– A impressionante construção de uma estrutura para a Copa.

Se na Copa do Mundo do Brasil as distâncias mais longas entre um estádio e outro eram de 2.100 km (se falando individualmente de cada Seleção, já que sabemos que a distância das sedes mais distantes – Manaus a Porto Alegre – são bem maiores) na Copa do Catar, devido ao tamanho pequeno do país, não passará de 55 km.

Sabe o que mais me impressiona? As construções gigantescas “no meio do nada”, estando no deserto, já que além da pequena extensão territorial, há também a baixa população no país asiático.

O que chama a atenção também é que os estrangeiros são os grandes construtores dos estádios. Nepaleses, por exemplo, invadiram o Catar (a fim de ganhar valores baixos, sem condições de segurança na contratação e no trabalho).

Falando sobre a vizinhança, o Catar é uma nação amiga do Hamas, embora tenha boa relação com o Ocidente. Estão rompidos diplomaticamente com os catarianos: Arábia Saudita, Egito, Iêmen, Líbia, Ilhas Maldivas e Emirados Árabes Unidos.

Já pensou se num sorteio teremos Catar x Arábia Saudita? Vizinhos (de fronteira fechada) e com muitas rusgas sérias.

Se o país não fosse “propriedade” do Sheik Tamim bin Hamad al Thani, o bilionário dono do PSG (e muitos alegam que deva ter seu saldo ultrapassado 1 trilhão de dólares, na soma de seus negócios assumidos e os “em nome de outrém”), nem a a FIFA tão corrupta, duvido que o Mundial de 2022 fosse lá.

Logicamente que o parágrafo acima se refere à compra de votos da sede, tão discutida até hoje… Enfim, aguardemos o que será essa Copa.

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– Obesidade já supera a Fome em causas de Morte no Mundo!

Uma pesquisa chamada “Peso Global das Doenças”, com 500 cientistas, sendo que 300 importantes instituições participaram (em 187 países), resultou no maior estudo de saúde mundial de todos os tempos. E nela, constatou-se que morrem mais pessoas por excesso de peso do que de fome.

Não que o problema da fome no mundo tenha sido resolvido; mas sim que o da obesidade tem se agravado.

A maior causa de morte hoje, segundo a obra, é a pressão alta, seguida pelo tabagismo, alcoolismo, poluição, obesidade e subnutrição!

Quer traduzir as causas acima para outros nomes? Nervosismo, Cigarro, Bebida Alcoólica, Poluição, Excesso de Gordura e Fome!

Vale a pena se prevenir e/ou ajudar a que está envolvido nessas situações.

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– O Vício do Consumismo

Bela e inteligente. Eis a declaração da atriz Fernanda Vasconcelos sobre o mundo consumista e a sede dos jovens em ter bens materialistas para a satisfação pessoal:

Quanto mais jovens alienados e consumistas se formarem, mais adultos doentes teremos no futuro. Esse ‘querer ser’ através do consumo é quase comparável à dependência química”.

Disse tudo. Comprar/gastar pode ser um vício, como o das drogas!

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– Os países mais poluídos do mundo!

Em tempos de necessidade de se falar cada vez mais sobre a preservação do planeta Terra, leio sobre os países mais poluidores do mundo.

Sabe quais são eles?

Felizmente, o Brasil não está na lista dos “TOP 5”. Mas essa relação de nações é preocupante…

Extraído de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/os-campeoes-mundiais-de-mortes-por-poluicao/

OS CAMPEÕES MUNDIAIS DE MORTES POR POLUIÇÃO

1) China
O número de mortes provocadas pela inalação de micropartículas poluentes no país asiático ficou em 1,075 milhão em 2016, de acordo com o último relatório State of Global Air (Estado Global do Ar), publicado anualmente pelo Health Effects Institute, de Boston. O índice chinês de poluição é de 56 microgramas por metro cúbico, mais que o dobro do recomendado pela OMS, de 25. A principal causa da poluição é a queima de carvão.

2) Índia,

3) Rússia,

4) Paquistão,

5) Bangladesh

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– E se você fosse passageiro do avião da Aeroflot?

Viram que pavoroso o avião que aterrissou no aeroporto de Moscou, após um incêndio começar na parte traseira da Aeronave?

Dos 78 passageiros, segundo a empresa Aeroflot, 41 (até agora) morreram. Mas ao ver a descida e o desespero das pessoas que estavam na aeronave, fico imaginando: será que alguns não morreram infartados pelo episódio?

Se coloque no lugar de quem estava dentro desse voo?

Um vídeo que “bombou”, com o avião já no chão, foi esse: https://www.youtube.com/watch?v=k2_iJSVEr8U

Outro, filmado por um passageiro sobrevivente e que esta rodando a internet, é esse: https://youtu.be/0MrDyJ-8zF8

Confesso que talvez, se eu estivesse a bordo, o desespero da situação “antecipasse” a hora da morte ou de saltar do avião. Só estando lá para saber o que se passou…

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– Guaidó e Maduro, EUA e Rússia. E o povo?

Enquanto a população venezuelana sofre, Maduro não larga o Governo ditatorial e Guaidó não tem firmeza para assumir. Por trás deles, os apoios explícitos da Rússia e dos EUA – o que significa que todos pensarão várias vezes antes de algo mais sério.

O duro é que quem sofre é o cidadão comum. Falta tudo no país – de emprego a mantimentos. E o maior problema é: quando isso vai se resolver?

Talvez pior do que isso seja outra questão: COMO vai se resolver?

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– Entendendo a Nova Frugalidade

A Nova Frugalidade chegará ao nosso país, ou já está repercutindo, inconscientemente, em nossas vidas?

Nos EUA, um fenômeno econômico-social aconteceu: as pessoas deixaram de ir a shoppings, teatros ou de gastar em produtos não-essenciais, devido a crise econômica. O abandono de consumidores de certas áreas econômicas foi chamado de Nova Frugalidade, e como todo modismo global, em breve repercutirá no Brasil.

Entenda o que é essa tal de “Nova Frugalidade”, extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0942/marketing/reverso-fortuna-466551.html

O REVERSO DA FORTUNA

por Daniel Hessel

Em apenas oito meses, a crise financeira americana provocou estragos sem paralelo na história recente dos Estados Unidos. Além de fulminar o mercado de crédito, o índice Dow Jones e a cidade de Detroit, os raios mortíferos provenientes da tempestade econômica atingiram também um dos pilares do american way of life: o consumismo desenfreado e livre de culpas que movimenta mais de dois terços da economia do país. Endividada, assustada pelo fantasma do desemprego e acusada de estar entre os culpados por boa parte da crise com sua gastança desmedida, a classe média americana virou as costas para shopping centers, lojas de grifes, restaurantes estrelados e até mesmo shows e peças de teatro. Hoje, em plena ressaca moral de décadas de consumismo, tornou-se popular a doutrina da nova frugalidade (new frugality), marcada por um estilo de vida austero, em que economizar cada dólar é a regra. O último relatório da divisão de análise econômica do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, divulgado no dia 14 de abril, mostra o impacto dessa mudança. Entre março de 2008 e março de 2009, as vendas do varejo diminuíram 9,5%, a primeira queda em quase duas décadas. Ao mesmo tempo, os índices de poupança, que eram próximos de zero em agosto, estão em patamares equivalentes aos de dez anos atrás. Para os economistas, os dois índices combinados indicam que os americanos estão receosos do que vem pela frente. Pesquisas de opinião mostram que a tendência é uma redução nos gastos ainda mais aguda. Segundo um levantamento do instituto Lightspeed Research, do grupo britânico WPP, 70% dos americanos pretendem mudar seus hábitos de consumo nos próximos meses e apenas 45% dos entrevistados acreditam em uma rápida retomada econômica.

No campo oposto estão os que defendem que as mudanças vieram para ficar. O principal argumento desse grupo é que nunca antes houve um aperto no crédito como o provocado pela atual crise e que o estrangulamento nas finanças domésticas das famílias foi tamanho que deixará sequelas na maneira como os americanos encaram o consumo. “Nossas pesquisas apontam que os consumidores buscam mais segurança. E, para eles, gastar menos e manter dinheiro no banco é uma forma de alcançar essa segurança perdida”, diz Michael Silverstein, especialista em tendências de consumo do Boston Consulting Group.

Seja temporária, seja definitiva, a nova frugalidade tem assumido diversas facetas – algumas quase caricatas de tão radicais. De maneira geral, a redução de gastos com combustíveis e bens duráveis, como móveis e eletroeletrônicos, foi prioridade no processo de reajuste (veja quadro acima). Em menor escala, os americanos cortaram as despesas com roupas, acessórios, brinquedos, livros, CDs e DVDs. Ao mesmo tempo, as vendas de alimentos, bebidas e produtos de higiene pessoal e beleza aumentaram. Em meio à frieza generalizante das estatísticas há nuances curiosas, como o crescimento abrupto do mercado para produtos do tipo faça-você-mesmo (do it yourself, ou DIY). Tome-se o exemplo das tinturas para cabelo para uso doméstico, cujas vendas cresceram 27% desde o início da crise – um sinal de que as americanas trocaram os salões de cabeleireiro pela pia do banheiro. Da mesma forma, as famílias estão deixando de pagar por serviços como limpeza doméstica e manutenção de jardins e casas – o que tem sustentado a boa performance dos fabricantes de produtos de limpeza e de varejistas especializados em bricolagem, como a rede Home Depot. O outro lado da moeda é que o setor de serviços domésticos, que sustenta cerca de 18 milhões de americanos, se prepara para tempos ainda mais difíceis.

Num cenário de aperto financeiro, há empresas que são naturalmente favorecidas. É o caso do Wal-Mart, do McDonald’s e da loja online Amazon, reconhecidos por estratégias agressivas de descontos e preços competitivos. Da mesma forma, grandes fabricantes de produtos de consumo para higiene e beleza, como Procter&Gamble e Johnson&Johnson, têm se beneficiado da tendência de o consumidor se permitir pequenas indulgências – um dos raros luxos admitidos pela nova frugalidade. Outras têm se demonstrado irremediavelmente comprometidas com o antigo modelo de consumo supérfluo e precisam de reparos urgentes na estratégia de marketing. Enquadram-se nessa categoria a rede de cafés Starbucks, as grifes internacionais de artigos de luxo e as lojas de departamentos. No caso das marcas de luxo, os especialistas em tendências já deram até um nome ao tipo de reação que elas passaram a despertar no americano médio. Trata-se do populismo vingativo (vengeful populism), em que as marcas são identificadas com o estilo de vida arrogante e perdulário de banqueiros de investimento e altos executivos, acusados de levar o país à ruína. “Essas marcas precisarão resolver esse conflito sob o risco de estar definitivamente associadas a um estilo de vida que as pessoas passaram a desprezar”, diz Thomas O’Guinn, professor de marketing da Universidade de Wisconsin-Madison.

Para sobreviver em meio à crise, os marqueteiros das empresas têm buscado inspiração nos remotos anos 30, período da Grande Depressão americana. A rede de lojas de departamentos Sears ressuscitou um modelo de vendas dirigido a clientes endividados e sem crédito na praça. Trata-se do layaway, sistema em que o cliente escolhe um produto, faz um pequeno depósito e a loja reserva a mercadoria por determinado período (em média 90 dias). A ideia é que o cliente vá pagando o produto em parcelas, conforme for recebendo o dinheiro. Vencido o prazo, ele quita o saldo remanescente. “As redes que não mantiverem uma forte política de descontos e promoções ou não apostarem em soluções criativas como o layaway não conseguirão atrair os consumidores”, diz Kathy Grannis, porta-voz da Federação Nacional do Varejo nos Estados Unidos. Quem não se adaptar à nova frugalidade, seja ela duradoura ou efêmera, corre o risco de ter o mesmo fim dos dinossauros.

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– Os surrupiadores do dinheiro da Venezuela

Há coisas difíceis de se explicar, quando falamos de respeito, honestidade e sensibilidade humana. O compadecimento por parte de líderes políticos pode ser um bom exemplo.

Digo isso pois leio que um esquema de corrupção que desviou muito dinheiro da Venezuela para a Europa e EUA foi descoberto. E pasmem: quem surrupiou o sofrido, faminto e empobrecido povo venezuelano foi… quem os comanda!

É por isso que a cúpula política de lá não quer largar o osso e Nicolás Maduro ainda resiste, usando de demagogia e ludibriando o povo.

Leia em: https://jamilchade.blogosfera.uol.com.br/2019/04/23/investigadores-dos-eua-gravaram-cupula-chavista-por-mais-de-dois-anos/

INVESTIGADORES DOS EUA GRAVARAM CÚPULA CHAVISTA POR MAIS DE 2 ANOS

Uma centena de gravações revelou como a elite em Caracas lavava dinheiro em Miami e usando bancos suíços, enquanto o caos reina na Venezuela

Por Jamil Chade

GENEBRA – Investigadores americanos gravaram mais de cem conversas de representantes chavistas, banqueiros e parentes de políticos venezuelanos por mais de dois anos, obtendo provas sobre como o dinheiro da estatal PDVSA era usado para comprar imóveis de luxo na Flórida (EUA).

As gravações ainda apontam como bancos na Suíça e notas frias eram usadas para lavar milhões de dólares, enquanto a Venezuela entrava em um caos sem precedentes.

Documentos obtidos pelo blog revelam como agentes especiais americanos trabalharam desde 2016 com uma fonte que aceitou colaborar com a Justiça dos EUA. Naquele ano, um indivíduo que não teve sua identidade revelada se apresentou às autoridades em Miami indicando que ele havia recebido 78 milhões de euros, proveniente da PDVSA.

Denominada apenas como “Fonte Confidencial”, a pessoa estaria envolvida em crimes de lavagem de dinheiro e se apresentou para “devolver o dinheiro e cooperar”. Uma operação secreta, então, teria sido iniciada pelas autoridades em Miami, de forma totalmente sigilosa. Ela ganhou o nome de Operation Money Flight (algo como Operação viagem do dinheiro) e foi conduzida pela Força-Tarefa sobre Crime Organizado e Drogas.

“A Fonte Confidencial aceitou usar um aparelho de escuta e a Operation Money Flight foi iniciada com o foco em tentar lavar parte dos 78 milhões de euros, os fundos PDVSA”, indicou o documento.

A estratégia era a de manter a fonte dentro do esquema e tentar entender qual era a função de cada um dos personagens da trama milionária, assim como descobrir quem exatamente estaria envolvido.

“Dois anos e mais de cem gravações depois, a Operation Money Flight revelou uma conspiração internacional para lavar os fundos da PDVSA em Miami e por organizações internacionais de grande escala”, indicaram os americanos. “Mais especificamente, as investigações revelaram o uso de imóveis em Miami e esquemas sofisticados de falsos investimentos para lavar centenas de milhões de dólares.”

De acordo com o documento da Justiça americana de julho de 2018, pelo menos cinco pessoas ligadas ao regime em Caracas foram gravadas em conversas com a fonte secreta. Uma delas seria Abraham Edgardo Ortega, ex-diretor de finanças da PDVSA. Outra era Carmelo Urdaneta, ex-conselheiro legal no Ministério do Petróleo.

Também foi pego na escuta Francisco Convit Guruceaga, indiciado por lavagem de dinheiro. Convit é um empresário venezuelano e sócio do governo em uma empresa mista, a Petrozamora.

Três políticos venezuelanos cujos nomes não foram revelados por ainda estarem sob investigação também são mencionados.

De acordo com o documento, existe uma “fraude massiva e corrupção permeando o governo venezuelano”. “As estimativas da fraude apontam para até US$ 20 bilhões por ano”, afirma. “Como na Venezuela em geral, a fraude e a corrupção são comuns na PDVSA.”

Segundo o documento, a crise social, política e econômica da Venezuela criou “rios de dinheiro criminoso” para a Flórida, que se transformou em um “centro de lavagem de dinheiro internacional e um destino para criminosos estrangeiros e cleptocratas”.

Banqueiro – Mas um elemento central foi a gravação das conversas da fonte secreta com o banqueiro Matthias Krull. “Em uma ligação gravada no dia 30 de junho de 2018, a Fonte Confidencial, Krull e o irmão de um representante venezuelano discutiram formas para lavar o pagamento”, apontou o documento. “Diferentes opções foram discutidas”, completou.

Krull seria alvo de outras gravações e, um mês depois, foi preso. O banqueiro fechou um acordo de delação premiada com os americanos, confessou o crime e deixou claro que os enteados do presidente da Venezuela estavam entre os seus clientes.

Com 44 anos, Krull trabalhava para o banco suíço Julius Baer. De nacionalidade alemã e residente do Panamá, ele havia deixado a instituição em julho. Já no ano passado, o banco indicou que estava conduzindo investigações internas baseada em informações disponíveis no acordo de delação de um ex-funcionário. O banco também garantiu que estava cooperando com as autoridades.

O blog foi informado pelas autoridades suíças que, no final de 2018, um informe completo do banco foi entregue à agência reguladora dos bancos na Suíça.

Mas os americanos concluiriam que existe uma suspeita de que a própria família de Nicolás Maduro e a elite chavista ganharam de forma criminosa milhões de dólares com um esquema de lavagem de dinheiro que usava o mercado negro do câmbio venezuelano e a PDVSA para acumular uma verdadeira fortuna no exterior.

Apenas os enteados do presidente e funcionários de alto escalão da PDVSA são suspeitos de fazer parte de um esquema de corrupção que atingiu US$ 1,2 bilhão, usando um banco suíço.

Esquema – O esquema funcionava graças à existência de duas taxas de câmbios na Venezuela entre o bolívar e o dólar. Uma das taxas, porém, apenas podia ser operada pelo governo.

“Em 2014, por exemplo, um indivíduo poderia trocar US$ 10 milhões por 600 milhões de bolívares na taxa econômica real”, explicou um documento de agosto de 2018 e que indiciava o ex-banqueiro. “Então, se aquele indivíduo tivesse acesso às taxas fixas do governo, poderia converter aqueles mesmos 600 milhões de bolívares em US$ 100 milhões”, apontaram os americanos. “Essencialmente, em duas transações, aquele pessoa poderia comprar US$ 100 milhões por US$ 10 milhões”, explicaram.

O problema é que, para ter acesso ao câmbio oficial, a pessoa precisava passar por um representante do governo que, para fazer a operação, cobrava uma propina. “A diferença entre a taxa fixa e a taxa da economia real cria uma oportunidade para fraude e abusos, em que funcionários venezuelanos realizam a troca de moeda em troca de propinas”, disse o documento.

De acordo com a promotoria americana, uma grande parte do esquema de câmbio ocorria “dentro da estatal venezuelana Petróleos de Venezuela, S.A.(PDVSA)”. “A PDVSA é uma fonte primária de recursos e de moeda estrangeira (em especial dólares e euros) e serve de fonte para a moeda estrangeira usada para financiar um esquemas de enriquecimento corruptos de câmbio”, completou.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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– O Fanatismo que cega no Sri Lanka e a covardia contra os católicos nos atentados.

A troco de quê?

Oito explosões sincronizadas e 200 mortos no Domingo de Páscoa. Esse é o triste saldo no antigo Ceilão, atual Sri Lanka, país de (acredite) EXTREMISTAS BUDISTAS (que dessa vez, não reivindicaram os atentados).

Todo fanatismo é burro…

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/04/para-cristaos-no-sri-lanka-violencia-e-ao-mesmo-tempo-velha-e-nova.shtml

PARA CRISTÃOS NO SRI LANKA, VIOLÊNCIA É AO MESMO TEMPO VELHA E NOVA

País tem histórico de discriminação contra católicos, mas escala dos atentados na Páscoa surpreende

Explosões coordenadas mataram mais de 200 pessoas e feriram mais de 400 no Sri Lanka no domingo de Páscoa (21). O momento foi especialmente significativo, assim com os alvos — três igrejas estavam entre os locais atingidos.

Quatro hotéis também foram atacados, e houve uma oitava explosão sob um viaduto. Os ataques marcaram a violência mais mortífera no Sri Lanka desde o fim da guerra civil entre o governo e separatistas tamis, há uma década.

Nenhum grupo ou indivíduo reivindicou a responsabilidade pela violência de domingo, mas o ministro da Defesa, Ruwan Wijewardene, disse que sete prisões foram feitas e caracterizou as explosões como ataques de extremistas religiosos.

No entanto, como as igrejas foram atacadas no domingo de Páscoa —quando muitos cristãos comemoram a ressurreição de Cristo, o dia mais sagrado no calendário cristão—, muitos viram a violência como dirigida à comunidade cristã do Sri Lanka.

Setenta por cento dos cerca de 22 milhões de habitantes do país são budistas, segundo um censo de 2012; 12,6% são hindus; 9,7% muçulmanos; e 7,6% cristãos (e a vasta maioria destes no Sri Lanka, católicos).

Os separatistas tamis eram na maioria hindus, mas alguns eram católicos; os cingaleses são na maioria budistas. A guerra civil teve mais a ver com nacionalismo e etnia do que com religião. A população cristã hoje está dividida entre a minoria tâmil e a maioria cingalesa.

Ataques violentos nesta escala contra igrejas são quase inéditos no Sri Lanka. A minoria cristã, porém, enfrenta violência e discriminação. O ativista de direitos humanos Ruki Fernando comentou no Twitter que nos últimos 11 domingos serviços religiosos em todo o país enfrentaram algum tipo de interrupção.

No ano passado foram relatados 86 casos verificáveis de discriminação, ameaças e violência contra cristãos, segundo a Aliança Nacional Cristã Evangélica do Sri Lanka. Antes dos ataques de domingo, 26 desses incidentes ocorreram neste ano, incluindo a interrupção de um serviço dominical por monges budistas.

Mas a comunidade cristã não é a única visada pela maioria budista. A minoria muçulmana também é perseguida. Em 2013, uma multidão budista atacou uma mesquita em Colombo, ferindo 12 pessoas. Como comentou no Twitter Amarnath Amarasingam, pesquisador no Instituto para o Diálogo Estratégico, rumores sobre a radicalização dos muçulmanos e de grupos extremistas ligados a financiamento externo foram usados como desculpa por alguns da maioria para atacar os muçulmanos.

Os ataques de domingo não aparentam ter sido realizados por extremistas budistas e romperam os padrões anteriores de violência e discriminação de duas maneiras significativas: visar igrejas é algo especificamente novo, mas também visar aparentemente turistas estrangeiros, se de fato foram alvos nas explosões dos hotéis, que são raras durante a década de violência no país.

Enquanto isso, o governo pediu que a população se una.

“No meio desta tragédia, é tranquilizador ver a manifestação de solidariedade das pessoas que doaram sangue. Budistas, cristãos, hindus, muçulmanos e outros estão doando, porque somos humanos com o mesmo sangue e o mesmo espírito de compaixão”, tuitou o ministro das Finanças, Mangala Samaraweera. “Ninguém pode negar nossa humanidade comum.”

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Manchas de sangue se espalham numa estátua de Jesus Cristo em igreja em Negombo, no Sri Lanka

 

 

– O incêndio da Catedral de Notre Dame

Como explicar que a magnífica obra de arquitetura gótica de 1163, a Catedral de Notre-Dame, em Paris, “pegou fogo de maneira tanto simplória”?

Algo deve ter acontecido. Qual falha foi determinante? Quem foi o descuidado?

O que mais assusta são as teorias conspiratórias que povoam a Web: ataque terrorista e atentado promovido por muçulmanos estão entre as mais “promovidas”.

Lamentável. O que tem de gente postando bobagem por ter “visto no WhatsApp”, é absurdo – e fomentam tantos conflitos.

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– A apátrida Maha Mamo

Nós não temos a noção da dificuldade que é não ter uma nação. Ser apátrida, para quem é, torna-se um trauma gigantesco!

Ser “uma sombra”, “não existir” e outros termos assim são comuns a essa gente. E são quase de 10 milhões no mundo!

Maha Mamo, uma moça filha de sírios que nasceu no Líbano, foi a primeira apátrida a conseguir se naturalizar brasileira. E o caso é curioso: pelo fato do pai ser cristão e a mãe muçulmana, o casamento interreligioso não é aceito na Síria. No Líbano, onde nasceu, a nacionalidade não é aceita pela “terra onde nasce”, mas somente pelo “ventre” (assim, não poderia ser libanesa). Mas com o problema religioso, não poderia ser natural da Síria pois, em tese, sua mãe é solteira e isso não é permitido por lá. 

O interessante é: um apátrida não pode nada, pois não tem documento! Como matricular um filho inexistente? Ou ter carteira de trabalho? Incrível as dificuldades que eles passam e não imaginamos porque em geral nunca sentimos ou sentiremos isso. 

E veja só: até um refugiado tem vários benefícios que um apátrida não tem, pois o refugiado “existe”, é uma pessoa que foge por algum motivo de sobrevivência. O apátrida, também em tese, nada disso ocorre. 

Mais informações sobre tudo isso, compartilho em: http://www.acnur.org .

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– Quais são os caminhos que te movem na vida, influenciando seu comportamento?

O renomado professor e consultor Stephen Kanitz, em seu blog, tratou de um tema de difícil resposta, devido à percepção particular de quem é indagado: o que move / influência a sua vida?

Muitas vezes, os valores familiares são o mote da nossa conduta. Outras, o ambiente em que estamos inseridos ou até mesmo a nossa carga genética.

Quando tal questão é feita para nós, podemos dar respostas com vieses, não retratando a realidade – e isso não acontece por maldade, mas pelas influências que recebemos.

Enfim: já percebeu que podemos estar vivendo (ou ver pessoas que vivem) realidades alternativas, falsas ou ilusórias? Há aqueles (até nós mesmos) que vivem “num mundo a parte”?

O texto de Kanitz fala do comportamento do indivíduo, de gestão e administração, de valores e outras coisas importantes. Embora ele esteja carregado de uma alta carga de críticas à ideologia de Esquerda (não sou de Direita tampouco de Esquerda, sou sensato nesse mundo de “extremados e extremistas”), citando até mesmo alguns notórios políticos do país, vale a pena a leitura para entender a necessidade de compreensão das relações humanas – da demagogia à realidade.

Extraído de: https://paper.li/StephenKanitz/stephen-kanitz#/

QUAIS SÃO AS PREMISSAS QUE TE GUIAM NA VIDA?

Se você não sabe como o mundo funciona, você nunca saberá como se inserir no mundo que te cerca.

Você será um desajustado social, um alienado, como são tantas pessoas como Eduardo Suplicy, Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias.

Esse é o maior problema de ser de Esquerda.

Eles vivem brigando com um mundo que sequer entendem.

A maioria nem conhece um contador, um administrador, um empreendedor, um operador logístico, para lhes explicar a dificuldade no Brasil de se produzir bens e serviços para os outros.

Vivem cercado de artistas, sociólogos, ativistas políticos, e funcionários públicos. Não tem a menor noção como a mamãe consegue colocar todo dia um prato de comida.

Pior, devido à endoutrinação escolar eles, como você, correm o risco de só descobrirem como o mundo funciona no fim da vida, quando aí já é tarde.

É por isso que tantos esquerdistas entram em depressão na velhice.

Morrem amargurados e fracassados.

Só descobrem que estavam totalmente errados quando velhos, vide as lamúrias de esquerdistas arrependidos, que são muitos.

De fato, não é fácil descobrir como o mundo funciona.

Quando você é jovem, é jovem demais para ter certeza de algo tão profundo assim.

Por isso pais, especialmente avós, são tão importantes.

Mas infelizmente no Brasil, a Esquerda ensina nossos jovens a duvidarem da família, do chefe imediato, de quem produz, das empresas que promovem a cooperação humana, da comunidade que solidariza com seus vizinhos, da força criativa do indivíduo, da compaixão humana.

Faz com que acreditem somente em Karl Marx, o parasita da fortuna do próprio pai, dele e do pai do Engels.
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– O espetacular registro do Buraco Negro e a comprovação de Einstein

Dá para acreditar que há 100 anos (sim, foi em 1919), com suas teorias e super-inteligência (sem os recursos tecnológicos tão avançados do século XXI), o físico Albert Einstein descrevia com exatidão como seria um buraco negro, e agora em 2019 comprova-se tudo o que o gênio pensava, ao conseguir retratar pela 1a vez um fenômeno como esse?

Palmas para a jovem cientista Katie Bouman, de apenas 29 anos, que liderou o trabalho que comprovou o que Einstein disse há tanto tempo, através da fotografia tirada na galáxia M87, a 40 bilhões de km da Vida Láctea!

Extraído de: https://ciencia.estadao.com.br/blogs/telescopio/a-sombra-de-einstein/

A SOMBRA DE EINSTEIN

Há bastante tempo o ano de 2019 já estava sendo aguardado com expectativa no mundo da Astronomia. Neste ano celebram-se algumas efemérides científicas importantes: os 50 anos da chegada do homem à Lua, o aniversário de 100 anos da União Astronômica Internacional, e o centenário da observação do eclipse total do Sol que comprovou a Teoria da Relatividade Geral de Einstein. Em todo o mundo, eventos de comemoração estão sendo planejados para festejar essas importantes conquistas da ciência.

Mas uma festa só fica completa com presentes, e é isso que acabamos de ganhar nesta quarta-feira (10/4), quando cientistas anunciaram os resultados de um experimento científico que provavelmente será lembrado daqui a 100 anos: a primeira observação direta de um dos fenômenos mais enigmáticos do universo: um buraco negro.

O buraco negro no centro da galáxia M87. Crédito: EHT Collaboration.

O anúncio feito em 5 países pelos membros da colaboração do Telescópio do Horizonte de Eventos (EHT, na sigla em inglês) foi acompanhado com curiosidade por jornalistas e aficionados por astronomia. Havia muita expectativa sobre qual o alvo observado pelo experimento, e mais ainda pela tão aguardada “foto” do buraco negro.

Ainda é cedo para avaliar a repercussão do anúncio, mas podemos desde já comentar a magnitude científica dessa descoberta. O feito só foi possível graças a mais de uma década de esforços coordenado de centenas de cientistas em institutos de pesquisa espalhados pelo globo.

Telescópios da colaboração Telescópio do Horizonte de Eventos. Crédito: EHT Collaboration.

A observação utilizou a capacidade combinada de 8 observatórios situados em algumas das regiões mais inóspitas do planeta, como o deserto do Atacama, o topo de um vulcão dormente no Havaí, e até mesmo o pólo Sul.

Localização dos telescópios da rede EHT. Crédito: ESO/ L. Calçada

Os dados coletados pelos radiotelescópios foram sincronizados utilizando uma técnica desenvolvida nos anos 1970 chamada Interferometria de Base Muito Longa (VLBI), que permite obter imagens com detalhes iguais ao que seria possível com um telescópio do tamanho da Terra.

A galáxia elíptica gigante M87, em cujo centro está o buraco negro observado pelo EHT. Crédito: ESO

Ao contrário do que muitos esperavam, a imagem divulgada não veio do buraco negro do centro da nossa galáxia, a Via Láctea, mas de muito mais longe, do coração da galáxia gigante M87, a 55 milhões de anos luz daqui.  A posição dessa galáxia no céu permitiu que ela fosse observada por todos os observatórios de modo a se obter a resolução necessária para conseguir identificar a estrutura. Na entrevista coletiva, os pesquisadores comentaram que os dados do centro da nossa galáxia deverão ser publicados num futuro próximo.

Trajetória dos fótons na vizinhança de um buraco negro. Crédito: NSF.

Mas o que a imagem mostra afinal? O buraco negro não emite luz. O que vemos é na realidade a sombra que ele provoca na sua vizinhança brilhante. Os raios de luz nas redondezas do buraco negro são desviados e distorcidos pelo seu intenso campo gravitacional.  A fronteira do buraco negro, conhecida como horizonte de eventos, que marca o ponto onde nem a luz consegue escapar da gravidade, é 2,5 vezes menor que a sombra que projeta e mede 40 bilhões de km de um lado ao outro.

Comparação da imagem do EHT (acima) e da simulação (abaixo). Créditos: EHT Collaboration/Bronzwaer, Moscibrodzka, Davelaar and Falcke (Radboud University)

A imagem obtida pelo EHT é incrivelmente semelhante às simulações, um belo exemplo de concordância entre teoria e observação. A massa do buraco negro central de M87 é 6,4 bilhões de massas solares, mais de mil vezes a massa do buraco negro no centro da nossa galáxia!

Os resultados detalhados das observações foram publicados numa série de seis artigos científicos na renomada revista Astrophysical Journal Letters.Cientistas de todo o mundo devem passar os próximos dias analisando os resultados e trabalhando nas suas implicações.

Para o público geral, recomendo material do site preparado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO), com conteúdos produzidos especialmente para essa ocasião memorável. Em particular, não deixem de conferir o fantástico vídeo “In The Shadow Of The Black Hole”, que conta em 17 minutos e meio essa saga do conhecimento.

– Nazismo de Esquerda? Não confunda o termo “socialismo” com o nome do partido…

Que bobagem falou o presidente Jair Bolsonaro (após já ter dito também o Ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo) sobre o Nazismo ser de uma corrente de esquerda!

Entenda: o Nazismo foi o sistema autoritário de extrema direita de Adolf Hitler, que se intitulava “fuhrer” (o guia, mestre, chefe do povo), e que desejava instalar o “3o Reich” na Alemanha (o “Terceiro Império”). O Partido Nazista era chamado, na verdade, de “Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães”. E por quê esse nome? Justamente pelo ultra-nacionalismo das ideias de Hittler, extremamente demagogo e oportunista, criando um discurso populista para o então sofrido povo alemão.

Depois da 1a Guerra Mundial, a Alemanha estava sofrendo pela derrota e pagando indenizações altíssimas assinadas no Tratado de Versalles (nunca me esqueci da minha Profa. Glória falando sobre isso). Aí veio a Depressão Econômica da Crise de 29 nos EUA (talvez o primeiro momento de efeitos da globalização nascente). Os alemães estavam sem dinheiro, com estima baixa, desempregados e sem líderes. Eis que surge um líder nacionalista que falava o que o povo queria escutar, como: “a Alemanha é para os alemães; o mundo nos despreza e humilha; os estrangeiros vêm aqui nos surrupiar“, e outras coisas mais demagogas.

A ideia de “Socialismo” que Hittler pregava era de uma sociedade acima de todos, um ambiente social controlado pelo Estado e exclusivamente para os alemães, superiores até mesmo dos demais povos (daí a história da superioridade da raça ariana, do racismo aceito socialmente). Nada relacionado ao comunismo da URSS ou outra ideologia de esquerda.

Diante desse ambiente ruim em que vivia, Hittler atacava os seus “inimigos capitalistas”, que tomaram as terras da Alemanha no Pós-Primeira Guerra. Com tanto discurso populista, concomitante defendendo ideias demagogas e colocando na cabeça das pessoas a necessidade de união do povo alemão, o regime teve sucesso entre eles.

Perceba, portanto, que NUNCA o Nazismo foi de esquerda, mas de uma direita ultra-nacionalista que usava do discurso “social” para unir a sociedade alemã (insisto: não confunda o termo socialista de Hittler com regime de governo socialista). Tanto é que empresas-símbolos da atual Alemanha Capitalista (herdeira da Alemanha Ocidental) surgiram nesse período, seja na área automobilística quanto na farmacêutica. E, para tristeza do povo, usando o discurso de que “a Alemanha era para os alemães” e de “Raça Perfeita”, prisioneiros estrangeiros em campos de concentração, detidos de guerra e deficientes físicos alemães eram usados como cobaias em laboratórios. Afinal, a pregação dizia que para se ter uma raça pura precisava-se de pessoas saudáveis (quem não tinha saúde dava gasto para o Governo e não interessava) e um antissemitismo incentivado (se estamos desempregados, por quê deixar os judeus pegarem nossos empregos?).

O perigo é que nos dias atuais, os movimentos neonazistas crescem na Europa pelo desemprego crescente e a chegada de imigrantes árabes. Algo a ser discutido…

Em tempo: o fascismo era igualmente totalitário, anticomunista, ultranacionalista, direitista e de controle social, diferenciando-se de que o nazismo se preocupa, além dessas coisas, com a purificação da raça.

Agora, lembremo-nos: ditadura não é sinônimo de direita. Na história tivemos cruéis ditaduras de esquerda, como a chinesa (e que até hoje impede a liberdade de expressão), soviética, norte-coreana

Dessa forma, presidente Bolsonaro, dá para entender que o senhor tendo visitado o Museu do Holocausto, ido ao Muro das Lamentações e bajulando Israel, logicamente estando do lado de um chefe de estado judeu-direitista quis agradá-lo falando de que a pátria-inimiga era alemã-esquerdista. Me lembrou um daqueles populares “discursos sem pensar” do ex-presidente Lula, que na maior cara-de-pau soltava pérolas populares a fim de que as pessoas gostassem de ouvir. A propósito, a maior delas foi uma piada: “talvez eu seja a alma viva mais honesta desse país”…

Pobre Brasil. Os líderes de Esquerda e de Direita nos envergonham!

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– Mundo mais perigoso até nas Estrelas!

A Índia testou e derrubou nesta semana um satélite através de um potente míssil de defesa. Narendra Modi, o premier indiano, exaltou a nação pois se tornou, segundo ele, a mais nova potência espacial do planeta.

Somente os EUA, a China e a Rússia possuíam mísseis antissatélites. Na foto, o  poderoso Akash!

Tenho medo dessas coisas…

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