– A Maior Potência Educacional do Mundo: China

Realmente impressiona o salto educacional da China. Você sabia que nas avaliações internacionais os chineses tiram o 1º lugar em todas as áreas da Ciência?

O rigor das escolas chega a ser assustador, com 10 horas de estudos que incluem sábados e domingos. Abaixo, compartilho:

LIÇÃO CHINESA

por Guilherme Pavarin, Galileu, pg 55

Como, Em 35 anos, a China saiu dos escombros para se tornar a maior potência de educação do mundo

Tire 10. Não menos que isso. Estude mais de dez horas ao dia. Inclusive aos sábados e domingos. Toque piano ou violino. Ou os dois. Mas nem pense em tocar violão. Pratique duas, três horas diárias com os instrumentos. Tenha um inglês impecável. Seja fluente em francês e em outro idioma. Faça esportes. Não questione. Cante o hino do país todos os dias. Não assista TV. Não viaje, nem durma na casa de amigos. Nada de grupos de teatro. E leia, leia muito. Se essa rotina lhe parece exagerada, insuportável, saiba que, na China, ela é mais do que comum. E não é tão desumana quanto parece para nós, ocidentais. Os chineses não só se acostumaram com essa vida voltada para a educação rígida desde a infância, como sentem orgulho de formarem os alunos mais aplicados. Hoje, apenas 35 anos depois da sua abertura econômica, período em que passou a investir no setor educacional, a China tem o ensino mais eficaz do mundo.
Os resultados do principal exame de avaliação de aprendizado mundial, o Pisa (Programme for International Student Assessment), anunciados em dezembro passado, comprovam isso. Com folga, os chineses conquistaram o primeiro lugar em todas as categorias: ciências, leitura e matemática.
Neste último quesito, a supremacia do país chegou a 600 pontos, a maior pontuação de todas as provas, e 48 pontos acima sobre o segundo colocado, Cingapura. Também representou 113 pontos acima dos Estados Unidos (17º no ranking geral) e 214 a mais que o Brasil (53º). “Os alunos sofrem uma pressão muito grande na China, é uma obsessão coletiva pela melhor educação do mundo”, diz a professora brasileira Tarsila Borges, que leciona língua portuguesa há quatro anos na Universidade de Pequim. Segundo ela, a principal diferença não está na estrutura, mas na mentalidade. Tanto é que o governo chinês investe apenas 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação — menos do que os 4,7% do PIB que o Brasil investiu em 2010 e do que os 6% recomendados pela Unesco. “Se você se esforçar, tudo consegue. É esse o raciocínio.”
Essa filosofia causou grande polêmica em janeiro, nos Estados Unidos, quando a professora de direito da escola de direito de Yale e filha de chineses, Amy Chua, publicou no The Wall Street Journal um artigo que explicava “por que as mães chinesas são superiores”. O texto, primeiro capítulo de seu livro Battle Hymn of the Tiger Mother (O Hino de Batalha das Mães Tigres, sem edição brasileira), dizia que o pulso firme das mulheres chinesas tornava seus filhos mais competentes. Por isso Amy conta com naturalidade o dia em que rejeitou um cartão de aniversário de uma das suas filhas por não estar bom o suficiente. A garota, então com seis anos, teve que refazer. Absurdo? Para Amy, é parte de um endurecimento da personalidade. A excessiva preocupação dos pais ocidentais com a psicologia das crianças, diz ela, é que atrapalha a formação de caráter.
Como era de se esperar, o artigo repercutiu pelo mundo afora e serviu para trazer à tona uma discussão: seria essa severidade o segredo para uma educação de qualidade em tão pouco tempo? Galileu desbravou as características das salas e dos lares da China para tentar responder.  E mostra como funciona a dura rotina educacional naquele país.

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– Fidel Castro e o espanto / encanto com a Web

Fidel Castro, que se foi há pouco tempo, descobriu a Internet somente em 2010. E quando o fez, disse:

Estamos diante da arma mais poderosa que já existiu: a comunicação”.

Para a maioria dos cidadãos do mundo desenvolvido (e dos países em desenvolvimento também), isso é uma realidade. E para que a comunicação seja sempre plena, deve existir liberdade de expressão e democracia (coisas que não existem em Cuba, na China ou Coréia do Norte).

Deve ser por tal motivo o “pé atrás” de Fidel? Permitir comunicação sem censura seria sinônimo da queda da ditadura em Havana?

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– A Nova Prioridade do Planeta China: banheiros para todos!

Um dos péssimos hábitos da atual e moderna China é o antigo costume de urinar em público.

Está apertado? Ache um cantinho e…

Pois é. Para acabar com esse constrangimento das autoridades, o Governo Chinês investirá R$ 10 bilhões de reais para construir banheiros públicos no país.

Abaixo, os planos ambiciosos das autoridades,

Extraído de: http://epoca.globo.com/mundo/noticia/2018/01/china-elegeu-reformar-e-modernizar-os-banheiros-sua-prioridade-na-nova-era.html

A CHINA ELEGEU REFORMAR E MODERNIZAR OS BANHEIROS SUA PRIORIDADE NA NOVA ERA

Por Vivian Oswald, de Pequim

A vendedora da pequena e charmosa butique vizinha a um dos banheiros públicos de Dashilan – um descolado hutong, como são chamados os bairros das tradicionais casas chinesas, da capital – se queixava do cheiro forte do vizinho com quem divide parede. Dizia que o odor afastava a clientela. Não mais. O banheiro foi reformado e já não incomoda. Este e tantos outros passaram por mudanças significativas para agradar turistas chineses e estrangeiros. Muitos ganharam novo visual e vasos sanitários que só faltam falar – e vão para o lugar daquelas precárias louças encaixadas no chão.

A China elegeu suas prioridades. Ao se preparar para entrar na Nova Era, anunciada em outubro passado pelo presidente Xi Jinping durante o 19º Congresso do Partido Comunista, o país escolheu dar início a uma nova revolução: a dos banheiros. “A China precisa de melhoras nos seus banheiros para construir uma sociedade civilizada e incrementar os padrões de higiene do povo”, pregou o líder chinês, prestes a iniciar seu segundo mandato agora em março.

Xi pediu aos membros do partido que continuem a modernizar os banheiros turísticos ao mesmo tempo em que expandem o projeto para o resto do país, sobretudo para as áreas rurais e regiões mais remotas. Em suas visitas às áreas rurais, o mandatário faz questão de saber se a população usa esses banheiros, que nada mais são do que um buraco no chão, sem sistema de água, nem esgoto. Nos hutongs, mesmo nos grandes centros urbanos, os banheiros públicos são as únicas opções para os moradores das casas, que, em geral, não têm um sanitário exclusivo para atender a família. Não raro, veem-se chineses passando de pijama à noite, ou bem cedo, com cara de aperto, pelas ruelas.

A revolução do Xi(xi) começou com uma campanha lançada em 2015 pelo Escritório de Turismo para melhorar as condições dos banheiros públicos nas áreas mais turísticas. Estabeleceu-se, então, uma meta de construção e renovação de 57 mil banheiros de turismo para o período de três anos. Como quase tudo na China, o objetivo foi cumprido antes do prazo. Ao todo, foram construídos e renovados 68 mil banheiros, quase 20% a mais do que o previsto, segundo dados atualizados em outubro passado. Agora, eles acabam de anunciar a nova meta para o próximo triênio. De 2018 a 2020, serão pelo menos 64 mil banheiros de turismo, dos quais, no mínimo, 47 mil novos e 17 mil renovados.

A tal revolução dos banheiros já teria custado mais de US$ 150 milhões. O foco agora vai para o interior, sobretudo nas zonas rurais, no centro e leste do país. Está sendo criado um regime de avaliação e fiscalização da sociedade. Uma pesquisa mostra que 80% dos turistas chineses se disseram satisfeitos com a melhora dos banheiros. Não é para menos. Mesmo em Pequim, as condições de alguns dos milhares de banheiros públicos que existem pela cidade chocavam os estrangeiros. Os chineses não se constrangem com o velho hábito de usar o espaço público como banheiro. No interior da China, por exemplo, na região autônoma de Ningxia, muitos camponeses nem sequer têm banheiro dentro de casa. Alguns têm de usar latrinas cavadas na terra ao lado da casa ou caminhar até 500 metros para encontrar um banheiro público.

De acordo com dados da Fundação Bem-Estar Público Yu Ting, cerca de 80% das áreas rurais de Xinjiang e do Tibete têm uma situação considerada severa. A entidade, primeira organização não governamental a cuidar exclusivamente do tema dos banheiros, foi criada pelo milionário Qian Jun. Nascido em Kunshan, na província de Jiangsu, a mais densamente povoada da China, ele decidiu largar o império que construiu nos setores de logística, finanças e alimentação para dedicar-se à filantropia depois que descobriu um câncer em 2011, quando tinha 34 anos. De lá para cá, Gian Jun já gastou cerca de US$ 3 milhões com banheiros e, por isso, passou a ser conhecido como “Zé Banheiro”. A ideia deste empreendedor não é apenas reformar os sanitários, mas mudar a cultura das pessoas. Isso pode até virar um bom negócio. Alguns modelos começam a ter marca registrada e a ser vendidos para empresas e governos de províncias interessados em conduzir as suas reformas.

Em um país diverso como a China, até o design de banheiros precisa ser discutido com atenção. Isso porque nas áreas remotas do Tibete, por exemplo, é preciso levar em conta as caraterísticas das vestes usadas pela população, com uma das mangas muito mais longa do que a outra. Além de tocar projetos para a construção de banheiros sustentáveis em universidades e sanitários dignos no interior do país, ele quer que a Universidade Tsinghua, uma das mais prestigiosas da capital, inclua no seu currículo uma nova “especialização em banheiros”, que poderia estar vinculada à Faculdade de Meio Ambiente ou à de Direito.

Ainda no final de 2015, o Ministério de Habitação da China fechou um acordo de cooperação com a província de Ningxia, que se tornou um projeto experimental da revolução dos banheiros na zona rural. A província estabeleceu pontos experimentais em 22 cidades. Na cidade de Qingtongxia, foram renovados 1.300 banheiros nos últimos três anos. Diante dos bons resultados, a província acaba de anunciar uma meta de renovar os banheiros usados por 300 mil famílias até 2020. Nas cidades grandes, alguns terão até luxos que não se costuma ver em banheiros mundo afora, como carregadores de celular, Wi-Fi, ar-condicionado, aquecimento, máquina de água e sucos e tal. O fato é que, como tudo na China, o movimento tem tomado proporção tamanha que acaba de ser lançado um aplicativo de banheiros para a população. Tem sido chamado de “o Uber dos banheiros”. Ali, o usuário tem acesso a cerca de 330 mil sanitários disponíveis à sua volta em toda a China, numa área chamada “nuvem nacional do banheiro público”, com as informações sobre as facilidades e horários de funcionamento.

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VIDA PRIVADA – O plano prevê 64 mil novos banheiros para uma população de 1,4 bilhão de pessoas (Foto: divulgação)

– A Censura Chinesa e o Ocidente nada faz!

Para fazer negócios com a China, grandes empresas de comunicação aceitam “numa boa” a censura imposta pelo governo ditador.

Palavras como “Democracia”, “Direitos Humanos” e outras que remetam à Liberdade de Expressão são simplesmente banidas. Apple e Google obedecem as ordens de Pequim. Facebook e Twitter são proibidos de atuarem por lá.

Nesta semana, mais um caso de proibição, abaixo, extraído de: http://istoe.com.br/a-censura-chinesa/

A CENSURA CHINESA

Depois de bloquear acesso a redes sociais, governo de Xi Jinping exige que a Apple remova de sua loja no país o aplicativo do jornal “The New York Times”

No país mais populoso do planeta, os cidadãos são proibidos de acessar redes sociais como Facebook e Twitter. Nem mesmo pesquisas na internet pelo Google são toleradas. Há duas semanas, os chineses foram surpreendidos com mais uma forma de censura: o aplicativo que permitia acessar as notícias do jornal “The New York Times” por meio do sistema iOS também foi banido. O site do jornal americano já havia sido bloqueado na China em 2012, após a publicação de um artigo que detalhava a fortuna do ex-primeiro ministro Wen Jiabao e sua família. A pedido do governo do presidente Xi Jinping, a Apple, fabricante do iPhone e do iPad, removeu o aplicativo de sua loja no país.

Em junho, a agência de administração do ciberespaço da China baniu aplicativos que possam “publicar ou divulgar informações proibidas”. As restrições incluem “participar de atividades que coloquem em risco a segurança nacional, interrompam a ordem social ou violem os interesses e direitos legítimos de outros”. É difícil imaginar de que forma o “The New York Times” viola essas normas.

Curiosamente, ao acatar o pedido do PC chinês a Apple vai contra a liberdade que sempre pregou. No ano passado, a empresa recusou um pedido do governo dos Estados Unidos para desbloquear o iPhone de um suspeito de terrorismo. Na época, Tim Cook, o sucessor de Steve Jobs, disse que seria um precedente perigoso, “que ameaça as liberdades civis.”

RETROCESSO
A mudança de postura tem explicação econômica. A China é o terceiro maior mercado da Apple, com uma receita de US$ 8,8 bilhões apenas no quarto trimestre do ano passado. A maior concorrência de rivais domésticos, contudo, tem feito as vendas caírem. O faturamento recuou 30% em 2016. Tim Cook visitou a China algumas vezes no ano passado para tentar recuperar os clientes perdidos.

Para o governo chinês, todos os sites estrangeiros vistos como uma ameaça ao Partido Comunista são automaticamente afastados do alcance dos cidadãos. Wikipédia, Youtube, Instagram e até o Linkedin entram na lista de sites proibidos no país.

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– Triste Harbin Poluída

Cubatão sempre foi famosa pela poluição. Mas nada se compara a Harbin, cidade chinesa que quebrou um recorde: a de mais poluída da história!

Veja esse índice de medição do ar na cidade: 1000 microgramas de partículas PM 2,5/m3. O limite máximo aceitável pela OMS é de 25…

Como viver num lugar assim? E Harbin é um local bem frequentado pelos turistas, já que lá acontecem eventos de construção de obras em gelo (como o da foto abaixo).

Aliás, já reparam que China e Índia constantemente aparecem de maneira cinzenta, escura e sem céu azul?

Abra o olho, Planeta Terra!

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– Capriche na Mira para não ser Multado!

Se a moda pega… Na China, quem for ao banheiro e errar o xixi no mictório pagará multa equivalente a R$ 38,00!

Extraído de Revista Época, 21/08 pg 16

A ORDEM É CAPRICHAR NA MIRA

Sujou. Fiscais na cidade de Shenjen, no sul da China, passarão a multar em 100 yuan (R$ 38) os usuários de banheiros públicos masculinos que urinarem fora do mictório. O governo criou a lei para conter o que chamou de “uso grosseiro de um banheiro público” – parece que a coisa andava feia em Shenjen. A nova lei foi motivo de intenso debate em jornais locais e na versão chinesa do Twitter, o Weibo. A medida, que começará a valer em setembro, impõe alguns desafios para os homens da lei. Não se sabe que quantidade de urina precisa respingar fora do mictório para ser considerada uma infração. Uma gota já vale? Críticos afirmam que serão necessários inspetores em cada banheiro para cumprir a lei. Com os olhos bem abertos.

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– A China está contratando até… esotérico do Brasil!

Está pensando que apenas jogador de futebol é alvo dos investidores chineses?

Que nada!

A Fundação Cacique Cobra Coral (aquela entidade esotérica brasileira que promete controlar as condições climáticas em qualquer parte do mundo) que, pasmem, tem contrato com diversos órgãos federais e estaduais para fazer chover (ou não chover) em determinados lugares (como não atrapalhar o Carnaval, formar trombas d’água em hidrelétricas, garantir o tempo seco no GP de Fórmula 1), está sendo contratada por uma proposta irrecusável para prestar serviços na China.

Pois é: segundo a Coluna de Ricardo Boechat na Revista Isto é, a médium Adelaide Scritori, que diz incorporar o espírito do cacique Cobra Coral, os chineses pagarão 1 milhão de dólares mensais (livre de outros despesas) para que o Além ajude a reduzir a poluição nas principais cidades, como Shangai e Pequim.

É mole?

Não acredito, mas tenho que respeitar quem ganha 1 milhão / mês…

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– A China fugindo da China?

Sabemos que as empresas produzem na China devido à mão de obra barata. Até pouco tempo, essa m.d.o. era realmente baratíssima! Mas com a globalização, inclusão social, críticas dos Direitos Humanos, o salário mínimo por lá aumentou e está em R$ 766,00; e para os chineses, isso custa caro.

Veja só: leio na Revista Superinteressante deste mês que, devido a esse custo maior, cerca de “2.500 empresas chinesas já estão instaladas na África, em países como Nigéria, África do Sul, Zâmbia, Gana e Etiópia, onde os salários são bem pequenos. Na Etiópia, por exemplo, um operário ganha de US$ 30 a US$ 50 por mês. Eles produzem calçados, roupas, material de construção, eletrodomésticos e até automóveis. É possível que, ao comprar alguma coisa bem barata, vejamos cada vez menos a inscrição ‘Made in China’ e cada vez mais ‘Made in Africa’.”

Os chineses acabarão por dominar o mundo, superando os americanos?

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– A fortuna e o amor de Tevez

Carlitos Tevez um dia fez juras de amor ao Corinthians. Depois abandonou o Timão. Fez a mesma coisa com o West Ham, Manchester United e Juventus, voltando às suas origens no Forte Apache (a favela onde nasceu em Buenos Aires). Retornando ao Boca Jrs, passou razoavelmente pelo Bombonera e agora jogará no Shanghai Shenhua.

Seu salário na China?

Cento e dez mil euros por dia!

Cá entre nós, parte 1: é confiável fazer negócio com chinês? Tudo bem que eles têm muito dinheiro, mas dá para desconfiar que seja uma tremenda lavagem de dinheiro…

Cá entre nós, parte 2: o atleta é profissional, joga onde quiser, mas… é complicado dizer que ama o time e abandoná-lo. Melhor não dizer nada!

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– De onde vem tanta grana para oferecer a Lionel Messi?

O time chinês do Hebei Fortune, segundo a imprensa de lá, vai oferecer um contrato para Lionel Messi trocar o Barcelona por R$ 1,75 bilhão por 5 anos!

Se facilitar a conta, isso dá 1 milhão de reais por dia. Uau!!!

Não me conformo com os valores do futebol chinês. É sabido que eles estão investindo pesado por lá, mas tal montante é escandaloso.

Dinheiro honesto, respeitosamente, não é! Como um time de futebol pode oferecer algo assim?

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– A Misteriosa Base Espacial Chinesa na Argentina

Neuquén, na Argentina, é a base onde está sendo construída em meio ao frio da Patagônia a mais nova Estação Espacial Chinesa, dentro do ambicioso projeto de conquistar a Lua e Marte.

Quem chegará 1o ao Planeta Vermelho: os EUA ou a China?

O certo é que: os chineses vêm dominando a indústria e o planeta. E agora o espaço também?

O mais interessante é: muitos questionam os motivos da escolha da Argentina e os verdadeiros interesses.

Veja que curioso, extraído da BBC.com:

A MISTERIOSA BASE QUE A CHINA ESTÁ CONSTRUINDO NA PATAGÔNIA ARGENTINA

Protagonizado pela China, o mais novo capítulo da corrida espacial internacional se desenrola em um dos pontos mais remotos da América do Sul: a Patagônia argentina.

Depois de um polêmico acordo com o país sul-americano, o gigante asiático está construindo sua terceira e “mais moderna estação interplanetária e a primeira fora de seu próprio território” em Paraje de Quintuco, na província de Neuquén, no coração da região.

A base é parte do Programa Nacional da China de Exploração da Lua e Marte.

A chamada “Estação Espacial Distante” deve começar a operar no final de 2016, de acordo com o cronograma oficial.

Mas a instalação da base, que inclui uma poderosa antena de 35 metros para pesquisas do “espaço profundo”, está cercada de polêmica, mistério e suspeitas.

O principal questionamento está relacionado a seu possível uso militar e à existência de cláusulas secretas no contrato bilateral que permitiu sua construção.

As autoridades espaciais argentinas desmentiram à BBC Mundo que tais cláusulas existam. No entanto, o novo presidente do país, Mauricio Macri, havia prometido revelá-las.

Como é possível que não haja cláusulas secretas se o presidente prometeu revelá-las?

“Não sei quem informou ao presidente que existem anexos secretos, porque eles não existem. Isto é uma grande falácia”, afirmou Félix Menicocci, secretário-geral da Comissão Nacional Aeroespacial (Conae) da Argentina, à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Mas a existência dos anexos secretos é considerada fato não apenas pelo presidente Macri como também por analistas e jornalistas que investigaram o assunto, além de dirigentes loca

egundo o jornalista do La Nación Martin Dinatale, o inquietante, nesse caso, é que “a base depende do Exército Popular chinês, diferentemente de uma estação espacial parecida construída por intermédio de acordos com a União Europeia na província de Mendoza, mais ao norte, cuja contraparte é uma entidade civil”.

O analista político Rosendo Fraga, diretor da consultoria Nueva Mayoría, afirma que “para a China, o satélite é do Exército, não importa o uso que se dá a ele. E o uso militar desta informação, se existe, é incontrolável”.

No entanto, a mera possibilidade de um uso militar já é rejeitada pelo funcionário da Conae.

Félix Menicocci mostrou à BBC Mundo uma Carta de Compromisso de 20 de fevereiro de 2014, pela qual a empresa estatal chinesa Lançamento de Segurança e Controle de Satélites (CLTC) afirma que os objetivos da estação espacial são “totalmente civis e ela não será operada por pessoal militar”.

A polêmica é que estes “fins pacíficos” não estão especificados no acordo original das duas entidades espaciais, firmado no ano de 2012.

Neste acordo também se nega o uso militar das instalações, além de incluir um artigo de confidencialidade de equipes, atividades e programas.

“Por que Quintuco, no coração da Patagônia e não a Groenlândia? Há alguma razão para essa localização? Infelizmente a base continua cheia de perguntas”, disse Horacio Quiroga, prefeito de Neuquén, uma das vozes críticas desde o início do projeto.

“Foi escolhido este lugar desértico de Neuquén porque era necessário um local plano em um território parecido a uma bacia, com relevo montanhoso ao redor, que sirva para bloquear qualquer interferência”, disse Menicocci, justificando a localização da estação espacial em uma área de 200 hectares e com uma zona de exclusão de frequências de rádio de cerca de cem quilômetros, segundo estabelecem os acordos.

“Precisa ser um lugar com comunicações com rotas e fibra ótica, mas também isolado”, acrescentou.

Outro ponto polêmico é que os convênios bilaterais estabelecem um comodato ou cessão dos terrenos e isenções impositivas durante 50 anos para as “instalações de rastreamento terrestre, comando e aquisição de dados”, cujo custo inicial é de cerca de US$ 50 milhões (R$ 180 milhões).

Quiroga afirma que, a partir destes pontos do acordo, pode-se concluir que os chineses estarão ali por “pelo menos 50 anos”.

“Dentro da base, no meu entendimento, não é a lei argentina que governa. De fato, é um lugar que é praticamente território chinês”, disse.

LUA

A BBC Mundo perguntou ao funcionário aeroespacial argentino a razão de a China querer ir à Lua quando a maioria dos outros países parece fazer planos para Marte.

Menicocci explicou que os chineses foram os últimos a entrar na corrida espacial. Por isso, antes de tudo, precisam provar sua tecnologia e, em uma primeira fase, chegar à Lua.

Afirmam que estão interessados em obter na Lua o hélio 3, um combustível que serviria para continuar seus projetos para chegar até Marte. Mas não com viagens tripuladas, apenas missões robóticas, acrescentou Menicocci.

E, no que diz respeito à grande antena, Menicocci afirma que seu uso não é militar.

“Não serve para o uso militar, para seguir um míssil ou outro tipo de artefato militar. Além disso, temos equipamento para detectar transmissões não autorizadas”, afirmou.

Neste ponto o jornalista Dinatale lembra que os “especialistas advertem que a antena pode ter um uso duplo, que visa a Lua ou o espaço, mas também interceptar satélites e eventualmente enviar informação vinculada com dados sensíveis de outros países”.

E este fato gerou preocupações de adidos militares que levaram seus temores à chancelaria argentina.

TENSÕES

A questão da misteriosa base espacial chinesa na Patagônia é apenas um dos temas delicados que causam impacto na relação bilateral Argentina-China e tem o epicentro na Patagônia.

A esta pauta diplomática acaba se de juntar a questão do afundamento de um pesqueiro de bandeira chinesa, algo que levou Pequim a expressar “preocupação” mediante uma queixa formal.

“O comunicado implica uma escalada na tensão bilateral”, afirmou o analista Rosendo Fraga.

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– Um pitaco sobre Luxemburgo e Felipão

Dois contrastes na China: Vanderlei Luxemburgo foi um fiasco na 2a divisão de lá, demitido e criticado. Luís Felipe Scolari é ganhador, idolatrado e elogiado.

Quando voltou ao Brasil, Luxa “soltou os cachorros”! Desandou a falar mal dos chineses, de boicote do elenco e de manipulação de resultados. Felipão não gostou e retrucou.

Apenas um pitaco: dos dois treinadores (que me parecem estar desatualizados, mesmo respeitando o glorioso histórico de conquistas de ambos), fico com Felipão! Nunca vi Luxemburgo aceitar uma crítica ou deixar de tergiversar.

Parece-me mais chororô de mais um mal trabalho, como tem sido constante na vida de Vanderlei. Onde está o estrategista da década de 90?

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– A maior ponte de vidro do mundo!

Uma maravilha da engenharia: com 300 metros de altura e quase 0,5 km de extensão, ao custo de R$ 3,4 bilhões de dólares, a China inaugura a maior ponte de vidro do mundo!

Extraído de: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/45001/na+terra+natal+de+mao+tse-tung+china+inaugura+mais+alta+e+longa+ponte+de+vidro+do+mundo.shtml?cmpid=tw-uolnot

CHINA INAUGURA MAIS ALTA E LONGA PONTE DE VIDRO DO MUNDO

A China abriu neste sábado (20/08) ao público a mais alta e longa ponte de vidro do mundo, que tem 430 metros de extensão e está localizada a 300 metros de altura, no espetacular parque natural de Zhangjiajie, local que inspirou as Montanhas Aleluia do filme Avatar.

Projetada pelo arquiteto israelense Haim Dotan, a ponte de seis metros de largura une dois lados da montanha Tianmen (“Porta do Céu”) através de 99 painéis com três camadas de vidro, e está preparada para que sobre ela circulem até 800 pessoas ao mesmo tempo.

Os construtores testaram sua resistência recentemente, a partir da circulação de um caminhão de duas toneladas, e inclusive pediram que várias pessoas batessem no chão da ponte com martelos a toda a força possível, também a fim de mostrar sua resistência.

A obra, que custou 22,5 bilhões de iuanes (cerca de 3,4 US$ bilhões), terminou em maio, cinco meses depois do que o previsto devido às intensas chuvas na região.

Com esta ponte, a província central de Hunan, muito visitada por turistas chineses por ser a terra natal de Mao Tsé-tung, procura com este projeto aumentar o número de viajantes a uma de seus maiores joias naturais, o parque de Zhangjiajie.

A bela mistura de relevos cársticos -mais de 3 mil colunas arenosas o povoam- com a vegetação das florestas subtropicais mereceu ser declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1992 e inspirou James Cameron para idealizar as montanhas que no filme “Avatar” têm idêntico aspecto, embora nesse caso flutuem nas nuvens desafiando as leis da física.

Caminhar pela ponte transparente pode ser a forma mais parecida de “flutuar” sobre essas montanhas, uma experiência não apta para pessoas com vertigem.

A ponte de Zhangjiajie não é a primeira estrutura de vidro da China, onde este tipo de atração é muito popular.

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– China e seus Projetos no Futebol

O Dr José Renato Nalini, nosso conterrâneo jundiaiense e atual Secretário de Educação do Estado de São Paulo, contou em sua coluna dominical no Jornal de Jundiaí sobre seu bate-papo informal com o vice ministro chinês Liu Yandong, que veio prestigiar a Rio 2016.

Após falarem da iniciativa de ensino do mandarim em escolas públicas, o representante da China contou algumas coisas importantes: a meta do país asiático é continuar crescendo 6,5% ao ano, gerando assim 60 milhões de novos empregos anuais, e, fora da economia, querem ser a maior potência do futebol. Para isso, está em curso a primeira de três etapas:

1 – Transformar o futebol como o esporte número 1 jogado e assistido pela população (100 mil novos campos estão sendo construídos para o ensino e prática, sendo metade deles em 5 anos);

2- Sediar uma Copa do Mundo (provavelmente, gastarão muitos sino-dólares para 2026);

3- Vencer um Mundial da FIFA.

E qual a maior referência do futebol aos chineses?

Segundo o premier, ainda é… Pelé! Uma lenda viva que povoa o imaginário dos chineses (à frente de Messi, inclusive para os jovens).

Será que a China alcançará o objetivo de vencer uma Copa? Sediar, sem dúvida, o fará.

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– Quando as marcas não são mais respeitadas pelas empresas!

Sempre reclamei de alguns métodos da China para a criação e produção de produtos. Agora, mais um exemplo: um fabricante de capinhas para telefones celulares chamado Xintong Tiandi registrou, junto as autoridades de marcas e patentes chinesas, o nome iPhone!

Todos sabemos que iPhone é um produto da americana Apple, mas lá na China também será sinônimo de capinhas de couro.

Pode?

O chinês justificou que:

A marca iPhone pode florescer longe da Apple”.

Ué? É como querer desvencilhar o carro Fusca da Volkswagen, o Prestobarba da Gillette e o Big Mac do McDonald’s.

Se a moda pega…

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