– Pessoas acima da média merecem sucesso: A Turma da Mônica oficial prestigia a “Derretida”

Viralizou nas Redes Sociais uma foto da “Turma da Mônica”, em fantasias simples, caídas, humildes, cujos bonecos visitaram uma escola da cidade de São João del-Rei, em Minas Gerais.

As imagens (vide abaixo), foram chamadas de Turma Derretida da Mônica, Mônica da Deprê, O lado pobre da Turminha, entre outras coisas.

Não é que o genial Maurício de Sousa em pessoal determinou que os personagens oficiais  visitassem a escolinha?

Só aplausos para esse cara! Merece ter sucesso.

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De todos os bonecos simplórios, o que menos “ornou”, penso eu, foi o da Magali. E o pé machucado do Cebolinha?

A outra foto, abaixo, dos originais esperando para a surpresa:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagine na cabeça de cada criança o sentimento desse dia…

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– A Disney quer construir uma Disneyworld Brazil?

Foi revelado que a Disney quer construir mais um dos seus parques temáticos fora dos EUA e está sondando a cidade de Brasília para investir.

Espaço, localização, rede hoteleira e outras análises são feitas para viabilizar o empreendimento (imaginaram se fosse na Capital Paulista, onde não se tem terreno de tal tamanho disponível e a preço viável?).

A Capital Federal teria interesse no negócio, justamente pela pasta do Turismo entender que é chegada a hora de tirar a imagem apenas de cidade-política, de arquitetura incrível mas cinza e sisuda para muitos.

Quem roda o mundo, sabe que lá no Exterior poucas pessoas conhecem Brasília como a capital do nosso país, achando ser o Rio de Janeiro, ou, pasmem, Buenos Aires (assim como os brasileiros pensam que a capital da Suíça é Zurique ou Genebra, mas que na verdade é Berna).

Confesso: imaginei que surgiriam piadas relacionadas à Política logo na sequência da notíciae surgiram: uma delas é que, caso tenhamos a “Disneylândia Brasil” em Brasília, até o Mickey poderia ser assaltado, o Pateta se tornaria lobbysta e o Tio Patinhas teria problemas de caixa 2 na sua Caixa-Forte. O Congresso Nacional, lógico, repleto de “Zé Cariocas”, o papagaio malandro que representa o país nesse universo da animação.

Brincadeiras à parte, seria realmente interessante um aporte desses em Brasília. Bom para todos.

ATUALIZANDO: Segundo a Rede Globo, através do Portal G1, essa notícia de que a Disney poderia ir para Brasília foi divulgada pelo Governo do DF e DESMENTIDA pela própria Disney.

Abaixo, de: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2019/02/06/disney-desmente-governo-do-df-e-diz-que-nao-ha-planos-para-a-construcao-de-parques-em-brasilia.ghtml

Disney desmente governo do DF e diz que ‘não há planos para a construção de parques’ em Brasília

Governo tinha falado em tratativas para trazer turma do Mickey à capital federal. Em 1961, negociação entre Juscelino Kubitschek e Walt Disney acabou frustrada

Após o governo do Distrito Federal ter anunciado a intenção de trazer um parque da Disney para a capital federal, a companhia do Mickey negou nesta quarta-feira (6) ao G1 que tenha planos de chamar também o Pato Donald e o restante da turma para morar no Brasil.

“Embora o Brasil seja um mercado atrativo, no momento não há planos para a construção de parques na região”, informou a Disney.
Ainda assim, como forma de não fechar as portas para o futuro, a empresa afirmou que “está sempre buscando caminhos para expandir seus negócios e, como parte desse processo, conversa com diferentes entidades”.

Na segunda-feira, o governador Ibaneis Rocha (MDB) disse que iria se reunir com representantes da multinacional ainda esta semana. O governo até chegou a ventilar a informação de que reservou uma área de 800 hectares em Sobradinho para abrigar a estrutura.

“Estou fazendo estudos em todas as áreas. Temos conversado com diversas áreas. Essa semana vem um representante da Disney ao Distrito Federal. São projetos que estamos buscando para dar novo perfil econômico ao DF”, disse Ibaneis na segunda.

O secretário de Projetos Especiais do DF, Everardo Gueiros, também tinha declarado que não poderia dar detalhes sobre o projeto “para não atrapalhar as negociações”.

No entanto, o G1 apurou que, ao contrário do que foi divulgado pelo governador, nenhum executivo da Disney marcou na agenda alguma reunião com o GDF para discutir o assunto.

Procurado, o governo do Distrito Federal não se posicionou sobre o tema até a publicação desta reportagem.

Boatos do tipo envolvendo o parque costumam surgir periodicamente. Em 2008, apareceu na internet a informação de que a Disney seria construída em Curitiba, no Paraná. A inauguração prometida era para 2013.

Já em 2010, um novo boato: de que um resort seria erguido entre São Paulo e Rio de Janeiro a tempo para a Olimpíada de 2016. Além dos Estados Unidos, atualmente a Disney tem parque em Hong Kong, Xangai, Tóquio e Paris.

Em 2016, empresários chegaram a anunciar para o ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB) um pacote de iniciativas com objetivo de desenvolver a economia do DF. Entre as ideias estava justamente a de criar um parque da Disney em Brasília. Segundo o grupo, havia tratativas em curso desde 2013.

A promessa de trazer o parque temático para Brasília remonta a Juscelino Kubitschek. Dono da página Histórias de Brasília, o publicitário João Carlos Amador diz que no final dos anos 1950, Walt Disney procurava um lugar para construção do segundo parque temático.

O primeiro, na Califórnia, já tinha sido inaugurado em 1955. Ele então selecionou alguns países que considerava interessantes para isto. Um deles, foi o Brasil.

“A convite do próprio Walt Disney, o então presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek, até visitou a Disneylândia, em 1961, para que ele visse de perto como funcionava o espaço e como era a estrutura, para avaliar a possibilidade de construir algo semelhante no DF”, conta Amador.

O presidente JK acabou desistindo da ideia por questões burocráticas. “Walt Disney exigia que o espaço tivesse um sistema tributário próprio, sem fiscalizações e sem obedecer as leis brasileiras. Com isso, o segundo parque foi construído em Orlando, na Flórida, e se tornou o principal complexo da Disney do mundo.”

Ao pesquisar nos arquivos, o publicitário lembra que o “mais perto” que Brasília chegou da Disney foi quando um shopping da cidade construiu uma réplica do castelo da Cinderela, em 1997, como decoração de Natal. A estrutura é um dos símbolos da empresa do Mickey.

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– Como a Marvel e a DC se tornaram gigantes!

Essa matéria vale a pena ser lida pelos fãs de super-heróis e apaixonados por revistas em quadrinhos (como eu): a Revista Superinteressante de Janeiro / 2019, nas páginas 34 a 39, trouxe todo o histórico de como nasceram as poderosíssimas editoras Marvel e DC, que brigam nas TVs e Cinemas pelos bilhões de expectadores.

A propósito: você sabia que o Capitão América quase se tornou colega de estúdio do Superman?

Abaixo:

MARVEL X DC: UMA BREVE HISTÓRIA ENTRE AS EDITORAS DE HQ

A DC e a Marvel nasceram quase juntas, nos anos 1930, e sempre estiveram em pé de guerra. Desse embate, surgiu um novo gênero da cultura popular.

Por Rafael Battaglia

Quem sai da sessão de Vingadores: Guerra Infinita, um filme com orçamento de US$ 400 milhões e bilheteria de US$ 2 bilhões, muito provavelmente não imagina que, algumas décadas atrás, a Marvel se resumia a uma única salinha no final do corredor de uma revista pornô. A DC Comics não era muito mais charmosa: tinha o clima de um cartório.

Natural. Nas primeiras décadas do século 20, os quadrinhos eram vistos como material de quinta categoria, limitando-se a tiras de jornal, histórias pornográficas ou de terror. Harry Donenfeld, um dos precursores do mercado de distribuição de HQs, mantinha relações estreitas com gângsters.

Tudo mudou em 1938, quando uma das editoras que Donenfeld distribuía, a National Allied Publications, lançou a revista Action Comics 1, com um sujeito vestido de collant azul na capa. A National, que anos depois mudou o seu nome para DC (em homenagem a outra clássica revista, a Detective Comics), havia acabado de criar o Superman – inaugurando o gênero de super-heróis. A revistinha mensal alcançou tiragens superiores a 1 milhão de cópias, o que abriu as portas para a criação de mais superseres. Um ano depois nascia o Batman. Em 1940, já tínhamos Lanterna-Verde e Flash. Todos, sempre, vestindo trajes de luta-livre mexicana (é dali que vem a cueca por cima das calças colantes).

Pegando carona

Outros editores também tentavam a sorte no mundo dos quadrinhos. Um deles foi Martin Goodman. Na década de 1930, ele vendia revistas baratas por meio de dezenas de entidades editoriais. Parece impressionante, mas na verdade era só um modo de evitar pagar impostos.

Goodman jogava seguro e copiava o que estava fazendo sucesso. Ele lançou histórias genéricas de faroeste, policiais e aventuras na selva. Em 1939, porém, decidiu seguir os passos do Superman e lançou a revista Marvel Comics 1, com heróis como o androide Tocha-Humana e Namor, primeiros heróis da futura Marvel.

Em 1941, a dupla Joe Simon e Jack Kirby criou o Capitão América. O herói patriota que dava um soco em Hitler logo na sua estreia chamou a atenção, mas o sucesso parou por aí. Na década seguinte, Goodman tomou péssimas decisões de negócio e foi forçado a demitir quase toda a equipe de quadrinhos. A situação estava tão ruim que ele quase vendeu o Capitão para a DC.

Os anos 1950 acabaram sendo ruins para todo o mercado de quadrinhos. Críticos ao fenômeno diziam que as histórias eram as responsáveis pelo mau comportamento dos jovens. Em 1954, foi criado um código de conduta para as HQs e quase todas as editoras, com exceção da DC, viram as vendas caírem. A casa do Superman, então, virou uma empresa consolidada – e careta.

“Ao entrar nos escritórios da DC em 1960, os visitantes seriam perdoados se achassem que estavam entrando em uma empresa de seguros.” Quem traçou essa comparação foi Reed Tucker, autor do livro Pancadaria: por dentro do épico confronto Marvel vs. DC. O obra, lançada em 2018 no Brasil, conta em detalhes os bastidores das duas empresas. Seja como for, o fato é que a DC Comics tinha virado um conglomerado.

Gente como a gente

O jogo só começou a virar para Goodman em 1961. Em uma partida de golfe, ele ouviu Jack Liebowitz, um dos executivos da DC, se gabar do novo sucesso da editora, a Liga da Justiça. O chefão da Marvel correu para o único funcionário do setor de quadrinhos e pediu a ele que fizesse algo parecido. Seu nome? Stan Lee.

Lee, morto em novembro do ano passado, começou na Marvel ainda adolescente, e passou mais de 20 anos até lançar o seu primeiro sucesso. Meses após aquela partida de golfe, ele e Jack Kirby, que estava na DC, criaram o Quarteto Fantástico, uma família de super-heróis cheia de conflitos internos. A partir daí, a ascensão da Marvel foi de vento em popa. Homem-Aranha, X-Men, Os Vingadores… Quase todo o universo da editora foi criado nos anos seguintes.

Os novos heróis da Marvel foram um sopro de novidade no mercado. Eles eram imperfeitos, brigavam e estavam em uma realidade mais próxima dos leitores. A diferença estava até no visual: para cada uniforme impecável da DC, havia alguém como o Coisa, um grandalhão formado por pedras.

O crescimento da Marvel teve uma recepção controversa na DC. Ao mesmo tempo em que classificavam seus gibis como ruins, buscavam copiar o estilo da concorrente. A briga se tornava pública na seção de cartas dos gibis. Ambas as editoras mantinham espaços de conversa com o leitor, e tanto os editores da DC quanto Stan Lee e seus colegas aproveitavam o espaço para atacar uns aos outros.

Nessa Guerra Fria dos quadrinhos, os artistas de um lado não podiam nem pensar em passar para o outro. Convites para trocar de editora surgiam aos montes – uma estratégia que as duas usavam não só para melhorar suas equipes, mas em grande parte para desfalcar a outra. Uma das maiores viradas de casaca veio em 1970, quando a Marvel anunciou que Jack Kirby, o criador do Capitão América, estava indo para a DC. Depois dele, toda movimentação do tipo passou a ser acompanhada de perto pela indústria.

20% das 40 maiores bilheterias do cinema de todos os tempos são de filmes de super-heróis da Marvel ou da DC.

Infinitas crises

A Marvel seguiu crescendo até que, em 1972, ultrapassou a DC em vendas. Para comemorar a liderança (posto que até hoje permanece com ela), Goodman convidou todos para um jantar. O local não poderia ser mais sugestivo: um restaurante em frente ao escritório da DC.

Em 1979, uma lista das HQs mais vendidas nos EUA colocava os gibis da Marvel nas 20 primeiras posições. Cinco anos depois, a situação era ainda mais desproporcional, com a circulação chegando ao dobro da DC. O fraco desempenho da DC quase fez com que a Warner, a dona da editora, licenciasse seus personagens para a Marvel. Imagine o monopólio.

A DC esteve sempre presa aos pensamentos jurássicos de alguns executivos da marca, avessos a mudanças no trabalho que eles faziam desde os anos 1940. Um reflexo disso são certas posturas conservadoras da empresa. “Até pelo menos 2006, a posição oficial era de que a Mulher-Maravilha era virgem”, escreve Tucker.

Isso não significa, porém, que a DC jamais tenha inovado. Em 1985, ela lançou Crise nas Infinitas Terras, que revolucionou ao introduzir o conceito de grande saga – histórias tão significativas (e longas) que acabam influenciando as revistas de todos os outros personagens da casa. A Marvel ficou sabendo e produziu a toque de caixa uma tentativa de saga, chamada Guerras Secretas, meses antes. Mas não adiantou. A da DC, bem mais caprichada, foi a que entrou para a história.

Coisa de gente grande

Crise nas Infinitas Terras permitiu que a DC reiniciasse seu universo de heróis do zero – e deu total liberdade para os quadrinistas pensarem em novas histórias. Desse movimento, surgiram HQs mais sombrias, selos adultos e obras consagradas, como Batman: O Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller, e Watchmen, de Alan Moore, esta última eleita pela revista Time como uma das melhores publicações do século 20. Se os quadrinhos deixaram de ser algo completamente voltado para crianças, o mérito é da DC.

Depois dessa revolução, outro setor do entretenimento descobriu que dava para ganhar dinheiro com super-heróis. O cinema, claro. A DC já fazia sucesso desde 1978, ano do clássico Superman – O Filme, com Christopher Reeve. Mas foi com Batman, de 1989, que a montanha de dinheiro cresceu. O filme de 1978 e suas três continuações, lançadas em 1981, 1983 e 1987, somaram uma bilheteria de US$ 1,1 bilhão em valores atuais. Batman fez US$ 835 milhões (também em valores de hoje) só com o filme de 1989 e, de quebra, se tornou um fenômeno do licenciamento – o logo do Batman usado no filme rendeu US$ 200 milhões de hoje pelo serviço de estampar camisetas, pantufas e chaveiros mundo afora. Pois é. Graças ao cinema, a DC assumia novamente a dianteira.

O poder de fogo de Batman e Superman, porém, atraiu dinheiro para a Marvel também – se a DC tinha estourado nas salas de exibição, a rival tinha tudo para seguir a mesma trilha. Ronald Perelman, então um investidor de Wall Street, comprou a empresa com o objetivo de fazê-la crescer na telona.

E fora também. Perelman lançou estratégias para tirar mais dinheiro dos quadrinhos. Era o caso das capas variantes. Os leitores chegavam a comprar mais de 20 versões do mesmo gibi para ter todas as versões de capas.

A Marvel também investiu na criatividade. O carro-chefe nessa fase foi o grupo de mutantes criados ainda nos anos 1960 por Stan Lee. X-Men Vol. 1, de 1991, que apresentava uma versão repaginada de Wolverine e cia., vendeu 8 milhões de cópias – e é até hoje o quadrinho mais vendido da história.

E a Marvel, que já liderava nos quadrinhos, virou uma máquina de imprimir dinheiro. Os melhores quadrinistas tinham grana para comprar avião particular – não é figura de linguagem. Chris Claremont, roteirista dos X-Men, comprou mesmo um.

Na DC, o triunfo financeiro no cinema não se refletia nos quadrinhos. Em 1992, ela amargava o terceiro lugar nas vendas de HQs e, para enfrentar a Marvel, decidiu matar o Superman, em uma história que virou notícia na TV e nos jornais.

A Marvel reagiu com mais sagas. Só em agosto de 1993, havia 120 títulos em circulação. A editora começava a dar passos maiores que as pernas. Perelman chegou a comprar uma distribuidora de quadrinhos para não depender mais de outras empresas nessa área. Péssima decisão: a subsidiária não dava conta da demanda da casa, e outras distribuidoras, que se consideraram traídas, não queriam mais trabalhar com a Marvel.

Nisso, os prejuízos foram se avolumando. Até que, em 1996, a editora entrou com um pedido de falência, com quase US$ 1 bilhão em dívidas.

Para se salvar, a Marvel fez um “saldão” de heróis e vendeu os direitos dos seus personagens mais famosos para estúdios de Hollywood. X-Men, comprado pela Fox, virou filme em 2000, e rendeu meio bilhão de dólares de hoje. Homem-Aranha, adquirido pela Sony, fez o dobro disso. Sim: passou de US$ 1 bilhão.

Aquilo que tinha restado da Marvel após a falência viu que estava marcando bobeira. E montou um plano para fazer dinheiro no cinema com os heróis que tinham sobrado na casa.

Homem de Ferro estreou em 2008, e bingo: rendeu mais de US$ 500 milhões. O êxito deu início ao que hoje se chama MCU (sigla em inglês para Universo Cinematográfico da Marvel). E mais importante: chamou a atenção da Disney – e a maior empresa de entretenimento da galáxia comprou a Marvel em 2009 por US$ 4 bilhões.

A DC ainda pena para criar o seu próprio universo, com problemas de público e crítica. A grande exceção é a trilogia do Batman dirigida por Christopher Nolan entre 2005 e 2012 – que consegue a proeza de ter um faturamento de nove dígitos (US$ 2,5 bi) e, ao mesmo tempo, constar nas listas de melhores filmes de todos os tempos. Algo tão significativo no mundo do cinema quanto aquilo que Infinitas Terras tinha produzido no dos quadrinhos lá atrás, nos anos 1980.

Hoje, das 40 maiores bilheterias da história do cinema, 20% são de filmes com heróis da Marvel ou da DC. E, ao que tudo indica, essa proporção seguirá aumentando. Porque a rivalidade entre as duas criou mais do que revolução na cultura pop. Presenteou a humanidade com toda uma nova mitologia.

– A Marvel de antigamente e os Desenhos mais Toscos

Olha que curioso: o UOL Cinema trouxe uma matéria muito bacana dos desenhos mais “antigos e supostamente fracassados” da Marvel!

Quem gosta de desenhos dos anos 60 e 70, vai se deliciar!

Clique em: https://cinema.uol.com.br/listas/flintstones-e-a-coisa-os-desenhos-toscos-da-marvel-nos-anos-60-e-70.htm

Aqui uma pérola (as demais no link acima): CLUBE MARVEL, que hoje conhecemos como Vingadores, em: https://www.youtube.com/watch?v=3peTODrEpws

– O Novo Popeye Politicamente Correto

Minha geração assistia o desenho animado do Marinheiro Popeye sem se importar com o cachimbo do personagem (onde até mesmo por lá ele comia espinafre). Claro, hoje, infelizmente, o cachimbo virou instrumento para uso de drogas (em especial, o crack).

Sou totalmente anti-tabagista, mas quando criança, nem sabia o que era isso! Eis que, para comemorar os 90 anos do personagem, Popeye será relançado para as novas gerações – mais moço e com apito!

Abaixo, extraído de: https://www.omelete.com.br/series-tv/popeye-lanca-nova-serie-animada-no-youtube-sem-cachimbo-confira

POPEYE 2019 – SEM CACHIMBO E COM APITO!

Nova versão contará com 25 episódios

Popeye está de volta. Em 2019, o personagem comemorará 90 anos e, por isso, ganhou uma nova animação para o Youtube. O primeiro episódio de Popeye’s Island Adventures apresenta uma versão mais jovem do marinheiro e, ao invés do tradicional cachimbo, ele conta com um apito. Confira acima.

A nova série não conta com diálogos e reapresenta para uma nova geração personagens como Olivia Palito e o vilão Brutus. A expectativa é que sejam lançados 25 episódios.

O desenho é parte de um novo acordo entre a emissora e produtora infantil WildBrain com a King Features, responsável pela licença do marinheiro.

– Lego, a Fênix dos Negócios

Como explicar?

Em 2003, a dinamarquesa de brinquedos Lego estava quase falida. Sem dinheiro, nem inspiração, amargava ½ bilhão de dólares de prejuízo/ano. Em 2015, ganhou um prêmio como “Marca Mais Poderosa do Planeta”.

Segundo a Revista Época Negócios, em matéria de Raquel Grisotto (Abril 2015), foram 6 medidas-chave para a empresa ressurgir:

1- Ajustes de Contas: demitiu 30% dos funcionários e vendeu 70% das participações em outros negócios fora da empresa.

2- Pegada Global: deixou o Leste Europeu e migrou para países em desenvolvimento.

3- Agilidade em Dobro: um novo brinquedo levava 2 anos para ser desenvolvido. Hoje, somente 1 ano para chegar da fábrica às prateleiras.

4- Portfólio mais Enxuto: os produtos são tijolinhos de plásticos e seus bonequinhos. E só!

5- Ajuda dos Famosos: licenciamento de personagens de filmes e desenhos famosos como atração.

6- Vínculo com Clientes: de cada 10 profissionais contratados, 2 são fãs assumidos de Lego.

De fato, é inegável o sucesso da Lego nos dias de hoje, embora, eu, ainda sou do tempo do Playmobil…

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– Qual o tipo de criação da Garotinha?

Quem, na infância, não gostava de Gibi?

Eu sonhava em ver meu nome publicado nas “cartinhas ao personagem” nas revistinhas em quadrinhos. Especialmente nas do Zé Carioca e do Cascão.

Eis que vejo uma carta de uma menina de João Pessoa, sugerindo que a Mônica cometa um bárbaro assassinato contra o Cebolinha!

É coisa antiga, lógico, mas pense: onde estão os pais dessa criança? O que se esperará dela quando adulta?

No final do recadinho, leia o que a Redação respondeu. “Deu ruim”, hein?

– O uso comedido das Redes Sociais: a demissão do diretor da Disney!

James Gunn, o importante diretor de Hollywood e responsável pelos filmes da franquia Guardiões da Galáxia, da Marvel (que hoje é uma empresa do grupo Disney) foi demitido na semana passada por tuítes de cunho racista em 2013!

Segundo a emissora, nenhum tipo de preconceito pode ocorrer por seus colaboradores, já que ela, Disney, tem valores sociais a defender. Gunn, por sua vez, diz que errou, mas que hoje é uma pessoa melhor.

E aí?

Se por um lado, deve-se separar a vida pessoal da profissional, ao mesmo tempo, deve-se entender que o profissional representa a instituição que trabalha. Difícil não associar, né?

O certo é: cuidado com o que você registra na Internet, pois as opiniões podem se perpetualizarem!

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– Ducktales com Zé Carioca?

Ôba! Para quem curte histórias em quadrinhos e personagens clássicos Disney, ficará feliz: na Comic Com (a feira de filmes e séries que está acontecendo em San Diego), foi anunciado que Zé Carioca e Panchito estarão se juntando em episódios da 2a temporada de Ducktales (as aventuras de Tio Patinhas, Pato Donald e os 3 sobrinhos menores).

Na minha infância, assisti várias vezes “Os 3 Amigos” e “Você já foi à Bahia”? Será muito legal rever esses icônicos personagens na TV!

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Entertainment Weekly/Reprodução

– O 1o Trailer Oficial de Aquaman!

Uau!!!

Acabou de ser divulgado pela DC e Warner Bros o primeiro trailer oficial de Aquaman!

Se o começo parece meio “borocochô”, o final é empolgante. Imagens incríveis do Oceano, aparição do Arraia Negra e outras cenas impressionantes.

Parece que dessa vez a DC fez um filme para enfrentamento “pau-a-pau” com o melhor que a Marvel já possa ter  feito. Embora, sejamos justos: Mulher Maravilha foi muito legal, bem melhor do que Homem de Aço.

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=WDkg3h8PCVU

– O apaixonado por Simpsons!

Nos EUA, um cidadão (e provavelmente bem afortunado) aficcionado pelo desenho “The Simpsons” reproduziu sua casa exatamente como a da família de Springfield!

Cá entre nós: ficou perfeita. Só faltou o carro cor-de-rosa (ou estaria dentro da garagem?).

Cada um com sua mania…

– Que coisa, Editora Abril!

Uma notícia que deixa todo o leitor apaixonado pelos Quadrinhos Disney entristecido: o fim das publicações da Editora Abril!

Que coisa… sabidamente a empresa está em crise, tanto que abriu mão de Placar e de tantos outros títulos. O que está acontecendo de fato? Creditar o desinteresse à leitura e culpar o acesso digital não me parece o mais lógico.

Sou do tempo em que a Abril publicava tudo: dos gibis da Turma da Mônica, passando pelas HQ da Disney até os da Luluzinha. Sempre foi uma potência!

A propósito, eu comprei edições que hoje são raridades: tenho a Revista na qual se fazia o concurso para decidir as cores do Biquinho (o sobrinho do Peninha), os almanaques do Superpateta, as histórias incríveis de edições limitadas (como o dia em que o Zé Carioca resolveu trabalhar ou quando a Madame Min enfim casa com o Mancha Negra). As edições dos anos 80 do pessoal de Patópolis sempre foram as melhores!

Uma pena. Minha paixão pelos quadrinhos começou a diminuir quando mudaram demais o personagem Zé Carioca e seus amigos, descaracterizando-o com a desculpa que o modernizavam. Aí veio a majoração dos preços da Abril. E tudo ficou sem graça…

Será que a Disney vai ser publicada por alguma outra editora?

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– Como é o filme Vingadores 3 (Guerra Infinita)?

O “arrasa-quarteirão” Vingadores, Guerra Infinita Parte 1 (que na verdade se chama Guerra Infinita apenas) é um sucesso dito por toda a crítica especializada.

Para quem gosta de heróis como eu, fica a dica: o filme é realmente espetacular e surpreendente!

Thanos rouba a cena, e se você quiser saber o que acontece no filme, para não dizer que não avisei a existência de Spoilers, saiba: a história toda está aqui, nesse link: https://becoliterario.com/spoilers-vingadores-guerra-infinita/

Só avisando: para as quase 3 horas de filme, vale a Pipoca com Manteiga no Combo Gigante, ok?

Ah, o final também é surpreendente!

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– 80 anos do Superman!

Ontem, 18/04/18, o Superman completou 80 anos de vida!

Nesta data da comemoração da sua 1a aparição, Henry Cavill, o atual Homem de Aço no cinema, produziu essa mensagem bem legal no Instagram (no link abaixo):

Em: instagram.com/p/BhuwrgEld7p/

Eu também ganhei algo bacana: uma produção da minha filhota Marininha comigo de Super-Homem via Snapchat:

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Muito legal, afinal, os meus músculos “são parecidos” com os dele, assim como meu cabelo! E para quem curte heróis como eu, aqui vai um resuminho via Omelete (o site especializado desse assunto): 

– Confirmada a Vilã de “Mulher-Maravilha 2” e as fotos de Shazam!

Para cinéfilos e apaixonados por HQ, uma boa notícia: a diretora Patty Jenkins confirmou que para o 2o filme solo da Mulher Maravilha nas telonas, teremos como adversária Cheeta, ou melhor, Bárbara Minerva, a Mulher-Leopardo (que será vivida pela atriz Kristen Wiig)!

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E a notícia boa não veio desacompanhada: vazaram por paparazzis a foto do ator Zachary Levy vestido de… SHAZAM!

Voltei à minha infância. Êba! Olha aí o uniforme dele (e o filme promete ter uma participação especial do Superman).

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