– A Seleção de hoje e a do futuro.

Uma importante abordagem sobre a Seleção (em razão da eliminação no domingo) e o futuro,

em: https://youtu.be/LaUFDpcNRnk?is=Grv3gSl6F_TZv6Hn

– E a Seleção Brasileira está eliminada da Copa.

Uma equipe que não empolgou. Um Neymar como ex-jogador. Um treinador teimoso.

Não tem muito o que falar. Continuo achando que França e Argentina farão a final da Copa 2026.

Aguardemos 2030.

– Os camisas 10 da Seleção nas Copas do Mundo (desde 1950):

Olhe e compare: a Sagrada Camisa 10 da Seleção Brasileira já foi ostentava pelos seguintes atletas (abaixo):

– Os camisas 10 da Seleção nas Copas do Mundo (desde 1950):

Olhe e compare: a Sagrada Camisa 10 da Seleção Brasileira já foi ostentava pelos seguintes atletas (abaixo):

– Análise da Arbitragem de Brasil 2×1 Japão.

Maurizio Mariani, o árbitro italiano que apitou em Houston o jogo da Seleção Brasileira contra a Seleção Japonesa, não precisou se esforçar muito nessa contenda.

Jogo fácil de apitar, sem polêmicas ou lances difíceis. Como esperado, os japoneses procuraram apenas jogar futebol, e os cartões amarelos (para as duas equipes) foram justos. Nenhuma jogada maldosa (a suposta cotovelada em Gabriel Martinelli não foi intencional).

Houve ainda um pedido de pênalti por mão na bola do defensor japonês, mas não foi. Ali, foi lance de mão natural (se fosse um VAR brasileiro, ai ai ai).

Enfim, dentro do estilo de apitar de Mariani, correspondeu. Uma ou outra falta real não marcada por força da escola italiana de futebol, que permite rispidez.

Mas o futebol não é feito só de arbitragem, mas principalmente de atletas. E como numa novela, há personagens importantes nessa jornada:

  • O iluminado: Carlo Ancelotti. Afinal, ele tem Neymar e Martinelli no banco, e coloca Martinelli que faz o gol aos 50 minutos do segundo tempo.
  • O covarde: Hajime Moryiasu. O treinador japonês montou um time altamente disciplinado taticamente, mas recuou completamente depois do intervalo e “pediu” para tomar gol.
  • O xarope: Neymar. Enquanto todos estavam comemorando a vitória, o “menino Ney”, veteraníssimo, estava arranjando briga e discutindo, sendo contido pela comissão técnica.
  • O azarado: Danilo. Quando ele vira o jogo no meio de campo e o adversário rouba a bola (será que só eu me lembrei de Toninho Cerezo em 1982?), na hora imaginei que ele não havia visto o japonês por conta do uniforme do árbitro! Quem é da bola, sabe que as cores são referenciais para os atletas, e repare na jogada: o juizão (que tem o mesmo calção e meias pretas da Seleção Japonesa) está encobrindo o jogador que rouba a bola. Que azar do brasileiro.

Enfim, o Brasil segue na Copa do Mundo, mas confesso: a qualidade do futebol apresentado ainda não me convence. O que “abona” o treinador é que seus prováveis titulares estão machucados (Militão, Rodrygo, Raphinha, Wesley e Estevão). E podem estar fazendo a diferença.

– Análise da Arbitragem de Brasil 2×1 Japão.

Maurizio Mariani, o árbitro italiano que apitou em Houston o jogo da Seleção Brasileira contra a Seleção Japonesa, não precisou se esforçar muito nessa contenda.

Jogo fácil de apitar, sem polêmicas ou lances difíceis. Como esperado, os japoneses procuraram apenas jogar futebol, e os cartões amarelos (para as duas equipes) foram justos. Nenhuma jogada maldosa (a suposta cotovelada em Gabriel Martinelli não foi intencional).

Houve ainda um pedido de pênalti por mão na bola do defensor japonês, mas não foi. Ali, foi lance de mão natural (se fosse um VAR brasileiro, ai ai ai).

Enfim, dentro do estilo de apitar de Mariani, correspondeu. Uma ou outra falta real não marcada por força da escola italiana de futebol, que permite rispidez.

Mas o futebol não é feito só de arbitragem, mas principalmente de atletas. E como numa novela, há personagens importantes nessa jornada:

  • O iluminado: Carlo Ancelotti. Afinal, ele tem Neymar e Martinelli no banco, e coloca Martinelli que faz o gol aos 50 minutos do segundo tempo.
  • O covarde: Hajime Moryiasu. O treinador japonês montou um time altamente disciplinado taticamente, mas recuou completamente depois do intervalo e “pediu” para tomar gol.
  • O xarope: Neymar. Enquanto todos estavam comemorando a vitória, o “menino Ney”, veteraníssimo, estava arranjando briga e discutindo, sendo contido pela comissão técnica.
  • O azarado: Danilo. Quando ele vira o jogo no meio de campo e o adversário rouba a bola (será que só eu me lembrei de Toninho Cerezo em 1982?), na hora imaginei que ele não havia visto o japonês por conta do uniforme do árbitro! Quem é da bola, sabe que as cores são referenciais para os atletas, e repare na jogada: o juizão (que tem o mesmo calção e meias pretas da Seleção Japonesa) está encobrindo o jogador que rouba a bola. Que azar do brasileiro.

Enfim, o Brasil segue na Copa do Mundo, mas confesso: a qualidade do futebol apresentado ainda não me convence. O que “abona” o treinador é que seus prováveis titulares estão machucados (Militão, Rodrygo, Raphinha, Wesley e Estevão). E podem estar fazendo a diferença.

– Até onde a Seleção irá?

Vai até o fim, ou será eliminado em qual fase?

– Gol mal anulado do Brasil.

Explico o motivo do gol de Vinícius Jr ter sido legal,

em: https://youtube.com/shorts/Rh2b3bqS7VE?is=zMOYiWs8sacu5PlL

 

– Sobre o árbitro que apitará o jogo da Seleção Brasileira:

Já escrevemos sobre a arbitragem de Escócia vs Brasil. Em texto, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2026/06/24/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-escocia-x-brasil-rodada-3-da-copa-do-mundo-2026-2/

Agora, em vídeo, compartilho em: https://www.youtube.com/watch?si=YkwOMOLX51zaRgwb&v=igln9ISSsVY&feature=youtu.be

– A Seleção de 1958 à espera do Trem…

Recebi via LinkedIn essa imagem sobre a Seleção de 1958.

Aqui, não estou comparando os valores da época, a tecnologia e o talento dos atletas com da atual Seleção Brasileira. Mas que a imagem é curiosa…

Abaixo:

– Dunga expressou uma bobagem…

Que pisada na bola, Dunga!

Os jogadores têm que mentir ao torcedor?

Na imagem:

– Brasil respira: Ancelotti celebra primeira vitória na Copa.

Brasil goleia Haiti e respira na Copa; Ancelotti pede evolução. #Linkezine ⚽ O post Brasil respira: Ancelotti celebra primeira vitória na Copa …

Continua em: Brasil respira: Ancelotti celebra primeira vitória na Copa

– A Seleção de 1958 à espera do Trem…

Recebi via LinkedIn essa imagem sobre a Seleção de 1958.

Aqui, não estou comparando os valores da época, a tecnologia e o talento dos atletas com da atual Seleção Brasileira. Mas que a imagem é curiosa…

Abaixo:

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Brasil vs Haiti (Rodada 2 da Copa do Mundo 2026).

O árbitro espanhol Alejandro José Hernandéz, 43 anos, natural de Arrecife, há 12 anos no quadro da FIFA, apitará Brasil vs Haiti.

Hernandéz é respeitado na Espanha pela sua firmeza. Não titubeia em dar cartões vermelhos e exigir respeito. Já expulsou até Cristiano Ronaldo!

Acostumado a grandes jogos na UEFA Champions League, não deve ter problemas para essa jornada.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Brasil vs Haiti (Rodada 2 da Copa do Mundo 2026).

O árbitro espanhol Alejandro José Hernandéz, 43 anos, natural de Arrecife, há 12 anos no quadro da FIFA, apitará Brasil vs Haiti.

Hernandéz é respeitado na Espanha pela sua firmeza. Não titubeia em dar cartões vermelhos e exigir respeito. Já expulsou até Cristiano Ronaldo!

Acostumado a grandes jogos na UEFA Champions League, não deve ter problemas para essa jornada.

– Ancelotti está frustrando?

Você está gostando do que já mostrou a Seleção na Copa do Mundo 2026?

A mim, credito como  decepção. Marrocos foi muito melhor do que nós.

Alguém imaginaria tal combinação de resultados (na imagem) com a Seleção Brasileira de Ancelotti?

Claro, tudo pode mudar na Rodada 2 da Copa. Mas é frustrante

Imagino que contra o Haiti, muita coisa mudará. Ou não?

Aguardemos.

– A Seleção ideal, segundo a Web…

O Brasileiro é criativo…

Recebi essa observação sobre a Seleção ideal, via WhatsApp:

Cada uma…

– Ancelotti está frustrando?

Você está gostando do que já mostrou a Seleção na Copa do Mundo 2026?

A mim, credito como  decepção. Marrocos foi muito melhor do que nós.

Alguém imaginaria tal combinação de resultados (na imagem) com a Seleção Brasileira de Ancelotti?

Claro, tudo pode mudar na Rodada 2 da Copa. Mas é frustrante

Imagino que contra o Haiti, muita coisa mudará. Ou não?

Aguardemos.

– Sobre o Mundial de Futebol:

Puxa, que legal! Eu e o @marcosbonequini (ex-goleiro do SP), falamos sobre a Seleção Brasileira ao Jornal de Jundiaí.

Obrigado pelo carinho!

– Lesão de Wesley reacende debate sobre medicina esportiva e prevenção no futebol.

A lesão de Wesley expõe a urgência da medicina esportiva e da prevenção no futebol. #Linkezine 🩺 O post Lesão de Wesley reacende debate sobre …

Continua em: Lesão de Wesley reacende debate sobre medicina esportiva e prevenção no futebol

– Que pena, Wesley.

E o lateral direito Wesley, ex-Flamengo e atualmente na Roma, foi desconvocado da Seleção Brasileira e está fora da Copa do Mundo.

Que judiação…

Fico pensando: o auge da carreira do atleta é jogar um Mundial! O cara se prepara, vê o sonho se concretizando e… uma semana antes, em amistoso, se machuca.

Aliás, todo ano é assim: sempre algum(s) atleta(s) se machuca(m).

Por outro lado, Ederson vê a grande oportunidade de jogar a Copa, como sua convocação emergencial para o torneio.

Sorte de um, azar de outro…

– Sobre a convocação da Seleção Brasileira e o fator Neymar.

Carlo Ancelotti é sempre muito inteligente e respeitado nos grupos que trabalha. Mas… será que a convocação de Neymar não foi por pressão popular?

Eu acho que não… o treinador italiano é estrategista. Nas entrevistas em que disse sobre Neymar ter chance de ser convocado se estivesse 100% fisicamente (como qualquer outro candidato à vaga), era nítido que não queria que o jogador relaxasse e que desse o seu melhor.

Ancelotti iria levar consigo a responsabilidade de bater no peito e dispensar Neymar, como há 24 anos Felipão fez com Romário? Óbvio que não, pois Luís Felipe Scolari tinha Ronaldo. 

Pergunto: Neymar seria barrado para, respeitosamente, se levar o João Pedro ou Richarlysson? Não dá…

Com seus próprios jogadores pedindo a convocação do Menino Ney, ficou ainda mais lógico que Ancelotti dividiria a responsabilidade nesse momento. Se ganhar a Copa, méritos! Se perder, ninguém levará a culpa sozinho.

Um dos fatores (em minha modesta opinião): Carlo Ancelotti não encontrou um jogador com a qualidade técnica de Neymar (mesmo não estando em seu auge), nem um atleta símbolo. Vinícius Jr não foi o craque do Real Madrid com a camisa verde-amarela, Estevão se machucou e Rodrygo também.

Daqui alguns meses, saberemos: Neymar mudará a sua imagem perante a torcida brasileira, assim como Messi fez ao ganhar o Tricampeonato para a Argentina?

Aguardemos.

– Ancelotti resgata força do futebol brasileiro na Seleção para a Copa de 2026.

Sete atletas que atuam no Brasil foram convocados por Ancelotti para a Copa de 2026. #Linkezine 🇧🇷⚽ O post Ancelotti resgata força do futebol …

Continua em: Ancelotti resgata força do futebol brasileiro na Seleção para a Copa de 2026

– Neymar na Copa:

E agora, a Panini vai produzir uma figurinha do Menino Ney?

Eu me surpreendi com Neymar na Copa, visto que tanto Ancelotti o g=havia cobrado para estar 100%.

Falaremos disso em breve.

Imagem

– Sobre a convocação da Seleção Brasileira e o fator Neymar.

Carlo Ancelotti é sempre muito inteligente e respeitado nos grupos que trabalha. Mas… será que a convocação de Neymar não foi por pressão popular?

Eu acho que não… o treinador italiano é estrategista. Nas entrevistas em que disse sobre Neymar ter chance de ser convocado se estivesse 100% fisicamente (como qualquer outro candidato à vaga), era nítido que não queria que o jogador relaxasse e que desse o seu melhor.

Ancelotti iria levar consigo a responsabilidade de bater no peito e dispensar Neymar, como há 24 anos Felipão fez com Romário? Óbvio que não, pois Luís Felipe Scolari tinha Ronaldo. 

Pergunto: Neymar seria barrado para, respeitosamente, se levar o João Pedro ou Richarlysson? Não dá…

Com seus próprios jogadores pedindo a convocação do Menino Ney, ficou ainda mais lógico que Ancelotti dividiria a responsabilidade nesse momento. Se ganhar a Copa, méritos! Se perder, ninguém levará a culpa sozinho.

Um dos fatores (em minha modesta opinião): Carlo Ancelotti não encontrou um jogador com a qualidade técnica de Neymar (mesmo não estando em seu auge), nem um atleta símbolo. Vinícius Jr não foi o craque do Real Madrid com a camisa verde-amarela, Estevão se machucou e Rodrygo também.

Daqui alguns meses, saberemos: Neymar mudará a sua imagem perante a torcida brasileira, assim como Messi fez ao ganhar o Tricampeonato para a Argentina?

Aguardemos.

– Enfim: Ancelotti deve levar Neymar ou não para a Copa do Mundo?

Na próxima segunda-feira, enfim saberemos quem são os jogadores brasileiros que irão para a Copa do Mundo 2026.

Sem enrolar: Neymar deve ser convocado ou não?

– E a Seleção atual?

Assim foi em 2002…

Como será em 2026?

– Enfim: Ancelotti deve levar Neymar ou não para a Copa do Mundo?

Na próxima segunda-feira, enfim saberemos quem são os jogadores brasileiros que irão para a Copa do Mundo 2026.

Sem enrolar: Neymar deve ser convocado ou não?

– O interesse do brasileiro pela Seleção Brasileira.

Parece que a rejeição à Seleção Brasileira atingiu índice recorde. Segundo o DataFolha, 54% dos brasileiros não têm interesse pelo Escrete Canarinho.

Aí vem a percepção: quem gosta de futebol, prefere seu clube à Seleção!

Abaixo:

– A tolice das discussões das pré-listas fakes.

Eu já vi pelo menos 3 pré-listas de Ancelotti. Cada uma delas com uma relação de jogadores com vários nomes diferentes.

Como é que a gente pode discutir em cima de algo que não é real? Pré-lista não é convocação, é apenas para encher de nomes.

Alguém acha que atletas que nem jogaram com Ancelotti, de última hora, serão chamados? Esquece. Sejamos realistas.

– O interesse do brasileiro pela Seleção Brasileira.

Parece que a rejeição à Seleção Brasileira atingiu índice recorde. Segundo o DataFolha, 54% dos brasileiros não têm interesse pelo Escrete Canarinho.

Aí vem a percepção: quem gosta de futebol, prefere seu clube à Seleção!

Abaixo:

– A tolice das discussões das pré-listas fakes.

Eu já vi pelo menos 3 pré-listas de Ancelotti. Cada uma delas com uma relação de jogadores com vários nomes diferentes.

Como é que a gente pode discutir em cima de algo que não é real? Pré-lista não é convocação, é apenas para encher de nomes.

Alguém acha que atletas que nem jogaram com Ancelotti, de última hora, serão chamados? Esquece. Sejamos realistas.

– A Política e o Futebol: e o deputado que enviou um ofício à CBF para pedir Neymar?

O Deputado Federal Hélio Lopes, o “Hélio Negão”, do Partido Liberal, enviou um ofício à CBF pedindo a convocação de Neymar para compor o elenco da Seleção Brasileira que irá à Copa do Mundo 2026, alegando que ele não é “apenas um jogador”.

Ora, a Câmara dos Deputados é uma casa onde seus nobres parlamentares devem discutir o futuro da nação, elaborar leis em prol da população e fiscalizar o Executivo. Usar da sua “patente” para pedir jogador na Seleção, é uma finalidade indevida do cargo que ocupa. Há mais do que isso para se fazer em Brasília.

Eu lamento muito que, em ano eleitoral, se use do futebol para proveito político. E aqui, lembro que a demagogia no futebol existe desde sempre.

Lembremos de João Havelange, quando presidente da FIFA, com seu rodízio de continentes para agradar asiáticos e africanos, usou e abusou desse artifício (garantindo os votos dos países daquelas confederações e se elegendo). Aliás, a geopolítica da FIFA é diferente de tudo o que há: temos, representando a América, a Conmebol e a Concacaf. Ao invés de 5 continentes, para ela, o planeta tem 6.

Gianni Infantino, o atual presidente, em uma das festividades para a Copa 2026 deu um “Prêmio da Paz da FIFA”, inventado naqueles dias para presentear Donald Trump, o presidente dos EUA, por promover a pacificação do mundo (lembrando: Trump reivindicou um Nobel da Paz, mas quem a ele deu, foi a FIFA…). Aliás, a Rússia invadiu a Ucrânia e foi excluída das competições internacionais. Os EUA atacaram o Irã, e nada mudará (não estou isentando o governo iraniano de seus males causados, mas é uma observação de coerência / incoerência).

O próprio Infantinno, dias atrás, tentou fazer com que os representantes de Israel e Palestina dessem as mãos como gesto de conciliação, e isso causou um constrangimento… Ambos se negaram ao gesto e uma situação delicada ali se criou.

Voltando ao Brasil: é época de político vestir a camisa do seu time local e fazer demagogia. Aqui, o caso do deputado Hélio Negão tem uma particularidade: Neymar é confesso eleitor de Direita, e tem como candidato Bolsonaro. Se Neymar fosse de Esquerda, existiria tal ofício?

Para mostrar isenção do espectro ideológico desse texto: não nos esqueçamos que o “Estádio de Itaquera”, a atual “Arena Neo Química”, surgiu de uma conversa de Lula com a família Odebrecht. O CEO da construtora, Marcelo Odebrecht, em delação premiada contou que não queria a obra, pois não acreditava receber do Corinthians. E o patriarca e fundador da empresa, Emílio, justificou que era necessária a construção para atender o pedido de um “Amigo”.

Enfim: o pão-e-circo promovido pela Política através do Futebol sempre existiu, algumas vezes mais velada e em outras mais escancaradas, procurando atender os anseios dos interessados.

Diante disso, o leitor e o torcedor pensarão: “então, nem sempre os melhores são convocados para a Seleção Brasileira?” Óbvio que não! Em muitas vezes, a pressão de um empresário influente ou de um patrocinador podem implicar no nome a ser escolhido. Ou, exatamente ao contrário: por questões mercadológicas, um atleta patrocinado por um rival pode ser excluído.

Não sejamos ingênuos: a meritocracia é apenas um dos fatores levado em conta. Não nos esqueçamos: João Saldanha, comunista reconhecido, foi trocado por Jorge Mário Zagallo às vésperas da Copa de 70 por se recusar a convocar Dadá Maravilha (“O presidente escala o ministério, a seleção escalo eu”disse Saldanha a Emílio Garratuz Médici.)”.

E assim “a banda anda…”.

IN ENGLIH, by Gemini AI:

Federal Deputy Hélio Lopes, known as “Hélio Negão” from the Liberal Party, sent an official letter to the CBF (Brazilian Football Confederation) requesting the call-up of Neymar for the 2026 World Cup squad, claiming he is “not just a player.”

Now, the Chamber of Deputies is a house where its noble members should debate the nation’s future, draft laws for the benefit of the population, and oversee the Executive branch. Using one’s “rank” to request a player for the National Team is an improper use of the office held. There is much more to be done in Brasília.

I deeply regret that, in an election year, football is used for political gain. And here, I remind you that demagoguery in football has always existed. Let us remember João Havelange, when he was FIFA president; he used and abused the strategy of rotating continents to please Asians and Africans (securing votes from those confederations to get elected). In fact, FIFA’s geopolitics is unlike anything else: representing the Americas, we have Conmebol and Concacaf. Instead of five continents, for FIFA, the planet has six.

Gianni Infantino, the current president, during one of the festivities for the 2026 World Cup, presented a “FIFA Peace Award,” invented in those days to gift Donald Trump, the US President, for promoting world peace (remembering: Trump claimed a Nobel Peace Prize, but it was FIFA that gave him one…). Furthermore, Russia invaded Ukraine and was excluded from international competitions. The US attacked Iran, and nothing will change (I am not exonerating the Iranian government for the harm it caused, but it is an observation of consistency/inconsistency).

Infantino himself, a few days ago, tried to make the representatives of Israel and Palestine shake hands as a gesture of conciliation, which caused embarrassment… Both refused the gesture, creating a delicate situation.

Back to Brazil: it is the season for politicians to wear their local team’s jersey and engage in demagoguery. Here, Deputy Hélio Negão’s case has a peculiarity: Neymar is an avowed right-wing voter and supports Bolsonaro. If Neymar were left-wing, would such an official letter even exist?

To show the ideological impartiality of this text: let us not forget that the “Itaquera Stadium,” now the “Neo Química Arena,” arose from a conversation between Lula and the Odebrecht family. The construction company’s CEO, Marcelo Odebrecht, stated in a plea bargain that he did not want the project because he did not believe he would be paid by Corinthians. The company’s patriarch and founder, Emílio, justified that the construction was necessary to fulfill the request of a “Friend.”

In short: the “bread and circuses” promoted by Politics through Football has always existed—sometimes veiled, other times blatant—seeking to satisfy the interests of those involved. Given this, the reader and the fan will think: “So, the best are not always called up for the Brazilian National Team?” Obviously not! Many times, the pressure of an influential agent or a sponsor can dictate the chosen name. Or, quite the opposite: for marketing reasons, an athlete sponsored by a rival brand might be excluded.

Let us not be naive: meritocracy is only one of the factors taken into account. Let us not forget: João Saldanha, a known communist, was replaced by Jorge Mário Zagallo on the eve of the 1970 World Cup for refusing to call up Dadá Maravilha (“The President picks his cabinet; I pick the team,” Saldanha told Emílio Garrastazu Médici).

And that is how the world turns…

– A Política e o Futebol: e o deputado que enviou um ofício à CBF para pedir Neymar?

O Deputado Federal Hélio Lopes, o “Hélio Negão”, do Partido Liberal, enviou um ofício à CBF pedindo a convocação de Neymar para compor o elenco da Seleção Brasileira que irá à Copa do Mundo 2026, alegando que ele não é “apenas um jogador”.

Ora, a Câmara dos Deputados é uma casa onde seus nobres parlamentares devem discutir o futuro da nação, elaborar leis em prol da população e fiscalizar o Executivo. Usar da sua “patente” para pedir jogador na Seleção, é uma finalidade indevida do cargo que ocupa. Há mais do que isso para se fazer em Brasília.

Eu lamento muito que, em ano eleitoral, se use do futebol para proveito político. E aqui, lembro que a demagogia no futebol existe desde sempre.

Lembremos de João Havelange, quando presidente da FIFA, com seu rodízio de continentes para agradar asiáticos e africanos, usou e abusou desse artifício (garantindo os votos dos países daquelas confederações e se elegendo). Aliás, a geopolítica da FIFA é diferente de tudo o que há: temos, representando a América, a Conmebol e a Concacaf. Ao invés de 5 continentes, para ela, o planeta tem 6.

Gianni Infantino, o atual presidente, em uma das festividades para a Copa 2026 deu um “Prêmio da Paz da FIFA”, inventado naqueles dias para presentear Donald Trump, o presidente dos EUA, por promover a pacificação do mundo (lembrando: Trump reivindicou um Nobel da Paz, mas quem a ele deu, foi a FIFA…). Aliás, a Rússia invadiu a Ucrânia e foi excluída das competições internacionais. Os EUA atacaram o Irã, e nada mudará (não estou isentando o governo iraniano de seus males causados, mas é uma observação de coerência / incoerência).

O próprio Infantinno, dias atrás, tentou fazer com que os representantes de Israel e Palestina dessem as mãos como gesto de conciliação, e isso causou um constrangimento… Ambos se negaram ao gesto e uma situação delicada ali se criou.

Voltando ao Brasil: é época de político vestir a camisa do seu time local e fazer demagogia. Aqui, o caso do deputado Hélio Negão tem uma particularidade: Neymar é confesso eleitor de Direita, e tem como candidato Bolsonaro. Se Neymar fosse de Esquerda, existiria tal ofício?

Para mostrar isenção do espectro ideológico desse texto: não nos esqueçamos que o “Estádio de Itaquera”, a atual “Arena Neo Química”, surgiu de uma conversa de Lula com a família Odebrecht. O CEO da construtora, Marcelo Odebrecht, em delação premiada contou que não queria a obra, pois não acreditava receber do Corinthians. E o patriarca e fundador da empresa, Emílio, justificou que era necessária a construção para atender o pedido de um “Amigo”.

Enfim: o pão-e-circo promovido pela Política através do Futebol sempre existiu, algumas vezes mais velada e em outras mais escancaradas, procurando atender os anseios dos interessados.

Diante disso, o leitor e o torcedor pensarão: “então, nem sempre os melhores são convocados para a Seleção Brasileira?” Óbvio que não! Em muitas vezes, a pressão de um empresário influente ou de um patrocinador podem implicar no nome a ser escolhido. Ou, exatamente ao contrário: por questões mercadológicas, um atleta patrocinado por um rival pode ser excluído.

Não sejamos ingênuos: a meritocracia é apenas um dos fatores levado em conta. Não nos esqueçamos: João Saldanha, comunista reconhecido, foi trocado por Jorge Mário Zagallo às vésperas da Copa de 70 por se recusar a convocar Dadá Maravilha (“O presidente escala o ministério, a seleção escalo eu”disse Saldanha a Emílio Garratuz Médici.)”.

E assim “a banda anda…”.

IN ENGLIH, by Gemini AI:

Federal Deputy Hélio Lopes, known as “Hélio Negão” from the Liberal Party, sent an official letter to the CBF (Brazilian Football Confederation) requesting the call-up of Neymar for the 2026 World Cup squad, claiming he is “not just a player.”

Now, the Chamber of Deputies is a house where its noble members should debate the nation’s future, draft laws for the benefit of the population, and oversee the Executive branch. Using one’s “rank” to request a player for the National Team is an improper use of the office held. There is much more to be done in Brasília.

I deeply regret that, in an election year, football is used for political gain. And here, I remind you that demagoguery in football has always existed. Let us remember João Havelange, when he was FIFA president; he used and abused the strategy of rotating continents to please Asians and Africans (securing votes from those confederations to get elected). In fact, FIFA’s geopolitics is unlike anything else: representing the Americas, we have Conmebol and Concacaf. Instead of five continents, for FIFA, the planet has six.

Gianni Infantino, the current president, during one of the festivities for the 2026 World Cup, presented a “FIFA Peace Award,” invented in those days to gift Donald Trump, the US President, for promoting world peace (remembering: Trump claimed a Nobel Peace Prize, but it was FIFA that gave him one…). Furthermore, Russia invaded Ukraine and was excluded from international competitions. The US attacked Iran, and nothing will change (I am not exonerating the Iranian government for the harm it caused, but it is an observation of consistency/inconsistency).

Infantino himself, a few days ago, tried to make the representatives of Israel and Palestine shake hands as a gesture of conciliation, which caused embarrassment… Both refused the gesture, creating a delicate situation.

Back to Brazil: it is the season for politicians to wear their local team’s jersey and engage in demagoguery. Here, Deputy Hélio Negão’s case has a peculiarity: Neymar is an avowed right-wing voter and supports Bolsonaro. If Neymar were left-wing, would such an official letter even exist?

To show the ideological impartiality of this text: let us not forget that the “Itaquera Stadium,” now the “Neo Química Arena,” arose from a conversation between Lula and the Odebrecht family. The construction company’s CEO, Marcelo Odebrecht, stated in a plea bargain that he did not want the project because he did not believe he would be paid by Corinthians. The company’s patriarch and founder, Emílio, justified that the construction was necessary to fulfill the request of a “Friend.”

In short: the “bread and circuses” promoted by Politics through Football has always existed—sometimes veiled, other times blatant—seeking to satisfy the interests of those involved. Given this, the reader and the fan will think: “So, the best are not always called up for the Brazilian National Team?” Obviously not! Many times, the pressure of an influential agent or a sponsor can dictate the chosen name. Or, quite the opposite: for marketing reasons, an athlete sponsored by a rival brand might be excluded.

Let us not be naive: meritocracy is only one of the factors taken into account. Let us not forget: João Saldanha, a known communist, was replaced by Jorge Mário Zagallo on the eve of the 1970 World Cup for refusing to call up Dadá Maravilha (“The President picks his cabinet; I pick the team,” Saldanha told Emílio Garrastazu Médici).

And that is how the world turns…

– A FIFA explica à CBF os detalhes da arbitragem para a Copa do Mundo:

Carlo Ancelotti, Rodrigo Caetano, Juan e Rodrigo Martins Cintra estiveram nessa semana em reunião com a FIFA, falando sobre as novidades da Regra do Jogo e o comportamento dos árbitros para o Mundial 2026.

Segundo a CBF (em seu site) Massimo Bussaca e Pierluigi Colina ressaltaram que o antijogo será coibido durante o Mundial. Mas… que tipo de antijogo?

Basicamente, o retardamento do jogo (a cera), que pode ser na demora do reinício das partidas com faltas, tiros de meta, arremessos laterais e outras situações. Também com as substituições de jogadores e atendimento a atletas lesionados.

Sobre isso, você pode acessar esse pacote de mudanças em: https://professorrafaelporcari.com/2026/03/02/as-alteracoes-das-regras-do-jogo-para-a-temporada-2026-2027-explicadas-2/

Outra modalidade de antijogo são as simulações de pênaltis ou de agressões sofridas, além das reclamações à arbitragem.

Aqui, fica a pergunta pertinente: se a Comissão Técnica da Seleção Brasileira e o presidente da Comissão de Arbitragem estiveram lá e ouviram tudo isso, não é deveras importante que se aplicassem todas essas orientações no Campeonato Brasileiro (onde se vê um comportamento inadequado de indisciplina de jogadores, além de pouco tempo de bola rolando)?