– As crianças com HIV nas escolas da Tanzânia!

Chegamos a um tempo onde a falta de noção e desrespeito às condições mínimas de dignidade deveriam ter sido extirpadas do planeta. Mas em algumas nações, o preconceito ridículo ainda ocorre.

Veja só nessa matéria da BBC (http://is.gd/Y4aX5S) a absurda situação: na Tanzânia, país que sofre com a epidemia de Aids, as crianças são obrigadas a se identificarem como portadoras do HIV nas escolas, vestindo-se diferente!

Estúpido, não?

ESCOLAS DA TANZÂNIA OBRIGAM ALUNOS COM AIDS A USAREM UNIFORMES COM ETIQUETA

Ativistas de direitos humanos na Tanzânia denunciaram a prática adotada por algumas escolas de obrigar alunos portadores do vírus HIV a usar etiquetas vermelhas em seus uniformes.

A ativista Rebecca Mshumbusi, diretora de um grupo local que luta pelos direitos dos portadores do vírus HIV, descreveu a prática como um abuso de direitos humanos e disse que é ilegal obrigar uma pessoa a revelar seu estado de saúde.

Diretores de escolas na Tanzânia, porém, defendem a prática. Segundo eles, estudantes com a etiqueta no uniforme são poupados de tarefas mais pesadas, que poderiam prejudicar sua saúde.

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– A dor de quem passa fome!

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A ONU quer erradicar a fome até 2030. Entretanto, é assustador ver como sofrem os famintos mundo afora. Em especial, na África Negra.

Se tiver coragem, leia abaixo (Extraído de: http://istoe.com.br/um-pedido-de-socorro/)

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UM PEDIDO DE SOCORRO

O mundo enfrenta a mais grave crise humanitária dos últimos setenta anos. Vinte milhões de pessoas, que vivem em quatro países assolados por conflitos armados, estão na iminência de morrer por desnutrição se nada for feito. Contraditoriamente, ainda são desperdiçados 1,3 bilhão de toneladas de alimentos por ano em todo o globo

Por Fabíola Perez

É a mesma sensação de uma dor aguda e constante. Como uma agonia, que parece perfurar o estômago dias a fio e é agravada pelo calor escaldante, que deixa os corpos num estado permanente de inércia. Os poucos restos de alimentos ingeridos não são suficientes para livrar o organismo da angústia. Nas crianças, o vazio trazido pela ausência de nutrientes rapidamente se transforma em choro. Elas estão entre os grupos mais vulneráveis. Nos acampamentos do estado de Borno, na Nigéria, é comum avistar mulheres e bebês apáticos, sem força e disposição para lutar pela vida. Segundo o pediatra Marco Olla, membro da organização Médicos Sem Fronteiras, em regiões onde se vê pessoas com mais de cinco anos acometidas pela desnutrição, é sinal de que a conjuntura é realmente grave. Esse é o caso de Maiduguri, capital de Borno. “No departamento de internação que mantemos na cidade, uma mãe chegou com sua filha de sete anos. A menina estava extremamente desnutrida e com diarréia”, diz. Elas haviam fugido de um vilarejo e se instalaram em um acampamento improvisado. Ficaram ali por mais de um mês, mas a quantidade de grãos e arroz que recebiam não eram suficientes.

A Nigéria é um dos quatro países citados em um recente alerta das Nações Unidas (ONU) que declarou que quatro países vivem a pior crise humanitária desde a criação da entidade, em 1945 (leia quadro). Isso porque possui uma parcela significativa de sua população vivendo sob o flagelo da fome. Os casos de má nutrição já são tão graves que os adultos quase não têm forças para andar e algumas comunidades perdem suas crianças diariamente. Também enfrentam uma situação semelhante Iêmen, Somália e Sudão do Sul. Nesses quatro países, a estimativa é de que 20 milhões de pessoas possam morrer vítimas da insegurança alimentar aguda. Contraditoriamente, a nova onda de fome no mundo vem à tona em uma época que cresce a produção mundial de alimentos e o desperdício chega a 1,3 bilhão de toneladas por ano. Então, porque a fome voltou a ser motivo de alertas mundiais? Nos anos 1980, as imagens de crianças esqueléticas chamavam a atenção para um milhão de mortos na Etiópia. Na década seguinte, 3,5 milhões de norte-coreanos também morreram por falta de alimentos. Mais recentemente, a República Democrática do Congo e a Somália perderam quatro milhões de pessoas para a fome. Hoje, apesar dos avanços, o problema do acesso aos alimentos persiste e se agrava. “A violência de grupos armados impede a entrada e a permanência de grupos de apoio em determinadas regiões”, disse à ISTOÉ Alan Bojanic, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil.

Atualmente, em todo o mundo existem cerca de 800 milhões de pessoas que sentem as dores de um estômago vazio. Para a ONU declarar oficialmente fome em um país é preciso que pelo menos 20% da população tenham acesso a menos de duas mil calorias de alimentos por dia e que mais de 30% das crianças sofram de má nutrição. Além disso, em países atingidos pela fome são registradas diariamente duas mortes para cada dez mil habitantes ou a morte de quatro crianças em cada dez mil habitantes. Para evitar uma catástrofe nessas regiões, as Nações Unidas pediram uma ajuda de US$ 4,4 bilhões para países desenvolvidos até julho. “Essa situação saiu do normal: conflitos armados e o fator climático da seca tornam o quadro ainda mais perverso”, diz Bojanic. “Em função disso, muitas das pessoas que migram não têm as mínimas condições de segurança para se dedicar à agricultura.”

20 milhões de pessoas podem morrer de fome na Nigéria, no Sudão do Sul, na Somália e no Iêmen e 1,4 milhão de crianças estão em risco iminente de morte por malnutrição aguda.

Outro agravante nessas regiões são as condições logísticas. São zonas de difícil acesso que dificultam a chegada dos alimentos. No Sudão do Sul, por exemplo, existem apenas 200 quilômetros de estradas asfaltadas. Naquele país, a intensificação dos conflitos preocupa entidades de ajuda humanitária. “Em algumas cidades, eles impedem a chegada de cuidados de saúde de emergência, água para o consumo e alimentos para pessoas internamente deslocadas”, afirma Marcus Bachmann, coordenador local do MSF. Na Somália, o cenário de fome e suas conseqüências é ainda mais intenso. Além da guerra que se estende por décadas, da ausência do Estado de direito e do subdesenvolvimento, o país sofre com a falta de água que atinge criações de gado e plantações. Em Borno, na Nigéria, o conflito entre o grupo extremista Boko Haram e o exército também coloca a população em condições limites. “Em Benisheikh, Gwoza e Pulka é impossível cultivar qualquer coisa e é perigoso deixar as cidades para buscar madeira para cozinhar ou vendê-la”, afirma Jean François Sauveur médico do MSF.

Nesses países, os grupos mais atingidos pela insegurança alimentar aguda são as crianças e as mulheres. Para se ter uma idéia, em janeiro, membros da MSF observaram que no norte do Sudão do Sul 25% das crianças com menos de 5 anos sofriam desnutrição grave. “Esses números são extremamente preocupantes”, afirma Nicolas Peissel, coordenador de projeto do MSF. Porém, em função da insegurança, agentes de saúde avaliam que é impossível abrir um novo hospital ou encaminhar pacientes para outras instalações. O Iêmen, por sua vez, atravessa uma das situações mais drásticas do globo. Estimativas da ONU apontam que 19 milhões de pessoas necessitam de algum tipo de ajuda humanitária depois de dois anos de guerra entre o grupo extremista Houthi e o governo. Nos primeiros cinco meses de 2016, foram registrados 50 casos de desnutrição por mês no hospital de Al Tawra, na cidade de Hodeidah. Estima-se que, nesse período, uma criança tenha morrido a cada dois dias pela falta de nutrientes. Ao mesmo tempo em que a necessidade pelo atendimento cresce, muitos hospitais foram destruídos por ataques aéreos.

É comum observar crianças e adultos em pele e osso, sem condições de se manter em pé, porque a fome aguda influi diretamente no metabolismo das pessoas. “Conforme a imunidade das pessoas se compromete devido à baixa de nutrientes, o número de infecções aumenta”, diz Javed Baba Ali, médico do MSF. Para reverter esse quadro, o coordenador de desenvolvimento humano e pobreza do Banco Mundial, Pedro Olinto, defende que é necessário não apenas enviar alimentos a essas regiões como também dar à população local condições de comprar de produtores locais. “Quando se envia mantimentos, o preço sobe e os produtores desistem de plantar seus próprios alimentos”, diz. Ainda assim, a ONU tem como meta erradicar a fome até 2030. “A insegurança alimentar condena uma nação a uma situação permanente de atraso”, diz Bojanic.

Pessoas em situação de insegurança alimentar grave

Iêmen: 14,1 milhões
Nigéria: 1,8 milhão
Sudão do Sul: 4,9 milhões
Somália: 2,9 milhões

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VÍTIMAS Na cidade de Nyala, no Sudão do Sul, crianças e mulheres lutam para conseguir pequenas quantidades de arroz e grãos distribuídos por ONGs internacionais

– O importante tema da Campanha da Fraternidade 2019

A Campanha da Fraternidade de 2019 trará a temática Fraternidade e Políticas Públicas, inspirada pelo versículo bíblico: “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1, 27).

Extremamente relevante a ideia, a fim de encorajar as pessoas a fazerem parte de uma sociedade mais participativa e inclusiva.

Segundo a CNBB, “O objetivo desta campanha é ‘estimular a participação em políticas públicas, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais da fraternidade’.”

Que durante esse período possamos refletir sobre nossa ação como agentes da mudança de uma sociedade que carece de mais paz e solidariedade. Se preferir, de “Fraternidade”!

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– Dia de Doação de Sangue / Plaquetas. Mas o que deve motivar o Voluntariado?

Hoje é dia de colaborar com aqueles que têm baixa imunidade, oportunamente doando sangue e plaquetas.

Nada substitui esse líquido precioso e seus hemoderivados. Assim, ser doador voluntário é ato de solidariedade e cidadania, cuja bandeira defendo veementemente e passou a ser um propósito inegociável a mim.

Vá ao banco de sangue mais próximo e ajude: Doe Sangue, Doe Plaquetas, Doe Vida!

A alegria em ser voluntário é saber que você ajudará a quem nunca viu e que sequer poderá te agradecer. E essa é a ideia: fazer o bem sem olhar a quem, não esperando nada em troca.

Faça a sua parte: seja doador voluntário!

– Qual é a estratégia de Maduro?

Quando acontecer a queda do indiscutivelmente ditador venezuelano Nicolas Maduro, os trocadilhos de que “caiu de Maduro” serão inevitáveis. E isso falta pouco tempo para acontecer.

A notícia de que está fechando as fronteiras da Venezuela com o Brasil é mais um tiro no pé. Medida antipática, desnecessária, indevida e que mostra o se desespero em manter no poder a qualquer custo.

O povo local foge da fome, não tem material de higiene (a falta de papel higiênico foi algo que simboliza a triste situação de lá) e quer mudanças na condução do seu país.

As imagens que chegam pela TV na divisa da Colômbia, com o Exército da Venezuela impedindo caminhões que levam ajuda humanitária (COMIDA e REMÉDIOS, em quase sua totalidade), são estarrecedoras!

O poder, a ganância e a vaidade de Maduro durarão até quando? Por quanto tempo se sacrificará a população e a fará sofrer tanto?

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– Leilane e os fotógrafos: uma reflexão sobre a insensibilidade humana!

A humanidade está se caracterizando por “gente que vive a vida real, fala e age”, dividindo espaço com “gente que vive o mundo virtual, filma e posta”.

Nesta semana, vimos o caso da moça Leilane Rafael da Silva, que estando na Rodovia Anhanguera e vendo o acidente do helicóptero que vitimou Ricardo Boechat e o seu piloto, correu salvar o motorista do caminhão que atingiu a aeronave em meio a faixa de rolamento.

Detalhe: Leilane, que tem 29 anos e é uma humilde vendedora, tem uma doença vascular rara, não pode fazer esforço e nem sofrer situações de stress. Mas apesar do risco foi corajosamente socorrer uma das vítimas.

Enquanto isso…

Um bando de marmanjos, insensivelmente armados de celulares, filmava o desespero da heroína e não ajudavam ela.

Pode?

Que raio de mundo de aparências e flashs é esse? O virtual dominou a mente e o coração das pessoas?

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– A grandeza do Vasco com as causas solidárias na camisa de jogo.

Me recordo que quando a Cirio (empresa de alimentos do grupo italiano Cragnoti – que antes da falência comprou a famosa CICA) desejou patrocinar o São Paulo FC, barrou no início das suas ações de marketing com a má vontade da diretoria, pois em sua logomarca havia um ramo de folha verde fazendo alusão, segundo os “profissionais” gestores tricolores, ao Palmeiras. A cor do ramo teve que ser mudada para azul. 

Quando ocorreu o acidente com o avião da Chapecoense, o Corinthians quis homenagear as vítimas mas fez com o escudo da Chape em preto (e não verde, pelo mesmo motivo do rival).

Agora, fazendo uma campanha pelas vítimas das últimas tragédias no Rio de Janeiro, o Vasco da Gama colocou mensagens para os vitimados pelas chuvas e os mortos no CT Ninho do Urubu. E para isso, até mesmo a bandeira do Flamengo foi colocada na camisa do Vascão. 

Parece algo tão simples, mas por culpa do fanatismo de muitos, é tão complicado… Você duvidaria que teríamos gente do Vasco criticando a ação solidária pró-Mengão?

Neste “mundo cão”, eu não. Mas que aplaudamos a iniciativa correta e exemplar. 

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– Um doador pouco anônimo! Que tal imitá-lo? Sobre CR7, o jogador de futebol que mais abraça causas sociais no mundo!

Sempre ouço muita gente falando da vaidade do jogador português Cristiano Ronaldo. Sobre ele olhar nos telões frequentemente, de supostamente ser arrogante e outras coisas que aparecem nas revistas de fofoca, incluindo sua sexualidade..

Ok. Faz parte do mundo das celebridades. Eu acho CR7 e Messi os dois grandes nomes do futebol dos últimos 10 anos (e isso logicamente é indiscutível, vide os vencedores da “Bola de Ouro” desta década).

Mas um detalhe bem bacana que extrapola o futebol jogado, a regra aplicada ou as táticas discutidas: Cristiano Ronaldo é embaixador mundial para a causa da Doação de Sangue!

Leia sobre isso, abaixo – e se você que está se sensibilizando, independente de ser torcedor, juiz, jogador ou simplesmente um leitor: IMITE O PORTUGUÊS!

Extraído de: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2016/02/12/o-lado-heroi-de-cristiano-ronaldo-alem-de-dinheiro-doa-sangue-e-medula.htm#fotoNav=1

O LADO HERÓI DE CRISTIANO RONALDO: ALÉM DE DINHEIRO, DOA SANGUE E MEDULA

Quando não aparece pelos gols, Cristiano Ronaldo costuma ser notícia por seus romances, pelas campanhas publicitárias que protagoniza ou pelas excentricidades típicas de um milionário. Mas o português também tem um lado “herói” que até o impede de fazer tatuagens: a doação de sangue e medula óssea.

Pelas fotos do atacante, é possível notar que ele não tem nenhuma tatuagem aparente. O motivo, segundo os jornais creditam a uma declaração de CR7, é não atrapalhar sua rotina como doador. Os prazos variam para cada país, mas quem faz uma tatuagem geralmente deve esperar entre seis meses e um ano para fazer uma doação.

“Todos podemos fazer a diferença doando sangue. Cada doação pode beneficiar até três pessoas em situação de emergência e ajudar nos tratamentos médicos de longo prazo”, argumenta o atacante, cada vez mais usando sua fama para divulgar campanhas dessa causa.

Além de se dizer doador de sangue frequente, Cristiano Ronaldo também é cadastrado como doador de medula óssea. E sua primeira participação nesse sentido aconteceu em 2011, quando quis ajudar o filho de Carlos Martins, seu ex-companheiro de Sporting e seleção portuguesa.

“Carlos estava conosco na seleção e comentou sobre o problema de seu filho, que precisava de um transplante [de medula]. Os jogadores demonstraram grande solidariedade. Muitos pensam que é algo difícil de fazer, mas é simples e não dói. Podemos ajudar muita gente, principalmente as crianças”, defendeu o português.

Eleito no ano passado na Europa como o jogador de futebol que mais abraça causas sociais, incluindo destinando dinheiro a pessoas e entidades, Cristiano Ronaldo participa de iniciativas para fazer mais gente doar sangue. Ele, por exemplo, é o primeiro embaixador global da “BeThe1Donor” (“seja um doador”, em tradução livre), voltada para incentivar os jovens. Até alguns jogadores do Real Madrid ele já tentou convencer. Tudo graças a esse seu lado “herói”.

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– Contagie a Solidariedade!

Já escrevi o quão importante é para mim o incentivo da Prática da Doação de Sangue e Hemoderivados, como Plaquetas. Doar, sem dúvidas, é um ato de Amor – com A maiúsculo mesmo.

Me tornei doador por vias tortas, e contei em outras postagens a minha motivação em algumas linhas por esse blog. De maneira bem resumida, escrevi em: https://wp.me/p4RTuC-mHB.

Pois bem: hoje tenho a alegria de ter ao meu lado doando a Bianca, minha prima-sobrinha, que de maneira generosa se tornou voluntária por essa tão nobre causa. Ela não o fez pela dor, mas simplesmente por… Amor, que citamos agora há pouco!

Imagine se, a quantidade de jovens existentes no Brasil, resolvesse ter a mesma atitude desprovida de vaidade e plena em solidariedade dessa moça? Tenha certeza que, se ao menos 10% da parcela desses novos adultos assim o fizesse, não se necessitaria na realização de tantas campanhas e apelos por tal motivo.

Enfim, muito orgulhoso pela Bibi, muito feliz pela doação e muito esperançoso em ver essa geração obstinada em fazer um mundo melhor – mais humano e solidário.

Doe sangue, Doe Plaquetas, Doe VIDA!

– A incompreensível insensibilidade humana!

Perceberam que, em meio a tanta tristeza por conta do desastre em Brumadinho (que não é apenas um crime ambiental, mas logicamente fruto de descaso da fiscalização responsável), as pessoas ousam transformar as redes sociais em plataforma política?

“A culpa é da Dilma; ou do Bolsonaro; ou do Lula; ou até mesmo do Ministro do Meio Ambiente recém-empossado! Ou do Fernando Pimentel! “, dizem os internautas militantes e fanáticos.

Claro que existem culpados que devem ser responsabilizados. Infelizmente, a vida das centenas de vítimas mortas não se recuperarão mais. Entretanto, existe mais a preocupação em se escrever tal episódio lamentável em narrativa politco-eleitoral do que humano-solidária…

Triste até onde chega o fanatismo!

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– Parabéns pela Solidariedade, Tricolor!

Eu estava sem tempo para escrever sobre a garotinha Larissa (que luta contra o câncer), apadrinhada pelos atletas Anthony e Gabriel durante a Copa São Paulo, e que faziam gols em homenagem a ela durante a competição. Mas o faço agora com rápidas considerações:

  1. Não é que os jovens atletas convenceram os demais colegas a rasparem a cabeça como a menina, que é careca logicamente por efeitos da quimioterapia necessária? Que maturidade dos jogadores!
  2. Parabéns à Diretoria do Sao Paulo que bancou a presença da menina na cidade de São Paulo, bem como a presença dela nos vestiários e na comemoração do título.
  3. O Palmeiras, dias atrás, fez algo parecido com o garotinho deficiente visual Nicolas, e estendeu aos demais colegas de tratamento dele a presença em seus jogos. Igualmente louvável e que se tornem comum aos clubes tais atos.

Do resto que gostaria de escrever, achei algo à perfeição que complementa o que penso. Abaixo:

Extraído de: https://blogdopaulinho.com.br/2019/01/26/sao-paulo-seria-campeao-da-copinha-mesmo-se-nao-tivesse-sido/

SÃO PAULO TERIA SIDO CAMPEÃO DA COPINHA, MESMO SE NÃO TIVESSE SIDO

O São Paulo, com algum sufoco, conquistou a Copa São Paulo de Juniores ao empatar com o Vasco da Gama, em dois a dois (vencia por dois a zero), superando os cruzmaltinos nos tiros livres da marca penal.

Um presente para o clube que comemorava, junto com a cidade que leva seu nome, a data de fundação.

Mas, mesmo que o título não tivesse ficado com o clube de Morumbi, o generoso gesto dos atletas tricolores, que entraram em campo com a cabeça raspada, em solidariedade à menina Larissa, que há dois anos luta pela vida, acometida por um câncer de cérebro, valeria como título.

O melhor momento do futebol brasileiro, contando todas as categorias (profissional, inclusive), neste início de 2019.

– Você conhece a banda Siervas?

Olha só que bacana: um grupo de rock / pop católico, formado por jovens freirinhas de um convento do Peru e que faz sucesso nos países de língua espanhola do nosso continente.

Mais do que isso: a canção mais famosa, “Confía em Díos”, foi produzida por Joe Martlet e Francisco Murias, que produziram trabalhos do Foo Fighters e Nirvana.

Boa música em: https://youtu.be/2B2nWFe4scw

Ops: em todas as turnês, no pós-show, há trabalhos em obras de caridade promovidos e com participação das irmãzinhas.

– Doe Sangue, seja a diferença e contagie solidariedade!

Um momento de alegria que compartilho: meu depoimento ao livro publicado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, chamado “Linhas da Vida”, que retrata as motivações de doadores de sangue e o incentivo a novos voluntários. 

Do que pude falar, fico feliz das 4 frases (nas figuras à esquerda) que foram extraídas em destaque, lembrando sempre que nada substituirá a gentileza humana.

Abaixo, o Capítulo “A VOLUNTÁRIA”, onde conto a história real de uma anônima mulher que me transformou em agente da solidariedade.

– O Altruísmo de quem quer viver para o bem! Volunturismo é uma boa prática

Já ouvi falar do termo destinado a quem quer fazer turismo e ainda assim praticar ações solidárias voluntárias: o “Volunturismo”.

Sabia que tal nobre atitude está em alta?

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/mundo/dando-duro-nas-ferias/

DANDO DURO NAS FÉRIAS

Imagine passar uma semana ensinando refugiados a cozinhar. É o “volunturismo”, um tipo de viagem para prestar ajuda a quem precisa

por Fernanda Thedim

Enfim, férias. Construa casas em uma comunidade indígena do Panamá, cuide de elefantes idosos na Tailândia ou monitore crianças em uma creche de favela do Rio de Janeiro — sim, isso são férias. E tem uma turma que está disposta a pagar caro por elas. Esqueça luxo e vida boa. A ideia é fazer uma imersão completa em uma nova cultura como voluntário, pegando no pesado para valer. Quem vai atrás desses pacotes já rodou outros países à moda turística e agora quer viver uma experiência original, da qual possa extrair lições únicas e ao mesmo tempo ajudar — tudo feito sob medida para estes tempos politicamente corretos. O “volunturismo”, como a modalidade é chamada, movimenta hoje cerca de 10 milhões de pessoas por ano, incluindo brasileiros.

A maioria dos volunturistas, aqui e no exterior, é jovem, tem outros carimbos como voluntários e não s incomodam com a qualidade do colchão nem com a falta de privacidade. O que importa é, para usar o verbo da vez, conectar-se com outros povos – e que isso seja do jeito local. A chef carioca Tuti Land, 32 anos, ficou 15 dias na Jordânia alojada em um acampamento de refugiados sírios: deu aulas de culinária e visitou famílias que fugiram da guerra (cont no link acima)…

ÁFRICA SEM SAFÁRI - Mariana, em favela do Quênia: reforço escolar para crianças e mergulho na cultura local (Michel Coeli/.)

– O Honesto Morador de Rua e a Honesta Voluntária com 17 mil dólares achados!

Rodou o mundo a notícia, e deveria ser exemplo a todos nós: Kevin Booth, um morador de rua dos EUA, achou 17 mil dólares em espécie dentro de um saco em frente a uma ONG. Chamou a voluntária que trabalhava nela, perguntou se não era alguma doação da instituição e, com a negativa, entregaram juntos todo o dinheiro para a Polícia procurar o dono.

E se você achasse na rua todo esse valor? O mendigo não ficou para ele; afinal, não era dele.

Para as pessoas extremamente honestas, não vale o ditado “achado não é roubado”.

Extraído de: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/12/05/morador-rua-acha-r-65-mil-devolve-homenageado/

MORADOR DE RUA ACHA R$ 65 MIL, DEVOLVE E É HOMENAGEADO

Um morador de rua foi homenageado por sua honestidade e solidariedade. Ele entregou à polícia um saco com US$ 17 mil – mais de R$ 65 mil – que encontrou do lado de fora de um banco de alimentos.

Kevin Booth, tem 32 anos e vive há mais de 7 anos nas ruas de Sumner, em Washington, EUA. Ele costuma ir com frequência ao local, que recebe doações e distribui a pessoas que passam por necessidades.

À noite, quando está fechado, o estabelecimento deixa alguns itens em uma grande caixa de madeira do lado de fora, para que os moradores de rua possam pegar, caso sintam fome.

Foi perto dessa caixa que Booth achou um saco marrom de papel no chão, há três meses.

Pensando ser uma doação que tinha caído, ou sido deixada fora do local correto, ele abriu e viu algumas cédulas.

Ele conta que chegou a tirar uma nota de US$ 20 para observar direito e se certificar de que era verdadeira. Então Kevin chamou uma voluntária e mostrou sua descoberta.

Ela decidiu chamar a polícia, para tentar descobrir a origem do dinheiro.

NUNCA VIU TANTO DINHEIRO

Câmeras de segurança foram checadas, mas não foi possível ver quem tinha deixado o pacote, apenas imagens de Kevin Booth o recolhendo e entrando no banco de alimentos em seguida.

“Fui parado mais tarde [por policiais] e eles me disseram o que estava lá e eu quase desmaiei”, disse ele ao jornal “The News Tribune”. “Eu nunca toquei tanto dinheiro e acho que nunca mais vou fazer isso”, afirmou.

Mesmo sabendo que teve uma quantia tão grande em mãos, ele diz que não se arrepende de ter entregue tudo sem retirar nada para si.

“Há muitas pessoas que teriam pegado”, disse, “mas eu não sou dessas pessoas”.

SOLIDARIEDADE

Imaginando que poderia ser uma doação ao banco, ele acreditou que o correto seria beneficiar o maior número de pessoas possíveis, em vez de apenas ele mesmo, acrescentou.

A polícia aguardou 90 dias, prazo legal para que alguém reclamasse o valor, mas ninguém se manifestou. O valor foi então entregue ao banco, que usará a maior parte para ampliar suas instalações.

Kevin Booth, porém, não ficou de mãos abanando. Ele recebeu cupons de presente, comprados com parte da doação, e também uma homenagem da polícia.

“Nem todo cidadão seria tão honesto quanto você nessa situação”, disse a ele o chefe de polícia Brad Moericke.

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Kevin recebe homenagem – Foto: NBC