– Hoje é o Domingo da Misericórdia!

Os domingos posteriores a Festa da Páscoa são conhecidos como “Domingo da Misericórdia”; dia de perdão, caridade e serviço. A data foi instituída pelo saudoso Papa João Paulo II, hoje santo da Igreja Católica.

Cá com meus botões: o mundo não seria diferente se todos os dias tivéssemos esse propósito?

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– Temperança!

Adoro quando em meio aos problemas, minha mulher diz:

“Um dia de cada vez”!

Sábias palavras. É justamente por aí. Sem atropelos, resolvendo paulatinamente e tentando passar com calma.

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– Você acredita que Trump resolverá a paz no mundo com a força das armas?

Ao ver as repercussões negativas dos mísseis lançados pelos EUA na Síria, e a movimentação de turcos, chineses e principalmente Putin, o todo-poderoso da Rússia, fico pensando: a guerra se resolverá com mais guerra?

Se alguém falar que sim (e muitos dirão ser um mal necessário), por quê não criar uma força de paz multinacional comandada pela ONU para assegurar a garantia de estabilidade na região?

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– PAZ

A inspiração dominical vem dos sorrisos dessas garotinhas. Que bom seria se o mundo fosse tão inocente, puro e sincero quanto elas…

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– Contagiando-se do bem!

Do Papa Francisco, via Twitter:

Se o mal é contagioso, o bem também é. Deixemo-nos contagiar pelo bem e contagiemos o próximo com o mesmo bem.

Você contagia as pessoas com o quê?

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– Qual a resposta para um mundo melhor?

Não sei quem disse, mas gostei:

A resposta para um mundo melhor: tolerância, misericórdia e honestidade”.

Pronto! Aí sim a maioria (se não, todos) os imbróglios da humanidade se resolveriam.

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– E se perdoássemo-nos mais?

E se fôssemos mais tolerantes? Ou em caso de briga, independente se a pessoa está certa ou errada, procurasse a paz com o próximo

Vejo pessoas que se recusam a conversarem a fim de acordos por conta da vaidade. Brigam, se maltratam e fazem perderem a razão em decorrência da falta de diálogo. 

Já perceberam que os desacordos acontecem muitas vezes pela falta de perdão, por birra ou simplesmente por não cederem um pouco de cada lado?

Minha filha mostrou essa cartinha “do Lobo Mau à Chapeuzinho Vermelho“. E na inocência de uma fábula infantil vemos uma lição para a correção do nosso ego…

– FlaFlu deveria ser de torcida única, infelizmente.

Torcida única em estádios é algo desagradável, pois mostra como as autoridades perderam o controle da violência (não só no esporte, mas na sociedade).

Infelizmente, esse artifício da Justiça é um mal necessário para o momento crítico, gostemos ou não. Em nome da paz, eu preferiria torcida única no Fla-Flu de domingo.

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– Há dias que…

Há dias que nada dá certo: tristeza, problemas, dificuldades de saúde e discussões pessoais.

Em outros, mesmo quando tudo parece errado, a paz prevalece! Hoje é um desses dias: menisco arrebentado, princípio de labirintite, crises diversas, mas… as pessoas que amo estão ao lado.

Graças ao bom e querido Deus. Tudo passa. Tudo há de passar. Em meio à crise, estar em harmonia com os entes queridos é fundamental.

Essa canção retrata com perfeição o que digo:

– Confraternização Universal e Dia da Rainha da Paz

O dia Primeiro de Janeiro é marcado por ser um dia de Confraternizações mundo afora, mesmo àqueles que não seguem o calendário cristão e, em tese, não é Ano Novo.

No tempo litúrgico, esse dia de festejos segue à festa católica da Virgem Maria, mãe de Jesus, sob a invocação de Nossa Senhora Rainha da Paz.

Paz. Simplesmente paz. É o que precisamos nesse ano que se inicia.

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– A Omissão das pessoas com a matança de Aleppo!

Reclamamos costumeiramente sobre diversos problemas da vida. Mas deixamos de lado as necessidades mais urgentes do próximo, como, por exemplo, a carnificina de Aleppo, na Síria, onde barbaridades acontecem e o mundo nada faz.

Cristãos, árabes, judeus, ateus… todos nós aceitamos isso com indiferença, passivamente?

E o que fazer?

Se você é sensível às dores dos seus irmãos distantes, leia a coluna de Clóvis Rossi, na página 2 da Folha de São Paulo, abaixo:

ALEPPO, O TÚMULO DA HUMANIDADE

O primeiro a fazer a denúncia foi Jens Laerke, porta-voz da ONU para Assuntos Humanitários, assim que as forças da ditadura síria entraram na parte rebelde de Aleppo : “Houve um completo derretimento da humanidade em Aleppo”.

Foi pior: em editorial desta quarta-feira (14), o “Le Monde” escreve que Aleppo foi “o túmulo do direito internacional, da ONU, de um mínimo de decência e de humanidade”

É isso mesmo, desgraçadamente. Se as comunicações modernas transformaram o mundo em um vilarejo, esse pequeno mundo assistiu um genocídio, em cores e no horário nobre, em um de seus recantos, sem que ninguém fizesse nada para impedi-lo ou ao menos atenuá-lo, o que já seria pouco.

E olhe que houve tempo, muito tempo, para isso. A guerra na Síria já vai para o sexto ano e para 312 mil mortos, segundo a conta mais recente do Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Os refugiados, internos ou externos, são 9,5 milhões ou aproximadamente 40% da população. Se fosse no Brasil, essas porcentagens corresponderiam a mais de 80 milhões de pessoas, uma sinistra contabilidade que nem inclui os feridos.

Haveria idêntica indiferença/impotência/inapetência para intervir?

Minha primeira tentação é responder que não. Países do hemisfério ocidental não podem passar por uma situação dessas sem que haja algum tipo de intervenção, certo?

Aí vem à memória o Holocausto, genocídio praticado em e por mais de um país ocidental. Tento pensar que era outro mundo, outra época. Mas, recentemente, houve dois outros genocídios, contra muçulmanos (Srebrenica, na antiga Iugoslávia) e contra negros (Ruanda).

Agora, são muçulmanos de novo, na Síria. Fica a sensação de que está permitido matar negros e árabes, aos olhos ocidentais, a cuja cultura pertencemos, gostemos ou não.

É eloquente que os folhetos lançados em novembro nas áreas de Aleppo sob controle dos rebeldes avisassem: “Se vocês não deixarem esses lugares rapidamente, vocês serão aniquilados. (…) Vocês sabem que foram abandonados por todo o mundo, deixados sozinhos à própria sorte, e que ninguém lhes propôs ajuda”. Fica claro, pois, que os assassinos contavam em sua estratégia de campanha com a omissão de “todo o mundo”.

Menos, claro, da Rússia de Vladimir Putin, o mais novo amigo de infância de Donald Trump, cogestión, com o ditador Bashar al-Assad, do massacre de Aleppo.

Posto de outra forma: o Ocidente é culpado por omissão pelo genocídio, enquanto a Rússia o é também, mas por ação.

Há quem ache que, após ocupar Aleppo, Assad ganhou a guerra. Mas Samer Abboud, professor-assistente de Estudos Internacionais na Arcadia University (Pensilvânia), discorda: “A luta persistirá ao longo do país. Até em áreas ostensivamente sob controle do regime, a violência e a insegurança permanecerão como parte da vida diária dos sírios”, escreveu para a Al Jazeera.

Prepare, pois, a sua indiferença/impotência que logo virá mais sangue na tela mais próxima de você, em horário nobre.

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– Dois Arns no Céu

Uma das pessoas que eu considerava SANTO já nesse mundo era a Dona Zilda Arns, que à frente da Pastoral do Menor salvou milhares de vidas de crianças carentes que nasciam desnutridas. Faleceu vítima do terremoto do Haiti, onde levava uma palavra de esperança ao pobre povo daquele local.

Ontem, 14 de dezembro (Dia de São João da Cruz) veio a óbito seu irmão, Dom Paulo Evaristo Arns, um religioso de coragem e muita ação social. Uma das figuras mais relevantes do nosso Brasil, tão santo quanto sua saudosa irmã.

Para os mais jovens que não o conheceram, um relato bem fiel sobre esse ilustre brasileiro, extraído do Portal “Klick Educação”:

DOM PAULO EVARISTO ARNS, “O CARDEAL DA ESPERANÇA”

Vinte e oito anos à frente da segunda maior comunidade católica do mundo, a Arquidiocese de São Paulo, com cerca de 7,8 milhões de fiéis, perdendo apenas para a da Cidade do México, dom Paulo Evaristo Arns foi uma das mais expressivas lideranças religiosas do Brasil. Logo que assumiu o cargo de arcebispo da cidade, em 1970, vendeu o Palácio Episcopal por 5 milhões de doláres e empregou o dinheiro na construção de 1.200 centros comunitários na periferia. Impressionou o país e o mundo pelas suas atividades em defesa dos direitos humanos durante o período da ditadura militar, quando combateu a intransigência do regime militar e agiu em favor das vítimas da repressão. Defendeu também os líderes sindicais nas greves, apoiou a campanha contra o desemprego e o movimento pelas eleições diretas. Sua luta em defesa dos direitos dos pobres e pelo fim da desigualdade social lhe valeu dezenas de prêmios no mundo: título de doutor honoris causa em universidades dos Estados Unidos, Alemanha, Canadá e Holanda; prêmio do Alto-Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (1985), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), entre outros. Filho de pequenos agricultores, nasceu em Forquilhinha, interior de Santa Satarina, e ordenou-se padre em 1945. Religioso com formação erudita e ligado ao setor progressista da Igreja, doutorou-se com o mais alto grau acadêmico, três “honorable”, em Letras pela Universidade de Sorbonne, em Paris, na França, com a tese A Técnica do Livro de São Jerônimo, em 1952. De volta a Petrópolis, trabalhou como professor de Teologia, como jornalista e como vigário nos subúrbios da cidade. Foi promovido à condição de bispo em 1966. Quatro anos depois, o papa Paulo VI nomeou-o arcebispo de São Paulo, e, em 1973, cardeal. Pediu demissão do cargo de cardeal-arcebispo em 1998, como determinam as normas da Igreja. Incentivando a integração entre padres, religiosos e leigos, criou 43 paróquias e apoiou a criação de mais de 2 mil Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) nas periferias da metrópole.

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– O Mundo precisa de, ao menos, uma trégua!

Outro atentado terrorista, agora na Turquia. Justo após os EUA terem anunciado a prisão do líder dos terroristas do Estado Islâmico?

O que os inocentes mortos covardemente têm com isso?

Esse mundo carece de paz, urgente!

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– Escolha que não deixa dúvidas…

‪Gostaria de estar no Jayme Cintra, no jogo beneficente entre Amigos do Nenê versus Amigos do Romário. Mas como competir c’a doçura da minha filhota?‬

👨‍👧‬

‪Em casa, feliz!‬

– Queremos FAMÍLIAS nos estádios, cara autoridade!

É estarrecedor ver a bobagem que um Policial Militar fez no Allianz Arena, barrando uma inocente garotinha de 7 anos com o rosto pintado de verde, que queria assistir Palmeiras x Chapecoense.

A alegação do soldado é de que a determinação era a proibição de pinturas no rosto para facilitar a identificação de bandidos!

Estamos num mundo desmiolado e imbecil. Que perigo leva ao campo de futebol uma menininha que queria se divertir com os pais? No Jayme Cintra, infelizmente, até guarda-chuva foi proibido (inclusive para a imprensa!).

Ao mesmo tempo, sinalizadores entram nos estádios, maconha, cocaína e outras coisas ilícitas. Por que esses criminosos não são barrados?

Conheço um vovô e uma vovó que adoram ir com a netinha ao campo de futebol (em jogos sem risco de tumulto) e se divertem pra valer. O risco de famílias promoverem brigas em arenas é bem menor do que o de torcedores organizados das grandes equipes da Série A, sem dúvida alguma.

MENOS BANDIDOS E MAIS FAMÍLIAS NO FUTEBOL, caríssimas autoridades. A ordem é justamente a inversa da qual vocês estão estipulando.

Que tal a CBF e os clubes promoverem uma campanha para a próxima rodada, incentivando pais a levarem suas crianças com os rostos pintados?

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