– A Solidariedade às vítimas das Chuvas em Minas Gerais: ajude às verdadeiras entidades!

Há picaretas de todos os lados! Gente mal intencionada que explora a desgraça da vida dos outros. E não pensa duas vezes na hora de aplicar golpes.

O engodo do momento é pedir doações em dinheiro para as vítimas das chuvas, sendo que a pessoa mais simples e que entende estar ajudando, acaba depositando dinheiro em contas bancárias abertas exclusivamente pelos estelionatários.

Cuidado: o verdadeiro canal aberto pelos Bombeiros de Minas Gerais é o da figura abaixo:

83113189_1544843965691293_2442144303158394880_o

– E o momento exato da surpresa de algo nunca imaginado?

Sempre me impressionou essa foto. Repost de 1 ano:

Já pensou o susto que os indígenas tiveram quando conheceram os artefatos portugueses em 1500 (arcaicos para nós hoje, comuns para as pessoas daqueles dias e inusitados para os silvícolas)?

Essa foto representa mais do que isso – quando pobres meninos de uma comunidade tribal do interior da África vêem um… iPad!

Extraído da publicação de Fotos de Fatos (@FotosDeFatos) no Twitter:

“O viajante inglês Louis Cole uma vez postou uma fotografia incomum no instagram, mostrando a reação dessas crianças de uma tribo africana vendo pela primeira vez um tablet. A fotografia logo viralizou na internet, em 2015”:

bomba.jpg

– A Covardia da Distribuição de Remédios Falsos

É para chorar de tanta tristeza. O texto mostra com clareza a maldade humana: sobre a distribuição de remédios falsos aos pobres da África!

Extraído de:

https://www.istoedinheiro.com.br/medicamentos-falsos-um-negocio-rentavel-e-mortal-na-africa/

MEDICAMENTOS FALSOS, UM NEGÓCIO RENTÁVEL E MORTAL NA ÁFRICA

A África se tornou um centro neurálgico para os traficantes de medicamentos, de vacinas a antirretrovirais, um negócio muito lucrativo mas que provoca centenas de milhares de vítimas.

O volume de negócios gerado por produtos médicos falsos é estimado em ao menos 10% ou 15% do mercado farmacêutico mundial. 

Um valor que poderia chegar a 200 bilhões de dólares, segundo dados do Fórum Econômico Mundial (WEF), um número que quase triplicou nos últimos cinco anos.

“Para vender medicamentos falsos é preciso ter clientela. E no continente africano há muito mais doentes pobres que no resto do mundo”, explica à AFP o professor francês Marc Gentilini, especialista em doenças infecciosas e tropicais e ex-presidente da Cruz Vermelha francesa.

Segundo ele, as vacinas que há alguns anos foram distribuídas no Níger para frear uma epidemia de meningite — uma doença que a cada ano mata milhares de pessoas neste país pobre da região do Sahel — eram falsas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que um de cada dez medicamentos no mundo é falso, um número que pode alcançar sete em cada dez em alguns países, em particular africanos.

O tráfico está às vezes nas mãos de autoridades corruptas da saúde pública, que compram produtos falsos a bons preços na China e Índia, os principais fabricantes, e depois os revendem.

Ao menos 100.000 pessoas morrem a cada ano na África por utilizar medicamentos falsos, segundo a OMS.

Só em 2013, 122.000 crianças de menos de cinco anos morreram nos países da África subsaariana por tomarem medicamentos falsos contra a malária, segundo o American Journal of Tropical Medecine and Hygiene.

“É um crime duplo, de saúde e social, porque matam doentes e doentes pobres”, afirma Gentilini.

– Mais rentáveis que a droga –

Em agosto de 2017, a Interpol anunciou o confisco de 420 toneladas de produtos médicos de contrabando em uma macro-operação em sete países (Benim, Burkina Faso, Costa do Marfim, Mali, Níger, Nigéria e Togo). 

“O negócio da falsificação de medicamentos é o primeiro na lista dos tráficos ilícitos”, explica Geoffroy Bessaud, diretor da coordenação antifalsificação do grupo farmacêutico francês Sanofi. 

Segundo o WEF, este negócio gera mais lucros que o tráfico de maconha.

“Um investimento de mil dólares pode gerar até 500.000 dólares, enquanto o mesmo investimento no tráfico de heroína ou de moedas falsas gera 20.000 dólares”, acrescenta.

– “Temos de tudo!”-

Em maio de 2017, as autoridades da Costa de Marfim incineraram 40 toneladas de medicamentos falsos confiscados em um bairro de Abidjan, onde está instalado o maior mercado de medicamentos ao ar livre do oeste da África, que representa 30% das vendas de medicamentos no país.

Ao entrar no “Roxy”, o apelido deste mercado clandestino, a primeira coisa que se ouve são as vendedoras assegurando que têm “de tudo”.

“Muitas pessoas vêm com suas receitas médicas para comprar aqui, e também os proprietários de clínicas privadas”, explica Fatim, uma vendedora, sentada em frente a uma enorme bacia cheia de produtos farmacêuticos.

Embora se negue a dizer de onde procedem, assegura que as vendedoras têm um “sindicato” e que se reúnem para “regular” o mercado. 

“Os policiais nos incomodam, mas eles mesmos vêm comprar medicamentos”, explica Mariam, outra vendedora.

Na Costa do Marfim, a primeira economia da África francófona, o setor farmacêutico legal sofre a cada ano perdas de entre 40 e 50 bilhões de francos CFA (entre 60 e 76 milhões de euros), segundo dados do Colégio de farmacêuticos do país.

Diferentemente do tráfico de estupefacientes, a falsificação de medicamentos só é considerada um delito contra a propriedade intelectual, de modo que atrai muitos traficantes.

Enquanto grandes grupos, como o Sanofi, lutam contra o fenômeno – 27 laboratórios clandestinos foram desmantelados em 2016 -, os países pobres não têm meios suficientes para isso.

Os governos africanos têm outras muitas preocupações e “não podem pôr agentes alfandegários e policiais para lançar um contra-ataque eficaz”, ressalta Gentilini, chefe de serviço no hospital Pitié Salpêtrière de Paris.

bomba.jpg
Caminhão de medicamentos ilegais é descarregado em Abidjan, em 10 de março de 2017 – AFP/Arquivos

– Vamos compartilhar e ajudar Marina Rogério Spironelli, doando sangue e plaquetas?

Eu sou doador regular voluntário de sangue e plaquetas, e por um probleminha específico de saúde, estou barrado para novas doações por algum tempo. E nesta época, por conta do excesso das pessoas nas festas de final de ano, os doadores que poderiam doar diminuem sensivelmente, além do aumento de necessitados.

Ao ler esse pedido de doação publicado no Facebook (abaixo), me senti incapaz e inútil. E sabendo da urgência, vindo de quem é, não tive como me sensibilizar: Marina, a neta do querido Prof Gustavo Caetano Rogério, filha da amiga Rita de Cássia e do Marcos Fábio Spironelli (sobrinha do Marcelo Rogério, tão correto e respeitado) está passando por uma séria enfermidade e precisa de doadores de sangue e plaquetas.

O que posso fazer é pedir para que as pessoas colaborem na doação e repassem o pedido de ajuda. E fica o apelo: quem puder, incentive também a doação de MEDULA ÓSSEA, algo ainda mais difícil. E torçamos / rezemos / oremos por todos que estão nesta situação delicada.

80857281_2692959580933505_808736414781931520_n

– O Altruísmo de quem quer viver para o bem! Volunturismo é uma boa prática

Já ouvi falar do termo destinado a quem quer fazer turismo e ainda assim praticar ações solidárias voluntárias: o “Volunturismo”.

Sabia que tal nobre atitude está em alta?

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/mundo/dando-duro-nas-ferias/

DANDO DURO NAS FÉRIAS

Imagine passar uma semana ensinando refugiados a cozinhar. É o “volunturismo”, um tipo de viagem para prestar ajuda a quem precisa

por Fernanda Thedim

Enfim, férias. Construa casas em uma comunidade indígena do Panamá, cuide de elefantes idosos na Tailândia ou monitore crianças em uma creche de favela do Rio de Janeiro — sim, isso são férias. E tem uma turma que está disposta a pagar caro por elas. Esqueça luxo e vida boa. A ideia é fazer uma imersão completa em uma nova cultura como voluntário, pegando no pesado para valer. Quem vai atrás desses pacotes já rodou outros países à moda turística e agora quer viver uma experiência original, da qual possa extrair lições únicas e ao mesmo tempo ajudar — tudo feito sob medida para estes tempos politicamente corretos. O “volunturismo”, como a modalidade é chamada, movimenta hoje cerca de 10 milhões de pessoas por ano, incluindo brasileiros.

A maioria dos volunturistas, aqui e no exterior, é jovem, tem outros carimbos como voluntários e não s incomodam com a qualidade do colchão nem com a falta de privacidade. O que importa é, para usar o verbo da vez, conectar-se com outros povos – e que isso seja do jeito local. A chef carioca Tuti Land, 32 anos, ficou 15 dias na Jordânia alojada em um acampamento de refugiados sírios: deu aulas de culinária e visitou famílias que fugiram da guerra (cont no link acima)…

ÁFRICA SEM SAFÁRI - Mariana, em favela do Quênia: reforço escolar para crianças e mergulho na cultura local (Michel Coeli/.)

– Você já doou esperma?

Sou doador de sangue há muito tempo. Tempos atrás, fui convidado a doar sêmem.

Sinceramente, fiquei em dúvida se tal ato realmente é de solidariedade. Respeito os bancos de esperma, mas… se o casal não consegue ter filhos, a adoção não seria o caminho mais adequado?

Ok, nada de críticas, pois respeito todas as opiniões. Mas penso que colaboramos muito mais com a adoção legal ao invés de caros tratamentos de fertilização.

E você, o que pensa sobre isso?

imgres.jpg

– Giving Tuesday!

Em mais de 80 países, uma tradição americana vingou: a do Giving Tuesday”, uma espécie de dia do doador, realizada sempre na 1a terça feira de dezembro após oDia de Ação de Graças”.

Algumas empresas e ONGs do Brasil celebraram tal data (bem timidamente). E as pessoas físicas também! A ideia é: pode-se doar roupas, brinquedos, sangue, tempo, serviço voluntário ou qualquer outra coisa. Em suma: um dia de solidariedade!

E aí, que tal fazer sua parte na próxima edição? Se quiser, faça já, não é preciso esperar!

bomba.jpg
bomba.jpg

– Caminhada Alcoólica Beneficente: com que olhos encarar a iniciativa?

Recebo uma mensagem sobre a organização de um evento chamado “Caminhada Alcoologica de Belo Horizonte”, brincado com as palavras “alcoólica e ecológica”. E não é o primeiro evento que lá acontece!

O roteio dessa caminhada é por bares tradicionais da cidade (com muita cerveja) e também com discussões de causas ecológicas! E quem bolou a brincadeira, foi perspicaz: os participantes devem doar 1 litro de leite para ser revertido às instituições de caridade.

Há criatividade para tudo. Mas como você encara isso: apologia ao alcoolismo ou solidariedade à ecologia e ao aleitamento?

Achei a ideia é irreverente, não tenhamos dúvidas!

Imagem relacionada

– Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue!

Doar é um ato de amor. Doar sangue é ser solidário com quem não tem opção de utilizar outra coisa alternativa.

Pois bem: há aqueles que se tornaram voluntários conscientes pelo amor. Por ignorância, tornei-me pela dor e tenho como bandeira a divulgação da Doação Voluntária.

Existem “vários dias dos doadores” (dia mundial, dia nacional, dia internacional…). Independente disso: abrace essa nobre causa!

Resultado de imagem para doe sangue

– Santo Alberto Magno e a Reflexão Dominicana

Hoje a Igreja Católica celebra a memória de um santo que tinha propósito aos quais todos nós deveríamos ter atualmente: o da doçura e amabilidade aos desígnios do Pai!

Da ordem Dominicana, estudou Ciências Naturais, Mecânica, Engenharia, Meteorologia e Agricultura. Como professor, lecionava com o objetivo de compartilhar tudo o que sabia, a fim de que o próximo – que na maioria da vezes era seu próprio aluno – aprendesse coisas de assuntos diversos e as usasse de maneira cristã.

Devoto da Virgem Maria, pregava que o coração de cada um deveria estar aberto à vontade de Deus, assim como Nossa Senhora agiu em vida – sempre solícita aos desejos divinos.

É dele a frase:

Minha intenção é única: a de disseminar a Ciência de Deus!

Santo Alberto Magno nasceu na Alemanha, estudou em Padova (Itália) e Paris (França); foi bispo da Diocese de Ratisbona, marcada por guerras e disputas paroquiais. Lá, pacificou as comunidades com sua sabedoria e mansidão.

Fica a reflexão: deixamo-nos permanecer com o coração aberto para que saibamos qual a vontade do Senhor em nossa vida e assim possamos, a exemplo de Alberto Magno, partilhar conhecimento e caridade?

Resultado de imagem para Santo Alberto Magno

– E se fosse possível comprar Sangue nos supermercados?

Na próxima semana (25/11), se celebra o Dia Nacional do Doador de Sangue. E os bancos de sangue sofrem com a falta de doadores. Um problema de saúde e de disposição da sociedade.

Mas… e se o precioso elemento, tão vital à nossa vida, fosse encontrado nas prateleiras para comprar?

Veja esse bem humorado vídeo do Hospital Albert Einstein, onde bolsas de sangue são colocadas em geladeiras de uma loja de conveniência e as pessoas (não são atores), inesperadamente, se deparam com o inusitado!

Hilário e de grande poder de conscientização. Vale a pena compartilhar:

Clique em:

– Comungar-se com as Coisas que se Convive

Se você costuma praticar o bem, o hábito lhe transforma numa pessoa sempre boa. Se convive com solidários, a solidariedade se torna intrínseca em seu coração. Se procura pessoas sábias, a sabedoria se tornará cotidiana.

Acredito que a convivência influencia as pessoas (algumas em muito; outras, em pouco). Há de se ter muita resiliência para não se influenciar.

Compartilho tal reflexão:

Tudo o que amamos profundamente converte-se em parte de nós mesmos.

Helen Adams Keller, educadora americana(1880-1968)

Concordo e assino embaixo!

bomba.jpg

– A indústria que aproveita dos pedintes!

Vamos falar de um tema espinhoso: a indústria de aproveitadores da mendicância e os mendigos de verdade!

Será que, quando alguém nos pede, o pedinte é um verdadeiro necessitado ou um empregado de pessoas que o exploram?

Aliás, como ajudar de verdade esses mais pobres? O que o Estado pode fazer para ajudar (se é que pode ajudar em todos os casos)?

Assisti a uma entrevista de Yago Martins, que passou 1 ano fingindo ser andarilho para escrever um livro: “A máfia dos Mendigos”. E ele disserta as coisas curiosas (como aluguel de crianças para esmolarem), as barbaridades e as necessidades dos moradores de rua. Muito interessante!

Depois de assistí-la, você ficará na dúvida: se precisamos individualizar o tratamento para o auxílio mais eficaz e preciso, como descobrir quem é necessitado ou não?

O vídeo em: https://youtu.be/VgHh9-EpOn8 (aos 27 minutos o início da entrevista)

Resultado de imagem para A máfia dos mendigos

– Arquitetura de Periferia: uma excelente iniciativa!

Li e me sensibilizei: um projeto social voltado às mulheres pobres, ajudando-as na capacitação de reforma de suas casas.

Chamado de “Arquitetura de Periferia“, conheci através da postagem abaixo:

Projeto capacita mulheres de baixa renda em serviços de construção para promover autonomia,

— Ler em: vivimetaliun.wordpress.com/2019/10/04/projeto-capacita-mulheres-de-baixa-renda-em-servicos-de-construcao-para-promover-autonomia/

Para saber mais, acesse o link: https://abraceobrasil.org/pt-br/projetos/arquiteturanaperiferia/

Ou assista em:
https://youtu.be/IKVV8zv5wWk