– Comungar-se com as Coisas que se Convive

Se você costuma praticar o bem, o hábito lhe transforma numa pessoa sempre boa. Se convive com solidários, a solidariedade se torna intrínseca em seu coração. Se procura pessoas sábias, a sabedoria se tornará cotidiana.

Acredito que a convivência influencia as pessoas (algumas em muito; outras, em pouco). Há de se ter muita resiliência para não se influenciar.

Compartilho tal reflexão:

Tudo o que amamos profundamente converte-se em parte de nós mesmos.

Helen Adams Keller, educadora americana(1880-1968)

Concordo e assino embaixo!

bomba.jpg

Anúncios

– A indústria que aproveita dos pedintes!

Vamos falar de um tema espinhoso: a indústria de aproveitadores da mendicância e os mendigos de verdade!

Será que, quando alguém nos pede, o pedinte é um verdadeiro necessitado ou um empregado de pessoas que o exploram?

Aliás, como ajudar de verdade esses mais pobres? O que o Estado pode fazer para ajudar (se é que pode ajudar em todos os casos)?

Assisti a uma entrevista de Yago Martins, que passou 1 ano fingindo ser andarilho para escrever um livro: “A máfia dos Mendigos”. E ele disserta as coisas curiosas (como aluguel de crianças para esmolarem), as barbaridades e as necessidades dos moradores de rua. Muito interessante!

Depois de assistí-la, você ficará na dúvida: se precisamos individualizar o tratamento para o auxílio mais eficaz e preciso, como descobrir quem é necessitado ou não?

O vídeo em: https://youtu.be/VgHh9-EpOn8 (aos 27 minutos o início da entrevista)

Resultado de imagem para A máfia dos mendigos

– Arquitetura de Periferia: uma excelente iniciativa!

Li e me sensibilizei: um projeto social voltado às mulheres pobres, ajudando-as na capacitação de reforma de suas casas.

Chamado de “Arquitetura de Periferia“, conheci através da postagem abaixo:

Projeto capacita mulheres de baixa renda em serviços de construção para promover autonomia,

— Ler em: vivimetaliun.wordpress.com/2019/10/04/projeto-capacita-mulheres-de-baixa-renda-em-servicos-de-construcao-para-promover-autonomia/

Para saber mais, acesse o link: https://abraceobrasil.org/pt-br/projetos/arquiteturanaperiferia/

Ou assista em:
https://youtu.be/IKVV8zv5wWk

– Jovens Desprovidos de Vaidade

Como é bom ver pessoas desprovidas de interesses particulares obscuros e que se comprometem a ajudar o próximo simplesmente pela solidariedade!

Compartilho esse ótimo exemplo, sobre como jovens abdicam do lazer para trabalho voluntário em favelas da Grande SP.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1608200917.htm

UNIVERSITÁRIOS CONSTROEM CASAS EM FAVELAS

Jovens de classe média de São Paulo atuam em comunidade em Suzano para construir casas mais dignas para famílias carentes . 120 voluntários se reuniram para construir dez casas de madeira, com 18 metros quadrados cada uma, durante um final de semana

De Márcio Pereira:

Sábado ensolarado na Grande São Paulo. Enquanto muitos jovens de classe média ainda curtiam as férias prorrogadas por conta da propagação do vírus da gripe suína no Estado, uma estudante de relações internacionais da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) segue com seu carro, um Polo preto, para uma favela em Suzano.

Marina Santos, 20, mora na Granja Julieta (bairro nobre na zona sul de SP), é filha de um auditor e de uma professora. Sua única irmã está cursando arquitetura na Faap.

Ela é uma das personagens que fazem parte da história da ONG chilena Um Teto para Meu País no Brasil. Entidade instalada em São Paulo há três anos e que construiu 195 “casas de emergência” em quatro cidades paulistas: Guarulhos, Itapeva, São Paulo e Suzano.

As casas são de madeira, pré-fabricadas, têm 18 metros quadrados e podem ser erguidas em dois dias de trabalho, com a ajuda de oito a dez voluntários.

Cada unidade sai por R$ 3.500 e a família que recebe a “casa de emergência” paga 10% desse valor, o restante é custeado por meio de doações de empresas e das prefeituras. “Em Suzano, conseguimos um valor melhor. Cada família pagou R$ 150 pela casa”, conta Larissa Dantas, 24, diretora social da ONG. (Continua em: Universitários constroem casas em favela)

Resultado de imagem para mãos dadas

– Miséria, Indignidade e Solidariedade

O que pensar sobre o tema: 1/5 do planeta passa fome; só no Brasil, cerca de 11 milhões de pessoas vivem com R$ 70,00 por mês.

Viver sem dignidade é um dos grandes males da sociedade do Século XXI. E entenda-se por indignidade o desrespeito a vida humana, preconceito, incompreensão do próximo, e, principalmente, a miséria. Dela, outros males surgem.

Compartilho texto da Arquidioceses de Porto Velho, publicado há 2 anos, mas extremamente atual, que fala sobre os males e a necessidade de ações para mudar o quadro.

Extraído dehttp://is.gd/qOrkCo

A SOLIDARIEDADE QUE SE MULTIPLICA

Um quinto da humanidade passa fome (mais de um bilhão de pessoas) e não tem perspectivas de um futuro mais digno. Na América Latina, em uma população de 565 milhões, são mais de 209 milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza. Em nível mundial, 29 países apresentam níveis alarmantes de fome, de acordo com relatórios sobre a situação.

Muitas pessoas sofrem por não terem o que comer, onde morar, água potável, saneamento básico, atendimento à saúde, educação, transporte, emprego etc. Todos esses elementos fazem parte das necessidades básicas para uma vida com o mínimo de dignidade. A ausência deles fere a vida humana. Geralmente, quando há a situação de pobreza, todas essas carências aparecem interligadas.

Pe. Alexandre A. Martins, camiliano, afirma que nesse contexto, a pobreza é a grande responsável pelo sofrimento de uma imensidão de pessoas dos nossos povos. Se por um lado a pobreza é a causa da vida indigna, por outro ela já é a consequência da injustiça, da exploração e da desigualdade existente no nosso continente. Uma vez na pobreza, as pessoas ficam em uma situação de fragilidade e vulnerabilidade, entregues à própria sorte.

A Liturgia dessa semana evidencia que multiplicar cinco pães e dois peixes, mais do que um ato mágico, é sinal de que, onde há partilha ninguém passa necessidade (Mt 14, 13-21).

Jesus, fiel à missão de servir ao seu povo, reúne e alimenta as multidões sofredoras, realizando os sinais de um novo modo de vida e de anúncio do Reino. A Eucaristia é o sacramento-memória dessa presença de Jesus, lembrando continuamente qual é a missão a que nós, cristãos, fomos chamados.

A multiplicação dos pães quer nos ensinar que, se partilharmos, ninguém mais vai ter necessidade. Nisso reside o milagre. A comunidade é chamada a não ficar parada, mas ir além. Deus não quer a pobreza, mas a igualdade social (Frei Jacir F.Farias).

Os dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a partir da linha de extrema pobreza definida pelo governo federal serviram como parâmetro para a elaboração das políticas sociais, como os planos sociais lançados pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Cerca de 16,2 milhões de brasileiros são extremamente pobres, o equivalente a 8,5% da população. Para levantar o número de brasileiros em extrema pobreza, o IBGE levou em consideração, além do rendimento, outras condições como o acesso à rede de esgoto e água e energia elétrica. O IBGE também avaliou se os integrantes da família são analfabetos ou idosos. Dos 16,2 milhões em extrema pobreza, 4,8 milhões não tem nenhuma renda e 11,4 milhões tem rendimento per capita de 1 a 70 reais.

As entidades que formam o Mutirão Nacional para a superação da miséria e da fome, dentre elas a Cáritas Brasileira, Comissão Brasileira de Justiça e Paz, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, Pastoral da Criança, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, Pastorais Sociais da CNBB, CRB, CERIS e CESE,  FASE, IBASE e outras, ao manifestar a sua posição visando à superação da Miséria e da Fome no Brasil e ao reafirmar o Direito Humano à Alimentação e à Nutrição, na sua universalidade e indivisibilidade, declararam que a fome e a miséria são manifestações e parte integrante de um modelo de desenvolvimento que reproduz e se sustenta das desigualdades econômicas e sociais que flagelam o nosso povo. Este modelo vem utilizando de forma predatória os nossos recursos naturais e humanos, colocando em risco nossa soberania alimentar. Este processo faz parte de uma estratégia de inserção do Brasil de forma submissa ao mundo globalizado.

Não acreditamos no mercado como a via capaz de promover a segurança alimentar e nutricional, no contexto de uma sociedade justa e eqüitativa. Este modelo está esgotado, seja do ponto de vista ambiental e econômico, como do ponto de vista ético e social. Sua manutenção irá apenas aprofundar o quadro de crise e exclusão social que vivemos.

O êxodo rural e o inchaço das cidades, sem infraestrutura urbana adequada, associada à inexistência de oportunidades de inserção no mundo do trabalho, vem servindo de combustível para verdadeira explosão de conflitos e violência, tanto na área urbana como na área rural. A banalização da violência e a naturalização das desigualdades sociais e econômicas levam à falta de mobilização da sociedade por seus direitos, por um lado, e por outro, ao desenvolvimento de políticas públicas de caráter fragmentado e compensatório, que não enfrentam o problema na sua essência, gerando no campo e na cidade ações repressivas e de criminalização dos movimentos sociais.

A sociedade brasileira precisa responder aos graves desafios que se colocam à sua existência civilizada a partir de critérios éticos que reponham a precedência do bem comum e do interesse público sobre o interesse privado; da defesa da vida sobre os interesses individuais; da prioridade dos direitos humanos sociais sobre os contratos privados e acordos comerciais internacionais; da ética pública sobre o individualismo, o clientelismo e o corporativismo. O direito humano à vida assume na presente situação histórica a clara prioridade de propiciar acesso a bens essenciais hoje negados à maioria da população, como: o alimento, o teto, a terra, a água, o trabalho, a informação, a saúde e a participação política. Estes bens ou energias vitais estão hoje bloqueados, ou fortemente mitigados, ao acesso das populações mais pobres, reproduzindo, por esta via, o caldo de cultura da miséria social e da violência.

A construção de uma civilização brasileira solidária passa pelo resgate do acesso a estes bens públicos e sociais, mediante o qual se inaugurará uma nova cultura de paz e não de exclusiva repressão da violência. Um dos caminhos a percorrer para esta civilização solidária requer a reafirmação universal de todos os direitos humanos, econômicos, sociais, culturais e ambientais expressos na Constituição Brasileira. O compromisso público com a afirmação dos direitos humanos sociais requer prioridades políticas incontestáveis na construção de um modelo de desenvolvimento. Isto vai muito além da retórica. Requer políticas públicas com controle público, nas esferas: federal, estadual, municipal, recursos orçamentários para suprir as dívidas sociais, com correspondentes obrigações sociais claramente identificadas, e instrumentos públicos de garantia de direito, e de petição e reclamo. Requer participação na elaboração, gestão e monitoramento destas políticas. E, finalmente, um reordenamento geral do sistema econômico que passaria a investir pesadamente nos bens sociais escassos.
O Direito Humano à Alimentação e Nutrição, no conjunto de direitos sociais que a Constituição reconhece passaria a cumprir um papel chave na nossa política de Segurança Alimentar e Nutricional sustentável. Neste contexto, há que reconhecer não apenas problemas, mas valores e saberes das comunidades, respeitando seus hábitos e estratégias de alimentação e nutrição.
Por outro lado, constata-se a real capacidade instalada de produção de alimentos capaz de atender às necessidades brasileiras, se for reorientada e controlada por um Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional sustentado por uma legislação apropriada (Lei Orgânica).

O Mutirão Nacional para a superação da miséria e da fome destaca na prioridade do direito humano à alimentação, dentre as situações de máxima vulnerabilidade, aquela que afeta as crianças, desde a fase da concepção até a vida adulta, e suas mães.

Destaca dentre as suas iniciativas e mobilizações, resgatar os Direitos Sociais e o Direito Humano à alimentação no contexto da força e da legitimidade da Constituição em sua priorização do combate à miséria e à fome enquanto eixo do Desenvolvimento Humano, por meio de uma Política Social abrangente, integrada à Política Econômica; lutar pela Reforma Agrária ampla e irrestrita; fortalecer a agricultura familiar sustentável, recuperando os hábitos e práticas alimentares que garantam uma nutrição saudável às próprias famílias e para a população do país; investir na agroecologia no âmbito rural e urbano.

Resultado de imagem para pobreza

– Pastoral da Sobriedade

Vejam que importante: achei esse folheto em meio a um livro, e, pelo assunto, acho extremamente importante divulgar: a PASTORAL DA SOBRIEDADE, que atende às pessoas que se deixaram tomar pelos vícios.

Estar sóbrio, nos dias de hoje, é algo difícil por natureza. Ainda mais com tanta porcaria sendo ofertada à sociedade.

Se você conhece pessoas que precisam dessa ajuda, informe-as! Abaixo:

IMG_9624

– A louvável iniciativa do Barco Hospital “Papa Francisco”

Que bacana! Em tempos tão tristes para a Floresta Amazônica, uma ação solidária precisa ser aplaudida: um barco-hospital para atender os pobres!

Abaixo (foi há quase 1 mês, mas pouco divulgado), extraído de: https://g1.globo.com/sp/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/2019/08/19/papa-francisco-comemora-inauguracao-de-barco-hospital-que-atendera-comunidades-na-regiao-amazonica.ghtml

PAPA FRANCISCO COMEMORA INAUGURAÇÃO DE BARCO HOSPITAL QUE ATENDERÁ COMUNIDADES NA REGIÃO AMAZÔNICA

Associação Lar São Francisco na Providência de Deus, em Jaci (SP), foi a idealizadora do projeto e responsável pela construção do barco. Ele deverá percorrer comunidades para levar serviços de saúde.

O Papa Francisco usou as redes sociais nesta segunda-feira (19) para comemorar a inauguração do Barco Hospital Papa Francisco, que foi construído pela Associação Lar São Francisco na Providência de Deus de Jaci, interior de SP, para atender comunidades ribeirinhas na região amazônica.

“É com grande satisfação que me uno a vocês neste momento de alegria e ação de graças a Deus pela inauguração do Barco Hospital Papa Francisco que levará a Palavra de Deus e oferecerá acesso a uma saúde melhor para as populações mais carentes, sobretudo os povos indígenas e ribeirinhos, que vivem ao longo de uma extensão de 1.000 quilômetros do Rio Amazonas”, escreveu o pontífice.

A ideia do projeto, que surgiu do presidente da associação, Frei Francisco Belotti, atendeu a um pedido do Papa Francisco, feito durante a última visita dele ao Brasil durante a Jornada Mundial da Juventude, em 2013. Em novembro de 2018, o frei visitou o Papa Francisco para entregar o convite da inauguração. 

“Na jornada tivemos a honra de receber o Papa no nosso hospital São Francisco no Rio. Ele me perguntou se estávamos no Amazonas, e eu disse que não. Ele disse ‘então devem ir’”, contou o frei na época.

A inauguração oficial do projeto foi realizada no sábado (17), em Belém. Durante toda a tarde, o barco esteve ancorado aberto à visitação. A cerimônia contou com autoridades e recebeu a benção de um arcebispo de Belém.

Antes de chegar ao local, o barco já tinha passado por Santarém, no Pará, e também pelos municípios de Óbidos e Jurutí.

A embarcação batizada de “Papa Francisco”, tem 32 metros de comprimento e conta diversos centros médicos especializados. Ao todo, mais de cinco mil comunidades ribeirinhas devem ser visitadas a partir de setembro.

O barco hospital vai disponibilizar consultas médicas especializadas, atendimentos odontológicos, radiografias, mamografias, ultrassonografias, ecocardiogramas, testes ergométricos, exames laboratoriais, dispensação de medicamentos e vacinação.

Dez tripulantes e vinte voluntários sairão nas expedições que durarão dez dias. Depois, eles retornarão para a base que ficará na cidade de Óbidos, no Pará.

O projeto custou cerca de R$ 25 milhões. Além da ajuda de voluntários e colaboradores, os recursos vieram do Ministério Público do Trabalho, que repassou parte de uma milionária indenização trabalhista. (…)

“Uma saudação de coração a todos habitantes da Amazônia, um carinho muito grande por quem cuida da terra, ama a terra, ama a natureza e ama a Deus. Sigam adiante. Uma saudação aos que trabalham no barco-hospital, que vai fazer tanto bem nesses mil quilômetros ao povo. Rezo por vocês e vocês rezem por mim. Que o senhor os abençoe”, disse o papa.O barco vai levar o nome do Papa Francisco e vai começar a funcionar em fevereiro de 2019 no Rio Amazonas. A intenção do frei Francisco é que atenda mil comunidades ribeirinhas em 12 cidades do baixo Amazonas no Pará.

bomba.jpg

– Doar é muito bom. Doe sangue, Doe Plaquetas, Doe Vida!

Hoje é dia de colaborar com a tradicional doação voluntária de hemoderivados que faço. E isso é ótimo!

Você faz bem a alguém que nem conhece e deixa a sua alma satisfeita pela ação solidária. Então… ajude! Os bancos de sangue agradecem.

– Ser voluntário é muito bom: o violinista anônimo.

Infelizmente não sei o nome desse moço (vídeo abaixo). Mas hoje o flagrei tocando violino no Grendacc, o hospital do câncer infantil de Jundiaí, deixando as crianças ”hipnotizadas”.

Que Deus o abençoe e suscite outras pessoas de boa vontade como ele, praticando o voluntariado anonimamente, sem nada querer em troca!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=NclZuPWalKI

– Empreendimentos Lucrativos e Socialmente Corretos: o Negócio Social

Cada vez mais vemos preocupações em agregar valor social a bens e serviços. Porém, a busca de lucro vem atrelada ao desejo de ajuda. São os NEGÓCIOS-SOCIAIS.

Gosto muito desse assunto, e por isso compartilho esse interessante artigo da Revista Exame, abaixo (clique aqui para citação):

COMO CRIAR UM NEGÓCIO SOCIAL

por Daniela Moreira

O tempo em que a etiqueta “sem fins lucrativos” vinha necessariamente atrelada a uma operação com propósitos sociais ficou para trás. Hoje, as organizações que querem contribuir para a construção de um mundo melhor podem fazê-lo sem abrir mão de gerar receita e operar dentro das melhores práticas de gestão e eficiência do mercado.

Os “negócios sociais” começam a se consolidar como uma opção para quem quer empreender e, ao mesmo tempo, gerar impacto social. “É usar o potencial empreendedor para resolver questões de qualidade de vida de populações mais vulneráveis”, explica Maure Pessanha, diretora executiva do Centro de Formações em Negócios Sociais da Artemisia, aceleradora de negócios sociais. Entre os exemplos de iniciativas neste modelo estão negócios voltados a consumidores de classes C, D e E, como serviços de saúde e educação a baixo custo. “Tem que gerar receita, mas tem que resolver um problema social”, resume Rodrigo de Méllo Brito, co-fundador e diretor executive da Aliança Empreendedora. Confira a seguir algumas dicas dos especialistas para criar um negócio social:

Pesquise o público-alvo

Para ser relevante, um negócio social precisa atender às necessidades reais do seu público. Isso exige um contato muito próximo com os consumidores dos produtos e serviços a serem oferecidos.

Não presuma que uma demanda existe – busque verificar através de pesquisas e contatos constantes com os usuários exatamente o que eles querem. “É preciso entender muito bem do problema para poder traçar a estratégia de trás para a frente. Quanto o cliente está disposto a pagar pelo produto? Que tipo de meio de pagamento ele tem à disposição? É respondendo a essas perguntas que você poderá chegar a uma oferta ideal”, detalha Brito.

Encontre um modelo de negócio

Não há um consenso a respeito da constituição jurídica ideal para este tipo de negócio. Muitos nascem a partir de iniciativas de ONGs que precisam de recursos para se autofinanciar. Mas, cada vez mais, tornam-se comuns projetos que já nascem como negócios sociais. Neste caso, é importante pensar desde o início em um modelo que permita que o negócio seja autossustentável – se não a curto prazo, pelo menos em um futuro não muito distante.

“O capital inicial para começar um negócio pode vir de várias fontes, inclusive doações. O que não pode acontecer é contar doação como faturamento, isso é uma ilusão. No longo prazo, é preciso gerar receita”, destaca Maure. Os modelos de negócios são variados. Algumas empresas faturam com a venda dos próprios produtos e serviços oferecidos. Em outros casos, treinamentos e consultoria podem entrar como uma fonte de receita para sustentar um atendimento gratuito ao público.

Faça um bom plano de negócios

Como qualquer negócio que almeja o sucesso, um negócio social deve ter um plano de negócios, o documento que vai detalhar e traduzir em números qual será a oferta da empresa, o mercado em que ela vai atuar, seus concorrentes e projeções de ganhos e gastos potenciais. “O negócio social tem que ser, antes de tudo, um bom negócio, muito bem estruturado e administrado”, destaca Maure. Além de ajudar na hora de buscar recursos, este documento será útil na gestão do dia-a-dia do negócio.

Conduza um piloto

Para fazer os ajustes finos necessários no projeto e mostrar a potenciais investidores que a ideia é boa, fazer um piloto é um caminho interessante. “Teste o seu mercado assim que possível e veja se o produto tem valor para a comunidade”, recomenda Maure.

Busque recursos

A oferta de capital para negócios sociais vêm crescendo no Brasil. Fundos internacionais e até brasileiros, como a Voz Capital e a Sitawi, injetam recursos em projetos promissores em troca de uma fatia do negócio. Como muitos negócios sociais ainda nascem a partir de um modelo híbrido – ONGs que acabam migrando para o setor 2,5 gradativamente, em busca de sustentabilidade –, também é possível captar recursos tradicionalmente disponíveis para o terceiro setor, como verbas de institutos e fundos sociais de empresas. Outra opção é ir atrás de recursos dos programas de subvenção econômica governamentais.

Tenha paixão e perseverança

Um negócio social algumas vezes leva mais tempo para decolar que um negócio tradicional, por isso é fundamental que o empreendedor acredite muito na ideia e tenha persistência. “É importante ter uma visão, uma consciência do impacto do negócio”, diz Maure. Embora, no longo prazo, a remuneração de um executivo responsável por um negócio social possa se equiparar aos valores de mercado, assim como em qualquer empreendimento, e empreendedor terá que apertar o cinto até que o negócio se consolide. “Mesmo negócios tradicionais levam anos para ter escala. É preciso ter paciência”, aconselha Britto.  “A boa notícia é que até o investidor está disposto a esperar mais e ganhar menos, porque investe pelo impacto social”, conclui.

Resultado de imagem para Negócio social

– Mundo ensandecido, parte 1: Doar sangue por meio ingresso do Cinema?

Parece piada de mau gosto, mas o Senado aprovou a discussão: a cada 3 doações de sangue no ano, você poderá pagar uma meia entrada no cinema!

É sério?

Doar sangue é ato de cidadania, deve ser ensinada tal prática nas escolas, pois é civilidade! “Comprar” a doação com esse “incentivo” (aliás, quem pagará esse subsídio, o dinheiro dos nossos impostos?) é ridículo. A propósito, hoje há tantos programas de pontos, rewards, milhas, etc, que qualquer um consegue pagar meia no cinema”!

O mundo está de pernas para o alto. A que ponto chegamos. Daqui a pouco, ofereceremos chicletes a quem usar a palavra “por favor” por 15 vezes na semana e pipoca para quem disser “obrigado” por 30 dias consecutivos.

Quando fazer o bem for algo natural e não uma atitude que precisa de incentivo, talvez as coisas estejam em seu lugar.

– Doar é ajudar! Já fez sua Doação de Sangue?

Como de costume, fazendo minha doação voluntária de sangue. Na verdade, hoje doando plaquetas.

Ajude com seus hemoderivados. Nada substitui o sangue e seus componentes; assim, ajudar o próximo sendo solidário e doar a quem você nem conhece é um ato de cidadania.

Em especial, nessa época de feriado, os bancos de sangue estão carentes de ajuda. Aproveite e colabore com uma doação!

Eu, que sou medroso, doo sem problemas…

– Doe Sangue por Amor! Um vídeo muito importante:

Se você ainda não se conscientizou suficientemente sobre a necessidade em ser um doador de sangue, vale a pena assistir esse filme.

É rápido e tocante. Você vai gostar! E lembre-se: DOE SANGUE, a vida agradece.

A seguir, em: https://www.youtube.com/watch?v=a5cvIpEpnsw

– Responsabilidade Social: o Circo Tihany no Grendacc

Só podemos aplaudir e desejar que outros artistas de todas as áreas façam o mesmo: visitar crianças enfermas (mas idosos e desenganados também)!

Que maravilha essa foto (extraída do Tribuna de Jundiaí): o circo Tihany, que está em nossa cidade, foi fazer a alegria das crianças atendidas pelo Grendacc (para quem não o conhece, é o Hospital Oncológico Infantil referência em Jundiaí, sustentado por voluntários e pessoas de boa vontade).

Possam muitos outros o imitar!

Aqui: