– Um #tbt divino!

#tbt – uma expressão da internet para relembrar fotos de fatos saudosistas numa 5a feira.
O meu #tbt de hoje tem título: “crianças abençoadas“! Ou vai duvidar que esse anjinho (meu sobrinho Miguel) e essa anjinha (minha filha caçula Maria Estela) são presentes de Deus em nossas vidas?

💙💗🚗👑#MIMI & #TETÉ! – #amor #carinho #baby

 

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

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– Armar ou desarmar?

Difícil entender ou ser simplório na resposta:

  • Na Nova Zelândia, após o atirador fazer 49 mortos e muitos feriados num covarde atentado em duas mesquitas, o Governo fala em desarmamento da população e dificuldade no acesso ao porte de armas.
  • No Brasil, após o também covarde crime dos jovens de Suzano, vitimando 10 pessoas, o Governo fala em armar a população para se defender e mira facilitar o acesso ao porte de armas.

São países com características culturais bem diferentes e que vivem realidades distintas. Mas frente ao mesmo problema – a violência cometida por pessoas alucinadas quem está com a razão?

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– O Texto Fake do Padre (e que é muito bom)!

Com os acontecimentos violentos tão tristes que estão ocorrendo nos últimos dias, muitas coisas se escrevem nas redes sociais. Uma delas é a opinião do Padre Fábio de Melo – mas que não é dele!

Eu mesmo já li esse texto-fake atribuído ao Pastor Cláudio Duarte, e que também não foi escrito pelo religioso.

Uma pena o autor de tão viral opinião não se identificar. Na verdade, será que ele atribuiu a um famoso justamente para que ganhasse projeção?

No Facebook, está:

Melhor texto que já li sobre o acontecimento de ontem.

Autor: Padre Fábio de Melo (em algumas postagens: pastor Cláudio Duarte)

“Cansado e perplexo com tantas baboseiras e falsas justificativas pras atrocidades que ainda nos surpreendem todos os dias…
Os meninos não  mataram porque o porte de arma é um projeto do atual governo. Os meninos não mataram porque jogavam jogos violentos.Os meninos não  mataram porque a escola foi omissa. Os meninos não mataram porque sofreram Bullying…
Eles mataram porque as famílias estão  desestruturadas e fracassadas, porque não  se educa mais em casa, não  se acompanha  mais de perto, a tecnologia substitui  o diálogo, presentes compram limites, direitos e  deveres e não há o conhecimento e respeito a Deus.
Precisamos parar de nos omitir, de transferir culpas. A culpa é minha, é sua, de todos nós!
A violência é  o desdobramento de carências afetivas, da necessidade de ser visto e notado, ainda que da pior maneira.
As armas não matam, o que mata é a ausência de AMOR!!!”

O que o Padre Fábio de Melo realmente escreveu:

A tragédia de Suzano não só nos entristece. Ela expõe a nossa vulnerabilidade social. Foi o tempo em que só temíamos os bandidos. Hoje, uma dor emocional não curada, pode levar um adolescente a se tornar um assassino. Os distúrbios emocionais nem sempre são percebidos e considerados pelos que formam a nossa ambiência afetiva. Não é incomum encontrar adolescentes reféns de seus traumas e completamente desamparados. Colocar um filho no mundo requer disposição de lidar com ele.
Só a proximidade nos faz perceber as necessidades e conflitos do outro. É justamente na construção da intimidade que erramos. Laços familiares se limitam a ser parentescos, o que não quer dizer absolutamente nada. O que nos vincula não é a obrigação, mas o amor. O desamparo emocional alimenta uma desolação silenciosa. A partir dela a pessoa passa a nutrir ódio pelos que estão felizes.”

Enfim: não importa quem escreveu ou como foram produzidas as mensagens; os dois conteúdos são significativos.

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– Os limites da dor e do jornalismo no caso de Suzano!

Pavoroso o que aconteceu em Suzano, na escola onde inocentes foram mortos por dois jovens transloucados.

Não cabe comentar especulações da motivação neste momento (mas sim em breve); a vida das pobres vítimas não voltará e tampouco diminuirá a dor dos parentes.

Mas o que me deixou confuso, foi: até onde os limites do jornalismo deveriam ir?

É inimaginável o sofrimento de quem perdeu seu ente por uma morte tão sem sentido. E eis que um repórter da Bandeirantes (não vale citar o nome) encontrou a mãe de um dos assassinos. Foi lá e tentou fazer o seu trabalho jornalístico. Mas…

A mulher é mãe, e mãe de bandido nunca admite que seu filho é criminoso. E nesse caso, a mulher acabava de saber que seu filho morreu e era responsável brutalmente pela morte dos outros. Assustada, ela tentou evitar a conversa mas o repórter insistia em lhe perseguir e forçar a entrevista.

Repito: ela é mãe! Imagine o remorso que ela pode estar sentindo dos erros do próprio filho. NUNCA ela dormirá em paz: pelo filho e pelos outros filhos e mães.

Se tiver estômago, assista no link abaixo esses dois minutos constrangedores. Posso estar equivocado, mas aqui há um “falta de se mancar” quando força alguém que está sofrendo a falar a contragosto, insensivelmente.

Em: t.co/RnpYJP80ne

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– E se perdoássemo-nos mais?

E se fôssemos mais tolerantes? Ou em caso de briga, independente se a pessoa está certa ou errada, procurasse a paz com o próximo

Vejo pessoas que se recusam a conversarem a fim de acordos por conta da vaidade. Brigam, se maltratam e fazem perderem a razão em decorrência da falta de diálogo. 

Já perceberam que os desacordos acontecem muitas vezes pela falta de perdão, por birra ou simplesmente por não cederem um pouco de cada lado?

Minha filha mostrou essa cartinhado Lobo Mau à Chapeuzinho Vermelho. E na inocência de uma fábula infantil vemos uma lição para a correção do nosso ego…

– Obama, o “Senhor da Guerra”?

George Bush “Pai” e George W Bush protagonizaram as ações militares dos EUA mundo afora nos últimos anos. Kwait, Iraque, Afeganistão… e outras intervenções cirúrgicas.

Já o presidente americano Barack Obama foi aquele quem pregou “pontes para o diálogo” ao invés de problemas resolvidos pelas armas.

Donald Trump, por tudo o que vemos, lemos e ouvimos, é o truculento que quer briga (já o faz pelas palavras), mas que surpreendeu ao ter boas relações com Kim Jong-un, o falastrão ditador norte-coreano.

Eis que agora Trump diz: Obama queria e quase promoveu uma guerra contra a Coréia do Norte!

Teríamos direito de duvidar do atual presidente americano (por todo o histórico dele) e achar que seria uma grande mentira? Não combina com Obama tampouco parece que Trump ter a linha pacifista.

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– Ser feliz é…

…sem vergonha em “pagar mico”, fazer a alegria da criançada no Buffet Infantil.

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Um pai / tio se divertindo com a filha e o sobrinho no pula-pula! Em português claro, como descrever? Assim relatado no Twitter:

“Cenas FORTES: apesar de um #paquiderme quase amassar com sua buzanfa as pobres e indefesas #crianças, as inocentes foram coagidas a rirem e dizerem que gostaram!”
❤️🤣👍🏻🤡
#pulapula #família #diversão #bebê #Baby #animador

O vídeo sem pudor de como posso ser tão palhaço por esses pequenos maravilhosos que convivo,

Em: https://youtu.be/oPKSfQ9TQ2w

– A menina e a cachorrinha

‪Quando as crianças e os animais estão em perfeita harmonia!‬

‪Vejam só o sorriso inocente e puro da nossa bebê quando faz carinho na nossa cadelinha.‬

‪❤️🐶🧡👼🏻💛‬
#baby #dog #amor #criança #pet #pureza #inocência #fofura ‬

Em: https://youtu.be/OtFWUj1CYTA

– Confraternização Universal e Dia da Rainha da Paz

O dia Primeiro de Janeiro é marcado por ser um dia de Confraternizações mundo afora, mesmo àqueles que não seguem o calendário cristão e, em tese, não é Ano Novo.

No tempo litúrgico, esse dia de festejos segue à festa católica da Virgem Maria, mãe de Jesus, sob a invocação de Nossa Senhora Rainha da Paz.

Paz. Simplesmente paz. É o que precisamos nesse ano que se inicia.

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– Pensamento de Santo Ambrósio em seu Dia!

Vivemos numa era onde o equilíbrio emocional, espiritual, físico e financeiro precisam estar cada vez mais em sinergia. E sinceramente, penso que isto não é bom. Este equilíbrio, honestamente, é necessário, pois verdadeiramente bom seria que simplesmente vivêssemos em paz. Mas como hoje é dia de Santo Ambrósio, um santo alemão do século 3, compartilho uma reflexão maravilhosa do mesmo e que se faz necessária neste mundo tão ferido dos dias de hoje, onde o conforto das pessoas, às vezes, se baseia na vigança; onde alardeia-se o sucesso às custas do insucesso profissional de outros; ou, ainda, que neste mundo capitalista tão competitivo, nem todos têm espaço. Tudo isso pode ser verdade, mas não deveria.

Assim, lembremo-nos do pensamento ambrosiano:

Ninguém cura a si mesmo ferindo os outros”.

O amor, a oportunidade e a presteza podem ter lugar num mundo cada vez mais vazio e contraditoriamente repleto de anseios.

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– Comungar-se com as Coisas que Convive

Se você costuma praticar o bem, o hábito lhe transforma numa pessoa sempre boa. Se convive com solidários, a solidariedade se torna intrínseca em seu coração. Se procura pessoas sábias, a sabedoria se tornará cotidiana.

Acredito que a convivência influencia as pessoas (algumas em muito; outras, em pouco).

Compartilho tal reflexão:

Tudo o que amamos profundamente converte-se em parte de nós mesmos.

Helen Adams Keller, educadora americana(1880-1968)

Concordo e assino embaixo!imgres.jpg

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– Revigorado, com propósito de estar “de bem com a vida”

Estou de volta à ativa. Muita coisa aconteceu nos últimos dias, e eu precisava recarregar um pouco mais a minha carga de paciência, saúde e atitude.

No campo esportivo, não tive mais disposição de assistir o futebol. Me dava tristeza ver a baixíssima qualidade do “jogo jogado” e do “jogo apitado”. Pudera, o esporte por aqui tornou-se propriedade de alguns cartolas, com um presidente banido na CBF e seus comandados fazendo lambanças. Além, claro, da demagogia nas escalas de árbitros sem qualquer critério meritocrático que traga unanimidade. COMO É CHATO E ENFADONHO FALAR SOBRE ISSO. Enfim: “era uma vez o futebol-arte”, e com ele foi-se embora o árbitro-vocacionado, trocado pelos jovens “bombadinhos”.

No campo profissional, mudei minha rota e minha rotina. Desfiz-me do meu comércio (em destaque nas minhas atividades) e quero usar todo o tempo gasto nele para a área acadêmica. A propósito: amigos professores, estou à procura de universidades para lecionar! Como diriam os mais antigos: “Sou mais um na fila do INPS”.

No campo pessoal, fiz uma série de check-ups, literalmente de “cabo a rabo”, de ressonância até os mais cabeludos exames laboratoriais. Do que se apresentou de delicado, estou tratando com muita calma e sem medo.

Enfim, no campo familiar, consegui dedicar-me bem mais às pessoas que eu amo. E descobri que ficar muito tempo longe deles me faz mal; em especial, os minutos gastos com Redes Sociais (que sempre tive parcimônia com isso e hoje ainda mais) que tiram a total atenção que eu deveria ter. Nunca gostei de WhatsApp, e cronometrei sistematicamente o quanto tempo perco e as coisas que recebia nesse App. Simplesmente, avisei meus amigos: se é importante, me ligue, mande um e-mail ou sms. Principalmente as idiotices destes tempos de fanatismo e fake news. Aff! Quanta inutilidade… e quanto bobinho defendendo político de estimação como time de coração.

Pra quê esquentar a cabeça com isso?

Direita e Esquerda radicais são turmas para DESPREZAR, pois são movidas a fanatismos. Idem a puxa-sacos de escaladores de árbitros: pobres de espírito e que devotam uma vida a tais membros bem remunerados.

Coitados… e gostam de tecer árduas críticas, sem nunca ponderar suas opiniões, defendendo interesses pessoais e nunca os coletivos (e muitos usam desse argumento). Se escondem com pseudônimos e perfis falsos, somente para tumultuar. Nem respondo quando vejo ser “pau-mandado”, amigo-relógio ou viciado / fanático em algo. 

Não tenho que responder tudo o que leio ou que me escrevem. Bobagem, pois há muito “espírito de porco”. Aliás, como se auto-cercear por conta de “xaropes”? Uma coisa que me intriga: o cara segue outro na rede social para criticá-lo e se sente perturbado com isso? Ué, deixa de seguir! Caia fora, pois se não gosta, é ser idiota continuar seguindo. É igual o cara que mete o pau em programas esportivos, mas não perde uma exibição!

Por fim, passei por uma experiência maravilhosa nesse final de semana, mostrando-me o quanto tal materialismo e apego a vaidades faz mal: fiz a rota do turismo religioso no Vale do Paraíba!

Claro que a pessoa que professa e vive o catolicismo (caindo e se levantando em atos, fatos e força na fé), aproveitará por motivos óbvios o passeio. Mas atente-se:

1- Passei no Santuário do Frei Galvão (Santo Antonio Santanna Galvão, o 1o santo brasileiro, em Guaratinguetá) e pude ver o quão pura é a crença de muitos. Gente humilde, esperançosa e que busca graças. O dinheiro, para elas, de nada vale. Nosso clique por lá:

2- Fui ao Santuário do Pai das Misericórdias (Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista). Que terra santa! Gente mansa, pacífica, espiritualizada. A troco de quê sentir rancor ou desamor? Aliás, veja o altar:

3- Conheci o Santuário de Nossa Senhora da Santa Cabeça (em Cachoeira Paulista também), onde as pessoas buscam a cura da depressão, do esquecimento, do medo, das enxaquecas e de outras enfermidades da mente. Aliás, ver a “Sala dos Milagres”, onde as pessoas agradecem as graças alcançadas por tal incomum devoção à intercessão da Cabeça da Virgem Maria, faz você pensar nas prioridades de vida. Aqui:

4- Não tinha como não passear no Santuário Nacional de Aparecida, casa da nossa Mãe Padroeira, onde a elevação da alma é presente: em especial, no momento da Eucaristia nesse belo templo, como nesse retrato que tiramos por lá:

5- Desta vez, tive a oportunidade de conhecer o Seminário Bom Jesus, onde 3 Papas ali passaram: João Paulo II, Bento XVI e Francisco. Este último, deixou de lembrança “a cuia de seu chimarrão”. Veja, pela ordem, esse mimo e na sequência: a Capela onde os Pontífices rezaram a missa dentro do Seminário e os quartos da parte do local onde se é também uma pousada. Pura paz:

A imagem pode conter: pessoas sentadas, mesa e área interna

6- Ops: demos uma esticadinha até Petrópolis, onde conhecemos os principais pontos turísticos e aprendemos um pouco da história de nosso país na “Cidade Imperial”, onde Dom Pedro II tinha apreço especial. O problema é que tivemos que passar num morro com inscrições do Comando Vermelho, além de que no pé da Serra com a BR-493 vivenciamos um arrastão (que não nos atingiu diretamente, mas nos assustou pelo pavor de quem sofreu). Coisas do Brasil… Trouxemos lindas recordações de momentos incríveis e alegres, como a Casa de Santos Dumont e o Palácio do Imperador (ambos viraram museus):

Para celebrar a vida e terminado esse post, a foto que diz muito a mim. Por mais momentos assim… (é a única coisa que realmente vale a pena):

Região Central de Petrópolis, com a Catedral de São Pedro Alcântara ao fundo. Eu entre algumas das mulheres maravilhosas da minha vida – e de todas as idades!