– O Sistema 996 resiste na China e explica muita coisa…

Antes da paralisação do planeta pelo Coronavírus, uma discussão na China era: o sistema 996 de trabalho! Relembrando:

Leio que o sistema de trabalho conhecido pelo nome de “996” (significa: trabalhar das 9h da manhã às 9 h da noite, por 6 dias da semana), praticado na China e condenado mundo afora, continua em alta por lá. Ao menos, entre os empreendedores chineses privados neste novo momento do país.

Criticado pelo desrespeito aos Direitos Humanos, pela Ditadura Comunista do Partido Único, de exploração trabalhista e de outras tantas coisas, o Ocidente Capitalista fecha os olhos por conta dos sino-dólares e pela compra de produtos baratos, à custa da mão-de-obra contestada pela extenuante cobrança.

Devido a isso, uma divisão da Microsoft, o Github, criou um projeto de compartilhamento de depoimentos com pessoas que sofrem com as péssimas condições de trabalho. E sabe, qual a motivação? A declaração do presidente do gigante global de e-commerce Alibaba, Jack Ma, que se referiu ao “996” como “uma ‘grande benção’ para os jovens da China”.

Veja sua declaração no Estadão – link em: https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,fundador-da-alibaba-diz-que-jornada-de-trabalho-de-12-horas-e-grande-bencao-para-jovens,70002789022

996.iCU惊动Python之父:我们能为中国的“996”程序员做什么? - 知乎

– Quem quer levar jogadores do campeão chinês? O São Paulo, parece que sim.

O Jiangsu FC, atual campeão chinês, deixou de existir. Fundado em 1958, profissionalizado em 1994, foi comprado pelo grupo Suning em 2015. É nele que jogavam o zagueiro Miranda e o ítalo-brasileiro Éder (ex- Seleção Italiana) – o primeiro confirmado pelo SPFC, o segundo a confirmar. Como o clube fechou as portas, ambos tiveram “passe livre”.

Não é um mistério o futebol chinês? Propostas irrecusáveis com salários incomparáveis aos da Europa. Nível técnico, logicamente, muito baixo. Mas “gastos e gastos e gastos” que em nada se justificam.

Lembram de Conca, que chegou a ter o 4o salário mais bem pago do mundo por lá? Oscar, ex-São Paulo, abandonou a Premier League para ganhar uma fortuna lá. E Hulk, que recebia aproximadamente 9 milhões de reais por mês?

Zhang Jindong, o proprietário do Suning, é dono da Internazionale de Milão (adquiriu o clube de Massimo Moratti), e apesar dos bons resultados em campo, deve vender o clube também. Lembrando que Suning é uma espécie de “Casas Bahia da China”, maior varejista de eletrodomésticos e eletrônicos fora do controle governamental do país.

O plantel desfeito do Jiangsu, segundo o Transfermarket, aqui: https://www.transfermarkt.com.br/jiangsu-guoxin-sainty/kader/verein/22219

Grupo Suning compra 70% do Inter de Milão (3)

– A Nova Prioridade do Planeta China: banheiros para todos!

Um dos péssimos hábitos da atual e moderna China é o antigo costume de urinar em público.

Está apertado? Ache um cantinho e…

Pois é. Para acabar com esse constrangimento das autoridades, o Governo Chinês investirá R$ 10 bilhões para construir banheiros públicos no país.

Abaixo, os planos ambiciosos das autoridades,

Extraído de: http://epoca.globo.com/mundo/noticia/2018/01/china-elegeu-reformar-e-modernizar-os-banheiros-sua-prioridade-na-nova-era.html

A CHINA ELEGEU REFORMAR E MODERNIZAR OS BANHEIROS SUA PRIORIDADE NA NOVA ERA

Por Vivian Oswald, de Pequim

A vendedora da pequena e charmosa butique vizinha a um dos banheiros públicos de Dashilan – um descolado hutong, como são chamados os bairros das tradicionais casas chinesas, da capital – se queixava do cheiro forte do vizinho com quem divide parede. Dizia que o odor afastava a clientela. Não mais. O banheiro foi reformado e já não incomoda. Este e tantos outros passaram por mudanças significativas para agradar turistas chineses e estrangeiros. Muitos ganharam novo visual e vasos sanitários que só faltam falar – e vão para o lugar daquelas precárias louças encaixadas no chão.

A China elegeu suas prioridades. Ao se preparar para entrar na Nova Era, anunciada em outubro passado pelo presidente Xi Jinping durante o 19º Congresso do Partido Comunista, o país escolheu dar início a uma nova revolução: a dos banheiros. “A China precisa de melhoras nos seus banheiros para construir uma sociedade civilizada e incrementar os padrões de higiene do povo”, pregou o líder chinês, prestes a iniciar seu segundo mandato agora em março.

Xi pediu aos membros do partido que continuem a modernizar os banheiros turísticos ao mesmo tempo em que expandem o projeto para o resto do país, sobretudo para as áreas rurais e regiões mais remotas. Em suas visitas às áreas rurais, o mandatário faz questão de saber se a população usa esses banheiros, que nada mais são do que um buraco no chão, sem sistema de água, nem esgoto. Nos hutongs, mesmo nos grandes centros urbanos, os banheiros públicos são as únicas opções para os moradores das casas, que, em geral, não têm um sanitário exclusivo para atender a família. Não raro, veem-se chineses passando de pijama à noite, ou bem cedo, com cara de aperto, pelas ruelas.

A revolução do Xi(xi) começou com uma campanha lançada em 2015 pelo Escritório de Turismo para melhorar as condições dos banheiros públicos nas áreas mais turísticas. Estabeleceu-se, então, uma meta de construção e renovação de 57 mil banheiros de turismo para o período de três anos. Como quase tudo na China, o objetivo foi cumprido antes do prazo. Ao todo, foram construídos e renovados 68 mil banheiros, quase 20% a mais do que o previsto, segundo dados atualizados em outubro passado. Agora, eles acabam de anunciar a nova meta para o próximo triênio. De 2018 a 2020, serão pelo menos 64 mil banheiros de turismo, dos quais, no mínimo, 47 mil novos e 17 mil renovados.

A tal revolução dos banheiros já teria custado mais de US$ 150 milhões. O foco agora vai para o interior, sobretudo nas zonas rurais, no centro e leste do país. Está sendo criado um regime de avaliação e fiscalização da sociedade. Uma pesquisa mostra que 80% dos turistas chineses se disseram satisfeitos com a melhora dos banheiros. Não é para menos. Mesmo em Pequim, as condições de alguns dos milhares de banheiros públicos que existem pela cidade chocavam os estrangeiros. Os chineses não se constrangem com o velho hábito de usar o espaço público como banheiro. No interior da China, por exemplo, na região autônoma de Ningxia, muitos camponeses nem sequer têm banheiro dentro de casa. Alguns têm de usar latrinas cavadas na terra ao lado da casa ou caminhar até 500 metros para encontrar um banheiro público.

De acordo com dados da Fundação Bem-Estar Público Yu Ting, cerca de 80% das áreas rurais de Xinjiang e do Tibete têm uma situação considerada severa. A entidade, primeira organização não governamental a cuidar exclusivamente do tema dos banheiros, foi criada pelo milionário Qian Jun. Nascido em Kunshan, na província de Jiangsu, a mais densamente povoada da China, ele decidiu largar o império que construiu nos setores de logística, finanças e alimentação para dedicar-se à filantropia depois que descobriu um câncer em 2011, quando tinha 34 anos. De lá para cá, Gian Jun já gastou cerca de US$ 3 milhões com banheiros e, por isso, passou a ser conhecido como “Zé Banheiro”. A ideia deste empreendedor não é apenas reformar os sanitários, mas mudar a cultura das pessoas. Isso pode até virar um bom negócio. Alguns modelos começam a ter marca registrada e a ser vendidos para empresas e governos de províncias interessados em conduzir as suas reformas.

Em um país diverso como a China, até o design de banheiros precisa ser discutido com atenção. Isso porque nas áreas remotas do Tibete, por exemplo, é preciso levar em conta as caraterísticas das vestes usadas pela população, com uma das mangas muito mais longa do que a outra. Além de tocar projetos para a construção de banheiros sustentáveis em universidades e sanitários dignos no interior do país, ele quer que a Universidade Tsinghua, uma das mais prestigiosas da capital, inclua no seu currículo uma nova “especialização em banheiros”, que poderia estar vinculada à Faculdade de Meio Ambiente ou à de Direito.

Ainda no final de 2015, o Ministério de Habitação da China fechou um acordo de cooperação com a província de Ningxia, que se tornou um projeto experimental da revolução dos banheiros na zona rural. A província estabeleceu pontos experimentais em 22 cidades. Na cidade de Qingtongxia, foram renovados 1.300 banheiros nos últimos três anos. Diante dos bons resultados, a província acaba de anunciar uma meta de renovar os banheiros usados por 300 mil famílias até 2020. Nas cidades grandes, alguns terão até luxos que não se costuma ver em banheiros mundo afora, como carregadores de celular, Wi-Fi, ar-condicionado, aquecimento, máquina de água e sucos e tal. O fato é que, como tudo na China, o movimento tem tomado proporção tamanha que acaba de ser lançado um aplicativo de banheiros para a população. Tem sido chamado de “o Uber dos banheiros”. Ali, o usuário tem acesso a cerca de 330 mil sanitários disponíveis à sua volta em toda a China, numa área chamada “nuvem nacional do banheiro público”, com as informações sobre as facilidades e horários de funcionamento.

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VIDA PRIVADA – O plano prevê 64 mil novos banheiros para uma população de 1,4 bilhão de pessoas (Foto: divulgação)

– O rigor da ditadura chinesa para quem a contraria:

Três casos emblemáticos:

1. O empreendedor Jack Ma, o homem mais rico da China e dono da Alibaba, ousou criticar o Governo de Pequim. E está sumido há dois meses.

2. O bilionário Lin Qi, dono da empresa de games Yoozoo, morreu por envenenamento após acertar com a Netflix uma parceria para uma série onde misturava ficcção científica, a vida de Mao Tsé-tung e a consolidação do Partido Comunista Chinês.

3. O banqueiro Lao Xiaomin, acusado de contestação ao sistema econômico chinês, foi preso e condenado à morte por Pequim acusado de corrupção e bigamia.

Esses exemplos mostram que o “Planeta China”, que detém ¼ da população mundial, não aceita críticas, desrespeita os Direitos Humanos (vide as censuras comuns de lá), tolhe a democracia e resolve “do seu jeito” quem for contra às regras do PCC.

A verdade é: se não fosse o poderio financeiro e bélico, as nações desenvolvidas já teriam sido muito mais rigorosas com seus negócios e tratativas com a China. Mas não são, justamente por serem reféns economicamente.

O que dói é: apaixonados pelo regime de Pequim no Brasil exaltam os feitos positivos e fecham os olhos para a ditadura. Complicado…

Jack Ma: Fundador da Alibaba não sumiu e só está "calado", diz TV

– A ditadura chinesa contra a informação necessária.

Não há como aplaudir a repressão. A jornalista que divulgou os primeiros casos de Covid-19 foi punida por prisão na China.

Compartilho de: https://olhardigital.com.br/2020/12/28/noticias/china-condena-jornalista-a-prisao-por-expor-crise-da-covid-19/

CHINA CONDENA JORNALISTA A PRISÃO POR EXPOR CRISE DA COVID

Nesta segunda-feira (28), a jornalista chinesa Zhang Zhan, de 37 anos, foi penalizada por exercer seu direito à liberdade de expressão. Ela foi condenada a uma pena de quatro anos de prisão, acusada de “induzir brigas e provocar confusão” por noticiar o surto de coronavírus no ano passado na cidade de Wuhan.

Zhang Zhan foi uma das jornalistas que fizeram relatos da pandemia sobre hospitais lotados de pessoas doentes e ruas vazias, contrastando com a versão oficial do governo, segundo noticiou a Reuters.

“Não entendo. Tudo que ela fez foi dizer algumas palavras verdadeiras, e por isso pegou quatro anos”, disse Shao Wenxia, a mãe de Zhang, que acompanhou o julgamento com o marido.

O advogado de Zhang, Ren Quanniu, afirmou à agência de notícias que deve apelar da decisão. “A senhorita Zhang acredita que está sendo perseguida por exercitar sua liberdade de expressão”, disse ele, antes do julgamento.

Críticos dizem que a China deliberadamente fez com que o julgamento de Zhang acontecesse durante as festas de fim de ano ocidentais para minimizar a atenção e a vigilância do Ocidente.

O escritório de direitos humanos das Nações Unidas pediu, em um tuíte, pela libertação de Zhang. “Levantamos o caso dela com as autoridades ao longo de 2020 como um exemplo da repressão excessiva à liberdade de expressão ligada à Covid-19 e continuamos a pedir sua libertação”, diz a publicação.

zhang zhan

– A desinformação atrapalha o Brasil! Sobre a Vacina Paulista:

Eu me assusto quando vejo pessoas humildes vivendo num mundo a parte por conta da ignorância, da enganação ou ainda vitimados pelas fakes news devido à sua ingenuidade.

A faxineira aqui de casa, durante o almoço (sentamos todos juntos à mesa) disse enquanto comentávamos o fato da Coronavac ser anunciada para janeiro (a vacina chinesa da Sinovac em parceria com o brasileiro Instituto Butantã, contra o Covid):

“- Tomar aquela vacina? Eu não! É veneno aquilo, um só que tomou morreu”.

Aí você tenta argumentar que a pessoa que morreu, foi porque se suicidou e o medicamento não tinha relação alguma. Insistindo ainda que a frase do presidente Bolsonaro (aquela que colocava em dúvida a medicação) foi fora da realidade e que existia mote político pela briga dele com o governador Dória, de nada adiantou… Mas tudo fica sem propósito, já que a moça já estava previamente convencida.

Eu não gosto da ditadura comunista da China, país que não respeita os Direitos Humanos. Mas se o medicamento estiver de acordo com as normas exigidas (e ninguém vai fazer a loucura de dar algo errado), qual o problema?

Se é para boicotar as coisas chinesas de verdade, joguemos tudo o que vem de lá fora!

Vacina chinesa contra covid-19 é segura e eficaz, aponta estudo

– Triste Harbin Poluída

Cubatão sempre foi famosa pela poluição. Mas nada se compara a Harbin, cidade chinesa que quebrou um recorde: a de mais poluída da história!

Veja esse índice de medição do ar na cidade: 1000 microgramas de partículas PM 2,5/m3 em 2018. O limite máximo aceitável pela OMS é de 25…

Como viver num lugar assim? E Harbin é um local bem frequentado pelos turistas, já que lá acontecem eventos de construção de obras em gelo (como o da foto abaixo).

Aliás, já reparam que China e Índia constantemente aparecem de maneira cinzenta, escura e sem céu azul?

Abra o olho, Planeta Terra!

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– As sementes misteriosas da China seriam Brushing?

O mundo é muito grande e cheio de falcatruas, não? O “da moda” é: o envio de sementes num saquinho vindo da China!

E o que é isso? Possivelmente brushingum golpe para vendedores melhorarem suas notas em sites de vendas pela Internet. Roubam dados, enviam alguma mercadoria para alguém e se auto-avaliam como bons vendedores. Como o produto deve ser leve para o picareta não pagar caro pelo frete, colocam sementes nos envelopes.

Abaixo, melhor detalhado, em: https://jovempan.com.br/noticias/brasil/sementes-da-china-fraude-chamada-brushing-pode-explicar-recebimento-de-pacotes-misteriosos.html

SEMENTES DA CHINA: BRUSHING?

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento registrou 181 denúncias de pessoas que receberam os pacotes; foram notificados casos em 17 estados brasileiros e no Distrito Federal

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) registrou, até esta quinta-feira, 1º, 181 denúncias de pessoas que receberam pacotes de sementes misteriosas vindas de países asiáticos, como a China, Malásia e Hong Kong. Segundo a pasta, foram notificados casos em 17 estados brasileiros e Distrito Federal. Os primeiros relatos no País foram publicados no início do mês de setembro. No dia 14, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) emitiu alerta oficial sobre o caso, mas a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) disse que há pessoas que afirmaram terem recebido pacotes suspeitos há mais de um ano. Além do Brasil, países como Canadá, Austrália e Estados Unidos também relataram o recebimento de sementes não solicitadas da China. De acordo com o Mapa, ainda não é possível apontar os riscos envolvidos. O material foi enviado para o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) de Goiânia para as análises técnicas. Segundo informações do órgão de defesa agropecuária americano (APHIS-USDA), o caso está sob investigação em conjunto com outras agências de segurança dos Estados Unidos. Até o momento, as evidências apontam para uma ação conhecida como brushing scam.

1. Como funciona a fraude?

De acordo com o especialista em Tecnologia, Inovação e Segurança Digital, Arthur Igreja, o tema surgiu em 2015, quando o Wall Street Journal abordou o assunto pela primeira vez. As grandes plataformas de vendas online, como Alibaba e AliExpress, utilizam a técnica para aumentar o seu ranqueamento, que funciona sob dois parâmetros: avaliação dos clientes (review) e o volume de vendas. Buscando aumentar as vendas, algumas plataformas começaram a enviar produtos para pessoas “fake”, ou eles mesmos comprarem as suas mercadorias. Outra estratégia é enviar um produto adicional, como se fosse um brinde para o cliente, com o objetivo de obter uma melhor avaliação. No entanto, no caso das sementes vindas da China, trata-se, muitas vezes, de consumidores que não pediram produtos. “Isso pode evidenciar um vazamento de dados, pois é possível conseguir endereço, nome completo e e-mail dos consumidores. Assim, estes recebem um pacote e a plataforma valida que foi realizada uma compra. A pessoa não denuncia e nem vai atrás e, como a empresa que enviou o produto tem os dados do remetente, ela cria uma conta no e-commerce e escreve uma avaliação em nome de quem recebeu o produto, mas não o solicitou. Olhando de fora, parece algo muito honesto: existe um pedido, um rastreador e um review que vai ranquear positivamente”, explica Igreja.

2 – Por que estão enviando sementes?

Estados Unidos e Brasil emitiram alertas que poderia se tratar de um ataque de biossegurança, já que as sementes eram geneticamente modificadas. Porém, segundo Arthur Igreja, a explicação é mais simples: sementes são baratas, leves, e quem recebe pode achar que se tratam de um brinde. De acordo com o Mapa, a entrada de sementes no Brasil só pode vir de fornecedores de países com os quais o ministério já tenha estabelecido os requisitos fitossanitários. O ministério, antes de autorizar a importação, realiza análise de risco de pragas para identificar quais poderiam ser introduzidas por aquelas sementes. A partir disso, ficam estabelecidas medidas fitossanitárias a serem cumpridas no país de origem para minimizar o risco de introdução de doenças no Brasil por meio da importação do material. Para evitar o risco fitossanitário, o Mapa atua no controle do e-commerce internacional com equipe dedicada a fiscalizar e impedir a entrada de produtos sem importação autorizada no país.

3 – As empresas podem ser responsabilizadas caso aconteça algo prejudicial?

Arthur Igreja afirma que as empresas e os países podem, sim, ser alvo de investigações. No entanto, segundo ele, até agora não existem punições mais contundentes em andamento para que as empresas se sintam amedrontadas a não fazer isso. O recebimento de produtos não solicitados já aconteceu outras vezes, como em julho de 2019, quando houve relatos de indivíduos recebendo pacotes que nunca pediram da empresa Amazon. Embora o recebimento dos produtos possa não indicar necessariamente um problema maior, eles podem, em alguns casos, indicar uma violação de dados. Por isso, os clientes que acreditam ter sido vítimas de brushing são aconselhados a notificar imediatamente a empresa, bem como alterar sua senha e possivelmente utilizar serviços de monitoramento de crédito. No caso das sementes da China, o Mapa reitera que, caso a pessoa não tenha feito compra on-line ou não reconheça o remetente, não utilize as sementes e leve o pacote para uma das unidades do Ministério em seu estado ou entre em contato por telefone relatando a situação.

4 – Porque os pacotes vêm todos da China?

Grande parte da manufatura global é chinesa. Outro fator importante é que a China, ao lado dos Estados Unidos, tem empresas grandes de tecnologia e portais de venda – como é o caso do Alibaba e AliExpress. Os pacotes, porém, também tem chegado de outros países asiáticos, como Malásia e Japão. A Embaixada da China em Brasília alertou nesta quinta sobre indícios de fraude verificados nos pacotes enviados ao Brasil pelos correios. Etiquetas nas embalagens continham erros, comunicou a embaixada. “Uma verificação preliminar constatou que as etiquetas de endereçamento apresentam indícios de fraude, com erros no código de rastreamento e em outros dados”, afirmou em nota oficial.

por Gabriel Zapella/Arquivo pessoal

– Polícia menstrual: o Costume que assusta em uma Ditadura

Leio a indicação para um livro da escritora chinesa Liija Zhang, intitulado “A garota da Fábrica de Mísseis”.

A autora, que também é jornalista, conta os tempos difíceis do Interior da China, trabalhando em fábricas do Governo, onde a Polícia Menstrual fiscalizava se as operárias não estavam grávidas.

Mundo cão, não? De certo, em algumas cidades de lá ainda existe isso…

Gaio Doria: O mito da ditadura na China - Vermelho

– O conflito China vs Hong Kong

Que confusão está ocorrendo entre Hong Kong e a China, não?

Hong Kong era uma cidade-estado pertencente ao Reino Unido, que cedeu à China a posse / tutela da região. Era evidente que o histórico lugar de vivência democrática e capitalista herdada pelos britânicos sofreria nas mãos do Estado controlador chinês.

O aeroporto local (8o mais movimentado do mundo) tem sido o palco de conflitos entre cidadãos que querem a manutenção da liberdade e a não interferência do Governo da China, que limita os Direitos Humanos.

A verdade é: toda essa confusão era prevista, e pela censura comum existente naquela região, nunca saberemos o que realmente está acontecendo.

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– Uma nova guerra fria, agora entre EUA e China?

No tempo da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, os Estados Unidos da América mantinham a relação de dualidade do mundo com ações iguais as de hoje:

  • A URSS fazia algo, os EUA faziam a mesma coisa de maneira mais ousada (como na corrida espacial). Os soviéticos apoiavam uma nação comunista X, os americanos apoiavam a nação capitalista Y. Mísseis russos em determinado país próximo, mísseis yankees idem.

Foi a Guerra Fria, que assustava o planeta. Agora, no século XXI, temos outra formação, a da China versus EUA, com novos elementos: cyberameaças e truculência política de ambos os lados.

Os Estados Unidos fecharam uma embaixada chinesa em seu território pois, segundo as autoridades, hackers de Pequim tentaram invadir e roubar dados de uma das vacinas contra o Coronavírus. Em contrapartida, chineses fecharam uma embaixada americana.

Vai ficar somente até esse “capítulo”, ou teremos mais outros?

O mundo não precisa mais de tanta tensão

– Percentuais de produtos Chineses no Mundo!

Puxa, consegui anotar os números mas não a referência bibliográfica. Assim mesmo, compartilho uma interessante matéria sobre o quanto a China produz: (obviamente, antes da pandemia)

25% dos cigarros do mundo;

40% das camisas do planeta;

50% de macarrão instantâneo;

55% dos computadores;

65% dos pares de calçados;

80% das câmeras digitais;

85% das bicicletas.

Muito significante, não? A força econômica desse país, com mão-de-obra baratíssima, assusta!

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– Eu não acredito em informações de ditaduras. E você?

Sou muito cético quando ouço teorias das conspirações. Aliás, elas existem aos milhares (ou milhões).

Não podemos ser ingênuos também em crer nas informações de ditaduras, nem nos auto-sabotarmos de que tudo é mentira. Porém, tenho muita descrença quando notícias e dados surgem por voz oficial de algumas nações como Venezuela, Cuba, Coreia do Norte e China (temo, logicamente, pela suposta tentativa de maquiagem de números do Brasil, visto o que está acontecendo nos dados sobre mortos do Covid-19).

Leio a matéria do parecer da China para a OMS, sobre suas atitudes urgentes no combate ao Novo Coronavírus. Será que são reais? Não teriam as autoridades do PC Chinês revelado o que sabiam somente quando perderam o controle da enfermidade? 

Leia e conclua, extraído de: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/06/07/china-diz-que-agiu-com-rapidez-e-transparencia-em-relacao-ao-coronavirus.htm

CHINA DIZ QUE AGIU COM RAPIDEZ E TRANSPARÊNCIA NA EPIDEMIA

Autoridades chinesas divulgaram um longo relatório hoje sobre a resposta do país à pandemia do novo coronavírus, defendendo as ações de seu governo e dizendo que a China forneceu informações de maneira oportuna e transparente.

O relatório diz que a China “não perdeu tempo” em compartilhar informações como a sequência do genoma do novo vírus com a Organização Mundial da Saúde (OMS), bem como com os países e organizações regionais relevantes.

Uma investigação da Associated Press descobriu que os laboratórios do governo estavam segurando o mapa genético do vírus por mais de uma semana em janeiro, atrasando sua identificação em um outro país e o compartilhamento de informações necessárias para desenvolver testes, medicamentos e uma vacina.

O presidente da Comissão Nacional de Saúde, Ma Xiaowei, não abordou as descobertas específicas no relatório da AP, mas disse que este alegado atraso “contraria seriamente os fatos”.

Ele acrescentou que havia muitas incógnitas na fase inicial do surto e que levou tempo para reunir evidências e descobrir as características do novo vírus.

“O governo chinês não atrasou ou encobriu nada”, disse ele. “Em vez disso, relatamos imediatamente dados de vírus e informações relevantes sobre a epidemia à comunidade internacional e fizemos uma importante contribuição para a prevenção e controle da epidemia em todo o mundo.”

Ele assinalou uma série de ações do governo a partir de uma linha do tempo detalhada no relatório do governo. A linha do tempo diz que a China começou a atualizar a OMS regularmente em 3 de janeiro e que o chefe do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China informou o chefe do CDC dos EUA em 4 de janeiro.

As autoridades americanas criticaram a resposta precoce da China, aumentando a deterioração das relações entre Estados Unidos e China sobre comércio e tecnologia e protestos pró-democracia em Hong Kong.

Questionado sobre como a China iria reparar suas relações com o resto do mundo, o vice-ministro das Relações Exteriores Ma Zhaoxu disse que a cooperação sobre a pandemia melhorou os laços com a maioria dos outros países.

Sem nomear os Estados Unidos, ele disse: “Certos países vão contra a maré da história. Para disfarçar sua resposta inadequada à covid-19, eles insanamente mancharam e caluniaram a China. Em resposta a essa prática de bode expiatório, a China certamente reagirá.”

O relatório, que tem 66 páginas na versão em inglês, elogiou o sucesso da China em reduzir o aumento diário de novos casos para dígitos únicos em cerca de dois meses e a “vitória decisiva” na batalha para defender a província de Hubei e sua capital, Wuhan, em cerca de três meses.

Wuhan, onde os primeiros casos do vírus foram detectados no final do ano passado, foi a parte mais atingida pela China no surto. A cidade e logo depois grande parte da província de Hubei foram bloqueadas por cerca de dois meses e meio para impedir a propagação do vírus para o resto do país.

O relatório creditou ao líder chinês Xi Jinping a decisão de 22 de janeiro de interromper Wuhan cortando as ligações de transporte e proibindo as pessoas de sair ou entrar na cidade.

Documento da OMS diz que China atrasou liberação de informações ...

– Taiwan e a nova presidência

Na semana, a presidente de Taiwan Tsai Ing-wen se reelegeu e novamente afirmou que não existe nenhuma chance do território aceitar ser administrado pela China Comunista, nos moldes que faz com Hong Kong.

Aliás, duas observações:

1. A população de Formosa (ou Taiwan, como é chamada lá) não quer fazer parte da China Continental. Pra quê insistir, depois de tantos anos? Demonstração de poder?

2. Hong Kong vive reclamando da forte repressão democrática. Se espelhar nesse modelo é algo impensável para eles.

Entenda como surgiram “duas Chinas”,

Extraído de: https://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/taiwan-uma-nacao-ou-uma-provincia-chinesa.htm

TAIWAN: UMA NAÇÃO OU UMA PROVÍNCIA CHINESA?

A questão de Taiwan teve origem com a vitória da Revolução Chinesa em 1949, a derrubada do governo de Chiang Kai-shek e a instauração do governo socialista de Mao-Tsé Tung. Chiang Kai-shek, que governou a China desde 1927, refugiou-se com seu Estado Maior e cerca de 2 milhões de chineses na ilha de Taiwan ou Formosa, situada a 130 km do litoral da parte continental da China e separada desta pelo estreito do mesmo nome. Formou-se na ilha um governo autônomo com o apoio dos Estados Unidos.

A partir desse período, a China seguiu dividida em duas: República Popular da China (a parte continental) e a China Nacionalista ou Taiwan (parte insular). Elas representavam os dois lados da Guerra Fria. A China Popular aliou-se à URSS até 1960 e depois seguiu seu próprio caminho.

Desde então, as duas Chinas vivem numa situação de hostilidade, ocorrendo, inclusive, conflitos armados nos primeiros anos de sua divisão. A China Nacionalista, porém, assegurou sua existência através do estreitamento das relações com os Estados Unidos. Em 1954, os EUA e Taiwan assinaram um acordo de defesa mútua, após o intenso bombardeio do estreito de Formosa pela República Popular da China, nesse mesmo ano.

Desde a década de 1970, Taiwan tem se destacado no cenário econômico mundial pelo desempenho invejável. Formava, ao lado de outros três países do Pacífico – Coréia do Sul, Hong Kong e Cingapura – o bloco dos primeiros “tigres asiáticos”, assim chamados por terem dado um salto no desempenho econômico, com taxas de crescimento excepcionais, além de uma política agressiva de disputa no mercado externo. Os taiwaneses conquistaram padrões de vida bem próximos aos dos países desenvolvidos, contrastando com a dura realidade vivida pela população da China continental.

Do ponto de vista geopolítico, porém, Taiwan acumulava derrotas. Em 1971 foi substituída pela República Popular da China na ONU e, em 1979, os Estados Unidos transferiram a sua embaixada de Taipé (capital de Taiwan) para Pequim (capital da China Popular), devido ao restabelecimento de relações diplomáticas com o país socialista. Nesse mesmo ano, os Estados Unidos anularam o Tratado da Defesa que mantinham com a ilha e desativaram a sua base militar. Apesar disso, o governo de Taiwan continuou contando com o compromisso de apoio e proteção militar norte-americana.

Nação ou província chinesa?

Chinag Kai-Shek, líder do Partido Nacionalista (Kuomintang), governou Taiwan até 1975, com poderes ditatoriais. Mesmo após a sua morte, nesse mesmo ano, a ilha continuou a ser controlada pelo Kuomintang. Somente na década de 1990 o país passou por um processo de democratização, abrindo espaço para outras agremiações políticas. Em 2000, o Partido Democrático Progressista (PDP) conquistou o poder através de eleições livres, sob o comando de Chen Shui-bian. O PDP sempre manifestou posição favorável à independência em relação à China Popular, que lhe rendeu os votos da maioria da população taiwanesa e assegurou a reeleição de Chen, em 2004.

Taiwan tem governo próprio, eleito democraticamente, instituições independentes, moeda nacional, forças armadas, participa ativamente do comércio internacional e é membro da APEC (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico). Para efeitos práticos, é um Estado soberano, mas apesar disso não é reconhecido pela ONU e pelas principais organizações internacionais. Mantém relações diplomáticas com 26 países apenas.

A China Popular considera Taiwan uma província rebelde, uma parte inalienável do seu território. Nos últimos anos, tem se empenhado ostensivamente no projeto de reunificação, inclusive recorrendo ao uso da força, caso isso seja inevitável. Desde a década de 1990, tem realizado manobras militares no estreito de Taiwan, no sentido de reforçar a sua disposição de impedir qualquer tentativa de independência.

Em busca de uma solução pacífica, contudo, Pequim propõe o conceito de “um país, dois sistemas”: o socialista no continente e o capitalista em Taiwan. Em tese, isso permitiria a Taiwan adotar as suas políticas econômicas e manter as suas instituições, com relativa autonomia.

Do outro lado do estreito, o atual presidente taiwanês não ousa declarar publicamente a independência ou tomar qualquer decisão contra a reunificação com a parte continental. No entanto, tem manifestado que qualquer atitude a esse respeito dependerá de um processo livre e democrático, cuja deliberação cabe a 23 milhões de pessoas que vivem em Taiwan, em sua maioria simpática à causa separatista. A perspectiva de uma só China no futuro, declara Chen, deverá ser fruto de negociações em bases iguais.

Taiwan conta, ainda, com o apoio dos Estados Unidos que consideram a ilha estratégica para sua influência na região da Ásia-Pacífico. Além disso, é determinação do Congresso norte-americano defender a ilha de qualquer ameaça militar externa.

Em março de 2005, um novo agravante tem colocado em risco as delicadas relações entre as duas Chinas. A Assembléia Nacional Popular, parlamento da China Continental, aprovou uma lei anti-secessão. Essa lei autoriza o uso da força contra Taiwan, caso esta declare a sua independência formal.

A iniciativa reforça as hostilidades entre os dois governos e coloca os Estados Unidos em situação delicada. Não está nos planos dos americanos um conflito direto com a China, que, por outro lado, não deverão ficar impassíveis a China invada Taiwan e busque a reunificação por meios bélicos.

Desde 2004, o governo norte-americano vem fortalecendo a cooperação militar com Taiwan e tem feito pressões sobre a União Européia para que não suspendam o embargo à venda de armas à China continental, imposto desde o massacre da Praça da Paz Celestial, ocorrido em 1989, quando a população chinesa saiu às ruas para exigir liberdades democráticas. O governo de Washington procurou, também, envolver e comprometer o Japão na defesa de uma Taiwan independente: os japoneses têm interesses estratégicos no estreito, por onde circula boa parte das mercadorias negociadas por este país no mercado internacional.

A maioria dos analistas acredita que a Lei Anti-Secessão é mais um jogo de cena da China Popular. Essa lei não acrescenta nada além do que o governo chinês sempre declarou neste pouco mais de meio século de tensão entre as duas China. Existe ainda um outro componente que funciona como bloqueador de ações beligerantes: as intensas relações e interesses econômicos existentes entre todos os países que poderiam ser envolvidos pelo agravamento da questão taiwanesa.

Tsai Ing-wen foi reeleita como presidente de Taiwan neste sábado (11) — Foto: Tyrone Siu/Reuters

Tsai Ing-wen foi reeleita como presidente de Taiwan neste sábado (11) — Foto: Tyrone Siu/Reuters

– Comunavírus? Não pode falar isso, Chanceler…

Que coisa o Ministro Ernesto Araújo, não? Ele ainda acredita em “ameaça comunista” ao Brasil em 2020? Não cola mais essa história…

Uma verdadeira coleção de bobagens escritas por quem teria que ser sensato: redigiu idiotices sobre “dominação do mundo” e “agência internacional de solidariedade para vigiar o planeta”. Um plano chinês descoberto?

O pior é que essas coisas repercutem… A China é uma ditadura, não respeita os Direitos Humanos e comete um monte de coisas condenáveis. Mas daí a afirmar que o vírus é uma arma de doutrinação ideológica, não dá!

Sabe o que parece? Aquele cara cismado de tudo e de todos, que anda olhando para trás e cria teorias conspiratórias para todos os lados.

Extraído de: CorreioBraziliense.com

COMUNAVÍRUS: EM BLOG PESSOAL, ARAÚJO FALA EM PLANO COMUNISTA MUNDIAL

Chanceler diz que o coronavírus aparece como ”imensa oportunidade para acelerar o projeto globalista”

por Ingrid Soares

Em um blog pessoal, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, defendeu, nesta quarta-feira (22/4), a ideia de que o mundo enfrenta o “comunavírus”, depois que a pandemia de Covid-19 “fez despertar novamente para o pesadelo comunista”.

“Não bastasse o Coronavírus, precisamos enfrentar também o Comunavírus. No meu blog, analiso o livro ‘Virus’; de Slavoj Žižek e seu projeto de usar a pandemia para instaurar o comunismo, o mundo sem nações nem liberdade, um sistema feito para vigiar e punir”, escreveu o ministro no Twitter.

Segundo o chanceler, que citou um livro publicado na Itália, Virus, do filósofo esloveno Slavoj Zizek, Araújo diz que o coronavírus aparece como ‘imensa oportunidade para acelerar o projeto globalista’.

Segundo o texto, o diplomata afirma ainda que tal projeto “já se vinha executando por meio do climatismo ou alarmismo climático, da ideologia de gênero, do dogmatismo politicamente correto, do imigracionismo, do racialismo ou reorganização da sociedade pelo princípio da raça, do antinacionalismo, do cientificismo”.

Araújo aproveitou ainda para atacar a Organização Mundial da Saúde (OMS) ao dizer que não há comprovação da efetividade do órgão internacional.

“Não escapa a Zizek, naturalmente, o valor que tem a OMS neste momento para a causa da desnacionalização, um dos pressupostos do comunismo. Transferir poderes nacionais à OMS, sob o pretexto (jamais comprovado!) de que um organismo internacional centralizado é mais eficiente para lidar com os problemas do que os países agindo individualmente, é apenas o primeiro passo na construção da solidariedade comunista planetária”.

Em outro trecho, o ministro afirma: “A pretexto da pandemia, o novo comunismo trata de construir um mundo sem nações, sem liberdade, sem espírito, dirigido por uma agência central de “solidariedade” encarregada de vigiar e punir. Um estado de exceção global permanente, transformando o mundo num grande campo de concentração”, conclui.

O artigo em que Ernesto, o idiota, fala do comunavirus e ...