– A volta às aulas presenciais obrigatória é precipitada ou não?

O Governo do Estado de São Paulo determinou que as escolas voltem às aulas obrigatoriamente presenciais. Faculdades terão outras regras e creches à critério dos municípios (a grosso modo falando).

Estão livres da presença:

– Gestantes e puérperas
– Comorbidades com idade a partir de 12 anos que não tenham completado ciclo vacinal contra a Covid
– Menores de 12 anos que pertencem a grupos de risco para a Covid e ou condição de saúde de maior fragilidade.

Perguntas e respostas sobre a volta às aulas, em: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/10/13/volta-as-aulas-presenciais-obrigatoria-em-sp-perguntas-e-respostas.ghtml

VOLTA ÀS AULAS

Abaixo, o g1 listou as principais perguntas e respostas sobre a mudança:

Qual é a regra válida para o funcionamento das escolas no estado de SP atualmente?

Resposta: No início de agosto, o governo estadual liberou o retorno às aulas presenciais com 100% ocupação respeitando os protocolos sanitários, o que em algumas unidades exigiu revezamento de grupos.

Apesar da autorização, o envio do estudante para a sala de aula era facultativo aos pais. Na ocasião, as prefeituras também tinham autonomia para definir as datas e regras de abertura.

Como deverão funcionar a partir da próxima segunda, dia 18?

Resposta: A partir da semana que vem, na rede estadual, só poderão deixar de frequentar as escolas presencialmente os estudantes que fazem parte dos seguintes grupos:

  • Gestantes e puérperas
  • Comorbidades com idade a partir de 12 anos que nao tenham completado ciclo vacinal contra a Covid
  • Menores de 12 anos que pertencem a grupos de risco para a Covid e ou condição de saúde de maior fragilidade

A mudança vale para todas as redes de ensino?

Resposta: Sim, a determinação é para as escolas privadas e públicas, mas começa a valer no dia 18 para a rede estadual.

As escolas privadas terão prazos e regras determinados pelo Conselhos de Educação.

Além disso, as cidades que têm conselho municipal próprio poderão ter outra regra, mas os municípios que são regulados pelo Conselho Estadual, que geralmente são os municípios pequenos do estado, deverão seguir a orientação estabelecida sobre o Conselho Estadual de Educação de SP.

A obrigatoriedade também vale para creches e ensino superior?

Resposta: Segundo o secretário estadual de Educação, Rossieli Soares, as regras para o ensino superior devem ser definidas pelo Conselho Nacional de Educação. Ainda será feita uma reunião com o órgão para definir como será feito nas universidades do estado.

Já no caso das creches, a regra deve ser definida pelas prefeituras.

O distanciamento entre carteiras será mantido?

Resposta: O distanciamento entre as carteiras será incialmente mantido, mas deixará de ser exigido a partir do dia 3 de novembro.

A determinação vale para todas as cidades ou as prefeituras têm autonomia para decidir?

Resposta: As cidades que têm Conselho de Educação próprios poderão definir as regras de retorno, como é o caso da capital paulista. As demais devem seguir a determinação da gestão estadual.

Como será essa obrigatoriedade nas escolas que não têm estrutura física para receber 100% dos alunos respeitando o distanciamento?

Resposta: Nessas escolas, o esquema de rodízio deverá ser mantido até o início de novembro, quando não será mais exigida a manutenção da medida.

Nas escolas particulares em que hoje o sistema é híbrido, os alunos terão de ir todos os dias à escola? Em todos os níveis de ensino?

Resposta: O governo orienta que a regra seja cumprida em todas as redes de ensino, mas os critérios e prazos serão definidos pelo conselho de educação de cada município.

O que acontece se uma pessoa testar positivo em uma turma? Os demais alunos devem continuar a ir às aulas presenciais?

Resposta: Governo não esclareceu a orientação, disse que os casos são informados à Vigilância em Saúde, que define se a escola deve permanecer aberta, e qual medida tomar com relação ao grupo.

Alunos, professores e demais funcionários deverão seguir usando máscara?

Resposta: O uso de máscara por parte de estudantes e funcionários permanece obrigatório para todos, assim como a utilização de álcool em gel nas escolas e equipamentos de proteção individual por parte de professores e demais funcionários.

Vacinação no estado de SP

Segundo dados do Vacinômetro atualizados até as 7h17 desta quarta (13), foram aplicadas 66,7 milhões de doses no estado, o que representa:

  • 99,37% da população adulta com uma dose
  • 80,27% da população adulta com esquema vacinal completo
  • 82,78% da população total com uma dose
  • 61,55% da população total com esquema vacinal completo

Em setembro do ano passado, o estado retomou as aulas presenciais durante a pandemia, mas manteve um percentual limitador de 35% dos alunos matriculados por dia.

Durante a fase emergencial, em março deste ano, as instituições ficaram abertas apenas para acolhimento de crianças em situação de maior vulnerabilidade e oferta de merenda.

Em abril, as escolas foram liberadas para voltar a receber alunos, desde que mantendo a capacidade máxima de 35%.

VOLTA ÀS AULAS EM SP: Alunos sentam em carteiras separadas na Escola Estadual Thomaz Rodrigues Alckmin, no bairro do Itaim Paulista, na Zona Leste da cidade de São Paulo, na manhã desta quarta-feira (7) — Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo

VOLTA ÀS AULAS EM SP: Alunos sentam em carteiras separadas na Escola Estadual Thomaz Rodrigues Alckmin, no bairro do Itaim Paulista, na Zona Leste da cidade de São Paulo, na manhã desta quarta-feira (7) — Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo

– Máscaras e mais: a vida em sociedade em meio à queda de casos de Covid-19.

Seria o momento de liberar máscaras no Brasil? Obviamente não… Abaixo:

Extraído de: (clique no Link): Máscaras e mais: a vida em sociedade em meio à queda de casos de Covid-19

Com a queda no número de mortes e internações em decorrência da Covid-19cidades estudam flexibilização de regras e relaxamento no uso de máscaras. Mas especialistas alertam que a pandemia ainda não acabou e atitudes como essa mantém alta a taxa de circulação do vírus. No meio desse cenário confuso, como ficam os encontros entre amigos e familiares?

Confraternizar com segurança e sem proteção só será possível ao atingirmos a imunidade coletiva, quando há tantas pessoas imunizadas que a circulação do vírus cai drasticamente. E isso ainda não tem data para acontecer. Essa é a primeira lembrança de médicos ao falar sobre pequenas ou grandes confraternizações.

Os números estão melhorando, mas os experts esperam que esse patamar de segurança só seja alcançado com mais de 80% da população vacinada com as duas doses. O Brasil ainda está em 45%.

A tendência de queda nos registros de hospitalizações e mortes ocorre porque as vacinas até cumpriram a sua função de reduzir óbitos e casos graves. No entanto, nenhum dos imunizantes é 100% eficaz. Há ainda o surgimento de variantes, que é estimulado com uma maior circulação do vírus.

Transmissão da covid se mantém entre imunizados, e o país tem números tímidos de vacinação para encontros sem cuidados

Máscaras e mais: a vida em sociedade em meio à queda de casos de Covid-19

(publicado originalmente em Veja saúde)

– CPI da Covid, Vaidades, Negacionismo, Rússia, Mundo…

Puxa, um “punhado de coisas” que se interligam quanto à pandemia. Vamos lá:

Na Rússia, recorde de mortes/dia de pessoas vitimadas pela Covid-19 (pela variante Delta). Apesar da Sputinik V, por lá, segundo a imprensa internacional, muita gente está deixando de se vacinar com a medicação local à espera das vacinas mais reconhecidas pelo mundo, como Pfizer e AstraZeneca. E justamente são essas pessoas que estão padecendo: os não vacinados (os vacinados, em maioria, quando acometidos pela Covid sentem sintomas leves apenas).

No mundo desenvolvido e vacinado, aos poucos, a rotina vai voltando – com os cuidados devidos. Lamentavelmente, aqui nós temos ainda a discussão se “vale vacinar ou não” (me assusta o movimento anti-vacina brasileiro – além dos péssimos exemplos do presidente Bolsonaro na sua ruim gestão durante a pandemia, como desprezo de máscaras, falta de distanciamento social e deboche inicial das vacinas).

Por outro lado, me assusta a CPI da Covid, onde seus membros (contestáveis quanto à conduta) estão trabalhando em prol de política em favor deles próprios. O que acrescentará Luciano Hang nela? Pra quê? Aliás, nenhum resultado concreto dos desvios de verbas no combate à pandemia (que seria um dos propósitos) foi mostrado até agora, onde claramente se vê briga de propósitos eleitorais. Talvez, o mais relevante até agora, tenha sido as supostas picaretagens da Prevent Sênior.

Ô Brasil… tá difícil torcer para qualquer lado… todos pensam em si só, com birras, vaidades e desinteresse real do bem-estar da população. Ninguém fala em UNIR o país.

Insisto: não vejo para 2022 uma pessoa Honesta, Competente e com Credibilidade para a Presidência da República.

Vacina Covid-19: agendamento para maiores de 40 anos - PREFEITURA MUNICIPAL  DE ANCHIETA - ES

– Vacine-se! Eis minha 2a dose…

Ufa, demorou, mas finalmente tomei a minha 2a dose da Vacina contra a Covid-19.

Lembre-se: precisamos nos vacinar, a fim de acabar logo com a pandemia.

1. Os Médicos e Pesquisadores Responsáveis (minha mulher trabalha com pesquisa referente à Covid), alertam: é necessário vacinar, para que as pessoas tenham maior imunidade e não sofram com os graves males causados (o risco de efeito colateral da vacina é infimamente menor do que o da doença).

2. A Ciência pede para que nos vacinemos para que o mundo volte ao normal o quanto antes.

3. O Papa Francisco implorou para que nos vacinemos, por ser um ato responsável e de solidariedade para conosco e para com o próximo.

Portanto, repare que os únicos que pedem para “não vacinar” são os anti-vacinas. Não dê ouvidos a essas pessoas.

Lembrando: precisamos manter os cuidados básicos (uso de máscaras, álcool gel, distanciamento social), pois vacina é prevenção com aumento de imunidade, não é remédio que cura.

Imagem

 

– Torcedor da Segundona não pega Covid?

O Conselho Técnico da Série B liberou a presença de torcida nas cidades que permitem público. Na Série A, ainda não.

Numa análise bem simplista, podemos afirmar que Torcedor da Série A pega Covid, e o da Série B, não?

Claro que não podemos ser tão ingênuos, há outros fatores que assim determinaram a diferença (como o acordo de determinado percentual das cidades liberadas, volta de várias agremiações e, logicamente um pouco de política por trás). Mas a grosso modo, como explicar que em jogos de um time da mesma cidade, o da Série A não pode ter torcedor e o da série B pode?

Brasil… o país das incoerências.

São Paulo e sua Síndrome da Bola Murcha - texto de Fábio Steinberg

– Estão loucos, Ministro Queiroga e Presidente Bolsonaro? Sobre a vacina dos adolescentes:

O Ministro da Saúde Dr Marcelo Queiroga mandou suspender a vacinação entre 12 e 17 anos com a dose da Pfizer, por alegar que os riscos à saúde são grandes.

Ora, a vacina é autorizada nos EUA, no Canadá, nas nações europeias desenvolvidas e em qualquer país onde a Ciência está acima da Politicagem! Por que aqui no Brasil tem que ser diferente? Inacreditável…

Quem tomou a 1a dose, não tomará a 2a? Quem estava marcado, desmarcar-se-á? Que bagunça!

“Pior” o Presidente Bolsonaro, que fez uma live dizendo que a OMS é contra a vacinação nessa faixa etária. MENTIRA! Lembremo-nos:

1- Não era o presidente que contestava tudo que a OMS falava? Agora, a usa?

2- A OMS nunca foi contra, ao contrário, a favor: apenas disse que a vacinação a idosos era mais urgente do que aos jovens por motivos óbvios…

Em tempo: a ANVISA não proibiu a vacinação. Contraditório…

Bolsonaro diz que mandou investigar suposta diferença de preço na CoronaVac  - Jornal O Globo

– O exemplo e a força de uma jovem contra a COVID.

Apareceu na minha timeline do Facebook o depoimento abaixo dessa jovem: ela é filha da saudosa e querida professora Silaine Toro!

Em 1999, eu estava no Mestrado de Gestão e Marketing, e nunca imaginava em ser professor universitário. Silaine era minha colega de sala e me incentivava a lecionar.

De tanto insistir, levou-me à Uninove, onde comecei com 22 anos de idade minha carreira acadêmica (confesso: não é fácil confiar a um novato uma sala de aula), me ajudando a descobrir tal grandiosa vocação.

Silaine foi vítima da COVID, à espera da vacina. A mensagem que compartilho nas duas imagens abaixo mostra que sua filha, apesar da saudade, continua firme na luta da vida e herdou a força e inteligência da sua mãe.

Leiam (pois serve de exemplo para nós)!

– Faça o que eu digo, não faça o que eu faço. Sobre Atlético Mineiro e Flamengo.

O Flamengo conseguiu autorização para 3 jogos com torcida no RJ, entrando em desacordo com seus co-irmãos do Brasileirão (havia o acordo que todos teriam torcida quando liberasse, ninguém “voltando” antes).

O Atlético Mineiro se revoltou e entrará na Justiça com os outros 18 times, contra o Mengão. O mesmo clube que conseguiu liminar para ter torcida em seus jogos… À noite, surgiu a informação que “não era bem assim”, e que não havia pronunciamento oficial do clube.

Que incoerência dos mineiros (se confirmado) e que individualismo dos cariocas! Aliás… é essa turma que  pensa só em seu umbigo quer organizar uma Liga?

Atlético-MG x Flamengo AO VIVO: como assistir o Brasileirão Sub-20 na TV

– 40 dias de folia no Carnaval Carioca?

A Prefeitura do Rio de Janeiro pretende realizar um Carnaval de 40 dias se a pandemia “der uma trégua”.

Cá entre nós: para um país que precisa voltar a viver, trabalhar, passear e respirar com normalidade, um evento de 40 dias não é muita coisa?

Extraído de: https://vejario.abril.com.br/cidade/carnaval-2022-40-dias-festa-rio/

FOLIA DE 40 DIAS

Prefeitura planeja evento para o período entre os dias 27 de janeiro e 6 de março, com uma condição: desde que haja melhora no cenário epidemiológico

Por Luiza Maia

Mesmo com o atual avanço da variante Delta no Rio, os planos para o carnaval de rua de 2022 preveem 40 dias de cortejo pela cidade a partir do fim de janeiro. As orientações de como deve ocorrer o evento foram publicadas na última sexta (20) pela Riotur, no Caderno de Encargos dos Desfiles dos Blocos de Rua.

+ Covid-19: diante da falta de doses, Rio adia vacinação de adolescentes

Segundo a prefeitura, a festa irá ocorrer desde que o cenário da pandemia esteja controlado, com a diminuição expressiva no número de casos de Covid-19, internações e óbitos. Na divulgação do último boletim epidemiológico da cidade, na sexta (20), o prefeito Eduardo Paes afirmou que o Rio atualmente apresenta o maior índice de casos da doença deste ano.

Divulgado no Diário Oficial do Rio, o caderno orienta as empresas que pretendem fazer propostas de suporte e infraestrutura para os blocos de ruae as áreas de entorno. Os interessados deverão enviá-las até o dia 21 de setembro pelo e-mail riotur.selecaopublica@gmail.com.

+ Covid: ‘Nunca tivemos tantos casos em 2021 como agora’, preocupa-se Paes

O documento prevê a realização do evento entre os dias 27 de janeiro e 6 de março. A programação deverá ser disponibilizada aos foliões por meio de um aplicativo, que terá também recursos de acessibilidade, como Libras, descrição de imagens, conversor de conteúdo escrito para áudio, e outros. Nas ruas da cidade, deverão ser espalhados 34 000 banheiros químicos, 10% deles com acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

+Covid: Rio mantém medidas restritivas até dia 30; boates seguem proibidas

Serão distribuídos também QR Codes com informações para ajudar mulheres vítimas de assédio sexual e outros tipos de violência, assim como adesivos e tatuagens temporárias com mensagens contra o assédio. Para que o evento aconteça, a prefeitura antes aposta no avanço da vacinação. Segundo o painel da Secretaria municipal de Saúde, 73,4% da população total já recebeu a primeira dose ou dose única do imunizante contra a Covid-19 – o que corresponde a 93,9% dos adultos. Já 35% tomaram a segunda dose ou dose única – 44,9% da população adulta.

Imagem mostra foliões aglomerados em um bloco de carnaval no aterro do flamengo

– Previna-se contra a Covid. Vacine, use máscaras e mantenha distância!

Não nos esqueçamos: a variante Delta da Covid-19 é altamente contagiosa e está fazendo estragos. A pandemia não acabou, embora as vacinas tenham minimizado as mortes.

Compartilho essa muito bem feita ilustração da Turma da Mônica para explicar os riscos de não se distanciar corretamente e a necessidade do uso de máscaras.

Abaixo:

– A correta rebeldia da Premier League ao não liberar atletas sulamericanos para as Eliminatórias da Copa do Mundo da FIFA.

Os clubes ingleses, de maneira unânime, se recusam a ceder jogadores para as 3 rodadas das Eliminatórias na zona da Conmebol. Motivo: pandemia e necessidade de quarentena.

Como o futebol é um negócio, e eles contratam profissionais pagando muito bem a eles, não discordo da posição tomada. Ficam sem os jogadores pelas partidas, depois pela quarentena, e sabidamente muitos acabam furando protocolos e indo se divertir. Pra quê tal risco?

Abaixo, extraído de: https://www.mktesportivo.com/2021/08/premier-league-veta-jogadores-para-eliminatorias-da-conmebol/

Premier League veta jogadores para Eliminatórias da CONMEBOL

Ingleses não irão liberar atletas para jogos internacionais que serão disputados em países que fazem parte da chamada “lista vermelha”

Os clubes que disputam a Premier League, primeira divisão do futebol inglês, anunciaram que de forma unânime decidiram não liberar jogadores para jogos internacionais que serão disputados em países que fazem parte da chamada “lista vermelha” no mês de setembro.

A decisão afeta a disputa das Eliminatórias da Copa do Mundo na América do Sul, já que jogadores que atuam na Premier League não poderão ser convocados. México, Egito e Turquia também estão na lista e terão desfalques pela proibição.

O Brasil encara Chile, Argentina e Peru entre os dias 2 e 9 de setembro e terá desfalques se o veto for mantido. Os convocados de Tite afetados pela decisão são Alisson, Ederson, Thiago Silva, Fabinho, Fred, Gabriel Jesus, Raphinha, Firmino e Richarlison.

Segundo comunicado da Premier League, a decisão se aplicará a quase 60 jogadores de 19 clubes da liga que viajariam para 26 países que fazem parte da lista vermelha no próximo mês de setembro, quando haverá, na América do Sul, a realização de três rodadas das Eliminatórias.

“Os clubes da Premier League sempre apoiaram o desejo de seus jogadores de representar seus países – isso é um motivo de orgulho para todos os envolvidos. No entanto, os clubes chegaram, com relutância, mas com razão, à conclusão de que não seria totalmente razoável dispensar jogadores nestas novas circunstâncias. Os requisitos de quarentena significam que o bem-estar e a forma física dos jogadores serão significativamente afetados. Entendemos os desafios que existem no calendário de partidas internacionais e permanecemos abertos a soluções viáveis”, destacou o presidente-executivo da Premier League, Richard Masters.

A liga inglesa considera os “requisitos de quarentena” as determinações para que pessoas que chegam de países que estão na lista vermelha da Inglaterra precisem ficar, pelo menos, dez dias em isolamento completo dentro de um hotel.

“Não apenas o bem-estar e a forma física dos jogadores seriam significativamente afetados, mas eles também ficariam indisponíveis para se preparar e jogar em duas rodadas de jogos da Premier League, uma jornada de competição de clubes da UEFA e a terceira rodada da Copa EFL”, afirmou a Premier League em comunicado.

A liga reiterou que o cálculo se refere apenas a um período de quarentena no hotel, sem incluir qualquer tempo adicional para os jogadores recuperarem a condição física para disputar uma partida.

O veto também reforçou o posicionamento dos clubes da Premier League contrários à permissão da FIFA para que três rodadas das Eliminatórias Sul-Americanas fossem disputadas nesta janela de setembro e em outubro, o que aumentou o período de serviço dos atletas a seus países de 9 para 11 dias.

“A FIFA foi instada a trabalhar com todas as partes interessadas para garantir que uma conclusão aceitável seja alcançada sobre o assunto”, finalizou a Premier League.

– Volta das torcidas de futebol “a qualquer custo” e de qualquer jeito”, não pode!

Todos nós queremos que o mundo “recomece”, depois de tanto sofrimento por conta da pandemia. Com cuidados, prevenção, respeito ao próximo e racionalidade.

As torcidas de futebol na Europa vão retomando seus assentos nos estádios. Aqui no Brasil, se discute como se dará a volta. O Estado de São Paulo criou protocolos e permitirá a partir de 1º de Novembro esse retorno. Entretanto, algumas ações isoladas já permitiram a presença de público: 25% de capacidade no Mané Garrincha para Flamengo x Olímpia e Atlético Mineiro x River Plate igualmente com percentual de aficcionados.

Porém… 

As imagens, especialmente as que aparecem de Minas Gerais, mostram aglomeração, o não uso de máscaras e desrespeito a qualquer tipo de prevenção ou cuidado médico solicitado. E diante disso, é razoável pensar: deve-se mesmo voltar agora, com tamanha falta de educação do torcedor?

Eu sei que o futebol envolve emoção (e receitas financeiras). Mas justamente por isso não seria prudente que os clubes (unidos, todos eles), juntando-se com as autoridades sanitárias, determinassem como essa volta deva ocorrer (sem uma equipe voltando antes da outra, independente de competição), e com campanhas de conscientização para se evitar aglomerações?

Não vencemos a pandemia ainda. E o descuido é a maior arma do Novo Coronavírus e suas variantes: achar que ele está enfraquecido é o que faz ele ganhar força…

Lembre-se: vacinas são fundamentais e todos nós nos precisamos vacinar (é ato de cidadania), mas elas não nos transformam em super-heróis imunes ao contágio. Elas nos protegem, mas não são barreiras que nos isolam.

Fico imaginando: com tanto espaço que os estádios têm, há a necessidade do torcedor sentar um do lado do outro, sem se espalhar esse público? É irracionalidade ou descuido?

Foto: UOL.

– A Barbie Biomédica do Brasil!

Responsável pelo sequenciamento genético do Novo Coronavírus, a biomédica brasileira Jaqueline Góes de Jesus foi homenageada (juntamente com outras profissionais relevantes e que ajudaram nessa pandemia) pela Mattel, fabricante de brinquedos. Era virou uma… boneca Barbie!

A simpática honraria está abaixo, na foto. Mas penso: as instituições que deveriam homenageá-la (as autoridades), será que o fizeram?

– Avanços da Ciência e Participação da Pesquisa Brasileira contra a Covid

Você sabia que o Brasil é um dos principais países que se dedicou à Ciência para pesquisar vacinas durante a Pandemia?

No mundo, surgiram em média 250 estudos científicos sérios por dia sobre o assunto. Boa parte do nosso país! Nunca se produziu tanto conhecimento em tão pouco tempo. Somos o 11º do planeta em publicações (e esses estudiosos são anônimos encobertos pela politicagem que tanto atrapalha a seriedade).

Do exame de urina para Covid, passando pela adaptação da “Caneta do Câncer” no diagnóstico preciso, excelentes coisas foram conquistadas.

Vale a pena assistir essa palestra das doutoras e pesquisadoras da Universidade São Francisco, em: https://www.youtube.com/watch?v=Lloga6WL1vM

– Já temos até a variante Lambda da Covid-19?

No Peru, há uma nova variante do Coronavírus, a Lambda (seguindo os critérios de nomeá-las por letras do alfabeto grego, e não pela origem) que tanto nos assusta. Tomara que ela também possa ser atingida pelas vacinas à disposição.

O medo é: chegaremos à letra grega Ômega, a última?

Compartilho, em: https://brasildelonge.com/2021/08/04/alfa-beta-gama-delta/

ALFA, BETA, GAMA, DELTA

por José Horta Manzano

Antes de começar, um preâmbulo. Palavras como mutação, mutante, mutatório, mutabilidade estão no dicionário. Até mutacionista, mutacismo, mutável e mutança estão lá. São substantivos e adjetivos. Mas o principal, que é o verbo, não aparece. Qual é a qualidade do que é mutatório? E do que é mutável? E daquilo que sofre mutação? Falta o verbo.

Não vejo por que razão não se usaria o verbo mutar. Ainda mais nestes tempos de pandemia, em que o vírus evolui constantemente, o verbo anda fazendo muita falta. Dizem que é o falante que faz a língua, pois não? Então vamos nos apropriar do verbo mutar antes que algum aventureiro lance mão.

Uma das características de todo vírus é mutar constantemente. Desde que surgiu a primeira cepa do Sars-Cov-2 (o nome oficial do vírus da covid), já foram registrados milhares de mutações. Felizmente a quase totalidade delas não provoca alterações fundamentais na composição do vírus, nem diminui a eficácia das vacinas.

Vez por outra, porém, uma mutação gera uma cepa mais perigosa. Logo que surgiram, as primeiras ficaram conhecidas pelo nome do país ou da região onde tinham sido detectadas. Tivemos a variante britânica, a brasileira, a indiana, a sul-africana.

Para evitar a estigmatização do local de descoberta, a OMS decidiu atribuir a essas variantes uma letra do alfabeto grego. De fato, apontar sistematicamente o nome do lugar ou do país poderia até inibir a notificação de novas cepas. Ninguém quer ver o nome de seu país associado a um inimigo mortal da humanidade.

A OMS classifica as mutações pelo critério de periculosidade. Atualmente, quatro variantes estão na lista das mais preocupantes: Alfa, Beta, Gama e Delta. Alfa é a antiga variante britânica. Beta foi detectada na África do Sul; Gama costumava ser conhecida como variante de Manaus ou do Brasil; Delta é a variante indiana – atualmente a mais inquietante.

A maior preocupação das autoridades sanitárias mundiais é que o vírus mutemais uma vez e dê origem a uma variedade resistente à vacinação. Já pensou? Teria de começar tudo de novo: desenvolvimento de nova vacina, testes, aprovação pelas Anvisas do mundo todo, plano de vacinação, máscaras, distanciação social, confinamento. Tudo de novo. Cruz-credo!

Daí a insistência para que cada indivíduo mantenha comportamento prudente e responsável, com vistas a limitar o risco de alastramento da doença. Quanto menos o vírus circular, tanto menor será o risco de aparecer alguma cepa perigosa. Será melhor para todos nós.

Já foram detectadas outras variantes, felizmente menos virulentas. Todas têm nomes do alfabeto grego: Épsilon (EUA), Zeta (Brasil), Eta (diversos lugares), Teta (Filipinas), Iota (EUA), Kappa (Índia), Lambda (Peru). Espera-se que os vírus resultantes dessas variantes não mutem de novo para criar cepas ainda mais perigosas. Todo cuidado é pouco, que nada é garantido.

Uma preocupação colateral se refere ao alfabeto grego. Só faltam 13 letras para o Ômega, a última letra. Se chegarmos lá (o que ninguém espera), como é que fica? Por favor, cartas para a OMS, Avenue Appia 20, Genebra.

– Um acerto da FPF com a idade da Copa SP.

Para compensar a edição não realizada da Copa São Paulo, a FPF mudou o torneio para categoria Sub-21, permitindo que atletas que poderiam disputar a competição na época, e não puderam devido a pandemia, tivessem a oportunidade de fazê-lo agora.

Um acerto que merece o reconhecimento!

Como funciona a Copa SP de Futebol Júnior? | Portal 6

 

– O ano começará em Agosto mesmo?

Costumeiramente, você já ouviu falar que o ano começa depois do Carnaval. Ou da Páscoa. Ou em qualquer outra data do 1o semestre. Mas nesses tempos pandêmicos…

Será que 2021 está finalmente começando hoje, dia 02 de agosto, início do 2o semestre letivo e afrouxamento das regras contra a COVID (devido a taxa de vacinação e queda de contágio / letalidade)?

Não sei. Mas uma hora tudo há de voltar, se Deus quiser. Com vacinação na população, uso intenso de máscaras e cuidados preventivos diversos, permitindo a atividade econômica de maneira segura para, aos poucos, a normalidade voltar.

Ufa, que volte logo!

8,552 imagens de Planta germinando, Planta germinando fotografias de stock  | Depositphotos

– A responsável Rayssa!

Que menina bem educada! Uma adolescente acima da média.

Rayssa Leal, a skatista medalhista de prata, chegou à sua terra natal e com muito carisma pediu: vamos comemorar sem aglomeração, cumprimentem e festejem de longe, com máscaras e álcool gel.

Quantos adultos deveriam imitá-la…

Abaixo:

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Rayssa Leal faz história e, aos 13 anos, fatura prata no skate street

– Olimpíadas e COVID: cadê a turma que era contra a Copa América?

Sou esportista (mas muito mais futebolista). Não tem como não gostar dos Jogos Olímpicos e do espírito esportivo. Mas…

Assim como eu era contra a realização da Copa América (por achar que não era momento adequado devido à pandemia, pelos custos de realização e pela desnecessidade do evento – atrapalhando os campeonatos locais com desfalques e calendário apertado), por coerência digo: deveria-se esperar um pouco mais as Olimpíadas de Tóquio!

Viram quantos casos de COVID-19 estão acontecendo por lá, ligados diretamente aos jogos? Quase 3000 nessa 2a feira somente na Capital (vide em: https://g1.globo.com/google/amp/mundo/noticia/2021/07/27/sede-das-olimpiadas-toquio-atinge-maior-numero-de-casos-novos-de-covid-19-em-um-so-dia.ghtml), um número altíssimo para os japoneses, deixando todos em alerta.

Fica a pergunta: aqueles que eram contra a Copa América no Brasil por conta da pandemia, são contra as Olimpíadas no Japão pelo mesmo motivo, ou era meramente uma questão ideológica / política e lá na Terra do Sol nascente pode ter esporte coletivo com protocolo?

– O “freedom day” da Inglaterra!

E a partir de hoje, os ingleses estão desobrigados a usarem máscaras, podem ir às discotecas e frenquentar outros lazeres públicos ou privadossem a preocupação das restrições. Lá na Inglaterra estão chamando esse dia de “Freedom Day”, que se refere à Liberdade pós-pandemia.

Que nosso dia chegue logo também. Boris Johnson, o premier inglês, começou desdenhando da Covid e depois corrigiu seu rumo, dando voz à ciência e aos cuidados! Para isso, precisamos ainda nos prevenirmos e vacinarmos.

Em: https://observador.pt/2021/07/19/as-imagens-da-madrugada-em-que-os-ingleses-puderam-voltar-a-dancar-em-discotecas/

As imagens da madrugada em que os ingleses puderam voltar a dançar em  discotecas – Observador

– Pazuello e a negociação da Coronavac.

Esquerda, Direita, Centro / PT, PSDB, PSL / Lula, Bolsonaro, Ciro, Marina, Dória, Boulos, Amoedo / Civil, Militar / Presidencialismo, Parlamentarismo / República, Império … não importa a ideologia, regime ou os nomes dos políticos. O bom político é o HONESTO, COMPETENTE e que tenha CREDIBILIDADE (e penso que não citei nenhum com essas características, acima).

Tudo isso para dizer: que tristeza ler manchetes como essa – a de superfaturamento no preço de vacinas (bem como de verbas desviadas de governadores ou corrupção do Governo – do atual ou dos anteriores).

Abaixo: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2021/07/fora-da-agenda-pazuello-negociou-coronavac-com-intermediaria-e-pelo-triplo-do-preco-veja-video.shtml

PAZUELLO NEGOCIOU CORONAVAC PELO TRIPLO DO PREÇO

Além da discrepância no valor da vacina, encontro no Ministério da Saúde contradiz o que general da ativa disse à CPI da Covid

O então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, prometeu a um grupo de intermediadores comprar 30 milhões de doses da vacina chinesa Coronavac que foram formalmente oferecidas ao governo Jair Bolsonaro por quase o triplo do preço negociado pelo Instituto Butantan.

A negociação, em uma reunião no ministério fora da agenda oficial, em 11 de março, teve o seu desfecho registrado em um vídeo em que o general da ativa do Exército aparece ao lado de quatro pessoas que representariam a World Brands, uma empresa de Santa Catarina que lida com comércio exterior.

A gravação, obtida pela Folha e já de posse da CPI da Covid no Senado, foi realizada no gabinete do então secretário-executivo da pasta, o coronel da reserva Elcio Franco. Nela, Pazuello relata o que seria o resumo do encontro.

“Já saímos daqui hoje com o memorando de entendimento já assinado e com o compromisso do ministério de celebrar, no mais curto prazo, o contrato para podermos receber essas 30 milhões de doses no mais curto prazo possível para atender a nossa população”, diz o então ministro, segundo quem a compra seria feita diretamente com o governo chinês.

A proposta da World Brands, também obtida pela Folha, oferece os 30 milhões de doses da vacina do laboratório chinês Sinovac pelo preço unitário de US$ 28 a dose, com depósito de metade do valor total da compra (R$ 4,65 bilhões, considerando a cotação do dólar à época) até dois dias após a assinatura do contrato.

Naquele dia, 11 de março, o governo brasileiro já havia anunciado, dois meses antes, a aquisição de 100 milhões de doses da Coronavac via Instituto Butatan, pelo preço de US$ 10 a dose. A demissão de Pazuello seria tornada pública por Bolsonaro quatro dias depois, em 15 de março.

Além da discrepância no preço, o encontro fora da agenda contradiz o que Pazuello afirmou em depoimento à CPI, em 19 de maio. Aos senadores o general disse que não liderou as negociações com a Pfizer sob o argumento de que um ministro jamais deve receber ou negociar com uma empresa.

“Pela simples razão de que eu sou o dirigente máximo, eu sou o ‘decisor’, eu não posso negociar com a empresa. Quem negocia com a empresa é o nível administrativo, não o ministro. Se o ministro… Jamais deve receber uma empresa, o senhor [senador Renan Calheiros] deveria saber disso”, disse Pazuello à CPI.

No vídeo, um empresário que Pazuello identifica como “John” agradece a oportunidade do ministro recebê-lo e diz que podem ser feitas outras parcerias “com tanta porta aberta que o ministro nos propôs”.

A reunião dos empresários foi marcada com o gabinete de Elcio Franco, que recebeu o grupo. Segundo ex-assessores da pasta, Pazuello foi chamado à sala, ouviu o relato da reunião e fez o vídeo.

Três pessoas que acompanharam a reunião disseram que o vídeo foi gravado mesmo antes de Pazuello conhecer o preço da vacina.

Segundo um ex-auxiliar do ministro, a ideia era propagandear nas redes sociais o avanço em uma negociação, no momento em que o governo era pressionado a ampliar o portfólio de vacinas.

Após a gravação, de acordo com os relatos colhidos pela Folha, parte da equipe do ministro pediu que os empresários não compartilhassem o vídeo, que foi feito por meio do aparelho celular do empresário identificado como “John”.

Um dos assessores de Pazuello teria alertado o general após a reunião de que a proposta era incomum, acima do preço, e a empresa poderia não ser representante oficial da fabricante da vacina.

Caso o negócio fosse adiante, as doses seriam as mais caras contratadas pelo ministério, posto hoje ocupado pela indiana Covaxin (US$ 15), que tem o contrato suspenso por suspeitas de irregularidades.

A proposta da empresa tem data do dia 10 de março, véspera da reunião com Pazuello. Segundo dois auxiliares do ex-ministro e um dos empresários que acompanharam a conversa, a oferta só chegou à pasta no dia do encontro.

Apesar de Pazuello ter dito no vídeo que havia assinado um memorando de entendimento para a compra, a negociação não prosperou.

O governo Bolsonaro resistiu em negociar a Coronavac. Em outubro de 2020, o presidente forçou Pazuello a recuar de uma promessa de compra da vacina. “Um manda e outro obedece”, justificou o general em vídeo ao lado do mandatário.

O presidente chegou a dizer que não compraria a vacina mesmo quando a Anvisa desse aval para o uso. “Da China nós não compraremos, é decisão minha. Eu não acredito que ela [vacina] transmita segurança suficiente para a população pela sua origem”, declarou o presidente em 22 de outubro.

Para a CPI da Covid, o governo desdenhou de negociações diretas com fabricantes como a Pfizer, enquanto abriu as portas para representantes de intermediárias que atuavam sem o aval dos laboratórios.

Em uma das tratativas dessa linha de maior repercussão, o cabo da polícia militar Luiz Paulo Dominghetti teve três reuniões com a cúpula do Ministério da Saúde, e afirma que chegou a receber pedido de propina de US$ 1 por dose para destravar uma compra de 400 milhões de unidades da AstraZeneca.

Procurados, Pazuello, Franco e a Casa Civil —onde os militares hoje despacham como assessores de Bolsonaro— não se manifestaram sobre a reunião do dia 11 de março.

Em nota, a Sinovac disse que APENAS (em letras garrafais, na resposta em inglês) o Instituto Butantan pode oferecer a Coronavac no Brasil.

Segundo registros da Receita Federal, a World Brands tem capital social de R$ 5 milhões e atua com comércio de diversos produtos, como materiais para uso médico, além de atividades de agenciamento marítimo e de despachantes aduaneiros.

O empresário identificado como “John” afirmou à Folha que havia uma cota da Coronavac que poderia ser ofertada ao Brasil.

Ele disse ser um “parceiro” da World Brands, mas encerrou a conversa telefônica com a reportagem quando foi questionado sobre detalhes das negociações e nomes dos presentes na reunião, como o dele mesmo.

A Folha perguntou ao Ministério da Saúde quem participou da reunião, com quem ela foi agendada e os motivos pelos quais o encontro não apareceu na agenda oficial dos ex-integrantes da cúpula da pasta.

Também perguntou qual encaminhamento foi dado à proposta. A pasta não respondeu a nenhum dos questionamentos e disse apenas que as agendas públicas de autoridades exoneradas podem ser acessadas por meio de um link oficial.

Após a públicação da reportagem, o ministério afirmou, em nota, que desconhece qualquer memorando de entendimento feito pela gestão Pazuello. “A atual gestão da pasta não tem conhecimento de memorando de entendimentos para aquisição de doses da Coronavac.”

O atual secretário-executivo da pasta, Rodrigo Cruz, disse que não sabia da negociação citada no vídeo. “Tomei conhecimento pela imprensa.”

A World Brands disse apenas: “Proposta efetuada, nenhuma resposta efetiva recebida, negócio não efetuado”. A empresa não quis informar o nome dos participantes da reunião e se eles tinham de fato aval da Sinovac para a venda ao governo federal.

Ou fabrica no Brasil, ou não tem vacina”, diz Pazuello | Poder360

– 3 questões para se discutir na volta das torcidas aos estádios na Libertadores.

Flamengo x Defensa y Justicia jogarão em Brasília com ¼ da capacidade de público presente do Estádio Mané Garrincha (com a exigência de comprovante de vacinação e PCR negativo para COVID).

A Conmebol liberou torcedores nos estádios, desde que as autoridades locais permitam. Entretanto…

Analisemos:

1- Pensando desportivamente, é ideal que o time brasileiro jogue com torcida e o argentino, no jogo de volta, não?

2- Visto honestamente, o ocorrido na Copa América (falsificação de exames médicos), é crível que agora tudo ocorrerá com lisura?

3- Discutindo socialmente, se na Eurocopa tivemos repiques de contágio em massa nas partidas (considerando, ainda, o alto percentual vacinado por lá e outros comportamentos), como dizer que na América do Sul será diferente (levando em conta aglomerações nas arquibancadas e nas portas dos estádios)?

Sinceramente, eu esperaria mais tempo para permitir torcedores em estádios. É possível ser prudente além do que já se foi.

E você, o que acha de tudo isso? Deixe seu comentário:

Ops: respeitosamente aos hermanos, mas toda vez que vejo o distintivo do DyJ, lembro-me do simpático XV de Novembro de Jaú! Que o Time do Interior Paulista volte às divisões mais expressivas.

– Nada de Ivermectina ou Cloroquina para hospitalizados, diz Ministério da Saúde.

Depois de tanta teimosia… eis que o Governo admite que o “Kit Covid” não tem eficácia aos pacientes internados pelo Novo Coronavírus. 

Será que aqueles que cegamente bradavam pelo uso, mesmo contra a orientação da maioria dos médicos, mudarão de opinião?

E quem brigou com o próximo por isso, pedirá desculpas?

Extraído de: https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2021/07/14/ministerio-envia-para-cpi-parecer-contra-uso-de-remedios-do-kit-covid-em-pacientes-hospitalizados.ghtml

MINISTÉRIO DA SAÚDE ENVIA PARECER TÉCNICO CONTRA O USO DO “KIT COVID”

Em um documento enviado à CPI da Covid, o Ministério da Saúde informou que os medicamentos cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina não devem ser utilizados em pacientes hospitalizados por causa da Covid-19.

O documento é uma nota técnica da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do Sistema de Saúde (Conitec), e foi enviado em resposta a um requerimento do senador Humberto Costa (PT-PE). No documento, Costa solicitou informações sobre o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas relativas ao tratamento da Covid-19.

Segundo a Conitec, os medicamentos do chamado kit covid foram testados e não mostraram benefícios clínicos.

“Alguns medicamentos foram testados e não mostraram benefícios clínicos na população de pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados, sendo eles: hidroxicloroquina ou cloroquina, azitromicina, lopinavir/ritonavir, colchicina e plasma convalescente. A ivermectina e a associação de casirivimabe + imdevimabe não possuem evidência que justifiquem seu uso em pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados nessa população”, diz o documento.

Essas diretrizes, conforme indica a nota, foram aprovadas por unanimidade pelos membros da Conitec em maio e “devem ser seguidas nos serviços de saúde, públicos ou privados, que prestam atendimento a pacientes diagnosticados com Covid-19”.

Trajetória do documento

Em maio, um grupo técnico formado a convite do Ministério da Saúde elaborou um documento preliminar com orientações contra o uso da cloroquina, azitromicina, ivermectina e outros medicamentos sem eficácia no tratamento da Covid-19 em pacientes hospitalizados por causa da doença.

Esse material foi apresentado ao Conitec e está atualmente em consulta pública. Após ser concluída a tramitação, as diretrizes devem ser repassadas como orientação pública sobre o uso do medicamentos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) vem alertando desde o segundo semestre do ano passado que a cloroquina, hidroxicloroquina e azitromicina não tem eficácia comprovada contra a Covid-19 e podem provocar efeitos colaterais.

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