– Bom dia, 4ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, bondosa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós – em especial, aos injustiçados neste mundo . Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Oração da Manhã:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Deus amado e querido; Trindade Santa que é Pai, Filho e Espírito Santo: obrigado por mais um dia a viver. Me permita gozar todas as coisas temporais e atemporais. Agradeço, principalmente, por me acolher e amar, pois sou um servo fraco e pecador. 

Pai Todo Poderoso, louvado seja pelo dom da vida, pela nossa casa, pela nossa família e pela nossa saúde. Obrigado por, mesmo eu sendo indigno, me ter dado pessoas maravilhosas para conviver. Perdoe pelos meus erros e minhas falhas, especialmente pelas vezes que me esqueço que a Providência Divina é infinita. Se o Senhor ama até os passarinhos e outras criaturas da natureza, como abandonaria nós, seus filhos? Ama-nos tanto, que deu seu Filho Amado, Jesus Cristo, como Redentor do Mundo!

Cristo, Cordeiro de Deus, Deus Filho, Único, Fiel e Verdadeiro, louvado e bendito seja porque mesmo antes de eu nascer, aceitou a cruz pela remissão dos meus pecados. Tu és meu Senhor, meu Guia, meu Mestre e Salvador. Quero ser seu discípulo sempre, para ser Sal da Terra e Luz do mundo. Não me deixe cair em tentação nos meus pensamentos neste novo dia que nasce, faz-me instrumento do seu amor. Perdoe-me pelas inúmeras vezes que me fiz surdo ao seu chamado e me fechei com um coração de pedra. O Senhor é a Água Viva que lava as minhas manchas, que me cura e me salva. Está com o Pai e com Ele nos dá tantas bençãos e Graças enviando-nos o Paráclito Divino!

Ó Espírito Santo, força dos humildes! Ilumina-me na jornada que se inicia, dando-me seus Dons para o serviço do Reino dos Céus já aqui nesta terra. Perdoa-me quando não usei meus talentos para o bem comum, ou quando me escondi do chamado da Evangelização. Capacita-me para que hoje eu seja melhor do que ontem, a fim de que minhas decisões, mesmo que incompreensíveis pela minha insignificância, sejam sábias pelo Auxílio Divino. Sabe o que é melhor para cada um de seus servos. Que eu seja dócil à sua ação em todos os lugares e momentos. Louvado, glorificado e adorado seja, ó Defensor dos Pobres, pois através do Senhor poderemos colher seus Frutos Celestiais. 

Enfim, Santíssima Trindade que é um só Deus em essência, trino em pessoas e infinito em misericórdia, abençoa minha família e amigos (cite-os nominalmente, se possível), socorre-me no meu trabalho, nos meus estudos e em todos os afazeres. Me faz desapegado do dinheiro e da vaidade, e ajude-me nas minhas contas e compromissos. Livra-me da violência urbana, física, mental e espiritual, dando-me a saúde da alma. Olhe pelos que sofrem hoje e usa-me como auxílio a estes necessitados. Pelos sem casa, sem terra, sem família e pelos abandonados, doentes e famintos, vele por eles por mais este dia que se inicia. Obrigado por me ouvir e me abençoar desde o nascer até o por do sol. Que eu possa testemunhar pelos que não crêem ou perderam a esperança.

Pai Nosso que estais nos Céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na Terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai as nossa ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação mas livrai-nos do mal. Amém.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio agora e sempre, por todos os séculos e séculos. Amém. 

Ó Maria, querida Mãe, Nossa Senhora e Co-redentora, cubra-me com seu manto de amor. A Senhora que é a Serva do Pai, a Mãe do Filho e a Esposa do Espírito Santo, me guarde no seu colo carinhoso e sempre interceda por minha família. Confio no seu contínuo socorro, pois é a Rainha da Paz. Ajude diariamente na minha conversão, como já fez ontem e fará hoje, para que eu seja transformado por Jesus “de água para vinho” como pediu pelos noivos em Caná da Galiléia. Rogue por nós, ó Mãe amada, pois lhe venerando conseguirei com mais afinco a aprender servir o Cristo e adorá-lo!

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.

Santo Anjo da Guarda, obrigado porque acompanhou-me por mais uma noite, ó amigo inigualável que nunca me abandonou (mesmo quando eu lhe esqueço). Obrigado por estar ao meu lado no combate espiritual. Hoje, como todo dia, peço-lhe que me livre das trevas do pecado e guie-me no caminho da Luz Divina. Ajude-me para que eu tenha um santo dia e uma boa jornada.

Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, me guarda, me governa e me ilumina. Amém.

Bom dia.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Bom Dia Abençoado de Deus – Mensagens de Bom Dia

– O Terço de São José.

São José sempre me inspirou! Nos momentos difíceis, nas tomadas de decisões, nas questões como pai de Família… socorro-me a ele constantemente.

Sendo assim, compartilho uma fórmula simples e eficaz de oração ao Patrono da Igreja e Protetor das famílias: o Terço de São José, na figura abaixo.

  • Valei-nos, amigo São José!

– Bom dia, 3ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, carinhosamente invocada como Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Oração da Noite:

Para um bom dia vivido, agradeçamos:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Deus amado e querido; Trindade Santa que sois Pai, Filho e Espírito Santo: obrigado por mais um dia vivido, de ter me permitido gozar todas as coisas temporais e atemporais. Agradeço, principalmente, por ter me acolhido e amado hoje, pois sou um servo fraco e pecador. 

Pai Todo Poderoso, louvado seja pelo dom da vida, pela nossa casa, pela nossa família e pela nossa saúde. Obrigado por, mesmo eu sendo indigno, me ter dado pessoas maravilhosas para conviver. Perdoe pelos meus erros e minhas falhas, especialmente pelas vezes que me esqueci que a Providência Divina é infinita. Se o Senhor ama até os passarinhos e outras criaturas da natureza, como abandonaria nós, seus filhos? Ama-nos tanto, que deu seu Filho Amado, Jesus Cristo, como Redentor do Mundo!

Cristo, Cordeiro de Deus, Deus Filho, Único, Fiel e Verdadeiro, louvado e bendito seja porque mesmo antes de eu nascer, aceitou a cruz pela remissão dos meus pecados. Tu és meu Senhor, meu Guia, meu Mestre e Salvador. Quero ser sempre seu discípulo, a fim de me tornar Sal da Terra e Luz do mundo. Não me deixe cair em tentação nos meus pensamentos desta noite, faz-me instrumento do seu amor. Perdoe-me pelas inúmeras vezes que me fiz surdo ao seu chamado e me fechei com um coração de pedra. O Senhor é a Água Viva que lava as minhas manchas, me cura e me salva. Está com o Pai e com Ele nos dá tantas bençãos e Graças enviando-nos o Paráclito Divino!

Ó Espírito Santo, força dos humildes! Iluminou-me na jornada que se encerrou, dando-me seus Dons para o serviço do Reino dos Céus já aqui nesta terra. Perdoa-me quando não usei meus talentos para o bem comum, ou quando me escondi do chamado da Evangelização. Capacita-me para que amanhã eu seja melhor do que hoje, para que minhas decisões, mesmo que incompreensíveis pela minha insignificância, sejam sábias pelo Auxílio Divino. Sabe o que é melhor para cada um de seus servos. Que eu seja dócil à sua ação em todos os lugares e momentos, e obrigado por já ter me permitido isso  nesse dia que terminou. Louvado, glorificado e adorado seja, ó Defensor dos Pobres, pois através do Senhor poderemos colher seus Frutos Celestiais. 

Enfim, Santíssima Trindade que é um só Deus em essência, trino em pessoas e infinito em misericórdia, abençoa minha família e amigos (cite-os nominalmente, se possível), ajude-me no meu trabalho, nos meus estudos e em todos os afazeres. Me faz desapegado do dinheiro e da vaidade, e socorre-me nas minhas contas e compromissos. Livra-me da violência urbana, física, mental e espiritual, dando-me a saúde da alma. Olhe pelos que sofrem hoje e usa-me como auxílio a estes necessitados. Pelos sem casa, sem terra, sem família e pelos abandonados, doentes e famintos, vele por eles por mais esta noite que se inicia. Obrigado por me ouvir e me abençoar desde cedo por tudo que vivi hoje. Que eu possa testemunhar pelos que não crêem ou perderam a esperança.

Pai Nosso que estais nos Céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na Terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai as nossa ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação mas livrai-nos do mal. Amém.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio agora e sempre, por todos os séculos e séculos. Amém. 

Ó Maria, querida Mãe, Nossa Senhora e Co-redentora, cubra-me com seu manto de amor. A Senhora que é a Serva do Pai, a Mãe do Filho e a Esposa do Espírito Santo, me guardou no seu colo carinhoso e sempre intercedeu por minha família. Confio no seu contínuo socorro, pois é a Rainha da Paz. Ajude diariamente na minha conversão,  como já fez hoje, para que eu seja transformado por Jesus “de água para vinho” como pediu pelos noivos em Caná da Galiléia. Rogue por nós, ó Mãe amada, pois lhe venerando conseguirei com mais afinco a aprender servir o Cristo e adorá-lo!

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.

Santo Anjo da Guarda, obrigado porque acompanhou-me por mais um dia, ó amigo inigualável que nunca me abandonou (mesmo quando eu lhe esqueço). Obrigado por estar ao meu lado no combate espiritual. Hoje, como toda noite, peço-lhe que me livre das trevas do pecado e guie-me no caminho da Luz Divina. Ajude-me para que eu tenha uma santa noite e um bom descanso.

Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, me guarda, me governa e me ilumina. Amém.

Boa noite.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

 

– Transitoriedade da Vida.

Estava aqui num tempo de descanso e reli o folheto da Missa de Domingo (de semanas atrás). Que Evangelho bonito, mensagem sábia e esperançosa!

Jesus fala sobre as coisas que valem a pena! Viver na amizade, de bem com o próximo e consigo mesmo. Pra quê materialismo, se o que vale é a certeza da Vida Eterna? Estamos apenas num período de transitoriedade, de coisas passageiras.

Precisamos nos espiritualizar mais, dedicarmos às coisas que valem e que motivam. Nas dificuldades, respirar fundo e seguir em frente.

Alguém disse que não se pede para nascer e nem para morrer; portanto, deve-se viver bem esse grande intervalo“.

É isso aí.

Felicidade é saber apreciar as pequenas coisas da vida

– Bom dia, 2ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa também, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Comungar-se com as Coisas que se Convive

Se você costuma praticar o bem, o hábito lhe transforma numa pessoa sempre boa. Se convive com solidários, a solidariedade se torna intrínseca em seu coração. Se procura pessoas sábias, a sabedoria se tornará cotidiana.

Acredito que a convivência influencia as pessoas (algumas em muito; outras, em pouco). Há de se ter muita resiliência para não se influenciar.

Compartilho tal reflexão:

Tudo o que amamos profundamente converte-se em parte de nós mesmos.

Helen Adams Keller, educadora americana(1880-1968)

Concordo e assino embaixo!

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– Bom dia, domingo (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, rogai por nós que recorremos a vós. Somos seus filhos carentes e a Senhora a Nossa Mãe intercessora. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Sábado é dia dedicado à devoção de Nossa Senhora.

A Igreja Católica devota o sábado às preces marianas. E você sabe por quê?

Abaixo, extraído de: https://arqbrasilia.com.br/a-devocao-a-nossa-senhora-no-sabado/

A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA NO SÁBADO

por Aloísio Parreiras

A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.

No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.

Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.

Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.

Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.

Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.

O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.

Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.

Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.

Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.

Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!

– Bom dia, sábado (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, carinhosamente chamada Nossa Senhora do Rosário de Fátima, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Dia de São João Paulo II

Hoje a Igreja Católica celebra São João Paulo II, o carismático amigo dos jovens – e meu Papa da infância até a idade adulta.

É dele o conselho:

Não tenham medo. Abram, ou melhor, escancarem as portas para Cristo”.

Sigamos tal encorajadora mensagem do “Papa Peregrino”.

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– Bom dia, 6a feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

– Ó Virgem Maria, carinhosamente chamada de Nossa Senhora do Líbano, rogai por nós que recorremos a vós – em especial, aos doentes. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Oração da Manhã:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Deus amado e querido; Trindade Santa que é Pai, Filho e Espírito Santo: obrigado por mais um dia a viver. Me permita gozar todas as coisas temporais e atemporais. Agradeço, principalmente, por me acolher e amar, pois sou um servo fraco e pecador. 

Pai Todo Poderoso, louvado seja pelo dom da vida, pela nossa casa, pela nossa família e pela nossa saúde. Obrigado por, mesmo eu sendo indigno, me ter dado pessoas maravilhosas para conviver. Perdoe pelos meus erros e minhas falhas, especialmente pelas vezes que me esqueço que a Providência Divina é infinita. Se o Senhor ama até os passarinhos e outras criaturas da natureza, como abandonaria nós, seus filhos? Ama-nos tanto, que deu seu Filho Amado, Jesus Cristo, como Redentor do Mundo!

Cristo, Cordeiro de Deus, Deus Filho, Único, Fiel e Verdadeiro, louvado e bendito seja porque mesmo antes de eu nascer, aceitou a cruz pela remissão dos meus pecados. Tu és meu Senhor, meu Guia, meu Mestre e Salvador. Quero ser seu discípulo sempre, para ser Sal da Terra e Luz do mundo. Não me deixe cair em tentação nos meus pensamentos neste novo dia que nasce, faz-me instrumento do seu amor. Perdoe-me pelas inúmeras vezes que me fiz surdo ao seu chamado e me fechei com um coração de pedra. O Senhor é a Água Viva que lava as minhas manchas, que me cura e me salva. Está com o Pai e com Ele nos dá tantas bençãos e Graças enviando-nos o Paráclito Divino!

Ó Espírito Santo, força dos humildes! Ilumina-me na jornada que se inicia, dando-me seus Dons para o serviço do Reino dos Céus já aqui nesta terra. Perdoa-me quando não usei meus talentos para o bem comum, ou quando me escondi do chamado da Evangelização. Capacita-me para que hoje eu seja melhor do que ontem, a fim de que minhas decisões, mesmo que incompreensíveis pela minha insignificância, sejam sábias pelo Auxílio Divino. Sabe o que é melhor para cada um de seus servos. Que eu seja dócil à sua ação em todos os lugares e momentos. Louvado, glorificado e adorado seja, ó Defensor dos Pobres, pois através do Senhor poderemos colher seus Frutos Celestiais. 

Enfim, Santíssima Trindade que é um só Deus em essência, trino em pessoas e infinito em misericórdia, abençoa minha família e amigos (cite-os nominalmente, se possível), socorre-me no meu trabalho, nos meus estudos e em todos os afazeres. Me faz desapegado do dinheiro e da vaidade, e ajude-me nas minhas contas e compromissos. Livra-me da violência urbana, física, mental e espiritual, dando-me a saúde da alma. Olhe pelos que sofrem hoje e usa-me como auxílio a estes necessitados. Pelos sem casa, sem terra, sem família e pelos abandonados, doentes e famintos, vele por eles por mais este dia que se inicia. Obrigado por me ouvir e me abençoar desde o nascer até o por do sol. Que eu possa testemunhar pelos que não crêem ou perderam a esperança.

Pai Nosso que estais nos Céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na Terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai as nossa ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação mas livrai-nos do mal. Amém.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio agora e sempre, por todos os séculos e séculos. Amém. 

Ó Maria, querida Mãe, Nossa Senhora e Co-redentora, cubra-me com seu manto de amor. A Senhora que é a Serva do Pai, a Mãe do Filho e a Esposa do Espírito Santo, me guarde no seu colo carinhoso e sempre interceda por minha família. Confio no seu contínuo socorro, pois é a Rainha da Paz. Ajude diariamente na minha conversão, como já fez ontem e fará hoje, para que eu seja transformado por Jesus “de água para vinho” como pediu pelos noivos em Caná da Galiléia. Rogue por nós, ó Mãe amada, pois lhe venerando conseguirei com mais afinco a aprender servir o Cristo e adorá-lo!

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.

Santo Anjo da Guarda, obrigado porque acompanhou-me por mais uma noite, ó amigo inigualável que nunca me abandonou (mesmo quando eu lhe esqueço). Obrigado por estar ao meu lado no combate espiritual. Hoje, como todo dia, peço-lhe que me livre das trevas do pecado e guie-me no caminho da Luz Divina. Ajude-me para que eu tenha um santo dia e uma boa jornada.

Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, me guarda, me governa e me ilumina. Amém.

Bom dia.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Bom Dia Abençoado de Deus – Mensagens de Bom Dia

– Tente pensar como se fosse Jesus!

Ser cristão é ser “imitador de Cristo”. Sendo assim, nosso agir deve ser como era o de Jesus, ou seja, perfeito em santidade (que é algo difícil para nossa natureza humana).

E quando nos depararmos com obstáculos e/ou decisões a serem tomadas?

Na dúvida, pense: o que Jesus faria em determinada situação? Como ele agiria no seu lugar? Reveja os exemplos e ensinamentos dEle nos Evangelhos. Não é tão difícil entender sua proposta de amor.

Por que devemos crer na ressurreição? - Santuário do Pai das Misericórdias

– Bom dia, 5a feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

– Ó Virgem Maria, carinhosamente invocada como Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós que recorremos a vós – em especial, pelas famílias aflitas. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Pausa para Adoração.

Antes de ir trabalhar, passei na Capela fazer uma oração ao Cristo Eucarístico!

Como é bom contemplar um Deus Vivo, que nos ouve e nos socorre.

Aqui: Igreja Nossa Senhora do Bom Parto, Taboão, em Bragança Paulista.

🙏 #TenhaFé
#Eucaristia #Religião #Catolicismo #SantíssimoSacramento

– Se reinventando!

Para refletir com muito carinho sobre seu comportamento perante Deus, ao próximo e consigo mesmo:

“Chega o momento que você precisa romper com você. Sim, com o ser já alcançado, esgotado, incapaz de qualquer ineditismo. E, então, buscar uma nova versão de si mesmo, capaz de considerar o já alcançado, mas sem a ele se apegar, permitindo-se o risco de ser novo de novo.”

Padre Fábio de Melo.

Estar diante de Deus | Chamada

– Bom dia, 4a feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, carinhosamente chamada de Nossa Senhora da Misericórdia, rogai por nós que recorremos a vós – e intercedei a Jesus para que nós nos saibamos perdoar também. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade #Misericórdia

– Oração da Noite:

Para um bom dia vivido, agradeçamos:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Deus amado e querido; Trindade Santa que sois Pai, Filho e Espírito Santo: obrigado por mais um dia vivido, de ter me permitido gozar todas as coisas temporais e atemporais. Agradeço, principalmente, por ter me acolhido e amado hoje, pois sou um servo fraco e pecador. 

Pai Todo Poderoso, louvado seja pelo dom da vida, pela nossa casa, pela nossa família e pela nossa saúde. Obrigado por, mesmo eu sendo indigno, me ter dado pessoas maravilhosas para conviver. Perdoe pelos meus erros e minhas falhas, especialmente pelas vezes que me esqueci que a Providência Divina é infinita. Se o Senhor ama até os passarinhos e outras criaturas da natureza, como abandonaria nós, seus filhos? Ama-nos tanto, que deu seu Filho Amado, Jesus Cristo, como Redentor do Mundo!

Cristo, Cordeiro de Deus, Deus Filho, Único, Fiel e Verdadeiro, louvado e bendito seja porque mesmo antes de eu nascer, aceitou a cruz pela remissão dos meus pecados. Tu és meu Senhor, meu Guia, meu Mestre e Salvador. Quero ser sempre seu discípulo, a fim de me tornar Sal da Terra e Luz do mundo. Não me deixe cair em tentação nos meus pensamentos desta noite, faz-me instrumento do seu amor. Perdoe-me pelas inúmeras vezes que me fiz surdo ao seu chamado e me fechei com um coração de pedra. O Senhor é a Água Viva que lava as minhas manchas, me cura e me salva. Está com o Pai e com Ele nos dá tantas bençãos e Graças enviando-nos o Paráclito Divino!

Ó Espírito Santo, força dos humildes! Iluminou-me na jornada que se encerrou, dando-me seus Dons para o serviço do Reino dos Céus já aqui nesta terra. Perdoa-me quando não usei meus talentos para o bem comum, ou quando me escondi do chamado da Evangelização. Capacita-me para que amanhã eu seja melhor do que hoje, para que minhas decisões, mesmo que incompreensíveis pela minha insignificância, sejam sábias pelo Auxílio Divino. Sabe o que é melhor para cada um de seus servos. Que eu seja dócil à sua ação em todos os lugares e momentos, e obrigado por já ter me permitido isso  nesse dia que terminou. Louvado, glorificado e adorado seja, ó Defensor dos Pobres, pois através do Senhor poderemos colher seus Frutos Celestiais. 

Enfim, Santíssima Trindade que é um só Deus em essência, trino em pessoas e infinito em misericórdia, abençoa minha família e amigos (cite-os nominalmente, se possível), ajude-me no meu trabalho, nos meus estudos e em todos os afazeres. Me faz desapegado do dinheiro e da vaidade, e socorre-me nas minhas contas e compromissos. Livra-me da violência urbana, física, mental e espiritual, dando-me a saúde da alma. Olhe pelos que sofrem hoje e usa-me como auxílio a estes necessitados. Pelos sem casa, sem terra, sem família e pelos abandonados, doentes e famintos, vele por eles por mais esta noite que se inicia. Obrigado por me ouvir e me abençoar desde cedo por tudo que vivi hoje. Que eu possa testemunhar pelos que não crêem ou perderam a esperança.

Pai Nosso que estais nos Céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na Terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai as nossa ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação mas livrai-nos do mal. Amém.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio agora e sempre, por todos os séculos e séculos. Amém. 

Ó Maria, querida Mãe, Nossa Senhora e Co-redentora, cubra-me com seu manto de amor. A Senhora que é a Serva do Pai, a Mãe do Filho e a Esposa do Espírito Santo, me guardou no seu colo carinhoso e sempre intercedeu por minha família. Confio no seu contínuo socorro, pois é a Rainha da Paz. Ajude diariamente na minha conversão,  como já fez hoje, para que eu seja transformado por Jesus “de água para vinho” como pediu pelos noivos em Caná da Galiléia. Rogue por nós, ó Mãe amada, pois lhe venerando conseguirei com mais afinco a aprender servir o Cristo e adorá-lo!

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.

Santo Anjo da Guarda, obrigado porque acompanhou-me por mais um dia, ó amigo inigualável que nunca me abandonou (mesmo quando eu lhe esqueço). Obrigado por estar ao meu lado no combate espiritual. Hoje, como toda noite, peço-lhe que me livre das trevas do pecado e guie-me no caminho da Luz Divina. Ajude-me para que eu tenha uma santa noite e um bom descanso.

Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, me guarda, me governa e me ilumina. Amém.

Boa noite.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

 

– Querem inventar uma desculpa armamentista no Evangelho?

Católico de verdade imita Jesus Cristo, pois Ele é o “Príncipe da Paz”, a “Misericórdia Viva”, o Mestre que nos ensinou “Perdoar 70×7”, “Dar a outra face” e nos avisou que “acabou a lei do ‘Olho por Olho, Dente por Dente’.”

Ele se sentava com os marginalizados, comia com os discriminados e se dizia “médico para os doentes”.

No Monte das Oliveiras, mesmo injustamente preso, condenou o uso de armas quando se cortou a orelha de um soldado violento. Perdoou aqueles que o ofenderam e o crucificaram.

“Ser Cristão” significa “comportar-se como o Cristo”. E me assusto quando vejo católico praticante defendendo o aborto (como a Esquerda Radical faz – algo condenável, vide a palavra do Papa Francisco nesta semana, em: https://wp.me/p4RTuC-ybb) ou defendendo armamento (como a Direita Extremista faz – algo igualmente condenável, como disse Dom Orlando Brandes em Aparecida, em: https://wp.me/p4RTuC-y9n).

Católico não tem que se preocupar com ideologia política, mas sim na sua ação missionária em levar o Evangelho como Jesus nos pediu, no seu testemunho e no seu ato piedoso – sempre “amando a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.

Cultura do ódio; armamentismo; comunismo; corrupção; fofoca, boato ou fake news; intolerância; desamor; vitimismo… nada disso deve ser praticado por quem realmente quer ser um bom católico. Afinal, nada disso foi ensinado por Jesus Cristo e tudo se contradiz à sua Boa Nova.

Lamento ver pessoas deturpando frases de Papas na Internet (como tem sido feito constante com São João Paulo II, de trechos tirados do contexto e outros mentirosos – ambos igualmente sem fontes ou veracidade). Tudo isso para justificar paixões políticas.

E sobre o Papa João Paulo II, uma carta enviada em 1982, implorando para um mundo com menos armas e mais paz, na abertura da Assembleia da ONU daquele ano. Abaixo:

MENSAGEM DO PAPA JOÃO PAULO II
À II SESSÃO ESPECIAL DAS NAÇÕES UNIDAS
PARA O DESARMAMENTO

Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores representantes dos Estados membros

1. Em Junho de 1978, quando se reuniu a primeira Sessão extraordinária da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre o desarmamento, o meu Predecessor o Papa Paulo VI enviou-lhe uma Mensagem pessoal, em que exprimia as suas esperanças nos resultados que a humanidade estava no direito de esperar de um tal esforço de boa vontade e de sabedoria política, por parte da comunidade internacional.

Quatro anos mais tarde, eis-vos de novo reunidos para vos perguntardes se estas expectativas foram — pelo menos parcialmente — realizadas.

A resposta a esta questão parece não ser nem muito tranquilizadora nem muito encorajante. Comparar a situação de há quatro anos com a de hoje, em matéria de desarmamento, faz aparecer muito poucos melhoramentos. Alguns pensam mesmo que houve deterioração, ao menos no sentido de que as esperanças nascidas nessa época poderiam agora apresentar-se como simples ilusões. Esta verificação poderia facilmente levar ao desânimo e impedir os responsáveis pela sorte do mundo a procurarem noutro lugar a solução dos problemas — particulares ou gerais — que não cessam de perturbar a vida dos povos.

Muitos apreendem assim a realidade actual. Os algarismos que provêm das fontes diversas indicam sério aumento das despesas militares, que se traduz por uma produção mais acentuada dos diferentes tipos de armamento, à qual, segundo institutos especializados, corresponde novo incitamento para o comércio das armas. Os meios de informação concentraram ultimamente grande parte da sua atenção na busca, e no uso a grande escala, das armas químicas. Por outro lado, apareceram novas armas nucleares.

Diante de uma Assembleia tão competente como a vossa, não é necessário dispor os algarismos que a vossa própria organização publicou a este respeito. Baste-me, a titulo de indicação, citar o estudo segundo o qual o conjunto das despesas militares do planeta corresponde a uma média de 110 dólares por pessoa e por ano, o que, para muitos habitantes deste mesmo planeta, representa o rendimento de que eles dispõem, durante o mesmo período.

Diante deste estado de coisas, é muito de boa vontade que exprimo a minha satisfação por as Nações Unidas se terem proposto de novo enfrentar o problema do desarmamento, e estou reconhecido com a possibilidade que me é gentilmente oferecida de vos dirigir a palavra nesta ocasião.

Ainda que não seja membro da vossa Organização, a Santa Sé tem junto dela, de há tempos, a sua própria Missão permanente da observação que lhe permite seguir dia após dia as actividades da mesma. Ninguém ignora quanto os meus Predecessores apreciavam os vossos trabalhos. Eu próprio tive ocasião, em particular quando da minha visita à sede da ONU, de tornar minhas as palavras de estima por eles pronunciadas a respeito da vossa Organização. Como os meus Predecessores compreendo eu as dificuldades dela e, ao mesmo tempo que exprimo o voto de que os seus esforços sejam recompensados com resultados mais importantes e melhores, reconheço o seu papel precioso e insubstituível para assegurar ao mundo um futuro mais sereno e mais pacifico.

É a voz de alguém que não tem interesse nem poderes políticos, e menos ainda força militar, aquela que a vossa cortesia me permite fazer de novo ressoar nesta Sala. Aqui, onde convergem praticamente todas as nações, grandes e pequenas, a minha palavra leva em si o eco da consciência moral da humanidade no estado puro, se me permitis a expressão. Ela não é acompanhada de preocupações ou interesses de outra natureza, que poderiam velar-lhe o testemunho e torná-lo menos crível.

Uma consciência esclarecida e guiada pela fé cristã, sem dúvida, mas que não é, por isso, menos profundamente humana, muito pelo contrário. É portanto uma consciência comum a todos os homens de boa e sincera vontade.

A minha voz torna-se o eco das angústias, das aspirações, das esperanças e dos temores de milhares de homens e de mulheres que, de todas as latitudes, olham para a vossa Assembleia perguntando se dela surgirá, como esperam, alguma luz tranquilizadora, ou então uma nova e preocupante decepção. Sem para isso ter recebido de todos o mandato, creio poder fazer-me o intérprete fiel junto de vós destes sentimentos que são os seus.

Não quero nem posso entrar nos aspectos políticos e técnicos do problema do desarmamento como ele se apresenta hoje, mas permitir-me-eí atrair a vossa atenção para alguns princípios éticos que estão na base de toda a discussão e de toda a decisão desejável neste campo.

2. O meu ponto de partida enraiza-se numa verificação unanimemente admitida não só pelos vossos povos, mas também pelos governos que vós presidis ou representais: o mundo deseja a paz, o mundo precisa da paz.

Nos nossos dias, recusar a paz não significa somente provocar os sofrimentos e as perdas que — hoje mais do que no passado — comporta uma guerra, mesmo limitada; isto poderia trazer igualmente a total destruição de regiões inteiras, com a ameaça possível ou provável de catástrofes de proporções mais vastas ainda, mesmo universais.

Os responsáveis pela vida dos povos parecem sobretudo empenhados numa busca febril dos caminhos políticos e das soluções técnicas que permitem “conter” os efeitos de possíveis conflitos. Devendo embora reconhecer os limites dos seus esforços neste sentido, persistem nestes caminhos, tão espalhada está a convicção de que a longo termo as guerras são inevitáveis, e tanto também, e sobretudo, o espectro de uma possível confrontação militar entre os grandes campos, que dividem o mundo hoje, continua a acompanhar o destino da humanidade.

Certamente, nenhuma potência, nenhum homem de Estado admitirá que deseja projectar uma guerra ou tomar a iniciativa dela. Todavia, a desconfiança mútua faz crer ou temer que outros alimentem desígnios ou uma vontade deste género, de maneira que pareça cada um não encarar outra solução possível, se não mesmo necessária, do que a de preparar uma força de defesa suficiente para responder a um eventual ataque.

3. Muitos julgam mesmo que tal preparação constitui um caminho para salvaguardar a paz, ou ao menos para impedir o mais possível, e da maneira mais eficaz, o desencadeamento dos conflitos, sobretudo dos grandes conflitos que chegariam a comportar o holocausto supremo da humanidade e a destruição da civilização que o homem conquistou laboriosamente no decorrer dos séculos.

Isto é ainda, como se vê, a “filosofia da paz” enunciada no velho princípio romano: “Se queres a paz, prepara a guerra”.

Traduzida em termos modernos, esta “filosofia” tomou o nome de “dissuasão”, e revestiu as formas de um “equilíbrio das forças” que, por vezes, foi chamado, não sem razão, “equilíbrio do terror”. Como fez notar o meu Predecessor Paulo VI: “A lógica imanente à busca dos equilíbrios de forças leva cada um dos adversários a tentar assegurar-se certa margem de superioridade, com medo de se encontrar em situação de desvantagem” (Mensagem à Assembleia Geral da ONU, 24 de Maio de 1978: Insegnamenti di Paolo VI, XVI, 1978, p. 452).

Assim, praticamente, a tentação é fácil — e o perigo sempre presente — de ver a busca de um equilíbrio transformar-se em busca de uma superioridade capaz de lançar de novo, de maneira ainda mais perigosa, a corrida aos armamentos.

Eis, na realidade, a tendência que parece continuar a prevalecer hoje, e talvez mesmo de maneira ainda mais acentuada que antes. E vós propusestes-vos, como fim especifico desta Assembleia, procurar como seria possível derrubar esta tendência.

Este fim pode parecer ainda, por assim dizer, “minimalista”, mas é de importância fundamental, porque só semelhante mudança completa pode fazer esperar que a humanidade se entranhe no caminho que leva ao fim tão desejado por todos, mesmo se muitos o consideram sempre como utopia: um desarmamento total, mútuo e rodeado das garantias de uma fiscalização efectiva, que elas dão a todos a confiança e a segurança necessárias.

Assim, esta Sessão extraordinária reflecte ainda outra verificação. Do mesmo modo que a paz, o mundo deseja também o desarmamento. O mundo precisa do desarmamento.

Por outro lado, todo o trabalho realizado dentro do Comité do desarmamento, em diferentes comissões ou subcomissões e dentro dos Governos, do mesmo modo que a atenção prestada pelo público, testemunha a importância que se dá nos nossos dias à difícil questão do desarmamento.

A convocação mesma desta reunião leva em si própria um julgamento: as nações do mundo estão já superarmadas e demasiado comprometidas nas políticas que reforçam esta tendência. Implicitamente tal juízo inclui a convicção de que esta tendência é errónea e de que as nações do mundo comprometidas neste caminho têm necessidade de retomar o seu lugar.

Mas a situação é complexa e numerosos valores — dos quais alguns do mais alto nível — entram em jogo. Pontos de vista divergentes podem ser expressos. É preciso portanto enfrentar os problemas com realismo e honestidade.

Por isso, primeiro peço a Deus que vos conceda a fortaleza do espírito e a boa vontade, que se requerem para desempenhardes a vossa tarefa e fazerdes avançar quanto é possível a causa da paz, fim último de todos os vossos esforços durante esta Sessão extraordinária. Assim portanto a minha palavra é palavra de encorajamento e de esperança. Encorajamento para não deixar que as vossas energias se enfraqueçam pela complexidade das questões ou pelos reveses do passado e do presente. Palavra de esperança porque sabemos que só os homens de esperança são capazes de avançar paciente e tenazmente para finalidades dignas dos melhores esforços e para o bem de todos.

4. Talvez nos nossos dias, nenhuma questão toque tantos aspectos da condição humana como a dos armamentos e do desarmamento. Comporta aspectos científicos e técnicos, aspectos sociais e económicos. Inclui também graves problemas de natureza política que atingem as relações entre Estados e entre povos. Os nossos sistemas mundiais de armamentos influenciam, além disso, em grande medida, os desenvolvimentos culturais. Coroando tudo, intervêm as questões espirituais que dizem respeito à identidade mesma do homem e das suas opções para o futuro e para as gerações que hão-de vir.

Oferecendo-vos as minhas reflexões, tenho presentes ao espírito todas estas dimensões técnicas, científicas, sociais, económicas e sobretudo éticas, culturais e espirituais.

5. Desde o fim da segunda guerra mundial e o principio da idade atómica, a Santa Sé e a Igreja católica tiveram uma atitude muito clara. A Igreja procurou continuamente contribuir para a paz e para construir um mundo que não tenha de recorrer à guerra para regulamentar as desavenças. Animou a que se mantenha um clima internacional de confiança mútua e de cooperação. Apoiou as estruturas susceptíveis de assegurar a paz. Recordou os efeitos desastrosos da guerra. A medida que aumentavam os meios de destruição mortífera, ela fez notar os perigos assim incorridos e, para além dos perigos imediatos, ela indicou os valores que se haviam de cultivar para desenvolver a cooperação, a confiança mútua, a fraternidade e a paz.

Já em 1946, o meu Predecessor o Papa Pio XII se referiu à “potência dos novos instrumentos de destruição” que reconduziam o problema do desarmamento ao centro das discussões internacionais com aspectos completamente novos” (Mensagem ao Colégio dos Cardeais, 24 de dezembro de1946).

Os Papas sucessivos e o Concílio Vaticano II continuaram a reflexão adaptando-a ao contexto dos novos armamentos e da fiscalização dos armamentos. Se os homens se debruçassem sobre esta tarefa com boa vontade e se tivessem no seu coração e nos seus planos a paz como objectivos, as medidas adequadas poderiam encontrar-se, as estruturas apropriadas elaborar-se para assegurar a legítima segurança de cada povo no respeito mútuo e na paz; então os arsenais do temor e da ameaça de morte tornar-se-iam supérfluos.

O ensinamento da Igreja católica é portanto claro e coerente. Deplora a corrida aos armamentos, pede pelo menos uma progressiva redução mútua e verdadeira assim como as maiores precauções contra os possíveis erros no uso das armas nucleares. Ao mesmo tempo, a Igreja reclama para cada nação o respeito da independência, da liberdade e da legítima segurança.

Desejo assegurar-vos da preocupação constante da Igreja católica e dos esforços que ela não deixará de realizar enquanto os armamentos não forem inteiramente dominados, a segurança de todas as nações garantida, e enquanto os corações de todos os homens não forem ganhos para as opções éticas que hão-de garantir uma paz duradoura.

6. Chego agora ao debate que vos ocupa, a propósito do qual é preciso reconhecer, em primeiro lugar, que nenhuma componente das questões internacionais pode ser considerada isolada e separadamente dos múltiplos interesses das nações. Todavia, uma coisa é reconhecer a interdependência das questões, e outra explorá-las para delas tirar proveito noutro plano. Os armamentos, as armas nucleares e o desarmamento são coisas demasiado importantes em si mesmas e para o mundo, de maneira que se tornem simplesmente parte de uma estratégia que lhes exploraria a importância intrínseca em favor de uma política ou doutros interesses.

7. É pois importante considerar devidamente, com a prudência e a objectividade que merecem, cada uma das proposições sérias que tendem a contribuir para o desarmamento real e para criar um clima melhor. Mesmo países pequenos têm valor que vai além do aspecto material e técnico dos mesmos. Qualquer que seja o domínio encarado, temos necessidade hoje de perspectivas novas e de disponibilidade de escuta respeitosa e de acolhimento atento às sugestões honestas de todos os que se ocupam com responsabilidade de negócios tão controversos.

A este propósito, surge o que eu chamaria o fenómeno da retórica. Um campo tão tenso e cheio de tantos perigos inevitáveis não pode deixar lugar a nenhuma espécie de discursos forçados ou de opiniões provocadoras. A complacência na retórica, no vocabulário inflamado e apaixonado, nas ameaças veladas e nas contra-ameaças e nas manobras desleais, não pode senão acerbar a acuidade de um problema que requer exame sóbrio e atento. Por outro lado, os Governos e os seus responsáveis não podem orientar as questões dos Estados independentemente dos votos dos seus povos. A história das civilizações oferece-nos exemplos temíveis do que se passa quando esta experiência é tentada. Ora, os temores e as preocupações de numerosos grupos em diferentes partes do mundo revelam que as pessoas estão cada vez mais apavoradas com o pensamento do que aconteceria se irresponsáveis desencadeassem uma guerra nuclear.

Assim, mais ou menos em toda a parte, desenvolveram-se movimentos em favor da paz. Em vários países, estes movimentos, tornados extremamente populares, são sustentados por uma parte crescente de cidadãos de camadas sociais diferentes, de todas as idades e de formações diversas, especialmente de jovens. Os fundamentos ideológicos destes movimentos são múltiplos. Os seus projectos, as suas proposições e as suas políticas variam grandemente e podem muitas vezes oferecer o flanco a instrumentalizações partidárias, mas, para além destas divergências de formas, há um desejo de paz profundo e sincero.

Assim não posso deixar de me associar ao vosso projecto de apelo à opinião para que nasça uma verdadeira consciência universal dos riscos terríveis da guerra, consciência que trará por sua vez um espírito de paz generalizado.

8. Nas condições actuais, uma dissuasão baseada no equilíbrio, não certamente como um fim em si mas como uma etapa no caminho de um desarmamento progressivo, pode ainda ser julgada como moralmente aceitável.

Contudo, para assegurar a paz é indispensável não nos contentarmos com o mínimo, sempre agravado por um real perigo de explosão.

Que fazer então? Na falta de uma autoridade supranacional, tal como foi desejada pelo Papa João XXIII na sua Encíclica Pacem in Terris e se espera encontrar na Organização das Nações Unidas, a única solução realista diante da ameaça de guerra continua a ser ainda a negociação. Aqui, gosto de vos recordar uma palavra de Santo Agostinho que citei outras vezes: “Matai a guerra pelas palavras das negociações, mas não mateis os homens pela espada”. Hoje ainda, reafirmo diante de vós a minha confiança na força das negociações leais para chegar a soluções justas e equitativas. Estas negociações exigem paciência e constância e devem em particular visar a uma redução dos armamentos equilibrada, simultânea e internacionalmente fiscalizada.

Mais precisamente ainda, a evolução em curso parece levar a uma interdependência crescente dos tipos de armamentos. Como nestas condições ter em vista uma redução equilibrada, se as negociações não atingem o conjunto das armas? A este propósito, a continuação do estudo do “programa global do desarmamento”, que a vossa Organização já empreendeu, poderia facilitar a necessária coordenação dos diferentes “forums” e trazer aos resultados mais verdade, equidade e eficácia.

9. De facto, as armas nucleares não são os meios únicos de guerra e destruição. A produção e a venda de armas convencionais através do mundo são fenómeno realmente alarmante e, parece, em pleno desenvolvimento. Negociações sobre o desarmamento não poderiam ser completas se ignorassem o facto de 80% das despesas no armamento ser consagrado às armas convencionais. Por outro lado, o tráfico delas parece desenvolver-se a um ritmo crescente e orientar-se de preferência para os países em vias de desenvolvimento. Cada passo dado e qualquer negociação empreendida para limitar esta produção e este tráfico e submetê-los a uma verificação cada vez mais efectiva é significativa contribuição para a causa da paz.

Recentes acontecimentos confirmaram o poder destrutivo das armas convencionais e as lastimosas condições a que se condenam os Estados tentados a recorrer a elas para solucionar as suas desavenças.

10. Mas a consideração dos aspectos quantitativos dos armamentos, tanto nucleares como convencionais, não é suficiente. Atenção especialíssima deve dedicar-se ao aperfeiçoamento deles, continuado graças a tecnologias novas, das mais avançadas, porque está precisamente nisto uma das dimensões essenciais da corrida aos armamentos. Ignorá-lo levaria a um engodamento e a não oferecer aos homens, desejosos de paz, senão uma aparência enganosa.

A busca e a tecnologia devem ser colocadas ao serviço do homem. Nos nossos dias, usa-se e abusa-se delas com demasiada frequência para outros fins. Dirigindo-me a 2 de Junho de 1980, aos homens de ciência e cultura, da Assembleia da UNESCO, eu tinha desenvolvido abundantemente este tema. Hoje, ainda, seja-me permitido sugerir pelo menos que uma percentagem não indiferente dos fundos atribuídos à tecnologia e à ciência dos armamentos seja reservada para o desenvolvimento de mecanismos e de dispositivos que assegurem a vida e o bem-estar dos homens.

11. No seu discurso à Organização das Nações Unidas, a 4 de Outubro de 1965, o Papa Paulo VI enunciou uma profunda verdade, quando declarou: “A Paz não se constrói somente por meio da política e do equilíbrio das forças e dos interesses. Constroem-se com o Espírito, as ideias e as obras da Paz”. Os produtos do Espírito, as ideias, os produtos da cultura e das forças criadoras dos povos, são destinados a ser repartidos. As estratégias de paz, que ficam no nível técnico e cientifico que determinam equilíbrios e verificam fiscalizações, não assegurarão uma verdadeira paz senão quando se forjarem e se reforçarem laços entre os povos. Estabelecei laços que unam os povos entre si. Dai-vos meios que levem os povos à repartição das suas culturas e dos seus valores. Abandonai todos os interesses mesquinhos que entregam uma nação à mercê de outra no plano económico, social ou politico.

Neste mesmo espírito, os trabalhos de peritos qualificados, elevando a relação entre desarmamento e desenvolvimento, merecem ser estudados e seguidos por acções. Não é novo encarar a transferência de recursos financeiros consagrados ao desenvolvimento das armas, para o desenvolvimento dos povos, mas a ideia não perde por isso a sua actualidade e a Santa Sé fê-la sua já de há muito. Toda a resolução da Assembleia geral neste sentido receberia em toda a parte a aprovação e o apoio dos homens e das mulheres de boa vontade.

O estabelecimento de laços entre os povos significa o redescobrimento e a reafirmação de todos os valores que reforçam a paz e unem os povos na harmonia. E significa igualmente a renovação do melhor existente no coração do homem, que anda à procura do bem dos outros na fraternidade e no amor.

12. Desejaria acrescentar um último considerando: a produção e a posse de armamentos são a consequência de uma crise ética que rói a sociedade em todas as suas dimensões — política, social e económica. A paz, repeti-o várias vezes, é o resultado do respeito dos princípios éticos. O verdadeiro desarmamento, o que há-de garantir a paz entre os povos, não se conseguirá senão com a resolução desta crise ética. De maneira que se os esforços de redução dos armamentos, depois de desarmamento total, não forem acompanhados paralelamente por um ajustamento ético, estão votados antecipadamente ao malogro.

Procurar tornar a pôr o nosso mundo no seu lugar, eliminar dele a confusão dos espíritos gerada pela busca pura dos interesses e dos privilégios ou pela defesa das pretensões ideológicas, tal é a tarefa absolutamente prioritária se queremos chegar a progredir na luta pelo desarmamento. Sem isso, ficar-se-á apenas em falsas aparências.

Porque a verdadeira causa da nossa insegurança encontra-se numa crise profunda da humanidade. Vale a pena, graças à sensibilização das consciências diante do absurdo que é a guerra, criar as condições materiais e espirituais que diminuirão as desigualdades clamorosas e restituirão a todos o mínimo de espaço para a liberdade do espírito.

A co-habitação dos bem assegurados na vida e dos desprovidos já não pode ser suportada no mundo em que a comunicação é tão rápida como generalizada, sem que nasça o ressentimento e o mundo regresse à violência. Por outro lado, o espírito tem também os seus direitos primordiais e inalienáveis; é a justo título que ele os reclama nos países em que o espaço lhe falta para viver serenamente segundo as próprias convicções. Convido todos os combatentes pela paz a comprometerem-se nesta luta para a eliminação das verdadeiras causas da insegurança dos homens, de que a terrível corrida aos armamentos é um dos efeitos.

13. Derrubar a tendência actual para a corrida aos armamentos compreende portanto uma luta paralela em duas frentes: por um lado, uma luta imediata e urgente dos governos para reduzir progressiva e equitativamente os armamentos; por outro lado, uma luta mais paciente, mas não menos necessária, no nível da consciência dos povos para atacar a causa ética da insegurança geradora de violência, quer dizer, as desigualdades materiais e espirituais do nosso mundo.

Sem preconceitos de qualquer espécie, unamos todas as nossas forças racionais e espirituais de homens de Estado, de cidadãos, de responsáveis religiosos, para matar a violência e o ódio, e procurar de novo os caminhos da paz.

A paz é o fim supremo da actividade das Nações Unidas. Ela deve ser o de todos os homens de boa vontade. Infelizmente, ainda nos nossos dias, tristes realidades ensombram o horizonte da vida internacional e causam tantos sofrimentos, destruições e preocupações que poderiam fazer perder à humanidade toda a esperança de ser capaz de dominar o seu próprio futuro na concórdia e na colaboração dos povos. Apesar da dor que invade a minha alma, sinto-me autorizado, mesmo obrigado, a reafirmar solenemente, diante de vós como diante do mundo, o que os meus predecessores e eu próprio repetimos diversas vezes em nome da consciência, em nome da moral, em nome da humanidade e em nome de Deus:

A paz não é utopia, nem ideal inacessível, nem sonho irrealizável.

A guerra não é calamidade inevitável.

A paz é possível.

E porque é possível, a paz é dever. Dever muito grave. Responsabilidade suprema.

A paz é difícil, sem dúvida, e exige boa vontade, muita sabedoria e tenacidade. Mas o homem pode e deve fazer prevalecer a força da razão às razões da força.

A minha última palavra é portanto ainda uma palavra de encorajamento e de exortação. E como a paz, confiada à responsabilidade, fica sendo, apesar de tudo, um dom de Deus, ela traduz-se também em oração Aquele que tem nas mãos os destinos dos povos.

Agradeço-vos a actividade que desenvolveis para fazer progredir a causa do desarmamento: desarmamento dos utensílios de morte e desarmamento dos espíritos.

Deus abençoe os vossos esforços.

E oxalá que esta Assembleia fique na história como um sinal de reconforto e de esperança.

Do Vaticano, 7 de Junho de 1982

JOÃO PAULO PP. II

– Bom dia, 3ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, carinhosamente chamada de Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Um dia na casa da Mãe Aparecida!

Estive ontem em Aparecida, passeando com minha esposa e filhas. Cada vez mais encontro paz em peregrinação à Padroeira.

Aliás, estar no Santuário em tempos de pandemia foi uma experiência surpreendente: eu esperava muita confusão e aglomeração, mas ao contrário: capacidade limitada, orientadores, distanciamento e cuidados preventivos (pelo menos, neste último domingo, tudo organizado e controlado).

1 – Agradecer a Mãe de Jesus é muito bom:

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2 – Admirar a arte sacra de lá, é fugir um pouco da realidade sofrida:

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3 – Estar com a família, algo transcendente.

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4 – Ver tal templo cheio de vida, ótimo:

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  • Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós!

– Dia de São Lucas, o Médico Evangelista

Hoje é dia de São Lucas, um dos 4 Evangelistas da Bíblia. Os profissionais da Medicina festejam nesse dia sua festa já que, segundo conta a Sagrada Tradição, Lucas é médico.

Veja sua bela história, extraída de: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=243172

SÃO LUCAS

O dia 18 de outubro foi escolhido como “dia dos médicos” por ser o dia consagrado pela Igreja a São Lucas. Como se sabe, Lucas foi um dos quatro evangelistas do Novo Testamento. Seu evangelho é o terceiro em ordem cronológica; os dois que o precederam foram escritos pelos apóstolos Mateus e Marcos.

Lucas não conviveu pessoalmente com Jesus e por isso a sua narrativa é baseada em depoimentos de pessoas que testemunharam a vida e a morte de Jesus. Além do evangelho, é autor do “Ato dos Apóstolos”, que complementa o evangelho.

Segundo a tradição, São. Lucas era médico, além de pintor, músico e historiador, e teria estudado medicina em Antióquia. Possuindo maior cultura que os outros evangelistas, seu evangelho utiliza uma linguagem mais aprimorada que a dos outros evangelistas, o que revela seu perfeito domínio do idioma grego.

São Lucas não era hebreu e sim gentio, como era chamado todo aquele que não professava a religião judaica. Não há dados precisos sobre a vida de S. Lucas. Segundo a tradição era natural de Antióquia, cidade situada em território hoje pertencente à Síria e que, na época, era um dos mais importantes centros da civilização helênica na Ásia Menor. Viveu no século I d.C., desconhecendo-se a data do seu nascimento, assim como de sua morte.

Há incerteza, igualmente, sobre as circunstâncias de sua morte; segundo alguns teria sido martirizado, vítima da perseguição dos romanos ao cristianismo; segundo outros morreu de morte natural em idade avançada. Tampouco se sabe ao certo onde foi sepultado e onde repousam seus restos mortais. Na versão mais provável e aceita pela Igreja Católica, seus despojos encontram-se em Pádua, na Itália, onde há um jazigo com o seu nome, que é visitado pelos peregrinos.

Não há provas documentais, porém há provas indiretas de sua condição de médico. A principal delas nos foi legada por São Paulo, na epístola aos colossenses, quando se refere a “Lucas, o amado médico” (4.14). Foi grande amigo de São Paulo e, juntos, difundiram os ensinamentos de Jesus entre os gentios.

Outra prova indireta da sua condição de médico consiste na terminologia empregada por Lucas em seus escritos. Em certas passagens, utiliza palavras que indicam sua familiaridade com a linguagem médica de seu tempo. Este fato tem sido objeto de estudos críticos comparativos entre os textos evangélicos de Mateus, Marcos e Lucas, e é apontado como relevante na comprovação de que Lucas era realmente médico. Dentre estes estudos, gostaríamos de citar o de Dircks, [4] que contém um glossário das palavras de interesse médico encontradas no Novo Testamento.

A vida de São Lucas, como evangelista e como médico, foi tema de um romance histórico muito difundido, intitulado “Médico de homens e de almas”, de autoria da escritora Taylor Caldwell. Embora se trate de uma obra de ficção, a mesma muito tem contribuído para a consagração da personalidade e da obra de Sao Lucas.

A escolha de São Lucas como patrono dos médicos nos países que professam o cristianismo é bem antiga. Eurico Branco Ribeiro, renomado professor de cirurgia e fundador do Sanatório S. Lucas, em São Paulo, é autor de uma obra fundamental sobre São Lucas, em quatro volumes, totalizando 685 páginas, fruto de investigações pessoais e rica fonte de informações sobre o patrono dos médicos. Nesta obra, intitulada “Médico, pintor e santo”, o autor refere que, já em 1463, a Universidade de Pádua iniciava o ano letivo em 18 de outubro, em homenagem a São Lucas, proclamado patrono do “Colégio dos filósofos e dos médicos”.

A escolha de São. Lucas como patrono dos médicos e do dia 18 de outubro como “dia dos médicos”, é comum a muitos países, dentre os quais Portugal, França, Espanha, Itália, Bélgica, Polônia, Inglaterra, Argentina, Canadá e Estados Unidos. No Brasil acha-se definitivamente consagrado o dia 18 de outubro como “dia dos médicos”.

São Lucas é celebrado em Juiz de Fora - Arquidiocese de Juiz de Fora