– 31 anos sem o Maluco Beleza!

Um gênio, poeta e doido partiu há 31 anos.

Êta Raul Seixas… Se as drogas não tivessem acabado com ele, a metaformose ambulante continuaria por aí, sendo a Mosca na Sopa de muita gente que insiste em ser Camboy Fora da Lei! Valeu simpatia. Quem sabe daqui a 10.000 anos a gente se vê, pegando a linha do Metrô 783… Mas não estarei lá naquela sua Sociedade Alternativa não, hein?

Brincando com suas letras e canções, da inspiradíssima Gita a tantas outras, minha preferida é essa:

TENTE OUTRA VEZ

Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!…

Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!…

Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça agüenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!…

Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!…

Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Humrum!…

Tente! (Tente!)
E não diga
Que a vitória está perdida
Se é de batalhas
Que se vive a vida
Han!
Tente outra vez!…

Vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=Ef7jUQOCjS0&feature=fvst

– Renato Aragão fora da Globo. Novos tempos?

Segundo “Didi Mocó” (85 anos), que não terá o seu contrato renovado com a Rede Globo, vai trabalhar mais um pouco no humor (especula-se no streaming).

O certo é que a Rede Globo também sofre demais com a pandemia. Seu casting é caríssimo, e não rara foram as vezes que, para enfrentar a concorrência, tirava o artista de outra emissora e o contratava, mesmo sem espaço em sua programação.

Recentemente, nomes tradicionais como Miguel Falabela e Vera Fischer não renovaram seus contratos. Mas cá entre nós: ninguém aguenta pagar tanto dinheiro para o artista não estar no ar! E muitas dessas celebridades já não eram atrações que traziam audiência.

Basicamente, a Globo pagará por obra realizada, não mais por contrato (economizando bem mais). E manter antigos bons puxadores de Ibope e que hoje já fazem parte da história pois não alavancam mais (respeitosamente, me referindo ao Renato Aragão, que tinha 44 anos de casa), não vale a pena.

Vida que segue! Dificuldades financeiras, Didi não passará. E se quiser, pode aproveitar bem a aposentadoria, “viu Psit”!

Aos 85 anos, Renato Aragão enxerga a sua saída da Globo como o início de uma nova etapa profissional - Reprodução/Instagram

– Que pisada na bola, Homem Elástico. Tuítes racistas?

Triste. Hartley Sawyer, o ator da série THE FLASH, da DC Comics, e que interpreta Ralf Dibny (o herói desajustado Homem Elástico), foi demitido da série pela descoberta de publicações antigas de cunho racista e sexista

Diante de tudo isso, Sawyer disse que eram apenas piadas…

Lamentável. Algumas delas:

A matéria completa em: https://observatoriodocinema.uol.com.br/series-e-tv/2020/06/estes-são-os-tuites-nojentos-que-fizeram-ator-de-the-flash-ser-demitido

 

– O Preço da Fama e o Valor do Anonimato

Repost de 4 anos, mas oportuno atualmente…

O episódio do maluco que foi morto ao assediar a modelo Ana Hickmann (um fã desloucado) mostra como o fanatismo e a paixão trazem à loucura. Depois do episódio de sábado, outro aconteceu nesta 3a feira: um cidadão apaixonado pela cantora Anitta pulou para dentro da casa dela para conhecê-la.

É difícil ser “um rosto conhecido”?

Claro que é. Certa vez li uma crítica da presidente Dilma Rousseff a respeito da dificuldade em poder pedalar sua bicicleta com tranquilidade (hobby que ela mantém). Ela disse:

Você não sabe o valor do anonimato“.

Ora, ser presidente, ator, cantor, jogador de futebol e outras atividades tem um custo social.

A privacidade torna-se menor, bem como a exposição se torna perigosa (como os acontecidos acima, infelizmente). Nem todos sabem lidar com o assédio do público e da imprensa. Cito como exemplo no meio artístico Tony Ramos, sempre solícito e carismático.

A questão é: a perda do anonimato por causa positiva traz seus incômodos mas massageia o ego. Mas e os demais infortúnios?

Vale pensar…

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– Os influencers do Instagram

Ser um “influenciador” nas Redes Sociais é algo novo para muitos. E rentável de acordo com a personalidade.

O jogador Neymar, por exemplo, para fazer publicidade no seu Twitter, cobra valores milionários. Afinal, ele tem milhões de seguidores e a audiência do produto será grande (com a vantagem de que quem segue o atleta, logicamente, vai ter algum interesse ou simpatia pelo mesmo).

Hoje, além do YouTube remunerando os chamados “influencers”, existe como grande fonte de renda o Instagram. A modelo e atriz Bruna Marquezine cobra R$ 150 mil para postar um produto ou uma marca em seu “Insta”, onde muitos acharão que ela realmente consome aquilo que divulga. Idem à atriz Marina Ruy Barbosa e outras tantas globais. Fora as permutas de diversos artistas, onde você faz o acordo de ganhar algo em troca de publicidade na Rede Social (por exemplo: uma celebridade passar dias num resort paradisíaco a troco de fotos identificando-o e o elogiando).

Tal situação parece nova, mas não é. Lembram quando a Rede Globo começou a colocar produtos e empresas dentro das novelas, fazendo uma publicidade no meio da história? A questão é que mudou apenas quem influencia: não mais a emissora, mas o artista em si.

A propósito, não gosto do nome “influenciadores”. Todos somos facilmente influenciados? Talvez não. Uns podem ser mais do que outros, mas a ideia remete é que se o artista X fizer a propaganda do produto Y, o retorno é imediato. Não é bem assim… a escolha dos nomes e mercadorias / serviços deve ser cuidadosa. Para um caipira como eu, que apesar de estar presente no ambiente virtual, desconhece os “músicos da atualidade” e os artistas da “nova geração”, pode ser diferente a percepção…

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– O Beatle que não foi Beatle: quando a oportunidade lhe sorri ou não!

Admiro um bom texto, e claro, os bons escritores. O jornalista Davi Coimbra, em seu blog (citação abaixo), escreveu sobre pessoas que tem estrelas, e usou como pano de fundo Pete Best X Ringo Star.

Pete era esclarecido, ousado, íntimo de John Lennon, Paul McCartney e George Harison. Mas ficou de fora da banda na hora da fama. Ringo era doente, analfabeto funcional e a sorte lhe sorriu! Tanto, que entrou para a história e a formação de sucesso consta seu nome.

Quantos competentes que de fato não são. Ou que não tem oportunidade! Há alguns que nascem para Pete Best, outros, para Ringo Star…

Extraído de: http://wp.clicrbs.com.br/davidcoimbra/2010/02/03/o-beatle-que-nao-foi-beatle/?topo=77,1,1

O BEATLE QUE NÃO FOI BEATLE

Vi uma entrevista com o Pete Best, dias atrás. Sou fascinado por sua história, cada vez que ele aparece na TV fico mesmerizado.

Pete Best é o Beatle demitido. Foi um dos Beatles pioneiros, estava na formação originalíssima da banda, com os gênios George, Paul e John. Os quatro se reuniam na casa da mãe de Pete para ensaiar. Tocaram juntos durante dois anos, juntos viajaram para Hamburgo, numa temporada que marcou o amadurecimento público do grupo. Eram tão amigos, que, numa noite hamburguesa, estando eles sem dinheiro, Pete e John assaltaram um marinheiro e lhe tomaram a carteira estufada de marcos. Ou acharam que a haviam tomado: quando voltaram ao hotel, um perguntou ao outro se estava com a carteira, e nenhum estava.

Apesar de toda essa intimidade, George, Paul e John achavam que Pete não era bom o bastante. Além disso, havia a mãe de Pete. Mona, esse o nome dela. Era uma mulher de uns 30 e tantos anos, muito bonita e de forte personalidade. Arrogou a si própria a função de conselheira e mentora da banda. Os Beatles iam ensaiar na casa dela e ela ficava dando palpite. Metida. Tão metida que se meteu com um rapaz que funcionava como uma espécie de produtor do grupo e teve um filho com ele. O pai de Pete, bonzinho, assumiu a criança e lhe acoplou o sobrenome. Mais um Best no Reino Unido.

George, Paul e John, personalistas e até algo chauvinistas, não apreciavam as intervenções não solicitadas da mãe de Pete. Mas como dizer isso ao filho dela? É provável que, se Pete fosse um baterista um pouco mais carismático, eles o teriam mantido no grupo. Mas, aparentemente, não era. Ou pelo menos não era tão concentrado e tão brilhante quanto seus amigos.

E havia Ringo logo ali.

A história de Ringo é sen-sa-cio-nal. Ringo era de família pobre. Quando tinha três anos, o pai dele embarcou num dos navios que aportavam em Liverpool e foi-se mar afora, para nunca mais retornar. Ringo virava-se como podia na periferia da cidade, até que, aos sete anos, foi acometido de uma doença grave. Passou um ano no hospital, meio morto. Quando voltou ao colégio, sentiu o atraso. Os colegas o humilhavam, ele não conseguia aprender. Começou a matar aula. Aos 12 anos, era quase analfabeto. Uma prima decidiu ensiná-lo em casa, Ringo se entusiasmou, progrediu, mas, aos 13 anos, contraiu tuberculose. Mais um ano no hospital.

Alguém poderia dizer que foi muita falta de sorte. Ao contrário. Como Ringo já estava habituado ao ambiente hospitalar, comportava-se com desenvoltura entre doentes, médicos e enfermeiras. Em pouco tempo, organizou uma bandinha com os pacientes, improvisou umas baquetas e arvorou-se como baterista. Ao sair do hospital, o padrasto, que era um bom homem, presenteou-o com uma bateria usada.

Foi assim que Ringo aprendeu a tocar.

Foi a partir daí que se tornou um Beatle e entrou para a História.

Quer dizer: se não tivesse ficado doente da primeira vez, provavelmente não se sentiria à vontade para fazer a banda na segunda vez que ficou doente. Logo, as duas doenças foram fundamentais na construção do destino estrelado de Ringo Star.

Já Pete Best, comunicado de que o tinham excluído da banda, e excluído- justamente às vésperas da assinatura do primeiro contrato que os elevaria ao firmamento do rock, Pete Best literalmente recolheu-se à insignificância. Trabalhou como funcionário público, tentou o suicídio abrindo o gás do banheiro, foi salvo pela mãe e retornou à sua vida comum. Está casado há 45 anos com a mesma mulher, ainda mora em Liverpool e montou sua própria banda, a Pete Best Band, com a qual excursiona pelo mundo, ganhando algum dinheirinho, afinal. Na entrevista que assisti, falava com voz grave e melodiosa. Trata-se de um senhor grisalho, com o bigode frondoso dominando o rosto risonho e melancólico. Diz não saber por que foi demitido da maior banda pop de todos os tempos, diz que o importante é ter saúde, diz que é feliz.

Não deve ser.

Imagino que nenhum dia da sua vida termina sem que ele pense que poderia ter sido um Beatle. Pior: que ele FOI um Beatle, e agora não é mais. O único Beatle fracassado da banda mais bem-sucedida da História.

Essa é a diferença entre os vencedores e os perdedores. Essa a atual diferença entre as direções do Grêmio e do Inter. Alguns nascem para ser Ringo Star. Outros sempre serão Pete Best.

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– Parabéns Nando Reis! Drogas, não.

Estava ouvindo o ex-Titãs Nando Reis no Programa Morning Show da Rádio Jovem Pan, meses atrás. E questionado sobre as frequentes declarações de compositores que fazem canções sob efeito de drogas (que elas inspirariam), ele declarou:

Eu não posso dizer que usava para compor, já fiz boas a más canções com elas. Mas para você sair é difícil, foi uma luta para eu parar. Você não precisa da droga. Eu usava para fugir do mundo, mas para isso existe outras coisas como ginástica por exemplo. E as drogas fazem muito mal!“.

Se eu já o admirava, admiro muito mais!

Xô, drogas!

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– E se a Receita Federal ampliar o leque? Sobre globais e boleiros da elite!

Na suposta briga entre Governo Federal, Rede Globo e uma parte da classe artística declaradamente de oposição, há quem diga (e parece ser verdade), que o “Leão da Receita” vai investigar a fundo os rendimentos de muitos artistas.

A Revista Veja já publicou que Deborah Secco, Reynaldo Gianecchini e outros globais já foram alvo de investigações recentes. Em tese, a busca é pela velha história da burla de impostos na contratação não como Pessoa Física, mas sim como Pessoa Jurídica – fazendo com que a taxa de recolhimento caia de 27,5% para alíquotas entre 6 e 15%.

Claro que segmentar a um tipo de contribuinte com viés político é algo temerário. A ideia de “aos amigos do Rei, a Lei; a seus inimigos, o Rigor da Lei” é péssima, pois todos somos brasileiros e deve se governar a uma nação inteira de maneira democrática.

Mas tirando o direcionamento político (se é que realmente está existindo, insisto no condicional pois a informação da própria Veja ficou duvidosa quanto a quem estaria na mira do Fisco), vale discutir: quantos artistas, músicos e jogadores de futebol chamados de “celebridades”, justamente pelo grandioso apelo popular e sabedor da ostentação que costumam aparecer com certa frequência, burlam os impostos?

Será que uma devassa nesses famosos contratos de direito de imagem, ou parte PF e parte PJ, ou ainda em composições e formulações escabrosas para disfarçar a sonegação, não é necessária em geral? Incluindo-se, evidentemente, outro segmento: a dos diretores dessas emissoras, os dos cartolas de clubes e, claro, o primeiro e principal alvo: os próprios políticos!

Ou vai-se negar que há muito vereador, deputado ou secretário de governo com patrimônio incompatível com a renda do salário e sem histórico de fortuna honestamente criada?

É difícil esse país. O Brasil verdadeiramente não é para amadores, como disse certa vez Tom Jobim.

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– Feliz Aniversário, Elvis Presley!

Claro, sou daqueles que acreditam que Elvis não morreu“!

Brincadeiras a parte, se vivo fosse, hoje o Rei do Rock completaria 85 anos. Que pena que um gênio da música se deixou levar para o mundo das drogas…

E isso porque elas eram proibidas e difíceis de serem encontradas. Imagine nos dias atuais, onde elas são achadas em qualquer esquina apesar da ilicitude?

Como Elvis Presley estaria se não fossem elas, não?

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– Gugu Liberato e Galvão Bueno: força!

Que quinta-feira ruim para a TV (e para os familiares das pessoas envolvidas), não? 

Gugu Liberato caiu de uma altura de 4 metros do telhado de sua casa de férias em Orlando (EUA), quando consertava algum equipamento (diz-se que era o ar condicionado) e/ou estava colocando enfeites de Natal (não se sabe o certo). Está internado em estado grave (embora o Portal IG e a Band tenham anunciado a morte dele – não confirmada posteriormente).

Galvão Bueno infartou em Lima (Peru) dois dias antes de narrar a decisão entre Flamengo x Libertadores da América, e está na CTI.

O triste é ver pessoas explorando o fato anunciando a morte alheia antes da hora… viram isso? Parece que há uma neurose em ser o 1o a dar a notícia… (se é que ela acontecerá – torço que não).

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– Guilherme Arantes e a triste apologia da Maconha como inspiração

Repost de 3 anos:

Puxa, uma decepção. Sempre gostei das músicas de Guilherme Arantes, mas nesta sexta-feira, no Programa “JP Morning Show”, declarou que usava maconha para se inspirar no seu trabalho artístico:

Na minha geração todo mundo fumou e cheirou (…) Uma coisa eu posso afirmar: a cocaína não é boa para compor, é muito ruim. A maconha é algo altamente positivo para a prospecção e criação das letras”.

Triste demais. Sou contra QUALQUER tipo de drogas. Não precisamos de alucinógenos venenosos para fuga da realidade. Nunca!

 

– Como não recuperar uma imagem de celebridade!

O “pós-desastre” na reputação do cantor MC Gui é muito curioso. O que se fez após a constrangedora gravação e bullying praticado?

Se você não soube do ocorrido, clique aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/10/22/mc-gui-debochando-da-menina-com-cancer-atitude-faz-o-cantor-perder-contratos/

O pai dele disse que o acontecimento “estragou as férias” do artista. Depois ainda divulgou ações de caridade promovidas por ele em Angola, e ousou falar na TV Record que MC Gui estava “mais constrangido do que a menina”, e queria reencontrá-la.

Tudo errado… Quer promover um encontro com a garota, mas ela quer? É pedido de desculpa ou marketing? Se reconciliar “com câmeras em evento publicitário?”

Pare com isso… Consertar com puropaganda não existe! A gestão de carreira, de imagem (e de vida) do rapaz está completamente fora da realidade…

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– Tim Maia e Raul Seixas: ô meu tempo de moleque…

Viva o YouTube! Eis que revejo em vídeo entrevistas do “Jô Soares 11h30”, há mais de 20 anos, com Tim Maia e Raul Seixas.

Excelente. Para quem não conheceu esses malucos, é bacana assistir. Para quem tem saudades, vale rever.

Nos dois links abaixo:

 

– Cafu falido?

Que notícia chata… o carismático pentacampeão Cafu está com sérios problemas financeiros.

Triste. Compartilho, em: https://istoe.com.br/ex-jogador-cafu-enfrenta-dividas-milionarias/

CAFU ENFRENTA DÍVIDAS MILIONÁRIAS

O ex-jogador Cafu, capitão da seleção brasileira na conquista do penta em 2002, enfrenta diversas dívidas. Segundo a Folha de S. Paulo, ele perdeu cinco imóveis que foram usados para cobrir empréstimos milionários.

Cafu e a esposa, Regina, tiveram que penhorar outros 15 imóveis para cobrir dívidas da empresa Capi-Penta International Player, criada em 2004 para gerenciar a carreira de atletas. Uma das dívidas da empresa é fruto de um processo da securitizadora Vob Cred, que cobra uma dívida de mais de R$5 milhões. Os imóveis foram adquiridos na época em que ele era jogador. Dentre os times que atuou, estão São Paulo, Palmeiras, Roma e  Milan. Além disso, ele foi o atleta com mais jogos na seleção brasileira, competindo três finais seguidas da Copa, de 1994, 1998 e 2002.

Além disso, a Fundação Cafu, tem uma Dívida Ativa da União de R$857 mil e o próprio ex-jogador tem R$235 mil de dívida ativa. Apesar de já não jogar mais, Cafu está envolvido com futebol, tendo sido um dos membros do Comitê Organizador Local da Copa América e anunciado como embaixador do Brasil da Copa de 2022 no Qatar.

Crédito: Divulgação