– Viva São João Batista!

Hoje é dia de São João Batista, primo de Jesus, o precursor do Messias. Aquele que abria caminhos e endireitava as veredas, à espera do Salvador. Herodes o matou e entregou a sua cabeça em uma bandeja à cunhada, sua amante, pelos motivos de que denunciava o pecado e lutava pela Justiça e Amor (não o confunda com São João, o Evangelista, Apóstolo de Cristo).

Viva São João Batista, que nos ensina a servidão ao Cristo e a lutar pela Paz, Pureza e Justiça.

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– O motivo dos Arautos do Evangelho estarem sob observação das Autoridades da Igreja Católica

Semana passada, falamos sobre uma manchete sensacionalista contra o grupo católico “Arautos do Evangelho”, onde se falava até de “Pacto com o Diabo” (relembre aqui: http://wp.me/p4RTuC-j4u).

Agora, a Folha de São Paulo publica e o UOL reproduz a reportagem “menos sensacionalista”. Dessa feita, ouviram os dois lados.

Compartilho abaixo, extraído de: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/06/22/denuncia-de-ritual-de-exorcismo-poe-grupo-catolico-brasileiro-na-mira-do-vaticano.htm?cmpid=tw-uolnot

DENÚNCIA DE RITUAL DE EXORCISMO PÕE GRUPO CATÓLICO BRASILEIRO NA MIRA DO VATICANO

  • Reprodução
    Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, ex-líder dos Arautos do Evangelho, realiza ritual

    Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, ex-líder dos Arautos do Evangelho, realiza ritual

Uma série de vídeos que apresentam rituais de exorcismo e reuniões para discutir conversas de padres com o que seriam “demônios” incorporados em fiéis colocaram o grupo religioso católico brasileiro Arautos do Evangelho sob escrutínio do Vaticano.

O UOL teve acesso a nove vídeos gravados por integrantes do grupo há cerca de um ano e meio e que foram compartilhados fora do grupo neste ano. Nestas gravações, há cenas de um monsenhor falando em latim e realizando um ritual que seria para tirar o que ele chama de demônio do corpo de duas adolescentes. Em outro, um membro dos Arautos lê um relatório que narra o diálogo entre um padre e um “demônio” que estaria incorporado em uma mulher.

Fiéis católicos denunciaram ao Vaticano a prática de rituais não condizentes com os dogmas católicos. A organização Arautos do Evangelho é um grupo subordinado ao Vaticano e surgido de uma dissidência da TFP (Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade) nos anos 90. Eles negam qualquer prática que não seja autorizada pela hierarquia eclesiástica da Igreja Católica (leia mais abaixo).

De acordo com o monsenhor José Correa, chanceler da Diocese de Bragança Paulista (interior de SP), região administrativa da Igreja Católica onde fica a principal casa dos Arautos, diversas denúncias acompanhadas dos vídeos chegaram ao conhecimento do bispo Dom Sérgio Aparecido Colombo, responsável pela diocese, em meados de abril, e foram remetidas para o Vaticano.

O bispo Colombo emitiu comunicado no início de maio afirmando que nenhuma pessoa na região da Diocese possui autorização da Igreja Católica para fazer rituais de exorcismo canônico, uma prática litúrgica rara, mas oficial da Igreja Católica, que depende de formação e autorização específicas. Hoje o Brasil possui cerca de 30 padres autorizados a realizar rituais de exorcismo oficialmente, de acordo com as regras do Direito Canônico.

“O bispo convocou representantes dos Arautos, que negaram qualquer prática irregular”, afirma Correa. Segundo ele, foi recomendada “moderação” ao grupo. Além disso, as denúncias com os vídeos, o alerta do bispo e as respostas dos Arautos foram encaminhados para a Nunciatura Apostólica no Brasil (representação do Vaticano no país), que mandou o material para o Vaticano, em Roma.

O caso foi revelado na semana passada pelo projeto “Vaticano Insider”, do jornal italiano “La Stampa”. Se for levado adiante pela congregação, em última instância pode provocar uma “visita apostólica”, ou seja, quando uma comissão do Vaticano vai a algum lugar fazer uma investigação mais aprofundada.

O que mostram os vídeos?

  • Reprodução

Em dois dos vídeos que provocaram a polêmica, jovens do sexo feminino participam de um ritual comandado pelo monsenhor João Scognamiglio Clá Dias. Nas imagens, as jovens, vestidas com a túnica característica do grupo, são tratadas como se estivessem possuídas por demônios. Ao final do ritual, é assumido por eles que foram curadas. É possível ver Dias lendo orações em latim e dando tapas diversas vezes na cabeça e no rosto das jovens atormentadas, na maioria das vezes com folhas de papel.

Em outros dois vídeos, o líder dos Arautos discute em uma reunião privada com outros membros supostas conversas que padres ligados ao grupo teriam tido com demônios (termo usado por eles) incorporados em fiéis durante rituais que não são mostrados. 

Em uma das reuniões filmadas, é dito que monsenhor Dias exorcizou uma jovem ao final de uma missa, na medida em que ela apresentaria sinais de estar possuída. Em meio ao ritual, segundo conta um integrante dos Arautos em vídeo, “o demônio teria feito revelações ao padre”, por meio da jovem que eles chamam de X durante a discussão. Insatisfeitos com o conteúdo das revelações, os Arautos teriam chamado X novamente e “invocado” o que seria este demônio de volta a ela, “para explicar melhor” o que havia dito antes. “Este é o demônio mais capaz que já resistiu entre nós”, diz o monsenhor Dias durante a discussão gravada.

Em outra reunião filmada, o grupo discute um relatório feito por um padre sobre o que ele teria “ouvido de um demônio”. Na leitura do documento, feita a um grupo de membros dos Arautos, é mencionado um episódio que fala da morte do papa Francisco. 

“Para nós, este é um assunto encerrado”

Em meio à polêmica, o líder máximo do grupo, monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, renunciou. De acordo com o padre Alex Barbosa de Brito, representante dos Arautos, o afastamento de Dias nada teve a ver com o caso dos vídeos e já vinha sendo considerado por ele havia pelo menos dois anos.

“Ele comunicou o conselho em 28 de abril, bem antes da reunião na Diocese de Bragança e o comunicado do bispo”, diz padre Alex. “Não há polêmica, não há investigação, o que existe são pessoas que não gostam da gente e ficam inventando histórias para tentar nos prejudicar. Já esclarecemos tudo ao bispo e para nós este é um assunto encerrado.”

Segundo um representante dos Arautos, padre Alex, os vídeos que parecem registrar rituais de exorcismo na verdade são uma bênção de libertação, que qualquer padre pode dar a qualquer fiel que peça isso a ele.”

O UOL procurou o padre Valeriano dos Santos da Costa, diretor da Faculdade de Teologia da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) para falar sobre o assunto. “Fiquei sabendo da história mas não vou opinar”, diz o padre. “Uma bênção de libertação pode ser muitas coisas, mas não conheço os detalhes da história.”

  • Frederic Jean – 8.fev.1993/Folhapress

    Plínio Correa de Oliveira, em foto de 1993

Os Arautos do Evangelho são um grupo oficialmente ligado à Igreja Católica que nasceu de uma ruptura no seio da TFP (Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade) após a morte do fundador Plínio Correa de Oliveira, em 1995. De acordo com a CNBB, trata-se de uma Associação Internacional de Fiéis de Direito Pontifício. Fundada em 1960, a TFP era um grupo católico da sociedade civil ultraconservador de direita que promovia marchas e protestos contra a reforma agrária, entre outros temas, nas décadas de 1980 e 1990. Neste século, perdeu protagonismo e membros para os Arautos.

Registros são bênçãos de libertação, diz padre dos Arautos

Segundo padre Alex, dos Arautos do Evangelho, o que os vídeos apresentam não são rituais de exorcismo. “Não é um exorcismo canônico, é um ato reservado e particular que qualquer padre pode conceder a qualquer fiel que assim pedir”, afirma o padre. “São bênçãos de libertação privadas e solicitadas por quem recebe”, afirma.

Sobre as reuniões onde são discutidas supostas conversar de padres dos Arautos com o que eles chamam de demônios, ele explica que foram retiradas do contexto e que os Arautos vão processar os responsáveis pela divulgação das imagens.

“Não implicou nenhuma mudança de rumos nos Arautos do Evangelho, seja em seu relacionamento para com a Sagrada Hierarquia e a sociedade civil, seja na atuação com a imensa quantidade de aderentes do movimento. O objetivo do encontro registrado era, simplesmente, intercambiar impressões a respeito de determinados fenômenos preternaturais, num ambiente de amena e distendida intimidade”, diz o padre Alex.

Segundo ele, o grupo concluiu depois que as “revelações” não eram verdadeiras. “Muitas vezes estes fenômenos têm explicações psiquiátricas, não eram uma possessão de verdade, outras são uma informação falsa dos demônios, que tentam nos enganar a todo momento.”

Argentino fez denúncias ao Vaticano e à Diocese de Bragança

Um dos fiéis católicos que denunciou os Arautos do Evangelho à Diocese de Bragança e ao Vaticano é o gerente de projetos argentino Alfonso Beccar Varela, 53. Varela é ex-integrante da TFP. “É uma instituição da igreja que tem crenças muito estranhas e que se alegra contemplando a hipótese da morte de papa, assim como uma visão apocalíptica da realidade”, diz Varela. “Fiz a denúncia por que considero um perigo para a Santa Sé, e os católicos em geral, um grupo ter práticas como essas.”

Segundo dados deles mesmos, os Arautos do Evangelho estão hoje presentes em 78 países e contam com cerca de 200 sacerdotes. No total, são 50.557 pessoas entre homens, mulheres e “terciários” (que não fazem parte do grupo, mas de alguma forma “orbitam” ao redor dele).

Quando Plínio Corrêa (o fundador da TFP) morreu, em 1995, houve uma cisão entre dois grupos da organização, que disputam até hoje na Justiça quem tem direito ao nome e aos bens da TFP –o caso começou em 1997 e hoje está no STF (Supremo Tribunal Federal). Enquanto a TFP minguava em meio à disputa judicial, os Arautos cresciam.

  • Lalo de Almeida/Folhapress

    A Basílica Nossa Senhora do Rosário, na serra da Cantareira, que pertence aos Arautos

Recentemente, os Arautos do Evangelho protagonizaram outra polêmica. Em 2008, inauguraram uma basílica de 60 metros de altura em um terreno de 96 mil metros quadrados na serra da Cantareira, em Caieiras, na Grande São Paulo. Moradores da região questionam o tamanho da obra em área de mata, mas os Arautos conseguiram todas as licenças necessárias para a construção.

O que acontece agora

“O prefeito da Congregação, cardeal Braz de Aviz, está realizando um inquérito”, afirma o vaticanista (estudioso especializado na Igreja Católica) Andrea Tornielli, em entrevista ao UOL. O italiano foi o responsável pela revelação na imprensa da história.

“Até agora não foi feito nenhum pronunciamento sobre a alguma decisão oficial sobre o caso. Mas fontes seguras no Vaticano confirmam tudo e a Santa Sé não se pronuncia, mas também não nega nada”, afirma o jornalista. “É difícil saber no que vai dar, por que o inquérito acabou de começar. Neste tipo de caso a visita apostólica costuma ser mais frequente, mas é difícil saber ainda.”

Agora, cabe à Congregação para os Institutos de Vida Consagrada, entidade com sede no Vaticano que é comandada pelo cardeal brasileiro Braz de Aviz, decidir se vai levar uma investigação adiante ou não. Ainda não foi divulgada nenhuma decisão sobre o caso. “Não cabe a nós decidir nada, apenas passamos para o Vaticano o que estava acontecendo para eles decidirem se há algo a ser feito”, diz Correa.

A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) diz, por meio de sua assessoria de imprensa, que tomou conhecimento da polêmica e que o assunto foi incluído na pauta da reunião do Conselho Permanente que acontece até esta quinta (22).

Procurados pela reportagem para comentar o assunto, representantes da Nunciatura no Brasil não responderam aos telefonemas nem aos pedidos por e-mail. Também foram procurados o cardeal Braz ou algum representante da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada, sem sucesso.

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– Pastor Cláudio Duarte, que falou mal de Nossa Senhora, pede desculpas.

Oriundo da Igreja Batista, Cláudio Duarte, pastor, é marcado pelo bom humor e irreverência de suas palavras. Porém, foi infeliz numa declaração anti-ecumênica e depois se desculpou. Viram a polêmica?

O pregador disse ter ido a uma Igreja Católica e durante a Missa ministrou aos presentes dizendo queMaria não é uma divindade (IMPORTANTE – Para os católicos, Maria também não é deusa, mas sim a primeira dos cristãos, por ser esposa do Espírito Santo, serva do Pai e mãe do Filho – tendo sido imaculada por todo o sempre pela Graça de Deus). Disse mais, abaixo:

“Esses dias fui pregar em uma Igreja Católica e falei que os protestantes muitas vezes ignoram a importância de Maria. Como eu vou dizer que Maria foi uma mulher qualquer se ela foi a única mulher nessa Terra que teve o privilégio de ouvir o Filho de Deus lhe chamando de mãe (…) Mas ninguém pode ser mãe de alguém que é mais velho (…) Ela não morreu virgem e não pecou por causa disso, ela era casada com o Zé.”

O pastor posteriormente disse que foi irônico, apenas brincou e não quis ofender ninguém. Assumiu ter sido infeliz nas suas palavras, embora, tenha dito que “os católicos presentes naquela missa deram risada com o que falou”.

Sinceramente, sabe o que penso?

O Pastor Cláudio Duarte tem sido um excepcional evangelizador e reconhecidamente entendeu ter errado em tocar no assunto tão querido aos católicos: a pura VENERAÇÃO (não é adoração) à Virgem Mãe. Ecumenismo é rezar nas semelhanças da Fé a Deus, que é o mesmo para cristãos (Pai), judeus (Yaveh), islâmicos (Allah).

Sem polêmicas desnecessárias.

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– Os “Arautos do Evangelho” são acusados de pacto com o Capeta?

Leio e fico coçando a cabeça

Publicado na Folha de São Paulo de hoje, mas poderia ser no Notícias Populares… (recorte abaixo)

Quer dizer que um grupo católico quer MATAR o Papa e fez pacto com o Diabo? 

E ninguém foi ouvido ou procurado para entrevista? 

Hum… sem defender ou criticar os Arautos do Evangelho (citados abaixo), mas é meio, digamos, matéria exageradamente fantasiosa, não?

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– Semana Jovem de Dom Bosco

Que tal passar a semana rezando, entre amigos, ouvindo coisas boas?

É essa a proposta na Paróquia São João Bosco. Participe, jovens

Abaixo: 

– Festa de Corpus Christi

Amigos, como nesta quinta-feira celebramos uma das mais magníficas festas cristãs, compartilho esse texto sobre origens e significado do dia de Corpus Christi.

Extraído de: http://franciscamalarranha.wordpress.com/2008/05/22/o-milagre-de-lanciano/ehttp://www.portaldafamilia.org.br/datas/corpus/corpuschristi1.shtml

Significado- O MILAGRE DE LANCIANO

Por volta dos anos 700, na cidade italiana de Lanciano, viviam no mosteiro de S. Legoziano os monges basilianos e, entre eles, havia um cuja fé parecia vacilante, e ele era perseguido todos os dias pela dúvida de que a hóstia consagrada fosse o verdadeiro Corpo de Cristo e o vinho o Seu Verdadeiro Sangue.

Foi quando, certa manhã, celebrando a Santa Missa, mais do que nunca atormentado pela dúvida, após proferir as palavras da Consagração, ele viu a hóstia converter-se em Carne viva e o vinho em Sangue vivo.

Sentiu-se confuso e dominado pelo temor diante de tão espantoso milagre.
Até que em meio a transbordante alegria, o rosto banhado em lágrimas, voltou-se para as pessoas presentes e disse:

Ó bem-aventuradas testemunhas diante de quem, para confundir minha incredulidade, o Santo Deus quis desvendar neste Santíssimo Sacramento e tornar-se visível aos vossos olhos. Eis aqui a Carne e o Sangue do nosso Cristo muito amado!”

A estas palavras os fiéis se precipitaram para o altar e começaram também a chorar e a pedir misericórdia. Logo a notícia se espalhou por toda a pequena cidade, transformando o Monge em um novo Tomé.

Aos reconhecimentos eclesiásticos do Milagre, veio juntar-se o pronunciamento da Ciência Moderna através de minuciosas e rigorosas provas de laboratório.
Após algum tempo de trabalho, exatamente a 4 de março de 1971, os pesquisadores publicaram um relatório contendo o resultado das análises:

– a Carne é verdadeira carne e o Sangue é verdadeiro sangue;

– a Carne é do tecido muscular do coração (miocárdio);

– a Carne e o Sangue são do tipo AB e pertencem à espécie humana;

– a conservação da Carne e do Sangue, deixados ao natural por 12 séculos e ex-postos à ação de agentes atmosféricos e biológicos, permanece um fenômeno extraordinário.
Outro detalhe inexplicável: pesando-se as bolotas de sangue coagulado (e todas são de tamanho e forma diferentes) cada uma delas tem exatamente o mesmo peso das cinco bolotas juntas.

Deus parece brincar com o peso normal dos objetos.

Depois que foram conhecidas as conclusões dessa pesquisa científica, os peregrinos vêm de toda parte venerar a Hóstia que se tornou Carne e o Vinho consagrado que se tornou Sangue.

É bem uma prova direta de que Jesus Cristo ressuscitou verdadeiramente, de que a Eucaristia é o Corpo e o Sangue de Cristo glorioso, assentado à direita do Pai e que, tendo saído do túmulo na manhã de Páscoa, não pode mais morrer.

É assim que o Milagre de Lanciano, desafiando a ação do tempo e toda a lógica da ciência humana, se apresenta aos nossos olhos como a prova mais viva e palpável de que o “COMEI TODOS E BEBEI…”, mais do que uma simples simbologia como possa parecer, é o sinal Divino de que no Sacramento da Eucaristia está o alimento do nosso espírito, da nossa fé e da nossa esperança nas promessas de Cristo para a nossa Salvação.

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CORPUS CHRISTI

A Festa de Corpus Christi, celebrada desde o século XIII, expressa a fé do povo católico, que enfeita as ruas para a procissão do Corpo de Jesus Cristo.

Corpus Christi é uma festa popular, na qual a comunidade se empenha em criar enormes extensões de tapetes coloridos, nos quais a fé é traduzida em arte.

História — A celebração de Corpus Christi teve início na diocese de Liège, na Bélgica, onde a festa começou a ser comemorada em 1246.

O dia dedicado ao Santíssimo Sacramento é a Quinta-feira Santa, quando Cristo celebrou a Santa Ceia com os Apóstolos e instituiu a Eucaristia.

“Não há tempo para darmos aquelas homenagens que Cristo merece, porque, logo em seguida, vem o luto da Sexta-feira Santa e toda a atenção dos fiéis é dirigida à Morte de Jesus na cruz e sua Ressurreição na Páscoa.

Então, a festa de Corpus Christi, é uma complementação da instituição da Santíssima Eucaristia na Quinta-feira Santa.

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ORIGENS

A tradição de fazer o tapete com folhas e flores vem dos imigrantes açorianos. Essa tradição praticamente desapareceu em Portugal continental, onde teve origem, mas foi mantida nos Açores e nos lugares onde chegaram seus imigrantes, como por exemplo Florianópolis.

O barroco enriqueceu esta festa com todas as suas características de pompa. Em todo o Brasil esta festa adquiriu contornos do barroco português. Corpus Christi é celebrado desde a época colonial com uma profusão de cores, música expressões de grandeza. No Brasil, a tradição de se fazer os tapetes de ruas acontece em inúmeras cidades, geralmente com voluntários que começam os preparativos dias antes da solenidade e varam a noite trabalhando.

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– Santo Antonio, Pai dos Pobres!

E hoje é dia de Santo Antonio (chamado por alguns “de Pádua” ou de “Lisboa” – locais onde viveu santamente).

Você sabia que a história de santo casamenteiro só existe entre nós? Santo Antonio é conhecido lá fora como “pai dos pobres”.

Pobre, humilde, desprovido de alta intelectualidade… mas magnífico nas questões de fé. Esse era o perfil deste santíssimo homem.

Santo Antonio, rogai por nós!

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– Festejando a Santíssima Trindade

Hoje é dia de júbilo aos católicos. Celebra-se a Festa da Santíssima Trindade, sempre no domingo posterior ao Pentecostes.

O catecismo da Igreja explica: Deus é Uno e Trino – um só Deus em essência, mas três em pessoas, que se manifesta no Pai Criador, que ama tanto o mundo que nos enviou seu Filho Salvador, cujo amor ilimitado gera o Espírito Santo paráclito!

Portanto, adoremos a Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo (Santíssima Trindade) hoje e sempre.

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– Catequese do Sacramento do Crisma: Piercing e Tatuagem frente ao Cristianismo

O corpo, para os católicos, é templo de Deus. É uma “casa para a alma”, que usamos enquanto nesse plano terreno e que apodrece quando morremos após nosso derradeiro suspiro. A alma vai para o plano celeste, a fim de viver na comunhão dos santos (que é desejado, pois nem todos obtém êxito). O corpo – carne – é enterrado, cremado, destruído. Na Parusia (a volta de Jesus), teríamos o “corpo glorioso”, como manifestou Cristo Chagado ou também na passagem da transfiguração no Tabor.

Dessa forma, pensemos: se o corpo humano que temos, Graça que nos é dada por Deus, é a vestimenta para o espírito, por quê o maltratamos?

Nessa linha: fumar, embriagar-se, usar drogas e outros mal-tratos para a nossa carne tenderiam a nos deturpar – incluindo, propriamente, a alma, a conduta, o comportamento,a representação e a exposição.

Nunca podemos julgar pelas aparências. Dessa forma, a estética do corpo deve ser desprezada para considerar a bondade e a maldade dos corações. É o velho e popular ditado: “não importa a beleza exterior, mas sim a interior”.

Entretanto, podemos chocar o próximo com nossa aparência externa. Uma tatuagem do “olho de Rá” na testa leva a questionamentos a quem adoramos verdadeiramente. Uma boca cheia de piercings remete muitas vezes à sensualidade extrema e ao desejo, que para alguns, teriam até mesmo provocações sado-masoquistas.

Diante de tudo isso, algumas necessárias provocações:

1- Você cuida da sua saúde, preservando o seu corpo de drogas lícitas e ilícitas?

R: Se sim, ótimo.

2- Você se embeleza para ter uma aparência bonita?

R: Se sim, tudo bem. É muito bom se cuidar também por fora.

3- Você maltrata seu corpo ou sacrifica alguma coisa para atingir o padrão de beleza ideal a seus conceitos?

R: Se sim, atenção. Isso é motivo para sacrifício? Sério mesmo?

4- Você sabe o que cada adorno ou pintura (brinco/piercing e tatuagem) representam?

R: Se sim, ótimo, pois você tem consciência de como é a manifestação visual do seu padrão demonstrado. Se não, cuidado: que mensagem você está levando?

Enfim: o tema que discutiremos com nossos crismandos é penoso para muitos, mas necessita-se discuti-lo à luz da fé cristã, da razão e sem preconceito.

Inicialmente, vale assistir a resposta cuidadosa que o Padre Fábio de Melo dá (vídeo abaixo) ao ser questionado sobre Piercing e Tatuagens. Repare que ele é cauteloso para explicar e sabe medir as palavras sobre o que se pode transmitir ao usar piercing ou tatuagens. Em: https://www.youtube.com/watch?v=NsnJwY0dl8k

Pense: você está transmitindo CONSCIENTE ou INCONSCIENTEMENTE uma mensagem com uma frase ou um símbolo? Mais do que isso: você sabe a origem relacionada com sensualidade, provocações, representações de divindades e outras marcas da historicidade dos piercings e tatuagens?

Ajudo com dois artigos abaixo. Leia:

O 1o, extraído de InfoEscola: http://www.infoescola.com/artes/piercings/

PIERCINGS

Embora o cultivo do piercing como adorno corporal seja moda na sociedade contemporânea, esta prática de transformar o corpo físico, perfurando-o, com o objetivo de inserir fragmentos metálicos assépticos, é uma tradição que remonta há pelo menos 5000 anos na história da humanidade.

Historicamente ele tinha uma conotação similar à da tatuagem, no sentido de exprimir escolhas individuais, de traduzir um rito sagrado, ou de conferir status nobre a determinadas pessoas. No mundo contemporâneo ele também adquiriu outro sentido, mais estético, menos existencial, tornando-se mais um item fashion.

Entre os habitantes da Nova-Guiné eles têm a finalidade de conceder a quem os usa as qualidades do animal do qual estes enfeites são extraídos. Eles adornam especialmente o nariz e também estão presentes na arte corporal. Os Kayapós também recorrem aos piercings para furar as orelhas dos bebês e enfeitar o lábio inferior das crianças. Seu líder se destaca dos demais membros ao exibir, nos eventos privados, um objeto de quartzo nos lábios.

A história deste adorno tem início com as primeiras comunidades e clãs das raças ancestrais. Ele estava presente nas tribos de todo o planeta, nas castas indianas, entre os faraós egípcios e legionários romanos. Nos séculos XVIII e XIX  este hábito se disseminou entre os aristocratas, porém foi relegado à obscuridade no século XX. A partir de 1970, porém, eclodiu mais uma vez através dos ícones da moda londrina e dos criadores artísticos que frequentam o circuito alternativo. Seu retorno atinge o ápice nos anos 90.

O piercing historicamente mais usado é o inserido no lóbulo da orelha; normalmente ela conferia a quem o usava o status da fortuna; hoje é o meio mais comum de exibir um objeto de adorno precioso. Os romanos acreditavam que este artefato lhe proporcionaria vastos recursos financeiros e sensualidade.

No nariz o piercing passou a ser usado há pelo menos 4000 anos, no Oriente Médio, depois se disseminou pelas terras indianas no século XVI. Aí o nostril, como era conhecido, foi absorvido pelos mais ilustres. Desta forma este adorno ganhou conotações de status social. Nas décadas de 60 e 70 este enfeite foi importado pelos hippies para o Ocidente; nos anos 80 e 90 foi rapidamente assumido pelos punks e outras tribos. Ainda hoje preserva sua popularidade.

O piercing utilizado na língua era muito comum entre Astecas e Maias, distinguindo os sacerdotes dos templos. Eles acreditavam que, através desta prática, poderiam interagir melhor com as divindades. Atualmente os jovens modernos continuam a adotá-lo, mesmo que seu sentido original tenha se perdido. Estes mesmos povos cultivavam o uso destes enfeites na boca e nos lábios, considerados órgãos repletos de poder e sensualidade. Por esta razão eles optavam por objetos de ouro puro.

São igualmente comuns os piercings nos mamilos, simbolizando vigor e energia, antigamente sinais de passagem para o estágio da masculinidade entre os aborígenes americanos, e moda feminina adotada pelas vitorianas inglesas em 1890; e os de umbigo, outrora valorizados no Antigo Egito, acessíveis somente aos faraós e seus familiares, e atualmente os mais usados em todo o Planeta.

Os piercings podem ser produzidos com os mais diversos metais, tais como Titânio ou Teflon, por provocarem menos reações orgânicas e, portanto, uma menor incidência de alergias ou inflamações. Apesar do que indica a história deste artefato e mesmo a crença moderna, o ouro não é o material mais indicado, pois em algumas pessoas pode produzir respostas alérgicas.

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Se você achou curioso, saudável e sem problema algum (do ponto de vista histórico, social, religioso e pessoal), continue usando, conforme sua consciência. Mas se necessita de um pouco mais de entendimento e/ou convencimento se é algo bacana ou não, compartilho o 2o artigo, agora extraído de:

http://www.megacurioso.com.br/tatuagens/37264-voce-sabe-quais-sao-as-origens-da-tatuagem-.htm

TATUAGEM

Você certamente conhece alguém que tem um desenho gravado na pele. Ou é você que tem uma tattoo? Usadas para marcar um momento importante, fazer uma homenagem ou simplesmente para embelezar o corpo, as tatuagens têm suas origens muito antes de Cristo.

Com o passar do tempo e dos acontecimentos históricos, os estilos de tatuagem foram mudando, assim como o público adepto a carregar esse tipo de arte na pele. Para entender melhor a história da tatuagem, suas influências e suas origens, confira o artigo:

Os primeiros registros

O registro mais antigo de uma tatuagem foi descoberto em 1991 no cadáver congelado de um homem da Idade do Cobre. Os restos mortais do homem, que foi apelidado pelos cientistas de “Ötzi”, datam de 3.300 anos antes de Cristo. Em seu corpo foram encontradas diversas linhas na região das costas, tornozelos, punhos, joelhos e pés. Supõe-se que os desenhos tenham sido criados a partir da fricção de carvão em cortes verticais feitos na pele.

Depois de estudar o corpo, exames de raio X revelaram degenerações ósseas ao lado de cada uma das tatuagens. Isso levou os cientistas a acreditar que o povo de Ötzi – que são os ancestrais de parte dos europeus – utilizasse os desenhos como uma espécie de tratamento médico para diminuir a dor.

Fonte da imagem: Reprodução/IDW

Com o desenvolvimento das civilizações, as tatuagens ganharam outros significados. De acordo com o National Geographic, as mulheres que dançavam nos funerais egípcios por volta de 2000 antes de Cristo tinham os mesmos desenhos abstratos de traços e pontos encontrados em múmias do sexo feminino desse período. Mais tarde, nota-se também o surgimento de tatuagens que representavam Bes, a deusa egípcia da fertilidade e da proteção dos lares.

Os romanos e as cruzadas

Enquanto algumas civilizações costumavam adornar seus corpos com desenhos e técnicas variadas, os antigos romanos não faziam tatuagens por acreditarem na pureza da forma humana. Por esse motivo, as tatuagens eram banidas e reservadas apenas para os criminosos e os condenados.

Com o passar do tempo, os romanos começaram a mudar sua visão com relação à tatuagem, motivados principalmente pelos guerreiros bretões, que usavam insígnias de honra tatuadas na pele. Assim, eles passaram a admirar a bravura dos guerreiros e os símbolos que eles carregavam. Em pouco tempo, soldados romanos também gravaram suas próprias marcas. Outro fato interessante é que os médicos romanos desenvolveram excelentes técnicas para aplicar e remover os desenhos.

Já durante as cruzadas dos séculos 11 e 12, as tatuagens foram usada para identificar os soldados de Jerusalém. Todos aqueles que tivessem o desenho da cruz em seus corpos receberiam um enterro propriamente cristão se fossem mortos em batalhas. O National Geographic ressalta que após as cruzadas a tradição da arte gravada na pele caiu em desuso no Ocidente por um período, mas continuou a crescer em outras partes do mundo.

Fonte da imagem: Reprodução/Baxter’s Tattoo Blog

A origem do nome

No começo do século 18, marinheiros europeus tiveram seu primeiro contato com povos que viviam em ilhas na região sul e central do Oceano Pacífico e tinham as tatuagens como um importante aspecto cultural.

No Havaí, por exemplo, quando as pessoas estavam de luto, elas tinham três pontos tatuados na língua. Já em Borneo, os nativos costumavam gravar a imagem de um olho na palma da mão do falecido para que servisse como um guia espiritual que o levaria à próxima vida. Na Nova Zelândia, os Maoris – um povo nativo da região – tatuam o rosto como uma forma de expressão e uma maneira de identificar a família a que se pertence.

Fonte da imagem: Reprodução/The Atlantic

Em 1769, o capitão britânico James Cook desembarcou no Taiti, onde a palavra “tatau” era usada para designar a maneira com que a tatuagem era feita – fazendo a tinta penetrar no corpo. Um dos instrumentos utilizados pelos habitantes das ilhas do Pacífico para realizar os desenhos consistia em uma concha afiada presa a uma vareta de madeira. Acredita-se que a palavra “tatau” tenha dado origem ao termo “tattoo”, um dos nomes mais usados para os desenhos gravados na pele.

A tradição oriental

A tatuagem é uma prática vastamente difundida no Japão desde o século 5 antes de Cristo. Usada para o embelezamento do corpo ou para marcar criminosos, a arte chegou a ser proibida em 1870. Isso fez com que os tatuadores passassem a atender ilegalmente e deu origem a desenhos únicos, que são reconhecidos como tipicamente japoneses na atualidade.

Fonte da imagem: Reprodução/Tattoo Tatuagem

A Yakuza – também conhecida como a máfia japonesa – é uma das principais referências em tatuagem no Japão. Usando uma técnica chamada “tebori”, que é mais rudimentar, demorada e dolorida do que a tatuagem feita com máquina, os membros da Yakuza cobrem seus corpos do pescoço aos tornozelos com desenhos cheios de significados, como o dragão, a carpa, o tigre, os lutadores e alguns tipos de flores.

A tatuagem nos dias de hoje

Em 1891, o inventor americano Samuel O’Reilly patenteou a primeira máquina elétrica de tatuagem do mundo, deixando para trás as ferramentas tradicionalmente utilizadas no Ocidente. Nos anos seguintes, a tatuagem ficou marcada como uma forma de expressão de grupos de contracultura, marinheiros e veteranos da Segunda Guerra Mundial.

Fonte da imagem: Reprodução/The Atlantic

Ao longo de toda a história da tatuagem, os desenhos gravados no corpo sempre geraram polêmica e, em alguns casos foram recebidos com preconceito. Atualmente, as pessoas que carregam imagens na pele não pertencem mais a um determinado grupo. Os desenhos são os mais variados e servem como uma forma de expressão individual.

A popularização da prática da tatuagem pode ser vista em feiras e convenções que são regularmente organizadas em diversos países e reúnem um público bastante eclético que tem como único ponto em comum o interesse pelos desenhos gravados na pele.

Taí. Diante de toda informação e discussão, avalie: é, para nós católicos, causa de orgulho ou de preocupação o uso de piercing e tatuagens? Ou ainda: para embelezar-se, faz-se condição sine qua non estar tatuado e furado para estar na moda? Por último: você usa por apenas uma “bobinha rebeldia”?

Lembre-se: o que você demonstra ao usar um piercing ou que mensagem você transmite ao estar tatuado. Lembre-se mais ainda: seu corpo é templo do Espírito Santo! Cuidar bem, livrando-o do cigarro, das bebidas e dos vícios que o denigrem é salutar também para a alma.

Agora, se você não é católico praticante, descarte toda essa carga de conhecimento e mantenha seus hábitos / modismos/ tendências a bel-prazer.

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– Dia de Celebrar Pentecostes – os dons e frutos do Espírito Santo!

Hoje é um dia especial para a Comunidade Católica: é dia de Pentecostes, onde se recorda a descida do Espírito Santo sobre Maria e os discípulos, impulsionando-os à Missão Evangelizadora.

Nas celebrações de hoje, se recorda que Ele nos dá 7 dons: Fortaleza, Sabedoria, Ciência, Conselho, Entendimento, Piedade e Temor a Deus. E através deles podemos colher 12 frutos: a Caridade, a Alegria, a Paz, a Paciência, a Longanimidade, a Bondade, a Benignidade, a Mansidão, a Fidelidade, a Modéstia, a Continência e a Castidade.

Vale refletir: como está a nossa relação com Deus? Estamos abertos ao Espírito Santo?

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– Hoje seriam 40 semanas na barriga. Mas já está a quase 2 meses conosco!

Nossa Maria Estela Porcari completaria 40 semanas de gestação exatamente hoje! Só que a danadinha se adiantou bastante e desejou vir ao mundo bem antes.

Depois de fazer um “test drive” de reconhecimento por alguns dias (na UTI e no quarto do hospital), ela mesmo providenciou a mudança para o lar doce lar que seria (e é) seu ninho de amor. Só conhecia o papai e a mamãe (e meia hora por dia, permitidos pelas enfermeiras), e agora conhece a irmãzinha, os vovôs e vovós, titios e titias (além dos priminhos e priminhas). Só que por ser tão miudinha (ainda está com 2,5 kg aproximadamente), está frágil e não pode passear (nem receber visita – buááá – pois ainda não tem imunidade). E dá-lhe fraquinhos de álcool gel pela casa inteira.

O importante é: Papai do Ceeu foi generoso e, pouco a pouco, Estela vem crescendo em Graça, Saúde, Tamanho, Beleza e Simpatia!

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– O Cristo Carioca do jornal inglês simboliza o Brasileiro corrupto mesmo?

O “The Guardian”, respeitada publicação inglesa, falou sobre a corrupção brasileira e usou uma charge do Cristo Redentor armado e afanando um saco de dinheiro.

Ofensivo? Generalista demais?

A culpa diretamente não é do povo por tal imagem, mas sim dos políticos. De certo ponto, até que seria sim; afinal, os deputados chegam ao poder através do nosso voto.

Dom Orani Tempesta, arcebispo da diocese carioca disse:

O Cristo Redentor é símbolo de uma nação e também símbolo de uma fé. Ao representar o redentor desta forma, o ‘The Guardian’ ofende o povo brasileiro, porque isso é uma ofensa pro povo. É um vilipêndio para os cristãos, porque Cristo ensinou exatamente o contrário, ensinou que a gente devia amar o próximo, fazer bem ao outro e ser despojado. Quem não sabe respeitar o povo brasileiro, nem tão pouco os cristãos, é lamentável. Nós lamentamos muito isso e pedimos que seja respeitada a imagem de Cristo”.

O reitor do Santuário Cristo Redentor, Padre Omar Raposo, declarou:

“Isso é muito agressivo. O povo brasileiro não pode ser caracterizado por ser um povo violento e um povo que traz a corrupção na sua origem. Ao contrário, nós somos um povo trabalhador e nós merecemos o nosso respeito, e o respeito que passa também pelo reconhecimento internacional. Estamos procurando uma fase de resiliência e não podemos admitir, de forma alguma, que fiquemos caracterizados mundialmente. Um desrespeito à imagem do Cristo Redentor é um desrespeito ao povo brasileiro”.

O que pensa sobre tudo isso?

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– Nossa Senhora da Visitação

Hoje a Igreja Católica relembra a Festa da Visitação de Nossa Senhora. É a solenidade que se recorda quando a Virgem Maria, mãe de Jesus, está grávida e visita sua prima Isabel (em algumas traduções, Elisabeth), que na velhice engravidou e gerou João Baptista.

Nos Evangelhos, conta-se que João estremeceu no ventre ao perceber a presença do Cristo Salvador, cheio do Espírito Santo. E nesse momento, Maria canta o belíssimo Magnificat, inspirado nos textos do profeta Isaías.

Lindíssimo!

MAGNIFICAT

A minh’alma engrandece o Senhor,
exulta meu espírito em Deus, meu Salvador!
Porque olhou para a humildade de sua serva,
doravante as gerações hão de chamar-me de bendita!

O Poderoso fez em mim maravilhas,
e Santo é seu nome!
Seu amor para sempre se estende,
sobre aqueles que O temem!

Manifesta o poder de seu braço,
dispersa os soberbos;
derruba os poderosos de seus tronos
e eleva os humildes;
sacia de bens os famintos,
despede os ricos sem nada.

Acolhe Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,
como havia prometido a nossos pais,
em favor de Abraão e de seus filhos para sempre!

Se preferir, ouça e assista em: https://www.youtube.com/watch?v=SBWbw9NTtwg

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– Não se pode crer que Deus utilizou da Natureza para explicar os Fenômenos? Parélio que coincidiu ou Providência Divina em Fátima?

Por que tanta necessidade em descreditar (e, talvez também desacreditar) em Deus forçosamente, como muitos fazem?

Dias atrás celebrou-se os 100 anos do Milagre de Fátima. Leio que a Ciência pode explicar a misteriosa “dança do sol” que assustou e ao mesmo tempo maravilhou milhares de pessoas que foram ver a Virgem Maria. Teria sido o PARÉLIO, um fenômeno da Natureza?

Nossa, que coincidência, não? Um raríssimo evento (incomum ao extremo) ocorreu na mesma data das aparições, na mesma hora e ainda por cima no mesmo lugar delas!!! Mais ainda: tudo por acaso, sem a ação de Deus.

A essa suposta coincidência prefiro chamar de PROVIDÊNCIA. Deus não precisa fazer mágica, ele pode usar dos elementos naturais que Ele mesmo criou. E até mesmo fazer o sol dançar para sua serva predileta, Maria, a mãe de Jesus, seu Filho Amado, a quem carinhosamente chamamos de Nossa Senhora.

Abaixo, extraído de: http://super.abril.com.br/blog/alexandre-versignassi/como-a-ciencia-explica-o-milagre-de-fatima/

A “ALUCINAÇÃO COLETIVA” DO MILAGRE DE FÁTIMA EXPLICADA.

70 mil pessoas viram o Sol fazer ziguezagues no céu há 100 anos. Veja o que realmente aconteceu.

Por Alexandre Versignassi

O milagre de Fátima mais conhecido é o da aparição da Virgem Maria para as crianças que foram canonizadas agora em maio. Mas existe outro, menos célebre: o da “Dança do Sol”, registrado  em 13 de outubro de 1917, alguns meses depois da aparição, por 70 mil romeiros que tinham ido para Fátima, a 130 km de Lisboa, na esperança de ver a Virgem.

Segundo a multidão, o Sol ziguezagueou pelo céu, de ponta  a ponta. Milagre? Alucinação coletiva? Antes de seguir, um aposto de Richard Dawkins, o melhor divulgador de ciência vivo: “Não é fácil explicar como 70 mil pessoas puderam compartilhar da mesma alucinação. Ainda mais difícil de aceitar, porém, é que isso tenha acontecido sem que o resto do mundo tivesse visto. Não só visto, mas sentido, já que tal deslocamento do Sol significaria  a destruição do Sistema Solar, com direito a uma aceleração gravitacional suficiente para tragar todo mundo para o espaço sideral”.

Perfeito. Mas o milagre pode ter uma explicação que não envolva a pouco digerível ideia de alucinação coletiva. O maior consenso hoje entre cientistas e céticos e em geral é o de que os romeiros vira uma versão de um efeito da natureza. Trata-se de um “parélio”. Um fenômeno raro, que só aparece a certas latitudes. Ele acontece quando a luz do Sol atravessa um cirro (um tipo de nuvem) feito de cristais de gelo. Se os cristais estiverem em posições bem específicas, eles repartem a luz solar, fazendo aparecerem “mais sóis” no céu.

Em 13 de outubro de 1917,  o céu de Fátima era um daqueles pós-chuva, com nuvens escuras esparsas. Essas nuvens escuras, mais baixas, teriam escondido dois dos “três sóis” quando o parélio começava, dando a impressão de que o Sol se deslocou instantaneamente para um canto do horizonte. A dança das nuvens pode ter continuado, encobrindo uma imagem do Sol e revelando outras, dando a impressão nítida de que quem dançava ali não eram as nuvens, mas o próprio Sol.

Um espetáculo bizarro, bonito, e, claro: para os 70 mil fiéis não poderia parecer outra coisa que não um sinal de intervenção divina.

Mas linda mesmo é a ciência. Que privilégio viver numa época em que mesmo um ziguezague do Sol pode ser explicado à luz da razão.

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– Festa da Ascensão do Senhor

Neste domingo, a Liturgia celebra a festa do retorno de Jesus ao Céu. Após sua crucificação, Ele permaneceu ressuscitado por 40 dias entre nós e subiu ao Pai, conforme os Evangelhos.

E aí fica a reflexão para esse domingo: confiamos que um dia nós seremos levados ao Céu (não materialmente, mas no sentido da fé cristã de Ressurreição)? O que fazemos para esse merecimento? Como tem sido nossas ações?

Vale meditar sobre nossa conduta.

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