– Todos que governaram “revolucionaram” o país?

Um dia, FHC disse que revolucionou o Brasil com o Plano Real.

Outro dia, também Lula alardeou que revolucionou a nação com suas ações administrativas enfatizando em seu discurso dizendonunca antes nesse país.

Outrora, foi a vez da presidente Dilma Roussef, em entrevista à TV Al Jazeera (dê um Google para achar essa pérola) bater na tecla de que promoveu uma revolução social democrática em sua administração.

Por último, Michel Temer diz que mudou os rumos do país ao assumir a Presidência, revolucionando os caminhos da crise em rumo do crescimento econômico e da geração de emprego.

Ok, todos fizeram algumas coisas, acertando e errando. Mas com esses 4 últimos “revolucionários”, o Brasil continua igual em péssimos índices sociais e de corrupção.

Gozado, onde está essa revolução de fato? Será que ela virá DE VERDADE com Bolsonaro, ou teremos mais do mesmo? Afinal, esperar até 2022 para que um novo comandante tente de novo, vai ser dose. Mas confesso ter receio na competência de Jair, respeitosamente falando.

Se tudo o que se propagandeia é verdade, seriamos o Canadá, a Noruega, o Japão…

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– Mundo ensandecido, parte 2: Xico Graziano e Paulo Henrique Amorim

Quem somos nós para julgar o próximo, não?

Eu admirava o jornalista Paulo Henrique Amorim até o momento que ele surtou. Passou a ofender jornalistas (lembram do processo de racismo que ele sofreu?) e exagerar nas suas posições políticas (em momentos radicais). Dessa forma: permaneceu o meu respeito pelo profissional do jornalismo (que era muito competente), embora eu repudiasse suas opiniões. O mundo democrático deve ter esse respeito / educação.

Detesto fanatismo de Direita ou de Esquerda, pois deturpa as coisas. Aí eu vejo esse tuíte do Xico Graziano, conhecido político, falando sobre “santificar ou demonizar” quem morre. Na publicação, desrespeita a figura do recém-falecido. Mas a troco de quê?

Ora, se o cara se foi, respeite a dor de quem o tinha por estima. Mas louvar a morte de alguém por divergência política não é racional, nem razoável, nem humano.

Fique-se no silêncio pela boa educação. O fato de você não gostar da pessoa e permanecer quieto, não necessariamente te faz um admirador dela. Pra que ofensa gratuita?

Vocês já imaginaram o inferno que acontecerá com os extremistas que se tornaram radicais lulistas e bolsonaristas, se algum deles falecer hoje?

Fujamos das redes sociais nesse dia…

Abaixo, o infeliz tuíte citado de Graziano. Como podemos dizer que quem morreu é um canalha e ironiza para onde ele vai? E nós, para onde iremos?

– A Gestão Compartilha está em alta!

Quando se fala em democratização no gerenciamento organizacional, você encontrará termos como “administração participativa”, “gestão horizontal” e “organizações de hierarquia mínima”. Não importa, falamos da mesma coisa: o compartilhamento de ideias, decisões, soluções e criações.

As grandes empresas globais adotam isso, que são os modelos baseados no que fazem  “Google” ou da “Netflix”, mostrando como chefes e subordinados se relacionam beirando a informalidade e dividem a cumplicidade de ações.

Pois bem: na Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (Julho/2018), em matéria de Lara Silbiger, o assunto é tratado bem didático.

Por exemplo: “administrar compartilhando” seria ideal para empresas que…:

  1. Confia nos funcionários. Para abrir mão do controle tradicional, o empreendedor precisa ver os empregados como pessoas responsáveis, criativas e capazes de tomar decisões.
  2. Estão dispostas a apostar na distribuição das atividades de gestão entre equipes habilitadas e definir prioridades a planejar e a tomar decisões.
  3. Investem no engajamento e na formação de pessoas, uma vez que a adesão à gestão descentralizadas pressupõe uma chuva de aprendizagem.
  4. Adotam avaliações de desemprenho e reuniões de Feedback para fazer uma leitura mais precisa de quanto cada pessoa colabora para os resultados.
  5. Estão dispostas a discutir se a remuneração dos funcionários reflete, na mesma proporção, o valor que eles agregam aos resultados do negócio.
  6. Têm como alicerce uma gestão baseada em princípios de governança, como ética, responsabilidade, compliance e respeito à sustentabilidade.

Além disso, os modelos de gestão compartilhada poderiam ser com (seus prós e contras): Sociocracia, Holacracia, e Management 3.0 – mas aqui ficará para uma outra postagem.

Claro, para que isso funcione, são necessárias algumas atitudes descentralizadas, como:

  1. Envolva nas discussões todas as pessoas que serão impactos pela decisão ou que serão relevantes para a evolução da iniciativa.
  2. Valorize a diversidade de experiências e de competências das pessoas que formam o grupo.
  3. Descubra o que elas têm em comum e que pode alavancar a participação colaborativa, como metas, aspirações e valores.
  4. Evite crítica precoces e abra mão de defender só os seus pontos de vista. Escute cada proposta com foco nas contribuições que pode trazer para o negócio.
  5. Não tema as possíveis tensões. Elas são parte essencial do processo de geração de novas ideias.
  6. Identifique as semelhanças entre as pessoas. isso aumenta a confiança umas nas outras e ainda minimiza antagonismos.
  7. Crie um ambiente que estimule o convívio coletivo. Os espaços de trabalho devem favorecer a comunicação sem barreiras físicas.

De fato, a distância hierárquica das organizações está cada vez menor e não cabe mais tanto distanciamento entre os níveis de pessoal.

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– Pra quê, Ministro?

Disse ontem nosso Ministro da Educação Abraham Weintraub, via twitter:

“No passado, o avião presidencial já transportou drogas em maior quantidade. Alguém sabe o peso do Lula ou da Dilma?”

Pra quê?

Criar polêmica desnecessária com o Brasil já estando dividido, é totalmente imprudente!

Ô país que – dos dois lados radicais – ainda está em campanha por um 3o turno que não existe. É hora de somar a nação, juntar as inteligências independente de ideologia, ser patriota de verdade, e não fazer piadinha que leva os adversários políticos a uma maior cizânia.

Nosso Brasil pode ter discordância política, pois vivemos numa democracia mas sempre respeitosa e com críticas construtivasO que não pode é fanatismo cego nem  autoridade fazendo brincadeira de estudante colegial sem qualquer tipo de sensibilidade.

(A referência foi feita por conta da prisão de um militar no avião da FAB, discutimos ela aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/06/27/quem-e-o-militar-com-cocaina-no-aviao-da-fab/)

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– “Isentão?” É esse o termo de deboche que está na moda por parte daqueles que gostam de rachar o Brasil e ironizar quem não é fanático…

Li que na última entrevista que Lula deu na cadeia, duvidou da facada de Bolsonaro, ironizando que não tinha sangue, que protegeram o agressor e outras coisas repugnantes.

Que insensibilidade. Como a Política é nojenta! As autoridades que deveriam se dar o respeito, adoram criar fake news demagogicamente. Me parece tão ridícula tal afirmação igualmente como aquelas que debocharam da morte de Marielle por milicianos e do funeral da dona Marisa Letícia.

São esses os nossos estadistas?

Aliás, acrescento os  exemplos de repugnância do país: áudios vazados de Lula e Dilma foram comemorados pela Direita na ocasião. E agora a mesma turma critica os vazamentos do Telegram de Sérgio Moro, fazendo a Esquerda vibrar. Pode?

Êta nação hipócrita. Mais sensatez, Brasil. Não é esse legado (de fanáticos e partidários radiciais doentes) que queremos deixar para os nossos filhos. Precisamos de gente coerente, isenta, honesta e sem interesse pessoal, que governe para o TODO, e não para um lado apenas.

Não é questão de ser isento ou em cima do muro, é de discordar do radicalismo que tanto está fazendo mal entre os brasileiros, que, por conta da Política (e do fanatismo), resolveu se dividir em dois lados (como se o mundo fosse bipolar e como se só existissem dois grupos políticos – ou até mesmo somente Esquerda e Direita, que é um conceito “vencido” há tempos). 

Dizer o quê, se para a Direita ou para a Esquerda a única forma de concordância é bradar àqueles que não admiram nem os métodos de Bolsonaro tampouco os de Lula de “isentão…”(como se fosse algo pejorativo). É a turma que quer te obrigar a ser apaixonado por algum político Lula ou Bolsonaro – criando o termo “político de estimação”… E aí daqueles que não aderirem!

Sai dessa onda, Brasil.

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– A quem um Advogado servirá?

Por conta dos episódios lamentáveis que envolveram meses atrás João de Deus, o jornalista Augusto Nunes, tempos atrás, leu na Rádio Jovem Pan uma “carta do respeitado jurista Heráclito Fontoura Sobral Pinto aos advogados em geral”, datada dos anos 1940, onde procura dissertar: qual é a função verdadeira do advogado?

Seria ela, incontestavelmente, defender o Direito do seu cliente? Ou seria ela promover a Justiça?

Esse debate surgiu pelo fato de existirem, segundo a lógica do documento, causas indefensáveis e que um correto advogado não aceitaria defender por questão da própria Justiça! A não ser que caia em tentação e minta para socorrer seu cliente.

Fica a questão: um bom advogado deve mentir? Mas não estamos falando justamente de Justiça, Ética, Honestidade… valores indiscutíveis à nossa sociedade?

Diante de tudo isso, vale refletir: por quê a modelo Najila, que acusa Neymar de estupro, está no seu 4º advogado, pois outros desistiram da causa?

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– É hora de Greve? Mas promovida por quem e para o interesse de quem?

Greve geral? Ou Greve de grupos políticos?

Tenho muito cuidado quando o assunto é Greve. Ela deve partir sempre de quem se acha prejudicado, mas não deve prejudicar os outros que não tem nada relacionado com ela.

Digo isso pois surgiu a história de entidades sindicais quererem fazer uma Greve Geral amanhã, sexta-feira. Os motivos? Causas que os motivadores criticam, mas que nada fizeram enquanto foram poder.

Aqui, não é discurso de Esquerda e Direita, mas de pessoas sedentas ao poder. Ninguém está pensando na população, apenas na ânsia de conquistar votos futuros, lamentavelmente.

E quem quer trabalhar? Será obrigado a parar amanhã? Isso é democracia?

A Política do Brasil entristece o cidadão, que é obrigado a aguentar os raivosos que gritam em nome das radicais turmas de lulistas e bolosnaristas.

Sem fanatismo, mais sensatez. A sobriedade cidadã é necessária!

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– Ciro e Maria do Rosário: Que embate!

Viram a deputada Maria do Rosário, em um evento no Nordeste, debatendo com Ciro Gomes?

Que histeria! Parece que ela vive em um mundo a parte, desrespeita a opinião dos outros e só ela se acha dona da verdade. E ao falar a Esquerda e de Ciro Gomes, o ex-candidato à Presidência (e possivelmente provável para 2022) não afinou e chamou a Esquerda dela de “traidora”, criticando o PT com os gritos de Maria do Rosário ao fundo, querendo-o atrapalhar a fala.

Ciro tem personalidade forte e é inegável que ele tenha muito mais capacidade que outros candidatos. O que ele precisa é: equilíbrio emocional (que, cá entre nós, perto de Maria do Rosário, o dele é ótimo)!

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– A Sociedade dos Esquizofrênicos: se o cara não gosta de um perfil na Web, por quê o segue na Rede Social? RESPEITE-SE A OPINIÃO!

Uma das coisas que mais me assusta no mundo virtual é a observação de que, em meio às pessoas de bem e sensatas que publicam suas opiniões, infiltram-se fanáticos que não aceitam as ideias alheias e querem impor a todo custo suas ideias.

São “donos da verdade”, “mestres do assunto” e justiceiros dos “tribunais de Facebook e Twitter”.

Cansa só de visualisá-los nas timelines, não?

E eles se fazem presentes nas 3 áreas mais conflitantes que o ditado popular tanto prega para se evitar discussão: Política, Futebol e Religião!

  1. Na POLÍTICA, se você critica o atual governo por alguma coisa qualquer, torna-se anti-Bolsonaro e por tabela lulista (mesmo tendo criticado Lula quando presidente e na época sendo taxado de fascista – termo que poucos conhecem profundamente mas que se usa popularmente desde  algum tempo). É Deus no Céu e Bolsonaro na Terra (ou: Deus no Céu e Lula na Terra, na visão extrema do outro radicalismo). Na verdade: bando de “paga-pau” de antes, que se tornam bajuladores de hoje e infelizmente podem ser influenciadores do amanhã. Isso vale àqueles que tem cargo de confiança em Prefeituras ou no Estado e se desesperam em garantir o emprego como ovelhas doutrinadas pelo pastor. Chega a ser nojento o fanatismo insensato e de conduta interesseira.
    Ops: não reclamo de quem apoia esse ou aquele, mas me perturba o “seguir cegamente” e querer impor sua opinião sobre a minha, desrespeitosamente.
  2. No FUTEBOL, acontece algo parecido. Se você criticar o Corinthians, é porque você é palmeirense. Na semana seguinte, dependendo do assunto, vira são-paulino. Dias depois santista ou volta a ser corintiano. E há aqueles que xingam, ofendem, falam o que querem pois alegam que “estão nas Redes Sociais”. E daí? A Educação só vale para o mundo real, no virtual prostitui-se a dignidade?
  3. Na RELIGIÃO, ficou tão chato quanto os outros tópicos. Lembram do “rolo” do desfile da Gaviões da Fiel neste ano? Por quê sou obrigado a gostar? Mas, mesmo achando ruim, devo respeitar. Quem gostou aplauda, quem não gostou, vaie. Só não me obrigue a fazê-lo contra minha vontade.

Ô mundo complicado, vaidoso e de ocasiões oportunas…

Dito isso, fica a pertinente colocação: o cara se incomoda com o perfil do outro mas não deixa de seguir no Facebook, no Instagram ou no Twitter? Incompreensível! A Rede Social é livre, segue-se a quem quiser (ou não se segue a quem não se quer). Ponto final.

E pensar que as pessoas brigam por homens que buscam o poder, por alguns que jogam bola ou ainda por aqueles que se dizem ser mais íntimos dos outros junto a Deus…

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– A Criativa Guerra de Memes no Brasil

A Direita e a Esquerda radicais batem-boca no país. Ou melhor: “batem-dedos nos teclados”, pois o mundo virtual é onde as pessoas “perdem o medo de ofender” e não percebem a razão dos limites. Quem consegue ser sensato, apenas observa.

E uma das coisas que mais prolifera são os “Memes”. Inegavelmente são criativos (descartando-se os de Fake News).

Na figura desta postagem (abaixo), um exemplo de como todos os lados querem ter razão:

1- Os Anti-Bolsonaros publicam uma matéria do “Sensacionalista”, fazendo alusão de que a famosa babá da TV, a Supernany, precisa dar um jeito nos “filhos travessos” do presidente.

2- Já os Bolsonaristas ironizam o corte de verbas de cursos de humanas, mostrando um casal de idosos carregando um jovem comunista, em uma cena de vagabundagem explícita do rapaz, escarnindo o presidente com o nome de “Bozo”.

Claro, existirão sempre os críticos, os gozadores e os manifestantes criativos. Todos podem se expressar e defender seu lado, é a democracia. O que não pode acontecer são mentiras ou injúrias, pois aí perdeu-se a razão.

– Barrigada da Veja; Acerto da Jovem Pan

Impressionante a confusão envolvendo a Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves!

A Revista Veja, em seu site, publicou na manhã desta 6a feira que ela havia pedido demissão do cargo por problemas de saúde e ameaças contra a vida. Alegou ainda, que por motivação da Segurança Institucional, estava morando em lugar não revelado em Brasília e que estava cansada.

Só que… 

Poucos minutos depois, a Rádio Jovem Pan entrevistou ao vivo a ministra que negou tudo! Disse que apenas falou ao repórter que estava em vias de se aposentar quando aceitou o cargo e que o cargo era cansativo; confirmou que recebia ameaças de morte por mexer com assuntos de crime organizado, como o combate às drogas e pedofilia, mas que em momento algum sequer mencionou que deixaria o cargo, que fica até o último dia do mandato do presidente Jair Bolsonaro e que sai somente se for demitida.

E aí, José?

Será que ela pediu demissão mesmo, mas em pouquíssimo tempo foi demovida da ideia, ou foi uma tremenda “furada” da Veja, que na ânsia de dar um “furo”, vacilou?

Parabéns à Rádio Jovem Pan que oportunamente entrevistou a ministra, que surpreendeu os jornalistas que estavam ao vivo ao desmentir a informação da Revista.

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– Guaidó e Maduro, EUA e Rússia. E o povo?

Enquanto a população venezuelana sofre, Maduro não larga o Governo ditatorial e Guaidó não tem firmeza para assumir. Por trás deles, os apoios explícitos da Rússia e dos EUA – o que significa que todos pensarão várias vezes antes de algo mais sério.

O duro é que quem sofre é o cidadão comum. Falta tudo no país – de emprego a mantimentos. E o maior problema é: quando isso vai se resolver?

Talvez pior do que isso seja outra questão: COMO vai se resolver?

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– Esclarecimentos sobre minha posição sobre as Eleições 2019 do Safesp

Como ouço muita bobagem por todos lados, gostaria de esclarecer algo bem objetivamente quanto ao assunto “Eleições do Safesp 2019”, o qual exerci o direito democrático de opinar e o fiz respeitosamente, deixando um foro aberto para esclarecimento de ambos candidatos, bem como todos os canais de comunicação à disposição. Mesmo não sendo sindicalizado mas tendo no Sindicato dos Árbitros participado, vivido e me relacionado, possuo amigos tanto na chapa situacionista de Arthur Alves Júnior quanto na chapa oposicionista de Aurélio Sant’Anna Martins, e dessa forma, afirmo:

  • Não estou apoiando nenhum candidato, nem fazendo campanha por ninguém. Se eu votasse, votaria em branco.
  • Por saber que Aurélio Sant’Anna Martins era candidato, e por ser um nome novo, disse abertamente que, embora alguns entendessem que eu deveria manifestar meu apoio a tal candidato por entender que o outro já estava há muito tempo, me manifestei contrariamente a todos. Aqui: https://wp.me/p55Mu0-28P
  • Quando surgiu a história de que só teríamos uma chapa concorrendo, a da situação, pois existiam dois estatutos, coloquei minha opinião (sempre respeitosa e embasada em várias publicações ao qual eu cito e que são de pessoas honradas e honestas, reconhecidas publicamente) e publiquei aqui, lembrando o quanto historicamente elas eram confusas: https://wp.me/p55Mu0-28Z
  • Ao ler que as Eleições foram suspensas pela Justiça (portanto, não havia consenso entre os candidatos e ela entendeu que precisava estudar o melhor o caso – se assim não fosse, teriam transcorrido normalmente), lamentei e coloquei os prós e contras da situação, dentro do sagrado espírito democrático que sempre me foi característico: https://wp.me/p55Mu0-29A
  • Muitas pessoas questionaram as poucas informações sobre o pleito depois do dia em que estavam marcadas. Questionei também o que estava acontecendo e exaltei àqueles que se mostravam neutros, corretos, respeitosos e verdadeiros (cito como exemplo o sr Euclydes Zamperetti Fiori, em seu espaço publicado no “Blog do Paulinho”). Aqui: https://wp.me/s55Mu0-sumiram
  • No começo de Abril, vários e vários árbitros e ex-árbitros, alguns apoiadores da campanha oposicionista e outros também neutros como eu, que questionaram um print divulgado na Internet a respeito de um processo do valor de R$ 336.000,00 contra o Sindicato. Dezenas (ou centenas) de pessoas, com poder de alcance muito maior que meu humilde blog, publicaram em diversos lugares, inclusive no Facebook, essa informação. Como tomo muito cuidado para não ser fomentador de Fake News, as quais recrimino, relutei publicar tal print até entender o que estava acontecendo e involuntariamente prejudicar ou favorecer alguém (insisto: não sou militante de ninguém), tomando os preventivos atos necessários para não replicar uma mentira ou montagem (enquanto isso, elas se disseminavam pela Internet em fóruns da arbitragem e redes sociais – mas não no meu blog Pergunte ao Árbitro, nem no Discutindo Contemporaneidades). Como vi que se tornou público, no dia 09 de Abril, após o meio da arbitragem estar “careca” de comentar o caso, fiz algumas pesquisas para comprovar a veracidade ou não. No conhecido site “JusBrasil”, estavam lá os imbrolhos (em: https://www.jusbrasil.com.br/topicos/40547036/sindicato-dos-arbitros-de-futebol-do-estado-de-sao-paulo). No site do TJ-SP, na consulta pública (tudo é público em referência ao que estamos falando) é possível acessar as informações em: https://esaj.tjsp.jus.br/cpopg/open.do. De tal forma, fiz a minha publicação preocupado com tal fato e a repercussão de que as publicações ANTES da minha tinham tomado. Ela está em: https://wp.me/p55Mu0-2b4, e como todas as outras que sempre faço, o espaço é aberto e o fórum de discussões liberado para as manifestações identificadas, sem palavrões ou acusações de perfis fakes. Reforcei novamente o desejo de que todos os envolvidos pudessem se manifestar e convidei nominalmente, oferecendo o espaço do blog para as considerações, sabedor da importância de tudo isso. Ninguém (NINGUÉM) se pronunciou, nem se manifestou, nem quis fazer uso do democrático espaço. Por ser um blog simples, de opiniões e discussões (sempre respeitosas) talvez não tenha sido lido pelas pessoas em grande número – em especial aos candidatos. Se leram, sabem que podem a vontade se expressar e não o fizeram porque não quiseram. O espaço continua a disposição.
  • No dia 11 de Abril, eu já havia recebido alguns emails dos mais diversos, defendendo e atacando os dois candidatos, nenhum aqui nesse espaço. Ora, não é palanque meu blog, e sim espaço crítico, respeitoso e educado de discussão para levar a um congraçamento de ideias, não de cizânia. Mediante a um “brincalhão” (afinal, entendi como brincadeira) de que eu “estava interessado em ser interventor”, já que o mandato da atual diretoria estava se encerrando, fiz minhas considerações (reforçando pela enésima vez o convite para as manifestações democráticas, sem nenhuma existir – por pouca relevância de meu blog ou alcance da audiência). Aqui em https://wp.me/p55Mu0-2bg.
  • Hoje, dia 12, leio no site da SAFESP que não haverá vacância do cargo, mas a continuidade da atual diretoria (que é presidida pela chapa situacionista que tenta uma nova reeleição), por ordem da Justiça determinada nessa semana, até a definição de uma nova data para o pleito. Assim, como há pouco li (hoje é dia 12, afinal), faço essa consideração. Sabe lá quando ocorrerão as Eleições! E como o assunto cansou, fica aqui a minha derradeira postagem.

O que me deixa curioso é a bobeada de vários lados: na chapa oposicionista, por que houve tanta demora em contestar o estatuto de 2003 e de pronto firmar que as candidaturas deveriam se basear na de 2004? Na situacionista, e em nome do Safesp, por quê não explicar no site todo o rolo envolvendo esse processo?

Em tese, Sindicatos não recolhem ISS. Mas se você emite NF e está registrado na Receita Federal como Associação, e não entidade sindical, passa a recolher. Se o dinheiro foi descontado dos árbitros, estaria depositado em uma “conta em juízo”? Também não sei! Fica o convite à resposta.

Estou de maneira transparente esclarecendo e publicando essa postagem, convidando os candidatos a se manifestarem. Mui respeitosamente, sem nenhum desejo de promoção pessoal ou de outrem, fica o convite ao uso do espaço.

*Importante: por responsabilidade, postagens anônimas e sem email válidos não são permitidas aqui. É uma praxe para que não exista difamação de ninguém. Válido tanto para os blogs que possuo: Pergunte Ao Árbitro ou Discutindo Contemporaneidades.

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– Nazismo de Esquerda? Não confunda o termo “socialismo” com o nome do partido…

Que bobagem falou o presidente Jair Bolsonaro (após já ter dito também o Ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo) sobre o Nazismo ser de uma corrente de esquerda!

Entenda: o Nazismo foi o sistema autoritário de extrema direita de Adolf Hitler, que se intitulava “fuhrer” (o guia, mestre, chefe do povo), e que desejava instalar o “3o Reich” na Alemanha (o “Terceiro Império”). O Partido Nazista era chamado, na verdade, de “Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães”. E por quê esse nome? Justamente pelo ultra-nacionalismo das ideias de Hittler, extremamente demagogo e oportunista, criando um discurso populista para o então sofrido povo alemão.

Depois da 1a Guerra Mundial, a Alemanha estava sofrendo pela derrota e pagando indenizações altíssimas assinadas no Tratado de Versalles (nunca me esqueci da minha Profa. Glória falando sobre isso). Aí veio a Depressão Econômica da Crise de 29 nos EUA (talvez o primeiro momento de efeitos da globalização nascente). Os alemães estavam sem dinheiro, com estima baixa, desempregados e sem líderes. Eis que surge um líder nacionalista que falava o que o povo queria escutar, como: “a Alemanha é para os alemães; o mundo nos despreza e humilha; os estrangeiros vêm aqui nos surrupiar“, e outras coisas mais demagogas.

A ideia de “Socialismo” que Hittler pregava era de uma sociedade acima de todos, um ambiente social controlado pelo Estado e exclusivamente para os alemães, superiores até mesmo dos demais povos (daí a história da superioridade da raça ariana, do racismo aceito socialmente). Nada relacionado ao comunismo da URSS ou outra ideologia de esquerda.

Diante desse ambiente ruim em que vivia, Hittler atacava os seus “inimigos capitalistas”, que tomaram as terras da Alemanha no Pós-Primeira Guerra. Com tanto discurso populista, concomitante defendendo ideias demagogas e colocando na cabeça das pessoas a necessidade de união do povo alemão, o regime teve sucesso entre eles.

Perceba, portanto, que NUNCA o Nazismo foi de esquerda, mas de uma direita ultra-nacionalista que usava do discurso “social” para unir a sociedade alemã (insisto: não confunda o termo socialista de Hittler com regime de governo socialista). Tanto é que empresas-símbolos da atual Alemanha Capitalista (herdeira da Alemanha Ocidental) surgiram nesse período, seja na área automobilística quanto na farmacêutica. E, para tristeza do povo, usando o discurso de que “a Alemanha era para os alemães” e de “Raça Perfeita”, prisioneiros estrangeiros em campos de concentração, detidos de guerra e deficientes físicos alemães eram usados como cobaias em laboratórios. Afinal, a pregação dizia que para se ter uma raça pura precisava-se de pessoas saudáveis (quem não tinha saúde dava gasto para o Governo e não interessava) e um antissemitismo incentivado (se estamos desempregados, por quê deixar os judeus pegarem nossos empregos?).

O perigo é que nos dias atuais, os movimentos neonazistas crescem na Europa pelo desemprego crescente e a chegada de imigrantes árabes. Algo a ser discutido…

Em tempo: o fascismo era igualmente totalitário, anticomunista, ultranacionalista, direitista e de controle social, diferenciando-se de que o nazismo se preocupa, além dessas coisas, com a purificação da raça.

Agora, lembremo-nos: ditadura não é sinônimo de direita. Na história tivemos cruéis ditaduras de esquerda, como a chinesa (e que até hoje impede a liberdade de expressão), soviética, norte-coreana

Dessa forma, presidente Bolsonaro, dá para entender que o senhor tendo visitado o Museu do Holocausto, ido ao Muro das Lamentações e bajulando Israel, logicamente estando do lado de um chefe de estado judeu-direitista quis agradá-lo falando de que a pátria-inimiga era alemã-esquerdista. Me lembrou um daqueles populares “discursos sem pensar” do ex-presidente Lula, que na maior cara-de-pau soltava pérolas populares a fim de que as pessoas gostassem de ouvir. A propósito, a maior delas foi uma piada: “talvez eu seja a alma viva mais honesta desse país”…

Pobre Brasil. Os líderes de Esquerda e de Direita nos envergonham!

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– A Visão sobre a Imprensa de Lenin e Thomas Jefferson

Incrível como volta e meia a censura oficial ameaça a liberdade de imprensa. A imprensa é essencial para a democracia! Não me venha com a história de que a irresponsabilidade de alguns jornalistas é ruim; em todas as atividades há os bons e maus, e um enganador não dura muito tempo.

Digo isso pois leio uma matéria de alguns dias atrás, da Revista Veja, ed 2149, por Fabio Portela, com o título A Obsessão Totalitária“. Nela se compara duas frases emblemáticas de dois grandes líderes. Apenas reproduzo, pois ela se auto-explica:

UM TEMA, DUAS VISÕES

No século XVIII, o futuro presidente americano Thomas Jefferson já enxergava a liberdade de imprensa como um dos pilares da democracia. No século XX, o bolchevique Lenin inaugurou a doutrina esquerdista que vê no jornalismo independente uma ameaça a ser combatida.

“Se eu tivesse de decidir entre ter um governo sem jornais e ter jornais sem um governo, eu não hesitaria nem por um momento antes de escolher a segunda opção” – Thomas Jefferson, em 1787

“Dar à burguesia a arma da liberdade de imprensa é facilitar e ajudar a causa do inimigo. Nós não desejamos um fim suicida, então não a daremos” – Vladimir Lenin, em 1912

De fato, deve-se parabenizar o jornalista Fabio Portela por tal matéria, que mostra como uma verdadeira democracia tende a ganhar com a liberdade de imprensa, como defendida por Thomas Jefferson. Àqueles que têm algo a esconder e querem impedir o necessário trabalho da imprensa, e que se alinham perfeitamente ao pensamento lenista que desejam transformar Brasília em uma Nova Caracas, meus pêsames. Essa mesma imprensa e a população estão alertas, em nome do país.

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