– O Mimimi constrangedor e insensível.

É revoltante ouvir a bobagem dita pelo presidente Jair Bolsonaro no discurso em Goiás! As queixas da pandemia são, segundo ele, “mimimi”?

Insisto na dúvida: ele faz isso por falta de sensibilidade, para ser contrário à maioria ou para desviar o foco de críticas ao seu filho Flávio?

Será que ele se coloca no lugar do próximo? Se um de seus entes queridos falecesse de COVID, o discurso seria o mesmo?

Esse exercício de tentar se colocar no lugar do outro se chama: empatia! E falta demais tal virtude ao Presidente Jair Bolsonaro…

O triste é que os apoiadores mais radicais não admitem que ele está errado e justificam com tantos outros erros de outros políticos… (como se isso o isentasse).

– Lisca x Bolsonaro e Abel x Dória: clássicos indiretos e pertinentes.

Antes de mais nada (devido à pilhagem das Redes Sociais), preciso fazer uma introdução: não sou Lula, nem Bolsonaro, nem Dória, nem Amoêdo, Ciro, Alckmin, FHC, Marina, Boulos, Enéas ou Marronzinho. Sou apartidário, mas como cidadão, não posso ser apolítico.

Ouvi duas entrevistas de treinadores de futebol contundentes e que aplaudo: Lisca Doido (que de doido não tem nada) e Abel Ferreira (o português que aprendeu a entender o Brasil tão bem, mesmo com pouco tempo de morada).

  • Lisca criticou a continuidade dos campeonatos regionais e a omissão da CBF, abordando o descaso com a vida dos profissionais de futebol e o menosprezo com as pessoas expostas ao Covid-19. Indiretamente, valeu para o presidente Bolsonaro, que não tem incentivado o uso de máscaras, não se esforça para evitar aglomerações e parece viver outra realidade.
  • Abel falou sobre a dificuldade em entender o lockdown que não existe: se proíbe o comércio de cabo a rabo (especialmente dos pequenos e que se cuidam), mas permite-se futebol, celebrações religiosas e outras liberações que contradizem com o “rigor de faz de conta” contra o Novo Coronavírus. Indiretamente, valeu para o governador Dória, que decreta Zona Vermelha e faz uma confusão com liberações e restrições.

Sinceramente?

Todos têm sua parcela de culpa na pandemia, é claro (inclua-se o relaxamento da população). O fanatismo cegou as pessoas e a radicalidade assusta. Quem critica, passa a ser debochado e desacreditado pelos adoradores de políticos. Sempre há justificativas não justificáveis. Mistura-se a gestão da pandemia com a crise econômica e política, onde imediatamente surge um: “e o PT”?

O que tem isso a ver? Criticar Bolsonaro é ser petista? Nada disso. Nem ser comunista ou Dória. Aliás, só para reforçar: os petistas e demais políticos envolvidos em corrupção, sejam pelos escândalos do Petrolão, Mensalão, Dersa-Rodoanel, Rachadinha ou “Mansão da Fantástica Fábrica de Chocolate” devem estar (ou deveriam) na cadeia. Ainda bem que há pessoas lúcidas no futebol para defender a prevenção. Pena que não conseguem se movimentar para atitudes mais incisivas.

Em tempo: os protocolos, já percebemos, tem falhas. Vide mais de 300 atletas do Brasileirão tendo subido contaminados…

Por fim: quase 2000 mortes por dia deveria ser motivo de consternação, não de simpósio político. Mas parece que perdemos a empatia, a sensibilidade e a humanidade.

– Insensibilidade?

Caramba, eu me assusto que, mesmo sendo divulgado 1700 mortos por COVID, existam pessoas insensíveis que politizam a questão é até desdenham de tudo isso!

É revoltante ler: “culpa desse, culpa daquele, culpa de não sei quem”, e o problema maior, que é acabar com a pandemia, seja deixado de lado.

Falta de empatia somente, ou excesso de fanatismo político?

O país está doente. Quando tanta gente morre assim, e ainda se acha normal ou se cria desculpas-fakes como “morre-se mais de gripe do que de COVID” (e outras bobagens do tipo), é para repensarmos a humanidade (ou desumanidade).

– A incoerência em se jogar futebol na pandemia em 2021. Você há de concordar com o número abaixo:

O Torino deu um WO contra a Lazio, em Roma, devido ao contágio de 10 atletas em seu elenco (vide em: https://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/futebol-italiano/noticia/sob-ordem-de-quarentena-torino-nao-viaja-e-leva-wo-contra-lazio-clube-vai-recorrer-de-decisao.ghtml)

O RB Leipizig enfrentou o Liverpool na Hungria pela UCL, já que a Alemanha não permite a entrada de ingleses por conta das mutações do Novo Coronavírus. O jogo da volta, já que os ingleses não poderão receber os alemães, será fora também. Mais ou menos como se na Libertadores da América, hipoteticamente o Boca Jrs não pudesse ser mandante contra o Palmeiras em Buenos Aires e fosse obrigado a, mesmo tendo o direito de jogar na Argentina, levá-la do Bombonera para o Centenário de Montevidéu. Ou o Flamengo ser mandante na Colômbia! Impensável por aqui… (sobre isso, aqui: https://www.lance.com.br/futebol-internacional/segunda-partida-entre-liverpool-leipzig-pela-champions-league-pode-ser-realizado-campo-neutro.html).

Enfim: traga tudo isso para nossos dias: há clima para Corinthians x Palmeiras? Falamos sobre esse jogo em: https://wp.me/p4RTuC-tvz. Com hospitais de campanha e mais leitos, no ano passado, o futebol parou. Agora, em um cenário crítico extremamente pior, com várias cidades fechando e pessoas sem atendimento, por que a bola tem que rolar? É incoerente a pratica esportiva profissional neste momento, em especial aos tristes recordes de mortos. E quanto ao futebol amador, piorou! Esqueça a “pelada de final de semana”.

A primeira rodada suspensa do Paulistão 2020 foi em 18 de março (4a feira), com 2 mortos. A rodada do Derby do Paulistão 2021 ocorrerá um dia após o falecimento de 1641 pessoas. Pode?

Pedir a volta do futebol no Brasil reflete sociedade insensível a dor do  outro | A Gazeta

– Que estreia sem graça para um momento histórico: sobre Edina no Derby, em meio a pandemia.

“Dona Edina Alves” (uma forma carinhosa de chamá-la) apitará nesta 4a feira Corinthians x Palmeiras, e será a primeira vez que um Derby masculino terá arbitragem feminina.

Merecida escala! Depois da volta do Mundial de Clubes (onde fez um ótimo trabalho) e de jogos muito bem apitados no Brasileirão, ficou “deixada de lado” nos jogos decisivos do Campeonato Brasileiro na reta final. No Paulistão, trabalhou 2a feira como VAR no Guarani x Ituano, e nesta 4a vai estar na Arena Itaquera como árbitra central.

A nota triste é: o Derby, marcante, estará esvaziado pois o Timão está com um surto de Covid e o Verdão entrará em campo com time reserva, devido à maratona de jogos e a partida de volta da Copa do Brasil.

Estou morando em Bragança Paulista (cidade na qual o Corinthians jogou domingo), e aqui o prefeito fechou literalmente a cidade devido à explosão de casos de Covid (abordamos o “semi-lockdown” em: https://professorrafaelporcari.com/2021/03/02/e-braganca-paulista-fechou-devido-a-covid-tomara-que-de-certo/). Teria alguma relação com o ocorrido? Talvez sim (pois o time esteve aqui), talvez não (pois atletas do Red Bull Bragantino estão saudáveis).

O certo é: o gostinho de jogão se perde pelo esvaziamento das equipes titulares, mas ainda assim será um jogo histórico. 

Fico com a indagação: com tantos casos de contaminação por Coronavírus entre esportistas, e estando na Zona Vermelha em muitas cidades, sabendo que os protocolos não transmitem mais tamanha confiança, vale a pena fazer futebol nesse momento?

No último Dérbi, o Palmeiras goleou o Corinthians, por 4 a 0, no Allianz Parque  - Ettore Chiereguini/AGIF

– E Bragança Paulista fechou devido à Covid. Tomara que dê certo!

Começou nesta 3a feira (dia 02/03), por determinação do prefeito Jesus Chedid, um “semi-lockdown” em Bragança Paulista, que durará até dia 08. A cidade entrou em Zona Vermelha e literalmente fechou (exceto mercados, farmácias e outras atividades essenciais). Escolas públicas e privadas não estão tendo aulas presenciais, Missas e Cultos foram proibidos, idem a passeios em parques e cercanias. 

Por exemplo: logo cedo, o Lago do Taboão, conhecido ponto turístico, estava com cavaletes e faixas proibindo a caminhada matutina (mesmo com máscaras e com pessoas distanciadas). A Guarda Municipal pedia para que os cidadãos retornasse às suas casas (semana passada, 18 bragantinos foram multados em mais de R$ 520,00 por estarem na rua sem máscaras!).

E o que fazer, nesta altura da situação periclitante? TODOS os hospitais estão sem vagas em quartos ou UTIs. Mesmo com as medidas protocolares de higiene e cuidados sanitários, o número de infectados disparou, sendo o pior momento desde a pandemia (que já dura 1 ano).

Torçamos que essa semana de recolhimento ajude a liberar leitos nos hospitais. É sabido que a Economia está quebrada, mas ainda pior ficou a questão da Saúde. Cumpramos os cuidados necessários para que tente se voltar logo ao normal.

– Não custa nada, presidente…

Seria tão difícil o presidente Bolsonaro pedir às pessoas que usassem máscaras, evitassem aglomerações e saídas desnecessárias de casa? 

Não faz tão chamamento por vaidade / birra, descaso ou ignorância?

Pare de bobagem, Seu Jair. Use o bom senso para o país sair logo dessa pandemia.

– Estamos no pior momento da pandemia. Cuidemo-nos!

Dá para acreditar que ainda existe gente que desdenha da Covid-19? Na 2a onda, mais gente já morreu do que na primeira. É matemática…

Repare que os picos e repiques se dão dias depois de datas aglomerativas: Reveillon, Carnaval, entre outras. O relaxamento das pessoas e o cansaço de se prevenir podem explicar isso também, além da nova cepa ser mais contagiosa.

Não há outra coisa a fazer, a não ser: prevenção! O quanto mais nos resguardarmos, mais rápido (ou menos demorado) este inferno deixará de existir.

A pandemia de coronavírus e os cuidados realmente necessários

– A ganância e a insegurança maculando a nobre classe dos enfermeiros. Não generalize!

Sempre tive comigo que, algumas atividades, são quase que “imaculadas”. Por exemplo: bombeiros

Quem fala mal deles? Idem a enfermeiros, socorristas e tantos outros. 

Entretanto, estamos vendo algumas reportagens de profissionais da saúde sendo acusados de golpes durante a vacinação contra a Covid-19: doses que não são injetadas, agulhas que não perfuram, aplicações de “mentirinhas”…

Aqui residem alguns males: o medo de algum ente se contaminar, que faz com que a vacina seja desviada para uso de familiares, ao invés da pessoa que está sendo enganada. O outro: o mau-caratismo da venda no mercado negro.

Não usemos isso para difamar uma categoria! Os enfermeiros (e digo isso de TODOS que eu conheço) são gente de bem, vocacionados e profissionais honestos. O que se vê, evidentemente, é a parcela ruim que existe sempre em cada categoria.

Que as atitudes dos maus não seja regra (nem régua) para avaliação do todo!

Resultado de imagem para enfermeiro aplicando vacina

– É horrível usar máscaras… mas extremamente necessário! Os contras são menores que o pró:

Já disse algumas vezes o quão tenho dificuldade em usar máscaras (mas não deixo de usá-las, tenho consciência da sua importância). Também abordamos outras vezes sobre os erros no seu uso (como, por exemplo, colocar as mãos sobre o tecido, e não nas alças – vide em: https://wp.me/p4RTuC-sxz).

Eu tenho 3 motivos para não gostar de usar máscaras, e imagino que sejam os de muitos também:

  • Sensação de Sufocamento e Dificuldade na Respiração;
  • Reconhecer rostos (algumas pessoas que me relaciono recentemente, ainda não as conheço de “cara limpa”);
  • Ouvir o que falam claramente (o som abafado e baixo é uma constante dos interlocutores).

Entretanto, existe 1 motivo muito maior para usá-las:

  • Elas verdadeiramente ajudam a barrar a entrada do vírus pela forma mais fácil: por boca e nariz!

Agora, nos EUA, cresce o número de pessoas que usam máscaras combinadas: a de pano e a cirúrgica, ajudando ainda mais na prevenção.

Compartilho, extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/02/11/uso-simultaneo-de-mascara-cirurgica-e-de-pano-pode-bloquear-95-da-covid-19.htm

USO SIMULTÂNEO DE MÁSCARAS CIRÚRGICA E DE PANO PODE BLOQUEAR 95% DA TRANSMISSÃO DE COVID-19

Usar duas máscaras ao mesmo tempo, sendo uma cirúrgica e outra de pano, pode reduzir o risco de transmissão da covid-19 em 95%. A conclusão é de um estudo realizado pelo CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), órgão regulador do sistema de saúde dos Estados Unidos. A combinação cria um ajuste mais apertado ao redor do rosto e ajuda a evitar que partículas potencialmente infecciosas escapem.

Os experimentos avaliaram duas formas de melhorar o ajuste das máscaras utilizando as máscaras cirúrgicas.

A primeira observação foi feita com um nó nas alças laterais da máscara de procedimento médico, seguida de um ajuste extra para prender e achatar o EPI (Equipamento de Proteção Individual) no rosto.

A segunda experiência sobrepôs uma máscara de pano a uma máscara cirúrgica, o que garantiu maior proteção para o usuário.

O estudo aponta que a eficácia se torna superior a partir do momento em que a combinação é feita, gerada por uma maior vedação do ar que circula dentro e fora das máscaras. A exposição do receptor ao vírus foi reduzida em até 95% quando ele e a fonte foram equipados com máscara cirúrgica junto com uma máscara de pano.

A máscara é considerada uma das principais estratégias de prevenção contra a covid-19 e é recomendada por diversos órgãos reguladores ao redor do mundo, incluindo a OMS (Organização Mundial da Saúde) e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). As medidas reduzem a exposição de pessoas não infectadas às partículas da covid-19, evitam que as infectadas disseminem o vírus e sofram reinfecções, ainda que seja usada sem um uso simultâneo.

O CDC reforça que enquanto a pandemia for uma realidade, as máscaras devem ser aliadas ao distanciamento social como alternativas eficazes contra a infecção pelo vírus.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, a primeira-dama, Jill, e a vice-presidente, Kamala Harris, têm usado duas máscaras simultaneamente com frequência.

Cuidado com o uso errado, como, por exemplo, por as mãos sobre o pano.

– O escárnio da festa de Arthur Lira: teve até minuto de silêncio para as vítimas de Covid!

A festa do deputado Arthur Lira, novo presidente da Câmara, contou com sua base de apoio bolsonarista e até de alguns desafetos. Porém, num clima de “aqui não existe pandemia”, muita badalação e falta de máscaras

O mais curioso: em meio a champanhes, foi realizado um minuto de silêncio em memória das vítimas de Covid.

Pode? Quem desdenha do vírus praticar este ato tipicamente “protocolar”?

O vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=MgLVt28vRZI

– Ô saudade…

A volta às aulas em tempo de Pandemia traz incômodos. Por exemplo: a carência daquele abraço gostoso do pós-aula das crianças, na porta da sala, quando poder-se-ia fazer surpresas.

Paciência. Apesar desta longa distância à espera delas na saída, vale a segurança e a saúde.

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– Cloroquina é para Malária! Não para Covid, segundo o seu maior entusiasta!

Prof Dr Didier Raoult se notabilizou como o maior entusiasta na utilização de Cloroquina para o combate da Covid-19. Comprou brigas, fez estudos e… 10 meses de trabalho intenso depois, anunciou: ela não reduz mortes!

Em: https://www.istoedinheiro.com.br/defensor-da-cloroquina-admite-que-medicamento-nao-reduz-morte/

DEFENSOR DA CLOROQUINA ADMITE QUE MEDICAMENTO NÃO REDUZ MORTES

A hidroxicloroquina perdeu seu principal defensor. Em uma carta publicada no site do Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia, na França, a equipe do professor Didier Raoult admitiu que o medicamento antimalárico não reduziu a mortalidade de Covid-19. Conclusão a que a OMS já havia chegado há seis meses, justificando na época o fim de todos os ensaios clínicos em andamento.

O médico relembra seu estudo realizado em março passado em 42 pacientes, em que parte foi tratado com cloroquina e outra parte não. “A transferência para a terapia intensiva e a morte não diferiram significativamente entre os grupos”, escreve a equipe do professor de Marselha em sua nova nota.

Alguns de seus detratores queriam ver essa frase como uma admissão de fracasso. Como o epidemiologista Thibault Fiolet da Universidade de Paris-Saclay que, em um tweet amplamente divulgado ao longo do fim de semana, exclamou: “Incrível! O professor Raoult, que escreve ele mesmo, que seu primeiro ensaio clínico não randomizado (pacientes escolhidos por sorteio) mostra que a hidroxicloroquina NÃO tem eficácia na mortalidade ou na redução da transferência para a terapia intensiva.

O uso da droga em grande parte extrapolou o campo científico para se tornar objeto de um debate político em todo o mundo que divide a opinião pública, gerando confrontos violentos, principalmente nas redes sociais.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governo brasileiro vêm incentivando o uso da hidroxicloroquina e da azitromicina como “tratamento precoce” contra a Covid-19. Na semana passada, o Ministério da Saúde lançou um aplicativo no qual incentiva o uso das medicações que não têm eficácia comprovada.

No último sábado, o Twitter chegou a indicar que uma publicação da pasta possui “informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à covid-19”. O conteúdo foi ocultado pela plataforma. No domingo, os pareceres e votos pela aprovação das vacinas Coronavac e de Oxford também refutaram o uso das substâncias e a existência de um “tratamento precoce” baseado em medicamentos comprovadamente ineficazes, como a hidroxicloroquina.

Defensor francês da cloroquina vira o herói dos "antissistema" - ISTOÉ Independente

Equipe do professor francês admitiu que o medicamento antimalárico não reduziu a mortalidade de Covid-19. Conclusão a que a OMS já havia chegado meses antes (Crédito: Reprodução/Divulgação)