– E se Você pudesse comprar Sangue em uma Loja de Conveniência?

Os bancos de sangue sofrem com a falta de doadores. Mas… e se o precioso elemento, tão vital à nossa vida, fosse encontrado nas prateleiras para comprar?

Veja esse bem humorado vídeo do Hospital Albert Einstein, onde bolsas de sangue são colocadas em geladeiras de uma loja de conveniência e as pessoas (não são atores), inesperadamente, se deparam com o inusitado!

Hilário e de grande poder de conscientização. Vale a pena compartilhar:

Extraído de: http://www.youtube.com/watch?v=1ujkX7N2bFg (Clique no Link)

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– Alguém quer adotar um Basset?

Pessoal, a Dog House (Pet Shop do Parque Eloy Chaves) recolheu a pedido da Autoban este Basset (foi achado em Campinas). É novo, adora criança, não morde e está com todas as vacinas em dia. Aparenta ser bem educado, é comportado e está saudável, apenas com o olho inchado. Está para a doação, aguardando um(a) dono(a) carinhoso(a). 

Se não conseguir um lar até 2a feira, irá automaticamente para o abrigo municipal. Quem quiser, é de graça! O Contato é com Lúcia ou Patrícia, no telefone: 11. 4582-0030!

– As Novas Vidas das crianças que moravam na Cracolândia

Anna Bonizzi, Bernardo Ricupero, Marcelo Neubauer de Paula, Annie Bacarat, Thaís Heer, Ricardo Kiste, Ricardo Hilgenberg, Luciana Hilgenberg, Ana Davini, Daniel Ramires, Sheila Rodriguez, Alessandro Lata. Todos esses (e outros não citados) merecem aplausos e louvores!

São elas as pessoas de destaque na Vejinha (ed 09 Out) por terem adotado crianças da Cracolândia. Menores vítimas do abandono de mães irresponsáveis, largadas ou trocadas pelas drogas, perdidas e desandadas no mundo.

Corajosamente, essas pessoas tomaram como seus filhos as criancinhas que agora terão um futuro muito melhor.

Sem comentários, só reconhecimentos.

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– Comunidades Eclesiais de Base e os Desafios do Mundo Urbano

por Reinaldo Oliveira

O 14º Interclesial das Comunidades Eclesiais de Base, cuja realização acontecerá de 23 a 27 de janeiro de 2018, em Londrina/PR, terá como tema “CEBs e os Desafios no Mundo Urbano”, e como lema “Eu vi e ouvi os clamores de meu povo e desci para liberta-lo” (Ex 3,7).

Em preparação para este 14º Interclesial, a Diocese de Jales/SP, sediou de 15 a 17 de  setembro, um Encontro de Delegados e Delegadas, das 47 Dioceses do Regional Sul 1 da CNBB.

Estiveram presente mais de 380 delegados/as, que em janeiro estarão em Londrina/PR. A assessoria do Encontro foi do padre Manoel de Godoy, de Belo Horizonte/MG, que falou sobre o tema e lema, oficiais para o 14º Interclesial. Inicialmente ele falou que é necessário “amar a cidade”, pois só assim se vive melhor estes desafios urbanos.

Destacou que como cristãos devemos ser alegres, ser cristãos na cidade, mas além de amar a cidade ser crítico, porém a criticidade não significa azedume, mal humorado. É importante compreender os novos desafios das comunidades urbanas, pois tudo ainda é muito ligado com a questão histórica e principalmente rural.

Um Encontro como este é sempre momento de reencontros, partilhas e de significativa expressão de um povo que luta por justiça e dignidade dos povos oprimidos, independente de credo, cor, raça, etc. O Encontro foi na Escola Vocacional de Jales, e os participantes foram acolhidos por famílias jalenses.

Importante lembrar que o mundo urbano se apresenta hoje com grandes desafios para as políticas públicas, tendo em vista que de acordo com o IBGE 85% da população brasileira vive nas cidades, sobretudo nos grandes centros urbanos, com altos índices de desemprego e condições precárias de trabalho.

Estes e muitos outros desafios exige a participação nos Conselhos Municipais, de composição paritária entre Estado e sociedade civil. São eles que vão definir/controlar as políticas publicas para a criança, o idoso, saúde, segurança, sociais e outras. De políticas globais como o transporte e meio ambiente, seguindo o princípio de cidadania responsável.

Num mundo multiterligioso e pluricultural o cristão e as igrejas como desafio a redução da religião na esfera privada, orientados por uma espiritualidade autentica cristã. Importante – neste momento lembrar de que vivemos num mundo de consumismo, de estranhos costumes de moral, e cabe nos desafios urbanos uma atuação fraterna.

Em Londrina/PR com a ampliação deste debate, com conhecimento de outras realidades do Brasil, peçamos pois que continuemos no espírito desta Fé encarnada, e que o exemplo Nosso Senhor Jesus Cristo nos anime, nos dê perseverança na caminhada.

Vamos companheiro/as s marcar mais um ponto ….

mais unidos e fortalecidos com este encontro. 

(Com informações presencial e do WWW.diocesedejales.org.br)

Delegados CEBs Jales 003

– E Viva a Iniciativa do Outubro Rosa

Outubro é o mês em que historicamente se chama a atenção para a prevenção do Câncer de Mama. Para isso, o “Cor-de-Rosa” é usado para lembrar as mulheres do auto exame.

Aliás, sabe como surgiu a iniciativa?

Abaixo, extraído de: http://www.outubrorosa.org.br/historia.htm

OUTUBRO ROSA

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org). 

Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org).

A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

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– #PrayForMexico

Que coisa… no aniversário do triste episódio dos 32 anos do assustador terremoto na Cidade do México, outro abalo ocorre numa incrível coincidência de datas.

Por misericórdia de Deus, os estragos não foram ainda maiores pois as pessoas estavam exatamente naquele momento TREINANDO um exercício preventivo em caso de tremor de terra.

Aliás, quantos furacões recentemente ali perto, não? Será que o Planeta realmente está se exaurindo? Seria uma resposta à destruição da Natureza?

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– Não é para chocar, mas para louvar! 

A imagem abaixo é da nossa caçulinha Maria Estela Porcari, com 15 dias de vida (à esquerda) e com 4 meses (à direita).

Repare na grossura dos bracinhos, na expressão do rostinho, na coloração da pele

Sabe porque ela está tão bochechudinha, saudável e feliz?

Foi por conta da misericórdia de Deus. Foi por conta das orações dos parentes e dos amigos. Foi por conta da vontade de viver

Não é para ficar tristemente impressionado com a imagem, mas sim para louvar e agradecer ao Céu. Em particular, nós, papai e mamãe, para testemunharmos a intercessão de Nossa Senhora da Saúde junto ao seu Filho Jesus Cristo. 

– Dá-lhe Morata, o craque solidário e exemplar!

Morata fez mais um gol pelo Chelsea, e eu fico contente. Torço por ele, independente de onde estiver jogando.

Digo isso pois, quando o atleta estava no Real Madrid, foi extremamente afável com crianças com câncer. Sua história abaixo (há 4 anos, recordando):

(extraído de: https://professorrafaelporcari.com/2014/10/28/a-sabia-acao-simpatica-de-morata/)

A SÁBIA AÇÃO SIMPÁTICA DE MORATA

Dias atrás, uma louvável ação de carinho. Veja:

O jogador espanhol Morata (Real Madrid) não é um dos craques tão badalados do seu time, como Cristiano Ronaldo ou Bale. Mas mostrou muita categoria fora das 4 linhas com um gesto plausível: ao visitar garotos que fazem tratamento quimioterápico para o combate ao câncer (e que por isso ficam carecas), ouviu deles que gostavam do seu cabelo arrepiado, mas que não poderiam imitá-lo devido ao triste efeito colateral.

Assim, Morata teve uma ótima ideia: passou a lâmina de barbear na cabeça e ficou careca! E disse:

Alguns meninos com câncer queriam imitar meu penteado; como não podiam, eu imitei o deles“.

Atitude simples e significativa. Parabéns ao atleta do time madrilenho.

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– A Fazenda Esperança na Diocese de Jundiaí

Talvez não tenha repercutido como deveria, mas vale o registro: há 15 dias, houve um magnífico evento em Itu: o lançamento do maravilhoso projeto social chamado “Fazenda Esperança”.

Para quem não conhece, vai aqui a apresentação dessa obra de Deus (matéria da véspera do lançamento).

Extraído de: http://tudo.com.vc/jundiai-regiao/2017/07/28/diocese-de-jundiai-anuncia-unidade-para-dependentes-quimicos-dia-13/

 

por Hanaí Costa

A Diocese de Jundiaí lança a pedra fundamental de uma das maiores obras da Igreja Católica na região: a construção de uma unidade da Fazenda da Esperança, no próximo dia 13 de agosto. O lançamento contará com a presença do núncio apostólico (representante do Papa), Dom Giovanni D´Aniello, bispo de Jundiaí, Dom Vicente, bispos da região, autoridades, representantes da Fazenda da Esperança e sacerdotes. E faz parte das comemorações dos 50 anos da Diocese de Jundiaí.

A Fazenda da Esperança é uma comunidade terapêutica com mais de 30 anos de experiência na recuperação de jovens dependentes químicos. É considerada a maior obra da América Latina desenvolvendo esse tipo de atividade e ajudando milhares de famílias. Atualmente se encontra em 17 países. Seu trabalho, entretanto, se baseia no tripé: convivência em família, trabalho como processo pedagógico e espiritualidade para encontrar um sentido de vida. A obra será erguida na cidade de Itu, em uma chácara que a Diocese ganhou para esta finalidade.

“Ano passado, no ano da Misericórdia, nosso papa Francisco pediu que cada Diocese erguesse uma obra pela misericórdia e a nossa é essa. Quem vai administrar será a comunidade da Fazenda da Esperança”, conta o coordenador Diocesano de Ação Evangelizadora, padre Leandro Megetto.

Quando o então papa Bento 16 esteve no Brasil, em 2007, ele visitou uma unidade da Fazenda na cidade de Guaratinguetá, onde, na verdade, tudo começou há 30 anos (veja vídeo abaixo). De lá para cá, o trabalho se espalhou e virou referência no mundo quando se fala em tratamento de dependente químico. A unidade de Itu, que terá a Diocese de Jundiaí como suporte espiritual, deve receber  16 dependentes químicos de todo interior o Estado do sexo masculino.

A construção

Para se construir a casa, porém,  a Fazenda da Esperança deve lançar uma campanha missionária. A partir de janeiro de 2018, padre Christian Heim, coordenador regional da Fazenda, ficará na Diocese de Jundiaí com 14 jovens recuperados divulgando o trabalho feito pela entidade. “Para erguer a casa e a estrutura de trabalho para os jovens,  estamos calculando uns R$ 350 mil. Temos que contar com doações, claro”, reforçou ao Portal Tudo. Mas o projeto é bem maior que isso e já está pronto: além da casa, haverá capela e outras estruturas para os jovens. Quanto ao investimento total, o coordenador regional disse que será grande, entretanto, será feito em partes. Para manter o local, os próprios jovens trabalham gerando renda. E as famílias se envolvem de alguma maneira nesse processo.

Nesses mais de 30 anos de história da Fazenda da Esperança já passaram pelas 127 unidades (em 17 países) mais de 30 mil jovens. Segundo padre Christian, 80% se recuperaram da dependência.

Conheça o trabalho da Fazenda da Esperança

O dependente químico

A dependência química é o mal do século. Gatilho para levar os usuários à situação de rua e, mais grave, até mesmo ao suicídio, as drogas são um problema de saúde pública. Nos seis primeiros meses do ano, o Cead (Centro Especializado no Tratamento de Dependentes de Álcool e Drogas de Jundiaí) atendeu 1.277 pessoas. Sendo 278 novos casos só esse ano, ou seja, dois novos dependentes químicos procurando ajuda por dia (os novos casos são atendidos de segunda a sexta).

Já o Centro de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas III (CAPS -AD) ofereceu, no mesmo período, hospitalidade noturna (quando é oferecido o acolhimento exclusivo de abrigo à noite) para 105 usuários. Segundo o relatório da UNODC (escritório para drogas e crime da ONU), o Brasil consome quatro vezes mais cocaína que a média mundial. Ou seja, é como enxugar gelo. Em junho o Portal Tudo fez uma reportagem sobre o tema e mostrou a  dificuldade que se tem em relação a casas de acolhidas para dependente químicos.

Com a chegada de uma unidade da Fazenda da Esperança na região, uma ‘esperança’ se abre  no coração de muitas famílias. É o caso da família de R.D, de 32 anos, que luta contra as drogas há quase 15. O rapaz já saiu de casa três vezes e da última vez foi resgatado da Cracolândia. A família é de Jundiaí e já não sabe mais o que fazer. A mãe, cansada, acredita que clínicas privadas que não tenham cunho religioso, é apenas um gasto que não vai trazer ao filho o que ele  busca: o seu próprio resgate.  A mãe dele, que preferiu ficar no anonimato, acredita que a Fazenda da Esperança trará, não só para sua família, mas para muitas, o que realmente eles procuram há tanto tempo. É um fio de esperança. Na Fazenda da Esperança.

Papa Francisco manda mensagem para os jovens da Fazenda

– Levando a Depressão a sério!

Ainda hoje você encontra aqueles que não creem que a depressão é um dos males mais significativos e preocupantes dos nossos tempos. A eles, compartilho a importante matéria abaixo:

(Extraído do Jornal de Jundiaí, link em: http://www.jj.com.br/noticias-48777-depressao-nao-e-frescura-e-precisa-de-tratamento-serio-)

DEPRESSÃO NÃO É FRESCURA E PRECISA DE TRATAMENTO SÉRIO

Por Gustavo Amorim

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 350 milhões de pessoas tenham depressão no planeta. Segundo a entidade, é a patologia que mais causa problemas e incapacidade no mundo atualmente. “Não é frescura”, ressalta o psiquiatra Ivo Pinfildi Neto. Para a psicóloga clínica Patrícia Galante, “ainda é um tabu”.

Afinal, você sabe o que é a depressão? Como reconhecer os sinais em si ou em familiares e amigos? Como é o tratamento? O psiquiatra Ivo Pinfildi destaca que a pessoa consegue observar em si mudanças comportamentais, mas nem sempre associa o quadro à depressão. “Ela pode demorar muito tempo achando que são coisas da sua cabeça, que a tristeza vai passar, que é algo passageiro. Mas o tratamento é necessário”.

Por isso, é fundamental saber quais são os sinais da depressão. “E são muitos”, acrescenta a psicóloga Patrícia Galante (confira os sintomas no quadro). Além disso, Pinfildi destaca que a pessoa fica acuada e tímida, o que dificulta o diagnóstico.

A empresária S. S. passou pelo estado de depressão e confirma que não teve essa percepção inicial. “Comecei a não ter vontade de nada, chorar por tudo, me esconder das pessoas, não dormir à noite. Ficava angustiada, não queria sair. Achava que era só cansaço”.

Ela revela que só descobriu a depressão quando foi ao médico por conta de palpitações que sentia no coração. “O cardiologista sugeriu um psiquiatra e só aí entendi o que estava acontecendo”, afirma a empresária. Pinfildi destaca que “o adulto depressivo sente que alguma coisa está esquisita dentro de si”.

Fatores
Muitos são os fatores que podem desencadear o estado depressivo. Segundo os profissionais ouvidos pela reportagem, um deles pode ser o próprio ambiente em que a pessoa vive. “O trabalho estressante, o desemprego, uma alimentação não saudável, problemas familiares, falsa sensação de felicidade. Tudo isso pode influenciar, mas não são a causa”, afirma Ivo Pinfildi.

A psicóloga Patrícia Galante também segue essa linha, mas alerta: “Não são as causas, mas os gatilhos que levam a pessoa a entrar em depressão. A pessoa pode já ter uma propensão e qualquer aspecto pode ser a gota que faz o copo transbordar. É importante não criar expectativas”.

Tratamento
Por ser um estado tanto físico quanto biológico e psicológico, a depressão deve ser tratada com várias abordagens. Tanto o psiquiatra Ivo Pinfildi quanto a psicóloga Patrícia Galante concordam que os profissionais têm importância fundamental no tratamento – a psiquiatria com o lado químico/biológico e a psicologia com o entendimento do processo. “Um dos fatores mais importantes, entretanto, é a família. É o carinho, é o cuidado com o ser humano. O familiar não pode começar julgando quem está com depressão. Não ajuda em nada e, inclusive, atrapalha e aprofunda o estado. Não pode falar ‘vai passar’ porque quem está sofrendo sabe que não é tão simples. E também não pode cobrar que suma como se fosse mágica. Se colocar à disposição para ouvir e não transformar o assunto num tabu é primordial”, diz Galante.

O psiquiatra Pinfildi ainda conta que utiliza a medicina antroposófica como parte do processo de tratamento. “A antroposofia usa outros tipos de terapia, corporais, artísticas. A medicina antroposófica amplia a ação da medicina tradicional”, conta.

Para ele, inclusive, “é um grande equívoco de quem se fecha no mundo do seu campo profissional. As pessoas esquecem que cada alçada pode ser complementar à outra”, diz o psiquiatra.

Patrícia Galante destaca a atividade física como outro ponto importante no processo de tratamento. “Faz muita diferença, até pela química que ela gera no corpo. Mas a alimentação saudável e lazer também são fundamentais”, complementa.

Jovens e idosos
Mesmo sem dados, o Centro de Valorização à Vida (CVV) de Jundiaí destaca que jovens e idosos são o público que liga com mais frequência para o serviço de prevenção ao suicídio – que tem como principal causa a depressão. “Tanto o idoso quanto o jovem estão em um momento de mudanças no convívio social”, destaca Mônica Quirino, monitora em saúde emocional e uma das voluntárias do projeto.

Ivo Pinfildi destaca que crianças reagem de forma diferente à patologia. “Ela não vai entender pelo que está passando. Mas vai ficar irritadiça, vai ficar chorosa, apática. Muitas vezes pelo que está acontecendo em casa. Muda muito o comportamento”, relata o psiquiatra.

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– Miséria, Indignidade e Solidariedade

O que pensar sobre o tema: 1/5 do planeta passa fome; só no Brasil, cerca de 11 milhões de pessoas vivem com R$ 70,00 por mês.

Viver indignamente é um dos grandes males da sociedade do Século XXI. E entenda-se por indignidade o desrespeito a vida humana, preconceito, incompreensão do próximo, e, principalmente, a miséria. Dela, outros males sugem.

Compartilho texto da Arquidioceses de Porto Velho, publicado há 1 ano, mas extremamente atual, que fala sobre os males e a necessidade de ações para mudar o quadro.

Extraído dehttp://is.gd/qOrkCo

A SOLIDARIEDADE QUE SE MULTIPLICA

Um quinto da humanidade passa fome (mais de um bilhão de pessoas) e não tem perspectivas de um futuro mais digno. Na América Latina, em uma população de 565 milhões, são mais de 209 milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza. Em nível mundial, 29 países apresentam níveis alarmantes de fome, de acordo com relatórios sobre a situação.

Muitas pessoas sofrem por não terem o que comer, onde morar, água potável, saneamento básico, atendimento à saúde, educação, transporte, emprego etc. Todos esses elementos fazem parte das necessidades básicas para uma vida com o mínimo de dignidade. A ausência deles fere a vida humana. Geralmente, quando há a situação de pobreza, todas essas carências aparecem interligadas.

Pe. Alexandre A. Martins, camiliano, afirma que nesse contexto, a pobreza é a grande responsável pelo sofrimento de uma imensidão de pessoas dos nossos povos. Se por um lado a pobreza é a causa da vida indigna, por outro ela já é a consequência da injustiça, da exploração e da desigualdade existente no nosso continente. Uma vez na pobreza, as pessoas ficam em uma situação de fragilidade e vulnerabilidade, entregues à própria sorte.

A Liturgia dessa semana evidencia que multiplicar cinco pães e dois peixes, mais do que um ato mágico, é sinal de que, onde há partilha ninguém passa necessidade (Mt 14, 13-21).

Jesus, fiel à missão de servir ao seu povo, reúne e alimenta as multidões sofredoras, realizando os sinais de um novo modo de vida e de anúncio do Reino. A Eucaristia é o sacramento-memória dessa presença de Jesus, lembrando continuamente qual é a missão a que nós, cristãos, fomos chamados.

A multiplicação dos pães quer nos ensinar que, se partilharmos, ninguém mais vai ter necessidade. Nisso reside o milagre. A comunidade é chamada a não ficar parada, mas ir além. Deus não quer a pobreza, mas a igualdade social (Frei Jacir F.Farias).

Os dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a partir da linha de extrema pobreza definida pelo governo federal serviram como parâmetro para a elaboração das políticas sociais, como os planos sociais lançados pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Cerca de 16,2 milhões de brasileiros são extremamente pobres, o equivalente a 8,5% da população. Para levantar o número de brasileiros em extrema pobreza, o IBGE levou em consideração, além do rendimento, outras condições como o acesso à rede de esgoto e água e energia elétrica. O IBGE também avaliou se os integrantes da família são analfabetos ou idosos. Dos 16,2 milhões em extrema pobreza, 4,8 milhões não tem nenhuma renda e 11,4 milhões tem rendimento per capita de 1 a 70 reais.

As entidades que formam o Mutirão Nacional para a superação da miséria e da fome, dentre elas a Cáritas Brasileira, Comissão Brasileira de Justiça e Paz, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, Pastoral da Criança, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, Pastorais Sociais da CNBB, CRB, CERIS e CESE,  FASE, IBASE e outras, ao manifestar a sua posição visando à superação da Miséria e da Fome no Brasil e ao reafirmar o Direito Humano à Alimentação e à Nutrição, na sua universalidade e indivisibilidade, declararam que a fome e a miséria são manifestações e parte integrante de um modelo de desenvolvimento que reproduz e se sustenta das desigualdades econômicas e sociais que flagelam o nosso povo. Este modelo vem utilizando de forma predatória os nossos recursos naturais e humanos, colocando em risco nossa soberania alimentar. Este processo faz parte de uma estratégia de inserção do Brasil de forma submissa ao mundo globalizado.

Não acreditamos no mercado como a via capaz de promover a segurança alimentar e nutricional, no contexto de uma sociedade justa e eqüitativa. Este modelo está esgotado, seja do ponto de vista ambiental e econômico, como do ponto de vista ético e social. Sua manutenção irá apenas aprofundar o quadro de crise e exclusão social que vivemos.

O êxodo rural e o inchaço das cidades, sem infraestrutura urbana adequada, associada à inexistência de oportunidades de inserção no mundo do trabalho, vem servindo de combustível para verdadeira explosão de conflitos e violência, tanto na área urbana como na área rural. A banalização da violência e a naturalização das desigualdades sociais e econômicas levam à falta de mobilização da sociedade por seus direitos, por um lado, e por outro, ao desenvolvimento de políticas públicas de caráter fragmentado e compensatório, que não enfrentam o problema na sua essência, gerando no campo e na cidade ações repressivas e de criminalização dos movimentos sociais.

A sociedade brasileira precisa responder aos graves desafios que se colocam à sua existência civilizada a partir de critérios éticos que reponham a precedência do bem comum e do interesse público sobre o interesse privado; da defesa da vida sobre os interesses individuais; da prioridade dos direitos humanos sociais sobre os contratos privados e acordos comerciais internacionais; da ética pública sobre o individualismo, o clientelismo e o corporativismo. O direito humano à vida assume na presente situação histórica a clara prioridade de propiciar acesso a bens essenciais hoje negados à maioria da população, como: o alimento, o teto, a terra, a água, o trabalho, a informação, a saúde e a participação política. Estes bens ou energias vitais estão hoje bloqueados, ou fortemente mitigados, ao acesso das populações mais pobres, reproduzindo, por esta via, o caldo de cultura da miséria social e da violência.

A construção de uma civilização brasileira solidária passa pelo resgate do acesso a estes bens públicos e sociais, mediante o qual se inaugurará uma nova cultura de paz e não de exclusiva repressão da violência. Um dos caminhos a percorrer para esta civilização solidária requer a reafirmação universal de todos os direitos humanos, econômicos, sociais, culturais e ambientais expressos na Constituição Brasileira. O compromisso público com a afirmação dos direitos humanos sociais requer prioridades políticas incontestáveis na construção de um modelo de desenvolvimento. Isto vai muito além da retórica. Requer políticas públicas com controle público, nas esferas: federal, estadual, municipal, recursos orçamentários para suprir as dívidas sociais, com correspondentes obrigações sociais claramente identificadas, e instrumentos públicos de garantia de direito, e de petição e reclamo. Requer participação na elaboração, gestão e monitoramento destas políticas. E, finalmente, um reordenamento geral do sistema econômico que passaria a investir pesadamente nos bens sociais escassos.
O Direito Humano à Alimentação e Nutrição, no conjunto de direitos sociais que a Constituição reconhece passaria a cumprir um papel chave na nossa política de Segurança Alimentar e Nutricional sustentável. Neste contexto, há que reconhecer não apenas problemas, mas valores e saberes das comunidades, respeitando seus hábitos e estratégias de alimentação e nutrição.
Por outro lado, constata-se a real capacidade instalada de produção de alimentos capaz de atender às necessidades brasileiras, se for reorientada e controlada por um Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional sustentado por uma legislação apropriada (Lei Orgânica).

O Mutirão Nacional para a superação da miséria e da fome destaca na prioridade do direito humano à alimentação, dentre as situações de máxima vulnerabilidade, aquela que afeta as crianças, desde a fase da concepção até a vida adulta, e suas mães.

Destaca dentre as suas iniciativas e mobilizações, resgatar os Direitos Sociais e o Direito Humano à alimentação no contexto da força e da legitimidade da Constituição em sua priorização do combate à miséria e à fome enquanto eixo do Desenvolvimento Humano, por meio de uma Política Social abrangente, integrada à Política Econômica; lutar pela Reforma Agrária ampla e irrestrita; fortalecer a agricultura familiar sustentável, recuperando os hábitos e práticas alimentares que garantam uma nutrição saudável às próprias famílias e para a população do país; investir na agroecologia no âmbito rural e urbano.

– A Ajuda do Governo Temer ao Grendacc foi um grande engodo? Não veio a verba para as crianças com câncer!

Não confie em promessa de político que venha do Palácio do Planalto! Lembram do vídeo onde o presidente Michel Temer disse que resolveria o problema do Hospital Infantil do Câncer de Jundiaí (o Grendacc), pedindo que o Ministro da Saúde Ricardo Barros acertasse urgentemente o credenciamento da verba da entidade? O caso aconteceu no começo de Julho e ganhou repercussão nacional.

Pois é: o Grendacc está às duras penas se mantendo para não ter que fechar, e o dinheiro prometido não chegou.

A dona Verci Bútalo, presidente da entidade filantrópica, viajou com os representantes políticos de Jundiaí (vereador Gustavo Martinelli, prefeito Luiz Fernando Machado e deputado federal Miguel Haddad) e tiveram a PALAVRA de Temer, registrada nessa gravação: http://wp.me/p4RTuC-jiQ. TODOS FORAM ENGANADOS?

Uma tristeza sem fim. No dia 15 de agosto, terça-feira, feriado municipal da Padroeira Nossa Senhora do Desterro, o Ministro marcou uma nova reunião em Brasília para “tentar ajudar” e cancelou o encontro 3 horas antes. Não duvido que a dona Verci estivesse pronta para embarcar no Aeroporto.

Será que teremos que esperar o ano eleitoral para salvarem o Grendacc? Até lá, o que será das crianças? Contarão apenas com os voluntários?

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– Hoje é dia de doar plaquetas!

Dia de solidariedade: fazendo a costumeira doação de hemoderivados (revezada com sangue), a fim de voluntariamente ajudar ao próximo!

Faça o mesmo, ajude quem você não conhece com o líquido mais precioso da natureza e insubstituível pela ciência: #DoeSangue!

A vida agradece. Se eu que tenho medo de agulhas faço numa boa, por quê você não?

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