– Dever-se-ia protestar contra Temer sim (pacificamente). Mas para Lula, Dilma, Aécio e Alckmin também!

Perguntar não ofende: onde estavam os “pseudos guerrilheiros da democracia” quando Dilma fazia suas artes e Lula tentava dar o golpe como Ministro da Casa Civil? Não sei, só sei que ontem eles “quebraram e incendiaram” a Capital Federal. Puro vandalismo…

Desejo a prisão de Temer, Aécio, Lula, Dilma e tantos outros corruptos. Mas é curioso ver que os Sindicatos que promoveram baderna (sim, não foi protesto pacífico) não fizeram esses atos contra a corrupção contra os governantes anteriores.

Por quê será não? Os quase 14 milhões de desempregados surgiram nesse atual, criminoso e incompetente Governo Temer ou foram herança do igualmente criminoso e incompetente Governo anterior?

Fica a reflexão.

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– A Demissão de Reinaldo Azevedo e o Grampo de Andrea Neves

Viram que o jornalista Reinaldo Azevedo, amado por muitos e odiado pelo mesmo tanto, pediu demissão da Revista Veja após aparecer em conversa com Andrea, a irmã de Aécio Neves?

E olha que já ouvi o Reinaldo criticar (sem dó nem piedade – mas com razão) Lula, Dilma, PMDB, PSDB e recentemente o próprio Aécio.

Na conversa divulgada, ele criticou a capa da Revista Veja (onde trabalha) e dialogava com Andréa Neves como jornalista questionando a fonte. Não teve nada demais, nenhuma combinação de matéria tendenciosa ou outra coisa questionável para a investigação da Lava-Jato.

Sabe o que é preocupante? O fato de se divulgar uma conversa de jornalista com fonte – e que de nada era importante!

ACRÉSCIMO/ Atualizando: ele também pediu demissão da Jovem Pan, sendo o fim do “Os Pingos nos Is”.

Abaixo, a postagem do Reinaldo Azevedo em seu blog na Veja sobre o caso:

MEU ÚLTIMO POST NA VEJA

PF divulga trechos de conversa minha com Andrea Neves, uma das minhas fontes, em que faço críticas a uma reportagem da VEJA. Pedi demissão. Direção aceitou

Por Reinaldo Azevedo

Andrea Neves, Aécio Neves e perto de uma centena de outros políticos são minhas fontes. Trechos de duas conversas que mantive com Andrea, que estava grampeada, foram tornados públicos. Numa delas, faço uma crítica a uma reportagem da VEJA e afirmo que Rodrigo Janot é pré-candidato ao governo de Minas e que estava apurando essa informação. Em outro, falamos dos poetas Cláudio Manuel da Costa e Alvarenga Peixoto.

Fiz o que deveria fazer: pedi demissão — na verdade, mantenho um contrato com a VEJA e pedi o rompimento, com o que concordou a direção da revista.

Abaixo, segue a resposta que enviei ao BuzzFeed, que vai fazer ou já fez uma reportagem a respeito. Volto para encerrar. Mesmo!

Comecemos pelas consequências.

Pedi demissão da VEJA. Na verdade, temos um contrato, que está sendo rompido a meu pedido. E a direção da revista concordou.

1: não sou investigado;

2: a transcrição da conversa privada, entre jornalista e sua fonte, não guarda relação com o objeto da investigação;

3: tornar público esse tipo de conversa é só uma maneira de intimidar jornalistas;

4: como Andrea e Aécio são minhas fontes, achei, num primeiro momento, que pudessem fazer isso; depois, pensei que seria de tal sorte absurdo que não aconteceria;

5: mas me ocorreu em seguida: “se estimulam que se grave ilegalmente o presidente, por que não fariam isso com um jornalista que é crítico ao trabalho da patota?”;

6: em qualquer democracia do mundo, a divulgação da conversa de um jornalista com sua fonte seria considerada um escândalo. Por aqui, não;

7: tratem, senhores jornalistas, de só falar bem da Lava Jato, de incensar seus comandantes;

8: Andrea estava grampeada, eu não. A divulgação dessa conversa me tem como foco, não a ela;

9: bem, o blog está fora da VEJA. Se conseguir hospedá-lo em algum outro lugar, vocês ficarão sabendo;

10: o que se tem aí caracteriza um estado policial. Uma garantia constitucional de um indivíduo está sendo agredida por algo que nada tem a ver com a investigação;

11: e também há uma agressão a uma das garantias que tem a profissão. A menos que um crime esteja sendo cometido, o sigilo da conversa de um jornalista com sua fonte é um dos pilares do jornalismo.

ENCERRO – No próximo 24 de junho, meu blog completa 12 anos. Todo esse tempo, na VEJA. Foram muitos os enfrentamentos e me orgulho de todos eles. E também sou grato à revista por esses anos.

Nesse tempo, sob a direção de Eurípedes Alcântara ou de André Petry, sempre escrevi o que quis. Nunca houve interferência.

O saldo é extremamente positivo. A luta continua.

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– Venezuela e o Guru de Maduro

Você sabia que Nicolas Maduro, o ex-vice presidente de Hugo Chavez e que hoje é o mandatário da Venezuela, impondo uma ditadura sofrível e tornando o outrora rico país em uma sociedade comunista paupérrima, é seguidor do guru indiano Sathya Sai Baba?

Dessa forma, tornou-se um fanático místico, manifestando publicamente 3 “duvidosas” situações:

1) Disse que Chávez, falecido, lhe apareceu em formato de passarinho;

2) Atribuiu a eleição do Papa Francisco no conclave graças a intercessão de Chavez junto a Jesus; e

3) Criou a pedido de uma força superior o Ministério da Suprema Felicidade Social do Povo.

Tá bem o país vizinho ou não?

Enquanto isso, nossos irmãos venezuelanos cruzam a fronteira brasileira e, mesmo com o caos daqui, tentam uma vida melhor do que a Terra Natal deles, onde até papel higiênico falta!

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– 14 milhões de desempregados: sobre a greve, democracia, direito e vandalismo!

Há pouco o IBGE divulgou o índice de desemprego do Brasil: um recorde de mais de 14 milhões de brasileiros sem trabalho!

Curiosamente, hoje há a Greve Geral programada por algumas instituições. Lamentavelmente, vide quantas bandeiras vermelhas de movimentos radicais estão participando: MST, CUT e outros sindicatos.

Ôpa! Antes de criticar a postagem achando que sou de direita ou do partido X ou Y, sou apartidário, mas não alienado. Portanto, leia:

É claro que precisamos das reformas da Previdência e da Política, mas de maneira razoável. O trabalhador não pode ser onerado da forma que se pretende. A garantia dos direitos dos trabalhadores é fundamental, mas afrouxar o sem-número de obrigações do empregador, a fim de gerar mais emprego, idem.

O que me chama a atenção é: a data marcada! Uma sexta-feira, final de mês, emendando com o feriado prolongado? Além disso: o medo dos sindicalistas em perder a “boquinha” da poupada contribuição sindical que recebem. E o menos instruído (ou alienado, se você preferir), nem se manca ou faz vista grossa. E são os mesmos que acham que Lula e sua turma são pessoas honestas e que pensam no bem do cidadão. Diga-se o mesmo dos mais radicais ao contrário, iludidos por um tucanato de Aécio e Alckmim tão enrolado quanto os petistas.

E sabe o que mais dói? Ver tanto vagabundo e bandido tacando fogo em pneu nas rodovias, proibindo o direito de ir e vir das pessoas, usando maldosamente o discurso de “direito à greve” (que é sagrado, todos devem tê-lo) com a prática do vandalismo.

Por quê não se faz a manifestação em um domingo? Por quê forçar as pessoas que querem trabalhar a paralisar suas atividades? Por quê não respeitar a opinião alheia?

Insisto: eu sou contra as reformas da forma como foram propostas. Mas da maneira como se arquiteta esse protesto (com jeitão de coisa armada e com interesses de centrais sindicais tão nefastas), não compactuo.

Aliás: a herança do desemprego do nosso país não foi motivo de protesto dessa pessoal? Por quê MST, CUT e outros não saíram as ruas contra a corrupção do PT e de Lula (não vai dizer que ela não existiu) durante todo esse tempo? Dos 14 milhões de brasileiros na rua, a maior parte foi vitimada por essa cambada.

O pior é que existe uma geração tão crente em “notícia de WhatsApp”, afeita a Fake News, que dá dó… é o contraponto da geração que balança a cabeça para tudo: a que vê o “zip” e compartilha sem nem saber…

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– Descobrimento do Brasil. Você acredita?

Neste dia 22, a história conta que em 1500 foi Descoberto o Brasil. Pedro Álvares Cabral chegou nas nossas terras e fincou posse.

Ora, é sabido que já se conhecia sobre a existência das terras. Os portugueses apenas marcaram território. No Brasil, haviam pequenas colônias de navegadores aventureiros.

Mas aí vem um problema atual: as terras eram dos indígenas, e os colonizadores a tomaramHoje, nos confins do nosso território, os índios querem a demarcação de terras para fazer delas o que bem entenderem.

Cá entre nós: eles não são os verdadeiros donos do território? Vale refletir…

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– TSE e os novos partidos

Sabiam que há pedidos de 56 novos partidos políticos, a se somarem com os já exagerados 35 existentes?

Não dá para perceber nitidamente meia dúzia de ideologias, quanto mais quase 100! Dos pretendentes, existem: Partido Manancial de Direita, Partido Republicano Cristão (da Igreja Assembleia de Deus), Partido Nacional Indígena, Partido Muda Brasil (do condenado ao mensalão Valdemar da Costa Neto), o Novo Prona (em memória ao falecido Dr Enéas) e até o Partido Nacional Corintiano!

Não dá para levar a política brasileira a sério mesmo…

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– A Visão sobre a Imprensa de Lenin e Thomas Jefferson

Incrível como volta e meia a censura oficial ameaça a liberdade de imprensa. A imprensa é essencial para a democracia! Não me venha com a história de que a irresponsabilidade de alguns jornalistas é ruim; em todas as atividades há os bons e maus, e um enganador não dura muito tempo.

Digo isso pois leio uma matéria de alguns dias atrás, da Revista Veja, ed 2149, por Fabio Portela, com o título A Obsessão Totalitária“. Nela se compara duas frases emblemáticas de dois grandes líderes. Apenas reproduzo, pois ela se auto-explica:

UM TEMA, DUAS VISÕES

No século XVIII, o futuro presidente americano Thomas Jefferson já enxergava a liberdade de imprensa como um dos pilares da democracia. No século XX, o bolchevique Lenin inaugurou a doutrina esquerdista que vê no jornalismo independente uma ameaça a ser combatida.

“Se eu tivesse de decidir entre ter um governo sem jornais e ter jornais sem um governo, eu não hesitaria nem por um momento antes de escolher a segunda opção” – Thomas Jefferson, em 1787

“Dar à burguesia a arma da liberdade de imprensa é facilitar e ajudar a causa do inimigo. Nós não desejamos um fim suicida, então não a daremos” – Vladimir Lenin, em 1912

De fato, deve-se parabenizar o jornalista Fabio Portela por tal matéria, que mostra como uma verdadeira democracia tende a ganhar com a liberdade de imprensa, como defendida por Thomas Jefferson. Àqueles que têm algo a esconder e querem impedir o necessário trabalho da imprensa, e que se alinham perfeitamente ao pensamento lenista que desejam transformar Brasília em uma Nova Caracas, meus pêsames. Essa mesma imprensa e a população estão alertas, em nome do país.

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– Escola sem Partido: o que você pensa sobre isso?

De novo ele vem à tona?

Muita gente polemizando sobre o Projeto de Lei Escola Sem Partido” (como já aconteceu no ano passado). Em tese, os professores não poderiam emitir opinião política no ensino.

Quem é contra, afirma ser censura e que está sendo cerceada a liberdade de expressão. Quem é a favor, alega que se evite a doutrinação partidária em sala de aula.

Ambos tem certa razão. O ensino deve ser pleno e adequado. Devemos expor a realidade político-social em sala de aula sim, mas sem partidarismo.

Aqui um testemunho: já tive professores que eram verdadeiros cabos eleitorais. Não acho isso ético tampouco correto. É muito chato perceber que um lado só da situação é exposto.

Não vacilo em afirmar: o pluralismo de ideias é válido, sou contra doutrinadores. O que um professor fala é de extrema influência na formação do adolescente / jovem. Dessa forma, deve-se abordar todos os lados e incentivar o espírito crítico.

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– E a confusão na ACE Jundiaí?

Interminável essa novela das eleições na Associação Comercial Empresarial de Jundiaí, não?

Sou associado e conheço (não intimamente) o Regis Donatti Filho (candidato à reeleição) e Roberto Rezende (da oposição). Tenho por mim ambos como pessoas do bem. Uma pena que estejam ocorrendo desentendimentos entre eles (sem aqui fazer valor de juízo).

O Dirceu Cardoso (ou “Dirceuzinho” para os amigos), figuraça e pessoa boníssima, será o interventor escolhido pela Justiça até o fim do imbrólho.

Que tudo acabe bem, sem prejuízo para os comerciantes e/ou associados.

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– Trump barrando CNN e NYT?

Está parecendo garotinho mimado: o polêmico presidente americano Donald Trump proibiu a presença da Rede de Notícias CNN e do Jornal New York Times nas entrevistas coletivas na Casa Branca.

Motivo: eles criticam sua gestão…

Imaginem se um país contrariar os interesses desse cara? É guerra sem diálogo, certamente.

Trump não combina com o espírito democrático dos EUA, o tão propagado american way!

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– Censura cometida ou Regra cumprida? O Protesto da torcida do Paulista FC. 

A foto abaixo foi tirada por mim no jogo Paulista 0x2 Matonense, durante nossa transmissão pela Rádio Difusora. Quando falamos da existência desse protesto pacífico da torcida do Paulista (salvo engano, encabeçada pela Raça Tricolor), lembramos que não havia nada de condenável por tal ato. As orientações da FIFA proíbem (gostemos ou não) faixas com manifestações politico-partidárias, religiosas, racistas, homofóbicas e contra o organizador do evento. Nada impede de você criticar o cartola do seu clube. 

A PM retirou as faixas dos torcedores. Mas qual a justificativa?

NENHUMA. Qual das orientações foi violada?

Sem saber, talvez por excesso de autoridade ou pura ignorância, foi censurado tal protesto dos torcedores. 

– A Censura Chinesa e o Ocidente nada faz!

Para fazer negócios com a China, grandes empresas de comunicação aceitam “numa boa” a censura imposta pelo governo ditador.

Palavras como “Democracia”, “Direitos Humanos” e outras que remetam à Liberdade de Expressão são simplesmente banidas. Apple e Google obedecem as ordens de Pequim. Facebook e Twitter são proibidos de atuarem por lá.

Nesta semana, mais um caso de proibição, abaixo, extraído de: http://istoe.com.br/a-censura-chinesa/

A CENSURA CHINESA

Depois de bloquear acesso a redes sociais, governo de Xi Jinping exige que a Apple remova de sua loja no país o aplicativo do jornal “The New York Times”

No país mais populoso do planeta, os cidadãos são proibidos de acessar redes sociais como Facebook e Twitter. Nem mesmo pesquisas na internet pelo Google são toleradas. Há duas semanas, os chineses foram surpreendidos com mais uma forma de censura: o aplicativo que permitia acessar as notícias do jornal “The New York Times” por meio do sistema iOS também foi banido. O site do jornal americano já havia sido bloqueado na China em 2012, após a publicação de um artigo que detalhava a fortuna do ex-primeiro ministro Wen Jiabao e sua família. A pedido do governo do presidente Xi Jinping, a Apple, fabricante do iPhone e do iPad, removeu o aplicativo de sua loja no país.

Em junho, a agência de administração do ciberespaço da China baniu aplicativos que possam “publicar ou divulgar informações proibidas”. As restrições incluem “participar de atividades que coloquem em risco a segurança nacional, interrompam a ordem social ou violem os interesses e direitos legítimos de outros”. É difícil imaginar de que forma o “The New York Times” viola essas normas.

Curiosamente, ao acatar o pedido do PC chinês a Apple vai contra a liberdade que sempre pregou. No ano passado, a empresa recusou um pedido do governo dos Estados Unidos para desbloquear o iPhone de um suspeito de terrorismo. Na época, Tim Cook, o sucessor de Steve Jobs, disse que seria um precedente perigoso, “que ameaça as liberdades civis.”

RETROCESSO
A mudança de postura tem explicação econômica. A China é o terceiro maior mercado da Apple, com uma receita de US$ 8,8 bilhões apenas no quarto trimestre do ano passado. A maior concorrência de rivais domésticos, contudo, tem feito as vendas caírem. O faturamento recuou 30% em 2016. Tim Cook visitou a China algumas vezes no ano passado para tentar recuperar os clientes perdidos.

Para o governo chinês, todos os sites estrangeiros vistos como uma ameaça ao Partido Comunista são automaticamente afastados do alcance dos cidadãos. Wikipédia, Youtube, Instagram e até o Linkedin entram na lista de sites proibidos no país.

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– Fidel Castro e o espanto / encanto com a Web

Fidel Castro, que se foi há pouco tempo, descobriu a Internet somente em 2010. E quando o fez, disse:

Estamos diante da arma mais poderosa que já existiu: a comunicação”.

Para a maioria dos cidadãos do mundo desenvolvido (e dos países em desenvolvimento também), isso é uma realidade. E para que a comunicação seja sempre plena, deve existir liberdade de expressão e democracia (coisas que não existem em Cuba, na China ou Coréia do Norte).

Deve ser por tal motivo o “pé atrás” de Fidel? Permitir comunicação sem censura seria sinônimo da queda da ditadura em Havana?

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– A Carta Capital tem um Perfil Fake ou escreveram a sério?

Custa a crer que não “sabotaram” o redator do twitter da Revista Carta Capital: um dos tuítes do perfil @cartacapital diz: “Queimar ônibus é uma das expressões da luta pelo direito humano ao transporte público”.

Ô louco! Isso é incitação à violência, uma grande bobagem. Manifestações, sejam quais forem elas, em uma sociedade democrática e ideal devem ser pacíficas. Aliás, se isso fosse correto, imagine se os manifestantes ateassem fogo nas redações em nome do direito humano de livre expressão”?

Pisada total na bola.

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– Dória, o Gari: demagogia ou simbolismo positivo?

O novo prefeito de São Paulo, João Dória, às 06h da manhã se vestiu como Gari (juntamente com seus secretários) para simbolizar a limpeza de uma nova SP e disposição para trabalhar.

Populismo?

Talvez… não precisa fazer isso, não? É só trabalhar honestamente.

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