– Como se Proteger nas Dificuldades?

Muitas vezes passamos por dificuldades no dia-a-dia. Além dos problemas cotidianos, existem nossas próprias fraquezas e pontualidades. Nesses últimos dias, por exemplo, tenho sofrido com a impaciência, pois, confesso, ando estressado com tantas coisas.

Nesses momentos, vale uma reflexão encorajadora, extraída de um bíblico texto de São Paulo:

Revistam-se de todas as armas de Deus para que possam resistir quando forem atacados, e para que depois de terem feito tudo continuem firmes. Mantenham-se pois firmes, cingidos com o cinturão da verdade e protegidos com o colete da justiça de Deus. Que os vossos pés estejam calçados com o zelo em anunciar o Evangelho da paz. E sobretudo a fé, pois é um escudo que vos protege contra o fogo disparado pelo inimigo sobre as vossas vidas. Também é necessário o capacete da salvação, assim como a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.”

Efésios 6,13-18

Belíssimo, não? Precisamos dos Dons do Espírito Santo para que seus Frutos possam brotar. E, para isso, precisamos estar de bem com Deus, com o próximo e conosco mesmo.

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– Colabore com a Doação Voluntária de Sangue e Hemoderivados

Estamos no final de Junho, mês dedicado às campanhas de doação de sangue devido à queda dos estoques nos hospitais. 

NesteJunho Vermelho“, faça a sua parte! Seja um doador de sangue. A vida agradece!

Hoje é meu dia de colaboração. Pratique também. Incentive. Divulgue! Afinal, não dói e faz bem para a alma. 

– Nossa Estelinha. Ou se preferir… Moranguinha!

Como Deus é bom!

Cada dia mais nossa filhinha cresce em sapequice e em saúde.

Quer maior fofura do que a Srta Moranguinha?

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Ou ainda: desabando em seu soninho profundo?

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Família: Porto Seguro da Vida!

– Perseverar!

Não devemos desanimar na caminhada da vida. Em meio as dificuldades, lembremo-nos destas sábias palavras:

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– Dois meses e vitoriosa!

Com a Graça de Deus, minha caçulinha Maria Estela completa hoje 2 meses de vida (49 cm e 3,305 kg).

Filhinha guerreira, terá história para contar!

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– Meu colírio!

Minha filhota na audição de clarinete!

Tem como não ser pai coruja?

Obrigado, Papai do Céu!

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– Transparência na conduta e nos ideais!

Nunca conte mentira, pois você terá que lembrar as bobagens que falou para mantê-las como verdade. Assim, ser verdadeiro, agir coerentemente colocando as práticas dos ideais e ideologias, é fundamental para se ter credibilidade com o próximo.

Digo isso pois leio o seguinte pensamento de autor desconhecido:

A alma não pode ter segredos que a nossa conduta precise esconder“.

Correto. Necessitamos parecer e ser exteriormente o que somos. Se somos do bem, praticaremos o bem; mas se somos hipócritas, a exteriorização não tardará de ser pública.

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– Temos o Direito, a Necessidade e a Obrigação de… Viver!

Desafiar-se ou não?

Viver ou agonizar?

Escrevi esse texto faz aproximadamente 1 ano. Fala sobre a necessidade de buscar maior qualidade de vida. Reinventar-se!

Compartilho, pois ainda considero atualíssimo:

BUSCANDO A MELHOR VERSÃO DE MIM MESMO!

Já se deparou quando “você não é você próprio”? Ou quando o seu habitual deixa se ser o normal e passa a ser exceção?

Sim, eu me vi assim por diversas vezes nos últimos tempos. De risonho a cabisbaixo facilmente, de alegre a deprimido. Da euforia à depressão!

Bipolaridade?

Pode até ser. Mas não era. Ou melhor: não é.

É cansaço, impaciência, desconhecimento de si próprio. Não que precise de autoconhecimento, mas é que algumas virtudes deixaram se sucumbir não por defeitos, mas por fases que não se tornaram passageiras mas duradoras. E eu não sabia que eventos assim eram possíveis.

É preciso colocar as coisas nos eixos. Nestes casos, o tratamento precisa ser radical: TOMAR DECISÕES!

Claro que toda mudança deve ser um processo contínuo. Às vezes, de difícil aceitação. De dor. De angústia. De resistência. Mas…

Vejo amigos meus, jovens, enfartarem – e assusto com isso! Recentemente um conhecido que ganhou bastante dinheiro e que agora iria gozar a vida, se foi sem nada ter feito a não ser trabalhar. Outros foram surpreendidos por doenças. E “como faz” nesses casos?

Não faz, ué.

Para que serve a vida, senão para… VIVER?

Adoro trabalhar. Durmo muito pouco por falta de tempo e sempre foi assim. Desde os 7 anos eu trabalho. Aos 40, quase nunca soube o que é curtir finais de semana livres. Sou um viciado em serviço?

Workaholic é algo aceitável; escravo do trabalho, não. Refém, preso, sem saída, sem eira nem beira, trancafiado em problemas.

Adoro ser desafiado por boas causas. Mas eu estou sabendo identificar o que é boa ou má causa?

Desafios são, redundantemente falando, desafiadores. Mas podem ser jornadas prazerosas ou não. Viver com o trabalho na cabeça não faz bem. Atrofia a alegria!

À beira da loucura, quase insano, comecei a me questionar. E o papo “de Rafael para Rafael” tem sido sério. Seríssimo.

Estou vivendo a vida mesmo?

Tudo vale a pena?

Por quê reluto em continuar algumas coisas? Insistência burra? Teimosia?

Os dias voam, a vida é curta, então… Pra quê?

Por um prato de comida?

Por medo de ousar profissionalmente?

Por não crer que é chegada a hora de mudar de patamar? Comodismo de um status quo?

Para o leitor eventual desse blog, pode parecer um pouco confuso. Para meus amigos íntimos e familiares, tudo está cristalino.

Ter esperança em mudar me permite enfim sonhar. E acredite, percebi que há muito tempo eu não sonhava – ou seja, não fazia planos nem tinha propostas de crescimento para o futuro. Estagnado como estou (mas não acomodado), me prendo às preocupações mundanas.

É chegada a hora de melhorar a qualidade de vida. De responsavelmente alterar o dia-a-dia, de fazer coisas que eu gosto, que me dão prazer e explorar/ extrapolar minhas vocações. Preciso curtir mais minha família, rir com as pessoas que eu amo, festejar e comemorar sempre que desejar. Pela 3a vez, tentar terminar um doutorado! De me atualizar ainda mais, de fazer outros cursos. De me declarar frequentemente para minha esposa, de ficar brincando à toa com a filhota, de me ver coçando o saco sem neuras. E, claro, de desencanar de compromissos que me impedem de ser feliz, os quais me agarram e ousam não me soltarem.

Escrevi esse texto à luz do Espírito Santo. Saiu de “cabo a rabo” num momento empolgado e de iluminação, digitando sem parar com ideias concatenadas de maneira surpreendentemente espontânea.

Não há de ser verdade?

Depende da de quem crê, do desejo de quem quer e da coragem de quem tem medo.

Dias melhores hão de vir. Voltei a sonhar. E buscarei ser “eu de verdade”, desejando manifestar interna e externamente a melhor versão de mim mesmo.

Não sei se conseguirei, mas tentarei. Já estou tentando, em meio a dificuldades e dores.

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– Hoje seriam 40 semanas na barriga. Mas já está a quase 2 meses conosco!

Nossa Maria Estela Porcari completaria 40 semanas de gestação exatamente hoje! Só que a danadinha se adiantou bastante e desejou vir ao mundo bem antes.

Depois de fazer um “test drive” de reconhecimento por alguns dias (na UTI e no quarto do hospital), ela mesmo providenciou a mudança para o lar doce lar que seria (e é) seu ninho de amor. Só conhecia o papai e a mamãe (e meia hora por dia, permitidos pelas enfermeiras), e agora conhece a irmãzinha, os vovôs e vovós, titios e titias (além dos priminhos e priminhas). Só que por ser tão miudinha (ainda está com 2,5 kg aproximadamente), está frágil e não pode passear (nem receber visita – buááá – pois ainda não tem imunidade). E dá-lhe fraquinhos de álcool gel pela casa inteira.

O importante é: Papai do Ceeu foi generoso e, pouco a pouco, Estela vem crescendo em Graça, Saúde, Tamanho, Beleza e Simpatia!

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– Estelinha vai crescendo e sorrindo!

Ufa! Nossa Maria Estela está cada vez mais fortinha, sorrindo encantadoramente. E viva o Leite Materno, que a ajuda ganhar peso e anticorpos.

Dizem que os bebês pré-maturos são mais fortes e perseverantes quando crescem. Acredito piamente nisso! Enquanto isso, veja só o momento em que ela dá uma risadinha,

em: https://www.youtube.com/watch?v=8nQzM_bMACA

– Adoção de Crianças Não-Convicta ou Problemática: um Dilema Social

Adotar uma criança é um ato de amor. Admiro aqueles que fazem a adoção, pois salvam vidas e garantem um pedacinho lá no Céu.

Porém, leio um problema crescente: Famílias que querem devolver crianças adotadas, motivas por arrependimentos diversos!

Não dá para comentar… as razões são pessoais, e provavelmente devem ser muito fortes para tal ato! Não ouso condenar. Mas isso me assusta… Publico a reportagem sem conseguir ler por inteira.

Extraído de: http://is.gd/3Cqnav

O SEGUNDO ABANDONO

Tornam-se comuns no Brasil casos de crianças adotadas e , depois, devolvidas. E a Justiça não sabe como lidar com esse problema.

Por Solange Azevedo

Crianças adotivas não têm um passado feliz. Vão morar com famílias substitutas, em geral, porque viveram tragédias pessoais – foram abandonadas, vítimas de maus-tratos ou da miséria ou porque os pais biológicos morreram. Muitas têm a sorte de encontrar lares afetivos e formar laços sólidos. Uma parcela dessas crianças, porém, passa por outras experiências avassaladoras: o segundo, o terceiro abandono. São “devolvidas” à Justiça pelos pais adotivos ou guardiões e acabam em abrigos. Embora não exista um levantamento nacional, estatísticas regionais revelam que essa questão é grave e não deve ser desprezada. Das 35 crianças e adolescentes disponíveis para adoção na Associação Maria Helen Drexel, na zona sul de São Paulo, 11% já passaram por esse drama. Em apenas uma das varas da infância da cidade do Rio de Janeiro, ocorreram oito devoluções no primeiro semestre deste ano. Três de cada dez crianças e adolescentes que estão em abrigos de Santa Catarina foram devolvidos ao menos uma vez.
Devoluções ocorrem em três situações. Durante o estágio de convivência, em que a adoção definitiva ainda não foi efetivada, depois da adoção formalizada ou quando a família tem a guarda da criança. “Muitas devoluções poderiam ser evitadas. Mas o Judiciário brasileiro não tem estrutura para acompanhar esses casos como deveria”, afirma Mery-Ann Furtado e Silva, secretária-executiva da Comissão Esta­dual Judiciária de Adoção (Ceja) de Santa Catarina. Ela avalia que um dos principais problemas é que há pessoas que sonham com o “filho ideal” e, quando confrontadas com os desafios de educar uma “criança real”, não dão conta de lidar com “imperfeições” que, em filhos biológicos, seriam toleradas. “Estamos engatinhando no processo de preparação dessas famílias”, diz Mery-Ann. “Principalmente quando a criança é adotada mais velha, porque ela traz consigo componentes importantes que devem ser trabalhados.”
Recentemente, a Justiça catarinense não aceitou que um casal devolvesse apenas um dos filhos adotivos – um garoto de 13 anos – e determinou a destituição do pátrio poder também sobre a irmã biológica dele – uma menina de 10 – porque considerou que ambos sofreram abuso emocional. Marcelo* e Tainá* foram adotados em 2004, por integrantes da classe média alta da região de Blumenau. Por uma professora universitária e um estrangeiro. Um homem ausente que, segundo relatos, não se comunica bem em português e vive às voltas com estudos no Exterior. “Eu me apaixonei pela Tainá. Deus a fez para mim. Ela quer ser minha e eu dela”, declarou a mãe adotiva a profissionais do Judiciário local. Como os magistrados raramente separam irmãos, o casal decidiu adotar Marcelo para não perder Tainá. Ele tinha 6 anos. Ela, 3. No abrigo onde morava, Marcelo era descrito como “muito normal” e “carinhoso”. Não havia nos registros algo que o apontasse como garoto-problema. Os irmãos seguiram para a casa da família e se juntaram a Maurício*, filho biológico do casal.
As rusgas com Marcelo começaram logo no primeiro dia. De acordo com a mãe adotiva, o menino levou uma surra porque deu um chute no pai. Diversas pessoas que conviveram com eles contaram, em depoimento, que Marcelo nunca foi aceito como filho e não houve grande esforço do casal para inseri-lo no contexto familiar. Marcelo sempre se sentiu indesejado. Tinha de ir a pé para a escola, num bairro vizinho. Tainá e o filho biológico frequentavam outros colégios e eram levados de carro. Se Marcelo fizesse alguma traquinagem, era punido severamente. Tainá e Maurício, muitas vezes, nem sequer eram repreendidos. Se Marcelo fizesse xixi na cama, tinha de lavar os lençóis. Tainá, não. A mãe adotiva chegou a dizer que no início sentia um carinho pelo menino. Mas, depois, passou a odiá-lo. Quando um oficial de justiça foi buscar as crianças para levá-las para um abrigo, a mulher se desesperou ao ser informada de que a menina também iria embora. Aos gritos, disse: “Isso é coisa do Marcelo, ele está se fingindo de doente para a juíza ficar com pena e levar a Tainá também. Ele não suporta ver que a Tainá é amada. O Marcelo é psicopata, precisa de um psiquiatra.”
Na ação de destituição do poder familiar, o desembargador Joel Dias Figueira Júnior escreveu que “a desprezível prática da ‘devolução’ de crianças começa a assumir contornos de normalidade”. E que observa “a tomada de vulto, em todo o território nacional, de situações idênticas ou semelhantes” à vivida por Marcelo e Tainá. No Rio de Janeiro, um levantamento feito pelo Serviço Social e de Psicologia da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca da Capital mostra que esse problema vem crescendo. Entre 2005 e 2010, 20 crianças foram devolvidas àquela vara. E, apenas no primeiro semestre deste ano, ocorreram oito devoluções. “As crianças são trazidas como objetos”, lamenta a psicóloga Patrícia Glycerio R. Pinho. “Quando o vínculo de filiação não se dá, pequenas dificuldades se tornam grandes. Às vezes, os pais adotivos não percebem que estão sendo testados e acham que é ingratidão da criança. Imperfeições num filho adotivo são mais difíceis de ser acolhidas porque os pais pensam: ‘isso não pertence a mim porque não o gerei’.”
Patrícia já viu e ouviu uma porção de absurdos. Certo dia, uma mãe adotiva, de bom nível sociocultural, ficou indignada porque a filha andava vomitando. “Estou dando salmão e ela nunca tinha comido”, reclamou. Outra, depois de um ano e meio, devolveu três irmãos ao conseguir engravidar. As crianças já tinham até trocado de nome. Foi um baque. “Geralmente, os pais vêm com uma posição fechada”, diz a psicóloga Patrícia. “O que é pior: a criança ficar numa casa onde já não tem espaço ou ir para um abrigo e tentarmos recolocá-la numa outra família?” Lidia Levy, psicóloga e professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, uma das autoras do trabalho “Família é muito sofrimento: um estudo de casos de devolução de crianças”, relata que está havendo uma mudança no perfil dos adotados. “Praticamente inexistem bebês disponíveis. Por isso, há quem não queira esperar na fila e acaba aceitando crianças mais velhas”, afirma Lidia. “Mas, se essa mudança não for bem trabalhada, pode não dar certo.”
A pequena Raquel*, 10 anos, ficou seis anos sob a guarda da madrinha – a quem chamava de mãe – depois que a mãe biológica morreu. Durante muito tempo, a convivência foi pacífica. Mas, nos últimos meses, as desavenças com o filho biológico ficaram frequentes. “Eu e meu irmão brigávamos bastante, um irritava o outro, e o esposo da minha madrinha não me quis mais”, lembra Raquel. A menina vive na Associação Maria Helen Drexel e diz que quando sair do abrigo vai procurar pela guardiã. “A Raquel tem um amor imenso por ela”, analisa Helena Zgierski, psicóloga da associação. “Apresentou depressão e um quadro psiquiátrico complicado quando chegou aqui. Passou dias e noites sem dormir nem comer. Só chorando. Crianças devolvidas se culpam e acham que não são boas o suficiente.” Helena afirma que pessoas que procuram uma criança com a intenção de fazer caridade ou para salvar um casamento, por exemplo, têm enormes chances de fracassar. “O amor tem de ser incondicional, porque a gente não sabe o que a criança traz registrado”, avalia.
Em todas as histórias de devolução que Helena conhece, havia um filho biológico na família. “Existe uma disputa por amor e espaço. É um outro ser que está chegando. A criança que vai ganhar um irmão também tem de participar desse processo”, diz ela. Foi o que aconteceu com Paula*, 8 anos, e Lauro*, 4. Depois de 11 meses de convivência com um casal de São Paulo, os dois foram devolvidos e estão num abrigo. Paula e o filho biológico do casal, Gustavo*, viviam às turras. Além das brigas constantes, ela e Lauro têm um histórico difícil. Moravam na rua com a mãe biológica e passaram por situações de privação e maus-tratos. “Eu bagunçava muito onde fui adotada. Ficava xingando todo mundo. Batia nas pessoas quando ficava com raiva. Desobedecia minha mãe”, admite Paula. “Meu pai não aguentava meu choro e minha bagunça e me batia.” A menina se culpa pela devolução e pela tristeza do irmão pequeno. Lauro ainda pergunta pelo pai adotivo: “Por que ele não vem me buscar?”

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– Nossas crianças maravilhosas

Minha filhinha Maria Estela nasceu pré-matura. Hoje, ainda deveria estar na barriga da mamãe. Após muitos dias na UTI, foi para a Semi e de lá para o quarto. Agora em casa, temos a noção do “peso a recuperar” (e que irá conseguir, pois não tem nenhum problema de saúde ou má formação).

A primeira foto é dela (abaixo) com a irmãzinha Marina (acima), ambas quando chegaram no lar-doce-lar. O detalhe é que mesmo parecendo no tamanho, a Marina tinha 2 dias nessa foto e a Estela 30!

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Essa outra é mais curiosa: o primo-irmão dela, Miguel, é 2 ½ meses mais velho. Mas compare o tamanho do gigantão com a pequenina: são, teórica e carinhosamente, de outra espécie. kkkk

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Que Deus abençoe nossas crianças!

– Imagens da distância do Tempo e da alegria em viver!

Uma grande alegria: a Porcari mais velha (a Bisa Maria) e a Porcari mais novinha (a Bisnetinha Maria Estela), separadas por quase 90 anos – e ambas com muita saúde!

Um retrato da alegria em viver. Abaixo: 

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Sem filtros de envelhecimento nem rejuvenescimento. A Vó Maria é “pau pra toda obra”!

– Graças a Deus, o nosso sofrimento acabou! Mensagem aos amigos.

Chega de Hospital! Ufa…

Hoje era para ela estar ainda na barriga da mamãe, mas o destino quis que a Maria Estela nascesse bem antes. Depois de tantas semanas na UTI e alguns dias no quarto, enfim a nossa Estelinha conheceu o seu verdadeiro lar-doce-lar. Estamos todos em casa!

– Obrigado Nossa Senhora pela sua intercessão, nós que a veneramos por invocações tão magníficas, como a Mãe do Bom Parto, Virgem de Fátima e Mulher do Monte Carmelo. Mãezinha do Céu, genitora de Jesus, serva de Deus e esposa do Paráclito Divino. Firmes na fé, rogamos a ti pois sabemos que seu pedido é sempre atendido pelo seu Filho, nosso único e verdadeiro Senhor, que adoramos na Trindade Santa com o Pai e o Espírito Santo. Ó Maria, chamada Estrela da Manhã e do Amanhã, como belamente rezamos na sua ladainha, fizeste para nós como nas Bodas de Caná da Galiléia. Entretanto, ao invés de água em vinho, o Cristo transformou fragilidade de um parto em um natalício evento de amor e confiança!

Faltou-nos tempo, descanso, calma e tantas outras coisas. Mas não faltou constância na crença, amparo da família e preces dos amigos. 

Obrigado a todos pela torcida e pelas orações; aos médicos e enfermeiras; e, em especial, àqueles que nos sustentaram no coração por todo esse longuíssimo tempo e nos ajudaram a não vacilar.

Agora, nossa estrelinha permanecerá em quarentena e ainda sem poder receber visitas devido a imunidade. Mas e daí? O que importa é que está em casa e que após conquistar os anticorpos que necessita, em breve estará rodeada pelos nossos amigos!

Eis nossa caçulinha (agora bem mais fortinha e fofinha). Aqui:

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– Bom dia para se viver, Segundona!

Ainda muito feliz com a saída da minha filha caçula, recém-nascida e prematura, da UTI. No quarto tudo é mais fácil! Compartilhei aqui: http://wp.me/p4RTuC-iKj.

Dessa forma, fui correr bem cedo para ter energia neste dia. Nossa foto-motivação:

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Durante o treino, rezando e agradecendo para Nossa Senhora, mãe de Jesus. Nossa foto-meditação:

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Pós-treino, alongando no jardim em meio a beleza das flores. Nossa foto-contemplação:

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Um pouco mais tarde, parei 5 minutos para admirar o nascer do sol. Nossa foto-alvorada:

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Enfim, nosso maravilhoso amanhecer na divisa de Jundiaí com Itupeva. Nossa foto-inspiração:

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OPS: Já cedo conversei com minha Estelinha direto do quarto do hospital via FaceTime. Olha a carinha de assustada e de espanto dela com o papai feioso! kkk. Viva a tecnologia!

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Ótima semana para todos nós!