– Casos de mulheres que recebem picadas de drogas geram medo no Reino Unido.

Muito assustador: em boates londrinas, pessoas estão drogando outras através de picadas de injeções contendo drogas, a fim de aproveitar delas e posteriormente roubá-las.

Trata-se de um “boa noite Cinderela” modificado, onde a vítima é atacada por alguém que a pica e se mistura na aglomeração. Absurdo!

Que isso não chegue ao Brasil e os canalhas sejam presos.

Mais informações, no texto extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/amp/mundo/2021/10/casos-de-mulheres-que-recebem-picadas-de-drogas-geram-medo-no-reino-unido.shtml

Injeção Anticoncepcional - Métodos Contraceptivos - Gineco

– Compare o “custo Vietnã” com o “custo Brasil”.

Um dos “novos tigres asiáticos”, o Vietnã, que vive no regime socialista igualmente controlador como o de Pequim (e também ditatorial), crescia de maneira impressionante antes da pandemia.

Cada vez mais vemos grandes empresas produzindo nos países asiáticos. A China é o exemplo-mor, mas outras localidades onde a população paupérrima é abundante têm se destacado, como o já citado Vietnã.

Segundo a Revista Istoé Dinheiro (ed 680, pg 75-78 por Roberta Namour), alguns dados da relação trabalhista por lá (lembre-se: são dados de 2 anos, antes da Covid, mas que nos permitem uma reflexão):

– Trabalhadores labutam 12 horas diárias, de segunda a sábado;

– 30 minutos é o intervalo para o almoço;

– 7 dias de férias por ano;

– Crianças têm plena permissão para trabalhar nas indústrias;

– Média salarial de US$ 40.00 mensais. 

Dá para concorrer com eles? Ainda, na matéria: uma calça jeans de marca de grife  produzida por lá, custa 5.00 dólares! E é revendida, nos países desenvolvidos, por US$ 40.00…

Há 75 anos, Ho Chi Minh declarava a libertação do Vietnã - Carta Maior

– 54 anos de Che Guevara

Hoje se recorda a execução do argentino que lutou pela libertação de boa parte da América Latina, e, ao lado de Fidel Castro, implantou o Comunismo em Cuba: Che Guevara!

Concordo que ele foi um símbolo da ideologia e dos simpatizantes do sonho que ele pregava. A isso, respeito. Mas chamá-lo de herói?

Qual herói implanta ditadura (como ele e seus companheiros fizeram)? Ou que comete assassinatos ao povo (só pelo fato de alguns serem contra o regime que ele implantou)?

Aliás, todo ditador, radical, revolucionário e idealista, não permite diálogo – seja de direita ou de esquerda!

Sabe o que me espanto? De jovens que nunca estudaram História mas vestem roupas de grife com estampas de Che Guevara (que foi abandonado pelos seus “camaradas” e morto na Bolívia). Sabem eles o que realmente Che fez?

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– E a falta de caminhoneiros está parando a Inglaterra.

E os britânicos estão sofrendo com o desabastecimento: crise da petroleira BP e falta de caminhoneiros são os problemas.

Abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/09/26/falta-de-caminhoneiros-leva-ameaca-de-desabastecimento-ao-reino-unido.ghtml

FALTA DE CAMINHONEIROS LEVA AMEAÇA ALTA DE CAMINHONEIROS LEVA AMEAÇA DE DESABASTECIMENTO AO REINO UNIDO

Filas se formam em postos de gasolina para abastecer carros. Governo anunciou medidas como vistos temporários para caminhoneiros para conter crise que pode afetar o Natal dos britânicos.

Falta de caminhoneiros provoca ameaça de desabastecimento no Reino Unido

Falta de caminhoneiros provoca ameaça de desabastecimento no Reino Unido

Longas filas de carros em postos de gasolina no Reino Unido ilustraram os temores da população britânica neste fim de semana: a de uma crise de desabastecimento desencadeada pela escassez de motoristas de caminhão.

A indústria de transporte do Reino Unido foi afetada nos últimos meses pela falta de motoristas de veículos pesados, o que impactou negativamente a cadeia de abastecimento de combustível em todo o país, e fez o governo anunciar medidas para mitigar o problema.

Consumidores no Reino Unido têm relatado também prateleiras vazias em diversos estabelecimentos por conta da interrupção da entrega. Algumas empresas, notadamente grandes redes de supermercados, já admitiram a falta de alguns produtos.

A crise dos caminhoneiros se deve a uma combinação da pandemia de Covid-19, do Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia) e outros fatores.

Motoristas tentam abastecer ante possibilidade de desabastecimento no Reino Unido; secretário de Transportes diz que pessoas correram por 'pânico' — Foto: Dominic Lipinski/PA via AP

Motoristas tentam abastecer ante possibilidade de desabastecimento no Reino Unido; secretário de Transportes diz que pessoas correram por ‘pânico’ — Foto: Dominic Lipinski/PA via AP

A associação Logistics UK estima que precisa de cerca de 90 mil motoristas de veículos pesados, atribuindo a escassez à pandemia, mudanças fiscais, o Brexit, envelhecimento da força de trabalho, baixos salários e más condições de trabalho.

Na semana passada, a petrolífera British Petroleum (BP) anunciou que foi forçada a fechar “temporariamente” alguns de seus postos por falta de combustível.

Outras operadoras ligadas à petrolífera Esso também confirmaram que um “pequeno número” de seus postos de gasolina foi afetado.

Na manhã deste domingo (26/9), havia relatos de dezenas de carros esperando em filas em Londres, e diversos postos de gasolinas com cartazes dizendo não ter mais combustível.

Por outro lado, há postos que afirmam estar recebendo suprimentos e operando normalmente.

Posto na cidade de Bracknell, na Inglaterra, exibiu aviso de que não tem mais combustível — Foto: Steve Parsons/PA via AP

Posto na cidade de Bracknell, na Inglaterra, exibiu aviso de que não tem mais combustível — Foto: Steve Parsons/PA via AP

O governo britânico diz que não há falta de gasolina, e que os problemas com o fornecimento de combustível se resumem à corrida pela compra causada pelo pânico da população.

“Não há falta de combustível” e as pessoas devem ser “sensatas” e só abastecer quando precisam, disse o secretário de Transportes Grant Shapps no programa Andrew Marr, da BBC.

Shapps disse que estava introduzindo um “grande pacote” de medidas, incluindo vistos temporários para motoristas de veículos pesados, para ajudar a situação.

A medida visa a atrair motoristas de países da União Europeia que teriam deixado de entrar no Reino Unido por conta da burocracia introduzida como efeito do chamado Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia.

A exigência da papelada alfandegária criada pelo Brexit tornou a viagem mais demorada encarecendo o custo de transporte.

O secretário de transportes britânico disse que não queria “prejudicar” os trabalhadores do país, mas não podia ficar parado enquanto as filas se formavam.

Além disso, disse que a situação se recuperaria, pois, ao contrário da escassez de papel higiênico no início da pandemia, quando houve outra corrida de pessoas em pânico com medo de que haveria falta do produto, o combustível é difícil de armazenar.

Para impedir possíveis interrupções no período que antecede o Natal, o pacote do governo prevê que até 10.500 motoristas de caminhão e trabalhadores do setor avícola poderão receber vistos temporários para o Reino Unido.

O governo confirmou que 5 mil motoristas de caminhão poderão trabalhar no Reino Unido por três meses, até a véspera de Natal, além de 5.500 trabalhadores do setor avícola.

Mas a Câmara de Comércio Britânica disse que as medidas eram equivalentes a “jogar um dedal de água na fogueira”.

Marc Fels, diretor de um centro de recrutamento de motoristas de veículos pesados, disse que os vistos para motoristas de caminhão eram “muito pouco” e vinham “muito tarde”.

No entanto, a notícia foi bem recebida pela associação Logistics UK, que chamou a política de “um grande passo à frente na solução da interrupção das cadeias de abastecimento”.

O British Poultry Council (grupo do setor avícola britânico) já avisou que pode não ter força de trabalho suficiente para processar tantos perus quanto antes neste Natal, porque historicamente depende da mão de obra da União Europeia.

Depois do Brexit, ficou mais difícil e caro usar trabalhadores de fora do Reino Unido, diz o grupo.

O Departamento de Transportes do Reino Unido disse reconhecer que a importação de mão de obra estrangeira “não será a solução de longo prazo” para o problema e que deseja que os empregadores invistam para construir uma “economia com altos salários e alta qualificação”.

– O óleo de palma é vilão?

Muito se fala de sustentabilidade. Mas veja que interessante: o óleo extraído da Palmeira, ecologicamente correto e um potencial insumo da natureza, tem sido defendido no Brasil; entretanto, tem sido condenado na Ásia.

Entenda a polêmica, extraída de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0977/sustentabilidade/oleo-palma-vilao-la-fora-mocinho-aqui-602555.html?page=2

ÓLEO DE PALMA: VILÃO LÁ FORA, MOCINHO AQUI?

Por Ana Luiza Herzog

A ONG ambientalista WWF afirma que ele é encontrado em metade de todos os produtos industrializados disponíveis em um supermercado. Creme de barbear, xampu, batom, chocolate, sorvete, macarrão instantâneo, repelente… É provável que todos eles tenham na fórmula o quase onipresente óleo de palma. E qual a explicação para essa popularidade? O óleo torna os sabonetes mais cremosos e os biscoitos mais crocantes. No caso de alimentos, oferece a vantagem de não possuir a famigerada gordura trans. Mas não é só por esses benefícios que ele é hoje o óleo vegetal mais consumido no mundo. A palmeira de dendê, que dá origem ao insumo, é produtiva como quase nenhuma outra. Um hectare produz, em média, 5 toneladas de óleo – no caso da soja, esse número é de meia tonelada. Isso explica por que o dendê tem sido também cada vez mais utilizado na produção de biodiesel. Mas todas essas qualidades são ofuscadas por um fato: a palmeira, que gosta de calor e umidade, é hoje uma das grandes vilãs do desmatamento das florestas tropicais da Indonésia e da Malásia, países asiáticos que hoje respondem por quase 90% da produção mundial de óleo de palma. O insumo barato e usado por várias indústrias é hoje também sinônimo de devastação, de ameaça de extinção de inúmeras espécies de animais e de toneladas e toneladas de emissões de gases causadores do efeito estufa.

O Brasil nunca foi um grande produtor de palma, embora a Região Norte, sobretudo o Pará, ofereça condições favoráveis ao plantio. Durante quase três décadas, apenas uma grande empresa, a Agropalma, que tem palmeirais no nordeste do Pará, se dedicou a plantar e a extrair o óleo. Com faturamento de 650 milhões de reais em 2009, a Agropalma respondeu por 70% da produção nacional, de 235 000 toneladas. Seduzidos pelos atributos do óleo, outras companhias, investidores e o próprio governo brasileiro estão se mexendo para mudar esse cenário. A Vale, associada a outra empresa brasileira, a Biopalma, investirá 500 milhões de dólares para participar desse mercado. A mineradora irá plantar 130 000 hectares de palmeiras no nordeste do Pará até 2014. Essa área, quase do tamanho da cidade do Rio de Janeiro, produzirá 160 000 toneladas de biodiesel – o suficiente para abastecer 200 locomotivas e outras máquinas que a Vale usa em sua operação na Região Norte. A Petrobras também começará a plantar palma no Pará em dezembro. O plano da estatal é ter na região 74 000 hectares. Em mais da metade dessa área, a Petrobras terá como sócia a empresa portuguesa de energia Galp, que pretende vender na Europa o diesel de fonte renovável produzido aqui. Grandes empresas do agronegócio têm planos semelhantes. “Investir em palma faz todo o sentido e estudamos essa possibilidade”, diz o presidente de uma das maiores multinacionais do agronegócio, que ainda não quer revelar o interesse da empresa no mercado.

Movimentos como esses começam a ser observados atentamente por ONGs ambientalistas, receosas de que a palma acarrete por aqui o estrago que fez na Ásia. “É importante definir as regras que vão nortear o crescimento desse mercado”, diz Marcello Brito, diretor da Agropalma e vice-presidente da Mesa Redonda do Óleo de Palma Sustentável, organização internacional criada para promover boas práticas no setor. Algumas das regras a que Brito se refere já foram definidas. Segundo o programa de produção sustentável da palma, lançado pelo governo em março, só poderão ser usadas para o plantio áreas desmatadas antes de 2007. Especialistas também acreditam que um projeto de lei que proíbe o corte de vegetação nativa para o plantio de dendê, já encaminhado à Câmara dos Deputados, seja aprovado em breve.

Além disso, há uma percepção de que as empresas que pretendem lucrar com a palma não vão querer atrair a atenção de ONGs como o Greenpeace. Uma das defensoras das florestas tropicais da Ásia, a entidade vem travando embates com empresas produtoras de óleo de palma na região. Uma delas, a Smart, da Indonésia – uma das maiores do mundo -, é talvez a mais odiada pelos ambientalistas. Nessa briga, não sobra apenas para quem comete o crime, mas para quem é conivente. Por isso, grandes consumidores de óleo de palma, como Unilever e Nestlé, já tiveram escritórios cercados por manifestantes da ONG fantasiados de macacos – uma alusão à ameaça de extinção que o fim das florestas representa para os orangotangos na Ásia. “Se for bem conduzida, a produção do óleo de palma poderá gerar benefícios econômicos e ambientais para a Amazônia”, diz Walmir Ortega, diretor da ONG Conservation International. “Algo que a atividade pecuária da região, com sua baixa produtividade, não é capaz de fazer.” A experiência da Agropalma mostra isso. As 186 famílias que plantam dendê para a empresa em lotes de 10 hectares ganharam, em média, 1 910 reais por mês em 2009. A empresa também mantém, com a ajuda de 40 fiscais, uma área de mata nativa maior que a destinada ao cultivo – são 62 000 hectares, ante 40 000 de palmeirais. Há, porém, um risco: o de que a expansão da palma empurre para a floresta atividades menos rentáveis, como a própria pecuária. “Mas vamos montar um time de profissionais para monitorar isso de perto”, diz. Certamente, não será o único.

Óleo de palma: é possível construir uma indústria ao mesmo tempo que se  preservam as florestas?

– Salário Mínimo de R$ 25.000,00 na Suíça? E ainda é pouco…

O que lhe parece ganhar R$ 25.000,00 por mês?

No Brasil, seria um excelente salário. Mas na Suíça, com o altíssimo custo de vida, não é! E justamente esse valor é o Salário Mínimo de lá.

Abaixo, extraído de: https://brasildelonge.com/2020/10/01/salario-minimo-suico/

SALÁRIO MÍNIMO SUÍÇO

por José Horta Manzano

A noção de salário mínimo está tão ancorada nos costumes brasileiros, que a gente imagina que a garantia de um piso salarial exista no mundo todo. Não é bem assim. Tal como ocorre com o 13° salário, que não é obrigatório por toda parte, também o salário mínimo não é universal. Embora a paga mínima legal seja bastante difundida, trabalhadores de países importantes como, por exemplo, Itália, Áustria, Suécia não contam com essa garantia.

A Suíça é um caso especial. Como meus distintos e cultos leitores sabem, o país é uma confederação, ou seja, um Estado nacional composto por cantões que gozam de forte autonomia. Tirando a defesa nacional, a política monetária, a legislação aduaneira, a segurança nacional e a política externa, os cantões têm ampla autonomia de decisão. A política salarial faz parte das atribuições de cada cantão.

Assim, cabe ao governo de cada cantão legislar sobre a matéria. A maior parte deles ainda não achou oportuno estabelecer um salário-base válido para todo o território cantonal. Diferentes categorias profissionais, por seu lado, firmaram convenção coletiva fixando um piso salarial para o setor. Por exemplo, o sindicato dos padeiros pode ter conseguido um salário mínimo para a categoria, enquanto o sindicato dos balconistas de farmácia pode não ter firmado ou simplesmente não estar interessado no assunto.

Em plebiscito realizado domingo passado, os eleitores de Genebra aprovaram a instituição de um salário mínimo cantonal. O valor do piso salarial válido no território cantonal para todas as categorias é de 23 francos suíços por hora. Para quem trabalha em período integral (42h por semana), isso dá (pasmem!) 4.186 francos por mês, pouco mais de 25.000 reais ao câmbio de hoje. É com certeza o salário mínimo mais elevado do mundo. Na própria Suíça, nenhum outro cantão fixou montante tão alto.

Pode parecer quantia exorbitante, mas não é. Para sobreviver com menos que isso, uma família de quatro pessoas teria dificuldade. Só de aluguel, vai metade do salário. Em seguida, tem de pensar no seguro de saúde, que custa os olhos da cara. É que o país não conta com um sistema nacional de saúde, como o Brasil. Todos os cidadãos têm obrigatoriamente de estar cobertos por empresa particular, mas cada um é livre de escolher a companhia com a qual quer concluir o seguro. Assim mesmo, seja qual for o plano escolhido, não sai barato. Cobrir os quatro membros da família de nosso exemplo, com plano bem básico, não vai sair por menos de 1000 francos (uma quarta parte do novo salário mínimo). Em seguida, tem de se vestir, se transportar, se aquecer, se alimentar – tudo muito caro.

Normalmente, a notícia da instituição de salário mínimo garantido costuma alegrar os beneficiários. Nestes tempos de covid, porém, o que ela trouxe foi grande preocupação aos 25 mil empregados que se enquadram na nova regra. Os que fazem jus ao aumento – funcionários de restaurante, salão de cabeleireiro, firma de limpeza – estão receosos de que o empregador, já em dificuldade financeira em razão da pandemia, não suporte o baque e acabe demitindo. Está aqui um exemplo trágico de como uma medida bem-intencionada acaba causando efeito oposto ao previsto.

– Vacine-se! Eis minha 2a dose…

Ufa, demorou, mas finalmente tomei a minha 2a dose da Vacina contra a Covid-19.

Lembre-se: precisamos nos vacinar, a fim de acabar logo com a pandemia.

1. Os Médicos e Pesquisadores Responsáveis (minha mulher trabalha com pesquisa referente à Covid), alertam: é necessário vacinar, para que as pessoas tenham maior imunidade e não sofram com os graves males causados (o risco de efeito colateral da vacina é infimamente menor do que o da doença).

2. A Ciência pede para que nos vacinemos para que o mundo volte ao normal o quanto antes.

3. O Papa Francisco implorou para que nos vacinemos, por ser um ato responsável e de solidariedade para conosco e para com o próximo.

Portanto, repare que os únicos que pedem para “não vacinar” são os anti-vacinas. Não dê ouvidos a essas pessoas.

Lembrando: precisamos manter os cuidados básicos (uso de máscaras, álcool gel, distanciamento social), pois vacina é prevenção com aumento de imunidade, não é remédio que cura.

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– E a cápsula nazista do tempo?

NAZISMO NUNCA MAIS.

Já ouviu falar em cápsula do tempo?

É um cilindro que algumas autoridades costumam colocar documentos e fatos históricos de sua época, para serem abertos décadas depois! Dessa forma, as gerações futuras podem ter mais intimidade com os acontecimentos passados contados por viventes daquele período.

Pois bem: na Polônia, encontrou-se uma cápsula do tempo nazista, com 80 anos de idade, que houvera sido enterrada para perpetuar valores de Hitler à população que a encontrasse.

Abaixo, extraído de BBC Brasil:

A CÁPSULA DO TEMPO NAZISTA ENCONTRADA NA POLÔNIA APÓS 80 ANOS

Um grupo de arqueólogos armados com martelos derrubou parte da estrutura de uma antiga adificação nazista até dar de cara com uma cápsula de cobre há 82 anos enterrada na cidade polonesa de Złocieniec.

“Foi muito emocionante finalmente encontrar o lugar onde ela estava escondida”, disse à BBC a arqueóloga Alicja Witowiak, que participou da descoberta.

Ela conta que as primeiras buscas foram iniciadas na década de 70 por soldados da antiga União Soviética que ocupavam a construção – um antigo campo de treinamento nazista.

Porém, as tentativas fracassaram. “Fizemos uma investigação documental exaustiva para identificar o local preciso”, disse Witowiak.

O mais surpreendente, segundo Witowiak, foi encontrar documentos que descreviam com detalhe a criação da escola de Krössinsee, erguida no mesmo local antes da Segunda Guerra Mundial.

O cilindro guardava jornais datados de 21 e 22 de abril de 1934, que divulgavam a inauguração do instituto – um dos três fundados para formar os futuros combatentes nazistas.

Foram preservados um convite para a abertura do local e um programa com as celebrações que foram realizadas na então cidade de Falkenburg – a hoje Złocieniec -, no noroeste da Polônia.

E por que os nazistas queriam enterrar objetos e documentos daquela época?

A arqueóloga explica que o objetivo era aprisionar o tempo no qual a ideologia nazista começava a ser posta em prática. A cidade de Zlocieniec fez parte da Alemanha até a derrota nazista em 1945.

Na cápsula também estavam fotografias de Adolf Hitler, várias cópias do seu manifesto Minha Luta (Mein Kampf, no original em alemão), moedas e fotos da cidade, assim como um folheto publicado por ocasião dos seus 600 anos e um caderno ilustrado que incluía informação sobre a mesma.

O conteúdo foi divulgado recentemente pelo Museu Nacional de Złocieniec, onde as peças históricas foram exibidas.

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– As coisas proibidas pela Coreia do Norte!

O regime norte-coreano de Kim Jon-un é ditatorial ao extremo. Mas além de assustar o mundo com seu desejo doentio de explodir mísseis, é marcado pelas mais diversas proibições.

Olha só cada maluquice,

Extraído de: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2015/05/21/conheca-13-coisas-que-voce-faz-todo-dia-e-sao-ilegais-na-coreia-do-norte.htm?cmpid=tw-uolnot

CONHEÇA 13 COISAS QUE VOCÊ FAZ TODO DIA E SÃO ILEGAIS NA COREIA DO NORTE:

A Coreia do Norte é um dos países mais isolados do mundo. Comandado desde 2011 por Kim Jong-un, o terceiro “líder supremo”, o país tem uma legislação rigorosa sobre atitudes consideradas simples e corriqueiras em países democráticos.

As atividades consideradas ilegais podem ser punidas com trabalhos forçados, prisão e pena de morte. Muitas das execuções são públicas. Os campos de detenção do país –muitas vezes com trabalhos forçados– são secretos, porém alguns desertores já relataram à ONU (Organização das Nações Unidas) os horrores do que ocorre por lá.

Veja abaixo 13 atividades simples que são consideradas ilegais no país liderado por Kim Jong-un:

1) DORMIR DURANTE UMA REUNIÃO: dormir enquanto o chefe fala? Nada disso. O ministro da Defesa da Coreia do Norte foi executado com um tiro de bateria antiaérea em frente a centenas de pessoas por ter mostrado deslealdade ao presidente. Segundo o serviço secreto sul-coreano, Hyon teria adormecido durante um evento com Kim Jong-un e não cumpriu ordens.

2) TER O MESMO NOME DO LÍDER DA NAÇÃO: chamar-se Luís Inácio, Dilma, Temer ou Jair aqui no Brasil é permitido, por lá ter o nome Kim não pode. A proibição foi emitida há mais de 3 anos –um ano antes de que o ditador assumisse o poder no lugar do pai, Kim Jong-il. O regime totalitário, caracterizado pelo extremo culto à personalidade dos líderes da dinastia Kim, exigiu que todos os cidadãos que se chamam “Kim Jong-un” mudem de nome “voluntariamente”, segundo o decreto, para destacar a personalidade única do “líder supremo”.

3) TER UMA BÍBLIA: em 2014, o americano Jeffrey Fowle, ficou preso por cinco meses na Coreia do Norte depois de deixar uma Bíblia no banheiro de um restaurante. Fowle, 56, foi preso por violar as regras de pregação religiosa do regime. Embora haja igrejas na Coreia do Norte, elas estão todas sob controle do Estado e o regime totalitário proíbe manifestações independentes de religiosidade.

4) TER UM PARENTE CRIMINOSO: segundo a lei norte-coreana, os familiares de alguém acusado por um crime são automaticamente considerados corresponsáveis. Como no conceito de Sippenhaft da Alemanha nazista, a argumentação é que em suas veias corre o sangue do criminoso.

5) ESCOLHER SUA PROFISSÃO: após concluir o estudo secundário e o serviço militar, com apenas 18 anos, Ahn Myeong Cheol, atualmente morando na Coreia do Sul, foi designado guarda de um campo de prisioneiros políticos, onde as regras eram extremamente rígidas.

6) USAR BIQUÍNI: as mulheres são proibidas de mostrar o umbigo no país de Kim Jong-un, mostrando o profundo conservadorismo que impregna esta sociedade comunista na qual a retidão moral é tão sagrada quanto a revolução.

7) ASSISTIR FILME OU OUVIR MÚSICA DE FORA DO PAÍS: na Coreia do Norte, assistir ou ouvir mídia estrangeira é considerado crime contra o Estado, passível de trabalhos forçados, prisão e até morte. A despeito disso, a popularidade dos filmes e programas de TV internacionais –contrabandeados para o país em pendrives e CDs e vendidos no mercado negro– não para de crescer. Existem níveis diferentes de punição. Se você for apanhado com um filme russo ou de Bollywood [Índia], é enviado para a prisão por três anos, mas, se o filme for sul-coreano ou americano, você é executado.

8) SORRIR, BEBER E FALAR ALTO EM DATAS ESPECÍFICAS: desde 1994, quando os norte-coreanos perderam seu primeiro líder, a cada 8 de julho está proibido sorrir, levantar a voz na rua, beber álcool ou dançar, embora ninguém cogite fazê-lo “porque todo o país está de luto”.

9) PORNOGRAFIA: pessoas são executadas publicamente por distribuir material pornográfico ou se prostituir. As execuções públicas são usadas como medida extrema do governo para suprimir as chamadas desordens públicas ou “formas aceleradas de capitalismo” no país.

10) DIRIGIR: só funcionários do governo têm permissão para ter um carro. É estimado que apenas uma a cada 100 pessoas no país tenha carro. As mulheres também são proibidas de dirigir, apesar de serem as guardas de trânsito.

11) LIGAR PARA FORA DO PAÍS: fazer uma ligação para alguém fora do Coreia do Norte pode levar à morte. Em 2007, um homem foi morto a tiros dentro de um estádio por fazer inúmeras chamadas internacionais.

12) DEIXAR O PAÍS: os norte-coreanos são proibidos de deixar o país sem permissão. Nem sequer passar um feriado na vizinha Coreia do Sul: certamente você será caçado.

13) ENTRAR NA INTERNET: Facebook? Mandar um inocente e-mail? Tuítar? Nada disso é possível no país de Kim Jong-un, que não tem internet livre, apenas um portal de propaganda estatal. Somente o governo, a elite, estrangeiros e jornalistas a trabalho têm acesso a conteúdo online, mas em uma rede com velocidade bem baixa.

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– 20 anos da tragédia: o 11 de Setembro que NUNCA deveria ter existido…

Ao rever as imagens que recordam o trágico 11 de setembro de 2001, me lembro do dia em que tudo aconteceu. Dá um angústia imaginar que o ser humano chega a isso…

E atentemo-nos: não foram só as Torres Gêmeas, mas também a tentativa no Pentágono!

O que o fanatismo faz… POR QUÊ?

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– Como fazer a inovação “tomar forma”? Com a Experimentação!

O chefe de inovação do Google, Frederik Pferdt, fala à Época Negócios sobre a importância de experimentar novas coisas nesse período pandêmico para ajudar a criatividade!

Muito interessante, extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2021/09/experimentacao-e-um-ritual-que-lideranca-deve-estimular-diz-chefe-de-inovacao-do-google.html

A EXPERIMENTAÇÃO É UM RITUAL QUE A LIDERANÇA DEVE ESTIMULAR

Dr. Frederik Pferdt afirma que é preciso permitir o erro para chegar a resultados inovadores e conta como a pandemia alterou nossa visão do futuro.

Conhecido por seu estilo provocador, apaixonado e lúdico — características que ele mesmo usa para se descrever —, Dr. Frederik Pferdt, chefe de inovação do Google, diz que para inovar é preciso ser capaz de conectar coisas não relacionadas. Assim, a criatividade toma forma, segundo o executivo.

O trabalho de Pferdt é focado no desenvolvimento e na capacitação de equipes para gerar inovação. Suas especialidades são o design de aprendizagem e oficinas de criatividade.

Frederik participa na semana que vem do Kenoby Talks 2021, evento gratuito de RH, que acontece de 13 a 16 setembro, realizado pela HRtech Kenoby. 

Nesta entrevista por e-mail, ele conta como as lideranças podem incentivar a inovação e diz que “estamos passando por um período de experimentação sem precedentes”. Confira:

EN – Você diz que todos somos capazes de ter grandes ideias para melhorar o mundo. Mesmo que essa pessoa esteja lutando para salvar seus negócios no meio da pandemia, por exemplo? Você pode ser criativo sob pressão?
FP -Com o impacto da pandemia em nossas vidas, tivemos de aprender de forma acelerada que o futuro é, por definição, ambíguo e incerto. Também aprendemos que tudo se desenrola de forma diferente e provavelmente inesperada. E o mais importante: que a mudança é constante. Estamos passando por um período de experimentação sem precedentes, desde o professor que teve de se adaptar à educação online, até os serviços do dia a dia que foram digitalizados, como pedir uma comida no restaurante ou estudar um novo idioma.

EN – Qual é o primeiro passo que qualquer pessoa pode dar para explorar seu potencial criativo?
FP – Acredito que um bom primeiro passo é procurar nunca fazer as coisas da mesma maneira, quebrar a rotina, experimentar jeitos diferentes de cozinhar, viajar, dançar, aprender. O objetivo é tentar coisas novas para aprender algo novo. Recentemente, aprendi como erguer e gerir uma Cúpula Geodésica para cultivar alimentos de forma sustentável e como construir a nossa própria escola para os nossos filhos. A maior parte da minha inspiração vem dos meus três filhos e das perguntas que eles fazem. Outro ponto fundamental é desenvolver a capacidade de conectar coisas não relacionadas, pois  a criatividade não é apenas uma questão de saída, mas também de entrada. Buscar inspiração ativamente e fazer conexões aleatórias nos ajudam a pensar de forma mais criativa.

EN – Quando você é um líder, quais são os rituais que você pode usar para despertar a criatividade em sua equipe?
FP- A maior parte do nosso trabalho é feita em equipes e, por isso, é fundamental o papel do líder em garantir um ambiente inclusivo e com segurança psicológica para todos os integrantes. Para tornar uma cultura mais inovadora, é preciso permitir que os funcionários se sintam seguros para expressar suas opiniões e preocupações e compartilhar suas ideias. Além disso, acredito que um ritual importante, que a liderança deve estimular, é a experimentação. Se queremos inovar, precisamos deixar o nosso caminho usual e tentar algo novo e diferente. Eu procuro sempre encorajar outras pessoas a sair do piloto automático, tentar outras formas de fazer coisas do cotidiano. Isso significa, provavelmente, nunca comer no mesmo restaurante ou ficar duas vezes num hotel.

EN – Você diz que pessoas e organizações que podem tolerar o fracasso são aquelas que mudam o mundo. Mas a maioria das grandes organizações ainda não tolera o fracasso. Como podemos resolver isso?
FP – Uma das atitudes que percebo que impede as empresas de inovar e que está por trás de não experimentar algo novo é a nossa tendência de permanecer no piloto automático: fazer as mesmas coisas diversas vezes da mesma forma. As empresas devem estar abertas à experimentação constante, construindo uma cultura de trabalho que encoraje os funcionários a testar novas ideias e propor novas soluções. Para tornar uma cultura mais inovadora, as organizações precisam garantir que seus funcionários se sintam seguros para expressar suas opiniões e preocupações e compartilhar suas ideias. Quando os membros da equipe sentem esse nível de segurança psicológica, diz-se que o local de trabalho tem uma cultura inclusiva e os funcionários se sentem confiantes para falar e errar.

EN – Você diz que a empatia é uma das habilidades mais críticas da atualidade. E também uma condição necessária para uma inovação significativa. Por quê?
FP – Provavelmente a empatia desempenha o principal papel no processo de inovação. A empatia descreve a capacidade de mudar a perspectiva para compreender a forma como outra pessoa pensa. Quando trazemos novas perspectivas para os times e organizações, é possível ver as coisas de forma diferente e, assim, surgem novas ideias. No Google, quando mostramos empatia pelas pessoas, desenvolvemos sempre soluções melhores para a maioria. Compreender as necessidades das pessoas com deficiência sobre a forma como utilizam a tecnologia, por exemplo, nos ajudou a fazer progressos incríveis na fala para aplicações de texto e outras tecnologias que agora são úteis para todos, como o  Google Assistente ou Google Tradutor.

Frederik G. Pferdt (Foto: Divulgação/Google)

– Pobres Juízas Afegãs…

Se “ser mulher no Afeganistão” é algo surreal nos dias atuais, imagine ser juíza e ter condenado um terrorista talibã!

No atual cenário, é óbvio que as mulheres do Judiciário de lá correm risco de morte… E o Brasil poderá ser um lugar de refúgio a elas.

Extraído de: https://jovempan.com.br/programas/jornal-da-manha/juizas-afegas-pedem-ajuda-ao-brasil-para-fugirem-do-taliba-fux-sinaliza-apoio-a-iniciativa.html

JUÍZAS AFEGÃS PEDEM AJUDA AO BRASIL PARA FUGIREM DO TALIBÃ.

Centenas de juízas afegãs pediram ajuda ao Brasil para fugirem do Talibã, grupo extremista que assumiu o controle do Afeganistão após a saída das tropas norte-americanas do país. Em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan, a ministra do Superior Tribunal Militar, Elizabeth Rocha, defendeu a necessidade do país conceder asilo político para essas mulheres. Segundo a magistrada, as juízas enviaram um pedido de socorro por meio da Associação das Juízas Afegãs. A solicitação de ajuda também foi enviada à IAWJ, que é Associação Internacional de Juízas Mulheres. “Elas enviaram o pedido porque as suas vidas estão correndo risco na medida em que, quando exerceram a magistratura, elas julgaram e condenaram homens do Talibã”, explica a ministra. Inicialmente, 260 juízas pediram o apoio do Brasil. Agora, esse número é menor, pois muitas delas foram assassinadas pelo grupo terrorista. “Infelizmente, não são mais 260 juízas. Nós já soubemos que várias delas já morreram e que suas famílias estão sendo perseguidas”, contou Elizabeth.

A ideia inicial é trazer as magistradas para o Brasil com asilo político e passaportes humanitários para as suas famílias. “O nosso país tem uma tradição de acolher os exilados políticos. Fez assim com os sírios e haitianos. A ‘Operação Acolhida’, realizada pelo exército brasileiro em Roraima, é um sucesso, um exemplo humanitário para o mundo. E mais do que isso, o Brasil é signatário de tratados internacionais de direitos humanos. Está na hora desses tratados se fazerem valer e terem efetividade”, defendeu. De acordo com Elizabeth Rocha, algumas autoridades brasileiras já se posicionaram favoravelmente à iniciativa. Entre elas, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luiz Fux, e o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins. A ministra do Superior Tribunal Militar afirmou que uma reunião ministerial está marcada para esta quinta-feira, 2, para discutir o assunto. Estarão presentes os ministros da Defesa, das Relações Exteriores, da Justiça, da Casa Civil e Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. “O ministro da Defesa foi extremamente sensível aos nossos apelos e se prontificou a nos ajudar dentro daquilo que fosse possível. Hoje haverá uma reunião ministerial com a presença do Ministério das Relações Exteriores, porque o nosso chanceler está empenhado a lidar com a questão com a maior celeridade”, relatou Elizabeth.

Além das forças nacionais, será necessária a ajuda internacional. “O ministro Luiz Fux ventilou com a possibilidade de uma cooperação internacional, já que já existem acordos firmados entre o Supremo, o Conselho Nacional de Justiça e os Estados internacionais nesse sentido. Mas esses acordos, lamentavelmente, ainda não têm um caráter oneroso e essas mulheres precisam sobreviver no país”, lamentou a ministra, que justificou que essa cooperação internacional é indispensável para a execução da iniciativa. “Nós estamos buscando uma cooperação internacional, porque o Brasil não tem condições de enviar aviões e fazer resgates no solo afegão. É preciso que elas estejam, ao menos, no Paquistão para que nós possamos buscá-las”, disse. O governo do Paquistão ainda relatou precisar de ajuda financeira, já que não há estrutura no país para manter as juízas e suas famílias. O país precisa que elas sejam retiradas em, no máximo, 30 dias.

Em: https://youtu.be/alXcqql4frk.

– Lyiang Flat? Sobre a vida sobrecarregada dos jovens.

Jovens exaustos, abrindo mão de casamento e filhos, dedicando-se ao trabalho e priorizando uma ou outra responsabilidade, a fim de evitar o stress do cotidiano e levar uma vida mais simples.

Acontece com você tal sentimento?

Veja esse movimento no Sudeste Asiático:

Em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/exaustos-e-sem-esperanca-jovens-asiaticos-abdicam-de-rotina-sobrecarregada-e-metas-ambiciosas/

EXAUSTOS E SEM ESPERANÇA

Movimento “Lying Flat”, que na tradução literal significa “ficar deitado”, estimula que jovens troquem carreiras desgastantes pela simplicidade

Como um estudante do ensino médio crescendo em uma pequena cidade no leste da China, Li Xiaoming sonhava em se mudar para uma cidade grande onde pudesse ter uma vida melhor. Agora com 24 anos, Li só quer descansar.

Em todo o país, jovens como Li – que pediu para ser referido por esse pseudônimo porque teme a carreira e as repercussões políticas de suas opiniões – estão se cansando da feroz competição por faculdade e empregos, e da implacável corrida de ratos depois de serem contratados .

Eles agora estão adotando uma nova filosofia que chamam de “tang ping” ou “lying flat”, movimento que estimula uma rotina mais tranquila.

A frase aparentemente remonta a uma postagem no início deste ano em um fórum online administrado pelo gigante chinês de buscas Baidu. O autor daquela postagem, agora excluída, sugeriu que, em vez de trabalhar a vida inteira para conquistar um apartamento e valores familiares tradicionais, as pessoas deveriam seguir uma vida simples. Em outras palavras, apenas “fique deitado”.

A conversa sobre “ficar deitado” se espalhou rapidamente pela China, à medida que os jovens enfrentam uma intensa competição pelos empregos mais atraentes, especialmente em tecnologia e outras áreas de ‘colarinho branco’. Enquanto o país reprime a iniciativa privada, entretanto, o público tem se preocupado com o que muitos veem como uma cultura de trabalho estafante. Comum em muitas empresas de tecnologia e startups são as exigências de que as pessoas trabalhem quase o dobro – ou mais – do número de horas em uma semana de trabalho típica.

O interesse em “lying flat (ficar deitado)” explodiu nas redes sociais e atraiu o interesse de censores, que em alguns casos restringiram o uso do termo. Vários meios de comunicação estatais também se opuseram à conversa, sugerindo que os jovens deveriam se esforçar para trabalhar duro em vez disso.

Esse tipo de fenômeno, porém, não se limita à China. Em todo o Leste Asiático, os jovens dizem que ficaram exaustos com a perspectiva de trabalhar duro por uma recompensa aparentemente pequena.

Na Coreia do Sul, os jovens estão desistindo do casamento e da casa própria. No Japão, eles são tão pessimistas sobre o futuro do país que estão evitando posses materiais.

À medida que mais jovens ficam frustrados com a pressão implacável, eles dizem que querem – e em alguns casos estão – desistindo dos ritos de passagem convencionais, como se casar ou ter filhos.

Mercado competitivo

Li passava todos os dias no colégio estudando. Em seu vestibular, sua pontuação o colocou entre os melhores entre todos os alunos do último ano do ensino médio na província de Shandong. Ele está fazendo mestrado em uma das três principais faculdades de Direito da China e espera conseguir um emprego em um prestigioso escritório de advocacia internacional com sede em Pequim.

Mas quando se candidatou a empregos de pós-graduação e estágios em março, foi rejeitado em mais de 20 escritórios de advocacia internacionais na China. Em vez disso, ele se contentou com uma posição de trainee em um escritório de advocacia nacional.

“A competição entre eu e outros estagiários era muito intensa”, disse Li. “Quando vejo estudantes que ainda estão tentando entrar em prestigiosos escritórios de advocacia internacionais, me sinto exausto e sem vontade de lutar com eles”.

O estilo de vida “tangível” começou a ressoar com ele. Cansado de tentar chegar ao topo, Li decidiu “ficar deitado” fazendo o mínimo em seu estágio.

“Muitas pessoas que eram melhores do que eu trabalhavam mais arduamente do que eu, por isso me sentia ansioso”, disse ele. “‘Tang ping’ é … lutar contra o status quo, não ser ambicioso, não trabalhar tanto.”

Os defensores deste movimento também desenvolveram uma filosofia que vai além da postagem inicial do Baidu. Em um grupo na plataforma social Douban, alguém postou um manifesto descrevendo as características do estilo de vida “tangente”.

“Não vou me casar, comprar uma casa ou ter filhos, não vou comprar uma bolsa ou usar um relógio”, dizia o “manifesto”. “Vou afrouxar no trabalho … Sou uma espada cega para boicotar o consumismo.”

O grupo acabou sendo banido, depois de atrair milhares de participantes. Uma hashtag para o termo também foi censurada no Weibo, a versão chinesa do Twitter.

As pressões que os jovens enfrentam na China são altas. Um recorde de 9,09 milhões de estudantes se formou em universidades ou faculdades este ano, de acordo com dados do Ministério da Educação da China.

Mesmo depois de encontrar empregos, muitos trabalhadores lamentam os horários de trabalho intensos, especialmente em grandes empresas de tecnologia. A cultura, conhecida como “996”, refere-se ao trabalho das 9h às 21h, seis dias por semana. A cultura de trabalho excessivo foi criticada pelo tribunal superior da China na quinta-feira. Ela convocou empresas de uma série de setores que violavam as regras trabalhistas, incluindo uma empresa de postagens, não identificada, que ordenou aos funcionários que trabalhassem 996 horas.

Muitos jovens trabalham para essas empresas, de acordo com Terence Chong, professor associado de economia da Universidade Chinesa de Hong Kong (CUHK).

“Eles competem entre si”, disse ele. Portanto, mesmo que nem todos queiram trabalhar nessas horas, eles podem se sentir compelidos a fazê-lo para manter o ritmo.
Essas tensões não se limitam ao setor de tecnologia. Tony Tang – um professor universitário de 36 anos em Guangdong – disse estar cansado de trabalhar 12 horas por dia, sete dias por semana.

“Acho que estou sobrecarregado de trabalho”, disse Tang, que pediu para ser referido pelo pseudônimo de Tony Tang porque temia sofrer repercussões por suas opiniões. “Eles consideram o trabalho duro um tipo de coisa que o povo chinês deve fazer.”

O aumento do custo da habitação está aumentando a pressão. Medido por metro quadrado, o custo médio de uma unidade em um prédio residencial em Pequim mais que dobrou nos seis anos até 2019, de acordo com o Escritório Nacional de Estatísticas da China. No mesmo período, o rendimento médio anual disponível na cidade aumentou 66%.

“Não importa o quanto eles trabalhem, é muito difícil comprar uma casa”, disse Chong, da CUHK. “Em uma sociedade [onde] você vê alguma esperança, se você trabalhar duro, então você pode … comprar [uma] casa e assim por diante, então você pode trabalhar duro. Mas a questão é se você não consegue ver nenhuma esperança, então você quer ‘ficar deitado’.”

Desistindo de namoro, casamento e filhos

Embora “ficar deitado” seja uma tendência relativamente nova na China, os jovens de outras partes do Leste Asiático dizem que há anos lutam contra frustrações semelhantes. Com apenas 22 anos, Shin Ye-rim desistiu de se casar, ter filhos ou ter uma casa.

“Acho que o maior problema é que os preços das casas estão subindo muito”, disse Shin, que estuda na prestigiosa Universidade Yonsei em Seul. Ela acrescentou que não sabia se poderia sustentar financeiramente uma criança.

Em 2011, um jornal sul-coreano cunhou a palavra “sampo” – literalmente “desistir dos três” – para descrever uma geração que desistiu de namorar, casar e ter filhos.

Em 2014, as relações interpessoais e a casa própria foram acrescentadas a essa lista, dando origem à geração “opo”, ou “desistir de cinco”. Mais sacrifícios foram adicionados desde então, eventualmente dando origem ao termo “n-po”.

– Pobre povo afegão…

A cada notícia que leio sobre o povo afegão, me questiono: o que será dessa gente? E das mulheres de lá?

Desde o tempo de Alexandre, o Grande (Macedônia) que aquela região é invadida e a população fica ainda mais sofrida. Eles foram explorados por imperialistas britânicos, comunistas soviéticos e capitalistas americanos. Mas, sem dúvida, a pior das torturas é o Talebã, intimamente ligado a Al Qaeda.

  • Quando terão liberdade para ser uma nação independente, e as pessoas serem simplesmente cidadãos ou sonharem em ter voz?

E, o que me dói mais: as meninas! Deixarão de serem exploradas, não usarão mais as burcas e poderão estudar?

Que mundo é esse… o duro é ler gente que descreve o grupo terrorista como “libertário”.

Venda de burca dispara e mulheres protestam no Afeganistão: veja vídeo |  Exame

– A falta de interação no Home-Office nos deixa menos criativos.

Um problema dos tempos pandêmicos: a falta de contato real com as pessoas, a menor interação social no trabalho, na escola ou na comunidade, traz a menor criatividade.

Uma abordagem, extraída de: https://exame.com/bussola/o-trabalho-remoto-nos-deixa-menos-criativos-o-motivo-falta-de-interacao/

O TRABALHO REMOTO NOS DEIXA MENOS CRIATIVO

Usando as flores como exemplo, algumas pessoas “murcham” ao trabalharem sozinhas.

Por Flavia Rezende*

Tenho ouvido de muitos colaboradores com quem trabalho a reclamação sobre a dificuldade de criar. O desafio é colocado vez ou outra em conversas e feedbacks, com a constatação de que o bloqueio criativo se deve ao home office. Outros fatores normalmente mencionados são o excesso de tarefas, a comunicação excessiva por aplicativos de mensagens e videoconferências longas e maçantes, que não permitem que o profissional dedique tempo para cultivar novas ideias.

Essa percepção não está totalmente errada. As conexões pessoais são fundamentais para estimular a inventividade. A polinização cruzada é uma metáfora usada por alguns profissionais para tratar do assunto. No processo que ocorre na natureza, o pólen é levado de uma flor para a outra, gerando frutos e sementes.

O mesmo acontece no trabalho, por meio da troca de ideias. Nesse ambiente de aprendizado contínuo, muitas vezes, a criatividade surge espontaneamente, em reuniões, almoços e cafezinhos. Usando ainda as flores como exemplo, algumas pessoas “murcham” ao trabalharem sozinhas, o que também impacta na capacidade de criar e na satisfação com a profissão.

Mesmo depois de quase um ano e meio em casa, derrubar algumas barreiras impostas pelo isolamento segue sendo um desafio. Uma forma de superar a distância é manter a rotina de comunicação que existia no ambiente presencial. Propor conversas individuais com seus pares para alinhamentos corriqueiros ou repassar as tarefas do dia logo pela manhã e ao final do expediente com seu gestor.

Usar o telefone para manter a proximidade com sua equipe também pode ser uma solução para evitar a solidão – e quem sabe uma forma das gerações Y e Z perderem o medo de atender ligações. Essas conversas servem tanto para expandir ideias e compartilhar desafios, quanto para solucionar problemas. Mensagens de texto e e-mails soam mais formais e podem atrasar a resolução da questão. Uma ligação de cinco minutos será mais eficiente.

Para os gestores, vale considerar a realização de reuniões semanais com toda a equipe para descompressão e conversas mais “soltas”. Alguns times apostam ainda no happy hour virtual após o horário de trabalho. Nesse caso, é importante permitir que a participação seja opcional.

Cultivar esses hábitos é fundamental para manter relacionamentos, mas também para ter visibilidade do que está acontecendo e permitir que os outros saibam sobre o andamento dos seus projetos. Uma comunicação eficiente auxilia não só no despertar da criatividade, mas também na percepção que os demais têm sobre o seu trabalho, um fator sempre importante no ambiente corporativo.

*Flavia Rezende é Sócia-Diretora da Loures Comunicação

Este é um conteúdo da Bússola, parceria entre a FSB Comunicação e a Exame. O texto não reflete necessariamente a opinião da Exame.

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– De quem esperaremos a defesa da paz mundial?

Nesses dias de conflito entre Talebãs e tantos outros desacordos sociais e guerras, uma reflexão pertinente:

Não espere paz em um mundo que gasta trilhões de rublos, yenes e dólares com armas e ogivas nucleares. Nem num coração egocêntrico.”

Padre Zezinho, SCJ

Perfeito. Dependeremos de Putin, de Biden ou de Xi Jinping para a promoção da paz? É claro que não. A paz começa em casa, no respeito ao próximo, dando exemplo de cidadania e educando nossas crianças para o convívio harmônico.

Como confiar a segurança mundial a líderes loucos e poderosos?

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– China e Afeganistão: unidos contra… o Cristianismo.

Uma coisa que me incomoda, e pouco se discute: a perseguição religiosa pouquíssimo comentada sobre cristãos!

Vide o Talibã: assim como os terroristas do ISIS, quem crê diferente do que eles são infiéis e merecem a morte. Normalmente, por decapitação.

Pois bem: a China, assim como o Afeganistão, persegue o Cristianismo. A Igreja Católica é proibida por lá, e padres ou outros religiosos, quando descobertos, são presos.

Alguém fala sobre isso?

A diferença é: com os afegãos, há o medo do terror e se fala abertamente para os cuidados. Com os chineses, se fala em negócios, e aí se faz vista grossa a essa barbárie.

Rezemos pelos missionários cristãos desses países.

Relações entre Afeganistão e China – Wikipédia, a enciclopédia livre

– Talibã, Talebã ou Taleban: a grafia é o que menos importa…

Eu me assusto quando vejo alguém tentando minimizar as barbaridades cometidas pelos terroristas do Talebã (estou usando essa grafia, pois parece a mais utilizada até agora). Eles sucumbem a liberdade do povo, tiram pois direitos das mulheres e as proíbem até de frequentar a escola (além da imposição da burca). Malala, a corajosa paquistanesa, que o diga.

E o pior: alguns conseguem enxergá-los como oprimidos! Não, são terroristas! Aí vai surgir o cara alegando que as raízes disso foram os ingleses que colonizaram e exploraram o Afeganistão, e metem na história os Estados Unidos, a União Soviética, o Capitalismo, o Comunismo…

TERRORISMO não tem ideologia democrática, respeito religioso ou qualquer tipo de pudor. O ISIS, o Talebã e outros extremistas são grupos radicais de ódio, e não podem ser defendidos.

Os erros históricos que fizeram ao povo afegão sofrer não podem ser confundidos com ações de uma minoria que não representa aquele povo. Fico pasmo com isso!

Escrevi sobre a bola fora do PCO, e apareceu gente em defesa dele. Inacreditável… Aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/08/16/no-brasil-o-pco-apoia-os-terroristas-do-taleba-publicamente/

Escrevi também sobre o desespero do povo que se agarrou no avião americano, e ainda assim há aqueles que deturparam o assunto e arranjaram modos de defender os terroristas… Aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/08/16/o-desespero-dos-afegaos-no-aeroporto-de-cabul/

Repito: nada pode ser maior do que a paz, nenhum radicalismo ou ideologia.

Saiba mais sobre o que é o Talebã neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=4kPyerTasuk

– O desespero dos afegãos no Aeroporto de Cabul!

Que desespero do povo do Afeganistão ao saber que o Talebã retornou ao comando, não?

As imagens assustadoras de hoje foram a de pessoas se agarrando no avião americano tentando fugir de lá. E a mais impressionante: duas delas que se agarraram NAS ASAS, sendo jogadas em pleno vôo…

Que Deus os ajude… e as autoridades mundiais também!

– No Brasil, o PCO apoia os terroristas do Talebã publicamente!

Meu Deus! Que mundo estamos?

Achei que era sacanagem, montagem ou alguma Fake News, mas é verdade: o Partido da Causa Operária, o PCO, declaradamente comunista, publicou em seu Twitter apoio ao Talebã, que invadiu as principais cidades afegãs e retomou Cabul, após a saída dos EUA que libertaram o país há anos.

Liderados por Bin Laden, os talebãs promoveram os atentados terroristas do WTC que vitimaram milhares de inocentes por conta do “ódio contra a América”. Eles proíbem os Esportes, tiram os direitos das mulheres e as obrigam a usar a burca, censuram os seus dominados e promovem o caos.

Lamentável… tanto o Nazismo como os ideais do Talebã deveriam ser considerados atos de apologia a crimes contra a humanidade.

Abaixo, a publicação sem noção de “louvor” a quem oprime o povo (chamando-os curiosamente de “oprimidos”).

Não gostar dos EUA é uma coisa, mas achar que o Talebã é a solução… aí é burrice e má fé. É uma ditadura teocrática radical.

– O Terremoto no Haiti.

Que tristeza o terremoto que vitimou centenas de pessoas no Haiti, no último sábado…

Eu me lembro do ocorrido anos atrás, que matou milhares de pessoas do paupérrimo país (incluindo a digníssima brasileira Dona Zilda Arns, ícone da Pastoral do Menor e que estava por lá levando a experiência do combate à Mortalidade Infantil).

Contra as tragédias da natureza, como um terremoto, é difícil prever. O que se pode é tentar se prevenir com construções mais solidas e seguras (como o Japão faz). Mas consideremos: infelizmente, estamos falando do sofrido e pobre Haiti, cuja primeira necessidade é alimentação!