– As palavras de Klopp sobre Firmino impressionam. Mas e na Seleção?

Há 1 ano, Jurgen Klopp, treiandor do Liverpoolressaltou que o brasileiro Roberto Firmino era fundamental para seu time por conta de suas funções táticas. Declarou:

“Um time de futebol é como uma orquestra, e ele toca 12 instrumentos”.

Neste domingo, após a vitória do seu time por 5×0 contra o Manchester City de Cristiano Ronaldo (com 3 gols de Salah), disse Klopp:

“Salah ganhou muita atenção e de forma correta, mas tenho a certeza de que quando Firmino parar de jogar, as pessoas que entendem de futebol irão escrever livros sobre a maneira como ele interpreta a posição de falso nove. Ele é um conector. O melhor atacante defensivo que já conheci em toda a minha vida. Um atleta muito importante para a gente. Ele é um caçador de bolas, muito inteligente taticamente, capaz de jogar nos espaços mais apertados e tomar boas decisões rapidamente. E além disso, ele marca gols.”

Que moral, não? A questão é: por que ele não consegue render / ser elogiado quando atua pela Seleção Brasileira? Seria o esquema de jogo?

– Feliz Dia dos Professores!

A Educação, que é tão importante para a sociedade, é pouco valorizada nesse país. Pior: um dos principais instrumentos para levá-la às pessoas – o professor – é o mais esquecido dessa cadeia educacional…

Mas não é dia de lamentação. É dia de alegria e reflexão. Feliz ‘nosso dia’ assim mesmo!

Ser Professor não é só educar: é levar a cidadania; trazer a esperança; incentivar; fazer pensar; ajudar e ter fé.

Em suma, ser professor não é ofício; é vocação! Exige disposição, prazer, amor e dedicação.

Retorno?

O retorno é garantido: mentes brilhantes que você ajudou a formar. Sim, apenas ajudou, pois o esforço verdadeiro é do aluno.

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– Quanto Vale o Carisma?

Amigo, compartilho mais um valiosíssimo artigo de Jack Welch, agora a respeito de CARISMA na Administração de Empresas.

Extraido de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0950/gestao/quanto-vale-carisma-492984.html

QUANTO VALE O CARISMA

Meu chefe disse recentemente que sou muito competente e transmito uma visão clara para minha equipe, mas que, para ser promovido, preciso mostrar que tenho uma personalidade forte. Como sou uma pessoa naturalmente introvertida, o que devo fazer?
(Anônimo, Atlanta)

Em primeiro lugar, gostaríamos de lhe agradecer por nos ter enviado uma pergunta que sempre tivemos vontade de responder, dando a nós (e a nossos leitores) uma trégua nas reflexões sobre as recentes turbulências econômicas. Ufa!

Bem, vamos ao que interessa. Gostaríamos que você respondesse à seguinte pergunta: como se sentiria se tivesse de fazer uma cara alegre, voz grossa, e com um “ho, ho, ho” aqui e outro ali tentasse conquistar o coração de sua equipe? Você ficaria em pânico? Deprimido? Um pouco das duas coisas?

Ou ficaria preocupado, sabendo o quanto as pessoas de modo geral odeiam impostores? Se for isso, você tem todo o nosso apoio. De fato, autenticidade é algo importante — e é compreensível que você se sinta intimidado numa situação em que precisa parecer o que não é. Por isso, se acatar o recente conselho de seu chefe, terá obrigatoriamente de abrir mão dessa autenticidade.

No entanto, o que parece aqui é que você não tem escolha. Seu chefe está tentando ajudá-lo — e ele está certo. Com o tempo, muitos introvertidos acabam estagnando nas grandes empresas. Eles podem até trabalhar muito, corresponder ao que se espera deles ou mais do que isso até, mas raramente parecem ter o retorno que merecem. Observe que estamos falando de grandes companhias. Praticamente qualquer pessoa com uma boa ideia vai longe em uma empresa iniciante. As pequenas empresas costumam dar mais margem de manobra às pessoas, deixam que sejam elas mesmas, contanto que mostrem resultados. Já nas grandes corporações as condições atmosféricas reinantes dão aos extrovertidos uma vantagem evidente.

São várias as razões para isso. As grandes empresas acham normal que uma pessoa migre de uma divisão para outra e transite pelo mundo afora, e os extrovertidos, queiramos ou não, parecem mais preparados para isso. Com seu carisma e habilidades verbais acima da média, passam uma imagem de ousadia, são ótimos comunicadores e sabem motivar seu pessoal, sobretudo em épocas de crise. Os extrovertidos também têm mais facilidade para se relacionar — outra enorme vantagem em contextos menos amigáveis. E, por fim, os extrovertidos tendem a brilhar mais do que os tímidos em grandes companhias porque, desde o início, sua forte personalidade lhes garante a oportunidade de expor questões relacionadas ao trabalho diante de gente do alto escalão, o que é sempre uma boa maneira de acelerar o processo pelo qual um indivíduo se destaca dos demais.

As grandes companhias estão de tal forma voltadas para os extrovertidos que os introvertidos muitas vezes experimentam uma dinâmica parecida com a vivenciada por muitas mulheres e minorias em ambientes corporativos: a necessidade de produzir muito mais do que os outros se quiserem ficar pelo menos no mesmo nível deles. É claro que há exceções. Não faltam histórias de pessoas reservadas, antissociais ou tímidas que subiram na hierarquia da empresa até chegar a um cargo muito importante. Mas em todos esses casos o introvertido tinha algo de especial — uma mente brilhante capaz de antecipar as tendências da tecnologia, por exemplo, uma compreensão fora do comum dos mercados emerg entes ou ainda uma habilidade crítica excepcional diante de certos acordos. Esses sábios se tornam de tal maneira indispensáveis ao sucesso das empresas que acabam galgando os postos superiores. É por isso que muitos introvertidos em posição de comando são quase sempre o cérebro da organização, enquanto outros cuidam da parte operacional.

Pode ser que você seja um desses introvertidos cuja competência especial vai sempre prevalecer — e que dispensa de mudar seu jeito de ser. Entretanto, se não for esse o caso, voltamos ao ponto de partida. Se você quiser, de fato, assumir o controle de sua carreira na empresa onde trabalha atualmente, é melhor começar a fazer alguma coisa já. Vá à luta, misture-se ao pessoal, converse mais com sua equipe, relacione-se mais frequentemente com seu grupo e com outras pessoas da companhia, empregando ao mesmo tempo toda a energia e os traços positivos de sua personalidade.

Será que o pessoal vai perceber a novidade e se colocar na defensiva? Possivelmente. Lembre-se de que eles estão sempre atentos a qualquer mudança de postura. Por isso, sugerimos que você se adiante e explique a eles seu comportamento. Diga a eles que você está apenas tentando colocar mais de você mesmo no ambiente de trabalho, de forma que todos possam trabalhar de modo mais eficaz. Você pode até pedir que o ajudem e que lhe deem um feedback da mudança. A verdade é que quanto mais sincero você for em sua transformação pública, tanto mais sairá ganhando.

* Este texto foi escrito em novembro de 2008.
Jack Welch está afastado do trabalho por questões de saúde

Carisma | Uma igreja feita por gente.

– O recomeço de Edina.

Eu torço para quem trabalha sério, luta por meritocracia e supera as dificuldades. Fico muito feliz com esse “recomeço” pessoal e profissional da árbitra Edina Alves.

Penso: tantos homens cometem erros maiores e em maior quantidade do que ela, e seguem nas escalas. Ela, por sua vez, padeceu por um equívoco!

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2021/09/27/edina-alves-relembra-fossa-apos-erro-em-jogo-do-spfc-precisei-de-terapia.htm

EDINA ALVES RELEMBRA FOSSA APÓS ERRO EM JOGO DO SPFC: “PRECISEI DE TERAPIA”

Na semana passada, a árbitra Edina Alves recebeu a notícia que marca um recomeço em sua trajetória: sua mãezinha, de 64 anos, está curada do câncer. Um linfoma, descoberto um pouco antes do fatídico jogo entre São Paulo e Novorizontino pelo Campeonato Paulista deste ano, tirou a paranaense do prumo.

O pai de Edina morreu pela mesma doença anos atrás, e as previsões ruins dos médicos em relação ao estado de saúde da mãe causaram meses de tensão. Hoje, depois de muita terapia, ela compreende que, naquele momento, deveria ter dado um tempo na arbitragem. Mas foi com a notícia da cura que a árbitra consagra sua nova fase: apitou, no domingo (26), uma final histórica do Brasileirão feminino, com 100% do elenco de arbitragem formado por mulheres —desde assistentes até o VAR. Em campo, o Corinthians atropelou o Palmeiras e foi campeão.

Edina Alves apita pela CBF desde 2007. Foram 12 anos até que chegasse à arbitragem de uma partida da série A —20 de futebol profissional. Período de testes. A cada jogo ruim, ela voltava várias casas. Regras, todos passam por isso. Entretanto, a reportagem apurou que o tempo de testagem do jovem árbitro catarinense Ramon Abatti, de 32 anos, foi menor: três anos. Ele entrou no quadro de árbitros da CBF em 2017, e apitou sua primeira partida pela Série A do Brasileiro em 2020.

É bastante sinuosa a escada que mulheres precisam subir para alcançar posições de destaque no futebol. E é por isso que a final do Brasileiro feminino foi tão importante. Bateu recorde de pedidos de credenciamento para a imprensa: 224. Quase duas vezes mais que a quantidade de solicitações para o dérbi masculino, que aconteceu no mesmo fim de semana.

“Nós, mulheres, temos que provar o tempo todo que somos capacitadas. Mesmo quando a gente consegue mostrar, não adianta mostrar uma, duas vezes. A gente tem que mostrar sempre. E, quando a gente erra, a tolerância é bem menor”, diz Edina em entrevista exclusiva ao UOL. O homem vem com selo de qualidade aprovado pela sociedade, principalmente no futebol. Quando a menina nasce, ganha uma boneca. O menino, uma bola.”

Ainda assim, ela diz querer ser reconhecida pelo trabalho, e não pelo gênero. “A gente tem vivido uma nova fase, que é resultado de uma construção de anos. Um passo de cada vez, um na frente do outro. Com competência e muita capacidade, as mulheres têm requisitado o próprio espaço. Não me refiro só à arbitragem feminina, mas também ao futebol feminino, que tem crescido cada vez mais”.

“Brigamos, trabalhamos e construímos para conquistar esse espaço. Amamos futebol como os homens”. A árbitra-assistente da partida foi a querida dupla de Edina, Neuza Back, com quem a paranaense coleciona histórias e jogos importantes. Ela diz: “Essa parceria foi fundamental para o meu crescimento”.

O número de mulheres na arbitragem tende a aumentar. Isso porque, Edina explica, há muitas garotas ingressando na área. “Eu tenho 22 anos de profissão, mas tem muita menina começando, e, na arbitragem, não se deve pular fases. É importante construir a própria história com paciência, para chegar com capacidade e qualidade que ninguém vai poder questionar. Logo, haverá muitas mulheres apitando”.

Depressão por erro

A cada erro, os árbitros são penalizados —as punições envolvem um período sem apitar partidas. E, para quem não sabe, árbitro ganha por jogo —eles não têm salário fixo, como é o caso dos jogadores. “Ressaltar isso é importante, porque os torcedores acham que a gente erra de propósito, para favorecer um time. Isso não existe. Errar deixa a gente sem trabalho, sem receber. A gente paga pelo erro —que é extremamente doloroso, não só pela punição, mas pela nossa própria cobrança”.

Em março deste ano, pelo Campeonato Paulista, Edina cometeu um equívoco na arbitragem de uma partida entre São Paulo e Novorizontino. Foram seis meses até que ela conseguisse falar sobre isso. Ao se posicionar de forma equivocada, a árbitra não teve visão na hora de um lance dentro da área. Seria pênalti para o São Paulo, mas Edina não marcou.

“Eu não vi. Falei para o VAR que estava em dúvida porque não tinha conseguido enxergar. Ele me disse que não havia sido pênalti, e eu segui”, relembra. Ao chegar no vestiário ao fim da partida, ela reviu o lance por meio de um vídeo no celular. “Ali, desabei. Falei para meus colegas: ‘Eu errei, foi pênalti’. Eles tentaram me consolar dizendo que o VAR havia me dito que não. Mas eu estava vendo no vídeo, foi pênalti, sim. E eu não dei.”

“Esse lance me machucou. Fiquei deprimida, em uma fossa absurda por meses. Precisei de terapia para me recompor daquele dia, e essa é a primeira vez que falo sobre isso abertamente. Foi um erro inadmissível, eu me posicionei mal e não consegui ver. Não gosto de errar, ainda mais desse jeito”, lamenta. “Assim que encontrei os jogadores do São Paulo, depois do jogo, pedi desculpa. Mas foi bastante difícil lidar com isso”.

Foi naquele mesmo período que Edina descobriu o linfoma da mãe, que ainda mora no Paraná. “Hoje, eu percebo que deveria ter parado de apitar naquele período. Eu não conseguia pensar em outra coisa senão isso, era muita preocupação. Mesmo tensa, apreensiva, eu tinha obrigação de tranquilizar minha mãe, de dizer que iria passar, que ela venceria, mesmo sem qualquer certeza disso. E eu estava longe. Foi difícil. Sei que não ter parado me prejudicou na arbitragem, mas são escolhas que a gente faz”.

Edina conta que, durante o tratamento de quimioterapia, a mãe parou de assistir aos jogos apitados pela filha —antes do câncer, ela não perdia um. O procedimento a deixava bastante debilitada. “Na mesma semana que recebi a notícia da cura dela, também soube que apitaria uma final exclusivamente feminina na série A do Brasileirão. Foi um presente, que compartilhei com ela”.

“Mãe, você sabia que vou apitar um jogo todo de mulher? Vai ter mulher em campo, na arbitragem e até na cabine”, falei, e ela respondeu: “Tudo mulher? Em todos os lugares? Que legal, minha filha. Vou torcer por vocês”.

Gabi Zanotti domina a bola em final do Brasileirão entre Corinthians e Palmeiras, com árbitra Edina Alves ao fundo. Imagem: RONALDO BARRETO/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO

– O Lagarto Preguiçoso.

O fotógrafo Yan Hidayat, da Indonésia, é “o cara”.

Olhe só, abaixo, que foto ele conseguiu do Lagarto em momento de relaxamento…

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2021/09/20/lagarto-preguicoso.htm

LAGARTO EM REPOUSO

Cruza as pernas, repousa a cabeça em um dos braços e fecha os olhos em um lindo dia de sol. Poderíamos estar descrevendo algum turista que viajou durante o fim de semana para o litoral, mas a atividade foi realizada por um lagarto.

A cena inusitada foi registrada pelo fotógrafo Yan Hidayat, de 43 anos, na Indonésia, e publicada no Instagram. O preguiçoso réptil repousa e parece cochilar na grama do jardim de Hidayat.

O animal foi resgatado pelo fotógrafo há dois anos, quando ele o viu em uma floresta próxima lutando para sobreviver. Agora, o lagarto tem uma vida de luxo: pelo menos duas horas por dia ele relaxa sob o sol quente.

Ao The Sun, Hidayat contou que o bicho vive dentro de casa e que ficou surpreso com a pose. “Fiquei feliz em ter conseguido capturar a imagem. Ele está muito fofo”, disse.

Em janeiro deste ano, ele já tinha chamado a atenção ao fotografar um sapo com caracóis na cabeça, deixando-o com uma imagem bastante parecida com a Princesa Leia, de Star Wars.

Yan é especialista em clicar o reino animal e tem diversas outras imagens curiosas em seu Instagram.

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– Quando você tem dinheiro, você deve fazer o quê?

Numa referência Geek, disse um dia Ben Parker (o tio do Homem Aranha): “com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades”.

Sendo assim: como você usa os seus poderes (dinheiro, talentos, carisma, vocação)? Eles servem (ou deveriam servir) pra quê?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=FQScnt88XAI

– Guardiola sobre os brasileiros:

Em evento realizado para brasileiros, Pep Guardiola foi questionado sobre os maiores brasileiros com que ele trabalhou. E disse:

“Romário dentro da área, Rivaldo nas decisões, Ronaldo Fenômeno nos arranques e Ronaldinho Gaúcho que trouxe alegria para um time depressivo”.

Pô, “só” trabalhou com esses caras? Sensacional…

Em palestra na XP, Pep Guardiola critica mercado financeiro e desigualdade

– Árbitro e VAR em Chapecoense 1×1 América mostraram o retrato da tragédia…

Se fosse um Flamengo x Corinthians, um Gre-Nal ou algo dessa grandeza (de apelo Nacional), repercutiria muito mais; só que como tem apelo Regional, o jogo Chapecoense x América nesta segunda-feira passou “meio batido”, mas pode ter sido considerado o pior jogo do uso do VAR no Campeonato Brasileiro 2021.

Sobre as lambanças, compartilho aqui: https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/9067894/brasileirao-chapecoense-empata-com-o-america-mg-e-segue-sem-vencer-em-noite-de-arbitragem-conturbada?platform=amp

O que eu quero chamar a atenção é: nesta última semana, os árbitros passaram por imersões, treinamentos intensivos e concentrações TREINANDO o uso do VAR em Águas de Lindoia-SP, no espaço onde a CBF aluga para o “desenvolvimento do uso do árbitro de vídeo” (aliás, as fotos da confraternização dos términos do evento são muito bacanas). Também faz 15 dias que inaugurou-se o Centro de Excelência da Arbitragem, na sede da CBF.

Se tanto dinheiro está sendo gasto; se treinamento existe – mas os resultados não aparecemconclue-se que:

  • A mão de obra é ruim (os árbitros);
  • O dinheiro está sendo mal gasto;
  • Quem treina os árbitros, não sabe ensinar.

Já é hora de repensarmos o uso do VAR ou não no Brasil (o que é permitido pela FIFA), com a seguinte justificativa: está valendo a pena ou não?

Do jeito que está, é mais barato e mais justo esportivamente falando não usá-lo.

Acréscimo: sobre treinamento e custo do VAR, nos itens 4 e 5 deste link: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/08/03/var-vale-a-pena-repensa-lo-em-7-topicos/

– Morreu Tarcísio Meira.

Caramba, ontem faleceu Paulo José, consagrado ator. Hoje, Tarcísio Meira nos deixa.

Galã enquanto moço, sempre talentoso nos seus papéis e dono de um carisma marcante. Era casado com Glória Menezes, que permanece com a mesma enfermidade (COVID, essa traiçoeira praga). Juntar-se-á com tantos outros colegas vitimados pela doença. 

Que descanse em paz.

Na foto acima, na novela Roda de Fogo da TV Globo (1986).

– E qual árbitro brasileiro irá para a Copa do Catar?

Depois da Copa América e da Eurocopa, tanto Conmebol e UEFA fazem suas avaliações sobre o trabalho dos árbitros.

Na América do Sul, notou-se a dificuldade de coibir a indisciplina dos atletas locais (que é uma questão cultural). Partidas razoavelmente apitadas, com “aceite” de milonga. Destaque positivo para Raphael Claus, que imagino: poderia ter sido escalado à final caso a Seleção Brasileira fosse eliminada em fases anteriores.

Na Europa, jogos com comportamento melhor dos jogadores e árbitros usando muito melhor o ferramental tecnológico à disposição: ou seja, o uso correto do VAR como auxílio – e não substituição de decisor – à arbitragem. Destaque para as ótimas atuações do alemão Félix Brych (do pênalti dificílimo – mas correto – de Inglaterra x Dinamarca) e Björn Kuipers, o holandês da decisão.

Pós competições continentais, o objetivo é único: escolher definitivamente os árbitros para a Copa do Mundo do Catar em 2022.

No Brasil, o goiano Wilton Sampaio e o paulista Raphael Claus estavam sendo trabalhados há algum tempo – ora se falando que o goiano Sampaio poderia ir como VAR (embora tenha sido criada uma lista de “árbitros especialistas em VAR” internacional), ora como árbitro principal. Até pelas atuações e escalas, parecia-me que Claus seria “bola cantada”, já que estava em melhor fase e sendo melhor preparado.

Entretanto…

A iniciativa da FIFA em criar um “evento inclusivo” mudou tudo: desejando mostrar a diversidade, a meritocracia e até mesmo a força feminina num país machista, escalou a paranaense Edina Alves Batista para o Mundial de Clubes no Catar. E deu certo! Ela, que já estava apitando muito bem no Campeonato Brasileiro, deu conta do recado e foi aclamada por torcedores, jogadores, árbitros e imprensa. Atuou corretamente e atingiu todos os índices físicos exigidos.

Para muitos, a “inclusão” foi uma jogada de marketing. Que seja! A meritocracia valeu mesmo assim. Só que voltando ao Brasil, Edina teve uma superexposição e desencadeou ciúmes e discriminação por sexismo. Muitos homens que deixavam de ser escalados usaram o argumento mesquinho de que “só porquê é mulher”… E a torcida para que ela errasse em campo, por muitos, aconteceu. Vide o episódio complicado envolvendo Internacional x Red Bull Bragantino (para não nos alongarmos, aqui neste link: https://wp.me/p55Mu0-2OK).

Apesar do árbitro Leandro (citado na matéria acima) ser punido e Edina voltado a apitar, ela foi escalada como primeira mulher a apitar na Libertadores da América Masculina, além de ter sido confirmada nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Mas suas escalas no Brasil, contraditoriamente, “minguaram”.

No Paulistão, Claus trabalhou nas finais da A1, e Edina na A2. No Brasileirão, escalas normais para Claus antes da ida à Copa América. Para Edina, nenhum clássico nacional, mas jogos “menos apelativos”. Sua última partida foi Cuiabá 2×2 Ceará, onde ela expulsou Pepê (jogador do time mandante) pelo 2o cartão amarelo ainda no 1o tempo CORRETAMENTE. 

A questão é:

  • Se Edina continua com o rendimento físico dentro do exigido, está bem tecnicamente (comprove assistindo os jogos dela) e disciplinarmente está cumprindo a regra sem fazer média, por que está em jogos “tão escondidos”?

Uma impressão particular que tenho: Raphael Claus irá para a Copa do Mundo, representando o Brasil. E Edina Alves irá também, como árbitra convidada pela FIFA – e o que aparecerá de dirigente de arbitragem dizendo que o mérito dela é fruto da “confiança da Comissão de Arbitragem” não tenha dúvida disso.

– Valorize-se e tenha responsabilidade no que prega.

Na minha esteira, enquanto eu estava correndo e ouvindo meu rádio, escutei durante a canção “Utopia” do Padre Zezinho SCJ (mítico sacerdote da música católica), ele pausando a apresentação e falando sobre a responsabilidade e a competência de quem leva uma mensagem”.

Disse:

Não é porque você está na televisão, que você é melhor ou pior do que alguém. A única diferença dos outros que estão fora da grande mídia é que a sua ‘fala’ vai mais longe”!

Sensacional. Serve para todas as atividades profissionais que tem espaço na TV (independente de crenças ou descrença)… Precisamos de humildade. Carecemos de senso de didática. Necessitamos de vozes diversas para crescermos e aprendermos.

Diante de tudo isso, tenhamos a certeza: somos competentes com ou sem repercussão – e isso nos faz importantes para nós mesmos!

– Um pouco da Genialidade de R10!

Ronaldinho Gaúcho sempre foi um cara que jogava e encantava. No auge, atuando pelo Barcelona, tem memoráveis partidas contra o Real Madrid, Chelsea e Milan (como a desse vídeo abaixo).

Vale a pena assistir:

– Maradona, Messi e Pelé, diferenciados por Tostão.

Há 2 anos… repost:

Tostão deu uma entrevista ao jornal El País e falou sobre Messi. Segundo o Tricampeão Mundial (e certamente um dos ex-jogadores que melhor comenta futebol no país), Messi está acima de Maradona (comparou El Píbe como um “Ronaldinho Gaúcho melhorado, artisticamente falando”, mas não contestou sua generalidade). Ao mesmo tempo, cita duas diferenças entre Pelé e Messi: a força física seria uma delas, mas a principal seria a força psicológica. 

Tostão explicou: 

“Quando o jogo ficava difícil, Pelé ficava uma fera (…) Ele não era um líder em campo, mas tinha força psicológica. Quanto maior a dificuldade, mais agressivo Pelé ficava. Acho que isso é uma vantagem sobre Messi”.

E não é verdade?

Se pisassem no calo do Negão… misericórdia! Isso ainda falta a Messi.

Sobre Ronaldinho Gaúcho e Maradona citados: o brasileiro, se optasse em ter sido mais profissional, levaria o dobro de Bolas de Ouro e estaria igualmente como Messi em questão técnica a ser discutida (o que faz no auge sempre foi assombroso). Maradona, ainda, por milésimos, penso estar à frente de Messi por um fator: o poder de decidir dentro das 4 linhas. A Copa de 86, foi impressionante (embora o VAR de hoje poderia ter estragado a festa hermana).

Aliás, se o VAR existisse antes, a Copa de 62, 66, 86, 94, 02… todas elas provavelmente teriam resultados diferentes, frente a correção dos lances capitais em jogos importantes.

Resultado de imagem para Messi pelé

– Pelo incômodo ou por merecimento, os competentes são notados.

Sou fã do Steve Martin, ator hollywoodiano de muito carisma.

Disse ele um dia:

”Seja muito bom, que eles não vão ter como ignorar você”.

Se você é muito bom naquilo que faz, alguém vai te notar: os que podem te promover, os que irão te admirar ou os que te invejarão.

”Passar batido”, despercebido, certamente você não irá.

– Nenhum esforço é em vão!

Nosso suor sempre será recompensadonão se sabe a qual tempo – com alguma coisa boa: aprendizado, conquistas, valores…

Gosto sempre desse tipo de lembrete, como na imagem abaixo: “A luta em que você está hoje, desenvolve a força que você precisa amanhã”. (Autor desconhecido).

– A juventude do novo técnico do Bayern München

Julian Nagelsmann será o treinador do Bayern München para a temporada 2021/2022. Ele tem apenas 33 anos!

Não é surpreendente tal idade? Ele estava no RB Leipzig e substituirá Hansi Flick. Tem um curriculum muito bom, vide o que fez antes de chegar em Leipzig e estando lá, o resultado de seu trabalho.

Tomara que os atletas o respeitem! E se fosse no Brasil? Será que um treinador tão jovem teria amparo da diretoria de um time grande?

Ficaremos na dúvida.

Investimento recorde em Nagelsmann é prova da confiança – justificada – do  Bayern em seu novo treinador

– Renegados? Marquinhos no PSG e Militão no Real Madrid que o digam…

O futebol é algo apaixonante…

Marquinhos foi dispensado por Tite no Corinthians. Hoje, é um dos maiores zagueiros do mundo. Vide as atuações na Champions League.

Éder Militão praticante foi mandado embora do São Paulo para Portugal. Contra o Chelsea, ovacionado por unanimidade.

Como entender esses baixos “tão baixos” e altos “tão altos” dos atletas? Em tempo: seria essa a dupla da Copa do Mundo de 2022? Confesso que Thiago Silva nunca me convenceu…

Marquinhos projeta encerrar carreira no PSG, mas esbarra no próprio PSG |  Goal.com

 

– Bons tempos do futebol brasileiro…

Que foto! Está na capa do grupo “Esporte em Discussão” no Facebook: Botafogo e Santos nos áureos tempos. 

Pelé e Garrincha, além de uma constelação de craques, lado a lado…

Quando duas equipes nacionais fornecerão tantos jogadores para a Seleção Brasileira como essas, não?

– 58 anos do 1o Disco dos Beatles!

Música boa não envelhece: hoje, 58 anos do primeiro disco dos Beatles! Eu nem era nascido, mas quando jovem eu tinha LP’s… depois CD’s… e agora, áudios em mídia digital no iPod. Ops: iPod? Em pen-drive e na nuvem.

Muda a forma, mas não muda a qualidade das melodias. Mas respeito de quem gosta de sofrências e outras coisas que não são da minha preferência…

Minha preferida é: All You Needs is Love. E a sua?

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– Lançando novos árbitros no Paulistão: um desafio!

Fabiano Monteiro dos Santos tem apenas 23 anos e somente há 4 temporadas apita pela FPF. Fez sua 1a partida pela série A1 na semana passada, em Ponte Preta 0x1 Santo André.

Eu defendo a renovação da arbitragem e a oportunidade aos mais jovens, DESDE que seja alicerçada, sem “padrinhos interessados”, olhando o potencial e sem queima de etapas. Meritocracia, em outras palavras.

No ano passado, um árbitro que foi muito mal nos jogos que trabalhei observando e comentando, Flávio Mineiro, que teria potencial de ir bem com bastante treino e experiência, saiu da 4a para a 1a divisão e jogou fora sua oportunidade. A CEAF-SP o “queimou” por não saber o momento certo de dar a grande chance. Foi da mesma forma lançado como Fabiano, sem fazê-lo ganhar experiência o suficiente.

Há outros jovens: João Vitor Gobbi e Demétrios Candançan, que elogiei bastante nas categorias menores. O primeiro está tendo mais experiência em outras divisões e solidificando melhor a carreira. O segundo está, igualmente a Fabiano, lançado “na marra”.

Se forem acima da média, aproveitarão a oportunidade. Mas o ideal é: passo-a-passo, paulatinamente, dando experiência para não perder talentos.

Abaixo, o choro de Fabiano na estreia que fez (nas rodadas iniciais é propício, mas num jogo da Ponte no Moisés Lucarelli, talvez nem tanto), e lembro: na arbitragem, não basta conhecimento técnico e bom desempenho físico. Precisa ter equilíbrio emocional, senão não aguenta o “tranco”.

Boa sorte aos novatos.

– Há exatos 57 anos, os Beatles eram chamados de Desafinados!

Faz 57 anos tal fato: os Beatles desembarcavam nos EUA pela primeira vez, e… Mesmo  já relativamente famosos, foram chamados de “ridículos” e “caipiras”.

A CBS chegou a dizer, vejam só: “Não-heróis, fazendo não-música, com não-cortes de cabelo”.

Aliás, além das críticas dizerem que eles eram apenas “publicidade europeia”, os americanos adoravam falar sobre os cabelos do pessoal de Liverpool. Veja abaixo a matéria feita sobre os 50 anos da data, em:

http://g1.globo.com/musica/noticia/2014/02/ha-50-anos-ida-dos-beatles-eua-foi-criticada-ridiculos-cabelo-de-tigela.html

BEATLEFOBIA

O primeiro desembarque dos Beatles nos EUA, que completa 50 anos nesta sexta-feira (7), foi criticado e ridicularizado em jornais norte-americanos, mesmo com a crescente “beatlemania” dos fãs no país. O quarteto britânico era um “desastre” com “cabelos de tigela de pudim” para a revista “Newsweek”. “Ridículos”, atacou o jornal “Daily News”.

A chegada da banda a Nova York, em 7 de fevereiro de 1964, foi episódio fundamental na história da música pop. É um marco da “invasão britânica” às paradas americanas. Mas, para o “New York Daily News”, seria apenas “leve entretenimento” passageiro, enquanto não vinham problemas mais pesados, como a Guerra Fria.

No aeroporto, John, Paul, George e Ringo rebateram perguntas maliciosas em entrevista coletiva. “Que acham de Beethoven?”, quis saber um repórter. “Ótimo. Especialmente seus poemas”, troçou Ringo. “Já decidiram quando vão se aposentar?“, atacou outro. “Semana que vem”, disse Lennon. A banda seguiu por mais seis anos e nunca mais foi tratada com tanto desdém.

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