– Que feio, Bolsonaro! A picaretagem impera nesse país?

Uma decepção sem tamanho. Um golpe contra toda a moralidade pregada. E se “Deus está acima de todos” como diz Jair Bolsonaro, seu filho, Flávio, deverá ser punido severamente. A não ser que ele tenha dito deus (com “D”minúsculo mesmo).

Quando li que a pedido da defesa do Senador Flávio Bolsonaro, o juiz Fux retirou o processo do seu motorista-assessor Queiroz que estava no Supremo, alegando foro privilegiado do Bolso-Filho, pensei: já vi esse filme antes!

Toda a demagogia do bandido Lula e seus parceiros criminosos e que estão na cadeia (e que por incrível que pareça defendidos por muitos esquerdistas), agora começa a aparecer no lado dos direitistas. E o ato de hoje se torna indefensável! Se o cara é honesto, vai depor, deixa investigar, ao invés de ficar mandando atestado e dançando no hospital (como foi assistido à exaustão a palhaçada de Queiroz).

Que tudo seja apurado e os responsáveis presos. É inaceitável que alguém tenha sido eleito com o discurso da honestidade e aceite com tamanha passividade essa situação.

No fundo, o fanatismo político tem cegado os eleitores que não conseguem ver que a Direita e a Esquerda são contaminadas pela maldita corrupção que se tornou cultural no Brasil!

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– Um país que cansa seus cidadãos de bem: o circo da Justiça e da Política!

Que Brasil difícil de se viver, não?

De manhã, a confusão envolvendo o Ministro Gilberto Kassab (que será o secretário da Casa Civil de Dória no Governo do Estado de São Paulo). Cerca de 400 mil em espécie (dinheiro-vivo) no seu apartamento, além de outros documentos levados pela Polícia Federal.

Na hora do almoço, o Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, exercendo a função de Presidente da República (Michel Temer estava no Uruguai), aliviou a lei de Responsabilidade Fiscal dos Prefeitos, permitindo que eles não sejam punidos conforme se manda hoje, caso façam alguns desmandos.

À tarde, o Ministro Marco Aurélio Mello mandou soltar os criminosos presos em 2a instância com uma “canetada de vaidade”, permitindo a soltura de 160 mil condenados – de estupradores aos de crimes de colarinho branco, como os de Lula. Aqui, talvez, a maior indagação: A TROCO DE QUÊ? De querer os holofotes? De desejar ser maior que o próprio Poder Judiciário?

De noite, o Presidente do STF, Dias Tóffoli, anulou a decisão de seu colega da tarde, modificando o estado de apreensão da nação.

Sem contar que o Queiroz, motorista do Bolsonaro enrolado com dinheiro suspeito, entregou o atestado que estava doente e não foi depor…

Até quando viveremos sem cumprir as leis? Como se é permitido fazer tanta bagunça e escrachar na cara das pessoas corretas desse Brasil?

Que circo…

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– Os Filhos de Bolsonaro e de Lula têm a mesma mãe: a Corrupção?

A história de que Fabrício Queiroz, ex-motorista de Flávio Bolsonaro, movimentou mais de um milhão e que recebeu depósito de assessores do agora senador, lembra aquela “lenda” que muitos dizem ser real e ninguém prova: o político contrata funcionários por um salário alto, e em troca recebe uma parte dele de volta.

A outra história, agora envolvendo Lulinha e registrada pelo jornalista Marco Vitale, que mostra como em um passe de mágica ele virou zelador de zoológico em “Midas” dos negócios através de investimentos suspeitos na Gamecorp, sendo chamado pelo seu pai de “Ronaldinho dos Negócios”, é outra coisa que nos faz acreditar em “cara-de-pau” dos corruptos. 

Enfim: sai Governo, entra Governo, e o povo se f… desculpe o desabafo, mas não consigo entender a lógica daqueles que defendem Lula, Bolsonaro, Aécio e tantos outros, como se fossem o próprio filho e imaculados de qualquer crime, irredutíveis com o conceito de que cometem ilicitudes Pior: aceitam a corrupção como “fato normal” ou “fazer o quê”!

Enquanto as pessoas terem “políticos de estimação”, nosso país está perdido. 

Em tempo: a estratégia de Lula é negar até a morte; a de Bolsonaro é de enfrentamento dizendo que se errou vai pagar. São duas formas de querer passar uma aura inexistente…

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– A delação e o acordo da CCR deve estar dando muita insônia aos políticos…

Desde que começou a concessão de rodovias do Estado de São Paulo, o Grupo CCR (formado por Andrade Gutierrez, Camargo Correa e Soares Penido, dentre os maiores acionistas), sempre foi alvo de especulações por suposta corrupção. E nunca nada foi provado.

De fato, as rodovias paulistas melhoram muito (motoristas da minha faixa etária lembram bem disso). O problema é o preço do pedágio, logicamente.

Agora, vem à tona uma “ponta do iceberg”: o acordo de leniência mostrando a existência de caixa 2 na doação de dinheiro para diversos políticos, como, por exemplo, Alckmin, Serra, Kassab, Gleise e Mercadante. Todos, evidentemente, negam.

Extraído de: http://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2018-11/ccr-tera-de-pagar-r-r-81-milhoes-em-acordo-de-leniencia-com-mp-sp

CCR TERÁ DE PAGAR R$ R$ 81 MI EM ACORDO DE LENIÊNCIA COM O MP-SP

por Fábio Massalli

A CCR, uma das maiores empresas de concessão de infraestrutura da América do Sul, administradora de diversas rodovias no estado de São Paulo, pagará R$ 81,5 milhões em um acordo de leniência assinado hoje (29) com o Ministério Público de São Paulo em razão de doações irregulares em forma de caixa dois a campanhas de diversos partidos políticos, no período de 2009 a agosto de 2013.

Segundo o MP, o acordo foi baseado nas declarações de dirigentes e ex-dirigentes da CCR em delações premiadas firmadas em Curitiba nas investigações da Operação Lava Jato. De acordo com o promotor de Justiça José Carlos Blat, até o momento, não foram obtidas provas em relação ao crime de corrupção. No entanto, ele considerou que as investigações só estão começando.

“O caixa dois da CCR demonstra que não ocorreu nenhuma contrapartida nas concessões das rodovias e a assinatura deste termo não obsta outras investigações que venham a determinar a existência de superfaturamento, atos de corrupção, cartel, etc. Podemos dizer que este não é o fim, é o início de uma investigação contra vários agentes públicos”, disse.

Segundo o Ministério Público, os nomes dos políticos envolvidos não serão divulgados por conta das investigações em curso na esfera da improbidade administrativa e criminal. “Basicamente, a empresa está sofrendo sanção por ter feito algo errado, que não deu prejuízo ao estado, mas que deu prejuízo social, em termos eleitorais, em termos de desigualdade eleitoral”, disse o promotor Valter Santin.

O “termo de autocomposição”, como o MP denomina o acordo de leniência, prevê o pagamento em duas parcelas, nos meses de março de 2019 e 2020. O destino dos recursos será o estado de São Paulo, o Fundo de Direitos Difusos, o Fundo de Perícias, em fase de criação, e a Faculdade de Direito do Largo São Francisco da Universidade de São Paulo (USP), para a construção de uma nova biblioteca. 

De acordo com o MP, na primeira parcela o estado receberá R$ 33,06 milhões, e os fundos, R$ 1,11 milhão cada; a segunda parcela repetirá esses valores, corrigidos. A Faculdade de Direito receberá integralmente o valor de R$ 17 milhões em março de 2019.

Em nota, a CCR disse que contribui com as autoridades públicas a fim de esclarecer fatos que envolvam a empresa e suas controladas. “A CCR reafirma o compromisso em seguir modernizando a infraestrutura brasileira, oferecendo serviços de qualidade para os usuários no Brasil e no exterior”.

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– A Operação Game Over continua na ativa!

Que coisa, hein? Quer dizer que apostadores de resultados em jogos de futebol (vindos da Malásia e da Indonésia) queriam até mesmo adquirir um clube para fazer suas artimanhas no Brasil?

Tudo isso já foi descoberto pela Operação “Game Over”, que desde 2015 investiga a manipulação de resultados e que nesta semana trouxe mais novidades.

Sabe-se, agora, que a ideia dos criminosos era de comprar um time em dificuldade financeira. Enquanto isso, a apuração do esquema que envolvia clubes da A2, A3, Segunda Divisão Paulista e Sub 20 em São Paulo, além de outros do Interior do Nordeste, continua tendo desdobramentos até hoje.

No inquérito de mais de 700 páginas, revelou-se que foi oferecido R$ 10.000,00 ao Tupã para perder de 4×0 para o Barretos, pela A3. Ao São José, foi oferecido R$ 50.000,00 para perder de 3×0 para o Corinthians no Sub20. Para um time da A2 (não revelado no inquérito, a proposta foi de US$ 30,000.00). E Márcio Orelha, um dos ex-jogadores envolvidos, afirma que nunca tentaram nada com clubes da A1 devido a visibilidade.

A certeza é: uma derrota por goleada em casa do Atlético Sorocaba frente o Santo André há 3 anos pela Categoria de Jrs, fazia parte da armação, pois o cheque das taxas de arbitragem foi pago por um dos membros da quadrilha

Imprudência ou confiança de que nada aconteceria?

Outras informações do inquérito, cujo julgamento retomou nesta 4ª feira dia 28/11/2018, abaixo,

extraído de: https://globoesporte.globo.com/blogs/bastidores-fc/post/2018/11/28/manipulacao-no-futebol-cheque-de-lider-de-quadrilha-pagou-arbitragem-de-jogo-sub-20-em-sp.ghtml

MANIPULAÇÃO NO FUTEBOL: CHEQUE DE LÍDER DE QUADRILHA PAGOU ARBITRAGEM DE JOGO SUB-20 EM SP

Árbitro relatou informação em súmula de partida que iniciou investigação em 2015; julgamento do caso é retomado nesta quarta

Por Leonardo Lourenço

Um cheque do homem que é apontado pelo Ministério Público como líder de uma quadrilha que manipulava resultados no futebol foi utilizado para pagar a taxa de arbitragem de uma partida do Paulista sub-20, em 2015 – um encargo que geralmente cabe ao clube mandante do jogo.

A goleada do Santo André sobre o Atlético Sorocaba por 9 a 0 foi o estopim de uma investigação que identificou um grupo que fraudava os placares para beneficiar apostadores asiáticos. Treze pessoas foram denunciadas em 2016, e o julgamento, que começou em dezembro do ano passado, foi retomado nesta quarta-feira, em São Paulo. A sentença será conhecida em 2019.

Anderson Silva Rodrigues é acusado de liderar a quadrilha no Brasil sob ordens de dois homens da Malásia. Foi com um cheque dele que o Atlético Sorocaba, mandante daquele duelo, pagou R$ 1.361 à equipe de arbitragem que atuou na partida. A informação, com nome e CPF do titular da conta, está na súmula do jogo.

Ao GloboEsporte.com, em contato realizado por meio de seu advogado, Rodrigues negou “categoricamente” ter emitido qualquer cheque como o citado. Um dirigente do Atlético Sorocaba afirmou não conhecer Rodrigues.

A incomum goleada no estádio Walter Ribeiro, em Sorocaba, gerou um alerta de uma empresa austríaca de monitoramento de indícios de fraude no futebol entregue ao Ministério Público de São Paulo e à Federação Paulista de Futebol (FPF) – um inquérito foi aberto em seguida pela Polícia Civil para investigar o caso.

À época, os investigadores grampearam o árbitro do jogo, Carlos Eduardo Gomes, seis dirigentes do Santo André e outros quatro do Atlético Sorocaba, clube que está licenciado na FPF desde o ano passado. As escutas não produziram provas suficientes, o que esfriou o caso.

A apuração só ganhou força novamente quando, cerca de dois meses depois, dirigentes do Tupã e do São José, ambos do interior paulista, apresentaram denúncia à FPF. Nela estavam mensagens enviadas por Anderson Silva Rodrigues e outros membros da organização em que ofereciam dinheiro para que jogos desses clubes fossem manipulados. 

A partir daí, a polícia iniciou nova série de interceptações telefônicas em que foi possível identificar 11 dos acusados – além deles, os dois malaios, que nunca foram encontrados, tornaram-se réus em 2016 após serem citados em delação premiada de um ex-atleta, Márcio de Souza, envolvido nos crimes.

RELAÇÃO COM O ATLÉTICO SOROCABA

Apesar disso, os investigadores nunca conseguiram demonstrar a participação do grupo no jogo entre Atlético Sorocaba e Santo André. A ligação entre Anderson, o líder da organização, e a partida, porém, esteve sempre à disposição, na súmula do confronto, publicada desde então no site da FPF.

A informação consta no espaço para o relato de “ocorrências/observações”, e a descrição é do árbitro Carlos Eduardo Gomes:

– Informo ainda que a taxa de arbitragem foi paga com cheque único. Cheque: Banco Itaú Agência: 8794 Conta Corrente: 30176-5 N. do Cheque: SA-000099 Nome: Anderson Silva Rodrigues CPF: 036.093.517-64 no valor de R$ 1.361,00.

Trata-se do mesmo Anderson Silva Rodrigues acusado de fraudar resultados, de acordo com pedido de prisão feito pela Polícia Civil, onde aparece o mesmo CPF registrado na súmula.

– Não faço a mínima ideia de quem seja (Anderson) – disse Gomes aoGloboEsporte.com. O árbitro é testemunha de acusação no processo em andamento no Juizado do Torcedor de São Paulo.

Em depoimento, em dezembro do ano passado, o árbitro declarou não ter percebido “nada de anormal”. Em um momento, o juiz pede que ele olhe aos réus, presentes na sala de audiência, e responda se reconhece algum deles. Ele diz que não.

À reportagem, Gomes afirmou que recebeu o pagamento do clube mandante, como é praxe – geralmente, porém, os valores são entregues em dinheiro e repartidos entre árbitro e auxiliares no vestiário.

Gomes contou que relatou o pagamento em cheque na súmula por orientação da FPF e do Sindicato dos Árbitros, que é quem recebe o cheque nesses casos e depois repassa os valores aos árbitros.

– O sindicato verifica se tem fundo, (depois) deposita na conta de cada um.

Situação semelhante ocorreu no jogo anterior do Atlético Sorocaba como mandante, contra o São Caetano. Nesta partida, o cheque que pagou a taxa de arbitragem era de Adilson Moura Damasceno, que não é investigado.

Segundo pessoas que atuavam na comissão técnica da equipe na época, Damasceno era gerente das categorias de base, que era terceirizada. De acordo com esses profissionais, ele dividia essa responsabilidade com Francisco Jamison Gonçalves, um dos alvos da Game Over, como foi chamada a operação, que também é réu no processo – ele é acusado de aliciar atletas para o esquema.

Nesta quarta, após audiência em São Paulo, Gonçalves disse não ter conhecimento sobre o cheque, e que não manteve qualquer relação com Anderson Rodrigues.

No jogo contra o Santo André, Damasceno aparece como auxiliar-técnico do Atlético Sorocaba no relatório da partida – até então, não tinha sido relacionado em nenhuma das súmulas das 20 rodadas anteriores do Paulista sub-20 daquele ano.

No duelo seguinte, outra goleada de 9 a 0, esta sofrida para o São Paulo, em Cotia, Damasceno assina como técnico no lugar de Julimar José Francisco, expulso no confronto sob investigação.

A reportagem tentou contato com Damasceno e Gonçalves, mas eles não foram encontrados.

Vice-presidente executivo do Atlético Sorocaba em 2015, José Rodrigues dos Santos afirmou não ter conhecimento da utilização de um cheque de Anderson Silva Rodrigues para o pagamento da taxa de arbitragem do jogo contra o Santo André:

– É a primeira vez que ouço falar dessa pessoa. Acho estranho (o pagamento da taxa de arbitragem com cheques), normalmente é pago com dinheiro. Para mim é uma novidade – disse ele, questionado pelo GloboEsporte.com.

Anderson Rodrigues se manifestou por meio do advogado de defesa. Em mensagem enviada à reportagem, Marcelo Branco afirmou que o cliente “negou categoricamente de ter emitido um cheque para qualquer pessoa envolvida nesse processo” e que “com certeza esse suposto cheque não existe; se existir, não é de sua titularidade”.

Anderson nunca foi preso pelas fraudes. Quando a operação foi deflagrada, em julho de 2016, ele não foi encontrado. Manteve-se foragido até fazer acordo de delação premiada em que admitiu a intenção do grupo de arrendar um clubepara facilitar os esquemas de manipulação. Ele responde em liberdade.

TÉCNICO BARRADO NO VESTIÁRIO

Ouvido em maio como testemunha durante o processo, o técnico Julimar José Francisco, que comandava o Atlético Sorocaba naquela partida, relatou em depoimento que foi impedido de entrar no vestiário do time no intervalo e que forçou uma expulsão no começo do segundo tempo para não fazer parte do que ele classificou como um jogo “estranho”.

À Justiça, Julimar lembrou que teve que escalar um time formado majoritariamente por atletas do sub-17, já que os jogadores sub-20 tinham sido dispensados às vésperas do confronto com o Santo André – o Atlético Sorocaba já não tinha mais chances de classificação.

O primeiro tempo daquele jogo terminou com uma insuspeita derrota parcial de 1 a 0. Ao deixar o campo após o final da etapa inicial, Julimar contou ter sido surpreendido:

– Chegou o intervalo do jogo, nós estávamos perdendo de 1 a 0, não deixaram nem eu entrar no vestiário. “Pode deixar que agora a gente toma conta”, (disse) o pessoal que coordenava lá – relembrou, sem citar nomes.

– Aí entraram no vestiário, conversaram com os jogadores. (Pensei:) “Eu não vou voltar para esse jogo, tem coisa errada nesse jogo” – completou.

Julimar afirmou que ainda no intervalo procurou o árbitro Carlos Eduardo Gomes e pediu para ele lhe expulsasse, o que teria sido negado pelo juiz. A súmula aponta que o treinador foi excluído do jogo aos seis minutos do segundo tempo ao chamar Gomes de “safado”.

O árbitro disse não se lembrar do pedido de Julimar:

– Não (me lembro). No comecinho do segundo tempo ele me xingou, cheguei até ele, pedi para se acalmar. Eu virei, ele continuou me xingando, eu o expulsei.

Procurado pela reportagem, Julimar se recusou a dar novas declarações:

– O que eu falei, falei na Justiça. Não quero comentar.

Além do técnico, outros três jogadores do Atlético Sorocaba foram expulsos no segundo tempo do jogo contra o Santo André, quando a equipe sofreu mais oito gols.

O Ministério Público de São Paulo denunciou 13 pessoas, inclusive dois malaios, por organização criminosa e por tentativa e fraude de resultados de partidas de futebol.

A quadrilha é acusada de atuar em torneios de menor visibilidade, como as categorias inferiores de São Paulo e em estaduais como os do Ceará e Rio Grande do Norte. Todos respondem ao processo em liberdade; os estrangeiros nunca foram encontrados.

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Organograma da quadrilha que adulterou resultados no futebol para favorecer apostadores asiáticos operação Game Over — Foto: Reprodução

– Parabéns, Operação Lava-Jato!

Mais uma vitória na luta contra a corrupção política no Brasil: nesta quinta-feira cedo, prendeu-se o Pezão, governador do Rio de Janeiro que sucedeu o também corrupto Sérgio Cabral

Aos poucos, o país vai sendo passado a limpo. Parabéns! Mas ainda faltam Aécio, Serra, Dilma, Temer e tantos outros já denunciados / réus e suspeitos que “transpiram” incredibilidade.

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– Como a Política tem nos Enojado!

Cada vez que discuto, mais me entristeço. Mas não nos é permitido deixar o assunto ser esquecido: a corrupção na política brasileira!

  1. Lula-PT, que um dia disse que a “esperança venceu o medo”, mostra que sua demagogia e assistencialismo duvidoso apenas mascaravam todo o esquema corrupto e nefasto montado por ele e por seus pares. Ou alguém ainda acredita na inocência desse homem?
  2. Temer-MDB, o atual presidente, permitiu o aumento de salário ao Judiciário. Serão beneficiados justamente aqueles que, em breve, podem julgar ele próprio. É mole?
  3. Aécio-PSDB, depois de tudo o que se descobriu, continua solto e protegido pela imoral “imunidade parlamentar” que acaba sendo uma salvaguarda para crimes de colarinho branco. Até quando isso será aceito?

Não sou eleitor de Bolsonaro-PSL, nem militante partidário. Mas apolítico não posso ser! De todo jeito, vamos torcer para que o novo Governo seja honesto, democrático e competente; afinal, todos estamos no mesmo barco e o futuro do Brasil depende do sucesso da nova administração (gostemos dos nomes escolhidos para os Ministérios  ou não).

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– Que coisa, Carlos Ghosn!

Carlos Ghosn era “o cara”, exemplo de executivo (e brasileiro) enquanto presidiu a francesa Renault. Ao juntar-se com a japonesa Nissan, o novo conglomerado foi confiado a ele (que mesmo de maneira impopular demitiu muitos trabalhares japoneses para reduzir custos).

Agora, após a divulgação de sua sonegação pessoal de impostos, passa de exemplo a vilão. Viram as imagens dele nas Redes Sociais? Carrancudo, é claro. Mas taí algo a discutir: se recebe muito, por quê não pagar o imposto devido? Muitas vezes, é a ganância do “sempre mais”.

Até a semana passada, ele poderia ser usado em sala de aula aos alunos empreendedores como bom modelo. Mas pelo ocorrido, sempre teremos que “abrir aspas”.

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– Por quê não me iludo?

Considere: a delação de Palocci confirmando que as medidas provisórias eram vendidas por Lula e Dilma em troca de propinas ao PT, além do embasamento de valores publicitários da Petrobras; a ex-mulher de Bolsonaro “jogando m” no ventilador deixando a grande dúvida da índole do capitão; Geraldo Alckmin tendo seus podres levantados pela mídia; e outras tantas denúncias (entre as verdadeiras e os fake news) surgindo na semana decisiva da Eleição 2018).

Quando vejo um candidato qualquer chamando o outro de corrupto, não discuto mais. Concordo com todos eles.

Entendeu?

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– A denúncia da Revista Época sobre o Aeroporto de Jundiaí.

Se estou farto daqueles que tem “políticos de estimação” (tanto da Esquerda quanto da Direita), aqui vai uma decepção para os centristas: a matéria da Revista Época desta semana sobre a vergonhosa licitação que privilegiou o sobrinho de Alckmin no Aeroporto Rolim Amaro, à beira da Serra do Japi, aqui em Jundiaí.

“Não basta ser honesto, tem que parecer que é”, diz o antigo ditado alusivo originalmente à mulher do Imperador César. Nesse caso, parece que deixaram o “bumbum na janela” e Geraldo Alckmin, que está em baixa nas pesquisas, cai ainda mais no meu conceito.

(Ops: não sou Haddad, Bolsonaro, Alckmin, Boulos, blábláblá. Sou um eleitor indignado COM A FALTA DE OPÇÃO).

Abaixo,

Extraído de: https://epoca.globo.com/sobrinho-de-alckmin-obteve-concessao-de-65-anos-para-explorar-hangares-em-jundiai-23110161

SOBRINHO DE ALCKMIN OBTEVE CONCESSÃO DE 65 ANOS PARA EXPLORAR HANGARES EM JUNDIAÍ

Média dos contratos costuma ser entre 15 e 25 anos. Prazo é maior que o oferecido a quase duas centenas de concessionários; MP-SP investiga suspeita de beneficiamento

Por Thiago Herdy

Concessionário de duas áreas de hangar no aeroporto de Jundiaí, no interior de São Paulo, o sobrinho do candidato a presidente Geraldo Alckmin, Othon César Ribeiro, ganhou, em 2010, um prazo de 65 anos para descontar do aluguel pago ao governo os valores de investimentos realizados por ele nos terrenos. As condições são melhores que que as oferecidas aos outros concessionários de cinco aeroportos geridos à época pelo governo paulistano, segundo verificou ÉPOCA em 172 contratos e 566 termos aditivos assinados entre os anos 90 e 2015, disponibilizados pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). 

Pelo acordo entre concessionários e o Estado, investimentos próprios realizados na área cedida poderiam ser descontados em parcelas que representavam entre 60% e 90% do valor de aluguel, mas sempre dentro do prazo dos contratos, definidos entre 15 e 25 anos, em média. Com isso, em vários contratos, parte do custo de melhorias realizadas nas áreas acabaram absorvidos pelos concessionários, o que não foi o caso do sobrinho do ex-governador.

O primeiro contrato de concessão a Othon foi assinado em 2001, durante o governo Alckmin (2001-2006), e resultou na destinação de uma área de 2,1 mil metros quadrados do aeroporto de Jundiaí para instalação de um hangar. Em 2007, já na gestão do aliado tucano José Serra (2007-2010), Othon informou ao governo ter realizado um investimento de R$ 1,2 milhão no terreno. Com isso, em 2010 o prazo para amortecimento foi estendido até 2062.

O mesmo ocorreu em relação a um segundo contrato de concessão, assinado em 2008 para uso de mais uma área de 3 mil metros quadrados. Para justificar investimentos de R$ 2,6 milhões, em 2010 o prazo de contrato foi ampliado para 65 anos, o mais extenso já oferecido pelo Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp). Se estiver vivo até o final do contrato, Othon terá 108 anos de idade. Apesar de receber investimento de R$ 12 milhões, um hangar da Latam no mesmo aeroporto, por exemplo, teve prazo de contrato mantido até 2022, sem que gastos totais sejam reembolsados.

A concessão a Othon e a avaliação de investimentos foram realizados sob a gestão de Flávio Sganzela como superintendente do Daesp, no biênio 2007/2008. Em depoimento à Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social do Ministério Público paulista na última sexta-feira, ele disse ter conhecido na época Othon Ribeiro, “um rapaz novo, de aproximadamente 30 anos”, apresentado a ele “como o sobrinho de Geraldo Alckmin”. Ele disse “não se recordar” de ter havido alguma “irregularidade para favorecê-lo”. Perguntado se era comum a extensão de prazos de concessão por até 65 anos, Sganzela disse que “nunca soube de prática semelhante” e que “trata-se de situação excepcional, desconhecendo o motivos para que assim se tenha dado”.

Responsável pela concessão dos prazos recordes, em 2010, o seu sucessor no Daesp, o engenheiro Sérgio Augusto de Arruda Camargo, negou em depoimento ao MP-SP nesta segunda-feira ter conhecido Othon. Disse também não se lembrar da autorização de “prazo para amortização tão longo” como o dele, “pois eram muitos contratos”. Mas garantiu que foram todos realizados “com base na legislação e normatização vigente”.

Em seu depoimento, Camargo citou artigo do Código Brasileiro de Aeronáutica, que prevê que “o termo de utilização para a construção de benfeitorias permanentes deverá ter prazo que permita a amortização do capital empregado”. Mas não mencionou a resolução 113/2009 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que limitou o direito do governo estadual de negociar “o prazo de outorga para explorar a infraestrutura aeroportuária” a um “máximo de 25 anos”.

“O que diz o Código é lindo, maravilhoso. Mas a maioria dos contratos se pautaram pela resolução da Anac. Ao longo de 25 anos, só amortizei 40% do que investi. A regra para ele não serve para todos”, diz Eduardo Carmello, concessionário de área no aeroporto dos Amarais, em Campinas (SP), que briga para ter as mesmas condições do sobrinho do ex-governador.

Os dois ex-superintendentes que prestaram depoimento ao MP-SP foram indicados aos cargos por Mauro Arce, que desde os anos 90 ocupa cargos estratégicos em gestões tucanas em São Paulo. Sob Alckmin, ele foi secretário de Saneamento, de Transportes e presidente da Companhia Energética de São Paulo (Cesp).

Por meio de nota, o Daesp informou que “as condições oferecidas aos concessionários seguiram os parâmetros determinados pela legislação em vigor na época de cada concessão”. Disse que mantém atualmente concessões que “vão de 26 a 65 anos, dependendo das solicitações dos concessionários e análise do órgão técnico competente”. O órgão não quis responder se o fato de Othon ser sobrinho de Alckmin foi determinante para que ele obtivesse o maior prazo entre os concessionários.

O ex-governador também não respondeu à mesma pergunta. Por meio da sua assessoria, informou que “em fevereiro Alckmin não era governador e não teve qualquer relação com o processo mencionado”. Alckmin ocupou o Palácio dos Bandeirantes entre 2001 e 2006 e, depois, entre 2011 e 2018. Ainda segundo a assessoria do tucano, “a 10 dias das eleições, ilações desse tipo têm o propósito de deturpar a realidade e impor mentiras à população”. Othon Ribeiro não quis se manifestar.

Desde o ano passado, os cinco aeroportos que eram administrados pelo governo de São Paulo – inclusive os de Jundiaí e Campinas – foram cedidos à iniciativa privada. O processo licitatório foi vencido pelo consórcio Voa SP, que tem o mesmo Othon como presidente. Em março deste ano, reportagem da revista ÉPOCA mostrou indícios de beneficiamento ao sobrinho do ex-governador. Os dois episódios – tanto a atuação do consórcio quanto os prazos de contratos anteriores que envolvem o empresário – são investigados pelo MP Paulista. 

Othon é filho de Adhemar César Ribeiro, cunhado do pré-candidato do PSDB à Presidência citado na delação da Odebrecht como arrecadador de R$ 2 milhões irregulares para a campanha do tucano, em 2010. O caso é investigado no âmbito do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo.

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– Pobre Eleitor em Alagoas…

Quer dizer que o senador Renan Calheiros (de tantas histórias e polêmicas), apoiado pelo PT de Lula, disputará o Governo de Alagoas contra Fernando Collor de Melo, hoje também senador e que foi o 1o presidente que sofreu impeachment, e que é apoiado pelo PSDB de Aécio Neves?

Meu Deus… tá feia a coisa, hein?

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– Esperança na Política Brasileira e suas fases

Eu vivi o período da inflação alta, dos conturbados anos 80 e dos inúmeros planos econômicos.

A ESPERANÇA para o Brasil era o Caçador de Marajás, Fernando Collor de Mello, que pelo PJ (Partido da Juventude e que depois viraria PRN – Partido da Renovação Nacional), mudaria os rumos para o país.

Essa esperança era um engodo…

A NOVA ESPERANÇA veio com a posse de Itamar Franco e o aceite do Plano Real, uma espécie de dolarização da economia bolada pelo Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso. Ufa, que desafogo das dívidas e que fase maravilhosa da economia brasileira!

Essa nova esperança durou algum tempo. Veio a crise mexicana, a russa… e o não mais ministro, mas sim presidente FHC precisou tomar duras medidas para blindar o país. Veio a recessão econômica para segurar a inflação.

Surgiu uma NEO-ESPERANÇA, que disse que “venceria o medo”: Lula, que enfim se tornaria presidente e encontrou o país protegido da crise econômica internacional. Período de ascensão da classe média, de programas assistenciais em alta possibilitados pelo período impopular da gestão anterior. Mas a neo-esperança, que vencera o medo, trazia a desconfia consigo.

Veio a MÃE DA ESPERANÇA, a mãe do PAC, a mãe dos brasileiros, a reboque da neo-esperança: Dilma, que sem o mesmo carisma venceu 4 anos de excessivas críticas e desmandos. E reeleita, SEPULTOU A ESPERANÇA com a volta da inflação, do desemprego, da carestia e da falência dos cofres públicos.

QUEM RESSUSCITARÁ A ESPERANÇA? Alckmin? Haddad? Ciro? Bolsonaro? Marina?

Precisarei, então, rever meus conceitos de esperança…

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– Cara de Pau, Sim Senhor!

Parece que sobra dinheiro em alguns municípios pobres do Brasil. Quer um bom exemplo?

Aconteceu há 5 anos, mas é atual: em Juazeiro do Norte (CE), a Câmara dos Vereadores (composta de 21 políticos) comprou:

  • – 312 vidros de óleo de peroba,
  • – 4.200 vassouras,
  • – 33.000 esponjas de aço,
  • – 2.500 caixas de fósforos,
  • – 1.400 litros de água sanitária

Antonio Lunga, presidente da Câmara, justificou que:

Não precisa de vassoura para varrer? Então, se precisa de vassoura, é para ser comprada”.

Ah tá. Fácil assim, não? Com o dinheiro público, se compra sem preocupação.

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– O incrível valor recuperado da Corrupção na Petrobrás!

Está na Folha de São Paulo desta segunda-feira: neste 4o aniversário da Operação Lava-Jato, o valor em reais recuperados da corrupção praticada na Petrobrás atingiu o valor absurdo de 14.300.000.000,00 aproximadamente.

Isso mesmo: R$ 14,3 bi voltaram aos cofres.

A pergunta inevitável é: qual o montante que foi roubado (e que nos custou e está custando muito caro)?

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