– As mortes de inocentes no Baile Funk de Paraisópolis

É assustador o que se passou na Zona Sul de São Paulo, não? Bandidos perseguidos pela PM se infiltraram num baile funk (que estava ilegal, é importante salientar), causando tumulto e onde pessoas pisoteadas morreram.

Se estivéssemos em um país sério, tal acontecimento seria mais investigado e debatido, culminado em rápidas e precisas prisões dos responsáveis.

Leio que alguns estão culpando a própria Polícia Militar. Não sei se é o caso, nem tenho condições de avaliar isso. Mas uma coisa é certa: pouco se fala de que os criminosos usam esses inocentes como escudos humanos… Parece que estão absolvendo o cerne do problema: a violência da sociedade, não o possível abuso de autoridade (que não deixa de ser um problema).

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– Palmeiras x Flamengo: torcida única em clássico de rivalidade nacional?

Sou totalmente contra os jogos de torcida única por um motivo: a prova de que as instituições faliram!

Num mundo ideal, qualquer pessoa de qualquer time poderia estar em qualquer lugar da arquibancada. Gente civilizada age assim (ou deveria).

Porém, para evitar violência maior, sou obrigado a concordar com tais ações. Lamentável pensar assim, mas a gravidade da violência entre “animais sanguinários” exige.

Se não existisse bandido brigão, nada disso seria necessário e famílias de qualquer torcida poderiam ir em paz aos estádios!

O detalhe é que tais ações começaram em clássicos regionais de rivalidade. Agora, no Palmeiras x Flamengo, um confronto nacional, idem. Logo veremos um São Paulo x River Plate (clássicos internacionais, por exemplo) da mesma forma?

Onde iremos parar…

– Temos consciência de quantas crianças são vítimas de assédio e abuso sexual no Brasil?

Eu levei um susto: soube que 500 mil crianças brasileiras entre 8 e 14 anos são vítimas de abuso sexual, segundo o Instituto Liberta (que trabalha na causa).

Isso é loucura! É um número muito alto. Significa meio milhão de criancinhas inocentes, vítimas de bandidos e doentes inescrupulosos.

UM CASO SÓ já seria condenável. Imagine essa inaceitável quantidade.

E o que fazemos para diminuir isso?

Infelizmente, a erotização precoce e a falta de valores fazem com que tenhamos adultos com taras doentias.

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– Um mundo insensível que nada faz? Sobre Amal Hussain.

Vi (na verdade, revi) e me emocionei. Aliás, não tem como ser emocionalmente frio ao ler na Revista Veja (Ed 2608, pg 32 e 33, na reportagem de Duda Teixeira), a história da garotinha Amal, de 7 anos.

Nascida no Iêmen, a menina era refugiada e morava em um barraca de palha. Sua família fugia dos bombardeios da Arábia Saudita contra os hutis, rebeldes apoiados pelo Irã (inimigos seculares dos sauditas).

Amal morreu pois não conseguia segurar nada em seu estômago. Bebia leite para sobreviver de 2 em 2 horas e vomitava depois.

Infelizmente a pobrezinha faleceu dessa forma trágica. E, curiosamente, seu some “Amal” significa “ESPERANÇA” em árabe!

Quantas crianças nesse estado se encontram mundo afora, enquanto os poderosos governantes insensatos desprezam tal situação, habituando-se a guerras, ódio e corrupção…

Pobre mundo cão.

– Inimaginável pensar: o Irã é quem influencia o Iraque?

Para mim, surpreendente! Cresci assistindo Bagdá bombardeando Teerã (e vice-versa), e parecia inacabável o conflito Irã (apoiado pelos soviéticos) e Iraque (apoiado pelos EUA).

E não é que a vida dos iraquianos, segundo o New York Times (em matéria reproduzida no Brasil pela Folha de São Paulo), é comandada pelos seus vizinhos, inimigos mortais?

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/11/documentos-secretos-mostram-como-o-ira-exerce-poder-no-iraque.shtml

DOCUMENTOS SECRETOS MOSTRAM COMO O IRÃ EXERCE PODER NO IRAQUE

Em meados de outubro, com protestos correndo soltos em Bagdá, um visitante familiar chegou à capital iraquiana sem fazer alarde de sua presença.

A cidade estava assediada havia semanas, com manifestantes fazendo passeatas nas ruas, reivindicando o fim da corrupção e o afastamento do primeiro-ministro Adil Abdul Mahdi.

Queimando bandeiras iranianas e atacando um consulado do Irã, eles denunciavam especialmente a influência desproporcional do país vizinho sobre a política iraquiana.

O visitante chegara para restaurar a ordem, mas sua presença em Bagdá chamava a atenção para a maior queixa dos manifestantes.

O visitante era o general Qassem Soleimani, comandante da poderosa Força Quds iraniana, e ele viera para persuadir um aliado no Parlamento iraquiano a ajudar o primeiro-ministro a conservar-se no cargo.

Não foi a primeira vez que Soleimani foi enviado a Bagdá para conter danos. Os esforços de Teerã para respaldar Mahdi fazem parte de sua longa campanha para conservar o Iraque como um Estado cliente e maleável.

Documentos iranianos vazados recentemente agora oferecem uma visão detalhada de quão agressivamente Teerã tem trabalhado para interferir nos assuntos do Iraque.

Os documentos estão contidos em um arquivo de telegramas secretos da inteligência iraniana obtido pelo The Intercept e compartilhado com o New York Times.

O vazamento inusitado expõe a influência vasta de Teerã no Iraque, detalhando anos de trabalho cuidadoso de espiões iranianos para cooptar os líderes iraquianos, pagar agentes iraquianos a serviço dos EUA para trocarem de lado e infiltrarem todos os aspectos da vida política, econômica e religiosa do Iraque.

Segundo um dos telegramas da inteligência iraniana vazados, Mahdi, que quando esteve no exílio cooperou estreitamente com o Irã na época em que Saddam Hussein estava no poder no Iraque e teve um “relacionamento especial com a RII” –a República Islâmica do Irã— quando foi ministro iraquiano do Petróleo, em 2014.

A natureza exata do relacionamento não é explicitada no telegrama, e, como ressalvou um ex-funcionário sênior dos EUA, “um relacionamento especial pode significar muitas coisas –não quer dizer que ele seja agente do governo iraniano”.

Mas nenhum político iraquiano pode se tornar primeiro-ministro sem receber a bênção do Irã, e Mahdi, quando alcançou o cargo em 2018, foi visto como candidato do meio-termo, alguém que tanto o Irã quanto os Estados Unidos considerariam aceitável.

Os telegramas vazados oferecem um vislumbre extraordinário do funcionamento interno do sigiloso regime iraniano.

E detalham o grau em que o Iraque caiu sob a influência iraniana desde a invasão americana de 2003, que transformou o país em porta de entrada para o poder iraniano.

O arquivo é composto de centenas de relatórios e telegramas escritos principalmente em 2014 e 2015 por oficiais do Ministério de Inteligência e Segurança iraniano a serviço no Iraque.

Versão iraniana da CIA, o Ministério de Inteligência tem a reputação de ser um órgão analítico e profissional, mas é ofuscado e frequentemente passado por cima por sua contraparte mais ideológica, a Organização de Inteligência da Guarda Revolucionária do Irã, criada formalmente como entidade independente em 2009 por ordem do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.

É a Guarda Revolucionária quem define a política iraniana no Iraque, Líbano e Síria.

Os embaixadores a esses países são escolhidos entre as fileiras seniores da Guarda Revolucionária, não do Ministério das Relações Exteriores, que comanda o Ministério da Inteligência, segundo vários assessores da administração iraniana atual e de administrações passadas.

Segundo essas fontes, representantes do Ministério da Inteligência e da Guarda Revolucionária trabalhavam em paralelo.

Eles apresentavam suas descobertas às suas respectivas sedes em Teerã, que, por sua vez, organizavam as informações em relatórios que eram entregues ao Conselho Supremo de Segurança Nacional.

Uma parte crucial do trabalho deles era criar vínculos com autoridades iraquianas, e isso era facilitado pelas alianças que muitos líderes iraquianos forjaram com o Irã quando faziam parte de organizações oposicionistas que combatiam Saddam Hussein.

De acordo com os documentos vazados, muitos dos principais funcionários políticos, militares e de segurança iraquianos tiveram laços secretos com Teerã.

O mesmo telegrama de 2014 que descreveu o “relacionamento especial” de Mahdi também apontou vários outros membros chaves do gabinete do ex-primeiro-ministro Haider al-Abadi como tendo laços estreitos com o Irã.

Contatado pelo telefone, Hassan Danaiefar, o embaixador iraniano no Iraque entre 2010 e 2017 e ex-vice-comandante das forças navais da Guarda Revolucionária, negou-se a falar diretamente da existência dos telegramas ou de sua divulgação, mas sugeriu que o Irã lidera a coleta de informações no Iraque.

“Sim, temos muitas informações sobre uma série de questões do Iraque, especialmente sobre o que os EUA estavam fazendo nesse país”, disse ele. “Há uma diferença grande entre a realidade e a percepção das ações dos EUA no Iraque.”

As cerca de 700 páginas de documentos vazados foram enviadas anonimamente ao Intercept, que as traduziu do persa ao inglês e as compartilhou com o New York Times.

O Intercept e o Times verificaram a autenticidade dos documentos, mas não sabem quem os vazou.

O Intercept se comunicou com a fonte por meio de canais encriptados, e a fonte se negou a encontrar pessoalmente um jornalista.

Nessas mensagens anônimas, a fonte disse que queria “que o mundo ficasse sabendo o que o Irã está fazendo no Iraque, meu país”.

Com uma religião compartilhada e filiações tribais que atravessam os dois lados de uma fronteira nacional porosa, o Irã é uma presença importante no sul do Iraque há muitos anos.

O Irã abriu repartições religiosas nas cidades sagradas do Iraque, apoia alguns dos partidos políticos mais poderosos no sul do país, envia estudantes iranianos para estudar em seminários iraquianos e despacha operários iranianos para construir hotéis no Iraque e reformar santuários religiosos nesse país.

Mas, enquanto o Irã pode ter a dianteira sobre os EUA na disputa por influência em Bagdá, ele vem tendo dificuldade em conquistar apoio popular no sul do Iraque.

Como deixaram claro as últimas seis semanas de protestos públicos, os iranianos enfrentam resistência acirrada.

Em todo o sul do Iraque, partidos políticos iraquianos apoiados pelo Irã estão vendo suas sedes incendiadas e seus representantes assassinados –um indício de que o Irã talvez tenha subestimado o desejo iraquiano de independência não apenas dos Estados Unidos, mas também do país vizinho.

Em certo sentido, os telegramas iranianos vazados oferecem um relatório final dos resultados da invasão americana do Iraque em 2003.

A noção de que os americanos entregaram o controle do Iraque ao Irã quando invadiram o Iraque hoje é amplamente compartilhada, até mesmo nas fileiras militares dos EUA.

Uma história recente da Guerra do Iraque, em dois volumes, publicada pelo Exército americano, detalha os muitos erros cometidos na campanha e seus “custos chocantes” em termos de vidas e de dinheiro.

O estudo conclui: “O único vencedor parece ter sido um Irã encorajado e expansionista”.

A ascensão do Irã como influência poderosa no Iraque foi sob muitos aspectos uma consequência direta da ausência de qualquer plano de Washington para o pós-invasão.

Os primeiros anos após a queda de Saddam foram caóticos tanto em termos de segurança quanto da falta de serviços básicos como água e eletricidade.

A impressão que tinha a maioria dos observadores em campo era que os Estados Unidos estavam improvisando sua política no Iraque e o estavam fazendo no escuro.

Algumas das políticas mais desastrosas empreendidas pelos EUA foram as decisões de desmantelar as Forças Armadas iraquianas e expulsar do governo ou das novas Forças Armadas qualquer iraquiano que tivesse sido filiado ao partido Baath, que governou na era de Saddam.

Conhecido como “desbaatificação”, esse processo automaticamente marginalizou a maioria dos homens sunitas.

Desempregados e cheios de ressentimento, eles formaram uma insurgência violenta cujos alvos eram americanos e xiitas vistos como aliados dos EUA.

Enquanto corria solta a guerra sectária entre sunitas e xiitas, a população xiita encarava o Irã como seu protetor.

Quando a milícia terrorista Estado Islâmico ganhou controle de território e cidades, a vulnerabilidade dos xiitas alimentou esforços da Guarda Revolucionária e de Soleimani para recrutar e mobilizar milícias xiitas leais ao Islã.

Segundo documentos do Ministério de Inteligência, o Irã continuou a aproveitar as oportunidades que os EUA lhe proporcionou no Iraque.

Por exemplo, o Irã colheu um manancial inesperado de informações secretas americanas quando a presença dos EUA começou a diminuir, após a retirada de suas tropas em 2011.

A CIA tinha posto na rua muitos iraquianos que trabalharam por anos como seus agentes secretos, deixando-os desempregados e à míngua –e com medo de serem mortos, possivelmente pelo Irã, devido a seus vínculos com os EUA.

Sem dinheiro nos bolsos, muitos começaram a oferecer seus serviços a Teerã e não hesitaram em relatar aos iranianos tudo o que sabiam sobre as operações da CIA no Iraque.

Desde o início da Guerra do Iraque, em 2003, o Irã se apresentou como protetor dos xiitas iraquianos, e Soleimani, mais do que qualquer outra figura, vem lançando mão de espionagem e ações militares sigilosas para assegurar que o poder xiita continue em ascensão.

Mas esse esforço teve um custo, a estabilidade, com os sunitas sendo permanentemente postos de escanteio do processo político e buscando proteção junto a outras entidades, como o Estado Islâmico.

Em 2014, um massacre de sunitas na comunidade agrícola de Jurf al-Sakhar foi um exemplo vívido do tipo de atrocidades sectárias cometidas por grupos armados leais à Força Quds, iraniana, que haviam alarmado os EUA na Guerra do Iraque e prejudicado os esforços de reconciliação.

Como deixam claros os relatórios de campo, algumas das preocupações dos EUA foram compartilhadas pelo Ministério da Inteligência iraniano.

Esse fato assinalou divisões internas no Irã em relação às suas políticas para o Iraque, divisões que opunham elementos mais moderados chefiados pelo presidente Hassan Rouhani às facções militantes como a Guarda Revolucionária.

Quando milícias xiitas apoiadas pelo Irã expulsaram os militantes de Jurf al-Sakhar, no final de 2014, na primeira vitória importante contra o Estado Islâmico, Jurf al-Sakhar virou uma cidade fantasma.

Ela não representava mais uma ameaça aos xiitas, mas a vitória iraniana teve um custo muito alto para os habitantes sunitas da cidade.

Dezenas de milhares deles foram deslocados, e um político local, o único membro sunita do conselho provincial, foi encontrado com um buraco de bala na cabeça.

Um telegrama descreve os danos em termos quase bíblicos. “Como resultado dessas operações”, relatou o autor do telegrama, “a área em volta de Jurf al-Sakhar foi purificada de agentes terroristas.

As famílias dos terroristas foram expulsas, a maioria de suas casas foi destruída por forças militares, e as que ainda restam serão destruídas.

As palmeiras foram arrancadas em alguns lugares para serem queimadas e impedir que os terroristas se abriguem entre as árvores. Os animais de criação (vacas e ovelhas) foram espalhados e estão pastando sem seus donos.”

A operação em Jurf al-Sakhar e outras ações sangrentas comandadas por agentes do Irã e dirigidas por Teerã alienaram ainda mais a população sunita iraquiana, segundo um relatório, que destaca: “A destruição de vilarejos e casas, o saqueio de bens e animais de sunitas converterem a doçura dessas vitórias” contra o Estado Islâmico “em amargura”.

Hoje o Irã luta para conservar sua hegemonia no Iraque, como fizeram os americanos após a invasão de 2003.

Enquanto isso, autoridades iraquianas estão cada vez mais preocupadas com a possibilidade de que uma provocação no Iraque lançada por qualquer dos lados possa desencadear uma guerra entre os dois países poderosos que disputam a hegemonia em sua região.

Contra esse pano de fundo geopolítico, os iraquianos –mesmo os sunitas, para os quais o Irã é um inimigo— aprenderam há muito tempo a encarar as investidas dos espiões iranianos com pragmatismo.

“Não apenas ele não acredita no Irã como ele não acredita que o Irã possa ter intenções positivas em relação ao Iraque”, escreveu um funcionário iraniano no final de 2014, falando de um recruta de inteligência iraquiano descrito como baathista que trabalhara para Saddam no passado e mais tarde para a CIA.

“Mas ele é espião profissional, compreende a realidade do Irã e dos xiitas no Iraque e vai colaborar para salvar sua pele.”

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– O porteiro mentiroso! Mas… a troco de quê?

Um verdadeiro circo! O porteiro que tentou incriminar o presidente Jair Bolsonaro, comprovadamente, mentiu sobre o suposto assassino de Marielle ter se encontrado com ele em sua casa.

A questão é: a troco de quê dez isso? De cinco minutos de fama ou a mando de alguém?

A questão é, parte 2: quando se terá esclarecido todo o caso do mandante do assassinato da vereadora?

Extraído de: https://veja.abril.com.br/politica/caso-marielle-porteiro-mentiu-sobre-ida-de-suspeito-a-casa-de-bolsonaro/

CASO MARIELLE: PORTEIRO MENTIU SOBR EIDA DE SUSPEITO A CASA DE BOLSONARO

A procuradora confirmou que o porteiro que envolveu o nome do presidente Jair Bolsonaro na morte da vereadora Marielle Franco mentiu em depoimento

Por Leandro Resende e Bruna Motta

A procuradora do Ministério Público Simone Sibilio, chefe do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO), confirmou que o porteiro que envolveu o nome do presidente Jair Bolsonaro na morte da vereadora Marielle Franco mentiu em depoimento à Polícia Civil. De acordo com Simone, quem autoriza a entrada de Élcio Queiroz no condomínio do presidente é Ronnie Lessa, suspeito de ter feito os disparos.

Mais cedo, um investigador relatou a suspeita da mentira à VEJA. Foram prestados dois depoimentos. No primeiro, relatou que ligou para casa de Bolsonaro. No segundo, confrontado com o áudio de sua conversa, manteve a versão, mas deixou dúvidas nos investigações em relação a veracidade das informações prestadas.

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– O Protocolo FIFA foi acionado duas vezes em Bulgária 0x6 Inglaterra. Mas a resposta…

Em Sofia, capital da Bulgária, uma noite para envergonhar a humanidade. Durante o jogo válido pelas Eliminatórias da Eurocopa, torcedores búlgaros entoaram cantos racistas e nazistas aos jogadores negros ingleses, fazendo com que o Protocolo FIFA contra a discriminação (que engloba qualquer tipo de situação, incluindo homofobia, sexismo ou religião) fosse adotado por duas vezes.

Ao anúncio que no terceiro passo do Protocolo a partida seria encerrada, houve uma grande vaia na arquibancada ao invés de conscientização. Uma tristeza à espécie humana, dita “racional”…

Dentro de campo, a resposta foi boa: Bulgária 0x6 Inglaterra. Uma vitória não de uma equipe, mas a derrota dos preconceituosos.

Sobre o Protocolo FIFA citado, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/07/26/os-3-passos-para-o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-no-futebol/

A capa do jornal britânico foi perfeita. Abaixo:

– O ser Humano está se tornando um Animal Selvagem? Os estupros em Jundiaí!

Neste mundo violento demais, onde as pessoas parecem viver por instinto, como bichos, calamidades acontecem diariamente. Digo isso pois na cidade de Jundiaí, nesta última semana, ocorreram 3 estupros contra vulneráveis.

Qualquer um desses casos é condenável, mas o que mais me assustou foi o de uma avó que violentou sexualmente uma menina de 4 anos!

O que dizer?

Triste. Pavoroso. E culpar a quem? Ao mundo extremamente erotizado?

Sem palavras…

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– A idiotice de baderneiros

Li uma publicação que me entristeceu bastante, num grupo de torcedores de futebol (não importa em que lugar ou quem publicou, vale o teor da mesma): a louvação de saques em postos de combustíveis à beira de estrada e bagunça durante viagens aos jogos.

Ora, é comum ver a Polícia Rodoviária fechando entradas de Postos ou proibindo grupos de torcedores de adentrarem às Lojas de Conveniências nas rodovias, justamente por isso: a bandidagem!

Desde quando o sujeito tem direito a praticar furtos, somente porque está em maior número? É crime! E é comum (lamentavelmente) ver essas situações aos finais de semana. E de vários times (ou facções, se assim for entendido).

Mais ainda: se não na estrada, mas na arquibancada, travestido de “emocionado”, o torcedor mais irresponsável diz-se permitir tudo: invadir campo, cuspir em bandeirinha, brigar com o próximo ou transgredir à civilidade. Coisas erradas mas que querem ser justificadas dessa forma imprópria.

Por quê o futebol é desculpa para libertino? Não deveria (e não deve) ser assim. O esporte brasileiro tenderá a não ser respeitado por ações como essas (incluindo as dos cartolas corruptos) e afastando as famílias.

Por mais paz / educação e respeito nos estádios. É o que precisamos!

– Garota de 14 anos Ameaçada de Morte por querer… Estudar!

Aparece no meu Feed essa publicação que tem 7 anos, mas acho importante o repost dela: sobre Malala, a menina que se tornou símbolo da luta pelo direito das meninas poderem estudar! Para mim, de maior significância do que a garota Greta, que tem sido manchete em defesa do clima mas parece ter sido uma adolescente usada politicamente.

Abaixo:

MALALA YOUSUFZAI SERÁ UM SÍMBOLO?

Por mais que reclamemos das condições e acesso do Ensino no Brasil, ainda assim vivemos em condição privilegiada, se compararmos com alguns países.

No Paquistão, por exemplo, uma menina de 14 anos que criou um blog para defender o Acesso Universal das Mulheres nos Estudos foi baleada e continua sendo ameaçada de morte pelos Talebãs. Para eles, mulher ir para a escola é, acima de um crime, pecado!

Triste conduta de fanáticos terroristas…

Extraído de: http://is.gd/GWKpyg

MENINA PAQUISTANESA BALEADA PELO TALIBÃ ERA AMEAÇADA HÁ ANOS

A estudante paquistanesa de 14 anos baleada pelo Talibã desafiou ameaças contra ela durante anos, acreditando que o trabalho que fazia pela comunidade era a melhor proteção, afirmou o pai da jovem nesta quarta-feira. Malala Yousufzai foi baleada e ferida com gravidade na terça-feira, enquanto saía da escola em sua cidade natal no vale do Swat, a noroeste da capital Islamabad.

O Talibã reivindicou a responsabilidade pelo ataque, dizendo que a campanha da menina pela educação de moças era pró-ocidental. O ataque provocou a indignação da população em um país aparentemente acostumado com a extrema violência desde o aumento na militância islâmica após os ataques de 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos.

“Ela é uma vela de paz que eles tentaram apagar”, disse o paquistanês Abdul Majid Mehsud, 45 anos, a respeito da violência que afligiu a região do Waziristão do Sul.

No vale do Swat, que já foi uma lugar turístico mas acabou infiltrado por militantes vindos de bases na fronteira afegã há mais de cinco anos, a família da menina e a comunidade local rezam para que ela sobreviva. O pai da menina, Ziauddin Yousufzai, que dirigia uma escola de meninas, afirmou que a filha queria entrar para a política. Ele disse que, de todas as coisas que ele ama nela, o que mais gosta nela são os ideais democráticos e de justiça da filha.

Histórico de ameaças

Malala ficou famosa aos 11 anos, quando escreveu um blog sob um nome falso para a BBC sobre como era viver sob o governo do Talibã paquistanês. Os militantes, liderados por um jovem pregador radical do Talibã, tomaram o vale por meio de uma mistura de violência, intimidação e com o fracasso das autoridades em fazer frente.

Mesmo depois que os militares finalmente agiram, com uma ofensiva em 2009 que expulsou a maioria dos militantes do vale, o local permaneceu sendo perigoso. Malala não se calou. Ela fez campanha pela educação de meninas e depois recebeu a mais alta condecoração civil do Paquistão. A proeminência dela teve um custo.

“Estávamos sendo ameaçados. Algumas vezes, cartas eram jogadas em nossa casa, dizendo que Malala deveria parar de fazer o que fazia ou o resultado seria muito ruim”, disse o pai dela. Nesta quarta-feira, médicos paquistaneses retiraram uma bala alojada no corpo da menina, que continuava em estado crítico. Duas outras meninas também ficaram feridas.

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– Um buraco na perna do jogador! Será que o infrator levou vermelho?…

Do México, vem a imagem do futebol que mais me chocou nesse final de semana: Giovani dos Santos recebeu uma falta tão forte que ABRIU UM BURACO na perna do atleta!

Abaixo:

Do Twitter de AtaqueFutbolero

No apto para impresionables. Escalofriante lo que le sucedió a Giovani dos Santos, tras un planchazo de Briseño en América-Chivas. Obviamente, vio la roja. Qué dolor…

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– Difícil comentar tamanha violência…

Sobre a garotinha Ágatha Félix, no triste ocorrido no final de semana, é complicado escrever alguma coisa. Engole-se em seco, tamanha a barbaridade. Ela foi baleada nas costas, quando estava dentro do carro da família com a mãe, no Complexo do Alemão. Policiais perseguiam um motociclista e houve o disparo que a atingiu por engano.

Os vídeos da reação dos familiares são de comover o coração mais duro existente. Como consolar essa gente? Vida não é devolvida ou substituída…

Precisamos de paz em nosso mundo. Chega de violência, de abuso de autoridade, de criminalidade ou de despreparo. Nunca se culpe ou responsabilize-se uma única pessoa em casos como esse. A culpa é de muita gente!

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– Agora não, Torcedor!

Li com muita preocupação o lamentável fato ocorrido em Amparo por parte de um torcedor do Paulista (invasão de campo para comemorar um gol) e de outros que cuspiram no bandeira.

Quero explicar como funciona a partir de agora nos trâmites burocráticos, o que pode acontecer e como essa situação chega na Federação Paulista de Futebol. Já vivi e vi dezenas de situações como essa, sei do que estou escrevendo e aqui peço SERENIDADE aos amigos que estão lendo.

PRIMEIRO) Invadir campo é coisa de futebol de várzea (e olha lá). Comemorar gol junto a jogador dentro do gramado não é coisa do esporte profissional, é uma transgressão que irrita demais a FPF. Não vale dizer que “é a emoção”, “o calor da partida”, bla-bla-blá. Quem invadiu, não importa quem seja ou o que faz pelo time, errou! Não é a invasão de comemoração do título da Copa do Brasil, é de um gol contra o Amparo! Ô minha gente…

SEGUNDO) A arbitragem faz a checagem dos portões, os fiscais (ou o fiscal, se for só um) fazem / faz o relatório e o policiamento atesta que tudo está seguro. Se alguém, de qualquer time, invadir, há 3 documentos para dizer que a culpa é de quem invadiu, não de portão velho, corrente semi-aberta ou cadeado com defeito. Assim, não há desculpas para jogar a bronca na estrutura do estádio e tirar a responsabilidade do ato.

TERCEIRO) Cansei de ver bandeira em jogo meu se omitir em relatar cusparadas sofridas por todos os problemas que ele passa depois que escreve na súmula. O cara é chamado na Comissão de Árbitros para contar o fato (sempre presencialmente na Capital), tem que gastar dinheiro com deslocamento, aguentar muitas vezes um dia no Tribunal, perder dia de serviço, ficar fora de escala e é uma “enchição de saco”. Na maior parte das vezes, ele nem relata para seguir a vida mais tranquila. Se o Risser Jarussi relatou, é porque realmente levou MUITA cuspida em suas costas. Aliás, Risser é um dos mais competentes bandeiras do quadro, atuou muitas vezes aqui no Jayme Cintra, jogou futebol amador em Jundiaí e cumpriu seu dever ao avisar o árbitro dos fatos ocorridos. Mais do que isso: cuspir em alguém é um ato de canalhice indiscritível.

QUARTO) A procuradoria vai indiciar o Paulista FC pelos fatos ocorridos, e as punições podem ir até à perda de mando de campo, pois o time é responsável pela sua torcida. Não adianta também escrever que o futebol está chato, cheio de mimimi e que não pode nada. Estamos falando de esporte profissional em 2019, em um mundo mais cidadão e responsável (em tese, deveria ser). Já imaginou esses atos babacas ocasionarem que, justamente agora que o acesso está perto, o Galo ser prejudicado? É demais pra cabeça de qualquer um…

QUINTO) O trabalho de bastidores agora é: o Departamento Jurídico assumir a defesa o quanto mais rápido, se antecipar no pedido de desculpas e prometer a tomada de providências ANTES do julgamento, a fim de que apenas uma multa pequena seja dada e não se perca o mando de campo. Identificar o invasor é uma atitude necessária, mas logicamente isso não vai ocorrer por motivos que não valem a pena serem relatados e que quem lê esse texto, sabe na sua maioria a explicação. Oferecer o reparo das avarias ocorridas em Amparo (não está em súmula, mas essas coisas vão nos relatórios dos fiscais da FPF, são documentos que a lei não obriga a publicação no site e que vai complicar a vida do Paulista). Esclarecer que o clube faz campanha para a paz nos estádios e que incentiva a ida de famílias nos jogos e, por fim, garantir um esquema de segurança nas próximas partidas.

SEXTO) Todo esse trabalho ocorrerá por conta de invadir o campo e cuspir no bandeira. Pra quê? Acabou o tempo do “vale tudo no futebol”. Não é arena de briga, é espaço de trabalho (o gramado) e lazer (a arquibancada). Isso tudo irrita demais os organizadores do evento e gera custos aos times que vivem sem dinheiro. Já imaginaram o que aconteceria se estivessem jogando Paulista x Ponte Preta no Jayme Cintra e um torcedor invadisse o campo aos 45m do 2o tempo para comemorar a vitória da Macaca sobre o Galo?

Por fim: eu não precisava me expor com esse texto, mas como ex-árbitro, jundiaiense, apaixonado pelo Paulista (mas que separo a razão e a emoção por conta do trabalho), me sinto na obrigação de ajudar a minorar as possíveis penas e minimizar o desgaste que o clube terá.

TENHAMOS CERTEZA: por conta desses atos, a fiscalização da FPF, as exigências que serão feitas e o desgaste justamente nessa reta final, serão gigantescos. Quem fez a cáca, não imagina como gerou um fato complicador para o time, para a administração e para a parceira.

Como o estrago está feito, é hora de corrigir (e se policiar para que isso não se repita). O triste é: a impressão de selvageria que já ouço de conhecidos que estão me perguntando o que aconteceu. E justo agora!

Futebol é diversão para quem assiste, negócio para quem administra, desafio para quem joga. E tudo deve ocorrer em paz. Não se pode fazer de conta que nada aconteceu, pois aí sim o Paulista vai levar uma grande punição.

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– Abasteçam seus veículos, pois o atentado na Arábia Saudita fará o preço do petróleo disparar!

Um atentado terrorista promovido por drones incendiou a mais importante refinaria de petróleo do mundo, na Arábia Saudita. A estatal Saudi Aramco, maior petrolífera do planeta, anunciou o corte de metade da produção por causa desse ataque.

Com isso, 6% da produção mundial do “ouro negro” deixa de ser produzida. O príncipe Salman, um dos diretores da empresa, acusa rebeldes do Iêmen do ocorrido (O governo do Iêmen é apoiado pelos sauditas; a oposição pelo Irã, ocasionando uma guerra civil no pequeno país).

O certo é: a gasolina e o óleo diesel vão subir! Por isso, abasteçam seus veículos.

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– O 11 de Setembro que NUNCA deveria ter existido…

Ao rever as imagens que recordam o trágico 11 de setembro de 2001, me lembro do dia em que tudo aconteceu. Dá um angústia imaginar que o ser humano chega a isso…

E atentemo-nos: não foram só as Torres Gêmeas, mas também a tentativa no Pentágono!

O que o fanatismo faz… POR QUÊ?

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