– A pisada na bola do Ministro da Educação com a trolagem contra a China.

Seria uma simples trolagem se tivesse sido publicada por algum adolescente. Mas não foi isso que aconteceu…

O Ministro da Educação Abraham Weintraub escreveu um tuíte na “língua do Cebolinha” (acredite, é verdade) ironizando a China com ilustrações da Turma da Mônica (e depois apagou). Se já estava complicada a relação diplomática dos dois países devido ao constrangimento criado por Eduardo Bolsonaro, piorou!

Novamente, houve o pronunciamento da Embaixada da China repudiando a desnecessária publicação. É protocolar, lógico… Mas cá entre nós: estadistas, líderes e inteligentes administradores não deveriam entender as questões diplomáticas, comerciais e sociais que envolvem as nações?

Eu não gosto da China por conta da Ditadura de Pequim (me refiro ao Partido Comunista Chinês, não aos pobres viventes), pois não respeita os Direitos Humanos. Mas daí a crer em Teoria da Conspiração e outras bobagens, ficará para o imaginário de gente menos instruída e iludida.

Lamentável. Se o Governo crê em tudo isso, corte os laços comerciais com os chineses – pois certamente teremos dificuldades em melhorar a cooperação entre ambos. 

No mundo dos negócios, não há espaço para fanatismo!

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– Novo Coronavírus está assustando com sua violência! Mais letal do que os chineses falaram?

As 8 nações onde o Novo Coronavírus mais matou ontem, 4a feira, com seus respectivos números de mortos foram:

1041 nos EUA
923 na Espanha
727 na Itália
563 no Reino Unido
509 na França
156 na Alemanha
134 na Holanda
123 na Bélgica

Diante desses dados (repare: de UM único dia), como explicar os boletins chineses de que o perigo maior era para os idosos, sendo que hoje se percebe que pessoas saudáveis também não estão “tão imunes” como se acreditava? Quer dizer que no país mais populoso do mundo, que tanto demorou a notificar a OMS, morreu “pouca gente pelo eficiência de suas ações”, ou diante da ditadura que existe por lá, as informações oficiais do Governo mascararam os números reais de mortos?

Se nas Democracias as informações já são duvidosas (especialmente do número de infectados, já que não são todas as pessoas que conseguem fazer o teste – ao contrário, é a minoria), imagine onde não existe Liberdade de Expressão e a única fonte de informação é o próprio Governo de Pequim? A lógica, o bom senso e a inteligência levam a crer que morreram muito mais pessoas do que o número divulgado pelo Partido Comunista Chinês.

A verdade é: a Pandemia é maior do que se imaginava, e agora que o caos está chegando ao mundo mais “real” das coisas (sem a censura das informações, vide o médico chinês que tentou avisar logo no início do perigo do Covid 19 e foi detido – tendo morrido há pouco tempo pelo próprio vírus), devemos ter ideia do pavor que essa praga descontrolada realmente é.

Não sejamos ingênuos em acreditar que “tudo foi feito com presteza e a China controlou o Novo Coronavírus”. Se fosse assim, como entender a necessidade de SEGUNDA QUARENTENA como tem ocorrido por lá?

Que Deus nos ajude, especialmente quando os número explodirem aqui no Brasil. Não tenhamos politização da causa nem uso eleitoreiro, mas decisões corretas e racionais para salvar vidas. E, por fim, não ouçamos o discurso insensível de que “vai matar umas 5000 ou 7000 pessoas e por isso não pode quebrar a economia” (vide em: https://wp.me/p4RTuC-pcb). Com pesar, morrerão muito mais.

Extraído de: https://veja.abril.com.br/mundo/coronavirus-china-subnotificou-casos-e-mortes-diz-inteligencia-dos-eua/

CHINA SUBNOTIFICOU CASOS E MORTES, DIZ INTELIGÊNCIA DOS EUA

A China ocultou a extensão do surto de coronavírus, subnotificando o total de casos e mortes causadas pela doença, segundo um relatório elaborado pela inteligência americana, revelou uma reportagem da agência Bloomberg nesta quarta-feira, 1. Esta não é a primeira vez que os Estados Unidos acusam Pequim de mascarar os dados sobre a pandemia.

O documento com as conclusões sobre as alterações nos números foi entregue à Casa Branca na semana passada. Segundo funcionários da inteligência americana que falaram à Bloomberg sob condição de anonimato, ele conclui que a China publicou dados incompletos sobre mortes e contágios pela Covid-19 intencionalmente.

O surto de coronavírus começou na China em dezembro passado e hoje o país tem 82.361 casos e 3.316 mortes. Desde a descoberta da doença, o vírus já se espalhou por todo o mundo e atualmente os Estados Unidos são o país com maior número de infectados – 203.608 casos e 4.476 mortes.

Desde que os casos de coronavírus começaram a se multiplicar, Washington e Pequim se envolveram em uma nova disputa, com troca de acusações constantes.

Nesta terça-feira 31, a imunologista que assessora a Casa Branca, Deborah Birx, disse ainda que os dados equivocados divulgados pela China passaram a impressão para os demais países de que o problema era menor do que realmente é, e por isso nações como Itália e Espanha não se prepararam de forma suficiente para o surto.

Por sua vez, várias autoridades chinesas divulgaram teorias sobre uma suposta conspiração e até apontaram que o coronavírus foi levado para a China pelos militares americanos. Um porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Zhao Lijian, chegou a sugerir no Twitter que o “paciente zero” da pandemia pode ter vindo dos Estados Unidos. A informação se espalhou pelas redes sociais locais.

Passageiro tem a sua temperatura verificada na entrada de uma estação de metrô, em Pequim, na China Mark Schiefelbein/AP

– Quanta bobagem de Teoria Conspiratória sobre o Covid-19!

Teorias da Conspiração mais frequentes na Web:

  • Coronavírus é uma arma biológica da China, para desestabilizar os mercados e comprarem empresas bem barato, sacrificando parte de sua população para disfarçar o bioterrorismo;
  • CNN que promoveu algo que era muito comum, só para aumentar a audiência que estava em baixa.
  • Os EUA plantaram esse vírus na China com medo dos chineses avançarem no poderio financeiro e tecnológico.
  • Os “Illuminati” seriam responsáveis pelo Coronavírus.
  • Influentes bilionários com eco-terroristas desenvolveram o Novo Coronavírus para diminuir a população mundial e evitar uma possível escassez de alimentos e recursos minerais.

Tanta coisa e os serviços de inteligência de Israel, dos EUA, da Inglaterra, da China… ninguém, “nada”, não sabiam? Mas o “ouvi falar de alguém”, do “amigo do amigo de ‘num’ sei quem”, esse sabia?

Tenha a Santa Paciência com essas pessoas que tem mania de perseguição e adoram teorias da conspiração. Esse sim é o verdadeiro fim do mundo.

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– A proibição de vôos de parte da Europa para os EUA: entenda!

Os americanos proibiram voos da União Europeia para os Estados Unidos (portanto, exclua-se a Inglaterra e seus “irmãos de reino”), alegando, segundo o presidente Donald Trump, que isso se faz necessário pois essa parte da Europa não cuidou da prevenção do Coronavírus.

A China não deveria entrar nesse pacote também?

Enfim, neste momento de paranoia, vale ressaltar que cidadãos americanos que estejam no Velho Continente e queiram voltar para casa, podem retornar (além de aviões de carga). Ao menos isso ainda pode…

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– A cerveja Corona e o Coronavírus.

Dos consumidores chineses, 38% disseram em pesquisa que não consumiriam a Cerveja Corona por conta da relação e confusão ao Coronavírus.

Pela lógica, o brasileiro não tomaria mais banho se a água sair de uma Ducha Corona?

Extraído de: https://jovempan.com.br/noticias/mundo/cerveja-corona-coronavirus.html?amp&__twitter_impression=true

VENDAS DA CERVEJA CORONA NA CHINA CAÍRAM EM R$ 1 BILHÃO APÓS SURTO DO CORONAVÍRUS

A fabricante da cerveja Corona, Anheuser-Busch InBev (AB InBev), anunciou nesta sexta-feira (28) que as vendas da marca na China foram reduzidas em US$ 285 milhões (R$ 1,28 bilhão) desde o início da expansão do novo coronavírus.

“O impacto da epidemia da Covid-19 em nosso negócio segue avançando”, admitiu a companhia, em comunicado com os resultados financeiros.

“Nos dois primeiros meses de 2020, estimamos que a epidemia gerou uma perda de receita de cerca de US$ 285 milhões, além de uma perda nos lucros de US$ 170 milhões na China”, completa a nota.

O coronavírus, de acordo com a AB InBev, provocou uma redução significativa na demanda no país asiático. A expectativa é que, no trimestre, o recuo das vendas por impacto da Covid-19 seja de 10%.

Nesta quinta-feira (27), a empresa de relações públicas 5W divulgou o resultado de uma enquete feita com consumidores de cerveja. Dos entrevistados, 38% afirmaram que não consumiriam ou comprariam a Corona por causa da confusão com o coronavírus.

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– O Coronavírus e a crise próxima aos fabricantes de celulares.

O coronavírus, além dos prejuízos à saúde, está trazendo muitos danos à indústria, em especial ao Brasil.

A matéria do Estadão, abaixo, mostra isso bem claramente, destacando os fabricantes de celulares que importam componentes da China!

Extraído de: https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,coronavirus-ja-ameaca-producao-de-fabricas-no-brasil,70003189460

CORONAVÍRUS JÁ AMEAÇA PRODUÇÃO DE CELULARES NO BRASIL

Coronavírus já ameaça produção de fábricas no Brasil. Pelo menos 11 fabricantes de eletroeletrônicos estudam paralisações em suas linhas nas próximas semanas por causa da falla de matéria-prima importada do país asiático.

A crise do coronavírus na China já ameaça a produção de fábricas no Brasil, pelo risco de faltar matéria-prima importada do país asiático. Até o momento, 11 fabricantes de eletroeletrônicos estudam paralisações em sua produção nas próximas semanas, como reflexo da falta de componentes, materiais e insumos chineses.

O levantamento é da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e também aponta que, até a última quarta-feira, de 50 empresas do setor, 26 relataram algum problema no recebimento de itens importados. A percepção é ainda mais forte entre fabricantes de produtos de tecnologia de informação, como celulares e computadores.

Mesmo os fabricantes que ainda não sentiram a falta de importados dizem que, se o abastecimento de componentes e insumos não se normalizar nos próximos 20 dias, será muito difícil conseguir manter o ritmo de atividade das fábricas nos próximos meses.

No último dia 31 de janeiro, o sindicato dos metalúrgicos de Jaguariúna (SP) recebeu um aviso de férias coletivas para os funcionários da Flextronics, responsável pela produção de celulares da Motorola. Segundo a entidade, a paralisação deve afetar 80% da fábrica.

A empresa justifica a paralisação pela grave crise de saúde que acomete a China, e por contar com os insumos importados do país para a fabricação de seus produtos no Brasil.

“Além do mais, é importante a eventual cessação temporária das atividades, a fim de evitar que as autoridades daquele país concluam se existe ou não a possibilidade de transmissão do vírus por meio das importações”, segue a empresa.

No ano passado, 42% das importações de componentes elétricos e eletrônicos vieram da China, um total de US$ 7,5 bilhões. Ao se considerar os demais países asiáticos, essa proporção de compra de mercadorias chega a 80%, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Mdic).

Segundo o presidente executivo da Abinee, Humberto Barbato, a preocupação é grande com a possível parada do setor e a situação está sendo monitorada pelas empresas.

Em outros setores que usam eletrônicos importados em seus produtos, o impacto também já é percebido. Na fabricante gaúcha de sapatos Bibi, o impacto das importações da China travou a produção de uma linha de calçados infantis que usa um par de lâmpadas de LED, que acendem quando a criança pisa no chão.

Sem poder contar com o produto chinês, a empresa passou a priorizar uma outra linha de produtos. “O fornecedor nos disse que eles tiveram de adiar em uma semana a volta do feriado do Ano-Novo Chinês, no fim de janeiro. Nosso estoque desse componente não estava zerado, mas, com isso, a produção deve demorar quase um mês para voltar. Em algumas regiões do País há mais problemas com o envio de importados do que em outras”, disse a presidente da Bibi, Andrea Kohlrausch.

Ela conta que executivos da companhia, que também vende calçados prontos para a China, faria uma viagem este mês ao país, mas adiou a visita.

Além dos eletroeletrônicos, o setor químico, o de máquinas e equipamentos e o têxtil estão entre os segmentos que mais importaram produtos do país asiático no ano passado, ainda segundo a Secex/Mdic. Procuradas, as associações responsáveis disseram ao Estado que estão acompanhando os desdobramentos da crise sanitária na China, mas que o coronavírus ainda não afetou as empresas desses setores.

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– A Morte do médico que alertou sobre a existência do Coronavírus (e quase foi preso por isso)

Coisas de um mundo intolerante, anti-democrático e que disfarça a tragédia: Dr Li Wenliang, o médico que avisou sobre o perigo do coronavírus (e quase foi preso pelas autoridades da China “por perturbar a ordem nacional”) foi vítima de descrédito inicial. Após a OMS entender a gravidade, pode ser livre da perseguição chinesa e… se tratar! Afinal, ele contraiu de um paciente a enfermidade que mais tem assustado o mundo hoje.

Depois de quase 1 mês, Dr Li faleceu, aumentando o número de vítimas em Wuhan.

Extraído de: https://jovempan.com.br/noticias/mundo/medico-chines-alertou-sobre-coronavirus-morre-doenca.html

MORRE MÉDICO CHINÊS QUE FEZ PRIMEIROS ALERTAS SOBRE CORONAVÍRUS

O médico chinês Li Wenliang morreu nesta quinta-feira (6) na cidade de Wuhan, em decorrência do novo coronavírus. Ele ganhou notoriedade por ter sido um dos primeiros agentes de saúde a divulgar os riscos da infecção do novo vírus.

A divulgação de Li Wenliang sobre o perigo representado pelo coronavírus lhe custou uma reprimenda por parte do governo de Wuhan. Ele foi acusado de “espalhar rumores online” e de “perturbar seriamente a ordem social” e teve que prestar depoimento à polícia local.

Segundo a TV americana CNN, o médico estava internado em Wuhan desde 12 de janeiro. Ele contraiu coronavírus de um paciente que tratava. No Twitter, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lamentou a morte de Li. “Nós estamos profundamente tristes com a morte do Dr. Li Wenliang. Todos nós precisamos celebrar o trabalho que ele fez”, tuitou a OMS.

*Com informações do Estadão Conteúdo

– O novo teto salarial dos atletas de futebol na China e a permissão do aumento do limite de estrangeiros nos clubes.

E entrou em vigor uma nova regulamentação no Campeonato Chinês, determinada pelo Governo Local.

Desde 1o de janeiro, as equipes podem aumentar o número de jogadores estrangeiros: será de 6 no elenco (ao invés de 3), sendo que 4 poderão ser titulares e 2 reservas em cada partida (ao contrário do México, que quer diminuir os estrangeiros para fomentar talentos locais, visando mais opções para a Seleção Mexicana).

Os salários serão regulados também: por ordem governamental, o máximo por temporada a um estrangeiro será (já convertido para reais) de R$ 13,5 milhões anuais, contra R$ 5,8 milhões de um chinês, que poderá ter a bonificação de 20% caso seja convocado para a Seleção da China.

Por fim, haverá um limite no orçamento anual dos times: será de 1,1 bilhão de yuans (US$ 160 milhões), sendo que o gasto com a folha de pagamento poderá atingir até 60% desse orçamento.

Novos tempos no futebol da China com essa mudança? Mas resta um “Calcanhar de Aquiles”: as constantes notícias de manipulação de resultados. O que será feito com a arbitragem chinesa?

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– Um negócio da China? Talvez sim, talvez não…

Agora que se definiu a permanência de Hikmat Derbas, que representava a Kah Sports e que será um dos diretores do Paulista FC a convite do presidente Rogério Levada (devido ao seu importante trabalho na campanha de 2019), que também se tem apalavrada a permanência do treinador Edson Fio (Luís Müller era o plano B caso não se acertasse com o técnico), e que se sabe que a Fut-Talentos permanecerá até a Copa SP e realizará o trabalho na base, resta perguntar: de onde poderão vir os recursos financeiros para o time profissional da A3?

É claro que a expertise da nova diretoria contará muito, seja na contratação de atletas ou na vinda de patrocinadores para alavancar as receitas. Mas uma das possibilidades ventiladas nos últimos dias era (ou ainda é) a do Grupo Figer assumir o departamento profissional, em regime de parceria.

Mas quem é ele?

O Grupo esteve no Londrina no começo do Brasileirão da Série B, mas devido a desavenças com os parceiros locais “tirou o pé” (e, como visto, a campanha do time paranaense degringolou).

A título de curiosidade, quem seria (ou será, pois ainda poderá ser uma possibilidade – levantada anteriormente por Rivelino Teixeira, Adilson Freddo e Thiago Batista Olim) a pessoa responsável dos Figer, o elo entre eles e o Paulista?

É uma jovem, extremamente respeitada no meio: Stephanie Figer, que pode ajudar a definir o futuro do Galo em 2020.

Conheça a competente negociadora e agente de atletas, neta daquele que foi um dos maiores empresários de jogadores do Brasil durante os anos 90 (se não o maior) Juan Figer, que especulava-se (ou ainda especula-se) até mesmo trazer para Jundiaí recursos do Shangai SIPG (o time de Hulk, Oscar e Elkeson) através do Grupo Figer.

(Acima: destaco que está no CONDICIONAL, pois um negócio, para ser bom, deve agradar a todos)

Em: https://www.espn.com.br/espnw/artigo/_/id/5591720/mulheres-no-futebol-a-agente-stephanie-figer-revela-como-enfrenta-os-olhares-de-desconfian%C3%A7a-em-um-dos-meios-mais-masculinos-do-esporte

MULHERES NO FUTEBOL

Por Tathiana Diniz

O futebol sempre esteve presente na vida de Stephanie Figer, mas de uma forma diferente. Enquanto outras meninas comemoravam gols do time de coração, ela vibrava quando o pai e o avô negociavam a venda de um craque para um clube europeu.

Neta de Juan Figer e filha de Marcel Figer, dois dos agentes de futebol mais influentes da América do Sul, Stephanie nunca torceu por um time, mas pelos bons negócios fora de campo. Com 21 anos, deixou de ser a menina que admirava o trabalho do pai e do avô para se juntar a eles.

Hoje, aos 29, é Diretora Executiva de Operações do Grupo Figer, uma das principais empresas de agenciamento de jogadores do país.

Em entrevista ao espnW, ela contou como é gerenciar a carreira (e um pouco da vida) de grandes ídolos do futebol e falou sobre a singularidade de ser mulher em um universo historicamente masculino.

O futebol como trabalho

Desde menina, Stephanie convivia com atletas e diretores. Por ver o futebol inserido na rotina da casa, ela não mensurava a grandiosidade do que a família fazia.

“Na adolescência eu ouvia meus amigos falando ‘você é parente do Juan Figer? Nossa, ele levou um jogador do meu time’. Então eu comecei a perceber que o que eles faziam era uma coisa reconhecida e relevante”, conta.

Quando relata a sua trajetória, Stephanie demonstra que os ídolos que teve (e ainda tem) no esporte são mesmo o pai e o avô. “Nunca fui incentivada a torcer para um clube. Eu enxergava o futebol como um trabalho, o negócio da vida da minha família”.

Valsa com Kaká

Um episódio da adolescência da executiva ilustra bem esse distanciamento. Quando fez 12 anos e passou pelo bar-mitzvá (cerimônia judaica que marca a transição de meninos e meninas para a vida adulta), Stephanie ganhou do pai uma festa e um presente especial: ele levou Kaká – ídolo de 10 entre 10 adolescentes da época – para dançar com a filha.

Ao relembrar a história, ela não dá nenhum sinal de deslumbramento. Aliás, deixa transparecer até um certo constrangimento. “Admiro muito o Kaká, mas hoje eu penso ‘nossa, acho que eu não teria dançado. Muito fanzinha, é engraçado’”, diz, aos risos.

Paixão por negociar

Quem pensa que o trabalho de um agente se resume a negociar contratos para os jogadores está enganado. A lista de tarefas do dia a dia de Stephanie é longa. Ela não só faz a intermediação entre atletas e clubes como dá suporte ao jogador e à família dele, antes e depois da assinatura do contrato.

O trabalho inclui atender a pedidos dos clubes por novos talentos, analisar valores dos contratos, acompanhar a evolução dos atletas, buscar patrocínios e até ajudar a resolver problemas da vida pessoal do atleta.

“Muitas vezes, representamos jogadores que nunca saíram do Brasil. Quando ele é negociado para um clube de outro país, ou mesmo de outro estado, isso gera insegurança e ansiedade na família”, conta Stephanie.

“Uma das minhas tarefas é conversar e explicar como vai funcionar a mudança, o suporte que a gente vai dar e que o clube vai dar e como a gente projeta a evolução do jogador de acordo com aquela oportunidade”, completa a executiva.

Stephanie ama negociar. Lidar com a disputa entre clubes por um jogador e com a expectativa do atleta pelo desfecho da disputa é o que faz os olhos dela brilharem. No entanto, ela admite que, às vezes, atua mais como “babá” do que como negociadora.

“Eu ajudo o irmão que precisa tirar visto para ir morar com o jogador, converso com a mãe quando precisamos reestruturar uma oportunidade que deu errado, acompanho em viagens, cuido de muitos detalhes”.

‘Quero gerir a carreira de grandes atletas femininas’

Stephanie representa atletas como Junior Urso (Corinthians), Marlos (Shakhtar) e Gabriel Brazão (Parma Calcio), mas nunca trabalhou com atletas mulheres. Ela explica por que.

“Estamos em um momento de observação e captação. Financeiramente, ainda não compensa, mas hoje encaro como uma obrigação. Com certeza vou dedicar meu tempo para gerir a carreira de grandes atletas femininas”, garante.

Ela pretende ainda usar a experiência adquirida com os jogadores para ajudar as atletas do feminino a evitar problemas relacionados à regulamentação da profissão. A executiva avalia que o futebol feminino vai crescer depois da Copa do Mundo da França e vê com bons olhos a lei que obriga os clubes brasileiros a manterem times femininos.

“Não tenho dúvida de que daqui a poucos anos vamos ter muitas jogadoras para trabalhar”, prevê.

“Dúvida e sarcasmo não me afetam”

Uma das poucas mulheres a ocupar a função de agente no Brasil, Stephanie usa o jogo de cintura que desenvolveu negociando contratos para driblar o machismo ainda presente no meio.

“Já enfrentei muitos olhares de dúvida e sarcasmo, como se quisessem me testar. Aquela cara de ‘é sério que vou ter que falar com você sobre isso?’. Mas meu avô me ensinou muito a negociar e é isso que eu faço. Ignoro, começo a conversar e mostro que entendo do que eu faço”, diz.

Stephanie conta que já perdeu jogadores porque as famílias preferiam ver um homem comandando a negociação. Por outro lado, fechou negócios por conquistar a confiança das mães dos atletas.

“Prefiro reconhecer o melhor de ser mulher nesse momento do que ficar dando volume excessivo para coisas pequenas. A gente tem o nosso espaço e vão ter que falar com a gente”.

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Lugano, Stephanie e Thiago Ribeiro

– Bolsonaro e China: o que mudou?

Há dois anos, o presidente Jair Bolsonaro proferia um discurso radical, estratégico e correto contra a China. Entretanto, eleito, visitou o país e fez afagos aos sino-dólares (que talvez tenham sido corretos também).

O que mudou?

Relembre, extraído de: https://wp.me/p4RTuC-ljC

A CHINA E AS RIQUEZAS DO BRASIL, POR BOLSONARO

Antes de mais nada, não sou de direita, nem de esquerda e nem partidário. Mas também não sou apolítico, sou um simples cidadão que gosta de reflexões. Portanto, fanáticos e militantes, não venham tecer críticas aqui.

Na “blogosfera”, leio uma reportagem do mês passado que me passou batida: “a entrevistas do pré-candidato a Presidência da República Jair Bolsonaro nos EUA”, com um discurso bem repetido do que foi sua aparição em Belo Horizonte, em Setembro.

Eu acho o militar extremamente radical. Mas não posso deixar de concordar com as seguintes palavras (extraídas da Folha):

“A China está tomando conta do subsolo do Brasil, (…) nós seremos “inquilinos dos chineses em nosso próprio território. Não podemos entregar nosso subsolo a outros países como vem sendo feito. É justo entregar Catalão (GO) e Araxá (MG), ricos em nióbio, às estatais chinesas? (…) Vamos explorar nossas riquezas, quem sabe até abrindo uma saída pro mar para Minas Gerais. Nós vamos satisfazer o desejo do mar de ganhar Minas, podem ter certeza disso. (…) A Renca [Reserva Nacional de Cobre e seus Associados] deve ser explorada, mas não como Temer propôs, abrindo para empresas estrangeiras. Eu topo fazer negócio com partilha com alguns países do mundo: Estados Unidos, Coreia do Sul, Japão, Israel. Só que os chineses ‘estão jogando War’ e temos que nos preocupar com isso”.

Nessa, estou com Jair Bolsonaro (mesmo com muita coisa contra ele, por entender que Jair seja um “Lulinha ‘Paz e Amor’ de extrema direita”). É questão de visão estratégica e de cuidar das nossas riquezas. Aliás, por que pouco se tem feito sobre isso?

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– Bolsonaro dizendo que a China é capitalista? Negando o comunismo e a ditadura para os negócios?

No dia em que Davi Alcolumbre se tornou o presidente do Brasil (já que o presidente e o vice estão ausentes), escuto uma pérola do mesmo Governo que um dia declarou que o Nazismo era de Esquerda: a China é capitalista, disse Bolsonaro.

Não, a China é uma ditadura onde o Partido Comunista interfere na Economia e na vida da Sociedade. Onde o Google precisou suprimir a expressão “Direitos Humanos” em seus resultados como buscador para entrar no país. Um lugar onde a Democracia não existe, mas que se fatura muito dinheiro pois existe mão de obra barata e 25% da população do mundo se localiza lá.

Vale tudo para ganhar dinheiro, até negar o que é inegável. Bolsonaro quer imitar Lula?

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Na foto, a cena do Protesto Pró-Democracia onde um tanque esmagou um manifestante, há 30 anos.

– Triste Harbin Poluída

Cubatão sempre foi famosa pela poluição. Mas nada se compara a Harbin, cidade chinesa que quebrou um recorde: a de mais poluída da história!

Veja esse índice de medição do ar na cidade: 1000 microgramas de partículas PM 2,5/m3. O limite máximo aceitável pela OMS é de 25…

Como viver num lugar assim? E Harbin é um local bem frequentado pelos turistas, já que lá acontecem eventos de construção de obras em gelo (como o da foto abaixo).

Aliás, já reparam que China e Índia constantemente aparecem de maneira cinzenta, escura e sem céu azul?

Abra o olho, Planeta Terra!

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– O conflito China vs Hong Kong

Que confusão está ocorrendo entre Hong Kong e a China, não?

Hong Kong era uma cidade-estado pertencente ao Reino Unido, que cedeu à China a posse / tutela da região. Era evidente que o histórico lugar de vivência democrática e capitalista herdada pelos britânicos sofreria nas mãos do Estado controlador chinês.

O aeroporto local (8o mais movimentado do mundo) tem sido o palco de conflitos entre cidadãos que querem a manutenção da liberdade e a não interferência do Governo da China, que limita os Direitos Humanos.

A verdade é: toda essa confusão era prevista, e pela censura comum existente naquela região, nunca saberemos o que realmente está acontecendo.

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– Ninguém se corrompeu pelos parabrisas da China?

Tentando entender: leio que dias atrás a Polícia apreendeu 300 mil para-brisas chineses contrabandeados no Centro de São Paulo!

Não são 30, nem 300. São 300.000! Como faz para sair da China, atravessar o Oceano, chegar ao Porto de Santos, descarregar, dividir a carga, subir a Serra do Mar, ser distribuído em inúmeros pequenos caminhões na Capital e ninguém ver?

Lembrando que tem Polícia Rodoviária no meio do caminho, além de toda essa logística… “Passa batido por todos”?

Chery QQ  (Foto: Raul Zito/G1)

 

– É suspeita ou não a ação do time chinês com Goulart?

O Guangzhou Evergrande pediu a volta (mesmo com lesão) do jogador Ricardo Goulart, que estava emprestado ao Palmeiras.

A equipe chinesa pagará R$ 2 milhões de indenização rescisória ao clube brasileiro, e para convencer o atleta (repito, mesmo com lesão), ofereceu quase o dobro do que já ganhava: R$ 5 milhões mensais! E, pasmem, por um contrato de 5 anos!

Na ponta do lápis, estará pagando R$ 300.000.000,00 ao jogador. Inacreditável tal valor para qualquer jogador de futebol.

Mais uma observação: o time da China não fez o mesmo com Paulinho e Barcelona?

Suspeito…

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