– #tbt 2: Que tal ajudar?

Relembrando há 2 anos… seja solidário:

Se temos saúde e disposição, por quê não?

Hoje é dia de ser solidário: doe sangue e hemoderivados. Eu estou fazendo a minha doação de plaquetas! E a sensação é ótima…

Ajude. Faz bem para o próximo e para você.

– Dia de Colaborar: doe plasma!

Sinto falta desse gesto: que a pandemia nos permita voltar a fazer doações! Relembrando:

Nessa terça-feira, mais uma doação voluntária de hemoderivados. Hoje é dia de ajudar o Banco de Sangue com plasma e plaquetas. 

Incentive, divulgue, faça o mesmo: #DoeSANGUE!

A vida agradece! ❤️

– 100: Meu Dia de Agradecer!!!

Há exatos 4 anos, pude me regozijar por tal fato! Agora, devido a pandemia, fui obrigado a cessar as doações. Mas continuo incentivando! Abaixo, repost:

Muito feliz: hoje, dia de doar plaquetas! E ao todo: minha 100a vez.

A causa da doação voluntária surgiu em minha vida quando minha mãe estava doente, em 1995. Nunca havia doado nada e nem tinha noção da importância de tal gesto, e quando minha querida progenitora precisou, fraquejei.

Tentei doar a 1a vez logo quando ela necessitou. Desmaiei antes de começar o processo.

Tentei uma 2a vez, e ao ver o sangue passando pela mangueira à bolsa, idem.

Na 3a e última tentativa fracassada, em maio de 1997, meu estado emocional era ruim devido a gravidade da doença da minha mãe. A minha pressão caiu e fiquei extremamente perturbado. Uma senhora que estava à espera da doação se prontificou a doar para ela. Eu, ingênuo, agradeci e recusei, dizendo à generosa mulher que doasse sangue para o ente ou amigo que ela estava se prontificando. A resposta dela me marcou até hoje:

Eu não estou doando para ninguém que eu conheça, sou doadora voluntária e minha alegria é doar para aqueles que não podem agradecer e que eu nem sei quem é. O prazer em doar é simplesmente o de ajudar!“.

Foi um tapa em minha cara! Jamais pensei em “doação voluntária”, e por ter fobia de agulhas e sangue (não é medo da dor, é a soma da aicmofobia + hemofobia, o trauma de ser espetado e ver o líquido vermelhouma pura bobagem psicológica), não imaginei que eu poderia doar de verdade e justamente para pessoas que nem sei quem serão as receptoras.

Com a morte da minha mãe, insisti em fazer minha primeira doação voluntária pela honra da memória dela. Foi difícil, mas consegui.

Voltei uma segunda vez, com o propósito simbólico de agradecer à senhora doadora anônima (mesmo que essa pessoa que doou volutária e generosamente para a minha mãe não saiba). Também difícil, mas consegui.

Retornei a 3a vez, desta feita como um desafio pessoal para vencer minha barreira psicológica. Não a venci, mas fiz a doação.

Por fim, voltei ainda mais uma vez para doar voluntariamente, sem o propósito simbólico de devolver um favor, mas sim em ser cidadão solidário. Foi a melhor vez de todas! A alegria na alma extravasava o meu ser!!! Fiquei muito feliz.

Voltei a 5a, a 6a, a 7a… e resolvi encarar a dura missão de doar plaquetas (“dura” para quem é “panaca” como eu e pelas fobias citadas). Consegui, embora no começo pareça ser assustador (mas não é; é somente uma novidade).

Fui outras vezes, e junto dela com minha filhota Marininha, que se encantou com toda magia do “ajudar por amor sem desejar nada em volta” e abraçou a causa. Calma, é claro que ela não é doadora pela idade (um dia será, segundo ela própria), mas incentivando novos doadores sempre desenhando cartazes motivadores da doação.

Hoje, ciente da importância da doação de hemoderivados, estou acompanhado da minha esposa Andréia, das minhas filhas Marina e Estela (na barriga da mamãe), para a minha centésima doação. Pois é, a número 100!

Não sou eu quem deve ser aplaudido por tantas doações (acredite: há muitas pessoas com muito mais doações realizadas do que eu), mas sim as pessoas que INCENTIVAM novos doadores. O sangue e as plaquetas não são produzidos pela indústria farmacêutica, são obtidos por um ato de amor. E graças a uma ilustre e desconhecida voluntária, me tornei um abnegado por esse ato solidário.

Portanto: #DoeSangue, #DoePlaquetas, #DoeHemoderivados. A vida agradece e você sentirá o quão bom é ajudar!

E aqui destaco: agradeço ao Hospital Israelita Albert Einstein, que tão bem me acolhe e me suporta.

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(comemoramos com um delicioso bolo de brigadeiro branco com brigadeiro preto, coberto de morangos).

– Giving Tuesday!

Em mais de 80 países, uma tradição americana vingou: a do Giving Tuesday, uma espécie de dia do doador, realizada sempre na 1a terça feira de dezembro após oDia de Ação de Graças”.

Algumas empresas e ONGs do Brasil celebraram tal data (bem timidamente). E as pessoas físicas também! A ideia é: pode-se doar roupas, brinquedos, sangue, tempo, serviço voluntário ou qualquer outra coisa. Em suma: um dia de solidariedade!

E aí, que tal fazer sua parte? Se quiser, faça já, não é preciso esperar!

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– Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue!

Doar é um ato de amor. Doar sangue é ser solidário com quem não tem opção de utilizar outra coisa alternativa.

Pois bem: há aqueles que se tornaram voluntários conscientes pelo amor. Por ignorância, tornei-me pela dor e tenho como bandeira a divulgação da Doação Voluntária.

Existem “vários dias dos doadores” (dia mundial, dia nacional, dia internacional…). Independente disso: abrace essa nobre causa!

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– tbt2: Vamos doar Sangue ou Plaquetas?

Repost de 4 anos:

Hoje (e todo dia) é dia de #Doação de #Sangue e #Hemoderivados. Estou fazendo a minha doação de #plaquetas aqui no #BancoDeSangue do #HIAE. Seja #voluntário também. Você ajuda o próximo e faz o #bem sem olhar a quem

Lembrando: até 4 doações de sangue e 12 doações de plaquetas / hemoderivados anuais. Não faz mal, não dói e não lhe fará falta. E, certamente, sua #solidariedade + #cidadania despertará a outros!

#DoaçãoDeSangue 

#Voluntariado

#DoeSangue 

#DoeHemoderivados

@hiae

(OPS: gostaram do cartaz motivacional? Foi feito pela artista e voluntária-mirim Marina Porcari)

 

– Parabéns, Red Bull Bragantino e Hospital da USF

Sou doador regular de sangue e hemoderivados. Portanto, incentivo costumeiramente às pessoas se atentarem a essa causa tão importante e esquecida: a doação voluntária!

Achei sensacional a campanha do time do Red Bull Bragantino e do Hospital da Universidade São Francisco de Assis em promoverem a campanha de doação de sangue na comunidade local (Bragança Paulista). É responsabilidade social e simpática ação solidária.

Que outras instituições e cidades possam fazer o mesmo.

– Dia Nacional do Voluntariado: o que você faz de diferente?

O que você faz para um mundo melhor?

Neste dia 28, recorda-se o Voluntariado Brasileiro (em dezembro se celebra o Dia Internacional do Voluntarismo) onde as pessoas são convidadas a refletir sobre práticas solidárias, descompromissadas de vaidade e repletas de altruísmo.

Pense: suas ações voluntárias são suficientes? Pode fazer mais? Se não é voluntário, por quê não ser?

Extraído de: http://www.gacc-se.org.br/noticia/141/28-de-agosto-dia-nacional-do-voluntariado

DIA NACIONAL DO VOLUNTARIADO

Segundo a definição do dicionário Aurélio, “voluntário é aquele que procede espontaneamente, sem coação, movido pela vontade própria” – explicação proveniente da etimologia da palavra latina “Voluntariu”. Pode-se dizer que o voluntário surge para suprir algum tipo de necessidade, pois se trata da pessoa que doa seu tempo e/ ou habilidade em prol de uma determinada causa, sem receber nada em troca.

De acordo com a pesquisa realizada pela Rede Brasil Voluntário e Ibope Inteligência, cerca de 35 milhões de brasileiros com mais de 16 anos faz ou já fez algum trabalho voluntário, ou seja, um em cada quatro brasileiros doam parte do seu tempo livre para construção de um mundo melhor.

No Brasil, o dia 28 de agosto de 1985, foi instituído como o Dia Nacional Do Voluntariado (DNV), por meio da Lei Nº. 7.352, sancionada pelo então Presidente da República, José Sarney. A partir desta data, as entidades que trabalham com voluntários celebram anualmente.

Voluntariado no Brasil: um campo ainda a ser explorado • bhbit | Soluções  para o Terceiro Setor

– Doar é muito bom. Doe sangue, Doe Plaquetas, Doe Vida!

Repost de exatamente 1 ano: minha última das várias doações de sangue. Infelizmente, com a pandemia e com alguns contratempos de saúde, estou “suspenso” de doar… Mas incentive o próximo a ser doador de sangue e de plaquetas:

Hoje é dia de colaborar com a tradicional doação voluntária de hemoderivados que faço. E isso é ótimo!

Você faz bem a alguém que nem conhece e deixa a sua alma satisfeita pela ação solidária. Então… ajude! Os bancos de sangue agradecem.

– O dentista solidário: Felipe Rossi e a ONG Por1Sorriso!

Tem gente que faz a diferença no mundo: conheça a história da ONG “Por1Sorriso”, do dentista Felipe Rossi, que transforma literalmente o sorriso das pessoas!

Vale a leitura (texto extraído de: https://vivimetaliun.wordpress.com/2020/06/21/dentista-brasileiro-viaja-para-consertar-a-boca-de-quem-nao-pode-pagar/)

DENTISTA BRASILEIRO VIAJA PARA CONSERTAR A BOCA DE QUEM NÃO PODE PAGAR

O dentista Felipe Rossi viaja o mundo dando um motivo a mais para as pessoas carentes sorrirem ao restaurar seus dentes e a confiança perdida. Para milhões de pessoas pessoas, a saúde bucal é puro luxo inalcançável por isso Felipe fundou, em 2016, a ONG Por1sorriso.

Para nós que temos uma rotina de cuidados bucais estabelecida e dinheiro para o dentista é difícil imaginar que há pessoas que sequer possuam uma escova dental. Apesar das conquistas tecnológicas em saúde bucal, aqueles mais carentes ainda têm pouco ou nenhum acesso à saúde bucal ou ao dentista.

Segundo The Global Burden of Disease Study , doenças bucais atingem 3,5 bilhões de pessoas no mundo. Estima-se que 2,3 bilhões de pessoas tenham cáries em dentes permanentes enquanto mais de 530 milhões de crianças sofram de cárie nos dentes de leite. Existe uma evidente correlação entre a presença de doenças bucais e status socioeconômico, e, obviamente, a pior carga recai sobre os mais pobres.

Problemas e doenças bucais tem um enorme impacto na qualidade de vida – dificuldades para se alimentar, dores e sofrimento permanente. Os dentes que não recebem tratamento levam a mais problemas, desconforto, além da certeza da perda de dentes muito prematura. O sorriso é comumente o que as pessoas notam primeiro no outro, portanto, ter dentes feios ou a ausência deles pode causar graves lutas psicológicas, como baixa auto-estima.

Essas transformações profundas nos rostos dos pacientes mostram como o trabalho dos voluntários não muda somente seus sorrisos, mas suas vidas. Um sorriso belo pode faz uma enorme diferença em como somos vistos, e também afeta a autoconfiança do indivíduo – essas pessoas agora parecem muito mais jovens e suas personalidades mais reluzentes. fonte:via [Bored PandaInstagram 12Youtube]

– União e Sinergia

Independe de ideologia, nacionalidade, profissão… Estarmos todos juntos pelo bem comum, respeitando diferentes opiniões e culturas: é isso que ajudará não só nosso país, mas a humanidade!‬

Compartilho: https://youtu.be/eVlESA8XjWg‬

– Ajude os Bancos de Sangue neste momento tão delicado

Se as pessoas já estavam com medo de ir a qualquer hospital nos últimos dias, com o pedido de quarentena o movimento desnecessário à uma entidade de saúde diminuiu (desde que não seja urgente ou do próprio caso suspeito de Covid-19).

Mas também os casos de “movimento necessário” caem por tabela: por exemplo, o de doadores de sangue!

Sou doador voluntário regular, e por um probleminha de saúde (controlado hoje, sem gravidade) estou impedido de doar por um tempo. E, conversando com pessoas que também abraçam a causa, me assustei ao saber o quanto despencou o número de bolsas de sangue e de plaquetas: motivados pela época (pós-Carnaval) medo de infecção e refúgio em casa.

Apesar de toda a quarentena, existe essa necessidade urgente! Se você é saudável e preenche os requisitos, tome os cuidados devido e vá doar sangue. Os bancos de sangue PRECISAM muito desse precioso líquido, insubstituível!

A vida agradece…

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– Parabéns, Família Grendacc

Hoje foi dia de ir para prevenções importantes da Saúde, no Grendacc.

Cada vez que estamos lá, impossível não nos sensibilizarmos com as pessoas que carinhosamente trabalham com o tratamento do câncer. Em especial: os voluntários!

Parabéns, Grendacc! Aqui todo mundo é acima da média em questão de sensibilidade, solidariedade e vida.

– Um doador pouco anônimo! Que tal imitá-lo? Sobre CR7, o jogador de futebol que mais abraça causas sociais no mundo!

Sempre ouço muita gente falando da vaidade do jogador português Cristiano Ronaldo. Sobre ele olhar nos telões frequentemente, de supostamente ser arrogante e outras coisas que aparecem nas revistas de fofoca, incluindo sua sexualidade..

Ok. Faz parte do mundo das celebridades. Eu acho CR7 e Messi os dois grandes nomes do futebol dos últimos 10 anos (e isso logicamente é indiscutível, vide os vencedores da “Bola de Ouro” desta década).

Mas um detalhe bem bacana que extrapola o futebol jogado, a regra aplicada ou as táticas discutidas: Cristiano Ronaldo é embaixador mundial para a causa da Doação de Sangue!

Leia sobre isso, abaixo – e se você que está se sensibilizando, independente de ser torcedor, juiz, jogador ou simplesmente um leitor: IMITE O PORTUGUÊS!

Extraído de: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2016/02/12/o-lado-heroi-de-cristiano-ronaldo-alem-de-dinheiro-doa-sangue-e-medula.htm#fotoNav=1

O LADO HERÓI DE CRISTIANO RONALDO: ALÉM DE DINHEIRO, DOA SANGUE E MEDULA

Quando não aparece pelos gols, Cristiano Ronaldo costuma ser notícia por seus romances, pelas campanhas publicitárias que protagoniza ou pelas excentricidades típicas de um milionário. Mas o português também tem um lado “herói” que até o impede de fazer tatuagens: a doação de sangue e medula óssea.

Pelas fotos do atacante, é possível notar que ele não tem nenhuma tatuagem aparente. O motivo, segundo os jornais creditam a uma declaração de CR7, é não atrapalhar sua rotina como doador. Os prazos variam para cada país, mas quem faz uma tatuagem geralmente deve esperar entre seis meses e um ano para fazer uma doação.

“Todos podemos fazer a diferença doando sangue. Cada doação pode beneficiar até três pessoas em situação de emergência e ajudar nos tratamentos médicos de longo prazo”, argumenta o atacante, cada vez mais usando sua fama para divulgar campanhas dessa causa.

Além de se dizer doador de sangue frequente, Cristiano Ronaldo também é cadastrado como doador de medula óssea. E sua primeira participação nesse sentido aconteceu em 2011, quando quis ajudar o filho de Carlos Martins, seu ex-companheiro de Sporting e seleção portuguesa.

“Carlos estava conosco na seleção e comentou sobre o problema de seu filho, que precisava de um transplante [de medula]. Os jogadores demonstraram grande solidariedade. Muitos pensam que é algo difícil de fazer, mas é simples e não dói. Podemos ajudar muita gente, principalmente as crianças”, defendeu o português.

Eleito no ano passado na Europa como o jogador de futebol que mais abraça causas sociais, incluindo destinando dinheiro a pessoas e entidades, Cristiano Ronaldo participa de iniciativas para fazer mais gente doar sangue. Ele, por exemplo, é o primeiro embaixador global da “BeThe1Donor” (“seja um doador”, em tradução livre), voltada para incentivar os jovens. Até alguns jogadores do Real Madrid ele já tentou convencer. Tudo graças a esse seu lado “herói”.

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– O Altruísmo de quem quer viver para o bem! Volunturismo é uma boa prática

Já ouvi falar do termo destinado a quem quer fazer turismo e ainda assim praticar ações solidárias voluntárias: o “Volunturismo”.

Sabia que tal nobre atitude está em alta?

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/mundo/dando-duro-nas-ferias/

DANDO DURO NAS FÉRIAS

Imagine passar uma semana ensinando refugiados a cozinhar. É o “volunturismo”, um tipo de viagem para prestar ajuda a quem precisa

por Fernanda Thedim

Enfim, férias. Construa casas em uma comunidade indígena do Panamá, cuide de elefantes idosos na Tailândia ou monitore crianças em uma creche de favela do Rio de Janeiro — sim, isso são férias. E tem uma turma que está disposta a pagar caro por elas. Esqueça luxo e vida boa. A ideia é fazer uma imersão completa em uma nova cultura como voluntário, pegando no pesado para valer. Quem vai atrás desses pacotes já rodou outros países à moda turística e agora quer viver uma experiência original, da qual possa extrair lições únicas e ao mesmo tempo ajudar — tudo feito sob medida para estes tempos politicamente corretos. O “volunturismo”, como a modalidade é chamada, movimenta hoje cerca de 10 milhões de pessoas por ano, incluindo brasileiros.

A maioria dos volunturistas, aqui e no exterior, é jovem, tem outros carimbos como voluntários e não s incomodam com a qualidade do colchão nem com a falta de privacidade. O que importa é, para usar o verbo da vez, conectar-se com outros povos – e que isso seja do jeito local. A chef carioca Tuti Land, 32 anos, ficou 15 dias na Jordânia alojada em um acampamento de refugiados sírios: deu aulas de culinária e visitou famílias que fugiram da guerra (cont no link acima)…

ÁFRICA SEM SAFÁRI - Mariana, em favela do Quênia: reforço escolar para crianças e mergulho na cultura local (Michel Coeli/.)