– Boas Coisas no Coração

Dias atrás, ouvi esta linda e verdadeira observação a respeito do dia-a-dia materialista das pessoas:

Cada vez mais, estamos atarefados e presos a compromissos. Não temos tempo para relaxar. Nos concentramos demais no trabalho e ‘demenos’ em Deus. Vamos acumulando coisas, obrigações, tarefas e desejos que poderiam ser adiados ou nem existirem, e sufocamos o pouco espaço que destinamos às coisas do Céu”.

Puxa, isso é muito sério mesmo. Nos poucos minutos que as vezes reservamos para conversar com Deus, misturamos tanta coisa em nossa mente que nosso coração não produz nada. E a espiritualidade e o desapego aos bens terrenos ficam sem chances de aflorar. Assim, a fraternidade não brota e nos tornamos escravos dos compromissos.

Seria bom se o nosso propósito de vida fosse o mesmo de grandes santos, como José Maria Escrivá: “TUDO O QUE FAZER, FAÇA DE MANEIRA CRISTÔ.

Às vezes nos esquecemos dessa grande verdade… Eu próprio devo esse Mea Culpa.

dinheiro voando — PT no Senado

– O moletom de Guardiola!

Que Pep Guardiola deve se consolidar (se é que já não é) como o maior treinador de futebol de todos os tempos, não resta dúvida. Mas o “cidadão Guardiola” também deve ser admirado.

Já ouvi várias histórias de filantropia que ele pratica, sem a preocupação de fazer marketing pessoal ou ganhar elogios por isso. Claro, por serem ações veladas, não se sabe o que é real ou não.

Mas em tempos de “marcas famosas” e imposição de roupas por patrocinadores, me chamou a atenção o moletom que ele tem usado em alguns jogos, com os dizeres “Open Arms”. E quem explica é o tuíte do MKTEsportivo@mkt_esportivo

“Para quem tem dúvidas sobre o moletom do Guardiola, trata-se da ONG “Open Arms”, que atua no resgate de refugiados que deixam seus países pelo mar em direção à Europa. O técnico espanhol é um defensor da causa há algum tempo. Faz doações do próprio bolso, inclusive.”

Que cara esse Guardiola é, não? Impossível não ser fã dele.

– O Annete do Boticário para a saudosa mãe é um exemplo de Sensibilidade Corporativa

Nesta última semana, um exemplo maravilhoso de respeito ao consumidor, humanidade e “sensibilidade corporativa”: o Boticário produziu frascos com um perfume, o “Annete”, que estava descontinuado há algum tempo, para consolar uma mãe que chorava a morte de seu filho.

A fragrância do perfume era a recordação de dona Wanda, uma senhora de 76 anos (veja no link abaixo a história dela).

Fica a reflexão: é tão sacrificante para algumas organizações humanizar o relacionamento? Quantas empresas não se dedicam exclusivamente a métodos fechados, automatizados, frios e burocráticos de relacionamento com seus consumidores?

Sobre o caso, aqui: https://revistapegn-globo-com.cdn.ampproject.org/c/s/revistapegn.globo.com/amp/Franquias/noticia/2021/04/o-boticario-volta-fabricar-perfume-fora-de-linha-para-que-mae-guarde-cheiro-que-lembra-filho-falecido.html

O Boticário relança perfume 'Annete' para mãe que perdeu filho com Covid-19  - GKPB - Geek Publicitário

– Doe Plasma Convalescente para o Butantã!

AJUDE!

💛 Se você já foi infectado com COVID-19, você pode doar plasma e ajudar outras pessoas com a doença. O Instituto Butantan está recrutando pessoas que foram infectadas para doar plasma convalescente, a parte líquida do sangue.

O plasma recolhido de pessoas que já tiveram a doença tem anticorpos que estimulam o organismo infectado a se defender até gerar sua própria resposta imune. O processo demora cerca de uma hora – desde a triagem, a aferição de temperatura e pressão, a avaliação e a coleta.

👉 A doação do plasma segue o mesmo protocolo da doação de sangue. Saiba como e onde você pode doar e ajudar a salvar vidas em https://redeplasma.butantan.gov.br/.

#SaudeSP

– Os Autodidatas da Pobreza!

Essa iniciativa ocorreu há 8 anos, e merece atemporais aplausos:

Compartilho interessante matéria sobre um programa solidário com crianças da Etiópia. Lá, elas ganham tablets e, sozinhas, aprendem informática. Abaixo:

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/250568_NATIVOS+DIGITAIS

NATIVOS DIGITAIS

Sem orientação, crianças de comunidades isoladas na Etiópia aprendem a manejar tablets e começam a se alfabetizar sozinhas

Por Juliana Tiraboschi

Para quem vive nas grandes cidades, a impressão é a de que as crianças já nascem sabendo como mexer em computadores e celulares. Mas será que em lugares pobres e isolados acontece o mesmo? Foi pensando nisso que o cientista Nicholas Negroponte, cofundador e professor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), criou um projeto de distribuição de tablets para crianças de comunidades remotas na Etiópia. Os aparelhos foram abastecidos com aplicativos que ensinam crianças a ler e escrever. O cientista partiu do princípio de que é possível aprender de maneira autodidata.

Negroponte baseou-se em experiência adquirida no projeto que o tornou famoso. Em meados dos anos 2000, ele criou a organização sem fins lucrativos OLPC (Um Laptop por Criança, na sigla em inglês), que vende computadores de baixo custo (até US$ 200) para governos de vários países. O bom desempenho das crianças estimulou o cientista a desenvolver o projeto na Etiópia. Desde fevereiro, distribuiu 40 tablets em dois vilarejos do país, ambos localizados a cerca de 100 quilômetros da capital, Adis Abeba. Um aparelho para cada criança. São meninos e meninas analfabetos, entre 4 e 11 anos, que nunca frequentaram uma escola ou tinham tido contato com qualquer equipamento eletrônico. A única instrução fornecida foi sobre como reabastecer os dispositivos. Um adulto de cada comunidade aprendeu a carregar os tablets em uma estação movida a energia solar.

Cada aparelho foi equipado com cerca de 300 aplicativos de jogos, filmes, desenhos e atividades básicas de alfabetização. Em poucas semanas, as crianças já mexiam com desenvoltura nos aplicativos. Após sete meses de experimento, algumas conseguem esboçar suas primeiras letras e palavras. Para Matt Keller, vice-presidente de apoio global da OLPC, o caso que mais o impressionou foi o de um garoto de 4 anos. “A princípio pensei que ele tinha algum problema de desenvolvimento. Ele não olhava nos nossos olhos e se escondia atrás da mãe. Mas ele foi o primeiro em um dos vilarejos a descobrir como ligar o tablet, em apenas quatro minutos de tentativas, e depois passou a ensinar as outras crianças”, conta. Quando o menino conseguiu ligar o aparelho pela primeira vez, exclamou: “Eu sou um leão!” “Sempre que eu ia visitar o vilarejo, eu o chamava de leão. Um dia cheguei lá, ele me puxou pelo braço e me mostrou que havia escrito a palavra ‘lion’ no tablet. Ele aprendeu isso com os programas”, diz. Outro exemplo de resultados: os cientistas da OLPC desabilitaram as câmeras dos tablets, para poupar bateria. Mas as crianças fuçaram tanto que conseguiram desbloquear essa função e saíram tirando fotografias pelo vilarejo. Desde a época em que a OLPC foi criada, em 2005, há quem critique a distribuição de equipamentos tecnológicos sem que isso seja acompanhado de um treinamento que ensine a usá-los. “Eu acho que projetos como esse alcançam resultados limitados”, diz o engenheiro elétrico Lee Felsenstein, pioneiro no desenvolvimento dos primeiros computadores pessoais e fundador do Fonly, instituto de consultoria e desenvolvimento de projetos de tecnologia, como um programa recente que montou um sistema de informática em uma região rural do Laos. “Mesmo que as crianças aprendam a ler, a questão é o que elas estão lendo, os motivos e o significado dessas leituras. Os tablets podem ensinar palavras, mas, sem orientação, que é a função dos bons professores, esse é um tipo de aprendizado pobre”, afirma Felsenstein. “Acho que essa é uma visão que não entende a natureza intrínseca das crianças”, discorda Matt Keller. Independentemente de quem esteja certo, não dá para negar que estimular a curiosidade e o gosto pela leitura e escrita é sempre positivo, na selva ou na cidade.

– #tbt 2: Que tal ajudar?

Relembrando há 2 anos… seja solidário:

Se temos saúde e disposição, por quê não?

Hoje é dia de ser solidário: doe sangue e hemoderivados. Eu estou fazendo a minha doação de plaquetas! E a sensação é ótima…

Ajude. Faz bem para o próximo e para você.

– A Revolução do Bem pelos Focolares

Chiara Lubich, fundadora do movimento católico “Focolares”, deixou esse dito:

A Nossa Revolução não consiste simplesmente em combater o mal, mas em fazer o bem”.

Correto! A Paz, o Bem e o Amor são maiores do que uma simples antítese.

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– Parabéns ao bandeira romeno Octavian Sovran (o “do autógrafo de Haaland”).

Nunca julgue precipitadamente! Explico:

O atacante norueguês Erling Haaland (o “cometa Haaland”, um jovem fenômeno goleador que tem tudo para ser um dos melhores do mundo) é paparicado por todos. E o árbitro assistente Sovran, após o fim da partida pelo Liga dos Campeões da Europa entre Manchester City x Borussia Dortmund, foi ao vestiário pedir o autógrafo do craque do time alemão. Muitos o criticaram, dizendo que um oficial da arbitragem não poderia ser tiete de jogador.

Em condições normais, sim. Mas o bandeira costumeiramente combina com os jogadores mundialmente conhecidos para autografar um cartão amarelo e outro vermelho, a fim de posteriormente leiloa-los para uma entidade que cuida de autistas, a “SOS Autism Bihor”, na qual é voluntário (todo o valor arrecadado é integralmente entre a essa instituição).

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2021/04/08/arbitro-que-pediu-autografo-para-haaland-doou-os-cartoes-para-a-caridade.htm

ÁRBITRO QUE PEDIU AUTÓGRAFO PARA HAALAND DOOU PARA A CARIDADE

Após o confronto pelas quartas de final da Liga dos Campeões entre Manchester City e Borussia Dortmund, o árbitro assistente Octavian Sovran foi até Erling Haaland e pediu para que o jogador desse autógrafos em seus cartões.

Nesta quinta-feira, 08, Sovran deu declarações ao site ‘playsport.ro’ e explicou que os cartões assinados por Haaland servirão para arrecadar fundos para uma organização que apoia pessoas com autismo.

O romeno comentou que faz isso regularmente após as partidas em que atua para, em seguida, doá-los a instituições de caridade. Octavian também disse que Lionel Messi já foi um dos jogadores que assinou seus cartões.

Em campo, o clube inglês levou a melhor e venceu a partida por 2 a 1. Com isso, a equipe de Pep Guardiola joga por um empate no confronto de volta da Champions League.

– Ajude a Estante Solidária para ajudar os outros!

Muitas pessoas tomam boas iniciativas de ajudar o próximo. Uma delas é a “Estante Solidária”, onde você deposita livros a fim de que quem não possa comprá-los, possa os ler gratuitamente.

Alguma alma de bom coração lotou essa aqui, em Bragança Paulista, entre o Jardim Europa e Jardim Primavera: doou uma quantidade significativa!

Parabéns ao anônimo, que faz o bem sem olhar a quem e ainda promove a Cultura e a Educação do nosso país.

Olhe abaixo:

– Dia de Colaborar: doe plasma!

Sinto falta desse gesto: que a pandemia nos permita voltar a fazer doações! Relembrando:

Nessa terça-feira, mais uma doação voluntária de hemoderivados. Hoje é dia de ajudar o Banco de Sangue com plasma e plaquetas. 

Incentive, divulgue, faça o mesmo: #DoeSANGUE!

A vida agradece! ❤️

– O mundo da colaboração, e não o da competição, é necessário

Em tempos de pandemia e necessidade de ações solidárias e coletivas, deparei-me com essa consciente reflexão:

“As pessoas educam para a competição e esse é o princípio de qualquer guerra. Quando educarmos para cooperarmos e sermos solidários uns com os outros, nesse dia estaremos a educar para a paz”.

Maria Montessori, médica e educadora.

Pensemos: de que adianta, especialmente nos dias de hoje, a agressividade nas palavras e o discurso da necessidade de sucesso na carreira profissional neste mundo competitivo, onde o indivíduo faz de tudo para se dar bem, muitas vezes sobrepujando seu próximo?

Mais do que isso: o que é sucesso?

Vale pensar…

Colaborar e Cooperar para o crescimento da sua empresa - Parte ...

– A maior virtude das pessoas nos tempos atuais deve ser a…

SOLIDARIEDADE.

Enquanto muitos sofrem com a saúde, a fome, o desemprego e as dificuldades impostas pela pandemia, aqueles que têm mais condições precisam ajudar o próximoseja ele seu parente, amigo, vizinho ou até desconhecido.

Não esperemos da classe política, façamos sempre a nossa parte. Dentre tantas coisas que precisamos ter nesse momento (paciência, resiliência, fé, empatia), o espírito solidário deve ser marcante.