– Enquanto alguns passam fome…

A FAO (organismo da ONU que cuida sobre o tem “alimentação”) informa: 1/3 da comida do mundo é desperdiçada!

Desde pequeno aprendi que se deve comer o necessário (embora a gula prejudique), mas nunca jogar resto de alimento, pois “comida é algo sagrado“.

E é mesmo! Quanta gente passando fome e a gente ignorando isso. Fato!

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– Pastoral da Sobriedade

Vejam que importante: achei esse folheto em meio a um livro, e, pelo assunto, acho extremamente importante divulgar: a PASTORAL DA SOBRIEDADE, que atende às pessoas que se deixaram tomar pelos vícios.

Estar sóbrio, nos dias de hoje, é algo difícil por natureza. Ainda mais com tanta porcaria sendo ofertada à sociedade.

Se você conhece pessoas que precisam dessa ajuda, informe-as! Abaixo:

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– Doar é muito bom. Doe sangue, Doe Plaquetas, Doe Vida!

Repost de exatamente 1 ano: minha última das várias doações de sangue. Infelizmente, com a pandemia e com alguns contratempos de saúde, estou “suspenso” de doar… Mas incentive o próximo a ser doador de sangue e de plaquetas:

Hoje é dia de colaborar com a tradicional doação voluntária de hemoderivados que faço. E isso é ótimo!

Você faz bem a alguém que nem conhece e deixa a sua alma satisfeita pela ação solidária. Então… ajude! Os bancos de sangue agradecem.

– Multiplicando pães na nossa vida e na dos outros!

Hoje, a liturgia da Igreja Católica nos mostra no Evangelho a belíssima passagem de Jesus Cristo multiplicando os pães e peixes, pois as pessoas estavam sedentas!

Somos nós também depois de 2000 anos, sedentos de carinho, amparo, bens materiais e espirituais. Peçamos ao Altíssimo que sejamos saciados através de sua Palavra.

Porém, lembremo-nos que devemos ser nós também multiplicadores! Não somos como Cristo (pois só Ele é Deus), mas como cristãos (portanto, imitadores dEle) devemos  multiplicar solidariedade, atitudes acolhedoras / compreensivas, exemplos e testemunhos.

Reflita: o que você tem multiplicado na sua vida e na vida dos seus irmãos?

A Multiplicação dos Pães: milagre ou simples partilha ...

– Empreendimentos Lucrativos e Socialmente Corretos: o Negócio Social

Cada vez mais vemos preocupações em agregar valor social a bens e serviços. Porém, a busca de lucro vem atrelada ao desejo de ajuda. São os NEGÓCIOS-SOCIAIS.

Gosto muito desse assunto, e por isso compartilho esse interessante artigo da Revista Exame, abaixo (clique aqui para citação):

COMO CRIAR UM NEGÓCIO SOCIAL

por Daniela Moreira

O tempo em que a etiqueta “sem fins lucrativos” vinha necessariamente atrelada a uma operação com propósitos sociais ficou para trás. Hoje, as organizações que querem contribuir para a construção de um mundo melhor podem fazê-lo sem abrir mão de gerar receita e operar dentro das melhores práticas de gestão e eficiência do mercado.

Os “negócios sociais” começam a se consolidar como uma opção para quem quer empreender e, ao mesmo tempo, gerar impacto social. “É usar o potencial empreendedor para resolver questões de qualidade de vida de populações mais vulneráveis”, explica Maure Pessanha, diretora executiva do Centro de Formações em Negócios Sociais da Artemisia, aceleradora de negócios sociais. Entre os exemplos de iniciativas neste modelo estão negócios voltados a consumidores de classes C, D e E, como serviços de saúde e educação a baixo custo. “Tem que gerar receita, mas tem que resolver um problema social”, resume Rodrigo de Méllo Brito, co-fundador e diretor executive da Aliança Empreendedora. Confira a seguir algumas dicas dos especialistas para criar um negócio social:

Pesquise o público-alvo

Para ser relevante, um negócio social precisa atender às necessidades reais do seu público. Isso exige um contato muito próximo com os consumidores dos produtos e serviços a serem oferecidos.

Não presuma que uma demanda existe – busque verificar através de pesquisas e contatos constantes com os usuários exatamente o que eles querem. “É preciso entender muito bem do problema para poder traçar a estratégia de trás para a frente. Quanto o cliente está disposto a pagar pelo produto? Que tipo de meio de pagamento ele tem à disposição? É respondendo a essas perguntas que você poderá chegar a uma oferta ideal”, detalha Brito.

Encontre um modelo de negócio

Não há um consenso a respeito da constituição jurídica ideal para este tipo de negócio. Muitos nascem a partir de iniciativas de ONGs que precisam de recursos para se autofinanciar. Mas, cada vez mais, tornam-se comuns projetos que já nascem como negócios sociais. Neste caso, é importante pensar desde o início em um modelo que permita que o negócio seja autossustentável – se não a curto prazo, pelo menos em um futuro não muito distante.

“O capital inicial para começar um negócio pode vir de várias fontes, inclusive doações. O que não pode acontecer é contar doação como faturamento, isso é uma ilusão. No longo prazo, é preciso gerar receita”, destaca Maure. Os modelos de negócios são variados. Algumas empresas faturam com a venda dos próprios produtos e serviços oferecidos. Em outros casos, treinamentos e consultoria podem entrar como uma fonte de receita para sustentar um atendimento gratuito ao público.

Faça um bom plano de negócios

Como qualquer negócio que almeja o sucesso, um negócio social deve ter um plano de negócios, o documento que vai detalhar e traduzir em números qual será a oferta da empresa, o mercado em que ela vai atuar, seus concorrentes e projeções de ganhos e gastos potenciais. “O negócio social tem que ser, antes de tudo, um bom negócio, muito bem estruturado e administrado”, destaca Maure. Além de ajudar na hora de buscar recursos, este documento será útil na gestão do dia-a-dia do negócio.

Conduza um piloto

Para fazer os ajustes finos necessários no projeto e mostrar a potenciais investidores que a ideia é boa, fazer um piloto é um caminho interessante. “Teste o seu mercado assim que possível e veja se o produto tem valor para a comunidade”, recomenda Maure.

Busque recursos

A oferta de capital para negócios sociais vêm crescendo no Brasil. Fundos internacionais e até brasileiros, como a Voz Capital e a Sitawi, injetam recursos em projetos promissores em troca de uma fatia do negócio. Como muitos negócios sociais ainda nascem a partir de um modelo híbrido – ONGs que acabam migrando para o setor 2,5 gradativamente, em busca de sustentabilidade –, também é possível captar recursos tradicionalmente disponíveis para o terceiro setor, como verbas de institutos e fundos sociais de empresas. Outra opção é ir atrás de recursos dos programas de subvenção econômica governamentais.

Tenha paixão e perseverança

Um negócio social algumas vezes leva mais tempo para decolar que um negócio tradicional, por isso é fundamental que o empreendedor acredite muito na ideia e tenha persistência. “É importante ter uma visão, uma consciência do impacto do negócio”, diz Maure. Embora, no longo prazo, a remuneração de um executivo responsável por um negócio social possa se equiparar aos valores de mercado, assim como em qualquer empreendimento, e empreendedor terá que apertar o cinto até que o negócio se consolide. “Mesmo negócios tradicionais levam anos para ter escala. É preciso ter paciência”, aconselha Britto.  “A boa notícia é que até o investidor está disposto a esperar mais e ganhar menos, porque investe pelo impacto social”, conclui.

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– Brasil possui 11 famílias com sangue Bombaim e exportou “vida”!

Aconteceu há dois anos, mas é muito curioso: eu nunca tinha ouvido falar de Sangue O Negativo Bombaim! Raríssimo, uma vida na Colômbia foi salva por brasileiro que enviou o sangue do nosso país para lá (não havia nenhum colombiano com tal sangue, apenas a pessoa que recebeu a doação).

Extraído de: http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,sangue-de-cearense-salva-bebe-colombiana,70001889706

SANGUE DE CEARENSE SALVA BEBÊ COLOMBIANA

Criança precisou de doador estrangeiro por ter tipo raro; Brasil exportou material pela 1ª vez

O sangue de tipo raríssimo de um jovem cearense salvou a vida de um bebê de 15 meses na Colômbia nesta semana. Desde a criação do Cadastro Nacional de Sangue Raro, essa foi a primeira vez que o País exportou material para outra nação, segundo o Ministério da Saúde brasileiro.

A transfusão foi feita na quarta-feira, 12, em Medellín. As autoridades locais não haviam conseguido encontrar um colombiano com o mesmo tipo de sangue da criança, conhecido como fenótipo Bombaim e fizeram um alerta à Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Essa história começou na terça-feira da semana passada, quando a menina chegou ao hospital com vômitos e falta de ar. A equipe médica descobriu que ela tinha baixo peso, anemia e hemorragia no trato digestivo superior. A transfusão era urgente.

Os testes iniciais concluíram que o tipo de sangue necessário era O negativo, mas nenhuma amostra era compatível. Os exames especializados concluíram que a criança não tinha sangue A ou B, ou AB, mas o fenótipo Bombaim. No Brasil, só há 11 famílias com esse tipo de sangue.

O corpo da menina não reconhecia nenhum dos tipos de sangue mais tradicionais e transfusão com o tipo errado poderia causar danos nos rins e até mesmo a morte, explica María Isabel Bermúdez, coordenadora da Rede Nacional de Bancos de Sangue da Colômbia.

Mas, diz ela, o fenótipo Bombaim não foi a causa da doença. “As pessoas com este tipo de sangue são geralmente saudáveis e, portanto, não necessariamente são identificadas.” O governo colombiano não informou quem era a família ou deu detalhes sobre o caso, como prevê a legislação local. O Estado apurou que a mãe da menina é pobre e bastante jovem.

Após o alerta, a rede de bancos de sangue no Brasil foi a única a identificar doador. Era um morador de Fortaleza, de 23 anos, que não teve o nome divulgado. No último sábado, ele doou 370 mililitros de seu sangue – quase o equivalente a uma lata de refrigerante.

Isso só foi possível pelo método refinado de análise de sangue do centro hematológico de onde veio a doação, que pesquisa anticorpos irregulares. “Há quase quatro anos, o Hemoce (Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará) adotou novo método na busca de doadores raros que permite detectar diferentes tipos sanguíneos, até raríssimos”, explica Denise Brunetta, coordenadora do laboratório de Imuno-hematologia do Hemoce.

Percurso longo. Depois do desafio de encontrar o doador, as autoridades ainda batalharam para obter licenças de autoridades competentes – como o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – para exportar o sangue e garantir que chegasse em bom estado ao destino.

“Saí para trabalhar na segunda-feira achando que seria um dia normal e no entanto acabei o dia embarcando com uma maleta de sangue para a Colômbia”, conta Natalícia Azevedo Silva, enfermeira do Hemoce, que protegeu o saco de sangue durante as mais de 20 horas de voo – contando o tempo de espera em aeroportos.

Para transportá-lo, foram seguidas as recomendações de transporte das legislações brasileiras e internacionais, explica Natalícia, que há 18 anos trabalha com o Hemoce.

“Colocamos a bolsa em recipiente rígido, envolta em material absorvente, com substância para refrigerar e controle de temperatura. A caixa foi lacrada e identificada como material biológico de risco mínimo. Não se pode passar a caixa no raio X nem transportar no compartimento de mala de bordo, pelo risco de danificar o conteúdo da bolsa”, descreve ela.

O trajeto do sangue não foi fácil: saiu de Fortaleza, passou por São Paulo, Panamá, Bogotá e Medellín, superando 4 mil quilômetros. Confirmada a compatibilidade, o material biológico foi fragmentado: 80 centímetros cúbicos foram destinados para transfusão do bebê, e o restante foi conservado caso haja nova necessidade.

“Esta história, sem precedentes para os dois países, confirma que a rede de colaboração que foi criada pelas autoridades de saúde na região está funcionando de maneira permanente, eficaz e solidária”, disse ao Estado o ministro da Saúde da Colômbia, Alejandro Gaviria. “É emocionante saber que os brasileiros tomaram como sua própria causa a vida da menina de Medellín”, acrescentou o ministro.

Histórico. A Coordenação-Geral de Sangue Hemoderivado (CGSH) oferece consulta ao Cadastro Nacional de Sangue Raro. Essa atividade é feita pelo Hemocentro da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que centraliza as informações dos doadores de sangue considerados raros de todo o País.

Entre 2015 e este mês, a CGSH recebeu 25 solicitações de consulta ao cadastro. Em 2017, até agora, foram nove pedidos, com 100% de atendimento.

EM APENAS 0,1% DA POPULAÇÃO

Descrito pela primeira vez em Mumbai, na Índia, o sangue do fenótipo Bombaim – o nome se refere à cidade indiana – está presente em apenas 0,1% da população. Ele é caracterizado pela ausência do antígeno H, presente em 99,9% das pessoas. Os indivíduos com sangue do fenótipo Bombay tem um gene raro que dá a eles um anticorpo contra esse antígeno. Se receberem um sangue que não seja Bombay, podem ter grave reação e até morrer.

No Brasil, já foram encontradas pessoas com esse subtipo no Ceará, em São Paulo e em Estados da Região Sul. Em 2014, o Ministério da Saúde criou o Cadastro Nacional de Sangue Raro. Depois disso, 25 solicitações de consulta já foram atendidas em território nacional.

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– Professores voluntários que mudam a vida das pessoas!

Amigos, compartilho essa belíssima matéria do projeto “Generosidade”, a respeito de professores que oferecem seu tempo no ensino solidário, voluntário e gratuito a quem precisa!

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245336-15228,00-UMA+NOVA+CHANCE+PROFISSIONAL.html

UMA NOVA CHANCE PROFISSIONAL

Por Luciana Vicária

Como um grupo de professores voluntários ensina um ofício a quem precisa. E oferece às empresas os técnicos que elas mais procuram

Em uma pequena sala de aula em Carapicuíba, na Grande São Paulo, o paulistano Jair Leal, de 31 anos, teve seu primeiro contato com instalações de equipamentos de som. Ele foi aluno do curso de autoelétrica oferecido pela Associação Beneficente Cristã em Carapicuíba (ABCCar). “Era a chance de que eu precisava para aprimorar meus conhecimentos e abrir meu próprio negócio”, diz Leal, hoje dono de uma oficina de elétrica. A ABCCar é uma instituição sem fins lucrativos criada com o objetivo de ensinar um ofício a quem não pode pagar por um curso convencional. Ela só existe porque seu idealizador, Paulo Rogério de Oliveira, de 43 anos, colocou em prática algo em que diz acreditar desde pequeno. “O conhecimento deve ser um bem coletivo – e replicável”, afirma.

Baiano de Ibititá, uma cidade com vocação agrícola, Oliveira trabalhou na roça com a família e ajudou os pais a criar seus sete irmãos mais novos. Aos 18 anos deixou sua cidade para estudar processamento de dados e tentar a vida em São Paulo. Abriu uma microempresa de manutenção de informática e passou a dar aulas de computação em casa para reforçar o orçamento. “O problema é que eu não conseguia cobrar do aluno que não me pagava em dia”, diz Oliveira. “Eu pensava nas dificuldades pelas quais passei e perdoava.”

A situação se repetiu tantas vezes que Oliveira decidiu fazer de sua vocação uma causa social. Comprou computadores usados no centro de São Paulo, pegou emprestado uma sala de escritório e passou a ensinar informática a cerca de 20 pessoas da comunidade. Cobrava um valor simbólico (R$ 10 por mês) para arcar com custos como apostilas e energia elétrica. A procura pelo curso cresceu tão rapidamente que Oliveira teve de recrutar novos voluntários. Além de informática, a ABCCar passou a oferecer cursos como contabilidade, recursos humanos, manicure e cabeleireiro. Durante o dia, Oliveira trabalha no serviço funerário da prefeitura de Carapicuíba. No tempo que lhe resta, inclusive nos finais de semana, é professor na instituição.

Nos últimos oito anos, a atividade cresceu. O ABCCar incorporou mais duas salas, emprestadas por igrejas do município, embora a instituição não tenha vínculo oficial com igrejas. Sempre atendendo poucos alunos de cada vez, de turma em turma, o curso já recebeu 12 mil estudantes. Cerca de 10 mil se formaram. São pessoas como Leal, dono da oficina e hoje professor voluntário na ABCCar. Outra aluna, Fernanda dos Santos, começou a estudar como empregada doméstica e hoje é contadora em uma multinacional. O pedreiro João Sampaio abriu um salão de beleza. “Abandonei os tijolos e virei mãos de tesoura”, diz.

Os cursos profissionalizantes de nível médio e superior foram os que mais cresceram no Brasil no último ano, de acordo com o Ministério da Educação. Cerca de 90% dos que se formam já saem empregados, revela a Confederação Nacional da Indústria. “A mão de obra que a ABCCar produz é uma das mais requisitadas do país”, afirma Bruna Dias, gerente de orientação de carreira da Cia. de Talentos, uma das maiores empresas de recrutamento e seleção do país. “São cursos rápidos que encurtam o caminho com o mercado de trabalho, aumentam a renda e as perspectivas de crescimento profissional”, diz.

É por isso que, mesmo sem oferecer um certificado reconhecido pelo Ministério da Educação, os alunos da ABCCar são requisitados pelas empresas. As salas-laboratório ainda são equipadas com material emprestado ou doado. “Muitos deles são antigos e defasados, mas o contato com a prática desperta o interesse dos estudantes”, diz Oliveira. “Quando o aluno se dá conta de que estamos ali por ele, e não para ganhar dinheiro, passa a nos respeitar e aproveita a chance.” A ABCCar nem sempre forma alguém para o mercado. Há quem desista no meio do caminho ou não coloque em prática o que aprendeu. “Mas ninguém passa ileso por lá”, diz Leal, o dono da oficina. O mais importante, segundo Oliveira, é resgatar a autoestima dos alunos. “Tento mostrar que eles podem fazer mais por si próprios, pelo outro e pelo país. Transmitir o conhecimento é apenas uma das funções do voluntário”, afirma.

A luta para pagar as contas é constante. A ONG não tem o título de utilidade pública, um documento importante que a reconhece como organização sem fins lucrativos. Sem o documento, não é possível receber doações formais ou emitir recibos. É por essa razão que não basta contar com a mensalidade dos cursos, entre R$ 10 e R$ 30, para sustentar a instituição. Oliveira rifa eletrodomésticos e realiza feijoadas coletivas numa escola estadual da região. “Quando sobra, pago cursos aos professores ou até ajudo com o combustível”, diz.

SEJA UM VOLUNTÁRIO – Centro de Assistência e Promoção Social Nosso Lar

– O dentista solidário: Felipe Rossi e a ONG Por1Sorriso!

Tem gente que faz a diferença no mundo: conheça a história da ONG “Por1Sorriso”, do dentista Felipe Rossi, que transforma literalmente o sorriso das pessoas!

Vale a leitura (texto extraído de: https://vivimetaliun.wordpress.com/2020/06/21/dentista-brasileiro-viaja-para-consertar-a-boca-de-quem-nao-pode-pagar/)

DENTISTA BRASILEIRO VIAJA PARA CONSERTAR A BOCA DE QUEM NÃO PODE PAGAR

O dentista Felipe Rossi viaja o mundo dando um motivo a mais para as pessoas carentes sorrirem ao restaurar seus dentes e a confiança perdida. Para milhões de pessoas pessoas, a saúde bucal é puro luxo inalcançável por isso Felipe fundou, em 2016, a ONG Por1sorriso.

Para nós que temos uma rotina de cuidados bucais estabelecida e dinheiro para o dentista é difícil imaginar que há pessoas que sequer possuam uma escova dental. Apesar das conquistas tecnológicas em saúde bucal, aqueles mais carentes ainda têm pouco ou nenhum acesso à saúde bucal ou ao dentista.

Segundo The Global Burden of Disease Study , doenças bucais atingem 3,5 bilhões de pessoas no mundo. Estima-se que 2,3 bilhões de pessoas tenham cáries em dentes permanentes enquanto mais de 530 milhões de crianças sofram de cárie nos dentes de leite. Existe uma evidente correlação entre a presença de doenças bucais e status socioeconômico, e, obviamente, a pior carga recai sobre os mais pobres.

Problemas e doenças bucais tem um enorme impacto na qualidade de vida – dificuldades para se alimentar, dores e sofrimento permanente. Os dentes que não recebem tratamento levam a mais problemas, desconforto, além da certeza da perda de dentes muito prematura. O sorriso é comumente o que as pessoas notam primeiro no outro, portanto, ter dentes feios ou a ausência deles pode causar graves lutas psicológicas, como baixa auto-estima.

Essas transformações profundas nos rostos dos pacientes mostram como o trabalho dos voluntários não muda somente seus sorrisos, mas suas vidas. Um sorriso belo pode faz uma enorme diferença em como somos vistos, e também afeta a autoconfiança do indivíduo – essas pessoas agora parecem muito mais jovens e suas personalidades mais reluzentes. fonte:via [Bored PandaInstagram 12Youtube]

– Colabore! Ajude Léa Campos.

Assista a história de Léa Campos, hoje esquecida pelo mundo do futebol, e se puder, contribua com essa guerreira.

Compartilho: https://www.youtube.com/watch?v=AiUBPLywN1c

Se não puder ajudar, compartilhe para quem possa! Abaixo, um vídeo gravado por ela para o jornalista Wanderley Nogueira:

Dados para depósito:

Banco Bradesco‬
‪ASALEA DE CAMPOS FORNERO MEDINA‬
‪CPF: 109.829.656-72‬
‪Agência: 0465-0‬
‪Conta corrente: 0237239-8‬

 

– Ajudemos Léa Campos!

Léa Campos: ela foi a primeira árbitra de futebol do mundo. E essa guerreira é brasileira!

Imaginem trabalhar num país carregado de preconceitos em plena ditadura militar? João Havelange a havia proibido de apitar em 1967, alegando que era… mulher. Mas, em 1969, a pedido do presidente Médici à CBD, Léa pode atuar.

Além dessa vitória pessoal, inspirou outras tantas mulheres a labutarem no esporte, não só como árbitras, mas até mesmo como jogadoras. 

Em 1974, após sofrer um grave acidente, quase perdeu a perna esquerda e teve que encerrar a carreira. Mudou-se posteriormente para os EUA, onde trabalhou fazendo salgados e doces. Há 8 anos, enfrentou – e venceu – um câncer de mama.

Hoje, ainda em solo americano, vive com seu marido em dificuldades. Ela, com 75 anos, tem problemas de mobilidade, e seu marido, Luís, luta contra um câncer de próstata. Com a Covid-19, sendo do grupo de risco e com os problemas que ocorrem em Nova York, sem recursos financeiros e com a saúde abalada, precisa honrar com os custos do aluguel, de médicos, e do próprio dia-a-dia.

Ajudemos essa batalhadora, que inspirou tanta gente e foi esquecida por muitos. A CBF, nada fez. Entidades e amigos tentaram uma vaquinha virtual, que foi insuficiente. A situação, como mostrada, é delicada e toda ajuda é bem-vinda.

Deposite o que o seu coração mandar:

Banco Bradesco
ASALEA DE CAMPOS FORNERO MEDINA
CPF: 109.829.656-72
Agência: 0465-0
Conta corrente: 0237239-8

Tenha certeza: Léa agradece e lhe retribui com orações!

Com informações do Safesp, site Terceiro Tempo e depoimento pessoal de Léa Campos.

– Como é difícil enxergar o próximo como irmão!

Responda sinceramente: você enxerga a pessoa que está ao seu lado como irmão, aos olhos da fé e coração de amor?

É difícil ver a figura do Cristo-irmão no outro, não?

Se até mesmo com os irmãos de sangue nós temos dificuldade em amá-los quando nos magoam, o que dizer dos irmãos de fé? Ou ainda, irmãos da sociedade, da comunidade, de tantos coleguismos em geral. Mais do que isso: irmãos desconhecidos!

Perdoar, fazer o bem sem esperar nada em troca, ou simplesmente relevar o que nos chateia, dando o outro lado da face a tapa, é dureza. E quantas vezes nos esforçamos para ajudar alguém, amando a pessoa solidariamente, e nos sentimos traídos? O perdão se torna difícil e a misericórdia rareia.

Pense: “o próximo” também é você próprio, visto da ótica do outro. E esse outro: terá a mesma temperança conosco?

Impossível não lembrar do Pai Nosso. Quando pedimos a Deus para “perdoar nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido”, fazemos de coração sincero?

O importante, no dia-a-dia e na busca da santidade, é: ser desprovido de vaidade, ajudar e perdoar com todas as forças! Mesmo se o sentimento do outro for totalmente contrário. Nisso se baseia o Amor ao Próximo e a prática verdadeira da vida cristã.

Que dói, dói sim. Mas se o perdão for puro, a mágoa não fica.

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– Indignidade Humana: critica-se doação, ajuda solidária, etc, etc, etc…

Caramba, o mundo está pilhado, louco, desconexo…

Leio uma crítica (e não vale o crédito pela tristeza da situação) sobre uma campanha solidária de ajuda a uma pessoa. O autor expõe os valores doados pelos contribuintes, e questiona se são significativos pelo que ganham.

Quanto ele, autor, doou? Não consta na lista. Independente disso, em tempos de dificuldades de todos, doar ou não é algo íntimo de cada pessoa. Não se pode cobrar ajudar em dinheiro vivo num momento em que todos estão em pandemia e o mundo praticamente parado. 

Se a pessoa não doou muito dinheiro, ela não é obrigada, pois é uma questão de foro íntimo. Poderia ela ter ajudado de outras formas, como, por exemplo, divulgar uma campanha solidária!

A melhor coisa que se pode fazer – SEMPREé ajudar sem se vangloriar. O que a mão esquerda faz, a direita não deve saber. Doar para promoção pessoal é hipocrisia. Doar porquê alguém cobrou, idem. Doar por compaixão, é humanitário – e esse valor da doação (em espécie ou em atos) é sempre particular.

A questão fica sendo: expor ao constrangimento uma causa dessa, é demais. É insensibilidade. Teremos que apresentar holerit para dar satisfação do quanto pode-se ajudar o próximo?

Repito: a democracia não obriga isso, mas sim a consciência. Pior que doar pouco, é reclamar dos outros e não doar.

Para não surgir polêmicas: refiro-me ao caso de Ney Santos e Hugo Prado, Prefeito e Vereador de Embu das Artes, que vive um inferno na política local. Que rolo! Viram que situação?

A solidariedade verdadeira é aquela descompromissada em esperar o “Obrigado de Volta”. Quem explora o assunto difamando outrem ou quer promoção sobre valores vultuosos doados como marketing, não sabe o que é isso (a ação solidária).

Aqui: https://www.verboonline.com.br/2020/03/31/em-meio-a-pandemia-morador-questiona-doacao-de-hugo-e-ney-o-xinga-de-burro/

Debate 88: solidariedade e empatia - Notícias - Rádio 88 FM

– A vida dos padres que visitam doentes durante a pandemia

Dar a vida ao irmão, visitar os doentes, correr risco pelo próximo… isso é santidade!

Um exemplo concreto nos dias atuais, abaixo, que vale a pena ser lido:

Extraído de: https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2020-04/coronavirus-frade-capuchinho-angelo-hospital-bergamo.html

A HISTÓRIA DE FREI PIERGIÁCOMO, UM ANJO COM HÁBITO PARA CURAR ALMAS DENTRO DO HOSPITAL

O frade capuchinho, junto a quatro dos seus coirmãos, não se cansa de percorrer as alas do Hospital Papa João XXIII, em Bérgamo, na Itália, para dar esperança aos médicos e enfermeiros, mas sobretudo aos doentes: “ficam felizes quando descobrem que, embaixo do jaleco e atrás da máscara, se esconde um religioso. Até se reanimam e entendem que a nossa presença representa o fato que Deus está com eles”, afirma Frei Piergiacomo em entrevista ao Vatican News.

Por Federico Piana e Andressa Collet

No Hospital Papa João XXIII, em Bérgamo, cidade ao norte de Milão, na Lombardia – a região mais afetada pela emergência do coronavírus, os anjos têm rosto de médicos, enfermeiros e de frades capuchinhos que todos os dias levam conforto e esperança aos doentes de Covid-19, colocando em risco a própria vida. Entre eles está o Frei Piergiacomo, junto a seus quatro coirmãos.

O grupo percorre todas as alas do hospital para dar uma palavra de solidariedade, para fazer uma oração: “não fazemos só com os doentes”, explica o frade, “mas com todos os funcionários da estrutura: dos enfermeiros àqueles da limpeza. A nossa presença quer realmente ser uma proximidade orante”. Muitas vezes, conta Frei Piergiacomo em entrevista ao Vatican News, são os próprios profissionais da saúde que buscam esse apoio.

Frei Piergiacomo – “Sim. Às vezes são as enfermeiras-chefes que nos chamam para ir até os colegas: assim nos reunimos alguns minutos para rezar uma Ave Maria ou um Pai Nosso. Neste período de pandemia, infelizmente, podemos entrar poucas vezes nas unidades de terapia intensiva e nas alas que recebem infectados por causa da escassez dos equipamentos de proteção. Mas, estamos sempre prontos para as urgências: levar o óleo sagrado a quem está morrendo.”

Vocês não deixam de ir nem ao necrotério onde nenhum dos familiares das vítimas pode ir para se despedir…

Frei Piergiacomo – “Sempre tem um frade que, todos os dias, oferece uma oração e uma bênção aos mortos que estão ali. E, se não estão os parentes para chorar os próprios queridos defuntos, geralmente estão os médicos e os enfermeiros: eu vi muitos se padecerem de dor, os mesmos que acompanharam à morte quem não conseguiu resistir à pandemia.”

Embaixo do jaleco, esperança e fé

Como reagem os doentes que recebem esse conforto?

Frei Piergiacomo – “Antes de mais nada, eles estranham um pouco, porque depois de muitos dias internados veem uma pessoa que não é nem médico e nem enfermeiro. Ficam felizes quando descobrem que, embaixo do jaleco e atrás da máscara, se esconde um religioso. Eu os vejo inclusive um pouco reanimados, e entendem que a nossa presença representa o fato que Deus está com eles e próximo no sofrimento, como o bom samaritano. Quando posso, peço-lhes também a possibilidade de conceder a unção dos enfermos, que representa uma consolação no momento da provação.”

Alguém consegue também fazer a confissão?

Frei Piergiacomo – “Não, porque falta o caráter confidencial. Geralmente, dizemos a eles para fazer um ato de profunda contrição e uma oração de arrependimento com o propósito, de quando a emergência terminar, de ir se confessar com um sacerdote. Esperamos que aconteça logo.”

Capuchinhos, homens de oração – Seja Capuchinho