– A dor de quem passa fome!

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A ONU quer erradicar a fome até 2030. Entretanto, é assustador ver como sofrem os famintos mundo afora. Em especial, na África Negra.

Se tiver coragem, leia abaixo (Extraído de: http://istoe.com.br/um-pedido-de-socorro/)

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UM PEDIDO DE SOCORRO

O mundo enfrenta a mais grave crise humanitária dos últimos setenta anos. Vinte milhões de pessoas, que vivem em quatro países assolados por conflitos armados, estão na iminência de morrer por desnutrição se nada for feito. Contraditoriamente, ainda são desperdiçados 1,3 bilhão de toneladas de alimentos por ano em todo o globo

Por Fabíola Perez

É a mesma sensação de uma dor aguda e constante. Como uma agonia, que parece perfurar o estômago dias a fio e é agravada pelo calor escaldante, que deixa os corpos num estado permanente de inércia. Os poucos restos de alimentos ingeridos não são suficientes para livrar o organismo da angústia. Nas crianças, o vazio trazido pela ausência de nutrientes rapidamente se transforma em choro. Elas estão entre os grupos mais vulneráveis. Nos acampamentos do estado de Borno, na Nigéria, é comum avistar mulheres e bebês apáticos, sem força e disposição para lutar pela vida. Segundo o pediatra Marco Olla, membro da organização Médicos Sem Fronteiras, em regiões onde se vê pessoas com mais de cinco anos acometidas pela desnutrição, é sinal de que a conjuntura é realmente grave. Esse é o caso de Maiduguri, capital de Borno. “No departamento de internação que mantemos na cidade, uma mãe chegou com sua filha de sete anos. A menina estava extremamente desnutrida e com diarréia”, diz. Elas haviam fugido de um vilarejo e se instalaram em um acampamento improvisado. Ficaram ali por mais de um mês, mas a quantidade de grãos e arroz que recebiam não eram suficientes.

A Nigéria é um dos quatro países citados em um recente alerta das Nações Unidas (ONU) que declarou que quatro países vivem a pior crise humanitária desde a criação da entidade, em 1945 (leia quadro). Isso porque possui uma parcela significativa de sua população vivendo sob o flagelo da fome. Os casos de má nutrição já são tão graves que os adultos quase não têm forças para andar e algumas comunidades perdem suas crianças diariamente. Também enfrentam uma situação semelhante Iêmen, Somália e Sudão do Sul. Nesses quatro países, a estimativa é de que 20 milhões de pessoas possam morrer vítimas da insegurança alimentar aguda. Contraditoriamente, a nova onda de fome no mundo vem à tona em uma época que cresce a produção mundial de alimentos e o desperdício chega a 1,3 bilhão de toneladas por ano. Então, porque a fome voltou a ser motivo de alertas mundiais? Nos anos 1980, as imagens de crianças esqueléticas chamavam a atenção para um milhão de mortos na Etiópia. Na década seguinte, 3,5 milhões de norte-coreanos também morreram por falta de alimentos. Mais recentemente, a República Democrática do Congo e a Somália perderam quatro milhões de pessoas para a fome. Hoje, apesar dos avanços, o problema do acesso aos alimentos persiste e se agrava. “A violência de grupos armados impede a entrada e a permanência de grupos de apoio em determinadas regiões”, disse à ISTOÉ Alan Bojanic, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil.

Atualmente, em todo o mundo existem cerca de 800 milhões de pessoas que sentem as dores de um estômago vazio. Para a ONU declarar oficialmente fome em um país é preciso que pelo menos 20% da população tenham acesso a menos de duas mil calorias de alimentos por dia e que mais de 30% das crianças sofram de má nutrição. Além disso, em países atingidos pela fome são registradas diariamente duas mortes para cada dez mil habitantes ou a morte de quatro crianças em cada dez mil habitantes. Para evitar uma catástrofe nessas regiões, as Nações Unidas pediram uma ajuda de US$ 4,4 bilhões para países desenvolvidos até julho. “Essa situação saiu do normal: conflitos armados e o fator climático da seca tornam o quadro ainda mais perverso”, diz Bojanic. “Em função disso, muitas das pessoas que migram não têm as mínimas condições de segurança para se dedicar à agricultura.”

20 milhões de pessoas podem morrer de fome na Nigéria, no Sudão do Sul, na Somália e no Iêmen e 1,4 milhão de crianças estão em risco iminente de morte por malnutrição aguda.

Outro agravante nessas regiões são as condições logísticas. São zonas de difícil acesso que dificultam a chegada dos alimentos. No Sudão do Sul, por exemplo, existem apenas 200 quilômetros de estradas asfaltadas. Naquele país, a intensificação dos conflitos preocupa entidades de ajuda humanitária. “Em algumas cidades, eles impedem a chegada de cuidados de saúde de emergência, água para o consumo e alimentos para pessoas internamente deslocadas”, afirma Marcus Bachmann, coordenador local do MSF. Na Somália, o cenário de fome e suas conseqüências é ainda mais intenso. Além da guerra que se estende por décadas, da ausência do Estado de direito e do subdesenvolvimento, o país sofre com a falta de água que atinge criações de gado e plantações. Em Borno, na Nigéria, o conflito entre o grupo extremista Boko Haram e o exército também coloca a população em condições limites. “Em Benisheikh, Gwoza e Pulka é impossível cultivar qualquer coisa e é perigoso deixar as cidades para buscar madeira para cozinhar ou vendê-la”, afirma Jean François Sauveur médico do MSF.

Nesses países, os grupos mais atingidos pela insegurança alimentar aguda são as crianças e as mulheres. Para se ter uma idéia, em janeiro, membros da MSF observaram que no norte do Sudão do Sul 25% das crianças com menos de 5 anos sofriam desnutrição grave. “Esses números são extremamente preocupantes”, afirma Nicolas Peissel, coordenador de projeto do MSF. Porém, em função da insegurança, agentes de saúde avaliam que é impossível abrir um novo hospital ou encaminhar pacientes para outras instalações. O Iêmen, por sua vez, atravessa uma das situações mais drásticas do globo. Estimativas da ONU apontam que 19 milhões de pessoas necessitam de algum tipo de ajuda humanitária depois de dois anos de guerra entre o grupo extremista Houthi e o governo. Nos primeiros cinco meses de 2016, foram registrados 50 casos de desnutrição por mês no hospital de Al Tawra, na cidade de Hodeidah. Estima-se que, nesse período, uma criança tenha morrido a cada dois dias pela falta de nutrientes. Ao mesmo tempo em que a necessidade pelo atendimento cresce, muitos hospitais foram destruídos por ataques aéreos.

É comum observar crianças e adultos em pele e osso, sem condições de se manter em pé, porque a fome aguda influi diretamente no metabolismo das pessoas. “Conforme a imunidade das pessoas se compromete devido à baixa de nutrientes, o número de infecções aumenta”, diz Javed Baba Ali, médico do MSF. Para reverter esse quadro, o coordenador de desenvolvimento humano e pobreza do Banco Mundial, Pedro Olinto, defende que é necessário não apenas enviar alimentos a essas regiões como também dar à população local condições de comprar de produtores locais. “Quando se envia mantimentos, o preço sobe e os produtores desistem de plantar seus próprios alimentos”, diz. Ainda assim, a ONU tem como meta erradicar a fome até 2030. “A insegurança alimentar condena uma nação a uma situação permanente de atraso”, diz Bojanic.

Pessoas em situação de insegurança alimentar grave

Iêmen: 14,1 milhões
Nigéria: 1,8 milhão
Sudão do Sul: 4,9 milhões
Somália: 2,9 milhões

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VÍTIMAS Na cidade de Nyala, no Sudão do Sul, crianças e mulheres lutam para conseguir pequenas quantidades de arroz e grãos distribuídos por ONGs internacionais

– Ebola faz cidadãos repensarem a vida!

O Ebola volta a ameaçar a África. E se nós estamos assustados e sofrendo com a COVID-19, lembremo-nos de ajudar nossos irmãos africanos que padecem dessa enfermidade ainda mais grave. Republico sobre o ocorrido da última vez e os percalços do povo:

PENSE DUAS VEZES ANTES DE RECLAMAR DOS SEUS PROBLEMAS: na Monróvia, capital da Libéria, um bairro de 75 mil pessoas é isolado com arame farpado para que os infectados pelo Ebola não se misturem com o restante da população.

West Point, um dos muitos vilarejos pobres africanos, vive um verdadeiro confinamento dos moradores. Soldados cercam as saídas do bairro e quem se arrisca a atravessar a barreira militar leva um tiro de fuzil na perna.

Tudo isso para que a doença não se alastre mais ainda, já que o contágio se dá pelo contato. O problema é que comida e bebida estão acabando para o povo que ali reside e que não pode sair. A Prefeitura não consegue manter o suficiente de alimentação para a população local.

Para quem não sabe, o Ebola é uma doença que faz com que o corpo tenha hemorragias e grandes feridas na pele. Sua cura ainda é um mistério, embora os medicamentos experimentais tenham conseguido salvar algumas vidas.

Compartilho, abaixo:

TIROS EM DOENTES DE EBOLA

(extraído da Revista “Isto É”, ed 2335, pg 25, por Antonio Carlos Prado)

Não bastasse o pavor de morrer de vírus, agora há também o pavor de morrer de bala. E de porrete. O vírus é o do ebola, que já matou 1,6 mil pessoas no continente africano; a bala é de fuzil, no mais absurdo e cruel método que as autoridades encontraram para tentar frear a propagação da doença: atirar nas pernas de quem tenta sair ou entrar nas regiões que estão sendo isoladas por grades, portões e arame farpado quando há a suspeição de que nelas (ainda) viva alguém infectado. Está-se errando a mira. Em vez de a barbárie acertar as pernas, ocorre o efeito colateral de acertar o peito, e pelo menos três enfermos já foram fatalmente alvejados pela medicação de pólvora e chumbo. Na Monróvia, capital da Libéria e um dos epicentros do surto, policiais cercaram na semana passada o bairro de West Point (75 mil confinados). Nele e em outros locais a população tenta furar o bloqueio porque lhe falta água e comida, as ruas estão infectas e, além do ebola, outras doenças brotam.

– Quem são os jovens que podem mudar o mundo?

Você já ouviu falar de Zygmunt Bauman?

Eu também não. Mas ele é um dos maiores pensadores do século XXI. Polonês, foi expulso de seu país no tempo do comunismo por ter idéias contrárias ao regime.

Em entrevista à Revista Época (ed 543, pg 68-70 a Luís Antonio Giron), falou sobre o futuro da humanidade. E declarou-se meio que desesperançoso, alegando que só os jovens indignados podem mudar o mundo.

Os jovens que podem mudar o mundo, segundo o sociólogo Bauman, são aqueles fora da “alienação do mundo da Web”, e, apesar de se mostrar melancólico com o rumo que a Sociedade tomou, esperançosamente (talvez sua única demonstração de fé na matéria) disse:

Confio que os jovens possam perseguir e consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Como e se forem capazes de pôr isso em prática, dependerá da imaginação e determinação deles. Para que se deem uma oportunidade, os jovens precisam resistir às pressões da fragmentação e recuperar a consciência da responsabilidade compartilhada para o futuro do planeta e seus habitantes. Os jovens precisam trocar o mundo virtual pelo real”.

Ótimo! Penso como ele. Que valores e referências são determinantes nos dias de hoje? A violência, a corrupção, o descaso com o próximo, a ostentação e a individualidade foram legado triste de alguns pais, que com dificuldade de moral e falta de oportunidade educacional, contaminaram uma nação inteira com a história de “levar vantagem em tudo”.

Cabe a nós encontramos e encorajarmos jovens diferenciados com vontade de mudar. E, em muitos casos, sermos esses próprios jovens.

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– Você conhece a banda Siervas?

Olha só que bacana: um grupo de rock / pop católico, formado por jovens freirinhas de um convento do Peru e que faz sucesso nos países de língua espanhola do nosso continente.

Mais do que isso: a canção mais famosa, “Confía em Díos”, foi produzida por Joe Martlet e Francisco Murias, que produziram trabalhos do Foo Fighters e Nirvana.

Boa música em: https://youtu.be/2B2nWFe4scw

Ops: em todas as turnês, no pós-show, há trabalhos em obras de caridade promovidos e com participação das irmãzinhas.

– Nada de egoísmo, mas de um mundo colaborativo!

Crescer, compartilhar, agregar e ajudar o mundo a ser mais equitativo, inteligente e humano. Dividir conhecimento e ajudar seu semelhante é o conjunto tão simples de coisa que nos torna mais felizes!

Essa simples imagem mostra isso:

– E o momento exato da surpresa de algo nunca imaginado?

Sempre me impressionou essa foto. Repost de 1 ano:

Já pensou o susto que os indígenas tiveram quando conheceram os artefatos portugueses em 1500 (arcaicos para nós hoje, comuns para as pessoas daqueles dias e inusitados para os silvícolas)?

Essa foto representa mais do que isso – quando pobres meninos de uma comunidade tribal do interior da África vêem um… iPad!

Extraído da publicação de Fotos de Fatos (@FotosDeFatos) no Twitter:

“O viajante inglês Louis Cole uma vez postou uma fotografia incomum no instagram, mostrando a reação dessas crianças de uma tribo africana vendo pela primeira vez um tablet. A fotografia logo viralizou na internet, em 2015”:

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– Estádios de Futebol e Pandemia.

Começou com os clubes de futebol da Alemanha e da França, logo na primeira onda da pandemia de Covid-19: o oferecimento de seus estádios como Hospitais de Campanha.

Pouquíssimos foram usados, é verdade (como o Pacaembu, por exemplo). Tal fato foi repetido (a oferta) aqui no Brasil também.

A atitude das instituições esportivas foi louvável, não se discuta. E agora, na segunda onda, as mesmas entidades estão oferecendo suas instalações como Postos de Vacinação.

Aqui, aplausos para quem se dispõe de verdade a ceder seu espaço de maneira nobre e solidária. Mas fica um alerta também: o que tem de time que quer dizer que “cede seu estádio” sabendo que ele não terá infraestrutura alguma, somente pelo fato de fazer um pseudo “marketing do bem”… ô como tem!

De qualquer forma, a esses, não se recrimine. Ao menos se colocam ao serviço solidário (mesmo que não possam fazê-lo).

Os estádios que viraram hospitais de campanha na luta contra o coronavírus  | VEJA

– 100: Meu Dia de Agradecer!!!

Há exatos 4 anos, pude me regozijar por tal fato! Agora, devido a pandemia, fui obrigado a cessar as doações. Mas continuo incentivando! Abaixo, repost:

Muito feliz: hoje, dia de doar plaquetas! E ao todo: minha 100a vez.

A causa da doação voluntária surgiu em minha vida quando minha mãe estava doente, em 1995. Nunca havia doado nada e nem tinha noção da importância de tal gesto, e quando minha querida progenitora precisou, fraquejei.

Tentei doar a 1a vez logo quando ela necessitou. Desmaiei antes de começar o processo.

Tentei uma 2a vez, e ao ver o sangue passando pela mangueira à bolsa, idem.

Na 3a e última tentativa fracassada, em maio de 1997, meu estado emocional era ruim devido a gravidade da doença da minha mãe. A minha pressão caiu e fiquei extremamente perturbado. Uma senhora que estava à espera da doação se prontificou a doar para ela. Eu, ingênuo, agradeci e recusei, dizendo à generosa mulher que doasse sangue para o ente ou amigo que ela estava se prontificando. A resposta dela me marcou até hoje:

Eu não estou doando para ninguém que eu conheça, sou doadora voluntária e minha alegria é doar para aqueles que não podem agradecer e que eu nem sei quem é. O prazer em doar é simplesmente o de ajudar!“.

Foi um tapa em minha cara! Jamais pensei em “doação voluntária”, e por ter fobia de agulhas e sangue (não é medo da dor, é a soma da aicmofobia + hemofobia, o trauma de ser espetado e ver o líquido vermelhouma pura bobagem psicológica), não imaginei que eu poderia doar de verdade e justamente para pessoas que nem sei quem serão as receptoras.

Com a morte da minha mãe, insisti em fazer minha primeira doação voluntária pela honra da memória dela. Foi difícil, mas consegui.

Voltei uma segunda vez, com o propósito simbólico de agradecer à senhora doadora anônima (mesmo que essa pessoa que doou volutária e generosamente para a minha mãe não saiba). Também difícil, mas consegui.

Retornei a 3a vez, desta feita como um desafio pessoal para vencer minha barreira psicológica. Não a venci, mas fiz a doação.

Por fim, voltei ainda mais uma vez para doar voluntariamente, sem o propósito simbólico de devolver um favor, mas sim em ser cidadão solidário. Foi a melhor vez de todas! A alegria na alma extravasava o meu ser!!! Fiquei muito feliz.

Voltei a 5a, a 6a, a 7a… e resolvi encarar a dura missão de doar plaquetas (“dura” para quem é “panaca” como eu e pelas fobias citadas). Consegui, embora no começo pareça ser assustador (mas não é; é somente uma novidade).

Fui outras vezes, e junto dela com minha filhota Marininha, que se encantou com toda magia do “ajudar por amor sem desejar nada em volta” e abraçou a causa. Calma, é claro que ela não é doadora pela idade (um dia será, segundo ela própria), mas incentivando novos doadores sempre desenhando cartazes motivadores da doação.

Hoje, ciente da importância da doação de hemoderivados, estou acompanhado da minha esposa Andréia, das minhas filhas Marina e Estela (na barriga da mamãe), para a minha centésima doação. Pois é, a número 100!

Não sou eu quem deve ser aplaudido por tantas doações (acredite: há muitas pessoas com muito mais doações realizadas do que eu), mas sim as pessoas que INCENTIVAM novos doadores. O sangue e as plaquetas não são produzidos pela indústria farmacêutica, são obtidos por um ato de amor. E graças a uma ilustre e desconhecida voluntária, me tornei um abnegado por esse ato solidário.

Portanto: #DoeSangue, #DoePlaquetas, #DoeHemoderivados. A vida agradece e você sentirá o quão bom é ajudar!

E aqui destaco: agradeço ao Hospital Israelita Albert Einstein, que tão bem me acolhe e me suporta.

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(comemoramos com um delicioso bolo de brigadeiro branco com brigadeiro preto, coberto de morangos).

– Doar Esperma?

Sou doador de sangue há muito tempo. Dias atrás, fui convidado a doar sêmem.

Sinceramente, fiquei em dúvida se tal ato realmente é de solidariedade. Respeito os bancos de esperma, mas… se o casal não consegue ter filhos, a adoção não seria o caminho mais adequado?

Ok, nada de críticas, pois respeito todas as opiniões. Mas penso que colaboramos muito mais com a adoção legal ao invés de caros tratamentos de fertilização.

E você, o que pensa sobre isso?

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– A Política é o mais alto grau da Caridade. Acredite!

O Papa Francisco soltou mais uma de suas maravilhosas reflexões, corroborando Pio XI:

A Política é o grau mais alto da Caridade.

Sem dúvida, é! A raiz originária da Política traz o significado de que a sua prática é estar entre as pessoas. Ou seja, “fazer política” é a “arte de se relacionar”.

O problema é que no Brasil a Política tomou outro sentido: o do Poder, da Ganância e da Corrupção. Mudamos o termo para Politicagem e misturamos tudo!

Já imaginaram se os políticos brasileiros fossem integralmente honestos em todas as esferas? Claro, devem existir os corretos, mas são tantos os escândalos de desvios de dinheiro que perdemos o senso e não cremos na lisura das negociações e projetos dos nossos deputados, por exemplo.

Sem dúvida, se a Política fosse vivida em nosso país como lembrada pelo Papa Francisco, teríamos um Brasil mais justo, mais santo, mais rico e mais solidário.

– Giving Tuesday!

Em mais de 80 países, uma tradição americana vingou: a do Giving Tuesday, uma espécie de dia do doador, realizada sempre na 1a terça feira de dezembro após oDia de Ação de Graças”.

Algumas empresas e ONGs do Brasil celebraram tal data (bem timidamente). E as pessoas físicas também! A ideia é: pode-se doar roupas, brinquedos, sangue, tempo, serviço voluntário ou qualquer outra coisa. Em suma: um dia de solidariedade!

E aí, que tal fazer sua parte? Se quiser, faça já, não é preciso esperar!

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– Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue!

Doar é um ato de amor. Doar sangue é ser solidário com quem não tem opção de utilizar outra coisa alternativa.

Pois bem: há aqueles que se tornaram voluntários conscientes pelo amor. Por ignorância, tornei-me pela dor e tenho como bandeira a divulgação da Doação Voluntária.

Existem “vários dias dos doadores” (dia mundial, dia nacional, dia internacional…). Independente disso: abrace essa nobre causa!

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– Santo Alberto Magno e a Reflexão Dominicana

Hoje a Igreja Católica celebra a memória de um santo que tinha propósito aos quais todos nós deveríamos ter atualmente: o da doçura e amabilidade aos desígnios do Pai!

Da ordem Dominicana, estudou Ciências Naturais, Mecânica, Engenharia, Meteorologia e Agricultura. Como professor, lecionava com o objetivo de compartilhar tudo o que sabia, a fim de que o próximo – que na maioria da vezes era seu próprio aluno – aprendesse coisas de assuntos diversos e as usasse de maneira cristã.

Devoto da Virgem Maria, pregava que o coração de cada um deveria estar aberto à vontade de Deus, assim como Nossa Senhora agiu em vida – sempre solícita aos desejos divinos.

É dele a frase:

Minha intenção é única: a de disseminar a Ciência de Deus!

Santo Alberto Magno nasceu na Alemanha, estudou em Padova (Itália) e Paris (França); foi bispo da Diocese de Ratisbona, marcada por guerras e disputas paroquiais. Lá, pacificou as comunidades com sua sabedoria e mansidão.

Fica a reflexão: deixamo-nos permanecer com o coração aberto para que saibamos qual a vontade do Senhor em nossa vida e assim possamos, a exemplo de Alberto Magno, partilhar conhecimento e caridade?

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