– Pensamento de São Francisco de Assis

Daqui a alguns dias a Igreja Católica celebrará o magnífico Francisco de Assis, humilde servo de Deus e homem de grandes atitudes com espiritualidade ímpar. 

Vejam só um de seus pensamentos, se é ou não para nos inspirar:

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– São Pio de Pietrelcina, o santo das dores e das frases (O Padre Pio, Estigmata)!

Poucos santos tiveram uma vida tão sofrida quanto o italiano Padre Pio. Em vida, sofreu com os mesmos estigmas (ferimentos) que Jesus sofreu na cruz!

Uma das figuras mais carismáticas do Catolicismo, lutou para a construção de abrigos e hospitais. Ria da dor e confiava no Senhor!

Disse certa vez que:

Deus nos dá muito mais do que merecemos“.

Também é dele a frase de que:

O cristão deve fugir dos aplausos do mundo“.

Por fim, uma da mais emblemáticas:

O demônio só tem uma porta para entrar na nossa alma: a nossa vontade e o nosso desânimo.”

Portanto, alegremo-nos hoje com as solenidades de São Pio de Pietrelcina!

Sua história, extraída de CançãoNova.com:

PADRE PIO

Este digníssimo seguidor de S. Francisco de Assis nasceu no dia 25 de maio de 1887 em Pietrelcina (Itália). Seu nome verdadeiro era Francesco Forgione. Ainda criança era muito assíduo com as coisas de Deus, tendo uma inigualável admiração por Nossa Senhora e o seu Filho Jesus, os quais via constantemente devido à grande familiaridade. Ainda pequenino havia se tornado amigo do seu Anjo da Guarda, a quem recorria muitas vezes para auxiliá-lo no seu trajeto nos caminhos do Evangelho.

Conta a história que ele recomendava muitas vezes as pessoas a recorrerem ao seu Anjo da Guarda estreitando assim a intimidade dos fiéis para com aquele que viria a ser o primeiro sacerdote da história da Igreja a receber os estigmas do Cristo do Calvário. Com quinze anos de idade entrou no Noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos em Morcone, adotando o nome de “Frei Pio” e foi ordenado sacerdote em 10 de agosto de 1910 na Arquidiocese de Benevento. Após a ordenação, Padre Pio precisou ficar com sua família até 1916, por motivos de saúde e, em setembro desse mesmo ano, foi enviado para o convento de São Giovanni Rotondo, onde permaneceu até o dia de sua morte.

Abrasado pelo amor de Deus, marcado pelo sofrimento e profundamente imerso nas realidades sobrenaturais, Padre Pio recebeu os estigmas, sinais da Paixão de Jesus Cristo, em seu próprio corpo. Entregando-se inteiramente ao Ministério da Confissão, buscava por meio desse sacramento aliviar os sofrimentos atrozes do coração de seus fiéis e libertá-los das garras do demônio, conhecido por ele como “barba azul”.

Torturado, tentado e testado muitas vezes pelo maligno, esse grande santo sabia muito da sua astúcia no afã de desviar os filhos de Deus do caminho da fé. Percebendo que não somente deveria aliviar o sofrimento espiritual, recebeu de Deus a inspiração de construir um grande hospital, conhecido como “Casa Alívio do Sofrimento”, que se tornou uma referência em toda a Europa. A fundação deste hospital se deu a 5 de maio de 1956.

Devido aos horrores provocados pela Segunda Guerra Mundial, Padre Pio cria os grupos de oração, verdadeiras células catalisadoras do amor e da paz de Deus, para serem instrumentos dessas virtudes no mundo que sofria e angustiava-se no vale tenebroso de lágrimas e sofrimentos. Na ocasião do aniversário de 50 anos dos grupos de oração, Padre Pio celebrou uma Missa nesta intenção. Essa Celebração Eucarística foi o caminho para o seu Calvário definitivo, na qual entregaria a alma e o corpo ao seu grande Amor: Nosso Senhor Jesus Cristo; e a última vez em que os seus filhos espirituais veriam a quem tanto amavam.

Era madrugada do dia 23 de setembro de 1968, no seu quarto conventual com o terço entre os dedos repetindo o nome de Jesus e Maria, descansa em paz aquele que tinha abraçado a Cruz de Cristo, fazendo desta a ponte de ligação entre a terra e o céu.

Foi beatificado no dia 2 de maio de 1999 pelo Papa João Paulo II e canonizado no dia 16 de junho de 2002 também pelo saudoso Pontífice. Padre Pio dizia: “Ficarei na porta do Paraíso até o último dos meus filhos entrar!”

São Pio de Pietrelcina, rogai por nós!

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– Como deve ser o comportamento de um cristão?

O cristão deve se questionar, quando refletindo sobre sua missão:

  1. O quanto posso fazer?
  2. O que se pode fazer!
  3. E do que se pode fazer, DEVE-SE FAZER!

Resumindo: sempre querer fazer, nunca se omitindo. E fazer o máximo do que se consegue! É a base do Cristianismo: tentar imitar o Cristo crucificado pelos pecadores, agir como o Cirineu que carregou a cruz de outros culpados e sempre confiando como Nossa Senhora fez!

Entende a imagem abaixo? Ela representa muito bem isso. Caso exista dúvida, Leia o Evangelho de São Mateus, 5, 13-16.

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– O Exemplo de Cupertino, padroeiro dos Estudantes

Aqui no Brasil, ele não é muito conhecido. Mas mundo afora São José Cupertino é tido como Patrono dos Estudantes. 

Compartilho, extraído de: CancaoNova.com

SÃO JOSÉ CUPERTINO

O santo de hoje nasceu num estábulo, a exemplo de Jesus, em Cupertino, no reino de Nápoles, a 17 de junho de 1603. Filho de pais pobres, tornou-se um pobre que enriqueceu a Igreja com sua santidade de vida.

José quando menino era a tal ponto limitado na inteligência que pouco aprendia e apresentava dificuldades nos trabalhos manuais, porém, de maneira extraordinária progrediu no campo da oração e da caridade.
São José foi despedido de dois conventos franciscanos por não conseguir corresponder aos ofícios e serviços comuns. Ele, porém, não desistia de recomendar sua causa a Santíssima Virgem, pela qual tinha sido anteriormente curado de uma grave e misteriosa enfermidade.
O poder da oração levou São José de Cupertino para o convento franciscano e ao sacerdócio, precisando para isso que a Graça suprisse as falhas da natureza. Desde então, manifestavam-se nele, fenômenos místicos acompanhados de curas milagrosas, que o tornou conhecido e procurado em toda a região.
Dentre os acontecimentos espirituais o que muito se destacou foi o êxtase, que consiste naquele estado de elevação da alma ao plano sobrenatural, onde a pessoa fica momentaneamente desapegada dos sentidos e entregue totalmente numa contemplação daquilo que é Divino.
São José era tão sensível a esta realidade espiritual, que isto acontecia durante a Santa Missa, quando rezava com os Salmos e em outros momentos escolhidos por Deus; somente num dos conventos onde viveu 17 anos, seus irmãos presenciaram cerca de 70 êxtases do santo. A fama das curas milagrosas se alastrava como uma epidemia, exaltando a imaginação popular, e obrigando o Frei José, a ser transferido de convento para convento. Mas, os fenômenos se repetiam e o povo lhe tirava todo o sossego.
Como na vida da maioria dos santos não faltaram línguas caluniosas que, interpretando mal esta popularidade atribuiu-lhe poderes demoníacos aos seus milagres e êxtases, ao ponto de denunciarem o santo Frei ao Tribunal da Inquisição de Nápoles. O processo terminou reconhecendo a inocência do religioso, impondo-lhe, porém, a reclusão obrigatória e a transferência para conventos afastados.
Depois de sofrer muito e de diversas maneiras, predisse o lugar e o tempo de sua morte, que aconteceu em 18 de setembro de 1663, contando com sessenta anos de humilde testemunho e docilidade aos Carismas do Espírito Santo.
Foi beatificado por Bento XIV em 1753 e canonizado por Clemente XIII em 1767.
São José de Cupertino, rogai por nós!

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– Festa de Nossa Senhora das Dores

Hoje é um dia de muita alegria para a Comunidade Católica: recorda-se de Maria na veneração de Nossa Senhora das Dores. Tal devoção possui fundamentos bíblicos, pois é na Palavra de Deus que encontramos as sete dores de Maria: 


1) o velho Simeão, que profetiza a lança que transpassaria de dor o seu Coração Imaculado;

2) a fuga para o Egito; 


3) a perda do Menino Jesus;


4) a Paixão do Senhor;


5) a crucificação,

6) a morte e

7) a sepultura de Jesus Cristo.

Nós, como Igreja, não recordamos as dores de Nossa Senhora somente pelo sofrimento em si, mas sim, porque também, pelas dores oferecidas, a Santíssima Virgem participou ativamente da Redenção de Cristo. Desta forma, Maria, imagem da Igreja, está nos apontando para uma Nova Vida, que não significa ausência de sofrimentos, mas sim, oblação de si para uma civilização do Amor.

Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!

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– Exaltação da Santa Cruz!

Hoje é dia da Festa Católica da Exaltação da Santa Cruz!

A Cruz, sinal de loucura para muitos, se tornou sinal de Salvação a nós!” É ela símbolo da vitória da Vida sobre a Morte, da Ressurreição daquele que padeceu por nós.

Em algumas cidades brasileira, é feriado. Dia de refletir o martírio, de pensar sobre as “cruzes que carregamos no dia-a-dia”.

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– Festividade da Natividade de Maria (Aniversário de Nossa Senhora)

Hoje celebramos a festa da Natividade de Nossa Senhora, ou seja, o nascimento da Virgem Maria, mãe de Jesus.

Já fez sua Oração à Imaculada hoje?

Extraído de: http://is.gd/BB1XMK

FESTA DO NASCIMENTO DE MARIA

A Natividade de Nossa Senhora é celebrada pelos cristãos do Oriente desde o início do cristianismo.  Já no Ocidente, ela passou a constar do calendário litúrgico a partir do século VII.  Neste ano, será celebrada no dia 08 de setembro.

Celebrar a natividade de Maria é, em um sentido bastante humano, celebrar a festa de seu aniversário.  E como gostamos de celebrar o aniversário daqueles que nos são queridos!…  Maria nasceu de uma forma humana como cada um de nós: fruto do amor entre um homem e uma mulher, viveu em família e como toda jovem de seu tempo, um dia sonhou em casar-se e constituir sua própria família.

Uma vida normal, que talvez seguisse anônima se não fosse a sua aceitação total à vontade de Seu Senhor.  Maria, escolhida por Deus para ser mãe de seu Filho que encarnaria para a salvação da humanidade, recebe esta escolha, não sem antes questionar – o questionamento próprio da natureza humana – mas profundamente aberta ao caminho que o Pai passava a lhe mostrar.

Por isso tudo, celebrar a natividade de Nossa Senhora é celebrar um marco fundamental da história da salvação. Peça fundamental nessa história, Maria é a intercessão que ligará a Trindade à humanidade.  Através de seu corpo, por Deus preparado livre do pecado, Jesus vem ao mundo e nele realiza seu mistério salvífico.

Que a Festa da Natividade nos faça relembrar essa história tão especial, com os olhos agradecidos diante daquela que soube dizer sim e, através disso, tornar-se mãe não somente de Jesus, mas de toda a humanidade.

Uma oração pelo nascimento de Maria:

“Abri, ó Deus, para os vossos servos e servas os tesouros da vossa graça; e assim como a maternidade de Maria foi a aurora da salvação, a festa de seu nascimento aumente em nós a vossa paz.  Por nosso Senhor Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo. Amém”.

Texto Bíblico sugerido:  Mt 1, 1-16.18-23

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(São Joaquim e Santa Ana, pais de Maria, aqui retratada quando criança)

– 5a para rezar!

Todas as 5as feiras são dedicadas à Adoração ao Santíssimo Sacramento – o Corpo de Cristo, Jesus Eucarístico, Pão dos Anjos e Alimento da Alma.

Já fez sua prece hoje e/ou reservou um momento para seu lado espiritual?

🙏🏻#Catolicismo #Eucaristia #Religião #Fé

 

– O modelo de Santidade de Madre Teresa de Calcutá

Hoje é dia daquela que é modelo de Santidade para os dias atuais: Madre Teresa de Calcutá, a “Santa da Sarjeta”, canonizada no último domingo pelo Papa Francisco.

Conheça sua maravilhosa história,

Extraído de: http://www.e-biografias.net/madre_calcuta/

MADRE TERESA DE CALCUTÁ

Missionária católica albanesa.

Madre Teresa de Calcutá (1910-1997) foi uma missionária católica albanesa.Logo cedo descobriu sua vocação religiosa. Com dezoito anos entrou para a Casa das Irmãs de Nossa Senhora do Loreto. Criou a Congregação Missionárias da Caridade. Dedicou toda sua vida aos pobres. Em 1979 recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Foi Beatificada pela igreja católica em 2003.

Agnes Gonxha Bojaxhiu (1910-1997) nasceu no dia 26 de agosto na Albânia. Foi educada numa escola pública da atual Croácia. Ingressou na Congregação Mariana. Com o consentimento dos pais, entrou no dia 29 de Setembro de 1928 para a Casa das Irmãs de Nossa Senhora de Loreto, em Dublin, Irlanda. O seu sonho era a Índia, onde faria um trabalho missionário com os pobres. Em 24 de maio de 1931, fez votos de pobreza, castidade e obediência, recebendo o nome de Teresa.

Da Irlanda, partiu para Índia. Foi enviada para Darjeeling, local onde as Irmãs de Loreto possuíam um colégio. De Darjeeling a Irmã Teresa foi para Calcutá onde passa a ensinar História e Geografia no Colégio de Santa Maria, da Congregação de Nossa Senhora do Loreto, em Calcutá. Mais tarde foi nomeada Diretora.

Em setembro de 1946 durante uma viagem de trem, ouviu um chamado interior que a fez decidir abandonar o noviciado e se dedicar aos necessitados. Depois de apresentar seu plano, recebeu a autorização do Papa Pio XII, no dia 12 de Abril de 1948. Embora deixando a congregação de Nossa Senhora de Loreto, a Irmã Teresa continuava religiosa sob a obediência do arcebispo de Calcutá. Só em 08 de Agosto de 1948 ela deixou o colégio de Santa Maria.

Madre Teresa dirigiu-se para Patna, para fazer um breve curso de enfermagem. Em 21 de dezembro obtém a nacionalidade indiana. Data que reuniu um grupo de cinco crianças, num bairro pobre e começou a dar aula. Pouco a pouco, o grupo foi aumentando. Dez dias depois eram cerca de cinquenta crianças. Tendo abandonado o hábito da Congregação de Loreto, a Irmã Teresa usava um sári branco, debruado de azul e colocou-lhe no ombro uma pequena cruz. Ia de abrigo em abrigo levando, mais que donativos, palavras amigas e as mãos sempre prestáveis para qualquer trabalho.

Em 19 de março de 1949, as vocações começaram a surgir entre as suas antigas alunas do colégio. A primeira foi Shubashini. Filha de uma rica família, disposta a colocar sua vida ao serviço dos pobres. Outras voluntárias foram se juntando ao trabalho missionário. Mais tarde chamadas de “Missionárias da Caridade”. Em 1949, a constituição da irmandade, começou a ser redigida.

A Congregação de Madre Teresa, foi aprovada pela Santa Sé em 07 de outubro de 1950. Em agosto de 1952, é aberto o lar infantil Sishi Bavan (Casa da Esperança) e inaugurado o “Lar para Moribundos”, em Kalighat, auxiliando pobres, doentes e famintos. A partir dessa data, a sua Congregação começa a expandir-se pela Índia e por várias partes do mundo.

Madre Teresa de Calcutá recebe o Prêmio Nobel da Paz, em outubro de 1979. Nesse mesmo ano, João Paulo II recebe a Madre, em audiência privada e a nomeia “embaixadora” do Papa em todas as nações. Muitas universidades lhe conferiram o título “Honoris Causa”. E em 1980, recebe a ordem “Distinguished Public Service Award” nos EUA. Em 1983, estando em Roma, sofre o primeiro grave ataque do coração. Tinha 73 anos.

Em setembro de 1985, é reeleita Superiora das Missionárias da Caridade. Nesse mesmo ano, recebe do Presidente Reagan, na Casa Branca, a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta condecoração do país. Em agosto de 1987, vai à União Soviética e é condecorada com a Medalha de ouro do Comitê Soviético da Paz. Em agosto de 1989, realiza um dos seus sonhos, abrir uma casa na sua Albânia, sua terra natal. Em setembro de 1989, sofre o seu segundo ataque do coração e recebe um marca-passo. Em 1990, pede ao Papa para ser substituída no seu cargo, mas volta a ser reeleita por mais seis anos, até 1996.

Madre Teresa de Calcutá morre no dia 05 de setembro de 1997, depois de sofrer uma parada cardíaca. Seu corpo foi transladado ao Estádio Netaji, onde o cardeal Ângelo Sodano, Secretário de Estado do Vaticano, celebrou a Missa de corpo presente. O mesmo veículo que, em 1948, transportara o corpo do Mahatma Gandhi foi utilizado para realizar o cortejo fúnebre da Mãe dos pobres. Em outubro de 2003 Madre Teresa de Calcutá é beatificada pelo Papa João Paulo II. Em 04 de setembro de 2016 é canonizada pelo Papa Francisco.

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– Três coisas que muitos católicos não podem se esquecer…

O Catolicismo, para quem é realmente cristão, é o conjunto de crenças que ligam a Deus (a religião em si) deixado pelo próprio Jesus Cristo que disse aos seus discípulos: “Ide ao Mundo e Pregai o Evangelho a Toda a Criatura”.

Pedro, a “pedra da Igreja“, foi e morreu em Roma. Daí essa fé propagada pelos apóstolos, que enfrentou a corte romana (e universal, por isso o Cristianismo é chamado por nós de Católico).

Vejam só: muitas vezes, os católicos “não-praticantes” (se é que existe o termo, pois ou se pratica o catolicismo ou não), dizem que não creem em alguns dogmas e/ou praticam coisas contrárias e proibidas pela nossa fé.

  • Como se dizer católico, se Jesus ressuscitou mas você crê em “reencarnação”?
  • Como se dizer católico e que zela pelo outro indistintamente, se resolve participar de sociedades secretas?
  • Como se dizer católico e que respeita à liberdade alheia, se defende o controle do Estado em sua vida?

Assim, 3 lembretes na imagem abaixo que nos remetem à reflexão: sei evitar erros à crença e sei orientar meus irmãos de fé?

Aqui:

– Ora et Labora: São Gregório Magno e a Vida Contemplativa!

Hoje é dia de um grande Santo do Catolicismo – São Gregório Magno!

Conhecido pela sua forte espiritualidade e pelo discurso em prol ao trabalho e à oração, a fim de lutar por uma sociedade melhor, foi Papa no século VI. Como pontífice, pregou a caridade e o despego do materialismo mundano. Contemplativo ao extremo, deixou como marca da aproximação a Deus o canto – daí a busca da calmaria e introspecção através do que chamamos hoje de canto gregoriano.

  • São Gregório Magno, rogai por nós! Amém.

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– Encontros de Catequese do Crisma: SIM À VIDA!

Nesta quinta-feira à noite, falaremos aos nossos crismando sobre o Dom da Vida, presente inegociável que Deus nos dá – e só ele pode nos tirar.

Em tempos de desamor, ódio, violência, falta de perdão, defesa do aborto e da pena de morte, ressaltar a importância em defender a vida é fundamental (e em especial aos nossos adolescentes e jovens).

Compartilho esse texto abaixo, formulado e adaptado pela equipe de catequistas da Paróquia São João Bosco (Parque Eloy Chaves / Jundiaí-SP)

SIM À VIDA – ABORTO, EUTANÁSIA, SUICÍDIO E PENA DE MORTE

1. ABORTO

Cientificamente onde começa a Vida? Em 1839 dois Cientistas (Schleiden e Schwan), responsáveis pelo avanço no estudo da Embriologia, concluíram que o corpo é composto por células o que leva à compreensão de que o embrião se forma a partir de uma ÚNICA célula, o zigoto. Isso significa que a vida humana se inicia quando o óvulo (ovócito) é fecundado pelo espermatozoide.

Religiosamente onde começa a Vida? A Igreja Católica sempre disse que a vida se inicia na fecundação, ou seja, desde esse momento Deus já concebeu uma alma para aquela vida. Em 1869, o Papa Pio IX aceitou a explicação da ciência de onde começa a vida. Para não dizer que se trata de conceitos ultrapassados, TODOS os textos de Embriologia Humana afirmam que o desenvolvimento humano começa na fecundação. TODOS os textos científicos dizem que o desenvolvimento humano é irreversível e que se perduram parando somente na morte.

Mas e se a gravidez é de um estupro? Não se justifica, pois, a Justiça deve punir o agressor e não a criança inocente que irá pagar com a pena de morte o crime do pai.

Mas a criança está com uma deficiência? As verdadeiras sociedades civilizadas se caracterizam por proteger os mais fracos e não por matá-los. O que dizer da APAE e do dia da síndrome de Down se eu mato os deficientes antes de nascer? O anencéfalo é um ser humano dotado de alma imortal, tem vida. Não importa quanto tempo irá viver. Desde o século XIX a ciência reconhece que a vida humana se inicia na concepção. O maior geneticista do século XX, Dr. Jerome Lejeune, descobridor da Síndrome de Down, atestou esta verdade

Meu corpo minhas regras! Faço o que eu quero? A criança dentro do ventre da mãe é um outro corpo, uma outra vida. Ainda que ele esteja temporariamente dentro do corpo de sua mãe, ele não é parte deste corpo. O professor de Bioética da Universidade de São Paulo (USP), Dalton Ramos, explica que desde a concepção o embrião tem todos os elementos que caracterizam uma nova vida humana. “Impedir o desenvolvimento desse embrião significa impedir o desenvolvimento de uma vida”. (1Cor 6,19). Na Constituição Brasileira, maior lei do país, em seu início, art 1º inc III afirma que um dos fundamentos do Estado é a dignidade da pessoa humana e no seu art 5º assegura que a vida é inviolável. (Gl 5,13-17;22-24)

Quais as consequências para quem pratica o aborto? Apesar de ser apresentado como um ato de liberdade e uma conquista da mulher, o aborto pode deixar sérias consequências para o resto da vida tanto física quanto emocionais. Na parte física, o aborto pode causar até mesmo a morte (hemorragia, infecção uterina e infertilidade, entre outros). Mesmos os realizados em hospitais geram riscos para a mãe. Na parte emocional, o aborto provoca a curto, médio e longo prazo a chamada “síndrome pós aborto”. Partindo sempre do início como uma culpa absurda pelo ato cometido, o conflito familiar, a solidão e o medo. Depois, muitas vezes, apresenta problemas com a maternidade, seja pela dificuldade em engravidar ou com abortos espontâneos. E com o tempo apresentam tendências ao alcoolismo, à depressão, ao suicídio e ao uso de drogas.

2. EUTANÁSIA

Eutanásia significa “morte sem dor” ou “morte suave”. A Igreja, “que está sempre ao lado da vida”, como afirmou João Paulo II, ensina que devemos ter um respeito especial por aqueles cuja vida está diminuída ou enfraquecida. As pessoas doentes ou deficientes devem ser amparadas para levar uma vida tão normal quanto possível, e nunca as eliminar ou lhes apressar a morte. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) ensina que: “Sejam quais forem os motivos e os meios, a eutanásia direta consiste em pôr fim à vida de pessoas deficientes, doentes ou moribundas. É moralmente inadmissível.” (CIC § 2277). (Ex 20,13)

Distingue-se a eutanásia direta da eutanásia indireta ou negativa. A eutanásia direta é o ato de matar o paciente. Vem a ser um homicídio ilícito. Nem mesmo a compaixão para com o paciente justifica a eliminação de sua vida, pois os fins não justificam os meios. Já a eutanásia indireta consiste em não dar ao paciente os meios de subsistência. Estes podem ser ordinários (soro, alimentação, injeções,…) ou extraordinários (desproporcionais).

Ortotanásia, que deriva de “orto” significa “correto”, ou seja, é a morte certa, aquela que deve acontecer naturalmente. No caso de morte cerebral decretada e irreversível, já é considerado morto, nada mais adianta de tratamento ou maquinário empregado, pode-se desligar os aparelhos considerando a ortotanásiae evitando a distanásia(morte com dor).

3. SUICÍDIO

Um suicida está condenado? Antigamente se pensava que sim, embora a Igreja nunca ter ensinado isso oficialmente; pois ela nunca disse o nome de um condenado. Contudo, hoje, com a ajuda da psicologia e psiquiatria, sabemos que a culpa do suicida pode ser muito diminuída devido o seu estado de alma.

Evidentemente que o suicídio é, objetivamente falando, um pecado muito grave, pois atenta contra a vida, o maior dom de Deus para nós. Infelizmente há países que chegam a facilitar e até mesmo a estimular essa prática para pacientes que sofrem ou para doentes mentais.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que:

  • 2280 Cada um é responsável por sua vida diante de Deus que lhe deu e que dela é sempre o único e soberano Senhor. Devemos receber a vida com reconhecimento e preservá-la para sua honra e a salvação de nossas almas. Somos os administradores e não os proprietários da vida que Deus nos confiou. Não podemos dispor dela.
  • 2281 O suicídio contradiz a inclinação natural do ser humano a conservar e perpetuar a própria vida.

Mas o Catecismo lembra também que a culpa da pessoa suicida pode ser muito diminuída:

  • 2282 Se for cometido com a intenção de servir de exemplo, principalmente para os jovens, o suicídio adquire ainda a gravidade de um escândalo. A cooperação voluntária ao suicídio é contrário à lei moral. Distúrbios psíquicos graves, a angústia ou o medo grave da provação, do sofrimento ou da tortura podem diminuir a responsabilidade do suicida. Portanto, ninguém deve pensar que a pessoa que se suicidou esteja condenada por Deus.

Certa vez, São João Maria Vianney, também conhecido como Cura DArs, ao celebrar a Santa Missa notou que uma mulher vestida de luto estava no final da igreja chorando, pois seu marido havia se suicidado na véspera, saltando da ponte de um rio. O santo foi até ela no final da Celebração Eucarística e lhe disse: “Pode parar de chorar, seu marido foi salvo, está no Purgatório; reze por sua alma. E explicou à pobre viúva: Por causa daquelas vezes que ele rezou o Terço com você, no mês de maio, Nossa Senhora obteve de Deus para ele a graça do arrependimento antes de morrer”. Não devemos duvidar dessas palavras.

4. PENA DE MORTE

O Catecismo da Igreja Católica esclarece:

“A legítima defesa das pessoas e das sociedades não é uma exceção à proibição de matar o inocente, que constituiu o homicídio voluntário. A ação de defender-se pode acarretar um duplo efeito: um é a conservação da própria vida, o outro é a morte do agressor… Só se quer o primeiro; o outro, não.

Esse mesmo pensamento pode ser aplicado entre duas sociedades. É o caso da guerra justa. Quando uma sociedade inocente está sendo agredida por uma sociedade criminosa, por legítima e proporcionada defesa, a sociedade agredida pode se defender realizando uma guerra que é justa a fim de defender seus cidadãos, seu solo, sua soberania”.

O Catecismo da Igreja Católica tratava de forma compilada o mesmo assunto, em seus números 2267 e seguintes:

O ensino tradicional da Igreja não exclui, depois de comprovadas cabalmente a identidade e a responsabilidade do culpado, o recurso à pena de morte, se essa for a única praticável para defender eficazmente a vida humana contra o agressor injusto. Se os meios incruentos bastarem para defender as vidas humanas contra o agressor e para proteger a ordem pública e a segurança das pessoas, a autoridade se limitará a esses meios, porque correspondem melhor às condições concretas do bem comum e estão mais conformes à dignidade da pessoa humana.” – IMPORTANTE: o Papa Francisco, recentemente, esclareceu que em HIPÓTESE ALGUMA deve-se aceitar a pena de morte.

Conclui-se, então, que somente tendo a noção real do valor do homem enquanto imagem e semelhança de Deus é possível defender e valorizar a vida humana. O Evangelho da vida é algo que a Igreja quer pregar e promover. É esta a ideia de João Paulo II em sua encíclica. E é por isto que a Igreja hoje, embora teoricamente aprove a possibilidade da pena de morte, já não encontra mais ocasião para a sua aplicação, pois existem outros meios incruentos para retirar o indivíduo do convívio social.

Tudo isso é pecado? Sim!!!

“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração e com toda a tua alma, com toda a tua força e com todo o teu entendimento; e teu próximo como a ti mesmo” (Lc 10,27).

Vale ressaltar que hoje a sociedade vive um relativismo (conceitos de ponto de vista que não tem uma verdade absoluta ou validade intrínseca, mas ele tem apenas um valor relativo, subjetivo, de acordo com diferenças na percepção e consideração). Não precisam mais de acreditar em Deus, pois, julgam-se saber de tudo e criam seus próprios “valores”, bem diferentes do valores que já falamos; pecado existe para eles? É relativo….

Há de se considerar também a moral. O que é moral? Pertence ao domínio do espírito do homem; conjunto de regras adquiridos através da cultura, tradição e cotidiano que orientam o comportamento humano dentro da sociedade; deriva de “morales”, que é relativo aos costumes; caminha junto com a ética, que é o que julga a moral.

Para que um ato possa ser moral ou imoral não basta que ele seja avaliado em si mesmo, é preciso levar em conta três fatores: o ato em si mesmo, a intenção e as circunstâncias. O ato em si mesmo pode ser bom. Ex. o rezar; contudo, se for feito com a intenção errada – por vaidade, por exemplo – pode ser inadequado. Apesar de ser bom, o ato de comer, por exemplo, se for praticado em uma circunstância errada pode ser também inadequado. Ex. comer dentro da Igreja. Assim, para que a moralidade de um ato seja realmente boa, é preciso avaliar também a intenção e a circunstância.

Já ouviram alguém dizer “meu direito termina onde começa o do outro”? Pois é… Infelizmente hoje não se pensa mais assim. Todos se acham extremamente importantes e só importa o seu direito, o outro (o próximo) não existe para ele… é literalmente “vou fazer o que me interessa e o outro que se dane”. Aí, se esquece que Deus existe Deus (Lc 10,27) e por consequência, do outro… Caimos no relativismo! A moral deixa de existir…. E tudo ganha um aspecto de “legal” e moralmente admissível.

A mudança começa com você! Se à partir do conhecimento adquirido tiver a coragem de distinguir o certo e o errado, amar a Deus sobre todas as coisas e consequentemente, amar seu próximo, tudo vai se arrumando…

Não se esqueçam de uma coisa importante cada vez que precisarem domar seu “eu” para dar lugar a “Ele”:

“Portanto, com tamanha nuvem de testemunhas em torno de nós, deixemos de lado tudo o que nos atrapalha e o pecado que nos envolve. Corramos com perseverança na competição que nos é proposta, com os olhos fixos em Jesus, que vai à frente da nossa fé e leva à perfeição. Em vista da alegria que o esperava, suportou a cruz, não se importando com a infâmia, e assentou-se à direita do trono de Deus. Pensai pois naquele que enfrentou uma tal oposição por parte dos pecadores, para que não vos deixeis abater pelo desânimo. Vós ainda não resististes até o sangue, na vossa luta contra o pecado […]”. (Hb 12,1-4) 

“Exorta também aos jovens a serem ponderados. Em tudo, mostra-te modelo de boas obras, pela integridade da doutrina, a seriedade, a palavra sadia e acima de críticas. Assim, os nossos adversários, não tendo nada a falar de nós, passarão a nos respeitar”. (Tt 2,6-8)

“Por isso, irmãos santos, participantes da vocação que vem do céu, fixai bem a mente em Jesus, o apóstolo e sumo sacerdote da fé que professamos”. (Hb 3,1)

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– Viva Santo Agostinho, Doutor da Igreja!

Hoje é um dia de alegria para o católico: É Festa de Santo Agostinho, um jovem rebelde que se tornou Doutor da Igreja! É dele a célebre frase:

Quem canta reza duas vezes

Extraído de: http://santo.cancaonova.com/santo/santo-agostinho/

HISTÓRIA DE SANTO AGOSTINHO

Celebramos neste dia a memória do grande Bispo e Doutor da Igreja que nos enche de alegria, pois com a Graça de Deus tornou-se modelo de cristão para todos. Agostinho nasceu em Tagaste, no norte da África, em 354, filho de Patrício (convertido) e da cristã Santa Mônica, a qual rezou durante 33 anos para que o filho fosse de Deus.

Aconteceu que Agostinho era de grande capacidade intelectual, profundo, porém, preferiu saciar seu coração e procurar suas respostas existentes tanto nas paixões, como nas diversas correntes filosóficas, por isso tornou-se membro da seita dos maniqueus.

Com a morte do pai, Agostinho procurou se aprofundar nos estudos, principalmente na arte da retórica. Sendo assim, depois de passar em Roma, tornou-se professor em Milão, onde envolvido pela intercessão de Santa Mônica, acabou frequentando, por causa da oratória, os profundos e famosos Sermões de Santo Ambrósio. Até que por meio da Palavra anunciada, a Verdade começou a mudar sua vida.

O seu processo de conversão recebeu um “empurrão” quando, na luta contra os desejos da carne, acolheu o convite: “Toma e lê”, e assim encontrou na Palavra de Deus (Romanos 13, 13ss) a força para a decisão por Jesus:“…revesti-vos do Senhor Jesus Cristo…não vos abandoneis às preocupações da carne para lhe satisfazerdes as concupiscências”.

Santo Agostinho, que entrou no Céu com 76 anos de idade (no ano 430), converteu-se com 33 anos, quando foi catequizado e batizado por Santo Ambrósio. Depois de “perder” sua mãe, voltou para a África, onde fundou uma comunidade cristã ocupada na oração, estudo da Palavra e caridade. Isto, até ser ordenado Sacerdote e Bispo de Hipona, santo, sábio, apologista e fecundo filósofo e teólogo da Graça e da Verdade.

Santo Agostinho, rogai por nós!

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– Amor de Mãe não se compara a nada!

Hoje é dia de Santa Mônica. E sabe quem foi ela?

Mãe de Agostinho, um jovem rebelde, problemático, que fez a mãe sofrer até o leito de morte. Ela, Mônica, incansavelmente o amou e rezou para a sua conversão em bom moço até o último suspiro, quando seu filho resolveu mudar de vida. Depois disso, faleceu.

Agostinho se tornou Santo Agostinho, filósofo e doutor da Igreja! É por isso que Santa Mônica é reverenciada como padroeira das mães aflitas.

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