– O Mundo à parte na Coreia do Norte.

O ditador Kim Jong-un, na semana passada, declarou que os Estados Unidos são seu inimigo número 1 e que a Coreia do Norte possui a “arma mais poderosa do mundo”. 

Por quê crer / fazer / moldar um mundo assim?

Extraído de: Época.com

O MAIOR MÍSSEL DA COREIA

A Coreia do Norte exibiu um míssil balístico lançado por submarino em um desfile militar em Pyongyang nesta sexta-feira (quinta-feira, 14, no Brasil), noticiou a agência oficial KCNA, a poucos dias da posse de Joe Biden nos Estados Unidos.

O desfile aconteceu em comemoração ao congresso do Partido dos Trabalhadores (no poder), que não acontecia há cinco anos e no qual o líder norte-coreano Kim Jong-un afirmou que os Estados Unidos são “o principal inimigo” de seu país.

“A arma mais poderosa do mundo, o míssil balístico lançado de um submarino, entrou na praça, demonstrando fortemente o poder das forças armadas revolucionárias”, disse a agência KCNA.

O desfile também exibiu foguetes com “poderosa capacidade de ataque para aniquilar totalmente os inimigos, de forma preventiva, fora do território”, acrescentou o órgão oficial.

“As majestosas unidades de elite e as fileiras invencíveis da República que orgulhosamente cruzarão a praça Kim Il Sung representam nosso poder absoluto”, disse o ministro da Defesa, Kim Jong Gwan, antes do desfile, de acordo com a mesma fonte.

Alguns especialistas acreditam que a Coreia do Norte está aproveitando o congresso do partido no poder para enviar uma mensagem ao próximo governo dos Estados Unidos, com a ideia de obter concessões.

A mudança de governo nos Estados Unidos representa um desafio para a Coreia do Norte, já que Biden costuma ser associado à “paciência estratégica” demonstrada pelo governo Obama. Além disso, o presidente eleito chamou Kim de “valentão” durante os debates presidenciais.

O míssil norte-coreano capaz de lançar arma nuclear a partir de submarino -  BBC News Brasil

Mísseis são vistos em desfile para celebrar o oitavo Congresso do Partido dos Trabalhadores em Pyongyang, na Coreia do Norte, na quinta-feira (14) — Foto: KCNA via Reuters

– Como ter um mundo mais pacífico? Siga a dica de São Paulo:

Sabe como ter um mundo de paz?

É perdoando, segundo São Paulo em sua Carta aos Eféseos, escrita há quase 2000 anos. E ele tem razão, pois sua mensagem é atual!

Leia, de Ef 4,31-32.

“Toda a amargura, irritação, cólera, gritaria, injúrias, tudo isso deve desaparecer do meio de vós, como toda a espécie de maldade. Sede bons uns para com os outros, sede compassivos; perdoai-vos mutuamente, como Deus vos perdoou por meio de Cristo”.

Se fizermos tudo isso, não teremos um mundo garantidamente de paz?

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– Confraternização Universal e Dia da Rainha da Paz

O dia Primeiro de Janeiro é marcado por ser um dia de Confraternizações mundo afora, mesmo àqueles que não seguem o calendário cristão e, em tese, não é Ano Novo.

No tempo litúrgico, esse dia de festejos segue à festa católica da Virgem Maria, mãe de Jesus, sob a invocação de Nossa Senhora Rainha da Paz.

Paz. Simplesmente paz. É o que precisamos nesse ano que se inicia.

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– Pensamento de Santo Ambrósio em seu Dia!

Vivemos numa era onde o equilíbrio emocional, espiritual, físico e financeiro precisam estar cada vez mais em sinergia. E sinceramente, penso que isto não é bom. Este equilíbrio, honestamente, é necessário, pois verdadeiramente bom seria que simplesmente vivêssemos em paz. Mas como hoje é dia de Santo Ambrósio, um santo alemão do século 3, compartilho uma reflexão maravilhosa do mesmo e que se faz necessária neste mundo tão ferido dos dias de hoje, onde o conforto das pessoas, às vezes, se baseia na vingança; onde alardeia-se o sucesso às custas do insucesso profissional de outros; ou, ainda, que neste mundo capitalista tão competitivo, nem todos têm espaço. Tudo isso pode ser verdade, mas não deveria.

Assim, lembremo-nos do pensamento ambrosiano:

Ninguém cura a si mesmo ferindo os outros”.

O amor, a oportunidade e a presteza podem ter lugar num mundo cada vez mais vazio e contraditoriamente repleto de anseios.

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– Felicidade é contagiosa. A infelicidade também.

O caderno “Vida & Ciência” do Estadão traz uma matéria da BBC, a respeito da FELICIDADE. E olha que interessante: cientificamente, está ‘quase’ provado: Felicidade é contagiante! E o contrário, idem.

Extraído de: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid288879,0.htm

FELICIDADE PODE SER CONTAGIANTE, DIZ ESTUDO

Pesquisa mostra que felicidade de indivíduo está conectada às pessoas com que se relaciona.

– Um estudo publicado na revista científica British Medical Journal aponta que a felicidade de uma pessoa não é só uma escolha ou experiência individual, mas que está ligada “à felicidade dos indivíduos aos quais a pessoa está conectada, direta ou indiretamente”.

Usando análises estatísticas, os pesquisadores Nicholas Christakis, da Escola de Medicina de Harvard, e James Fowler, da Universidade da Califórnia, mediram como as redes sociais estão relacionadas com a sensação de felicidade de uma pessoa.
Segundo os dados do estudo, a felicidade de uma pessoa pode “contagiar” aqueles com quem ela se relaciona.

“Mudanças na felicidade individual podem se propagar em ondas de felicidade pela rede social e gerar grupos de felicidade e infelicidade”, diz o estudo.

E mais, não são apenas os laços sociais mais imediatos que têm impacto nestes níveis de felicidade, o sentimento consegue atingir até três graus de separação (amigos de amigos de amigos).

“Pessoas que estão cercadas de pessoas felizes e aqueles que são centrais nessas redes de relações têm mais tendência a serem felizes no futuro”.

A pesquisa aponta que estes grupos de “felicidade” resultam da disseminação desse sentimento, e não são apenas resultado de uma tendência dos indivíduos se associarem a pessoas com características similares.

Proximidade

Assim, um amigo que viva a uma distância de cerca de uma milha (1,6 km) e que se torna feliz, aumenta a probabilidade de que uma pessoa seja feliz em 25%. Efeitos similares foram observados entre casais que moram na mesma casa (8%), irmãos que vivam a menos de uma milha de distância (14%) e vizinhos (34%).

Surpreendentemente, essa relação não foi observada entre colegas de trabalho, o que sugere que o contexto social pode afetar na disseminação no sentimento de felicidade.
O estudo também aponta que a proximidade geográfica é essencial para a disseminação da felicidade.

Uma pessoa tem 42% mais chances de ser feliz se um amigo que viva a menos de 800 metros de distância se torna feliz. O efeito é de apenas 22% se o amigo morar a mais de 2,2 quilômetros.

Dados

Para chegar a essas conclusões, os autores analisaram dados coletados em um outro estudo que reuniu informações de 5.124 adultos entre 21 e 70 anos na cidade de Framinggham, no Estado americano de Massachusetts, entre 1971 e 2003.

Originalmente iniciado para pesquisar riscos de problemas no coração, este estudo também coletou dados sobre a saúde mental dos entrevistados.

Em diversos momentos, os entrevistados foram convidados a responder se concordavam ou discordavam de quatro afirmações: “Me sinto esperançoso em relação ao futuro”; “Eu fui feliz”; “Eu aproveitei a vida” e “Eu me senti tão bem como as outras pessoas”.

Para chegar ao conceito de “felicidade” usado em sua pesquisa, Christakis e Fowler levaram em conta a resposta afirmativa às quatro sentenças.

Segundo o professor Andrew Steptoe, especialista em psicologia da University College of London, “faz sentido intuitivamente que a felicidade das pessoas à nossa volta tenham impacto em nossa própria felicidade”.

“O que é um pouco mais surpreendente é que essa felicidade parta não apenas daqueles muito próximos a você, mas também de pessoas um pouco mais distantes.”

Segundo ele, a pesquisa também pode ter implicações em políticas de saúde pública.

“A felicidade parece estar associada a efeitos protetores à saúde.”

“Se a felicidade realmente for transmitida por conexões sociais, ela poderia, indiretamente, contribuir para a transmissão social de saúde”, disse ele.

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– Deus é bom o tempo todo e para com todos!

Deus é bom para todos. Deus não seria Deus se fosse bom para alguns, melhor ou pior do que para outros.

Deus não é justo, pois se fosse justo estaríamos todos condenados pela nossa culpa. Deus é misericordioso.

Deus acolhe a todos, indistintamente. Deus permite o mesmo prêmio ao convertido derradeiro. Deus conhece o nosso íntimo e até onde somos realmente culpados ou fracos.

Deus é mais que amor. Deus é Deus.

Compartilho esse “Mini-Sermão” do Padre Joãozinho, SCJ, publicado em seu Twitter, que explica muito bem isso.

A seguir: twitter.com/padrejoaozinho/status/1296046465266135047

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– #PrayForNice, e sejamos todos tolerantes.

A França é um dos países europeus que mais está envolvido com a miscigenação dos povos imigrantes do recente êxodo da Ásia e da África (fuga de populações de pobres e ex-colônias, além de refugiados). Os negros e árabes estão cada vez mais numerosos, levando suas dificuldades e cultura.

Respeitar e acolher se faz necessário, mas o choque cultural é sempre algo real. E vimos isso com a discussão sobre “total liberdade de expressão versus ofensas religiosas” com o caso da Charle Hebdo, a revista de humor que sempre fez sátiras com assuntos delicados, como Cristianismo e Islamismo (lembrando do ataque terrorista à edição da publicação, motivado por radicais árabes que ficaram chocados com as charges de Maomé).

Sou a favor da liberdade de expressão, mas entendo que algumas coisas podem ser evitadas – como as que podem ofender a espiritualidade das pessoas. Claro, isso não é motivo para matar, como foi a reação do grupo citado.

Agora, duas semanas depois de um professor (Samuel Paty) ser degolado pelo mesmo motivo na França (o de mostrar uma imagem ofensiva à cultura árabe), um ataque terrorista perto da Catedral de Notre-Dame em Nice vitimou pessoas. As autoridades já ligam os fatos como “Islamofacismo”.

Aí ficarão duas situações: um certo sentimento de “Islamofobia” (franceses cristãos e ateus assustados com tanta violência e que começam a discriminar os árabes que por lá vivem) com “Islamofacismo” (árabes revoltados que usam da violência para defender as causas que acreditam).

Quem perde? Todos! A democracia e a paz precisam de tolerância para coexistirem…

Atentado a faca perto da Basílica de Notre Dame de Nice, na França, deixou mortos e feridos - Valery Hache/AFP

– O Diabo se disfarçando de Anjo no momento de Depressão. Cuidado!

O Papa Francisco é alguém realmente iluminado pelo Espírito Santo. Prova disso é que, dias atrás, escreveu um mensagem de efeito e profundidade, sobre o quão o Diabo quer confundir as pessoas e levá-las aos caminhos equivocados – principalmente quando estão em depressão ou dificuldade!

Disse ele, via Twitter:

Nossa alegria nasce do fato de sabermos que, com Jesus, nunca estamos sozinhos, mesmo nos momentos difíceis, mesmo quando o caminho da vida é confrontado com problemas e obstáculos que parecem insuperáveis… e há tantos! E nesses momentos, vem o inimigo, vem o Diabo, muitas vezes disfarçado de anjo, e insidiosamente nos diz a sua palavra. Não o escuteis! Sigamos Jesus!”

Belo e, ao mesmo tempo, um preciso alerta sobre as confusões que Satanás quer fazer em nossa vida, levando ao desânimo e ao cansaço espiritual.

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