– E a Proclamação da República? Como foi?

Dando uma fuçada na Internet, achei o interessante blog do prof Bruno Viveiros, que conta detalhes do Golpe de Estado que levou o Brasil a trocar o Império Monearquico pela República Democrática.

Vale a pena dar uma visitada, em: http://proclamacaorepublicaportal.wordpress.com

PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

Na metade do século XIX, a urbanização e as transformações econômicas que ocorreram provocaram mudanças na sociedade brasileira e com isso novas aspirações e interesses foram gerados. A nova elite cafeeira do Oeste Paulista exigia a abolição da escravatura e maior participação política, já que São Paulo era o estado que sustentava a maior parte da economia do país. As camadas médias urbanas também aderiram a essas reivindicações, pois desejavam chegar ao poder. Incapaz de atender às novas aspirações sociais e de se modernizar politicamente, o governo imperial entrou em crise e transformou-se em República em 1889.

Os republicanos insistiram para que Marechal Deodoro da Fonseca chefiasse o movimento revolucionário pela transformação do Brasil de monarquia em república. Depois de boatos sobre a pretensão de prisão de Deodoro da Fonseca e Benjamin Constant, os revolucionários resolveram antecipar o golpe de estado e, na madrugada do dia 15 de novembro, os revolucionários deram início ao movimento. Os revolucionários ocuparam o quartel-general do Rio de Janeiro, depois o Ministério da Guerra e no Paço Imperial. Floriano Peixoto recusou-se a obedecer às ordens de Visconde de Ouro Preto (primeiro-ministro), que o havia mandado atacar as tropas inimigas assim como fez na Guerra do Paraguai, dizendo assim: “Sim, mas lá (no Paraguai) tínhamos em frente inimigos e aqui somos todos brasileiros!”, e em seguida aderiu ao movimento dando voz de prisão a Visconde de Ouro Preto.

Na tarde de 15 de Novembro de 1889, solenemente na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, foi proclamada a República, sendo redigida nesta  noite a proclamação oficial da República dos Estados Unidos do Brasil, que saiu em todos os jornais no dia seguinte, informando ao povo da mudança do regime.

Dom Pedro II, que estava em Petrópolis, retornou ao Rio de Janeiro quando foi informado do golpe de estado e procurou anunciar um novo nome em substituição ao de Visconde de Ouro Preto. Porém, com o boato de que Dom Pedro escolheria Gaspar Silveira Martins, inimigo político de Deodoro da Fonseca, este aderiu definitivamente a causa republicana. Com isso, Dom Pedro II decidiu não oferecer resistência e, no dia seguinte, recebeu uma comunicação, dando ciência da proclamação da república e ordenando sua partida para a Europa. A família imperial brasileira retornou novamente ao Brasil somente na década de 20.

Assim sendo, a Proclamação da República Brasileira aconteceu em 15 de novembro de 1889, no Rio de Janeiro, onde foi instaurado o regime republicano, derrubando a monarquia de Dom Pedro II. Foi liderada pelo Marechal Deodoro da Fonseca que deu um golpe de estado. No mesmo dia, foi instituído um “governo provisório” republicano, onde Marechal Deodoro da Fonseca era o presidente e Floriano Peixoto o vice-presidente.

Que legal o belo Hino da República. Minha parte preferida: 

“Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!z”.

Aqui: http://www.youtube.com/watch?v=v64YLLd-ueA

bomba.jpg

Anúncios

– Asilo Político onde, caro Evo Morales?

Nações que apoiaram publicamente Evo Morales quando foi reeleito pela 3a vez (mudando as leis do país) e o parabenizaram quando ocorreu o 4o pleito (anulado por fraude): Rússia, Irã, Coréia do Norte, China, Venezuela e Cuba, entre outras. Mas resolveu se abrigar no México, ao lado dos Estados Unidos.

Viver em Caracas ou em Havana, onde tanto se prega a qualidade de vida e Morales (assim como outros mais radicais do Brasil) defendem como modelo, não foi seu destino. Se é amado por lá, por quê o povo não o sustentou? Aliás, a Bolívia era uma nação democrática nesse período?

Precisa perguntar mesmo? 

Chega de intolerância política e demagogia, seja de Esquerda ou de Direita. Que exista respeito e direitos no nosso país vizinho, sem capitalismo selvagem ou comunismo doentio.

Resultado de imagem para Caracas Cuba Bolívia

– Frágeis democracias!

A Bolívia anunciou novas Eleições. A que reelegeu pela enésima vez Evo Morales, não valeu.

Como crer, à luz da Democracia, que o próximo pleito será realizado de maneira honesta?

Lamentável, a América do Sul vive um momento tenso, não há dúvida. Vide Chile, Peru, Venezuela… e por quê não Brasil e Argentina?

Imagem relacionada

– Bolsonaro, príncipe árabe, Lula, ditador sírio, AI5… Pobre Brasil!

Tudo deve ser sempre ponderado: se muitos criticam o presidente Bolsonaro em se reunir com o príncipe árabe Mohammad bin Salman (acusado de mandar matar um jornalista) e outro tanto de pessoas defendem que foi uma reunião de negócios, deve-se fazer a mesma correlação das vezes em que Lula se reuniu com o sanguinário ditador líbio Kadafi e o atual mandatário sírio Bashar al-Assad.

A diferença do populismo dos dois governos (ambos detonam a Globo, chega a ser hilário) é que os filhos do petista faziam negócios / negociatas sem aparecer; os do pesselista escancaram no microfone, como a idiotice que fez Eduardo Bolsonaro ao defender um AI – 5!

Tenha a santa paciência… coitada da nossa democracia!

Resultado de imagem para Lula Bolsonaro

– O que está acontecendo no Chile?

Que loucura o que acontece no Chile! Antes no Equador, mais atrás na Venezuela, também na Bolívia nos últimos dias… Estamos vivendo um fenômeno político como o acontecido anos atrás que ficou conhecido como “Primavera árabe”, numa versão latina?

Tudo isso nos traz a necessidade de rediscussão sobre o que é democracia, e é impossível não relembrar as manifestações populares que começaram com os R$ 0,20 em São Paulo e tomaram o Brasil por diversas bandeiras.

Sobre o ocorrido, compartilho em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/10/20/entenda-a-onda-de-protestos-no-chile.ghtml

ENTENDA A ONDA DE PROTESTOS NO CHILE

Quase 10 mil integrantes das Forças Armadas foram mobilizados para atuar contra os protestos

A capital chilena viveu o terceiro dia de distúrbios no domingo (20) com confrontos violentos entre manifestantes e forças de policiais. Os protestos pela suspensão do aumento nas passagens de metrô seguiram mesmo após o presidente Sebastián Piñera anunciar no sábado (19) sua revogação.

Na noite de sábado (19), manifestantes atacaram vidraças de prédios, destruíram semáforos, queimaram ônibus e invadiram e incendiaram um supermercado. O balanço oficial divulgado nesta segunda-feira (21) aponta 11 mortes nos protestos.

Entenda em cinco pontos os distúrbios no Chile:

  1. Governo anunciou um aumento de 30 pesos na tarifa do metrô, equivalente a 20 centavos de real
  2. Violência aumentou nos protestos a partir de sexta (18);
  3. Chile decreta no sábado “Estado de Emergência” e Exército vai às ruas pela 1ª vez desde a ditadura;
  4. Presidente chileno suspendeu o aumento na tarifa do metrô, mas os protestos prosseguiram;
  5. Metrô de Santiago foi fechado e o aeroporto da capital chilena teve voos suspensos.

Sobe para 11 o número de mortos nos protestos no Chile, segundo imprensa local

1. Aumento da tarifa do metrô

O preço da passagem do metrô de Santiago nos horários de pico subiu para 830 pesos – equivalente a R$ 4,80 –, aumento de 3,75%. Não havia aumento nessa proporção desde 2010. O reajuste não afetou o valor das passagens para estudantes e idosos, mas se soma ao aumento geral de 20 pesos nas tarifas decretadas em janeiro passado.

Foi proposta uma política de preços variáveis para o transporte –a ideia era cobrar mais durante o horário de pico, o que não foi bem recebido.

Em setembro, se anunciou que as contas de luz iriam subir em até 10%. A justificativa pela alta é que houve uma alta do dólar em relação à moeda chilena.

Resultado: manifestantes foram em massa para as estações de metrô e forçaram a entrada sem pagar, vandalizaram as estações e enfrentaram a polícia. A situação forçou o metrô de Santiago, que transporta diariamente quase 3 milhões de pessoas, a fechar todas as estações na sexta-feira (18), o que levou ao colapso do sistema de transporte da cidade.

2. Escalada da violência

Os protestos, que começaram há cerca de 15 dias, tornaram-se violentos a partir de sexta. Houve confrontos entre manifestantes e policiais. Houve registro de incêndios que deixaram mortos em um supermercado e uma fábrica. O balanço oficial indica que 11 pessoas morreram e 1.462 foram detidas no país.

Manifestantes provocaram danos em 78 estações e trens. A empresa estatal que administra o serviço do metrô avalia que o prejuízo deve chegar a mais de 300 milhões de dólares.

3. Estado de emergência e toque de recolher

O aumento da violência nos protestos fez o governo enviar tropas do Exército às ruas de partes de Santiago. Foi a primeira vez que isso ocorreu desde 1990, quando o Chile voltou à democracia após a ditadura de Augusto Pinochet.

Mais 9.500 integrantes das Forças Armadas foram mobilizados para atuar contra os protestos para controlar pontos estratégicos como centrais de abastecimento e estações de metrô, que são alguns dos alvos mais visados pelos manifestantes.

O governo do país andino decretou estado de emergência por 15 dias na capital e na região metropolitana.

O general Javier Iturriaga decretou toque de recolher duas noites consecutivas, no sábado e no domingo. A medida atingiu a região metropolitana de Santiago, Valparaíso (centro), Coquimbo, Biobío e Antofagasta, entre outras regiões.

4. Suspensão na alta da tarifa

Os protestos contra o aumento nas passagens de metrô seguiram mesmo após o presidente Sebastián Piñera anunciar no sábado (19) a suspensão do aumento de 30 pesos (R$ 0,17), que foi o estopim dos protestos.

“Escutei com humildade a voz de meus compatriotas e não terei medo de seguir escutando esta voz. Vamos suspender o aumento nas passagens do metrô”, disse o presidente em uma transmissão.

No entanto, a medida não acalmou os manifestantes, que continuaram nas ruas com gritos de “basta de abusos” e com o lema “Chile acordou”.

As manifestações não têm um líder definido nem uma lista precisa de demandas. Até o momento aparece como uma crítica generalizada a um sistema econômico neoliberal que, por trás do êxito aparente dos índices macroeconômicos, esconde um profundo descontentamento social.

No Chile, o acesso à saúde e à educação é praticamente privado, a desigualdade social é elevada, os valores das pensões estão reduzidos e os preços dos serviços básicos estão em alta, de acordo com a France Presse.

Manifestante acende uma barricada durante protesto contra o aumento da tarifa do metrô em Santiago do Chile — Foto: Edgard Garrido/Reuters

 

– Bolsonaro dizendo que a China é capitalista? Negando o comunismo e a ditadura para os negócios?

No dia em que Davi Alcolumbre se tornou o presidente do Brasil (já que o presidente e o vice estão ausentes), escuto uma pérola do mesmo Governo que um dia declarou que o Nazismo era de Esquerda: a China é capitalista, disse Bolsonaro.

Não, a China é uma ditadura onde o Partido Comunista interfere na Economia e na vida da Sociedade. Onde o Google precisou suprimir a expressão “Direitos Humanos” em seus resultados como buscador para entrar no país. Um lugar onde a Democracia não existe, mas que se fatura muito dinheiro pois existe mão de obra barata e 25% da população do mundo se localiza lá.

Vale tudo para ganhar dinheiro, até negar o que é inegável. Bolsonaro quer imitar Lula?

Imagem relacionada

Na foto, a cena do Protesto Pró-Democracia onde um tanque esmagou um manifestante, há 30 anos.

– Um triste Debate Presidencial na Band

Há 5 anos…

Parecia que víamos esse processo de “divisão do Brasil” surgir. E, lamentavelmente, por duas pessoas que nada de bom fizeram pelo país.

Relembrando, abaixo:

DEBATE 2014

Para quem não assistiu, aqui vai o link do Debate da Band, realizado ontem.

Incrível: nas redes sociais, os Petistas dizem que a Dilma calou o “Playboy”. Nelas mesmas, os Tucanos falam que Aécio destruiu os “Petralhas“.

Não assisti ao ‘confronto’, mas saliento e lamento que está parecendo torcida organizada de futebol, pugilato, briga de rua…. Infelizmente, o fanatismo extrapola uma religiosidade perigosa e a Democracia sai perdendo. Chega a ser irritante o radicalismo!

Gostaria muito que as discussões fossem de propostas, não de baixaria. Mas confesso ainda: os podres de cada um assustam!

Aqui vai o link: http://eleicoes.uol.com.br/2014/noticias/2014/10/15/confira-a-integra-do-debate-band-entre-aecio-e-dilma.htm

bomba.jpg

– O medo de políticos se associarem a pares impopulares

Leio que o Governador João Doria Jr negou que apoiou explicitamente o presidente Jair Bolsonaro nas últimas Eleições, refutando veementemente a criação da campanha “BolsoDória” no Segundo Turno.

Ora, a quem ele quer enganar? Isso foi claro e notório. Parece-me a mesma negação ocorrida pelo PT com o PMDB (José Sarney foi conselheiro de Lula em muitos momentos) ou de alas do PSOL e PC do B na composição do Governo Petista, quando se fala de corrupção.

Se a moça é bonita, todos querem namorar com ela. Vide Bolsonaro e Luís Inácio no auge da popularidade deles, quantos bajuladores apareceram! Quando percebem alguma coisa que desagrada o senso comum, “nunca paqueraram a noiva…

A verdade é: sempre existem dois (ou mais) discursos engatilhados: o de apoio ou o de crítica, sempre que existir interesse.

– As coisas proibidas pela Coreia do Norte!

O regime norte-coreano de Kim Jon-un é ditatorial ao extremo. Mas além de assustar o mundo com seu desejo doentio de explodir mísseis, é marcado pelas mais diversas proibições.

Olha só cada maluquice,

Extraído de: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2015/05/21/conheca-13-coisas-que-voce-faz-todo-dia-e-sao-ilegais-na-coreia-do-norte.htm?cmpid=tw-uolnot

CONHEÇA 13 COISAS QUE VOCÊ FAZ TODO DIA E SÃO ILEGAIS NA COREIA DO NORTE:

A Coreia do Norte é um dos países mais isolados do mundo. Comandado desde 2011 por Kim Jong-un, o terceiro “líder supremo”, o país tem uma legislação rigorosa sobre atitudes consideradas simples e corriqueiras em países democráticos.

As atividades consideradas ilegais podem ser punidas com trabalhos forçados, prisão e pena de morte. Muitas das execuções são públicas. Os campos de detenção do país –muitas vezes com trabalhos forçados– são secretos, porém alguns desertores já relataram à ONU (Organização das Nações Unidas) os horrores do que ocorre por lá.

Veja abaixo 13 atividades simples que são consideradas ilegais no país liderado por Kim Jong-un:

1) DORMIR DURANTE UMA REUNIÃO: dormir enquanto o chefe fala? Nada disso. O ministro da Defesa da Coreia do Norte foi executado com um tiro de bateria antiaérea em frente a centenas de pessoas por ter mostrado deslealdade ao presidente. Segundo o serviço secreto sul-coreano, Hyon teria adormecido durante um evento com Kim Jong-un e não cumpriu ordens.

2) TER O MESMO NOME DO LÍDER DA NAÇÃO: chamar-se Dilma ou Temer aqui no Brasil é permitido, por lá ter o nome Kim não pode. A proibição foi emitida há mais de 3 anos –um ano antes de que o ditador assumisse o poder no lugar do pai, Kim Jong-il. O regime totalitário, caracterizado pelo extremo culto à personalidade dos líderes da dinastia Kim, exigiu que todos os cidadãos que se chamam “Kim Jong-un” mudem de nome “voluntariamente”, segundo o decreto, para destacar a personalidade única do “líder supremo”.

3) TER UMA BÍBLIA: em 2014, o americano Jeffrey Fowle, ficou preso por cinco meses na Coreia do Norte depois de deixar uma Bíblia no banheiro de um restaurante. Fowle, 56, foi preso por violar as regras de pregação religiosa do regime. Embora haja igrejas na Coreia do Norte, elas estão todas sob controle do Estado e o regime totalitário proíbe manifestações independentes de religiosidade.

4) TER UM PARENTE CRIMINOSO: segundo a lei norte-coreana, os familiares de alguém acusado por um crime são automaticamente considerados corresponsáveis. Como no conceito de Sippenhaft da Alemanha nazista, a argumentação é que em suas veias corre o sangue do criminoso.

5) ESCOLHER SUA PROFISSÃO: após concluir o estudo secundário e o serviço militar, com apenas 18 anos, Ahn Myeong Cheol, atualmente morando na Coreia do Sul, foi designado guarda de um campo de prisioneiros políticos, onde as regras eram extremamente rígidas.

6) USAR BIQUÍNI: as mulheres são proibidas de mostrar o umbigo no país de Kim Jong-un, mostrando o profundo conservadorismo que impregna esta sociedade comunista na qual a retidão moral é tão sagrada quanto a revolução.

7) ASSISTIR FILME OU OUVIR MÚSICA DE FORA DO PAÍS: na Coreia do Norte, assistir ou ouvir mídia estrangeira é considerado crime contra o Estado, passível de trabalhos forçados, prisão e até morte. A despeito disso, a popularidade dos filmes e programas de TV internacionais –contrabandeados para o país em pendrives e CDs e vendidos no mercado negro– não para de crescer. Existem níveis diferentes de punição. Se você for apanhado com um filme russo ou de Bollywood [Índia], é enviado para a prisão por três anos, mas, se o filme for sul-coreano ou americano, você é executado.

8) SORRIR, BEBER E FALAR ALTO EM DATAS ESPECÍFICAS: desde 1994, quando os norte-coreanos perderam seu primeiro líder, a cada 8 de julho está proibido sorrir, levantar a voz na rua, beber álcool ou dançar, embora ninguém cogite fazê-lo “porque todo o país está de luto”.

9) PORNOGRAFIA: pessoas são executadas publicamente por distribuir material pornográfico ou se prostituir. As execuções públicas são usadas como medida extrema do governo para suprimir as chamadas desordens públicas ou “formas aceleradas de capitalismo” no país.

10) DIRIGIR: só funcionários do governo têm permissão para ter um carro. É estimado que apenas uma a cada 100 pessoas no país tenha carro. As mulheres também são proibidas de dirigir, apesar de serem as guardas de trânsito.

11) LIGAR PARA FORA DO PAÍS: fazer uma ligação para alguém fora do Coreia do Norte pode levar à morte. Em 2007, um homem foi morto a tiros dentro de um estádio por fazer inúmeras chamadas internacionais.

12) DEIXAR O PAÍS: os norte-coreanos são proibidos de deixar o país sem permissão. Nem sequer passar um feriado na vizinha Coreia do Sul: certamente você será caçado.

13) ENTRAR NA INTERNET: Facebook? Mandar um inocente e-mail? Tuítar? Nada disso é possível no país de Kim Jong-un, que não tem internet livre, apenas um portal de propaganda estatal. Somente o governo, a elite, estrangeiros e jornalistas a trabalho têm acesso a conteúdo online, mas em uma rede com velocidade bem baixa.

bomba.jpg

– Um Vlog como teste?

Amigos, estou fazendo uma nova experiência: após sugestão, estou gravando temas do Blog em vídeos no YouTube. Na verdade, por enquanto, somente fiz o primeiro, de apresentação.

Tudo caseiro, bem amador, sem muita preocupação com edição. Como estou aprendendo, parece-me que não é errado chamar de Vlog (Blog em Vídeo). Ou melhor: Canal!

Não importa! O que vale é a intenção. Se você quiser me dar a honra de prestigiar e se inscrever, o endereço (abaixo) é:

https://www.youtube.com/channel/UCRT3Ds8ExBZppf6iTwFTsuA

– E se fosse aqui no Brasil?

Viram que loucura está o Peru?

Os 4 últimos presidentes “estão atolados até o pescoço” com envolvimento de corrupção junto à Odebrecht (que estrago a construtora brasileira provocou não só em nosso país, não?). Agora, o atual, Martín Vizcarra, quer diminuir seu próprio mandato em 1 ano, bem como o dos congressistas, “a fim de recomeçar o país”. Por lá, os deputados são extremamente malvistos.

Mas como fazer isso? Difícil responder… democraticamente, parece utopia.

Já imaginaram Lula ou Bolsonaro (ou qualquer outro “presidenciável”) pedindo menor tempo de mandato?

Em tempo: Vizcarra prometeu não se candidatar na próxima eleição.

Resultado de imagem para Martín Vizcarra

 

– Todos que governaram “revolucionaram” o país?

Um dia, FHC disse que revolucionou o Brasil com o Plano Real.

Outro dia, também Lula alardeou que revolucionou a nação com suas ações administrativas enfatizando em seu discurso dizendonunca antes nesse país.

Outrora, foi a vez da presidente Dilma Roussef, em entrevista à TV Al Jazeera (dê um Google para achar essa pérola) bater na tecla de que promoveu uma revolução social democrática em sua administração.

Por último, Michel Temer diz que mudou os rumos do país ao assumir a Presidência, revolucionando os caminhos da crise em rumo do crescimento econômico e da geração de emprego.

Ok, todos fizeram algumas coisas, acertando e errando. Mas com esses 4 últimos “revolucionários”, o Brasil continua igual em péssimos índices sociais e de corrupção.

Gozado, onde está essa revolução de fato? Será que ela virá DE VERDADE com Bolsonaro, ou teremos mais do mesmo? Afinal, esperar até 2022 para que um novo comandante tente de novo, vai ser dose. Mas confesso ter receio na competência de Jair, respeitosamente falando.

Se tudo o que se propagandeia é verdade, seriamos o Canadá, a Noruega, o Japão…

Imagem relacionada

– Mundo ensandecido, parte 2: Xico Graziano e Paulo Henrique Amorim

Quem somos nós para julgar o próximo, não?

Eu admirava o jornalista Paulo Henrique Amorim até o momento que ele surtou. Passou a ofender jornalistas (lembram do processo de racismo que ele sofreu?) e exagerar nas suas posições políticas (em momentos radicais). Dessa forma: permaneceu o meu respeito pelo profissional do jornalismo (que era muito competente), embora eu repudiasse suas opiniões. O mundo democrático deve ter esse respeito / educação.

Detesto fanatismo de Direita ou de Esquerda, pois deturpa as coisas. Aí eu vejo esse tuíte do Xico Graziano, conhecido político, falando sobre “santificar ou demonizar” quem morre. Na publicação, desrespeita a figura do recém-falecido. Mas a troco de quê?

Ora, se o cara se foi, respeite a dor de quem o tinha por estima. Mas louvar a morte de alguém por divergência política não é racional, nem razoável, nem humano.

Fique-se no silêncio pela boa educação. O fato de você não gostar da pessoa e permanecer quieto, não necessariamente te faz um admirador dela. Pra que ofensa gratuita?

Vocês já imaginaram o inferno que acontecerá com os extremistas que se tornaram radicais lulistas e bolsonaristas, se algum deles falecer hoje?

Fujamos das redes sociais nesse dia…

Abaixo, o infeliz tuíte citado de Graziano. Como podemos dizer que quem morreu é um canalha e ironiza para onde ele vai? E nós, para onde iremos?

– A Gestão Compartilha está em alta!

Quando se fala em democratização no gerenciamento organizacional, você encontrará termos como “administração participativa”, “gestão horizontal” e “organizações de hierarquia mínima”. Não importa, falamos da mesma coisa: o compartilhamento de ideias, decisões, soluções e criações.

As grandes empresas globais adotam isso, que são os modelos baseados no que fazem  “Google” ou da “Netflix”, mostrando como chefes e subordinados se relacionam beirando a informalidade e dividem a cumplicidade de ações.

Pois bem: na Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (Julho/2018), em matéria de Lara Silbiger, o assunto é tratado bem didático.

Por exemplo: “administrar compartilhando” seria ideal para empresas que…:

  1. Confia nos funcionários. Para abrir mão do controle tradicional, o empreendedor precisa ver os empregados como pessoas responsáveis, criativas e capazes de tomar decisões.
  2. Estão dispostas a apostar na distribuição das atividades de gestão entre equipes habilitadas e definir prioridades a planejar e a tomar decisões.
  3. Investem no engajamento e na formação de pessoas, uma vez que a adesão à gestão descentralizadas pressupõe uma chuva de aprendizagem.
  4. Adotam avaliações de desemprenho e reuniões de Feedback para fazer uma leitura mais precisa de quanto cada pessoa colabora para os resultados.
  5. Estão dispostas a discutir se a remuneração dos funcionários reflete, na mesma proporção, o valor que eles agregam aos resultados do negócio.
  6. Têm como alicerce uma gestão baseada em princípios de governança, como ética, responsabilidade, compliance e respeito à sustentabilidade.

Além disso, os modelos de gestão compartilhada poderiam ser com (seus prós e contras): Sociocracia, Holacracia, e Management 3.0 – mas aqui ficará para uma outra postagem.

Claro, para que isso funcione, são necessárias algumas atitudes descentralizadas, como:

  1. Envolva nas discussões todas as pessoas que serão impactos pela decisão ou que serão relevantes para a evolução da iniciativa.
  2. Valorize a diversidade de experiências e de competências das pessoas que formam o grupo.
  3. Descubra o que elas têm em comum e que pode alavancar a participação colaborativa, como metas, aspirações e valores.
  4. Evite crítica precoces e abra mão de defender só os seus pontos de vista. Escute cada proposta com foco nas contribuições que pode trazer para o negócio.
  5. Não tema as possíveis tensões. Elas são parte essencial do processo de geração de novas ideias.
  6. Identifique as semelhanças entre as pessoas. isso aumenta a confiança umas nas outras e ainda minimiza antagonismos.
  7. Crie um ambiente que estimule o convívio coletivo. Os espaços de trabalho devem favorecer a comunicação sem barreiras físicas.

De fato, a distância hierárquica das organizações está cada vez menor e não cabe mais tanto distanciamento entre os níveis de pessoal.

Resultado de imagem para gestão compartilhada