– Sobre Martelos e Pregos!

Sábio Barack Obama… os EUA (e em especial o mundo) eram melhor articulados com ele do que com Trump!

Olha só a frase:

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– As coisas proibidas pela Coreia do Norte!

O regime norte-coreano de Kim Jon-un é ditatorial ao extremo. Mas além de assustar o mundo com seu desejo doentio de explodir mísseis, é marcado pelas mais diversas proibições.

Olha só cada maluquice,

Extraído de: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2015/05/21/conheca-13-coisas-que-voce-faz-todo-dia-e-sao-ilegais-na-coreia-do-norte.htm?cmpid=tw-uolnot

CONHEÇA 13 COISAS QUE VOCÊ FAZ TODO DIA E SÃO ILEGAIS NA COREIA DO NORTE:

A Coreia do Norte é um dos países mais isolados do mundo. Comandado desde 2011 por Kim Jong-un, o terceiro “líder supremo”, o país tem uma legislação rigorosa sobre atitudes consideradas simples e corriqueiras em países democráticos.

As atividades consideradas ilegais podem ser punidas com trabalhos forçados, prisão e pena de morte. Muitas das execuções são públicas. Os campos de detenção do país –muitas vezes com trabalhos forçados– são secretos, porém alguns desertores já relataram à ONU (Organização das Nações Unidas) os horrores do que ocorre por lá.

Veja abaixo 13 atividades simples que são consideradas ilegais no país liderado por Kim Jong-un:

1) DORMIR DURANTE UMA REUNIÃO: dormir enquanto o chefe fala? Nada disso. O ministro da Defesa da Coreia do Norte foi executado com um tiro de bateria antiaérea em frente a centenas de pessoas por ter mostrado deslealdade ao presidente. Segundo o serviço secreto sul-coreano, Hyon teria adormecido durante um evento com Kim Jong-un e não cumpriu ordens.

2) TER O MESMO NOME DO LÍDER DA NAÇÃO: chamar-se Dilma ou Temer aqui no Brasil é permitido, por lá ter o nome Kim não pode. A proibição foi emitida há mais de 3 anos –um ano antes de que o ditador assumisse o poder no lugar do pai, Kim Jong-il. O regime totalitário, caracterizado pelo extremo culto à personalidade dos líderes da dinastia Kim, exigiu que todos os cidadãos que se chamam “Kim Jong-un” mudem de nome “voluntariamente”, segundo o decreto, para destacar a personalidade única do “líder supremo”.

3) TER UMA BÍBLIA: em 2014, o americano Jeffrey Fowle, ficou preso por cinco meses na Coreia do Norte depois de deixar uma Bíblia no banheiro de um restaurante. Fowle, 56, foi preso por violar as regras de pregação religiosa do regime. Embora haja igrejas na Coreia do Norte, elas estão todas sob controle do Estado e o regime totalitário proíbe manifestações independentes de religiosidade.

4) TER UM PARENTE CRIMINOSO: segundo a lei norte-coreana, os familiares de alguém acusado por um crime são automaticamente considerados corresponsáveis. Como no conceito de Sippenhaft da Alemanha nazista, a argumentação é que em suas veias corre o sangue do criminoso.

5) ESCOLHER SUA PROFISSÃO: após concluir o estudo secundário e o serviço militar, com apenas 18 anos, Ahn Myeong Cheol, atualmente morando na Coreia do Sul, foi designado guarda de um campo de prisioneiros políticos, onde as regras eram extremamente rígidas.

6) USAR BIQUÍNI: as mulheres são proibidas de mostrar o umbigo no país de Kim Jong-un, mostrando o profundo conservadorismo que impregna esta sociedade comunista na qual a retidão moral é tão sagrada quanto a revolução.

7) ASSISTIR FILME OU OUVIR MÚSICA DE FORA DO PAÍS: na Coreia do Norte, assistir ou ouvir mídia estrangeira é considerado crime contra o Estado, passível de trabalhos forçados, prisão e até morte. A despeito disso, a popularidade dos filmes e programas de TV internacionais –contrabandeados para o país em pendrives e CDs e vendidos no mercado negro– não para de crescer. Existem níveis diferentes de punição. Se você for apanhado com um filme russo ou de Bollywood [Índia], é enviado para a prisão por três anos, mas, se o filme for sul-coreano ou americano, você é executado.

8) SORRIR, BEBER E FALAR ALTO EM DATAS ESPECÍFICAS: desde 1994, quando os norte-coreanos perderam seu primeiro líder, a cada 8 de julho está proibido sorrir, levantar a voz na rua, beber álcool ou dançar, embora ninguém cogite fazê-lo “porque todo o país está de luto”.

9) PORNOGRAFIA: pessoas são executadas publicamente por distribuir material pornográfico ou se prostituir. As execuções públicas são usadas como medida extrema do governo para suprimir as chamadas desordens públicas ou “formas aceleradas de capitalismo” no país.

10) DIRIGIR: só funcionários do governo têm permissão para ter um carro. É estimado que apenas uma a cada 100 pessoas no país tenha carro. As mulheres também são proibidas de dirigir, apesar de serem as guardas de trânsito.

11) LIGAR PARA FORA DO PAÍS: fazer uma ligação para alguém fora do Coreia do Norte pode levar à morte. Em 2007, um homem foi morto a tiros dentro de um estádio por fazer inúmeras chamadas internacionais.

12) DEIXAR O PAÍS: os norte-coreanos são proibidos de deixar o país sem permissão. Nem sequer passar um feriado na vizinha Coreia do Sul: certamente você será caçado.

13) ENTRAR NA INTERNET: Facebook? Mandar um inocente e-mail? Tuítar? Nada disso é possível no país de Kim Jong-un, que não tem internet livre, apenas um portal de propaganda estatal. Somente o governo, a elite, estrangeiros e jornalistas a trabalho têm acesso a conteúdo online, mas em uma rede com velocidade bem baixa.

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– Uma sociedade que impede a declaração do voto! E as Rede Antissociais?

Fico assustado com tamanha intolerância política em nosso país. Quem pensa em votar diferente do outro, para esse, se torna simplesmente inimigo? Parece que sim.

Mas como isso aconteceu?

Claro, será a velha explicação do já batido discurso de “nós” contra “eles”, num sentido bem vago de quem é quem.

O que vale observar é o hoje – ou seja, a democracia atual. A dualidade de pensamento vem do fanatismo de alguns grupos, o que é péssimo para todos.

Repararam que muitas empresas sabiamente fazem questão de não se pronunciarem quanto ao apoio ao candidato A ou pelo candidato B? Com a neutralidade, não causam irritação de seus consumidores mais exacerbados. Entretanto, isso não impede que seus funcionários se pronunciem (mas não em nome da organização) fora do ambiente de trabalho.

Celebridades, em especial, precisam tomar cuidado. Um artista de novela (como outrora Antonio Fagundes), um jogador de futebol (como Felipe Melo) ou até mesmo um religioso (como Silas Malafaia) sabem que representam multidões e tem seus admiradores / seguidores. Devem tomar cuidado para não misturarem o personagem / pessoa pública com a instituição – e nos casos citados: Globo, Palmeiras e Assembleia de Deus, respectivamente.

Eu não ouso mais declarar meu voto! Até porque está difícil encontrar o candidato ideal. Viram os extremos? De Bolsonaro a Boulos, de PSDB a PT, da Direita até a Esquerda, todo radical está muito chato e destruindo as Redes Sociais, que viraram campos de batalha – verdadeiros lugares antissociais, com fake news para todos os gostos.

Na minha casa e entre meus amigos, ninguém perdeu amizade ou brigou por Política. Não vale a pena e não temos “candidato de estimação”. Acho até mesmo patético essas pessoas se auto-destruindo por picaretas que já cansaram de roubar dinheiro público e ludibriar o eleitor. Entretanto, o fanatismo faz com que o lado errado seja sempre o outro, cegando o fanático eleitor.

Aliás, qual partido tem ideologia? Bolsonaro é do PSL (ele é realmente liberal?). PT tem nomes como Genoíno, José Dirceu e Gleise (alguém deles já trabalhou de verdade?). Alckmin, FHC, Serra e Aécio são do PSDB (social / socialista é nomenclatura de partido esquerdista!). E por aí vai…

Lamento que ainda tenhamos espaços para Jucás, Renans, Collors, Mourões e Lulas em nosso país. Mas não é por isso que devo desrespeitar quem vota neles.

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– O histórico debate dos candidatos à presidência de 1989!

Uma relíquia: o confronto dos Presidentes à República de 1989, apresentado por Marília Gabriela na TV Bandeirantes – na época, o debate foi chamado de 1o encontro de presidenciáveis (nunca tinha ocorrido um evento assim na história Inteira do Brasil.

Há algumas pérolas: Paulo Maluf falando da necessidade urgente de combater a corrupção (é mole?)! Tem Leonel Brizola, Lula, Mário Covas, Afonso Camargo, Aureliano Chaves, Ronaldo Caiado, Afif e Roberto Freire… (faltaram: Ulisses Guimarães e Fernando Collor de Melo).

Sabe o que é mais incrível? Os quase 30 anos que nos separam desse vídeo mostram que os problemas basicamente são os mesmos!

Assista em: https://youtu.be/zlk8x9QguR8

– A culpa é da imprensa? Sobre os “guardiões de políticos”.

O fanatismo cega. Na Política, isso se tornou algo que enoja, devido a radicalidade exercida e o ódio que despertou em muito eleitor apaixonado.

No Rio de Janeiro, criou-se um grupo de “Guardiões do Prefeito Crivella”, a fim de blindar o político de críticas, impedindo o trabalho de jornalistas (a não ser, claro, que seja chapa-branquismo).

Estamos enlouquecendo!

Aqui a reportagem com vídeo, em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/08/31/guardioes-de-crivella-funcionarios-da-prefeitura-fazem-plantao-na-porta-de-hospitais-para-atrapalhar-reportagens-sobre-a-saude-do-rio.ghtml

Fanatismo Político: como entender tamanha cegueira? | DISCUTINDO  CONTEMPORANEIDADES

– Moderados dialogam, os Radicais trombam!

Sensacional a reportagem sobre os jovens moderados “esquerdistas e direitistas” do Brasil. Nada de fanáticos e alucinados! E olhe que é uma matéria que tem 3 anos, mas que poderia servir de exemplo para muitos lunáticos hoje.

A nova realidade a surgir é composta por jovens de esquerda, não-radicais, não alienados ao lulopetismo somados com os jovens de direita, democráticos, não radicalizados em diálogo social. Um contraponto aos extremistas atuais.

Ótimo! Esse é o ideal da sociedade brasileira, que deve ter acima de tudo…bom senso. Xô radicalismo, viva a moderação!

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– Polícia menstrual: o Costume que assusta em uma Ditadura

Leio a indicação para um livro da escritora chinesa Liija Zhang, intitulado “A garota da Fábrica de Mísseis”.

A autora, que também é jornalista, conta os tempos difíceis do Interior da China, trabalhando em fábricas do Governo, onde a Polícia Menstrual fiscalizava se as operárias não estavam grávidas.

Mundo cão, não? De certo, em algumas cidades de lá ainda existe isso…

Gaio Doria: O mito da ditadura na China - Vermelho

– É censura ou não? É loucura conspiratória ou não?

Allan dos Santos, do Blog pró-Bolsonaro Terça Livre, está presente na Internet mas com paradeiro desconhecido. Ele é uma das pessoas “bloqueadas nas Redes Sociais” pelo Ministro do Supremo Alexandre de Moraes, que o acusa de Fake News.

Uma coisa é ter liberdade de expressão. Outra, é produzir mentira para prejudicar alguém. Deixemos as coisas bem claras quanto a esse entendimento. Quem se sentir prejudicado, processe a pessoa. Mas… o STF entrar na parada não é um tremendo exagero? E isso vale para a Esquerda, Direita ou Centro.

Por outro lado, achei curioso o vídeo em que diz que, se acontecer algo a ele, será culpa de várias pessoas e instituições citadas, entre elas, da… embaixada da Coreia do Norte!

Temos uma leva de gente que vive alucinado por teorias conspiratórias?

Sinceramente, acho que as pessoas andam “pilhadas demais” e se fanatizaram tanto por Política que tais loucuras (de ambos lados) tornam-se mais constantes…

Grave! Allan dos Santos denuncia golpe do STF em coluio com ...

 

– E se o Brasil fosse parlamentarista?

Puxa, que medo!

Assisti Gilmar Mendes e Michel Temer debatendo sobre o ideal sistema de Governo para o Brasil, e para eles, seria o Parlamentarismo!

Só pelo fato deles pensarem isso, já me assusta. Afinal, não são “referências ideológicas para mim”, mas respeito a opinião desses senhores. Porém, com o atual Congresso Nacional, imaginaram um deputado de lá como Primeiro Ministro da Nação?

Apesar de produzir “Lulas e Bolsonaros”, o presidencialismo ainda é o “sistema menos ruim”. Aliás, lembrem-nos que eles também foram deputados deste mesmo Congresso…

Como funciona o sistema político em diferentes países | by Debora ...

– Hélio Schwartsman, a opinião polêmica da “morte do presidente” e o desdobramento

Repercutiu bastante o artigo escrito na Folha de São Paulo pelo colunista Hélio Schwartsman, entitulado: “Por que torço para que Bolsonaro morra”, com a chamada de que “o presidente prestaria na morte o serviço que foi incapaz de ofertar em vida”.

É inegável que as duras palavras e a insensibilidade do título e do destaque trazem desconforto. Mas há de se ler o texto (mesmo a contragosto) e entender algo que é coerente ao autor: ele defende a plena e irrestrita liberdade de expressão. Me lembro de colunas onde ele fala da permissão de se falar de tudo, inclusive da defesa do racismo e do antissemitismo (sendo ele judeu).

Eu discordo de que a Liberdade de Expressão seja confundida com a apologia às coisas criminosas. Porém, defender a morte do presidente pela doença entraria, talvez, numa outra categoria: a da desumanidade!

Não sei se é algo para a Justiça dos homens julgar. Antes da doença confirmada, falei da questão de “nunca torcer pela morte de ninguém” (e me referi ao câncer de Lula e, no momento, da suposta contaminação por Covid-19 de Bolsonaro, em: https://wp.me/p4RTuC-quZ), mas sei que a minha opinião é “somente a minha opinião”. Todos têm permissão de agir conforme sua crença ou desejo, desde que não seja socialmente condenável (e se for, aí é outra história).

Leio que a própria Folha de São Paulo, em Editorial, foi numa linha diferente de Hélio Schwartsman, desejando boa recuperação. E leio também que o Ministro André Mendonça pediu para a Polícia Federal investigar o colunista.

Seria para tanto? Se for, quantas pessoas escreveram a mesma coisa que ele nas Redes Sociais e quantas outras fizeram o mesmo por Lula na época do seu tratamento?

Insisto: defendo a vida, e se A, B ou C, sendo presidente ou um simples cidadão anônimo transgredir, que se resolva durante os “90 minutos do jogo da vida”.

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– A Gestão Compartilhada está em alta!

Quando se fala em democratização no gerenciamento organizacional, você encontrará termos como “administração participativa”, “gestão horizontal” e “organizações de hierarquia mínima”. Não importa, falamos da mesma coisa: o compartilhamento de ideias, decisões, soluções e criações.

As grandes empresas globais adotam isso, que são os modelos baseados no que fazem  “Google” ou da “Netflix”, mostrando como chefes e subordinados se relacionam beirando a informalidade e dividem a cumplicidade de ações.

Pois bem: na Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (Julho/2018), em matéria de Lara Silbiger, o assunto é tratado bem didático.

Por exemplo: “administrar compartilhando” seria ideal para a empresa que…:

  1. Confia nos funcionários. Para abrir mão do controle tradicional, o empreendedor precisa ver os empregados como pessoas responsáveis, criativas e capazes de tomar decisões.
  2. Estão dispostas a apostar na distribuição das atividades de gestão entre equipes habilitadas e definir prioridades a planejar e a tomar decisões.
  3. Investem no engajamento e na formação de pessoas, uma vez que a adesão à gestão descentralizadas pressupõe uma chuva de aprendizagem.
  4. Adotam avaliações de desempenho e reuniões de Feedback para fazer uma leitura mais precisa de quanto cada pessoa colabora para os resultados.
  5. Estão dispostas a discutir se a remuneração dos funcionários reflete, na mesma proporção, o valor que eles agregam aos resultados do negócio.
  6. Têm como alicerce uma gestão baseada em princípios de governança, como ética, responsabilidade, compliance e respeito à sustentabilidade.

Além disso, os modelos de gestão compartilhada poderiam ser com (seus prós e contras): Sociocracia, Holacracia, e Management 3.0 – mas aqui ficará para uma outra postagem.

Claro, para que isso funcione, são necessárias algumas atitudes descentralizadas, como:

  1. Envolva nas discussões todas as pessoas que serão impactos pela decisão ou que serão relevantes para a evolução da iniciativa.
  2. Valorize a diversidade de experiências e de competências das pessoas que formam o grupo.
  3. Descubra o que elas têm em comum e que pode alavancar a participação colaborativa, como metas, aspirações e valores.
  4. Evite crítica precoces e abra mão de defender só os seus pontos de vista. Escute cada proposta com foco nas contribuições que pode trazer para o negócio.
  5. Não tema as possíveis tensões. Elas são parte essencial do processo de geração de novas ideias.
  6. Identifique as semelhanças entre as pessoas. isso aumenta a confiança umas nas outras e ainda minimiza antagonismos.
  7. Crie um ambiente que estimule o convívio coletivo. Os espaços de trabalho devem favorecer a comunicação sem barreiras físicas.

De fato, a distância hierárquica das organizações está cada vez menor e não cabe mais tanto distanciamento entre os níveis de pessoal.

Área Central

– Um país livre e com ideologias políticas respeitadas.

LIBERDADE – Democracia, Demagogia e Hipocrisia. Nada pode ser resolvido com radicalismo, fanatismo, paixão e falsidade!

Precisamos de união, mansidão, competência e honestidade para resolver os problemas do Brasil.

Dissertando sobre isso em: https://www.youtube.com/watch?v=F-VyNTCMz9c

– Paulo Autuori e a Punição da FERJ

Quer dizer que a FERJ (ou melhor: o “seu TJD”) puniu com 15 dias o treinador Paulo Autuori por críticas ao Cariocão?

Quem vê, pensa que a Federação Carioca está promovendo um excepcional torneio. Me lembrei de Eurico Miranda, que dizia à Globo: “vocês não podem criticar o campeonato que vocês compram, pois desvaloriza o produto”.

Por essa lógica, só se pode falar bem do Cariocão 2020. E as críticas negativas devem ser proibidas, pois é permitido elogiar!

Lamentável…

Autuori chegou a pedir demissão do Botafogo por não compactuar com ...

– Até onde tudo deve ser encarado como Liberdade de Expressão? O texto que irritou Alexandre de Moraes:

Liberdade de Expressão é uma coisa; incitação à violência, é outra!

Pois bem: tenho enormes restrições sobre o Ministro do STF Alexandre de Moraes, mas ele está com razão na questão da incitação à violência. Criticar é uma coisa permitida, mas promover palavras e ideias criminosas é outra.

O texto que revoltou o Ministro (e com razão) é dessa advogada gaúcha, (postado em Novembro de 2019). Ao ler, na imagem, diga: não é algo condenável?

“Que estuprem e matem as filhas dos Ordinários Ministros do STF”.

Postado publicamente em Redes Sociais, foi extremamente indelicada. Aqui, com tais dizeres, é impossível entender como algo aceitável.