– O final alternativo de Vingadores Ultimato, com Batman e Superman!

Há gente que esbanja criatividade e talento. Digo isso pois encontrei na Web “um final alternativo” para o último filme dos Vingadores!

Muito engraçado, extraído do site Observatório do Cinema, abaixo:

COMO VINGADORES ULTIMATO DEVERIA TER ACABADO

O canal How It Should Have Ended é uma das pérolas do YouTube, oferecendo curtas animados que imaginam finais alternativos para grandes filmes de Hollywood.

O mais recente vídeo faz essa brincadeira com Vingadores: Ultimato, imaginando possibilidades onde Tony Stark sobrevive, Capitã Marvel fazendo quase tudo sozinha e até mesmo o Batman destruindo Thanos.

Vídeo em: https://www.youtube.com/watch?time_continue=1&v=9VrjneFdZFI

– Erick Jacquin no Roda Viva.

Para que gosta dos programas “Masterchef” e “Pesadelo na Cozinha”, vale a pena assistir essa entrevista do Erick Jacquin, o francês que faz sucesso no Brasil com seus programas culinários.

O mais legal do programa? Quando ele fala sobre os seus fracassos, que lhe ensinaram a empreender melhor!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=fg_bH1VR-mQ

– Pelo direito de não gostar do BBB!

Que febre (e para alguns, um vício) é o Big Brother Brasil, não?

Não assisto e nem sei o rosto das pessoas que participam, mas pelas Redes Sociais conheço todos os nomes delas, e isso é inevitável… serão 3 meses “chatos” na Web.

A questão é: antes, as pessoas debochavam de quem gostasse do programa, falando até que era de “baixa intelectualidade de público”. Discordo, respeito quem assiste, pois Entretenimento é “gosto”.

Eu não gosto e não assisto. Mas hoje vejo pessoas no sentido inverso: dizendo que é arrogância desprezar esse “jogo da realidade da vida humana”!

Ué? Desde quando é prepotência não gostar de um programa de TV?

Repito: respeito quem gosta de BBB, mas eu não curto. Será que em breve isso será proibido também?

Que mundo pilhado…

Juliette é campeã do 'BBB 21': memes, fenômeno na web e mais momentos marcantes - Purepeople

Foto: Juliette, a campeã da edição passada (Divulgação: TV Globo).

– Os elétricos na moda: Bruce Wayne / Batman terá um Mercedes “diferente” em “The Flash”.

A Mercedes também entrou na briga dos carros elétricos?

Mais ou menos.

Para o filme “The Flash”, o milionário Bruce Wayne ostentará um veículo da marca “sem preço”, por ser um carro-conceito e elétrico.

Veja só, extraído de: https://www.uol.com.br/carros/noticias/redacao/2021/06/22/batman-usara-carro-conceito-eletrico-da-mercedes-em-novo-filme.htm

BATMAN TERÁ CARRO CONCEITO EM FLASH

O ator Michael Keaton, que voltará a fazer o Batman após 30 anos, deverá possuir um modelo dos mais exclusivos como seu carro particular. No filme The Flash, que deverá chegar às telonas no próximo ano, Bruce Wayne será o proprietário de um Vision Mercedes-Maybach 6 (…).

O Maybach 6 foi revelado como um carro-conceito em Pebble Beach em 2016, e é elétrico apesar do grande capô. Por ser conceito, o modelo não tem preço divulgado.

Ele tem quatro motores elétricos que fornecem 738 cv às quatro rodas. Desta maneira, ele é capaz de ir de 0 a 100 km/h em 4s e ter uma autonomia de 320 km. O Maybach 6 ainda é conversível.

A presença do Maybach é muito provavelmente o resultado de um acordo de produto contínuo da DC com a Mercedes, que começou com no filme da Liga da Justiça de 2017.

O filme do Flash com Bruce Wayne está programado para estrear em 4 de novembro de 2022.

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Vision Mercedes-Maybach 6. Imagem: Divulgação

– Não olhe pra cima!

Se você não assistiu o filme que está fazendo o maior sucesso na Netflix, o “Não Olhe Pra Cima“, assista!

Impressionante. Acabei de ver e o roteiro é demasiadamente surpreendente (e as comparações com a política brasileira não tem nada a ver, a não ser o fanatismo e populismo – comum ao mundo, infelizmente).

Ah, tem duas cenas pós-creditos curiosas. Assistam também.

Obviamente, não vou contar o filme. Mas vale a pena as 2h18 na frente da TV.

Crítica | Não Olhe Para Cima - Plano Crítico

Imagem extraída de: https://www.planocritico.com/critica-nao-olhe-para-cima/

– Feliz Aniversário, Silvio Santos!

Hoje é aniversário de um ícone da TV Brasileira: 91 anos de Senor Abravanel, o Sílvio Santos, que continua firme e forte na TV.

Mas… e se ele tivesse concorrido à Presidência da República em 1990 e vencido? Lembram-se do episódio? E o Brasil escolheu Collor… (inclusive eu, enganado pelo discurso de país moderno e honesto pelo Caçador de Marajás!).

A questão é: já repararam que quem se torna presidente envelhece rapidamente? Repare no FHC e no Lula, na posse e no encerramento dos mandatos: abatidos, cansados, envelhecidos não só logicamente pela idade.

Será que Sílvio Santos teria pique para seus programas?

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Foto: Reprodução Internet.

– E o Mancha Solar, super-herói brasileiro da Marvel, é torcedor do Botafogo!

A Marvel publicou um cartaz com seus heróis da América Latina. E Roberto da Costa, o “Mancha Solar” (criado em 1982), brasileiro que era jogador de futebol amador, apareceu com a camisa do Botafogo-RJ!

Mancha Solar usa energia do sol para ter poderes, e acabou conseguindo se tornar um dos Novos Mutantes e depois um dos Vingadores. Será que o veremos no MCU nas telonas um dia?

Mais sobre ele: https://www.einerd.com.br/mancha-solar-novos-mutantes/

Imagem extraída de: https://twitter.com/pedrocertezas/status/1468642885151117322

– A Marvel de antigamente e os Desenhos mais “Toscos”

Olha que curioso: o UOL Cinema trouxe uma matéria muito bacana dos desenhos mais “antigos e supostamente fracassados” da Marvel!

Quem gosta de desenhos dos anos 60 e 70, vai se deliciar!

Clique em: https://cinema.uol.com.br/listas/flintstones-e-a-coisa-os-desenhos-toscos-da-marvel-nos-anos-60-e-70.htm

Aqui uma pérola (as demais no link acima): CLUBE MARVEL, que hoje conhecemos como Vingadores, em: https://www.youtube.com/watch?v=3peTODrEpws

– O Novo Popeye Politicamente Correto.

Minha geração assistia o desenho animado do Marinheiro Popeye sem se importar com o cachimbo do personagem (onde até mesmo por lá ele comia espinafre). Claro, hoje, infelizmente, o cachimbo virou instrumento para uso de drogas (em especial, o crack).

Sou totalmente anti-tabagista, mas quando criança, nem sabia o que era isso! Eis que, para comemorar os 90 anos do personagem (há 2 anos), Popeye foi relançado para as novas gerações – mais moço e com apito!

Eu só vi agora, mas achei curioso. Abaixo, extraído de: https://www.omelete.com.br/series-tv/popeye-lanca-nova-serie-animada-no-youtube-sem-cachimbo-confira

POPEYE 2019 – SEM CACHIMBO E COM APITO!

Nova versão contará com 25 episódios

Popeye está de volta. Em 2019, o personagem comemorará 90 anos e, por isso, ganhou uma nova animação para o Youtube. O primeiro episódio de Popeye’s Island Adventures apresenta uma versão mais jovem do marinheiro e, ao invés do tradicional cachimbo, ele conta com um apito. Confira acima.

A nova série não conta com diálogos e reapresenta para uma nova geração personagens como Olivia Palito e o vilão Brutus. A expectativa é que sejam lançados 25 episódios.

O desenho é parte de um novo acordo entre a emissora e produtora infantil WildBrain com a King Features, responsável pela licença do marinheiro.

Imagem extraída de: https://jovempan.com.br/entretenimento/tv-e-cinema/popeye-abandona-cachimbo-em-nova-versao-politicamente-correta-do-desenho.html

– O “Papo Reto” é muito legal. Assistam!

Agradeço o carinho do grande amigo Adilson Freddo e de toda a equipe da TV Japi! Estive nesta semana no “Papo Reto”, um programa divertido e com ótimo alto astral!

Futebol e boa resenha, sem dúvida, é com esse pessoal ⚽️.

– A Origem do Jogo da Velha?

Jogo da Velha? Por quê esse nome?

Saiba: esse tradicional jogo só leva esse nome no Brasil, e ele surgiu dos… bordados!

Abaixo, extraído de: https://super.abril.com.br/blog/oraculo/por-que-o-jogo-da-velha-tem-esse-nome/

POR QUÊ O JOGO DA VELHA TEM ESSE NOME?

Essa é mais velha que suas avós Lourdes e Maria José.

Os primórdios do jogo remontam à Antiguidade, embora esse não fosse o nome usado naquela época. A expressão brasileira deriva de um costume de idosas britânicas.

No século 19, era comum as senhoras se reunirem para jogar noughts and crosses (zeros e cruzes) enquanto bordavam e conversavam. Foi assim que o passatempo virou “jogo das velhas” e depois simplificado para “jogo da velha”. Mas também pode chamar de cerquilha, jogo do galo ou tic-tac-toe.

Imagem extraída de: http://jornalheiros.blogspot.com/2016/08/jogo-da-velha.html

– Disney+ Day e o Plusniversário.

A Disney é impressionante… hoje, ela comemora o aniversário do seu streaming Disney+, anunciando lançamentos e outras coisa interessantes.

Mas o melhor de todo o evento (para mim), sem dúvida foi o desenho de 5 minutos dos Simpsons com os personagens clássicos Disney, Pixar, Marvel e Star Wars. Demais!

Sobre tudo, em: https://disneyplusbrasil.com.br/o-disney-day-ja-comecou-e-trouxe-um-upgrade-na-pagina-inicial-do-streaming-veja-tudo-o-que-chegou/

Simpsons-Plusniversario O Disney+ Day já começou e trouxe um upgrade na página inicial do streaming! Veja tudo o que chegou!

– #tbt 2: Legolândia.

Foi há 5 anos, mas… vale lembrar

Ferraris, carros diversos, aviões, tratores e outras máquinas em forma de Lego?

Sim, isso existe e está em lugares históricos de Roma!

Sensacional. Abaixo:

Extraído de: https://vivimetaliun.wordpress.com/2016/11/23/veiculos-de-lego-gigantes-invadem-as-ruas-de-roma-e-transformam-o-ordinario-em-extraordinario/

VEÍCULOS DE LEGO GIGANTES INVADEM AS RUAS DE ROMA E TRANSFORMAM O ORDINÁRIO EM EXTRAORDINÁRIO

Nós crescemos construindo um mundo de fantasia e obras arquitetônicas ousadas utilizando os tijolinhos de LEGO. Mas e se essas mesmas criações invadissem nosso espaço cotidiano? O arquiteto e fotógrafo italiano Domenico Franco transformou sua paixão por LEGO em obras de arte inusitadas com o projeto “LEGO Outside LEGOLAND”.

Ele construíu em tamanho natural caminhões, helicópteros, carros de corrida e trens e inseriu estes veículos nas ruas de Roma como se fizessem parte da paisagem urbana.

As superfícies lisas do plástico e as cores brilhantes dos veículos fazem com que as obras se destaquem e, ao mesmo tempo em que parecem tão reais, também é impossível deixar de olhar duas vezes para elas.

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Franco começou o projeto em 2014 quando colocou os veículos de LEGO em pontos conhecidos da cidade: um helicóptero em frente ao Coliseu e um trem na Porta Maggiore.

O objetivo é transformar contextos comuns em extraordinários“, explica Franco em seu site. “Obrigando os brinquedos a saírem das paisagens idílicas e politicamente corretas pertencentes às cidades perfeitas e idealistas com o objetivo de incutir vícios, virtudes e desejos típicos dos seres humanos”, explicou.

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Todas as fotos © Domenico Franco

– Sobre a polêmica da Sexualidade do Super Homem e o jogador de vôlei Mauricio Souza.

Para aqueles que gostam de quadrinhos e heróis, como eu, deve estar se lamentando com a polêmica criada em torno do jogador de vôlei Mauricio Souza.

Esqueça isso! Não se politize o que ele “disse” nem quem o “des-disse”. Quero sim abordar essa história do Super-homem, mas como apaixonado por HQ:

Primeiro: quem gosta de quadrinhos, quer histórias do seu personagem sem mudar a sua essência. O Ciborgue (Victor Stone), por exemplo, é negro. Se ele fosse branco, o fã não iria gostar (ou vice-versa, por ter mudado o personagem).

Segundo: existem alternativas, como a de novas histórias de personagens que vão surgindo: o Lanterna Verde é o branco Hall Jordan. Em uma linha do tempo, ele treina o negro John Stewart para substitui-lo. Qual o problema? Tudo bem. Ninguém violou o personagem. Ou como o Homem Aranha: o branco Peter Parker num universo, e o negro Miles Morales em outro.

Terceiro: não importa o gênero do personagem ou a etnia. Se não for uma modificação do próprio heroi, tudo bem. Se for outro, valeu.

Quarto: estão fazendo muita polêmica em coisa que não é verdade. A Canário Branco (irmã da Canário Negro da Liga da Justiça) sempre foi bissexual. O Aqualad (Kaldur’ahm), que herda a responsabilidade de ser o novo Aquaman, é gay e tem um namorado na Liga da Justiça Jovem já há algum tempo. A prima do Batman, a Batwoman, é lésbica assumida. Então, esqueça esse papo de que não há representatividade. E quem critica que há demais, não faça essa bobagem também.

Quinto: o Superman é hetero, já paquerou a Mulher Maravilha, mas namorou e casou com a Lois Lane. Ninguém mudou a história dele. Tiveram os gêmeos Jonathan e Jordan. Um deles desenvolveu os mesmos poderes que o pai (e na série da HBO, esse filho se relaciona com a filha da Lana Lang, a 1a namorada do Clark Kent). Nos quadrinhos, esse mesmo filho vai sentir atração por um homem, e aí descobre-se que ele é bissexual. Portanto, insisto e repito, ninguém está mudando o personagem (mas tanto um lado radical e outro igualmente radical, querem polemizar).

O mundo tá chato. Respeite-se a opinião de todos, mas não deturpem fatos.

Super-heróis da Liga da Justiça

Imagem extraída do blog “Por Dentro da História”, em: https://www.dentrodahistoria.com.br/blog/entretenimento-e-diversao/desenhos-filmes-youtube/super-herois-liga-da-justica-personagens/

– Zé Carioca: O que ele tem a ver com Jundiaí?

Meu personagem favorito do mundo de Walt Disney não é nenhum americano como o Mickey ou o Tio Patinhas. Mas é alguém brasileiro da gema: o mais carioca dos Josés: o Zé Carioca, que fez aniversário na última semana!

Curiosidades:

-o papagaio só surgiu pois o irmão de Walt Disney, Roy Disney, queria que o irmão criasse um personagem latino para a política da boa vizinhança.

-quer mais incorreto do que não trabalhar, fazer dívidas e não pagar, dar golpes e fumar charuto? A patrulha do politicamente correto conseguiu que o papagaio não fumasse mais (o que concordo), mas ainda bem que o malandro ainda não despertou a vontade de trabalhar (para isso existe o Zé Paulista, seu primo de SP workaholic), nem pagou a Anacozeca (Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca), tampouco cortou a Feijoada e a Jaca (coitado do Pedrão…) e muito menos deixou de manipular resultados do Vila Xurupita FC (abra o olho, juizada)! Se tirassem esses defeitos do Zé, perderia a graça… ah, esqueci: ainda bem que continua enrolando a periquita Rosinha e enganando o sogro Rocha Vaz!

-por fim: na sua estréia no cinema com o Pato Donald e a Carmem Miranda, conhecemos a voz do papagaio, que foi emprestada do jundiaiense José do Patrocínio!

Qual figurino do Zé você prefere: o antigo, de gravata e guarda-chuva, o do final dos anos 80, com camiseta branca e calça azul, ou o mais novo, de boné e bermuda?

Extraído do Estadão (quando dos aniversário de 70 anos): http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,setentao-louro-e-carioca,955398,0.htm

SETENTÃO LOURO E CARIOCA

Edição especial comemora sete décadas de malandragem e polêmicas do Zé Carioca

por Jotabê Medeiros

Papagaio! A exemplo de Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, o Zé Carioca tá fazendo 70 anos!

Trata-se de uma data importante para o “carioca way of life“. O personagem Zé Carioca, criado por Walt Disney em 1942, morava na favela. Vivia de pequenos expedientes, golpes em restaurantes de hotéis, diversão de penetra em clubes grã-finos. A periquita Rosinha, sua namorada eternamente enrolada, surgiu nos quadrinhos como uma das mais sexy pin-ups da era pré-Jessica Rabitt.

Zé Carioca não cumprimentava friamente, como os americanos, mas dava abraços “quebra-costelas” nos chegados, como no turista gringo Pato Donald. Nas primeiras tiras, ele era identificado como José (Joe) Carioca. Agora, para celebrar a data, sua história é tema de um especial da Editora Abril, que reedita todas as tiras iniciais produzidas entre 1942 e 1944, além de uma seleção especial de histórias até 1962 recoloridas digitalmente.

Por causa de sua faceta de malandro e inimigo do trabalho, Zé Carioca já foi alvo de campanhas politicamente corretas. “O Zé Carioca é um personagem antiético terrível, com todos os clichês negativos”, disse, em 1999, a autora Denise Gimenez Ramos, professora titular da PUC e coautora da tese Os Animais e a Psique (Palas Athenas, 284 págs.), na qual buscava restabelecer conexões simbólicas entre as pessoas e os bichos – incluindo suas representações ficcionais. “O personagem de Disney nunca trabalha, fica em geral deitado numa rede sonhando em ganhar na loteria – é um arquétipo falso, que perpetua o Macunaíma”, afirmou.

O pioneirismo de Disney com o Zé Carioca sempre foi questionado. Já havia precedentes simultâneos e até anteriores. O cearense Luiz Sá (1907-1980) criou, nos anos 40, um papagaio vestido de gente chamado Faísca, que apareceu muitos anos antes do Zé Carioca. E há a eterna desconfiança que a inspiração de Disney tenha partido de um trabalho do cartunista brasileiro J. Carlos.

Em agosto de 1941, Walt Disney visitou o Brasil (além de alguns outros países da América do Sul), estimulado pelo irmão Roy, como parte do esforço da Política de Boa Vizinhança do governo Franklin Roosevelt, que visava a estreitar as relações dos Estados Unidos com os países latinos.

Para o pesquisador Celbi Vagner Pegoraro, jornalista, pós-graduado em Relações Internacionais e doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, há muitas inspirações que resultaram no papagaio folgazão de Walt Disney, e não só os desenhos de J. Carlos. “Mas é fato que Walt Disney ficou encantado com a obra do brasileiro”, afirma.

Pegoraro lembra que a saison brasileira de Disney o mostrou menos interessado em eventos diplomáticos e mais em atividades artísticas (foi ao lançamento do filme Fantasia no Rio e em São Paulo), e seu primeiro encontro com J. Carlos ocorreu numa exposição na Associação Brasileira de Imprensa. Na mostra havia obras de diversos brasileiros, mas os desenhos de J. Carlos retratavam a fauna brasileira, incluindo aí o papagaio. Seus traços chamaram tanta atenção que dois fotógrafos da equipe de Disney gastaram muito tempo registrando os quadros. Durante um almoço promovido pelo chanceler Oswaldo Aranha no Palácio do Itamaraty, Disney fez pessoalmente um convite para que J. Carlos trabalhasse em seu estúdio, mas o brasileiro recusou. Foi então que o artista presenteou Disney com um desenho de papagaio.

Após 70 anos, Zé Carioca permanece sendo publicado pela Editora Abril. As revistas aproveitaram o sucesso do personagem nos filmes dos anos 1940 e 1950. Em 1944, ele estrelou o filme Você Já Foi à Bahia?, da Disney (nos quais sua voz não era de um carioca da gema, mas do paulista de Jundiaí José do Patrocínio Oliveira, indicado por Carmen Miranda).

A partir daí, o gibi do Zé Carioca inicialmente alternou números com o Pato Donald até ganhar a própria publicação em janeiro de 1961, época em que cartunistas brasileiros começaram a ter sua chance. “Porém, seu auge ocorreu mesmo nos anos 1970, pelas mãos do gaúcho Renato Canini, que aproximou de forma mais latente o Zé Carioca da realidade brasileira, consolidando sua identidade de malandro”, conta Pegoraro.

Suas aventuras ocorrem na Vila Xurupita, um bairro fictício nos morros do Rio, e o personagem ganha uma série de amigos e parentes, caso do Zé Paulista, um primo louco por trabalho. Desde então, outros artistas brasileiros prosseguiram com o personagem e há um desafio da nova geração, como a do quadrinista Fernando Ventura, de desenvolver o Zé Carioca para uma nova geração. Especialmente agora que o volume 2 terá duas histórias inéditas feitas por brasileiros.

– Ticaracaticast é legal, mas esqueçam as mágoas…

Poxa, que podcast legal dos ex-integrantes do Pânico Bola e Carioca (o Ticaracaticast). Mas assisti alguns (do Café com Bobagem e da Amanda Ramalho), e em ambos, uma certa mágoa do Carioca com o Tutinha e o Emílio Surita.

Claro, o Bola fica na dele, sempre rindo e com a preocupação de dar uma cortada no Carioca. Mas ele próprio (Carioca) se policia para não falar mal, mas nas entrelinhas é impossível não perceber. Uma pena!

Em especial, no final desse episódio com a Amanda Ramalho, veladamente se critica a produtora Paulinha e deixa a entender que eles, que estavam na condição de contratados (eram funcionários, não donos do programa) queriam ter autoridade nas pautas e ordens do que “fazer ou não fazer”.

Enfim, a vaidade sempre será um problema no mundo.

– As 10 melhores músicas de todos os tempos!

Se você gosta de música boa, certamente já deve ter lido muitas listas sobre “as melhores de todos os tempos”.

Abaixo, da Revista Rolling Stones, as 10 mais (extraído de: https://www.revistabula.com/44870-10-melhores-musicas-de-todos-os-tempos-segundo-a-revista-rolling-stone/)

10 MELHORES MÚSICAS DE TODOS OS TEMPOS

Por Fer Kalaoun

A revista “Rolling Stone” existe desde 1967, na Califórnia, produzindo conteúdo completamente voltado para a cultura popular, a música, o cinema e assuntos políticos mais polêmicos, inicialmente com cobertura do extravagante jornalista Hunter Thompson. Com um exército de 250 artistas, músicos, produtores, críticos e jornalistas do meio musical, o veículo recriou sua lista de “500 melhores músicas de todos os tempos”. A última versão da lista foi lançada há quase 20 anos. Foram aproximadamente 4 mil faixas votadas, dentre as quais, 500 foram selecionadas para o ranking. A única brasileira a despontar no rol é “Ponta de Lança Africano (Umbabarauma)”, de Jorge Ben, lançada em 1976. Confira o top 10 da lista agora, na Revista Bula. Os títulos estão classificados de acordo com as posições no ranking original.

Respect, Aretha Franklin (1967)

Originalmente escrita e lançada em 1965 por Otis Redding, a canção foi sucesso na voz de seu autor, mas superou todas as expectativas quando gravada pela cantora de Rythm & Blues, Aretha Franklin, em 1967. Além de se tornar um dos singles mais vendidos dos Estados Unidos, na voz da diva, a música ficou no topo na Billboard por duas semanas seguidas e se tornou um símbolo do movimento feminista.

Fight the Power, Public Enemy (1989)

A primeira versão da música foi lançada como single, em 1989, e se destacou como trilha sonora do filme de Spike Lee “Do The Right Thing”. Em 1990, o grupo a relançou em uma nova versão para o álbum “Fear of a Black Planet”. A letra inclui referências a James Brown, o cristianismo afro-americano e a luta pelos direitos civis.

A Change is Gonna Come, Sam Cooke (1964)

Em fevereiro de 1964, Sam Cooke lançou a canção em seu álbum “Ain’t That Good News”. Mais tarde, neste mesmo ano, uma versão ligeiramente alterada, com produção de Hugo e Luigi, entrou no lado b do single “Shake”. Cooke foi inspirado a escrever “A Change is Gonna Come” por vários acontecimentos de sua vida, mas em especial, quando ele e sua banda foram expulsos de um hotel para brancos na Louisiana. O fato o marcou e o motivou a falar sobre a luta dos afro-americanos pelos direitos civis.

Like a Rolling Stone, Bob Dylan (1965)

Os primeiros versos surgiram durante uma exaustiva turnê pela Europa. Algumas semanas mais tarde, ela ganhou estrofes e foi incorporada no disco “Highway 61 Revisited”, de 1965. Considerada longa e pesada demais pela gravadora, a canção só foi lançada porque uma cópia vazou e tomou os clubes de música nos Estados Unidos, sendo considerada “revolucionária” por críticos.

Smells Like Teen Spirit, Nirvana (1991)

Faixa de abertura de “Nevermind”, de 1991, a música se tornou um hit e colocou a banda de grunge Nirvana no circuito popular. Um hino dos jovens que nasceram no pós-Segunda Guerra, a letra contesta a apatia dos adolescentes daquela geração diante de assuntos de relevância política e social. Com estrofes suaves, a canção é marcada pelo riff rápido e barulhento e vocais guturais no refrão.

What’s Going On, Marvin Gaye (1971)

Escrita por Marvin Gaye, Renaldo Benson e Al Cleveland, “What’s Going On” é uma canção de cunho político e que transita por elementos do gospel, soul, funk e jazz. A letra foi inspirada por um episódio testemunhado por Benson, durante uma viagem para Berkeley. Manifestantes protestavam contra a Guerra do Vietnã, em maio de 1969, quando foram recebidos com truculência por policiais no People’s Park. Ao comentar o fato com Cleveland, surgiu a ideia de escrever a canção questionando o que estaria acontecendo com o país. Ao mesmo tempo, os levantes civis de Watts motivaram Gaye a complementar a letra.

Strawberry Fields Forever, The Beatles (1967)

Composta por John Lennon, a canção foi inspirada nos campos de morango do Exército da Salvação, onde brincava quando criança e que ficava próximo de sua casa. “Strawberry Fields Forever” foi lançada em 1967, no álbum “Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band”, sendo a primeira música do disco a ser gravada e definindo o conceito de rock psicodélico.

Get Ur Freak On, Missy Elliott (2001)

Escrita por Missy Elliot e Timbaland, a música tem como base elementos do bhangra, um estilo popular de música indiana, especialmente em Punjab. Seu lançamento foi inicialmente como single, em março de 2001. Posteriormente, uma versão remix foi lançada por Nelly Furtado e usada como trilha sonora de “Lara Croft: Tomb Raider”. Outros filmes também utilizaram a faixa, como “Bem-vindo à Selva”, com Dwayne Johnson, e “O Virgem de 40 Anos”, com Steve Carrell.

Dreams, Fleetwood Mac (1977)

De autoria de Stevie Nicks, vocalista do grupo, “Dreams” fez parte do álbum “Rumours”, de 1977. Em 1998, o grupo The Corrs a regravou para um álbum de covers de Fleetwood Mac. Ela foi escrita durante um período em que os integrantes da banda enfrentavam problemas em seus relacionamentos conjugais, o que motivou a letra. Após Nicks escrever a canção e mostrar aos outros membros da banda, eles decidiram gravá-la no dia seguinte.

Hey Ya!, Outkast (2003)

Composta e produzida por André 3000 para o álbum “The Love Below”, que integra o álbum duplo “Speakerboxxx/The Love Below”, o videoclipe é uma paródia à apresentação dos Beatles no “The Ed Sullivan Show”, em 1964.

– O circo chegou!

O circo Stankowick chegou em Bragança Paulista. E para agradar as minhas meninas, entrei na brincadeira e me maquiei de palhaço. Que legal!

E como a gente faz tudo em família, há o palhaço e a palhacinha!

Por fim, valeu o espetáculo. Duas horas que passaram muito rápido…

Viva o circo!

– Como bancar a confraternização dos funcionários da empresa (se for permitido)?

Repost de 5 anos: considere tudo o que está escrito abaixo (passávamos por crise econômica) e acrescente algo da nossa época: a pandemia! Como a indústria de eventos (chácaras e buffets, por exemplo) pode sobreviver?

Moro em uma região de chácaras de eventos, e nessa época, costumeiramente, as grandes empresas alugam os espaços para as costumeiras confraternizações de final de ano.

Imagine que você é o Executivo de uma multinacional e é pressionado pela Matriz por números melhores. A sua administração é calcada no bom ambiente organizacional mas precisa reduzir custos. Desligamento de colaboradores, infelizmente, é um dos recursos. Como demitir e depois realizar uma festa?

Claro, isso parece lógico para quem é gestor: evitar qualquer sintoma que dê discussão no corpo efetivo, afinal existiram pessoas insatisfeitas com a atitude antipática de se demitir. Mas há aqueles que entendem que a “simbologia” de um evento com os familiares seja importante mesmo assim.

Sinuca de bico? Tem verba para festejos mas despede empregados?

Pense também na cadeia da indústria do entretenimento: com a crise econômica, imagine quantos espaços de eventos corporativos perderam de dinheiro e de clientes, além do fator “agenda vazia” ter ocasionado até o fechamento das mesmas!

No ano passado vi muitos vizinhos, donos dessas chácaras, chorarem copiosamente. Veremos isso neste ano de novo?

Insisto: acrescente, hoje, o “efeito pandemia”, onde as chácaras de festas acabaram sofrendo na carne…

– “What if…?” usou a mesma fórmula da Saga do Infinito?

Confesso: não gostei de What if…?, da Marvel (embora ame heróis e derivados). E o penúltimo capítulo, pensei eu, mostraria que o experimento de Tony Stark, Ultron, seria bem sucedido e o Jarvis seria aperfeiçoado. Ao contrário: pelo que li, Ultron vence Jarvis e se apropria do Visão!

Não me alongarei, se não conto o resto. Se quiser o spoiler, no link do Omolete, em: https://www.omelete.com.br/marvel-cinema/what-if-episodio-8-recap

– Expedição Acali: o “Reality Show” da vida real!

Se você gosta de “reality shows”, veja só que experiência inusitada: um “barco do amor” dos anos 70, que virou filme!

Muito interessante, compartilho extraído de: https://vivimetaliun.wordpress.com/2019/10/10/o-bizarro-experimento-socio-sexual-que-reuniu-pessoas-casadas-num-barco-nos-anos-1970-vai-virar-filme/

O BIZARRO EXPERIMENTO SÓCIO-SEXUAL QUE REUNIU PESSOAS CASADAS NUM BARCO NOS ANOS 70 E VIROU FILME

Muito antes de programas de reality show se popularizarem na televisão, o Big Brother já tinha um antecessor de peso: um experimento social realizado em um barco em alto mar. O objetivo da embarcação era responder o que fazia com que as pessoas odiassem umas às outras.

Para chegar a uma conclusão, o antropólogo mexicano Santiago Genovés reuniu 11 pessoas em um barco para velejar o Atlântico durante um período de 101 dias, em 1973. O experimento ficou conhecido como Expedição Acali e acaba de ganhar um documentário que registra sua história.

Na época, Santiago teria dito à Associated Press que não poderia fazer um experimento como esse em terra, “porque as pessoas iriam querer escapar”. O perfil dos participantes foi planejado justamente para gerar discórdia e incitar o sexo.

Foram escolhidas pessoas casadas que estivesses dispostas a deixar seus parceiros durante a experiência. O pesquisador deu preferência a participantes considerados por ele como “atrativos” e que tivessem entre 25 e 40 anos.

Outra característica importante era a formação de um grupo diverso étnica e culturalmente – havia inclusive um padre católico entre eles. Um ingrediente feminista foi usado para despertar a ira dos homens: a capitã do barco era uma mulher, a sueca Maria Björnstam, considerada a primeira mulher a ter uma licença marítima.

Embora tenha ganhado a atenção da mídia como uma “experiência sexual”, o barco foi muito mais do que isso. Santiago pretendia provocar brigas entre os participantes para entender quais são os elementos essenciais para a criação da paz. Porém, há indícios de que ele teria ido longe demais nessa empreitada…

Pensando em incitar a revolta do grupo, ele chegou a ler para todos respostas que lhe haviam sido dadas em segredo, inlcuindo coisas como “quem você gostaria de tirar do barco” ou “com quem gostaria de transar”. O pesquisador também criou um ambiente em que a privacidade fosse minimizada ao extremo: livros eram proibidos e até mesmo o ato de “ir ao banheiro” era público.

Em dado momento, os participantes chegaram a planejar em conjunto o assassinato de seu mentor – felizmente, a ideia foi deixada de lado antes de que o sangue fosse derramado.

Apesar de tudo, o diretor do documentário que narra a história da embarcação contou ao Independent que a maior parte do tempo foi vivida em paz pelos participantes. Marcus Lindeen conseguiu reunir todas as sete pessoas do grupo que ainda estavam vivas – uma tarefa exemplar, visto que a pesquisa usava pseudônimos para proteger suas identidades.
Em um cenário que recria o ambiente da embarcação, suas memórias se tornam vivas nas telas, criando um retrato fiel de como foram os dias a bordo da Expedição Acali.

Lançado em 2018, o filme ganhou o nome de The Raft e mescla memórias destas pessoas com os documentos deixados por Santiago, que faleceu durante a fase de pesquisa para o roteiro.
Espia o trailer abaixo (em inglês):

Fotos: Reprodução/The Raft/

– #Emmys2021: torcendo por Ted Lasso!

Repost por conta do Emmy’s Award, que acontece hoje: Ted Lasso está de volta na sua 2ª temporada! É muito boa essa série… E quando chega as 4as feiras, fico atento para um novo episódio – e nesse ano, o treinador inglês de foot-ball que se aventura no soccer, está com uma psicóloga no time!

Não conhece? Republico (e vale a pena assistir…):

TED LASSO

Você já assistiu a série Ted Lasso, no streaming AppleTV+?

É SENSACIONAL!

A história é de um treinador de futebol americano que é contratado, pasmem, para um clube inglês da Premier League! Ele é trazido pela proprietária do clube como uma vingança dela contra o ex-marido, a fim de derrubar o time para a segunda divisão.

Sem conhecer nada do Soccer, Ted Lasso comete inúmeras gafes – mas seu jeito simpático e bondoso acaba conquistando a todos, até mesmo a vilã da série, que se rende a ele.

Eu a maratonei, e o final dela é surpreendente. Gostei demais.

Aliás, duas coisa: não precisa gostar de futebol para assistir e se divertir, e Jason Sudeikis, o protagonista, levou o Globo de Ouro 2021 de “Melhor Ator em Série de Comédia” na semana passada.

CURIOSIDADE: Ted Lasso, antes de ser série, era um personagem da emissora de TV NBC, que criou uma propaganda engraçada com ele a fim de promover os jogos de futebol da Inglaterra transmitidos para os EUA, já que os norte-americanos não era experts no nosso tradicional futebol.

– “Um Maluco no Pedaço”, que terá reboot, já tem elenco (Bel-Air).

A série que alavancou o grande Will Smith (Um Maluco no Pedaço) será filmada novamente com novo elenco.

Icônica, ela promete ser bem legal. Abaixo os intérpretes dos personagens:

Em tempo: alguém sabe onde posso assistir a original?