– Não se iluda com o 5×0

Vejam só esse resultado do último final de semana: o time da casa venceu por 5 gols o adversário (mandante em 6º, visitante em 4º). Os gols foram de Talisca (2), Paulinho (2) e Ricardo Goulart (1).

Não falamos de Campeonato Paulista, Carioca, Gaúcho ou Mineiro; nem de Brasileirão, mas do “Chinezão 2018”, onde o Guangzhou, treinado pelo italiano Canavarro (que substituiu Felipão), venceu o Tianjn (ex-time de Luxemburgo, que deu lugar ao próprio Canavarro na época)

É a globalização do futebol ou a força do sino-dólares querendo impactar o Planeta Bola?

E veja que interessante: o Campeonato Chinês é transmitido no Brasil pela ESPN. É mole?

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– Sérgio Mota e o golaço na Série B chinesa!

Coisas do mundo da bola: um dia disseram no Morumbi que um determinado jogador Sub 20 seria o “novo Raí”. Era Sérgio Mota, camisa 10 do timaço do São Paulo FC na categoria Jrs e que realmente jogava como craque.

Não vingou no profissional como se esperava, rodou o Brasil, o mundo e… está jogando na 2a divisão da China. Seu time, o Zhejiang Yiteng, perdeu para o Wuhan Zall por 2×1. Mas veja só que golaço ele fez, DE ANTES DO MEIO CAMPO (ele tem apenas 28 anos ainda!). Tudo bem que o goleirão ajudou…

Assista em: https://tv.uol/17Abu

Ou clique na imagem em: 

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– Percentuais de produtos Chineses no Mundo!

Puxa, consegui anotar os números mas não a referência bibliográfica. Assim mesmo, compartilho uma interessante matéria sobre o quanto a China produz:

25% dos cigarros do mundo;

40% das camisas do planeta;

50% de macarrão instantâneo;

55% dos computadores;

65% dos pares de calçados;

80% das câmeras digitais;

85% das bicicletas.

Muito significante, não? A força econômica desse país, com mão-de-obra baratíssima, assusta!

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– A censura da Peppa Pig!

O inocente desenho da Peppa Pig, adorado por 10 de cada 10 crianças devido a sua infantilidade, foi banido na China!

O motivo? 

Segundo a Imprensa Oficial daquele país, Peppa Pig é um:

“Ícone cultural subversivo e sua imagem está sendo explorada por pessoas que se afastam dos valores da sociedade, não estudam e não tem emprego fixo, a antítese da juventude que o Partido [Comunista da China] quer cultivar”.

Caramba, a doce porquinha e seus amiguinhos provocam tanto temor assim no Governo chinês? 

Infelizmente, esperar o quê de uma trupe de ditadores antidemocráticos? Se não fosse a força econômica (o mundo tem medo de perder os sino-dólares), todos estariam cobrando a mudança do regime.

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– Quando as marcas não são mais respeitadas pelas empresas!

Sempre reclamei de alguns métodos da China para a criação e produção de produtos. Agora, mais um exemplo: um fabricante de capinhas para telefones celulares chamado Xintong Tiandi registrou, junto as autoridades de marcas e patentes chinesas, o nome iPhone!

Todos sabemos que iPhone é um produto da americana Apple, mas lá na China também será sinônimo de capinhas de couro.

Pode?

O chinês justificou que:

A marca iPhone pode florescer longe da Apple”.

Ué? É como querer desvencilhar o carro Fusca da Volkswagen, o Prestobarba da Gillette e o Big Mac do McDonald’s.

Se a moda pega…

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– Os países mais poluídos do mundo!

Em tempos de necessidade de se falar cada vez mais sobre a preservação do planeta Terra, leio sobre os países mais poluidores do mundo.

Sabe quais são eles?

Felizmente, o Brasil não está na lista dos “TOP 5”. Mas essa relação de nações é preocupante…

Extraído de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/os-campeoes-mundiais-de-mortes-por-poluicao/

OS CAMPEÕES MUNDIAIS DE MORTES POR POLUIÇÃO

1) China
O número de mortes provocadas pela inalação de micropartículas poluentes no país asiático ficou em 1,075 milhão em 2016, de acordo com o último relatório State of Global Air (Estado Global do Ar), publicado anualmente pelo Health Effects Institute, de Boston. O índice chinês de poluição é de 56 microgramas por metro cúbico, mais que o dobro do recomendado pela OMS, de 25. A principal causa da poluição é a queima de carvão.

2) Índia,

3) Rússia,

4) Paquistão,

5) Bangladesh

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– A Maior Potência Educacional do Mundo: China

Realmente impressiona o salto educacional da China. Você sabia que nas avaliações internacionais os chineses tiram o 1º lugar em todas as áreas da Ciência?

O rigor das escolas chega a ser assustador, com 10 horas de estudos que incluem sábados e domingos. Abaixo, compartilho:

LIÇÃO CHINESA

por Guilherme Pavarin, Galileu, pg 55

Como, Em 35 anos, a China saiu dos escombros para se tornar a maior potência de educação do mundo

Tire 10. Não menos que isso. Estude mais de dez horas ao dia. Inclusive aos sábados e domingos. Toque piano ou violino. Ou os dois. Mas nem pense em tocar violão. Pratique duas, três horas diárias com os instrumentos. Tenha um inglês impecável. Seja fluente em francês e em outro idioma. Faça esportes. Não questione. Cante o hino do país todos os dias. Não assista TV. Não viaje, nem durma na casa de amigos. Nada de grupos de teatro. E leia, leia muito. Se essa rotina lhe parece exagerada, insuportável, saiba que, na China, ela é mais do que comum. E não é tão desumana quanto parece para nós, ocidentais. Os chineses não só se acostumaram com essa vida voltada para a educação rígida desde a infância, como sentem orgulho de formarem os alunos mais aplicados. Hoje, apenas 35 anos depois da sua abertura econômica, período em que passou a investir no setor educacional, a China tem o ensino mais eficaz do mundo.
Os resultados do principal exame de avaliação de aprendizado mundial, o Pisa (Programme for International Student Assessment), anunciados em dezembro passado, comprovam isso. Com folga, os chineses conquistaram o primeiro lugar em todas as categorias: ciências, leitura e matemática.
Neste último quesito, a supremacia do país chegou a 600 pontos, a maior pontuação de todas as provas, e 48 pontos acima sobre o segundo colocado, Cingapura. Também representou 113 pontos acima dos Estados Unidos (17º no ranking geral) e 214 a mais que o Brasil (53º). “Os alunos sofrem uma pressão muito grande na China, é uma obsessão coletiva pela melhor educação do mundo”, diz a professora brasileira Tarsila Borges, que leciona língua portuguesa há quatro anos na Universidade de Pequim. Segundo ela, a principal diferença não está na estrutura, mas na mentalidade. Tanto é que o governo chinês investe apenas 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação — menos do que os 4,7% do PIB que o Brasil investiu em 2010 e do que os 6% recomendados pela Unesco. “Se você se esforçar, tudo consegue. É esse o raciocínio.”
Essa filosofia causou grande polêmica em janeiro, nos Estados Unidos, quando a professora de direito da escola de direito de Yale e filha de chineses, Amy Chua, publicou no The Wall Street Journal um artigo que explicava “por que as mães chinesas são superiores”. O texto, primeiro capítulo de seu livro Battle Hymn of the Tiger Mother (O Hino de Batalha das Mães Tigres, sem edição brasileira), dizia que o pulso firme das mulheres chinesas tornava seus filhos mais competentes. Por isso Amy conta com naturalidade o dia em que rejeitou um cartão de aniversário de uma das suas filhas por não estar bom o suficiente. A garota, então com seis anos, teve que refazer. Absurdo? Para Amy, é parte de um endurecimento da personalidade. A excessiva preocupação dos pais ocidentais com a psicologia das crianças, diz ela, é que atrapalha a formação de caráter.
Como era de se esperar, o artigo repercutiu pelo mundo afora e serviu para trazer à tona uma discussão: seria essa severidade o segredo para uma educação de qualidade em tão pouco tempo? Galileu desbravou as características das salas e dos lares da China para tentar responder.  E mostra como funciona a dura rotina educacional naquele país.

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– Fidel Castro e o espanto / encanto com a Web

Fidel Castro, que se foi há pouco tempo, descobriu a Internet somente em 2010. E quando o fez, disse:

Estamos diante da arma mais poderosa que já existiu: a comunicação”.

Para a maioria dos cidadãos do mundo desenvolvido (e dos países em desenvolvimento também), isso é uma realidade. E para que a comunicação seja sempre plena, deve existir liberdade de expressão e democracia (coisas que não existem em Cuba, na China ou Coréia do Norte).

Deve ser por tal motivo o “pé atrás” de Fidel? Permitir comunicação sem censura seria sinônimo da queda da ditadura em Havana?

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– A Nova Prioridade do Planeta China: banheiros para todos!

Um dos péssimos hábitos da atual e moderna China é o antigo costume de urinar em público.

Está apertado? Ache um cantinho e…

Pois é. Para acabar com esse constrangimento das autoridades, o Governo Chinês investirá R$ 10 bilhões de reais para construir banheiros públicos no país.

Abaixo, os planos ambiciosos das autoridades,

Extraído de: http://epoca.globo.com/mundo/noticia/2018/01/china-elegeu-reformar-e-modernizar-os-banheiros-sua-prioridade-na-nova-era.html

A CHINA ELEGEU REFORMAR E MODERNIZAR OS BANHEIROS SUA PRIORIDADE NA NOVA ERA

Por Vivian Oswald, de Pequim

A vendedora da pequena e charmosa butique vizinha a um dos banheiros públicos de Dashilan – um descolado hutong, como são chamados os bairros das tradicionais casas chinesas, da capital – se queixava do cheiro forte do vizinho com quem divide parede. Dizia que o odor afastava a clientela. Não mais. O banheiro foi reformado e já não incomoda. Este e tantos outros passaram por mudanças significativas para agradar turistas chineses e estrangeiros. Muitos ganharam novo visual e vasos sanitários que só faltam falar – e vão para o lugar daquelas precárias louças encaixadas no chão.

A China elegeu suas prioridades. Ao se preparar para entrar na Nova Era, anunciada em outubro passado pelo presidente Xi Jinping durante o 19º Congresso do Partido Comunista, o país escolheu dar início a uma nova revolução: a dos banheiros. “A China precisa de melhoras nos seus banheiros para construir uma sociedade civilizada e incrementar os padrões de higiene do povo”, pregou o líder chinês, prestes a iniciar seu segundo mandato agora em março.

Xi pediu aos membros do partido que continuem a modernizar os banheiros turísticos ao mesmo tempo em que expandem o projeto para o resto do país, sobretudo para as áreas rurais e regiões mais remotas. Em suas visitas às áreas rurais, o mandatário faz questão de saber se a população usa esses banheiros, que nada mais são do que um buraco no chão, sem sistema de água, nem esgoto. Nos hutongs, mesmo nos grandes centros urbanos, os banheiros públicos são as únicas opções para os moradores das casas, que, em geral, não têm um sanitário exclusivo para atender a família. Não raro, veem-se chineses passando de pijama à noite, ou bem cedo, com cara de aperto, pelas ruelas.

A revolução do Xi(xi) começou com uma campanha lançada em 2015 pelo Escritório de Turismo para melhorar as condições dos banheiros públicos nas áreas mais turísticas. Estabeleceu-se, então, uma meta de construção e renovação de 57 mil banheiros de turismo para o período de três anos. Como quase tudo na China, o objetivo foi cumprido antes do prazo. Ao todo, foram construídos e renovados 68 mil banheiros, quase 20% a mais do que o previsto, segundo dados atualizados em outubro passado. Agora, eles acabam de anunciar a nova meta para o próximo triênio. De 2018 a 2020, serão pelo menos 64 mil banheiros de turismo, dos quais, no mínimo, 47 mil novos e 17 mil renovados.

A tal revolução dos banheiros já teria custado mais de US$ 150 milhões. O foco agora vai para o interior, sobretudo nas zonas rurais, no centro e leste do país. Está sendo criado um regime de avaliação e fiscalização da sociedade. Uma pesquisa mostra que 80% dos turistas chineses se disseram satisfeitos com a melhora dos banheiros. Não é para menos. Mesmo em Pequim, as condições de alguns dos milhares de banheiros públicos que existem pela cidade chocavam os estrangeiros. Os chineses não se constrangem com o velho hábito de usar o espaço público como banheiro. No interior da China, por exemplo, na região autônoma de Ningxia, muitos camponeses nem sequer têm banheiro dentro de casa. Alguns têm de usar latrinas cavadas na terra ao lado da casa ou caminhar até 500 metros para encontrar um banheiro público.

De acordo com dados da Fundação Bem-Estar Público Yu Ting, cerca de 80% das áreas rurais de Xinjiang e do Tibete têm uma situação considerada severa. A entidade, primeira organização não governamental a cuidar exclusivamente do tema dos banheiros, foi criada pelo milionário Qian Jun. Nascido em Kunshan, na província de Jiangsu, a mais densamente povoada da China, ele decidiu largar o império que construiu nos setores de logística, finanças e alimentação para dedicar-se à filantropia depois que descobriu um câncer em 2011, quando tinha 34 anos. De lá para cá, Gian Jun já gastou cerca de US$ 3 milhões com banheiros e, por isso, passou a ser conhecido como “Zé Banheiro”. A ideia deste empreendedor não é apenas reformar os sanitários, mas mudar a cultura das pessoas. Isso pode até virar um bom negócio. Alguns modelos começam a ter marca registrada e a ser vendidos para empresas e governos de províncias interessados em conduzir as suas reformas.

Em um país diverso como a China, até o design de banheiros precisa ser discutido com atenção. Isso porque nas áreas remotas do Tibete, por exemplo, é preciso levar em conta as caraterísticas das vestes usadas pela população, com uma das mangas muito mais longa do que a outra. Além de tocar projetos para a construção de banheiros sustentáveis em universidades e sanitários dignos no interior do país, ele quer que a Universidade Tsinghua, uma das mais prestigiosas da capital, inclua no seu currículo uma nova “especialização em banheiros”, que poderia estar vinculada à Faculdade de Meio Ambiente ou à de Direito.

Ainda no final de 2015, o Ministério de Habitação da China fechou um acordo de cooperação com a província de Ningxia, que se tornou um projeto experimental da revolução dos banheiros na zona rural. A província estabeleceu pontos experimentais em 22 cidades. Na cidade de Qingtongxia, foram renovados 1.300 banheiros nos últimos três anos. Diante dos bons resultados, a província acaba de anunciar uma meta de renovar os banheiros usados por 300 mil famílias até 2020. Nas cidades grandes, alguns terão até luxos que não se costuma ver em banheiros mundo afora, como carregadores de celular, Wi-Fi, ar-condicionado, aquecimento, máquina de água e sucos e tal. O fato é que, como tudo na China, o movimento tem tomado proporção tamanha que acaba de ser lançado um aplicativo de banheiros para a população. Tem sido chamado de “o Uber dos banheiros”. Ali, o usuário tem acesso a cerca de 330 mil sanitários disponíveis à sua volta em toda a China, numa área chamada “nuvem nacional do banheiro público”, com as informações sobre as facilidades e horários de funcionamento.

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VIDA PRIVADA – O plano prevê 64 mil novos banheiros para uma população de 1,4 bilhão de pessoas (Foto: divulgação)

– A Censura Chinesa e o Ocidente nada faz!

Para fazer negócios com a China, grandes empresas de comunicação aceitam “numa boa” a censura imposta pelo governo ditador.

Palavras como “Democracia”, “Direitos Humanos” e outras que remetam à Liberdade de Expressão são simplesmente banidas. Apple e Google obedecem as ordens de Pequim. Facebook e Twitter são proibidos de atuarem por lá.

Nesta semana, mais um caso de proibição, abaixo, extraído de: http://istoe.com.br/a-censura-chinesa/

A CENSURA CHINESA

Depois de bloquear acesso a redes sociais, governo de Xi Jinping exige que a Apple remova de sua loja no país o aplicativo do jornal “The New York Times”

No país mais populoso do planeta, os cidadãos são proibidos de acessar redes sociais como Facebook e Twitter. Nem mesmo pesquisas na internet pelo Google são toleradas. Há duas semanas, os chineses foram surpreendidos com mais uma forma de censura: o aplicativo que permitia acessar as notícias do jornal “The New York Times” por meio do sistema iOS também foi banido. O site do jornal americano já havia sido bloqueado na China em 2012, após a publicação de um artigo que detalhava a fortuna do ex-primeiro ministro Wen Jiabao e sua família. A pedido do governo do presidente Xi Jinping, a Apple, fabricante do iPhone e do iPad, removeu o aplicativo de sua loja no país.

Em junho, a agência de administração do ciberespaço da China baniu aplicativos que possam “publicar ou divulgar informações proibidas”. As restrições incluem “participar de atividades que coloquem em risco a segurança nacional, interrompam a ordem social ou violem os interesses e direitos legítimos de outros”. É difícil imaginar de que forma o “The New York Times” viola essas normas.

Curiosamente, ao acatar o pedido do PC chinês a Apple vai contra a liberdade que sempre pregou. No ano passado, a empresa recusou um pedido do governo dos Estados Unidos para desbloquear o iPhone de um suspeito de terrorismo. Na época, Tim Cook, o sucessor de Steve Jobs, disse que seria um precedente perigoso, “que ameaça as liberdades civis.”

RETROCESSO
A mudança de postura tem explicação econômica. A China é o terceiro maior mercado da Apple, com uma receita de US$ 8,8 bilhões apenas no quarto trimestre do ano passado. A maior concorrência de rivais domésticos, contudo, tem feito as vendas caírem. O faturamento recuou 30% em 2016. Tim Cook visitou a China algumas vezes no ano passado para tentar recuperar os clientes perdidos.

Para o governo chinês, todos os sites estrangeiros vistos como uma ameaça ao Partido Comunista são automaticamente afastados do alcance dos cidadãos. Wikipédia, Youtube, Instagram e até o Linkedin entram na lista de sites proibidos no país.

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– Triste Harbin Poluída

Cubatão sempre foi famosa pela poluição. Mas nada se compara a Harbin, cidade chinesa que quebrou um recorde: a de mais poluída da história!

Veja esse índice de medição do ar na cidade: 1000 microgramas de partículas PM 2,5/m3. O limite máximo aceitável pela OMS é de 25…

Como viver num lugar assim? E Harbin é um local bem frequentado pelos turistas, já que lá acontecem eventos de construção de obras em gelo (como o da foto abaixo).

Aliás, já reparam que China e Índia constantemente aparecem de maneira cinzenta, escura e sem céu azul?

Abra o olho, Planeta Terra!

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– Capriche na Mira para não ser Multado!

Se a moda pega… Na China, quem for ao banheiro e errar o xixi no mictório pagará multa equivalente a R$ 38,00!

Extraído de Revista Época, 21/08 pg 16

A ORDEM É CAPRICHAR NA MIRA

Sujou. Fiscais na cidade de Shenjen, no sul da China, passarão a multar em 100 yuan (R$ 38) os usuários de banheiros públicos masculinos que urinarem fora do mictório. O governo criou a lei para conter o que chamou de “uso grosseiro de um banheiro público” – parece que a coisa andava feia em Shenjen. A nova lei foi motivo de intenso debate em jornais locais e na versão chinesa do Twitter, o Weibo. A medida, que começará a valer em setembro, impõe alguns desafios para os homens da lei. Não se sabe que quantidade de urina precisa respingar fora do mictório para ser considerada uma infração. Uma gota já vale? Críticos afirmam que serão necessários inspetores em cada banheiro para cumprir a lei. Com os olhos bem abertos.

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– A China está contratando até… esotérico do Brasil!

Está pensando que apenas jogador de futebol é alvo dos investidores chineses?

Que nada!

A Fundação Cacique Cobra Coral (aquela entidade esotérica brasileira que promete controlar as condições climáticas em qualquer parte do mundo) que, pasmem, tem contrato com diversos órgãos federais e estaduais para fazer chover (ou não chover) em determinados lugares (como não atrapalhar o Carnaval, formar trombas d’água em hidrelétricas, garantir o tempo seco no GP de Fórmula 1), está sendo contratada por uma proposta irrecusável para prestar serviços na China.

Pois é: segundo a Coluna de Ricardo Boechat na Revista Isto é, a médium Adelaide Scritori, que diz incorporar o espírito do cacique Cobra Coral, os chineses pagarão 1 milhão de dólares mensais (livre de outros despesas) para que o Além ajude a reduzir a poluição nas principais cidades, como Shangai e Pequim.

É mole?

Não acredito, mas tenho que respeitar quem ganha 1 milhão / mês…

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– A China fugindo da China?

Sabemos que as empresas produzem na China devido à mão de obra barata. Até pouco tempo, essa m.d.o. era realmente baratíssima! Mas com a globalização, inclusão social, críticas dos Direitos Humanos, o salário mínimo por lá aumentou e está em R$ 766,00; e para os chineses, isso custa caro.

Veja só: leio na Revista Superinteressante deste mês que, devido a esse custo maior, cerca de “2.500 empresas chinesas já estão instaladas na África, em países como Nigéria, África do Sul, Zâmbia, Gana e Etiópia, onde os salários são bem pequenos. Na Etiópia, por exemplo, um operário ganha de US$ 30 a US$ 50 por mês. Eles produzem calçados, roupas, material de construção, eletrodomésticos e até automóveis. É possível que, ao comprar alguma coisa bem barata, vejamos cada vez menos a inscrição ‘Made in China’ e cada vez mais ‘Made in Africa’.”

Os chineses acabarão por dominar o mundo, superando os americanos?

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– A fortuna e o amor de Tevez

Carlitos Tevez um dia fez juras de amor ao Corinthians. Depois abandonou o Timão. Fez a mesma coisa com o West Ham, Manchester United e Juventus, voltando às suas origens no Forte Apache (a favela onde nasceu em Buenos Aires). Retornando ao Boca Jrs, passou razoavelmente pelo Bombonera e agora jogará no Shanghai Shenhua.

Seu salário na China?

Cento e dez mil euros por dia!

Cá entre nós, parte 1: é confiável fazer negócio com chinês? Tudo bem que eles têm muito dinheiro, mas dá para desconfiar que seja uma tremenda lavagem de dinheiro…

Cá entre nós, parte 2: o atleta é profissional, joga onde quiser, mas… é complicado dizer que ama o time e abandoná-lo. Melhor não dizer nada!

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