– Nevando no Saara? O que estamos fazendo para cuidar do planeta?

Pode ser um fenômeno explicável, mas mesmo assim me assusta: viram que caiu neve no deserto do Saara, na cidade de Ain Sefra, pertencente à Argélia (foto abaixo da Reuters, reproduzida na Veja).

Impressionante! Nunca imaginei que ouviria sobre isso ou veria algo assim.

O próximo ponto a nevar seria na Amazônia? Afinal, tudo está tão desregulado mesmo…

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– Os 3 mais influentes homens e mulheres na América!

O respeitado Instituto Gallup realizou a pesquisa de personalidades mais admiradas nos Estados Unidos no ano passado. E sabe quem são eles?

Obama, Trump e Papa Francisco – os 3 homens mais admirados nos EUA / Hillary, Michelle Obama, Oprah – as 3 mulheres mais admirados nos EUA.

O ex-presidente e a ex-candidata democratas em 1 lugar. Isso mostra o quanto Trump é rejeitado, seria outrismo devido à má gestão ou nada disso?

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– E o momento exato da surpresa de algo nunca imaginado?

Já pensou o susto que os indígenas tiveram quando conheceram os artefatos portugueses em 1500 (arcaicos para nós hoje, comuns para as pessoas daqueles dias e inusitados para os silvícolas)?

Essa foto representa mais do que isso – quando pobres meninos de uma comunidade tribal do interior da África vêem um… iPad!

Extraído da publicação de Fotos de Fatos (@FotosDeFatos) no Twitter:

“O viajante inglês Louis Cole uma vez postou uma fotografia incomum no instagram, mostrando a reação dessas crianças de uma tribo africana vendo pela primeira vez um tablet. A fotografia logo viralizou na internet, em 2015”:

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– O não-impeachment negociado no Peru

Lá como cá, negociatas vergonhosas entre os políticos acontecem!

No Peru, o presidente Pedro Pablo Kuczynski, enroladíssimo em escândalos de corrupção (entre eles com a Odebrecht), escapou de sofrer impeachment por negociar com Keiko Fujimori a anistia do seu pai, Alberto Fujimori, o ditador assassino que estava preso.

Por incrível que possa parecer, Keiko é líder da oposição peruana (tão suja quanto a situação), e barrou a queda do seu adversário com essa barganha: votos a favor de Kuczynski em troca da liberdade do Fujimori-pai.

Que vergonha para os peruanos…

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– Descobriram o Suriname!

O Suriname, nosso país vizinho, é uma espécie de “patinho esquecido” (leia bem: “esquecido”, não “feio”) pelos brasileiros. Com considerável extensão territorial, essa ex-colônia holandesa é formada por pouca, mas diversa gente: descendentes de europeus, indianos, índios e escravos. Ninguém falava do Suriname, até acontecerem ataques contra garimpeiros brasileiros.

Algumas curiosidades: o Suriname tem a população menor do que a cidade de Jundiaí (SP), e PIB menor do que Bauru (SP). Lá, 25% são católicos, 28% protestantes, 25% hindus e 20% muçulmanos (Certamente a maior percentagem do islamismo e hinduismo nas Américas).

Aparentemente pacífico e pouco explorado, vive um grande conflito local: a exploração desenfreada de Ouro por parte dos brasileiros de maneira clandestina em seus garimpos.

Uma pena que o Suriname se torne conhecido por este problema…

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– Nossos filhos viverão em um mundo Sino-Árabe?

A França está vivendo e sofrendo na pele a invasão de árabes em seu território. O choque de culturas é inevitável, além, claro, da existência de extremistas que perturbam o aceite dos povos migrantes.

Os muçulmanos crescem em “progressão geométrica”, com muito mais filhos que os casais europeus (estes, têm a população envelhecendo).

Levando em conta que ¼ do mundo é formado por população chinesa, e graças ao crescimento econômico eles estão saindo da sua terra e ganhando o planeta, não é difícil dizer: teremos um mundo sino-árabe em breve?

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– O provocador Trump

Donald Trump, o polêmico presidente dos EUA, parece não se importar em ser manchete negativa. Aliás, quando ele some do noticiário, faz questão de querer voltar a criar cizânia.

É sabido que a capital política de Israel é Tel Aviv, pois Jerusalém, a cidade sagrada para muçulmanos, cristãos e judeus, não tem condição de ser o centro administrativo devido aos conflitos religiosos.

Tudo estava indo dentro do controle até que… Trump fez o pronunciamento que reconhece Jerusalém como a capital israelense-judia, desagradando aos outros não judeus que vivem na Palestina.

Pior: agora sabe-se, conforme divulgado neste final de semana, que o presidente americano fez pedido aos presidentes de nações do Ocidente para que mudassem também as suas embaixadas para lá.

Todos querem uma solução pacífica naquela região do mundo, e em especial um pedaço de Terra para que judeus possam viver sem confusão (aliás, no próximo ano deve-se atingir o mesmo número de judeus no mundo do que se existia no tempo do Holocausto – vejam só que loucura foi a sanha de Hittler), mas sem prejuízo aos seus vizinhos, que querem igualmente a paz.

A pergunta é: PRA QUÊ tumultuar, Trump?

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– As Coreias preocupam o mundo…

Diferente da década de 90, onde a Alemanha Capitalista se somou aos seus irmãos Comunistas com a queda do Muro de Berlim (a Ocidental e a Oriental), voltando unir a nação em um país forte e coeso (com as devidas adaptações paulatinas), as duas Coreias (do Sul e do Norte, Capitalista e Comunista) não demonstram qualquer esforço de conciliação.

Novamente o ditador norte-coreano Kim Jong-un soltou seus mísseis balísticos como demonstração de força nesta terça-feira, e a Coreia do Sul respondeu com exercícios militares na fronteira.

Essa neurose entre eles faz a população sofrer. Viram o soldado que fugia do lado Norte para o Sul, perseguido pelos seus irmãos a todo custo?

A vaidade de um mandatário faz com que o mundo se assuste. O vídeo aqui:
https://www.terra.com.br/noticias/mundo/videos/o-momento-dramatico-da-fuga-de-um-soldado-desertor-da-coreia-do-norte,8527989.html

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– Globalizar ou Não?

Lembram-se que protestávamos, num determinado período, contra tudo? Na época em que George W Bush propôs a criação da ALCA, supostos protestantes promoveram grande vandalismo na Avenida Paulista.

Compartilho um texto brilhante sobre a inteligência daqueles que são contra ou se recusam a discutir a Globalização e acordos mundiais (na visão de um cidadão italiano global). Aliás, redescuti-se o Brexit novamente…

Extraído de MARANESI, Ezio. in AFFARI, Revista da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio e Indústria, nº 90, pg 06-07.

GLOBALIZAR OU NÃO?

Globalização não é um palavrão. É um fato indiscutível, inevitável, como a alternância entre o dia e a noite… “quem pode parar o rio que corre para o mar?”, balbuciava Gigliola Cinquentti em uma famosa canção dos anos 60. Quem pode parar a globalização, um processo tão antigo quanto o mundo, movido pelo instinto, pela curiosidade, pelo egoísmo e pela fraqueza humana? Os gregos, os romanos, os árabes e muitos outros povos globalizaram os seus costumes no âmbito dos seus domínios; o tomate, a batata, e mais recentemente o kiwi e mil outros produtos da terra e da indústria provenientes de outros territórios invadiram o mundo. Por que é motivo de revolta a difusão mundial do Big Mac?

Até a pouco tempo, o processo, ainda que perenemente em atividade, não era percebido, e não havia a consciência de sua dimensão e suas conseqüências. Nos nossos dias, a velocidade dos transportes e das comunicações fez explodir o problema, com suas conseqüências benéficas ou maléficas. O novo medicamento que cura doenças antes incuráveis é distribuído em poucos meses nos 5 continentes, a última bolsa de Prada é exposta simultaneamente nas lojas das cidades mais ricas do mundo, a afta epizoótica expande-se rapidamente de um país a outro. Contra a globalização todos protestam, de modo mais ou menos incisivo de acordo com o credo político e o nível cultural. Protesta o filósofo nos debates culturais e protesta o energúmeno nas ruas de Seattle, de Nice, de Roma, e de modo mais amador, na Avenida Paulista. O protesto é confuso: inclui de fato a política econômica dos governos, o neo-liberalismo (outra palavra blasfema), os produtos modificados biologicamente, a poluição, etc.. São talvez causas santas mas, em geral, oportunamente instrumentalizadas. Não se protesta infelizmente contra a ignorância e o egoísmo que tornam possíveis os vários abusos que a globalização comporta.

Estamos nos contradizendo: nós que protestamos, desejamos ser globalizados! Depois da guerra, os italianos, individualistas como são, sonhavam em “fazer a América”. Nos anos 70 e 80, na Albânia, país hermeticamente fechado, seus habitantes sonhavam em ter um carro. Os chineses, no seu uniforme cinza e triste, sonhavam com os coloridos vestidos ocidentais. Hoje são todos, alguns mais, outros menos globalizados. Só os povos que morrem de fome ou de aids, que silenciosamente pedem para fazer parte da aldeia globalizada, não podem entrar. Eles de fato não podem pagar. Há uma outra exceção: o Taliban, mas esta é uma outra estória.

Protestamos portanto, se achamos que seja justo protestar, mas sem quebrar vidraças. Vamos nos sentir livres para escolher o fettuccine caseiro se detestamos o hambúrguer, recusemos alimentos geneticamente modificados se pensamos que sejam perigosos. Este tipo de liberdade não está ao alcance de todos: cansa e exige cultura. É muito mais cômodo e fácil deixar-se conduzir pelas estratégias da psicologia das massas, que conhecem a fundo as nossas fraquezas e nos dizem que gostamos e o que devemos fazer. Desse modo, nos sentimos livres para comprar tudo o que não nos serve.

O problema, aqui banalizado, é na realidade muito mais sério, e sob alguns aspectos dramático. Já que a natureza humana é o que é, e todas as religiões do mundo poderão só aplacar os seus aspectos menos nobres, a globalização seguirá o seu inexorável curso, glorioso sob certos aspectos, perverso sob outros. Se o mundo, tão diferente, tão belo e interessante, tende a tornar-se uniforme, plano, chato e triste, se os modelos de comportamento dominantes tendem a ser universalmente adotados, o único modo para manter a nossa identidade cultural é nos ligar aos nossos valores e adotar a nossa pequena “aldeia” cujos habitantes tenham afinidades autênticas e não formais. Esta aldeia deve ser defendida de todos aqueles que gostariam de vê-la igual a todas as outras aldeias da terra.

Neste nosso pequeno mundo, haverá sempre espaço para uma torre de Pisa que ninguém determinará que deve ser endireitada, sustentando que qualquer desvio da norma é conceitualmente perigoso. Haverá lugar para todas as manifestações culturais. Se os povos e tribos da Terra mão conseguem manter a sua identidade cultural, tudo será globalizado: alimentos, vestimentas, gostos e pensamentos. Sob o escuro estelar americano, espiados pelas câmeras e por outros “Big Brothers” que controlarão os nossos comportamentos, nos nutriremos tristemente com o único queijinho insosso mas asséptico que a indústria produzirá para todos. Até mesmo Orwell, um genial profeta terrorista, empalideceria perante essa perspectiva.

Nós italianos talvez soframos menos que os outros: no fundo o espaguete é nosso. Desde que supere o miojo.

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– O terremoto na Divisa do Irã com o Iraque.

Eu me recordo que nos anos 80 havia a Guerra Irã X Iraque, apoiados pela União Soviética e pelos EUA, respectivamente (pois é, Saddam Hussein era parceiro dos americanos). Uma guerra de árabes sunitas contra os mais radicais xiitas.

A TV sempre mostrava os tanques e seus canhões na divisa entre os países, uma zona perigosa. O tempo passou, a guerra entre ambos acabou (não significa paz, mas sim trégua) e eis que um terremoto de magnitude 7,3 atingiu esse histórico lugar no domingo.

Até agora, já são mais de 400 mortos! Será que o mundo parará para se solidarizar com os pobres iranianos e iraquianos, que nada tem com os governantes sem escrúpulos que cometem batalhas?

Que as nações ricas possam ajudar a esse povo sofrido.

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– O mundo está surtando? Sobre o atirador do Texas.

Vimos recentemente os episódios do zelador de escola e do garoto que sofria bullying no Brasil, e que resultaram em mortes de inocente. O fato, mais frequente nos EUA (e que sempre motiva a discussão da permissão do porte de armas), repetiu-se novamente ontem: um homem jovem e que ajudava na catequese de uma Igreja Batista em Sutherland Springs (Texas-EUA), surtou e invadiu o templo durante um culto, disparando contra os fiéis e matando 26 pessoas à queima-roupa, além de ferir outras dezenas.

Por quê esses fatos estão se tornando mais comuns nos últimos tempos? Excesso de pressão do dia-a-dia, doenças da mente, pavor do convívio social, crise financeira ou o quê?

O mundo, infelizmente, está surtando.

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– Triste atentado (outro) do Estado Islâmico e as ameaças repetidas.

E o mais recente atentado terrorista promovido pelo ISIS (Estado Islâmico)? Foi o primeiro em Nova York depois do fatídico 11 de setembro.

Um jovem uzbeque de 29 anos atirou o seu carro contra os pedestres. E aí fica a questão: como se prevenir desta covardia de um “lobo solitário”?

Impossível!

O que assusta também são os diversos cartazes divulgados nos últimos dias contra jogadores considerados estrelas e que estarão na Copa da Rússia. Nano devemos crer em blefe!

Triste. O mundo está com medo e há razão em estar!

Ah, o fanatismo…

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– O ISIS ameaça o Mundial de 2018 com Messi sangrando?

Lamentável. Neste mundo que carece de paz, os terroristas do Estado Islâmico deixam a entender que planejariam assustar o mundo promovendo atentados na Rússia durante a próxima Copa do Mundo ao divulgar o cartaz abaixo, com Lionel Messi entre lágrimas de sangue.

Na ridícula foto-montagem, a mensagem: JUST TERRORISM.

Pra quê?

O mesmo Deus monoteísta dos cristãos é Allah para os árabes ou Javeh para os judeus. Não parece mais guerra religiosa promovida por fanáticos, mas algo além da cegueira que não se tem explicação – a não ser o fator financeiro!

Dizem que Deus é brasileiro. Mas ele também é argentino, judeu, árabe, sírio, iraquiano… 

Será que o assunto “segurança” estará acima do assunto “futebol” no Mundial?

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– Os 2 carros bombas da Al Qaeda na Somália e as centenas de mortos.

Quase 300 mortos em um atentando terrorista na África Negra. Você viu “Plantão da Globo”, enviados especiais das emissoras de TV ou #PrayForSomalia?

Pois é. A Al Qaeda (os mesmos Talibãs que os americanos combatiam até a morte do Osama Bin Laden) praticaram essa barbaridade. Mas a repercussão mundial é pequena.

Será que há cidadãos cujo valor da vida é menor?

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– George Weah eleito presidente da Libéria!

Monrovia, a capital liberiana, está em festa. Pelo CDC (traduzindo de forma rebuscada: Partido da Mudança Democrática), o ex-jogador do Milan, melhor do mundo em 1995 (e que nunca pode jogar uma Copa do Mundo por motivos óbvios), George Weah, foi eleito Presidente da República na 1a eleição por voto direto em 73 anos!

Weah foi um dos craques mais emblemáticos que vi, justamente por vir de uma nação sem representatividade do futebol e sempre se preocupar com a pobreza do país. Ele foi o 1o africano a ser eleito o melhor jogador do mundo, e creio que também se tornou o 1o jogador de futebol a ser eleito Presidente de uma nação.

Boa sorte a ele e parabéns ao povo da Libéria por resgatar a Democracia em seu país neste momento tão ruim da diplomacia mundial.

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