E venha cursar Administração na Faditu!
https://www.linkedin.com/embed/feed/update/urn:li:ugcPost:7477375357474566145
E venha cursar Administração na Faditu!
https://www.linkedin.com/embed/feed/update/urn:li:ugcPost:7477375357474566145
E terminamos o semestre letivo hoje na Faditu, com os exames finais.
O desejo é: sucesso aos alunos, com a total compreensão dos assuntos abordados.
Ensinar é dividir conhecimento, e ao mesmo tempo, aprender!

👨🎓#educação
Olhe só o funil educacional do nosso país:
Abaixo:
Ufa! Fim de expediente.
Nossos alunos de Administração da Produção, enfim, estão em férias.
Mas há outras turmas ativas ainda…
O importante é: ensinar e aprender!
Até amanhã, Faditu. Hora de descansar.
Want to know the ins and outs of teacher bullying? Here’s what happens if you’re a kid in school and bullied by both peers and teachers. If you’re …
Continua em: Teacher Bullying: When Teachers Join In

Fim de expediente! Hoje aplicamos provas na FADITU, e torci bastante para os meus alunos.
Que tenham conseguido bom desempenho!
Esse é o reconhecimento profissional e pessoal que motiva a carreira de um professor: o carinho dos alunos!
Minhas aulas Tauany e Bruna, que se formam nesse semestre, me deixaram esse recado tão doce:
Gostei bastante desta figura (abaixo) e entendo que ela representa muito bem o ato de compartilhar conhecimento.
Veja e responda: não é verdade?

Estivemos hoje na FADITU, lecionando a disciplina Adm de Produção aos nossos alunos de Gestão.
É sempre muito bom levar conhecimento às pessoas… vale a pena ensinar.
Hoje tivemos o prazer de participar com a Dra Cláudia Guimarães, aqui na Faditu, de uma palestra sobre Inteligência Emocional.
Muito bom! E, a propósito, que assunto atual…
Gostei demais desse texto sobre como as Instituições de Ensino Superior tentam brigar no mercado pelos alunos. Como é e como deveria ser?
Abaixo, extraído do LinkedIn em: https://www.linkedin.com/posts/jean-cavaleiro-33049922_cad%C3%AA-a-estrat%C3%A9gia-do-oceano-azul-nas-universidades-activity-7322667185242324993-aMdi?
CADÊ A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NAS UNIVERSIDADES?
Por Jean Cavaleiro.
O conhecimento desenvolvido em sala de aula não coaduna com a estratégia traçada pelas universidades como negócio. A estratégia do Oceano Azul, que propõe competir onde ninguém mais está competindo, criando novos espaços de mercado, simplesmente não é aplicada pelas Instituições de Ensino Superior (IES). Muito pelo contrário: o que se vê é uma cópia cega das piores práticas.
Uma reduz a carga horária de 4 para 3 horas por dia? As outras copiam.
Uma cria o cargo de “professor assistente”, mesmo sendo mestre ou doutor, para reduzir salários? Todas copiam.
Uma estrutura 50 cursos diferentes usando matrizes genéricas e iguais, para economizar? As demais seguem o mesmo caminho.
Pouquíssimas IES — três ou quatro em São Paulo — ainda tentam competir por diferenciação verdadeira. As demais disputam apenas por preço. E produto barato é produto descartável: o aluno se matricula hoje e cancela amanhã.
Sem criar novos espaços de mercado, sem inovar, sem ousar, as universidades estão apenas se canibalizando, afundando ainda mais no Oceano Vermelho da concorrência predatória.
A Falência Moral dos Congressos e Seminários de Educação.
Além disso, os congressos e seminários de educação viraram clubes fechados de autoelogio, onde ninguém tem coragem de tocar nas feridas.
Um aplaude o outro, todos repetem as mesmas soluções falidas e ninguém questiona a decadência do sistema educacional privado.
É como olhar para alguém atolado na merda até a boca e o cara comemorar porque conseguiu chegar até o pescoço.
Uma falsa sensação de vitória no meio da derrocada.
Executivos da educação hoje não olham para a educação, olham para os acionistas. Lutam para garantir seus cargos, seus bônus, seus contratos futuros — não para garantir o futuro dos estudantes ou da sociedade.
E quem ousa fazer uma crítica honesta é rapidamente isolado. Criticar significa perder oportunidades de trabalho, palestras, consultorias ou promoções.
Por isso, reina o silêncio e a mediocridade.
O Resultado
O mercado educacional privado, que deveria ser campo de inovação e transformação, afunda em sua própria incapacidade de se reinventar.
Sem Oceano Azul. Sem coragem. Sem visão de longo prazo.
Em vez de criar diferenciação, qualidade real e experiências únicas para o aluno, as universidades seguem entupindo o mercado com diplomas baratos, estudantes insatisfeitos e marcas cada vez mais irrelevantes.
A médio e longo prazo, todos vão pagar o preço: as universidades, os alunos e a sociedade como um todo.
Aliás, já estão pagando. As IES reduzindo cada vez mais os preços. Os alunos, mesmo com diploma, ganham pouco, atuam em subemprego, fora das sua área de formação.
Os executivos da educação, pela baixa capacidade de entender o aluno diz, ah mas estão ganhando 30% acima da média nacional.
Mas 30% de mixaria continua sendo mixaria.
COMPETIÇÃO ESTARÁ EM FAZER TUDO DIFERENTE DO QUE ESTÃO FAZENDO.
AGREGAR VALOR – RETER – FORMAR
Estivemos hoje na FADITU, lecionando a disciplina TGA aos nossos alunos de Ciências Contábeis.
É sempre muito bom levar conhecimento às pessoas… vale a pena ensinar.
Estivemos hoje na FADITU, lecionando a disciplina TGA aos nossos alunos de Ciências Contábeis.
É sempre muito bom levar conhecimento às pessoas… vale a pena ensinar.
Cada vez mais os professores sofrem com alunos que fazem plágio de trabalhos acadêmicos.
E o que fazer, especialmente com o advento da Inteligência Artificial?
É usar a própria IA contra os golpes…
Olhe só cada opção:
O que é ensinar?
“Ensinar não é encher um balde vazio, mas sim acender uma chama”.
William Yeats

Eu sempre costumo falar aos meus alunos, sejam eles de Administração, Empreendedorismo ou qualquer outra disciplina: ouçamos tudo e a todos, e filtremos as informações válidas para termos condições de opinar.
Ler e conhecer todos os lados é importante para nosso espírito crítico!
Uma mensagem, abaixo:
🎓 PUC-RJ lança curso de IA com foco em inovação e carreira! Inscrições vão até 4/6. #linkezine #PUCRJ 🤖💻 O post PUC-RJ estreia graduação em …
Continua no original em: PUC-RJ estreia graduação em inteligência artificial com foco no futuro

Você conhece alguém que sofreu por “estudar”?
Falta de dinheiro, de tempo, de disposição… nada disso pode ser desculpa para não querer aprender. Leia o que puder e analise; ache um horário em meio aos compromissos; sacuda seu ânimo!
Estude. Isso é importante para a sua vida. A mensagem abaixo é verdadeira:
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
Extraído de: https://rocha55.wordpress.com/2025/05/06/dia-nacional-da-matematica/
DIA DA MATEMÁTICA
por Rogério Rocha
A Matemática, é o fascinante universo dos números, formas e lógica, que governam o mundo ao nosso redor. Seja na engenharia, tecnologia, economia ou outra área, a matemática se revela uma ferramenta poderosa para a resolução de problemas. A data homenageia o matemático e professor Júlio César de Mello e Souza, nascido em 6 de maio de 1895.
Júlio César foi um educador apaixonado e um divulgador incansável da matemática. Através de suas obras, especialmente o aclamado livro “O Homem que Calculava”, ele desmistificou conceitos complexos e apresentou a matemática de forma lúdica e envolvente, conquistando gerações de leitores e despertando o interesse pela disciplina. Sua habilidade em narrar problemas matemáticos como histórias cativantes transformou a maneira como muitos viam essa área do conhecimento.
A data, instituída oficialmente em 2004, serve como um lembrete da importância da matemática em diversas áreas do conhecimento e em nosso cotidiano. Ela desenvolve o raciocínio lógico, a capacidade de análise e a criatividade, habilidades essenciais para o desenvolvimento individual e para o progresso da sociedade.
cppbauru
Estivemos hoje na FADITU, lecionando a disciplina TGA aos nossos alunos de Ciências Contábeis.
É sempre muito bom levar conhecimento às pessoas… vale a pena ensinar.
Estivemos hoje aplicando provas na FADITU aos nossos alunos dos cursos de Gerenciais.
Torço demais para boas notas deles – que significa que estudaram bastante e aprenderam.
Aguardemos.

Dia de aplicar avaliações é assim: professor relaxa e aluno pensa!
Mas preparei com carinho as provas, essa turma de Logística é muito esforçada…
Estive hoje no Centro de Detenção Provisória de Jundiaí, falando aos reeducandos de lá, em nome do Sebrae, sobre Comunicação Assertiva!
Tenta mudar a Sociedade pela Educação é um desafio.
#EDUCAÇÃO – Um aluno me filmou dando aula. Ficou ótimo!
Obrigado pelo carinho.
Olhe aí: https://youtube.com/shorts/sIZZEY6OpNY?si=XW0VizmARl29UzLM
A dificuldade de aprendizado é um grande problema para muitas pessoas. E para você?
Talvez a questão seja simples: apenas mudar o hábito!
Compartilho ótimo texto, extraído de Época Negócios, ed Janeiro 2015, pg 90
TENHA O HÁBITO DE ROMPER HÁBITOS
O cérebro precisa de situações variadas para entender e lembrar
por Márcio Ferrari
Seguir horários fixos, fazer os mesmos itinerários, ter uma mesa de trabalho, comer nas horas certas e curtir os amigos de sempre pode dar conforto. Mas, segundo Benedict Carey, reporter de ciência do The New York Times e autor do recém-lançado “Como Aprendemos”, a rotina limita a habilidade cerebral de desenvolver conhecimentos e habilidades.
Como é impraticável jogar tudo para o alto e viver cada dia de um modo diferente, Carey sugere que estejamos atentos para variar hábitos – como mudar o caminho de casa para o trabalho de quando em quando – e para isso, três regras:
1) Dividir o tempo de aprendizado em dois – Em vez de estudar duas horas hoje, melhor estudar uma hora hoje e uma amanhã – a capacidade de lembrar das informações dobra, diz. A ideia por trás disso é que o cérebro só retém o que parece útil. Se voltarmos ao tema de ontem, é sinal de que não queremos que aquele conhecimento fique “trancado” na mente.
2) Mudar o ambiente de trabalho – Levar o material de leitura ou estudo para a mesa de um café, por exemplo, fará o cérebro “acordar” de novo para o aprendizado
3) Distrair-se quando houver um bloqueio de entendimento – Em geral, o bloqueio acontece porque o cérebro está insistindo na tecla errada. É melhor parar e começar de novo mais tarde.

Imagem extraída de: https://www.napratica.org.br/dicas-para-estudar-melhor-ciencia/
Admiro muito o professor Stephen Kanitz. Tenho livros dele e o sigo no Twitter (e ele me segue, dá para acreditar? Me sinto orgulhoso!).
Recentemente, ele tratou em seu blog sobre as diferenças entre “Gestão das Empresas” e “Administração de Empresas”. Para a maioria, gerir e administrar são as mesmas coisas. Entretanto, Kanitz diferencia os modos de administrar no século 21 e gerir no século 16.
Para os Administradores de Empresas, um ótimo artigo! Abaixo:
Extraído de: http://blog.kanitz.com.br/2011/03/gest%C3%A3o-ou-administra%C3%A7%C3%A3o-qual-%C3%A9-a-diferen%C3%A7a-.html?
GESTÃO OU ADMINISTRAÇÃO. QUAL A DIFERENÇA?
Por Stephen Kanitz
Administradores invariavelmente usam o termo Administração, e não Gestão. Afinal, ninguém estuda quatro anos ou mais, segue os princípios éticos e o juramento da profissão, para jogar fora o termo tão duramente conquistado.
Gestão normalmente é usado por aqueles que não são formados, e pior, que não acreditam que Administração acrescente muito valor à sociedade.
Gestão não vem de Gerar ou Gestação. Administrar não é levar a termo nove meses um projeto, como muitos acreditam.
Gestão vem de Gesto, Gesticulação. Eram aqueles que gesticulavam, que apontavam com o dedo indicador onde o carregamento de alimentos deveria ser deixado ou estocado. Coloque este fardo aqui.” “Coloque este outro ali.”
Lembre-se que administrar, controlar e cuidar dos estoques estratégicos de comida era uma das primeiras funções administrativas da humanidade.
Os “Gestores” indicavam onde os escravos deveriam colocar os fardos que estavam entregando.
Gestores ainda usam termos como “indicadores” de produção, “apontar” uma solução, “apontamentos” de uma reunião, remanescentes da época em que administrar era basicamente apontar com o indicador a direção a seguir.
“Contratos de Gestão”, técnica que gestores adoram, são apontamentos escritos em contrato, onde “indicadores” de desempenho são previamente acordados pelo “dirigente”. Apontam com o indicador o que querem que seja cumprido.
Isto não é Administração do Século XXI, isto é gestão do Século XVI que ainda usamos nas empresas estatais e empresas de gestão familiar. 500 anos de atraso administrativo.
Se você usa ainda o termo Gestão, cuidado. Você está mostrando para todo mundo que acredita que administrar é dar ordens para subordinados onde colocar isto e onde colocar aquilo. Mas administração moderna é muito mais do que isto, nem preciso relembrar.
Portanto, preste atenção quem são aqueles que ainda usam o termo Gestão. E reze.

Reprodução da Internet, imagem comum na Web, autoria desconhecida.
Li e compartilho: você sabia que alguns pais estimulam a birra das crianças?
Ufa! Tomara que eu não esteja classificado nesta tipologia… embora, no meu íntimo, tenho medo de estar transitando entre os três…
Abaixo, a matéria que define “Birra”, extraída de: Revista Crescer (aqui, o link)
DEIXA DE BIRRA!
Uma menina de 2 anos pode realmente saber o que está fazendo em pleno ataque de birra? Descubra os segredos de pais e especialistas para sobreviver a essas tempestades
por Bruna Menegueço e Cristiane Rogério. Produção Astrid Van Rooy
“O menino chovia.
E não era chuva, chuvisco, chuvinha.
Era chuva, trovão, trovoada.
Por qualquer coisa, coisinha,o menino relampejava.
A casa toda tremia, o chão até balançava, raios por toda a cozinha sempre que tinha salada.
A empregada saía correndo, e a mãe também, chamuscada.
E o menino chovendo, chovendo, pedindo macarronada.
O pai imitava macaco, a mãe dançava na pia, tudo isso por medo da chuva, e pra ver se o menino comia.
E todo dia era assim, uma chuva sem fim, chuvarada.
Por qualquer coisa, coisinha…o menino relampejava.”
Os versos que começam essa reportagem são do livro O Menino que Chovia (Ed. Companhia das Letrinhas), de Cláudio Thebas, e descreve em poemas – e com muito humor, como vocês podem ver , o ataque de birra de um garoto irritado com sua família que, claro, faz todas as suas vontades. A história contada por Thebas acontece ou já aconteceu na minha, na sua e na maioria das casas com quase todas as crianças do mundo. Esse processo é normal e faz parte do desenvolvimento, do amadurecimento e da formação da personalidade. Mas, quem dera a gente conseguisse ter esse olhar bem-humorado na hora H, hein?
Primeiro, vamos aos fatos. A birra acontece para a criança testar os nossos limites, expressar suas vontades e funciona até mesmo como um pedido de ajuda. Mas é inconsciente! É como se ela nos falasse: Ei, eu não sei lidar com essa frustração e explodi! Nos poucos minutos que duram o ataque, você entra em desespero. Não sabe o que fazer para controlar seu filho enquanto seu nervosismo chega à flor da pele. Lidar com esses escândalos, principalmente quando acontecem em público, é difícil mesmo, mas é bom pensar que essa é uma ótima oportunidade para educá-lo e para reverter a cena de forma que não volte a acontecer. Pelo menos enquanto durar a nossa esperança.
“Educar é o desafio de toda uma vida, é cansativo, dá trabalho, mas traz recompensas maravilhosas. Para trilhar por esse caminho, o primeiro passo é manter a calma e não levar a provocação da criança para o pessoal, ou seja, se sentir desrespeitado, abusado, ou achar que seu filho está fazendo você de bobo. Não é por aí. Aquele ser tão pequenino não tem noção que mexeu com o seu orgulho ou que o desafiou. Não caia nessa!”, afirma Silvana Rabello, psicóloga e professora da PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).
Confira também:
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Ufa! Dia corrido, mas o turno da noite foi excelente. Lecionei ótimas aulas aos meus alunos, e isso me deixa feliz.
Dividir conhecimento é muito bom!
Aqui: Faditu (estou ao lado do arquivo do ex-presidente Michel Temer).
A média mundial de jovens entre 25 a 34 anos de idade que possuem um diploma de nível superior é de 48%, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.
No Brasil, estamos na METADE da média: 24%, atrás de muitos países vizinhos: Colômbia (35%), Chile (41%) e Peru (50%).
O índice mais alto hoje é da Coreia do Sul (que desde a Revolução Educacional conseguiu números expressivos): 70%!
EDUCAÇÃO DE NÍVEL SUPERIOR NO BRASIL: OS NÚMEROS QUE ALERTAM
Por Antonio Carlos Neves Estela.
O Brasil enfrenta um desafio estrutural crítico para o seu desenvolvimento: o acesso ao ensino superior. De acordo com dados recentes, apenas 24% dos jovens adultos brasileiros (25-34 anos) possuem um diploma de graduação. Esse índice é exatamente metade da média dos países da OCDE, que é de 48%, e coloca o país em uma posição de desvantagem competitiva em relação a líderes globais como a Coreia do Sul, onde 70% dessa população concluiu o nível superior.
Mesmo quando olhamos para os nossos vizinhos na América Latina, o cenário é de alerta. O desempenho brasileiro é inferior ao de países como Peru (50%), Chile (41%) e Colômbia (35%). Embora o Brasil supere o índice da Argentina (19%), os números mostram que ainda estamos atrás de economias regionais que têm investido de forma mais acelerada na formação acadêmica de sua juventude.
Apesar do atraso, há sinais de progresso que merecem destaque. A taxa de escolaridade superior no Brasil cresceu 8 pontos percentuais desde 2013, quando era de apenas 15,8%. No entanto, esse crescimento é desigual dentro do próprio território nacional: enquanto as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste apresentam indicadores acima da média nacional, todos os estados da região Nordeste figuram abaixo desse patamar.
Outro ponto relevante é a disparidade de gênero na educação. No Brasil, assim como na maioria dos países, as mulheres estão mais presentes no ensino superior do que os homens. No triênio mais recente, a taxa de escolaridade de nível superior entre as mulheres de 25 a 34 anos foi de 28,2%, enquanto entre os homens o índice foi significativamente menor, atingindo 20,7%.
Nos últimos anos, a Educação a Distância é o caminho que mais tem contribuído para o avanço do número de pessoas com graduação em nosso país. Além disso, várias pesquisas apontam para grandes ganhos salariais para os egressos de cursos a distância. Nesse sentido, em vez de restringir o acesso a esse formato de ensino, as políticas públicas devem valorizá-lo e fomentar o aumento da qualidade independente de formato de oferta (presencial, semipresencial ou a distância).
Para finalizar, é importante lembrar que a taxa de conclusão dos cursos de graduação é o indicador mais utilizado para comparações internacionais de escolaridade e reflete o potencial de inovação e produtividade de uma nação. Para que o Brasil possa competir de igual para igual no cenário global, é urgente continuarmos a trajetória de crescimento desses índices, focando em reduzir as desigualdades regionais que ainda travam o nosso potencial educativo.
Estive nessa manhã na Penitenciária Mário Moura Albuquerque, em Franco da Rocha, falando em nome do Sebrae sobre Empreendedorismo e Cidadania.
Somente com a Educação conseguiremos mudar a nossa Sociedade.
🖊️ #ResponsabilidadeSocial