– Um Mundo Indesejado

Há anos, ocorreu o forte terromoto que vitimou milhares de pessoas no paupérrimo Haiti. A notícia é vencida. O povo já sofrido ainda luta para sobreviver. Mas o modo de vida da população é algo que assusta tanto quanto a tragédia. Leio no portal Terra a entrevista do enviado especial do site, Francisco de Assis, com a embaixatriz do Brasil no Haiti. É triste, assustadora, e desanimadora.

Como imaginar a vida das mulheres, num país em que elas engravidam sistematicamente, pois é o único período em que não apanham do marido? Como viver num local onde a mortalidade infantil beira 50%? A chance de uma criança nascer viva (isso não quer dizer saudável) é a mesma dela nascer morta.

Compartilho, extraído de: Terra (clique no link para citação)

HAITIANAS ENGRAVIDAM PARA PARAR DE APANHAR

Diante do caos que marca a rotina de Porto Príncipe, a embaixatriz do Brasil no Haiti conta detalhes dos bastidores do país após o terremoto do último dia 12. Em entrevista ao Terra, Roseana Teresa Aben-Athar Kipman relatou o alto índice de mortalidade infantil, a violência contra a mulher e comentou sobre o espírito de luta do povo haitiano, que, mesmo em plena catástrofe, ainda permanece de cabeça erguida.

O desastre
“O que posso dizer é que nos bairros onde os danos pessoais foram menores, menor foi o desastre. Justamente porque quando cai uma placa de zinco na cabeça, o ferimento é muito mais leve do que se cai uma laje de concreto. Então, você cai, faz um galo, levanta e vai embora. Quando uma casa de concreto cai em cima de você, há soterramento.”

Mortalidade Infantil
“A mortalidade infantil no Haiti é de cerca de 45%. As mães são subnutridas. As avós também. Não têm nem leite no peito. Tenho crianças que sequer se sentam. É preciso fazer um trabalho de recuperação de todas elas. Um trabalho a longo prazo.”

Violência contra mulheres
“Os homens engravidam várias mulheres ao mesmo tempo. As mulheres gostam da gravidez porque esse é o único momento em que elas não apanham. Elas vivem apanhando dos maridos, mas quando estão grávidas ficam nove meses sem apanhar. Por isso, quando falamos para as mulheres que elas precisam evitar a gravidez, elas retrucam que é o único momento em que não apanham. É impossível fazer um controle de natalidade no Haiti.”

O abuso contra as crianças
“Não são apenas as mulheres que apanham dos homens. As crianças também sofrem muito com esse tipo de violência. Há uma imposição grande por parte do sexo masculino e isso se reflete em violência. A situação das crianças aqui é sempre ruim. Foi sempre assim. Os pais não tem o mínimo de cuidado com os filhos. Essas crianças que perderam os pais no terremoto vão ter duas alternativas. Ir para orfanatos ou ficar nas ruas e se transformarem em bandidos.

Projetos Sociais
“Nenhuma atividade foi parada. Estamos trabalhando junto com o exército. A diferença é que a gente agora está recolhendo os mortos. Nunca havia recolhido nenhum morto. É o que acontece aqui. Nosso trabalho é excelente. Isso não é o trabalho de um, mas, sim, o trabalho de todos. Ninguém faz um trabalho sozinho.”

Voluntariado
“Eu sou voluntária. Todos são voluntários. Estou aqui porque quero. Se não quisesse estaria em outro lugar, mas cheguei aqui para trabalhar no Haiti e é isso que estou fazendo. Eu trabalho em vários lugares, com vários grupos religiosos. Se não há brasileiro em determinado país, eu não trabalho. Sou embaixatriz do Brasil para cuidar dos brasileiros.”

Segurança
“Ando com dois soldados disfarçados para me dar segurança. Eles ficam à paisana, sem mostrar as armas, mas por baixo das roupas, tenha certeza que estão com um armamento pesado. São os melhores fuzileiros da marinha brasileira. Tenho que andar de carro blindado. As coisas aqui são complicadas. Não é fácil entrar na periferia como as pessoas podem pensar. “

O trabalho na Embaixada
“A Embaixada do Brasil ficará inteira aqui. Mas qualquer um que quiser ir embora poderá. Nós decidimos que vamos ficar. Não vamos tirar os pés do Haiti. Viemos aqui para trabalhar e não vai ser agora, que o Haiti mais precisa da gente, que vamos embora.”

A reconstrução
“Já tem gente tirando pedras entre os escombros para reconstruir as casas. Tivemos um terremoto de 5.3 graus e mesmo assim eles estão trabalhando. Se você parar para pensar, ainda estão acontecendo terremotos aqui. As casas abaladas estão caindo. Mas mesmo assim você vê as praças cobertas por lonas de forma organizada. Foram eles que se organizaram. Eles que estão se arrumando”.

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– O que fazer com os incitadores de violência que infiltram a boneca Momo em inocentes vídeos?

Existe uma boneca com cara de bruxa, chamada Momo, criada pelo artista japonês Keisuke Aiso, e que no ano passado ganhou popularidade na Internet por ensinar as crianças a fazerem coisas indevidas e violentas. A menina-monstro (ela assusta até gente grande por conta da carinha de psicótica) foi introduzida por imbecis dentro de vídeos inocentes, que dispararam nas Redes Sociais.

Agora, 3 vídeos foram achados no YouTube Kids (um da Peppa Pig, outro do Baby Shark e outro de uma menina brincando com Slime3 coisas que as crianças gostam de assistir), onde no meio do desenho algum invasor virtual introduziu a Momo QUE ENSINA AS CRIANÇAS A SE MUTILAREM!

Cuidado, pais.

Extraído, abaixo, de “O GLOBO”: https://oglobo.globo.com/sociedade/atencao-pais-parem-de-compartilhar-videos-sobre-desafio-da-boneca-momo-23532209

NÃO COMPARTILHE OS PERIGOSOS VÍDEOS DA BONECA MOMO

RIO — Após provocar pânico pelo WhatsApp, o desafio da boneca Momo está de volta. Desde o mês passado, estão circulando nas redes sociais vídeos infantis que, de repente, são cortados e substituídos pela imagem que foi associada ao desafio, ameaçando e dando ordens de automutilação. Os relatos afirmam que as imagens foram capturadas do YouTube Kids, um aplicativo criado exclusivamente para menores de 13 anos, mas sem nenhum link ou referência gráfica ao aplicativo. E todo esse alvoroço, que se reflete em buscas na internet, está impulsionando esse conteúdo on-line, tornando-o mais acessível para as crianças.

Nas buscas realizadas pelo GLOBO foram identificados três vídeos diferentes em que o conteúdo está inserido. Um com os personagens de “Peppa Pig”; outro sobre o clipe “Baby Shark Dance”, da dupla Pink Fong; e o terceiro num vídeo de uma menina brincando com slime. Neste existe uma marca d’água de um site chamado GuffDump.com. Informações que constam no who.is mostram que o endereço foi registrado no dia 16 de fevereiro. A conta no Twitter, também criada em fevereiro, tem apenas três publicações, sendo a primeira o vídeo com o desafio Momo.

Apuração do Ministério Público da Bahia

Com base em relatos de mães e pais, o Ministério Público da Bahia abriu no sábado um procedimento para apurar o caso. Foram enviadas notificações para Google e WhatsApp pedindo informações e a remoção desse conteúdo, num prazo de 24 horas.

— Houve um relato na imprensa, e nós instauramos o procedimento imediatamente — explicou o promotor Moacir Nascimento, do Núcleo de Combate a Crimes Cibernéticos (Nucciber) do MP. — Não é dizer que o Google e o WhatsApp sejam culpados. Culpado é quem fez o vídeo. Nós queremos saber é em que medida essas empresas podem ajudar.

Em comunicado, o YouTube afirma não ter recebido “nenhuma evidência recente de vídeos mostrando ou promovendo o desafio Momo no YouTube Kids“.

“Conteúdo desse tipo violaria nossas políticas e seria removido imediatamente. Também oferecemos a todos os usuários formas de denunciar conteúdo, tanto no YouTube Kids como no YouTube“, diz a companhia, destacando que menores de 13 anos devem ter o uso restrito ao YouTube Kids, com supervisão de pais ou responsáveis. “É possível que a figura chamada de ‘Momo’ apareça em vídeos no YouTube, mas somente naqueles que ofereçam um contexto sobre o ocorrido e estejam de acordo com nossas políticas”.

Contatado, o WhatsApp não se manifestou até a publicação desta matéria.

Como funcionam os algoritmos?

A partir do pânico gerado pelo vídeo, pais desesperados correm atrás de informações, buscam pelos vídeos no YouTube e, dessa forma, fazem com que os algoritmos de buscas aumentem a relevância do termo “Momo”. O Google Trends, por exemplo, registra um aumento repentino nos últimos dois dias para as buscas “momo aparece em vídeos”, “vídeo momo slime”, “vídeos momo slime”, “momo em vídeos de slime”.

O efeito perverso dos algoritmos é que, com o aumento das buscas com o termo “momo” relacionado a “slime”, é maior a probabilidade de uma criança buscar por “slime” e se deparar com um vídeo com referência ao desafio. A preocupação dos pais é compreensível, mas o melhor a fazer, dizem especialistas, é parar de repassar esses vídeos em grupos de WhatsApp e de publicá-los no Facebook e no YouTube. Os vídeos existem, mas os pais acabam colaborando para a sua divulgação.

No Reino Unido, esses vídeos também circularam no fim do mês passado. O UK Safer Internet Centre, organização pela segurança na navegação na internet, afirmou que o desafio gerou um “pânico moral” espalhado por adultos.

— O grande problema é uma criança navegar pela internet desassistida — alertou Nascimento. — Tem pais que não fazem ideia do que os filhos fazem na rede. A internet é um janelão aberto para o mundo, onde existem pessoas perigosas. Se você não deixa seu filho sozinho numa praça pública, não pode permitir que ele se conecte com qualquer pessoa.

Como proteger as crianças?

David Emm, pesquisador do Kaspersky Lab, afirma que a melhor defesa das crianças contra conteúdos maliciosos que circulam na rede, como o desafio Momo, é o contato próximo e aberto com os pais. Ele recomenda que os responsáveis tenham conversas regulares com as crianças e entrem em acordo sobre quais sites são apropriados, fazendo-as entender o raciocínio dessa decisão. Os filhos também devem se sentir seguros em falar sobre qualquer coisa perturbadora que tenham encontrado on-line.

Os pais devem se certificar de que os filhos entendam que não devem “fazer amizade” com alguém que não conheçam na vida real, nem adicionar números desconhecidos em seus contatos. Também devem conscientizar as crianças a nunca compartilhar informações pessoais, como números de telefone e endereços. O uso de configurações parentais e de segurança também é recomendado.

— Estamos notando que o suposto “desafio” Momo ainda tem criado pânico e histeria em toda a internet — afirmou Emm. — E, à medida que o mistério em torno do desafio cresce, as chances de mais pessoas serem tentadas a assustar seus amigos ou, mais preocupantemente, usar o meme para assediar e intimidar, aumentam.

 

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– A dureza em encarar time de futebol da Venezuela…

Pobre é o árbitro que marca e desmarca, remarca e desmarca, e, por fim, adia de novo a sua passagem aérea internacional.

Digo isso pois Piero Laza, o chileno que apitaria Cruzeiro x Deportivo Lara, iria arbitrar o jogo no Brasil – mas como o time venezuelano não conseguiu sair do país pelos diversos problemas que o povo passa, teve que adiar de novo.

Perceberam que problema a Conmebol tem nas mãos? Jogos na Venezuela podem sofrer apagão elétrico; fora de lá, não se consegue sair!

Que inferno, hein?

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– O pavor do atentado na Oceania: RIP Christchurc, Nova Zelândia

Um lugar improvável para acontecer um atentado terrorista: a cidade de Christchurc (Igreja de Cristo, traduzida de forma simples), conhecida como “município-jardim” da Nova Zelândia (a cidade promove concursos de jardins enfeitados entre seus 400 mil habitantes).

Considerado um dos lugares mais bonitos daquele lado do mundo, com praias belíssimas, escolas aos montes e miscigenação populacional interessante, o lugar foi vítima de extremistas que atacaram duas mesquitas hoje. Um deles, um australiano de 28 anos teve a audácia de transmitir on-line o massacre que promovia.

Se foi pavoroso o que aconteceu em Suzano nessa semana, imagine por lá, com (no mínimo) 5 vezes mais assassinados….

Pobre mundo intolerante e ignorante. 

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– O grupo de países MINT sobrepujará o BRICS?

Jim O’Neil, economista-mor do Goldman Sachs, foi quem cunhou o termo BRICS em um importante relatório para a agência Bloomberg, em 2001. Ele se referia a Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul como motores da economia mundial para aquela década que se iniciava. Por razões óbvias: esses países estavam em ótimo momento nas suas finanças e com bom panorama para empresas se instalarem!

Há pouco tempo, ele chamou a atenção de um novo grupo de países muito mais interessante para investimentos e cujo PIB cresce a passos largos, sendo ele o novo eldorado de recursos e negócios: o MINT – México, Indonésia, Nigéria e Turquia, com cenário favorável para os próximos 20 anos, em contraponto ao BRICS, que desacelera por questões político-econômicas.

Será que Jim acertará? Aguardemos os próximos anos. Aparentemente, está com a razão!

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– As crianças com HIV nas escolas da Tanzânia!

Chegamos a um tempo onde a falta de noção e desrespeito às condições mínimas de dignidade deveriam ter sido extirpadas do planeta. Mas em algumas nações, o preconceito ridículo ainda ocorre.

Veja só nessa matéria da BBC (http://is.gd/Y4aX5S) a absurda situação: na Tanzânia, país que sofre com a epidemia de Aids, as crianças são obrigadas a se identificarem como portadoras do HIV nas escolas, vestindo-se diferente!

Estúpido, não?

ESCOLAS DA TANZÂNIA OBRIGAM ALUNOS COM AIDS A USAREM UNIFORMES COM ETIQUETA

Ativistas de direitos humanos na Tanzânia denunciaram a prática adotada por algumas escolas de obrigar alunos portadores do vírus HIV a usar etiquetas vermelhas em seus uniformes.

A ativista Rebecca Mshumbusi, diretora de um grupo local que luta pelos direitos dos portadores do vírus HIV, descreveu a prática como um abuso de direitos humanos e disse que é ilegal obrigar uma pessoa a revelar seu estado de saúde.

Diretores de escolas na Tanzânia, porém, defendem a prática. Segundo eles, estudantes com a etiqueta no uniforme são poupados de tarefas mais pesadas, que poderiam prejudicar sua saúde.

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– A dor de quem passa fome!

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A ONU quer erradicar a fome até 2030. Entretanto, é assustador ver como sofrem os famintos mundo afora. Em especial, na África Negra.

Se tiver coragem, leia abaixo (Extraído de: http://istoe.com.br/um-pedido-de-socorro/)

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UM PEDIDO DE SOCORRO

O mundo enfrenta a mais grave crise humanitária dos últimos setenta anos. Vinte milhões de pessoas, que vivem em quatro países assolados por conflitos armados, estão na iminência de morrer por desnutrição se nada for feito. Contraditoriamente, ainda são desperdiçados 1,3 bilhão de toneladas de alimentos por ano em todo o globo

Por Fabíola Perez

É a mesma sensação de uma dor aguda e constante. Como uma agonia, que parece perfurar o estômago dias a fio e é agravada pelo calor escaldante, que deixa os corpos num estado permanente de inércia. Os poucos restos de alimentos ingeridos não são suficientes para livrar o organismo da angústia. Nas crianças, o vazio trazido pela ausência de nutrientes rapidamente se transforma em choro. Elas estão entre os grupos mais vulneráveis. Nos acampamentos do estado de Borno, na Nigéria, é comum avistar mulheres e bebês apáticos, sem força e disposição para lutar pela vida. Segundo o pediatra Marco Olla, membro da organização Médicos Sem Fronteiras, em regiões onde se vê pessoas com mais de cinco anos acometidas pela desnutrição, é sinal de que a conjuntura é realmente grave. Esse é o caso de Maiduguri, capital de Borno. “No departamento de internação que mantemos na cidade, uma mãe chegou com sua filha de sete anos. A menina estava extremamente desnutrida e com diarréia”, diz. Elas haviam fugido de um vilarejo e se instalaram em um acampamento improvisado. Ficaram ali por mais de um mês, mas a quantidade de grãos e arroz que recebiam não eram suficientes.

A Nigéria é um dos quatro países citados em um recente alerta das Nações Unidas (ONU) que declarou que quatro países vivem a pior crise humanitária desde a criação da entidade, em 1945 (leia quadro). Isso porque possui uma parcela significativa de sua população vivendo sob o flagelo da fome. Os casos de má nutrição já são tão graves que os adultos quase não têm forças para andar e algumas comunidades perdem suas crianças diariamente. Também enfrentam uma situação semelhante Iêmen, Somália e Sudão do Sul. Nesses quatro países, a estimativa é de que 20 milhões de pessoas possam morrer vítimas da insegurança alimentar aguda. Contraditoriamente, a nova onda de fome no mundo vem à tona em uma época que cresce a produção mundial de alimentos e o desperdício chega a 1,3 bilhão de toneladas por ano. Então, porque a fome voltou a ser motivo de alertas mundiais? Nos anos 1980, as imagens de crianças esqueléticas chamavam a atenção para um milhão de mortos na Etiópia. Na década seguinte, 3,5 milhões de norte-coreanos também morreram por falta de alimentos. Mais recentemente, a República Democrática do Congo e a Somália perderam quatro milhões de pessoas para a fome. Hoje, apesar dos avanços, o problema do acesso aos alimentos persiste e se agrava. “A violência de grupos armados impede a entrada e a permanência de grupos de apoio em determinadas regiões”, disse à ISTOÉ Alan Bojanic, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil.

Atualmente, em todo o mundo existem cerca de 800 milhões de pessoas que sentem as dores de um estômago vazio. Para a ONU declarar oficialmente fome em um país é preciso que pelo menos 20% da população tenham acesso a menos de duas mil calorias de alimentos por dia e que mais de 30% das crianças sofram de má nutrição. Além disso, em países atingidos pela fome são registradas diariamente duas mortes para cada dez mil habitantes ou a morte de quatro crianças em cada dez mil habitantes. Para evitar uma catástrofe nessas regiões, as Nações Unidas pediram uma ajuda de US$ 4,4 bilhões para países desenvolvidos até julho. “Essa situação saiu do normal: conflitos armados e o fator climático da seca tornam o quadro ainda mais perverso”, diz Bojanic. “Em função disso, muitas das pessoas que migram não têm as mínimas condições de segurança para se dedicar à agricultura.”

20 milhões de pessoas podem morrer de fome na Nigéria, no Sudão do Sul, na Somália e no Iêmen e 1,4 milhão de crianças estão em risco iminente de morte por malnutrição aguda.

Outro agravante nessas regiões são as condições logísticas. São zonas de difícil acesso que dificultam a chegada dos alimentos. No Sudão do Sul, por exemplo, existem apenas 200 quilômetros de estradas asfaltadas. Naquele país, a intensificação dos conflitos preocupa entidades de ajuda humanitária. “Em algumas cidades, eles impedem a chegada de cuidados de saúde de emergência, água para o consumo e alimentos para pessoas internamente deslocadas”, afirma Marcus Bachmann, coordenador local do MSF. Na Somália, o cenário de fome e suas conseqüências é ainda mais intenso. Além da guerra que se estende por décadas, da ausência do Estado de direito e do subdesenvolvimento, o país sofre com a falta de água que atinge criações de gado e plantações. Em Borno, na Nigéria, o conflito entre o grupo extremista Boko Haram e o exército também coloca a população em condições limites. “Em Benisheikh, Gwoza e Pulka é impossível cultivar qualquer coisa e é perigoso deixar as cidades para buscar madeira para cozinhar ou vendê-la”, afirma Jean François Sauveur médico do MSF.

Nesses países, os grupos mais atingidos pela insegurança alimentar aguda são as crianças e as mulheres. Para se ter uma idéia, em janeiro, membros da MSF observaram que no norte do Sudão do Sul 25% das crianças com menos de 5 anos sofriam desnutrição grave. “Esses números são extremamente preocupantes”, afirma Nicolas Peissel, coordenador de projeto do MSF. Porém, em função da insegurança, agentes de saúde avaliam que é impossível abrir um novo hospital ou encaminhar pacientes para outras instalações. O Iêmen, por sua vez, atravessa uma das situações mais drásticas do globo. Estimativas da ONU apontam que 19 milhões de pessoas necessitam de algum tipo de ajuda humanitária depois de dois anos de guerra entre o grupo extremista Houthi e o governo. Nos primeiros cinco meses de 2016, foram registrados 50 casos de desnutrição por mês no hospital de Al Tawra, na cidade de Hodeidah. Estima-se que, nesse período, uma criança tenha morrido a cada dois dias pela falta de nutrientes. Ao mesmo tempo em que a necessidade pelo atendimento cresce, muitos hospitais foram destruídos por ataques aéreos.

É comum observar crianças e adultos em pele e osso, sem condições de se manter em pé, porque a fome aguda influi diretamente no metabolismo das pessoas. “Conforme a imunidade das pessoas se compromete devido à baixa de nutrientes, o número de infecções aumenta”, diz Javed Baba Ali, médico do MSF. Para reverter esse quadro, o coordenador de desenvolvimento humano e pobreza do Banco Mundial, Pedro Olinto, defende que é necessário não apenas enviar alimentos a essas regiões como também dar à população local condições de comprar de produtores locais. “Quando se envia mantimentos, o preço sobe e os produtores desistem de plantar seus próprios alimentos”, diz. Ainda assim, a ONU tem como meta erradicar a fome até 2030. “A insegurança alimentar condena uma nação a uma situação permanente de atraso”, diz Bojanic.

Pessoas em situação de insegurança alimentar grave

Iêmen: 14,1 milhões
Nigéria: 1,8 milhão
Sudão do Sul: 4,9 milhões
Somália: 2,9 milhões

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VÍTIMAS Na cidade de Nyala, no Sudão do Sul, crianças e mulheres lutam para conseguir pequenas quantidades de arroz e grãos distribuídos por ONGs internacionais

– R$ 413.000,00 pelo prazer de matar uma cabra?

certos prazeres que são difíceis de entender: o de pagar quase meio de milhão de reais para caçar uma cabra no Paquistão!

Se você tivesse esse dinheiro todo sobrando, gastaria em quê? Nesta excentricidade relatada, eu certamente não!

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2019/02/16/cacador-americano-paga-us-110-mil-para-matar-uma-cabra-rara-no-paquistao.htm

MILIONÁRIO AMERICANO PAGA R$ 410 MIL PARA MATAR CABRA RARA E GERA REVOLTA

Um milionário norte-americano pagou US$ 110 mil (cerca de R$ 413 mil) para caçar uma espécie de cabra rara, natural das montanhas do Paquistão. Apesar de se tratar de um animal que corre risco de extinção, as autoridades afirmam que a taxa cobrada financia atividades que ajudam a preservação.

A fotografia de Bryan Kinsel Harlan ajoelhado atrás da cabra, conhecida como markhor ou cabra falconeri, foi publicada na semana passada por jornais paquistaneses e causou revolta.

A legenda da foto descreveu Harlan como um americano que pagou altos valores por uma expedição turística de caça na região de Gilgit-Baltistan, no norte do Himalaia, no Paquistão.

“Foi um tiro fácil e próximo. Tenho o prazer de levar este troféu”, afirmou o caçador, segundo a imprensa local. Segundo os guias, ele é natural do Texas.

A história foi parar nas redes sociais e causaram tristeza e indignação, já que o markhor é considerado o animal nacional do Paquistão. No entanto, além de não haver nenhuma lei específica que proíba a caça desse tipo de cabra, muitos especialistas dizem que, se não fossem as altas taxas cobradas pela caça, a espécie já teria desaparecido.

Por causa da caça ilegal pela carne, do desmatamento, além de outros motivos, a população de markhors diminuiu significativamente no Paquistão. Em 2011, havia apenas cerca de 2.500 exemplares da espécie.

As autoridades, então, começaram a tomar medidas para salvar esses animais. O Paquistão proibiu toda a caça local, mas passou a permitir que um pequeno número de caçadores estrangeiros atirasse em 12 cabras por temporada em “áreas de conservação” como Gilgit, por uma alta quantia em dinheiro.

Esse fundo é destinado a moradores locais que trabalham como guia e tomam conta dos animais. Eles se certificam que não haja caça ilegal de markhors. Segundo o site conservacionista Green Global Travel, o retorno do markhor é “uma das grandes histórias de sucesso de conservação do mundo, mas ainda pouco conhecida.”

O dinheiro da caça no Paquistão é fundamental para a população carente e chega a financiar saúde e educação para elas.

No caso de Harlan, o americano diz ter sido recebido “de braços abertos” pelos guias paquistaneses e chamou o país de um lugar seguro para os turistas.

“Este é um exemplo perfeito de caçadores e aldeões se unindo para um objetivo comum de conservação”, disse ele.

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– Qual é a estratégia de Maduro?

Quando acontecer a queda do indiscutivelmente ditador venezuelano Nicolas Maduro, os trocadilhos de que “caiu de Maduro” serão inevitáveis. E isso falta pouco tempo para acontecer.

A notícia de que está fechando as fronteiras da Venezuela com o Brasil é mais um tiro no pé. Medida antipática, desnecessária, indevida e que mostra o se desespero em manter no poder a qualquer custo.

O povo local foge da fome, não tem material de higiene (a falta de papel higiênico foi algo que simboliza a triste situação de lá) e quer mudanças na condução do seu país.

As imagens que chegam pela TV na divisa da Colômbia, com o Exército da Venezuela impedindo caminhões que levam ajuda humanitária (COMIDA e REMÉDIOS, em quase sua totalidade), são estarrecedoras!

O poder, a ganância e a vaidade de Maduro durarão até quando? Por quanto tempo se sacrificará a população e a fará sofrer tanto?

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– Leilane e os fotógrafos: uma reflexão sobre a insensibilidade humana!

A humanidade está se caracterizando por “gente que vive a vida real, fala e age”, dividindo espaço com “gente que vive o mundo virtual, filma e posta”.

Nesta semana, vimos o caso da moça Leilane Rafael da Silva, que estando na Rodovia Anhanguera e vendo o acidente do helicóptero que vitimou Ricardo Boechat e o seu piloto, correu salvar o motorista do caminhão que atingiu a aeronave em meio a faixa de rolamento.

Detalhe: Leilane, que tem 29 anos e é uma humilde vendedora, tem uma doença vascular rara, não pode fazer esforço e nem sofrer situações de stress. Mas apesar do risco foi corajosamente socorrer uma das vítimas.

Enquanto isso…

Um bando de marmanjos, insensivelmente armados de celulares, filmava o desespero da heroína e não ajudavam ela.

Pode?

Que raio de mundo de aparências e flashs é esse? O virtual dominou a mente e o coração das pessoas?

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– A Professora de Química e o seu Doutorando em área de guerra (literalmente).

E não é mentira a história que impressiona, entre uma professora protagonista com um “roteiro de filme para formar seu aluno”, que surgiu nos últimos dias. E que aconteceu há 5 anos, sem que ninguém soubesse!

Charlotta Turner, Professora de Química Analítica da Universitária de Lund, na Suécia, soube que seu aluno que orientava no Doutorado, Firas Mohsin Jumaah, não poderia concluir o curso já que por ser iraquiano, foi passar uns dias em seu país-natal e acabou cercado por uma célula do grupo terrorista Estado Islâmico, que dominou a região e impediu a saída de moradores.

Não é que a docente contratou, acredite, um grupo de mercenários que o retirou de lá, e trouxe a família dele para tranquilizá-lo?

Disse a professora:

“Fiquei chateada com a situação do Firas porque ele era meu aluno e era minha a responsabilidade por ele entregar a tese”.

Tal empenho da professora impressiona. Mas contratar mercenário para trazer o aluno de volta, nunca vi!

Abaixo, extraído do noticiário sueco, em: https://www.thelocal.se/20181213/lund-professor-freed-student-from-islamic-state-warzone

LUND PROFESSOR FREED STUDENT FROM ISLAMIC WAR ZONE

Charlotta Turner, professor in Analytical Chemistry, received a text message from her student Firas Jumaah in 2014 telling her to to assume he would not finish his thesis if he had not returned within a week.

He and his family were, he told her, hiding out in a disused bleach factory, with the sounds of gunshots from Isis warriors roaming the town reverberating around them. Jumaah, who is from Iraq, is a member of the ethno-religious group Yazidi hated by Isis.

“I had no hope then at all,” Jumaah told Lund’s University Magazine LUM. “I was desperate. I just wanted to tell my supervisor what was happening. I had no idea that a professor would be able to do anything for us.”
Jumaah had voluntarily entered the war zone after his wife had rung him to say that Isis fighters had taken over the next-door village, killing all the men and taking the women into slavery.

“My wife was totally panicking. Everyone was shocked at how IS were behaving,” he said. “I took the first plane there to be with them. What sort of life would I have if anything had happened to them there?”

But Turner was not willing to leave her student to die without trying to do something.

“What was happening was completely unacceptable,” she told LUM. “I got so angry that IS was pushing itself into our world, exposing my doctoral student and his family to this, and disrupting the research.”

She contacted the university’s then security chief Per Gustafson.

“It was almost as if he’d been waiting for this kind of mission,” Turner said. “Per Gustafson said that we had a transport and security deal which stretched over the whole world.”

Over a few days of intense activity, Gustafson hired a security company which then arranged the rescue operation.

A few days later two Landcruisers carrying four heavily-armed mercenaries roared into the area where Jumaah was hiding, and sped him away to Erbil Airport together with his wife and two small children.

“I have never felt so privileged, so VIP,” Jumaah told LUM. “But at the same time I felt like a coward as I left my mother and sisters behind me.”

uckily the rest of his family survived Isis occupation, while Jumaah back in Sweden completed his PhD and now works for a pharmaceuticals company in Malmö. The family has almost finished paying the university back for the rescue operation.

“It was a unique event. As far as I know no other university has ever been involved in anything like it,” Gustafson said.

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Firas Jumaah and his former PHD supervisor Charlotta Turner. Photo: Kennet Ruona

– A Lei que socorre as Mulheres em dias de Menstruação!

Coisas de um mundo moderno e contraditoriamente primitivo: no Nepal, as mulheres costumam ser colocadas em cabanas isoladas de suas famílias nos períodos de menstruação. O costume local diz que é sinal de desgraça e azar para os maridos e seus lares quando o sangramento ocorre.

Preocupado com certos abusos, as autoridades de lá promulgaram uma lei que proíbe tal prática, revoltando nepalêses mais retirados. Uma das justificativas de quem defende a solitária, abaixo:

Se uma mulher menstruada entra na casa, 3 coisas acontecem: um tigre aparece, a casa pega fogo e o chefe da família fica doente

A frase acima é de Funcho, morador do Nepal e reproduzida na Edição da Revista Veja de dias atrás (extraída do original no NYT), explicando os motivos do isolamento de mulheres menstruadas em seu lugarejo.

É esse o mundo do século XXI?

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– Um Cruzeiro para provar que a Terra não é redonda?

Há de tudo nesse mundo! Recentemente, contei aos amigos leitores que minha filha estava indignada ao ler que existem pessoas que ainda não acreditam que o Planeta Terra é redondo, ao ler uma matéria sobre os terraplanistas (que defende que o mundo é uma “pizza”; chata; plana).

A postagem está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2018/02/26/um-diretor-sensivel-e-humanista/

Pois bem: leio na Folha de São Paulo de hoje que esse pessoal incrédulo vai até o limite da Terra em um cruzeiro. Logicamente, não dirão que vai ser uma “volta ao mundo”…

Abaixo:

TERRAPLANISTAS PLANEJAM VIAGEM ATÉ A BORDA DA TERRA

Navegação nos oceanos depende de GPS, baseada em um mundo esférico

Terraplanistas de todo o globo (ou “disco”, segundo os próprios) terão a chance de embarcar num navio rumo ao que seria a borda da Terra. O cruzeiro deve acontecer em 2020 e será organizado pela Conferência Internacional da Terra Plana (FEIC, na sigla em inglês).

Mas ao menos um grande problema os aguarda: todos os sistemas de navegação de navios de cruzeiro se baseiam no fato de que a Terra é redonda. O GPS (global positioning system) só funciona por causa do formato aproximadamente esférico do nosso planeta.

O jornal The Guardian entrevistou um ex-capitão de navio de cruzeiros, Henk Keijer, que viajou por todo o globo por 23 anos.

Segundo ele, somente a existência do GPS seria prova suficiente de que a terra é redonda — 24 satélites que orbitam a Terra são usados para fornecer informações que permitem a navegação. No mínimo três são necessários para fornecer uma posição correta.

“Se a Terra fosse plana, um total de três satélites já seria suficiente para prover esse tipo de informação para todos. Mas não é, porque a Terra é redonda.”

Segundo uma das principais correntes do terraplanismo, a Terra seria um grande disco e a borda dele seria a Antártida.

Na verdade, essa representação tem origem na projeção azimutal partindo do polo norte —trata-se de uma entre tantas formas de representar a superfície do globo terrestre em uma folha de papel.

A Sociedade da Terra Plana afirma que as diversas agências espaciais do mundo estariam mentindo sobre o formato do planeta para falsificar as viagens espaciais.

“Isso provavelmente começou na corrida espacial durante a Guerra Fria, na qual a União Soviética e os EUA estavam obcecados em vencer o outro. Depois do fim da Guerra Fria, no entanto, a conspiração é provavelmente motivada mais pela ganância do que ganhos políticos, com uma parte do dinheiro sendo usada para viagens espaciais falsas e roubando um monte de dinheiro”, diz a Sociedade da Terra Plana (Flat Earth Society, no original).

Na verdade, sabe-se que a terra é redonda ao menos desde 250 a.C, quando Eratóstenes calculou o raio com a partir das informações como distância entre duas cidades e o ângulo em que o sol batia nelas em determinado instante. A medida foi bastante próxima da real —6.371 km em média (já que a Terra não é uma esfera perfeita).

Nesse sentido, seria até impróprio dizer que os terraplanistas têm um conceito medieval sobre o formato da Terra, já que naquela época as pessoas bem-informadas já não acreditavam em um mundo plano.

Quanto ao cruzeiro, caso a organização queira recrutar uma tripulação favorável aos pontos de vista terraplanísticos, pode ter algum trabalho. “Eu viajei 2 milhões de milhas e não encontrei nenhum capitão que acreditasse que a Terra é plana”, disse Keijer.

Cinco argumentos contra os ​terraplanistas

ECLIPSES DA LUA

O único jeito de explicar os eclipses lunares é o alinhamento entre Sol, Terra e Lua, de tal maneira que a sombra da Terra é projetada sobre o satélite natural. Essa sombra, veja você, é redonda —o que só é possível se a Terra for uma esfera, não uma tábua de frios

CIRCUNAVEGAÇÃO

Desde o começo do século 16 os navegadores —e, desde o século passado, os aviadores— sabem que dá para sair de um ponto do planeta e avançar em linha reta toda vida até retornar ao mesmo lugar de onde vieram. Isso só é possível num planeta redondo

FUSOS HORÁRIOS

O único jeito de explicar as diferenças de horário entre lugares distantes na Terra é por meio da rotação e do formato esférico do planeta. Se o Sol iluminasse alguns lugares primeiro e outros depois, feito um holofote, seria possível vê-lo num canto do céu mesmo à noite

OUTROS PLANETAS

Não é só foto da Nasa: desde o século 17 até a mais humilde luneta mostra que outros planetas e satélites costumam ser esféricos. Por que só a Terra seria a exceção?

ESTRELAS NO CÉU

Se estivéssemos todos em cima de um tampo de mesa de proporções planetárias, todos veríamos as mesmas constelações no céu. Como a Terra é um globo, quem mora em Nova York não consegue ver nosso Cruzeiro do Sul, enquanto os moradores de São Paulo não conseguem ver a estrela Polar, da constelação da Ursa Menor.

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– Jumentos e o Negócio da China!

Olha que notícia interessante: a China deseja comprar cerca de um milhão de jumentos do Nordeste Brasileiro para a indústria de cosméticos e comestíveis!

Sim, nossos animais se transformarão em matéria prima para produtos de beleza e servirão para a alimentação dos chineses!

Não é só os jogadores de futebol que estão indo desenfreadamente para Pequim…

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– E o momento exato da surpresa de algo nunca imaginado?

Já pensou o susto que os indígenas tiveram quando conheceram os artefatos portugueses em 1500 (arcaicos para nós hoje, comuns para as pessoas daqueles dias e inusitados para os silvícolas)?

Essa foto representa mais do que isso – quando pobres meninos de uma comunidade tribal do interior da África vêem um… iPad!

Extraído da publicação de Fotos de Fatos (@FotosDeFatos) no Twitter:

“O viajante inglês Louis Cole uma vez postou uma fotografia incomum no instagram, mostrando a reação dessas crianças de uma tribo africana vendo pela primeira vez um tablet. A fotografia logo viralizou na internet, em 2015”:

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