– Pastoral da Sobriedade

Vejam que importante: achei esse folheto em meio a um livro, e, pelo assunto, acho extremamente importante divulgar: a PASTORAL DA SOBRIEDADE, que atende às pessoas que se deixaram tomar pelos vícios.

Estar sóbrio, nos dias de hoje, é algo difícil por natureza. Ainda mais com tanta porcaria sendo ofertada à sociedade.

Se você conhece pessoas que precisam dessa ajuda, informe-as! Abaixo:

IMG_9624

Anúncios

– A louvável iniciativa do Barco Hospital “Papa Francisco”

Que bacana! Em tempos tão tristes para a Floresta Amazônica, uma ação solidária precisa ser aplaudida: um barco-hospital para atender os pobres!

Abaixo (foi há quase 1 mês, mas pouco divulgado), extraído de: https://g1.globo.com/sp/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/2019/08/19/papa-francisco-comemora-inauguracao-de-barco-hospital-que-atendera-comunidades-na-regiao-amazonica.ghtml

PAPA FRANCISCO COMEMORA INAUGURAÇÃO DE BARCO HOSPITAL QUE ATENDERÁ COMUNIDADES NA REGIÃO AMAZÔNICA

Associação Lar São Francisco na Providência de Deus, em Jaci (SP), foi a idealizadora do projeto e responsável pela construção do barco. Ele deverá percorrer comunidades para levar serviços de saúde.

O Papa Francisco usou as redes sociais nesta segunda-feira (19) para comemorar a inauguração do Barco Hospital Papa Francisco, que foi construído pela Associação Lar São Francisco na Providência de Deus de Jaci, interior de SP, para atender comunidades ribeirinhas na região amazônica.

“É com grande satisfação que me uno a vocês neste momento de alegria e ação de graças a Deus pela inauguração do Barco Hospital Papa Francisco que levará a Palavra de Deus e oferecerá acesso a uma saúde melhor para as populações mais carentes, sobretudo os povos indígenas e ribeirinhos, que vivem ao longo de uma extensão de 1.000 quilômetros do Rio Amazonas”, escreveu o pontífice.

A ideia do projeto, que surgiu do presidente da associação, Frei Francisco Belotti, atendeu a um pedido do Papa Francisco, feito durante a última visita dele ao Brasil durante a Jornada Mundial da Juventude, em 2013. Em novembro de 2018, o frei visitou o Papa Francisco para entregar o convite da inauguração. 

“Na jornada tivemos a honra de receber o Papa no nosso hospital São Francisco no Rio. Ele me perguntou se estávamos no Amazonas, e eu disse que não. Ele disse ‘então devem ir’”, contou o frei na época.

A inauguração oficial do projeto foi realizada no sábado (17), em Belém. Durante toda a tarde, o barco esteve ancorado aberto à visitação. A cerimônia contou com autoridades e recebeu a benção de um arcebispo de Belém.

Antes de chegar ao local, o barco já tinha passado por Santarém, no Pará, e também pelos municípios de Óbidos e Jurutí.

A embarcação batizada de “Papa Francisco”, tem 32 metros de comprimento e conta diversos centros médicos especializados. Ao todo, mais de cinco mil comunidades ribeirinhas devem ser visitadas a partir de setembro.

O barco hospital vai disponibilizar consultas médicas especializadas, atendimentos odontológicos, radiografias, mamografias, ultrassonografias, ecocardiogramas, testes ergométricos, exames laboratoriais, dispensação de medicamentos e vacinação.

Dez tripulantes e vinte voluntários sairão nas expedições que durarão dez dias. Depois, eles retornarão para a base que ficará na cidade de Óbidos, no Pará.

O projeto custou cerca de R$ 25 milhões. Além da ajuda de voluntários e colaboradores, os recursos vieram do Ministério Público do Trabalho, que repassou parte de uma milionária indenização trabalhista. (…)

“Uma saudação de coração a todos habitantes da Amazônia, um carinho muito grande por quem cuida da terra, ama a terra, ama a natureza e ama a Deus. Sigam adiante. Uma saudação aos que trabalham no barco-hospital, que vai fazer tanto bem nesses mil quilômetros ao povo. Rezo por vocês e vocês rezem por mim. Que o senhor os abençoe”, disse o papa.O barco vai levar o nome do Papa Francisco e vai começar a funcionar em fevereiro de 2019 no Rio Amazonas. A intenção do frei Francisco é que atenda mil comunidades ribeirinhas em 12 cidades do baixo Amazonas no Pará.

bomba.jpg

– Doar é muito bom. Doe sangue, Doe Plaquetas, Doe Vida!

Hoje é dia de colaborar com a tradicional doação voluntária de hemoderivados que faço. E isso é ótimo!

Você faz bem a alguém que nem conhece e deixa a sua alma satisfeita pela ação solidária. Então… ajude! Os bancos de sangue agradecem.

– Ser voluntário é muito bom: o violinista anônimo.

Infelizmente não sei o nome desse moço (vídeo abaixo). Mas hoje o flagrei tocando violino no Grendacc, o hospital do câncer infantil de Jundiaí, deixando as crianças ”hipnotizadas”.

Que Deus o abençoe e suscite outras pessoas de boa vontade como ele, praticando o voluntariado anonimamente, sem nada querer em troca!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=NclZuPWalKI

– Empreendimentos Lucrativos e Socialmente Corretos: o Negócio Social

Cada vez mais vemos preocupações em agregar valor social a bens e serviços. Porém, a busca de lucro vem atrelada ao desejo de ajuda. São os NEGÓCIOS-SOCIAIS.

Gosto muito desse assunto, e por isso compartilho esse interessante artigo da Revista Exame, abaixo (clique aqui para citação):

COMO CRIAR UM NEGÓCIO SOCIAL

por Daniela Moreira

O tempo em que a etiqueta “sem fins lucrativos” vinha necessariamente atrelada a uma operação com propósitos sociais ficou para trás. Hoje, as organizações que querem contribuir para a construção de um mundo melhor podem fazê-lo sem abrir mão de gerar receita e operar dentro das melhores práticas de gestão e eficiência do mercado.

Os “negócios sociais” começam a se consolidar como uma opção para quem quer empreender e, ao mesmo tempo, gerar impacto social. “É usar o potencial empreendedor para resolver questões de qualidade de vida de populações mais vulneráveis”, explica Maure Pessanha, diretora executiva do Centro de Formações em Negócios Sociais da Artemisia, aceleradora de negócios sociais. Entre os exemplos de iniciativas neste modelo estão negócios voltados a consumidores de classes C, D e E, como serviços de saúde e educação a baixo custo. “Tem que gerar receita, mas tem que resolver um problema social”, resume Rodrigo de Méllo Brito, co-fundador e diretor executive da Aliança Empreendedora. Confira a seguir algumas dicas dos especialistas para criar um negócio social:

Pesquise o público-alvo

Para ser relevante, um negócio social precisa atender às necessidades reais do seu público. Isso exige um contato muito próximo com os consumidores dos produtos e serviços a serem oferecidos.

Não presuma que uma demanda existe – busque verificar através de pesquisas e contatos constantes com os usuários exatamente o que eles querem. “É preciso entender muito bem do problema para poder traçar a estratégia de trás para a frente. Quanto o cliente está disposto a pagar pelo produto? Que tipo de meio de pagamento ele tem à disposição? É respondendo a essas perguntas que você poderá chegar a uma oferta ideal”, detalha Brito.

Encontre um modelo de negócio

Não há um consenso a respeito da constituição jurídica ideal para este tipo de negócio. Muitos nascem a partir de iniciativas de ONGs que precisam de recursos para se autofinanciar. Mas, cada vez mais, tornam-se comuns projetos que já nascem como negócios sociais. Neste caso, é importante pensar desde o início em um modelo que permita que o negócio seja autossustentável – se não a curto prazo, pelo menos em um futuro não muito distante.

“O capital inicial para começar um negócio pode vir de várias fontes, inclusive doações. O que não pode acontecer é contar doação como faturamento, isso é uma ilusão. No longo prazo, é preciso gerar receita”, destaca Maure. Os modelos de negócios são variados. Algumas empresas faturam com a venda dos próprios produtos e serviços oferecidos. Em outros casos, treinamentos e consultoria podem entrar como uma fonte de receita para sustentar um atendimento gratuito ao público.

Faça um bom plano de negócios

Como qualquer negócio que almeja o sucesso, um negócio social deve ter um plano de negócios, o documento que vai detalhar e traduzir em números qual será a oferta da empresa, o mercado em que ela vai atuar, seus concorrentes e projeções de ganhos e gastos potenciais. “O negócio social tem que ser, antes de tudo, um bom negócio, muito bem estruturado e administrado”, destaca Maure. Além de ajudar na hora de buscar recursos, este documento será útil na gestão do dia-a-dia do negócio.

Conduza um piloto

Para fazer os ajustes finos necessários no projeto e mostrar a potenciais investidores que a ideia é boa, fazer um piloto é um caminho interessante. “Teste o seu mercado assim que possível e veja se o produto tem valor para a comunidade”, recomenda Maure.

Busque recursos

A oferta de capital para negócios sociais vêm crescendo no Brasil. Fundos internacionais e até brasileiros, como a Voz Capital e a Sitawi, injetam recursos em projetos promissores em troca de uma fatia do negócio. Como muitos negócios sociais ainda nascem a partir de um modelo híbrido – ONGs que acabam migrando para o setor 2,5 gradativamente, em busca de sustentabilidade –, também é possível captar recursos tradicionalmente disponíveis para o terceiro setor, como verbas de institutos e fundos sociais de empresas. Outra opção é ir atrás de recursos dos programas de subvenção econômica governamentais.

Tenha paixão e perseverança

Um negócio social algumas vezes leva mais tempo para decolar que um negócio tradicional, por isso é fundamental que o empreendedor acredite muito na ideia e tenha persistência. “É importante ter uma visão, uma consciência do impacto do negócio”, diz Maure. Embora, no longo prazo, a remuneração de um executivo responsável por um negócio social possa se equiparar aos valores de mercado, assim como em qualquer empreendimento, e empreendedor terá que apertar o cinto até que o negócio se consolide. “Mesmo negócios tradicionais levam anos para ter escala. É preciso ter paciência”, aconselha Britto.  “A boa notícia é que até o investidor está disposto a esperar mais e ganhar menos, porque investe pelo impacto social”, conclui.

Resultado de imagem para Negócio social

– Mundo ensandecido, parte 1: Doar sangue por meio ingresso do Cinema?

Parece piada de mau gosto, mas o Senado aprovou a discussão: a cada 3 doações de sangue no ano, você poderá pagar uma meia entrada no cinema!

É sério?

Doar sangue é ato de cidadania, deve ser ensinada tal prática nas escolas, pois é civilidade! “Comprar” a doação com esse “incentivo” (aliás, quem pagará esse subsídio, o dinheiro dos nossos impostos?) é ridículo. A propósito, hoje há tantos programas de pontos, rewards, milhas, etc, que qualquer um consegue pagar meia no cinema”!

O mundo está de pernas para o alto. A que ponto chegamos. Daqui a pouco, ofereceremos chicletes a quem usar a palavra “por favor” por 15 vezes na semana e pipoca para quem disser “obrigado” por 30 dias consecutivos.

Quando fazer o bem for algo natural e não uma atitude que precisa de incentivo, talvez as coisas estejam em seu lugar.

– Doar é ajudar! Já fez sua Doação de Sangue?

Como de costume, fazendo minha doação voluntária de sangue. Na verdade, hoje doando plaquetas.

Ajude com seus hemoderivados. Nada substitui o sangue e seus componentes; assim, ajudar o próximo sendo solidário e doar a quem você nem conhece é um ato de cidadania.

Em especial, nessa época de feriado, os bancos de sangue estão carentes de ajuda. Aproveite e colabore com uma doação!

Eu, que sou medroso, doo sem problemas…

– Doe Sangue por Amor! Um vídeo muito importante:

Se você ainda não se conscientizou suficientemente sobre a necessidade em ser um doador de sangue, vale a pena assistir esse filme.

É rápido e tocante. Você vai gostar! E lembre-se: DOE SANGUE, a vida agradece.

A seguir, em: https://www.youtube.com/watch?v=a5cvIpEpnsw

– Responsabilidade Social: o Circo Tihany no Grendacc

Só podemos aplaudir e desejar que outros artistas de todas as áreas façam o mesmo: visitar crianças enfermas (mas idosos e desenganados também)!

Que maravilha essa foto (extraída do Tribuna de Jundiaí): o circo Tihany, que está em nossa cidade, foi fazer a alegria das crianças atendidas pelo Grendacc (para quem não o conhece, é o Hospital Oncológico Infantil referência em Jundiaí, sustentado por voluntários e pessoas de boa vontade).

Possam muitos outros o imitar!

Aqui:

– Doar Sangue pode valer passeio de trem!

Veja só que atitude simpática: quem doar sangue pode passear no prazerosíssimo trem turístico que liga Campinas a Jaguariúna (a Maria Fumaça bem conhecida na região).

Entretenimento com solidariedade promovem essas coisas boas!

Abaixo, extraído de: https://sobretrilhos.blogfolha.uol.com.br/2019/06/03/doacao-de-sangue-vira-bilhete-para-viagem-de-trem-no-interior-de-sp/

DOAÇÃO DE SANGUE VIRA BILHETE PARA PASSEAR DE TREM NO INTERIOR DE SP

por Marcelo Toledo

A queda nos estoques de sangue dos hemocentros no inverno motivou o surgimento de uma campanha no interior paulista que dará um ingresso para viajar na Via Férrea Campinas-Jaguariúna a quem comprovar ser um doador.

A ABPF (Associação Brasileira de Preservação Ferroviária) opera na linha ferroviária um trem turístico entre as duas cidades, a um custo de pelo menos R$ 120 (inteira) por passageiro. Apresentando um comprovante de que doou sangue nos últimos 30 dias, o doador receberá um bilhete para fazer o roteiro de graça.

A iniciativa foi tomada, segundo Mauricio Polli, membro da ABPF, para contribuir com o aumento dos estoques dos bancos de sangue e vale para doação em qualquer hemocentro.

Os bilhetes valem para o passeio aos sábados, às 15h (meio percurso, com destino à estação Tanquinho, a segunda no trajeto entre as cidades), ou aos domingos, às 14h30 (percurso completo, de Campinas a Jaguariúna).

O trajeto encurtado é feito em uma hora e meia (ida e volta), enquanto o completo dura três horas e meia.

“Se a pessoa doou nos últimos 30 dias, pode ser de qualquer cidade [que vai receber o bilhete], a ideia é incentivar a doação e, ao mesmo tempo, atrair mais público para conhecer o passeio e as estações”, afirmou Polli.

Em 14 de junho é celebrado o dia mundial do doador de sangue. O inverno é o período do ano com o menor número de doações. Além do frio intenso em algumas datas, gripes e resfriados afastam os doadores dos hemocentros.

Fenômeno inverno, mas com resultado também ruim, ocorre no verão, quando o calor é muito forte, algumas pessoas sofrem desidratação e é um período de férias escolares. A estação com mais doações tradicionalmente é a primavera.

A troca dos comprovantes pelos ingressos é feita na própria bilheteria da estação Anhumas, em Campinas, de onde partem semanalmente os trens.

5cce5319-b981-4307-b1aa-0e7460cb8994-768x576

Estação Carlos Gomes (Folha Express)

– Os Autodidatas da Pobreza!

Compartilho interessante matéria sobre um programa solidário com crianças da Etiópia. Lá, elas ganham tablets e, sozinhas, aprendem informática. Abaixo:

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/250568_NATIVOS+DIGITAIS

NATIVOS DIGITAIS

Sem orientação, crianças de comunidades isoladas na Etiópia aprendem a manejar tablets e começam a se alfabetizar sozinhas

Por Juliana Tiraboschi

Para quem vive nas grandes cidades, a impressão é a de que as crianças já nascem sabendo como mexer em computadores e celulares. Mas será que em lugares pobres e isolados acontece o mesmo? Foi pensando nisso que o cientista Nicholas Negroponte, cofundador e professor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), criou um projeto de distribuição de tablets para crianças de comunidades remotas na Etiópia. Os aparelhos foram abastecidos com aplicativos que ensinam crianças a ler e escrever. O cientista partiu do princípio de que é possível aprender de maneira autodidata.

Negroponte baseou-se em experiência adquirida no projeto que o tornou famoso. Em meados dos anos 2000, ele criou a organização sem fins lucrativos OLPC (Um Laptop por Criança, na sigla em inglês), que vende computadores de baixo custo (até US$ 200) para governos de vários países. O bom desempenho das crianças estimulou o cientista a desenvolver o projeto na Etiópia. Desde fevereiro, distribuiu 40 tablets em dois vilarejos do país, ambos localizados a cerca de 100 quilômetros da capital, Adis Abeba. Um aparelho para cada criança. São meninos e meninas analfabetos, entre 4 e 11 anos, que nunca frequentaram uma escola ou tinham tido contato com qualquer equipamento eletrônico. A única instrução fornecida foi sobre como reabastecer os dispositivos. Um adulto de cada comunidade aprendeu a carregar os tablets em uma estação movida a energia solar.

Cada aparelho foi equipado com cerca de 300 aplicativos de jogos, filmes, desenhos e atividades básicas de alfabetização. Em poucas semanas, as crianças já mexiam com desenvoltura nos aplicativos. Após sete meses de experimento, algumas conseguem esboçar suas primeiras letras e palavras. Para Matt Keller, vice-presidente de apoio global da OLPC, o caso que mais o impressionou foi o de um garoto de 4 anos. “A princípio pensei que ele tinha algum problema de desenvolvimento. Ele não olhava nos nossos olhos e se escondia atrás da mãe. Mas ele foi o primeiro em um dos vilarejos a descobrir como ligar o tablet, em apenas quatro minutos de tentativas, e depois passou a ensinar as outras crianças”, conta. Quando o menino conseguiu ligar o aparelho pela primeira vez, exclamou: “Eu sou um leão!” “Sempre que eu ia visitar o vilarejo, eu o chamava de leão. Um dia cheguei lá, ele me puxou pelo braço e me mostrou que havia escrito a palavra ‘lion’ no tablet. Ele aprendeu isso com os programas”, diz. Outro exemplo de resultados: os cientistas da OLPC desabilitaram as câmeras dos tablets, para poupar bateria. Mas as crianças fuçaram tanto que conseguiram desbloquear essa função e saíram tirando fotografias pelo vilarejo. Desde a época em que a OLPC foi criada, em 2005, há quem critique a distribuição de equipamentos tecnológicos sem que isso seja acompanhado de um treinamento que ensine a usá-los. “Eu acho que projetos como esse alcançam resultados limitados”, diz o engenheiro elétrico Lee Felsenstein, pioneiro no desenvolvimento dos primeiros computadores pessoais e fundador do Fonly, instituto de consultoria e desenvolvimento de projetos de tecnologia, como um programa recente que montou um sistema de informática em uma região rural do Laos. “Mesmo que as crianças aprendam a ler, a questão é o que elas estão lendo, os motivos e o significado dessas leituras. Os tablets podem ensinar palavras, mas, sem orientação, que é a função dos bons professores, esse é um tipo de aprendizado pobre”, afirma Felsenstein. “Acho que essa é uma visão que não entende a natureza intrínseca das crianças”, discorda Matt Keller. Independentemente de quem esteja certo, não dá para negar que estimular a curiosidade e o gosto pela leitura e escrita é sempre positivo, na selva ou na cidade.

– Za’atari: O maior assentamento de refugiados do mundo!

Eu assustei. Li sobre um campo de refugiados na Jordânia chamado ZA’ATARI, formado por quase 80.000 moradores, mas que já recebeu transitoriamente 500.000 pessoas (isso mesmo, meio milhão) que fugiram da Síria.

Lá, em containers (com o tamanho de 3m x 7,5m), os fugitivos vivem em um minúsculo território de 5km quadrados. Dá para acreditar? Um amontoado de caixotes lado-a-lado…

E o que faz as grandes potências mundiais para mudar tal situação?

bomba.jpg