– A Melhor Idade para o Equilíbrio Emocional

Um estudo da Universidade de Berkeley chegou a conclusão que aos 60 anos de idade as pessoas podem controlar mais as suas emoções, pois, de fato, estão em plena atividade quanto à “inteligência emocional”.

De certo, a experiência de vida pode ajudar as pessoas; tem sua lógica, é claro. De tanto calejar a pessoa aprende. Mas eu, particularmente, cada dia que envelheço fico mais sem paciência… e dizem a mim: “é a idade”.

Brincadeiras a parte, tal resultado é questionável por um simples motivo: o respeito à individualidade às pessoas.

E você, o que pensa sobre isso: quanto mais velhas, as pessoas estão emocionalmente melhores? Deixe seu comentário:

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– Evolução Profissional dos Químicos – da Idade Média aos Dias Atuais!

Hoje é Dia do Químico. Com as novas tecnologias e cada vez mais novas descobertas, a profissão se revoluciona diariamente e a ritmo frenético.

Pois bem: para celebrar a data, um especial da Revista Superinteressante sobre os Químicos na Idade Média!

Bacana, extraído de: http://is.gd/3grQ0S

COMO ERA O LABORATÓRIO DE UM ALQUIMISTA MEDIEVAL?

por Luiz Fujita

Era escuro e bagunçado, ou seja, nada parecido com um laboratório de química atual. No meio dessa zona, os alquimistas eram pessoas comuns que manipulavam ingredientes minerais e vegetais a fim de produzir ouro a partir de outros metais. Essa busca pelo nobre metal tinha uma motivação mais espiritual do que materialista, já que, para eles, transformar metais comuns em ouro seria um jeito de libertar a essência divina que existe em todas as coisas. O nobre ideal, porém, não convenceu a Igreja Católica, que, no século 14, proibiu a alquimia – nessa época, os alquimistas eram perseguidos como servos do demônio – e a prática só voltou a ser socialmente aceita no século 15.

Ouro que é bom, nada… Banho-maria, porcelana e uma série de compostos químicos surgiram nos porões dos alquimistas!

VOVÔ DA MARVADA
O destilador, criado pelos alquimistas por volta do ano 800, é usado até hoje em laboratórios químicos. O instrumento separa líquidos misturados e funciona assim: a mistura é fervida e o líquido que evapora mais cedo sobe até o topo do destilador, onde vira gotas que escorrem para outro recipiente

BRINCANDO COM FOGO
O fogo era usado na maioria dos experimentos, para queimar materiais e para ferver líquidos. Por isso, era comum instalar o laboratório na cozinha. Para tocar as experiências em outros cômodos da casa, usava-se um fogareiro, parecido com uma churrasqueira portátil, e um soprador, que mantinha o fogo aceso

QUÍMICA DO AVESSO
Os alquimistas foram mais eficientes para destruir do que para criar ouro. É que eles descobriram uma substância chamada água-régia, que corrói o precioso metal amarelo
Vitriol (cristal de sulfato) + Nitrato de potássio (cinzas de madeira + xixi) + Água-forte (ácido nítrico) + Cloreto de amônia (sal de vulcão) + Água-régia (ácidos nítrico e clorídrico)

BALANÇA, MAS NÃO CAI
Outros recipientes usados na química atual têm origem na alquimia, como os cadinhos – potes de metal ou porcelana, de alta resistência, usados para fundir metais. Os alquimistas também mediam as quantidades de ingredientes com balanças para poder repetir os experimentos que dessem certo

MAGOS DO PORÃO
O ambiente de trabalho dos ancestrais dos químicos era sujo e escuro. Para manter segredo sobre suas atividades e descobertas, o alquimista realizava experimentos sozinho, enfurnado em um sótão ou em um porão, à luz de velas. O cheiro era forte por causa da mistureba de materiais

PROJETOS PARALELOS
Transformar metais comuns em ouro era fichinha para aqueles que também tentavam descobrir um elixir que curasse tudo e desse a vida eterna. Outro desafio era misturar ingredientes para fazer surgir uma criatura surreal: o homúnculo – havia até receita de como criar o pequeno ser!

RECEITA DE SUCESSO
Rodeados por livros e pergaminhos, os alquimistas registravam os experimentos e descobertas a fim de compartilhar com os colegas. Para evitar que roubassem fórmulas e instruções, os caras faziam anotações cifradas – com gravuras no lugar das palavras, por exemplo:
• A alquimista Maria, a Judia, esquentava recipientes com água fervente, dando origem ao termo “banho-maria”
• Explosões eram comuns e, às vezes, tão violentas que matavam o alquimista
• A porcelana foi trazida para o Ocidente pelo alquimista alemão Johann Böttger, no século 18
• Uma das receitas de homúnculo leva sêmen humano magnetizado, enterrado em cocô de cavalo!

O sonho dourado de alquimistas europeus e árabes nunca virou realidade. Chineses buscaram, em vão, a receita da vida eterna.

EUROPEUS
Não fabricaram ouro, mas revelaram alguns tesouros. O inglês Roger Bacon criou uma lente que concentrava raios do Sol e acendia velas. O suíço Paracelso foi um dos primeiros médicos a tratar a epilepsia como doença

ÁRABES
Fizeram grandes descobertas químicas. Abu Musa Jabir Hayyan, por exemplo, descobriu o ácido nítrico. Até algumas palavras usadas na química, como álcool, foram introduzidas pelos alquimistas árabes

ASIÁTICOS
Os chineses perseguiam a imortalidade por meio de boa alimentação, prática de exercícios físicos e poções. Algumas receitas, porém, levavam direto para a cova, contendo arsênico e mercúrio na fórmula.

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– Catequese do Sacramento do Crisma: Piercing e Tatuagem frente ao Cristianismo

O corpo, para os católicos, é templo de Deus. É uma “casa para a alma”, que usamos enquanto nesse plano terreno e que apodrece quando morremos após nosso derradeiro suspiro. A alma vai para o plano celeste, a fim de viver na comunhão dos santos (que é desejado, pois nem todos obtém êxito). O corpo – carne – é enterrado, cremado, destruído. Na Parusia (a volta de Jesus), teríamos o “corpo glorioso”, como manifestou Cristo Chagado ou também na passagem da transfiguração no Tabor.

Dessa forma, pensemos: se o corpo humano que temos, Graça que nos é dada por Deus, é a vestimenta para o espírito, por quê o maltratamos?

Nessa linha: fumar, embriagar-se, usar drogas e outros mal-tratos para a nossa carne tenderiam a nos deturpar – incluindo, propriamente, a alma, a conduta, o comportamento,a representação e a exposição.

Nunca podemos julgar pelas aparências. Dessa forma, a estética do corpo deve ser desprezada para considerar a bondade e a maldade dos corações. É o velho e popular ditado: “não importa a beleza exterior, mas sim a interior”.

Entretanto, podemos chocar o próximo com nossa aparência externa. Uma tatuagem do “olho de Rá” na testa leva a questionamentos a quem adoramos verdadeiramente. Uma boca cheia de piercings remete muitas vezes à sensualidade extrema e ao desejo, que para alguns, teriam até mesmo provocações sado-masoquistas.

Diante de tudo isso, algumas necessárias provocações:

1- Você cuida da sua saúde, preservando o seu corpo de drogas lícitas e ilícitas?

R: Se sim, ótimo.

2- Você se embeleza para ter uma aparência bonita?

R: Se sim, tudo bem. É muito bom se cuidar também por fora.

3- Você maltrata seu corpo ou sacrifica alguma coisa para atingir o padrão de beleza ideal a seus conceitos?

R: Se sim, atenção. Isso é motivo para sacrifício? Sério mesmo?

4- Você sabe o que cada adorno ou pintura (brinco/piercing e tatuagem) representam?

R: Se sim, ótimo, pois você tem consciência de como é a manifestação visual do seu padrão demonstrado. Se não, cuidado: que mensagem você está levando?

Enfim: o tema que discutiremos com nossos crismandos é penoso para muitos, mas necessita-se discuti-lo à luz da fé cristã, da razão e sem preconceito.

Inicialmente, vale assistir a resposta cuidadosa que o Padre Fábio de Melo dá (vídeo abaixo) ao ser questionado sobre Piercing e Tatuagens. Repare que ele é cauteloso para explicar e sabe medir as palavras sobre o que se pode transmitir ao usar piercing ou tatuagens. Em: https://www.youtube.com/watch?v=NsnJwY0dl8k

Pense: você está transmitindo CONSCIENTE ou INCONSCIENTEMENTE uma mensagem com uma frase ou um símbolo? Mais do que isso: você sabe a origem relacionada com sensualidade, provocações, representações de divindades e outras marcas da historicidade dos piercings e tatuagens?

Ajudo com dois artigos abaixo. Leia:

O 1o, extraído de InfoEscola: http://www.infoescola.com/artes/piercings/

PIERCINGS

Embora o cultivo do piercing como adorno corporal seja moda na sociedade contemporânea, esta prática de transformar o corpo físico, perfurando-o, com o objetivo de inserir fragmentos metálicos assépticos, é uma tradição que remonta há pelo menos 5000 anos na história da humanidade.

Historicamente ele tinha uma conotação similar à da tatuagem, no sentido de exprimir escolhas individuais, de traduzir um rito sagrado, ou de conferir status nobre a determinadas pessoas. No mundo contemporâneo ele também adquiriu outro sentido, mais estético, menos existencial, tornando-se mais um item fashion.

Entre os habitantes da Nova-Guiné eles têm a finalidade de conceder a quem os usa as qualidades do animal do qual estes enfeites são extraídos. Eles adornam especialmente o nariz e também estão presentes na arte corporal. Os Kayapós também recorrem aos piercings para furar as orelhas dos bebês e enfeitar o lábio inferior das crianças. Seu líder se destaca dos demais membros ao exibir, nos eventos privados, um objeto de quartzo nos lábios.

A história deste adorno tem início com as primeiras comunidades e clãs das raças ancestrais. Ele estava presente nas tribos de todo o planeta, nas castas indianas, entre os faraós egípcios e legionários romanos. Nos séculos XVIII e XIX  este hábito se disseminou entre os aristocratas, porém foi relegado à obscuridade no século XX. A partir de 1970, porém, eclodiu mais uma vez através dos ícones da moda londrina e dos criadores artísticos que frequentam o circuito alternativo. Seu retorno atinge o ápice nos anos 90.

O piercing historicamente mais usado é o inserido no lóbulo da orelha; normalmente ela conferia a quem o usava o status da fortuna; hoje é o meio mais comum de exibir um objeto de adorno precioso. Os romanos acreditavam que este artefato lhe proporcionaria vastos recursos financeiros e sensualidade.

No nariz o piercing passou a ser usado há pelo menos 4000 anos, no Oriente Médio, depois se disseminou pelas terras indianas no século XVI. Aí o nostril, como era conhecido, foi absorvido pelos mais ilustres. Desta forma este adorno ganhou conotações de status social. Nas décadas de 60 e 70 este enfeite foi importado pelos hippies para o Ocidente; nos anos 80 e 90 foi rapidamente assumido pelos punks e outras tribos. Ainda hoje preserva sua popularidade.

O piercing utilizado na língua era muito comum entre Astecas e Maias, distinguindo os sacerdotes dos templos. Eles acreditavam que, através desta prática, poderiam interagir melhor com as divindades. Atualmente os jovens modernos continuam a adotá-lo, mesmo que seu sentido original tenha se perdido. Estes mesmos povos cultivavam o uso destes enfeites na boca e nos lábios, considerados órgãos repletos de poder e sensualidade. Por esta razão eles optavam por objetos de ouro puro.

São igualmente comuns os piercings nos mamilos, simbolizando vigor e energia, antigamente sinais de passagem para o estágio da masculinidade entre os aborígenes americanos, e moda feminina adotada pelas vitorianas inglesas em 1890; e os de umbigo, outrora valorizados no Antigo Egito, acessíveis somente aos faraós e seus familiares, e atualmente os mais usados em todo o Planeta.

Os piercings podem ser produzidos com os mais diversos metais, tais como Titânio ou Teflon, por provocarem menos reações orgânicas e, portanto, uma menor incidência de alergias ou inflamações. Apesar do que indica a história deste artefato e mesmo a crença moderna, o ouro não é o material mais indicado, pois em algumas pessoas pode produzir respostas alérgicas.

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Se você achou curioso, saudável e sem problema algum (do ponto de vista histórico, social, religioso e pessoal), continue usando, conforme sua consciência. Mas se necessita de um pouco mais de entendimento e/ou convencimento se é algo bacana ou não, compartilho o 2o artigo, agora extraído de:

http://www.megacurioso.com.br/tatuagens/37264-voce-sabe-quais-sao-as-origens-da-tatuagem-.htm

TATUAGEM

Você certamente conhece alguém que tem um desenho gravado na pele. Ou é você que tem uma tattoo? Usadas para marcar um momento importante, fazer uma homenagem ou simplesmente para embelezar o corpo, as tatuagens têm suas origens muito antes de Cristo.

Com o passar do tempo e dos acontecimentos históricos, os estilos de tatuagem foram mudando, assim como o público adepto a carregar esse tipo de arte na pele. Para entender melhor a história da tatuagem, suas influências e suas origens, confira o artigo:

Os primeiros registros

O registro mais antigo de uma tatuagem foi descoberto em 1991 no cadáver congelado de um homem da Idade do Cobre. Os restos mortais do homem, que foi apelidado pelos cientistas de “Ötzi”, datam de 3.300 anos antes de Cristo. Em seu corpo foram encontradas diversas linhas na região das costas, tornozelos, punhos, joelhos e pés. Supõe-se que os desenhos tenham sido criados a partir da fricção de carvão em cortes verticais feitos na pele.

Depois de estudar o corpo, exames de raio X revelaram degenerações ósseas ao lado de cada uma das tatuagens. Isso levou os cientistas a acreditar que o povo de Ötzi – que são os ancestrais de parte dos europeus – utilizasse os desenhos como uma espécie de tratamento médico para diminuir a dor.

Fonte da imagem: Reprodução/IDW

Com o desenvolvimento das civilizações, as tatuagens ganharam outros significados. De acordo com o National Geographic, as mulheres que dançavam nos funerais egípcios por volta de 2000 antes de Cristo tinham os mesmos desenhos abstratos de traços e pontos encontrados em múmias do sexo feminino desse período. Mais tarde, nota-se também o surgimento de tatuagens que representavam Bes, a deusa egípcia da fertilidade e da proteção dos lares.

Os romanos e as cruzadas

Enquanto algumas civilizações costumavam adornar seus corpos com desenhos e técnicas variadas, os antigos romanos não faziam tatuagens por acreditarem na pureza da forma humana. Por esse motivo, as tatuagens eram banidas e reservadas apenas para os criminosos e os condenados.

Com o passar do tempo, os romanos começaram a mudar sua visão com relação à tatuagem, motivados principalmente pelos guerreiros bretões, que usavam insígnias de honra tatuadas na pele. Assim, eles passaram a admirar a bravura dos guerreiros e os símbolos que eles carregavam. Em pouco tempo, soldados romanos também gravaram suas próprias marcas. Outro fato interessante é que os médicos romanos desenvolveram excelentes técnicas para aplicar e remover os desenhos.

Já durante as cruzadas dos séculos 11 e 12, as tatuagens foram usada para identificar os soldados de Jerusalém. Todos aqueles que tivessem o desenho da cruz em seus corpos receberiam um enterro propriamente cristão se fossem mortos em batalhas. O National Geographic ressalta que após as cruzadas a tradição da arte gravada na pele caiu em desuso no Ocidente por um período, mas continuou a crescer em outras partes do mundo.

Fonte da imagem: Reprodução/Baxter’s Tattoo Blog

A origem do nome

No começo do século 18, marinheiros europeus tiveram seu primeiro contato com povos que viviam em ilhas na região sul e central do Oceano Pacífico e tinham as tatuagens como um importante aspecto cultural.

No Havaí, por exemplo, quando as pessoas estavam de luto, elas tinham três pontos tatuados na língua. Já em Borneo, os nativos costumavam gravar a imagem de um olho na palma da mão do falecido para que servisse como um guia espiritual que o levaria à próxima vida. Na Nova Zelândia, os Maoris – um povo nativo da região – tatuam o rosto como uma forma de expressão e uma maneira de identificar a família a que se pertence.

Fonte da imagem: Reprodução/The Atlantic

Em 1769, o capitão britânico James Cook desembarcou no Taiti, onde a palavra “tatau” era usada para designar a maneira com que a tatuagem era feita – fazendo a tinta penetrar no corpo. Um dos instrumentos utilizados pelos habitantes das ilhas do Pacífico para realizar os desenhos consistia em uma concha afiada presa a uma vareta de madeira. Acredita-se que a palavra “tatau” tenha dado origem ao termo “tattoo”, um dos nomes mais usados para os desenhos gravados na pele.

A tradição oriental

A tatuagem é uma prática vastamente difundida no Japão desde o século 5 antes de Cristo. Usada para o embelezamento do corpo ou para marcar criminosos, a arte chegou a ser proibida em 1870. Isso fez com que os tatuadores passassem a atender ilegalmente e deu origem a desenhos únicos, que são reconhecidos como tipicamente japoneses na atualidade.

Fonte da imagem: Reprodução/Tattoo Tatuagem

A Yakuza – também conhecida como a máfia japonesa – é uma das principais referências em tatuagem no Japão. Usando uma técnica chamada “tebori”, que é mais rudimentar, demorada e dolorida do que a tatuagem feita com máquina, os membros da Yakuza cobrem seus corpos do pescoço aos tornozelos com desenhos cheios de significados, como o dragão, a carpa, o tigre, os lutadores e alguns tipos de flores.

A tatuagem nos dias de hoje

Em 1891, o inventor americano Samuel O’Reilly patenteou a primeira máquina elétrica de tatuagem do mundo, deixando para trás as ferramentas tradicionalmente utilizadas no Ocidente. Nos anos seguintes, a tatuagem ficou marcada como uma forma de expressão de grupos de contracultura, marinheiros e veteranos da Segunda Guerra Mundial.

Fonte da imagem: Reprodução/The Atlantic

Ao longo de toda a história da tatuagem, os desenhos gravados no corpo sempre geraram polêmica e, em alguns casos foram recebidos com preconceito. Atualmente, as pessoas que carregam imagens na pele não pertencem mais a um determinado grupo. Os desenhos são os mais variados e servem como uma forma de expressão individual.

A popularização da prática da tatuagem pode ser vista em feiras e convenções que são regularmente organizadas em diversos países e reúnem um público bastante eclético que tem como único ponto em comum o interesse pelos desenhos gravados na pele.

Taí. Diante de toda informação e discussão, avalie: é, para nós católicos, causa de orgulho ou de preocupação o uso de piercing e tatuagens? Ou ainda: para embelezar-se, faz-se condição sine qua non estar tatuado e furado para estar na moda? Por último: você usa por apenas uma “bobinha rebeldia”?

Lembre-se: o que você demonstra ao usar um piercing ou que mensagem você transmite ao estar tatuado. Lembre-se mais ainda: seu corpo é templo do Espírito Santo! Cuidar bem, livrando-o do cigarro, das bebidas e dos vícios que o denigrem é salutar também para a alma.

Agora, se você não é católico praticante, descarte toda essa carga de conhecimento e mantenha seus hábitos / modismos/ tendências a bel-prazer.

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– Televisão e Internet como fonte de Conhecimento: qual é a melhor?

Para os mais ingênuos, é a televisão a principal fonte de conhecimento, pois ela separa o que uma pessoa menos intelectualizada quer saber e dá a informação pronta, sem a necessidade do telespectador decifrá-la ou investigá-la. Já os mais inteligentes buscam na Internet, mas as filtram.

Calma, essa opinião é de Umberto Eco, grande pensador italiano, falecido recentemente. Ele disse que:

A Internet ainda é um mundo selvagem e perigoso. A imensa quantidade de coisas que circula é pior que a falta de informação (…) [Se você] é rico em conhecimento, pode aproveitar melhor a Internet do que aquele pobre senhor que está comprando salame aí na feira. Nesse sentido, a televisão é útil para o ignorante, porque seleciona a informação de que ele poderia precisar, ainda que ele seja um idiota. A Internet é perigosa para os ignorantes (…)

Você concorda com o ponto de vista dele?

(entrevista concedida a Luís Antonio Giron, Revista Época, 02/01/2012, pg 46-47).

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– Busca de Notas do MEC por Universidades e Cursos

O Jornal “O Estado de São Paulo” disponibilizou uma página virtual com mecanismo rápido de busca, a respeito de Universidades, Cursos e Notas! A ferramenta é simples e prática.

O link para pesquisa, com os conceitos do Ministério da Educação para cada instituição de ensino superior, é: http://www.estadao.com.br/especiais/ranking-do-ensino-superior,69776.htm

Das melhores às piores, é importante conhecer!

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– A Burrice da Inteligência Artificial

O título deste post é o mesmo da matéria de Pedro Burgos e Alexandre Versignassi numa edição da Revista Superinteressante. Eles se referem às experiências com o Supercomputador Watson, da IBM, a máquina que assustou o mundo com seus 15 mil gigabytes e princípios de inteligência artificial, vencendo humanos em um reality show americano.

A reportagem é interessante: o que poderia vencer a inteligência artificial é… a burrice humana! Fantástico, pois a questão é a seguinte: apesar de tão esperto, ele não entende falhas de pessoas, justamente porque são erros.

Ao ler a reportagem, orgulho-me de ainda ser um humanóide…rsrsrs

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– Sábado e Domingo não tem feira?

Curiosidade: por quê só nós (países de língua portuguesa) temos “Feira” de segunda a sexta nos dias da semana? E por que não tem no domingo?

Se feira quer dizer “festa”, por quê não poderíamos chamar o sábado e domingo de “sábado-feira” e “domingo-feira”?

Explicações extraídas da Revista Galileu (citação em: http://is.gd/CImPfZ)

POR QUÊ SABADO E DOMINGO NÃO TEM FEIRA?

por Marcelo Zissu

Porque Deus quis. Ou, para não repetir a resposta irritante da sua avó, porque a Igreja quis. Durante o Império Romano, os dias tinham nomes de divindades — o que ainda é seguido no inglês, francês, italiano e espanhol: dia do Sol, sunday, dia de Vênus, vendredi ou viernes. Como o Vaticano não gosta que seus fiéis citem outros deuses, impôs um critério mais técnico: usar “segundo”, “terceiro”, seguido do sufixo “feira” — que vem de “dia de festa” em latim, mas incorporou o sentido de “dia de semana”. Dois dias foram considerados especiais. O domingo veio de dies domini (“dia do senhor” em latim) e o sábado, do hebraico “sabbath” (descanso). Ninguém sabe por que todos os países latinos seguiram a ordem sobre o fim de semana, mas só Portugal obedeceu sobre os dias normais.

– Administradores de Empresas não Conseguem Explicar sua Utilidade?

Stephen Kanitz, grande consultor em Administração de Empresas, publicou em um de seus numerosos e importantes artigos um pensamento interessante:

A maioria dos administradores não consegue provar a sua utilidade nem explicar o que exatamente faz”.

De tal afirmação, surgiu o texto abaixo extraído de http://t.co/6zXcXpJN

E aí, você concorda com  ele?

O ESTILO GERENCIAL DO ADMINISTRADOR

Toda profissão tem um estilo gerencial próprio. Ela depende das necessidades da profissão e de seus valores.

Muitos engenheiros, por exemplo, são perfeccionistas. Perfeccionismo é uma necessidade, ou um valor que muitos engenheiros possuem. O trabalho tem que ser bem feito, custe o que custar.

Por outro lado, advogados são detalhistas. São capazes de gastar horas em uma cláusula de contrato que provavelmente nunca será necessária. O trabalho é demorado, mas quando pronto o contrato cobrirá todos os detalhes e todas as incertezas do futuro. É isto que define um contrato bem feito.

Ambas as profissões administram suas vidas sob estilos gerenciais diferentes, definidos pelos seus valores e necessidades.

Por isto, todas as profissões entram em conflito com a profissão do administrador. Elas acham, incorretamente que o estilo gerencial do administrador é conflitante ou então desnecessário.

Por isto, tantas profissões, empresários e governadores não valorizam o administrador, porque não acham que nosso estilo administrativo seja superior, muito pelo contrário, “vocês não entendem nada de engenharia e advocacia”.

Pergunte a um engenheiro, advogado ou psicólogo qual é o estilo gerencial do administrador, e eles provavelmente também usariam um único adjetivo.

Provavelmente nos definiriam de “imediatistas”, preocupados com lucros de curto prazo, como Paul Krugman e seus colegas não param de escrever no New York Times.

Administradores, segundo a visão popular, querem tudo para “ontem”, vivem dizendo que “o ótimo é o inimigo do bom”, que precisamos mais de “acabativa” e não de iniciativa.

A maioria dos administradores, infelizmente, não consegue provar a sua utilidade nem sabe explicar exatamente o que faz. Por isto, eles não ganham o que merecem, por isto não são valorizados.

Muitos acham que administrar é liderar, executar, coordenar. Isto está até escrito em inúmeros livros de Administração adotados pelas nossas Faculdades de Administração. Uma tristeza!

Vou apresentar uma das funções básicas do administrador, e que define em linhas gerais o seu estilo, e que surpreendentemente muitos administradores sequer ouviram falar nas grandes escolas de Administração como FGV, Insper, Ibmec e USP.

Basicamente, a função do administrador é não permitir que  problemas se acumulem.

Uma organização complexa, que é a empresa moderna, requer a cooperação de milhares de pessoas, dentro e fora da empresa. E, esta cooperação gera inúmeros problemas que se não forem solucionados a tempo afetarão todos os parceiros envolvidos na empresa.

Não permitir que problemas se acumulem talvez seja a tarefa mais importante para o bom andamento de toda família, empresa e nação.

Quando o mundo era gerido por açougueiros, padeiros e fábricas de alfinetes, como observou na época  Adam Smith, de fato não havia muitos problemas “acumulados”, e nem havia necessidade para se contratar administradores. Tudo funcionava pela Mão Invisível do mercado, não pela “Mão Visível” do administrador, como apontaria 200 anos depois  seu livro com este mesmo título Alfred Chandler.

Hoje, o mundo é bem mais complexo e rápido, razão pela demanda crescente de profissionais em administração.

Toda empresa e nação precisa de um corpo de profissionais treinado e dedicado a resolver os problemas de forma rápida.

Não somos imediatistas como muitos acreditam, nós simplesmente estamos evitando que problemas se acumulem um atrás do outro, e nestes casos rapidez de raciocínio e ação são essenciais.

Por isto, nós nos preocupamos tanto com acompanhamento, qualidade total, processos, auditoria, recursos humanos, etc.

Infelizmente, não é assim que a maioria dos intelectuais brasileiros que ocuparam tantos cargos de destaques neste país pensam.

Toda a filosofia de ensino, pelo menos a partir do iluminismo e cientificismo, é voltada para resolver problemas corretamente, até a segunda casa decimal. Rapidez, só no vestibular.

Todos os dados precisam ser precisos e rechecados. Todas as variáveis precisam ser “controladas”. O ser humano precisa estar “absolutamente certo”, o refrão do programa “O Céu é o Limite”.

Quando se acusa o PSDB de ficar sempre em cima do muro, na realidade se comete uma injustiça. Eles não evitam decidir ou tomar partido, na realidade seus intelectuais são simplesmente mais demorados na tomada de decisão, como todo intelectual.

Só que resolver problemas corretamente hoje em dia não é suficiente. Eles precisam ser resolvidos rapidamente, algo que nossos formadores de opinião, jornalistas e acadêmicos simplesmente não compreendem.

Temos que tomar decisões com os dados que temos, não com os dados que gostaríamos de ter.

O Brasil é um país atrasado porque estamos eternamente acumulando problemas.

É tão óbvia esta constatação que espanta que nossa opinião pública, nossos intelectuais e professores de história nunca perceberam esta simples verdade da história brasileira.

Quando se diz que precisamos fazer a Reforma Política, a Reforma Tributária, a Reforma Judiciária, o que queremos dizer é que deixamos tantos problemas se acumularem nestas áreas que somente uma ampla reforma resolverá o problema.

Se tivéssemos resolvido os problemas na medida que surgiram, o Brasil teria evoluído, teria caminhado para um sistema ótimo, em vez de termos que criar revoluções e enormes reformas de tempos em tempos, que no fundo nos atrasam ainda mais.

Temos problemas no judiciário, na previdência, na logística, na infraestruturua, na educação, na economia, simplesmente porque não temos um estilo gerencial que se preocupa com a rápida solução de problemas. Eproblemas que se acumulam crescem exponencialmente, não linearmente, como todo administrador sabe por experiência.

Quatro entre cinco empresas quebram no Brasil, porque são geridas por profissões que não percebem que problemas não podem se acumular. Aí, qualquer crise ou evento fora do comum, as abate.

Nenhuma empresa quebra por uma única razão, nenhum avião cai por causa de um único problema. Estas quatro empresas quebram a um custo de capital monstruoso para o país, por falta de um estilo gerencial apropriado.

O Brasil não poupa o suficiente para crescer; e pior, torramos 80% desta poupança em empresas que irão quebrar em quatro anos.

Eu não diria, e nunca disse, que o estilo gerencial do administrador é superior ao do engenheiro, do advogado ou do economista.

Infelizmente, estas profissões se sentem ameaçadas pelos administradores, à toa.

Não queremos comandar, gerir, tomar o lugar de ninguém.

Quero deixar claro para todo empresário, sociólogo, economista e político que possa se sentir ameaçado, que o estilo do administrador não é superior.

Ele é simplesmente necessário.

Não podemos permitir que nossos problemas se acumulem simplesmente porque cada profissão acha que seu estilo gerencial é superior.

Nós administradores aceitamos que engenheiros sejam perfeccionistas, que advogados sejam detalhistas, que economistas queiram dados precisos, mas tudo isto tem de ser adequado para não atrapalhar os outros dentro da empresa ou do governo.

Não podemos ficar esperando enquanto os outros seguem seus estilos individuais.

Engenheiros, advogados e economistas precisam entender que seus estilos gerenciais são superiores e apropriados, quando se trabalha sozinho, mas quando se trabalha em grupo é necessário conciliar.

Trabalhando em grupo, um simples atraso numa reunião atrapalha os outros, imaginem um problema que  não foi solucionado por anos a fio.

Quando vejo acusarem administradores e empresários de “imediatistas”, que pensamos somente no curto prazo, percebo que estas pessoas nada entendem das funções do administrador, de crescimento, de justiça social, de democracia e de um mundo feliz cheio de realizações, porque tudo é feito na velocidade necessária.

Se você está cansado de um país estagnado, que cresce aquém de suas possibilidades, que acumula pobreza, corrupção, injustiça e inúmeros problemas, converse mais com um administrador. Ele o ajudará a decidir e implantar suas ideias muito mais rapidamente do que você vem fazendo até hoje.

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– Índice de Universitários no Brasil e Mensalidades

Há 15 anos, minha última mensalidade no meu primeiro curso superior foi de exatamente R$ 632,00. Quanto custa a sua faculdade hoje?

A concorrência aumentou, sobram vagas e instituições, a qualidade do ensino diminuiu em muitas escolas e a vantagem competitiva passou a ser meramente o preço.

Quer um índice interessante? O instituto Data Popular fez um levantamento dizendo que há 5,8 milhões de universitários. Ou seja, quase 3% da população está na faculdade. Não quer dizer que haverá 3% de formandos ao final dos cursos… Afinal, nem todos que começam um curso, terminam. E esses números são cumulativos (independem da série/ano).

Para um país que precisa investir em Educação, tais dados são péssimos!

Aqui em Jundiaí, vide o número de cursos de Administração de uma década atrás e quantos existem hoje. Tornamo-nos um polo educacional, e, de coração, espero que de alta qualidade.

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

CLASSES C E D COM AS MÃOS NO DIPLOMA

(extraído de isto É Dinheiro, Coluna Dinheiro na Semana, pg 16, Ed 247)

Uma pesquisa realizada pelo instituto Data popular mostrou que os representantes das Classes C e D ganharam mais espaço no ensino superior brasileiro. No período de 2002 a 2009, o número de universitários subiu de 3,6 milhões para 5,8 milhões e as classes C e D passaram a representar 57,1% e 15,3% dos universitários, respectivamente. Confira mais dados:

  • Classe A – 7,3%
  • Classe B – 19%
  • Classe C – 57,1%
  • Classe D – 15,3%
  • Classe E – 1,2%

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– O Novo Ídolo dos Ateus

Stephen Hawking, conhecido como um dos grandes nomes da Ciência atualmente (sempre lembrado pela sua cadeira de rodas, pois sofre de uma doença degenerativa) é, de fato, uma pessoa de inteligência excepcional. Entretanto, em questões de fé, faço minhas ressalvas: ao contrário dos nomes que o antecederam na Universidade de Cambridge (Isaac Newton e Albert Einstein), ele declarou que após 22 anos tentando entender a mente de Deus, concluiu que Deus não criou o Universo e assumiu sua condição de ateu.

Extraído de Moon, Peter. O Novo Ídolo dos Ateus. Revista Época, Ed 06/09/2010, pg 74.

O NOVO ÍDOLO DOS ATEUS

O físico Stephen Hawking diz que Deus não é “necessário” para explicar o Universo

Um dos livros mais vendidos – e menos lidos – de 1988 foi Uma breve história do tempo, do cosmólogo inglês Stephen Hawking, hoje com 68 anos. Era um livro curto, em que Hawking se propunha a explicar de forma acessível as teorias mais obscuras da física. Falava em viagens no tempo através de estruturas conhecidas como “buracos de minhoca”, tentava desvendar para o leigo o que são os tais “buracos negros” e citava ainda “universos-bebês”, que saíam do interior desses buracos para se expandir em outras dimensões. Pouca gente foi capaz de entender o que ele dizia. Mesmo assim, o livro – que vendeu 9 milhões de exemplares – fez de Hawking o primeiro cientista depois de Albert Einstein (1879-1955) alçado à categoria de celebridade.

Uma breve história termina dizendo que o maior trunfo da razão humana seria descobrir um conjunto de equações que explicasse por que o Universo é como é, algo que os físicos chamam de Teoria Final – e que Einstein perseguiu sem sucesso em seus últimos 30 anos de vida. “Só então deveremos conhecer a mente de Deus”, escreveu Hawking no fecho da obra. Em 2010, seu sonho de teoria final permanece no plano onírico. Mas sua mente sofreu uma reviravolta. Seu universo, agora, prescinde completamente de Deus. “Não é preciso invocar Deus para uma centelha inicial pôr o universo em movimento”, lê-se num trecho de seu novo livro, The great design (O grande projeto), cujo lançamento está previsto para esta semana nos Estados Unidos. O título dessa nova cosmologia de Hawking bem poderia ser “Esqueçam tudo o que escrevi”. Preso há 30 anos a uma cadeira de rodas por sofrer de esclerose lateral amiotrófica – uma doença degenerativa incurável –, Hawking escreveu The great design com o físico americano Leonard Mlodinow, autor de O andar do bêbado. Para Hawking, a descoberta de planetas orbitando outras estrelas é uma evidência que a Terra não tem nada de especial. “A Terra não foi cuidadosamente projetada apenas para agradar aos humanos”, diz ele. “O Universo pode surgir do nada. A criação espontânea é a razão por que existe algo em vez de nada, por que o Universo existe e por que nós existimos.”

É irônico notar que a mudança de postura de Hawking tenha se dado um ano depois que ele se aposentou da cátedra de matemática que já foi ocupada por Isaac Newton na Universidade de Cambridge, berço da teologia anglicana. No século XVII, Newton desvendou as leis que regem a gravidade e o movimento dos corpos. Ao fazê-lo, disse ter um vislumbre da lógica divina. Em 1905, Einstein descobriu a relatividade e ultrapassou Newton no entendimento da realidade do Universo. Embora se declarasse descrente, ele não desmentia aqueles que atribuíam essa lógica mais poderosa à mente divina. Agora, Hawking renegou Deus de modo explícito.

Sua atitude só pode ser entendida no contexto do novo ateísmo militante que tomou conta da intelectualidade anglo-saxã por iniciativa de gente como o escritor e jornalista anglo-americano Christopher Hitchens (leia sua coluna), o filósofo americano Daniel Dennett, o neurocientista americano Sam Harris ou o biólogo britânico Richard Dawkins. Com seu novo livro, Hawking passa a ocupar um lugar de honra nesse panteão de ateus.

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– A Polêmica Reclamação dos Cursos Reprovados pelo MEC

O MEC reprovou 38 cursos de 21 instituições por nota baixa em sua avaliação, composta pela estrutura da instituição de ensino, qualidade do corpo docente e notas dos alunos. Porém, com boicotes de alunos em algumas avaliações, os resultados podem ser distorcidos. PUC e Mackenzie, de qualidade reconhecida no Ensino Superior, estão nesta lista. Agora essas instituições não podem ampliar o número de vagas, tampouco receber recursos do FIES.

Aloísio Mercadante disse que as universidades terão que assinar um protocolo de comprometimento de melhorias a esses cursos, e que não abrirá exceções, mesmo as que possuem quase a totalidade de mestres e doutores (e que a nota resulta da não-realização de provas dos alunos).

Em São Paulo, as instituições foram:

  • Mackenzie: Arquitetura
  • PUC (SP): Geografia, História
  • PUCCAMP: Ciências Biológicas, Ciências Sociais, Educação Física, Engenharia Civil, Letras, Química
  • UniAnchieta: Engenharia da Produção
  • UniPinhal: Ciências Biológicas
  • UniSalesiano: Educação Física

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– MEC muda conceito de Avaliação de Cursos Superiores

Mudanças prováveis no Ensino Superior. O Ministério da Educação diminuiu o peso de Doutores para avaliar os cursos, e aumenta o valor para os professores com maior dedicação na instituição.

Extraído de: http://noticias.universia.com.br/vida-universitaria/noticia/2012/11/29/985319/mec-modifica-calculo-nota-curso-superior.html

MEC MODIFICA CÁLCULO DE NOTA DE CURSO SUPERIOR

O MEC (Ministério da Educação) decidiu alterar o cálculo da nota que fiscaliza os cursos de ensino superior. O quesito professor com doutorado perdeu peso, enquanto o valor para o docente com mestrado e com dedicação integral aumentou. De acordo com o Jornal Folha de São Paulo, chamada de CPC (Conceito Preliminar de Cursos), a nota é usada para monitorar os cursos superiores. Os que ficam com nota 1 ou 2 (numa escala até 5) são inspecionados e podem até fechar.

A diminuição do peso para doutores foi um pedido das instituições de ensino privadas, que afirmam ter dificuldades para contratar professores tão qualificados em algumas áreas do conhecimento ou regiões do país. Profissionais com doutorado tendem também a ganhar mais e serem mais qualificados por fazerem pesquisas.

Para os educadores, houve afrouxamento nas exigências de qualidade. Segundo o MEC, o momento é o de induzir melhorias em outros aspectos.

Com a nova determinação, a proporção de professores com doutorado cairá de 20% para 15% da nota. Os cinco pontos serão distribuídos entre os quesitos docentes mestres e com dedicação integral. Também haverá aumento no peso para a existência de projeto pedagógico e a qualidade da infraestrutura.

Essa elevação virá do quesito nota dos ingressantes no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), que deixará de ser contabilizada, pois os calouros não fazem mais a prova.

“Já estamos em um bom patamar em alguns pontos e precisamos induzir a melhoria de outros”, disse o presidente do Inep (Instituti Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) – responsável pela avaliação -, Luiz Cláudio Costa, sobre a redução do peso para doutores no CPC. “A redução não foi tão alta.”

Nos últimos cinco anos, a proporção de doutores nas instituições subiu de 22% para 29%. Já a dedicação integral subiu de 36% para 47%. O diretor do Semesp (Sindicato das Universidades Privadas), Rodrigo Capelato diz que a alteração corrige em parte distorções. “O peso para doutor era grande. Melhorou, mas segue alto.”

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– Educação Coreana X Educação Brasileira

Vejo uma edição antiga da Época Negócios (set/2011, pg 134-136), onde há uma interessante matéria de Débora Fortes, a respeito da Coréia do Sul. E me chama a atenção sobre a Educação por lá. Veja só:

– 84% dos alunos estão na faculdade.

– Nota 9 é uma nota ruim. A busca é pelo 10.

– Sábado não é dia de aula. Mas é dia de ir à faculdade por conta própria para estudar.

– Não pesquisam qualquer coisa, mas sim o que dá lucro!

– 20% das aulas são em inglês.

Outras curiosidades, abaixo:

O SEGREDO NÃO É OLHO PUXADO. É ENSINO PUXADO

O sofisticado sistema de educação montado pela Coreia foi também um elemento imprescindível para que o país ganhasse destaque na inovação. Currículos e livros didáticos mudam rapidamente, conforme a necessidade do mercado. “Se você não tiver uma educação capaz de fazer as pessoas mudarem depressa, não terá inovação. A cada quatro ou cinco anos, há um novo plano nacional de educação na Coreia, amplamente discutido”, diz Song Won Park, professor do Departamento de Engenharia Química da Poli/USP.

Mercado virou uma palavra fundamental dentro das faculdades. “A cooperação com as empresas é intensa. Qualquer companhia pode usar a infraestrutura e os cérebros da universidade”, diz o professor Youngil Kim, da SKKU (Universidade Sungkyunkwan). Com isso, entra mais capital privado para pesquisas. Também na lista das universidades mais importantes do país, a SKKU tem um de seus campi na cidade de Suwon, onde está o Q.G. de pesquisas da Samsung Electronics. Não foi por acaso. Na década de 60, a empresa comprou a universidade, que tinha base em Seul. Hoje, a Samsung é a dona da Fundação da SKKU, com um orçamento anual de cerca de US$ 76 milhões. Além de ter acesso aos cérebros da faculdade durante os cursos, contrata muitos deles logo que se formam.

Por olhar para o mercado, as universidades já não perseguem qualquer tipo de inovação. Querem as lucrativas. “A corrida por patentes não é tão rápida na Coreia quanto imaginávamos. Em muitos casos, eles preferem produzir primeiro e patentear depois. O mais importante é o tempo que uma invenção leva para chegar ao mercado”, diz o professor Guilherme Vaccaro, gerente de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos), localizada em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Ele esteve com outros quatro professores da Unisinos na Coreia, durante cinco meses, para estudar o modelo de educação e identificar o que o Brasil pode aproveitar. “Um divisor de águas para o Brasil seria termos um relacionamento universidade/empresa nos moldes do que existe na Coreia.”

Durante a missão, a Unisinos assinou seis acordos de cooperação com instituições coreanas, um deles com a SKKU. A universidade também atraiu investimento privado para o país. A Unisinos vai cooperar e receber investimentos da HT Micron, uma joint venture formada entre a coreana Hana Micron e a brasileira Altus. A empresa está investindo US$ 10 milhões na construção de uma fábrica em São Leopoldo. Outros US$ 25 milhões devem ser injetados no instituto de pesquisas e desenvolvimento da Unisinos na área de semicondutores. “Se a companhia tiver sucesso, vamos investir mais”, diz Hyouk Lee, diretor do Instituto de P&D da Hana Micron.

Com a mentalidade de gerar resultados já incorporada às universidades, a nova onda do ensino coreano é investir em currículos multidisciplinares. A fusão de disciplinas pode envolver, por exemplo, habilidades complementares como engenharia e administração. “Estamos fazendo uma grande mudança no sistema educacional. A ideia é produzir uma geração de trabalhadores mais criativa”, diz o professor Bong Joo Lee, da SNU.

Outra mudança é a preocupação de ter cursos mais globalizados. Na SNU, 20% dos cursos de graduação estão sendo dados em inglês. Há ainda um investimento mais forte em pesquisa de base, uma etapa que a Coreia havia pulado. Antes, só se pensava em pesquisa aplicada. “Habilidades originais serão fundamentais. Não adianta ficar só copiando e aplicando”, diz Joo Lee. Neste momento, algumas das áreas promissoras são biotecnologia, ciências naturais e nanotecnologia.

Além de dar aulas em inglês, as universidades têm importado professores. O plano é reforçar áreas que os coreanos consideram prioritárias, como o design. A professora Mary Kathryn Thompson veio do MIT para dar aulas no Kaist, em 2007. Todo aluno do primeiro ano, não importa a especialidade, tem de cursar Introdução ao Design e Comunicação. “Aqui, os estudantes têm praticamente as mesmas oportunidades dadas no MIT, incluindo pesquisas, estágios e atividades extracurriculares”, diz ela. Com os esforços feitos, a Coreia já conseguiu emplacar duas universidades no ranking das 100 melhores do mundo. A SNU e o Kaist estão no QS World University Rankings 2010-2011. Na lista, não há um único representante brasileiro.

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– Palestras de Ex-Presidentes: a Tabela de Preços

Leio uma edição antiga de uma revista (IstoÉ, Ed 2157, pg 49), uma interessante tabela de preços dos Ex-Presidentes da República para palestras corporativas.

Quer que Lula dê uma palavrinha na sua empresa? Por 1 hora, ele cobra R$ 200 mil.

Quer Fernando Henrique Cardoso? Em Promoção: R$ 150 mil.

Serve ex-ministro? Pedro Malan cobra R$ 35 mil.

Quer alguém do esporte? Se for do futebol, Zagallo costuma cobrar R$ 42 mil; se for do voleibol, tem o Bernardinho por R$ 35 mil.

Aproveite e compare com os outros ex-presidentes internacionais:

Tony Blair, ex-premier britânico: US$ 130 mil

Bill Clinton, ex-presidente americano: US$ 140 mil

Mikhail Gorbachev, ex-presidente soviético: US$ 50 mil.

Fica a pergunta óbvia: Vale tanto dinheiro para ouvi-los? Deixe seu comentário:

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