– O Estado Islâmico em busca da morte de Cristãos!

Pura maldade! Às vésperas da chegada do Papa Francisco ao Egito, os terroristas do ISIS (Estado Islâmico) atacaram naquela região 2 igrejas nas quais se celebrava a Missa de Domingo de Ramos (a Igreja de São Jorge em Tanta e a Igreja de São Marcos em Alexandria, ambas da profissão Copta), matando 44 pessoas e ferindo 100.

A culpa desses coitados?

Adorar a Jesus e não a Maomé.

Intolerância, fanatismo, idiotice… um mundo onde não se respeita o diferente.

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– Você acredita que Trump resolverá a paz no mundo com a força das armas?

Ao ver as repercussões negativas dos mísseis lançados pelos EUA na Síria, e a movimentação de turcos, chineses e principalmente Putin, o todo-poderoso da Rússia, fico pensando: a guerra se resolverá com mais guerra?

Se alguém falar que sim (e muitos dirão ser um mal necessário), por quê não criar uma força de paz multinacional comandada pela ONU para assegurar a garantia de estabilidade na região?

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– As crianças vítimas de armas químicas nesta terça-feira na Síria!

Tivemos, dias atrás, atentado terrorista na Inglaterra. Ontem foi na Rússia. Muito se falou sobre eles; mas dos pobres inocentes da Síria o mundo se cala?

Olha essa criança vítima de ataque com armas químicas (e muitas outras) HOJE.

Terá a mesma repercussão do que os vitimados em países mais ricos?

Extraído de: http://istoe.com.br/ataque-com-gas-toxico-deixa-58-mortos-na-siria/

ATAQUE QUÍMICO DEIXA AO MENOS 58 MORTOS NA SÍRIA

Um suposto ataque químico, do qual vários países acusaram o regime de Bashar al-Assad, deixou nesta terça-feira ao menos 58 mortos e 170 feridos, incluindo muitas crianças, que sofriam convulsões e problemas respiratórios, em uma localidade rebelde da Síria.

O bombardeio provocou uma onda de condenação internacional e Washington, Paris e Londres responsabilizaram o governo de Assad, que desmentiu categoricamente qualquer envolvimento.

O Conselho de Segurança da ONU se reunirá em caráter de urgência para examinar as circunstâncias dos bombardeios que atingiram na manhã desta terça-feira Khan Sheikhun, uma pequena cidade da província de Idlib, reduto dos rebeldes e extremistas no noroeste da Síria.

“Ouvimos bombardeios (…) Corremos para dentro das casas e havia famílias mortas. Vimos crianças, mulheres e homens mortos nas ruas”, contou à AFP uma testemunha, Abu Mustafá.

Vídeos de militantes anti-regime mostravam corpos sem vida sobre as calçadas e outras pessoas sofrendo espasmos e episódios de asfixia.

As vítimas “têm as pupilas dilatadas, convulsões, espuma saindo da boca”, explicou Hazem Shahwane, um socorrista entrevistado em um dos hospitais da cidade.

Ao menos 11 crianças faleceram, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Este é o “segundo ataque químico mais mortífero do conflito na Síria”, depois do que deixou mais de 1.400 mortos em 2013, disse a organização, que não pôde especificar que tipo de gás venenoso havia sido utilizado.

– ‘Responsabilizar’ –

O enviado especial das Nações Unidas para a Síria, Staffan de Misutra, declarou que a ONU quer “identificar claramente as responsabilidades”.

Reagindo ao cair da noite, o exército sírio desmentiu “categoricamente ter usado hoje (terça-feira) substâncias químicas ou tóxicas em Khan Sheikhun (…)” e ressaltou que “nunca as utilizou, em nenhum momento, em nenhum lugar e que não fará isso no futuro”, afirmaram as forças armadas em um comunicado publicado pela agência oficial Sana.

O governo sírio, que ratificou a Convenção sobre a Proibição de Armas Químicas em 2013, desmentiu em muitas ocasiões o uso de armas químicas, mas as acusações contra Damasco de que utiliza tais armas se sucedem, e uma investigação liderada pela ONU apontou que o regime fez ao menos três ataques de cloro em 2014 e 2015.

O exército russo, o principal aliado do regime sírio, disse que também não realizou nenhum bombardeio na área afetada.

Ainda assim, a oposição síria acusou o regime de ter utilizado “morteiros com gás químico”. Este “crime horrível” lembra o ataque do verão de 2013 perto de Damasco, que a comunidade internacional deixou “impune”, acrescentou, alertando que “colocava em xeque” o processo de paz destinado a acabar com um conflito que já dura mais de seis anos.

– ‘Intolerável’ –

Classificando o ataque de intolerável, Sean Spicer, porta-voz do presidente americano, Donald Trump, denunciou um “ato condenável” do regime de Assad.

Para o presidente francês, François Hollande, “mais uma vez o regime sírio nega a evidência de sua responsabilidade neste massacre”.

“Embora não possamos estar seguros do ocorrido, ele tem todas as características dos ataques de um regime que usou reiteradamente armas químicas”, disse o ministro das Relações Exteriores britânico, Boris Johnson, em um comunicado.

A correspondente da AFP em Khan Sheikhun viu equipes de saúde tentando socorrer uma jovem, mas em vão. Seu pai, destroçado pela dor, a pegou nos braços, beijou seu rosto e a levou para fora do hospital.

A jornalista também viu pacientes com espuma saindo da boca. Muitos foram pulverizadas com água enquanto os médicos tentavam reanimá-los.

Segundo a correspondente, o hospital foi bombardeado posteriormente, provocando grandes danos no centro de saúde e a fuga dos médicos entre os escombros.

O ataque desta terça-feira coincide com o início de uma conferência de dois dias em Bruxelas sobre o futuro da Síria patrocinada pela União Europeia e pelas Nações Unidas, mas não é esperada a presença de alguns atores-chave, como Rússia e Turquia.

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– O IDH do Brasil é uma vergonha!

Saiu a tabela com os valores do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) mundo afora. O Brasil está na 79a posição, com IDH 0,754. O melhor país para se viver é a Noruega, com IDH 0,949.

Estamos, acreditem, atrás da Venezuela (0,767 – na 71a posição).

Como um país onde não se tem nem fraldas ou remédios como a Venezuela está 8 posições a frente do IDH brasileiro?

Ops: a Argentina está na posição 45, com IDH 0,827, apesar de tudo que os Hermanos passaram recentemente.

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– A dor de quem passa fome!

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A ONU quer erradicar a fome até 2030. Entretanto, é assustador ver como sofrem os famintos mundo afora. Em especial, na África Negra.

Se tiver coragem, leia abaixo (Extraído de: http://istoe.com.br/um-pedido-de-socorro/)

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UM PEDIDO DE SOCORRO

O mundo enfrenta a mais grave crise humanitária dos últimos setenta anos. Vinte milhões de pessoas, que vivem em quatro países assolados por conflitos armados, estão na iminência de morrer por desnutrição se nada for feito. Contraditoriamente, ainda são desperdiçados 1,3 bilhão de toneladas de alimentos por ano em todo o globo

Por Fabíola Perez

É a mesma sensação de uma dor aguda e constante. Como uma agonia, que parece perfurar o estômago dias a fio e é agravada pelo calor escaldante, que deixa os corpos num estado permanente de inércia. Os poucos restos de alimentos ingeridos não são suficientes para livrar o organismo da angústia. Nas crianças, o vazio trazido pela ausência de nutrientes rapidamente se transforma em choro. Elas estão entre os grupos mais vulneráveis. Nos acampamentos do estado de Borno, na Nigéria, é comum avistar mulheres e bebês apáticos, sem força e disposição para lutar pela vida. Segundo o pediatra Marco Olla, membro da organização Médicos Sem Fronteiras, em regiões onde se vê pessoas com mais de cinco anos acometidas pela desnutrição, é sinal de que a conjuntura é realmente grave. Esse é o caso de Maiduguri, capital de Borno. “No departamento de internação que mantemos na cidade, uma mãe chegou com sua filha de sete anos. A menina estava extremamente desnutrida e com diarréia”, diz. Elas haviam fugido de um vilarejo e se instalaram em um acampamento improvisado. Ficaram ali por mais de um mês, mas a quantidade de grãos e arroz que recebiam não eram suficientes.

A Nigéria é um dos quatro países citados em um recente alerta das Nações Unidas (ONU) que declarou que quatro países vivem a pior crise humanitária desde a criação da entidade, em 1945 (leia quadro). Isso porque possui uma parcela significativa de sua população vivendo sob o flagelo da fome. Os casos de má nutrição já são tão graves que os adultos quase não têm forças para andar e algumas comunidades perdem suas crianças diariamente. Também enfrentam uma situação semelhante Iêmen, Somália e Sudão do Sul. Nesses quatro países, a estimativa é de que 20 milhões de pessoas possam morrer vítimas da insegurança alimentar aguda. Contraditoriamente, a nova onda de fome no mundo vem à tona em uma época que cresce a produção mundial de alimentos e o desperdício chega a 1,3 bilhão de toneladas por ano. Então, porque a fome voltou a ser motivo de alertas mundiais? Nos anos 1980, as imagens de crianças esqueléticas chamavam a atenção para um milhão de mortos na Etiópia. Na década seguinte, 3,5 milhões de norte-coreanos também morreram por falta de alimentos. Mais recentemente, a República Democrática do Congo e a Somália perderam quatro milhões de pessoas para a fome. Hoje, apesar dos avanços, o problema do acesso aos alimentos persiste e se agrava. “A violência de grupos armados impede a entrada e a permanência de grupos de apoio em determinadas regiões”, disse à ISTOÉ Alan Bojanic, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil.

Atualmente, em todo o mundo existem cerca de 800 milhões de pessoas que sentem as dores de um estômago vazio. Para a ONU declarar oficialmente fome em um país é preciso que pelo menos 20% da população tenham acesso a menos de duas mil calorias de alimentos por dia e que mais de 30% das crianças sofram de má nutrição. Além disso, em países atingidos pela fome são registradas diariamente duas mortes para cada dez mil habitantes ou a morte de quatro crianças em cada dez mil habitantes. Para evitar uma catástrofe nessas regiões, as Nações Unidas pediram uma ajuda de US$ 4,4 bilhões para países desenvolvidos até julho. “Essa situação saiu do normal: conflitos armados e o fator climático da seca tornam o quadro ainda mais perverso”, diz Bojanic. “Em função disso, muitas das pessoas que migram não têm as mínimas condições de segurança para se dedicar à agricultura.”

20 milhões de pessoas podem morrer de fome na Nigéria, no Sudão do Sul, na Somália e no Iêmen e 1,4 milhão de crianças estão em risco iminente de morte por malnutrição aguda.

Outro agravante nessas regiões são as condições logísticas. São zonas de difícil acesso que dificultam a chegada dos alimentos. No Sudão do Sul, por exemplo, existem apenas 200 quilômetros de estradas asfaltadas. Naquele país, a intensificação dos conflitos preocupa entidades de ajuda humanitária. “Em algumas cidades, eles impedem a chegada de cuidados de saúde de emergência, água para o consumo e alimentos para pessoas internamente deslocadas”, afirma Marcus Bachmann, coordenador local do MSF. Na Somália, o cenário de fome e suas conseqüências é ainda mais intenso. Além da guerra que se estende por décadas, da ausência do Estado de direito e do subdesenvolvimento, o país sofre com a falta de água que atinge criações de gado e plantações. Em Borno, na Nigéria, o conflito entre o grupo extremista Boko Haram e o exército também coloca a população em condições limites. “Em Benisheikh, Gwoza e Pulka é impossível cultivar qualquer coisa e é perigoso deixar as cidades para buscar madeira para cozinhar ou vendê-la”, afirma Jean François Sauveur médico do MSF.

Nesses países, os grupos mais atingidos pela insegurança alimentar aguda são as crianças e as mulheres. Para se ter uma idéia, em janeiro, membros da MSF observaram que no norte do Sudão do Sul 25% das crianças com menos de 5 anos sofriam desnutrição grave. “Esses números são extremamente preocupantes”, afirma Nicolas Peissel, coordenador de projeto do MSF. Porém, em função da insegurança, agentes de saúde avaliam que é impossível abrir um novo hospital ou encaminhar pacientes para outras instalações. O Iêmen, por sua vez, atravessa uma das situações mais drásticas do globo. Estimativas da ONU apontam que 19 milhões de pessoas necessitam de algum tipo de ajuda humanitária depois de dois anos de guerra entre o grupo extremista Houthi e o governo. Nos primeiros cinco meses de 2016, foram registrados 50 casos de desnutrição por mês no hospital de Al Tawra, na cidade de Hodeidah. Estima-se que, nesse período, uma criança tenha morrido a cada dois dias pela falta de nutrientes. Ao mesmo tempo em que a necessidade pelo atendimento cresce, muitos hospitais foram destruídos por ataques aéreos.

É comum observar crianças e adultos em pele e osso, sem condições de se manter em pé, porque a fome aguda influi diretamente no metabolismo das pessoas. “Conforme a imunidade das pessoas se compromete devido à baixa de nutrientes, o número de infecções aumenta”, diz Javed Baba Ali, médico do MSF. Para reverter esse quadro, o coordenador de desenvolvimento humano e pobreza do Banco Mundial, Pedro Olinto, defende que é necessário não apenas enviar alimentos a essas regiões como também dar à população local condições de comprar de produtores locais. “Quando se envia mantimentos, o preço sobe e os produtores desistem de plantar seus próprios alimentos”, diz. Ainda assim, a ONU tem como meta erradicar a fome até 2030. “A insegurança alimentar condena uma nação a uma situação permanente de atraso”, diz Bojanic.

Pessoas em situação de insegurança alimentar grave

Iêmen: 14,1 milhões
Nigéria: 1,8 milhão
Sudão do Sul: 4,9 milhões
Somália: 2,9 milhões

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VÍTIMAS Na cidade de Nyala, no Sudão do Sul, crianças e mulheres lutam para conseguir pequenas quantidades de arroz e grãos distribuídos por ONGs internacionais

– Um Mundo Desigual

Leio que a ONU constatou que 6 bilhões de pessoas possuem ao menos um aparelho de celular. Há aqueles que possuem mais de um… Porém, cerca de 2,5 bilhões não tem ao menos um banheiro em suas casas!

Mundo difícil, não?

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– Bem-vindos, Refugiados!

Abaixo, a faixa colocada na Estátua da Liberdade, nos EUA, e que foi clicada pela brasileira Vitória Londero, em defesa dos refugiados.

Ganhará um prêmio de fotografia do ano ou não? Rodou o mundo esta foto!

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– Os casos de Ecocídios só crescem no Mundo!

Os ambientalistas estão com a razão: cresce a devastação em nosso planeta! E pessoas do bem estão conseguindo transformar crime ambiental (o ecocídio) em crime contra a humanidade.

Viveremos onde, sem o nosso verde?

Compartilho (extraído de: http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2017-02/tribunal-penal-internacional-reconhece-ecocidio-como-crime-contra)

TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL RECONHECE ‘ECOCÍDIO’ COMO CRIME CONTRA A HUMANIDADE

Por Denise Griengecer, da RFI

O Tribunal Penal Internacional (TPI) decidiu, no final de 2016, reconhecer o “ecocídio’ (termo que designa a destruição em larga escala do meio ambiente) como ‘crime contra a Humanidade’. O novo delito, de âmbito mundial, vem ganhando adeptos na seara do Direito Penal Internacional e entre advogados e especialistas interessados em criminalizar as agressões contra o meio ambiente. As informações são da Radio France Internationale.

Com o novo dispositivo, em caso de ecocídio comprovado, as vítimas terão a possibilidade de entrar com um recurso internacional para obrigar os autores do crime – sejam empresas ou chefes de Estado e autoridades – a pagar por danos morais ou econômicos. A responsabilidade direta e penas de prisão podem ser emitidas, no caso de países signatários do TPI, mas a sentença que caracteriza o ecocídio deve ser votada por, no mínimo, um terço dos seus membros.

O advogado brasileiro Édis Milaré, especialista em Direito Ambiental, saúda a medida, dizendo que “ninguém quer se envolver num processo-crime, porque o processo-crime estigmatiza. Nenhuma empresa quer responder por um crime ambiental, porque sabe que está em jogo a sua imagem, a sua reputação, a sua credibilidade, e isso diz respeito à sua sobrevivência. A questão penal é importante, mas em termos de gestão ambiental o assunto do dia no Brasil é dotar o país de um marco regulatório à altura da grandeza do nosso meio ambiente, que devemos proteger”, afirmou.

Em setembro de 2016, a Procuradoria do TPI publicou um documento de trabalho onde explica que, a partir de agora, o tribunal interpretará os crimes contra a humanidade de maneira mais ampla, para incluir também crimes contra o meio ambiente que destruam as condições de existência de uma população porque o ecossistema foi destruído, como no caso de desmatamento, mineração irresponsável, grilagem de terras e exploração ilícita de recursos naturais, entre outros.

Evolução

Desde a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21), realizada em Paris, em 2015, os tribunais internacionais de Direitos da Natureza tentam qualificar o ecocídio, dentro do pressuposto jurídico, como o quinto crime internacional. Os outros quatro crimes internacionais, reconhecidos e punidos pelo Tribunal Penal Internacional, são o genocídio, os crimes de guerra, os crimes de agressão e os crimes contra a humanidade.

A jurista em Direito Internacional Valérie Cabanes, porta-voz do movimento End Ecocide On Earth (Pelo fim do ecocídio na Terra), explica a origem do termo. “A ideia de ecocídio existe há 50 anos e foi evocada pela primeira vez quando os americanos usaram dioxina nas florestas durante a Guerra do Vietnã. Agora queremos reviver essa ideia que considera que atentar gravemente contra ciclos vitais para a vida na Terra e ecossistemas deve ser considerado um crime internacional”, disse.

“Trabalhamos em 2014 e 2015 num projeto de alteração do estatuto do TPI, onde definimos o crime do ecocídio, explicando que como hoje vivemos uma grave crise ambiental – com extinção de espécies, acidificação dos oceanos, desmatamento massivo e mudanças climáticas – atingimos vários limites planetários. Daí ser necessário regular o direito internacional em torno de um novo valor, o ecossistema da terra, e nós defendemos esta causa junto aos 124 países signatários do Tribunal Penal Internacional”, explicou a especialista.

“Será um longo trabalho, porque reconhecer os direitos da natureza e do ecossistema implica em reconhecer que o homem não é o ‘dono’ da vida sobre a Terra, o que pressupõe uma nova concepção do Direito, baseada numa realidade onde o homem é interdependente de outras espécies e do ecossistema. E isso implica também em reconhecer nossos deveres em relação às gerações futuras”, enfatizou Valérie.

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– Desperdício de alimento no Mundo é algo que assusta!

A FAO (organismo da ONU que cuida sobre o tema “alimentação”) informa: 1/3 da comida do mundo é desperdiçada!

Desde pequeno aprendi que se deve comer o necessário (embora a gula prejudique), mas nunca jogar resto de alimento, pois “comida é algo sagrado“.

E é mesmo! Quanta gente passando fome e a gente ignorando isso. Fato!

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– A Kodak versus o Instagram

A Kodak (quem não se lembra dos filmes para máquinas fotográficas?) chegou a ter 140.000 funcionários ao redor do mundo em seu auge. Há pouco tempo faliu!

Sabe quantos funcionários tem o aplicativo para smartphones Instagram? Apenas 600. E sabe quantos o App tinha no dia em que o Facebook pagou US$ 1 bi por ele? Só 13!

Uau…

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– Como entender a aprovação de Trump? Um Neonazismo camuflado?

Donald Trump assumiu a presidência dos EUA com a maior rejeição da história daquele país. Entretanto, na última pesquisa Gallup, tem 49% de aprovação das suas medidas contra 41% de rejeição.

A América está vivendo um processo idêntico ao da Alemanha de Hittler (“A Alemanha para os alemães” no século passado na versão dos Estados Unidos para este tempo)?”

O mundo está escandalizado com o protecionismo econômico, a quebra de acordos e as atitudes xenófobas. Mas os moradores de lá, os “americanos da gema”, parecem que não pensam, na sua maioria, assim.

Ainda bem que as instituições democráticas americanas são sólidas. Mas assusta ver um homem tão nervoso e contundente comandar o império e bradar a volta da “grandeza perdida”. Aliás, veja a comparação pertinente:

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– Os campeões per capita de…

… vários índices curiosos!

Vejam só: a Revista Superinteressante da edição de Dez/2016 trouxe uma matéria sobre os países recordistas de “alguma coisa” em relação ao contingente populacional. Ou seja, os “campeões per capita” de algo. O Brasil, por exemplo, no mundo, é campeão per capita de número de cesáreas (57% dos bebês brasileiros nascem de partos cesarianos).

Alguns outros campeões per capita:

Consumo de Chocolate: Suíça

Consumo de Cerveja: República Tcheca

Número de Castelos: Eslováquia

Número de Fumantes: Sérvia

Pessoas com Depressão: Chile

Produção de Lítio: Bolívia

Queda de Raios: Colômbia

Candidatas à Misses: Venezuela

Formação de Médicos: Cuba

Compradores de Carros: EUA

Prática de Abortos: Groelândia (incríveis 50%)

Bibliotecas: Estônia

Suicídios: Lituânia

Leis de Defesa às Mulheres: Islândia

Mortes no Trânsito: Líbia

Risco de Morte: Síria

Consumo de Carne: Austrália

Formação de Psicólogos: Argentina

Números de Homens Nascidos: Irã

Ateus: China (47% não acreditam em nada)

Alfabetizados: Coréia do Sul

Militares: Coréia do Norte

Idosos: Japão

Vítimas de Alcoolismo: Belarus

Consumo de Café: Finlândia

Consumo de Refrigerantes: México

Gatos como Bicho de Estimação: Rússia

Portadores do Vírus HIV: Suazilândia

Alguns dados não tão relevantes. Mas que dizem algo, ô se dizem.

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– O terremoto Trump começou!

Uau, que estrago tem feito Donald Trump em seus primeiros dias!

Começou rápido, cancelando o Acordo de Livre Comércio do Pacífico com uma canetada. Iniciou o polêmico muro da separação de fronteiras dos EUA e do México, querendo que os mexicanos paguem a conta (e se não pagarem, ele avisou que aumentará os impostos e pagará com os tributos). Agora, proibiu a entrada de refugiados de diversos países e ameaça a permanência de diversos estrangeiros. Chegou a afirmar nessa semana que se os sírios fossem cristãos, poderia até receber alguns, mas muçulmanos não.

Coitado do mundo moderno… o radicalismo falará mais alto?

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– El Salvador não quer mais mulheres grávidas devido ao Aedes Aegypti!

Se você está apavorado com o Zika Vírus, saiba que em outros lugares a coisa está mais assustadora ainda.

Quer um exemplo incrível?

O Governo de El Salvador pediu à população para que evite filhos até 2018. É isso mesmo: as autoridades imploram para que as mulheres não engravidem pelos próximos dois anos a fim de evitar a microcefalia.

Até onde isso vai, não?

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– Washington ou Pyongyang?

Um jovem alucinado versus um bilionário fanfarrão?

Coitado do planeta Terra… fiquei com arrepio quando vi esta foto.

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