– Morreu Hugh Hefner, o Playboy de 91 anos

O folclórico Hugh Hefner, fundador da Revista Playboy, morreu com 91 anos de causas naturais. Será enterrado numa cova ao lado de Marilyn Monroe, a 1a “coelhinha”.

Sobre a vida do excêntrico empreendedor, abaixo:

(Extraído de: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/28/cultura/1506569110_352433.html)

MORRE HUGH HEFNER, FUNDADOR DA ‘PLAYBOY’, AOS 91 ANOS

Por Pablo Ximénez de Sandoval

O fundador do império PlayboyHugh Hefner, morreu nesta quarta-feira em sua casa em Beverly Hills, aos 91 anos. Hefner partiu “rodeado de seus seres queridos” em sua legendária residência, a Mansão Playboy. Com sua morte, vai embora um ícone do excesso nos Estados Unidos, o homem do chapéu de capitão, das coelhas entrelaçadas nos braços e das esposas incrivelmente jovens.

Playboy é uma das marcas mais reconhecidas dos Estados Unidos, uma referência durante décadas do entretenimento erótico masculino. Hefner fundou a revista em 1953 e ela se tornou uma sensação desde o primeiro número, com o feito de publicar fotos de Marilyn Monroe na capa. Nos anos seguintes, a Playboy se tornou a vanguarda das mudanças sociais que viriam nos Estados Unidos. Apenas a chegada da internet diluiu a influência da revista.

“Meu pai viveu uma vida excepcional e impactante como um pioneiro da imprensa e da cultura e uma voz líder em alguns dos movimentos sociais e culturais mais significativos de nosso tempo, ao ser um defensor da liberdade de expressão, dos direitos civis e da liberdade sexual”, disse seu filho Cooper Hefner, diretor criativo da Playboy Enterprises, citado pela revista People.

A revista Playboy revolucionou o mercado das revistas para homens até o ponto de quase se converter em um sinônimo dele. Sem esconder que seu apelo principal eram as fotos de mulheres nuas, de preferência famosas, a revista também atraia um público intelectual e rivalizava, com seus textos, com as melhores publicações da imprensa. Por suas páginas passaram autores como Ernest Hemingway, John Updike, Jack Kerouac, Norman Mailer ou Ray Bradbury, que publicou Farenheit 451como série na revista.

Em 1962, a Playboy começou sua famosa seção de entrevistas com uma conversa entre Alex Haley, o autor de Negras Raízes, e a lenda do jazz Miles Davis. Depois, mês após mês apareceram ícones do esporte, da cultura ou, inclusive, da política dos Estados Unidos, em conversas longas onde permitiam que a revista publicasse suas confissões.

Hefner, multimilionário, praticamente desde o começo da revista, comprou em 1971 uma mansão em Beverly Hills de 20.000 metros quadrados e 29 quartos que chamou de Mansão Playboy e onde viveu uma vida de excesso, permanentemente em festas e rodeado de modelos. Ali convidava Hollywood inteira para encontros legendários. Estar na mansão de Hefner era ser alguém em Los Angeles. MagicJohnson, a estrela dos Lakers nos 80, relatou em um documentário que participou de festas em que havia 100 mulheres e apenas 10 homens. Ser convidado à Mansão Playboy se converteu em uma espécie de ritual para se reconhecer que uma pessoa havia ficado famosa em Hollywood.

Anos depois, aquele estilo de vida acabaria revelando um lado mais sinistro. Ao menos duas mulheres declararam na Justiça que foram drogadas e sofreram abusos sexuais por parte do ator Bill Cosby na Mansão Playboy, durante uma das festas. Hefner chegou a ser apontado como cúmplice de Cosby na agressão.

Ao redor dessa vida, Hefner criou uma personagem de eterno playboy, sempre com seu chapéu de capitão, um roupão e um copo na mão, ao qual foi fiel durante décadas. A vida de fantasia adolescente da Mansão Playboy foi retratada em um reality showThe girls next door, que foi ao ar de 2005 a 2010. Quando já não podia mais passar essa imagem, simplesmente desapareceu dos holofotes.

Hefner nasceu em Chicago e viveu uma infância de puritanismo estrito. Seus pais, metodistas, levavam uma vida cheia de proibições, que impunham aos filhos. Hefner costumava citar o ambiente repressivo e moralista de sua infância como um dos fatores que o levou a se reinventar na fantasia. Começou no mundo editorial desenhando tiras. Depois, começou a trabalhar na Esquire e em outras revistas até que criou a Playboy com uma equipe mínima de colaboradores. O ícone do coelho com uma gravata, talvez um dos símbolos mais reconhecidos do mundo, fez parte da marca desde o início. Nos anos 70, a revista chegou a vender 7 milhões de exemplares.

No início de 2016, Playboy Enterprises anunciou que a Mansão Playboy estava à venda por 200 milhões de dólares. Hefner pôs como condição de venda que quem comprasse o deixasse viver na casa até o final de sua vida. A mansão foi comprada, finalmente, por 100 milhões de dólares (320 milhões de reais), pelo magnata grego Daren Metropoulos, que já era proprietário da casa ao lado e planejava unir as duas.

Nesta época, a Playboy enfrentava problemas, devorada principalmente pela pornografia na internet. No final de 2015, a revista anunciou que deixaria de publicar nus. “A conjuntura passou”, disse o executivo-chefe da revista, Scott Flanders. A publicação tentava se reinventar para um público mais jovem que já tinha disponível todo o sexo que queria na internet. A decisão foi um fracasso que não elevou o número de assinantes, embora tenha obtido mais leitores digitais. Em fevereiro deste ano, Copper Hefner, o último filho do fundador e herdeiro da revista, decidiu recuperar os nus. No Brasil, a revista deixou de ser publicada pela editora Abril em dezembro de 2015, após mais de 40 anos, e neste mesmo fevereiro voltou a circular como um selo da PBB Entertainment.

No meio de bacanais e coelhinhas de capa, Hefner se casou três vezes. O último casamento foi em 2012 com a modelo Crystal Harris. Ele tinha 86 anos e ela, 26. Além de Harris, Hefner ainda deixou quatro filhos vivos.

O plano do empresário playboy era ser enterrado em um túmulo ao lado da mulher que o ajudou a fundar seu império, Marilyn Monroe. O corpo da atriz descansa em um pequeno cemitério chamado Westwood Memorial Park. Em 2009, Hefner contou que tinha descoberto que havia um túmulo vazio ao lado do dela e que o comprara para ser enterrado ali. Uma oportunidade incrivelmente boa para deixá-la passar: “Quem não quereria estar junto a Marilyn por toda a eternidade?”.

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– A Musa da Corrupção?

Surreal: viram a entrevista no Programa Pânico na Rádio, da Jovem Pan, de uma senhora muito bonita, jovem, e que ficou com o título de “Musa da Corrupção“? Ela é Luciene Hoepers, capa da Revista Sexy deste mês, onde diz sobre ter vivido como amante de doleiro e se envolver na Lava-Jato, ter gasto R$ 300.000,00 em operações práticas e da atividade de lavagem de dinheiro (em posto de combustível). Assume ter sido secretária do crime e sem pudor fala da atividade criminosa que praticava. Enfim, conta como foi o dia-a-dia na cadeia.

Impressionante. O bandido vira artista neste país!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=tPmderWyQ-Q

 

– O desafio de Milton Neves ao Milton Leite em prol do Grendacc

Dias atrás, o narrador Milton Leite deu uma entrevista ao UOL dizendo que tinha restrições de como o apresentador Milton Neves encaminhava a sua carreira, com os inúmeros merchandisings realizados. 

Pois bem: Milton Neves não gostou, publicou em seu blog um agradecimento irônico (vide abaixo), e na rádio, dentro do seu programa Domingo Esportivo, desafiou seu colega jornalista a devolver “o que foi lhe emprestado por ele quando em dificuldade financeira“, dando o dinheiro ao Grendacc, hospital oncológico infantil de Jundiaí que está prestes a fechar devido ao não repasse de verba do Ministério da Saúde.

Ontem, durante o seu programa na Rádio Bandeirantes, o desafio feito por Milton Neves ao Milton Leite para ajudar a entidade, virou uma rusga maior ainda, uma “vingança do bem” (se é que o termo comporta isso):

“Se o Milton Leite depositar R$ 200.000,00, eu deposito R$ 400.000,00 para o hospital. Não sei o quanto é a conta do que dei a ele, mas eu deposito o dobro para o Grendacc. Eu guardei todos os recibos”.

Em que pese isso ocorrer por conta de uma pendenga entre os dois, dou outra sugestão: que tal doarem generosa e voluntariamente ao hospital, pensando nas crianças pobres portadoras do câncer, e não por conta de picuinha entre os dois?

Que a solidariedade seja espontânea, não por motivações de provocações e surtos de raiva.

Abaixo, a primeira manifestação do assunto (antes do desafio), extraído do Blog do Milton Neves no UOL: 

AGRADECIMENTO AO ÓTIMO NARRADOR MILTON LEITE

por Milton Neves

Olá, Milton Leite, o “Milton Bom”, lembra?

Você, saiba, foi o melhor garoto-propaganda que a “Terceiro Tempo Publicidade” teve desde 1982. E parabéns pela brilhante carreira na TV, que começou ali por 1990 no Ginásio Presidente Ciro, viu?

Milton Neves em mais uma transmissão da TV JP no Ginásio Presidente Ciro, no início dos anos 90

Nós vamos ficando velhos e a memória nos trai de vez em quando. Êta terça-feira sagrada aquela, hein, Milton? Nervoso demais você estava, algo natural, estreando, a narrar pela primeira vez na TV JP Wimpro x Cães Vadios, um jogo ruim. Eu faria em seguida o clássico lotado Palmeiras x Corinthians. E, titular, resolvi, em boa ideia, narrar o primeiro joguinho com você de comentarista, “para você pegar a manha, o retorno, a embocadura”. E lhe dei o clássico para narrar com Leão ou Travaglini comentando.

Mas fiquei do lado, torcendo por você. No final, você, como sempre, narrou muito bem, me abraçou emocionado e agradeceu efusivamente. Fiquei feliz com o seu sonoro “Deus te pague”.

Milton Leite comandando o “Show da Manhã”, da Jovem Pan, antes de iniciar sua trajetória como narrador

Está vendo, você sempre foi grato, mas se esqueceu do futebol de salão em sua primeira narração na TV. Li no UOL outro dia esse seu equívoco temporal, mas acontece. E também agradeço muito por ter falado de mim, ressaltando minha trajetória vitoriosa na publicidade.

Milton Leite opina sobre Milton Neves

E você não tem ideia do quanto foi e é diferenciada, maravilhosa. Mas paremos por aqui porque corre-se o risco de patrulheiros se matarem. Mas sou como você: o que faço, faço muito bem feito ao microfone, desde que em língua portuguesa e no rádio, TV, publicidade, quermesse, palestra, eventos e etc…

Milton Neves palestrando em Erechim-RS, em 2010

E a publicidade, graças a Deus, muito me deu estabilidade financeira e familiar e também muito me ajudou a amparar pessoas aflitas, necessitadas. Além de gerar centenas de empregos em quatro cidades de Minas Gerais, quatro de São Paulo e duas dos Estados Unidos. Comemoro muito também a então urgente operação cardíaca do velho mestre Carsughi, o levantamento conjunto com pessoas como Fausto Silva de uns R$ 120.000 ou 130.000 para que o querido Orlando Duarte pudesse pagar causa judicial perdida para Juca Kfouri, a operação estomacal do fotógrafo Teófilo Pereira, além de amparo a umas duas dezenas de ex-jogadores, meus ídolos, nestes anos todos. E além também de minha querida “Casa de Atendimento ao Muzambinhense com Câncer” de Jaú-SP.

Fachada da Casa de Atendimento ao Muzambinhense com Câncer de Jaú-SP

Faça o mesmo, Milton Leite, com o Grupo em Defesa da Criança Com Câncer (Grendacc) de Jundiaí-SP, sua terra. Mas o mais lindo foi ter podido resolver o teu sério problema de ordem familiar que me relatou, aflito, espontaneamente e em público em meu escritório, em 1997. Você, desesperado, explicou sua separação – coisa natural da vida de todos nós – da esposa de Jundiaí-SP, casando-se então com nossa colega de rádio, “MN”.Quis saber o motivo do seu desespero e você disse que temia problemas judiciais, necessitando urgentemente de dinheiro, procurando fazer merchans na Jovem Pan. Eu te atendi e tudo foi resolvido graças a santa publicidade que te remunerou e hoje só tenho a te agradecer.

Você foi tão maravilhoso como garoto-propaganda no “Show da Manhã” da Jovem Pan, fazendo seus três implorados merchans diários por tanto tempo que os clientes Giorgio Nicoli e Rede Copel ampliaram o tempo de veiculação na emissora.

Milton Leite nos tempos de “Show da Manhã”, da Jovem Pan, ao lado de Tatiana Ferraz e de Agata Lefevre

Não fosse você, Milton Leite, como garoto-propaganda, teria perdido os meus clientes. Ah, e como foi difícil convencer o Seo Tuta a permitir seus merchans ao vivo em troca de spots gravados. 

Nós nos ajudamos, Milton Leite!

E você, brilhante e eclético, fazia três ações diárias de três colchões concorrentes: Copel, Orthocrin e Giorgio Nicoli, cama e colchões. Obrigado, Milton Leite, meu garoto-propaganda preferido no rádio, e jamais esquecerei aquela sua ajuda profissional. Tão orgulhoso, que até hoje guardo todos os recibos do Banco Itaú que depositava em sua conta-corrente mensalmente, a partir de 1997.

E continue norteando assim sua brilhante carreira: narrando como ninguém e defendendo os colchões que te deixaram dormir em paz a partir de 1997 sem Oficial de Justiça te enchendo o saco. Mas nunca mais cuspa no prato em que gulosamente comeu.

– Mussum e Zacarias: relembrando os dois finados Trapalhões!

Um, ou melhor, dois achados na Internet: O Jornal Nacional e o Fantástico anunciando a morte dos eternos Trapalhões Mussum e Zacarias.

Quem tem a minha idade, vai viajar no tempo. Tem até o Cid Moreira na bancada e a Glória Maria (bem parecida apesar dos anos)!

Mussum em: https://www.youtube.com/watch?v=jcGVu15x5Bo

Zacarias em: https://www.youtube.com/watch?v=KvLjQFAN0_U

– José Mayer ou Caio Blat? Qual o global mais idiota?

O ator veterano José Mayer foi afastado dos trabalhos na Rede Globo após denúncia de assédio contra uma figurante. Várias atrizes (das consagradas às novatas) se mobilizaram contra Mayer (que confessou ter passado dos limites), com camisetas de protesto escritas: “mexeu com uma, mexeu com todas”.

Ótima iniciativa da moça. Dizem que ele realmente passou do limite do inconveniente e até tocou a genitália em público.

Entretanto, o seu colega Caio Blat foi um dos únicos a defender ele, dizendo que a própria mulher dele, a atriz Maria Ribeiro, “já foi incomodada várias vezes e que isso é cultural. Não é uma ameaça a ninguém”.

Quando se assedia a sua própria mulher e você nem liga, acha normal… esquece, não merece comentário. Mas que esse movimento se amplie também aos diretores. Ou irão negar o famoso “teste do sofá” como algo inexistente?

#CHEGADEASSÉDIO

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– Os Golpes dos Personagens em NY!

Coisa de americano, mas poderia ser de brasileiro: a Globo mostrou uma matéria curiosa em que pessoas se vestem de bonecos de personagens populares de desenhos e/ou heróis, nas ruas de Nova York, a troco de dinheiro para fotos com turistas!

O sujeito se veste de Batman, a criança vê e o pai entusiasmado pede uma foto. Aí ele dá uma “caixinha” / gorjeta / valor qualquer. O problema é: tem boneco brigando que não quer esmola, pedindo mais dinheiro pelo seu “trabalho profissional”.

Pode?

Dá para imaginar essas Hello-Kittys agredindo uma mãe ou um pai, por diferença de preço? Veja abaixo a matéria:

Extraído de: http://is.gd/ZhHrQz

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‘PERSONAGENS’ DA TIMES SQUARE SÃO ACUSADOS DE INCOMODAR TURISTAS

Pessoas vestidas de Elmo, Super Mario e Hello Kitty lotam praça de NY.
Alguns são tidos como agressivos; polícia diz que casos são pontuais.

O Monstro Come-Come foi acusado de empurrar um menino de dois anos. Super Mario enfrenta acusações de supostamente tentar apalpar uma mulher. E Elmo foi preso por gritar insultos antissemitas a turistas.

A famosa praça Times Square, em Nova York, está repleta de pessas fantasiadas como personagens da  cultura pop, que tentam ganhar dinheiro posando para fotografías com os muito turistas que passam por ali.

Mas alguns dos personagens são diferentes dos que se veem no programa “Vila Sésamo” ou na Disney, pois fumam, usam linguagem chula e chegam a ser agressivos. Ao menos três deles foram presos nos últimos sete meses.

“Ele estava dizendo palavras horríveis”, afirmou Parmita Kurada, de Stamford, Connecticut, que reportou à polícía ter encontrado nesta semana um homem fantasiado de Monstro Come-Come que exigiu que ela desse US$ 2 para posar com seu filho de dois anos, Samay.

Kurada relatou que quando disse ao personagem que seu marido precisava buscar dinheiro trocado para pagá-lo, a criatura azul empurrou seu filho e começou a insultá-los. “Foi aterrador, comecei a chorar. Não quis provocá-lo, então disse: ‘Te daremos o dinheiro, mas para de gritar”’, relata.

Osvaldo Quiroz López, de 33 anos, foi acusado de agressão, de pôr em perigo a um menor e de mendicância agressiva. Seu advogado não retornou um telefonema da Associated Press, pedindo que comentasse o assunto.

De US$ 2 a US$ 5 pela foto
Na última terça-feira (9), a Times Square estava repleta de pessoas fantasiadas de Mickey Mouse, Hello Kitty, um Transformer, Super Mario e Elmo.

Como atores de rua protegidos pela Primeira Emenda da Constituição, eles livres para andar pela Times Square e de trabalhar por gorjetas entre US$ 2 e US$ 5 por foto, desde que não obstruam o trânsito, não vendam mercadorias nem exijam pagamentos, afirmou a polícia. Se infringirem essas regras, precisam pagar uma multa de cerca de US$ 60.

Muitos são imigrantes. A equatoriana Laura Vanegas, de 45 anos, por exemplo, fantasia-se de Estátua da Liberdade. Ela diz que arrecada entre US$ 30 e US$ 50 em oito horas de trabalho.

Já Steve Crass, vestido como um robô com fralda de plástico fluorescente, afirma que ganha até US$ 280 por seis horas na frente de uma loja de brinquedos. “Alguns personagens são meio agressivos”, reconheceu.

Problemas ocasionais
O porta-voz da polícia Paul Browne afirmou, em um e-mail, que o departamento teve “problemas ocasionais” com as pessoas fantasiadas na Times Square, mas são “minimos”.

O processo contra o Super Mario, acusado de tentar apalpar uma mulher, segue pendente. O Elmo, acusado de insultos anti-semitas, declarou-se culpado de desordem pública em setembro de 2012 e foi sentenciado a dois dias de serviço comunitário.

Segundo a presidente do Conselho Municipal de Nova York, Christine Quinn, os legisladores tentam encontrar uma forma de regular essa atividade, mas é complicado. “É muito difícil legalmente porque colocar uma fantasia e caminhar pela Times Square é uma atividade protegida pela Primeira Emenda”, afirma.

– Parabéns Nando Reis! Drogas, não.

Estava ouvindo o ex-Titãs Nando Reis no Programa Morning Show da Rádio Jovem Pan. E questionado sobre as frequentes declarações de compositores que fazem canções sob efeito de drogas (que elas inspirariam), ele declarou:

Eu não posso dizer que usava para compor, já fiz boas a más canções com elas. Mas para você sair é difícil, foi uma luta para eu parar. Você não precisa da droga. Eu usava para fugir do mundo, mas para isso existe outras coisas como ginástica por exemplo. E as drogas fazem muito mal!“.

Se eu já o admirava, admiro muito mais!

Xô, drogas!

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– Dia Nacional dos Quadrinhos e o Mito Maurício de Sousa

Há personalidades difíceis de serem acessíveis. Outras, que se destacam pela simpatia.

Pois bem, esse dia 30 de janeiro é marcado pelas comemorações do “Dia  Nacional das Histórias em Quadrinhos”! Aqui em casa, adoramos nos divertir com as leituras de gibis. Minha filha Marina até já “mergulhou” em um monte de revistinhas. Veja:

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Mas o que quero dizer é: coincidentemente, neste “Dia dos Quadrinhos”, estávamos saindo  do Hospital Albert Einstein e passamos comprar algumas novas revistas para nossa coleção (Chico Bento e Almanaque do Louco). Eis que, quando a Marina me mostrava que na historinha do Louco o Mauricio de Sousa (que ela já sabia que era o “pai da Turma da Mônica) tinha desenhado ele própria numa das aventuras, estaciona (justo nesse dia dedicado às HQ), o próprio Maurício!!!

A minha pequenina parecia não acreditar (e nem eu, foi muita coincidência)! Abordei ele, que foi extremamente sorridente e simpático, brincou com a Marina (a personagem Marina da Turminha é inspirado na filha criativa dele), pacientemente e sem se mostrar apressado, ouviu a “minha Marina” falar da “Marina dele”, falaram dos personagens e gentilmente pediu um beijo da filhota. Claro, deixou um carinhoso autógrafo!

Hoje, a Marina da minha vida não dormirá! kkk

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Aliás, tão importante, famoso e ocupado, e ao mesmo tempo humilde e solícito. Eu, que já era fã do Maurício, fiquei ainda mais feliz com ele.

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Dá-lhe Turma da Mônica!

– O conceito de fidelidade de Zezé di Camargo

Puxa, só hoje li a entrevista do Mirosmar “Zezé” Camargo, o cantor que faz dupla com Luciano, à Revista Veja.

Confesso que não gosto muito dele nem do seu estilo musical (de música sertaneja, só se for caipira de verdade). Mas, claro, respeito e reconheço o talento do compositor.

Me surpreendo pela falta de bom senso do artista sobre assuntos particulares. Expor publicamente os problemas com a ex-esposa é deselegante. Pior ainda é assumir os erros dizendo-se certo.

Na publicação, esnobou ao dizer que ele e Zilu, sua ex-mulher, eram pobres mas só saíram da pobreza graças ao seu trabalho unicamente. Disse que saÍa com as fãs após os shows (e… é isso mesmo que você pensou), mas voltava sempre para a casa (e isso não é infidelidade no conceito dele). Que colocou um detetive para acompanhar sua atual namorada e, o mais incrível, que errou por brigar com o garçon de uma casa de prostituição onde levou a parceira para jantar, já que achou o champagne caro. Sim, admitiu que errou, mas o erro dele foi a briga pelo preço da bebida (não o local romântico onde “brilhantemente” resolveu levar a namorada).

A proporção de talento que possui é a mesma da insensibilidade…

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– RIP George Michael. Mas dava para evitar, né?

Puxa, que pena: ontem morreu o cantor George Michael, ícone dos anos 90 mas que deu uma “sumida” das paradas de sucesso.

Um gênio da música, premiado e exaltado. Mas também conhecido pelo grande consumo de cocaína. Um dos boatos – nunca confirmados – é que era portador do HIV.

Certamente, com 53 anos, poderia ter vivido mais se não fosse o corpo cansado e maltratado pelas drogas.

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– Leda Nagle é vítima? Não é bem assim…

Leio muitas críticas à TV Brasil por ter dispensado a jornalista Leda Nagle e extinto o seu programa “Sem Censura”.

Ora, a emissora é estatal e pagava R$ 110 mil para a apresentadora, com IBOPE perto do traço. Como ela não aceitou redução de salário, foi despedida.

Por que ela seria vítima?

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– Justus, o Trump brasileiro ou o Dória nacional?

Roberto Justus, o empreendedor e celebridade brasileira, ex-apresentador do “O Aprendiz”, disse que não descarta se candidatar à Presidência do Brasil em 2018.

Será que se inspirou em Dória na prefeitura paulistana ou em Trump como presidente dos EUA? Afinal, ambos apresentaram o mesmo programa que ele.

Aliás, seria ele um bom nome ou não?

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