– Acesso à Internet se tornou Direito Humano!

Eu não sabia e me surpreendi: a ONU colocou no mesmo nível de importância de Saúde e Educação o Acesso Livre à Internet.

Motivos: Sinal dos Novos Tempos, claro. Mas também para que haja liberdade de expressão na Web, já que frequentemente vemos nações derrubarem a Internet para não terem opinião contrária.

A censura é algo que ainda assusta e persegue o direito – agora assegurado – de expressão na Internet.

internet1.jpg

Anúncios

– A Internet pega todo mundo de surpresa (de novo). Sobre Mourinho e Pedro Santana Lopes.

Um vídeo específico do YouTube está bombando nessa época de Copa do Mundo. Mas ele é antigo, embora seja muito legal!

Nele, uma apresentadora da TV portuguesa SIC interrompe a entrevista com o ex-primeiro ministro de Portugal, Pedro Santana Lopes, para anunciar a chegada do treinador de futebol José Mourinho. O político se enfurece, dá uma bronca na jornalista e abandona o estúdio.

Apesar de parecer atual, foi de 2007, quando Mourinho era técnico campeão pela 1ª passagem no Chelsea. Entretanto, a Sportv o passou em 2015 como se fosse “fresco”, daquele momento. E hoje, nas Redes Sociais, muitos pensam ser de 2018!

A engraçada gravação, feita há 11 anos mas propagada como de hoje, em: https://youtu.be/6WJNRMQ9s6Y 

– A Aldeia do Temer

Muito interessante: nosso presidente Michel Temer descende de uma família libanesa do interior do país. Um vilarejo onde ele é adorado, cuja população é repleta de primos.

Se tiver que fugir dos problemas de corrupção que estouram dos seus aliados do MDB, já temos um provável destino para ele…

Veja só, extraído de: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/05/13/internacional/1463162200_784930.html?id_externo_rsoc=TW_CM

A ALDEIA DOS TEMER NO LÍBANO FESTEJA A MUDANÇA DE GOVERNO DO BRASIL

Uma pequena aldeia do Líbano tem estado especialmente atenta ao Brasil nos últimos dias porque Michel Temer, filho de dois cidadãos locais, é desde quinta-feira o novo presidente interino do gigante sul-americano. Os familiares que ele ainda tem em Btaaboura e parte dos 300 moradores se reuniram nesta sexta-feira na rua principal, que, desde a última visita do então vice-presidente, em 2011, lhe rende homenagem. “Rua Michel Temer, vice-presidente do Brasil”, lê-se em português e árabe.

Com um spray de tinta na mão, Bassam Barbar, primo de Temer e prefeito do vilarejo, atualizou o cartaz, apagando a palavra vice. Mais de uma centena de moradores, entre os quais doze da família Temer, aplaudiram ao mesmo tempo em que uma jovem apresentava a dança do ventre ao som de tambores. “Estou muito orgulhoso de meu padrinho”, disse emocionado Alain Temer, estudante de engenharia civil de 21 anos e afilhado do novo chefe de Estado brasileiro. “Saiu de um povoado de 200 habitantes e hoje é presidente de um país de 200 milhões”, afirmou.

“Estamos muito orgulhosos e espero que represente os brasileiros tão bem como o fez com os habitantes do povoado de Btaaboura e do Líbano”, diz Barbar, o prefeito.

De Btaaboura, uma aldeia cristã greco-ortodoxa neste país de 18 confissões, situada 70 quilômetros ao norte de Beirute, emigraram os pais do presidente interino. Dedicado ao cultivo das azeitonas, como a maior parte dos filhos deste vilarejo, Nahul Temer buscou fortuna no Brasil em 1925. Levou os três filhos que tinham nascido em Btaaboura e teve outros três no Brasil. Somente Michel, de 75 anos, e o caçula, Abid, continuam vivos.

Nesta sexta-feira sua nomeação era festejada pelos moradores no Líbano – um país que está há dois anos órfão de presidente por falta de acordo entre os partidos, e apesar de ter chegado às últimas consequências –, depois da aprovação do afastamento de Dilma Rousseff.

“Orgulho” é a palavra que se escuta de boca em boca nesta aldeia em que Temer pisou duas vezes na vida. A primeira, como representante do Parlamento do Brasil, em 1997, e com a primeira esposa, com quem teve três filhas. A segunda, em 2011, já como vice-presidente do Governo e com a terceira mulher, Marcela, de 32 anos, com quem tem um filho.

Em Btaaboura dizem saber pouco da política brasileira, embora todos se apressem a eximir de qualquer acusação a quem consideram seu filho predileto: “Não acredito nas acusações de corrupção. Nem tampouco de um golpe de Estado, já que foi nomeado pelas instituições do país”, defende Nizar Temer, primo do presidente interino.

Nas ruas do vilarejo se escuta o português, herança dos laços que unem seus moradores com mais de 2.000 parentes assentados no Brasil. Mariam Bou Ghassam, na casa dos 60 anos, está de visita e foi cumprimentar a família Temer. Vive há 55 anos em São Paulo. “As pessoas no Brasil não estão contentes com a situação econômica. Espero que em dois anos Michel ponha as coisas no lugar”, comenta, otimista.

“Estudamos no mesmo colégio e sempre foi um aluno brilhante”, diz Elias Bajish, eletricista de 70 anos. Seus pais emigraram com os de Michel para Tietê, cidade brasileira onde ambos nasceram e cresceram. “Era uma cidade muito pequena onde só podíamos ir ao cinema ou passear nos parques. Hoje cresceu muito”, recorda. Na sala de sua casa, Nizar mostra as fotos tiradas com o primo Michel durante a visita que lhe fez no Brasil em 1997. Define-o como um homem inteligente, carinhoso e próximo. “Quando veio a Btaaboura em 2011 cumprimentou cerca de 2.000 pessoas, uma por uma”, observa. A casa vizinha à de Nizar, e que está em ruínas, pertence a Michel Temer. “Ele se emocionou ao vê-la”, diz a também prima Sumaya Temer, que guarda um retrato do pai de Michel em sua sala de refeições. Nenhum de seus primos conseguiu ainda entrar em contato com ele pelo telefone para cumprimentá-lo. E quando o fizerem, será em francês, diz Sumaya: “Porque Michel, embora entenda alguma coisa, não fala árabe”.

bomba.jpg

– Real Madrid 3×1 Liverpool: a UCL com provável campeão confirmado e roteiro inesperado!

A graça do futebol é justamente o fator surpresa. Não que seria surpreendente a vitória merengue, mas sim os protagonistas e antagonistas da UCL.

O goleiro costarriquenho Navas é criticadíssimo pelos madrileños, mas quem falhou foi seu colega de posição e adversário, o alemão Karius. Isso, ninguém esperava.

Para mim, o inesperado mesmo foi a decisiva participação de Gareth Bale, que não vai ao Mundial da Rússia mas foi o melhor do jogo final da Liga dos Campeões da Europa. Sempre questionado no elenco dos galáticos, fez um golaço de bicicleta.

Fale sério: você esperava isso?

Ops: ouço algumas queixas contra a arbitragem. Mas pelo pouco que vi, não ouve interferência alguma no resultado.

Resultado de imagem para real madrid liverpool

– Entendendo a Nova Frugalidade

A Nova Frugalidade chegará ao nosso país, ou já está repercutindo, inconscientemente, em nossas vidas?

Nos EUA, um fenômeno econômico-social aconteceu: as pessoas deixaram de ir a shoppings, teatros ou de gastar em produtos não-essenciais, devido a crise econômica. O abandono de consumidores de certas áreas econômicas foi chamado de Nova Frugalidade, e como todo modismo global, em breve repercutirá no Brasil.

Entenda o que é essa tal de “Nova Frugalidade”, extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0942/marketing/reverso-fortuna-466551.html

O REVERSO DA FORTUNA

por Daniel Hessel

Em apenas oito meses, a crise financeira americana provocou estragos sem paralelo na história recente dos Estados Unidos. Além de fulminar o mercado de crédito, o índice Dow Jones e a cidade de Detroit, os raios mortíferos provenientes da tempestade econômica atingiram também um dos pilares do american way of life: o consumismo desenfreado e livre de culpas que movimenta mais de dois terços da economia do país. Endividada, assustada pelo fantasma do desemprego e acusada de estar entre os culpados por boa parte da crise com sua gastança desmedida, a classe média americana virou as costas para shopping centers, lojas de grifes, restaurantes estrelados e até mesmo shows e peças de teatro. Hoje, em plena ressaca moral de décadas de consumismo, tornou-se popular a doutrina da nova frugalidade (new frugality), marcada por um estilo de vida austero, em que economizar cada dólar é a regra. O último relatório da divisão de análise econômica do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, divulgado no dia 14 de abril, mostra o impacto dessa mudança. Entre março de 2008 e março de 2009, as vendas do varejo diminuíram 9,5%, a primeira queda em quase duas décadas. Ao mesmo tempo, os índices de poupança, que eram próximos de zero em agosto, estão em patamares equivalentes aos de dez anos atrás. Para os economistas, os dois índices combinados indicam que os americanos estão receosos do que vem pela frente. Pesquisas de opinião mostram que a tendência é uma redução nos gastos ainda mais aguda. Segundo um levantamento do instituto Lightspeed Research, do grupo britânico WPP, 70% dos americanos pretendem mudar seus hábitos de consumo nos próximos meses e apenas 45% dos entrevistados acreditam em uma rápida retomada econômica.

No campo oposto estão os que defendem que as mudanças vieram para ficar. O principal argumento desse grupo é que nunca antes houve um aperto no crédito como o provocado pela atual crise e que o estrangulamento nas finanças domésticas das famílias foi tamanho que deixará sequelas na maneira como os americanos encaram o consumo. “Nossas pesquisas apontam que os consumidores buscam mais segurança. E, para eles, gastar menos e manter dinheiro no banco é uma forma de alcançar essa segurança perdida”, diz Michael Silverstein, especialista em tendências de consumo do Boston Consulting Group.

Seja temporária, seja definitiva, a nova frugalidade tem assumido diversas facetas – algumas quase caricatas de tão radicais. De maneira geral, a redução de gastos com combustíveis e bens duráveis, como móveis e eletroeletrônicos, foi prioridade no processo de reajuste (veja quadro acima). Em menor escala, os americanos cortaram as despesas com roupas, acessórios, brinquedos, livros, CDs e DVDs. Ao mesmo tempo, as vendas de alimentos, bebidas e produtos de higiene pessoal e beleza aumentaram. Em meio à frieza generalizante das estatísticas há nuances curiosas, como o crescimento abrupto do mercado para produtos do tipo faça-você-mesmo (do it yourself, ou DIY). Tome-se o exemplo das tinturas para cabelo para uso doméstico, cujas vendas cresceram 27% desde o início da crise – um sinal de que as americanas trocaram os salões de cabeleireiro pela pia do banheiro. Da mesma forma, as famílias estão deixando de pagar por serviços como limpeza doméstica e manutenção de jardins e casas – o que tem sustentado a boa performance dos fabricantes de produtos de limpeza e de varejistas especializados em bricolagem, como a rede Home Depot. O outro lado da moeda é que o setor de serviços domésticos, que sustenta cerca de 18 milhões de americanos, se prepara para tempos ainda mais difíceis.

Num cenário de aperto financeiro, há empresas que são naturalmente favorecidas. É o caso do Wal-Mart, do McDonald’s e da loja online Amazon, reconhecidos por estratégias agressivas de descontos e preços competitivos. Da mesma forma, grandes fabricantes de produtos de consumo para higiene e beleza, como Procter&Gamble e Johnson&Johnson, têm se beneficiado da tendência de o consumidor se permitir pequenas indulgências – um dos raros luxos admitidos pela nova frugalidade. Outras têm se demonstrado irremediavelmente comprometidas com o antigo modelo de consumo supérfluo e precisam de reparos urgentes na estratégia de marketing. Enquadram-se nessa categoria a rede de cafés Starbucks, as grifes internacionais de artigos de luxo e as lojas de departamentos. No caso das marcas de luxo, os especialistas em tendências já deram até um nome ao tipo de reação que elas passaram a despertar no americano médio. Trata-se do populismo vingativo (vengeful populism), em que as marcas são identificadas com o estilo de vida arrogante e perdulário de banqueiros de investimento e altos executivos, acusados de levar o país à ruína. “Essas marcas precisarão resolver esse conflito sob o risco de estar definitivamente associadas a um estilo de vida que as pessoas passaram a desprezar”, diz Thomas O’Guinn, professor de marketing da Universidade de Wisconsin-Madison.

Para sobreviver em meio à crise, os marqueteiros das empresas têm buscado inspiração nos remotos anos 30, período da Grande Depressão americana. A rede de lojas de departamentos Sears ressuscitou um modelo de vendas dirigido a clientes endividados e sem crédito na praça. Trata-se do layaway, sistema em que o cliente escolhe um produto, faz um pequeno depósito e a loja reserva a mercadoria por determinado período (em média 90 dias). A ideia é que o cliente vá pagando o produto em parcelas, conforme for recebendo o dinheiro. Vencido o prazo, ele quita o saldo remanescente. “As redes que não mantiverem uma forte política de descontos e promoções ou não apostarem em soluções criativas como o layaway não conseguirão atrair os consumidores”, diz Kathy Grannis, porta-voz da Federação Nacional do Varejo nos Estados Unidos. Quem não se adaptar à nova frugalidade, seja ela duradoura ou efêmera, corre o risco de ter o mesmo fim dos dinossauros.

bomba.jpg

– Você acredita em Trump ou em Kim?

Paz de verdade?

Parece que Trump e Kim estarão se entendendo em breve. Mas é algo real? Teremos calmaria / trégua entre EUA e Coréia do Norte?

Veja que coisa: há 1 ano, o governo norte-coreano disse que descobriu um plano da CIA para envenenar seu ditador Kim Jong-un, e que isso seria uma declaração de guerra. Donald Trump, presidente americano, disse que era mentira.

Em quem você acreditou?

Confesso que é difícil aceitar a verdade vindo desses dois senhores loucos, armados até os dentes… Coitado do planeta Terra! Espero que essa reunião que os dois chefes de Estado farão realmente produza frutos (para o nosso bem).

bomba.jpg

– Os Possíveis Novos Donos da Indústria Automobilística

De acordo com a Revista Exame, ano 43, no. 07, edição 94, as grandes marcas da indústria automobilística poderão mudar radicalmente de mãos.

Abaixo:

Scania (sueca, hoje nas mãos da americana GM), possivelmente a ser comprada pela Dongfeng (CHINA)

Hummer (jipes americanos da GM), pela Mahindra (ÍNDIA)

Volvo (suéca, nas mãos da americana Ford), pela Chery (CHINA) – adendo – negócio fechado há anos.

Opel (marca européia da americana GM), pela Saic (CHINA)

Saturn (marca da GM), pela BYD Auto (CHINA)

Jeep (marcas de ‘jipes’ da americana Chrysler), pela Mahindra (ÍNDIA) – adendo – a FIAT assumiu a marca.

A propósito, você muitos carros dessas empresas chinesas e indianas nas ruas brasileiras?

Resultado de imagem para carrinho de brinquedo

– Andrés Sanches ou Eduardo Bandeira para presidente do Brasil?

Calma, eles não serão candidatos. Mas a provocação vem por conta do tema da Copa do Mundo de 2030, que a exemplo da de 2026 (com candidatura tripla de México, EUA e Canadá, concorrendo com o Marrocos), deverá ter como candidata a sede tripla de Argentina, Uruguai e Paraguai (a concorrer possivelmente com a China).

Sabe quais pessoas estiveram reunidas pleiteando o Mundial e formulando a proposta?

O presidente argentino Mauricio Macri (ex-presidente do Boca Juniors);

O presidente uruguaio Tabaré Vazques (ex-presidente do Club Atlético Progresso);

O presidente paraguaio Horacio Cartes (ex-presidente do Libertad);

O presidente chileno Sebastián Piñera (ex-presidente e um dos acionistas do Colo-Colo, convidado ao evento para se consultar um possível interesse de tornar uma quádrupla candidatura-sede).

Já imaginaram se a “moda” de ex-presidentes de time de futebol tentarem a Presidência da República? Aliás, algum cartola de clube aqui do Brasil, hoje, poderia comandar o país?

Em tempo: no nascedouro da ideia, sugestionou-se o convite também ao Brasil, para uma candidatura quíntupla do Cone Sul.

bomba.jpg

– Enfim o Cinema chega à Arábia Saudita!

Demorou, mas liberou! Os príncipes sauditas deram a permissão real para que a população possa ter salas de cinema em seu país.

Mundo moderno, aí estamos! E a primeira produção exibida será “Pantera Negra”

Extraído de: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/arabia-saudita-abrira-seu-primeiro-cinema-em-tres-decadas-e-exibira-pantera-negra.ghtml

ARÁBIA SAUDITA ABRIRÁ SEU PRIMEIRO CINEMA EM TRÊS DÉCADAS

País ultraconservador não tem uma sala de cinema há mais de 35 anos; plano é inaugurar até 40 novos espaços.

A Arábia Saudita abrirá seu primeiro cinema em mais de 35 anos no dia 18 de abril na capital Riad, disseram autoridades na quarta-feira depois de fecharem um acordo com a AMC Entertainment Holdings para inaugurar até 40 salas de cinemas nos próximos cinco anos.

As salas não serão segregadas por gênero, como a maioria dos espaços públicos do reino profundamente conservador, e a primeira exibição será do filme de super-herói “Pantera Negra”, dos estúdios Marvel, disse à Reuters uma fonte a par da questão.

A Arábia Saudita teve alguns cinemas na década de 1970, mas seus poderosos clérigos conseguiram fechá-los, refletindo a influência islâmica crescente na região árabe à época.

Em 2017 o governo anunciou que acabaria com a proibição, parte das reformas econômicas e sociais ambiciosas do príncipe herdeiro, Mohammed bin Salman. Atualmente ele está nos Estados Unidos buscando investimentos que ajudem a expandir a economia e reduzir sua dependência do petróleo.

Os sauditas são consumidores ávidos da mídia e da cultura ocidentais. Apesar da proibição de cinemas, filmes de Hollywood e séries de televisão recentes são amplamente assistidos e debatidos nos lares do país.

bomba.jpg

– Suspensas as Novas Placas com letras e números do Mercosul que vigorariam no Brasil.

Visando mais um passo para a integração dos países membros do bloco econômico do Mercado do Cone Sul, o Brasil, o Uruguai, o Paraguai e a Argentina adotarão um único modelo de emplacamento de veículos (a Venezuela, pertencente ao bloco, não confirma que adotará o modelo, bem como a Bolívia que está em fase final de entrada no bloco). As placas terão a sequência de: 3 letras, 1 número, 1 letra e 2 números. Ao invés de AAA 9999, por exemplo, teremos AAA 9 A 99, permitindo uma combinação de sequências muito maior, diferenciando as placas apenas pela bandeira da nação.

A data das novas placas no país seria 1º de setembro de 2018, mas nesta semana o Governo suspendeu a decisão que confirmava o novo padrão de placas por um motivo inusitado: a dificuldade das estamparias em mudar seu maquinário.

Teria sido isso mesmo? Não sei não…

bomba.jpg

– O Frango que faz mal na Europa faz bem por aqui?

A BRFoods não pode exportar carne de aves para a Comunidade Europeia devido aos altos índices de Salmonela. Assim, a empresa dona da Sadia e da Perdigão está proibida de  vender seus frangos para a Itália, Portugal, Turquia, França, Alemanha… Vejam só que mercado / parcela mundial significativa!

Entretanto, esses mesmos produtos estão permitidos no Brasil.

Ué?

Entendeu?

Segundo a Vigilância Sanitária, o motivo é de que em nosso país não há um rigor tão grande contra a Salmonela.

Quer dizer que lá fora estão errados e aqui dentro estamos certos? Que europeu correrá mais risco quando comê-la do que brasileiro?

Ô louco…

bomba.jpg

– Na Uefa Champions League…

Dando uma olhada nos confrontos sorteados da UCL, me impressiono com o nível elevado dos jogos. Haja pipoca e amendoim!

Sem dúvida quero assistir Manchester City x Liverpool! Dois times que jogam bonito, é agradável tê-los na tela. Jogam o futebol-arte (se bem que gostaria de “um pouquinho mais de dribles”). E comandando-os teremos Guardiola x Klopp. Uau.

Quem chegará à final? Real x Barcelona. Talvez. Ou Manchester City versus outro qualquer?

Não importam os nomes dos clubes, desde que joguem bem. Gosto de jogo-jogado, não de jogo-brigado.

bomba.jpg

– A Maior Potência Educacional do Mundo: China

Realmente impressiona o salto educacional da China. Você sabia que nas avaliações internacionais os chineses tiram o 1º lugar em todas as áreas da Ciência?

O rigor das escolas chega a ser assustador, com 10 horas de estudos que incluem sábados e domingos. Abaixo, compartilho:

LIÇÃO CHINESA

por Guilherme Pavarin, Galileu, pg 55

Como, Em 35 anos, a China saiu dos escombros para se tornar a maior potência de educação do mundo

Tire 10. Não menos que isso. Estude mais de dez horas ao dia. Inclusive aos sábados e domingos. Toque piano ou violino. Ou os dois. Mas nem pense em tocar violão. Pratique duas, três horas diárias com os instrumentos. Tenha um inglês impecável. Seja fluente em francês e em outro idioma. Faça esportes. Não questione. Cante o hino do país todos os dias. Não assista TV. Não viaje, nem durma na casa de amigos. Nada de grupos de teatro. E leia, leia muito. Se essa rotina lhe parece exagerada, insuportável, saiba que, na China, ela é mais do que comum. E não é tão desumana quanto parece para nós, ocidentais. Os chineses não só se acostumaram com essa vida voltada para a educação rígida desde a infância, como sentem orgulho de formarem os alunos mais aplicados. Hoje, apenas 35 anos depois da sua abertura econômica, período em que passou a investir no setor educacional, a China tem o ensino mais eficaz do mundo.
Os resultados do principal exame de avaliação de aprendizado mundial, o Pisa (Programme for International Student Assessment), anunciados em dezembro passado, comprovam isso. Com folga, os chineses conquistaram o primeiro lugar em todas as categorias: ciências, leitura e matemática.
Neste último quesito, a supremacia do país chegou a 600 pontos, a maior pontuação de todas as provas, e 48 pontos acima sobre o segundo colocado, Cingapura. Também representou 113 pontos acima dos Estados Unidos (17º no ranking geral) e 214 a mais que o Brasil (53º). “Os alunos sofrem uma pressão muito grande na China, é uma obsessão coletiva pela melhor educação do mundo”, diz a professora brasileira Tarsila Borges, que leciona língua portuguesa há quatro anos na Universidade de Pequim. Segundo ela, a principal diferença não está na estrutura, mas na mentalidade. Tanto é que o governo chinês investe apenas 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação — menos do que os 4,7% do PIB que o Brasil investiu em 2010 e do que os 6% recomendados pela Unesco. “Se você se esforçar, tudo consegue. É esse o raciocínio.”
Essa filosofia causou grande polêmica em janeiro, nos Estados Unidos, quando a professora de direito da escola de direito de Yale e filha de chineses, Amy Chua, publicou no The Wall Street Journal um artigo que explicava “por que as mães chinesas são superiores”. O texto, primeiro capítulo de seu livro Battle Hymn of the Tiger Mother (O Hino de Batalha das Mães Tigres, sem edição brasileira), dizia que o pulso firme das mulheres chinesas tornava seus filhos mais competentes. Por isso Amy conta com naturalidade o dia em que rejeitou um cartão de aniversário de uma das suas filhas por não estar bom o suficiente. A garota, então com seis anos, teve que refazer. Absurdo? Para Amy, é parte de um endurecimento da personalidade. A excessiva preocupação dos pais ocidentais com a psicologia das crianças, diz ela, é que atrapalha a formação de caráter.
Como era de se esperar, o artigo repercutiu pelo mundo afora e serviu para trazer à tona uma discussão: seria essa severidade o segredo para uma educação de qualidade em tão pouco tempo? Galileu desbravou as características das salas e dos lares da China para tentar responder.  E mostra como funciona a dura rotina educacional naquele país.

bomba.jpg

– A dor de quem passa fome!

bomba.jpg

A ONU quer erradicar a fome até 2030. Entretanto, é assustador ver como sofrem os famintos mundo afora. Em especial, na África Negra.

Se tiver coragem, leia abaixo (Extraído de: http://istoe.com.br/um-pedido-de-socorro/)

bomba.jpg

UM PEDIDO DE SOCORRO

O mundo enfrenta a mais grave crise humanitária dos últimos setenta anos. Vinte milhões de pessoas, que vivem em quatro países assolados por conflitos armados, estão na iminência de morrer por desnutrição se nada for feito. Contraditoriamente, ainda são desperdiçados 1,3 bilhão de toneladas de alimentos por ano em todo o globo

Por Fabíola Perez

É a mesma sensação de uma dor aguda e constante. Como uma agonia, que parece perfurar o estômago dias a fio e é agravada pelo calor escaldante, que deixa os corpos num estado permanente de inércia. Os poucos restos de alimentos ingeridos não são suficientes para livrar o organismo da angústia. Nas crianças, o vazio trazido pela ausência de nutrientes rapidamente se transforma em choro. Elas estão entre os grupos mais vulneráveis. Nos acampamentos do estado de Borno, na Nigéria, é comum avistar mulheres e bebês apáticos, sem força e disposição para lutar pela vida. Segundo o pediatra Marco Olla, membro da organização Médicos Sem Fronteiras, em regiões onde se vê pessoas com mais de cinco anos acometidas pela desnutrição, é sinal de que a conjuntura é realmente grave. Esse é o caso de Maiduguri, capital de Borno. “No departamento de internação que mantemos na cidade, uma mãe chegou com sua filha de sete anos. A menina estava extremamente desnutrida e com diarréia”, diz. Elas haviam fugido de um vilarejo e se instalaram em um acampamento improvisado. Ficaram ali por mais de um mês, mas a quantidade de grãos e arroz que recebiam não eram suficientes.

A Nigéria é um dos quatro países citados em um recente alerta das Nações Unidas (ONU) que declarou que quatro países vivem a pior crise humanitária desde a criação da entidade, em 1945 (leia quadro). Isso porque possui uma parcela significativa de sua população vivendo sob o flagelo da fome. Os casos de má nutrição já são tão graves que os adultos quase não têm forças para andar e algumas comunidades perdem suas crianças diariamente. Também enfrentam uma situação semelhante Iêmen, Somália e Sudão do Sul. Nesses quatro países, a estimativa é de que 20 milhões de pessoas possam morrer vítimas da insegurança alimentar aguda. Contraditoriamente, a nova onda de fome no mundo vem à tona em uma época que cresce a produção mundial de alimentos e o desperdício chega a 1,3 bilhão de toneladas por ano. Então, porque a fome voltou a ser motivo de alertas mundiais? Nos anos 1980, as imagens de crianças esqueléticas chamavam a atenção para um milhão de mortos na Etiópia. Na década seguinte, 3,5 milhões de norte-coreanos também morreram por falta de alimentos. Mais recentemente, a República Democrática do Congo e a Somália perderam quatro milhões de pessoas para a fome. Hoje, apesar dos avanços, o problema do acesso aos alimentos persiste e se agrava. “A violência de grupos armados impede a entrada e a permanência de grupos de apoio em determinadas regiões”, disse à ISTOÉ Alan Bojanic, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil.

Atualmente, em todo o mundo existem cerca de 800 milhões de pessoas que sentem as dores de um estômago vazio. Para a ONU declarar oficialmente fome em um país é preciso que pelo menos 20% da população tenham acesso a menos de duas mil calorias de alimentos por dia e que mais de 30% das crianças sofram de má nutrição. Além disso, em países atingidos pela fome são registradas diariamente duas mortes para cada dez mil habitantes ou a morte de quatro crianças em cada dez mil habitantes. Para evitar uma catástrofe nessas regiões, as Nações Unidas pediram uma ajuda de US$ 4,4 bilhões para países desenvolvidos até julho. “Essa situação saiu do normal: conflitos armados e o fator climático da seca tornam o quadro ainda mais perverso”, diz Bojanic. “Em função disso, muitas das pessoas que migram não têm as mínimas condições de segurança para se dedicar à agricultura.”

20 milhões de pessoas podem morrer de fome na Nigéria, no Sudão do Sul, na Somália e no Iêmen e 1,4 milhão de crianças estão em risco iminente de morte por malnutrição aguda.

Outro agravante nessas regiões são as condições logísticas. São zonas de difícil acesso que dificultam a chegada dos alimentos. No Sudão do Sul, por exemplo, existem apenas 200 quilômetros de estradas asfaltadas. Naquele país, a intensificação dos conflitos preocupa entidades de ajuda humanitária. “Em algumas cidades, eles impedem a chegada de cuidados de saúde de emergência, água para o consumo e alimentos para pessoas internamente deslocadas”, afirma Marcus Bachmann, coordenador local do MSF. Na Somália, o cenário de fome e suas conseqüências é ainda mais intenso. Além da guerra que se estende por décadas, da ausência do Estado de direito e do subdesenvolvimento, o país sofre com a falta de água que atinge criações de gado e plantações. Em Borno, na Nigéria, o conflito entre o grupo extremista Boko Haram e o exército também coloca a população em condições limites. “Em Benisheikh, Gwoza e Pulka é impossível cultivar qualquer coisa e é perigoso deixar as cidades para buscar madeira para cozinhar ou vendê-la”, afirma Jean François Sauveur médico do MSF.

Nesses países, os grupos mais atingidos pela insegurança alimentar aguda são as crianças e as mulheres. Para se ter uma idéia, em janeiro, membros da MSF observaram que no norte do Sudão do Sul 25% das crianças com menos de 5 anos sofriam desnutrição grave. “Esses números são extremamente preocupantes”, afirma Nicolas Peissel, coordenador de projeto do MSF. Porém, em função da insegurança, agentes de saúde avaliam que é impossível abrir um novo hospital ou encaminhar pacientes para outras instalações. O Iêmen, por sua vez, atravessa uma das situações mais drásticas do globo. Estimativas da ONU apontam que 19 milhões de pessoas necessitam de algum tipo de ajuda humanitária depois de dois anos de guerra entre o grupo extremista Houthi e o governo. Nos primeiros cinco meses de 2016, foram registrados 50 casos de desnutrição por mês no hospital de Al Tawra, na cidade de Hodeidah. Estima-se que, nesse período, uma criança tenha morrido a cada dois dias pela falta de nutrientes. Ao mesmo tempo em que a necessidade pelo atendimento cresce, muitos hospitais foram destruídos por ataques aéreos.

É comum observar crianças e adultos em pele e osso, sem condições de se manter em pé, porque a fome aguda influi diretamente no metabolismo das pessoas. “Conforme a imunidade das pessoas se compromete devido à baixa de nutrientes, o número de infecções aumenta”, diz Javed Baba Ali, médico do MSF. Para reverter esse quadro, o coordenador de desenvolvimento humano e pobreza do Banco Mundial, Pedro Olinto, defende que é necessário não apenas enviar alimentos a essas regiões como também dar à população local condições de comprar de produtores locais. “Quando se envia mantimentos, o preço sobe e os produtores desistem de plantar seus próprios alimentos”, diz. Ainda assim, a ONU tem como meta erradicar a fome até 2030. “A insegurança alimentar condena uma nação a uma situação permanente de atraso”, diz Bojanic.

Pessoas em situação de insegurança alimentar grave

Iêmen: 14,1 milhões
Nigéria: 1,8 milhão
Sudão do Sul: 4,9 milhões
Somália: 2,9 milhões

bomba.jpg
VÍTIMAS Na cidade de Nyala, no Sudão do Sul, crianças e mulheres lutam para conseguir pequenas quantidades de arroz e grãos distribuídos por ONGs internacionais

– Neymar vai para onde?

Sendo Neymar um sucesso na França (e no mundo), e o PSG dando mostra de reformulação na sua equipe bilionária, seria razoável crer que a contratação de um novo treinador (se isso acontecer) passaria pelo aval do jogador brasileiro.

Tite?

Depois da Copa do Mundo, por quê não? Está sendo respeitado no Exterior, bem quisto por todos, estudado e com o pé no mundo globalizado (quem não o viu assistindo Manchester City x Chelsea, PSG x Real Madrid, entre outros jogos “globais”)?

A questão é: Neymar ficará em Paris? Dinheiro ao catariano que é dono do time não é problema. Competitividade da sua equipe, sinceramente também não (vide Chelsea, que Abramovich e seu dólares da Rússia turbinaram a equipe e que ganhou uma UCL, ou o MCity de Guardiola, encantando o mundo).

Alguns dizem que o destino de Neymar seria o Real Madrid. Será mesmo?

Na última semana, jornais catalães disseram que NJr gostaria de voltar ao Barcelona. Estariam os periódicos “jogando um verde”, ou melhor, testando a repercussão?

O certo é: hoje, até sem jogar, Neymar é noticia. Parado vira página de capa!

bomba.jpg