– 5a feira mobgráfica, bela e motivacional!

Boooom dia. Cinco cliques do despertar de hoje, usando Apps para dar cores e formatos diferentes às poses:

1- Acordando bem cedo para correr (desprezando o frio suportável), usando o Brushstroke App:

bomba.jpg

2- Rezando no Imaculado Coração de Maria durante o cooper, usando o Line Camera App:

bomba.jpg

3- Admirando as flores do jardim (aqui uma Beijoqueira) usando o Prisma App:

bomba.jpg

4- Agradecendo o sorriso da filhota e da filhinha (minhas inspirações) com o Colorburn App:

bomba.jpg

5- Curtindo o sol despertar no caminho do trabalho com o lindo horizonte usando o Polamatic App:

bomba.jpg

Ótima quinta-feira para todos!

– Bem-vinda, 4a feira!

Bom dia! 5 Cliques no estilo mobgráfico para motivar mais uma jornada:

1- Logo cedinho, fui correr para gastar endorfina. Motivando:

bomba.jpg

2- Durante a corrida, rezando em Santo Irineu de Lyon, que pregava: “É na nossa fraqueza que Deus se manifesta”. Meditando:

bomba.jpg

3- Terminado o cooper, a melhor amiga do homem (a cadela), me esperando sorridente no portão (parece letra do Roberto Carlos – a canção “O Portão). Distraindo:

bomba.jpg

4- Pós-treino, alongando entre as flores do jardim, pois jardinagem é nosso hobby. Relaxando:

bomba.jpg

5- Indo trabalhar acompanhando a alvorada colorida e inspiradora. Contemplando:

bomba.jpg

Ótima quarta-feira para todos!

– 3a feira começando.

E o novo dia desperta, pronto para ser vivido. Como a jornada está corrida, vamos lá (em 4 fotos):

Despertando para correr:

bomba.jpg

Correndo e Meditando com Nossa Senhora do Imaculado Coração:

bomba.jpg

Alongando pós-cooper entre as flores:

bomba.jpg

Contemplando o céu colorido que acorda magnificamente:

bomba.jpg

Ótima terça-feira para todos!

– Doído, Doido, Do bem, Dormente… Domingo, Domingão, Domingaço, Domingando!

Acordar bem cedo para vencer as dificuldades da labuta diária é uma das minhas obrigações das quais não abro mão.

Desde pequeno eu costumo acordo na madrugada, do tempo de trabalho, de escola, de trabalho de novo, de escola e trabalho. E da fase adulta também. Não reclamo, é na quietude da madrugada que eu posso refletir as coisas da vida durante alguns minutos de paz, introspecção e desestresses.

Correr cedo, portanto, me é salutar (assim como também me acalma a alma escrever). E já fiz isso hoje no clique mobgráfico 1:

bomba.jpg

Durante meu cooper, faço algumas orações. E o “santo do dia” neste dia 25 é São Guilherme, um monge da linha beneditina do século XI, criador de mosteiros, que tinha como propósito ajudar o próximo e viver longe do pecado! Clique mobgráfico 2:

bomba.jpg

A beleza das flores é algo para ser contemplado. Relaxa a mente! E após a corrida, ficar alongando no jardim (sim, adoro jardinagem, um dos meus hobbies) é muito gostoso. Hoje, na beleza das pequenas pétalas vermelhas ampliadas pelo detalhe mobgráfico da foto 3:

bomba.jpg

Depois da atividade física, ir trabalhar (pois a labuta começa bem cedo ao pé da letra) inspirando-me nesse amanhecer maravilhoso, pintura divina da alvorada magnífica que surge. Clique mobgráfico 4:

bomba.jpg

Após o trabalho (meio-período hoje), curtir os festejos joaninos e dedicar-me à esposa e às filhas. É maravilhoso ser PAI, é incrível ser MARIDO, é humano ser IRMÃO, é extraordinário ser FILHO… e é excepcional ser GENTE! A propósito, minhas riquezas mais pequenas juntas (mas separadas por 8 anos de idade) no clique mobgráfico 5:

bomba.jpg

Ótimo domingo, seja de suor, de descanso, de pensamentos, de dúvidas…

– Sábado de intensas cores!

Olááááá! Hora de despertar para mais um bom dia de vida!

Começando bem a jornada, fui correr cedinho em busca de motivação (ontem dei um WO…) Nossa foto-incentivo:

bomba.jpg

Durante o treino, pensando nas coisas do Alto. Hoje em São José Cafasso, que ficou conhecido como o “Santo da Forca”, por ouvir confissão e procurar ajudar espiritualmente os condenados à morte por forca (inocentes ou culpados). Nossa foto-meditação:

bomba.jpg

Pós-treino, alongando entre as flores do jardim. Esse quadro-pintura foi feito com um aplicativo de texturas. Que tal nossa foto-inspiração?

bomba.jpg

Hora de trabalhar! Na estrada, retratado o amanhecer na nossa foto-contemplação:

bomba.jpg

Ótimo sábado para todos!

– Por uma boa 5a feira!

Bom dia. Começando bem mais uma ótima jornada (e há de ser boa)!

Buscando gastar a adrenalina em busca da endorfina: vamos correr? Nossa foto-motivação:

bomba.jpg

Durante o treino, pensando nas coisas do Alto. Hoje em Nossa Senhora da Esperança, Mãe de Jesus. Nossa foto-meditação:

bomba.jpg

Pós-treino, alongando no jardim e curtindo a rosa lilás. Que tal nossa foto-inspiração?

bomba.jpg

FINISHED, hora de trabalhar! Em meio ao caminho, nossa foto-contemplação do amanhecer:

bomba.jpg

Ótima quinta-feira para todos!

– Uma 4a feira bem disposta!

Bom dia. A manhã está fria e com muito vento. Coragem, vamos correr? Nossa foto-motivação:

bomba.jpg

Durante o treino, pensando nas coisas do Alto. Hoje em São Luís Gonzaga, padroeiro da Juventude. Nossa foto-meditação:

bomba.jpg

Pós-treino, alongando entre as flores do jardim. Nossa foto-inspiração:

bomba.jpg

Enfim, hora de trabalhar! E no caminho, o sol desperta dando cores ao dia cinzento. Nossa foto-contemplação:

bomba.jpg

Ótima quarta-feira à todos!

– Motivando o dia!

Acordar cedo e sentir o prazer de viver é muito bom! Três momentos de foto-motivação:

1. Madrugando pra correr: buscando a adrenalina e à disposição para a labuta:

 

2. Pensando em Deus e na vida: hoje, dia de Santa Águeda, a nobre que abandonou tudo para servir aos pobres.

3. Finda a corrida, a contemplação à Natureza. Como é bom viver no meio do mato!

Vale a máxima: corpo, mente e alma em sintonia! A mim, essa tríade é necessária.

– De quem é o destino?

São batidas as frases: “o futuro está em suas mãos”, “é você quem faz o seu futuro”, ou “o destino está em suas mãos”. Mas gosto dessa em específico:

O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos”.

(Eleanor Roosevelt, ex 1a dama dos EUA).

De fato, o futuro sempre será incerto. Só que se não sonharmos, ficará ainda mais duvidoso com chances de ser triste.

img_1035

– A Corrida para Você Nascer!

Veja que bacana: uma matéria entusiasta sobre como já nascemos vencedores! Cada um é um ser único, que antes de vir ao mundo, já venceu outros 300 milhões de outros concorrentes!

Gostei e compartilho, extraído de: http://is.gd/uivcFd

VOCÊ, O ESPERMATOZÓIDE VENCEDOR

Por Carlos Dias

Parabéns, você é um vencedor. Já nasceu com essa condição. Para ser o que é, ganhou a primeira e a mais importante competição de toda a sua existência, uma disputa mais concorrida do que qualquer vestibular. Você contrariou estatísticas, desafiou regras matemáticas de probabilidade e zombou da sorte. Derrotou outros 300 milhões de concorrentes.

Esse é o número de espermatozóides lançados no canal da vagina durante um ato sexual. Todos sabem qual o caminho a tomar. Nadam freneticamente em direção ao útero, onde – durante apenas dois dias por mês – podem encontrar um óvulo à espera da união capaz de gerar um novo ser humano. Não é fácil. Somente um deles é bem-sucedido nessa corrida de obstáculos. Foi um esperma- tozóide específico, de seu pai, que levou a um óvulo de sua mãe as moléculas de DNA que, misturadas ao DNA dela, deram as instruções genéticas para fabricar você. Imagine se ele tivesse morrido na praia. Você não existiria.

Metade de todos os espermatozóides morre rapidamente no interior da vagina, um ambiente, por incrível que pareça, inóspito para eles. Os sobreviventes que chegam à entrada do útero deparam com um muco que só permite a passagem dos espermatozóides quando a mulher está prestes a ovular. Caso contrário, morrem todos. Com a entrada permitida, eles atravessam todo o útero em direção às tubas uterinas (*), os dois estreitos canais que levam aos ovários. É em uma das tubas que vai ocorrer a fecundação. O final dessa corrida é eletrizante. Os espermatozóides usam sua longa cauda para nadar vigorosamente contra a correnteza de um fluido que traz o óvulo.

Passaram-se, até aqui, apenas cinco minutos. Muitos chegam ao óvulo – uma célula desproporcionalmente grande, a única do organismo humano que pode ser vista a olho nu. Todos lutam desesperadamente para forçar a sua entrada. Quando o vencedor consegue, o óvulo desencadeia imediatamente uma reação bioquímica e altera sua composição externa, fechando definitivamente a passagem para os demais. É o fim da corrida. Mais quatro dias e o óvulo fecundado, chamado ovo, chega ao útero. Nove meses depois, nascerá mais um bebê, o resultado desse irresistível processo biológico que hoje espalha mais de 5 bilhões de vencedores sobre a superfície do planeta Terra.

(*) Pela nova nomenclatura anatômica, este passa a ser o nome das trompas de Falópio.

imgres.jpg

bomba.jpg

– Confiança no seu trabalho: você a tem?

Ótimo artigo para profissionais de qualquer ramo: o quanto “você confia no seu taco?”

Compartilho esse comprido, irreverente, diferente e ótimo texto!

UM PAPO SOBRE CONFIANÇA E BUNDAS-MOLES

Por Matheus de Souza (https://www.linkedin.com/in/matheusdesouza)

Tem tantas pessoas talentosas por aí desperdiçando seu potencial por falta de confiança. Elas esperam que os outros acreditem nelas, mas não acreditam em si mesmas. Isso dói, cara.

A confiança é a base onde nossas vidas estão construídas. A confiança deve estar presente em relacionamentos, parcerias de negócio, lançamentos de produtos. Deve estar no botão enviar. No publicar. A confiança leva as coisas adiante.

Viver socialmente requer que, na maioria das vezes, não compartilhemos nossas opiniões, pensamentos e pontos de vida sobre o mundo. A sociedade quer que você seja um trabalhador dócil. Que escute as regras e faça seu trabalho para que as engrenagens continuem rodando.

Ah, e não podemos esquecer de bater o ponto. A sociedade pira quando não o fazemos. Já que, pra ela, o que importa são as horas trabalhadas, não o resultado entregue. E os prazos? Amigo e amiga, foda-se a criatividade quando se tem um prazo. É engraçado que a palavra inglesa pra isso seja deadline. Numa tradução literal, data limite. Pra nossa criatividade, a data da morte. Aos poucos os deadlines, cada vez mais apertados, vão nos corroendo por dentro. E nos matando.

Só há uma versão de você — por que desperdiçar seu talento?

Pra começar, saiba que você é um ser singular. Não há ninguém como você no mundo. Ninguém com suas experiências de vida, suas vivências ou seus pontos de vista.

Eu sei que isso soa meio insosso, mas é verdade, parceiro. Ninguém sabe a merda que você passou e acredito que você deva ter algum dom para compartilhar com o mundo.

O meu eu acho que é a escrita. Ela tem me proporcionado momentos únicos cada vez que clico em publicar. Das trocas de experiências nos comentários à mais recente loucura que a internet me proporcionou: hermano traduziu texto meu pro espanhol e saí numa revista de negócios gringa. E aí te/me questiono: se no primeiro comentário negativo — e acredite, mano, tem uma galera que não pega leve — eu tivesse abandonado a escrita?

Para ter uma confiança inabalável em si mesmo, você precisa ser razoável. E você precisa violar algumas normas sociais. Provavelmente uma das melhores coisas que aprendi na faculdade foi que muitas dessas regras nos são autoimpostas. E aí te digo que nossos destinos podem ser controlados se alterarmos essas regras. Pise fora da zona de conforto e você nunca mais terá vontade de voltar pra ela. Desafie os outros, desafie os conceitos de certo e errado.

Eu meio que tô fazendo isso nesse texto. O padrão imposto pelas normas de marketing de conteúdo, ou melhor, pelos algoritmos dos mecanismos de busca, é que eu use um conjunto de técnicas de SEO. Sabe aqueles textos que eu e muitos por aí fazemos do tipo “X dicas pra você”? Fazemos isso porque é mais fácil você clicar no texto com um título desses. As dicas numeradas, inclusive, utilizam um recurso chamado heading tags. São esses subtítulos que garantem que você nos encontre no Google quando faz uma pesquisa.

Me pergunta se curto escrever nesse estilo? Acho uma bosta. Meu autor favorito é o Jack Kerouac, não o insira o autor mais vendido de autoajuda do momento. Mas a parada é que eu tô no jogo, sacou? Meu negócio é o texto corrido, uns palavrões, umas gírias. Não tenho paciência pra esses artigos enlatados — o que pode soar completamente contraditório, já que também faço isso e, inclusive, vendo isso —, mas é como falei: eu tô no jogo. Não fossem esses padrões (veja eles aí novamente), você provavelmente não teria lido meus outros textos. E talvez nem leia esse, já que tô fugindo do padrão.

O ponto é que tem muita gente querendo passar uma mensagem legal, mas essa galera acaba sendo obrigada a se colocar dentro de um padrão para que o seu trabalho chegue a um público maior. Pode nos chamar de vendidos, se você se sentir melhor com esse termo. E aí, cara, acabamos todos no mesmo balaio. Essa é a real. Você sai no G1, as pessoas te elogiam, seu ego vai nas alturas, todo mundo fica feliz. E vão surgindo as alcunhas. Guru do empreendedorismo, empreendedor de palco, meninos e meninas do Vale. E quando rola uma treta tipo o lance da Bel Pesce, toda uma geração é posta em xeque. A sociedade não perdoa.

Mas vamos falar sobre empreendedorismo. E vou mudar de assunto sem colocar uma tag h3 como subtítulo. Vemos as notícias e histórias do Vale do Silício e tentamos replicá-las aqui. Mas é foda, cara. São poucas as sociedades que incentivam o empreendedorismo. E o Brasil não é uma delas. Os americanos, com quem temos uma relação de amor e ódio, desde pequenos são incentivados a pensarem por conta própria e expressarem seus talentos para o mundo. É por isso que eles são fodas em várias áreas. Tem os melhores atores, os melhores esportistas, os melhores tudo — tá, não é só por isso, mas ajuda muito.

Sem falar das leis fiscais. Tenta abrir uma empresa nos EUA e uma no Brasil. E os programas de apoio e fomento à startups? Ah, mas no Brasil tem vários editais. Vou contar um caso pra vocês, então. Sou sócio do Projeto CR.U.SH, uma startup de mobiliário digital open source. Na metade do ano fomos contemplados no Sinapse da Inovação, um programa de incentivo a criação de empresas de tecnologia do estado de Santa Catarina. Prêmio de R$60 mil e uma bolsa de R$2.500,00 durante 1 ano. Estamos em meados de setembro. Pergunta se já recebemos? Três meses de atraso — até agora. Cê acha que os gringos iam dar um mole desse?

A real sobre confiança

Tem outro princípio sobre o uso das heading tags que é a escaneabilidade. Essa não tem haver com os mecanismos de busca. O negócio é com o elemento humano atrás da tela. Esses subtítulos ajudam o leitor a escanear o texto em busca de informações relevantes. Do contrário, há o risco do cara pensar “ah, não tô com saco pra textão”. E aí ele clica no x e aquelas horas que você passou escrevendo não valeram 10 segundos do tempo dele.

Mas voltemos pra confiança. Eu tenho uma troca muito legal com o meu público no LinkedIn e sempre rolam alguns insights lendo os comentários. Uma coisa que notei esses tempos é que muitos de nós somos extremamente idealistas quando jovens, mas com o passar do tempo, quando precisamos nos estabelecer num trabalho comum das 08h às 18h e, principalmente, que pague nossas contas, muitos dos nossos sonhos e esperanças desaparecem e começamos a perder a confiança em nós mesmos. Perdemos aquele brilho nos olhos, saca? Nossos dias ficam cinzentos, você entra em modo automático e apenas torce para que o final de semana chegue logo.

Mas, cara, é seu dever ter confiança em si. Quando você tem um forte senso de dever, seus medos tornam-se menos reais e fica mais fácil compartilhar seus dons com os outros. Eu morria de medo de publicar meus textos online. Nos 20 primeiros, por aí, fechei a seção de comentários. Não estava preparado para o feedback. Aí um dia recebi um e-mail de um cara dizendo que adorava meus textos, mas nunca teve a oportunidade de comentar isso neles. Pensei: porra, cara! Ó o que eu tô perdendo.

Cada vez que me sento nessa cadeira é uma luta pra escrever e fazer o trabalho criativo. Tem vários dias que sento aqui, fico olhando o cursor do editor de texto piscar e não acontece nada. Pego um café, perco um tempo procurando uma playlist com o termo concentração no Spotify e tento de novo. O tempo passa e vou me frustrando. Será que não tenho mais nada para contribuir com os outros? A fonte secou? Secou nada, cara. Tu és foda. Eu sou foda. Cadê a confiança?

Minha confiança aumentou muito quando percebi que fragmentos do que eu escrevo podem ajudar alguma situação vivida por alguma pessoa em algum lugar do mundo. Sim, em algum lugar do mundo. Tenho leitores de toda a comunidade que compartilha a língua portuguesa. Angola, Moçambique, Cabo Verde, Timor Leste, Macau, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e, claro, Portugal. Esqueci de alguém? Escrevi de cabeça, hoje acordei meio puto com o Google. Ah, tem também a galera que leu aquele meu texto em espanhol. A AmerícaEconomía circula em toda a América Latina, então o texto chegou pra muita gente.

E aí me perguntam: Tá, Matheus, mas estás ganhando dinheiro com o blog? Mas porque o foco de tudo o que fazemos é o dinheiro, porra? Não sou hipócrita, gosto de dinheiro, mas pô… Não tem dinheiro que pague a sensação de ver que, de alguma maneira, você fez a diferença na vida de alguma pessoa. E isso é o tipo de coisa que só rola quando você destrói seus medos e tem confiança em si. No meu caso, só rolou quando permiti que as pessoas comentassem em meus textos.

Muitos de nós não deixamos um legado porque temos medo de que nossas necessidades básicas, ou melhor, as necessidades básicas impostas pela sociedade não sejam atendidas. O carro novo, a casa maior, as roupas de marca. E digo legado porque você sabe, né, um dia todos nós vamos embora dessa vida. Serião. Ou seja, cê tem uma chance, parceiro.

Seja um tolo

Tô sendo tolo ao pensar que terei quase 1 milhão de visualizações com este escrito igual tive neste texto. Mas eu precisava disso. Qualquer um que vai contra as regras da sociedade é visto como um tolo. Foi assim com vários caras fodões que fizeram coisas grandiosas. Pra nossa geração o mito dessa descrição é, certamente, Steve Jobs. Mas vamos voltar um pouco e deixar a tecnologia de lado. Vamos falar de caras que pensaram na coletividade. Vamos falar de Gandhi, Mandela, Luther King Jr. Muitos heróis, santos ou mártires colocaram suas vidas em risco para defenderem suas crenças. Sacrificaram suas vidas pelo coletivo e conduziram a raça humana adiante.

Para qualquer trabalho criativo que você faça ou qualquer coisa que você faça fora das normas, tenha a certeza de que será ridicularizado. Os caras que citei foram. As pessoas não gostam de outras pessoas que fazem coisas diferentes. Já contei aqui da vez em que fui ao Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York e achei tudo aquilo uma merda. O fato é que cheguei lá cheio de preconceitos e com a ideia pré-concebida de que qualquer risco é arte. Ignorância. Mesmo.

Agora te encorajo a ser um desajustado — não vou copiar e colar a propaganda épica da Apple, relaxa. Não siga o rebanho, abra seu próprio caminho. É meio loko eu escrever isso porque eu realmente estava seguindo o rebanho. Quero dizer, eu tô no jogo, mas eu posso ter meu próprio estilo. Uns headlines tags aqui e ali, mas eu posso fazer o meu trampo, não apenas seguir uma fórmula mágica de sucesso que promete máximo engajamento e trocentas mil curtidas. Eu não quero só visualizações, curtidas e o caralho à quatro, eu quero dar tapas na cara das pessoas. Tapas metafóricos, evidentemente.

Haters

A internet é foda. A linha tênue entre sucesso e fracasso é realmente fina por aqui. Uma palavra mal colocada e pronto. Já era. A galera cai de pau. E dói. Se meu texto tem 100 comentários, sendo 98 positivos e 2 negativos, aqueles 2 filhos da puta mexem comigo. Mas aí entra a confiança. Aprendi a me apegar aos 98 e ignorar os 2. Porque pô… São 98. Independente da sua proporção de haters, se apegue aos comentários positivos da galera que te quer bem. Críticas? Só se forem construtivas. O resto deixa pra lá.

A melhor maneira de lidar com esses caras? Fazendo um trabalho melhor ainda. Confiança, mano.

Onde está a sua rebeldia natural?

Ontem enviei um e-mail pro pessoal da minha newsletter perguntando qual o maior desafio profissional que as pessoas tem enfrentado. A galera se engajou e já recebi mais de 100 respostas — agora quero ver dar conta de responder todo mundo, haha.

Esse meu texto é sobre confiança por dois motivos:

Percebi que tem muita gente na pior justamente pela falta dela.

Teve um cara, que vou chamar carinhosamente de Leo Tolstoy, que me respondeu de volta com algumas sugestões e questionamentos. Na real, ele me abriu os olhos.

Em determinado trecho ele chama minha geração de bundas-moles e diz para eu fugir do politicamente correto. O Tolstoy tem razão. O sucesso por vezes nos cega. É muito cômodo pra mim fazer um texto caça-níquel de cliques com um título “X dicas para você” ou “Como fazer tal coisa” e 500 palavras do que este meu manifesto com mais de 2000 palavras.

Tolstoy cita, com razão, nossa falta de culhões. Nosso medo de tocar o dedo na ferida e deixar de fazer parte do clubinho.

Por isso a necessidade desse texto. Ele foi escrito pra aumentar a minha confiança, a sua e a do Tolstoy em nossa geração.

Vamos ter mais confiança em nós mesmos. Vamos fazer a diferença nessa porra de mundo. Vamos deixar um legado.

Não quero mais ser um bunda-mole.

Boa semana.

bomba.jpg

– Nick Vujicic, o exemplo maior de superação!

Tetra-amelia é uma doença rara em que a pessoa nasce sem braços e pernas (os quatro membros). E Nick Vujicic, 33 anos, atleta australiano paraolímpico, é uma das vítimas dessa enfermidade.

Entretanto, ele trabalha como palestrante motivacional, exerce uma missão evangelizadora cristã e adora abordar o tema “esperança”.

Sempre alegre, Nick só lamenta uma coisa: não poder abraçar Dejan e Kiyoshi, seus dois filhos!

Um tapa na cara de muita gente (como eu) que às vezes reclama da vida…

bomba.jpg
bomba.jpg
bomba.jpg
bomba.jpg
bomba.jpg

– Virtude Necessária ao Ano Novo!

A paciência é uma virtude cristã. Sendo assim, compartilho uma linda oração àqueles que carecem ter paciência (de Santa Teresa D’Ávila) e que nos dias atribulados e de correria em que vivemos, se faz necessária:

Nada te perturbe. Nada te espante. Tudo passa. A paciência tudo alcança.

Nada me perturbe. Nada me amedronte. A quem tem Deus nada falta. Só Deus basta.

Simples e belo, não?

imgres.jpg

– 100 anos de um medalhista anão: Joe de Pietro

Para ser campeão, não precisa ter tamanho. Quer uma prova?

Joe de Pietro levou a Medalha de Ouro no Levantamento de Peso nas Olimpíadas de Londres de 1948. Ele levantou 307,5 kg. Detalhe: media 1,40 m… E se hoje fosse vivo, faria seu 100o aniversário!

Veja a foto:

Extraído de: http://www.esportefino.net/joe-de-pietro-um-improvavel-campeao-olimpico/

JOE DE PIETRO, UM IMPROVÁVEL CAMPEÃO

Daí você pensa em um campeão olímpico e imediatamente imagina um sujeito alto e musculoso ou magro e com físico bem cuidado ou então gordo e forte, como um judoca da categoria salve-se quem puder. Joe De Pietro não era nada disso. O americano foi campeão olímpico no levantamento de peso nos Jogos de Londres 1948. E tinha 1m40 de altura. Era um anão.

Na categoria até 56 quilos, De Pietro, campeão mundial em 1947, encerrou a competição com 307,5 quilos, contra 297,5 quilos do britânico Julian Creus, medalhista de prata. O americano Richard Tom completou o pódio (295 quilos).

De Pietro morreu em 1999, aos 84 anos.

– Virtude Derradeira do Ano!

A paciência é uma virtude cristã. Sendo assim, compartilho uma linda oração àqueles que carecem ter paciência (de Santa Teresa D’Ávila) e que nos dias atribulados e de correria em que vivemos, se faz necessária:

Nada te perturbe. Nada te espante. Tudo passa. A paciência tudo alcança.

Nada me perturbe. Nada me amedronte. A quem tem Deus nada falta. Só Deus basta.

Simples e belo, não?

imgres.jpg