Por Amanda Ribeiro Marques

A sensibilidade dos tempos de causas identitárias gerou uma profissão no mercado editorial: o “leitor sensível”.

Surgido nos países de língua inglesa e atuando ainda de forma incipiente no Brasil, o “sensitivity reader” é, normalmente, um integrante de grupos sociais contratado para apontar, ainda no manuscrito, conteúdos que possam provocar pressões e boicotes.

A maioria se qualifica por características como cor da pele, nacionalidade, orientação sexual, vícios, histórico de abuso sexual e problemas psiquiátricos. Parte tem formação literária, mas importa pouco. O principal é a experiência pessoal, que permite identificar conteúdos suscetíveis a afrontar minorias.

Dois exemplos de desagrado militante foram registrados nos Estados Unidos em 2015 e 2016, quando as autoras Emily Jenkins (“A Fine Dessert”) e Ramin Ganeshram (“A Birthday Cake to George Washington”) foram criticadas por ilustrarem seus livros infantis com escravos sorridentes.

Jenkins, americana loira de olhos claros, foi acusada de retratar a escravidão como “desagradável, mas não horrenda”. Desculpou-se e doou os lucros a uma organização de incentivo à diversidade literária.

No caso de Ganeshram, americana cujos pais são de Trinidad e Tobago e do Irã, a obra saiu de circulação e recebeu diversas resenhas negativas.

Críticas a obras e autores não são novidade nem o que mais preocupa a PEN America, organização que promove a liberdade de expressão.

Mais grave, diz Sarah Edkins, diretora de comunicação da entidade, é a alta dos “book challenges”, pedidos de retirada de livros considerados impróprios de bibliotecas e escolas. Segundo relatório da PEN America em 2016, obras com personagens negros, LGBT ou portadores de deficiência são as maiores vítimas.

As solicitações são feitas tanto por grupos sociais que se sentem representados de maneira insensível quanto por grupos conservadores, que se opõem à apresentação dessas temáticas a crianças.

Como os pedidos são feitos a nível local, não há estimativas precisas sobre o total de requerimentos. A decisão do banimento cabe a cada uma das bibliotecas.

É esse cerco que o “leitor sensível” visa evitar. Como não existe curso ou linha de orientação, cada um tem seu método de trabalho. Parte produz um relatório sobre a obra como um todo. Outros comentam trecho a trecho, apontando por que tal termo é ofensivo ou tal passagem desrespeita determinada identidade.

“Com esse trabalho, transformo em força aquilo que me colocaria em desvantagem em uma sociedade que só valoriza homens brancos, heterossexuais e cisgênero, e recebo compensação financeira por algo que antes só servia para me discriminar”, diz o canadense Sharmake Bouraleh, 22.

Gay, negro, muçulmano e diagnosticado com transtornos de ansiedade, Bouraleh tem formação em escrita criativa. Ele diz ter sido atraído para a função por ter suas identidades marginalizadas e mal caracterizadas na literatura.

A americana Ashley Mitchell, revisora que decidiu atuar como “leitora sensível”, partilha desse objetivo. Ela afirma querer alertar escritores brancos sobre equívocos em personagens negros.

“Era visível para leitores politicamente corretos que essas representações não eram precisas e que isso poderia ser facilmente resolvido com o feedback de grupos marginalizados representados nas obras”.

MERCADO NACIONAL

No Brasil, a função dá seus primeiros passos. A Seguinte, segmento jovem do grupo Companhia das Letras, tomou a dianteira e contratou a advogada travesti Terra Johari, 25, para colaborar no processo de tradução de “Fera”, da americana Brie Spangler (ed. Seguinte, 384 págs., R$ 27,90). Uma das personagens é trans.

Johari avaliou a tradução de termos e diálogos e ajudou a elaborar um glossário de conceitos relacionados à transgeneridade. Pela produção de um parecer de nove páginas embasado em teorias de gênero e experiências pessoais, recebeu R$ 500. No mercado anglófono, esse serviço rende cerca de US$ 250 (R$ 825).

Para Nathalia Dimambro, editora da Seguinte, a experiência deve ser repetida. “Quando um autor escreve sobre uma minoria da qual não faz parte, pode sem querer reforçar estereótipos ou usar termos que sejam mal interpretados.”

Há quem enxergue o processo como tentativa de censura ou de impedir o escritor de apresentar sua visão de mundo, ainda que esta seja tachada de politicamente incorreta.

Stacy Whitman, editora da americana Lee and Low Books, discorda. Para ela, o processo de edição não pode ser confundido com censura.

Sarah Edkins, da PEN America, defende tanto o direito à liberdade de expressão quanto o de os editores rejeitarem o que não quiserem publicar. “Autores e editores sempre fizeram considerações individuais sobre a recepção das mensagens e a potencial repercussão social das obras.”

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– Natura comprará por € 1 bi a The Body Shop da L’Oréal

A Natura dá um importante passo em busca de se tornar a maior empresa de cosméticos do mundo (já é a maior do Brasil). Na 2a feira, deveria concretizar a compra da gigante britânica The Body Shop, que tem lojas espalhadas no mundo inteiro! Hoje, a empresa pertence à francesa L’Oréal.

Sabe o que é mais curioso? A Natura se tornou essa potência através do porta-a-porta e catálogos, ao contrário da sua aquisição, que tem espaços físicos em pontos estratégicos.

Abaixo, extraído de Valor Econômico, 20/06/2017

NATURA PREVÊ ASSINAR A COMPRA DA BODY SHOP EM 26 DE JUNHO

Empresa brasileira ofereceu € 1 bilhão à L’Oréal pela aquisição da rede britânica.

O conselho de trabalhadores da L’Oréal concluiu de maneira favorável o processo de consulta sobre a aquisição da varejista britânica The Body Shop pela Natura.

Assim, a fabricante de cosméticos brasileira e a multinacional francesa pretendem assinar um acordo de compra e venda das ações de emissão da The Body Shop em 26 de junho de 2017, em Londres.

A informação consta em fato relevante arquivado nesta terça-feira (20) pela Natura na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O fechamento da operação de compra da Body Shop aguarda as aprovações regulatórias de órgãos de controle da concorrência no Brasil e nos Estados Unidos.

A proposta apresentada pela Natura de € 1 bilhão (cerca de R$ 3,6 bilhões) foi anunciada na semana passada. Com o negócio, a maior empresa brasileira de cosméticos mira a internacionalização de seus negócios.

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– A Kombi voltará como ID Buzz

Uma notícia que agradará muita gente! A Volkswagen confirmou que deverá produzir (nos EUA ou na China, e de lá para o mundo inteiro) o seu novo veículo: a ID Buzz, cuja ideia é preencher a lacuna deixada pela Kombi.

Aqui está o modelo final (fonte Jornal do Carro, encarte do Estadão):

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– Então está tudo bem no Brasil? Inflação baixa + Desemprego em alta = ???

Anunciou-se que a inflação do último mês estava abaixo da meta e festejou-se isso como sinal positivo para a Economia.

Ora bolas, mas a custo de recessão? Isso não é motivo para comemoração, é um índice ilusório.

Reflita: hoje temos Inflação baixa, mas com 12 milhões de desempregados, a Saúde está aos frangalhos, a Educação é horrível e os preços no supermercado em alta. Mesmo assim, “caiu a inflação”.

E o Temer quer que fiquemos felizes?

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– O preço da cocaína mundo afora!

Ouvi Juan Pablo Escobar, filho do falecido mítico mega-traficante colombiano Pablo Escobar.

Na esteira das séries de televisão que estão retratando o bandido, Juan lançou seu segundo livro contando o dia-a-dia da sua família. E aqui no Brasil está passando por diversas mídias, falando da sua rotina com o pai. Assusta quando ele fala sobre a relação com as autoridades, o modo como morriam desafetos e o sujo comprometimento com o DEA-EUA.

Mas algo que mais me impressionou: o preço da cocaína!

1 Kg da droga custa nos seguintes países:

PREÇO NA FONTE (PRODUTOR) 

Colômbia: 3,000 dólares

PREÇO DE VENDA:

México: 7,000 dólares
EUA: 40,000 dólares
Japão: 300,000 dólares

Que indústria maldita! E quanta gente está envolvida nesse círculo demoníaco – de políticos, traficantes, lobbystas e usuários.

Sou contra todas as drogas. Elas destroem a família e acabam com a a vida daqueles que convivem com o viciado.

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– Ovos de Páscoa ou Ovos de Ouro?

E os preços dos Ovos de Páscoa?

Caramba, estão custando uma fortuna! Seriam eles de ouro, não de chocolate?

Chegará um tempo em que compraremos ovos pagando em 10 vezes, ou teremos a modalidade de consórcio.

Com a crise financeira, como é que alguém ousa cobrar tanto dinheiro por algumas gramas de chocolate? Compare o peso dos ovos e das barras de chocolate.

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