– Um Cruzeiro para provar que a Terra não é redonda?

Há de tudo nesse mundo! Recentemente, contei aos amigos leitores que minha filha estava indignada ao ler que existem pessoas que ainda não acreditam que o Planeta Terra é redondo, ao ler uma matéria sobre os terraplanistas (que defende que o mundo é uma “pizza”; chata; plana).

A postagem está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2018/02/26/um-diretor-sensivel-e-humanista/

Pois bem: leio na Folha de São Paulo de hoje que esse pessoal incrédulo vai até o limite da Terra em um cruzeiro. Logicamente, não dirão que vai ser uma “volta ao mundo”…

Abaixo:

TERRAPLANISTAS PLANEJAM VIAGEM ATÉ A BORDA DA TERRA

Navegação nos oceanos depende de GPS, baseada em um mundo esférico

Terraplanistas de todo o globo (ou “disco”, segundo os próprios) terão a chance de embarcar num navio rumo ao que seria a borda da Terra. O cruzeiro deve acontecer em 2020 e será organizado pela Conferência Internacional da Terra Plana (FEIC, na sigla em inglês).

Mas ao menos um grande problema os aguarda: todos os sistemas de navegação de navios de cruzeiro se baseiam no fato de que a Terra é redonda. O GPS (global positioning system) só funciona por causa do formato aproximadamente esférico do nosso planeta.

O jornal The Guardian entrevistou um ex-capitão de navio de cruzeiros, Henk Keijer, que viajou por todo o globo por 23 anos.

Segundo ele, somente a existência do GPS seria prova suficiente de que a terra é redonda — 24 satélites que orbitam a Terra são usados para fornecer informações que permitem a navegação. No mínimo três são necessários para fornecer uma posição correta.

“Se a Terra fosse plana, um total de três satélites já seria suficiente para prover esse tipo de informação para todos. Mas não é, porque a Terra é redonda.”

Segundo uma das principais correntes do terraplanismo, a Terra seria um grande disco e a borda dele seria a Antártida.

Na verdade, essa representação tem origem na projeção azimutal partindo do polo norte —trata-se de uma entre tantas formas de representar a superfície do globo terrestre em uma folha de papel.

A Sociedade da Terra Plana afirma que as diversas agências espaciais do mundo estariam mentindo sobre o formato do planeta para falsificar as viagens espaciais.

“Isso provavelmente começou na corrida espacial durante a Guerra Fria, na qual a União Soviética e os EUA estavam obcecados em vencer o outro. Depois do fim da Guerra Fria, no entanto, a conspiração é provavelmente motivada mais pela ganância do que ganhos políticos, com uma parte do dinheiro sendo usada para viagens espaciais falsas e roubando um monte de dinheiro”, diz a Sociedade da Terra Plana (Flat Earth Society, no original).

Na verdade, sabe-se que a terra é redonda ao menos desde 250 a.C, quando Eratóstenes calculou o raio com a partir das informações como distância entre duas cidades e o ângulo em que o sol batia nelas em determinado instante. A medida foi bastante próxima da real —6.371 km em média (já que a Terra não é uma esfera perfeita).

Nesse sentido, seria até impróprio dizer que os terraplanistas têm um conceito medieval sobre o formato da Terra, já que naquela época as pessoas bem-informadas já não acreditavam em um mundo plano.

Quanto ao cruzeiro, caso a organização queira recrutar uma tripulação favorável aos pontos de vista terraplanísticos, pode ter algum trabalho. “Eu viajei 2 milhões de milhas e não encontrei nenhum capitão que acreditasse que a Terra é plana”, disse Keijer.

Cinco argumentos contra os ​terraplanistas

ECLIPSES DA LUA

O único jeito de explicar os eclipses lunares é o alinhamento entre Sol, Terra e Lua, de tal maneira que a sombra da Terra é projetada sobre o satélite natural. Essa sombra, veja você, é redonda —o que só é possível se a Terra for uma esfera, não uma tábua de frios

CIRCUNAVEGAÇÃO

Desde o começo do século 16 os navegadores —e, desde o século passado, os aviadores— sabem que dá para sair de um ponto do planeta e avançar em linha reta toda vida até retornar ao mesmo lugar de onde vieram. Isso só é possível num planeta redondo

FUSOS HORÁRIOS

O único jeito de explicar as diferenças de horário entre lugares distantes na Terra é por meio da rotação e do formato esférico do planeta. Se o Sol iluminasse alguns lugares primeiro e outros depois, feito um holofote, seria possível vê-lo num canto do céu mesmo à noite

OUTROS PLANETAS

Não é só foto da Nasa: desde o século 17 até a mais humilde luneta mostra que outros planetas e satélites costumam ser esféricos. Por que só a Terra seria a exceção?

ESTRELAS NO CÉU

Se estivéssemos todos em cima de um tampo de mesa de proporções planetárias, todos veríamos as mesmas constelações no céu. Como a Terra é um globo, quem mora em Nova York não consegue ver nosso Cruzeiro do Sul, enquanto os moradores de São Paulo não conseguem ver a estrela Polar, da constelação da Ursa Menor.

Resultado de imagem para Terraplanistas

Anúncios

– Jumentos e o Negócio da China!

Olha que notícia interessante: a China deseja comprar cerca de um milhão de jumentos do Nordeste Brasileiro para a indústria de cosméticos e comestíveis!

Sim, nossos animais se transformarão em matéria prima para produtos de beleza e servirão para a alimentação dos chineses!

Não é só os jogadores de futebol que estão indo desenfreadamente para Pequim…

bomba.jpg

– Vem aí a CNN em Português!

Ôpa! Melhorando o título deste post: a notícia oficial (e boa para a geração de empregos qualificados) é que a CNN Brasil estará no ar até o meio do ano.

Trazendo todo o respeito da famosa rede de notícias americana, estão os empreendedores Rubens Menin (o dono da construtora MRV) e Douglas Tavolaro (Ex-Record)

Extraído de: https://www.bol.uol.com.br/entretenimento/2019/01/14/ex-chefao-do-jornalismo-da-record-douglas-tavolaro-comandara-cnn-no-brasil.htm

CNN BRASIL

A inesperada saída de Douglas Tavolaro do comando do jornalismo da Record tem um motivo: ele vai comandar o projeto do canal de notícias americano CNN no Brasil.

Ao lado do empresário Rubens Menin, Tavolaro divulgou nesta segunda-feira (14) o acordo de licenciamento com a CNN para lançar a CNN Brasil, um canal de notícias, que estará disponível para assinantes da TV paga como um canal 24 horas e também em plataformas digitais.

A CNN Brasil será programada e operada pelo grupo liderados por Menin e Tavolaro e terá acesso ao conteúdo internacional do canal. O jornalista será CEO da empreitada e o empresário Rubens Menin, presidente do conselho de administração. Segundo comunicado, a CNN Brasil “será lançada nacionalmente com agências de notícias em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Brasília e correspondentes no exterior. A CNN International e a CNN en Español continuarão disponíveis no país e não fazem parte do licenciamento da CNN Brasil”.

De início, a nova empresa de mídia promete contratar 400 jornalistas para a base em São Paulo e os dois escritórios: Rio e Brasília. Os contratados irão começar os treinamentos de imediato porque a empresa pretende começar as operações no início do segundo semestre.

No comunicado de lançamento da nova empreitada, há uma fala de Greg Beitchman, vice-presidente de Vendas de Conteúdo e Parcerias da CNNIC.

“Estamos muito satisfeitos em anunciar este acordo de licenciamento com nosso novo parceiro para lançar a CNN Brasil”, disse Beitchman. “O Brasil é um país empolgante para continuar a expansão da marca CNN. Este anúncio é parte de uma estratégia global para trabalhar com parceiros que pensam da mesma maneira e que enxergam uma clara oportunidade para produtos e serviços de notícias locais da marca CNN.”

Em outra fala do comunicado à imprensa, Menin afirma: “Nosso objetivo é contribuir com a democratização da informação no Brasil. Um país com uma sociedade livre e desenvolvida só é construído com uma imprensa plural. Já existem boas plataformas de notícias localmente, mas acreditamos que há espaço para uma nova opção. A chegada de uma grande marca fortalece e valoriza o jornalismo. Estamos felizes e motivados com esse acordo com a CNN”.

Mais tarde Douglas também enviou um comunicado sobre a sua saída da Record e confirmou a direção na CNN Brasil:

“Encerro hoje um ciclo de 17 anos no Grupo Record. Nessa fase, em sua maior parte como diretor nacional e vice-presidente de Jornalismo, ajudamos a construir o projeto de televisão que transformou a Record no segundo maior grupo de comunicação do Brasil.
Aos poucos, tijolo por tijolo, degrau por degrau, nosso Jornalismo cresceu e se consolidou como uma das referências no mercado brasileiro, com produtos consagrados pelo público, conquistando a liderança de audiência em vários horários, em diversas regiões do país, e a confiança das agências de publicidade e dos anunciantes.
Só tenho a agradecer aos meus colegas de redação e a RecordTV, que nos deu todas as oportunidades para que construíssemos essa importante história na televisão brasileira.
Agora sigo para um novo desafio: implantar a CNN Brasil, marca do maior canal de notícias do mundo. Serei sócio-fundador e CEO desse novo grupo de mídia brasileiro, que atuará na TV por assinatura e nas diversas plataformas digitais com a missão de ser uma opção de jornalismo forte e com credibilidade para o nosso país.”

bomba.jpg

– A Mancada da Sinistra Brasiliana sobre Battisti

Os italianos devem estar felizes com a entrega do assassino de 4 inocentes, Cesare Battisti, que de maneira incompreensível estava sendo protegido por autoridades de Esquerda no Brasil. Battisti já era bandido antes mesmo dos crimes que cometeu, tendo sido condenado por terrorismo na Itália.

Equivocadamente, Juliano Medeiros, presidente do PSOL, escreveu no Twitter antes do também esquerdista Evo Moralles expulsar da Bolívia o foragido:

Conheci Cesare Battisti e li muito sobre o processo que levou à sua condenação. Acredito que 99% das pessoas que o atacam o fazem porque desconhecem os detalhes do processo ou porque odeiam ativistas de esquerda. Creio na inocência de Cesare. Espero que a Bolívia não o extradite”.

Será que o político falou em nome do partido ou foi uma opinião pessoal? Respeitosamente, total falta de sensibilidade defender o indefensável! E aqui não devem entrar questões políticas, mas humanitárias. Vai explicar para as vítimas do carcamano que ele era um “perseguido e incompreendido”...

Resultado de imagem para Battisti

– Globalização e Globalismo no Futebol: o que aconteceu com os times brasileiros?

Tendo assistido a Flórida Cup (que é um torneio para treinar), impossível não discutir dois fenômenos que explicam o que acontece no futebol da atualidade: a expansão dos clubes europeus com o marketing e a tecnologia, bem usados em tempos de Globalização, além da força econômica imposta pelo Globalismo Econômico aos menos fortes.

Voltemos à terra da Disney: onde estão Manchester City, Juventus, Real Madrid (os “grandões”de verdade)? Em Orlando, certamente não, por falta de sparring.

Dando uma “zapeada” nos jogos do Flamengo e do São Paulo, chega-se à fácil conclusão de que os grandes times do Brasil seriam times médios se inseridos numa Premier League, ficando no meio da tabela (igualmente o atual campeão brasileiro Palmeiras, como bem disse Kaká à Folha de São Paulo dias atrás). Na Espanha e na Itália não seriam campeões. Na França, seriam vice-campeões (logicamente o PSG levaria o título).

A verdade é que nos anos 60, Benfica, Milan e Real Madrid eram os gigantes que protagonizavam na Europa. Nos anos 70, destaque para os holandeses e ingleses. Nos anos 80, o cálcio foi a grande Meca do futebol. Nos anos 90, enfim, a Espanha e a Inglaterra voltaram ao protagonismo com seus times de ponta, dividindo a hegemonia com os italianos e o alemão Bayern.

ATÉ O PARÁGRAFO ACIMA, podemos dizer tranquilamente que os grandes clubes brasileiros e argentinos (esqueça os saudosos esquadrões uruguaios de Peñarol e Nacional) encaravam frente a frente os grandes europeus. A partir do século XXI, não mais (com raras exceções: o São Paulo x Liverpool de impecável atuação do Rogério Ceni, o Internacional x Barcelona com o menosprezo dos catalães e o Corinthians x Chelsea do perfeito Tite).

Mas por quê mudou tanto?

O que fez os clubes sul-americanos se estagnarem foram: a pasmaceira da Conmebol somada com a corrupção latente dos seus filiados, o abrupto crescimento da Premier League, o sucesso da dupla Barça / Real e o gigantismo dos investimentos euro-asiáticos (muitos sob o comando de magnatas tailandeses, novos ricos chineses e príncipes árabes – além de mafiosos da própria Europa). Claro, há os legítimos grupos empresariais puros, como a Fiat com a Juventus.

Isso tudo tem dois nomes: Globalização e Globalismo.

  1. A Globalização que fez os times da Inglaterra serem os mais amados na China, Singapura, Coreia e até no Vietnã (os jogos sabiamente eram distribuídos sem custos para conquistar novos consumidores de futebol)! Fez também Real Madrid e Barcelona terem suas partidas transmitidas mundialmente a cada final de semana (mesmo contra Getafes e Ossassuñas da vida). Permitiu que se assista um jogo de qualidade melhor em qualquer parte do planeta. É isso não é ruim!
  2. O Globalismo (a força colonialista de um polo de importância global) que levou a mão de obra barata da África e da América do Sul para a Europa, valorizando seus campeonatos com craques em formação (a custo baixo), preparando-os nas equipes B até estarem prontos para o estrelato, e que, pela força dos euros, impedem a manutenção dos jovens nos campeonatos locais de onde são oriundos, pois o time do atleta não consegue competir financeiramente. Dessa forma, surgem equipes multirraciais, multicontinentais e multiculturais, conquistando público e admiradores, faturando muito dinheiro e consequente impedindo a estabilidade dos plantéis dos países mais pobres. E isso é ruim!

Os grandes sul-americanos, sem dúvida, seriam médios na Europa, em se falando de “resultados dentro de campo, afinal, não conseguem formar e ficar com os craques, mudam radicalmente de elenco a cada temporada e vendem “de qualquer jeito” para pagarem as dívidas que fizeram e não pagaram (além do dinheiro que some pela desonestidade dos cartolas).

Viramos colônia novamente, não há como discutir! E isso se torna uma bola de neve: mais exportação, menos pé-de-obra qualificado e clubes mais fracos (a Seleção Brasileira, em tese, não deveria sofrer com isso, pois os atletas estão em clubes de alto nível).

Casemiro, Felipe Anderson ou Militão, jogadores jovens e que valem ouro, saíram criticados do Brasil quando foram contratados por estrangeiros. Ora, eram garotos em formação técnica, tática e social! Não poderiam ser as soluções de seus times quando os jogadores mais velhos saem e eles precisam suprir a carência da posição. Eles terminam a formação na Europa, moldando-se aos altos padrões de exigência desejados por lá, e aí engrandecem ainda mais os estrangeiros. Claro, ocorre porque os dirigentes brasileiros querem imediatismo dos meninos que cada vez mais cedo devem estar maduros (e não conseguem); ocorrendo, consequentemente, a impaciência da torcida que desestabiliza o jovem.

A preocupação é: a globalização, boa e necessária, trouxe a força do globalismo (ruim para quem não tem poderio financeiro). Assim, falando-se em clubes (não em Seleções), quem está fora do grande eixo econômico da elite da UEFA, tende a se nivelar por baixo.

Tá explicado porque o Mazembe ganhou do Inter, o Raja do Atlético Mineiro e outros exemplos mais recentes?

Fora da Europa, estamos virando todos “japoneses” (uma expressão antiga usada para dizer quem era ruim de bola, e que não deveria ser mais usada, pois até os clubes japoneses estão mais próximos de nós).

Ajax, Corinthians, Porto, River Plate, Roma, Everton, Boca Junior, Sevilla… todos estão a um nível mais abaixo do que os “bambambãs do futebol” (que logicamente não precisam ser citados).

bomba.jpg

– O que fazer com o Battisti?

Prenderam Cesare Battisti na Bolívia, onde se escondia após a sinalização de que enfim seria extraditado para a Itália.

Compartilho uma reflexão que publiquei aqui no blog em 31 de dezembro de 2010 e que mantém-se bem atual! Abaixo:

E AS VÍTIMAS DE BATTISTI?

Há muita contradição no caso envolvendo o terrorista italiano Cesare Battisti, que está preso na PF.

A Itália pede a extradição do criminoso, condenado à prisão perpétua na Itália. O Brasil o mantém como “refugiado político”, pois, apesar do Judiciário recomendar a decisão de extraditá-lo, considerando-o terrorista e não vítima de perseguição, é o presidente Lula quem deve dar a palavra final. Hoje é dia 31 e a vontade dele é de não extraditá-lo.

Incoerente. Se o italiano é perseguido, como a Advocacia Geral da União (AGU) entende, por que ele está preso?

Alguém que faz parte de um grupo terrorista, mata friamente 4 inocentes, deve viver livremente no Brasil? Ele nem brasileiro é e estamos cuidando dele.

Pergunte aos familiares de Antonio Santoro, Pierluigi Torregiani, Lino Sabbadin e Andrea Campagna o que pensam sobre o assunto. Estes são os nomes das vítimas do assassino.

Aliás, cabe a pergunta: Lula teve tanto tempo para decidir, e deixa a decsião para o último dia do mandato?

Uma grande incógnita: nosso presidente, por vaidade, seria contra a lógica e manteria o italiano aqui, causando um incidente diplomático? Ou deixará a decisão para Dilma Rousseff?

Tenho curiosidade de saber a posição do embaixador da Itália, que foi convidado para a festa da transição Lula-Dilma. O que ele fará?

E você, o que acha da não-extradição? Deixe seu comentário:

Resultado de imagem para cesare battisti

– O Champanhe Rosado: a nova droga que está destruindo a vida dos jovens?

Da Euforia ao Esgotamento em pouco tempo: uma droga em cristais que está se popularizando na Europa e chega ao Brasil para tristeza da sociedade.

Abaixo, extraído de: http://bbc.in/2tPIWDv

O QUE É A DROGA ‘CHAMPANHE ROSADO’ QUE CAUSA ALARME NO REINO UNIDO

O “champanhe rosado” causou a morte de uma pessoa e deixou outras dez no hospital, quatro delas em estado grave, na cidade inglesa de Manchester.

Este é o nome de um novo tipo de ecstasy que tem se popularizado em festas britânicas e preocupa as autoridades.

A Polícia de Manchester afirmou que a nova versão da anfetamina é “particularmente forte”.

O ecstasy é um tipo de anfetamina modificada, também conhecido como MDMA (metilenodioximetanfetamina), que se popularizou nos anos 1970. A posse da droga, no entanto, é proibida na maioria dos países do mundo.

Enquanto o ecstasy, que se popularizou nos anos 1990, é vendido na forma de comprimidos coloridos, o “champanhe rosado” (ou pink champagne em inglês) vem na forma de cristais, o que torna mais difícil para o usuário medir a dose que está consumindo.

O último relatório do Escritório da ONU contra as Drogas e o Crime afirma que, em 2016, pelo menos 20 milhões de pessoas consumiram alguma variedade de MDMA.

Junto com a República Tcheca, o Reino Unido é um dos países com a maior taxa de consumo de ecstasy na Europa.

POPULARIDADE

Após o incidente em Manchester, as autoridades britânicas abriram uma investigação sobre a droga, mas elas acreditam que sua popularidade repentina está relacionada com os efeitos potentes.

O “champanhe rosado” é um poderoso desinibidor que proporciona aos usuários horas de euforia, sensação de felicidade e extroversão.

No entanto, a “ressaca” destas horas costuma se manifestar com esgotamento físico e mental extremo, sensação de fazio e lentidão de raciocínio.

bomba.jpg

– Klopp e Guardiola: gênios!

No meu ranking “particular”, Pep Guardiola é o melhor treinador do mundo em atividade (pelos títulos e feitos acumulados). Mas neste momento, Jurgen Klopp está se saindo melhor do que ele. Não que Guardiola tenha perdido a mão, pois são dois Titãs em campo. Mas o que está jogando bola o Liverpool… o próprio Pep disse que o adversário é o melhor time do mundo na atualidade”.

Então ficamos assim: Guardiola é melhor do que Klopp no todo da história; Klopp está melhor do que Guardiola no atual estágio. O alemão terá superado o catalão quando ambos tiverem encerrado a carreira e fazerem um balanço de ambos?

Outra coisa: qual o segredo para o Roberto Firmino jogar tanta bola na Inglaterra e talvez não aparecer no mesmo ritmo na Seleção Brasileira?

Obs: Enquanto isso, Mourinho fica assistindo os dois treinadores vencerem enquanto está desempregado. O que aconteceu com o também genial (mas polêmico) Special One? Mas lembremo-nos: ele assiste os adversários sentado nos seus sacos de euros e dólares…

Resultado de imagem para klopp e Guardiola

– O mítico Santiago Bernabeu suplanta Wembley com a final da Libertadores!

Vamos aos elogios e as críticas quanto ao desfecho da novela “Onde será a final da Libertadores da América 2018”:

PONTOS PARA ELOGIAR:

  • River X Boca é a maior rivalidade da América do Sul. E com um detalhe: qual outra cidade do planeta tem uma competitividade de equipes como essa, a não ser Buenos Aires (Real x Barça são equipes de cidades diferentes, por exemplo)? A Europa terá o privilégio de acompanhar esse jogo in loco.
  • A partida será no horário nobre do futebol mundial (16h do horário local).
  • Estrutura não faltará, pois o Estádio Santiago Bernabeu está acostumado a grandes eventos.

PONTOS PARA CRITICAR:

  • A Conmebol, logicamente, levou uma “bolada de dinheiro” para aceitar tirar o jogo do continente. Nenhuma cidade da América do Sul poderia receber essa partida? Se a desculpa foi “o número de torcedores argentinos por ser país vizinho”, piorou, pois a Espanha é o destino europeu número 1 dos hermanos!
  • Não é ironia ver a decisão que remete um torneio que homenageia os mártires e heróis que libertaram nosso continente do domínio dos colonizadores ibéricos, ser realizada na casa deles? Ou seja: a Libertadores da América será jogada em Madrid, berço de quem escravizava esses lutadores.
  • Por fim: a multa imposta ao River Plate, mostrando que ficou barato punir com dois jogos sendo jogados sem torcida e uma multa não muito salgada para os padrões desses times grandes. Prevaleceu a impunidade.

A GRANDE CONSTATAÇÃO: 

  • Para mim, Wembley, berço do futebol, era o “estádio-símbolo” do esporte; aí veio o Maracanã com toda a sua representatividade na metade do século XX em diante e o destronou. Mas o que dizer do Santiago Bernabeu, que está na Europa e já sediou finais de Eurocopa, Copa do Mundo, Copa dos Campeões da Europa e, agora, Libertadores da América? Nenhum outro no planeta recebeu tantos jogos importantes. Aliás, o Real Madrid, provavelmente, enfrentará o time que vencer esse jogo em seu estádio lá no Mundial de Clubes da FIFA, na Ásia.

Que tudo ocorra bem nessa final.

Resultado de imagem para Santiago Bernabeu

– A lei que permite um maior número de atletas estrangeiros está prejudicando o futebol brasileiro?

Toda troca de conhecimento / experiência / intercâmbio sempre é muito válida, em qualquer área que seja. No futebol, isso não deve ser diferente: diretores de clubes europeus, treinadores de fora, gestores com outra mentalidade do que a nossa, são sempre peças fundamentais.

E se os estrangeiros forem os jogadores?

Nada contra! Tivemos Dario Pereira, “Dom” Elias Figueroa, Ramoz Delgado, Pedro Rocha… grandes craques que fizeram a diferença por aqui dentro dos gramados. Fora deles, não se pode deixar de mencionar Béla Guttmann, o treinador húngaro que revolucionou o futebol brasileiro, trazendo Zizinho para o SPFC alegando que ele “representava o futebol-arte” (talvez a primeira vez que esse termo foi usado em nosso país). Dizem que Vicente Feola (que foi do próprio São Paulo), inspirou-se demais nos ensinamentos dele na montagem da Seleção Brasileira de 1958, quando ganhamos a primeira Copa do Mundo.

Mas e hoje?

Se tivermos Messi, Xavi, Ibraimovich e outros jogando pelos clubes daqui, tudo bem. Idem a José Mourinho, Guardiola, Pocchetinno e outros tantos treinadores estudiosos que fazem bem à Ciência do Futebol (parece um “pecado” falar em Estudo no Futebol, onde automaticamente o termo “estudioso” passa a ser pejorativo por aqui).

O problema é que passamos a contratar jogadores de fora como mão de obra barata – não como acréscimo à condição técnica, mas como uma ação econômica necessária para se diminuir os custos.

Entendo o problema econômico e financeiro que toda a América do Sul passa. Mas veja: antes, permitíamos 2 atletas de outros países em nossas equipes. Aí a CBF criou uma lei que liberou 5 estrangeiros por time no Brasil dentro de campo. Mas será que isso está trazendo resultados indesejados? Apesar de permitir redução na folha de pagamento de muitos clubes, pense: quantos jovens nacionais perderam espaço?

O próprio São Paulo FC gasta milhões com o Centro de Formação de Cotia, mas tem em seu elenco Rojas, Trellez, Arboleda… (lembram-se de Piris, Isasi, Buffarini, Jonathan Gomez, Rondón, Wilder Guisao…?). O Flamengo dizia que “craque se faz em casa”, mas contratar Uribe, Cuéllar, Berrio, Marlos Moreno e Trauco, não inibe o surgimento de talentos? Diga-se o mesmo do Fluminense com seus equatorianos e o celeiro de jovens em Xerém.

Em 2018, vimos uma Seleção Italiana ausente do Mundial e repleta de jogadores da Atalanta, Sampdória, Gênova… Na Inglaterra, que só ganhou uma Copa do Mundo quando a sediou, temos equipes inteiras jogando com atletas não ingleses! Aliás, isso aconteceu com o Arsenal pela primeira vez em 2011, com 14 nacionalidades diferentes em seu elenco (aqui: https://professorrafaelporcari.com/2011/11/26/globalizacao-do-futebol-arsenal-joga-com-atletas-de-14-paises-diferentes/)

Será que um dos problemas da renovação da Seleção Brasileira e dos clubes nacionais não seria o excesso de estrangeiros com qualidade duvidosa nas equipes, em prejuízo às bases (que em muitos casos acabam sendo entregues aos empresários)?

É para se pensar… quando o gringo é diferenciado, se dá o nome de “Professor Pardal” para treinador ou “em fim de carreira” para jogador que vem pra cá. Mas quando é medíocre, os cartolas taxam-o de “desconhecido pela mídia” ou de “promessa”. Foi assim com Matias Defederico, (o “novo Messi” que está na Índia atualmente) Matosas, Patito Fernandes, Acosta, Tobio… ou até mesmo Kazim!

O que você pensa sobre isso?

bomba.jpg

– Que coisa, Carlos Ghosn!

Carlos Ghosn era “o cara”, exemplo de executivo (e brasileiro) enquanto presidiu a francesa Renault. Ao juntar-se com a japonesa Nissan, o novo conglomerado foi confiado a ele (que mesmo de maneira impopular demitiu muitos trabalhares japoneses para reduzir custos).

Agora, após a divulgação de sua sonegação pessoal de impostos, passa de exemplo a vilão. Viram as imagens dele nas Redes Sociais? Carrancudo, é claro. Mas taí algo a discutir: se recebe muito, por quê não pagar o imposto devido? Muitas vezes, é a ganância do “sempre mais”.

Até a semana passada, ele poderia ser usado em sala de aula aos alunos empreendedores como bom modelo. Mas pelo ocorrido, sempre teremos que “abrir aspas”.

Resultado de imagem para carlos ghosn

– E como ficam os proprietários de veículos JAC?

Quando a JAC Motors chegou ao Brasil, fazia uma maciça propaganda em jornais, rádios e TVs (o Fausto Silva com seu “Domingão” era um grande divulgador).

Alguns carros eram modelos bacanas e com preço bom. Eu até fui tentado a procurar um, mas… quando fechou a concessionária da minha cidade, eu fiquei preocupado.

Agora, os representantes da chinesa no Brasil passam por dificuldades no negócio e a recuperação judicial vem aí.

E quem tem um veículo dessa marca, o que fazer? Aguentar a desvalorizar no preço da revenda?

Extraído de: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/28375/jac-continua-acelerando-apesar-da-recuperacao-judicial

JAC CONTINUA ACELERANDO, APESAR DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL

Grupo SHC ganha tempo para trazer novos modelos e renegociar dívidas

por MÁRIO CURCIO, AB | De Sousas (SP)

Apesar do pedido de recuperação judicial do Grupo SHC, o presidente da companhia, Sérgio Habib, garante que continuará importando os carros da JAC Motors. Ele acredita que fechará 2018 com cerca de 4 mil veículos vendidos e estima algo entre 5 mil e 6 mil unidades para o ano que vem.

O executivo concedeu entrevista durante o lançamento do JAC T50, com câmbio automático CVT (leia aqui). Confiante na recuperação da companhia, ele promete para fevereiro de 2019 um SUV de sete lugares e um carro elétrico para junho ou julho, o E40, este já com preço definido em R$ 129.990,00. Haverá também uma picape de cabine dupla.

Sobre as futuras importações, ele garante: “Agora ficou mais fácil”, comparando sua situação a quem vinha correndo por um campo de futebol carregando pedras e se livrou por algum tempo delas, na verdade dívidas com bancos, fornecedores, trabalhistas e cíveis. Elas ultrapassam os R$ 500 milhões.

“Ganhei seis meses para me capitalizar e ao fim desse prazo negociar com os credores”, afirma o presidente da JAC Motors do Brasil.

Além desse prazo a SHC contará também com a carência para o pagamento e parcelamentos de longo prazo.

Habib atribui a situação atual da companhia à Citroën, marca que começou a representar como importador nos anos 90, depois foi presidente da empresa quando seus carros começaram a ser produzidos no Brasil e seguiu sendo por muitos anos o maior concessionário no País, até entregar a bandeira este ano. “Ela reduziu o volume violentamente e não me permitiu diminuir a área de minhas concessionárias.”

O empresário recorda que a participação da marca francesa no mercado brasileiro de automóveis caiu de 3% em 2011 para 0,9% no acumulado de 2018. “Eu sozinho cheguei a vender 38 mil carros Citroën; este ano o volume total ficará abaixo dos 20 mil veículos”, recorda.

Por ter aderido ao Inovar-Auto e não ter erguido uma fábrica, Habib também tem uma dívida com o Governo Federal, pois importou carros da JAC sem pagamento da sobretaxação de 30 pontos percentuais de IPI, graças ao projeto de produção de veículos da marca chinesa na Bahia, que nunca saiu do papel. “Esta eu terei de sentar com eles e negociar”, disse o empresário, sem revelar o valor.

Ele também lamenta o que ocorreu em 2011. Em 18 de março daquele ano o empresário abriu simultaneamente 46 concessionárias JAC. Vendeu um grande volume de carros em pouco tempo, mas teria despertado a ira de fabricantes já instalados no Brasil. O resultado veio em forma de decreto, que em dezembro daquele ano aumentou em 30 pontos porcentuais a alíquota do IPI para carros importados vindos de fora do Mercosul e México.

“O governo assumiu o risco da condenação pela Organização Mundial do Comércio porque sabia que ela demoraria a acontecer, como de fato ocorreu”, diz. A rede JAC tem atualmente 25 concessionárias. Destas, 17 pertencem a Sérgio Habib.

Resultado de imagem para jac motors recuperação judicial

– A falha do Facebook resetou 50 milhões de contas?

Caramba, viram a história do ataque hacker ao Facebook, que precisou fazer um “Des-login” nas contas?

Abaixo, extraído do Uol.com:

DESLOGOU AÍ?

O Facebook anunciou nesta sexta-feira (28) a descoberta de um ataque hacker que afetou 50 milhões de usuários em todo o mundo. Por conta disso, vários internautas tiveram os perfis deslogados. Quem tentou acessar a conta na rede social, precisou entrar novamente com usuário e senha.

Segundo a companhia, hackers aproveitaram uma falha no código da função “Ver como”. A vulnerabilidade permitiu que os criminosos acessassem tokens — “chaves digitais” que deixam as pessoas continuar logadas no serviço sem precisar recolocar a senha — e isso poderia ser usado para tomar controle das contas das pessoas.

O erro no código foi descoberto na terça-feira (25), mas informado apenas hoje. Desde então, as ações do Facebook, que já estavam caindo 1,5% antes do anúncio, passaram a cair 3,5% depois que a invasão foi exposta.

“Este ataque explorou uma interação complexa envolvendo uma série de ocorrências em nossos códigos. Ele nasceu de uma mudança de código que fizemos na nossa ferramenta de upload de vídeo em julho de 2017, que impactou a funcionalidade ‘Ver como’. Os invasores não precisaram apenas encontrar essa vulnerabilidade e usá-la para ganhar acesso a um token, mas também tiveram que ir desta conta a outras para roubar mais tokens”, diz o comunicado.

Para resolver o problema, o Facebook resetou os tokens de acesso de 50 milhões de contas. Outros 40 milhões de perfis foram deslogados como precaução. Com isso, 90 milhões de perfis foram afetados — isso representa 4% do total de 2,23 bilhões de usuários mensais do site.

O Facebook admite que não tem detalhes sobre a falha, ou seja, não sabe se as contas foram usadas para atividade maliciosa ou se os dados dos donos dos perfis foram acessados. Também não sabe quem são os responsáveis pelo ataque nem de onde ele partiu. O número de contas, assume o Facebook, pode aumentar.

“Ainda estamos no início da nossa investigação”

Guy Rosen, vice-presidente de gerenciamento de produto do Facebook

“Ainda não sabemos se essas contas foram exploradas para usos indevidos”

Mark Zuckerberg, presidente e fundador do Facebook

O Facebook diz que já avisou as autoridades nos EUA e na Europa. Em solo americano, as investigações estão nas mãos do FBI. Na Europa, autoridades de proteção de dados da Irlanda, país que abriga a sede da rede social no continente, foram informadas do caso.

Medidas tomadas pelo Facebook:

  • Solucionou a falha de segurança para prevenir novos ataques;
  • Invalidou o token de acesso (que deixa logar automaticamente) de 50 milhões de usuários afetados pelo ataque, fazendo com que eles fossem deslogados. Essas pessoas serão notificadas no topo do feed principal;
  • Como precaução, deslogou outras 40 milhões de pessoas que usavam a funcionalidade “Ver como” no último ano; elas terão que se conectar de novo;
  • Derrubou a função “Ver como” por medida de precaução enquanto o site investiga o ataque e revisa outras possíveis vulnerabilidades.

Após ataque, Facebook informa que ‘Prévia do Meu Perfil’ foi desabilitada
Pouco tempo depois da divulgação do caso, o senador do Partido Democrata Mark Warner afirmou em comunicado que a falha é mais uma indicação de que a rede social deve ser regulada. “A era do Velho Oeste nas mídias sociais acabou”, disse.

Resultado de imagem para Facebook preto

– Sorrisos no Vocabulário Global da Web

Achei curiosa essa matéria da última edição da Revista Superinteressante. Ela aborda como se escrevem os “risos” em diversos outros países.

No Brasil, um modismo é escrever “kkkk”.

Sabia que na Grécia os internautas usam “Xaxaxaaxa”?

Na Inglaterra é “Lol”; na Coréia do Sul é “Kekekkeke”; em francês há duas formas: “MDR” (morrendo de rir) e “PDR” (peidando de rir).

Já em japonês são várias letras w: “wwwwwwwww”; na Dinamarca é “GGGG”; por fim, na Tailândia, o mais esquisito: “555555”.

Coisas de um mundo globalizado mas que guarda as suas coisas regionais. É por isso que gosto dos escritos da minha sogra na Internet. A Zabezinha, minha segunda mãe, escreve docemente: “ki ki ki”.

bomba.jpg

– A Guerra da Indústria do hambúrguer ganha novo capítulo no Brasil!

Leio que o instituto de pesquisa IPSOS divulgou um levantamento onde, pela primeira vez na história do nosso país, o Burger King é a lanchonete mais preferida dos consumidores, superando o McDonald’s (35% a 31%).

Será um número real, apesar da credibilidade do órgão pesquisador? Não tenho essa impressão.

Tenho que ser justo: pudera, prefiro sempre um bom arroz-feijão… como ouso tentar avaliar?

E você, prefere o quê?

bomba.jpg