– Boas Histórias são atemporais: O Mágico de Oz

Dias atrás assisti com minha filha “O Mágico de Oz”, aquele primeiro filme produzido do livro, colorido e com imagem meio “chuviscada”.

Quando a história é boa, torna-se atemporal! E hoje eu soube: não é que esse filme já faz quase 80 anos?

Olha que legal, um achado de quando fez 75 “primaveras”, extraído de: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/historia/37413/hoje+na+historia+1939+-+o+magico+de+oz+estreia+nos+cinemas+do+mundo.shtml

75 ANOS DE VIDA

“O Mágico de Oz”, filme estrelado por Judy Garland, tem sua estreia mundial em Wisconsin, Estados Unidos, no dia 12 de agosto de 1939. No longa, os queridos personagens e a história do famoso livro infantil em que se baseou estavam quase todos transportados para a tela.

Dorothy, uma menina camponesa de Kansas que vivia em uma fazenda com seus tios, é levada junto a seu cachorro por um tornado que ataca a região e aterrissa na Terra de Oz. No impacto, Dorothy cai em cima da Bruxa Má do Leste e acaba matando-a. 
[Poster do filme, de 1939]

Após o acidente, Dorothy é vista como uma heroína, mas o que ela quer é voltar para Kansas. Para isso, precisará da ajuda do Poderoso Mágico de Oz que mora na Cidade das Esmeraldas. No caminho, ela é ameaçada pela Bruxa Má do Oeste, que culpa Dorothy pela morte de sua irmã, e encontrará três companheiros: um Espantalho que quer ter um cérebro, um Homem de Lata que anseia por um coração e um Leão covarde que precisa de coragem.

Publicado originalmente em 1900, “O Maravilhoso Mágico de Oz”, do escritor Frank Baum, foi adaptado inúmeras vezes para o palco e a tela, servindo como tema musical antes ainda de 1939. Contudo, foi a adaptação feita na película rodada naquele ano que guindou a obra de Baum a um lugar permanente não somente na história do cinema como também na história da música.

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– A Loucura do Preço da Pipoca nos Cinemas

A pipoca do cinema está cara?

Caríssima, normalmente. Mas e o que falar de R$ 70,00 no Cinemark?

Será que acompanha um rodízio de carnes e bebidas?

Abaixo, extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,preco-da-pipoca-em-salas-de-cinema-de-sao-paulo-ja-passa-dos-r-70,1505530

PREÇO DA PIPOCA EM SALAS DE CINEMA DE SÃO PAULO JÁ PASSA DOS R$ 70

Por Renato Oselame

O preço do pacote de pipocas nos cinemas de São Paulo já passa dos R$ 70. Com a quantia, seria possível comprar cerca de 10 quilos de milho para pipoca nos supermercados ou perto de cinco quilos de pipoca natural para microondas.

A reportagem verificou a cobrança de R$ R$ 72,47 em combo oferecido pelo Cinemark no shopping Cidade Jardim. A pesquisa foi realizada a partir de sugestão de um leitor do portal do Estado. Ele encontrou a cobrança de até R$ 63,84 em cinema da mesma rede em Londrina, no Paraná.

Utilizando a plataforma online do ingresso.com, a mesma usada pelo leitor, a reportagem constatou preços de combos de pipoca vendidos pela internet em São Paulo que variavam entre R$ 60 e R$ 70 em unidades do Cinemark.

A pipoca tem refil ilimitado para a exibição do filme e é servida em tamanho grande, acompanhada de um copo de refrigerante tamanho grande.

Considerando o maior preço registrado na pesquisa, os consumidores que optaram pelo combo no dia de referência poderiam ter comprado uma série de outros produtos equivalentes. O valor seria bastaria para comprar um ingresso para a sala ‘prime’ do cinema do shopping Cidade Jardim, com direito a R$ 13,47 de troco.

Após contato da reportagem, os preços cobrados no site ingresso.com sofreram redução para até R$ 30,48. Segundo o Cinemark, os preços anteriores não correspondiam aos praticados nas lojas da rede

A empresa esclareceu que, em relação à unidade do Paraná denunciada pelo leitor do portal, os preços nas lojas físicas da rede não ultrapassam os R$ 20,75 (para o combo mega da pipoca doce).

O site ingresso.com afirmou que não participa do processo de fixação dos preços e realiza apenas a intermediação entre o consumidor final e as empresas de entretenimento.

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– Até quando o Hopi Hari sobreviverá?

Hopi Hari e sua crise infinita: devendo para a CPFL, para os funcionários e com público de 160 visitantes!  Vai aguentar até quando?

Extraído de Estadão.com (http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,sem-luz-sem-seguro-e-com-r-700-mi-em-dividas-hopi-hari-esta-perto-de-fechar,70001768813), abaixo:

SEM LUZ, SEM SEGURO E COM R$ 700 MI EM DÍVIDAS, HOPI HARI ESTÁ PERTO DE FECHAR

Na semana passada, direção chegou a tirar site do ar para evitar venda de ingressos e planejou interromper funcionamento. ‘Sei do risco que é operar sem seguro, mas meu compromisso é não fechar’, diz proprietário

Por Renato Jakitas

Autoapelidado de o lugar mais feliz do mundo, o parque de diversões mais famoso de São Paulo, o Hopi Hari, se aproxima dos 18 anos de existência à beira da pane seca. Está atolado em uma dívida de R$ 700 milhões, com a luz cortada, sem seguro e “aviso prévio” para fechar as portas. Os quase 300 funcionários não recebem salários desde o dia 5 de fevereiro. 

Em abril, o parque teve o fornecimento de energia cancelado por causa de uma conta de R$ 580 mil em aberto com a CPFL. Se não levantar R$ 100 mil nesta semana, o novo proprietário José Luiz Abdalla terá de devolver na segunda-feira os geradores alugados justamente para evitar o fechamento das portas. 

Para piorar, desde 25 de março o Hopi Hari opera sem cobertura de seguro para acidentes com frequentadores ou eventuais danos aos equipamentos. Abdalla vem batendo na porta das seguradoras, mas não encontra uma única empresa que encare o risco do negócio, tanto do ponto de vista da segurança dos brinquedos como da capacidade de pagamento da apólice. “A gente não tem crédito na praça”, reconhece o empresário.

A situação é tão crítica que até o processo de recuperação judicial, solicitado em 24 de agosto de 2016, está praticamente paralisado, já que o parque não conta com um profissional que saiba lidar com esse tipo de processo – segundo Abdalla, o último especializado, o advogado tributarista Julio Mandel, retirou-se por falta de pagamento.

Com tantos problemas, o público sumiu e o parque – que chegou a receber 24 mil pessoas em um único dia, no segundo semestre de 2011 – tinha 160 visitantes no sábado. No dia anterior, uma sexta-feira, foram 20 pessoas. 

Alvo de uma investigação do Ministério Público, que apura relatos de que o parque, em diversos dias, conta com poucos brinquedos funcionando, apesar de vender os passaportes normalmente e sem nenhum tipo de aviso aos visitantes, a direção do Hopi Hari redobrou os avisos. Já no estacionamento, que cobra R$ 55 por carro, o funcionário de uma empresa terceirizada recomenda a atenção do cliente. “Eu peço que todo mundo vá até a placa lá fora e veja quais os brinquedos que estão parados. Uns 20% vão embora direto”, diz. 

Na bilheteria, que foi aberta exclusivamente para atender a reportagem, mais um aviso. “Você quer mesmo entrar? A gente está só com esses brinquedos aqui”, alerta a funcionária, indicando um papel colado no balcão com 12 atrações abertas em quase 60 possíveis – 3 para o público adulto. O passaporte custa R$ 99. 

No sábado, ao entrar no parque, o Estado se deparou à primeira vista com uma cidade fantasma do velho oeste americano. Somente depois de caminhar por alguns minutos encontrou um grupo com cinco visitantes, vindos de São Paulo. “É triste de ver o estado do parque”, lamentou o visitante Ricardo Cipriano. Um pouco mais à frente, Luiz Antonio Corol reclamava em frente a uma fonte de água adornada por personagens da Warner Bross. “Só para estar aqui com a minha família eu gastei mais de R$ 600.”

Dois dias antes, a direção do parque estava decidida a não abrir as portas. Segundo relatos de pessoas ligadas à gestão, o dono do parque chegou a retirar o site do Hopi Hari do ar para evitar compras. Após uma reunião na noite de quinta-feira, contudo, a direção recuou. “O Abdalla não pode abrir, mas também sabe que, se fechar, corre o risco de não abrir mais”, diz uma pessoa que pediu para não ser identificada. 

“O que é que eu vou fazer?”, indaga Abdalla. “Sei do risco que é operar o parque sem seguro, mas o meu compromisso é não fechá-lo”, conta o empresário, egresso do mercado imobiliário e de uma família de banqueiros (o pai, Anésio Abdalla, foi sócio do BCN). 

Ele comprou 80% do Hopi Hari de Luciano Correa, seu amigo de infância, por R$ 0,01, assumindo todo o histórico de passivo de R$ 700 milhões na pessoa física, uma operação inédita e que deixou representantes do mercado com o queixo caído. “Eu não sei como esse Abdalla consegue dormir a noite”, diz um operador do mercado. “É dívida para a vida inteira e para muitas outras gerações.”

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– Zé Carioca é o cara (ou não)?

Sou fã do papagaio dos gibis Disney, Zé Carioca. Criado pela política da boa vizinhança americana, o malandro (que não gosta de trabalhar e vive dando golpes nas pessoas, apesar do bom coração) foi uma homenagem ao Brasil.

Mas há certas coisas que incomodam: há uma edição especial de 70 anos dele, e nas primeiras histórias, o papagaio fumava charuto.

Claro, era outra época, outra cultura, outras preocupações… O politicamente correto quase não existia, mas… em quase todas as histórias, há personagens fumando cigarros, cigarrilhas e charuto, como sinônimo de sucesso!

Não gosto disso. Prefiro o Zé dos anos 70/80, de calça azul e camisa branca ao invés do terno e do guarda-chuva, do morro da Vila Xurupita, vivendo aventuras com o Pedrão Feijoada, Nestor, Rosinha, e claro, fugindo da Anacozeca (Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca).

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– Saudade da antiga Bandeirantes…

Lembro-me do Luciano do Valle e o jargão: “Bandeirantes, o Canal do Esporte”!

Canal do Vôlei, do Boxe, da Fórmula Indy. Povoou as tardes de domingo dos meus anos 80 com o “Show do Esporte”, a melhor alternativa para quem não queria ficar no Programa Sílvio Santos.

Depois que a Bandeirantes mudou o seu logo das cores da bandeira paulista para demagógica verde-amarela, e se renomeou como Band… parece que até mesmo os ares mudaram!

Hoje está impossível assistir. Neto no comentário em jogos de futebol? Esqueça! Cheguei a apitar jogos dele no final de carreira, aqui em Jundiaí no Paulista FC (em jogos-treinos) e no profissional do Araçatuba. Um dos maiores batedores de falta que vi (mesmo estando fora de forma). Em 1990, deveria ter ido até mesmo à Copa.

Mas quando o Neto comenta futebol… não dá. Tenho que mudar de canal. Parece “TV Corinthians”! Pitacos que parecem direcionados, brigando com a imagem sem lucidez. Ou melhor: fora da realidade.

Como é que a Band não se preocupa com a qualidade de suas transmissões?
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– Dia Nacional dos Quadrinhos e o Mito Maurício de Sousa

Há personalidades difíceis de serem acessíveis. Outras, que se destacam pela simpatia.

Pois bem, esse dia 30 de janeiro é marcado pelas comemorações do “Dia  Nacional das Histórias em Quadrinhos”! Aqui em casa, adoramos nos divertir com as leituras de gibis. Minha filha Marina até já “mergulhou” em um monte de revistinhas. Veja:

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Mas o que quero dizer é: coincidentemente, neste “Dia dos Quadrinhos”, estávamos saindo  do Hospital Albert Einstein e passamos comprar algumas novas revistas para nossa coleção (Chico Bento e Almanaque do Louco). Eis que, quando a Marina me mostrava que na historinha do Louco o Mauricio de Sousa (que ela já sabia que era o “pai da Turma da Mônica) tinha desenhado ele própria numa das aventuras, estaciona (justo nesse dia dedicado às HQ), o próprio Maurício!!!

A minha pequenina parecia não acreditar (e nem eu, foi muita coincidência)! Abordei ele, que foi extremamente sorridente e simpático, brincou com a Marina (a personagem Marina da Turminha é inspirado na filha criativa dele), pacientemente e sem se mostrar apressado, ouviu a “minha Marina” falar da “Marina dele”, falaram dos personagens e gentilmente pediu um beijo da filhota. Claro, deixou um carinhoso autógrafo!

Hoje, a Marina da minha vida não dormirá! kkk

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Aliás, tão importante, famoso e ocupado, e ao mesmo tempo humilde e solícito. Eu, que já era fã do Maurício, fiquei ainda mais feliz com ele.

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Dá-lhe Turma da Mônica!

– Eu prefiro o jogo das estrelas!

Em tempo de secura na safra de jogadores brasileiros, um momento de alegria: no amistoso promovido por Zico no Maracanã, teremos: Aldair, Sorín, Neymar, Verón, entre outros (e o próprio Galinho de Quintino, claro).

Um oásis em meio a tanta mulambada ou não?

Saudade do futebol brasileiro do período entre 1958 a 2002. Depois desse período, não evoluímos e “enfeiamos” o jogo.

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– Feliz Aniversário, Silvio Santos!

Hoje é aniversário de um ícone da TV Brasileira: 86 anos de Senor Abravanel, o Sílvio Santos, que continua firme e forte na TV.

Mas… e se ele tivesse concorrido à Presidência da República em 90 e vencido? Lembram-se do episódio? E o Brasil escolheu Collor… (inclusive eu, enganado pelo discurso de país moderno e honesto pelo Caçador de Marajás!).

A questão é: já repararam que quem se torna presidente envelhece rapidamente? Repare no FHC e no Lula, na posse e no encerramento dos mandatos: abatidos, cansados, envelhecidos não só logicamente pela idade.

Será que Sílvio Santos teria pique para seus programas?

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– Legolândia?

Ferraris, carros diversos, aviões, tratores e outras máquinas em forma de Lego?

Sim, isso existe e está em lugares históricos de Roma!

Sensacional. Abaixo:

Extraído de: https://vivimetaliun.wordpress.com/2016/11/23/veiculos-de-lego-gigantes-invadem-as-ruas-de-roma-e-transformam-o-ordinario-em-extraordinario/

VEÍCULOS DE LEGO GIGANTES INVADEM AS RUAS DE ROMA E TRANSFORMAM O ORDINÁRIO EM EXTRAORDINÁRIO

Nós crescemos construindo um mundo de fantasia e obras arquitetônicas ousadas utilizando os tijolinhos de LEGO. Mas e se essas mesmas criações invadissem nosso espaço cotidiano? O arquiteto e fotógrafo italiano Domenico Franco transformou sua paixão por LEGO em obras de arte inusitadas com o projeto “LEGO Outside LEGOLAND”.

Ele construíu em tamanho natural caminhões, helicópteros, carros de corrida e trens e inseriu estes veículos nas ruas de Roma como se fizessem parte da paisagem urbana.

As superfícies lisas do plástico e as cores brilhantes dos veículos fazem com que as obras se destaquem e, ao mesmo tempo em que parecem tão reais, também é impossível deixar de olhar duas vezes para elas.

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Franco começou o projeto em 2014 quando colocou os veículos de LEGO em pontos conhecidos da cidade: um helicóptero em frente ao Coliseu e um trem na Porta Maggiore.

O objetivo é transformar contextos comuns em extraordinários“, explica Franco em seu site. “Obrigando os brinquedos a saírem das paisagens idílicas e politicamente corretas pertencentes às cidades perfeitas e idealistas com o objetivo de incutir vícios, virtudes e desejos típicos dos seres humanos”, explicou.

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Todas as fotos © Domenico Franco

– Disney Gogo’s 2. Coitados de nós…

Não é que a febre dos bonequinhos e figurinhas da Disney com parceria da Panini parece ter voltado?

Os GoGo’s (Crazy Bones) série 2, voltaram. E nós, pobres, mortais e miseráveis pais, voltaremos à luta na busca das trocas de brinquedinhos…

Kkk. Tudo isso faz parte da vida e torna nossos filhos ainda mais amigos da gente!

– Mulher Maravilha será nomeada (de verdade) embaixadora da ONU. Só que…

Por ser um símbolo de justiça e luta contra minorias mais pobres, a super-heroína Mulher Maravilha será nomeada embaixadora das Nações Unidas. Entretanto, o que mais se discute sobre ela é: o uniforme dela não seria extremamente sexista?

A roupa é mais importante do que a virtude?

Abaixo:

ESTARIA NA HORA DE A MULHER-MARAVILHA APOSENTAR SEU MAIÔ?

Por Vanessa Fridmann, do New York Times (traduzido e reproduzido por Uol.com)

Nesta sexta-feira (21), a Mulher-Maravilha completa 75 anos, e ela vai ganhar uma festa de arromba. Ela vai acontecer nas Nações Unidas, no Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, e entre os convidados especiais estarão Diane Nelson, presidente da DC Entertainment (a empresa proprietária da DC Comics, que criou a Mulher-Maravilha); Lynda Carter, que incorporou a Mulher-Maravilha na série de TV dos anos 1970; Gal Gadot, que assumiu o papel no novo filme da Mulher-Maravilha; e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

Ocorre que Ban também tem uma espécie de presente para a personagem: ela está sendo nomeada embaixadora honorária para o empoderamento de mulheres e meninas e para a igualdade de gênero, ou seja, o Objetivo 5 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: 17 Objetivos para Transformar Nosso Mundo. Ela aparecerá em uma campanha de mídias sociais e outras iniciativas.

De certo modo, isso faz sentido. A Mulher-Maravilha é o epítome da mulher que precisa de um homem tanto quanto um peixe precisa de uma bicicleta. (Ela apareceu duas vezes na capa da revista “Ms.”).

Ela é autossuficiente, forte e luta por igualdade e justiça. Ela não deriva de um personagem masculino como a Supergirl ou a Batgirl, e ela não se disfarça como a Mulher-Gato. No novo filme da “Mulher-Maravilha”, com lançamento previsto para o próximo verão (hemisfério norte), ela diz a seu co-protagonista masculino: “O que eu faço não cabe a você decidir.”

E ela certamente leva a causa da organização para um público totalmente diferente, diz Maher Nasser, diretor da Divisão de Serviços e Produtos Destinados ao Público para o Departamento de Informação Pública das Nações Unidas.

(A organização percebeu as vantagens de fazer parcerias com o mundo dos quadrinhos este ano, quando Red do “Angry Birds” se tornou seu embaixador honorário para o Dia Internacional da Felicidade; todos os embaixadores honorários são personagens fictícios, ao contrário dos mensageiros da paz, por exemplo, uma categoria que inclui celebridades como Leonardo DiCaprio, Charlize Theron e Jane Goodall, ou embaixadores da boa-vontade, que incluem Anne Hathaway, David Beckham e Shakira.).

Faz ainda mais sentido quando você se dá conta de que em 1943 a Mulher-Maravilha concorreu à presidência. (Era “1.000 anos à frente”, segundo os quadrinhos dos anos 1940, mas ainda assim…). E ela voltou a ser nomeada pela revista “Ms.” em 1972. Trazê-la de volta para falar sobre aquilo em que ela acredita, em um ano em que uma mulher de verdade pode ser eleita para o Salão Oval, parece mais relevante do que nunca.

Exceto por uma coisa.

COMO NASSER FALOU, DE UMA FORMA UM TANTO DELICADA, A “QUESTÃO DA ROUPA.”

O que ele disse especificamente foi: “Não ignoramos a questão da roupa”. No caso, a questão é o fato de a Mulher-Maravilha fazer a maior parte de seu trabalho de ação, como todos sabemos, usando um maiô sem alças decorado de estrelas e botas de cano alto, com uma boa dose de decote e pernas à mostra. Para dizer um mínimo, suas roupas não acompanharam suas ideias, nem a de muitas outras pessoas, aliás. (No novo filme ela parece usar uma espécie de saia semelhante a uma tanga, também).

No final, a ONU determinou que “Você precisa olhar para suas ações além do superficial”, segundo Nasser. E Carter observou que a personagem é “muito maior do que o que ela veste”.

Mas na era de Donald Trump, quando a questão da objetificação da mulher por causa da aparência delas está em todas as conversas, a questão da roupa, juntamente com a questão relacionada da imagem corporal, não pode ser ignorada tão facilmente.

De fato, os trajes da Mulher-Maravilha parecem ter saído direto de um palco de Miss Universo, como costumava ser quando Trump era dono do concurso. (Ele o vendeu ano passado para a WME-IMG, a gigante dos esportes e do entretenimento). Afinal, até mesmo o concurso de Miss Teen USA acabou com sua competição de trajes de banho neste ano, transformando-o em uma categoria de trajes de ginástica, para celebrar a força no lugar da sensualidade. Paula Shugart, presidente da Organização Miss Universo, escreveu em uma carta para diretores de cada Estado que posteriormente foi citada no “The New York Times”: “Esta decisão reflete uma importante mudança cultural que estamos todos celebrando”.

SÓ QUE A MULHER-MARAVILHA, NÃO.

Isso importa porque, assim como a maior parte dos super-heróis, ela é indissociável de seus trajes. Eles são seu significante mais imediato, a representação de tudo aquilo que é especial e singular (e impressionante) nela. E essa roupa inevitavelmente indica para todos que parte da fonte de seu poder é sua “gostosice”, para definir de uma maneira particularmente retrógrada.

A razão pela qual Steve Trevor, seu flerte original, se apaixona por ela não é só o fato de que ela pode defender a si mesma e a ele, lutar montada a cavalo e decidir não matar seus inimigos. Sejamos sinceros: é por causa da aparência dela, quando ela tira os óculos, deixa de ser a desleixada Diana Prince de camisa abotoada até o pescoço e se torna sua versão minimamente vestida.

Ela pode não estar usando sua sexualidade como uma arma (ela tem braceletes e um laço de ouro para isso), mas de qualquer forma ela está passando uma mensagem.

O que levanta a questão, ainda que aceitemos que ela é um personagem exagerado em um mundo exagerado: é essa realmente a mensagem que queremos passar sobre empoderamento feminino para nossas filhas, em uma era onde há um bom número de exemplos femininos poderosos e totalmente vestidas?

Por um lado, permitir que as garotas se divirtam com sua fisicalidade e feminilidade é algo bom. Não estou dizendo que elas devam se vestir como freiras ou adotar uma mentalidade de que só devem usar calças de moletom. Elas devem assumir sua condição de mulher e tudo aquilo que é especial e diferente a respeito. Você pode argumentar que recusar-se a pedir desculpas ou esconder seu corpo por baixo de um pano seja um ato feminista.

Mas a maior parte das mulheres, imagino, não escolheriam se mostrar atraentes usando um maiô de estrelinhas e capa, uma roupa que ninguém de fato usaria para trabalhar, a menos que estivesse trabalhando como sósia de um personagem de quadrinhos.

Carter não tem problemas com o visual (“Eu nunca me senti objetificada como Mulher-Maravilha, embora eu tenha como Lynda Carter”, ela disse por telefone recentemente), mas ela reconhece que, embora ela tenha duas fantasias clássicas, ela não vestiu nenhuma desde que pendurou a capa em 1979.

Aliás, quando ela aparece como presidente nesta temporada de “Supergirl” (ela estreará na semana que vem), Carter veste um blazer comprido azul-bebê, calças justas pretas e sapato de salto alto. “Elegante, forte, simples e confortável”, ela disse sobre o visual, acrescentando que ela se inspirou em Hillary Clinton e na líder da minoria da Câmara, Nancy Pelosi.

Vestir-se de forma poderosa não quer dizer se vestir como um homem, mas também não precisa significar se vestir como o clichê de uma fantasia sexual masculina.

A moda, que certamente está a par da ascensão da mulher poderosa, e o papel da indústria em determinar qual seria o visual dela, certamente apresentou várias opções, desde o vestido justo e sequinho para as executivas até o abrigo esportivo, passando pela dupla legging e lycra para se usar no dia a dia. Eu imagino que Donatella Versace, Stella McCartney e Diane von Furstenberg (que aliás lançou seu livro sobre a Mulher-Maravilha em apoio à ONG Vital Voices em 2008), para citar só algumas, teriam algumas ideias sobre o que torna uma super-heroína moderna. Isso é algo que eu adoraria ver.

Questionado se a ONU havia pensado em uma reforma no guarda-roupa, Nasser respondeu: “A arte que foi desenvolvida com a campanha reflete de fato muitas das observações e comentários que fornecemos”, mas ele se recusou a ser mais específico.

Uma porta-voz da DC Entertainment usou palavras como “magnífica” e “apropriada” na discussão sobre como a Mulher-Maravilha se vestiria em suas aparições da ONU, e acrescentou que a campanha foi desenhada por Nicola Scott, a artista por trás da encarnação atual da Mulher-Maravilha dos quadrinhos. Mas a personagem ficaria reconhecível, de acordo com a porta-voz, sugerindo que o traje estaria intacto em sua maior parte.

Em breve saberemos. Enquanto isso, se tivéssemos de escolher uma mulher de maiô como um exemplo, talvez devêssemos considerar Katie Ledecky, uma das maiores nadadoras de todos os tempos. Seu poder vem de dentro, como todos sabem. E é essa, na verdade, a mensagem que a organização quer passar: “que existe uma Mulher-Maravilha em toda mulher”, nas palavras de Nasser.

Esse é um conceito digno de aplausos. Mas, considerando o clima atual das coisas, será que não está na hora de seu personagem ter algo novo para usar em uma festa? Carter, por exemplo, disse ter escolhido um elegante modelo em jacquard com renda azul-marinho e preto de Oscar de la Renta.

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– A Moda é Mudar a Sexualidade do Herói?

Sou fã de super-heróis. Não escondo, curto mesmo os personagens que cresci assistindo ou lendo na infância.

Mas algo me incomoda: quando se muda a característica do mocinho… estraga-se tudo!

A Marvel inventou uma Thor-Mulher. Pô, nada contra, mas é radicalizar demais a história.

Se não bastasse, Pierce Brosnan, um dos 007 da era moderna, declarou que gostaria que o próximo agente secreto deveria ser negro ou gay. Complicado…

Por que mudar? Para dizer que é politicamente correto?

No ano passado, Andrew Garfield, o último Homem Aranha do cinema, disse que gostaria de ver o herói sendo pansexual. Nesta semana, divulgou-se a Mulher-Maravilha poderá revelar que já manteve comportamento lésbico.

Ai ai ai… nada contra a opção sexual, mas isso muda a personalidade original dos personagens! É como o Batman dos anos 60 e o sombrio inventado nos anos 00.

O que você pensa sobre isso?

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– Hoje tem Futebol Esporte Show. Contamos com a sua audiência!

E hoje tem Futebol Esporte Show! Com Marcel Capretz, Orlando Gaeta e Rafael Porcari.

Aqui, no SBT – Vtv e TvSorocaba. Tudo sobre o Futebol Nacional e Internacional, além dos times da região. Prestigie!

Campinas e Região: 12h15
Baixada Santista: 12h15
Sorocaba / Jundiaí e Região: 13h15.

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– “O Juramento” é literatura obrigatória para quem gosta de futebol. 

Estive no lançamento do livro de ficção do jornalista Flávio Prado, intitulado “O Juramento“, nesta última segunda-feira no Club Homs.

Gente de bem ali presente, várias personalidades importantes do futebol brasileiro, além de outras notórias pessoas – dos treinadores Leão, Muricy Ramalho, Milton Cruz até o Padre Marcelo Rossi. Claro, além de vários colegas de profissão do Flávio.

Sobre o livro: uma imensa viagem no imaginário! Que leitura agradável, trazendo alguns exemplos de fatos verídicos do futebol com desfechos alternativos.

Quer que eu conte algum? Nada disso, compre o livro que valerá a pena!

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