– Os russos na Venezuela não é algo muito preocupante?

As Tropas Militares da Rússia chegaram para blindar Caracas do suposto medo de uma invasão dos EUA (embora a justificativa seja a de “treinamento e cooperação”), a fim de tirar o ditador Nicolas Maduro do poder. 

Se teremos guerra, não sei. Mas se ocorrer morrerão venezuelanos inocentes. E quem vencer se aproveitará da Amazônia! Tudo isso do lado mais “inseguro” / vulnerável do Brasil: o Norte! 

Uma história surge como boato (que quase pegou): os russos estariam estudando a possível queda de OVNI que caiu por lá. Inacreditável que um Fake News desse possa tomar corpo (desmentido no dia seguinte).

OVNI? Só ser for Objeto Venezuelano Não Identificado.

Resultado de imagem para Venezuela Maduro

Anúncios

– Genilson contra Pepê: era futebol?

Que lance violentíssimo vimos no Sul do Brasil, hein? 

Genilson (do Juventude de Caxias) acertou Pepê (do Grêmio) com uma tesoura perigosíssima. Ao assistí-lo, pense: vale apenas a suspensão automática por 1 jogo?

É esporte, minha gente. Não é guerra!

O lance em: https://es.pn/2ur8E05

Resultado de imagem para Genilson Pepe

– A Briga de Rodrigo Maia e Bolsonaro faz com que tenhamos medo dos rumos do país.

Temos ouvido falar sempre de abandonar as práticas da Velha Política. Mas como fazer isso com os mesmos políticos?

A história (e a lógica) mostram: o quanto antes um Governo tentar aprovar seus projetos na Câmara dos Deputados, melhor! Depois fica difícil com a natural queda de popularidade (quando assume o cargo, normalmente está com índices mais elevados) e os desgastes do relacionamento são naturais.

Mas eis que leio no Estadão, no sábado:

“Bolsonaro precisa ter mais tempo para cuidar da Previdência e menos tempo cuidando do Twitter, porque senão a reforma não vai avançar”.

E eu que pensei que jamais concordaria com Rodrigo Maia!…

bomba.jpg

– FLAxFLU com VAR desprezado.

Que “Engana-Mané” vimos no Maracanã domingo! Uma vergonha o que vimos no  tempo final do clássico carioca. 

Bruno Henrique (FLA) pegou pelo pescoço (literalmente) Caio Henrique (FLU) e o bate-boca começou. O jogo estava nos acréscimos e o árbitro João Batista de Arruda fez uma tremeeeeenda vista grossa. Estando com o VAR, era só chamá-lo para tirar a dúvida dos principais incitadores da confusão. Não o fez. Ou melhor: fez média!

Depois disso, Abel Braga, bem esperto, sacou o Bruno Henrique (FLA) para não ser expulso. Eu faria o mesmo sendo o treinador do Flamengo. 

Mas na sequência, infantilmente Pablo Dyego (FLU) atinge o adversário Léo Duarte (FLA) com uma patada no rosto. Colocou o pezão na cara do adversário, e aí quem se deu mal foi o Fluminense, pois ficou impossível não dar o cartão vermelho na Luta Livre que estava virando. 

Confesso: a ação de não expulsar os jogadores que se envolveram na confusão, estando no Maracanã e com o VAR, foi uma pipocada (ou “feitura de média”) muito grande. Constrangedor!

Resultado de imagem para fla flu

– As coisas que nos deixam sem rumo:

Gostei demais do tuíte do Papa Francisco, postado neste final de semana. Escreveu o Pontífice:

A aparência exterior, o dinheiro, a carreira, os passatempos: ‘sereias que nos encantam’ e nos deixam à deriva. A Quaresma é tempo de graça para libertar o coração das vaidades”.

Já perceberam que temos coisas que nos aprisionam e nos deixam “sem pé” quando não são a contento nosso? O que nos leva a ter amarras desnecessárias?

bomba.jpg

– A novela Red Bull e os capítulos finais: Paulista fora mesmo?

Sempre fazendo de maneira honesta e transparente, sem boataria mas com informações concretas, uma das minhas últimas postagens sobre o assunto de parceria ou não da Red Bull com o Paulista (afinal, eu também estou de saco cheio disso).

Cronologicamente:

  • Quando o Paulista estava bem, na Série A1 do Paulistão e ainda disputando o Brasileirão nas divisões menores, o Red Bull estava na A3 Regional e queria jogar no Jayme Cintra – ainda não era desejo de parceria, mas também não houve acordo de locação.
  • Quando a matriz austríaca resolveu dar um UP nos negócios envolvendo futebol (são profissionais – ganhar títulos, além de ter o nome divulgado, faz parte da estratégia de merketing), pensou-se em associação, fusão, co-gestão ou parceria com clube(s). A priori, Oeste (um time quase que cigano mas com vaga na série B do Brasileirão) e Paulista (pelo Estádio, pela praça – logisticamente perfeita – e pela torcida).
  • Apesar dos assustadores 30 milhões de reais em dívidas aproximadamente que o Paulista FC tem (boa parte trabalhistas), o Red Bull fez toda a contabilidade do Galo para saber onde dava para diminuir, com quem pode renegociar, onde dava para acertar. Até ao Juizado da Vara do Trabalho em Campinas o Toro Loko foi! Aqui, isenção de erros da diretoria do Paulista pois uma juíza não aceitou a 1a proposta do Red Bull para, em assumindo o Paulista, assumir as dívidas.
  • Jogar no Jayme Cintra arrendado, assumindo o Oeste e mantendo o Paulista como um clube independente (mas parceiro) foi uma ideia – descartada.
  • Adiquirir um terreno para se contruir uma Arena Red Bull e fincar raízes na cidade de Jundiaí foi sim ventilado (e uma área à beira da Anhanguera, no Bairro dos Fernandes, estudado com cuidado), permitindo que o custo pudesse valer a pena para algo próprio.
  • Negociar o Bragantino – que foi o interessado em buscar o Red Bull, tornou-se uma possibilidade. Porém, falamos de uma empresa que negocia seriamente, com paciência e atropelos, e um presidente de clube folclórico, Marquinhos Cheddid, que anteriormente negou tudo em nome da cidade e da memória do pai Nabi; depois o mesmo anunicou negócio “praticamente fechado” por 45 milhões de reais e colocou uma data-limite (1o de abril), com a bobagem de possível “contrato com prazo indeterminado”. Ninguém assina contrato assim.
  • Nesse derradeiro capítulo, a Folha de São Paulo, em sua versão na Internet desta 3a feira, trouxe que Boa (MG) e Criciúma (SC) também eram clubes interessados/ de interesse.

Enfim: repito que “quando a noiva é rica, bonita e cheia de virtudes, todos querem casar”.

Agora, como ficará o Paulista? Ficará gerido pela Kah Sports, através da sua empresa Fut-Talentos (portanto, de poder impactante muito menor que o Red Bull teria) que passou pela Barbarense e pelo São Bernardo (mas que no começo da negociação tinha como cartão de visitas “ser o gestor que ajudou o Fortaleza a subir para a série A do Brasileirão”).

Repetirei como uma mantra que tenho feito: torcemos todos para o sucesso do nosso querido Paulista FC, mas por quanto o Galo está sendo entregue ao Fut-Talentos? Isso é importante: o Paulista está recebendo para deixar a empresa usar a camisa e o nome tradicional de 110 anos, ou aceitou tudo isso SEM CONTRATO ASSINADO e de graça, para não pedir licença da 4a divisão de 2019?

Respeitosamente, mas com objetividade: deixamos um grupo de empresários assumir o Galo somente para o time entrar em campo, sem receber nada (Qual o percentual de venda dos garotos? E quanto investiram no Paulista em si – e não só em atletas?) e com apenas o acerto “de boca”, sem anda assinado?

Tomara que dê certo, torcerei, mas isso não tira o meu direito em achar que a situação é bem pior do que pensamos. Afinal, tudo é muito obscuro… E tenho certeza que há conselheiros, pessoas de boa vontade e colaboradores do Paulista que estnao padecendo com essa situação como estou, querendo que tudo fosse diferente – mas que estão de mãos atadas!

bomba.jpg

– O Comércio de Empreendedores Tradicionais fechando as portas em Jundiaí.

Vi com tristeza que o Credi-Nino e a Papelaria Santa Terezinha estão fechando as portas na Terra da Uva. Juntar-se-ão com Lojas Magalhães (lembram do Papai Noel que subia e descia inflando-se, ao lado do “falecido” Cine Ipiranga?), de Festão, do Credi-Tranquilo ou do Bolinha Brinquedos e Pererê. Lembrando ainda da Trel, da Pauliceia e de tantos outros tradicionalíssimos nomes jundiaienses.

Os motivos são vários: dificuldade em manter o negócio, desinteresse dos herdeiros por outros rumos e concorrência acirrada com as grandes redes. Afinal, vejam os “grandões nacionais” que esses comércios concorriam.

Vida que segue! Ficarão na memória da cidade e boa sorte aos ex-comerciantes.

bomba.jpg