– Mortos de Fome na Síria e o Horror da Guerra

Somos privilegiados em não estarmos em zona de guerra (apesar da violência urbana). Nada se compara aos horrores e atrocidades de quem vive em meio a área de disputa militar.

Digo isso pois tenho acompanhado tristemente a tormenta que o povo sírio sofre. Se antes padecia pelo ditador Bashar al-Assad, que apesar da Primavera Árabe se manteve no cargo, sofre agora com os ataques do Estado Islâmico do Norte da Síria e do Iraque (ISIS), grupo de terroristas que tem assustado o mundo com sua radicalidade e truculência e que quer dominar a qualquer custo o território local.

Um exemplo é a cidade de Deir Al-Zor, há quase um ano no olho do furacão armamentista. Com 200 mil habitantes, há 10 meses os moradores não tem energia elétrica e apenas bebem água 1 vez por dia. Lá é o ponto X do combate de milicianos curdos, fanáticos do ISIS e outros grupos rebeldes. Enquanto eles se matam, o povo sofre. E sem poder se juntar aos 4 milhões de refugiados (sim, já atingiu-se tal número de fugitivos migrantes da guerra) pois estão cercados por todos os lados, os cidadãos não recebem alimentos e alguns morrem literalmente de FOME.

É um inferno em vida, sem dúvida. E por quê providências não são tomadas pra valer?

A ganância e o ódio transformam e maculam a vida das pessoas inocentes

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– A Imbecilidade da Comemoração com Tiros no Réveillon

Uma arma na mão de qualquer pessoa, por mais bem intencionada e preparada que ela seja, pode ser um perigo.

E nas mãos de um imbecil?

Na virada de ano, um garoto de 5 anos morreu por conta de uma bala perdida, fruto dos disparos de um idiota que comemorava a entrada de 2018 na capital paulista.

Eu não gosto nem de rojões pelo barulho. O que se dirá de tiros de pistola? Boa gente, certamente, esse atirador não é. E agora, como consolar a família do pobre inocente morto?

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– O inferno do começo de ano nas favelas da Rocinha e Jacarezinho

Viram as imagens dos tiroteios de ontem nas comunidades cariocas?

Que inferno deve ser viver por lá!

O Jornal Nacional mostrou cenas de trocas de tiros, gravadas por um coitado que precisava descer o morro para levar a sua mulher grávida de 9 meses a um hospital (e que não conseguia).

As tomadas aéreas mostraram o quão gigantescas são essas favelas, sem nenhuma condição digna de cidadania (em especial, os problemas relatados na reportagem em Jacarezinho e Rocinha). Pessoas vivendo com o medo da violência, dominadas pelo tráfico, em um emaranhado de fios e de casebres sobrepostos um aos outros, sem atendimento médico ou escola.

E o que as autoridades públicas têm feito DE VERDADE para resolver o problema dessa gente sofrida?

Nada de eficaz.

Coitado do trabalhador humilde e pobre que tem que passar por esses perrengues da vida…

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– Dias de Intolerância na Região de Jundiaí: 3 mortes banais!

No começo da semana, um homem foi morto em Jarinu por supostamente roubar um cacho de uva na plantação alheia. Ignorância absurda, apesar do aproveitador estar errado, logicamente.

Ontem, em Várzea Paulista, um menino de 9 (NOVE) anos matou outro de 12 (DOZE) por ter sido chamado de caolho. O assassino foi bolinado, é nítido, mas já tinha histórico de ter atentado contra um idoso a marteladas.

Hoje, um jovem foi morto no Eloy Chaves, ao chegar do trabalho. Motivo? A moto, desejo dos bandidos.

Quem mata por um mísero cacho de uvas, quem nem cresceu e já mata por qualquer chateação, ou ainda quem tira a vida do outro por culpa de uma moto, representam o quê para o futuro?

Triste demais. É reflexo de má formação dos pais, falta de Educação e relacionamentos extremistas sociais.

Informações sobre o crime no Eloy Chaves no link do Jornal da Região,

em: http://www.jr.jor.br/2017/12/20/homem-e-vitima-de-latrocinio-no-eloy-chaves2/

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– O mundo está surtando? Sobre o atirador do Texas.

Vimos recentemente os episódios do zelador de escola e do garoto que sofria bullying no Brasil, e que resultaram em mortes de inocente. O fato, mais frequente nos EUA (e que sempre motiva a discussão da permissão do porte de armas), repetiu-se novamente ontem: um homem jovem e que ajudava na catequese de uma Igreja Batista em Sutherland Springs (Texas-EUA), surtou e invadiu o templo durante um culto, disparando contra os fiéis e matando 26 pessoas à queima-roupa, além de ferir outras dezenas.

Por quê esses fatos estão se tornando mais comuns nos últimos tempos? Excesso de pressão do dia-a-dia, doenças da mente, pavor do convívio social, crise financeira ou o quê?

O mundo, infelizmente, está surtando.

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– Triste atentado (outro) do Estado Islâmico e as ameaças repetidas.

E o mais recente atentado terrorista promovido pelo ISIS (Estado Islâmico)? Foi o primeiro em Nova York depois do fatídico 11 de setembro.

Um jovem uzbeque de 29 anos atirou o seu carro contra os pedestres. E aí fica a questão: como se prevenir desta covardia de um “lobo solitário”?

Impossível!

O que assusta também são os diversos cartazes divulgados nos últimos dias contra jogadores considerados estrelas e que estarão na Copa da Rússia. Nano devemos crer em blefe!

Triste. O mundo está com medo e há razão em estar!

Ah, o fanatismo…

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– O ISIS ameaça o Mundial de 2018 com Messi sangrando?

Lamentável. Neste mundo que carece de paz, os terroristas do Estado Islâmico deixam a entender que planejariam assustar o mundo promovendo atentados na Rússia durante a próxima Copa do Mundo ao divulgar o cartaz abaixo, com Lionel Messi entre lágrimas de sangue.

Na ridícula foto-montagem, a mensagem: JUST TERRORISM.

Pra quê?

O mesmo Deus monoteísta dos cristãos é Allah para os árabes ou Javeh para os judeus. Não parece mais guerra religiosa promovida por fanáticos, mas algo além da cegueira que não se tem explicação – a não ser o fator financeiro!

Dizem que Deus é brasileiro. Mas ele também é argentino, judeu, árabe, sírio, iraquiano… 

Será que o assunto “segurança” estará acima do assunto “futebol” no Mundial?

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– O Pai do Garotinho Morto em Goiás: ser acima do limite humano!

Não consigo ficar vendo as matérias que vem de Goiânia dos garotos mortos pelo menino que sofreu bullying e atirou neles. Mas algo que não posso deixar de escrever: as declarações de um dos pais das vítimas!

Não sei o nome dele, mas ouvi sua entrevista falando que PERDOA o garoto que assassinou seu filho, pede para que os outros sejam misericordiosos com o menino atirador e que rezem por ele!

Você teria tão digna e magnífica atitude…?

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– Como entender o adolescente atirador de Goiás?

Parecendo aquelas tragédias que costumam ser noticiadas dos EUA (onde atiradores invadem colégios e matam colegas – e aí suscita o debate sobre porte de armas), aqui no Brasil um jovem disparou contra seus amigos em uma Escola em Goiânia.

Na semana passada, vimos o zelador de um colégio na calamidade de Minas Gerais ateando fogo. Agora, esse novo caso.

Que Deus conforte a família das vítimas. Mas algo que sempre perguntaremos: como explicar tais mentes doentias?

Difícil… uma pessoa em são consciência não pode fazer isso… O que a perturbaria tanto?

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– Os 2 carros bombas da Al Qaeda na Somália e as centenas de mortos.

Quase 300 mortos em um atentando terrorista na África Negra. Você viu “Plantão da Globo”, enviados especiais das emissoras de TV ou #PrayForSomalia?

Pois é. A Al Qaeda (os mesmos Talibãs que os americanos combatiam até a morte do Osama Bin Laden) praticaram essa barbaridade. Mas a repercussão mundial é pequena.

Será que há cidadãos cujo valor da vida é menor?

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– O Mapa da Violência em Jundiaí

O Jornal de Jundiaí trouxe uma matéria sobre as principais ocorrências que envolvem a Segurança Pública em Jundiaí. E ao ver a figura (abaixo o mapa), temos uma noção exata de como se dividem os bairros e onde é mais violento ou não.

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias-49901-furtos-e-roubos-lideram-e-região-da-ponte-são-joão-é-a-que-tem-maior-número-de-casos

FURTOS E ROUBOS LIDERAM E REGIÃO DA PONTE SÃO JOÃO É A QUE TEM MAIOR NÚMERO DE CASOS

Por Niza Souza

Ocorrências de furtos e roubos são as principais registradas nos sete distritos policiais (DPs) de Jundiaí. Somente de janeiro a agosto deste ano, foram registrados 3.760 furtos, sendo 467 de veículos, e 1.451 roubos, 217 de veículos. Os números fazem parte das estatísticas da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP). A maior parte das ocorrências está na região da Ponte São João.

Já o índice de homicídios na cidade está bem abaixo das médias nacional e estadual. No ano passado, foram registrados apenas 22 homicídios dolosos em Jundiaí, o que representa 5,5 para cada 100 mil habitantes. A taxa no Estado de São Paulo é de 12,2 homicídios para cada 100 mil habitantes e no Brasil, 28,9. Este ano, até agosto, foram 11 homicídios na cidade. Nas regiões abrangidas pelo 1º DP (Centro) e 7º DP (Chácara Urbana), não foi registrado nenhum crime de homicídio este ano.

Os delegados de polícia ouvidos pela reportagem do JJ Regional são unânimes em afirmar que, de modo geral, consideram a violência controlada em Jundiaí, principalmente pela baixa taxa de homicídios. Já a maioria dos furtos, crime que lidera as estatísticas, de acordo com as autoridades policiais, é de pequenos delitos, como furto de celular, carteira e bolsa.

O 3º DP, na Ponte São João, é o que mais registrou ocorrências este ano. Foram 1.376 até agosto. No ano passado inteiro, foram 2.214 ocorrências. Também é onde está a maioria das ocorrências de tráfico de drogas na cidade. Este ano, já foram 103.

Para o delegado Antonio Dota Júnior, titular do 3º DP, um dos motivos é a alta densidade populacional da região abrangida pelo distrito, que inclui bairros como Jardim São Camilo, Jardim Tamoio, Tarumã, Vila Nambi, Ivoturucaia, entre outros. Calcula-se uma população em torno de 120 mil habitantes. “Muitos casos de furtos são cometidos por usuários de drogas em situação de rua, que roubam pequenas coisas, e até fios e cabos, para sustentar o vício. Isso acaba aumentando as estatísticas”, analisa o delegado.

Dota Júnior destaca que, para combater esse tipo de delito, a Polícia Civil e a Guarda Municipal realizam, frequentemente, uma ação conjunta para cadastramento e monitoramento desses moradores em situação de rua. Segundo ele, esse trabalho tem ajudado a reduzir os índices criminais na região.

Outra ocorrência que chama a atenção no 3º DP é a lesão corporal dolosa. Foram 161 registradas neste ano, até agora, acima da média se comparada aos outros distritos da cidade. “Normalmente são casos de brigas e ameaças”, explica Dota Júnior.

Trânsito A segunda região com maior número de ocorrências registradas na cidade é a do 2º DP, no Parque da Represa, que abrange os bairros Vila Hortolândia, Engordadouro, Cecap, Morada das Vinhas, Vila Marlene, Jardim Sorocabana, Corrupira, Mato Dentro, Vista Alegre, entre outros. De janeiro até agosto, foram 1.151 ocorrências no distrito, a maioria, 634, de furtos (sendo 81 de veículos).

Segundo o delegado responsável, Orli de Morais, este ano as estatísticas foram incrementadas pelos furtos de hidrômetros. “Foram mais de 20 casos. Mas já identificamos e prendemos os autores desses crimes”, afirma.Por lá, além dos furtos, o dado que chama a atenção é o número de lesão corporal culposa por acidente de trânsito.

Foram 145 neste ano, acima da média das outras regiões da cidade. Conforme explica o delegado, a região abrange algumas rodovias, como o João Cereser e parte da Anhanguera, o que impacta na estatística de trânsito. Centro
Apesar de estar entre os distritos com menor número de ocorrências, 830 de janeiro a agosto, o 1º DP, no Centro, chama a atenção por registrar o maior número de furtos comparado às outras regiões da cidade. Foram 646, sendo 44 de veículos. O delegado Josias Guimarães pondera, entretanto, que a maioria dos casos é esclarecida ou autuada em flagrante.

“Isso ocorre por conta do perfil da região, que concentra muitos comércios e agências bancárias. Além dos furtos, também temos muitos casos de estelionato, justamente por conta dos bancos”, explica.

Por isso, ele alerta a população a sempre ficar atenta para não cair em golpes. “É incrível, mas ainda tem gente que cai em golpes conhecidos, como o do bilhete premiado. É preciso tomar muito cuidado, não deixar bens de valores à mostra. O ladrão procura facilidade. Se encontar, ele aproveita.”


 

– A arma sonora em Cuba sob os americanos é real. Mas por quê?

Já é confirmado que um “ataque sônico” produziu surdez e outros danos na cabeça de diplomatas dos EUA e alguns funcionários da embaixada do Canadá, em Havana. Foi um golpe com ondas sonoras que danificaram a audição e causaram outros males, praticado por algum equipamento imperceptível.

A questão que Donald Trump quer saber é: foram agentes de Cuba? Ou gente de fora, como venezuelanos, iranianos ou norte-coreanos, que vivem atualmente com pendengas contra os Estados Unidos?

Abaixo, extraído de: https://www.efe.com/efe/brasil/portada/ataque-sonico-em-cuba-pode-ter-causado-dano-cerebral-diplomatas-dos-eua/50000237-3359743

“ATAQUE SÔNICO” EM CUBA PODE TER CAUSADO DANO CEREBRAL EM DIPLOMATAS DOS EUA

O “ataque sônico” sofrido há alguns meses por vários diplomatas americanos e canadenses em Cuba pode ter provocado danos cerebrais, informou nesta quarta-feira a emissora “CBS”, que disse ter tido acesso relatórios médicos do caso.

Um médico americano que avaliou os diplomatas dois dos países diagnosticou “doenças graves como lesão cerebral traumática, com provável dano ao sistema nervoso central”, indicou a emissora.

Os diplomatas afirmaram que sentiram sintomas como náuseas, perda de audição, dores de cabeça e problemas de equilíbrio.

O FBI e o governo de Cuba estão investigando os incidentes ocorridos em Havana. Segundo o Departamento de Estado dos Estados Unidos, os ataques teriam ocorrido no final de 2016. A “CBS” e a “CNN”, no entanto, dizem que eles seguiram ocorrendo neste ano.

O governo dos EUA não detalhou a natureza das agressões, nem quis confirmar as informações da imprensa que indicam que os diplomatas foram vítimas de um “ataque acústico”.

A “CNN” informou na segunda-feira que mais de dez diplomatas americanos e seus familiares foram afetados pelo problema. Além disso, estão entre as vítimas cinco funcionários que trabalhavam na embaixada do Canadá na capital cubana.

Segundo a “CNN”, dois diplomatas que foram tratados nos EUA “sofreram danos de longo prazo, incluindo a perda auditiva como resultado dos ataques, e não puderam voltar a Cuba”. Outros decidiram deixar os cargos na ilha pelo ocorrido.

“Em alguns dos ataques, uma sofisticada arma sônica que operava fora da categoria de sons audíveis foi ativada dentro e fora das residências de diplomatas americanos que viviam em Havana e provocou sensações físicas imediatas”, indicou a “CNN”.

Outros ataques geravam um ruído alto e ensurdecedor, similar a um zumbido de um inseto ou a um metal arranhando o solo, mas as vítimas não conseguiam identificar a fonte do som.

O governo de Cuba afirmou neste mês que, após ter sido informado em fevereiro sobre os incidentes, iniciou uma “investigação cansativa, prioritária e urgente”, reforçando também as medidas de segurança dos funcionários da embaixada americana na ilha.

Apesar de os EUA não culparem, por enquanto, Cuba de realizar os ataques, o Departamento de Estado decidiu expulsar dois diplomatas cubanos da embaixada do país em Washington por considerar que Havana não cumpriu com a responsabilidade de proteger os funcionários americanos na ilha.

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A Embaixada Americana em Havana, onde 21 pessoas foram vitimadas (foto: O Globo)

– Policiais japoneses e a falta do que fazer!

No Japão, a criminalidade cai ano a ano. A taxa de homicídios por lá é de 0,73 a cada 100 mil habitantes. No Brasil, há 27 por 100 mil.

O grande “problema” lá é: a falta de serviço!

Em: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2016/11/policiais-japoneses-enfrentam-um-problema-falta-do-que-fazer.html#utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_content=jn

POLICIAIS JAPONESES ENFRENTAM UM PROBLEMA: FALTA DO QUE FAZER

Criminalidade caiu no Japão pelo 13º ano seguido. Em 2015, armas de fogo provocaram a morte de cinco pessoas em todo o país.

Pelo 13º ano seguido, a criminalidade no Japão está caindo. Existem cabines de polícia espalhadas por toda a cidade de Tóquio. São chamadas de koban. Servindo a uma população de mais de 13 milhões de pessoas, não deveria faltar trabalho aos policiais.

Mas eles são acionados, quase sempre, para ajudar gente perdida a encontrar um endereço ou receber carteiras, bolsas, achadas nas ruas. Não passa muito disso.

Os índices de criminalidade no Japão estão em queda há 13 anos. Os dados de 2015 foram divulgados agora em novembro. Em relação a 2014, o total de crimes caiu mais de 9%. Os homicídios ficaram abaixo de mil, uma redução de 11,5%.

Isso significa que, enquanto o Brasil possui uma taxa de homicídios de 27 vítimas para cada 100 mil habitantes, no Japão a mesma taxa é de 0,73.

Em 2015, armas de fogo provocaram a morte de cinco pessoas no Japão todo. Em 2014, foram 15 casos.

É rigorosamente controlada a venda de armas de fogo no Japão e conseguir uma autorização para portar uma é extremamente difícil. Além disso, segundo as autoridades, contribuiu para essa queda nos índices de violência a utilização de câmeras de vigilância nas ruas. Tudo isso criou um quadro que pareceria impossível numa grande cidade.

A tranquilidade de se andar pelas ruas a qualquer hora do dia, vale também para os policiais. Yasuo Sawai é advogado, mas já foi da polícia de Tóquio. Conta que durante os cinco anos patrulhando as ruas, não disparou um só tiro. Nunca sentiu necessidade, pois, segundo ele, o máximo de risco que um policial normalmente corre é enfrentar bêbados.
Ele disse como vê as notícias de violência em outros países: “Não existe troca de tiros aqui, eu vejo essas cenas como se fosse uma guerra.”

Mas nem tudo é perfeito. Com o envelhecimento da população japonesa, a fatia de idosos cometendo crimes tem aumentado. Em 2015, pessoas com mais de 65 anos responderam por 20% dos delitos.

Sobre o trabalho policial, houve várias denúncias de investigações que levaram à condenação de inocentes: policiais teriam pressionado suspeitos a confessar. Um crime que mancha a imagem de uma corporação que teria tanto para se orgulhar.

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– Trump e a ameaça à Coréia do Norte

Na ONU, sem papas na língua, o presidente dos EUA ameaçou literalmente destruir a Coréia do Norte caso os americanos sejam atacados. Disse ele (e depois reproduziu no twitter):

“USA has great strength & patience, but if it is forced to defend itself or its allies, we will have no choice but to totally destroy ‪#NoKo.”

Precisamos mesmo que Kim Jong-um fique provocando? E que Trump continue respondendo?

A questão é: porque um fica cutucando o outro? Que ambas as nações cuidem do seu umbigo. O mundo não precisa pagar o preço de mais uma cara guerra ao planeta…

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