– A crise da Venezuela na divisa do Brasil gerando atos de xenofobia. Mas a culpa é de quem?

Li que a Revista Veja foi a Pacaraima, no extremo da Roraima, onde venezuelanos procuram refúgio. E na pequenina cidade abarrotada de estrangeiros que fogem da miséria, encontrou o padre Bobadilla, um espanhol que cuida da Pastoral do Imigrante.

O religioso, quando questionado sobre os atos de xenofobia observados dias atrás pelos roraimenses, respondeu sem titubear de quem era a culpa de todo o lamentável episódio:

“(…) Todos falhamos: Estado, População e Igreja. Uma das causas foi não ouvirmos o grito da população local. O hospital ficou lotado e os assaltos viraram rotina em uma cidade pacata. O Governo viu o colapso instalar-se sem tomar nenhuma atitude. A População deixou florescer o sentimento de raiva. A Igreja acolheu os venezuelanos sem perceber que o morador local precisava de ajuda”.

Taí. Como justificar qualquer coisa com tal perfeito panorama feito pelo religioso? E acrescento com uma última e impressionante frase de efeito do padre:

“Dois dias após a expulsão (dos venezuelanos por brasileiros), cerca de 500 refugiados estavam famintos na porta da minha igreja. E sabe por quê? É que a fome é maior do que o medo.”

De que jeito resolver, se Venezuela e Brasil não mostram competência nem vontade para isso?

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– O 11 de Setembro que NUNCA deveria ter existido…

Ao ver as imagens que recordam o trágico 11 de setembro de 2001, me lembro do dia em que tudo aconteceu. Dá um angústia imaginar que o ser humano chega a isso…

E atentemo-nos: não foram só as Torres Gêmeas, mas também a tentativa no Pentágono!

O que o fanatismo faz… POR QUÊ?

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– Discurso de Nixon, caso o Homem Tivesse Fracassado na Chegada à Lua.

Há 6 anos, morreu Neil Armstrong, o primeiro astronauta a pisar na Lua. Mas e se ele não tivesse conseguido?

Olha qual o procedimento dos astronautas (por exemplo: como se envenenarem para uma morte mais rápida, caso algo desse errado) e o discurso do presidente americano Nixon, após a fatalidade:

Extraído de: http://super.abril.com.br/blogs/superblog/leia-o-discurso-presidencial-que-seria-usado-se-a-missao-apollo-11-tivesse-fracassado/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super

DISCURSO PRESIDENCIAL QUE SERIA USADO SE A MISSÃO APOLLO 11 TIVESSE FRACASSADO

por Carolina Vilaverde

A missão que levou Neil Armstrong e Edwin “Buzz” Aldrin para a Lua podia ter dado muito errado. Em  julho de 1969, os dois astronautas americanos pisaram pela primeira vez na Lua e conseguiram retornar em segurança para a Terra. Mas, o risco de algo dar errado era tão grande que eles levaram uma cápsula de cianureto no macacão para abreviar a morte caso necessário.

Por isso, o redator de discursos do ex-presidente Richard Nixon, William Safire, fez questão de deixar uma fala preparada para caso a missão falhasse e os astronautas ficassem presos na Lua. Abaixo, você lê uma tradução livre do discurso que seria usado se uma tragédia acontecesse na missão espacial:

“EM CASO DE DESASTRE NA LUA:
O destino ordenou que os homens que foram à Lua para explorar em paz vão ficar na Lua para descansar em paz.
Esses bravos homens, Neil Armstrong and Edwin Aldrin, sabem que não há esperança de recuperação. Mas eles também sabem que há esperança para a humanidade em seu sacrifício.
Estes dois homens estão entregando suas vidas para o objetivo mais nobre da humanidade: a busca pela verdade e compreensão.
Eles serão velados por seus familiares e amigos; eles serão velados pela nação; eles serão velados pelas pessoas ao redor do mundo; eles serão velados pela Mãe Terra que ousou enviar dois de seus filhos para o desconhecido.
Em sua exploração, eles mobilizaram pessoas do mundo inteiro a se sentirem como uma só; com seu sacrifício, eles ligam mais fortemente a irmandade dos homens.
Em tempos passados, homens olharam para as estrelas e viram seus heróis nas constelações. Nos tempos modernos, nós fazemos basicamente o mesmo, mas nossos heróis são homens épicos de carne e osso.
Outros os seguirão, e certamente encontrarão o caminho de casa. A busca do homem não será negada. Mas estes homens foram os primeiros, e eles permancerão como primeiros em nossos corações.
Cada ser humano que olhar para a Lua nas noites que virão saberá que existe um canto de outro mundo que é para sempre da humanidade.
ANTES DA DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE:
O Presidente deve telefonar para cada uma das futuras viúvas.
DEPOIS DA DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE, NO MOMENTO EM QUE A NASA ENCERRA A COMUNICAÇÃO COM OS HOMENS:
Um clérigo deve adotar o mesmo procedimento que em um enterro no mar, recomendando suas almas para a “mais profunda das profundezas”, encerrando com o Pai Nosso.”

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– E morreu Kofi Annan!

Neste sábado, com 80 anos, morreu o ex-secretário geral da ONU e Prêmio Nobel da Paz, Kofi Annan.

Quem não se lembra de assisti-lo na TV? Sempre aparecia o ganês nos noticiários, tentando resolver os conflitos mundiais com o semblante sereno.

Me parece que o estadista africano faz parte de uma linhagem de políticos que não se vê mais: pacifista, discreto e conciliador ao extremo.

Que descanse em paz, pois fez muito pela humanidade!

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– E se você fosse em linha reta pelo mar?

Sempre que estou no Litoral, penso: e se eu for reto, pararei em que lugar?

Como gosto de Santos e Guarujá, logicamente sei que é no continente africano. Mas em qual país?

Aí também é fácil, é só pegar o mapa-mundi. Mas veja que interessante: se você estiver sentado em qualquer praia de todos os países litorâneos da América e resolver atravessar o mar, sairá em…

Na figura, a resposta:

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– Uma múmia de Cílios e Cabelos?

Incrível e real: encontrada mumificada uma mulher de 900 anos, mas com cabelos e cílios preservados!

Olha abaixo a pessoa e a matéria, em: http://curiosamente.diariodepernambuco.com.br/project/corpo-mumificado-ha-900-anos-e-encontrado-com-cilios-e-ate-cabelo/

CORPO MUMIFICADO HÁ 900 ANOS É ENCONTRADO COM CÍLIOS E CABELOS

O corpo de uma mulher foi encontrado em estado impressionante de conservação em uma área de Permafrost no Ciclo Ártico, próximo á Rússia. Ela tinha sido enterrada em uma espécie de “casulo”, coberto de peles de animal e cobre, o que acidentalmente mumificou o corpo, deixando cabelo e até mesmo os cílios intactos. Mesmo que vestígios de cobre tenham esverdeado a pele dela, o rosto ficou tão conservado que foi uma das únicas evidências do sexo do corpo. “Alguns ossos ficaram mal preservados, dificultando saber o gênero, mas pela face conseguimos ver claramente que é uma mulher”, afirmou o arqueologista Alexander Gusev, do Centro de Pesquisa do Ártico, em entrevista ao jornal russo The Siberian Times.

A idade da mulher, segundo cálculos dos cientistas, era de 35 anos. Ela foi enterrada junto a mais de 30 homens, o que leva a acreditar que fazia parte de uma civilização medieval de caça e pesca da região polar já estudada pelo centro de pesquisa. O fato de ser a única mulher no meio de tantos homens, além da maneira como foi internada, leva a crer que ela tinha algum tipo de poder em relação aos outros. Próximo à ela, o corpo de um pequeno bebê foi encontrado. Os pesquisadores descartam, porém, qualquer possibilidade de parentesco entre ambos. Agora, junto a um time de universidade da Coréia do Sul, os especialistas buscam reconstruir o rosto da múmia e entender melhor como funcionava aquela cultura.

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– Cristãos de todas as denominações em Oração pela Criação!

Cristão Ortodoxos, Católicos e demais seguidores do Cristianismo unidos pelo bem da Criação!

Conheça esse movimento ecumênico de preces pelo bem estar do planeta, cujo evento começará em breve,

Em: https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2018-06/iniciativa-ecumenica-pelo-cuidado-do-meio-ambiente.html

GANHA FORÇA INICIATIVA ECUMÊNICA PELO CUIDADO DA CRIAÇÃO

A iniciativa do patriarca ecumênico Dimitrius l em 1989, de dedicar um dia de oração pela criação, ganha cada vez mais adeptos entre as diferentes Confissões cristãs, especialmente em função do agravamento da crise ambiental.

É cada vez mais urgente que o testemunho da fé cristã também se traduza em ações corajosas para proteger e defender a natureza da exploração descontrolada e das consequências nefastas das mudanças climáticas.

É o que reiteram nove líderes e representantes de diferentes tradições cristãs, em uma carta divulgada em vista do “Tempo da Criação”, uma iniciativa que se realizada anualmente de 1º de setembro  a 4 outubro.

O primeiro signatário é o arcebispo Job de Telmessos, representante do Patriarcado de Constantinopla no Conselho Mundial de Igrejas (CMI). O próprio patriarca ecumênico Bartolomeu I, há tempos vem se empenhando no campo da defesa da criação, a ponto de ser chamado pela mídia como “patriarca verde”.

Ao apresentar a iniciativa, os signatários convidam os fiéis de todo o mundo para participar ativamente, com gestos e ações conscientes. “Com o agravamento da crise ambiental, nós cristãos somos chamados com urgência a testemunhar a nossa fé, colocando em prática ações para preservar o dom que nós compartilhamos”, lê-se no documento divulgado no site do CMI.

Esta é a primeira declaração conjunta de apoio ao “Tempo da criação”, assinada por representantes de todas as principais denominações cristãs. “Sinal – destaca Riforma.it – ​​de que a questão ambiental tornou-se uma expressão essencial do viver a fé.”

Disto o convite para se unir à iniciativa, no “sincero desejo de proteger a criação e todos aqueles que a compartilham” e a “caminhar juntos”, como irmãos na fé, para concretizar gestos de responsabilidade ambiental.

A iniciativa, como mencionado, terá início em 1º de setembro,  dia de oração dedicado ao cuidado da criação, instituído pelo patriarca ecumênico Dimitrius l, em 1989.

Nos anos sucessivos, a iniciativa ultrapassou o ambiente ortodoxo e muitas Igrejas cristãs começaram a celebrar este tempo, estendendo-o até o dia 4 de outubro,  dia em que a Igreja Católica celebra São Francisco de Assis.

Em 2015, o Papa Francisco instituiu o Dia Mundial de Oração pelo cuidado da criação, para coincidir precisamente com o mesmo dia instituído pela Igreja Ortodoxa.

Entre os outros signatários do documento, incluem-se o primaz da Comunhão Anglicana, Justin Welby, o secretário-geral do CMI, Olav Fykse Tveit, o secretário-geral da Federação Luterana Mundial, Martin Junge, o Cardeal Peter Turkson, prefeito da Congregação para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral.

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– A NASA e os sons que os ETs escutarão!

Coisas do mundo: há 3 anos, soube-se quais serão os “sons do universo”: a Nasa, depois de tanto tempo, divulgou os áudios que colocou nas sondas espaciais da série Voyager, em 1977!

E sabe o que os alienígenas, se existirem e encontrarem os equipamentos terráqueos, ouvirão?

Sons de crianças, conversas de adultos, pulsares do coração, barulhos de ferramentas e saudações em diversas línguas, inclusive em português com uma voz feminina dizendo: “PAZ E FELICIDADE PARA TODOS”.

A seguir, ouça no link: http://seuhistory.com/noticias/nasa-disponibiliza-audios-que-enviou-para-alienigenas-no-projeto-voyager

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– Cortar o ZERO resolve?

Eu me lembro que no tempo da hiper inflação brasileira, uma das medidas mais comuns do Governo era cortar os “três zeros” e mudar o nome.

Por exemplo: Cz$ 100.000,00 (Cem mil cruzados) virava NCz$ 100,00 (Cem cruzados novos). Ou depois virava Cruzeiro! E por aí a coisa ía!

Na Venezuela, Nicolas Maduro inovou. Ao invés de cortar os 3 zeros costumeiros, cortará 5!

Aí é dose. Imagine o sujeito menos instruído para fazer tal conta? Veja: 20.000,00 bolivares virarão, por exemplo, 0,20 centavos!

Não era mais fácil o ditador renunciar e deixar um democrata assumir o poder? Ao menos, novos ares ocorreriam.

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– As cobaias do 3o Mundo!

Para Vacinas e Medicamentos chegarem às prateleiras, depois de vários testes laboratoriais, etapas de estudo e testes em animais, chega a vez da pesquisa em pessoas, correto?

A Revista Galileu (citação no link abaixo) traz um retrato horrendo: as cobaias são ‘terceirizadas’.

Assustador:

Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI269853-17773,00-TERCEIRIZANDO+COBAIAS.html

TERCEIRIZANDO COBAIAS

Farmacêuticas de países ricos usam cada vez mais nações pobres para testar seus remédios — e são acusadas de experimentos antiéticos

por Felipe Pontes

“Eticamente impossível.” Esse é o nome do relatório divulgado em 12 de setembro pela Comissão de Bioética da Presidência dos Estados Unidos sobre testes científicos conduzidos pelo governo do país que infectaram com sífilis e gonorreia 700 pessoas na Guatemala entre 1946 e 1948. Não foram apenas os abusos do passado que preocuparam os especialistas convocados por Barack Obama para investigar o caso. A comissão admite que é necessário mais transparência e melhor regulação para garantir os direitos de pessoas que participam dos testes de medicamentos. Especialmente os voluntários de países pobres, cada vez mais usados como cobaias por empresas das nações mais ricas.

Susan Reverby, a historiadora responsável por descobrir os arquivos que mostram os experimentos nos quais 83 guatemaltecos morreram, alerta que o perigo da “importação” dos voluntários de estudos continua. “É muito preocupante ver a globalização dos testes clínicos. É mais fácil encontrar pessoas que aceitem participar fora dos Estados Unidos porque elas são ingênuas.” Para ela e outros estudiosos de bioética, testes eticamente questionáveis que expõem a população de nações subdesenvolvidas a grandes riscos continuam ocorrendo.

Não faltam denúncias contra esse tipo de prática. Nos últimos 7 anos, um hospital na Índia testou remédios de multinacionais farmacêuticas em pacientes que dizem não ter sido informados que participavam de um experimento, causando pelo menos 10 mortes. Em 2008, 12 crianças morreram na Argentina após participarem de experimentos para a fabricação de uma vacina contra pneumonia, enquanto os pais, analfabetos, diziam não ter sido avisados sobre o teor da pesquisa. No Brasil, comunidades ribeirinhas do Amapá foram deliberadamente picadas com mosquitos infectados pela malária como parte de um estudo de uma universidade dos EUA, em 2006. Em 1996, 11 crianças nigerianas em estado de saúde precário morreram e outras sofreram danos cerebrais após testarem uma droga contra meningite. A principal diferença entre esses casos e os relatos históricos na Guatemala é que, agora, em vez de governos, os acusados pelos abusos são grandes empresas farmacêuticas.

COBAIA IMPORTADA

As denúncias aparecem num contexto de crescimento do uso de estrangeiros em testes de medicamentos nos Estados Unidos e países europeus. Só em 2008 (último ano com dados compilados), 78% dos pacientes que participavam de pesquisas para drogas aprovadas pela agência americana responsável por fiscalizar remédios (FDA) estavam fora dos EUA. Naquele ano, houve 20 vezes mais testes conduzidos em países estrangeiros que em 1990.

Na Europa, entre 2005 e 2009, 61% dos testes clínicos eram de locais fora do continente. “Tanto o FDA quanto a Emea (agência europeia) inspecionam menos de 1% dos lugares onde são feitos os testes clínicos. As autoridades locais podem não ter os recursos e expertise técnica para cuidar dos problemas”, alerta David Ross, professor de medicina da George Washington University que trabalhou durante 10 anos no FDA analisando remédios.

Essa regulação falha pode estar por trás de uma briga judicial de 13 anos entre a Pfizer e o governo da Nigéria. A farmacêutica testou em 1996 um antibiótico contra meningite em crianças nigerianas com a doença em estado avançado. Durante a experiência, 11 morreram e outras desenvolveram problemas cerebrais. A companhia não obteve o consentimento de todos os participantes por escrito, foi acusada em reportagem do jornal Washington Post de ter falsificado documentos para conseguir a aprovação dos estudos e foi processada pelo governo nigeriano. Em 2009, pagou US$ 75 milhões ao país para arquivar a disputa, sem admitir culpa. A empresa afirmou a Galileu que a droga não matou, pelo contrário, salvou vidas e foi mais efetiva que o tratamento existente na época para a doença. Quanto à falta de autorização dos participantes, diz que “por conta das altas taxas de analfabetismo da Nigéria, nem sempre foi possível obter consentimento por escrito”. Os argumentos não convencem David Ross. “É arriscado experimentar em crianças cronicamente doentes que fazem parte de uma população vulnerável. Um teste desses dificilmente seria aprovado nos EUA.”

A falta de consentimento também foi denunciada em testes clínicos realizados de 2004 a 2011 na cidade de Bhopal, na Índia. O local foi vítima de um dos maiores desastres químicos da história, quando 40 toneladas de gases letais vazaram de uma fábrica de agrotóxicos em 1984, matando 8 mil pessoas e deixando 150 mil com doenças crônicas. O Bhopal Memorial Hospital Research Centre, criado especialmente para tratar os afetados pelo desastre, é acusado por pacientes de receber dinheiro de companhias farmacêuticas como a AstraZeneca para testar remédios nos indivíduos debilitados sem que eles tivessem sido avisados. Dos participantes, pelo menos 10 morreram, de acordo com o jornal indiano IBN. Em documentário sobre o tema lançado em julho pela TV Al Jazeera English, um indiano chamado Ramadhar Shrivastav (em foto na pág. anterior) alega que médicos pediram para que assinasse um documento em inglês e depois lhe entregaram duas garrafas de pílulas de remédios desconhecidos para tomar. “Se gastar meu dinheiro processando o hospital não terei como alimentar meus filhos”, disse à Al Jazeera.

LEI DO MELHOR PREÇO

A razão pela qual as farmacêuticas têm aumentado a terceirização de testes em países onde há menor escolaridade e maior concentração de pobres é financeira. Em 2008, Jean-Pierre Garnier, então executivo da GlaxoSmithKline (GSK), escreveu na revista Harvard Business Review que uma companhia que faz uso de 60 mil pacientes em testes clínicos poderia poupar até US$ 600 milhões por ano ao relocar 50% das suas pesquisas para locais como a Índia e a América Latina. Segundo Garnier, um centro médico de altíssima qualidade na Índia cobraria “apenas” US$ 1,5 mil a US$ 2 mil por paciente em cada teste, enquanto o mesmo sairia por US$ 20 mil num lugar de segunda linha nos EUA.

Há outro grande atrativo nos países pobres: uma burocracia menos rígida, que reduz o tempo de uma pesquisa e aumenta a chance de ela ser aprovada. Bioéticos dizem que um exemplo disso são testes feitos com grávidas portadoras do HIV em Uganda durante a década de 1990, com financiamento do governo americano.

Enquanto um grupo recebeu o antiviral AZT, outro recebeu placebo, mesmo já sabendo que o AZT poderia proteger os recém-nascidos. “Onde existe uma terapia médica que funciona comprovadamente, testes controlados com placebo são antiéticos”, afirma Kevin Schulman, diretor do instituto de pesquisas clínicas da Duke University e autor de dois relatórios sobre ética de pesquisas.

“É muito mais fácil convencer pacientes de países pobres a se submeterem a esse tipo de coisa. Para as farmacêuticas, pessoas de outros países são vistas como materiais crus que podem ser garimpados”, complementa David Ross. A questão vai além do consentimento. “Mesmo que uma pessoa entenda os riscos, ela pode não ter escolha. Muitos não têm dinheiro para pagar o tratamento padrão”, afirma o médico Amar Jesani, fundador do Centro para Estudos em Ética e Direitos da Índia. Assim, diz Jesani, viram cobaias para ter acesso a médicos, por mais que seja por um tempo reduzido (de semanas ou meses) ou por dinheiro.

ÀS CLARAS

Os testes clínicos são essenciais para o desenvolvimento de remédios efetivos e devem continuar. “Mas os países capazes de oferecer um bom atendimento de saúde devem tomar a frente. Não lugares como a Índia, que falhou em oferecer o acesso mínimo de educação e saúde ao seu povo”, diz Jesani.

O Brasil tenta evitar esse problema proibindo que voluntários sejam pagos. “As pessoas participam por altruísmo ou por entender que não existem mais recursos para a sua saúde fora do mundo da pesquisa”, afirma Gyselle Saddi Tannous, coordenadora da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). Os pesquisadores somente podem pagar as despesas que o voluntário tem nos dias em que ele participa dos testes, como transporte e alimentação.

Mesmo assim, problemas acontecem. Em 2006, foi descoberto que moradores das comunidades ribeirinhas de São Raimundo do Pirativa e São João do Matapim, no Amapá, recebiam até R$ 30 por dia para serem picados por mosquitos com malária em pesquisa elaborada pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos.

O caso foi denunciado no Ministério Público Federal e não houve punição até agora, e o estudo foi interrompido pelo Conep. “E muitos protestaram porque queriam o dinheiro oferecido”, diz Gyselle, sublinhando a importância de leis para proteger candidatos a cobaias em países pobres. Ela afirma haver pressão da indústria internacional para que o Brasil afrouxe suas normas. “É preciso pesar o avanço da ciência, mas não devemos fazer isso à custa de vidas.”

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– A dura vida da Imigrante…

Cenas fortes: uma imigrante camaronesa de 40 anos, que tentava ir clandestinamente à Europa em uma embarcação lotada de africanos (isso virou rotina), sobreviveu após seu barco afundar. Foi resgatada na costa da Líbia.

DETALHE: Ela estava à deriva, apoiada em dois cadáveres, passando por estado de choque!

Extraído de: https://g1.globo.com/mundo/noticia/mulher-resgatada-por-navio-humanitario-sobreviveu-a-deriva-com-dois-cadaveres-no-mediterraneo.ghtml

MULHER RESGATADA COM VIDA NO MEDITERRÂNEO ESTAVA COM DOIS CADÁVERES À DERIVA!

Equipes de resgate da ONG espanhola Proactiva Open Arms descobriram os restos de uma embarcação à deriva com uma mulher ainda viva, e os corpos de outra mulher e um menino, durante uma patrulha marítima na costa da Líbia. Josepha, a sobrevivente, uma camaronesa de 40 anos, foi resgatada nesta terça-feira (17), em estado de choque.

Não é possível saber ainda o que aconteceu com os outros migrantes que provavelmente estavam a bordo da jangada. Na hora do socorro, a embarcação estava completamente vazia e apenas algumas tábuas ainda flutuavam a cerca de 80 milhas náuticas, a nordeste de Trípoli, capital líbia, segundo a ONG Proactive Open Arms.

A guarda costeira do país disse que resgatou 158 pessoas em um barco na segunda-feira (16), a 16 milhas náuticas de distância de Khoms, relativamente distante da área onde o barco foi encontrado.

A mulher que sobreviveu é uma camaronesa de 40 anos chamada Josepha. Segundo a equipe médica a bordo, sua condição era estável, mas ela estava extremamente traumatizada e precisava de atendimento médico e psicológico “urgente”. A equipe médica também recomendou uma transferência rápida dos dois cadáveres, já que os Open Arms não possuem material a bordo de refrigeração, especialmente para o corpo da outra mulher, aparentemente morto há várias horas antes, além do cadáver da criança.

O Open Arms e o Astral, os dois navios da ONG espanhola, retornaram nesta terça-feira da Líbia, após várias semanas de ausência. A Itália, que se recusa a sediar migrantes resgatados, e Malta, que proíbe que os navios humanitários atraquem, limitaram severamente a possibilidade de intervenção de ONGs na área.

O ministro italiano do Interior, Matteo Salvini, líder de extrema-direita da Itália, criticou o retorno dos navios humanitários com um tuíte: “Dois navios de ONGs espanholas retornaram ao Mediterrâneo esperando pelo envio de seres humanos. Que eles poupem tempo e dinheiro, porque verão os portos italianos apenas em cartão postal”.

O vídeo, com a imagem da mulher após o salvamento, em: https://youtu.be/AYM-bxg37Is

 

Vídeo publicado em rede social mostra o momento do resgate da camaronesa (Foto: Proactive Open Arms/Reprodução/Facebook)
Vídeo publicado em rede social mostra o momento do resgate da camaronesa (Foto: Proactive Open Arms/Reprodução/Facebook)

– Percentuais de produtos Chineses no Mundo!

Puxa, consegui anotar os números mas não a referência bibliográfica. Assim mesmo, compartilho uma interessante matéria sobre o quanto a China produz:

25% dos cigarros do mundo;

40% das camisas do planeta;

50% de macarrão instantâneo;

55% dos computadores;

65% dos pares de calçados;

80% das câmeras digitais;

85% das bicicletas.

Muito significante, não? A força econômica desse país, com mão-de-obra baratíssima, assusta!

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– Os Meninos na Caverna da Tailândia

É de horrorizar o que aconteceu com os garotos tailandeses que jogavam bola e depois foram passear numa caverna. Com as fortes chuvas, não puderam voltar pois o caminho fica fechado por algumas semanas devido aos rios que por lá surgem com as águas (e são avisados que isso acontece e ignoraram a Guarda Florestal – que seja lembrado disso).

Isolados há dias do resto do mundo, as autoridades os descobriram e o socorro paulatino vem ocorrendo. Mergulhadores atravessaram um trecho de apenas 90 cm de largura em alguns pontos para encontrá-los, e os trouxeram de volta com visibilidade quase zero por conta da escuridão.

Parece filme de aventura. Tomara que o final tenha sido plenamente feliz, pois é impossível ter certeza que estão todos com a saúde perfeita, mesmo após o resgate.

Tudo sobre o resgate acontecido em: https://g1.globo.com/mundo/ao-vivo/jovens-e-treinador-perdidos-em-caverna-na-tailandia-sao-encontrados-com-vida.ghtml

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– Índia: e o absurdo Machismo

Esse texto, abaixo, tem 9 anos. Mas não tem como não se impressionar…

Sobre as mulheres na Índia, compartilho:

MACHISMO INDIANO

Muito me assustou uma matéria publicada pela Revista Superinteressante deste mês de Junho/2009. Nela, há uma reportagem a respeito das Castas Indianas (tema que ficou na moda devido a novela da Globo). Mas o que impressiona são os números e hábitos das mulheres locais!

Na Índia, é um fardo para as famílias criar uma menina. Muitos abortos são cometidos, pois ter uma filha é um custo alto: a maioria das mulheres não trabalha, e ao crescer, ela é entregue a um novo e o pai dela deve dar presentes à família do noivo, o que inclui desde pedras preciosas até veículos!

Naquele país, apenas 48% das mulheres são alfabetizadas (e entenda alfabetizada na Índia o fato de apenas escrever o próprio nome.

Lá, abortar uma menina não é um pecado, mas uma “providência” (que absurdo!). Tanto que o governo proibiu que os médicos divulguem o sexo do bebê nas ultrassonografias, a fim de evitar o aborto. Muitos aceitam sacrificar sua filha, para que o primeiro filho seja homem e o pai possa “reencarnar” nele.

Devido a isso, hoje há 9 homens para cada mulher. Casar tem sido difícil, o que faz com que exista  o comércio cada vez maior de “compra de esposas”. Nas vilas pobres, troca-se mulher por búfalos. Amor no casamento? Lá não é assim… Amor se constrói aos poucos, depois de casado.

Quando a mulher fica viúva, ou o seu cunhado a toma por esposa, ou ela faz voto perpétuo de castidade. Ou seja, casamento de mulheres viúvas, não existe!

Em caso de divórcio, a mulher só tem direito as jóias que ganhou. Nada do marido deve pertencer a ela. E, como é perceptível até na novela, a esposa é proibida de citar o nome do esposo. Apenas deve chamá-lo de “Marido”. Em alguns vilarejos, ela só pode fazer as refeições depois do marido, pois é sinal de submissão a ele.

Modos e hábitos diferentes dos nossos. O que mais impressiona é que, para eles, nós somos os diferentes…

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– A caçadora de girafas e a sua polêmica postagem!

Que infelicidade da caçadora!

Uma mulher norte-americana foi praticar “caça-esportiva” na África (isso é esporte?) e encontrou uma girafa negra. A matou e postou “sua felicidade na Internet”.

Foi há um ano, mas só agora repercutiu!

Extraído de: https://exame.abril.com.br/mundo/cacadora-americana-gera-revolta-ao-postar-foto-ao-lado-de-girafa-morta/

CAÇADORA AMERICANA GERA REVOLTA AO POSTAR FOTO AO LADO DE GIRAFA MORTA

As imagens são de junho de 2017, mas elas viralizaram depois que o blog sul-africano Africland Post compartilhou as imagens em redes sociais.

Centenas de pessoas mostraram indignação nas redes sociais depois da publicação de fotografias de uma mulher americana que posa ao lado de um fuzil e de uma girafa negra que acabava de ser caçada em um parque da África do Sul.

“Um animal pacífico e dócil que não fez nenhum dano. E o mata para que? Por orgulho? Como prêmio? Pelos risos?”, “Que peça imunda de lixo americano é esta mulher!” ou “Não merece ser considerada um ser humano”, são algumas das mensagens compartilhadas nos últimos dias no Twitter, dirigidas a Tess Thompson Talley, a mulher que mora no Kentucky e que matou o animal.

“Orações porque meu sonho de caça único na vida foi realizado hoje. Avistei esta girafa negra macho pouco habitual e a acossei durante um bom momento”, disse a caçadora quando publicou as fotos em sua conta pessoal do Facebook.

“Sabia que era bom. Tinha mais de 18 anos, 4 mil libras (1.800 quilos) e fui benzida por conseguir 2 mil libras (900 quilos) de sua carne”, acrescentou Talley.

A viagem de caça aconteceu em junho de 2017, mas as imagens da americana ao lado da girafa se tornaram virais nos últimos dias depois que o blog sul-africano Africland Post as compartilhou na rede social.

“Uma americana branca selvagem que é praticamente uma neandertal vem à África e dispara contra uma girafa negra muito rara, graças à cortesia da estupidez sul-africana. O seu nome é Tess Thompson Talley. Por favor, compartilhem”, escreveu o Africland Post em um tweet que foi compartilhado mais de 45 mil vezes.

A caça esportiva, que atrai pessoas de todo o mundo para transformar animais selvagens em troféus, é legal na África do Sul e reporta à economia do país uma grande quantidade de dinheiro.

Além da África do Sul, há outros países que a permitem. No Zimbábue houve igualmente grandes polêmicas por esta prática, como quando em 2015 um dentista americano matou Cecil, o leão mais famoso do país.

A girafa, o mamífero mais alto do mundo, foi reconhecida como animal em perigo de extinção em 2016 pela União Internacional para a Conservação do Meio Ambiente (IUCN, em inglês).

Segundo os dados da IUCN, as espécies deste animal, que vive na África do Sul e Oriental, caíram de 155 mil exemplares calculados em 1985 a 97.562 em 2015.