– Estar com pessoas interessantes é sempre agradável!

Não são os assuntos que podem ser maçantes, mas quem os conta!

Refletindo em: https://www.youtube.com/watch?v=c73CV0C5dDE

– O desprezo à vida por quem vive raivoso.

O mundo está “pirando” literalmente. As pessoas discutem à toa, brigam por qualquer situação esdrúxula e ficam pilhadas sem saber o motivo.

Uma morte para ser evitada ontem, mostrando o quão desprezível é a vida humana para alguns: no Rio de Janeiro, um cidadão matou o outro após jogar um… botijão de gás pela janela!

Como explicar?

Extraído do twitter oficial da PM do RJ:

“Policiais militares do 19ºBPM prenderam um homem que jogou um botijão de gás do apartamento de um prédio localizado na Rua Aíres Saldanha, em Copacabana, atingindo em cheio a cabeça de uma pessoa que passava pelo local, que morreu na hora. Os fatos estão sendo apurados.”

– Cena bucólica (e quente)!

Durante a semana, almocei em Bragança Paulista. E de dentro do Restaurante Rosário (que tem vista para o estádio do Red Bull Bragantino), fiquei com remorso por estar confortavelmente comendo e ao meu lado esse senhor cortando a grama do “Nabizão”.

Quase 40ºC!

Alguém precisa fazer as tarefas que outros não querem ou não podem. E o homem é bom profissional: repare a qualidade da grama.

Meus aplausos a este senhor anônimo e valoroso.

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– Ação é treinada. Mas e a reação?

Alguém disse (não sei quem foi) mas é uma verdade:

As pessoas treinam para acertar na ‘AÇÃO’, mas acabamos por conhecê-las de verdade quando elas têm que praticar uma ‘REAÇÃO’“.

Eis uma constatação: quando estamos conscientes e treinados para o dia-a-dia, agimos com parcimônia e racionalmente. Mas e quando somos reativos a um problema imediato?

Newton e Lei de Ação e Reação | O Jornalzinho

– Ufa! A alegria de tirar uma placa de “Aluga-se”.

Até que enfim! Não é segredo que estamos de mudança. Já confidenciei que por questões profissionais da nossa família, estou saindo de Jundiaí (é a primeira vez, acreditem, que mudo de CEP!) e estou indo para Bragança Paulista. Porém, devido ao mercado agitado de imóveis, foi uma epopeia conseguir uma casa.

Ora os preços são altos, ora não se encontra o tamanho desejado. Quando achamos alguma propriedade com preço acessível, falta algo nela: problemas de dormitório, vizinhança ou manutenção. Quando encontramos a ideal na questão da estrutura, vem a dificuldade da localização e outros empecilhos.

Depois de 3 meses procurando uma casa… aleluia! Conseguimos acertar um novo lar.

Que ele seja abençoado como o que sempre moramos. Que a felicidade seja plena e a família se adapte.

Prontos para 2021 (ou finalzinho de 2020)! Na foto, a tão aguardada “retirada da plaquinha”:

– Eu pensei que o post do Paulo Coelho era Fake. Pior que não era…

Caramba, que pisada na bola do escritor Paulo Coelho! Eu li que ele havia publicado no Twitter uma mensagem pedindo para que se “boicotasse produtos brasileiros no Exterior”, evitando assim um “controle do país pelo Taleban Cristão”. Como não achei nada disso em sua rede social, imaginei que era alguém fazendo alguma sacanagem com ele. E não era. Ele escreveu e depois apagou…

O Taleban se notabilizou como o grupo islâmico extremista liderado pelo terrorista Osama Bin Laden. Existe algo assim no Brasil, numa “versão cristã”? Lógico que não.

Será que o escritor imagina que se as nações estrangeiras boicotarem o Brasil, as pessoas que aqui vivem “se darão melhor”?

Ele, que vive no Exterior e ganha muito dinheiro, estava ciente do que escreveu?

Por fim: era algo contra o Governo Bolsonaro, contra o país, contra fanáticos evangélicos apoiadores da Situação ou contra quem ou quê específico?

Totalmente inoportuno e sem sentido. E antes que se acredite que a minha opinião neste texto é de apoio ao atual mandatário do país, não sou bolsonarista, lulista, dória e nem evangélico. Apenas de alguém que leu essa postagem de maneira ponderada e se assustou com a falta de lucidez.

– Como é difícil mudar de casa!

Sou nascido e criado no mesmo bairro (na mesma rua) durante “a minha vida inteira”. Mudei apenas de número de casa; portanto, tenho raízes num lugar em que minha família está há 5 gerações.

Mudarei de Jundiaí para Bragança Paulista (ambas no Interior Paulista) até o final do ano, por questões profissionais – e impactado com a logística e a necessidade de “estar com a esposa e as filhas. 

Minha residência é o lugar que mais gosto de estar com as crianças, especialmente mo jardim. Dói sair daqui, lógico, mas é necessário. Entretanto, como é um desafio árduo encontrar um lugar novo ideal para viver. Das casas que procurei, uma não tem quintal, outra faltam quartos, outra há barulho na vizinhança, outra isso, outra aquilo… Sempre há prós e contrasIgual a casa da gente, não há.

A busca é um exercício de paciência em encontrar algo próximo do que se quer. Não é luxo nem conforto, mas adaptação (e preço acessível, isso é importante).

Agora, uma consideração final: se é demorada a odisseia em encontrar a morada ideal, imagine o processo de mudança!