– Os 10 maiores clássicos mundiais, segundo a FourFourTwo. Concorda com a lista?

Qual o clássico de maior rivalidade de clubes no futebol brasileiro?

Fácil ou difícil responder?

No estado de São Paulo, alguns dirão que historicamente foi Corinthians x Palmeiras. No interior do estado, bingo: é Ponte Preta x Guarani.

E no Rio de Janeiro? Ainda é o Fla-Flu ou hoje Vasco da Gama x Flamengo?

Pois bem: há 5 anos, a conceituada revista Four Four Two, ícone do futebol, resolveu elencar os 10 maiores clássicos mundiais, levando em conta rivalidade, importância, tradição e qualidade. Abaixo, os eleitos:

1- Boca Juniors x River Plate (ARG)

2- Barcelona x Real Madrid (ESP)

3- Nacional x Peñarol (URU)

4- Liverpool x Manchester United (ING)

5- Celtic x Rangers (ESC)

6- Fenerbahçe x Galatasaray (TUR)

7- Grêmio x Internacional (BRA)

8- Lazio x Roma (ITA)

9- Borussia Dortmund x Schalke 04 (ALE)

10- Al-Ahly x Zamalek (EGI)

Teria muita curiosidade em saber qual a posição de Milan x Internazionale, Atlético Mineiro x Cruzeiro e até mesmo… Paysandu x Remo!

Brincadeiras a parte, você concorda com a lista? Deixe seu comentário:

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– O desespero dos imigrantes africanos: o caso do caminhão na Grécia!

Nesta semana, foram 41 pessoas em estado debilitado de saúde capturadas entrando ilegalmente no continente europeu, vindo do vizinho continente africano. Todos pobres, esperançosos de arranjar emprego e famintos.

Seria mais um caso triste entre os muitos que vemos de pessoas buscando se refugiarem se não fosse por um único motivo: estavam dentro de um caminhão frigorífico, em meio aos congelados, escondidos no frio!

Imagine o desespero evidente de quem se submete a aceitar ser mercadoria de tráfico humano para buscar algo melhor do que existe na sua terra! Coitados…

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– Cardápio Verde para Melhorar a Imagem!

A rede americana McDonald’s faz de tudo para mudar a imagem de vilã da saúde que lhe foi imposta. Já tentou mudar o cardápio, patrocinar ações esportivas e outras coisas. Agora, radicalizou: na Índia, onde a carne de vaca é proibida pelo fato do animal ser sagrado pela religião hinduísta, seus restaurantes já servem frango e peixe ao invés de hambúrgueres bovinos. Porém, algumas lojas se tornarão 100% vegetarianas!

O novo cardápio será: McVeggie (sanduiche com hambúrguer de cenoura e ervilha), VegPizza McPf (massa / torta de feijão e molho de tomate) e Hashbrown (como nuggets, só que de batata).

O restaurante sinônimo de hambúrguer de boi, na prática, abandonará seu carro-chefe.

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– Gabriel Martinelli é a surpresa positiva!

Que bolão está jogando o Gabriel Martinelli, destaque do Ituano no Paulistão e que foi contratado pelo Arsenal!

Além de uma rápida adaptação na Inglaterra, todo jogo faz um gol (ou um golaço). Parece estar em casa! Ontem, contra o Liverpool (no incrível 5×5), fez dois gols.

Será que da geração onde se badala Vinícius Jr e Rodrigo, a pérola maior será esse jovem matador?

Para o bem do futebol brasileiro, que seja um craque daqueles que estamos carentes!

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– Dia das Bruxas ou Dia do Saci?

Tenho amigos que acreditam em Saci-Pererê. Aliás, são criadores de sacis e possuem até mesmo uma associação (ANCS – Associação Nacional dos Criadores de Saci)! E duvide deles para você ver…

Digo isso pois hoje é o Dia do Saci! A data foi criada em 2005, contrapondo-se à festa do HalloweenÉ uma espécie de resposta do folclore brasileiro a uma inculturação americana.

Entretanto, tanto o Saci como o Halloween tem origens diversas. Uma das estórias conta que o Saci era uma entidade indígena que conhecia as plantas, uma espécie de “deus das ervas”, e misturando-se com a cultura afro, virou negrinho e começou a fumar cachimbo. Depois, nossos escritores o tornaram mais simpático com gorrinho e molecagens! Já o Halloween tem origem Celta e era a festa das vésperas do Dia de Todos os Santos, uma celebração pagã que encontrou um sentido sincrético-religioso.

Dois textos abaixo sobre esse assunto, com as citações abaixo:

DIA DO SACI

O Saci, ou Saci-pererê, é um personagem bastante conhecido da mitologia brasileira, que teve sua origem presumida entre os indígenas da região das Missões, no Sul do país. Inicialmente retratado como um endiabrado, é uma criança indígena, com uma perna e de cor morena, com a diferença de possuir um rabo. Suas histórias se espalharam e chegando à Região Norte do Brasil, a mitologia africana o transformou em um negrinho que perdeu uma perna lutando capoeira, imagem que prevalece nos dias de hoje. Herdou também a cultura africana do pito, uma espécie de cachimbo, e da mitologia européia, herdou o píleo, um gorrinho vermelho.

Considerado uma figura brincalhona, que se diverte com os animais e pessoas, fazendo pequenas travessuras que criam dificuldades domésticas, ou assustando viajantes noturnos com seus assobios. O mito existe pelo menos desde o fim do século XVIII. O saci não tem amigos, vivendo solitário nas matas. Também conhecido como menino de uma só perna.

A função desta “divindade” era o controle, sabedoria, e manuseios de tudo que estava relacionado às plantas medicinais, como guardião das sabedorias e técnicas de preparo e uso de chá, mezinhas, beberagens e outros medicamentos feitos a partir de plantas.

Como suas qualidades eram as da farmacopéia, também era atribuído a ele o domínio das matas onde guardava estas ervas sagradas, e costumava confundir as pessoas que não pediam a ele a autorização para a coleta destas ervas.

O primeiro escritor a se voltar para a figura do Saci-Pererê foi Monteiro Lobato, que realizou uma pesquisa entre os leitores do jornal O Estado de S. Paulo, colhendo depoimentos sobre o nosso “diabinho”. O resultado foi publicado (1918) em forma de livro: ‘O Sacy-Pererê – resultado de um inquérito’; além de publicar ‘O saci’ – obra-prima sobre o folclore brasileiro – Lobato utilizou a figura do simpático diabrete no conto Pedro Pichorra, em que um menininho se vê confrontado com o seu medo ao Saci. Imortalizado nas histórias contadas à beira das fogueiras nas cidades do interior do Brasil, o Saci ganhou um novo e importante aspecto cultural nos livros de Monteiro Lobato e nas histórias em quadrinhos de Ziraldo, criador da ‘Turma do Saci Pererê’, alcançando desta forma, também as crianças da cidade grande. Figura ainda em muitas histórias do Chico Bento, personagem criada por Maurício de Sousa, típico caipira do interior paulista. Com a contribuição destes escritores o mito do Saci sobrevive à invasão das culturas estrangeiras amplamente divulgadas pela mídia. Com a transposição dos textos de Lobato para a Televisão, o Saci deixou o imaginário para ser personificado numa figura de carne e osso.

O Saci é apenas o mais famoso integrante do Dia das Bruxas nacional.

DIA DO HALLOWEEN

Todos os anos, na noite de 31 de outubro, milhões de crianças de toda a América do Norte pintam seus rostos, vestem fantasias e vão de porta em porta coletando doces. Os adultos freqüentemente decoram suas casas com figuras fantasmagóricas, esculpem rostos assustadores em abóboras e põem velas dentro delas para criar lanternas. Infelizmente, em meio a milhões de norte-americanos satisfeitos em suas fantasias, muitos são ademais muçulmanos. Esse artigo ira emitir alguma luz no significado e nas origens da véspera do Dia de Todos os Santos e porque muçulmanos não deveriam participar desta data.

Origens do festival da Véspera do Dia de Todos os Santos

O clássico festival celta (irlandês/escocês/galês), chamado “Samhain”, é considerado por muitos historiadores e eruditos o predecessor da atual Véspera do Dia Todos Santos. Samhain era o dia de Ano Novo dos celtas pagãos. Era também o Dia dos mortos, época em que se acreditava que às almas dos que morreram durante o ano era permitido acessar na “terra dos mortos”. Muitas crenças tradicionais e costumes associados ao Samhain continuam sendo praticados atualmente no dia 31 de outubro.

Os costumes mais notáveis são a prática de deixar oferendas como comida e bebida (hoje doces) para foliões mascarados e fantasiados e, o ato de acenderem fogueiras. Elementos desse festival foram incorporados ao festival cristão de Véspera de Todos os Santos, a noite que precede o Dia de Todos os Santos.

O significado do nome “hallow-even” (Véspera do Dia de Todos os Santos) foi o que nos deu o nome “halloween”. Até recentemente, em algumas partes da Europa acreditava-se em que nessa noite os mortos andavam entre eles e que as bruxas e feiticeiros voavam com eles. Preparando-se para isso, fogueiras eram feitas a fim de repelir esses espíritos maléficos.

No século XIX, brincadeiras de bruxas foram substituídas por travessuras de crianças. O espírito do samhain, uma vez acreditado ser selvagem e poderoso, é agora reconhecido como sendo maligno. Devotos cristãos começaram a rejeitar esse festival. Eles descobriram que os supostos deuses, deusas e outros seres espirituais das religiões pagãs eram trapaças diabólicas. As forças espirituais as quais as pessoas experimentaram duramente o festival eram certamente reais, mas eram manifestações do mal que desencaminhava as pessoas para o culto de falsos ídolos. Conseqüentemente, eles rejeitaram os costumes associados à Véspera do Dia de Todos os Santos, incluindo todas as representações de fantasmas, vampiros e esqueletos humanos – símbolo dos mortos, do diabo e de outras malignas criaturas. É preciso ser notado também que, ate hoje, muitos adoradores de “satã” consideram a noite a noite de 31 de outubro como sendo a mais sagrada e, muitos devotos cristãos hoje continuam se distanciando desse festival pagão.

Texto 1- Extraído de: CLIQUE AQUI

Texto 2 – Extraído de: CLIQUE AQUI

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– Compare o “custo Vietnã” com o “custo Brasil”.

Um dos “novos tigres asiáticos”, o Vietnã, que vive no regime socialista igualmente controlador como o de Pequim (e também ditatorial), cresce de maneira impressionante.

Cada vez mais vemos grandes empresas produzindo nos países asiáticos. A China é o exemplo-mor, mas outras localidades onde a população paupérrima é abundante têm se destacado, como o já citado Vietnã.

Segundo a Revista Istoé Dinheiro (ed 680, pg 75-78 por Roberta Namour), alguns dados da relação trabalhista por lá:

– Trabalhadores labutam 12 horas diárias, de segunda a sábado;

– 30 minutos é o intervalo para o almoço;

– 7 dias de férias por ano;

– Crianças têm plena permissão para trabalhar nas indústrias;

– Média salarial de US$ 40.00 mensais. 

Dá para concorrer com eles? Ainda, na matéria: uma calça jeans de marca de grife  produzida por lá, custa 5.00 dólares! E é revendida, nos países desenvolvidos, por US$ 40.00…

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– O que está acontecendo no Chile?

Que loucura o que acontece no Chile! Antes no Equador, mais atrás na Venezuela, também na Bolívia nos últimos dias… Estamos vivendo um fenômeno político como o acontecido anos atrás que ficou conhecido como “Primavera árabe”, numa versão latina?

Tudo isso nos traz a necessidade de rediscussão sobre o que é democracia, e é impossível não relembrar as manifestações populares que começaram com os R$ 0,20 em São Paulo e tomaram o Brasil por diversas bandeiras.

Sobre o ocorrido, compartilho em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/10/20/entenda-a-onda-de-protestos-no-chile.ghtml

ENTENDA A ONDA DE PROTESTOS NO CHILE

Quase 10 mil integrantes das Forças Armadas foram mobilizados para atuar contra os protestos

A capital chilena viveu o terceiro dia de distúrbios no domingo (20) com confrontos violentos entre manifestantes e forças de policiais. Os protestos pela suspensão do aumento nas passagens de metrô seguiram mesmo após o presidente Sebastián Piñera anunciar no sábado (19) sua revogação.

Na noite de sábado (19), manifestantes atacaram vidraças de prédios, destruíram semáforos, queimaram ônibus e invadiram e incendiaram um supermercado. O balanço oficial divulgado nesta segunda-feira (21) aponta 11 mortes nos protestos.

Entenda em cinco pontos os distúrbios no Chile:

  1. Governo anunciou um aumento de 30 pesos na tarifa do metrô, equivalente a 20 centavos de real
  2. Violência aumentou nos protestos a partir de sexta (18);
  3. Chile decreta no sábado “Estado de Emergência” e Exército vai às ruas pela 1ª vez desde a ditadura;
  4. Presidente chileno suspendeu o aumento na tarifa do metrô, mas os protestos prosseguiram;
  5. Metrô de Santiago foi fechado e o aeroporto da capital chilena teve voos suspensos.

Sobe para 11 o número de mortos nos protestos no Chile, segundo imprensa local

1. Aumento da tarifa do metrô

O preço da passagem do metrô de Santiago nos horários de pico subiu para 830 pesos – equivalente a R$ 4,80 –, aumento de 3,75%. Não havia aumento nessa proporção desde 2010. O reajuste não afetou o valor das passagens para estudantes e idosos, mas se soma ao aumento geral de 20 pesos nas tarifas decretadas em janeiro passado.

Foi proposta uma política de preços variáveis para o transporte –a ideia era cobrar mais durante o horário de pico, o que não foi bem recebido.

Em setembro, se anunciou que as contas de luz iriam subir em até 10%. A justificativa pela alta é que houve uma alta do dólar em relação à moeda chilena.

Resultado: manifestantes foram em massa para as estações de metrô e forçaram a entrada sem pagar, vandalizaram as estações e enfrentaram a polícia. A situação forçou o metrô de Santiago, que transporta diariamente quase 3 milhões de pessoas, a fechar todas as estações na sexta-feira (18), o que levou ao colapso do sistema de transporte da cidade.

2. Escalada da violência

Os protestos, que começaram há cerca de 15 dias, tornaram-se violentos a partir de sexta. Houve confrontos entre manifestantes e policiais. Houve registro de incêndios que deixaram mortos em um supermercado e uma fábrica. O balanço oficial indica que 11 pessoas morreram e 1.462 foram detidas no país.

Manifestantes provocaram danos em 78 estações e trens. A empresa estatal que administra o serviço do metrô avalia que o prejuízo deve chegar a mais de 300 milhões de dólares.

3. Estado de emergência e toque de recolher

O aumento da violência nos protestos fez o governo enviar tropas do Exército às ruas de partes de Santiago. Foi a primeira vez que isso ocorreu desde 1990, quando o Chile voltou à democracia após a ditadura de Augusto Pinochet.

Mais 9.500 integrantes das Forças Armadas foram mobilizados para atuar contra os protestos para controlar pontos estratégicos como centrais de abastecimento e estações de metrô, que são alguns dos alvos mais visados pelos manifestantes.

O governo do país andino decretou estado de emergência por 15 dias na capital e na região metropolitana.

O general Javier Iturriaga decretou toque de recolher duas noites consecutivas, no sábado e no domingo. A medida atingiu a região metropolitana de Santiago, Valparaíso (centro), Coquimbo, Biobío e Antofagasta, entre outras regiões.

4. Suspensão na alta da tarifa

Os protestos contra o aumento nas passagens de metrô seguiram mesmo após o presidente Sebastián Piñera anunciar no sábado (19) a suspensão do aumento de 30 pesos (R$ 0,17), que foi o estopim dos protestos.

“Escutei com humildade a voz de meus compatriotas e não terei medo de seguir escutando esta voz. Vamos suspender o aumento nas passagens do metrô”, disse o presidente em uma transmissão.

No entanto, a medida não acalmou os manifestantes, que continuaram nas ruas com gritos de “basta de abusos” e com o lema “Chile acordou”.

As manifestações não têm um líder definido nem uma lista precisa de demandas. Até o momento aparece como uma crítica generalizada a um sistema econômico neoliberal que, por trás do êxito aparente dos índices macroeconômicos, esconde um profundo descontentamento social.

No Chile, o acesso à saúde e à educação é praticamente privado, a desigualdade social é elevada, os valores das pensões estão reduzidos e os preços dos serviços básicos estão em alta, de acordo com a France Presse.

Manifestante acende uma barricada durante protesto contra o aumento da tarifa do metrô em Santiago do Chile — Foto: Edgard Garrido/Reuters

 

– Bolsonaro dizendo que a China é capitalista? Negando o comunismo e a ditadura para os negócios?

No dia em que Davi Alcolumbre se tornou o presidente do Brasil (já que o presidente e o vice estão ausentes), escuto uma pérola do mesmo Governo que um dia declarou que o Nazismo era de Esquerda: a China é capitalista, disse Bolsonaro.

Não, a China é uma ditadura onde o Partido Comunista interfere na Economia e na vida da Sociedade. Onde o Google precisou suprimir a expressão “Direitos Humanos” em seus resultados como buscador para entrar no país. Um lugar onde a Democracia não existe, mas que se fatura muito dinheiro pois existe mão de obra barata e 25% da população do mundo se localiza lá.

Vale tudo para ganhar dinheiro, até negar o que é inegável. Bolsonaro quer imitar Lula?

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Na foto, a cena do Protesto Pró-Democracia onde um tanque esmagou um manifestante, há 30 anos.

– Triste Harbin Poluída

Cubatão sempre foi famosa pela poluição. Mas nada se compara a Harbin, cidade chinesa que quebrou um recorde: a de mais poluída da história!

Veja esse índice de medição do ar na cidade: 1000 microgramas de partículas PM 2,5/m3. O limite máximo aceitável pela OMS é de 25…

Como viver num lugar assim? E Harbin é um local bem frequentado pelos turistas, já que lá acontecem eventos de construção de obras em gelo (como o da foto abaixo).

Aliás, já reparam que China e Índia constantemente aparecem de maneira cinzenta, escura e sem céu azul?

Abra o olho, Planeta Terra!

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– Nobel 2019: os icônicos premiados de Química e da Paz!

Ao ler quem são alguns premiados com o Prêmio Nobel, sinto uma alegria muito grande em saber que estudar não tem idade, além que há pessoas que lutam para a paz.

Para o Nobel de Química, três cientistas responsáveis pelo desenvolvimento de materiais de lítio e um mundo sem fio foram agraciados; um deles, com 97 anos de idade! Já para o Nobel da Paz, levou o presidente da Etiópia, com uma incrível, inspiradora e audaciosa história (aqui, a premiação precisa ser destacada pela justiça e mérito).

Compartilho, extraído de: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/10/09/nobel-de-quimica-2019-vai-para-john-b-goodenough-m-stanley-whittingham-akira-yoshino.ghtml

O TRIO NOBEL DE QUÍMICA

O americano John B. Goodenough, o britânico-americano M. Stanley Whittingham e o japonês Akira Yoshino são os vencedores do Prêmio Nobel 2019 de Química pelo desenvolvimento de baterias de íons de lítio, hoje usadas em celulares, notebooks e carros elétricos. A descoberta foi feita no começo da década de 70.

“Os laureados lançaram as bases de uma sociedade sem fio e livre de combustíveis fósseis”, avaliou o comitê do Nobel ao anunciar o prêmio no Twitter.

The Nobel Prize

@NobelPrize

The 2019 in Chemistry has been awarded to John B. Goodenough, M. Stanley Whittingham and Akira Yoshino “for the development of lithium-ion batteries.”

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“Ganhamos acesso a uma revolução técnica”, afirmou Sara Snogerup Linse, membro do comitê e professora de fisicoquímica na Universidade de Lund, na Suécia.
A Academia sueca anunciou nesta quarta-feira (9) que os cientistas, que trabalharam separadamente, vão dividir de forma igualitária o prêmio de 9 milhões de coroas suecas, equivalente a cerca de R$ 3,72 milhões.

Aos 97 anos, o americano John B. Goodenough passa a ser a pessoa mais velha a ganhar o Nobel. Ele nasceu em 1922 em Jena, na Alemanha, e ocupa a Cadeira Cockrell em Engenharia na Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos.

Extraído de: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/10/11/primeiro-ministro-da-etiopia-ganha-nobel-da-paz-2019.ghtml

ABIY AHMED ALI, O HOMEM DA PAZ

O primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed Ali, ganhou o Nobel da Paz 2019 por sua iniciativa decisiva para resolver o conflito de fronteira com a vizinha Eritreia, no leste da África. O anúncio do 100º Prêmio Nobel da Paz foi feito na manhã desta sexta-feira (11), em Oslo, na Noruega.

Em estreita cooperação com o presidente da Eritreia, Isaias Afwerki, o premiê de 43 anos rapidamente elaborou os princípios de um acordo para acabar com o longo impasse “sem paz, sem guerra” entre a Etiópia e a Eritreia. O tratado colocou fim a 20 anos de conflito entre os dois países.

“O Comitê Nobel espera que o prêmio da Paz reforce o primeiro-ministro Abiy em seu trabalho a favor da paz e da reconciliação. É um reconhecimento e também um estímulo a seus esforços. Somos conscientes de que resta muito por fazer”, afirmou a presidente do Comitê Norueguês do Nobel, Berit Reiss-Andersen.
Primeiro-ministro da Etiópia vence Prêmio Nobel da Paz

Como primeiro-ministro, Abiy Ahmed “procurou promover a reconciliação, a solidariedade e a justiça social”. Ele iniciou importantes reformas que “dão a muitos cidadãos a esperança de uma vida melhor e de um futuro melhor”.

O Comitê do Nobel também reconhece com esse prêmio todos que trabalham pela paz e reconciliação na Etiópia e nas regiões leste e nordeste da África. O trabalho do presidente da Eritreia, Issaias Afworki, foi destacado.

“A paz não é alcançada apenas com as ações de uma única pessoa. Quando o primeiro-ministro Abiy estendeu a mão, o presidente Afwerki aceitou e ajudou a dar forma ao processo de paz entre os dois países”, afirmou o comitê.

No telefonema em que foi informado do prêmio, o premiê afirmou ter recebido humildemente a premiação e que ficou emocionado:

“Muito obrigado. É um prêmio dado à África, dado à Etiópia, e posso imaginar como os outros líderes da África serão incentivados a trabalhar no processo de construção da paz em nosso continente. Estou muito feliz e emocionado com a notícia. Muito obrigado, é um grande reconhecimento”, afirmou o laureado.
Após o anúncio, o gabinete de Abiy afirmou que o prêmio é um testemunho “dos ideais de unidade, cooperação e convivência mútua que o primeiro-ministro sempre defende”. O governo etíope anunciou que o país está orgulhoso pelo prêmio.

O prêmio significará um impulso para o governante, que enfrenta uma onda crescente de violência entre diferentes grupos em seu país, onde estão previstas eleições legislativas em maio de 2020.

Abiy nasceu em uma família muito pobre, em Zona Jima, no sul da Etiópia, em 1976. Ele é filho de pai muçulmano Oromo e mãe cristã Amhara. Ele ingressou na política em 2010, como membro da Organização Democrática do Povo de Oromo.

Posteriormente, ele foi eleito membro do parlamento. Nessa época, ocorreram fortes disputas entre católicos e muçulmanos e ele teve a iniciativa de criar o “Fórum Religioso pela Paz”, uma solução duradoura para o problema.

Em abril de 2018, ele assumiu o cargo de premiê da Etiópia, a segunda maior população da África, e introduziu reformas liberalizantes, que tiveram forte impacto no país. Ali libertou da prisão milhares de ativistas da oposição, pediu desculpas pela brutalidade do Estado e permitiu que dissidentes exilados voltassem para casa.

Mais importante ainda, ele assinou o acordo de paz com a Eritreia.

Conflito Etiópia x Eritreia

De 1998 a 2000, Etiópia e Eritreia travaram uma guerra que deixou 80 mil mortos, principalmente devido a divergências sobre a fronteira. Em 2002, a Etiópia se recusou a colocar em prática uma proposta de uma comissão da Organização das Nações Unidas (ONU) e manteve a animosidade entre os dois países.

Em 9 de julho de 2018, o primeiro ministro da Etiópia, Abiy Ahmed Ali, e o presidente da Eritreia, Isaias Afwerki, assinaram o acordo que restabelecia as relações diplomáticas entre os dois países.

“Uma nova era de paz e amizade começa. Os dois países se abrem para promover uma estreita cooperação, nos setores da cooperação, nos setores da política, da economia, do social, da cultura e da segurança”, dizia o documento.

A partir de então, o comércio, os transportes e as telecomunicações entre as duas nações foram retomadas.

Abiy Ahmed Ali em foto de 15 de setembro deste ano — Foto: Michael Tewelde/AFP

Abiy Ahmed Ali em foto de 15 de setembro deste ano — Foto: Michael Tewelde/AFP

– Apoiou ou negou a entrada na OCDE?

O Brasil negociou a entrada para a OCDE diretamente com os EUA, desde a posse do presidente Jair Bolsonaro. A entidade (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico ou Econômico) é formada por 36 países, que tem como finalidade discutir as relações comerciais internacionais e políticas econômicas. É um orgão importantíssimo!

No começo do ano, ficou certo que o nosso país abriria mão de algumas coisas para que fosse um dos novos integrantes da OCDE, através do apoio explícito e indicação dos americanos. Porém, ontem, a relevante agência de notícias Bloomberg informou que os EUA estavam apoiando Argentina e Romênia para o organismo, pois haviam negociado antes essa indicação.

O mundo parece ter caído sobre as costas do presidente brasileiro. A repercussão foi péssima. Fomos passados para trás?

Há pouco, por twitter, o presidente Donald Trump disse que a notícia era Fake News.

Será? Mudou de ideia ou era uma informação inverídica? Em quem confiar?

Saberemos somente se o Brasil entrará ou na OCDE quando as coisas se consumarem. Tomara que estejamos fazendo parte da entidade, para o bem da nossa política externa e econômica.

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– As barreiras da comunicação e Neymar!

Uma das minhas grandes frustrações é a dificuldade da fluência na língua inglesa. Me viro no português, falo, escrevo e entendo satisfatoriamente o italiano, quebro o galho na compreensão do espanhol, mas… o inglês só me permite a leitura! Apesar disso, meu “caipirês” é ótimo.

Digo isso pois cada vez mais temos que falar outras línguas nesse mundo globalizado, apesar da universalização do idioma pedir o inglês e a monetização o dólar e o euro.  Nossas crianças têm maior facilidade em aprender outro idioma, e isso é ótimo para o futuro e o sucesso profissional delas.

De tal forma, acho interessante uma matéria do UOL a respeito das dificuldades encontradas por Neymar para aprender o francês, lá em Paris. E ele não é um caso isolado: Felipão sofreu com a comunicação enquanto treinador do Chelsea, por exemplo. 

Me recordo que no final dos anos 90, foi uma grita muito grande quando em Londres o Arsenal jogou com seu time titular sem nenhum jogador nato da Inglaterra (o treinador era Arsenè Wenger, francês). Depois, nos anos 2000, foi a vez da Internazionale de Milão atuar sem nenhum italiano (com o treinador argentino Héctor Cúper). Diante dessa realidade, fica a curiosidade: entre Comissão Técnica, Diretoria e Atletas, o único moniglota do Paris Saint German é o lateral direito belga Meunier (que só fala francês, uma das 3 línguas oficias da Bélgica).

Veja que interessante essa questão da melhora na comunicação e rendimento profissional, abaixo:

(Extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2019/10/07/neymar-aproveita-vestiario-espanhol-e-ganha-voz-em-meio-a-crise-no-psg.htm)

NEYMAR APROVEITA VESTIÁRIO ESPANHOL E GANHA VEZ NO PSG

Neymar chama os atacantes do Paris Saint-Germain para uma conversa de posicionamento durante a goleada de 4 a 0 contra o Angers, sábado, no Parque dos Princípes, pelo Campeonato Francês. O papo em espanhol com Icardi, Di Maria e Sarabia flui rápido e tem efeitos práticos com o bom rendimento do quarteto ofensivo. A cena ilustra uma versão de liderança verbal do camisa 10 no PSG à base de um idioma o qual domina e hoje é o mais utilizado no clube francês.

A reunião dos hispânicos é um trunfo para facilitar a comunicação de Neymar no PSG, segundo apurou o UOL Esporte. Fluente no espanhol, e sem conseguir se comunicar em francês nos vestiários, o brasileiro agora vê 9 jogadores do elenco (Navas, Sergio Rico, Bernat, Paredes, Herrera, Sarabia, Di Maria, Icardi, Cavani) com o espanhol como língua nativa.

No entorno dos brasileiros do PSG, Marquinhos e Thiago Silva PSG há a sensação de que o novo diretor esportivo do clube, Leonardo, se preocupou com a comunicação de Neymar no vestiário. Para a temporada chegaram 5 reforços de língua espanhola: o goleiro da Costa Rica, Keylor Navas, e o da Espanha, Sérgio Rico, os meio campistas da Espanha, Ander Herrera e Pablo Sarabia, e o atacante da Argentina, Mauro Icardi. Entre os contratados, somente o meio-campo do Senegal, Idrissa Gueye tem o francês como idioma adotado no vestiário.

“Foi muito fácil chegar aqui em um time com jogadores que falam espanhol. A adaptação foi fácil e isso que importa, pois me sinto muito cômodo no PSG”, disse Icardi.

Nos vestiários na temporada passada, a língua predominante ainda era o francês. Neymar se apoiava em Thiago Silva e Marquinhos, fluentes no idioma, em discussões com o grupo. O treinador alemão, Thomas Tuchel, estudou francês intensamente para adotar o idioma como padrão e também contava com um tradutor contratado pelo clube em seu primeiro ano no cargo.

“Essa entrevista está parecendo o meu vestiário. Todo mundo falando em espanhol”, brincou Tuchel na entrevista coletiva de véspera do duelo entre PSG X Real Madrid, no Parque dos Princípes, pela Liga dos Campeões – PSG venceu o confronto por 3 a 0 -.

O papo do treinador com Neymar acontece em uma mistura de francês e inglês, algo que dificulta o camisa 10. O fato também já fez Tuchel descartar o atacante brasileiro como capitão do PSG. Para isso, apenas Thiago Silva e Marquinhos estão credenciados.

A comunicação em espanhol no vestiário ainda pode ser adotada por Neymar com outros jogadores. Entre os titulares, Marco Verratti e Mbappé têm bom domínio da língua. Isso faz com que o time base do PSG tenha apenas o lateral direito belga Meunier sem conseguir conversar com Neymar – idioma utilizado pelo jogador é francês -.

Além da prática no espanhol, Neymar demonstra evolução na língua francesa na base do convívio. Mesmo sem estudar, diferentemente do que fizeram Thiago Silva e Marquinhos, o camisa 10, em sua terceira temporada no clube, agora encontra facilidade para compreensão. As perguntas em entrevistas e brincadeiras do veículo institucional PSG são feitas a Neymar em francês. O fato possibilita o clube de colocar em prática um plano para melhorar a relação do brasileiro com o torcedor parisiense.

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– O Carro Elétrico está se tornando uma realidade cada vez mais próxima!

Sabia que as montadoras de veículos “tradicionais” do mundo estão cada vez mais investindo pesado na produção de carros híbridos e/ou elétricos?

O motivo é o pesado investimento dos chineses, com apoio do Governo local e muita inovação.

Extraído da Folha de São Paulo, pg A16, reproduzido do New York Times

VISÃO CHINESA DITA O RITMO DO CARRO ELÉTRICO NO MUNDO

Montadoras aceleram esforços em carros elétricos após aposta da China

Existe um motivo forte para que as montadoras de automóveis de todo o planeta estejam acelerando seus esforços de desenvolvimento de veículos elétricos: a China.

Em um projeto que envolve vastas somas de dinheiro do governo e a visão de que dominará a nova geração de tecnologias, a China se tornou a maior defensora mundial dos carros elétricos.

Esse movimento está forçando as montadoras de automóveis, de Detroit (EUA) a Yokohama (Japão) e de Seul (Coreia do Sul) a Stuttgart (Alemanha), a acelerarem seu ritmo de transformação, sob o risco de serem deixadas para trás no maior mercado mundial de automóveis.

Pequim já determinou que 20% dos carros em circulação na China em 2025 deverão ser acionados por combustíveis alternativos.

No mês passado, o país divulgou novas regras que determinam que as montadoras internacionais ofereçam mais veículos acionados por energia alternativa no mercado local, se quiserem continuar a vender carros convencionais.

Um representante do governo chinês disse recentemente que o gigante asiático terminaria por proibir a venda de carros zero com motores de combustão interna.

“Estamos em uma encruzilhada no desenvolvimento da indústria automobilística nesse país, tendo em mente a escala mundial”, afirmou Jürgen Stackmann, vice-presidente de vendas e marketing da Volkswagen, em visita a Xangai (China).

A China já é a maior fabricante e vendedora de carros elétricos do planeta. Os compradores chineses estão a caminho de adquirir quase 300 mil deles neste ano, três vezes o número que deve ser vendido nos EUA e mais que o total de todo o resto do planeta combinado.

GM e Ford anunciaram planos para acrescentar um total de 33 modelos elétricos às suas linhas. GM e Volkswagen também estão transferindo boa parte de sua pesquisa, desenvolvimento e produção de carros elétricos para a China.

O país também está adotando uma política agressiva para recrutar alguns dos engenheiros eletricistas mais talentosos do mundo, inclusive nos Estados Unidos.

Tudo isso em um momento em que os carros elétricos finalmente estão ficando mais competitivos em desempenho e custo em relação aos movidos a gasolina e diesel.

Em ruas de cidades como Pequim, Xangai e Shenzen, esse tipo de veículo é cada vez mais comum, já que o carro elétrico faz bastante sentido em locais com grande população (e congestionamento) e em que as pessoas têm de percorrer curtas distâncias.

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– A Guerra da Indústria do hambúrguer ganha novo capítulo no Brasil!

Leio que o instituto de pesquisa IPSOS divulgou um levantamento onde, pela primeira vez na história do nosso país, o Burger King é a lanchonete mais preferida dos consumidores, superando o McDonald’s (35% a 31%).

Será um número real, apesar da credibilidade do órgão pesquisador? Não tenho essa impressão.

Tenho que ser justo: pudera, prefiro sempre um bom arroz-feijão… como ouso tentar avaliar?

E você, prefere o quê?

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– Abasteçam seus veículos, pois o atentado na Arábia Saudita fará o preço do petróleo disparar!

Um atentado terrorista promovido por drones incendiou a mais importante refinaria de petróleo do mundo, na Arábia Saudita. A estatal Saudi Aramco, maior petrolífera do planeta, anunciou o corte de metade da produção por causa desse ataque.

Com isso, 6% da produção mundial do “ouro negro” deixa de ser produzida. O príncipe Salman, um dos diretores da empresa, acusa rebeldes do Iêmen do ocorrido (O governo do Iêmen é apoiado pelos sauditas; a oposição pelo Irã, ocasionando uma guerra civil no pequeno país).

O certo é: a gasolina e o óleo diesel vão subir! Por isso, abasteçam seus veículos.

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