– O que a Odebrecht ganhou com as propinas? A dona dos Políticos e seus “apelidos”:

Pastor Everaldo recebeu dinheiro para falar ajudar Aécio no debate da Globo. Marina Silva ganhou dinheiro. Muita gente do PSDB e PT idem. Senadores, deputados, prefeitos, governadores e presidentes da República aceitaram propina da Construtora Odebrechet.

Que raio de país é esse?

Já cansou ouvir o noticiário e assistir tantos vídeos de delações premiadas. Somos um país onde políticos não são confiáveis e que faliu moralmente. A Odebrecht mandava no país e o “comprou”!

Será que a Justiça nos reerguerá?

Leia que interessante abaixo, extraído de: http://g1.globo.com/resumo-do-dia/noticia/quinta-feira-13-de-abril-de-2017.ghtml?utm_source=twitter&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar

O QUE A ODEBRECHET GANHOU COM AS PROPINAS?

O que a Odebrecht ganhava ao direcionar milhões ao mundo político brasileiro? Segundo executivos da empresa, em vídeos das delações, a corrupção rendeu benefícios importantes para a empresa, como vitória em licitações de obras e aprovação de leis favoráveis no Congresso. Veja:

Olimpíada de 2016 – facilitação na assinatura de contratos de obras no Rio.

Rodoanel Sul, em São Paulo – favorecimento para conquista de licitação.

Saneamento no Pará – conquista da concessão na área de saneamento básico no estado.

Aeroporto e trens no Rio Grande do Sul – interferência nos processos de concessões.

Medida provisória 470/09 – aprovação da medida que permitiu a Braskem (empresa do grupo Odebrecht) parcelar suas dívidas fiscais.

Medida provisória 472/10 – aprovação de medida que rendeu benefícios fiscais a complexos petroquímicos da Braskem.

A LISTA DE CODNOMES NO EXTRATO DA PROPINA:

Antonio Carlos Magalhães Neto, prefeito de Salvador – 2012 – R$ 2 milhões – Codinome Anão

Mário Kertesz, ex-candidato à prefeitura de Salvador (PMDB) – 2012 – R$ 400 mil – Codinome Roberval Feio

Nelson Pellegrino (PT-BA), deputado federal – 2012 – R$ 1,5 milhão – Codinome Pelé

Paulo Câmara (PSB-BA), vereador de Salvador – 2012 – R$ 50 mil – Codinome Amigo C

Henrique Carballal (PV-BA), vereador de Salvador – 2012 – R$ 100 mil – Codinome Buzu

Valdir Pires – 2012 – R$ 80 mil – Codinome Soneca

Tiago Correia (PSD-BA), vereador de Salvador – 2012 – R$ 60 mil – Codinome Álvaro

Geraldo Junior – 2012 – R$ 90 mil – Codinome (inaudível)

Marcelo – 2012 – R$ 300 mil – Codinome Rio

Paulinho da Força (SD-SP), deputado federal – 2010 – R$ 200 mil – Codinome Boa Vista

Roberto Freire (PPS), ministro da Cultura – 2010 – R$ 200 mil – Codinome Curitiba

Rodrigo Garcia (DEM-SP), deputado federal – 2010 – R$ 200 mil – Codinome Suíça

Fernando Capez (PSDB), deputado estadual de SP – 2010 – R$ 100 mil – Codinome Brasília

Arnaldo Jardim – 2010 – R$ 50 mil – Codinome Carajás

Carlos Munhoz – 2010 – R$ 50 mil – Codinome Cruzeiro do Sul

Carlios Zarattini (PT-SP), deputado federal- 2010 – R$ 50 mil – Codinome Guarulhos

Campos Machado (PTB), deputado estadual – 2010 – R$ 50 mil – Codinome Tabuna

Celso Russomanno (PRB-SP), deputado federal – 2010 – R$ 50 mil – Codinome Tacaré

Duarte Nogueira, prefeito de Ribeirão Preto (SP) – 2010 – R$ 50 mil – Codinome Ponta Porã

Edinho Silva, prefeito de Araraquara (SP) – 2010 – R$ 50 mil – Codinome Cambé

Edson Aparecido – 2010 – R$ 50 mil – Codinome Tupiara

João Paulo Cunha – 2010 – R$ 50 mil – Codinome Santo André

José Anibal, ex-deputado e ex-presidente do PSDB – 2010 – R$ 50 mil – Codinome Navegante

Vicente Candido (PT-SP), deputado federal – 2010 – R$ 50 mil – Codinome Palmas

Francisco Charles – 2010 – R$ 30 mil – Codinome Campinas

José Genoino, ex-presidente nacional do PT – 2010 – R$30 mil – Codinome Natal

Ricardo Montoro (PSDB-SP), deputado estadual – 2010 – R$ 30 mil – Codinome Macapá

Beto Massafera – 2010 – R$ 30 mil – Codinome Ribeirão Preto

Eymael, ex-candidato à presidência (PSDC) – 2010 – R$ 50 mil – Codinome Itatiaia

Vicentinho (PT-SP), deputado federal  2010 – R$ 30 mil – CodinomeJoão Pessoa

Eduardo Campos (PMDB-PE), ex-candidato à Presidência da República- 2008 / 2010 / 2012 – R$ 11 milhões – Codinome Neto

Marconi Perillo (PSDB), governador de Goiás – R$ 200 mil em 2010 e R$ 2,5 milhões em 2014 – Codinome Patati

Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), deputado federal – 2010 – R$ 700 mil – Codinome Viagra

Sergio Guerra, ex-presidente do PSDB – R$ 1,06 milhão em 2010 e R$ 450 mil em 2012 – Codinome (inaudível)

Bruno Araújo (PSDB-PE), ministro das Cidades – R$ 300 mil em 2010 e R$ 300 mil em 2012 – Codinome Jujuba

Garibaldi Alves (PMDB-RN), senador – 2010 – R$ 200 mil – Codinome Lento

Fernando Bezerra (PSB-PE), senador – 2010 – R$ 200 mil – Codinome Novilho

José Chaves – 2010 – R$ 100 mil – Codinome Chaveiro

Sandro Mabel (PR-GO), deputado federal – 2010 – R$ 50 mil – Codinome Biscoito

Inaldo Leitão – 2010 – R$ 100 mil – Codinome Cunhado

Robson Faria – 2010 – R$ 100 mil- Codinome Bonitinho

Rosalba Ciarlini (PP), prefeita de Mossoró (RN) e ex-governadora do Estado – 2010 – R$ 550 mil – Codinome Carrossel

Fabio Faria (PSD-RN), deputado federal – 2010 – R$ 100 mil – Codinome Bonito

José Roberto, ex-governador do DF – R$ 1,166 milhão – Codinome Parreira

Agnelo Queiroz, ex-governador do DF – 2010 – R$ 1 milhão – Codinome Comprido

Renan Calheiros (PMDB-AL), senador – 2010 – R$ 500 mil – CodinomeJustiça

Ricardo Ferraço (PSDB-ES), senador – 2010 – R$ 400 mil – Codinome Nulo

Luis Paulo Veloso – R$ 400 mil em 2010 e R$ 100 mil em 2012 – Codinome Filhote

Marcio Lacerda, ex-prefeito de Belo Horizonte – 2012 – R$ 1 milhão – Codinome Porsche

Ideli Salvatti (PT), ex-ministra de Relações Institucionais e de Direitos Humanos – 2010 – R$ 300 mil – Codinome Fantasma

Gleisi Hoffmann (PT-PR), senadora – R$ 150 mil em 2008, R$ 450 mil em 2010 e R$ 3,5 milhões em 2014 – Codinome Amante

Yeda Crusius (PSDB-RS), deputada federal – 2010 – R$ 600 mil – Codinome (inaudível)

Beto Mansur (PRB-SP), deputado federal – 2014 – R$ 300 mil – Codinome BMW

João Paulo Papa (PSDB-SP), deputado federal – 2014 – R$ 300 mil – Codinome Benzedor

Luis Fernando Teixeira – 2014 – R$ 300 mil – Codinome Lamborghini

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– A Resiliência é realmente a palavra da moda?

Resistir com serenidade ou ser pressionado e não se afetar psicologicamente.

Ter resiliência é a virtude dos dias atuais?

RESILIÊNCIA, A PALAVRA DA MODA

Por Walcyr Carrasco

De tempos em tempos uma palavra ou expressão entra em moda. Todo mundo fala sem saber exatamente o que é. Quando eu tinha meus 20 anos e estudava História na Universidade de São Paulo, a expressão de ordem era “má consciência”. Significava genericamente a consciência pesada do burguês diante de seus lucros, por explorar o proletariado. Estendia-se a todos que, de alguma maneira, não se alinhassem com a crítica esquerdista a qualquer coisa neste mundo. Demorei um pouco para perceber que os ricos não tinham má consciência, a não ser alguns herdeiros desajustados. A maior parte prefere desfrutar os lucros em iates, casas de praia luxuosas, restaurantes, roupas, carros a refletir sobre a exploração do proletariado. A expressão deixou de ser usada. Nas últimas décadas, termos psicológicos entraram para o cotidiano. As pessoas usam a psicologia sem a menor noção do que estão falando. Você certamente já ouviu alguém dizer:

– Ele fez isso por ser traumatizado com o pai.

Pobre Freud, deve se retorcer na cova! Peça para explicar o que é traumatizado. Gagueira total. Mas a palavra trauma entrou para o vocabulário como quem fala de alface, abóbora, cenoura. Há menos tempo, a palavra foi psicótico. Leigos não sabem bem o que é psicopatia. Mas ouviram falar que, em cada dez, um ser humano é psicopata. Seu vizinho, talvez. Mais: ouviram também que nem todos os psicopatas são assassinos, mas têm uma lacuna na emoção. São capazes de usar sua generosidade para se aproveitar de você. Tornou-se comum dizer:

– Acho que ele é meio psicopata.

Meio?

A palavra da moda é resiliência. Primeiro pensei que era xingamento. Depois, que talvez fosse algo bom. Enfim, fui ao Google. Na Wikipédia, resiliência é a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas, sem entrar em surtos psicológicos (no sentido primário, é a capacidade de um material se deformar sob pressão e depois voltar à forma original, em vez de ficar deformado, quebrar-se ou romper-se). Ou seja, é algo bom. Descobri que sou o próprio exemplo da resiliência. Em situações de estresse, desligo a reação emocional. Fico calmo, calmíssimo. Certa vez, um amigo desmaiou no corredor de um hotel na Turquia, tarde da noite. Tranquilo, fui pegar a chave do meu quarto, aberto, para poder voltar. Depois achei a chave dele em seu bolso. Abri a porta de seu quarto. Consegui, não sei ainda como (resiliência muscular?), levá-lo até a cama. Havia se cortado no supercílio. Lavei seu rosto. Ao acordá-lo, conversei. Faltava um dia para voltar. Seria melhor um hospital turco ou esperar a volta ao Brasil? Ele explicou: era uma doença não diagnosticada. Ele desmaia, de repente. Esperamos a volta. A doença não foi diagnosticada até hoje, mas ele está bem. Em nenhum momento senti a menor tensão. Isso é resiliência! Ainda bem, porque antes me achava psicopata. Uma palavra pode aliviar a vida de alguém!

A origem da palavra é latina. Vem do verbo resilire, que significa ricochetear, pular de volta. Em inglês, acrescenta-se o significado de “capacidade de recuperação após um golpe”. Tornou-se o diamante das novas técnicas motivacionais e psicológicas (o diamante é duro, e não resiliente, porque não se deforma, ou seja, não “aprende” com o golpe). Tornar alguém mais resiliente é fazê-lo mais apto às dificuldades da vida. Os conceitos já faziam parte do cotidiano da terapia. A palavra resiliência foi traduzida apressadamente. Antes bombou nos países de língua inglesa. Lá, era um termo comum. Aqui, tornou-se novidade.

E a última é agregar algo. Um amigo psicólogo disse:

Não quero trabalhar só a resiliência. Ao superar a situação, a pessoa avança. Aquilo que poderia ser uma experiência desagradável torna-se um fator positivo de crescimento.

Seria uma espécie de resiliência plus?

Escrevi este texto porque queria saber o que é resiliência.  Descobri que é uma espécie de guarda-chuva para vários conceitos. Resiliência pessoal, empresarial… tornou-se uma panaceia no campo da superação (outra palavra na moda).

Talvez a palavra “resiliência” ainda não tenha chegado ao seu cotidiano. Chegará. Moda é moda. Mas não faça questão de tornar-se um expert. As pessoas gostam de usar palavras inteligentes, mesmo sem saber bem o que é. Tranquilo. Palavras e expressões supostamente sábias são como cor de esmalte. Saem de moda. Depois vem outra.

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– A inevitável demissão em massa das organizações

Noticia-se que a Mercedes Benz está demitindo seus funcionários por telegrama (após promover um programa de demissões voluntárias) e que a produção de ônibus e caminhões está suspensa por tempo indeterminado.

Tal fato é um preocupante indicador: ônibus transportam trabalhadores e caminhões a produção. Se esses veículos não vendem, é sintoma que o Brasil está em crise.

Neste círculo vicioso, os desempregados deixam de consumir. Os mercados vendem menos, o comércio precisa cortar gastos e surgem novas demissões.

É o cenário do país. O que fazer nesse momento?

Sugestões? Encaminhe-as ao Palácio do Planalto.

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– Polo Shopping e Jundiaí Shopping são o retrato da crise.

Estive nesta semana visitando o Shopping Center de Indaiatuba, o Polo Shopping. E fiquei assustado com o que vi: corredores praticamente inteiros com lojas fechadas. Ouso dizer que há mais espaços disponíveis do que comércios abertos!

Me lembrei do Jundiaí Shopping, que em seu 2o piso há espaço sobrando para se montar qualquer coisa tamanho o número de estabelecimentos que encerraram as atividades.

A verdade é: a crise pegou a todos – dos mais populares aos mais luxuosos!

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– Crise interrompe obras da Havan e da Covabra em Jundiaí!

A situação é realmente triste no cenário econômico. Havan (na 14 de Dezembro) e Covabra (no Eloy Chaves) suspendem suas obras.

Abaixo, extraído do Jornal da Região, em: https://www.facebook.com/jornaldaregiao1/?fref=nf

HAVAN INTERROMPE OBRAS EM JUNDIAÍ

A maior loja de departamentos do Brasil, a Havan, anunciou ao “Jornal da Região” que está interrompendo as obras de construção de sua unidade na avenida 14 de Dezembro, na Vila Rami, em Jundiaí.

A empresa tinha a intenção de iniciar as atividades ainda neste ano e chegou a anunciar pelo “Jornal da Região” a contratação de cerca de 200 pessoas.

De acordo com o diretor de expansão da rede, Nilton Hang, foi necessário reduzir os investimentos neste momento de recessão. “O recuo ocorreu devido a situação econômica do Brasil. Assim que o problema for resolvido, o plano será retomado.”

No mês passado o “JR” também anunciou a desistência do grupo Iguatemi do terreno entre a Marginal Sul da Via Anhanguera e a Estrada da Malota, onde seria construído um shopping da rede em conjunto com o Grupo Oliva.

A Covabra, rede de supermercados, também suspendeu a construção de sua unidade no Parque Eloy Chaves, devido à situação econômica do País.

VENDAS EM QUEDA

As vendas no comércio estão em queda geral, devido às demissões principalmente nas indústrias. Os lojistas registraram queda de 9,5% só no Dia dos Namorados, uma época boa para as lojas.

Nesta quarta-feira, em Itu, presidentes de sindicatos dos lojistas de todo o Estado vão se reunir para criar a Carta de Itu, com pedidos aos governantes para reverter essa situação.

Segundo a Federação do Comércio e Serviços, atualmente o País conta com cerca de 2 milhões de pessoas endividadas. Desse total, 53,8% recebe menos de 10 salários mínimos de rendimento familiar.

Entre as famílias inadimplentes, 49,6% delas afirmaram ter débitos vencidos há mais de 90 dias; 23,3% têm compromissos atrasados entre 30 e 90 dias; e 24,7% estão com dívidas vencidas por até 30 dias. De acordo com a FecomercioSP, a elevação na proporção de famílias com contas em atraso demonstra o quanto a crise econômica atual e o quadro de incerteza ainda vigente está afetando diretamente a capacidade das famílias paulistanas de manter as contas em dia.

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– Que pena, Folhinha!

E não é que a Folha de São Paulo extinguiu o seu caderno infantil de sábado, a “Folhinha”?

Poxa, fiquei triste. Todos os sábados eu e a filhota líamos as boas e educativas matérias.

Volta, Folhinha!

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– Crise Econômica leva Brasileiros ao Desespero e à Depressão!

É assustador: leio em algumas publicações que a crise econômica leva pessoas a entrarem em depressão. Ao mesmo tempo, empresários, executivos e outros empreendedores que, ao quebrarem financeiramente, levam seus problemas econômicos corporativos às dificuldades pessoais e, somado tudo isso, entram em “parafuso”.

Um desses exemplos é o do administrador de empresas que se suicidou no ano passado, notícia amplamente divulgada pelos meios de comunicação na época. Sem emprego e mergulhado em problemas, ele se despediu dos parentes e amigos dizendo que iria viajar. Não foi. Se hospedou em um hotel paulistano, tomou uma dose violenta de calmantes e outros remédios, colocou um saco na cabeça e se auto-algemou.

Triste. Retrato de um mundo competitivo que não permite o fracasso e é impiedoso com os trabalhadores que tem pouco dinheiro, sobrecarregados pelos impostos, por um Governo corrupto, por uma sociedade materialista e, em muitos casos, da falta de apoio familiar e talvez de uma certa debilidade espiritual.

Recordo-me de, dias atrás, ter lido um testemunho do Padre Marcelo Rossi, que vítima de uma crise depressiva, emagreceu violentamente. O sacerdote disse que, contra ela, além dos medicamentos, se apegava a esta passagem bíblica em Eclesiásticos, cap. 30, vers. 22 e 24:

Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos. Tem compaixão de tua alma, torna-te agradável a Deus, e se firme; concentra teu coração na santidade, e afasta a tristeza para longe de ti”.

Independente da religião, é inegável que são palavras bonitas e que nos remetem à busca da felicidade, tentando afastar da nossa mente os pensamentos que nos machucam, dos medos de uma sociedade monetariamente dependente e de um consumismo / materialismo desenfreado. Claro, lembrando que, se “a conta não fechar no final do mês”, o processo de desespero aumenta. Nestes momentos, é imprescindível respirar fundo, olhar para a família e crer em algo/ alguém que dê motivos para a vida valer a pena!

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– Primeiro de Maio é dia de Descanso? Nem tanto…

Hoje é domingo de “feriado”. Mas como de costume, é de muita labuta a mim.

Rotina mantida: cooper na madrugada, orações na alvorada e no trabalho antes do sol nascer.

Cá entre nós: sendo “Dia do Trabalhador” (aqui no Interior, há o hábito de fazer piquenique nesta data), nada mais desanimador em celebrar tal data trabalhando em meio a crise econômica e política.

Dia primeiro é início de mês, época de fechamento comercial, fazer balanços, ajustar contas… CRUZ-CREDO!

Hoje o serviço não tem hora para acabar. Infelizmente, não haverá tempo para futebol, confraternizações ou descanso.

É vida que segue, aguardando o país melhorar e suando sangue para pagar os impostos. Fico com o clarão do sol deste amanhecer, como luz e esperança para uma difícil jornada dominical.

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– E aí, Brasil? Cristo pedindo SOS?

A capa da conceituada “The Economist” mostrou o que se vê lá fora sobre o nosso país: até o Cristo Redendor está pedindo socorro!

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/451684_THE+ECONOMIST+TEM+NA+CAPA+CRISTO+REDENTOR+PEDINDO+SOCORRO?platform=hootsuite

EDITORIAL DA PULICAÇÃO BRITÂNICA DEFENDE NOVAS ELEIÇÕES GERAIS E CITA EDUARDO CUNHA

Após a mais famosa estátua do Rio de Janeiro simbolizar a decolagem e depois a derrocada do Brasil, agora é a vez de o Cristo Redentor pedir socorro na capa da nova edição da revista The Economist. A publicação britânica traz a imagem do Cristo segurando um cartaz com a inscrição “SOS”. Em editorial, a revista diz que a presidente Dilma Rousseff tem responsabilidade sobre o fracasso econômico, mas que os que trabalham para tirá-la do cargo “são, em muitos aspectos, piores” e cita Eduardo Cunha como exemplo. “No curto prazo, o impeachment não vai resolver isso”. Por isso, a revista defende novas eleições gerais.

O editorial diz que “Dilma Rousseff levou o País para baixo, mas toda a classe política também”. “O fracasso não foi feito apenas pela senhora Rousseff. Toda a classe política tem levado o País para baixo através de uma combinação de negligência e corrupção. Os líderes do Brasil não ganharão o respeito de volta de seus cidadãos ou superarão os problemas econômicos a não ser que haja uma limpeza completa”.A revista diz que Dilma tem responsabilidade sobre a situação porque houve incompetência do atual governo na condução da economia, o Partido dos Trabalhadores se envolveu no esquema de corrupção da Petrobras e a presidente tentou proteger p ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva das investigações. As acusações contra a presidente, porém, são relativizadas quando comparadas com as existentes contra os nomes que lideram o processo de impeachment.

“O que é alarmante é que aqueles que estão trabalhando para o seu afastamento são, em muitos aspectos, piores”, cita o editorial que lembra que o vice-presidente Michel Temer é filiado ao PMDB. “O PMDB também está perdidamente comprometido. Um dos seus líderes é o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que presidiu o espetáculo do impeachment de seis horas no domingo. Ele é acusado pelo Tribunal Superior Federal de aceitar suborno da Petrobras”, diz a revista.

Para a Economist, “não há maneiras rápidas” de resolver a situação. As raízes dos problemas políticos viriam, segundo a revista, da economia baseada no trabalho escravo do século XIX, a ditadura do século XX e o sistema eleitoral em vigor. “No curto prazo, impeachment não vai consertar isso”, diz a revista.

O editorial diz que a acusação da manipulação contábil de Dilma parece “tão pequena que apenas um punhado de deputados se preocupou em mencionar isso em seus dez segundos” na votação. A revista avalia que, se Dilma for deposta por uma razão técnica, “o senhor Temer vai lutar para ser visto como um presidente legítimo pela grande maioria dos brasileiros que ainda apoiam a senhora Rousseff”.

Por isso, a revista defende que uma maneira de contornar a situação seria a realização de novas eleições que elegeriam um presidente com apoio popular para executar reformas. “Os eleitores também merecem uma chance de se livrar de todo o Congresso infestado de corrupção. Apenas novos líderes e novos legisladores podem realizar as reformas fundamentais que o Brasil necessita”, diz a revista.

A revista reconhece, porém, que o caminho para novas eleições não é fácil no Congresso. “Assim, há uma boa chance de que o Brasil ser condenado à confusão sob a atual geração de políticos desacreditados. Os eleitores não devem se esquecer deste momento. Porque, no fim, eles terão a chance de ir às urnas – e devem usá-la para votar em algo melhor”.

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– O vídeo que diz, de forma bem humorada, tudo sobre a presidente Dilma e a Petrobrás, pela visão da Inglaterra. Mais claro, impossível!

Foi um viral há um ano. Mas está atual… Abaixo:

SOBRE A CRISE BRASILEIRA

Roda pela Internet o vídeo do programa humorístico Last Week Tonight, de John Oliver, da Inglaterra.

Eles fizeram uma matéria sobre o escândalo da Petrobrás e o Governo Dilma, e se assustaram com alguns detalhes. Sempre em bom humor, mas sem mentir em nada numa real reportagem.

Se impressionaram com os valores das propinas. Citam que lá o suborno vem “num envelope branco discretamente deixado em cima de um banco”. No Brasil são valores milionários e escancarados. Perguntam-se sobre como Dilma, que fez parte do Conselho da Petrobrás por 7 anos nunca viu nada, além do sarro tirado do discurso.

De esquerda ou de direita, vale a pena você assistir e compartilhar!

E a presidente não sabia nada?

Assista-o aqui: http://www.youtube.com/watch?v=3uxtctclq7w

– Vanoil dando a volta por cima com a Passarela? Parece que sim.

Vanoil da Rocha Pereira é um destacado empreendedor em nossa Jundiaí. E seu grupo, a Passarela Calçados, passou por dificuldades recentes.

Segundo esta matéria do Estadão de 2a feira (abaixo), o grupo vai se recuperando dos efeitos da crise econômica.

Extraído de: http://m.economia.estadao.com.br/noticias/geral,agora-voltei-a-dormir,1854151

‘AGORA VOLTEI A DORMIR’

por Fernando Scheller

As últimas semanas do empresário Vanoil Pereira, dono da Passarela – rede de calçados com 40 unidades no interior de São Paulo e forte presença no e-commerce – foram tensas. Ele diz que só voltou a dormir quando conseguiu concluir a negociação das dívidas de curto prazo com três do cinco bancos que são credores da companhia. 

Apesar dos juros mais altos do que os praticados há alguns anos atrás, Vanoil diz que ganhar tempo, em tempos de crise, é importante. Agora, boa parte dos débitos que venceriam em 2016 foram alongados em cinco anos. A Passarela, que chegou a atingir R$ 500 milhões de faturamento em seu auge, viu suas vendas caírem 10% no ano passado.

Neste ano, após janeiro e fevereiro mais razoáveis – em que a retração nas vendas ficou abaixo de 10% –, março trouxe um desastre: com a indefinição política, diz ele, a queda do movimento no site da Passarela superou a marca de 20%.

Há mais de um ano, Vanoil vem tentando achar um sócio para a Passarela. Apesar de ter um contrato fechado com o Bradesco BBI, a crise adiou os planos indefinidamente.

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– A Queda dos Empregadores no Brasil

Um número não tão explorado e que retrata muito bem a situação da crise econômica no Brasil: houve redução de 10% do número de empregadores em 2015, segundo o IBGE.

É a cadeia do desemprego: se inexiste um empregador, inexistirá um empregado (ou dois, 10, 100…).

A questão é: microempreendedores são patrões de poucos empregados, mas que geram renda e movem o país. Quando eles estão em crise, o efeito cascata é inevitável!

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– Aumento do Etanol Combustível e da conta de Água assusta os Consumidores!

A inflação é de 0,60 a 0,70% aproximadamente no Brasil, certo?

Para os índices do Governo Federal, sim. Mas pergunte para a dona de casa que vai ao mercado ou para o pai de família que não consegue fechar o orçamento mensal o que ele acha desses indicadores econômicos?

Na última semana, o Álcool Etílico (Etanol) subiu quase R$ 0,15, levando a reboque o preço da Gasolina que foi majorado. E você ouvirá várias desculpas para isso: exportação maior de açúcar e baixa produtividade, dificuldade logística nas usinas devido às chuvas, e outras tantas coisas. Enquanto isso, vivemos à beira de uma nova “crise mundial do petróleo ao avesso”, com o produto sobrando no mundo árabe e o preço do barril em índices impressionantemente baixos.

Se não bastasse isso, aqui em Jundiaí recebo a dolorosa conta de água e vejo que a DAE S.A. aumentará o valor em quase 15% – sim, QUINZE por cento.

Há algo errado nesse país, não? Afinal, a inflação oficialmente é tão pequena…

Como explicar?

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– As diferenças de preços que sobem e descem em Janeiro!

A sazonalidade é um dos fatores importantes para a alta/queda de preços. Isso acontece principalmente com produtos agrícolas.

Porém, janeiro tem sido atípico por vários motivos: crise econômica e oportunismo de algumas situações. Quer exemplos?

Procurei em diversas farmácias o repelente Exposis Infantil, indicado contra o mosquito transmissor da Dengue e Zika Virus (o Aedes Aegypti). Ô negócio difícil de se achar… o detalhe é que nas poucas farmácias que o encontrei, o preço varia de (sente-se na cadeira) R$ 78,00 até R$ 125,00!

O contrário pode-se falar de modismo/ virada de estação: no Outlet São Paulo (em Itupeva/SP), na loja da Adidas, na última semana de Dezembro um tênis Energy Boost, de excelente amortecimento, custava inacreditáveis R$ 699,99. Quinze dias depois… caiu para R$ 299,99!

Como explicar? Encalhou, crise, excesso de margem de lucro, ou algo mais?

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– Walmart fechando lojas devido a crise econômica

Situação delicadíssima: o Walmart, maior supermercadista do mundo e 3o do Brasil, fechará lojas no país devido ao péssimo momento econômico.

Veja a nota da empresa, após mais uma unidade ser fechada no Paraná:

“Por conta do atual ambiente econômico no Brasil, a empresa tomou a decisão de fechar algumas unidades de Curitiba e no interior com baixo desempenho. Estamos oferecendo a possibilidade de transferência para todos os funcionários que têm interesse em continuar trabalhando em outras lojas e, quando não houver interesse, oferecemos apoio para recolocação profissional.  Presente no Paraná com um total de 40 unidades, a empresa mantém compromisso com o mercado paranaense, a fim de servir melhor seus clientes e garantir a sustentabilidade do negócio no longo prazo. Em 2015, investimos R$ 1,3 bilhão na abertura de novas lojas, reforma de unidades antigas e integração de sistemas no Brasil.”.

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