– Cuidado com o Perigoso Perfil do Homem-Pateta

Há cada vagabundo explorando as pessoas e tentando fazer mal ao próximo…

Parece inocente, mas não é: evite que os seus filhos acessem o perfil do “Homem-Pateta”.

Entenda: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2020/07/05/caso-homem-pateta-como-manter-seu-filho-protegido-dos-perigos-da-internet.htm

CASO HOMEM-PATETA: COMO MANTER SEU FILHO PROTEGIDO DOS PERIGOS DA INTERNET

Nos últimos dias, diversos perfis surgiram nas redes sociais com o nome de Jonathan Galindo, apelidado Homem-Pateta, incentivando crianças e adolescentes a praticarem desafios perigosos e suicidas. O caso lembra outros que já deixaram pais e mães bastante preocupados, como o jogo da Baleia Azul, de 2017.

Autoridades já investigam as intenções e os possíveis crimes cometidos por esses perfis. Na segunda-feira (29), a mãe de um garoto disse ao programa “Encontro com Fátima Bernardes”, da Globo, que o filho estava conversando com uma pessoa, por meio de um perfil nas redes sociais com o nome Jonathan Galindo, que insinuava que a criança se jogasse de um prédio.

É um caso que traz à tona, mais uma vez, a discussão sobre a exposição dos pequenos à internet, o que muitas vezes é difícil de monitorar e controlar. E, de novo, também vem a pergunta: como proteger as crianças dos perigos das redes sociais, que podem incluir assédios, cyberbullying e pedofilia? Veja, abaixo, algumas respostas.

Diálogo é fundamental

O primeiro passo para fazer um acompanhamento de perto é estabelecer o diálogo. Os pais devem conversar com os filhos com o intuito de orientar sobre os riscos que a internet oferece. E, nessa conversa, vale estabelecer uma relação transparente e de confiança, com os adultos alertando sobre os conteúdos digitais acessados e sobre as possíveis pessoas que possam entrar em contato com as crianças.

“Os pais devem ter livre acesso aos dispositivos eletrônicos dos filhos, que precisam saber disso. É um combinado que deve ser estabelecido desde o início, pois a própria privacidade é uma conquista gradual”, afirma a psicóloga Bia Sant’Anna*, especialista em Neuropsicologia pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

Supervisionar sempre

Em um mundo ideal, as crianças deveriam estar conectadas à internet apenas sob o olhar dos pais. Na vida real, no entanto, o tempo é cada vez mais escasso e poucos são os adultos que conseguem monitorar os pequenos tão de perto. Nesses casos, é possível instalar nos dispositivos, gratuitamente, ferramentas que verificam as páginas visitadas e bloqueiam certos conteúdos.

“Sem supervisão de um adulto, elas ficam expostas a conteúdos inapropriados à idade e ao nível cognitivo e emocional. Isso pode criar pensamentos e crenças distorcidas na forma de organizar seu mundo tanto interno quanto externo. Além disso, cria-se o hábito de elas se entreterem de modo solitário e passivo”, afirma a psicóloga Bia Sant’Anna.

Denuncie perfis inadequados às autoridades

Uma maneira fácil de denunciar ou pedir ajuda é por meio do Disque 100, que hoje está vinculado ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), e recebe relatos de todo tipo de violência contra a criança, gratuitamente, de qualquer localidade do Brasil.

Se for o caso de procurar uma delegacia, veja se há, em sua cidade, uma especializada em crimes digitais. Em São Paulo, por exemplo, há a Delegacia de Delitos Cometidos por Meios Eletrônicos (DIG/DEIC) e, no Rio de Janeiro, a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI).

Perigo ou farsa? Veja o que sabemos sobre o caso do Homem-Pateta ...

– A infelicidade de Renê Simões sobre a volta do futebol e violência doméstica

Puxa, sempre admirei Renê Simões no mundo do futebol, mas confesso que me decepcionei.

Disse o treinador sobre a pandemia e o futebol, a favor da volta dos jogos:

“Vamos discutir o futebol como fator social para ajudar as pessoas que estão em casa enlouquecendo. Eu tenho amigos aqui que já se separaram, outros já bateram na mulher, outros batem nos filhos, estão enlouquecendo. Então se colocar futebol, pode ser que ajude em alguma coisa (…). Nós já tivemos mais de 100 jogadores brasileiros com Covid. Nenhum deles foi internado, nenhum deles foi entubado. No mundo todo, só conheço um caso que fugiu da regra, que foi o Dybala da Juventus que foi testado positivo, 14 dias depois positivo de novo, mais 14 dias positivo de novo, mas resolveu tudo. Eu não tenho um caso de jogador que tenha sido internado, entubado, e porque, porque são pessoas extremamente saudáveis, e esse vírus não é para as pessoas saudáveis, esse vírus quer as pessoas que tenham alguma deficiência, que os jogadores não tem”. (extraído de Globoesporte.com)

Não entendi tal justificativa, especialmente em relação à violência doméstica estar atrelado a isso. O cara assistir ao seu time na Televisão não o torna menos agressivo contra a sua companheira, pois é questão de caráter!

O curioso é: o próprio Renê Simões foi contaminado pela Covid-19. Por quê desdenhar deste perigo?

Renê Simões vê a volta dos campeonatos como fator social e auxílio psicológico às famílias — Foto: Reprodução

 

– O que fazer para perceber se o filho é problemático?

Leiam essa entrevista de Sue Klebold, a mãe do assassino Dylan Klebold, que com 17 anos matou 12 colegas num colégio de Columbine (EUA) a sangue frio, armado com armas, há 4 anos (Revista Veja, Páginas Amarelas, ed 22/06).

Ela disse que:

Pais de adolescentes sabem que não é fácil captar o que passa na cabeça de seus filhos. Nada levava a crer em suicídio ou assassinatos. Dylan foi hábil em esconder seus sentimentos”.

O que achei curioso foi o conselho que ela dá aos pais. Não sei se concordo com ela. Dona Sue aconselhou que:

Quando seu filho está sofrendo, não tente consertar as coisas por ele, nem pense fazê-lo sentir-se melhor. Isso é uma forma confortável de autoengano. Só fique em silêncio e ouça o que ele diz”.

Confesso que é um pouco confuso, difícil ou de prática duvidosa. Creio que depende de cada família e da educação em casa.

bomba.jpg

– Dudu e demais boleiros nervosos… Mantenham sempre o diálogo!

Em briga de marido e mulher, não se mete a colher. Mas se alerta: NUNCA deve chegar às ofensas e agressões físicas, por parte de quem seja.

No caso de Dudu, atleta do Palmeiras e de Jean, ex-goleiro do São Paulo, existem as queixas de suas esposas de que apanharam dos seus maridos (o do 2o, com a Justiça condenando, inclusive). 

Não julgo se foram consumadas ou não (eu não estava lá e não é problema meu). Mas vale o lembrete: NUNCA usemos de violência, sempre o diálogo. Preguemos sempre a concórdia, não a cizânia!

Digamos sempre não à violência doméstica.

Coronavírus: GDF reforça combate à violência doméstica durante ...

– Explodiram o Escritório do Diálogo?

Existe na cidade de Kaesong, na Coreia do Norte, um escritório de relacionamento e diálogo de norte-coreanos com a Coreia do Sul. Lá, em tese, é o “ponto X” da tolerância entre as duas nações.

Hoje, porém, a mando de Kim Yo-jong, a “irmã que nunca sorri” do ditador Kim Jong-Un, um míssil destruiu o prédio.

Cá entre nós: quem explode uma instalação como essa, não quer diálogo, né?

Ô mundo de guerra…

– Você é a favor de armar a população?

Violência sempre gerará violência. Ou não?

Eu sou a favor do diálogo incondicional, do cumprimento das leis, do bom senso a favor da vida e da pacificação. Portanto, por coerência, sou convicto: não devemos armar a população!

Um país onde reina a corrupção, repleto de fanáticos e radicais, torna-se um erro dar armas ao cidadão comum. E não vale o argumento de que “existirão critérios rigorosos para se liberar uma licença”, pois sabemos que isso não funciona deste lado do mundo.

Prendam-se os bandidos, recolham-se as armas e capacite melhor os policiais. Assim a população estará mais protegida.

Compartilho, abaixo, um texto que embasa o que quero dizer:

Em: https://renatonalini.wordpress.com/2020/06/10/discurso-armamentista-e-criminogeno/

DISCURSO ARMAMENTISTA É CRIMINÓGENO

Por Dr José Renato Nalini

Um dos raros consensos brasileiros é a recorrente invocação à Constituição. O documento que já foi chamado de “pedaço de papel”, por Lassale, que alguns pensam que é aquilo que os juízes querem que seja, está em todos os discursos. Com os mais variados objetivos, usa-se em vão do verbete Constituição.
Inegável que a Carta “Cidadã” veio a responder aos anseios de uma parcela considerável da Nação que se preocupava com o afastamento do Estado brasileiro da ideia predominante sobre Democracia. Tamanha a expectativa, que ela se tornou uma espécie de panaceia, a cuidar de todos os assuntos, fossem ou não substancialmente destinados a figurar na norma fundante.
Ocorre que o conteúdo inserido pelo constituinte não originário no documento final, foi o fruto de compromisso entre distintas tendências, não raro antagônicas. Disso resultou uma linguagem fluida, plástica, prenhe de termos indeterminados e caracterizados pela vagueza. Foi o que deu origem à República da Hermenêutica: o mesmo dispositivo comporta mais de uma leitura. A interpretação constitucional, não raro, se presta a um exercício retórico. A exuberância semântica, o cultivo do vernáculo, a estilística e outras estratégias servem a se extrair do texto conclusões as mais díspares.
Comprova empiricamente essa observação, a frequência com que o Supremo Tribunal Federal, que deveria se resignar ao eficiente exercício de sua missão primordial – a guarda precípua da Constituição – não consegue consenso, mas maiorias oscilantes. No mundo ideal, uma Suprema Corte deveria sinalizar à República aquilo que vale, pois compatível com a norma fundamental e o que não vale, porque se afasta de sua letra ou de seu espírito.
O uso à la carte da Constituição é algo que confrange a eficácia da norma constitucional. Em nada contribui para amenizar o reiterado clamor em busca de uma ficção: a absoluta segurança jurídica. Será possível pretender garantia de única e constante aplicação da lei, se nem os máximos guardiões da lei fundamental chegam a um acordo sobre o seu significado e alcance?
Todavia, uma Constituição democrática estabelece limites e vínculos e introduz uma incorporação limitativa com relação a todos os poderes públicos. Nossa Carta carece de mais preciso rigor científico. Todavia, essa deficiência não legitima a tolerância a manifestações írritas ao que se almeja como convívio saudável. Incitar a cidadania a se armar para se defender de decisões judiciais ou para se opor a autoridades constituídas que tenham optado por alternativa considerada imprópria a uma legião de pessoas, desnatura o ordenamento como fator de preservação hígida do convívio.
A discricionariedade do Judiciário não impede, ou melhor, recomenda a emissão de julgamentos que sejam fatores de limitação dos poderes públicos em garantia de direitos e princípios abrigados na Constituição. Ora, a Constituição da República de 1988 se propõe a edificar uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social. Para isso, prometeu instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como seus valores supremos.
Condiz com esse objetivo aconselhar que as pessoas se armem?
É certo que a inspiração possa provir da grande Democracia do hemisfério, que também estimula seus cidadãos a se armarem. Nação que tem se celebrizado por lamentáveis episódios de chacina, sobretudo em unidades escolares. É o melhor exemplo a ser seguido?
Dir-se-á que a Constituição Americana contém dispositivo expresso a permitir que seus súditos portem armas. É o que consta da Segunda Emenda à longeva e estável Constituição ianque. Mas é dispositivo alvo de acerbas críticas morais e políticas, que Luigi Ferrajoli considera nefasto, pois evidentemente criminógeno.
Desnecessário ser detentor de singular perspicácia para concluir que incentivar o porte e o uso de armas, liberar cotas suplementares de munição, atinge principalmente aquele indivíduo já propenso a considerar o mundo um palco de guerra. A exasperação dos ânimos no Brasil de nossos tempos baniu a civilidade, a polidez e o respeito, injetando fervor àquele que divide a sociedade entre amigos e inimigos. Aos primeiros, não se enxerga defeitos. Aos segundos, o remédio é bala.
A experiência é pródiga ao demonstrar que o homem armado se considera onipotente e invulnerável. Ganha em autoestima, assim como subestima o objeto de sua ojeriza. É um fenômeno psicológico. Análogo ao do motorista que, à direção de um veículo de última geração, assume o protagonismo de super-homem.
É questão de sensatez e prudência coibir a periculosíssima tendência armamentista. O incauto crédulo que adquire armas para se defender dos bandidos, não raro é um inocente fornecedor de instrumentos letais à criminalidade profissional.
Por derradeiro, a Constituição da República Federativa do Brasil, tão citada por todos, com os mais antípodas propósitos, não abriga o direito a possuir e portar armas. Só fala, em seu art. 13, § 1º, nas “armas da República”, que o bom brasileiro seja pacífica, fraterna e não beligerante.

_ José Renato Nalini é advogado, Reitor da UNIREGISTRAL, docente da pós-graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS.

– A Impaciência ou o Fanatismo dos Torcedores na mudança da Grandeza das equipes.

Brigar por futebol vale a pena?

Vez ou outra nós vemos aficcionados torcedores invadirem treinos de seus times do coração para protestarem. É fanatismo, incoerentemente com os estádios vazios.

Será que a pressão que desce das arquibancadas ao campo é aceitável ou exagero?

Sou contra toda a forma de violência. Torcedor deve incentivar o seu time durante o jogo, e após ele, vaiar. Mas nada de transformar em ações práticas de agressão.

O treino é local de trabalho. Não gosto de momentos de briga nesse local. Mas pensemos: será que não está mudando a “feição” dos clubes brasileiros?

No começo do século XX, Bangu, América, São Cristóvão, Canto do Rio e Bonsucesso eram forças no futebol carioca. Aqui em São Paulo, tínhamos o Ypiranga, o Germânia, o Jabaquara…

Alguns encerraram as atividades, outros apequenaram-se. Hoje, temos novos clubes em destaque nos regionais: Audax e Red Bull, entre outros.

Será que daqui 30 anos, teremos os mesmos clubes que hoje ou ontem foram protagonistas? Quem era o Água Santa há 10 anos? E o São Caetano, há 20?

Aceitar novas realidades é importante. Noroeste, Marília, Paulista, Internacional e São José não são mais importantes coadjuvantes na 1a divisão de seus estados. Guarani e Portuguesa deixaram de serem importantes times da 1a nacional. Qual o futuro deles?

Aliás, qual o destino dos estaduais?

Sempre aprendi que quando estamos em um momento histórico, não percebemos que estamos fazendo história. E o fato a ser historiado no futuro é: o futebol brasileiro está em transição, seja no peso das camisas, na administração dos clubes e nas táticas dentro de campo. Se o final dessa mudança será positivo ou não, só o tempo dirá! E isso traz a reflexão: são lúcidos os protestos violentos de torcedores ou são em vão, pois eles de nada adiantarão?

bomba.jpg

– 98 anos de brigas de Torcidas no Futebol

Há exatos 98 anos, o brilhante escritor Lima Barreto (quem nunca leu a brilhante obra “Triste Fim de Policarpo Quaresma”?) escrevia sobre algo que persiste nos dias de hoje: a briga entre Torcedores de Futebol!

Incrível, parece atual, mas foi escrito em 1922! Extraído do acervo do Centro Cultura São Paulo, publicado na Revista “Careta”.

FOOT-BALL

Por Lima Barreto

Não é possível deixar de falar no tal esporte que dizem ser bretão.

Todo dia e toda a hora ele enche o noticiário dos jornais com notas de malefícios, e mais do que isto, de assassinatos.

Não é possível que as autoridades públicas não vejam semelhante cousa.

O Rio de Janeiro é uma cidade civilizada e não pode estar entregue a certa malta de desordeiros que se querem intitular sportmen.

Os apostadores de brigas de galos portam-se melhor. Entre eles, não há questões, nem rolos.

As apostas correm em paz e a polícia não tem que fazer com elas; entretanto, os tais footballers todos os domingos fazem rolos e barulhos e a polícia passa-lhe a mão pela cabeça.

Tudo tem um limite e o football não goza do privilégio de cousa inteligente.

bomba.jpg

– É fanatismo ou índole de bandido mesmo? Minha solidariedade ao pessoal da TV Tem.

Há anos, conhecemos grupos de protestos radicais, de Esquerda, que brigavam com a Polícia Militar em manifestações de rua alegando que eram “oprimidos” e colocavam a PM como inimiga da sociedade. 

Recentemente, vemos grupos tão barulhentos quanto aqueles, mas de Direita. O “inimigo” não é mais a PM, tornou-se a Imprensa. Ou melhor: a Rede Globo! Se uma emissora qualquer declarar simpatia ao Governo, tudo bem. Se for neutra, não vale.

Diante de tudo isso, covardes agrediram verbalmente os profissionais da TV Tem em frente ao Paço Municipal de Jundiaí, após uma carreata. Os jornalistas, trabalhadores como quaisquer outros, foram intimidados por um bando de imbecis, crentes de que a violência – e não o diálogo – é a solução. Isso é Democracia?

Tal fato resume o Brasil de hoje, outrora de um povo acolhedor: o país dividiu-se entre “Eles contra Nós” pelo petismo anos atrás, na cultura do vitimismo pregada por Lula, ganhando força do outro lado pela cultura do ódio pregada por Bolsonaro.

Sabe o que irrita? Que os dois políticos têm suas culpas nessa rachadura dual do país e “falam de Deus, se sentem salvadores da Pátria e acusam um ao outro de ‘alimentar o gado’ que os seguem cegamente”. Triste. 

Tenho alguns amigos lulistas e bolsonaristas que conseguem enxergar os erros dos seus símbolos na Política. Mas existem outros que se fanatizaram e perderam a noção, transformando-os em deuses sem mácula. E isso que leva ao surgimento de Black Blocs baderneiros ou de Trogloditas valentões.

Aliás, tá fácil identificar os intimidadores dessa carreata que partiram para a bobagem. Os organizadores, se quiserem ser gente do bem, deveriam denunciá-los imediatamente.

Los trogloditas de Los Autos locos | Personagens de desenhos ...

 

– Cansou o Grenal, não?

De novo um jogo envolvendo Grêmio x Internacional (Grenal) com muita violência? Que coisa…

Deixou de ser um jogo de futebol, passou a ser um combinado nervoso de pessoa que se odeiam, onde a bola é apenas uma desculpa para brigar.

O árbitro argentino Fernando Rapallini expulsou 8 atletas (todos corretamente). Mas poderia ter mandado muito mais…

Mais um exemplo de fanatismo que maltratada a sociedade…

Resultado de imagem para grenal arapallini

– Sempre ouça todos os lados antes de fazer juízo! O caso de Suzy, do Fantástico.

Bombou na última semana a história de Suzy, uma detenta transsexual que não recebia visitas, cartas ou qualquer manifestação de carinho. Assim como ela, muitas outras pessoas são esquecidas no mundo e sofrem com a solidão.

O Fantástico mostrou a visita do Dr Dráuzio Varella à penitenciária onde ela está, onde ele deu um abraço afetuoso e contou-se a história dela, que comoveu a todos.

Porém…

O crime dela é pavoroso: estuprou e estrangulou um menino de 9 anos. Teria sido por isso que ela não recebia visitas?

Claro que devemos perdoar, amar ao próximo e exercer o direito / permissão à defesa e reintegração social. Mas não houve, digamos, um excesso de comoção à Suzy? Como teria sido o acolhimento / consolo AOS PAIS da vítima? Na mesma intensidade?

Seria interessante que a Globo (ou qualquer outra emissora) mostrasse a tristeza das vítimas com a ausência da criança. Não por vingança, mas pela necessidade justamente de piedade.

Enfim: a tolerância deve existir, assim como o respeito às leis e à vida alheia. Mas causa-me espanto a não preocupação em vangloriar pseudas-vítimas da sociedade. Suzy cumpre pena por matar uma criança indefesa – e não é Fake News, é o mundo real.

Em: https://www.oantagonista.com/brasil/tia-de-suzy-relatou-que-sobrinha-abusou-de-outras-criancas/

TIA DE SUZY RELATOU QUE SOBRINHA ABUSOU DE OUTRAS CRIANÇAS

No processo em que Suzy foi condenada por estuprar e estrangular um garoto de 9 anos, uma tia da transexual, em condição de testemunha, relatou outras monstruosidades cometidas por sua sobrinha.

“Fiquei sabendo que ele trabalhava na padaria e foi acusado de estar abusando de uma criança de três anos e os parentes da criança foram na minha casa atrás dele, querendo matar ele”, afirmou.

Ela disse ainda que Suzy, cujo nome de batismo é Rafael Tadeu de Oliveira dos Santos, tentou estuprar um outro sobrinho dela.

“Fiquei sabendo que ele foi passar férias na casa do irmão e tentou estuprar meu sobrinho de cinco anos, quatro a cinco anos. (…) Na escola era acusado de pular o muro da escola, ir no banheiro passar a mão em alguém, roubava os professores, de estupro (…).”

E acrescentou ainda que, quando adolescente, Suzy “foi assaltar, entrou no apartamento e a moça com uma criança novinha no colo se assustou e pulou a janela, e ele estava com a faca na mão”.

Resultado de imagem para suzy oliveira crime

– Que isso, Felipe Melo? A entrada em Yuri Alberto em Santos x Palmeiras

Caramba, ao ver o lance em que Felipe Melo recebeu Cartão Amarelo, me assustei por 3 coisas:

  • A bobeada do árbitro Flávio Rodrigues de Souza, pois o lance é para Cartão Vermelho INDISCUTIVELMENTE. Nas Regras do Jogo, qualquer entrada com força / virilidade excessiva, ou lance frontal, ou carrinho que atinja o adversário, é para a expulsão.
  • No vídeo em velocidade normal, até quem assiste sente a dor do atleta do Santos FC. Mas pense: e se ele estivesse com o pé rijo, firme, preso no chão: o que aconteceria? Quebrava literalmente o jogador.
  • Por fim: a CARA-DE-PAU  de Felipe Melo, reclamando do Cartão Amarelo sofrido. É claro, que a declaração foi para desviar uma possível unanimidade de que deveria ter sido expulso, colocando em discussão uma suposta dúvida sobre o Amarelo ou não. Faltou inteligência para criar a polêmica…

Se Felipe Melo soubesse jogar apenas com a boa técnica que tem, esse rótulo de violência seria descartado. Mas pense: na 1a entrada um pouco mais forte que ele der, com um árbitro mais rigoroso em campo, teremos Cartão Amarelo ou Vermelho?

Fica a dica… ou melhor: a percepção do que o mundo do futebol reserva. Infelizmente, é assim que funciona: uma desforra no outro jogo para compensar ou não.

Resultado de imagem para Felipe Melo falta em santos fc

– O surrealismo de Cid Gomes e o confronto com a PM

Não é uma bizarrice que Cid Gomes, irmão de Ciro Gomes, subiu numa retroescavadeira para entrar à força num Batalhão da PM de Sobral, onde os policiais protestavam contra os seus baixíssimos salários?

Quando Cid avançou com o trator para cima dos manifestantes, alguém lhe baleou (felizmente ele passa bem).  Foi o desfecho de medidas truculentas de ambas as partes (já que PMs esvaziavam os pneus das viaturas em protestos, afrontando os demais).

A principal observação é: Policial ganha muito mal mesmo, mas dentro do que a lei permite protestar, deve fazê-lo de maneira correta. E político não é para promover demagogia em cima de uma retroescavadeira.

Cid Gomes organiza ato contra manifestação de policiais que tentam impedir atuação da categoria — Foto: Arquivo pessoal

– Operação Luz na Infância deveria ser constante!

Ao ler o número de pessoas que praticam a pedofilia e que foram presas pela Operação “Luz na Infância” ontem, penso: o que se passa na cabeça do ser humano? É racional ou irracional, vivendo por instinto selvagem?

Pouca gente sabe que crime de pedofilia é também armazenar e/ou compartilhar pornografia infantil.

Abaixo, extraído de: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-02/operacao-luz-na-infancia-prende-43-pessoas-em-flagrante

OPERAÇÃO LUZ NA INFÂNCIA PRENDE 43 PESSOAS EM FLAGRANTE

Ação visa identificar autores de crimes sexuais contra crianças

A Operação Luz na Infância prendeu em flagrante 43 pessoas nesta terça-feira (18). Deflagrada hoje, a 6ª fase da operação cumpre 112 mandados de busca e apreensão para identificar autores de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes

Do total de prisões, 19 foram em São Paulo, nove em Santa Catarina, seis no Paraná, quatro em Mato Grosso do Sul, duas no Ceará, uma no Rio Grande do Sul, uma em Mato Grosso e uma em Goiás. Também há alvos em Alagoas, Acre e Piauí. Ao todo, 579 policiais estão atuando nas diligências.

A ação é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) com a participação das Polícias Civis de 12 Estados brasileiros e com colaboração técnica de quatro países (Estados Unidos, Panamá, Paraguai e Colômbia)

Crime

O ministério ressalta que é crime armazenar, produzir e compartilhar material produto de exploração sexual infantil. No Brasil, a pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão. A pena pelo compartilhamento varia de 3 a 6 anos de prisão, vai de 4 a 8 anos pela produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.

Em coletiva à imprensa na manhã desta terça-feira, o coordenador do Laboratório de Operações Cibernéticas da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça, Alesandro Barreto, disse que o perfil dos criminosos abrange “pessoas acima de qualquer suspeita”, das “mais diversas classes sociais” e com idade que vai dos 17 a mais de 80 anos.

Resultado de imagem para operação luz na infancia

– O cheiro ruim dos casos Adélio / Jair Bolsonaro e Adriano / Marielle Franco

Assim como sobrou para um cara “dito como louco” toda a culpa da facada contra Jair Bolsonaro (Adélio Bispo levou toda a responsabilidade), sobrou para o miliciano Adriano (morto nesta semana) a suspeita do assassinato de Marielle Franco.

Fico pensando: assim como o caso Adélio e sua loucura são suspeitíssimos, idem ao até então foragido Adriano.

Uns dizem queima de arquivo. Será? Sem fake news, mas com todas as dúvidas para discutir.

Resultado de imagem para queima de arquivo