– Mundo ensandecido, parte 1: Doar sangue por meio ingresso do Cinema?

Parece piada de mau gosto, mas o Senado aprovou a discussão: a cada 3 doações de sangue no ano, você poderá pagar uma meia entrada no cinema!

É sério?

Doar sangue é ato de cidadania, deve ser ensinada tal prática nas escolas, pois é civilidade! “Comprar” a doação com esse “incentivo” (aliás, quem pagará esse subsídio, o dinheiro dos nossos impostos?) é ridículo. A propósito, hoje há tantos programas de pontos, rewards, milhas, etc, que qualquer um consegue pagar meia no cinema”!

O mundo está de pernas para o alto. A que ponto chegamos. Daqui a pouco, ofereceremos chicletes a quem usar a palavra “por favor” por 15 vezes na semana e pipoca para quem disser “obrigado” por 30 dias consecutivos.

Quando fazer o bem for algo natural e não uma atitude que precisa de incentivo, talvez as coisas estejam em seu lugar.

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– Doar é ajudar! Já fez sua Doação de Sangue?

Como de costume, fazendo minha doação voluntária de sangue. Na verdade, hoje doando plaquetas.

Ajude com seus hemoderivados. Nada substitui o sangue e seus componentes; assim, ajudar o próximo sendo solidário e doar a quem você nem conhece é um ato de cidadania.

Em especial, nessa época de feriado, os bancos de sangue estão carentes de ajuda. Aproveite e colabore com uma doação!

Eu, que sou medroso, doo sem problemas…

– Doe Sangue por Amor! Um vídeo muito importante:

Se você ainda não se conscientizou suficientemente sobre a necessidade em ser um doador de sangue, vale a pena assistir esse filme.

É rápido e tocante. Você vai gostar! E lembre-se: DOE SANGUE, a vida agradece.

A seguir, em: https://www.youtube.com/watch?v=a5cvIpEpnsw

– Dia Mundial do Doador de Sangue

Eu abraço essa causa, sou doador voluntário regular de sangue e plaquetas, e não tenho vergonha em pedir para que outros igualmente colaborem: DOE SANGUE, doe vida!

Hoje, celebra-se o Dia Mundial do Doador de Sangue. Que tal ir fazer uma doação?

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– Responsabilidade Social: o Circo Tihany no Grendacc

Só podemos aplaudir e desejar que outros artistas de todas as áreas façam o mesmo: visitar crianças enfermas (mas idosos e desenganados também)!

Que maravilha essa foto (extraída do Tribuna de Jundiaí): o circo Tihany, que está em nossa cidade, foi fazer a alegria das crianças atendidas pelo Grendacc (para quem não o conhece, é o Hospital Oncológico Infantil referência em Jundiaí, sustentado por voluntários e pessoas de boa vontade).

Possam muitos outros o imitar!

Aqui:

– Doar Sangue pode valer passeio de trem!

Veja só que atitude simpática: quem doar sangue pode passear no prazerosíssimo trem turístico que liga Campinas a Jaguariúna (a Maria Fumaça bem conhecida na região).

Entretenimento com solidariedade promovem essas coisas boas!

Abaixo, extraído de: https://sobretrilhos.blogfolha.uol.com.br/2019/06/03/doacao-de-sangue-vira-bilhete-para-viagem-de-trem-no-interior-de-sp/

DOAÇÃO DE SANGUE VIRA BILHETE PARA PASSEAR DE TREM NO INTERIOR DE SP

por Marcelo Toledo

A queda nos estoques de sangue dos hemocentros no inverno motivou o surgimento de uma campanha no interior paulista que dará um ingresso para viajar na Via Férrea Campinas-Jaguariúna a quem comprovar ser um doador.

A ABPF (Associação Brasileira de Preservação Ferroviária) opera na linha ferroviária um trem turístico entre as duas cidades, a um custo de pelo menos R$ 120 (inteira) por passageiro. Apresentando um comprovante de que doou sangue nos últimos 30 dias, o doador receberá um bilhete para fazer o roteiro de graça.

A iniciativa foi tomada, segundo Mauricio Polli, membro da ABPF, para contribuir com o aumento dos estoques dos bancos de sangue e vale para doação em qualquer hemocentro.

Os bilhetes valem para o passeio aos sábados, às 15h (meio percurso, com destino à estação Tanquinho, a segunda no trajeto entre as cidades), ou aos domingos, às 14h30 (percurso completo, de Campinas a Jaguariúna).

O trajeto encurtado é feito em uma hora e meia (ida e volta), enquanto o completo dura três horas e meia.

“Se a pessoa doou nos últimos 30 dias, pode ser de qualquer cidade [que vai receber o bilhete], a ideia é incentivar a doação e, ao mesmo tempo, atrair mais público para conhecer o passeio e as estações”, afirmou Polli.

Em 14 de junho é celebrado o dia mundial do doador de sangue. O inverno é o período do ano com o menor número de doações. Além do frio intenso em algumas datas, gripes e resfriados afastam os doadores dos hemocentros.

Fenômeno inverno, mas com resultado também ruim, ocorre no verão, quando o calor é muito forte, algumas pessoas sofrem desidratação e é um período de férias escolares. A estação com mais doações tradicionalmente é a primavera.

A troca dos comprovantes pelos ingressos é feita na própria bilheteria da estação Anhumas, em Campinas, de onde partem semanalmente os trens.

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Estação Carlos Gomes (Folha Express)

– Os Autodidatas da Pobreza!

Compartilho interessante matéria sobre um programa solidário com crianças da Etiópia. Lá, elas ganham tablets e, sozinhas, aprendem informática. Abaixo:

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/250568_NATIVOS+DIGITAIS

NATIVOS DIGITAIS

Sem orientação, crianças de comunidades isoladas na Etiópia aprendem a manejar tablets e começam a se alfabetizar sozinhas

Por Juliana Tiraboschi

Para quem vive nas grandes cidades, a impressão é a de que as crianças já nascem sabendo como mexer em computadores e celulares. Mas será que em lugares pobres e isolados acontece o mesmo? Foi pensando nisso que o cientista Nicholas Negroponte, cofundador e professor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), criou um projeto de distribuição de tablets para crianças de comunidades remotas na Etiópia. Os aparelhos foram abastecidos com aplicativos que ensinam crianças a ler e escrever. O cientista partiu do princípio de que é possível aprender de maneira autodidata.

Negroponte baseou-se em experiência adquirida no projeto que o tornou famoso. Em meados dos anos 2000, ele criou a organização sem fins lucrativos OLPC (Um Laptop por Criança, na sigla em inglês), que vende computadores de baixo custo (até US$ 200) para governos de vários países. O bom desempenho das crianças estimulou o cientista a desenvolver o projeto na Etiópia. Desde fevereiro, distribuiu 40 tablets em dois vilarejos do país, ambos localizados a cerca de 100 quilômetros da capital, Adis Abeba. Um aparelho para cada criança. São meninos e meninas analfabetos, entre 4 e 11 anos, que nunca frequentaram uma escola ou tinham tido contato com qualquer equipamento eletrônico. A única instrução fornecida foi sobre como reabastecer os dispositivos. Um adulto de cada comunidade aprendeu a carregar os tablets em uma estação movida a energia solar.

Cada aparelho foi equipado com cerca de 300 aplicativos de jogos, filmes, desenhos e atividades básicas de alfabetização. Em poucas semanas, as crianças já mexiam com desenvoltura nos aplicativos. Após sete meses de experimento, algumas conseguem esboçar suas primeiras letras e palavras. Para Matt Keller, vice-presidente de apoio global da OLPC, o caso que mais o impressionou foi o de um garoto de 4 anos. “A princípio pensei que ele tinha algum problema de desenvolvimento. Ele não olhava nos nossos olhos e se escondia atrás da mãe. Mas ele foi o primeiro em um dos vilarejos a descobrir como ligar o tablet, em apenas quatro minutos de tentativas, e depois passou a ensinar as outras crianças”, conta. Quando o menino conseguiu ligar o aparelho pela primeira vez, exclamou: “Eu sou um leão!” “Sempre que eu ia visitar o vilarejo, eu o chamava de leão. Um dia cheguei lá, ele me puxou pelo braço e me mostrou que havia escrito a palavra ‘lion’ no tablet. Ele aprendeu isso com os programas”, diz. Outro exemplo de resultados: os cientistas da OLPC desabilitaram as câmeras dos tablets, para poupar bateria. Mas as crianças fuçaram tanto que conseguiram desbloquear essa função e saíram tirando fotografias pelo vilarejo. Desde a época em que a OLPC foi criada, em 2005, há quem critique a distribuição de equipamentos tecnológicos sem que isso seja acompanhado de um treinamento que ensine a usá-los. “Eu acho que projetos como esse alcançam resultados limitados”, diz o engenheiro elétrico Lee Felsenstein, pioneiro no desenvolvimento dos primeiros computadores pessoais e fundador do Fonly, instituto de consultoria e desenvolvimento de projetos de tecnologia, como um programa recente que montou um sistema de informática em uma região rural do Laos. “Mesmo que as crianças aprendam a ler, a questão é o que elas estão lendo, os motivos e o significado dessas leituras. Os tablets podem ensinar palavras, mas, sem orientação, que é a função dos bons professores, esse é um tipo de aprendizado pobre”, afirma Felsenstein. “Acho que essa é uma visão que não entende a natureza intrínseca das crianças”, discorda Matt Keller. Independentemente de quem esteja certo, não dá para negar que estimular a curiosidade e o gosto pela leitura e escrita é sempre positivo, na selva ou na cidade.

– Za’atari: O maior assentamento de refugiados do mundo!

Eu assustei. Li sobre um campo de refugiados na Jordânia chamado ZA’ATARI, formado por quase 80.000 moradores, mas que já recebeu transitoriamente 500.000 pessoas (isso mesmo, meio milhão) que fugiram da Síria.

Lá, em containers (com o tamanho de 3m x 7,5m), os fugitivos vivem em um minúsculo território de 5km quadrados. Dá para acreditar? Um amontoado de caixotes lado-a-lado…

E o que faz as grandes potências mundiais para mudar tal situação?

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– A nobre atitude do Goleiro do Peñarol com o torcedor adversário Down!

É mais do que futebol: viram a história de Dawson e Down, com participação do árbitro que entrou na brincadeira?

Conheça tal belo acontecimento:

Extraído de: https://esporte.ig.com.br/futebol/internacional/2019-04-15/goleiro-do-pearol-leva-gol-de-penalti-de-torcedor-com-sindrome-de-down.html

GOLEIRO DO PEÑAROL REALIZA SONHO DE TORCEDOR COM SÍNDROME DE DOWN

No último sábado, o futebol proporcionou um belo jogo para os torcedores que acompanhavam a partida entre Plaza Colonia e Peñarol, pelo Campeonato Uruguaio. Durante o tempo regulamentar, o jogo transcorreu de forma normal, e o Peñarol venceu a partida por 1 a 0, com gol marcado no primeiro tempo.  Porém, após o jogo, o goleiro da equipe visitante realizou um gesto nobre.

Atendendo a um pedido de um jovem torcedor do Plaza, equipe da casa, o goleiro Dawson participou de uma mini-disputa de pênaltis. O jovem, que era portador da Síndrome de Down arrumou a bola no gramado e pediu para o arqueiro do Peñarol  ir para o gol. O árbitro da partida também entrou na brincadeira e se posicionou para autorizar a cobrança.

Após todos os preparativos, o árbitro autorizou a cobrança e o jovem bateu colocado. Para delírio do jovem, Dawson deixou a bola passar e o gol foi marcado. O torcedor foi comemorar com a torcida do Plaza, clube para o qual torce. Confira a cobrança no vídeo abaixo: 

Após o gol, o jovem foi comemorar com o goleiro e com os demais jogadores. Em suas redes sociais, o Penãrol publicou uma foto de Dawson abraçado com o torcedor com a legenda em espanhol “simplesmente futebol”. No próximo dia 8, o clube uruguaio enfrentará o Flamengo pela última rodada da fase de grupos da Libertadores.

Goleiro do Peñarol abraça torcedor que fez gol de pênalti
Reprodução/Facebook – Goleiro do Peñarol levou gol de torcedor mirim do time rival que sofre com Síndrome de Down

– A Revolução do Bem pelos Focolares

Chiara Lubich, fundadora do movimento católico “Focolares”, deixou esse dito:

A Nossa Revolução não consiste simplesmente em combater o mal, mas em fazer o bem”.

Correto! A Paz, o Bem e o Amor são maiores do que uma simples antítese.

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– ReforAmar: a moça que criou um projeto de Reformas com Amor!

Admiro pessoas que sabem fazer de tudo para mudar o mundo para melhor!

Quer conhecer um caso assim?

Conheça Fernanda, que sentiu na pele a dor da pobreza e dificuldades na vida. Hoje, luta por quem precisa!

Extraído de: https://g1.globo.com/olha-que-legal/noticia/2019/04/07/a-menina-que-cresceu-sonhando-com-um-lar-sem-goteiras-e-hoje-transforma-casas-de-graca.ghtml

A MENINA QUE CRESCEU SONHANDO COM UM LAR SEM GOTEIRAS E HOJE ‘TRANSFORMA CASAS’ DE GRAÇA

Fernanda Silmara Silva dos Santos se inspirou em dificuldades enfrentadas na infância, na casa de taipa e cheia de goteiras onde vivia, em Natal, para começar ação que envolve hoje 70 voluntários.

Fernanda ainda era criança quando olhava para o teto e pensava: “Sinto raiva da chuva”.

Ela morava com os pais e os cinco irmãos em uma casa “bem pequena, de taipa e tijolos brancos” em Natal, no Rio Grande do Norte, onde tinham sala, cozinha, dois quartos e um banheiro nos fundos do quintal – com um monte de goteiras.

Quando chovia, uma caixa de fogão transformada em guarda-roupa, a cama e o chão sempre ficavam encharcados. O “reboco antigo”, de barro, também infiltrava e o cheiro que ficava no ar – para “vergonha” da menina – foi chamado de ruim por um amigo da escola.

“O que eu pensava era que quando crescesse ia querer uma casa que não tivesse goteiras”, diz. “Era com isso que eu sonhava.”

Hoje técnica em controle ambiental, tecnóloga em construção de edifícios e prestes a se formar em Engenharia Civil, ela lembra da história para explicar por que, aos 21 anos, decidiu criar um projeto voluntário para reformar casas, sem cobrar nada.

O projeto nasceu em julho de 2018 e recebeu o nome de ReforAmar – uma “junção de reforma com amor” que idealizou influenciada pela própria história vida e com o qual pretende “mudar o que mais incomoda” a pessoas de baixa renda, asilos e, futuramente, também a abrigos de crianças. “A Fernanda criança ia querer que trocassem o telhado, para não cair mais chuva dentro de casa, mas para outras pessoas pode haver outras prioridades”, diz. E isso vai desde paredes pintadas até obras maiores.

A ação atendeu até agora cinco casas e um asilo em Natal. O número de voluntários passou de cinco para 70 em menos de um ano, e cinco novas obras são previstas até dezembro. É um alcance que Fernanda espera aumentar. “A intenção é chegar a outras cidades e quem sabe crescer a ponto de também poder contratar pessoas. Mas tudo com os pés no chão”.

INSPIRAÇÃO PARA COMEÇAR

O desejo de mudança que a menina alimentava para as próprias condições de moradia foi a maior inspiração para o projeto e para o caminho profissional que decidiu trilhar.

Filha de uma empregada doméstica e de um ex-padeiro, ela cresceu assistindo ao pai e posteriormente ao padastro derrubando e construindo paredes – “por partes e aos poucos”, para melhorar a casa.

Já aos 18 anos e morando sozinha em um “quartinho” no imóvel, após o restante da família se mudar, um tio aposentado se ofereceu para ajudá-la em uma possível reforma.

Ele trabalharia de graça. Só precisaria do material para a obra.

“Queria que as pessoas tivessem uma transformação de vida como eu tive vendo o meu tio Erivan construindo uma casa nova para mim”, diz Fernanda. “E isso não é uma questão só de autoestima para elas. É uma questão de saúde. Tem muita gente vivendo em lugares insalubres”.

Um outro trabalho voluntário que ela desenvolveu dos 15 aos 17 anos com amigos – e que só parou porque teria menos disponibilidade com a universidade – também serviu de ingrediente nessa história.

O projeto funcionava aos sábados, quando eles atravessavam a cidade com nariz de palhaço, tiaras, chapéus, tinta e maquiagem dentro da bolsa.

O grupo pintava o rosto e se vestia em banheiros de hospitais, para fazer mágica, teatro e brincar com as crianças internadas. Fernanda começou a fazer vendo outras pessoas que conhecia em ações semelhantes.

“Isso desperta a solidariedade nas pessoas e se multiplica”, acredita ela.

“E a gente saía mais feliz e mais grato de lá. A gente ganhava coisas muito mais importantes do que dinheiro. Era abraço, sorriso, as crianças pedindo para a gente ficar mais. Acredito que fazendo isso o universo nos manda coisas boas”.

No projeto voltado a reformas, além de gratidão ela diz receber um extra: é “experiência profissional e social” para ela e os outros voluntários.

O grupo é formado por estudantes de diversas áreas, mas principalmente da construção civil, e inclui engenheiros e arquitetos já formados e pós-graduados.

“Eu chamei meus amigos para participar e eles adoraram a ideia”.

Fotos e vídeos postados no Instagram mostram o grupo limpando fachadas, lixando e pintando paredes – ou com as mãos literalmente na massa.

Na primeira ação, eram apenas Fernanda e quatro amigos. Andando pelas ruas do Alecrim, o bairro de comércio popular onde ela cresceu em Natal, eles encontraram a casa onde poderiam começar.

Dentro do imóvel estavam uma artesã e o marido, na época desempregado – “desconfiados” ao ouvirem a “boa ação” batendo na porta.

“Eles não quiseram abrir e nós tivemos que pedir os contatos deles a uma vizinha para ligar e explicar a história”.

A história que ouviram de volta foi de que Leila, a dona, “sempre teve vergonha da frente da casa e nunca teve condições de pintar”. “O dinheiro que recebia era só para remédios e comida”.

Os voluntários dividiram então o custo que teriam, um total de R$ 200 que tiraram dos próprios bolsos, para comprar os primeiros pincéis, tintas e materiais como selador, uma espécie de base para deixar a parede em melhores condições de pintura.

Foi daí que vieram as primeiras imagens de “antes e depois” que postaram nas redes sociais e o incentivo para que o projeto começasse a deslanchar.

“Algumas casas nós encontramos buscando pelas ruas, mas também deixamos um link no Instagram para as pessoas mandarem fotos e histórias”, diz Fernanda.

“Com essas indicações, nós vamos conversar com as pessoas, perguntamos o que as incomoda, avaliamos a estrutura, fazemos medições, uma maquete eletrônica de como vai ficar e o orçamento. Daí postamos tudo no Instagram com fotos e a lista de o que vamos precisar. Arrecadamos sacos de cimento, tinta, outros produtos e dinheiro com essa divulgação na rede. E então quando estamos com o material vamos lá fazer, sem cobrar nada”.

Entre os contemplados está Bruna, que precisou deixar a faculdade para cuidar da mãe, vítima de AVC, e das duas filhas pequenas.

Em um vídeo divulgado na rede social, Bruna diz que a reforma era “um sonho” – e a casa amarela e de paredes descascadas onde morava com a família aparece em fotos, vídeos e stories com reboco novo e, agora, pintada de azul.

Sala, janelas e porta também foram renovados e a frente ganhou um pequeno jardim vertical, feito com estrados de madeira reciclados e a ajuda das crianças.

Em meio aos 70 voluntários, há quem doe mão de obra, materiais de construção e dinheiro.

Uma empresa de materiais elétricos recentemente aderiu à causa.

O grupo precisou ainda do reforço de pedreiros e para encontrar ao menos um que se engajasse na ação teve de buscá-los em uma página de classificados online, e adicionar vários para conversar. Foi aí que acharam Jacson.

Outros profissionais, como o grafiteiro Paulo, também se juntaram à empreitada.

Nesse caso específico, ele ajudou a dar vida à fachada de um asilo que abriga aproximadamente 50 idosos.

“Eles tinham um muro branco na frente, antigo, sujo, e uma placa pequena com o nome Lar da Vovozinha. O lugar passava despercebido”, diz Fernanda, e foi isso o que os voluntários mudaram a muitas mãos e com esse reforço no final do ano passado.

Em 2019, quando já voltaram a entrar em campo, eles fizeram a fachada, a sala e a cozinha de um homem de 96 anos que, segundo descrevem, toma conta de duas filhas”.

“Foi a ação que fizemos em fevereiro. Inicialmente faríamos a sala e a fachada, mas acabamos arrecadando mais do que precisávamos e compramos um armário para eles, porque o que tinham estava caindo. Também pintamos a cozinha”, diz Fernanda.

A próxima reforma, segundo os planos que anuncia, será realizada no final de abril.

“Será o nosso maior passo”, descreve a idealizadora. “Estamos fazendo o planejamento, as propostas e esperamos fazer a obra em três finais de semana. Queremos fazer a casa completa, derrubar a fachada e o banheiro, trocar o telhado e a instalação elétrica”.

Por trás das paredes, desta vez, está o que chama de “indicação de coração”.

É um amigo que conheceu aos 15 anos e que junto com ela se vestia de palhaço para alegrar crianças nos hospitais. “Desde que eu criei o projeto pensava em reformar a casa dele”, diz Fernanda.

“Ele trabalha como vendedor ambulante e o irmão entrega panfletos para lojas. É a pessoa mais humilde que eu conheço, não por questões financeiras, mas porque eu sei que mesmo também precisando dessa ajuda ele ajuda ao próximo”.

Fernanda diz que o projeto que criou “não tem data para acabar”.

Além de literalmente por a mão na massa como voluntária e de estudar, ela trabalha ajudando a contratar pessoal para obras e também na área de eventos, como operadora de caixa e servindo ao público.

Com o diploma de engenheira em mãos, sua expectativa é se especializar em perícia e patologia de edificações, assim como na área de gestão de projetos. No futuro, pretende abrir a própria empresa e continuar a ação voluntária.

A menina tem hoje 22 anos e vive na mesma casa que já foi de taipa. Hoje, não vê mais goteiras nem sente o cheiro que lhe envergonhou um dia – graças à reforma que o tio, um ex-funcionário de supermercado, fez com as próprias mãos, tendo ela e o irmão como ajudantes. A chuva, quando chega, é agora bem-vinda: “É bom demais ficar em casa com uma chuvinha tirando o calor de Natal”.

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Fernanda pintava o rosto, usava tiaras e nariz de palhaço para animar crianças em hospitais de Natal: “Saía feliz” — Foto: Arquivo pessoal/BBC

– É legal. Mas é pouco!

As estrelas do filme “arrasa-quarteirão” Vingadores: Ultimato resolveram fazer caridade e doaram 5 milhões de dólares para um hospital infantil.

Mas cá entre nós: para uma produção que arrecadará bilhões e deixará os mega-milionários ainda mais afortunados, tal valor não seria… irrisório?

Claro, concordo que é muito dinheiro para um cidadão comum. Ótimo que doaram! Mas poderia ser algo mais generoso…

Extraído de: https://www.ocregister.com/2019/04/05/disney-joins-avengers-endgame-stars-to-donate-5-million-to-childrens-hospitals/

DISNEY JOINS ‘AVENGERS: ENDGAME’ STARS TO DONATE $5 MILLION TO CHILDREN’S HOSPITALS

Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Paul Rudd and Brie Larson appear at the announcement at Disney California Adventure

The Walt Disney Company and its corporate partners donated $5 million to children’s hospitals today, April 5, with the help of the stars from the upcoming “Avengers: Endgame” film.

The Avengers Universe Unites charity was launched Friday at Disney California Adventure to provide comfort and inspiration to seriously ill children around the world, Disney officials said.

Brie Larson (Captain Marvel) chats with members of the Garden Grove Boys & Girls Club during a media event at the Disneyland Resort in Anaheim, CA, on Friday, Apr 5, 2019. Avengers; Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Paul Rudd and Brie Larson, along with Disney CEO Bob Iger announced a donation of more than $5 million to nonprofits supporting children with critical illnesses, including $1 million in cash from Disney to Starlight Children’s Foundation. (Photo by Jeff Gritchen, Orange County Register/SCNG)

“The superheroes in Avengers personify traits like courage, perseverance, bravery and hope — the same traits countless kids and their families in children’s hospitals exhibit every day,” Disney CEO Bob Iger said at the event. “We are grateful to have the Avengers cast take time out of their day to be a part of this effort to lift spirits and bring comfort to children during a difficult time.”

Avengers stars Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Paul Rudd and Brie Larson were on hand for the announcement at the Anaheim theme park.

The donation was made to non-profit groups that support children with critical illnesses, including the Starlight Children’s Foundation. Disney teamed with Lego, Hasbro, Funko and Amazon to donate toys and products to kids at children’s hospitals throughout the United States.

Children in Iron Man and Captain Marvel costumes from the Boys & Girls Clubs of Anaheim and Garden Grove were on hand to receive Avenger toys from Larson, who plays Captain Marvel in the super hero movies.

Starlight works with more than 800 children’s hospitals and other health facilities in the U.S.

“The kids who are here today are actually the ones who inspire us because you are the embodiment of the characters we represent,” Larson said.

The Avengers stars praised the children struggling with life-threatening illnesses and the support provided by their families.

“We are all so blessed, grateful and touched to be a part of this group, to meet so many of you and to be able to give something back,” Rudd said. “It isn’t just the kids who are affected, it’s the entire family.”

“Avengers: Endgame” opens in theaters April 26.

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Paul Rudd (Antman), left, Scarlett Johansson (Black Widow), Robert Downey, Jr (Ironman), Disney CEO Bob Iger, Brie Larson (Captain Marvel), Chris Hemsworth (Thor) and Jeremy Renner (Hawkeye) acknowledge the crowd after announcing charitable contributions during a media event at the Disneyland Resort in Anaheim, CA, on Friday, Apr 5, 2019. Avengers; Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Paul Rudd and Brie Larson, along with Disney CEO Bob Iger announced a donation of more than $5 million to nonprofits supporting children with critical illnesses, including $1 million in cash from Disney to Starlight Children’s Foundation. (Photo by Jeff Gritchen, Orange County Register/SCNG)

– Amor pelos raros! Aplauda-se.

Alguns testemunhos nos comovem pela forma como são feitos. Abaixo, um depoimento real de um pai sobre a sua filha portadora de uma doença rara. Eis que contou com a solidariedade da família Moro (sim, do atual Ministro da Justiça Sérgio Moro), que silenciosamente ajudou a garotinha.

Lembro-me muito bem de uma passagem bíblica onde Jesus diz em um dos Evangelhos, mais ou menos assim: “que uma mão não veja o que a outra faz”, no contexto de: “ajude e não fique rememorando a ajuda que você deu“. Ajude desinteressadamente. Faça acontecer na surdina, sem desejar os méritos do reconhecimento.

Você viu em algum lugar (exceto o relato de agradecimento na página pessoal daquele que foi ajudado) algum momento de auto-lovação de Sérgio Moro e sua esposa?

Fico imaginando: quantos artistas ajudam doando uma cesta básica e aparecem como beneméritos do país em programas de TV – buscando a auto-promoção a um custo baixo. É muito mais marketing do que ajuda!

Quem ajuda, não espera “obrigado” e o faz desinteressadamente. No máximo, divilga uma causa incentivando a ajuda solidária de outras pessoas, buscando voluntários.

Independente da sua motivação política, impossível não dar parabéns ao Ministro Sérgio Moro por essa ação.

Extraído do LinkedIn de Giovani Coutinho.

#AMORPELOSRAROS

Pessoal há uns anos atrás, minha filha Ana Alice que sofria de Síndrome de NIEMANN PICK (Doença neuro generativa que atinge o baço, figado, e parte neurológica) e precisava de uma medicação de auto custo em torno de R$50.000,00 mensal.

A Sra. Rosangela Moro, esposa do Sr. Sérgio Moro, se prontificou a ajudar, oferecendo apoio pessoal a nossa família.

Através de uma procuração e uma ação judicial a Sra. Rosangela conseguiu a disponibilidade da medicação que era fundamental para a sobrevivência da minha filha.

Agradeço incondicionalmente e ressalto para todos, que o trabalho prestado pela Sra. Rosangela de forma gratuita e sem nenhum interesse, é um trabalho correto e honesto com intuito de ajudar a todos que necessitam de ajuda em momentos de dificuldade.