– Doe Sangue, Doe Plaquetas!

Mais uma oportunidade em estar feliz: hoje é dia da nossa costumeira doação de sangue e seus derivados no Banco de Sangue, visando incentivar a Solidariedade através do Voluntariado.

Já conversamos outras vezes sobre tal ato: a busca da cidadania e de ajudar àqueles que não podem agradecer. Doar Sangue, Plaquetas ou Hemoderivados quaisquer é importante para a saúde do seu corpo (afinal, você deve se policiar para estar tudo em ordem), da mente (tranquiliza-se por ajudar alguém) e da alma (a prática desinteressada do bem).

Faça a sua parte, abrace essa importante bandeira. Em especial, nesse mês de Junho, voltado à conscientização da doação de sangue.

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– Colaborando

Hoje é dia de colaborar: doando plaquetas e hemoderivados!

#DoeSangue, #doevida. O mundo agradece!

🔴♦️🔺❤️
#Voluntariado
#solidariedadesempre

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– Dia de ser Solidário!

Hoje é dia de praticar solidariedade – fui doar sangue!

É um hábito a doação de sangue e hemoderivados. Faz bem para o corpo, à alma e à mente.

Seja doador! A vida agradece.

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– Hoje é dia da costumeira Doação de Plaquetas e/ou Sangue

Regulamente faço doação de sangue (4 por ano) e de hemoderivados (a cada 15 dias). Hoje, repito meu ato com plaquetas e hemáceas.

Não dói, não faz mal para a saúde e alegra a alma (a SUA e a de inúmeras OUTRAS PESSOAS).

Seja um doador voluntário! Você ajuda o próximo e exerce a cidadania. Os bancos de sangue agradecem.

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– 100: Meu Dia de Agradecer!!!

Muito feliz: hoje, dia de doar plaquetas! E ao todo: minha 100a vez.

A causa da doação voluntária surgiu em minha vida quando minha mãe estava doente, em 1995. Nunca havia doado nada e nem tinha noção da importância de tal gesto, e quando minha querida progenitora precisou, fraquejei.

Tentei doar a 1a vez logo quando ela necessitou. Desmaiei antes de começar o processo.

Tentei uma 2a vez, e ao ver o sangue passando pela mangueira à bolsa, idem.

Na 3a e última tentativa fracassada, em maio de 1997, meu estado emocional era ruim devido a gravidade da doença da minha mãe. A minha pressão caiu e fiquei extremamente perturbado. Uma senhora que estava à espera da doação se prontificou a doar para ela. Eu, ingênuo, agradeci e recusei, dizendo à generosa mulher que doasse sangue para o ente ou amigo que ela estava se prontificando. A resposta dela me marcou até hoje:

Eu não estou doando para ninguém que eu conheça, sou doadora voluntária e minha alegria é doar para aqueles que não podem agradecer e que eu nem sei quem é. O prazer em doar é simplesmente o de ajudar!“.

Foi um tapa em minha cara! Jamais pensei em “doação voluntária”, e por ter fobia de agulhas e sangue (não é medo da dor, é a soma da aicmofobia + hemofobia, o trauma de ser espetado e ver o líquido vermelhouma pura bobagem psicológica), não imaginei que eu poderia doar de verdade e justamente para pessoas que nem sei quem serão as receptoras.

Com a morte da minha mãe, insisti em fazer minha primeira doação voluntária pela honra da memória dela. Foi difícil, mas consegui.

Voltei uma segunda vez, com o propósito simbólico de agradecer à senhora doadora anônima (mesmo que essa pessoa que doou volutária e generosamente para a minha mãe não saiba). Também difícil, mas consegui.

Retornei a 3a vez, desta feita como um desafio pessoal para vencer minha barreira psicológica. Não a venci, mas fiz a doação.

Por fim, voltei ainda mais uma vez para doar voluntariamente, sem o propósito simbólico de devolver um favor, mas sim em ser cidadão solidário. Foi a melhor vez de todas! A alegria na alma extravasava o meu ser!!! Fiquei muito feliz.

Voltei a 5a, a 6a, a 7a… e resolvi encarar a dura missão de doar plaquetas (“dura” para quem é “panaca” como eu e pelas fobias citadas). Consegui, embora no começo pareça ser assustador (mas não é; é somente uma novidade).

Fui outras vezes, e junto dela com minha filhota Marininha, que se encantou com toda magia do “ajudar por amor sem desejar nada em volta” e abraçou a causa. Calma, é claro que ela não é doadora pela idade (um dia será, segundo ela própria), mas incentivando novos doadores sempre desenhando cartazes motivadores da doação.

Hoje, ciente da importância da doação de hemoderivados, estou acompanhado da minha esposa Andréia, das minhas filhas Marina e Estela (na barriga da mamãe), para a minha centésima doação. Pois é, a número 100!

Não sou eu quem deve ser aplaudido por tantas doações (acredite: há muitas pessoas com muito mais doações realizadas do que eu), mas sim as pessoas que INCENTIVAM novos doadores. O sangue e as plaquetas não são produzidos pela indústria farmacêutica, são obtidos por um ato de amor. E graças a uma ilustre e desconhecida voluntária, me tornei um abnegado por esse ato solidário.

Portanto: #DoeSangue, #DoePlaquetas, #DoeHemoderivados. A vida agradece e você sentirá o quão bom é ajudar!

E aqui destaco: agradeço ao Hospital Israelita Albert Einstein, que tão bem me acolhe e me suporta.

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(comemoramos com um delicioso bolo de brigadeiro branco com brigadeiro preto, coberto de morangos).

– Dois Arns no Céu

Uma das pessoas que eu considerava SANTO já nesse mundo era a Dona Zilda Arns, que à frente da Pastoral do Menor salvou milhares de vidas de crianças carentes que nasciam desnutridas. Faleceu vítima do terremoto do Haiti, onde levava uma palavra de esperança ao pobre povo daquele local.

Ontem, 14 de dezembro (Dia de São João da Cruz) veio a óbito seu irmão, Dom Paulo Evaristo Arns, um religioso de coragem e muita ação social. Uma das figuras mais relevantes do nosso Brasil, tão santo quanto sua saudosa irmã.

Para os mais jovens que não o conheceram, um relato bem fiel sobre esse ilustre brasileiro, extraído do Portal “Klick Educação”:

DOM PAULO EVARISTO ARNS, “O CARDEAL DA ESPERANÇA”

Vinte e oito anos à frente da segunda maior comunidade católica do mundo, a Arquidiocese de São Paulo, com cerca de 7,8 milhões de fiéis, perdendo apenas para a da Cidade do México, dom Paulo Evaristo Arns foi uma das mais expressivas lideranças religiosas do Brasil. Logo que assumiu o cargo de arcebispo da cidade, em 1970, vendeu o Palácio Episcopal por 5 milhões de doláres e empregou o dinheiro na construção de 1.200 centros comunitários na periferia. Impressionou o país e o mundo pelas suas atividades em defesa dos direitos humanos durante o período da ditadura militar, quando combateu a intransigência do regime militar e agiu em favor das vítimas da repressão. Defendeu também os líderes sindicais nas greves, apoiou a campanha contra o desemprego e o movimento pelas eleições diretas. Sua luta em defesa dos direitos dos pobres e pelo fim da desigualdade social lhe valeu dezenas de prêmios no mundo: título de doutor honoris causa em universidades dos Estados Unidos, Alemanha, Canadá e Holanda; prêmio do Alto-Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (1985), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), entre outros. Filho de pequenos agricultores, nasceu em Forquilhinha, interior de Santa Satarina, e ordenou-se padre em 1945. Religioso com formação erudita e ligado ao setor progressista da Igreja, doutorou-se com o mais alto grau acadêmico, três “honorable”, em Letras pela Universidade de Sorbonne, em Paris, na França, com a tese A Técnica do Livro de São Jerônimo, em 1952. De volta a Petrópolis, trabalhou como professor de Teologia, como jornalista e como vigário nos subúrbios da cidade. Foi promovido à condição de bispo em 1966. Quatro anos depois, o papa Paulo VI nomeou-o arcebispo de São Paulo, e, em 1973, cardeal. Pediu demissão do cargo de cardeal-arcebispo em 1998, como determinam as normas da Igreja. Incentivando a integração entre padres, religiosos e leigos, criou 43 paróquias e apoiou a criação de mais de 2 mil Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) nas periferias da metrópole.

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– Hoje é dia de ajudar: Doe Plaquetas, Doe Sangue

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Como de costume, cá estamos para mais uma doação voluntária. Hoje, de plaquetas.

Experimente fazer o mesmo: você sentirá uma paz interior muito grande, além do exercício da cidadania. Em especial, nesta época do ano, os bancos de sangue estão extremamente carentes.

Doe Sangue e hemoderivados. A VIDA agradece.

Aliás, hoje bem incentivado!

SOLIDARIEDADE


– Hoje é dia de colaborar! #DoeSangue, #DoePlaquetas, #DoeVida.

Um propósito particular de vida é ser doador voluntário de sangue e hemoderivados. Poder ajudar o próximo (sem saber quem receberá e nem esperar obrigado) massageia a alma e nos faz mais cidadãos.

Nesta segunda-feira, é dia de doar plaquetas. Abrace essa causa! Os bancos de sangue (sempre com baixos estoques) agradecem!

OPS: Não posso deixar de publicar o que a minha filha Marina Porcari escreveu sobre Doação de Sangue. Ela tem 7 anos, e com os errinhos inocentes da língua portuguesa, mas com um bondoso e consciente coraçãozinho, preparou o seguinte: 

VAMOS DOAR SANGUE ?

Doar sangue é o bem que está ao nosso alcance porque a gente doa voluntariamente. Doar sangue é importante devemos ajudar. É isso pessoal, bom agora que já sabemos que doar sangue é  importante vamos  doar !!!!!!! Olha eu tenho medo de agulhas e meu pai também mas ele doa sangue e eu quero doar também. tchau tchau. Espera eu ainda não posso me despedir primeiro peço para todos colaborarem e doarem sangue ou incentivarem, eu acho que agora posso me despedir ou não bom eu acho que sei algo pra você sabe que doar sangue é o maior bem o nosso alcance e devemos colaborar e é isso acho que posso me despedir então byte byte!!!

OS 10 PASSOS PARA DOAR SANGUE OU PELO MENOS ICENTIVAR ✅ 

    ✓    1 não esperar nada em troca 

    ✓    2 ajudar mesmo não sabendo quem é

    ✓    3 sempre incentivar outra pessoa a doar

   ✓    4 se você não tem a idade para doar incentive pelo menos

    ✓    5 se você tem medo façam esforçosinho

    ✓    6 se você não gosta tente uma vez

    ✓    7 se você não pode ache um tempo para poder

    ✓    8 se você não consegue tente conseguir

    ✓    9 se o hospital fechou procure outro para fazer isso

    ✓    10 sempre devemos ajudar ao próximo por isso ajude sempre

—     esses são os 10 passos dos doadores de sangue.


 

– Dia Nacional do Doador de Sangue. Você costuma doar?

Hoje é Dia Nacional do Doador de Sangue. Já contei algumas vezes, sou doador voluntário apesar das minhas fobias com sangue e agulha. Porém, a satisfação em saber que ajudo alguém, sem nem conhecer quem receberá meu sangue, não tem preço.

Doe sangue, é algo que faz bem para o corpo e para a alma. Se eu que sou medroso costumo doar, por quê você não?

Veja esse vídeo: sangue não se compra em Lojas de Conveniência!

– Doe Sangue e Plaquetas!

Alguns aprendem pelo AMOR, outros pela DOR.

Foi pela DOR que me conscientizei e me tornei doador de sangue e de plaquetas. Após uma experiência pessoal, vi que tal ato humanitário é essencial, embora desprezado pela maioria.

Mas não venho usar espaço para isso nesse momento. Venho pedir: os bancos de sangue de todo o Brasil estão precisando com urgência de Doadores de Sangue e Doadores de Plaquetas! Com feriados, o número de doadores voluntários cai muito.

Que tal um ato solitário que dignifica o homem? Doe sangue ou doe plaquetas. Não dói nada, é rápido e faz bem para o corpo e para a alma. Até eu que tenho fobia de agulhas sou doador! Qual o problema então?

Os necessitados de sangue e plaquetas agradecem!

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– Colabore Doando Sangue e Plaquetas

Estou fazendo mais uma doação voluntária de plaquetas hoje. Há quase 20 anos comecei a doar sangue e posteriormente hemoderivados, somando quase 100 doações. Mas já tive oportunidade de conhecer pessoas que permitiram ainda mais coletas, e o fazem sempre com alegria e espírito solidário.

É isso que impulsiona: ter saúde e ajudar a quem não tem! E voluntariamente, não se deve esperar obrigado ou compromisso pendente, deve-se apenas sentir a satisfação da ação de cidadania cumprida.

Eu comecei a dor pela dor (minha mãe estava internada e precisava de sangue). Outros, começaram pelo amor (desde sempre tiveram espírito solidário). Não importa qual tenha sido o start, importa doar!

Os bancos de sangue agradecem. #DoeSangue, #DoePlaquetas, pratique #Solidariedade.

– Hoje é dia da costumeira Doação de Sangue / Plaquetas

Regulamente faço doação de sangue (4 por ano) e de hemoderivados (a cada 15 dias). Hoje, repito meu ato com plaquetas e hemáceas.

Não dói, não faz mal para a saúde e alegra a alma (a SUA e a de inúmeras OUTRAS PESSOAS).

Seja um doador voluntário! Você ajuda o próximo e exerce a cidadania (e hoje, incentivado pela filhota e sua GOTINHA DA ALEGRIA).

Os bancos de sangue agradecem.

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– Hoje é dia de Doação de Sangue / Plaquetas

Regulamente faço doação de sangue (4 por ano) e de hemoderivados (a cada 15 dias). Hoje, repito meu ato com plaquetas e hemáceas.

Não dói, não faz mal para a saúde e alegra a alma (a SUA e a de inúmeras OUTRAS PESSOAS).

Seja um doador voluntário! Você ajuda o próximo e exerce a cidadania.

Os bancos de sangue agradecem.

– Doe Sangue, Doe Plaquetas

Hoje (e todo dia) é dia de Doação de Sangue e Hemoderivados. Estou fazendo a minha costumeira doação de plaquetas aqui no Banco de Sangue do HIAE.

Seja voluntário também. Você ajuda o próximo e faz o bem sem olhar a quem!

Lembrando: até 4 doações de sangue/ano ou doações quinzenais de plaquetas e hemoderivados anuais. Não faz mal, não dói e não lhe fará falta. E, certamente, sua solidariedade e sua cidadania despertarão a outros!

#DoaçãoDeSangue 

#Voluntariado

#DoeSangue 

#DoaçãoDeHemoderivados

@hiae

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– Seja solidário: Doe Sangue e Plaquetas / Hemoderivados!

Costumeiramente, faço doação de sangue (4 por ano) e de hemoderivados (a cada 15 dias). Hoje, repito meu ato com plaquetas.

Não dói, não faz mal para a saúde e alegra a alma (a SUA e a de inúmeras OUTRAS PESSOAS).

Seja um doador voluntário! Você ajuda o próximo e exerce a cidadania.

Os bancos de sangue agradecem.

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