– Por que temer a Solidariedade?

O Papa Francisco, diariamente, dá belos conselhos via Twitter. Segue o de hoje, acrescido do de ontem e anteontem e por aí vai. Verdadeiras lições de fé e vida cristã ao serviço do próximo:

Não devemos ter medo da solidariedade, de saber colocar o que somos e temos à disposição de Deus (…) A caridade, a paciência e a ternura são tesouros belíssimos. E, quando alguém os possui, quer dividi-los com os demais (…) Estamos irritados com alguém? Rezemos por essa pessoa. Isto é amor cristão. (…) Quantas pobrezas morais e materiais de hoje se ficam a dever à rejeição de Deus, colocando no seu lugar tantos ídolos! (…) Com esta ‘cultura do descarte’, a vida humana deixou de ser sentida como o valor primário a respeitar e tutelar. [Enfim,] a lógica mundana impele-nos para o sucesso, o domínio, o dinheiro; a lógica de Deus para a humildade, o serviço e o amor.”

Sábias e encorajadoras palavras!

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– Dia Mundial do Doador de Sangue!

Hoje é dia Mundial do Doador de Sangue. Seja voluntário por essa ótima causa!

Vale a pena e você se sentirá muito bem. Salve vidas!

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– Como é difícil enxergar o próximo como irmão!

Responda sinceramente: você enxerga a pessoa que está ao seu lado como irmão, aos olhos da fé e coração de amor?

É difícil ver a figura do Cristo-irmão no outro, não?

Se até mesmo com os irmãos de sangue nós temos dificuldade em amá-los quando nos magoam, o que dizer dos irmãos de fé? Ou ainda, irmãos da sociedade, da comunidade, de tantos coleguismos em geral. Mais do que isso: irmãos desconhecidos!

Perdoar, fazer o bem sem esperar nada em troca, ou simplesmente relevar o que nos chateia, dando o outro lado da face a tapa, é dureza. E quantas vezes nos esforçamos para ajudar alguém, amando a pessoa solidariamente, e nos sentimos traídos? O perdão se torna difícil e a misericórdia rareia.

Pense: “o próximo” também é você próprio, visto da ótica do outro. E esse outro: terá a mesma temperança conosco?

Impossível não lembrar do Pai Nosso. Quando pedimos a Deus para “perdoar nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido”, fazemos de coração sincero?

O importante, no dia-a-dia e na busca da santidade, é: ser desprovido de vaidade, ajudar e perdoar com todas as forças! Mesmo se o sentimento do outro for totalmente contrário. Nisso se baseia o Amor ao Próximo e a prática verdadeira da vida cristã.

Que dói, dói sim. Mas se o perdão for puro, a mágoa não fica.

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– Doe Vida!

Hoje é dia de colaborar doando #plaquetas.

Aproveite o feriado (ou a emenda dele) e procure um banco de #sangue.

Seja solidário, a vida agradece!
❤️
#DoeSangue
#DoePlaquetas
#DoeVida
#voluntariado

(Ops: estou acompanhado de uma futura doadora com seu cartaz motivacional. A minha filha Marina ajuda e muito a divulgar a causa).

– Os Autodidatas da Pobreza!

Compartilho interessante matéria sobre um programa solidário com crianças da Etiópia. Lá, elas ganham tablets e, sozinhas, aprendem informática. Abaixo:

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/250568_NATIVOS+DIGITAIS

NATIVOS DIGITAIS

Sem orientação, crianças de comunidades isoladas na Etiópia aprendem a manejar tablets e começam a se alfabetizar sozinhas

Por Juliana Tiraboschi

Para quem vive nas grandes cidades, a impressão é a de que as crianças já nascem sabendo como mexer em computadores e celulares. Mas será que em lugares pobres e isolados acontece o mesmo? Foi pensando nisso que o cientista Nicholas Negroponte, cofundador e professor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), criou um projeto de distribuição de tablets para crianças de comunidades remotas na Etiópia. Os aparelhos foram abastecidos com aplicativos que ensinam crianças a ler e escrever. O cientista partiu do princípio de que é possível aprender de maneira autodidata.

Negroponte baseou-se em experiência adquirida no projeto que o tornou famoso. Em meados dos anos 2000, ele criou a organização sem fins lucrativos OLPC (Um Laptop por Criança, na sigla em inglês), que vende computadores de baixo custo (até US$ 200) para governos de vários países. O bom desempenho das crianças estimulou o cientista a desenvolver o projeto na Etiópia. Desde fevereiro, distribuiu 40 tablets em dois vilarejos do país, ambos localizados a cerca de 100 quilômetros da capital, Adis Abeba. Um aparelho para cada criança. São meninos e meninas analfabetos, entre 4 e 11 anos, que nunca frequentaram uma escola ou tinham tido contato com qualquer equipamento eletrônico. A única instrução fornecida foi sobre como reabastecer os dispositivos. Um adulto de cada comunidade aprendeu a carregar os tablets em uma estação movida a energia solar.

Cada aparelho foi equipado com cerca de 300 aplicativos de jogos, filmes, desenhos e atividades básicas de alfabetização. Em poucas semanas, as crianças já mexiam com desenvoltura nos aplicativos. Após sete meses de experimento, algumas conseguem esboçar suas primeiras letras e palavras. Para Matt Keller, vice-presidente de apoio global da OLPC, o caso que mais o impressionou foi o de um garoto de 4 anos. “A princípio pensei que ele tinha algum problema de desenvolvimento. Ele não olhava nos nossos olhos e se escondia atrás da mãe. Mas ele foi o primeiro em um dos vilarejos a descobrir como ligar o tablet, em apenas quatro minutos de tentativas, e depois passou a ensinar as outras crianças”, conta. Quando o menino conseguiu ligar o aparelho pela primeira vez, exclamou: “Eu sou um leão!” “Sempre que eu ia visitar o vilarejo, eu o chamava de leão. Um dia cheguei lá, ele me puxou pelo braço e me mostrou que havia escrito a palavra ‘lion’ no tablet. Ele aprendeu isso com os programas”, diz. Outro exemplo de resultados: os cientistas da OLPC desabilitaram as câmeras dos tablets, para poupar bateria. Mas as crianças fuçaram tanto que conseguiram desbloquear essa função e saíram tirando fotografias pelo vilarejo. Desde a época em que a OLPC foi criada, em 2005, há quem critique a distribuição de equipamentos tecnológicos sem que isso seja acompanhado de um treinamento que ensine a usá-los. “Eu acho que projetos como esse alcançam resultados limitados”, diz o engenheiro elétrico Lee Felsenstein, pioneiro no desenvolvimento dos primeiros computadores pessoais e fundador do Fonly, instituto de consultoria e desenvolvimento de projetos de tecnologia, como um programa recente que montou um sistema de informática em uma região rural do Laos. “Mesmo que as crianças aprendam a ler, a questão é o que elas estão lendo, os motivos e o significado dessas leituras. Os tablets podem ensinar palavras, mas, sem orientação, que é a função dos bons professores, esse é um tipo de aprendizado pobre”, afirma Felsenstein. “Acho que essa é uma visão que não entende a natureza intrínseca das crianças”, discorda Matt Keller. Independentemente de quem esteja certo, não dá para negar que estimular a curiosidade e o gosto pela leitura e escrita é sempre positivo, na selva ou na cidade.

– A Revolução do Bem pelos Focolares

Chiara Lubich, fundadora do movimento católico “Focolares”, deixou esse dito:

A Nossa Revolução não consiste simplesmente em combater o mal, mas em fazer o bem”.

Correto! A Paz, o Bem e o Amor são maiores do que uma simples antítese.

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– Dia de Colaborar!

Mais uma oportunidade em estar feliz: hoje é dia da nossa costumeira doação de sangue e seus derivados no Banco de Sangue, visando incentivar a Solidariedade através do Voluntariado.

Já conversamos outras vezes sobre tal ato: a busca da cidadania e de ajudar àqueles que não podem agradecer. Doar Sangue, Plaquetas ou Hemoderivados quaisquer é importante para a saúde do seu corpo (afinal, você deve se policiar para estar tudo em ordem), da mente (tranquiliza-se por ajudar alguém) e da alma (a prática desinteressada do bem).

Faça a sua parte, abrace essa importante bandeira. Em especial, ajude seu próximo à conscientização da doação de sangue.

– As crianças vítimas de armas químicas nesta terça-feira na Síria!

Foi há 1 ano, mas a situação parece a mesma: a covarde matança de crianças na Síria! Relembro:

Tivemos, dias atrás, atentado terrorista na Inglaterra. Ontem foi na Rússia. Muito se falou sobre eles; mas dos pobres inocentes da Síria o mundo se cala?

Olha essa criança vítima de ataque com armas químicas (e muitas outras) HOJE.

Terá a mesma repercussão do que os vitimados em países mais ricos?

Extraído de: http://istoe.com.br/ataque-com-gas-toxico-deixa-58-mortos-na-siria/

ATAQUE QUÍMICO DEIXA AO MENOS 58 MORTOS NA SÍRIA

Um suposto ataque químico, do qual vários países acusaram o regime de Bashar al-Assad, deixou nesta terça-feira ao menos 58 mortos e 170 feridos, incluindo muitas crianças, que sofriam convulsões e problemas respiratórios, em uma localidade rebelde da Síria.

O bombardeio provocou uma onda de condenação internacional e Washington, Paris e Londres responsabilizaram o governo de Assad, que desmentiu categoricamente qualquer envolvimento.

O Conselho de Segurança da ONU se reunirá em caráter de urgência para examinar as circunstâncias dos bombardeios que atingiram na manhã desta terça-feira Khan Sheikhun, uma pequena cidade da província de Idlib, reduto dos rebeldes e extremistas no noroeste da Síria.

“Ouvimos bombardeios (…) Corremos para dentro das casas e havia famílias mortas. Vimos crianças, mulheres e homens mortos nas ruas”, contou à AFP uma testemunha, Abu Mustafá.

Vídeos de militantes anti-regime mostravam corpos sem vida sobre as calçadas e outras pessoas sofrendo espasmos e episódios de asfixia.

As vítimas “têm as pupilas dilatadas, convulsões, espuma saindo da boca”, explicou Hazem Shahwane, um socorrista entrevistado em um dos hospitais da cidade.

Ao menos 11 crianças faleceram, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Este é o “segundo ataque químico mais mortífero do conflito na Síria”, depois do que deixou mais de 1.400 mortos em 2013, disse a organização, que não pôde especificar que tipo de gás venenoso havia sido utilizado.

– ‘Responsabilizar’ –

O enviado especial das Nações Unidas para a Síria, Staffan de Misutra, declarou que a ONU quer “identificar claramente as responsabilidades”.

Reagindo ao cair da noite, o exército sírio desmentiu “categoricamente ter usado hoje (terça-feira) substâncias químicas ou tóxicas em Khan Sheikhun (…)” e ressaltou que “nunca as utilizou, em nenhum momento, em nenhum lugar e que não fará isso no futuro”, afirmaram as forças armadas em um comunicado publicado pela agência oficial Sana.

O governo sírio, que ratificou a Convenção sobre a Proibição de Armas Químicas em 2013, desmentiu em muitas ocasiões o uso de armas químicas, mas as acusações contra Damasco de que utiliza tais armas se sucedem, e uma investigação liderada pela ONU apontou que o regime fez ao menos três ataques de cloro em 2014 e 2015.

O exército russo, o principal aliado do regime sírio, disse que também não realizou nenhum bombardeio na área afetada.

Ainda assim, a oposição síria acusou o regime de ter utilizado “morteiros com gás químico”. Este “crime horrível” lembra o ataque do verão de 2013 perto de Damasco, que a comunidade internacional deixou “impune”, acrescentou, alertando que “colocava em xeque” o processo de paz destinado a acabar com um conflito que já dura mais de seis anos.

– ‘Intolerável’ –

Classificando o ataque de intolerável, Sean Spicer, porta-voz do presidente americano, Donald Trump, denunciou um “ato condenável” do regime de Assad.

Para o presidente francês, François Hollande, “mais uma vez o regime sírio nega a evidência de sua responsabilidade neste massacre”.

“Embora não possamos estar seguros do ocorrido, ele tem todas as características dos ataques de um regime que usou reiteradamente armas químicas”, disse o ministro das Relações Exteriores britânico, Boris Johnson, em um comunicado.

A correspondente da AFP em Khan Sheikhun viu equipes de saúde tentando socorrer uma jovem, mas em vão. Seu pai, destroçado pela dor, a pegou nos braços, beijou seu rosto e a levou para fora do hospital.

A jornalista também viu pacientes com espuma saindo da boca. Muitos foram pulverizadas com água enquanto os médicos tentavam reanimá-los.

Segundo a correspondente, o hospital foi bombardeado posteriormente, provocando grandes danos no centro de saúde e a fuga dos médicos entre os escombros.

O ataque desta terça-feira coincide com o início de uma conferência de dois dias em Bruxelas sobre o futuro da Síria patrocinada pela União Europeia e pelas Nações Unidas, mas não é esperada a presença de alguns atores-chave, como Rússia e Turquia.

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– Coca-Cola investe em Jovens como Vendedores em programa de Responsabilidade Social

Recebi essa matéria e acho importante o aplauso à iniciativa deste louvável programa de marketing e de responsabilidade social: a Coca-Cola está querendo aumentar sua participação no mercado de classe baixa; para isso, recruta através de um programa social jovens moradores em favelas para se tornarem vendedores!

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br//092/marketing/filantropia-resultados-498392.html

FILANTROPIA DE RESULTADOS

Por Renata Agostini

Para empresas com histórico de liderança, a perpetuidade do sucesso muitas vezes está ligada à capacidade de buscar novas oportunidades mesmo quando tudo corre bem. Com presença em 80% dos lares brasileiros e faturamento de 15 bilhões de reais, a Coca-Cola Brasil é a terceira maior operação da empresa no mundo — só fica atrás da matriz nos Estados Unidos e da filial do México — e vem registrando contínuos índices de crescimento nas vendas. No entanto, ao esmiuçar as estatísticas do consumo de seus produtos, os executivos de marketing da empresa perceberam um flanco aberto justamente naquela que é hoje a mais importante fatia do mercado brasileiro: a baixa renda, responsável por cerca de 60% do consumo dos produtos da Coca-Cola no país. Apesar dos grandes volumes absolutos de venda, o brasileiro ainda consome menos o refrigerante que mexicanos, argentinos e chilenos. E, mostraram as pesquisas, o brasileiro da classe C está ainda mais distante da marca. Seu consumo é 30% inferior ao registrado nas classes populares de países vizinhos.

A culpa, segundo a conclusão dos executivos de marketing da empresa, não é apenas dos concorrentes, mas também da distância que separa a Coca-Cola desse novo mercado. “Esse é um mercado em que a disputa está cada vez mais acirrada e em que a cada dia há novos concorrentes. Sairá vencedor quem conseguir se aproximar dele primeiro”, diz Cláudia Lorenzo, diretora de projetos especiais da Coca-Cola. Para chegar mais perto desse novo consumidor, a subsidiária brasileira criou um programa inédito no mundo, uma mistura de empreendimento social com marketing. Batizado de Coletivo, o programa é voltado para a educação de jovens na faixa de 17 a 25 anos. Com a participação de organizações não governamentais e associações de moradores, a empresa instala salas de aula em favelas e em bairros pobres de grandes cidades brasileiras. Nelas, são ministrados cursos de técnicas de vendas em varejo. Durante dois meses, os jovens aprendem como escolher e expor os produtos, gerenciar estoques e abordar os clientes. Ao longo do treinamento, eles são testados por seu desempenho em jogos que simulam o dia a dia de um pequeno varejo — e os mais bem avaliados são encaminhados para entrevista de emprego nas fabricantes de Coca-Cola. Em uma espécie de trabalho de conclusão de curso, os participantes montam um plano de negócios que deve ser apresentado a um pequeno dono de bar ou mercadinho da comunidade, com sugestões de melhoria no estabelecimento. A Coca Cola ajuda a implantar o plano de negócios, oferecendo uma linha de microcrédito ao varejista no valor de 3 000 reais — uma parceria da empresa com o Banco Interamericano de Desenvolvimento e com a ONG Visão Mundial. Caso desejem abrir seu próprio negócio, os participantes do programa também terão acesso a uma linha de microcrédito — no valor de 1 500 reais. Esse é o lado social do programa.

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– A dor de quem passa fome!

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A ONU quer erradicar a fome até 2030. Entretanto, é assustador ver como sofrem os famintos mundo afora. Em especial, na África Negra.

Se tiver coragem, leia abaixo (Extraído de: http://istoe.com.br/um-pedido-de-socorro/)

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UM PEDIDO DE SOCORRO

O mundo enfrenta a mais grave crise humanitária dos últimos setenta anos. Vinte milhões de pessoas, que vivem em quatro países assolados por conflitos armados, estão na iminência de morrer por desnutrição se nada for feito. Contraditoriamente, ainda são desperdiçados 1,3 bilhão de toneladas de alimentos por ano em todo o globo

Por Fabíola Perez

É a mesma sensação de uma dor aguda e constante. Como uma agonia, que parece perfurar o estômago dias a fio e é agravada pelo calor escaldante, que deixa os corpos num estado permanente de inércia. Os poucos restos de alimentos ingeridos não são suficientes para livrar o organismo da angústia. Nas crianças, o vazio trazido pela ausência de nutrientes rapidamente se transforma em choro. Elas estão entre os grupos mais vulneráveis. Nos acampamentos do estado de Borno, na Nigéria, é comum avistar mulheres e bebês apáticos, sem força e disposição para lutar pela vida. Segundo o pediatra Marco Olla, membro da organização Médicos Sem Fronteiras, em regiões onde se vê pessoas com mais de cinco anos acometidas pela desnutrição, é sinal de que a conjuntura é realmente grave. Esse é o caso de Maiduguri, capital de Borno. “No departamento de internação que mantemos na cidade, uma mãe chegou com sua filha de sete anos. A menina estava extremamente desnutrida e com diarréia”, diz. Elas haviam fugido de um vilarejo e se instalaram em um acampamento improvisado. Ficaram ali por mais de um mês, mas a quantidade de grãos e arroz que recebiam não eram suficientes.

A Nigéria é um dos quatro países citados em um recente alerta das Nações Unidas (ONU) que declarou que quatro países vivem a pior crise humanitária desde a criação da entidade, em 1945 (leia quadro). Isso porque possui uma parcela significativa de sua população vivendo sob o flagelo da fome. Os casos de má nutrição já são tão graves que os adultos quase não têm forças para andar e algumas comunidades perdem suas crianças diariamente. Também enfrentam uma situação semelhante Iêmen, Somália e Sudão do Sul. Nesses quatro países, a estimativa é de que 20 milhões de pessoas possam morrer vítimas da insegurança alimentar aguda. Contraditoriamente, a nova onda de fome no mundo vem à tona em uma época que cresce a produção mundial de alimentos e o desperdício chega a 1,3 bilhão de toneladas por ano. Então, porque a fome voltou a ser motivo de alertas mundiais? Nos anos 1980, as imagens de crianças esqueléticas chamavam a atenção para um milhão de mortos na Etiópia. Na década seguinte, 3,5 milhões de norte-coreanos também morreram por falta de alimentos. Mais recentemente, a República Democrática do Congo e a Somália perderam quatro milhões de pessoas para a fome. Hoje, apesar dos avanços, o problema do acesso aos alimentos persiste e se agrava. “A violência de grupos armados impede a entrada e a permanência de grupos de apoio em determinadas regiões”, disse à ISTOÉ Alan Bojanic, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil.

Atualmente, em todo o mundo existem cerca de 800 milhões de pessoas que sentem as dores de um estômago vazio. Para a ONU declarar oficialmente fome em um país é preciso que pelo menos 20% da população tenham acesso a menos de duas mil calorias de alimentos por dia e que mais de 30% das crianças sofram de má nutrição. Além disso, em países atingidos pela fome são registradas diariamente duas mortes para cada dez mil habitantes ou a morte de quatro crianças em cada dez mil habitantes. Para evitar uma catástrofe nessas regiões, as Nações Unidas pediram uma ajuda de US$ 4,4 bilhões para países desenvolvidos até julho. “Essa situação saiu do normal: conflitos armados e o fator climático da seca tornam o quadro ainda mais perverso”, diz Bojanic. “Em função disso, muitas das pessoas que migram não têm as mínimas condições de segurança para se dedicar à agricultura.”

20 milhões de pessoas podem morrer de fome na Nigéria, no Sudão do Sul, na Somália e no Iêmen e 1,4 milhão de crianças estão em risco iminente de morte por malnutrição aguda.

Outro agravante nessas regiões são as condições logísticas. São zonas de difícil acesso que dificultam a chegada dos alimentos. No Sudão do Sul, por exemplo, existem apenas 200 quilômetros de estradas asfaltadas. Naquele país, a intensificação dos conflitos preocupa entidades de ajuda humanitária. “Em algumas cidades, eles impedem a chegada de cuidados de saúde de emergência, água para o consumo e alimentos para pessoas internamente deslocadas”, afirma Marcus Bachmann, coordenador local do MSF. Na Somália, o cenário de fome e suas conseqüências é ainda mais intenso. Além da guerra que se estende por décadas, da ausência do Estado de direito e do subdesenvolvimento, o país sofre com a falta de água que atinge criações de gado e plantações. Em Borno, na Nigéria, o conflito entre o grupo extremista Boko Haram e o exército também coloca a população em condições limites. “Em Benisheikh, Gwoza e Pulka é impossível cultivar qualquer coisa e é perigoso deixar as cidades para buscar madeira para cozinhar ou vendê-la”, afirma Jean François Sauveur médico do MSF.

Nesses países, os grupos mais atingidos pela insegurança alimentar aguda são as crianças e as mulheres. Para se ter uma idéia, em janeiro, membros da MSF observaram que no norte do Sudão do Sul 25% das crianças com menos de 5 anos sofriam desnutrição grave. “Esses números são extremamente preocupantes”, afirma Nicolas Peissel, coordenador de projeto do MSF. Porém, em função da insegurança, agentes de saúde avaliam que é impossível abrir um novo hospital ou encaminhar pacientes para outras instalações. O Iêmen, por sua vez, atravessa uma das situações mais drásticas do globo. Estimativas da ONU apontam que 19 milhões de pessoas necessitam de algum tipo de ajuda humanitária depois de dois anos de guerra entre o grupo extremista Houthi e o governo. Nos primeiros cinco meses de 2016, foram registrados 50 casos de desnutrição por mês no hospital de Al Tawra, na cidade de Hodeidah. Estima-se que, nesse período, uma criança tenha morrido a cada dois dias pela falta de nutrientes. Ao mesmo tempo em que a necessidade pelo atendimento cresce, muitos hospitais foram destruídos por ataques aéreos.

É comum observar crianças e adultos em pele e osso, sem condições de se manter em pé, porque a fome aguda influi diretamente no metabolismo das pessoas. “Conforme a imunidade das pessoas se compromete devido à baixa de nutrientes, o número de infecções aumenta”, diz Javed Baba Ali, médico do MSF. Para reverter esse quadro, o coordenador de desenvolvimento humano e pobreza do Banco Mundial, Pedro Olinto, defende que é necessário não apenas enviar alimentos a essas regiões como também dar à população local condições de comprar de produtores locais. “Quando se envia mantimentos, o preço sobe e os produtores desistem de plantar seus próprios alimentos”, diz. Ainda assim, a ONU tem como meta erradicar a fome até 2030. “A insegurança alimentar condena uma nação a uma situação permanente de atraso”, diz Bojanic.

Pessoas em situação de insegurança alimentar grave

Iêmen: 14,1 milhões
Nigéria: 1,8 milhão
Sudão do Sul: 4,9 milhões
Somália: 2,9 milhões

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VÍTIMAS Na cidade de Nyala, no Sudão do Sul, crianças e mulheres lutam para conseguir pequenas quantidades de arroz e grãos distribuídos por ONGs internacionais

– O Marketing do Bem promovido pelo Burger King ao McDonald’s

Uma campanha que faz bem para todos, observada na Argentina: lá, no dia em que o McDonald’s programou sua iniciativa do “McLanche Feliz”, o rival Burger King sugeriu aos seus clientes que não comprassem Whooper, mas fossem ao concorrente ajudar as crianças com câncer comprando o Big Mac.

Gesto de grandeza e, ao mesmo tempo, ganhou grande simpatia dos clientes.

Abaixo, extraído de: http://www.b9.com.br/81379/burger-king-da-argentina-se-recusa-a-vender-whoppers-e-manda-seus-clientes-para-o-mcdonalds/

BURGER KING DA ARGENTINA SE RECUSA A VENDER WHOPPERS E MANDA SEUS CLIENTES PARA O MCDONALD’S

Ação foi criada para levar mais clientes ao rival no McHappy, equivalente ao nosso McDia Feliz

Em uma ação exclusiva na Argentina, todas as lojas Burger King no país deixaram de vender o Whooper, lanche mais famoso da rede.

Além de informarem os clientes que o lanche não seria vendido durante todo o dia, os funcionários do BK ainda aconselhavam os clientes a irem até o McDonald’smais próximo e comprarem um Big Mac por lá.

A campanha “Un Día Sin Whooper” foi criada especialmente para o“McHappy” do país, equivalente ao nosso “McDia Feliz”, quando o valor de todas as vendas de Big Mac são doadas às instituições que ajudam crianças com câncer.

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– Um doador pouco anônimo! Que tal imitá-lo?

Sempre ouço muita gente falando da vaidade do jogador português Cristiano Ronaldo. Sobre ele olhar nos telões frequentemente, de supostamente ser arrogante e outras coisas que aparecem nas revistas de fofoca, incluindo sua sexualidade..

Ok. Faz parte do mundo das celebridades. Eu acho CR7 e Messi os dois grandes nomes do futebol dos últimos 10 anos (e isso logicamente é indiscutível, vide os vencedores da “Bola de Ouro” desta década).

Mas um detalhe bem bacana que extrapola o futebol jogado, a regra aplicada ou as táticas discutidas: Cristiano Ronaldo é embaixador mundial para a causa da Doação de Sangue!

Leia sobre isso, abaixo – e se você que está se sensibilizando, independente de ser torcedor, juiz, jogador ou simplesmente um leitor: IMITE O PORTUGUÊS!

Extraído de: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2016/02/12/o-lado-heroi-de-cristiano-ronaldo-alem-de-dinheiro-doa-sangue-e-medula.htm#fotoNav=1

O LADO HERÓI DE CRISTIANO RONALDO: ALÉM DE DINHEIRO, DOA SANGUE E MEDULA

Quando não aparece pelos gols, Cristiano Ronaldo costuma ser notícia por seus romances, pelas campanhas publicitárias que protagoniza ou pelas excentricidades típicas de um milionário. Mas o português também tem um lado “herói” que até o impede de fazer tatuagens: a doação de sangue e medula óssea.

Pelas fotos do atacante, é possível notar que ele não tem nenhuma tatuagem aparente. O motivo, segundo os jornais creditam a uma declaração de CR7, é não atrapalhar sua rotina como doador. Os prazos variam para cada país, mas quem faz uma tatuagem geralmente deve esperar entre seis meses e um ano para fazer uma doação.

“Todos podemos fazer a diferença doando sangue. Cada doação pode beneficiar até três pessoas em situação de emergência e ajudar nos tratamentos médicos de longo prazo”, argumenta o atacante, cada vez mais usando sua fama para divulgar campanhas dessa causa.

Além de se dizer doador de sangue frequente, Cristiano Ronaldo também é cadastrado como doador de medula óssea. E sua primeira participação nesse sentido aconteceu em 2011, quando quis ajudar o filho de Carlos Martins, seu ex-companheiro de Sporting e seleção portuguesa.

“Carlos estava conosco na seleção e comentou sobre o problema de seu filho, que precisava de um transplante [de medula]. Os jogadores demonstraram grande solidariedade. Muitos pensam que é algo difícil de fazer, mas é simples e não dói. Podemos ajudar muita gente, principalmente as crianças”, defendeu o português.

Eleito no ano passado na Europa como o jogador de futebol que mais abraça causas sociais, incluindo destinando dinheiro a pessoas e entidades, Cristiano Ronaldo participa de iniciativas para fazer mais gente doar sangue. Ele, por exemplo, é o primeiro embaixador global da “BeThe1Donor” (“seja um doador”, em tradução livre), voltada para incentivar os jovens. Até alguns jogadores do Real Madrid ele já tentou convencer. Tudo graças a esse seu lado “herói”.

– A Campanha da Fraternidade 2018 nos convida a sermos mais cidadãos!

Um tema oportuno tamanha a necessidade de se fazer algo:Fraternidade e Superação da Violência – esse é o tema da Campanha da Fraternidade 2018, que tem como lema as próprias palavras de Jesus no Evangelho de São Mateus, Capítulo 23, versículo 8: Vós sois todos irmãos“.

Por toda a Quaresma (que se inicia na 4a feira 14/02), os católicos são convidados a refletir sobre as inúmeras formas de violência: física, moral, emocional – incluindo roubos / assaltos, agressões e assédio.

Claro que tudo isso é importante e extrapola a questão religiosa. Cabe a cada um de nós (católicos, evangélicos, judeus, umbandistas, ateus, islâmicos, agnósticos ou seja no que se crê ou não crê) lutarmos para um mundo de paz!

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– Até os bancos de sangue são vítimas da Febre Amarela! Seja solidário e doe hemoderivados

Hoje é dia da minha costumeira doação de hemoderivados. E saibam, amigos: com os festejos de final de ano, juntando as pessoas que se vacinaram contra a febre amarela mais a quantidade de gente que não pode doar em virtude de recusa e janela imunológica, os bancos de sangue estão vazios!

Seja solidário: doe voluntariamente Plaquetas e Sangue, pois a carência é muito grande nas unidades de saúde por esses motivos citados.

Quem precisa de hemoderivados não pode esperar. Afinal, a Ciência ainda não encontrou substitutos para esses elementos tão vitais para a vida.

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