– O Champanhe Rosado: a nova droga que está destruindo a vida dos jovens?

Da Euforia ao Esgotamento em pouco tempo: uma droga em cristais que está se popularizando na Europa e chega ao Brasil para tristeza da sociedade.

Abaixo, extraído de: http://bbc.in/2tPIWDv

O QUE É A DROGA ‘CHAMPANHE ROSADO’ QUE CAUSA ALARME NO REINO UNIDO

O “champanhe rosado” causou a morte de uma pessoa e deixou outras dez no hospital, quatro delas em estado grave, na cidade inglesa de Manchester.

Este é o nome de um novo tipo de ecstasy que tem se popularizado em festas britânicas e preocupa as autoridades.

A Polícia de Manchester afirmou que a nova versão da anfetamina é “particularmente forte”.

O ecstasy é um tipo de anfetamina modificada, também conhecido como MDMA (metilenodioximetanfetamina), que se popularizou nos anos 1970. A posse da droga, no entanto, é proibida na maioria dos países do mundo.

Enquanto o ecstasy, que se popularizou nos anos 1990, é vendido na forma de comprimidos coloridos, o “champanhe rosado” (ou pink champagne em inglês) vem na forma de cristais, o que torna mais difícil para o usuário medir a dose que está consumindo.

O último relatório do Escritório da ONU contra as Drogas e o Crime afirma que, em 2016, pelo menos 20 milhões de pessoas consumiram alguma variedade de MDMA.

Junto com a República Tcheca, o Reino Unido é um dos países com a maior taxa de consumo de ecstasy na Europa.

POPULARIDADE

Após o incidente em Manchester, as autoridades britânicas abriram uma investigação sobre a droga, mas elas acreditam que sua popularidade repentina está relacionada com os efeitos potentes.

O “champanhe rosado” é um poderoso desinibidor que proporciona aos usuários horas de euforia, sensação de felicidade e extroversão.

No entanto, a “ressaca” destas horas costuma se manifestar com esgotamento físico e mental extremo, sensação de fazio e lentidão de raciocínio.

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– A Pirataria está presente no mundo inteiro…

Se você acha que é só aqui no Brasil que tem invasão de produtos falsificados (grosseiramente ou não), veja só que coisa: circula um “post de compra via Internet” de site de importação da camisa do jogador Gabriel Jesus, do Manchester City.

Será que a Nike reduziu sua qualidade e errou ou o produto é pirata?

Abaixo, o uniforme de “J. Gesus“:

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– Os 3 mais influentes homens e mulheres na América!

O respeitado Instituto Gallup realizou a pesquisa de personalidades mais admiradas nos Estados Unidos no ano passado. E sabe quem são eles?

Obama, Trump e Papa Francisco – os 3 homens mais admirados nos EUA / Hillary, Michelle Obama, Oprah – as 3 mulheres mais admirados nos EUA.

O ex-presidente e a ex-candidata democratas em 1 lugar. Isso mostra o quanto Trump é rejeitado, seria outrismo devido à má gestão ou nada disso?

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– Mortos de Fome na Síria e o Horror da Guerra

Somos privilegiados em não estarmos em zona de guerra (apesar da violência urbana). Nada se compara aos horrores e atrocidades de quem vive em meio a área de disputa militar.

Digo isso pois tenho acompanhado tristemente a tormenta que o povo sírio sofre. Se antes padecia pelo ditador Bashar al-Assad, que apesar da Primavera Árabe se manteve no cargo, sofre agora com os ataques do Estado Islâmico do Norte da Síria e do Iraque (ISIS), grupo de terroristas que tem assustado o mundo com sua radicalidade e truculência e que quer dominar a qualquer custo o território local.

Um exemplo é a cidade de Deir Al-Zor, há quase um ano no olho do furacão armamentista. Com 200 mil habitantes, há 10 meses os moradores não tem energia elétrica e apenas bebem água 1 vez por dia. Lá é o ponto X do combate de milicianos curdos, fanáticos do ISIS e outros grupos rebeldes. Enquanto eles se matam, o povo sofre. E sem poder se juntar aos 4 milhões de refugiados (sim, já atingiu-se tal número de fugitivos migrantes da guerra) pois estão cercados por todos os lados, os cidadãos não recebem alimentos e alguns morrem literalmente de FOME.

É um inferno em vida, sem dúvida. E por quê providências não são tomadas pra valer?

A ganância e o ódio transformam e maculam a vida das pessoas inocentes

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– E por quê se fica quieto contra o Irã, Venezuela, Coréia do Norte…?

Existe muita hipocrisia em nosso país na defesa do próximo. Quer uma prova disso?

Há movimentos radicais que reclamam da violação de Direitos Humanos. Não os critico, pois, afinal, são pessoas sensíveis que lutam, como o próprio nome diz, pelos direitos das pessoas.

Entretanto, àqueles que defendem os Direitos Humanos MAS estão atrelados aos partidos políticos de ideologia simpática ao fanatismo lulo-político (preste atenção: não citei a pessoa filiada ao PT, mas o “doente apaixonado por Lula”), parece que tais atos de luta pela igualdade são, conforme agem, de acordo com a posição política e não ao sofrimento de quem tem os direitos violados.

Veja só o que o Irã está fazendo contra a democracia e a covardia de como tratam as mulheres por lá: você viu a falsa corja de intelectuais tupiniquins reclamando disso?

Observe a miséria e a humilhação da indignidade que Hugo Cháves e depois Nicolas Maduro deixaram na Venezuela: aqueles que sempre aparecem na TV e que defendem Lula e esses seus amigos (não nos esqueçamos: o Brasil de Luiz Inácio fazia tudo para os vizinhos que abusavam da ditadura de esquerda) não aparecem condenando essas barbaridades?

Por fim: vide os comunistas da Coréia do Norte, regidos por um louco que se gaba por ter um dedo pronto para apertar um botão nuclear! Como o povo é tratado como gado, num mundo fechado em um paupérrimo lugar, confinados a ali morrerem. Quem dos defensores de Direitos Humanos “de interesse político” aparecem para gritar?

Saúdo aos defensores interessados de defender a humanidade sem estarem atrelados a legenda política. Aos outros, com interesses escusos, não há porque deixar de criticar.

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– O Bitcoin e a bolha das Tulipas: mais para Facebook ou mais para MySpace?

Um bitcoin chegou a valer 6 centavos de dólar. Em 28 de setembro de 2017 (hoje), está em US$ 15,000.00 aproximadamente. Como entender o dinheiro virtual, a moeda criptografada?

Quando surgiu a mania das “bolhas de negócios da Internet”, surgiram grandes empresas no mundo virtual que faziam dinheiro “do nada”, em uma fase passageira, e que quase sempre não vingavam. Eram, em analogia, as chamadas “bolhas” –  que ganhavam tamanho, presença, mas… ESTOURAVAM!

Lembram do “MySpace”, tão badalado no surgimento da internet? Hoje não vale mais nada. Porém, o tímido Facebook tomou proporções incríveis e agora domina o ambiente virtual.

No mundo real pudemos ver as diversas empresas de Eike Batista formarem essa bolha e o dinheiro nunca aparecer. Hoje, nada valem também.

Em tempos passados, a quantidade de sal obtida chegou a ser uma riqueza (daí o termo SALário). O veludo também era algo de valor absurdo. Mas talvez o que mais tenha se aproximado da empolgação atual da moeda virtual Bitcoin, que se valoriza assustadoramente (o texto abaixo a explica) mais se parece com a “febre das Tulipas”, na Holanda do Século XVII. Naquela época, nos Países Baixos, a flor era considerada uma riqueza natural e valia muito dinheiro, sendo que pessoas investiam nas plantas como se comprassem commodities nos dias atuais.

Entenda abaixo, extraído do Portal do Bitcoin, por Victor Sá, essa loucura da moeda criptografada que tanto se tem falado:

BOLHA DO BITCOIN E A MANIA DAS TULIPAS

Assim como muitos em Wall Street estão otimista com o bitcoin, um dos analistas financeiros solitários que previam um aumento quando a moeda digital era apenas seis centavos agora tem uma visão extremamente negativa.

“Uma tripla baixa – o padrão das ondas de Elliott, a psicologia otimista e até mesmo os fundamentos sob a forma de gargalos na blockchain – levará ao colapso as criptomoedas”, escreveu o analista Elliott Prechter na edição de 13 de julho do boletim informativo The Elliott Wave Theorist.

“A atividade de preços e o sentimento maníaco que levaram aos preços presentes superam até a mania das Tulipa”, disse ele. “O sucesso do Bitcoin gerou mais de 800 clones (alt-coins) e só aumenta. A maioria dos quais são esquemas de pump-and-dump”.

“No entanto, os investidores os anunciam ansiosamente”, acrescentou Prechter.

Ele é o filho do famoso analista técnico Robert Prechter, que popularizou o Elliott Wave, usando-o para prever o crash do mercado de ações de 1987 e publica um boletim de notícias desde 1979. No entanto, o debate sobre a precisão do Elliott Wave cresceu após Robert Prechter chamar o final do mercado de alta dos anos noventa, cinco anos antes de terminar.

O princípio é uma forma sofisticada de análise técnica amplamente seguida por traders que analisa os ciclos de sentimento em uma tentativa de prever o desempenho do mercado – cinco ondas normalmente sinalizam uma desaceleração.

Em relação ao bitcoin, “sob o modelo de ondas de Elliott, o que estamos vendo, estamos fazendo uma quinta onda final desde os seis centavos”, disse o Prechter filho à CNBC em uma entrevista por telefone na quinta-feira. “Isso não implica que ele vai para zero. Isso não implica que ele vá para seis centavos. Eu acho que isso acontecerá com os clones [altcoins]”.

Bitcoin

Em setembro de 2010, Elliott Prechter escreveu no The Elliott Wave Theorist sobre bitcoin quando ele estava 6 centavos. Poucos no mundo financeiro consideravam seria a moeda digital na época.

“Isso provou ser a oportunidade de compra não apenas de uma vida, mas até agora de todos os tempos”, disse Prechter.

O Bitcoin atingiu um recorde de US $ 3000 em junho, 50.000 vezes o preço em 2010.

Para Prechter, as previsões do bitcoin aumentarem dramaticamente relembra 1999, antes da explosão da bolha dotcom.

Mania das Tulipas

Ele disse que a emoção supera a mania das tulipas na Holanda no início dos anos 1600.

Como Investopedia diz, as tulipas se tornaram uma mercadoria tão apreciada que, em 1636, eles estavam sendo negociados em muitas bolsas holandesas e “muitas pessoas trocaram ou venderam bens para participar da mania do mercado de tulipas”.

“Como qualquer bolha, tudo chegou ao fim em 1637, quando os preços caíram e as vendas de pânico começaram”, de acordo com o artigo. “As tulipas logo se trocaram em uma fração do que valiam, deixando muitas pessoas em ruína financeira”.

“A tecnologia avançou muito, mas a psicologia humana ainda é a mesma”

Como muitos entusiastas da moeda digital, ele vê um potencial significativo nas criptomoedas para automatizar as indústrias bancárias e legais.

“O futuro distante das criptomoedas é brilhante”, disse Prechter no relatório. “A tecnologia é como a internet em 1999: estava prestes a conquistar o mundo, mas o NASDAQ ainda caiu quase 90% durante o ponto de encontro de 2000-2002”.

Mas o bitcoin pode não ser parte desse futuro.

“É muito cedo para saber se o Bitcoin é o Facebook ou o MySpace”, disse Prechter

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– Piso e Teto nos Salários do Futebol? Sobre Fred e Van Dijk!

Os clubes de futebol brasileiros estão quebrados financeiramente, isso é fato e ninguém discute. Certamente, atletas como Fred (se especula a R$ 1 mi / mês no Cruzeiro), Diego Ribas (R$ 800 mil / Flamengo) ou o que queria Pablo (R$ 500 mil / Corinthians) trazem o debate de como os gestores fazem para arranjar tanto dinheiro para saldar tais compromissos e se enroscam no pagamento de outros (em especial: TRIBUTOS).

A inflação nos salários vivida recentemente lembrou os anos 90, quando a Parmalat começou a repatriar jogadores com salários a nível europeu. Recentemente, alguns atletas também foram trazidos do Velho Continente a salário alto, mas não no auge da carreira.

Também os treinadores vivem essa alta: será que a majoração que se vê não está fora da realidade?

Talvez. Mas para a saúde financeira dos clubes, não deveriam se unir para a criação de um teto salarial, ao mesmo tempo em que os atletas deveriam lutar por um piso?

É chegada a hora de repensar os custos. Ou não?

Ontem, diga-se de passagem, o Liverpool anunciou a contratação do jogador de defesa mais caro do mundo: o holandês Virgil Van Dijk (26 anos), que deixará o Southampton para jogar na zaga do time de Anfield (Jurgen Klopp, o treinador alemão da equipe, disse que tal contratação era fundamental para ele). Os valores altíssimos (84,5 milhões de euros) o transformam na 9a contratação mais valiosa da história do futebol. Veja o gráfico do GloboEsporte.com, abaixo, das 10 maiores contratações antes de Van Dijk (que não estará na próxima Copa do Mundo):

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Diante de tais assustadores valores, é impossível não questionar: na mesma proporção dos valores atuais, quanto não valeriam Aldair, Ricardo Gomes, Elias Figueroa, Luís Pereira ou outro jogador da mesma posição no auge de suas carreiras?

Ainda: se você esquecer a posição de defesa de Van Dijk e imaginar a atualização de salários, quanto não custariam os direitos federativos e seriam os salários de Zico, Falcão, Pelé, Maradona, Cruijff e tantos outros craques nos dias atuais?

gente rasgando ou lavando dinheiro. Não é possível que tudo isso seja de maneira honesta!

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– Nossos filhos viverão em um mundo Sino-Árabe?

A França está vivendo e sofrendo na pele a invasão de árabes em seu território. O choque de culturas é inevitável, além, claro, da existência de extremistas que perturbam o aceite dos povos migrantes.

Os muçulmanos crescem em “progressão geométrica”, com muito mais filhos que os casais europeus (estes, têm a população envelhecendo).

Levando em conta que ¼ do mundo é formado por população chinesa, e graças ao crescimento econômico eles estão saindo da sua terra e ganhando o planeta, não é difícil dizer: teremos um mundo sino-árabe em breve?

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– Os riscos da escolha dos Árbitros para o Mundial de Clubes

Sandro Meira Ricci apitou o jogo entre Al Jazeera 1×2 Real Madrid, pela semifinal do Mundial de Clubes 2017. Mas e se o gol de Casemiro (para mim mal anulado, Benzema não está em impedimento ativo) fizesse falta e os merengues não fossem para a finalíssima?

Evidentemente as teorias conspiratórias surgiriam, e uma delas seria: o árbitro brasileiro “prejudicou propositalmente” o Real Madrid para facilitar a vida do time brasileiro do Grêmio que jogaria a final contra a equipe dos Emirados Árabes Unidos (em tese, um jogo mais fácil).

Quer prova maior para entender que a escala foi imprudente (não estou me referindo à competência deles)?

Imagine se por um motivo qualquer, mesmo o Real Madrid  vencendo o jogo, Ricci tivesse que expulsar o português Cristiano Ronaldo. Estando certo ou não, a ilação pelos espanhóis de que o Cartão Vermelho era em benefício do Grêmio seria imediata.

Agora, pense no jogo da terça-feira: e se um espanhol apitasse o jogo entre Grêmio x Pachuca e tivesse que expulsar um atleta do time porto-alegrense? Já imaginaram as reclamações do presidente Romildo Bolzan (que chiou por Heber apitar Corinthians x Grêmio e imputar uma pressão desnecessária), alegando que tudo estava armado para ajudar os madrilenhos?

O certo é: com tanto árbitro no mundo, por quê escolher um do mesmo país de um time que está em disputa? Nada contra o Ricci nem como meus amigos e competentes Emerson Carvalho e Marcelo Van Gassen. Mas prudência para maquiar a “mulher de César” é bom, não?

Enfim: que não se cometa o mesmo erro do ano passado, que por fazer “média política” a FIFA escalou o árbitro de Zâmbia Janny Sikazwe na final entre Real Madrid x Kashima, deixando de expulsar Sérgio Ramos em momento crucial do jogo.

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– A jornada do Grêmio no Mundial de Clubes começa. Algumas considerações sobre o Torneio:

Sou um daqueles que torcerão para qualquer clube brasileiro que esteja disputando torneios internacionais. E, nesta 3a feira, o Grêmio-RS começará sua luta pelo bicampeonato mundial de clubes (lembremo-nos que o primeiro título veio da Copa Intercontinental Toyota Europa – América do Sul, que era a disputa que dava tal status na época, substituída pelo atual modelo).

Entretanto, algo que sempre me perturbou: o “Mundial de Clubes” não é Mundial de verdade. É “Copa das Confederações de Clubes”. Ou é concebível uma disputa para saber qual o maior time do planeta sem Manchester City, Barcelona, PSG, Juventus e outras importantes agremiações?

Reproduzo o que publiquei nesse mesmo blog no ano passado, quando o Kashima Antlers do Japão se sagrou o segundo melhor time do mundo (ou vice-campeão mundial de clubes de futebol, como você preferir), após ser derrotado para o Real Madrid na final.

Abaixo, extraído de: https://professorrafaelporcari.com/2016/12/15/as-questoes-provocativas-que-emanam-do-mundial-de-clubes-da-fifa/

AS QUESTÕES PROVOCATIVAS QUE EMANAM DO MUNDIAL DE CLUBES

Se o Kashima Antlers for vencedor do Mundial de Clubes da FIFA, que está acontecendo no Japão, será o legítimo Clube Campeão do Mundo em 2016. Mas indiscutivelmente não será o mais forte nem o melhor clube deste ano. 

Cá entre nós: o torneio é uma Copa das Confederações de Clubes, e em confronto único (mata-mata), tudo pode acontecer.

Claro, a ideia de uma verdadeira Copa seria utópica pois o calendário não permite; mas ao mesmo tempo, mais justa: um torneio mundial aos moldes da Copa do Mundo de Seleções, com fase de grupos e depois eliminatória. Aí sim teríamos uma verdadeira WorldCup de times, com Barcelona, Juventus, Manchester City, PSG, Benfica, Boca Juniors, Palmeiras, entre outros “grandões do planeta-bola”. 

Seria muito bacana a UEFA Champions League classificar (por exemplo) 5 equipes, a Libertadores 3, a Concacaf 2, e continentes com clubes menos expressivos (os da Ásia, África e Oceania), entrando em uma pré-fase. 

São ideias. Mas enquanto elas não se efetivam, esses torneios, como a Toyota Cup, Mundial da FIFA, Taça-Rio, que representam/representaram TORNEIOS INTERCONTINENTAIS, acabam/acabaram sendo considerados os Campeões do Mundo (mesmo que os vencedores, eventualmente, não representem verdadeiramente o Melhor do Mundo naquele ano de disputa). Ou alguém crê que a Grécia era a melhor Seleção da Europa quando tivemos a Eurocopa em Portugal? Só no futebol que nem sempre o melhor é o campeão.

Aliás, Raja Casablanca e Kashima Antlers, times anfitriões e aclimatados com as cidades-sedes, que vieram de fases anteriores, chegaram às finais. É o ônus dos demais adversários em aceitar tal molde de torneio. 

Para mim, reitero: se vencer o torneio, o Kashima Antlers será sim Campeão Mundial de Clubes 2016, mesmo que não seja o melhor time de futebol do planeta (em decorrência do torneio ser tão restritivo aos campeões continentais e do país-sede).

Imagine Messi ou Suárez sendo questionados e “trolados” pelo fato do simpático time japonês ser campeão mundial de 2016 e eles, tão famosos e paparicados, não ganhando nada (e nem disputando!).

Bobagem e paciência. Se respeite o vencedor.

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– Globalizar ou Não?

Lembram-se que protestávamos, num determinado período, contra tudo? Na época em que George W Bush propôs a criação da ALCA, supostos protestantes promoveram grande vandalismo na Avenida Paulista.

Compartilho um texto brilhante sobre a inteligência daqueles que são contra ou se recusam a discutir a Globalização e acordos mundiais (na visão de um cidadão italiano global). Aliás, redescuti-se o Brexit novamente…

Extraído de MARANESI, Ezio. in AFFARI, Revista da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio e Indústria, nº 90, pg 06-07.

GLOBALIZAR OU NÃO?

Globalização não é um palavrão. É um fato indiscutível, inevitável, como a alternância entre o dia e a noite… “quem pode parar o rio que corre para o mar?”, balbuciava Gigliola Cinquentti em uma famosa canção dos anos 60. Quem pode parar a globalização, um processo tão antigo quanto o mundo, movido pelo instinto, pela curiosidade, pelo egoísmo e pela fraqueza humana? Os gregos, os romanos, os árabes e muitos outros povos globalizaram os seus costumes no âmbito dos seus domínios; o tomate, a batata, e mais recentemente o kiwi e mil outros produtos da terra e da indústria provenientes de outros territórios invadiram o mundo. Por que é motivo de revolta a difusão mundial do Big Mac?

Até a pouco tempo, o processo, ainda que perenemente em atividade, não era percebido, e não havia a consciência de sua dimensão e suas conseqüências. Nos nossos dias, a velocidade dos transportes e das comunicações fez explodir o problema, com suas conseqüências benéficas ou maléficas. O novo medicamento que cura doenças antes incuráveis é distribuído em poucos meses nos 5 continentes, a última bolsa de Prada é exposta simultaneamente nas lojas das cidades mais ricas do mundo, a afta epizoótica expande-se rapidamente de um país a outro. Contra a globalização todos protestam, de modo mais ou menos incisivo de acordo com o credo político e o nível cultural. Protesta o filósofo nos debates culturais e protesta o energúmeno nas ruas de Seattle, de Nice, de Roma, e de modo mais amador, na Avenida Paulista. O protesto é confuso: inclui de fato a política econômica dos governos, o neo-liberalismo (outra palavra blasfema), os produtos modificados biologicamente, a poluição, etc.. São talvez causas santas mas, em geral, oportunamente instrumentalizadas. Não se protesta infelizmente contra a ignorância e o egoísmo que tornam possíveis os vários abusos que a globalização comporta.

Estamos nos contradizendo: nós que protestamos, desejamos ser globalizados! Depois da guerra, os italianos, individualistas como são, sonhavam em “fazer a América”. Nos anos 70 e 80, na Albânia, país hermeticamente fechado, seus habitantes sonhavam em ter um carro. Os chineses, no seu uniforme cinza e triste, sonhavam com os coloridos vestidos ocidentais. Hoje são todos, alguns mais, outros menos globalizados. Só os povos que morrem de fome ou de aids, que silenciosamente pedem para fazer parte da aldeia globalizada, não podem entrar. Eles de fato não podem pagar. Há uma outra exceção: o Taliban, mas esta é uma outra estória.

Protestamos portanto, se achamos que seja justo protestar, mas sem quebrar vidraças. Vamos nos sentir livres para escolher o fettuccine caseiro se detestamos o hambúrguer, recusemos alimentos geneticamente modificados se pensamos que sejam perigosos. Este tipo de liberdade não está ao alcance de todos: cansa e exige cultura. É muito mais cômodo e fácil deixar-se conduzir pelas estratégias da psicologia das massas, que conhecem a fundo as nossas fraquezas e nos dizem que gostamos e o que devemos fazer. Desse modo, nos sentimos livres para comprar tudo o que não nos serve.

O problema, aqui banalizado, é na realidade muito mais sério, e sob alguns aspectos dramático. Já que a natureza humana é o que é, e todas as religiões do mundo poderão só aplacar os seus aspectos menos nobres, a globalização seguirá o seu inexorável curso, glorioso sob certos aspectos, perverso sob outros. Se o mundo, tão diferente, tão belo e interessante, tende a tornar-se uniforme, plano, chato e triste, se os modelos de comportamento dominantes tendem a ser universalmente adotados, o único modo para manter a nossa identidade cultural é nos ligar aos nossos valores e adotar a nossa pequena “aldeia” cujos habitantes tenham afinidades autênticas e não formais. Esta aldeia deve ser defendida de todos aqueles que gostariam de vê-la igual a todas as outras aldeias da terra.

Neste nosso pequeno mundo, haverá sempre espaço para uma torre de Pisa que ninguém determinará que deve ser endireitada, sustentando que qualquer desvio da norma é conceitualmente perigoso. Haverá lugar para todas as manifestações culturais. Se os povos e tribos da Terra mão conseguem manter a sua identidade cultural, tudo será globalizado: alimentos, vestimentas, gostos e pensamentos. Sob o escuro estelar americano, espiados pelas câmeras e por outros “Big Brothers” que controlarão os nossos comportamentos, nos nutriremos tristemente com o único queijinho insosso mas asséptico que a indústria produzirá para todos. Até mesmo Orwell, um genial profeta terrorista, empalideceria perante essa perspectiva.

Nós italianos talvez soframos menos que os outros: no fundo o espaguete é nosso. Desde que supere o miojo.

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– O terremoto na Divisa do Irã com o Iraque.

Eu me recordo que nos anos 80 havia a Guerra Irã X Iraque, apoiados pela União Soviética e pelos EUA, respectivamente (pois é, Saddam Hussein era parceiro dos americanos). Uma guerra de árabes sunitas contra os mais radicais xiitas.

A TV sempre mostrava os tanques e seus canhões na divisa entre os países, uma zona perigosa. O tempo passou, a guerra entre ambos acabou (não significa paz, mas sim trégua) e eis que um terremoto de magnitude 7,3 atingiu esse histórico lugar no domingo.

Até agora, já são mais de 400 mortos! Será que o mundo parará para se solidarizar com os pobres iranianos e iraquianos, que nada tem com os governantes sem escrúpulos que cometem batalhas?

Que as nações ricas possam ajudar a esse povo sofrido.

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– Cardápio Verde para Melhorar a Imagem!

A rede americana McDonald’s faz de tudo para mudar a imagem de vilã da saúde que lhe foi imposta. Já tentou mudar o cardápio, patrocinar ações esportivas e outras coisas. Agora, radicalizou: na Índia, onde a carne de vaca é proibida pelo fato do animal ser sagrado pela religião hinduísta, seus restaurantes já servem frango e peixe ao invés de hambúrgueres bovinos. Porém, algumas lojas se tornarão 100% vegetarianas!

O novo cardápio será: McVeggie (sanduiche com hambúrguer de cenoura e ervilha), VegPizza McPf (massa / torta de feijão e molho de tomate) e Hashbrown (como nuggets, só que de batata).

O restaurante sinônimo de hambúrguer de boi, na prática, abandonará seu carro-chefe.

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– EUA é o destino para os Empreendedores Brasileiros?

Como os negócios não estão prosperando em nosso país, em face o desemprego, a inflação e a retração nas vendas, muitos investidores e empreendedores descobriram uma solução alternativa: ir ao encontro do mercado estrangeiro!

Abaixo, extraído da Revista Isto É, ed 2398

O CAMINHO É O EXTERIOR

Por Ludmilla Amaral

Fabricante de máquinas para picolé e sorvete artesanal, a Finamac foi fundada em São Paulo em 1985. Em 2006, começou a exportar depois de receber consultas na internet de empresas estrangeiras interessadas em comprar seus equipamentos. Em 2012, ocupou em Miami um pequeno escritório da Apex-Brasil, agência brasileira de estímulo às exportações. Em 2015, abriu um galpão próprio, também em Miami, para iniciar o processo de fabricação das máquinas. Em 2016, os equipamentos estarão disponíveis para venda. Com relativa presença no mercado internacional, a Finamac decidiu fugir da crise no Brasil. Com as vendas estáveis no País, a empresa vai expandir fronteiras. Atualmente, 50% do faturamento vêm do exterior, mas o número deverá crescer daqui por diante. “É muito difícil sobreviver com tanta oscilação no Brasil”, diz Marino Arpino, diretor da Finamac. “A saída é a internacionalização.” A Finamac é uma entre inúmeras empresas brasileiras que estão buscando uma alternativa econômica no cenário internacional. Segundo um estudo realizado recentemente pela Fundação Dom Cabral (FDC), no período de um ano a internacionalização de empresas brasileiras cresceu 7%, a maior alta em muito tempo. “Quando nós temos uma situação em que a economia doméstica não está favorável, o índice médio de empresas se internacionalizando tende a aumentar”, diz o professor Sherban Leonardo Cretoiu, um dos idealizadores do estudo da FDC. “Se o mercado brasileiro está ruim, por que não investir nos países em que a economia está crescendo?”

A combinação de inflação alta, real desvalorizado e consequente perda de poder de compra do consumidor tem feito com que muitas empresas se vejam obrigadas a diminuir o quadro de funcionários e a fazer malabarismos para manter as portas abertas. Da mesma forma que está mais barato investir no Brasil, o patrimônio que a empresa tem no exterior aumenta de valor quando a moeda forte é convertida para o real. É assim que muitas empresas brasileiras estão operando. Atualmente, 210 companhias nacionais têm atuação consolidada (com unidades próprias) no exterior, de acordo com pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a Universidade de São Paulo (USP). Em 2010, apenas 95 possuíam unidades fora do País. A Apex-Brasil, que auxilia empresas brasileiras na internacionalização, também percebeu esse crescimento. No ano passado, a agência atendeu 128 empresas interessadas em desbravar o mercado internacional. Em 2015, foram 200.

Empresas de todos os tamanhos têm buscado saídas fora do Brasil. É o caso da Clear Sale, companhia de média porte que produz softwares que combatem fraudes no e-commerce, e da Sapeka Lingerie, fabricante de roupas íntimas. A Clear Sale é líder no mercado brasileiro, com 85% de participação nos negócios, e busca alcançar 4% do mercado americano, que é 22 vezes maior que o brasileiro. Se chegar a essa fatia, ela repetirá nos Estados Unidos seu desempenho no Brasil. No ano passado, a Clear Sale abriu uma unidade própria em Miami, levando os melhores funcionários para lá. “Fizemos isso porque o poder de compra do brasileiro diminui”, diz Rafael Lourenço, responsável pelo projeto de internacionalização da empresa. A Sapeka Lingerie optou por abrir, em julho, um centro de distribuição de 350m² em Angola. A Sapeka vendia peças para distribuidoras locais, mas resolveu efetivar a internacionalização da marca. Segundo Wesley Loureiro, diretor comercial, a facilidade da língua – e a curiosidade pelos produtos brasileiros – foram fundamentais na escolha do país. “Há uma identificação muito grande dos africanos com os brasileiros”, diz. Atualmente, 13% do faturamento da empresa vem do exterior. A julgar pelos prognósticos negativos a respeito da economia brasileira, é de se imaginar que novos projetos de internacionalização devem sair do papel nos próximos meses.

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– Eles brigam no Golfo Pérsico e nós pagamos mais pela Gasolina?

No Oriente Médio, terroristas do grupo Houthis (sediados no Iêmen) atacaram a Arábia Saudita, tentando atingir o Aeroporto Internacional de Riad com mísseis. A bateria da Força Aérea local os interceptou, evitando uma tragédia.

Essa pendenga dura anos e, segundo a ONU, já morreram 10 mil pessoas.

Como o conflito é “apenas local”, outras nações não entram na crise (embora seja sabido que o Iêmen tem financiamento do Irã e a Arábia Saudita conta com apoio tecnológico dos EUA).

E o que isso tem haver conosco, brasileiros?

Muita coisa, pois o preço do Barril de Petróleo aumentou no mercado externo e com a política de preços flutuante da Petrobras, “tome aumento” dos combustíveis aqui no Brasil.

Mas cadê o Pré-Sal e a autossuficiência da Gasolina, tão propagandeada por aí?

O certo é que nesta 3a feira há novo aumento dos combustíveis (2,3% para a Gasolina e 1,9% para o Diesel).

Parece pouco? Pois significa quase R$ 0,08 na G e R$ 0,065 no Diesel. Some-se ao que já aumentou em Novembro…

Pagaremos a dívida da Petrobras com nossos bolsos?

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