– E o novo ranking da FIFA?

Eu, sinceramente, achei coerente: o Brasil está onde deve17ria, a Espanha faz jus à sua colocação, igualmente a Marrocos!

– A moça tem razão em relação à Seleção? O Flamengo venceria o time de Ancelotti?

Leio que a jornalista Renata Fan disse dias atrás:

“Hoje o Flamengo ganharia fácil da Seleção Brasileira”.

Quando eu era garoto, nos anos 80, era inadmissível imaginar um jogador da Seleção Brasileira ser titular no Escrete Canarinho e ser reserva em seu time. Só se convocava titular absoluto.

Nos anos 90/2000, me recordo de alguns amistosos da Seleção contra clubes estrangeiros (como Atheltic Bilbao, 1×1 no jogo festivo dos 100 anos, ou contra o Barcelona, na falha de Rogério Ceni).

Hoje, com multicraques de toda parte do mundo, alguns clubes como PSG, Manchester City ou Real Madrid são combinados de Seleções Mundiais. Penso que em um hipotético PSG vs Seleção Brasileira, os franceses venceriam sem muita dificuldade.

Agora, pensar em clube nacional vencendo a Seleção? Não sei… Mas se pararmos para analisar, em muitas posições do Mengão, há atletas melhor qualificados do que os de Ancelotti. Assim, creio que venceria.

Aconteceria a mesma coisa com o Palmeiras ou o Cruzeiro? Não sei. Mas a discussão é ótima!

– Hoje tem Índia vs Brasil. E você sabia que…

Curiosidade: nas Olimpíadas de 1948, a Índia se classificou e jogou a modalidade “Futebol” descalça!

Lembremo-nos que os hinduístas evitam calçar os pés por questões religiosas.

Em 1950, pela distância, pelo custo, pelo tempo de viagem (e por terem que jogar calçados, pois a regra exigia isso, os indianos abdicaram de jogar a Copa no Brasil)

E quando conseguirão jogar um Mundial?

Difícil… Mas penso que hoje será uma goleada do time de Ancelotti, pela fragilidade do adversário.

Bandeira Nacional da Índia com Ashok: vetor stock (livre de direitos)  2662955985 | Shutterstock

– A moça tem razão em relação à Seleção? O Flamengo venceria o time de Ancelotti?

Leio que a jornalista Renata Fan disse dias atrás:

“Hoje o Flamengo ganharia fácil da Seleção Brasileira”.

Quando eu era garoto, nos anos 80, era inadmissível imaginar um jogador da Seleção Brasileira ser titular no Escrete Canarinho e ser reserva em seu time. Só se convocava titular absoluto.

Nos anos 90/2000, me recordo de alguns amistosos da Seleção contra clubes estrangeiros (como Atheltic Bilbao, 1×1 no jogo festivo dos 100 anos, ou contra o Barcelona, na falha de Rogério Ceni).

Hoje, com multicraques de toda parte do mundo, alguns clubes como PSG, Manchester City ou Real Madrid são combinados de Seleções Mundiais. Penso que em um hipotético PSG vs Seleção Brasileira, os franceses venceriam sem muita dificuldade.

Agora, pensar em clube nacional vencendo a Seleção? Não sei… Mas se pararmos para analisar, em muitas posições do Mengão, há atletas melhor qualificados do que os de Ancelotti. Assim, creio que venceria.

Aconteceria a mesma coisa com o Palmeiras ou o Cruzeiro? Não sei. Mas a discussão é ótima!

– O talento do jogador de futebol mudou?

Carlo Ancelotti, antes do último amistoso da Austrália, disse:

“Este país é capaz de produzir talentos fantásticos. Eles fizeram isso nos anos 1950, com Pelé e com jogadores históricos, como Garrincha, Romário, Ronaldo, Neymar e Kaká. Agora há uma nova geração de jogadores: Vinicius Jr., Raphinha, Estêvão, Endrick… O problema é que o talento não faz a diferença de 20 anos atrás. O talento tem que ser sustentado pelo trabalho coletivo.”

Trocando em miúdos: na época de Kaká, Adriano, Ronaldo, Ronaldinho (aquele time de 2006 que se “perdeu em Weggis”, na Suíça, durante a Copa da Alemanha), o talento dos atletas resolvia mesmo que individualmente, sem precisar do coletivo. Hoje, 2026, sem coletivo, não adianta ter talento?

O que você acha dessa importante observação do treinador da Seleção Brasileira? Deixe o seu comentário:

– O talento do jogador de futebol mudou?

Carlo Ancelotti, antes do último amistoso da Austrália, disse:

“Este país é capaz de produzir talentos fantásticos. Eles fizeram isso nos anos 1950, com Pelé e com jogadores históricos, como Garrincha, Romário, Ronaldo, Neymar e Kaká. Agora há uma nova geração de jogadores: Vinicius Jr., Raphinha, Estêvão, Endrick… O problema é que o talento não faz a diferença de 20 anos atrás. O talento tem que ser sustentado pelo trabalho coletivo.”

Trocando em miúdos: na época de Kaká, Adriano, Ronaldo, Ronaldinho (aquele time de 2006 que se “perdeu em Weggis”, na Suíça, durante a Copa da Alemanha), o talento dos atletas resolvia mesmo que individualmente, sem precisar do coletivo. Hoje, 2026, sem coletivo, não adianta ter talento?

O que você acha dessa importante observação do treinador da Seleção Brasileira? Deixe o seu comentário:

– Deixem o Ancelotti trabalhar (por enquanto).

Não vou criticar Ancelotti pela escalação da Seleção.

Realmente é um novo momento do futebol. Ganhar, mas jogando mal.

É minha ignorância estranhar a locução do Brasil com: “De Otávio para Jair, Jair toca para Mauro Jr”…

São novos nomes. Que agarrem a chance.

– A favor ou não de paralisar o Brasileirão nas Datas-FIFA?

De fato, nessa época de amistosos internacionais totalmente sem importância e de jogos modorrentos, sentimos muita falta do Brasileirão. Diante disso, há muitas críticas sobre essas partidas desnecessárias.

Há, inclusive, pessoas que aleguem que não deveria-se parar o Campeonato Brasileiro, pois são poucos os atletas chamados à Seleção Brasileira.

Ora, isso é de uma tremenda bobagem. Hoje, a maior parte das equipes têm estrangeiros convocados para outras seleções nacionais. De tal forma, como ficariam Flamengo ou Palmeiras?

A questão principal não é a interrupção dos torneios, mas a existência desses amistosos, que dão prejuízo técnico e financeiro aos clubes. Mas ninguém peita a FIFA…

– Austrália vs Brasil: a Seleção não empolga…

Ninguém mobilizado ou empolgado pela Seleção Brasileira…

Agora, 07h, tem jogo do Escrete Amarelinho!

Vai passar batido para muita gente…

– A favor ou não de paralisar o Brasileirão nas Datas-FIFA?

De fato, nessa época de amistosos internacionais totalmente sem importância e de jogos modorrentos, sentimos muita falta do Brasileirão. Diante disso, há muitas críticas sobre essas partidas desnecessárias.

Há, inclusive, pessoas que aleguem que não deveria-se parar o Campeonato Brasileiro, pois são poucos os atletas chamados à Seleção Brasileira.

Ora, isso é de uma tremenda bobagem. Hoje, a maior parte das equipes têm estrangeiros convocados para outras seleções nacionais. De tal forma, como ficariam Flamengo ou Palmeiras?

A questão principal não é a interrupção dos torneios, mas a existência desses amistosos, que dão prejuízo técnico e financeiro aos clubes. Mas ninguém peita a FIFA…

– O Fiasco de Austrália 1×1 Brasil.

Jogar contra a Austrália, respeitosamente, é quase que uma “obrigação vencer”.

Um time com tantas estrelas no ataque (embora algumas sejam reservas em seus times, até porque hoje os clubes transnacionais são mais fortes do que Seleções), não pode ter um gol “chorado” no finalzinho.

Na partida onde vimos uma ligação direta “defesa-ataque” (o Brasil não tem meio-campistas, sendo obrigado a jogar no 4-2-4?), fico me perguntando: o esquema do treinador é por falta daquele Camisa 10 clássico, armador, “craque”, desequilibrante?

Ou é pura opção de Ancelotti?

Ainda: não nos iludamos, pois a safra de atletas é fraca.

Ou por fim, a frase (que discordo): “não existe mais bobo no futebol”?.

O certo é: a Seleção se tornou um time comum, cansativo de se assistir e sem carisma.

Será que Carlo Ancelotti não tem culpa em tudo isso também, além da CBF e dos próprios atletas?

Aliás, logo se ouvirá falar: tem técnico de clube e tem técnico de Seleção… outra frase polêmica.

– Vini Jr. é criticado na Espanha após empate do Brasil, enquanto Raphinha vive grande fase.

Vini Jr. enfrenta cobranças após atuação discreta pela Seleção, enquanto Raphinha mantém grande fase no Barcelona. ⚽ #Linkezine O post Vini Jr. é criticado na Espanha após empate do Brasil, enquanto Raphinha vive grande fase apareceu primeiro em Linkezine.

Continua em: Vini Jr. é criticado na Espanha após empate do Brasil, enquanto Raphinha vive grande fase

– O Fiasco de Austrália 1×1 Brasil.

Jogar contra a Austrália, respeitosamente, é quase que uma “obrigação vencer”.

Um time com tantas estrelas no ataque (embora algumas sejam reservas em seus times, até porque hoje os clubes transnacionais são mais fortes do que Seleções), não pode ter um gol “chorado” no finalzinho.

Na partida onde vimos uma ligação direta “defesa-ataque” (o Brasil não tem meio-campistas, sendo obrigado a jogar no 4-2-4?), fico me perguntando: o esquema do treinador é por falta daquele Camisa 10 clássico, armador, “craque”, desequilibrante?

Ou é pura opção de Ancelotti?

Ainda: não nos iludamos, pois a safra de atletas é fraca.

Ou por fim, a frase (que discordo): “não existe mais bobo no futebol”?.

O certo é: a Seleção se tornou um time comum, cansativo de se assistir e sem carisma.

Será que Carlo Ancelotti não tem culpa em tudo isso também, além da CBF e dos próprios atletas?

Aliás, logo se ouvirá falar: tem técnico de clube e tem técnico de Seleção… outra frase polêmica.

– Os jogadores da Seleção Brasileira, 16 anos atrás…

Em 2010, olhe só como era a Seleção Brasileira de Mano Menezes, após a saída de Dunga da Copa do Mundo da África do Sul:

A de hoje, dirigida por Carlo Ancelloti, é melhor ou não? Confesso que não sei responder. Que há jogadores com mais repercussão internacional, não se discute. Mas em questão de qualidade… sei lá!

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– Quantos, da lista de Ancelotti, estarão na Seleção Brasileira na Copa de 2030?

Em um tempo passado, quando se convocava a Seleção Brasileira, se perguntava: “O centroavante do Flamengo está na lista? Quem será o camisa 10? O zagueiro do Corinthians foi chamado?”

Claro, estamos em outro momento, de intensa globalização e de falta de identificação de muitos nomes com os clubes. Em tese, o torcedor quer ver o jogador do seu time, pela transferência de simpatia. Porém, hoje tudo mudou: até pelo fato de muitos jovens irem embora para o Exterior muito cedo, e não criarem laços com a torcida local, automaticamente se cria uma certa antipatia. Some-se a isso: a falta de criatividade dos nomes, com o fim dos apelidos.

Douglas Santos, Douglas Silva, Douglas Luiz, Douglas Costa… não confunde o torcedor?

A nova convocação de Carlo Ancelotti, respeitosamente, me faz pensar: quantos, desses 26, estarão na Copa de 2030? Ouço dizer que menos da metade…

Pior: meu amigo Zé Boca de Bagre, que não tem papas na língua, já cornetou: Cadê o Paquetá? Por que o Pedro só agora? 

– Quantos, da lista de Ancelotti, estarão na Seleção Brasileira na Copa de 2030?

Em um tempo passado, quando se convocava a Seleção Brasileira, se perguntava: “O centroavante do Flamengo está na lista? Quem será o camisa 10? O zagueiro do Corinthians foi chamado?”

Claro, estamos em outro momento, de intensa globalização e de falta de identificação de muitos nomes com os clubes. Em tese, o torcedor quer ver o jogador do seu time, pela transferência de simpatia. Porém, hoje tudo mudou: até pelo fato de muitos jovens irem embora para o Exterior muito cedo, e não criarem laços com a torcida local, automaticamente se cria uma certa antipatia. Some-se a isso: a falta de criatividade dos nomes, com o fim dos apelidos.

Douglas Santos, Douglas Silva, Douglas Luiz, Douglas Costa… não confunde o torcedor?

A nova convocação de Carlo Ancelotti, respeitosamente, me faz pensar: quantos, desses 26, estarão na Copa de 2030? Ouço dizer que menos da metade…

Pior: meu amigo Zé Boca de Bagre, que não tem papas na língua, já cornetou: Cadê o Paquetá? Por que o Pedro só agora? 

– Quantos estrangeiros no Botafogo x Palmeiras… quem Ancelotti pode ver?

Com tantos estrangeiros em Botafogo x Palmeiras, conta-se no dedo quem Carlo Ancelotti foi observar…

Em: https://youtu.be/64ChRA19u2s?is=3Lm8bhroWWf2QfMt

– Amistoso nessa data e contra quem, não faz sentido, né?

Há coisas que eu não entenderei: por exemplo, com as competições de clubes chegando nas fases decisivas, ter amistoso da Seleção Brasileira do outro lado do mundo e contra adversário inexpressivo.

Duas coisas a pensar: é para Ancelotti ter tempo para se preparar à Copa de 2030, ou é a mais lógica: muito dinheiro na parada…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

– Quem deve ser o próximo goleiro da Seleção Brasileira?

Excelente pergunta do jornalista Pedro Cunha: quem deve ser o próximo goleiro da Seleção Brasileira?

Aliás: quantos “frangos e erros” dos guarda-redes nesse final de semana Brasil afora…

– Quem deve ser o próximo goleiro da Seleção Brasileira?

Excelente pergunta do jornalista Pedro Cunha: quem deve ser o próximo goleiro da Seleção Brasileira?

Aliás: quantos “frangos e erros” dos guarda-redes nesse final de semana Brasil afora…

– O Ranking da FIFA, hoje, é coerente. Ou não?

Sempre há muitas controvérsias sobre rankings no futebol. O da FIFA é mais um deles. Porém, sejamos justos, existe uma metodologia e um critério muito interessante dele, que leva em conta as conquistas históricas e as recentes, baseadas em pesos.

Na classificação atual, a Espanha lidera, seguida por Argentina, França, Inglaterra, Brasil e Marrocos. Acho coerente.

Lembrando: o sorteio de cabeças-de-chave da FIFA para a Copa, leva em conta essa classificação.

E você: o que acha desse ranking?

Deixe o seu comentário:

– Todos os campeões da Copa do Mundo:

Até quando estaremos no topo das conquistas de títulos?

A Espanha e a França, nos últimos anos, estão vindo forte.

– O Ranking da FIFA, hoje, é coerente. Ou não?

Sempre há muitas controvérsias sobre rankings no futebol. O da FIFA é mais um deles. Porém, sejamos justos, existe uma metodologia e um critério muito interessante dele, que leva em conta as conquistas históricas e as recentes, baseadas em pesos.

Na classificação atual, a Espanha lidera, seguida por Argentina, França, Inglaterra, Brasil e Marrocos. Acho coerente.

Lembrando: o sorteio de cabeças-de-chave da FIFA para a Copa, leva em conta essa classificação.

E você: o que acha desse ranking?

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– Muricy Ramalho no The Noite e as críticas a Ancelotti.

Muitos não gostam do Muricy Ramalho, outros o amam. Mas ele deu uma entrevista, falando o que muitos não tiveram coragem de falar: os erros de Ancelotti, a falta de entendimento do futebol brasileiro, o excesso de “Europa” na Seleção e o fim do drible.

Vale a pena assistir, em: https://youtu.be/NplVEPJdcSw?si=L-RehibmN8iWMm3f

– E o que será que Ancelotti faria diferente?

Antigamente, uma multidão de jornalistas se aglomerava no aeroporto, aguardando a aterrisagem do avião da Seleção Brasileira, após o término de uma Copa do Mundo (tanto para as pertinentes perguntas pós-derrota, quanto para os festejos pós-vitória).

Hoje, pouquíssimos atletas retornam ao Brasil. Muitos vão para as suas residências no Exterior ou ainda direto para férias em lugares paradisíacos.

Se, num exercício hipotético, Carlo Ancelotti voltasse ao Brasil e pudesse te dar uma entrevista: o que você perguntaria?

Eu não tenho dúvida: gostaria de saber quais seus arrependimentos depois da competição: se mudaria o esquema tático reativo, se teria outra formação ou escalação no meio-campo, ou ainda se procuraria entender um pouco mais os adversários.

E as suas perguntas, quais seriam?

– Os mais vitoriosos das Copas… fora!

As 3 Seleções Mundiais que são as maiores campeãs de Copas do Mundo são: Brasil (5 títulos), Itália (4) e Alemanha (4).

Curiosamente, nas quartas-de-final em 2026, nenhuma delas está lá (lembrando que a Itália nem se classificou).

A pergunta é: a geografia do futebol mundial está mudando, ou é só uma “fase ruim” das três?

– A Seleção de hoje e a do futuro.

Uma importante abordagem sobre a Seleção (em razão da eliminação no domingo) e o futuro,

em: https://youtu.be/LaUFDpcNRnk?is=Grv3gSl6F_TZv6Hn

– Os mais vitoriosos das Copas… fora!

As 3 Seleções Mundiais que são as maiores campeãs de Copas do Mundo são: Brasil (5 títulos), Itália (4) e Alemanha (4).

Curiosamente, nas quartas-de-final em 2026, nenhuma delas está lá (lembrando que a Itália nem se classificou).

A pergunta é: a geografia do futebol mundial está mudando, ou é só uma “fase ruim” das três?

– E a Seleção Brasileira está eliminada da Copa.

Uma equipe que não empolgou. Um Neymar como ex-jogador. Um treinador teimoso.

Não tem muito o que falar. Continuo achando que França e Argentina farão a final da Copa 2026.

Aguardemos 2030.

– Os camisas 10 da Seleção nas Copas do Mundo (desde 1950):

Olhe e compare: a Sagrada Camisa 10 da Seleção Brasileira já foi ostentava pelos seguintes atletas (abaixo):

– Os camisas 10 da Seleção nas Copas do Mundo (desde 1950):

Olhe e compare: a Sagrada Camisa 10 da Seleção Brasileira já foi ostentava pelos seguintes atletas (abaixo):

– Análise da Arbitragem de Brasil 2×1 Japão.

Maurizio Mariani, o árbitro italiano que apitou em Houston o jogo da Seleção Brasileira contra a Seleção Japonesa, não precisou se esforçar muito nessa contenda.

Jogo fácil de apitar, sem polêmicas ou lances difíceis. Como esperado, os japoneses procuraram apenas jogar futebol, e os cartões amarelos (para as duas equipes) foram justos. Nenhuma jogada maldosa (a suposta cotovelada em Gabriel Martinelli não foi intencional).

Houve ainda um pedido de pênalti por mão na bola do defensor japonês, mas não foi. Ali, foi lance de mão natural (se fosse um VAR brasileiro, ai ai ai).

Enfim, dentro do estilo de apitar de Mariani, correspondeu. Uma ou outra falta real não marcada por força da escola italiana de futebol, que permite rispidez.

Mas o futebol não é feito só de arbitragem, mas principalmente de atletas. E como numa novela, há personagens importantes nessa jornada:

  • O iluminado: Carlo Ancelotti. Afinal, ele tem Neymar e Martinelli no banco, e coloca Martinelli que faz o gol aos 50 minutos do segundo tempo.
  • O covarde: Hajime Moryiasu. O treinador japonês montou um time altamente disciplinado taticamente, mas recuou completamente depois do intervalo e “pediu” para tomar gol.
  • O xarope: Neymar. Enquanto todos estavam comemorando a vitória, o “menino Ney”, veteraníssimo, estava arranjando briga e discutindo, sendo contido pela comissão técnica.
  • O azarado: Danilo. Quando ele vira o jogo no meio de campo e o adversário rouba a bola (será que só eu me lembrei de Toninho Cerezo em 1982?), na hora imaginei que ele não havia visto o japonês por conta do uniforme do árbitro! Quem é da bola, sabe que as cores são referenciais para os atletas, e repare na jogada: o juizão (que tem o mesmo calção e meias pretas da Seleção Japonesa) está encobrindo o jogador que rouba a bola. Que azar do brasileiro.

Enfim, o Brasil segue na Copa do Mundo, mas confesso: a qualidade do futebol apresentado ainda não me convence. O que “abona” o treinador é que seus prováveis titulares estão machucados (Militão, Rodrygo, Raphinha, Wesley e Estevão). E podem estar fazendo a diferença.

– Análise da Arbitragem de Brasil 2×1 Japão.

Maurizio Mariani, o árbitro italiano que apitou em Houston o jogo da Seleção Brasileira contra a Seleção Japonesa, não precisou se esforçar muito nessa contenda.

Jogo fácil de apitar, sem polêmicas ou lances difíceis. Como esperado, os japoneses procuraram apenas jogar futebol, e os cartões amarelos (para as duas equipes) foram justos. Nenhuma jogada maldosa (a suposta cotovelada em Gabriel Martinelli não foi intencional).

Houve ainda um pedido de pênalti por mão na bola do defensor japonês, mas não foi. Ali, foi lance de mão natural (se fosse um VAR brasileiro, ai ai ai).

Enfim, dentro do estilo de apitar de Mariani, correspondeu. Uma ou outra falta real não marcada por força da escola italiana de futebol, que permite rispidez.

Mas o futebol não é feito só de arbitragem, mas principalmente de atletas. E como numa novela, há personagens importantes nessa jornada:

  • O iluminado: Carlo Ancelotti. Afinal, ele tem Neymar e Martinelli no banco, e coloca Martinelli que faz o gol aos 50 minutos do segundo tempo.
  • O covarde: Hajime Moryiasu. O treinador japonês montou um time altamente disciplinado taticamente, mas recuou completamente depois do intervalo e “pediu” para tomar gol.
  • O xarope: Neymar. Enquanto todos estavam comemorando a vitória, o “menino Ney”, veteraníssimo, estava arranjando briga e discutindo, sendo contido pela comissão técnica.
  • O azarado: Danilo. Quando ele vira o jogo no meio de campo e o adversário rouba a bola (será que só eu me lembrei de Toninho Cerezo em 1982?), na hora imaginei que ele não havia visto o japonês por conta do uniforme do árbitro! Quem é da bola, sabe que as cores são referenciais para os atletas, e repare na jogada: o juizão (que tem o mesmo calção e meias pretas da Seleção Japonesa) está encobrindo o jogador que rouba a bola. Que azar do brasileiro.

Enfim, o Brasil segue na Copa do Mundo, mas confesso: a qualidade do futebol apresentado ainda não me convence. O que “abona” o treinador é que seus prováveis titulares estão machucados (Militão, Rodrygo, Raphinha, Wesley e Estevão). E podem estar fazendo a diferença.

– Até onde a Seleção irá?

Vai até o fim, ou será eliminado em qual fase?

– Gol mal anulado do Brasil.

Explico o motivo do gol de Vinícius Jr ter sido legal,

em: https://youtube.com/shorts/Rh2b3bqS7VE?is=zMOYiWs8sacu5PlL