– Avalie suas Decisões!

Como ignorar tal verdade existencial?

“Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das suas consequências”

Pablo Neruda

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– Você aplica a Regra 34 em sua vida?

São Bento de Núrsia, abade de admirável vida monástica, inspirou várias regras dentro dos mosteiros. E uma delas é genial, que parece ter sido elaborada para nossos dias: a de se evitar reclamações!

A Regra 34 diz, na “essência de seu texto”, diz:

Antes de tudo, que não surja o mal da murmuração em qualquer palavra ou atitude, seja qual for a causa”.

Quantas vezes reclamamos da vida, com ou sem razão?

Nossos lamentos são, muitas vezes, vícios de conduta?

Por quê reclamamos?

Evitamos ficar nas reclamações?

Veja que texto interessante, abaixo,, extraído de : http://www.cliquef5.com.br/conteudo.php?cid=18101

APLIQUE AGORA A REGRA 34

Resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando.

Por Janine de Oliveira

Nada mais desagradável que uma pessoa que vive reclamando da vida. Reclamando de tudo. Mas como é bom poder encontrar pessoas que te dão uma lição de vida contando sobre como é a sua vida. Sobre o que acredita. Sabemos que vivemos em um mundo onde o passo do relógio é quem dita nosso cotidiano. Temos menos tempo, e cada dia mais coisas para fazer. A verdade é que o tempo é o mesmo de décadas atrás, mas nós é que acumulamos funções, e reclamar talvez tenha sido uma dessas heranças modernas que acabamos adquirindo. O que seria de nós se não tivéssemos as regras para regulamentar a modernidade. É comum o regramento nas associações, clubes, organizações. Não há agrupamento humano que não elenque prescrições que devem ser seguidas por todos os seus membros. O movimento monástico e outros do mesmo segmento sempre tiveram apontamentos bem claros. Para abraçar este estilo de vida era necessário, antes de tudo, ter conhecimento e boa iniciação na observância da regra. São Bento, por exemplo, no número 34 da regra, institui uma atitude bem pertinente para os nossos tempos: Não resmungar.
Ao propor que os seguidores não resmungassem, o idealizador tinha amplo conhecimento das posturas humanas, bem como suas consequências. A preservação do ambiente fraterno era muito significativa. Não convinham murmúrios e objeções negativas. Em nada ajudaria para a realização pessoal e comunitária. Além disso, abria espaço para lamentações e, quem sabe, até dissabores verbais.
A referida regra 34 poderia estar estampada em muitos espaços coletivos. Faria um bem enorme. Para algumas pessoas insatisfeitas, a inscrição beneditina poderia ficar ao alcance dos olhos. Toda vez que sentisse desejo de emocionalizar algum fato ou postura poderia se dar conta de que o ato de resmungar nada acrescenta. Pelo contrário, cria distância, torna o clima pesado e atrapalha os objetivos a serem alcançados.
Não é proibido discordar, debater, contrapor. Agora, resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando. Ninguém consegue ficar por perto daquelas pessoas que se acostumaram a reclamar de tudo e de todos. Míopes para as coisas positivas, descrentes diante do amanhã. Quando conseguem sonhar, tudo se resume em pesadelos.
Talvez, de imediato, veio à mente a imagem de alguém que se aperfeiçoou na arte de resmungar. Descarte essa lembrança. Uma releitura minuciosa das suas atitudes poderá detectar que, em alguns momentos, deslizamos para o campo da insatisfação e gastamos minutos preciosos resmungando. Se isso for frequente, escreva a regra 34 em algum espaço bem visível. Poderá inspirar.
No entanto, há pessoas que são grandes lições de como aplicar a regra 34. Basta olharmos a nossa volta, aquelas que ao conhecer um pouco percebemos que mesmo com problemas grandes estampam um sorriso e não pronunciam uma só frase de lamúrias.
Aplique a regra 34.

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– As Novas Vidas das crianças que moravam na Cracolândia

Anna Bonizzi, Bernardo Ricupero, Marcelo Neubauer de Paula, Annie Bacarat, Thaís Heer, Ricardo Kiste, Ricardo Hilgenberg, Luciana Hilgenberg, Ana Davini, Daniel Ramires, Sheila Rodriguez, Alessandro Lata. Todos esses (e outros não citados) merecem aplausos e louvores!

São elas as pessoas de destaque na Vejinha (ed 09 Out) por terem adotado crianças da Cracolândia. Menores vítimas do abandono de mães irresponsáveis, largadas ou trocadas pelas drogas, perdidas e desandadas no mundo.

Corajosamente, essas pessoas tomaram como seus filhos as criancinhas que agora terão um futuro muito melhor.

Sem comentários, só reconhecimentos.

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– Obrigado pela minha gordinha, Papai do Céu! Fase 2 conquistada!

Segunda etapa vencida: após 7 meses na barriga da mamãe (sendo os 10 derradeiros sem ganhar peso por problemas na gestação), 1 mês na incubadora da UTI dos seus 5 meses e ½ de vida e… finalmente a Maria Estela Porcari alcançou o peso de uma criança normal para a sua idade.

Como não comemorar, já que ela nasceu com 1 kg a menos do que deveria ter?

Agora, só falta alcançar a altura ideal!

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– Momento da Descoberta!

Pausa para admirar o instante do “DESCOBRIMENTO das Coisas”!

Foi a primeira vez que a pequena Estelinha pode passear mais segura e a vontade fora da nossa casa. E no jardim, ficou admirada conhecendo as plantinhas do nosso Lar Doce Lar.

Minha aluna-baby prestou bastante atenção nas explicações do papai. Fez uma carinha de menina aplicada. Nota 10!

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– As Crianças com Câncer do Grendacc foram enganadas por Michel Temer?

E aí Ministro da Saúde Ricardo Barros? Como é que “Vossa Excelência” não quer credenciar um hospital que cuida de crianças com câncer (coisa que sua administração não faz) por questões ‘burocráticas?

E aí, Presidente da República Michel Temer? O senhor não tirou foto com políticos da nossa Jundiaí (de vários partidos e de vários cargos), gravando até vídeo prometendo que resolveria com urgência a pendenga do hospital oncológico?

Como acreditar nos políticos? Malas e malas de dinheiro sendo desviadas e crianças com câncer abandonadas…

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– O domingo bonito clicado em 8 fotos

Bom dia! Mais uma oportunidade para viver intensamente a vida, dom gratuito do Pai.

Para ter a energia necessária, bem cedinho fui correr. Foto 1:

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Com bastante concentração, corri e meditei com a memória de São Nicolau de Tolentino, homem de Deus (celebrado pela Igreja Católica hoje) que é considerado um grande intercessor pelas almas do Purgatório (sua história aqui: santossanctorum.blogspot.com.br/2012/09/sao-nicolau-de-tolentino-padroeiro-das.html?m=1). Foto 2:

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Depois do cooper, uma caminhada revigorante com a alvorada colorida na divisa de Jundiaí com Itupeva. Foto 3:

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Pós-treino, alongando entre as flores do jardim. Foto 4:

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Indo trabalhar depois de tanta atividade física, e o lindo sol vai comigo na foto 5:

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E agora, 08h45, uma pausa para contemplar o céu. Olha só que azul infinito. Foto 6:

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Ótimo domingo para todos nós!

Ops: depois do trabalho, minha tarde será exclusiva à patroa e às minhas duas maluquinhas. Como não ficar derretido?

O sorriso da caçulinha Maria Estela Porcari, foto 7:
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A alegria da primeirinha Marina Porcari, foto 8:
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Obrigado, vida!

– Nossa Bodas de Cristal!

Hoje eu e a minha querida Andréia celebramos 15 anos de casamento! Se todo dia me questionassem se valeu a pena, reafirmaria que sim, cada segundo valeu, vale e sempre valerá!

  • TE AMO, MINHA ESPOSA AMADA!

E sabem o que significa o símbolo de “Bodas de Cristal“?

Extraído de: https://www.significados.com.br/bodas-de-cristal/

BODAS DE CRISTAL

O cristal é um vidro de altíssima qualidade e transparência, características que devem ser associadas ao relacionamento do casal quando chegam ao décimo quinto ano de união.

As bodas de cristal fazem referência ao elevado nível de maturidade que, supostamente, a relação atingiu ao longo dos quinze anos. A transparência, confiança e dedicação entre o casal são fundamentais para construir um casamento de qualidade.

palavra “boda” se originou a partir do latim “vota” / “votum”, que pode ser traduzida literalmente como “promessa”.

A “boda” – mais usada no plural “bodas”, é uma comemoração do aniversário do casamento na qual o casal deve fazer uma renovação dos compromissos afirmados, sob um juramento, por ocasião da celebração do casamento.

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– Sobre a espera da chegada do bebê pré-maturo ao lar!

Algo que eu e minha esposa vivenciamos: quando a gravidez é interrompida antes da hora e a chegada do bebê ao lar é maior do que se aguardava.

Extraído de OESP, 14/05/2017

QUANDO SER MÃE ENVOLVE ESPERA MAIOR QUE 9 MESES

Por Fabiana Cambricolli

Mulheres que tiveram bebês hospitalizados falam da alegria de passar o primeiro Dia das Mães em casa

SÃO PAULO – Quando engravidou, em 2015, a bibliotecária Tatiane Mendes de Souza Rocha, de 34 anos, mãe de primeira viagem, já imaginava quantas tarefas novas teria de assimilar para cuidar de Estevão. Não desconfiava, porém, que o maior desafio seria o de aprender a esperar. E ela aprendeu. Após dar à luz, foram 70 dias até Tatiane ser autorizada pelos médicos a pegar o filho no colo. Nove meses se passaram até que ela pudesse levar o menino do hospital para o lar. Um ano foi necessário para que Tatiane, enfim, comemorasse hoje seu primeiro Dia das Mães com o filho em casa.

Estevão é considerado – pela mãe e pelos médicos – um milagre. Nasceu no dia 25 de abril do ano passado, na Pro Matre Paulista, pesando 680 gramas, aos cinco meses de gestação. “Minha gravidez era de risco porque eu podia ter trombose. Fiz repouso e me cuidei, mas, com 23 semanas, meu colo do útero não aguentou e ele nasceu”, conta Tatiane.

Duas semanas depois, no primeiro Dia das Mães da bibliotecária, a angústia predominava. Estevão continuava na UTI neonatal, entubado. “Era um misto de alegria com frustração e medo. Ele era muito pequenininho, parecia que ia sumir. Meu marido me deu um presente, almoçamos em família, mas não consegui celebrar de verdade. Sabia que era mãe, mas a maternidade não era palpável. Eu nem tinha sequer segurado meu filho no colo ainda.”

Os meses seguintes foram de mais dificuldades. O bebê precisou ser submetido a três cirurgias e, em duas delas, desenvolveu infecções generalizadas. “A fé virou o nosso último recurso. Ele continuava na UTI, e eu estava lá todos os dias, das 7 às 21 horas. Ficava ao lado da incubadora, cantava para ele, conversava. A gente foi acreditando na recuperação, e ele foi crescendo, ganhando peso”, relata.

No dia 27 de janeiro, Estevão finalmente foi para casa com a mãe. A data de hoje será comemorada por Tatiane com o mesmo almoço em família do ano passado, desta vez com Estevão tentando engatinhar entre os pés dos pais, rindo e batendo palmas. “Agora, a maternidade me parece completa.”

Presente. Poder ver de perto o sorriso, o olhar e os primeiros passos dos filhos tornou-se o maior presente de Dia das Mães para a dona de casa Karina Caitano Lopes Basílio, de 30 anos. No ano passado, ela também passou a data em uma UTI neonatal, com os gêmeos Gustavo e Isabella, nascidos prematuros de 32 semanas. Eles ficaram internados por 46 dias no Hospital Metropolitano. “Era muito sofrido. Ninguém espera ver o filho na UTI, com acesso (venoso) na cabeça. Mas, por outro lado, cada grama de peso que eles ganhavam era uma comemoração”, conta Karina.

Segundo Mariana Bonsaver, psicóloga da Pro Matre Paulista, a presença dos pais nesse período de internação é importante para a recuperação da criança. “Os bebês que têm esse carinho apresentam uma melhora clínica e de ganho de peso.”

Para o primeiro Dia das Mães de Karina com os filhos fora do hospital, a família planejou um piquenique no parque. “Vamos juntar a minha mãe, os meus irmãos e os meus filhos para essa festa. Demorei dez anos para conseguir engravidar e vivi um medo tão grande de perdê-los, mas agora vejo que é a coisa mais maravilhosa do mundo. Me tornei uma pessoa melhor”, diz ela.

Visão de mundo. É a mesma impressão que tem a representante comercial Aline Bertolozzi, de 35 anos, mãe de Leonardo, de 2 anos e 3 meses. Para ela, o filho chegou para mudar sua visão da vida. “Enxergo tudo de forma mais positiva e colorida. Antes eu me estressava com problemas no trabalho. Hoje vejo que não é nada”, comenta ela, que, depois de dois Dias das Mães no hospital, passará a data em casa com Léo e o marido.

Diagnosticado no pré-natal com atresia de traqueia – condição em que o órgão fica obstruído –, o menino precisou ser submetido a uma traqueostomia ainda na barriga da mãe. Foi o segundo procedimento do tipo feito no mundo. Uma semana depois da intervenção, porém, quando Aline estava com 25 semanas de gravidez, foi necessário um parto de emergência.

Durante a internação, Léo apresentou uma complicação que levou à remoção do seu intestino. O bebê se recuperou e, um ano depois do nascimento, foi para casa. Em maio do ano seguinte, pouco tempo antes do Dia das Mães, Léo foi internado de novo, com febre.

Nada grave, mas Aline mais uma vez passava a data dentro do Hospital Samaritano. “O que conforta é que a gente monta uma rede de apoio entre as mães. Eu mesma formei um grupo de mensagens com mais de 500 mães no mundo cujos filhos têm o mesmo problema no intestino”, conta ela. Léo, embora já em casa, ainda precisará de um transplante do órgão. O procedimento é feito somente nos Estados Unidos e custa US$ 1 milhão. No Facebook, a família faz campanha para arrecadar a quantia em uma página batizada de ‘Juntos pelo Léo’.

E é pensando no filho que Aline celebrará a data de hoje. “A gente não vai almoçar fora porque preferimos ficar em casa por causa da imunidade dele. Mas, na nossa vida, todo detalhe é comemorado. Com o Léo feliz, tenho certeza de que o dia vai ser incrível.”

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– Como Salvar o Mundo?

O Perdão Salvará a Humanidade

Papa Emérito Bento XVI

Poucas palavras, profunda reflexão. Um mundo tolerante seria um mundo de paz, mais justo e fraterno, não?

Pena que as vezes esse mundo se torna uma grande utopia… mas não podemos desanimar!

Se a gente não fizer nossa parte, quem fará?

– Motivando e dando Graça à quinta-feira em cliques da madrugada/ manhã!

Bom dia. Mais uma oportunidade para se viver!

Para começar bem a jornada, vamos correr? Nossa foto-motivação:

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Durante o treino, pensando nas coisas do Alto. Hoje na Virgem Maria, Nossa Senhora de todos os aflitos, mãe de Jesus. Nossa foto-meditação:

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Pós-treino, alongando entre as flores do jardim. Que tal nossa foto-inspiração?

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Na recuperação, muita água e… morangos! Nessa époça, as cidades de Jundiaí, Atibaia e Jarinu esbanjam a fruta em ótima qualidade. Nossa foto-tentação:

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Enfim, hora de trabalhar! E no caminho, olha só o céu colorido na nossa foto-contemplação:

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Que seja uma ótima 5a feira para todos nós!

Ops: como não me sentir feliz com minha gorduchinha caçula, em seus 4 meses de vitória? Obrigado, Papai do Céu! Veja esse sorriso no videozinho de 5 segundos: