– Viva Santa Cecília, Padroeira dos Músicos!

A todos os músicos (assim como “eu”), hoje é um dia de alegria. É dia de Santa Cecília, padroeira dos músicos!

A seguir, a belísisma história da nossa intercessora:

http://www.ordemdesantacecilia.org/historia_de_santa_cecilia_2.html

Ops: Acho que exagerei quando disse que era músico. Esposo de instrumentista também entra na categoria? Sou afinadinho…

Abaixo, o hino de Santa Cecília:

http://www.ordemdesantacecilia.org/hino_de_santa_cecilia.html

Ops2: Tudo bem, até minha filhinha toca melhor do que eu. Não sei nem bater palmas…

Agora, a Oração de Santa Cecília:

http://www.ordemdesantacecilia.org/oracao_a_santa_cecilia.html

Ops3: Músico ou não, o que vale é a fé em Santa Cecília!

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– A Som Livre está a venda.

A Som Livre é a grande gravadora brasileira, e pertence ao Grupo Globo. Na era dos LPs, K7s e CDs, era quase que imbatível. Mas como os tempos mudam… a mídia (e a empresa) deve mudar também.

Quem quer comprar uma gravadora?

Abaixo, extraído de: https://valor.globo.com/empresas/noticia/2020/11/18/globo-inicia-estudos-para-vender-a-gravadora-som-livre-sembarreira.ghtml

GLOBO INICIA ESTUDOS PARA VENDER A GRAVADORA SOM LIVRE

A Globo deu início a estudos para a venda da gravadora Som Livre.

A gravadora é a terceira maior do país pelo critério de receita, atrás apenas de Sony e Universal e à frente da Warner Music, segundo apurou o Valor.

A decisão de vender a Som Livre é parte do processo de transformação da companhia, baseado no modelo D2C (sigla em inglês de “direto para o consumidor), no qual uma empresa controla todas as fases dos processos de produção e distribuição.

Em nota, a Globo informou que vem fazendo uma análise detalhada do valor estratégico de seus ativos, com foco nos negócios que mais atendem à sua estratégia principal.

“A música continua muito importante no portfólio da Globo, mas acreditamos que é um bom momento para sairmos do negócio tradicional de gravadora e nos concentrarmos na estratégia D2C”, diz Jorge Nóbrega, presidente executivo da Globo, frisando que a gravadora é um negócio “sólido e rentável.”

Fundada em 1969, a Som Livre tinha o objetivo principal de pôr à disposição do público as trilhas sonoras das novelas e minisséries da Rede Globo. Nas suas primeiras décadas de existência, apesar do lançamento de artistas individuais, o grosso do negócio da gravadora foi baseado em trilhas sonoras e compilações.

Com a entrada em cena da música digital via internet, no início dos anos 2000, primeiro por meio de downloads e mais à frente com o streaming, a empresa percebeu que essa linha de negócios não era sustentável, lembra Marcelo Soares, diretor-geral da Som Livre.

Há dez anos, a Som Livre fez uma mudança em seu modelo de negócios, migrando seus investimentos para a gestão de talentos. Passou, também, a atuar em diversas plataformas.

“Com esse entendimento de que compilação não seria mais um negócio sustentável, a gente precisou entrar num negócio de realmente contratar artistas, desenvolver artistas e trabalhar diretamente com o elenco, o talento. E a nossa aposta foi essa: de gerir conteúdo, ter propriedade de conteúdo”, explica Soares.

“O Brasil é um mercado onde a música local representa quase 70% do consumo total. A Som Livre, com foco integral na música brasileira, cresceu por mais de dez anos seguidos numa velocidade maior que a do mercado”, acrescenta o diretor-geral da Som Livre.

A gravadora revelou talentos como Djavan, Rita Lee e Novos Baianos e conta hoje com um elenco ativo de cerca de 80 artistas.

Cantores sertanejos estão descontentes com gravadora da Globo

– Karaokê de Cúmplices de um Resgate

Uma recordação carinhosa de 4 anos atrás… abaixo:

Coisas que valem a pena na vida: e quando afilhada e madrinha, sem ensaio, resolvem se divertir?

Por que nós, adultos, somos tão complicados… Há coisas tão bobinhas que trazem tanta alegria e amor…

Duas cantoras, com a versão “eu sou você amanhã” da Priscila e da Marina:

Entre borrachas / e mariolas / mora o meu grande amor…

Vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=JWEreNue66g

– 31 anos sem o Maluco Beleza!

Um gênio, poeta e doido partiu há 31 anos.

Êta Raul Seixas… Se as drogas não tivessem acabado com ele, a metaformose ambulante continuaria por aí, sendo a Mosca na Sopa de muita gente que insiste em ser Camboy Fora da Lei! Valeu simpatia. Quem sabe daqui a 10.000 anos a gente se vê, pegando a linha do Metrô 783… Mas não estarei lá naquela sua Sociedade Alternativa não, hein?

Brincando com suas letras e canções, da inspiradíssima Gita a tantas outras, minha preferida é essa:

TENTE OUTRA VEZ

Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!…

Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!…

Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça agüenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!…

Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!…

Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Humrum!…

Tente! (Tente!)
E não diga
Que a vitória está perdida
Se é de batalhas
Que se vive a vida
Han!
Tente outra vez!…

Vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=Ef7jUQOCjS0&feature=fvst

– Um dopping natural?

Não sei onde eu li essa frase do nadador megacampeão Michael Phelps, mas ela me chamou a atenção porque é perfeita para muitos.

Sobre “de onde vem sua motivação” durante um treino ou para uma prova, ou se ele “toma alguma coisa especial”, disse que:

“A música é o dopping natural para o esporte”!

Pois é: o dopping psicológico e emocional é cada vez mais verdadeiro e real no dia-a-dia dos esportistas: um estádio lotado gritando para seu ídolo, uma preleção energizada do treinador, ou até mesmo uma música que transmita uma mensagem ou melodia entusiasmante, são, sem dúvida, fatores que estimulam naturalmente.

Muito mais sadio do que anabolizantes e seus afins, não? Embora, isso possa trazer um questionamento paralelo a este assunto: no futebol, na época de estádios vazios que vivemos, o grito da torcida pode estar fazendo falta aos jogadores?

Resultado de imagem para A música é o doping natural para o esporte!

– Quero ter o ânimo e a pureza das crianças!

Meu sobrinho Miguel “é o cara”. Ou melhor: “é o carinha”!

Olhe ele no melhor estilo Rock’n Roll brincando com o tio Rafa (como ele gosta de me chamar). O pique dele é contagiante!

Ainda, vale sua risada e seu lindo sorriso no “Teatro do Cebolinha”. Abaixo,

No link em: https://youtu.be/NkQozcQ9S-A

– E Viva o Dia do Rock!

Yeah! Para quem curte, saiba porque hoje é uma data tão especial! Extraído da Wikipédia:

DIA DO ROCK

O dia 13 de julho é conhecido como Dia Mundial do Rock. A data foi escolhida em homenagem ao Live Aid, megaevento que aconteceu nesse dia em 1985. A celebração é uma referência a um desejo expressado por Phil Collins, participante do evento, que gostaria que aquele fosse considerado o “dia mundial do rock”. O evento também ficou conhecido por contar com grandes artistas do gênero, como Queen, Mick Jagger, Keith Richards, Ronnie Wood, Elton John, Paul McCartney, David Bowie, U2 entre outros.

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– 123 anos de Pixinguinha!

No dia 23 de abril de 1897 nascia Pixinguinha, o pai de um dos ritmos mais prazerosos de se ouvir: o Chorinho! Por isso, hoje se celebra o Dia do Chorinho!

Carinhoso é o carro-chefe das suas obras-primas. Mas sabia que a letra da canção só veio anos mais tarde, com o compositor João de Barro?

Ouça essa maravilha: http://www.youtube.com/watch?v=EGWg4YpS1ls

– A live do Roberto Carlos pelos seus 79 anos.

Nestes momentos em que bastante gente vem fazendo live na Web (muitos por cooperação, outros por altruísmo e alguns artistas por conta do mercado mesmo), eis que o Rei Roberto Carlos fará uma na comemoração de seu aniversário, no próximo domingo (19h45, pelo seu YouTube e também pelo Globoplay).

Sou fã confesso das suas canções! Aprendi a ter tal bom gosto musical com meu pai e minha mãe, compartilhei essa paixão com minha esposa, ensinei minha filha mais velha a gostar (ela tem 11 anos) e até minha pequena de 2 aninhos sabe cantarolar o La-la-la-la-la-la-lá repetitivo de “A Guerra dos Meninos”

Nesse horário, amanhã, não perderei por nada essa live. O aniversário é dele, mas o presente será dado a nós!

Ops: a canção citada pela minha caçulinha, aqui: https://youtu.be/e1DPd8hKmk4

– O Beatle que não foi Beatle: quando a oportunidade lhe sorri ou não!

Admiro um bom texto, e claro, os bons escritores. O jornalista Davi Coimbra, em seu blog (citação abaixo), escreveu sobre pessoas que tem estrelas, e usou como pano de fundo Pete Best X Ringo Star.

Pete era esclarecido, ousado, íntimo de John Lennon, Paul McCartney e George Harison. Mas ficou de fora da banda na hora da fama. Ringo era doente, analfabeto funcional e a sorte lhe sorriu! Tanto, que entrou para a história e a formação de sucesso consta seu nome.

Quantos competentes que de fato não são. Ou que não tem oportunidade! Há alguns que nascem para Pete Best, outros, para Ringo Star…

Extraído de: http://wp.clicrbs.com.br/davidcoimbra/2010/02/03/o-beatle-que-nao-foi-beatle/?topo=77,1,1

O BEATLE QUE NÃO FOI BEATLE

Vi uma entrevista com o Pete Best, dias atrás. Sou fascinado por sua história, cada vez que ele aparece na TV fico mesmerizado.

Pete Best é o Beatle demitido. Foi um dos Beatles pioneiros, estava na formação originalíssima da banda, com os gênios George, Paul e John. Os quatro se reuniam na casa da mãe de Pete para ensaiar. Tocaram juntos durante dois anos, juntos viajaram para Hamburgo, numa temporada que marcou o amadurecimento público do grupo. Eram tão amigos, que, numa noite hamburguesa, estando eles sem dinheiro, Pete e John assaltaram um marinheiro e lhe tomaram a carteira estufada de marcos. Ou acharam que a haviam tomado: quando voltaram ao hotel, um perguntou ao outro se estava com a carteira, e nenhum estava.

Apesar de toda essa intimidade, George, Paul e John achavam que Pete não era bom o bastante. Além disso, havia a mãe de Pete. Mona, esse o nome dela. Era uma mulher de uns 30 e tantos anos, muito bonita e de forte personalidade. Arrogou a si própria a função de conselheira e mentora da banda. Os Beatles iam ensaiar na casa dela e ela ficava dando palpite. Metida. Tão metida que se meteu com um rapaz que funcionava como uma espécie de produtor do grupo e teve um filho com ele. O pai de Pete, bonzinho, assumiu a criança e lhe acoplou o sobrenome. Mais um Best no Reino Unido.

George, Paul e John, personalistas e até algo chauvinistas, não apreciavam as intervenções não solicitadas da mãe de Pete. Mas como dizer isso ao filho dela? É provável que, se Pete fosse um baterista um pouco mais carismático, eles o teriam mantido no grupo. Mas, aparentemente, não era. Ou pelo menos não era tão concentrado e tão brilhante quanto seus amigos.

E havia Ringo logo ali.

A história de Ringo é sen-sa-cio-nal. Ringo era de família pobre. Quando tinha três anos, o pai dele embarcou num dos navios que aportavam em Liverpool e foi-se mar afora, para nunca mais retornar. Ringo virava-se como podia na periferia da cidade, até que, aos sete anos, foi acometido de uma doença grave. Passou um ano no hospital, meio morto. Quando voltou ao colégio, sentiu o atraso. Os colegas o humilhavam, ele não conseguia aprender. Começou a matar aula. Aos 12 anos, era quase analfabeto. Uma prima decidiu ensiná-lo em casa, Ringo se entusiasmou, progrediu, mas, aos 13 anos, contraiu tuberculose. Mais um ano no hospital.

Alguém poderia dizer que foi muita falta de sorte. Ao contrário. Como Ringo já estava habituado ao ambiente hospitalar, comportava-se com desenvoltura entre doentes, médicos e enfermeiras. Em pouco tempo, organizou uma bandinha com os pacientes, improvisou umas baquetas e arvorou-se como baterista. Ao sair do hospital, o padrasto, que era um bom homem, presenteou-o com uma bateria usada.

Foi assim que Ringo aprendeu a tocar.

Foi a partir daí que se tornou um Beatle e entrou para a História.

Quer dizer: se não tivesse ficado doente da primeira vez, provavelmente não se sentiria à vontade para fazer a banda na segunda vez que ficou doente. Logo, as duas doenças foram fundamentais na construção do destino estrelado de Ringo Star.

Já Pete Best, comunicado de que o tinham excluído da banda, e excluído- justamente às vésperas da assinatura do primeiro contrato que os elevaria ao firmamento do rock, Pete Best literalmente recolheu-se à insignificância. Trabalhou como funcionário público, tentou o suicídio abrindo o gás do banheiro, foi salvo pela mãe e retornou à sua vida comum. Está casado há 45 anos com a mesma mulher, ainda mora em Liverpool e montou sua própria banda, a Pete Best Band, com a qual excursiona pelo mundo, ganhando algum dinheirinho, afinal. Na entrevista que assisti, falava com voz grave e melodiosa. Trata-se de um senhor grisalho, com o bigode frondoso dominando o rosto risonho e melancólico. Diz não saber por que foi demitido da maior banda pop de todos os tempos, diz que o importante é ter saúde, diz que é feliz.

Não deve ser.

Imagino que nenhum dia da sua vida termina sem que ele pense que poderia ter sido um Beatle. Pior: que ele FOI um Beatle, e agora não é mais. O único Beatle fracassado da banda mais bem-sucedida da História.

Essa é a diferença entre os vencedores e os perdedores. Essa a atual diferença entre as direções do Grêmio e do Inter. Alguns nascem para ser Ringo Star. Outros sempre serão Pete Best.

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– 3 anos sem Chuck Barry!

Caramba, parece que foi ontem! Hoje já faz 3 anos que o guitarrista Chuck Barry morreu (ele estava com 90 anos à época). Um dos revolucionários do rock, de musicalidade incrível e influente até hoje.

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Confira “Johnny b good” em vídeo clip, aqui: https://www.youtube.com/watch?v=ljHXMWR7JTY

– Parabéns Nando Reis! Drogas, não.

Estava ouvindo o ex-Titãs Nando Reis no Programa Morning Show da Rádio Jovem Pan, meses atrás. E questionado sobre as frequentes declarações de compositores que fazem canções sob efeito de drogas (que elas inspirariam), ele declarou:

Eu não posso dizer que usava para compor, já fiz boas a más canções com elas. Mas para você sair é difícil, foi uma luta para eu parar. Você não precisa da droga. Eu usava para fugir do mundo, mas para isso existe outras coisas como ginástica por exemplo. E as drogas fazem muito mal!“.

Se eu já o admirava, admiro muito mais!

Xô, drogas!

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– A Banda do Guri no Parque da Cidade!

Quem gosta de música de qualidade, ambiente familiar e lugar aprazível em meio à natureza, prestigie as crianças e adolescentes do Projeto Guri.

A Banda do Guri vai tocar “em ritmo de Carnaval” no Parque da Cidade. Vale a pena aparecer por lá!

Informações na figura: