– “Strange World” mostra que as crianças querem o “simples”.

Politizar, sexualizar ou polemizar produções infantis não é o correto. Criança não quer pautas adultas, e ao colocar isso em “Strange World”, a Disney fracassou (e aqui não tem nada de homofobia ou algo que o valha, mas sim questões de mercado e educação).

Abaixo, extraído de: https://revistaoeste.com/mundo/animacao-da-disney-com-romance-adolescente-gay-fracassa-na-estreia/

ANIMAÇÃO DA DISNEY COM ROMANCE ADOLESCENTE GAY FRACASSA NA ESTREIA

Venda de ingressos de Strange World já é considerada como uma das piores em fins de semana de lançamento de animações do estúdio

A mais recente animação da Disney, Strange World (Mundo Estranho), cujo enredo incluiu um romance adolescente gay, estreou na quarta-feira 23, nos Estados Unidos, com um fracasso nas bilheterias. No primeiro dia de exibição, as vendas de ingressos chegaram a US$ 4,2 milhões, um valor muito aquém do esperado pelo estúdio. Em 2021, quando Encanto foi lançado no Feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, a arrecadação do primeiro dia foi de US$ 7,5 milhões. E Encanto tinha sido uma das piores estreias da Disney.

Nos dias seguintes do feriado, o fracasso de Strange World se confirmou. Exibido em quase 4,2 mil salas norte-americanas, o filme arrecadou US 18,6 milhões. A expectativa inicial da Disney era faturar entre US$ 30 milhões e US$ 40 milhões nos cinco primeiro dias de exibição

Segundo a imprensa norte-americana, a venda de ingressos inaugurais para Strange World já é considerada como um dos piores fins de semana de abertura da Disney nos tempos modernos. “É um resultado terrível para a aventura animada com orçamento de US$ 180 milhões”, escreveu Brent Lang, da Variety, observando que o último filme de animação da Disney no Dia de Ação de Graças, Encanto, foi considerado uma decepção, depois de arrecadar US$ 40,3 milhões no fim de semana prolongado.

A Disney afastou muitos fãs no início deste ano, quando apresentou um beijo lésbico em Lightyear, o último capítulo de sua franquia Toy Story, que arrecadou apenas US$ 51 milhões na primeira semana de estreia.

Strange World conta a história do adolescente gay Ethan, dublado por Jaboukie Young-White, que tem o apoio de seus amorosos pais birraciais, Searcher (Jake Gyllenhaal) e Meridian (Gabrielle Union). A família rejeita sua lendária herança como exploradores da fazenda, mas acaba voltando para os negócios da família para caçar o pai de Searcher, Jaeger (Dennis Quaid), que desapareceu quando ele era criança. Sua busca, auxiliada por seu cachorro deficiente, os leva a Avalonia, um mundo estranho com um ecossistema frágil. Ethan luta para superar sua timidez em torno de seu interesse amoroso, um garoto chamado Diazo.

O site Daily Wire ressaltou que, além de fracassar nas bilheterias, “Strange World não mantém a tradição de sucesso da animação da Disney”. Ele ganhou uma classificação CinemaScore de B, a classificação mais baixa de todos os tempos para um filme de animação da Disney. Todo filme de animação da Disney, desde A Bela e a Fera, recebeu algum tipo de nota A, de A+ a A-.

As ações da Disney caíram mais de 33% no ano passado, o que também pode ter sido influenciado pela crise global, mas especialmente pela forma com que a empresa tem incluído ideologia de gênero em seus filmes e em suas políticas internas de recursos humanos.

No domingo 19, a empresa anunciou a demissão do presidente-executivo Bob Chapek, contratado havia dois anos e que deu impulso à política woke na empresa. No lugar dele, o estúdio recontratou Bob Iger, que foi o CEO da empresa durante 15 anos, até 2020.

'Strange World' vendeu menos ingressos que outras 'decepções', como 'Encanto', em 2021 | Foto: Reprodução/YouTube

‘Strange World’ vendeu menos ingressos que outras ‘decepções’, como ‘Encanto’, em 2021 | Foto: Reprodução/YouTube

– Indiana Jones e o Chamado do Destino!

Ôpa! Tudo sobre o último filme de Indiana Jones com Harrison Ford, revelado há pouco, através do Omelete!

No link em: https://www.omelete.com.br/indiana-jones/trailer-de-novo-indiana-jones-e-cheio-de-referencias-a-trilogia-original-veja/#14

Serei o primeiro da fila do Cinema…

Imagem extraída do Link acima.

– Os poderes mais estranhos do Superman!

Se você curte histórias de Super-heróis como eu, não tem como não achar curiosa essa matéria: os poderes mais esquisitos do Superman que talvez você saiba ou tenha esquecido, e outros que nem imaginou!

Extraído de: https://meiobit.com/417422/os-13-poderes-mais-bizarros-do-superman/amp/

OS 13 PODERES MAIS BIZARROS DO SUPERMAN

Superman tem um monte de poderes, alguns obscuros, outros conhecidos, mas alguns extremamente ridículos. Leia e veja quantos você já conhecia.

por Carlos Cardoso

Superman é um dos mais antigos e amados super-heróis, representando ideais mais que americanos, mas humanos. Ao mesmo tempo ele é um sujeito que usa a cueca por cima da calça, começou como vilão e tem seu visual baseado nos fortões que se apresentavam em circos de subúrbio.

Hoje vemos brigas no Fandom com gente que leva a sério demais seus personagens de estimação, então vamos relembrar algumas histórias da Era de Ouro, como alerta para não tratar gibis como escrituras sagradas. Sim, há lições morais, textos magníficos, histórias reais de como Superman influenciou positivamente outros, mas também há a parte boba, e é essa que vamos explorar hoje.

1- Superforça

Tá, eu sei, superforça é o principal poder do Superman, mas houve uma época em que os roteiristas perderam a mão, e Kal-El se tornou basicamente onipotente. Ele chegou a arrastar um sistema solar inteiro para o outro lado do Universo. Se eu tivesse uma semana não conseguiria listar todos os motivos pelos quais isso não daria certo. Felizmente ele foi aos poucos nerfado, pois nada mais tedioso que um personagem onipotente.

2  Superveterinária

Em um painel de uma história aleatória o Sup aparece dizendo que vai usar a visão de calor para castrar um pobre cachorro. Isso é crueldade com animais, exercício ilegal da profissão e uma forma complicada de fazer cachorro-quente.

3 – Super-fricção

Talvez inspirado pelo Batman de Adam West, que usava o prefixo “bat” pra tudo, Superman usa fricção para soldar as barras de uma cela, mas como ele tem que ser o diferentão, vira “Super-fricção”. A curiosidade: Você não precisa ser um kryptoniano com poderes esquisitos para usar solda por fricção. É uma técnica industrial comum:

4 – Supermatemática

Não sei a quantas anda o sistema educacional de Krypton, eu culpo o Paulo Freire, mas não há absolutamente nada de super no cálculo básico, mas como Bruce cansa de dizer, Clark é muito músculo e pouco cérebro.

5 – SuperTelepatia

Superman já foi telepata. Sério. Ele era capaz de ler pensamentos, se comunicar mentalmente com os superbichos e até influenciar outros personagens com seus poderes mentais. Ele era tão poderoso que conseguia ler até a mente do aparelho telefônico.

6 – Super… beijo?

É canônico. Ao contrário de Steve Rogers, Superman não era BV. Ele usava seu superpoder para dar uma canseira na Lois, deixando a moça tonta e sem ar, conseguindo a admiração e inveja dos outros homens. Era uma fase bem mais benigna do que aquele beijo boa-noite cinderela que o Clark aplicou na Lois em Superman II.

7 – Super-Mini-Supermen

Certa vez Superman materializou o poder de… emitir pequenos Supermen através de suas mãos. Não, não me peça para explicar, não ganho o bastante para ser forçado a ler essa história completa.

8 – Supermetamorfose

Releia a explicação do ítem 7 e troque o nome dos poderes.

9 Super-Tradução

Por algum motivo Superman, que se impressiona com contas de ensino fundamental, tem um super-intelecto e por causa disso entende imediatamente todo idioma que encontra. Isso não faz sentido nem no Universo dos quadrinhos.

10 – Super-Tecelagem

Você é rápido, Clark, só isso. Você é rápido, não precisa chamar tudo que faz em super-velocidade de super-alguma coisa. Você é rápido.

11 – Super-Ventriloquismo

Não me peça para explicar, mas em várias histórias Superman se livra de situações complicadas usando… super-ventriloquismo. E mais ainda, não só ele tem o poder, Krypto, o super-cão também.

12 – Super-Diversidade e Super-Alabama

Em uma história que varia entre o questionável e o lamentável, Peter David fez com que Superman se apaixonasse e se casasse com Supergirl, que na versão pré-Crise era Linda Danvers, e não sua prima Kara Zor-El, embora fossem idênticas e Clark achasse que eram a mesma pessoa.

Para piorar é a única aparição da Kryptonita Rosa, uma substância que deu ao Superman o poder de… achar o Jimmy Olsen gatinho.

13 – Super-Emblema

Superman II é um filme… complicado. Por um lado tem o General Zod de Terence Stamp, um delicioso vilão da velha guarda, por outro lado… temos a inexplicável cena em que Superman descola uma versão em celofane de seu emblema e a atira contra Non, um dos kryptonianos que invadiram a Fortaleza da Solidão. lembro até hoje  do “hamm?” coletivo que o cinema soltou. Até hoje não entendi. Nem sei se quero.

– Carreta Furacão: o Empreendimento do Entretenimento.

O brasileiro é criativo!

Voltou à moda a “Carreta Furacão”, um caminhão onde personagens animados dançam e fazem palhaçadas em meio a passeios urbanos.

E você sabia que já são 5 veículos temáticos, conforme a idade e o interesse?

Esse é o espírito empreendedor tupiniquim! Pena que, acredite, já há “Carreta Furacão Fake”.

Assista em: https://youtu.be/Xou7IQYx8bQ

– A Origem do Jogo da Velha?

Jogo da Velha? Por quê esse nome?

Saiba: esse tradicional jogo só leva esse nome no Brasil, e ele surgiu dos… bordados!

Abaixo, extraído de: https://super.abril.com.br/blog/oraculo/por-que-o-jogo-da-velha-tem-esse-nome/

POR QUÊ O JOGO DA VELHA TEM ESSE NOME?

Essa é mais velha que suas avós Lourdes e Maria José.

Os primórdios do jogo remontam à Antiguidade, embora esse não fosse o nome usado naquela época. A expressão brasileira deriva de um costume de idosas britânicas.

No século 19, era comum as senhoras se reunirem para jogar noughts and crosses (zeros e cruzes) enquanto bordavam e conversavam. Foi assim que o passatempo virou “jogo das velhas” e depois simplificado para “jogo da velha”. Mas também pode chamar de cerquilha, jogo do galo ou tic-tac-toe.

Imagem extraída de: http://jornalheiros.blogspot.com/2016/08/jogo-da-velha.html

– Adão Negro é muito bom!

Acabei de voltar do cinema e assisti Adão Negro. É ótimo filme!

Nada de cenas sombrias, de uma luta só (e interminável). São várias cenas de ação, mas curtas e variadas. Uma história lógica, com momentos de imprevisibilidade. Claro, com “forçação de barra” como a de qualquer filme de herói, mas muito legal.

Parece que a DC acertou a mão. Não tem nada a ver com filmes da Marvel, mas é um “diferente que me agrada”.

Aliás, a sacada da Sociedade da Justiça foi ótima!

Imagem: divulgação DC.

– Bernardo, o personagem com nanismo da Turma da Mônica!

Vida longa a Maurício de Sousa, que continua merecendo aplausos pelos seus personagens divertidos e inclusivos.

Agora, é a vez de estrear um personagem com nanismo. Politicamente incorreto, o termo “anão” felizmente é deixado de lado e o assunto, muitas vezes usado como deboche, passa a ser tratado com carinho.

Abaixo, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/10/turma-da-monica-lanca-personagem-com-nanismo-inspirado-em-menino-de-8-anos.shtml?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=twfolha

TURMA DA MÔNICA LANÇA PERSONAGEM COM NANISMO

Novo livro busca conscientizar crianças contra o preconceito e na defesa de uma sociedade mais inclusiva

Por Havolene Valinhos

A “Turma da Mônica” lança em 25 de outubro o livro “Nosso Amigo com Nanismo”. A data foi escolhida por marcar o Dia Nacional do Combate ao Preconceito às Pessoas com Nanismo.

O novo personagem é inspirado em um menino real, Bernardo, 8, de Caxias do Sul (RS), que tem acondroplasia, a forma mais comum de nanismo. Estima-se que, a cada 25 mil nascimentos, uma criança nasça com a síndrome genética, que afeta o crescimento normal dos ossos, resultando em um indivíduo cuja altura é muito menor que a média de toda a população.

O livro conta a história do garoto no seu primeiro dia de aula na Escola Limoeiro, onde estudam Mônica, Cebolinha, Magali, Cascão e outros personagens da turminha. Assim que chegam à sala de aula e encontram Bernardo, todos começam a questionar sua baixa estatura. A partir daí, ele conta sua história, fala sobre as dificuldades das pessoas com nanismo e mostra que somente o conhecimento e a informação podem tornar a sociedade mais inclusiva.

A mãe de Bernardo, Flávia Berti Hoffmann, acredita que a inserção do personagem no universo da “Turma da Mônica” fará uma grande diferença para todas as pessoas que têm nanismo.

“Temos que nos esforçar para mostrar para a sociedade que as pessoas com nanismo têm o direito de viver uma vida normal, e que o papel de todos é contribuir para que isso ocorra de uma maneira natural, sem preconceito. Então, a ‘Turma da Mônica’ levar conhecimento às crianças é um sonho realizado”, afirma.

Ela diz que o livro não foi motivado por nenhum episódio de bullying sofrido por Bernardo, mas pensado como uma maneira de conscientizar outras pessoas sobre o nanismo, começando pelas crianças. “O Bernardo é bem-resolvido. Escolhemos para ele uma escola inclusiva, com outras crianças com deficiência, sempre foi bem acolhido.”

Preconceito

Nanismo é como popularmente é conhecida a deficiência de crescimento, uma comorbidade decorrente de osteocondrodisplasias (displasias esqueléticas) ou alterações na produção do hormônio de crescimento, que resulta em uma pessoa com baixa estatura. Um indivíduo com nanismo alcança uma estatura de 70 cm a 1,40 m, dependendo da condição que o afeta.

Hoffmann conta que apenas na trigésima semana de gestação foram observados alguns atrasos no crescimento dos ossos de Bernardo, mas os médicos ainda não podiam fechar um diagnóstico. Não havia nenhum caso em ambas famílias. “Na hora, ficamos muito abalados, começamos a pesquisar sobre o assunto na internet e tudo parecia muito negativo.”

Com dois meses de vida, por meio de um exame genético, foi confirmado o nanismo. Mas Bernardo teve um bom desenvolvimento. “A fisioterapia foi essencial.”

Para Juliana Yamin, presidente do INN (Instituto Nacional de Nanismo), a iniciativa da “Turma da Mônica” é fundamental e colabora com um forte desejo da comunidade, o de tentar construir uma nova geração de pessoas com nanismo mudando a mentalidade dos pais.

“Antigamente, quem tinha uma criança com deficiência não saía de casa. Assim, o preconceito que está dentro de casa vai para a sociedade. Buscamos o empoderamento dos pais sobre a capacidade de seus filhos de lidarem com as situações e o preconceito ao longo da vida.”

Nesse sentido, ela afirma que poder contar com um personagem que trabalha o lúdico e também fala de conscientização é um grande ganho. “A informação é a maior arma contra o preconceito, que é aceito e arraigado há muitas gerações.”

A ativista tem um filho com nanismo, Gabriel Yamin, 15, que lidera o Movimento Somos Todos Gigantes. “Sempre o ensinamos a lidar com os olhares. De modo geral, a sociedade tem muita empatia com a criança e o adolescente com nanismo, mas os adultos reclamam demais do que precisam enfrentar diariamente.”

Ela diz que recebe relatos frequentes de adultos com nanismo que foram filmados ou fotografados sem autorização e tiveram suas imagens atreladas a memes na internet. “Manter-se mentalmente saudável é muito difícil. Por isso, várias pessoas se escondem, o que dificulta a obtenção de dados para um censo, por exemplo.”

5º Encontro Nacional de Nanismo   

O Instituto Nacional de Nanismo realiza entre os dias 21 e 23 de outubro,  no parque Beto Carrero World (Penha, Santa Catarina), um encontro que deve reunir mais de 300 pessoas com nanismo de todas as regiões. 

Para Juliana Yamin, é a chance de conectar as famílias, mostrar para as crianças que elas não são as únicas com as características, conversar com adultos, discutir o que é necessário fazer pela comunidade. “Encontrar é para nós uma palavra tão valiosa, porque é tão raro encontrar pessoas com as mesmas características ou famílias que vivam as mesmas realidades.”

Imagem extraída de: https://www.psicologiasdobrasil.com.br/turma-da-monica-ganha-personagem-com-nanismo-inspirado-em-menino-do-rs/ (Turma da Mônica ganha personagem com nanismo baseado em menino de Caxias do Sul — Foto: Culturama/Divulgação)

Bernardo Hoffmann virou personagem da Turma da Mônica — Foto: Arquivo Pessoal

– Oscar Isaac voltará para uma nova temporada de Cavaleiro da Lua?

Oscar Isaac é o ator que interpretou Cavaleiro da Lua, da Marvel, e viveu os personagens Mark e Steve. Diante do sucesso da série, o ator falou que não faria uma 2ª temporada, pois o “personagem duplo” era desgastante e mexia com a mente.

De fato, deve ser difícil interpretar esse trabalho, pois mexe demais com o equilíbrio das emoções. Porém, a série deixou o gancho para uma nova temporada, e dificilmente se trocaria o ator!

Eis que, ao que parece, depois de “fazer um doce” para barganhar, pela primeira vez Oscar Isaac disse que conversaria para reviver Mark / Steve. Claramente, uma jogada para pedir um “caminhão de dinheiro” – e o terá!

Em: https://www.omelete.com.br/marvel-cinema/cavaleiro-da-lua-2a-temporada-possivel

Cavaleiro da Lua: conheça o protagonista da nova série da Marvel - TMDQA!

Imagem extraída de: https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2022/01/20/quem-e-cavaleiro-da-lua-marvel/

– Zé Carioca: O que ele tem a ver com Jundiaí?

Meu personagem favorito do mundo de Walt Disney não é nenhum americano como o Mickey ou o Tio Patinhas. Mas é alguém brasileiro da gema: o mais carioca dos Josés: o Zé Carioca, que fez aniversário na última semana!

Curiosidades:

-o papagaio só surgiu pois o irmão de Walt Disney, Roy Disney, queria que o irmão criasse um personagem latino para a política da boa vizinhança.

-quer mais incorreto do que não trabalhar, fazer dívidas e não pagar, dar golpes e fumar charuto? A patrulha do politicamente correto conseguiu que o papagaio não fumasse mais (o que concordo), mas ainda bem que o malandro ainda não despertou a vontade de trabalhar (para isso existe o Zé Paulista, seu primo de SP workaholic), nem pagou a Anacozeca (Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca), tampouco cortou a Feijoada e a Jaca (coitado do Pedrão…) e muito menos deixou de manipular resultados do Vila Xurupita FC (abra o olho, juizada)! Se tirassem esses defeitos do Zé, perderia a graça… ah, esqueci: ainda bem que continua enrolando a periquita Rosinha e enganando o sogro Rocha Vaz!

-por fim: na sua estréia no cinema com o Pato Donald e a Carmem Miranda, conhecemos a voz do papagaio, que foi emprestada do jundiaiense José do Patrocínio!

Qual figurino do Zé você prefere: o antigo, de gravata e guarda-chuva, o do final dos anos 80, com camiseta branca e calça azul, ou o mais novo, de boné e bermuda?

Extraído do Estadão (quando dos aniversário de 70 anos): http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,setentao-louro-e-carioca,955398,0.htm

SETENTÃO LOURO E CARIOCA

Edição especial comemora sete décadas de malandragem e polêmicas do Zé Carioca

por Jotabê Medeiros

Papagaio! A exemplo de Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, o Zé Carioca tá fazendo 70 anos!

Trata-se de uma data importante para o “carioca way of life“. O personagem Zé Carioca, criado por Walt Disney em 1942, morava na favela. Vivia de pequenos expedientes, golpes em restaurantes de hotéis, diversão de penetra em clubes grã-finos. A periquita Rosinha, sua namorada eternamente enrolada, surgiu nos quadrinhos como uma das mais sexy pin-ups da era pré-Jessica Rabitt.

Zé Carioca não cumprimentava friamente, como os americanos, mas dava abraços “quebra-costelas” nos chegados, como no turista gringo Pato Donald. Nas primeiras tiras, ele era identificado como José (Joe) Carioca. Agora, para celebrar a data, sua história é tema de um especial da Editora Abril, que reedita todas as tiras iniciais produzidas entre 1942 e 1944, além de uma seleção especial de histórias até 1962 recoloridas digitalmente.

Por causa de sua faceta de malandro e inimigo do trabalho, Zé Carioca já foi alvo de campanhas politicamente corretas. “O Zé Carioca é um personagem antiético terrível, com todos os clichês negativos”, disse, em 1999, a autora Denise Gimenez Ramos, professora titular da PUC e coautora da tese Os Animais e a Psique (Palas Athenas, 284 págs.), na qual buscava restabelecer conexões simbólicas entre as pessoas e os bichos – incluindo suas representações ficcionais. “O personagem de Disney nunca trabalha, fica em geral deitado numa rede sonhando em ganhar na loteria – é um arquétipo falso, que perpetua o Macunaíma”, afirmou.

O pioneirismo de Disney com o Zé Carioca sempre foi questionado. Já havia precedentes simultâneos e até anteriores. O cearense Luiz Sá (1907-1980) criou, nos anos 40, um papagaio vestido de gente chamado Faísca, que apareceu muitos anos antes do Zé Carioca. E há a eterna desconfiança que a inspiração de Disney tenha partido de um trabalho do cartunista brasileiro J. Carlos.

Em agosto de 1941, Walt Disney visitou o Brasil (além de alguns outros países da América do Sul), estimulado pelo irmão Roy, como parte do esforço da Política de Boa Vizinhança do governo Franklin Roosevelt, que visava a estreitar as relações dos Estados Unidos com os países latinos.

Para o pesquisador Celbi Vagner Pegoraro, jornalista, pós-graduado em Relações Internacionais e doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, há muitas inspirações que resultaram no papagaio folgazão de Walt Disney, e não só os desenhos de J. Carlos. “Mas é fato que Walt Disney ficou encantado com a obra do brasileiro”, afirma.

Pegoraro lembra que a saison brasileira de Disney o mostrou menos interessado em eventos diplomáticos e mais em atividades artísticas (foi ao lançamento do filme Fantasia no Rio e em São Paulo), e seu primeiro encontro com J. Carlos ocorreu numa exposição na Associação Brasileira de Imprensa. Na mostra havia obras de diversos brasileiros, mas os desenhos de J. Carlos retratavam a fauna brasileira, incluindo aí o papagaio. Seus traços chamaram tanta atenção que dois fotógrafos da equipe de Disney gastaram muito tempo registrando os quadros. Durante um almoço promovido pelo chanceler Oswaldo Aranha no Palácio do Itamaraty, Disney fez pessoalmente um convite para que J. Carlos trabalhasse em seu estúdio, mas o brasileiro recusou. Foi então que o artista presenteou Disney com um desenho de papagaio.

Após 70 anos, Zé Carioca permanece sendo publicado pela Editora Abril. As revistas aproveitaram o sucesso do personagem nos filmes dos anos 1940 e 1950. Em 1944, ele estrelou o filme Você Já Foi à Bahia?, da Disney (nos quais sua voz não era de um carioca da gema, mas do paulista de Jundiaí José do Patrocínio Oliveira, indicado por Carmen Miranda).

A partir daí, o gibi do Zé Carioca inicialmente alternou números com o Pato Donald até ganhar a própria publicação em janeiro de 1961, época em que cartunistas brasileiros começaram a ter sua chance. “Porém, seu auge ocorreu mesmo nos anos 1970, pelas mãos do gaúcho Renato Canini, que aproximou de forma mais latente o Zé Carioca da realidade brasileira, consolidando sua identidade de malandro”, conta Pegoraro.

Suas aventuras ocorrem na Vila Xurupita, um bairro fictício nos morros do Rio, e o personagem ganha uma série de amigos e parentes, caso do Zé Paulista, um primo louco por trabalho. Desde então, outros artistas brasileiros prosseguiram com o personagem e há um desafio da nova geração, como a do quadrinista Fernando Ventura, de desenvolver o Zé Carioca para uma nova geração. Especialmente agora que o volume 2 terá duas histórias inéditas feitas por brasileiros.

Zé Carioca: Conheça a história por trás do personagem brasileiro da Disney

Imagem extraída de: https://recreio.uol.com.br/noticias/entretenimento/ze-carioca-a-origem-por-tras-do-personagem-brasileiro-da-disney.phtml, divulgação Disney.

– As 10 melhores músicas de todos os tempos!

Se você gosta de música boa, certamente já deve ter lido muitas listas sobre “as melhores de todos os tempos”.

Abaixo, da Revista Rolling Stones, as 10 mais (extraído de: https://www.revistabula.com/44870-10-melhores-musicas-de-todos-os-tempos-segundo-a-revista-rolling-stone/)

10 MELHORES MÚSICAS DE TODOS OS TEMPOS

Por Fer Kalaoun

A revista “Rolling Stone” existe desde 1967, na Califórnia, produzindo conteúdo completamente voltado para a cultura popular, a música, o cinema e assuntos políticos mais polêmicos, inicialmente com cobertura do extravagante jornalista Hunter Thompson. Com um exército de 250 artistas, músicos, produtores, críticos e jornalistas do meio musical, o veículo recriou sua lista de “500 melhores músicas de todos os tempos”. A última versão da lista foi lançada há quase 20 anos. Foram aproximadamente 4 mil faixas votadas, dentre as quais, 500 foram selecionadas para o ranking. A única brasileira a despontar no rol é “Ponta de Lança Africano (Umbabarauma)”, de Jorge Ben, lançada em 1976. Confira o top 10 da lista agora, na Revista Bula. Os títulos estão classificados de acordo com as posições no ranking original.

Respect, Aretha Franklin (1967)

Originalmente escrita e lançada em 1965 por Otis Redding, a canção foi sucesso na voz de seu autor, mas superou todas as expectativas quando gravada pela cantora de Rythm & Blues, Aretha Franklin, em 1967. Além de se tornar um dos singles mais vendidos dos Estados Unidos, na voz da diva, a música ficou no topo na Billboard por duas semanas seguidas e se tornou um símbolo do movimento feminista.

Fight the Power, Public Enemy (1989)

A primeira versão da música foi lançada como single, em 1989, e se destacou como trilha sonora do filme de Spike Lee “Do The Right Thing”. Em 1990, o grupo a relançou em uma nova versão para o álbum “Fear of a Black Planet”. A letra inclui referências a James Brown, o cristianismo afro-americano e a luta pelos direitos civis.

A Change is Gonna Come, Sam Cooke (1964)

Em fevereiro de 1964, Sam Cooke lançou a canção em seu álbum “Ain’t That Good News”. Mais tarde, neste mesmo ano, uma versão ligeiramente alterada, com produção de Hugo e Luigi, entrou no lado b do single “Shake”. Cooke foi inspirado a escrever “A Change is Gonna Come” por vários acontecimentos de sua vida, mas em especial, quando ele e sua banda foram expulsos de um hotel para brancos na Louisiana. O fato o marcou e o motivou a falar sobre a luta dos afro-americanos pelos direitos civis.

Like a Rolling Stone, Bob Dylan (1965)

Os primeiros versos surgiram durante uma exaustiva turnê pela Europa. Algumas semanas mais tarde, ela ganhou estrofes e foi incorporada no disco “Highway 61 Revisited”, de 1965. Considerada longa e pesada demais pela gravadora, a canção só foi lançada porque uma cópia vazou e tomou os clubes de música nos Estados Unidos, sendo considerada “revolucionária” por críticos.

Smells Like Teen Spirit, Nirvana (1991)

Faixa de abertura de “Nevermind”, de 1991, a música se tornou um hit e colocou a banda de grunge Nirvana no circuito popular. Um hino dos jovens que nasceram no pós-Segunda Guerra, a letra contesta a apatia dos adolescentes daquela geração diante de assuntos de relevância política e social. Com estrofes suaves, a canção é marcada pelo riff rápido e barulhento e vocais guturais no refrão.

What’s Going On, Marvin Gaye (1971)

Escrita por Marvin Gaye, Renaldo Benson e Al Cleveland, “What’s Going On” é uma canção de cunho político e que transita por elementos do gospel, soul, funk e jazz. A letra foi inspirada por um episódio testemunhado por Benson, durante uma viagem para Berkeley. Manifestantes protestavam contra a Guerra do Vietnã, em maio de 1969, quando foram recebidos com truculência por policiais no People’s Park. Ao comentar o fato com Cleveland, surgiu a ideia de escrever a canção questionando o que estaria acontecendo com o país. Ao mesmo tempo, os levantes civis de Watts motivaram Gaye a complementar a letra.

Strawberry Fields Forever, The Beatles (1967)

Composta por John Lennon, a canção foi inspirada nos campos de morango do Exército da Salvação, onde brincava quando criança e que ficava próximo de sua casa. “Strawberry Fields Forever” foi lançada em 1967, no álbum “Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band”, sendo a primeira música do disco a ser gravada e definindo o conceito de rock psicodélico.

Get Ur Freak On, Missy Elliott (2001)

Escrita por Missy Elliot e Timbaland, a música tem como base elementos do bhangra, um estilo popular de música indiana, especialmente em Punjab. Seu lançamento foi inicialmente como single, em março de 2001. Posteriormente, uma versão remix foi lançada por Nelly Furtado e usada como trilha sonora de “Lara Croft: Tomb Raider”. Outros filmes também utilizaram a faixa, como “Bem-vindo à Selva”, com Dwayne Johnson, e “O Virgem de 40 Anos”, com Steve Carrell.

Dreams, Fleetwood Mac (1977)

De autoria de Stevie Nicks, vocalista do grupo, “Dreams” fez parte do álbum “Rumours”, de 1977. Em 1998, o grupo The Corrs a regravou para um álbum de covers de Fleetwood Mac. Ela foi escrita durante um período em que os integrantes da banda enfrentavam problemas em seus relacionamentos conjugais, o que motivou a letra. Após Nicks escrever a canção e mostrar aos outros membros da banda, eles decidiram gravá-la no dia seguinte.

Hey Ya!, Outkast (2003)

Composta e produzida por André 3000 para o álbum “The Love Below”, que integra o álbum duplo “Speakerboxxx/The Love Below”, o videoclipe é uma paródia à apresentação dos Beatles no “The Ed Sullivan Show”, em 1964.

Abertas as inscrições para o Festival da Canção em Irineópolis - CBN Vale do Iguaçu - 106,5 FM

Imagem extraída de: https://www.vvale.com.br/cbnvaledoiguacu/cbn-tarde-de-noticias/abertas-inscricoes-para-o-festival-da-cancao-em-irineopolis/

– Conhece o Superman da Marvel?

Superman da “Marvel”? Batman, Mulher-Maravilha e Lanterna Verde foram para a “Casa das Ideias”?

Nada disso: personagens da DC redesenhados por Stan Lee! Esse gênio dos quadrinhos, ligado à Marvel, era admirado pelos concorrentes e fazia trabalhos esporádicos!

Extraído de: https://canaltech.com.br/quadrinhos/dc-comics-homenageia-stan-lee-com-sua-versao-do-superman-em-nova-hq-226156/

DC COMICS HOMENAGEIA STAN LEE

Por Claudio Yuge

A Marvel Comics e a DC Comics travam uma realidade quase centenária, mas isso não impede que alguns autores lendário sejam tão amados por uma editora quanto a outra, a exemplo de Jack Kirby, George Pérez e… Stan Lee. Sim, o maior criador da Casa das Ideias também é reverenciado pelos decenautas, e, inclusive já criou sua própria versão de personagens da empresa, a exemplo do Superman.

Só para contextualizar, muita gente não sabe, mas Stan Lee quebrou os laços contratuais que tinha com a Marvel Comics bastante tempo antes de falecer. Após o pedido de falência da Casa das Ideias, no final dos anos 1990, Lee pegou sua parte e criou uma empresa própria, até com outros personagens.

Ele só se manteve mais tempo atrelado à Marvel após o sucesso dos filmes da Fox e do Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês). Durante esse período, até porque ele também já estava bem velhinho, a própria Casa das Ideias decidiu mantê-lo como “membro honorário”, devido aos trabalhos prestados na criação da própria fundação da editora — e, claro, por se a “cara” da própria companhia por tanto tempo.

A Liga da Justiça reimaginada na visão de Stan Lee (Imagem: Reprodução/DC Comics)

No período que ele se desligou da Casa das Ideias, no começo dos anos 2000, a DC Comics aproveitou para lançar uma série limitada chamada de Just Imagine, em que todos os principais ícones da editora foram reimaginados como seriam se fossem criados por Stan Lee. E é daí que vem a nova HQ com o “Superman como se fosse da Marvel”.

Superman de Stan Lee retorna com uma capa magistral

Na versão de Stan Lee, Salden é o mais frágil integrante da Força Policial de Krypton, que, ao capturar um perigoso criminoso em um laboratório de teletransporte, é enviado, juntamente com o vilão, para a Terra. Ambos chegam em lugares distintos, e descobrem que suas habilidades foram aprimoradas.

Apesar de considerar nosso planeta primitivo, se comparado com Krypton, Salden vê em nossa tecnologia uma saída para salvar seu mundo natal. Mas, para isso, é preciso ajudar a humanidade a vencer suas próprias mazelas, tornando-se o herói chamado Superman. A trama fez relativo sucesso, e, agora, volta a ter uma nova aventura.

Uma das capas variantes da nova edição da Liga da Justiça de Stan Lee (Imagem: Reprodução/DC Comics)

Tales from Earth 6: A Celebration of Stan Lee #1 trará de volta a lenda da Liga da Justiça, com essa versão do Superman, na nova antologia da DC Comics, em comemoração ao 100º aniversário de Stan Lee. Abaixo está espetacular capa da edição, produzida pelo artista Ariel Colon.

– Richmond e Ted Lasso no FIFA 2023!

Quem curte a série Ted Lasso da Apple TV+, onde se mistura futebol, comédia e motivação, sabe o quão premiada ela é! E agora estará envolvida em meio aos clubes do mundo real, no vídeo-game.

Extraído de: https://www.mktesportivo.com/2022/09/ted-lasso-fecha-com-ea-sports-e-afc-richmond-estara-no-fifa-23/

TED LASSO E AFC RICHMOND NO FIFA 2023

Clube fictício terá uniformes, jogadores e estádio totalmente licenciados no jogo

Um dos maiores fenômenos do streaming quando o assunto é esporte, Ted Lasso fechou com a EA Sports para uma colaboração no FIFA 23 envolvendo o fictício clube AFC Richmond.

Em uma postagem nas redes sociais, a conta oficial da série sugeriu o acordo ao mostrar Jason Sudeikis passando por um processo de captura de movimentos. Já nesta manhã, um vídeo anunciou a parceria.

O clube deve estar disponível em vários modos de jogo online e off-line.

Vale lembrar que o FIFA 23 marca o fim da parceria com a entidade de futebol após quase trinta anos.

A EA Sports anunciou que o FIFA será EA Sports FC após a edição 2023 do game de futebol de maior sucesso no mercado. A empresa destacou que manterá os atuais modos, ligas, torneios, clubes, jogadores, Ultimate Team, Pro Clubs e VOLTA Football.

Ao todo, são 17.000 jogadores, mais de 700 equipes, mais de 100 estádios e 30 ligas. Além disso, seguirá com parceiras exclusivas que possui, como com a CONMEBOL, Premier League, La Liga Bundesliga, Serie A italiana e MLS.

Atualmente, a EA paga cerca de US$ 100 milhões de licenciamento para a entidade suíça pelo uso do nome, o que também motivou a mudança.

Lançado em 1993, o game chegou ao mercado como FIFA International Soccer. Em 1994, virou FIFA Soccer. Somente em 2006 a EA Sports decidiu que o nome seria apenas FIFA, acompanhado do ano em questão.

– Ted Lasso é muito bom! E o erro da filmagem?

Re-assisti (de novo mesmo) a série da Apple TV, Ted Lasso. É muito boa!

Mas para quem entende de futebol (e arbitragem), é irônico ver o AFC Richmoond jogando contra o Manchester City com os árbitros com a camisa para fora do calção. Além disso, no episódio final da 1a temporada, o bandeirinha usa óculos!

O consultor do filme para detalhes do jogo deixou passar batido. Mas é um erro perdoável, já que a série é legal demais.

Ted Lasso é a série que vai melhorar seu dia

Imagem extraída da Apple TV, reproduzida em: https://br.ign.com/ted-lasso/92284/feature/ted-lasso-motivos-para-assistir-serie-apple-tv-plus

– O filme do Padre Pio e a conversão de Shia LaBeouf.

Um dia disse Padre Pio, antes de morrer:

“Depois da minha morte farei mais. Minha verdadeira missão começará depois da minha morte !”

Pois bem: a história de São Pio de Pietrelcina, estigmata e grande santo católico, virará filme de Hollywood. E o ator que o interpretará será Shia LaBeouf, que despontou tão bem na carreira e depois teve que se internar para reabilitação.

Tentando vida nova, aceitou o papel de “Padre Pio”, começou a se impressionar com a história dele, resolveu  estudar o Catolicismo e… se converteu!

Viva São Pio de Pietrecilna, resgatando vidas!

Shia LaBeouf diz que agora é católico depois de filmar 'Padre Pio'

Imagem extraída de: https://happymag.tv/pt/shia-labeouf-converts-to-catholicism/, por Emma Mclntyre / Getty Images for HFA.

A entrevista dele, em: https://youtu.be/hjxKG4mR3U4

– Axl Rose e Billy Idol no Rock in Rio: “a desejar”?

Não assisti, mas não duvido: leio que as performances de Axl Rose (do Guns N’Roses) e de Billy Idol no Rock in Rio foram decepcionantes. E por dois motivos: a qualidade / saúde da voz (que já não é a mesma) e a desafinação!

Uma pena… símbolos da minha adolescência / juventude, grandes roqueiros que não se cuidaram ao longo do tempo.

Sobre essa crítica, aqui (para quem assistiu e quer concordar ou discordar): https://www.terra.com.br/amp/diversao/musica/rock-in-rio/rock-in-rio-com-a-voz-em-ruinas-billy-idol-protagoniza-o-maior-vexame-do-festival,2a184af56389f4b34907d08ce744a6caozrdk27r.html

Foto: divulgação

– Quando Madre Teresa foi heroína da Marvel!

Nesta semana (dia 05), celebramos Madre Teresa de Calcutá, a caridosa e corajosa freira que virou santa.

E você sabia que ela já foi “super-heroína” da Marvel?

Olhe que curioso a revista dela, em: https://www.acidigital.com/noticias/quando-madre-teresa-foi-a-heroina-de-uma-historia-da-marvel-62798

QUANDO MADRE TERESA FOI A HEROÍNA DE UMA HISTÓRIA DA MARVEL

Em 1983, a Marvel lançou uma popular história ou comic sobre são João Paulo II e teve tanto sucesso que, um ano depois, fez o mesmo com santa Teresa de Calcutá.

Ainda é possível conseguir cópias usadas de sua história em lojas virtuais como Amazon.com e assim é descrita por um usuário:

“Fique longe deste comic se busca ação e lutas sem palavras, páginas após páginas. Ao contrário, encontrará a história de como uma pessoa comum se converte em herói com coragem, fé e compaixão e muda cada uma das vidas de quem encontra, por todos os meios, em verdadeiros crentes”.

Esta é a capa da história:

via marvel.wikia.com

Esta é a contracapa:

via marvel.wikia.com

via marvel.wikia.com

E algumas páginas internas:

via comicaddicts.com

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Publicado originalmente em churchpop.com.

Confira também:

– E a 3ª temporada de Ted Lasso?

Começa logo, Ted Lasso!

Nós, fãs, precisamos de você...

https://platform.twitter.com/widgets.js

– Disney+ vs Netflix: o Mickey vai vencendo…

E o streaming Disney Plus superou a Netflix em assinantes.

(Vide aqui: https://olhardigital.com.br/2022/08/11/pro/disney-supera-netflix-na-batalha-por-assinantes/).

A verdade é: desde que os concorrentes surgiram, tirando filmes do seu catálogo, a Netflix (que é o mais caro dos streamings) tem sofrido. Vide ainda a personalização de conteúdos (no mundo árabe, temáticas contrárias aos costumes são retiradas dos desenhos e/ou filmes), que ajuda a inflar o número de consumidores satisfeitos.

A questão é: a Netflix irá se reinventar?

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Imagem extraída de: https://www.investireoggi.it/risparmio/netflix-e-disney-aumentano-ce-una-notizia-buona-e-una-cattiva/

– Jô e Sílvio Santos… que recordação!

Que legal: ainda repercutindo as homenagens do já saudoso Jô Soares, a emissora de SS reprisou o último programa do Jô no SBT (Jô Onze e Meia). Nele, há o destaque para o Show de Calouros, onde ele interpretou um dos seus inúmeros personagens.

Repare no visual e na jovialidade dos jurados naquele período. Também, lógico, num “jovem” Sílvio Santos.

Em: https://youtu.be/5khjGkl-Rqw