– Liga da Justiça versus Vingadores

Eu sou daqueles cinéfilos assumidos e que leva a filhota, a afilhada e arrasta a esposa para assistir bons filmes juntos. Todos nós curtimos a combinação “cinema e pipoca”.

Na minha infância, lia gibis e assistia os desenhos animados de heróis. É por isso que tenho algumas restrições às mudanças de características dos personagens históricos.

Dos heróis da Marvel, assistimos praticamente todos os filmes. Cada vez mais o bom humor está presente nas produções. Já os da DC, começaram ruins mas estão melhorando.

A refilmagem de Superman foi fraquinha, apesar da história da invasão de Zod ser interessante. O Batman x Superman já foi mais interessante. A inserção do Esquadrão Suicida ainda continha muitas imagens sombrias no filme, embora fosse mais “coloridinho”. Entretanto, particularmente, gostei bastante do ‘Liga da Justiça”! Me surpreendi ao saírem do óbvio e colocarem como vilão o Lobo da Estepe, pois realmente foi algo inesperado e bem feito. E o destaque positivo foi o bom humor com Flash e outras sacadas “tipicamente da Marvel”, só que pela DC.

Provavelmente, a sequência da Liga da Justiça, pelas cenas pós-crédito, será o surgimento da Legião do Mal. Mas será que haverá surpresas nos nomes dos vilões ou teremos Lex Luthor, Coringa, Charada, Homem-Brinquedo, Super Bizarro e outros conhecidos? Acho, como fã, cedo para incorporar tanta gente no filme.

E qual dos grupos de heróis é melhor hoje?

Por ter se antecipado à tendência, logicamente a Marvel está na frente. Mas acho que a DC igualará a concorrente. Lembre-se que o Homem de Ferro, Pantera Negra, Thor e Homem Formiga, por exemplo, não eram mais populares do que Batman, Super Homem, Mulher Maravilha e seus demais “superamigos” – e ainda assim o sucesso foi estrondoso (tanto nos filmes “solo” quanto naqueles que estão reunidos).

Por fim: aqui em casa nos preparamos e tchan-tchan-tchan… não esperamos o dia raiar, fomos na sessão da 00h01 do dia 15 (no mundo, a estreia seria no dia 17, mas aqui, devido ao feriado, foi antecipada) e assistimos a Liga da Justiça. As crianças e a patroa adoraram! Uma loucura bem bacana (principalmente porque eu tinha que trabalhar no dia seguinte…).

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– A Marvel de antigamente e os Desenhos mais Toscos

Olha que curioso: o UOL Cinema trouxe uma matéria muito bacana dos desenhos mais “antigos e supostamente fracassados” da Marvel!

Quem gosta de desenhos dos anos 60 e 70, vai se deliciar!

Clique em: https://cinema.uol.com.br/listas/flintstones-e-a-coisa-os-desenhos-toscos-da-marvel-nos-anos-60-e-70.htm

Aqui uma pérola (as demais no link acima): CLUBE MARVEL, que hoje conhecemos como Vingadores, em: https://www.youtube.com/watch?v=3peTODrEpws

– 75 anos de Zé Carioca! O que ele tem a ver com Jundiaí?

Meu personagem favorito do mundo de Walt Disney não é nenhum americano como o Mickey ou o Tio Patinhas. Mas é alguém brasileiro da gema: o mais carioca dos Josés: o Zé Carioca, que fez aniversário na última semana!

Curiosidades:

-o papagaio só surgiu pois o irmão de Walt Disney, Roy Disney, queria que o irmão criasse um personagem latino para a política da boa vizinhança.

-quer mais incorreto do que não trabalhar, fazer dívidas e não pagar, dar golpes e fumar charuto? A patrulha do politicamente correto conseguiu que o papagaio não fumasse mais (o que concordo), mas ainda bem que o malandro ainda não despertou a vontade de trabalhar (para isso existe o Zé Paulista, seu primo de SP workaholic), nem pagou a Anacozeca (Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca), tampouco cortou a Feijoada e a Jaca (coitado do Pedrão…) e muito menos deixou de manipular resultados do Vila Xurupita FC (abra o olho, juizada)! Se tirassem esses defeitos do Zé, perderia a graça… ah, esqueci: ainda bem que continua enrolando a periquita Rosinha e enganando o sogro Rocha Vaz!

-por fim: na sua estréia no cinema com o Pato Donald e a Carmem Miranda, conhecemos a voz do papagaio, que foi emprestada do jundiaiense José do Patrocínio!

Qual figurino do Zé você prefere: o antigo, de gravata e guarda-chuva, o do final dos anos 80, com camiseta branca e calça azul, ou o mais novo, de boné e bermuda?

Extraído do Estadão (quando dos aniversário de 70 anos): http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,setentao-louro-e-carioca,955398,0.htm

SETENTÃO LOURO E CARIOCA

Edição especial comemora sete décadas de malandragem e polêmicas do Zé Carioca

por Jotabê Medeiros

Papagaio! A exemplo de Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, o Zé Carioca tá fazendo 70 anos!

Trata-se de uma data importante para o “carioca way of life“. O personagem Zé Carioca, criado por Walt Disney em 1942, morava na favela. Vivia de pequenos expedientes, golpes em restaurantes de hotéis, diversão de penetra em clubes grã-finos. A periquita Rosinha, sua namorada eternamente enrolada, surgiu nos quadrinhos como uma das mais sexy pin-ups da era pré-Jessica Rabitt.

Zé Carioca não cumprimentava friamente, como os americanos, mas dava abraços “quebra-costelas” nos chegados, como no turista gringo Pato Donald. Nas primeiras tiras, ele era identificado como José (Joe) Carioca. Agora, para celebrar a data, sua história é tema de um especial da Editora Abril, que reedita todas as tiras iniciais produzidas entre 1942 e 1944, além de uma seleção especial de histórias até 1962 recoloridas digitalmente.

Por causa de sua faceta de malandro e inimigo do trabalho, Zé Carioca já foi alvo de campanhas politicamente corretas. “O Zé Carioca é um personagem antiético terrível, com todos os clichês negativos”, disse, em 1999, a autora Denise Gimenez Ramos, professora titular da PUC e coautora da tese Os Animais e a Psique (Palas Athenas, 284 págs.), na qual buscava restabelecer conexões simbólicas entre as pessoas e os bichos – incluindo suas representações ficcionais. “O personagem de Disney nunca trabalha, fica em geral deitado numa rede sonhando em ganhar na loteria – é um arquétipo falso, que perpetua o Macunaíma”, afirmou.

O pioneirismo de Disney com o Zé Carioca sempre foi questionado. Já havia precedentes simultâneos e até anteriores. O cearense Luiz Sá (1907-1980) criou, nos anos 40, um papagaio vestido de gente chamado Faísca, que apareceu muitos anos antes do Zé Carioca. E há a eterna desconfiança que a inspiração de Disney tenha partido de um trabalho do cartunista brasileiro J. Carlos.

Em agosto de 1941, Walt Disney visitou o Brasil (além de alguns outros países da América do Sul), estimulado pelo irmão Roy, como parte do esforço da Política de Boa Vizinhança do governo Franklin Roosevelt, que visava a estreitar as relações dos Estados Unidos com os países latinos.

Para o pesquisador Celbi Vagner Pegoraro, jornalista, pós-graduado em Relações Internacionais e doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, há muitas inspirações que resultaram no papagaio folgazão de Walt Disney, e não só os desenhos de J. Carlos. “Mas é fato que Walt Disney ficou encantado com a obra do brasileiro”, afirma.

Pegoraro lembra que a saison brasileira de Disney o mostrou menos interessado em eventos diplomáticos e mais em atividades artísticas (foi ao lançamento do filme Fantasia no Rio e em São Paulo), e seu primeiro encontro com J. Carlos ocorreu numa exposição na Associação Brasileira de Imprensa. Na mostra havia obras de diversos brasileiros, mas os desenhos de J. Carlos retratavam a fauna brasileira, incluindo aí o papagaio. Seus traços chamaram tanta atenção que dois fotógrafos da equipe de Disney gastaram muito tempo registrando os quadros. Durante um almoço promovido pelo chanceler Oswaldo Aranha no Palácio do Itamaraty, Disney fez pessoalmente um convite para que J. Carlos trabalhasse em seu estúdio, mas o brasileiro recusou. Foi então que o artista presenteou Disney com um desenho de papagaio.

Após 70 anos, Zé Carioca permanece sendo publicado pela Editora Abril. As revistas aproveitaram o sucesso do personagem nos filmes dos anos 1940 e 1950. Em 1944, ele estrelou o filme Você Já Foi à Bahia?, da Disney (nos quais sua voz não era de um carioca da gema, mas do paulista de Jundiaí José do Patrocínio Oliveira, indicado por Carmen Miranda).

A partir daí, o gibi do Zé Carioca inicialmente alternou números com o Pato Donald até ganhar a própria publicação em janeiro de 1961, época em que cartunistas brasileiros começaram a ter sua chance. “Porém, seu auge ocorreu mesmo nos anos 1970, pelas mãos do gaúcho Renato Canini, que aproximou de forma mais latente o Zé Carioca da realidade brasileira, consolidando sua identidade de malandro”, conta Pegoraro.

Suas aventuras ocorrem na Vila Xurupita, um bairro fictício nos morros do Rio, e o personagem ganha uma série de amigos e parentes, caso do Zé Paulista, um primo louco por trabalho. Desde então, outros artistas brasileiros prosseguiram com o personagem e há um desafio da nova geração, como a do quadrinista Fernando Ventura, de desenvolver o Zé Carioca para uma nova geração. Especialmente agora que o volume 2 terá duas histórias inéditas feitas por brasileiros.

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– Como bancar a confraternização dos funcionários?

Moro em uma região de chácaras de eventos, e nessa época, costumeiramente, as grandes empresas alugam os espaços para as costumeiras confraternizações de final de ano.

Imagine que você é o Executivo de uma multinacional e é pressionado pela Matriz por números melhores. A sua administração é calcada no bom ambiente organizacional mas precisa reduzir custos. As demissões, infelizmente, é um dos recursos. Como demitir e depois realizar uma festa?

Claro, isso parece lógico para quem é gestor: evitar qualquer sintoma que dê discussão no corpo efetivo, afinal existiram pessoas insatisfeitas com a atitude antipática de se demitir. Mas há aqueles que entendem que a “simbologia” de um evento com os familiares seja importante mesmo assim.

Sinuca de bico? Tem verba para festejos mas despede empregados?

Pense também na cadeia da indústria do entretenimento: com a crise econômica, imagine quantos espaços de eventos corporativos perderam de dinheiro e de clientes, além do fator “agenda vazia” ter ocasionado até o fechamento das mesmas!

No ano passado vi muitos vizinhos, donos dessas chácaras, chorarem copiosamente. Veremos isso neste ano de novo?

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– A Turma da Mônica em Filme de Carne e Osso!

E finalmente, para os amantes de Gibis (em especial ao público de Maurício de Sousa), está pronto o tão aguardado filme em que Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali serão crianças reais!

Abaixo, extraído de Folha de São Paulo (http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2017/09/1922897-veja-quem-sao-os-atores-que-vao-viver-a-turma-da-monica-em-filme.shtml)

VEJA QUEM SÃO OS ATORES QUE VÃO VIVER A TURMA DA MÔNICA EM FILME

Por Guilherme Genestreti

Em vez de cabelos que parecem ramos, Cebolinha ostenta uma franja comprida. Magrela, Magali está com cara de nervosa. Cascão é quem berra primeiro: “Caraca!”. É que elas topam com Mauricio de Sousa, bonachão: “Bem-vindos ao bairro do Limoeiro”.

Não se trata aqui de uma situação em que o cartunista aparece no próprio gibi. É bem o oposto, na verdade.

Os atores Giulia Barreto (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha),Gabriel Moreira (Cascão) e Laura Rauseo (Magali) acabam de saber, da boca do próprio Mauricio, na última quarta (27), que foram os escolhidos para viver a primeira versão em carne e osso dos personagens, no filme “Turma da Mônica -Laços”.

Como o nome sugere, o longa tem por base a HQ “Laços”, romance gráfico dos irmãos Cafaggi que recauchutou o universo de Mauricio. Na trama, os garotos precisam achar Floquinho, o cão de Cebolinha, que sumiu.
Quem assume a direção é Daniel Rezende, de “Bingo”.

“Sempre me perguntei por que os personagens da Turma da Mônica nunca tiveram uma versão em filme”, diz o diretor. “Quando li o ‘Laços’,é que tive o estalo de como eles poderiam ser de verdade.”

Coincidência. Mauricio também queria levar esse gibi específico para o cinema. Quando Rezende soube, foi bater à porta do cartunista.

Sete mil crianças foram testadas até sobrarem os quatro -todos com 9 anos, salvo Kevin, 11. Gabriel é o único carioca do grupo; os outros vêm de São Paulo. Rezende dá pistas sobre o potencial que viu em alguns deles. “Gabriel é espoleta. Já Giulia é doce, mas quando ela fica brava…”

O filme deverá chegar aos cinemas em junho de 2018. As filmagens começam entre dezembro e janeiro. Antes, Rezende ainda dará uma passada em Los Angeles para fazer a campanha de “Bingo” no Oscar. O filme é o candidato brasileiro ao prêmio.

Ao contrário de “Turma da Mônica”, “Bingo” é um filme adulto: tem sexo, palavrão, droga… Mas seu retrato sobre a TV nos anos 1980 também apela à memória afetiva de Rezende. “Devo ter algum problema mal resolvido na infância”, brinca o diretor.

Mauricio conta que ainda não viu “Bingo”. “Mas quero muito.” Do trabalho de Rezende, conhece as obras como montador: “Gostei muito do ‘Cidade de Deus'”, diz o criador da Turma da Mônica.

Afirma que vai dar liberdade criativa total ao diretor. E que já nutre planos de outros filmes. “A ideia é bem antiga.”

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Os atores Gabriel Moreira (Cascão), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Giulia Barreto (Mônica) e Laura Rauseo (Magali), por Adriano Vizoni, Folhapress

– A Moda é Mudar a Sexualidade do Herói?

Sou fã de super-heróis. Não escondo, curto mesmo os personagens que cresci assistindo ou lendo na infância.

Mas algo me incomoda: quando se muda a característica do mocinho estraga-se tudo!

A Marvel inventou uma Thor-Mulher. Pô, nada contra, mas é radicalizar demais a história.

Se não bastasse, Pierce Brosnan, um dos 007 da era moderna, declarou que gostaria que o próximo agente secreto deveria ser negro ou gay. Complicado…

Por que mudar? Para dizer que é politicamente correto?

Há dois anos, Andrew Garfield, o último Homem Aranha do cinema pela Sony, disse que gostaria de ver o herói sendo pansexual.

Ai ai ai… nada contra a opção sexual, mas isso muda a personalidade original! É como o Batman dos anos 60 e o sombrio inventado nos anos 00.

O que você pensa sobre isso?

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– A história do Playcenter

Olha que bacana: Maurício Nunes, jornalista, escreveu a “biografia oficial” do Playcenter!

Tudo sobre os maiores eventos do parque icônico que povoou as mentes das crianças nos anos 80. A visita do Michael Jackson, o show do Bozo (em seu auge) e os brinquedos marcantes como o Looping e o Colossus (que eu não sabia: eram os mesmos, só que desmontados em partes!).

Compartilho nessa entrevista com Danilo Gentille. Em: https://www.youtube.com/watch?v=9I2LxWtWfaw

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– Boas Histórias são atemporais: O Mágico de Oz

Dias atrás assisti com minha filha “O Mágico de Oz”, aquele primeiro filme produzido do livro, colorido e com imagem meio “chuviscada”.

Quando a história é boa, torna-se atemporal! E hoje eu soube: não é que esse filme já faz quase 80 anos?

Olha que legal, um achado de quando fez 75 “primaveras”, extraído de: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/historia/37413/hoje+na+historia+1939+-+o+magico+de+oz+estreia+nos+cinemas+do+mundo.shtml

75 ANOS DE VIDA

“O Mágico de Oz”, filme estrelado por Judy Garland, tem sua estreia mundial em Wisconsin, Estados Unidos, no dia 12 de agosto de 1939. No longa, os queridos personagens e a história do famoso livro infantil em que se baseou estavam quase todos transportados para a tela.

Dorothy, uma menina camponesa de Kansas que vivia em uma fazenda com seus tios, é levada junto a seu cachorro por um tornado que ataca a região e aterrissa na Terra de Oz. No impacto, Dorothy cai em cima da Bruxa Má do Leste e acaba matando-a. 
[Poster do filme, de 1939]

Após o acidente, Dorothy é vista como uma heroína, mas o que ela quer é voltar para Kansas. Para isso, precisará da ajuda do Poderoso Mágico de Oz que mora na Cidade das Esmeraldas. No caminho, ela é ameaçada pela Bruxa Má do Oeste, que culpa Dorothy pela morte de sua irmã, e encontrará três companheiros: um Espantalho que quer ter um cérebro, um Homem de Lata que anseia por um coração e um Leão covarde que precisa de coragem.

Publicado originalmente em 1900, “O Maravilhoso Mágico de Oz”, do escritor Frank Baum, foi adaptado inúmeras vezes para o palco e a tela, servindo como tema musical antes ainda de 1939. Contudo, foi a adaptação feita na película rodada naquele ano que guindou a obra de Baum a um lugar permanente não somente na história do cinema como também na história da música.

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– A Loucura do Preço da Pipoca nos Cinemas

A pipoca do cinema está cara?

Caríssima, normalmente. Mas e o que falar de R$ 70,00 no Cinemark?

Será que acompanha um rodízio de carnes e bebidas?

Abaixo, extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,preco-da-pipoca-em-salas-de-cinema-de-sao-paulo-ja-passa-dos-r-70,1505530

PREÇO DA PIPOCA EM SALAS DE CINEMA DE SÃO PAULO JÁ PASSA DOS R$ 70

Por Renato Oselame

O preço do pacote de pipocas nos cinemas de São Paulo já passa dos R$ 70. Com a quantia, seria possível comprar cerca de 10 quilos de milho para pipoca nos supermercados ou perto de cinco quilos de pipoca natural para microondas.

A reportagem verificou a cobrança de R$ R$ 72,47 em combo oferecido pelo Cinemark no shopping Cidade Jardim. A pesquisa foi realizada a partir de sugestão de um leitor do portal do Estado. Ele encontrou a cobrança de até R$ 63,84 em cinema da mesma rede em Londrina, no Paraná.

Utilizando a plataforma online do ingresso.com, a mesma usada pelo leitor, a reportagem constatou preços de combos de pipoca vendidos pela internet em São Paulo que variavam entre R$ 60 e R$ 70 em unidades do Cinemark.

A pipoca tem refil ilimitado para a exibição do filme e é servida em tamanho grande, acompanhada de um copo de refrigerante tamanho grande.

Considerando o maior preço registrado na pesquisa, os consumidores que optaram pelo combo no dia de referência poderiam ter comprado uma série de outros produtos equivalentes. O valor seria bastaria para comprar um ingresso para a sala ‘prime’ do cinema do shopping Cidade Jardim, com direito a R$ 13,47 de troco.

Após contato da reportagem, os preços cobrados no site ingresso.com sofreram redução para até R$ 30,48. Segundo o Cinemark, os preços anteriores não correspondiam aos praticados nas lojas da rede

A empresa esclareceu que, em relação à unidade do Paraná denunciada pelo leitor do portal, os preços nas lojas físicas da rede não ultrapassam os R$ 20,75 (para o combo mega da pipoca doce).

O site ingresso.com afirmou que não participa do processo de fixação dos preços e realiza apenas a intermediação entre o consumidor final e as empresas de entretenimento.

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– Até quando o Hopi Hari sobreviverá?

Hopi Hari e sua crise infinita: devendo para a CPFL, para os funcionários e com público de 160 visitantes!  Vai aguentar até quando?

Extraído de Estadão.com (http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,sem-luz-sem-seguro-e-com-r-700-mi-em-dividas-hopi-hari-esta-perto-de-fechar,70001768813), abaixo:

SEM LUZ, SEM SEGURO E COM R$ 700 MI EM DÍVIDAS, HOPI HARI ESTÁ PERTO DE FECHAR

Na semana passada, direção chegou a tirar site do ar para evitar venda de ingressos e planejou interromper funcionamento. ‘Sei do risco que é operar sem seguro, mas meu compromisso é não fechar’, diz proprietário

Por Renato Jakitas

Autoapelidado de o lugar mais feliz do mundo, o parque de diversões mais famoso de São Paulo, o Hopi Hari, se aproxima dos 18 anos de existência à beira da pane seca. Está atolado em uma dívida de R$ 700 milhões, com a luz cortada, sem seguro e “aviso prévio” para fechar as portas. Os quase 300 funcionários não recebem salários desde o dia 5 de fevereiro. 

Em abril, o parque teve o fornecimento de energia cancelado por causa de uma conta de R$ 580 mil em aberto com a CPFL. Se não levantar R$ 100 mil nesta semana, o novo proprietário José Luiz Abdalla terá de devolver na segunda-feira os geradores alugados justamente para evitar o fechamento das portas. 

Para piorar, desde 25 de março o Hopi Hari opera sem cobertura de seguro para acidentes com frequentadores ou eventuais danos aos equipamentos. Abdalla vem batendo na porta das seguradoras, mas não encontra uma única empresa que encare o risco do negócio, tanto do ponto de vista da segurança dos brinquedos como da capacidade de pagamento da apólice. “A gente não tem crédito na praça”, reconhece o empresário.

A situação é tão crítica que até o processo de recuperação judicial, solicitado em 24 de agosto de 2016, está praticamente paralisado, já que o parque não conta com um profissional que saiba lidar com esse tipo de processo – segundo Abdalla, o último especializado, o advogado tributarista Julio Mandel, retirou-se por falta de pagamento.

Com tantos problemas, o público sumiu e o parque – que chegou a receber 24 mil pessoas em um único dia, no segundo semestre de 2011 – tinha 160 visitantes no sábado. No dia anterior, uma sexta-feira, foram 20 pessoas. 

Alvo de uma investigação do Ministério Público, que apura relatos de que o parque, em diversos dias, conta com poucos brinquedos funcionando, apesar de vender os passaportes normalmente e sem nenhum tipo de aviso aos visitantes, a direção do Hopi Hari redobrou os avisos. Já no estacionamento, que cobra R$ 55 por carro, o funcionário de uma empresa terceirizada recomenda a atenção do cliente. “Eu peço que todo mundo vá até a placa lá fora e veja quais os brinquedos que estão parados. Uns 20% vão embora direto”, diz. 

Na bilheteria, que foi aberta exclusivamente para atender a reportagem, mais um aviso. “Você quer mesmo entrar? A gente está só com esses brinquedos aqui”, alerta a funcionária, indicando um papel colado no balcão com 12 atrações abertas em quase 60 possíveis – 3 para o público adulto. O passaporte custa R$ 99. 

No sábado, ao entrar no parque, o Estado se deparou à primeira vista com uma cidade fantasma do velho oeste americano. Somente depois de caminhar por alguns minutos encontrou um grupo com cinco visitantes, vindos de São Paulo. “É triste de ver o estado do parque”, lamentou o visitante Ricardo Cipriano. Um pouco mais à frente, Luiz Antonio Corol reclamava em frente a uma fonte de água adornada por personagens da Warner Bross. “Só para estar aqui com a minha família eu gastei mais de R$ 600.”

Dois dias antes, a direção do parque estava decidida a não abrir as portas. Segundo relatos de pessoas ligadas à gestão, o dono do parque chegou a retirar o site do Hopi Hari do ar para evitar compras. Após uma reunião na noite de quinta-feira, contudo, a direção recuou. “O Abdalla não pode abrir, mas também sabe que, se fechar, corre o risco de não abrir mais”, diz uma pessoa que pediu para não ser identificada. 

“O que é que eu vou fazer?”, indaga Abdalla. “Sei do risco que é operar o parque sem seguro, mas o meu compromisso é não fechá-lo”, conta o empresário, egresso do mercado imobiliário e de uma família de banqueiros (o pai, Anésio Abdalla, foi sócio do BCN). 

Ele comprou 80% do Hopi Hari de Luciano Correa, seu amigo de infância, por R$ 0,01, assumindo todo o histórico de passivo de R$ 700 milhões na pessoa física, uma operação inédita e que deixou representantes do mercado com o queixo caído. “Eu não sei como esse Abdalla consegue dormir a noite”, diz um operador do mercado. “É dívida para a vida inteira e para muitas outras gerações.”

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– Zé Carioca é o cara (ou não)?

Sou fã do papagaio dos gibis Disney, Zé Carioca. Criado pela política da boa vizinhança americana, o malandro (que não gosta de trabalhar e vive dando golpes nas pessoas, apesar do bom coração) foi uma homenagem ao Brasil.

Mas há certas coisas que incomodam: há uma edição especial de 70 anos dele, e nas primeiras histórias, o papagaio fumava charuto.

Claro, era outra época, outra cultura, outras preocupações… O politicamente correto quase não existia, mas… em quase todas as histórias, há personagens fumando cigarros, cigarrilhas e charuto, como sinônimo de sucesso!

Não gosto disso. Prefiro o Zé dos anos 70/80, de calça azul e camisa branca ao invés do terno e do guarda-chuva, do morro da Vila Xurupita, vivendo aventuras com o Pedrão Feijoada, Nestor, Rosinha, e claro, fugindo da Anacozeca (Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca).

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– Saudade da antiga Bandeirantes…

Lembro-me do Luciano do Valle e o jargão: “Bandeirantes, o Canal do Esporte”!

Canal do Vôlei, do Boxe, da Fórmula Indy. Povoou as tardes de domingo dos meus anos 80 com o “Show do Esporte”, a melhor alternativa para quem não queria ficar no Programa Sílvio Santos.

Depois que a Bandeirantes mudou o seu logo das cores da bandeira paulista para demagógica verde-amarela, e se renomeou como Band… parece que até mesmo os ares mudaram!

Hoje está impossível assistir. Neto no comentário em jogos de futebol? Esqueça! Cheguei a apitar jogos dele no final de carreira, aqui em Jundiaí no Paulista FC (em jogos-treinos) e no profissional do Araçatuba. Um dos maiores batedores de falta que vi (mesmo estando fora de forma). Em 1990, deveria ter ido até mesmo à Copa.

Mas quando o Neto comenta futebol… não dá. Tenho que mudar de canal. Parece “TV Corinthians”! Pitacos que parecem direcionados, brigando com a imagem sem lucidez. Ou melhor: fora da realidade.

Como é que a Band não se preocupa com a qualidade de suas transmissões?
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– Dia Nacional dos Quadrinhos e o Mito Maurício de Sousa

Há personalidades difíceis de serem acessíveis. Outras, que se destacam pela simpatia.

Pois bem, esse dia 30 de janeiro é marcado pelas comemorações do “Dia  Nacional das Histórias em Quadrinhos”! Aqui em casa, adoramos nos divertir com as leituras de gibis. Minha filha Marina até já “mergulhou” em um monte de revistinhas. Veja:

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Mas o que quero dizer é: coincidentemente, neste “Dia dos Quadrinhos”, estávamos saindo  do Hospital Albert Einstein e passamos comprar algumas novas revistas para nossa coleção (Chico Bento e Almanaque do Louco). Eis que, quando a Marina me mostrava que na historinha do Louco o Mauricio de Sousa (que ela já sabia que era o “pai da Turma da Mônica) tinha desenhado ele própria numa das aventuras, estaciona (justo nesse dia dedicado às HQ), o próprio Maurício!!!

A minha pequenina parecia não acreditar (e nem eu, foi muita coincidência)! Abordei ele, que foi extremamente sorridente e simpático, brincou com a Marina (a personagem Marina da Turminha é inspirado na filha criativa dele), pacientemente e sem se mostrar apressado, ouviu a “minha Marina” falar da “Marina dele”, falaram dos personagens e gentilmente pediu um beijo da filhota. Claro, deixou um carinhoso autógrafo!

Hoje, a Marina da minha vida não dormirá! kkk

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Aliás, tão importante, famoso e ocupado, e ao mesmo tempo humilde e solícito. Eu, que já era fã do Maurício, fiquei ainda mais feliz com ele.

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Dá-lhe Turma da Mônica!

– Eu prefiro o jogo das estrelas!

Em tempo de secura na safra de jogadores brasileiros, um momento de alegria: no amistoso promovido por Zico no Maracanã, teremos: Aldair, Sorín, Neymar, Verón, entre outros (e o próprio Galinho de Quintino, claro).

Um oásis em meio a tanta mulambada ou não?

Saudade do futebol brasileiro do período entre 1958 a 2002. Depois desse período, não evoluímos e “enfeiamos” o jogo.

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– Feliz Aniversário, Silvio Santos!

Hoje é aniversário de um ícone da TV Brasileira: 86 anos de Senor Abravanel, o Sílvio Santos, que continua firme e forte na TV.

Mas… e se ele tivesse concorrido à Presidência da República em 90 e vencido? Lembram-se do episódio? E o Brasil escolheu Collor… (inclusive eu, enganado pelo discurso de país moderno e honesto pelo Caçador de Marajás!).

A questão é: já repararam que quem se torna presidente envelhece rapidamente? Repare no FHC e no Lula, na posse e no encerramento dos mandatos: abatidos, cansados, envelhecidos não só logicamente pela idade.

Será que Sílvio Santos teria pique para seus programas?

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