– Viva Santa Teresa D’Ávila: a mulher forte da Paciência!

Hoje é dia de Santa Teresa, grandiosa religiosa que nos deixou a bela oração:

Nada te perturbe.

Nada te espante.

Tudo passa.

A paciência tudo alcança.

Nada me perturbe.

Nada me espante.

A quem tem Deus nada falta.

Só Deus basta.”

(Extraído de: http://www.catequisar.com.br/texto/oracao/santos/45.htm)

Abaixo, história de vida de Santa Teresa D’Ávila

FRASES DE SANTA TERESA D’ÁVILA

Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandones nem as boas obras de oração…

Santa Teresa de Jesus nasceu em Ávila, na Espanha. Mulher de grande inteligência e sabedoria, foi proclamada Doutora da Igreja em 1970 pelo papa Paulo VI, como Mestra de espiritualidade.

Realizou uma grande reforma no Carmelo e fundou outros, inclusive dois de frades. Escreveu obras famosas e de grande valor espiritual como “Caminho de perfeição”, “Moradas ou Castelo Interior” e “Livro da vida”. Além de ser a autora do poema “Nada te perturbe”.

Confira um pouco de seu pensamento expresso em frases:

“Quem ama, faz sempre comunidade; não fica nunca sozinho”

“A amizade é a mais verdadeira realização da pessoa”

“Falais muito bem com outras pessoas, por que vos faltariam palavras para falar com Deus?”

“A amizade com Deus e a amizade com os outros é uma mesma coisa, não podemos separar uma da outra”

“Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandones nem as boas obras de oração, nem a penitência a que estás habituada. Antes, intensifica-as. E verás com que prontidão o Senhor te sustentará”

“Quem não deixa de caminhar, mesmo que tarde, afinal chega. Para mim, perder o caminho é abandonar a Oração”

“O Senhor não olha tanto a grandeza das nossas obras. Olha mais o amor com que são feitas”

“O verdadeiro humilde sempre duvida das próprias virtudes e considera mais seguras as que vê no próximo”

“Humildade é a verdade”

“Espera um pouco, filha, e verás grandes coisas”

“Vocês pensam que Deus não fala porque não se ouve a Sua voz? Quando é o coração que reza Ele responde”

“O Senhor sempre dá oportunidade para oração quando a queremos ter”

“Falte-me tudo, Senhor meu, mas se vós não me desamparardes, não faltarei eu a vós”

“Quem vos ama de verdade, Bem meu, vai seguro por um amplo caminho real, longe do despenhadeiro, estrada na qual, ao primeiro tropeço, Vós, Senhor, dais a mão; não se perde, por alguma queda, nem mesmo por muitas, quem tiver amor a Vós, e não às coisas do mundo”

“Se tiver humildade, não tenha receio, o Senhor não permitirá que se engane nem engane os outros”

“Uma prova de que Deus esteja conosco não é o fato de que não venhamos a cair, mas que nos levantemos depois de cada queda”

“Se não dermos ouvidos ao Senhor quando Ele nos chama, pode acontecer que não consigamos encontrá-lo quando o quisermos”

“São felizes as vidas que se consumirem no serviço da Igreja”

“Basta uma graça dessas para transformar uma alma por inteiro”

“Não me parecia que eu conhecesse a minha alma, tão transformada eu a via”

“0 olhar de Deus é amar e conceder graças”

“Eu quero ver a Deus e para isso é necessário morrer. Não morro, mas entro na vida”

(Extraído de: http://www.cancaonova.com.br/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=4257)

imgres.jpg

Anúncios

– Uma época em que ser cristão, heterossexual e discreto passou a ser errado. A quem interessa o Bullying contra a família tradicional?

Tempos que não nos permite ter concordância absoluta, embora a tolerância se faz necessária. Mas e quando a sua parte é feita, mas a de outros não?

Sejamos tolerantes, respeitosos e educados. Mas defendamos a família, a fé e as coisas que cremos! Ser ecumênico e cidadão não quer dizer ser bobo ou abrir mão das suas convicções, tampouco deixar que se ofenda a sua crença.

Não importa ser ateu / religioso, direita / esquerda , político / apolítico , conservador / moderninho, hetero / homo / trans / pan ou assexuado.

Importa ser correto. 

O PROBLEMA É: o proselitismo religioso (a forçação para uma conversão), o radicalismo político (a maldita dualidade entre os prós e contra Lula/PT e Aécio-Dória-Alckmin/PSDB criada em nosso país) e, mais recentemente, a apologia ao fim dos costumes tradicionais à morte do modelo cristão de família e a supremacia do “ser gay”.

Calma. Não estou sendo preconceituoso com ninguém, releia acima o que está escrito (em especial ao respeito necessário à boa convivência de todos). Apenas quero ressaltar: a IMPOSIÇÃO de novos conceitos que parecem ser os “corretos” e que todos os outros são errados

Ter família, ser discreto e possuir uma religião parece ERRO para alguns da sociedade, que defendem a erotização a todo custo, a precoce sexualização das nossas crianças e a libertinagem como meio de satisfação.

Quer 3 exemplos recentes?

1) Veja a propaganda do sabão em pó OMO, que instiga aos pais sobre o sexo das crianças, onde menino e menina podem escolher ser o que quiserem! É a ditadura do modismo do “x”, ou seja, assexuar o indivíduo colocando, por exemplo, o termo meninx ou alunx para ser politicamente correto à criança que “ainda não escolheu o seu sexo“!

Se você acha que é um fake news, abaixo o anúncio do OMO nas grandes revistas e sites, defendendo a Ideologia de Gênero, onde pede para se fazer “um recall das brincadeiras” sem se preocupar com os padrões.

Assista em: https://youtu.be/CKqCidMktkY

2) E se eu questionar o modelo de Educação Sexual e/ou Religiosa lecionado em sala de aula?

Aí temos dois problemas distintos:

A) Falar sobre Educação Sexual não é incentivar uma Revolução Sexual, mas sim falar da Saúde do Corpo. Não se deve confundir a defesa da Ideologia de Gênero com ensino do Sexo de maneira didática e salutar. Há, inclusive, casos de pais que processaram escolas e professores por ultrapassarem a barreira do bom senso e transgredir o conteúdo de ensino sexual.

(Sobre esse processo, veja em: http://deolhonolivrodidatico.blogspot.com.br/2016/02/familia-podera-processar-escola-e.html).

B) Falar sobre Religião é assunto das Igrejas e das Famílias. A orientação para que se dê aula de religião nas Escolas Públicas (como disciplina optativa) acabou se tornando um problema a ser discutido, pois não será uma aula ecumênica, mas especificamente de alguma crença. Se eu sou judeu e o meu professor de religião é católico, devo sair da sala de aula. Se eu sou evangélico e meu professor do candomblé, idem. E se for um mestre hinduísta e eu ateu, vale a mesma situação. Assim, não se deve impor uma religião devido a liberdade de crenças do nosso país.

Perceberam que sexo e fé estão interligados com a Educação dos Pais, das Igrejas, dos costumes das Famílias e que merece uma preocupação absurdamente delicada quando levados aos professores da rede de ensino que devem se manter isentos? Lembrando que o Estado é laico, ou seja: nem crente, nem ateu ou agnóstico.

3) Falamos bastante sobre outros fatos de “forçação de barra” nas últimas semanas. A exposição Queermuseum do Rio Grande do Sul (relembre aqui: http://wp.me/p4RTuC-kjH), a encenação pornográfica com crianças tocando homem nu no MAM (releia aqui: http://wp.me/p4RTuC-kyH) e a sábia e humilde dona Regina, que deixou sem palavras artistas da Rede Globo que defendiam a arte pornográfica para crianças (reveja aqui: http://wp.me/p4RTuC-kL7).

Pois bem: o Banco Santander resolveu transformar a exposição que patrocinou em Porto Alegre, recheada de imagens com zoofilia, pedofilia e blasfêmia da fé alheia em livro para a Rede Pública de Ensino do RS.

Assista a esse vídeo (abaixo) e diga: está fácil educar os filhos na fé que você tem, ensinando que menino vira homem e menina vira mulher, e que ser manso de coração e respeitar a opinião do outro é uma virtude?

O que me deixa encucado é: temos, como princípio do Cristianismo amar o próximo, mesmo que radicais não nos amem e queiram até mesmo impor costumes hereges e que simplesmente deveríamos e poderíamos falar NÃO. Parece que, dentro em breve, desejar que o filho vire homem, case com uma mulher, tenha filhos e possa mandá-los à Igreja e à Escola seja politicamente INCORRETO. A moda é atender os anseios da minoria até que ela se torne maioria.

Insisto: há de se ter respeito entre todos, sem radicalismo ou divisão, respeitando as diferenças. Impor uma opção sexual, a ideologia de gênero e os costumes contrários dos pais em conduta e crença não é o correto. Dá para todos viverem em harmonia e paz.

Não deixe de assistir esse vídeo que vem de Uruguaiana-RS, abaixo:​

– Pe Donizetti agora é venerável. Logo será definitivamente Santo!

Alegremo-nos! O carismático Padre Donizetti de Tambaú (como ficou conhecido no interior de São Paulo), tão querido e respeitado, oficialmente entrou no rol dos veneráveis da Igreja Católica.

É dele a belíssima frase:

Para quem não crê em Deus nenhuma explicação é possível, para quem crê, nenhuma explicação é necessária”.

Sobre o processo de canonização,

Extraído de: https://padredonizetti.wordpress.com/2017/10/11/veneravel-pe-donizetti/

VENERÁVEL PE. DONIZETTI

O Papa Francisco autorizou a Congregação para as causas dos Santos a promulgar Decreto que torna o Padre Donizetti Venerável, fato divulgado nesta terça-feira, dia 10. Em 9 de outubro de 2017, o Santo Padre Francisco recebeu na audiência sua eminência reverendíssima o senhor cardeal Angelo Amato, s.d.b., prefeito da congregação das causas dos Santos. Durante a audiência, o santo padre autorizou a mesma congregação a promulgar vários decretos entre os quais a causa de Beatificação do Pe. Donizetti Tavares de Lima declarando  as virtudes heroicas do servo de Deus Donizetti , sacerdote diocesano; nascido em 3 de Janeiro de 1882 em Cássia (Brasil) e morreu em 16 de junho de 1961 em Tambaú (Brasil).

Este título é muito importante, é o reconhecimento de que Padre Donizetti viveu em grau heroico as virtudes teologais da fé, esperança e caridade, bem como as virtudes cardeais da prudência, fortaleza, temperança e justiça, vividas de forma extraordinária, perante Deus e o próximo. No caso de Padre Donizetti, também foi comprovado que o religioso viveu virtuosamente os votos evangélicos da pobreza, obediência, castidade e humildade. O decreto permite ainda que a causa de beatificação do sacerdote, iniciada em 1992, cumpra sua última etapa: a confirmação do milagre para a Beatificação.

Os fiéis devotos da cidade de Tambaú, onde o padre viveu por 35 anos ficou marcada por grande acontecimento de milagres recebidos pela intercessão do sacerdote que já era santo em vida, isto testemunhado por muitos.

Tambauenses e romeiros comemoraram com muita fé e alegria a grande noticia tão esperada por todos confirmando que o Pe. Donizetti é Venerável ,  grande exemplo de vida e doação ao próximo e obediência a Deus.

Os sinos do Santuário Nossa Senhora Aparecida em Tambaú  anunciaram a felicidade de todos os devotos que se uniram entre sorrisos e lágrimas, com fogos de artifícios e carreata em forma de agradecimento por tão grande graça alcançada na semana de novena pelos 300 anos de Bençãos  desde que a Imagem de Nossa Senhora aparecida foi retirada das águas do Rio Paraíba e que o Pe. Donizetti cultivava grande carinho e devoção à mãe de Deus e também chega na lembrança o Incêndio na Matriz  Santo Antonio ocorrido 11 de outubro de 1929, a imagem de Nossa Senhora foi salva sem queimaduras deixando assim mais um sinal de que a mãe de Deus ouve todos os pedidos e levam a seu filho Jesus que cura a todos que tem fé.

A etapa seguinte do processo de Beatificação é  que os milagres atribuídos ao saudoso pároco sejam aceitos pela Igreja Católica e isto ocorrendo o Padre Donizetti passará de Venerável a Beato e, posteriormente, pode ser canonizado para se tornar Santo recebendo assim a glória dos altares.

A Associação de Fiéis do Pe. Donizetti, há 20 anos divulgando a vida e obra do Pe. Donizetti, agradece a Deus por tamanha graça alcançada junto com todos os devotos do Venerável Pe. Donizetti.

Por: Associação de Fiéis do Pe. Donizetti

bomba.jpg

– Dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil e dos Árbitros de Futebol

Poucos sabem, mas na década de 90, em eleição entre os árbitros de futebol, Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi escolhida como padroeira da categoria. Motivo: sendo que Maria é Mãe de Cristo, seria de bom grado a sua benção e invocação para os juízes de futebol (cujas mães são tão lembradas em campo). Assim, tornou-se também a Mãe dos Árbitros.

Há muito tempo, por indicação do Padre Ton Ferreira, o então bispo de Jundiaí, Dom Amaury Castanho (que se tornou conhecido nacionalmente por suas cartas à imprensa defendendo radicalmente os valores cristãos), aprovou e reconheceu oficialmente a Oração do Árbitro de Futebol, que não existia até então, direcionada ao Filho de Deus por invocação de Nossa Senhora Aparecida.

Abaixo, reconhecida pelo Vaticano, a oração aos árbitros de futebol devotos de Maria, neste dia onde ela é lembrada não só por ser padroeira do Brasil, mas também como patrona dos Árbitros de Futebol.

ORAÇÃO DO ÁRBITRO DE FUTEBOL

Senhor Jesus Cristo,

Tu, que conheces o íntimo de cada um de nós, tem piedade de todo o teu povo.

Pedimos tuas bênçãos para todas as pessoas que estão envolvidas na prática esportiva: árbitros e jogadores, torcedores e policiais, gandulas e jornalistas, fiscais e dirigentes das nossas federações.

Nós te amamos, mas sabemos de nossas fraquezas. Humildemente, te suplicamos a proteção, visando não as vitórias ou honrarias humanas, mas a um bom, honesto e seguro trabalho. Acima de tudo, que seja feita a tua santa e bendita vontade.

Tudo isso te pedimos por intercessão de Maria Santíssima, a quem carinhosamente temos por mãe, invocada como Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil e Patrona dos Árbitros de Futebol.

Amém.

COM APROVAÇÃO ECLESIÁSTICA DO SR BISPO DA DIOCESE DE JUNDIAÍ, DOM AMAURY CASTANHO, EM 04/12/2002

imgres.jpg

– A Grande Festa do Círio de Nazaré!

Aqui no Sul do Brasil, passa despercebida a magnífica festa dos nossos irmãos paraenses: a Festa do Círio em louvor a Nossa Senhora de Nazaré, celebrada em 10 de Outubro.

Você sabia que ela é a maior manifestação religiosa do Brasil?

Abaixo, extraído de Wikipédia (com adaptações):

FESTA DO CÍRIO DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ

O Círio de Nazaré, em devoção a Nossa Senhora de Nazaré, é a maior manifestação religiosa Católica do Brasil e um dos maiores eventos religiosos do mundo, reunindo cerca de dois milhões de pessoas em todos os cultos e procissões. Em Portugal é celebrada no dia 8 de Setembro na vila da Nazaré e é celebrada, desde 1793, na cidade de Belém do Pará, anualmente.

A introdução da devoção à Senhora da Nazaré, no Pará, foi feita pelos padres jesuítas, no século XVII. Embora o culto tenha se iniciado na povoação da Vigia, a tradição mais conhecida relata que, em 1700, Plácido, um caboclo, descendente de portugueses e de índios, andava pelas imediações do igarapé Murutucu (área correspondente, hoje, aos fundos da Basílica) quando encontrou uma pequena estátua de Nossa Senhora da Nazaré. Essa imagem, réplica de outra que se encontra em Portugal, entalhada em madeira com aproximadamente 28 cm de altura, encontrava-se entre pedras lodosas e bastante deteriorada pelo tempo e pelos elementos.

Plácido levou a imagem consigo para casa, onde, tendo-a limpado, improvisou um altar. De acordo com a tradição local, a imagem retornou inexplicavelmente ao lugar do achado por diversas ocasiões até que, interpretando o fato como um sinal divino, o caboclo decidiu erguer às próprias custas uma pequena ermida no local, como sinal de devoção. A divulgação do milagre da imagem santa atraiu a atenção dos habitantes da região, que passaram a acorrer à capela, para render-lhe homenagem. A atenção do então governador da Capitania, Francisco da Silva Coutinho, também foi atraída à época, tendo este determinado a remoção da imagem para a Capela do Palácio da Cidade, em Belém. Não obstante ser mantida sob a guarda do Palácio, a imagem novamente desapareceu, para ressurgir em seu nicho na capela. Desse modo, a devoção adquiriu caráter oficial, erguendo-se atualmente, no lugar da primitiva ermida, uma capela, hoje a suntuosa Basílica de Nossa Senhora de Nazaré.

Em 1773 o bispo do Pará, Dom João Evangelista, colocou a cidade de Belém sob a proteção de Nossa Senhora de Nazaré. No início do ano seguinte (1774), a imagem foi enviada a Portugal, onde foi submetida a uma completa restauração. O seu retorno ocorreu em outubro desse mesmo ano, tendo a imagem sido transportada, do porto até ao santuário, pelos fiéis em romaria, acompanhada pelo Governador, pelo Bispo e pelas demais autoridades, civis e eclesiásticas, escoltadas pela tropa. Este foi considerado o primeiro Círio. Desde então, o Círio de Nazaré começou a ser realizado anualmente, no segundo domingo do mês de outubro.

Entre os milagres mais expressivos atribuídos à imagem de Belém, encontra-se o que envolveu os passageiros do brigue português “São João Batista”. Partindo de Belém rumo a Lisboa, no dia 11 de Julho de 1846, a embarcação de dois mastros à vela veio a naufragar decorridos poucos dias da partida, sendo os passageiros salvos por um bote que os conduziu de volta a Belém. Este brigue seria a mesma embarcação que, anos antes (1774), havia transportado a imagem de Nossa Senhora de Nazaré a Lisboa, para ser restaurada; o bote que salvou os náufragos também seria o mesmo que tinha levado a imagem até ao brigue ancorado no porto de Belém. O bote passou a acompanhar a procissão a partir do ano de 1885.

ROMARIAS OFICIAIS

Atualmente as manifestações de devoção religiosas estendem-se por quinze dias, durante a chamada quadra Nazarena. Entre os pontos altos dessa manifestação, destacam-se:

TRASLADO

Assim chamada, porque marca o percurso da imagem de Nossa Senhora de Nazaré, da Basílica de Nazaré, pelas ruas da cidade, até a igreja matriz, no município de Ananindeua, município vizinho a Belém. Percurso este que é feito em carro aberto, e onde Nossa Senhora recebe inúmeras homenagens. A imagem da Santa, passa a noite neste município, onde o povo fica durante toda à noite em vigília. Essa Romaria acontece de sexta para sábado, que antecede o domingo do círio. Esta romaria normalmente sai às 9:00 da Basílica de Nazaré, e segue pela Avenida Nazaré, Almirante Barroso, BR-316, Ananindeua, Marituba e volta para Ananindeua até a Igreja Matriz.

ROMARIA RODOVIÁRIA

Depois de uma noite em Ananindeua, e uma missa pela manhã, a imagem parte, de madrugada, em mais uma procissão, agora em uma nova direção, a Vila de Icoaraci, distrito de Belém. Mesmo sendo de madrugada, os fiéis aguardam a passagem da Santa, rendendo-lhe inúmeras homenagens. A procissão é acompanhada pelos carros da diretoria do círio, carros de polícia, bombeiros, ambulâncias, carros oficiais e civis. Daí a origem do nome da romaria.

ROMARIA FLUVIAL

Nesta romaria, a imagem da Santa é levada de barco, pela Baia do Guajará, baia esta que cerca a cidade de Belém, e é seguida por inúmeros outros, enfeitados de acordo com as condições do próprio dono. Aqui se vêem barcos, iates e simples canoas de ribeirinhos que seguem a procissão. O percurso Icoaraci-Belém pode levar até 5 horas. Ao chegar no cais do porto da cidade, é recebida por uma multidão e outras homenagens se seguem. A romaria foi introduzida em 1985, como uma forma de homenagear a todos os que vivem e dependem dos rios da região, como a população ribeirinha, que, devido às suas condições, não pode se dirigir a Belém, e com isso, pode fazer suas homenagens.

MOTO-ROMARIA

Por volta das 11 horas da manhã de sábado, a imagem da Santa chega ao cais de Belém. Dali a imagem segue em carro aberto, agora seguida por motoqueiros que buzinam incessantemente, anunciando a passagem da Santa. O povo pára nas ruas seus afazeres, sai de suas casas, e saúda a Virgem, com as mãos levantadas, como a pedir a bênção. A Romaria se estende pelas ruas da cidade até o Colégio Gentil Bittencourt, onde uma outra multidão de fiéis espera a Imagem. E à noite, logo após a missa, ocorrerá o início da Trasladação.

TRASLADAÇÃO

A trasladação da imagem ocorre uma noite antes do Círio, em uma procissão à luz de velas. Simbolicamente visa recordar a lenda do descobrimento da imagem e o retorno ao local de seu primeiro achado. Nesta cerimonia somente a Berlinda (carro onde é levada a imagem de Nossa Senhora) é utilizada, num trajeto em sentido inverso ao do Círio

PROCISSÃO DO CÍRIO

Que atualmente reúne centenas de milhares de fiéis (mais de 2 milhões e 300 mil), em um cortejo que, em épocas recentes, chegou a durar cerca de nove horas, e que hoje, devido a uma melhor organização e planejamento por parte da diretoria da festa, demora bem menos, percorrendo uma distância de cerca de cinco quilômetros entre a Catedral Metropolitana e a Basílica de Nazaré. Esta celebração é dividida em três momentos: o Círio propriamente dito – o evento é iniciado às seis horas da manhã com a celebração de uma missa, após a qual os fiéis se postam nas ruas ao longo do trajeto. Às sete horas, o Arcebispo conduz a imagem de Nossa Senhora até a Berlinda, para dar início ao Círio. Antigamente e até o início dos anos 2000, chegava no destino por volta das duas horas da tarde. Hoje, isso acontece antes mesmo do meio-dia. A imagem chega à Basílica de Nazaré, sendo retirada da Berlinda para a celebração litúrgica.

CICLO-ROMARIA

É a mais nova das procissões. Foi criada em 2004 a pedido da Federação dos Ciclistas do Pará e da Associação dos Ciclistas de Icoaraci. É realizada no sábado posterior ao Círio, com saída da Praça Santuário e percorre aproximadamente 9 km e a cada ano é definido um novo trajeto.

ROMARIA DA JUVENTUDE

É considerada a mais animada de todas as 11 romarias oficiais da chamada “quadra nazarena”. A procissão acontece desde 2001. Nela, comunidades juvenis de várias paróquias se reúnem para louvar a Rainha da Amazônia. É um modo de mostrar a integração das paróquias e a alegria da juventude católica. Em 2012, além da berlinda com a imagem da santa, foram levados, na procissão, os símbolos da Jornada Mundial da Juventude, a cruz missionária e o ícone de Nossa Senhora.

ROMARIA DAS CRIANÇAS

No primeiro domingo após o Círio de Nazaré, é a vez das crianças irem às ruas prestar suas homenagens a Nossa Senhora. A Romaria, criada com o objetivo de construir e fortalecer a devoção mariana entre os pequenos, começa às 8 horas da manhã, saindo da Praça Santuário e percorrendo várias ruas do bairro de Nazaré, em Belém. O crescimento da participação popular na Romaria das Crianças, principalmente nos últimos 8 anos, é consequência de pelo menos dois fatores: o crescimento da quantidade de crianças acompanhadas de seus pais na procissão e o aumento de idosos, devido as crescentes dificuldades no acompanhamento da Trasladação e do Círio. Além da Berlinda que conduz a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, durante a Romaria das Crianças há ainda o carro dos milagres e os carros dos anjos.

ROMARIA DOS CORREDORES

Em 2014, mais uma romaria oficial entrou para o calendário da grande festa do Círio de Nazaré: a Romaria dos Corredores. Totalizando 12 romarias oficiais, a mais nova procissão será realizada no dia 25 de Outubro.

A procissão ocorrerá em forma de trote (corrida de pouca velocidade) com aproximadamente 8 a 9 km/h para que os corredores devotos possam acompanhar a Imagem Peregrina de perto. O evento não terá caráter competitivo, portanto não haverá cronometragem, nem premiação.

O trajeto da procissão terá aproximadamente 8 km com início no CAN  – Centro Arquitetônico de Nazaré – passando pelas ruas principais e adjacentes da procissão do Círio: Av. Nazaré, 14 de março, Av. Governador José Malcher, Av. Assis de Vasconcelos, Rua Oswaldo Cruz, Rua Riachuelo, Tv. Padre Eutíquio, Rua João Diogo, Palácio da Cabanagem, Praça da Sé, Av. Almirante Tamandaré e Av. Nazaré retornado ao CAN. Na chegada haverá o rito da bênção com a Imagem Peregrina.

PROCISSÃO DA FESTA

A Procissão da Festa é o penúltimo evento das Romarias Nazarenas do Círio e a terceira romaria mais antiga, depois do Círio e da Trasladação. O percurso é diferente a cada ano e possui cerca de 2,8 Km, com previsão de 2h de duração. A procissão é acompanhada pela Diretoria da Festa de Nazaré e as comunidades que fazem parte da Basílica Santuário. É a romaria realizada na manhã do segundo domingo após o Círio, saindo às 8 horas da Praça Santuário, depois da celebração de uma missa. A Procissão da Festa é organizada pelas próprias comunidades ligadas à Basílica e percorre as ruas do Bairro de Nazaré, num trajeto de 2,8 km. Todo ano, uma das comunidades é prestigiada pela procissão. O percurso é definido pelo pároco da Basílica e de acordo com a localidade da comunidade contemplada. Histórico – Não se sabe precisamente quando a primeira procissão da Festa foi realizada, mas em 1881 já se tem notícia, 24 anos antes dos Barnabitas assumirem a Paróquia de Nossa Senhora de Nazaré do Desterro, em 1905. Era realizada à tarde, até que uma chuvarada em 1953 passou-a para a parte da manhã, o que veio a mudar em 1954. Antigamente, a procissão costumava sair de dentro da Basílica, enquanto não existia a Praça Santuário. Em 2000, no dia 22 de outubro, a procissão coincidiu com o Jubileu de ordenação de Arcebispo Metropolitano de Belém na época, Dom Vicente Zico, e por esse motivo a Procissão saiu da Praça Santuário para a Catedral, onde foi celebrada uma Missa solene no tablado armado em frente à Igreja. A Imagem da Santa foi levada no mesmo carro utilizado no Traslado para Ananindeua (PRF). Em 2001, passou por todas as comunidades que fazem parte da Paróquia de Nazaré, sendo o percurso considerado muito longo, um total de 4,3 km.

RECÍRIO

Duas semanas após o Círio, acontece o Recírio, uma procissão de despedida.

O Recírio é o momento que encerra toda a Festividade Nazarena. É quando os paraenses se despedem da Rainha da Amazônia. A procissão do Recírio acontece 15 dias após a grande procissão de domingo, numa segunda-feira. A procissão começa após uma missa campal, realizada na Praça Santuário às 6h. Ao final da missa, a imagem original de Nossa Senhora de Nazaré retorna ao Glória, sobre o altar-mor da Basílica Santuário. É emocionante! Os h2hares de fiéis, ali reunidos, vêem o arcebispo de Belém caminhar até o nicho, retirar a pequena imagem e erguê-la para os abençoar. Ela é reconduzida então à sua redoma de cristal, lá permanecendo entre os anjos esculpidos que lhe fazem companhia até o próximo Círio. Às 07h, a imagem da Virgem de Nazaré é conduzida num percurso de 250 metros, em direção à Capela do Colégio Gentil Bittencourt. Durante o trajeto, a procissão faz o contorno na Praça Santuário, segue pelas avenidas Generalíssimo Deodoro, Nazaré e Magalhães Barata até chegar ao Colégio Gentil. Enquanto passa, a imagem de Nossa Senhora de Nazaré é saudada e aclamada pelos paraenses que acompanham a caminhada ou a assistem pelas janelas de suas casas. A despedida é sempre emocionante. Entre muitas orações e canções, os fiéis prestam suas últimas homenagens à Santinha. Em grande estilo, o Recírio encerra o Círio de Nazaré marcado por muita fé, fogos de artifício e pela espera da Festa no próximo ano. Incineração das Súplicas – Durante a missa que antecede a procissão do Recírio, os Diretores da Festa de Nazaré reúnem-se para recolher todos os pedidos depositados no Altar Monumento da Praça Santuário e no Nicho, onde a Imagem Original de Nossa Senhora de Nazaré ficou durante os 15 dias da Festividade. Tradição que acontece desde 1994, neste momento, em oração, numa cerimônia singela, na Praça Santuário, a Diretoria procede à queima desses pedidos: é a Incineração das Súplicas. As primeiras queimas eram realizadas na lateral da Basílica em frente à Sala dos Milagres.

OS SÍMBOLOS

O Círio tem vários objetos simbólicos que podem ser apreciados durante o seu trajeto. Os principais são:

A berlinda, que leva a imagem da Santa;

A corda, que sustenta a fé na padroeira dos paraenses, possui a média de 400 metros de comprimento e pesa aproximadamente 700 quilos, de puro sisal torcido, que requer maior sacrifício físico e emocional. Incorporada à celebração em 1868, originalmente substituía a junta de bois que até então puxava a berlinda da imagem; posteriormente passou a ser utilizada para separar a berlinda e o carro dos milagres juntamente com os políticos e signatários, da multidão que a acompanha e assim conservar um equilíbrio perfeito característico da fé aliada a obediência. No ano de 2005 a direção do Círio, modificou o formato da corda, que ao invés de contornar a berlinda como normalmente era feito, a corda ainda do mesmo tamanho, veio na forma de um rosário, na tentativa de que não ocorressem atrasos no traslado, como já havia ocorrido anos antes.

O manto é mais um dos símbolos da Festa de Nazaré. A cada procissão, há sempre um novo manto envolvendo a figura de Nossa Senhora. O manto tem sempre uma conotação mística, relatando partes do evangelho. Confeccionado com material caro e importado. O trabalho da confecção do manto iniciou-se pelas filhas de Maria. Anos depois, assumindo a confecção do mesmo, a irmã Alexandra, da Congregação das Filhas de Sant’Ana. Com a sua morte, a confecção do manto ficou por conta de uma ex-aluna interna do Colégio Gentil Bittencourt, Srta. Esther Paes França, que por 19 anos o teceu, e de suas mãos saíram os mais belos mantos. A confecção do manto é toda envolvida em clima de mistério, feitas com a ajuda de doações, quase sempre anônimas.

As velas, ou círios, são feitas de cera, em vários formatos, retratando partes do corpo humano, ou ainda, uma vara de cera da mesma altura do pagador da promessa. As velas, são um símbolo da fé dos promesseiros, que através delas, ‘pagam’ a uma graça alcançada.

Os carros de promessas ou dos milagres, que recolhem os ex-votos ilustrativos das graças alcançadas pelos fiéis;

As crianças, tradicionalmente vestidas de anjos;

As homenagens de fogos de artifício, queimados durante a passagem da imagem pelas ruas do centro histórico de Belém.

Outros símbolos também integram a tradição:

As novenas, ciclos de orações realizadas durante as semanas que antecedem a festividade, por devotos que realizam pequenas romarias pelas casas de vizinhos.

Os cartazes oficiais anunciando a festividade.

O almoço com a família, realizado no domingo da procissão, como um ato de comunhão. Tradicionalmente é composto de:

Pato no tucupi, tradicional prato da culinária paraense, acompanhado de arroz branco.

Maniçoba, também tradicional item da culinária da região.

O arraial no largo de Nazaré, em frente à Basílica.

bomba.jpg

– Você aplica a Regra 34 em sua vida?

São Bento de Núrsia, abade de admirável vida monástica, inspirou várias regras dentro dos mosteiros. E uma delas é genial, que parece ter sido elaborada para nossos dias: a de se evitar reclamações!

A Regra 34 diz, na “essência de seu texto”, diz:

Antes de tudo, que não surja o mal da murmuração em qualquer palavra ou atitude, seja qual for a causa”.

Quantas vezes reclamamos da vida, com ou sem razão?

Nossos lamentos são, muitas vezes, vícios de conduta?

Por quê reclamamos?

Evitamos ficar nas reclamações?

Veja que texto interessante, abaixo,, extraído de : http://www.cliquef5.com.br/conteudo.php?cid=18101

APLIQUE AGORA A REGRA 34

Resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando.

Por Janine de Oliveira

Nada mais desagradável que uma pessoa que vive reclamando da vida. Reclamando de tudo. Mas como é bom poder encontrar pessoas que te dão uma lição de vida contando sobre como é a sua vida. Sobre o que acredita. Sabemos que vivemos em um mundo onde o passo do relógio é quem dita nosso cotidiano. Temos menos tempo, e cada dia mais coisas para fazer. A verdade é que o tempo é o mesmo de décadas atrás, mas nós é que acumulamos funções, e reclamar talvez tenha sido uma dessas heranças modernas que acabamos adquirindo. O que seria de nós se não tivéssemos as regras para regulamentar a modernidade. É comum o regramento nas associações, clubes, organizações. Não há agrupamento humano que não elenque prescrições que devem ser seguidas por todos os seus membros. O movimento monástico e outros do mesmo segmento sempre tiveram apontamentos bem claros. Para abraçar este estilo de vida era necessário, antes de tudo, ter conhecimento e boa iniciação na observância da regra. São Bento, por exemplo, no número 34 da regra, institui uma atitude bem pertinente para os nossos tempos: Não resmungar.
Ao propor que os seguidores não resmungassem, o idealizador tinha amplo conhecimento das posturas humanas, bem como suas consequências. A preservação do ambiente fraterno era muito significativa. Não convinham murmúrios e objeções negativas. Em nada ajudaria para a realização pessoal e comunitária. Além disso, abria espaço para lamentações e, quem sabe, até dissabores verbais.
A referida regra 34 poderia estar estampada em muitos espaços coletivos. Faria um bem enorme. Para algumas pessoas insatisfeitas, a inscrição beneditina poderia ficar ao alcance dos olhos. Toda vez que sentisse desejo de emocionalizar algum fato ou postura poderia se dar conta de que o ato de resmungar nada acrescenta. Pelo contrário, cria distância, torna o clima pesado e atrapalha os objetivos a serem alcançados.
Não é proibido discordar, debater, contrapor. Agora, resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando. Ninguém consegue ficar por perto daquelas pessoas que se acostumaram a reclamar de tudo e de todos. Míopes para as coisas positivas, descrentes diante do amanhã. Quando conseguem sonhar, tudo se resume em pesadelos.
Talvez, de imediato, veio à mente a imagem de alguém que se aperfeiçoou na arte de resmungar. Descarte essa lembrança. Uma releitura minuciosa das suas atitudes poderá detectar que, em alguns momentos, deslizamos para o campo da insatisfação e gastamos minutos preciosos resmungando. Se isso for frequente, escreva a regra 34 em algum espaço bem visível. Poderá inspirar.
No entanto, há pessoas que são grandes lições de como aplicar a regra 34. Basta olharmos a nossa volta, aquelas que ao conhecer um pouco percebemos que mesmo com problemas grandes estampam um sorriso e não pronunciam uma só frase de lamúrias.
Aplique a regra 34.

bomba.jpg

– Grande carreata em louvor à Nossa Senhora Aparecida

por Reinaldo Oliveira

No ano em que é comemorado o tricentenário da aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida, a manifestação de Fé da comunidade católica de Itupeva será com uma grande carreata, saindo do centro de Itupeva até a comunidade do Bairro do Medeiros, que a tem como padroeira.

As celebrações e festa social alusivas à ela tiveram inicio no dia 7, com a celebração de Ação de Graças, presidida pelo padre Silvio Andrei; no dia 8 teve o Desfile dos Cavaleiros da Romaria, e prosseguem as celebrações nos dias 9, 10 e 11, com os padres Atila Destefani, Julio de Freitas e Leandro Megeto.

No dia 12 – o dia jubilar a Nossa Senhora Aparecida, às 8h30 sai a carreata de frente da paróquia São Sebastião até a comunidade no Bairro do Medeiros. Ali chegando tem uma solene celebração de Ação de Graças, presidida pelo pároco – padre Marcos Adriano, que convida a todos e todas para participarem desta manifestação de Fé e Louvor.

Todos os dias após as celebrações, no salão ao lado da igreja tem a parte social, com muita comida, porções diversas, frutas, doces, bebidas e outros petiscos. É importante celebrar, orar e agradecer, mas é também importante a alegria e confraternização. Bendigamos ao Senhor!

– O perfil do bom cristão

Que bacana: o Papa Francisco, em homilia ontem, dissertou sobre o perfil ideal do católico (ou do cristão em geral).

Compartilho, extraído de: http://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/homilia-casa-santa-marta/em-homilia-papa-francisco-traca-perfil-do-bom-cristao/

O PERFIL DO CRISTÃO IDEAL

Como de costume, o Papa Francisco celebrou a Missa na Casa Santa Marta nesta quinta-feira, 13. Na homilia, traçou o perfil do bom cristão que deve sempre sentir em si a benção do Senhor e caminhar adiante fazendo o bem.

O cristão é abençoado pelo Pai, por Deus. É uma pessoa escolhida”, disse o Pontífice detendo-se nos traços desta bênção, partindo da Carta de São Paulo aos Efésios.

Deus nos chamou um por um, não como uma multidão oceânica. Fomos escolhidos, esperados por Deus”, disse Francisco.

Pensemos num casal quando espera um filho. Como será? Como será o seu sorriso? Como falará? Ouso dizer que também nós, cada um de nós, foi sonhado pelo Pai, como um pai e uma mãe sonham o filho que esperam. Isso nos dá uma segurança grande. O Pai quis cada um de nós, e não uma massa de gente, não! Cada um de nós. Este é o fundamento, é a base da nossa relação com Deus. Falamos com um Pai que nos quer bem, que nos escolheu, que nos deu um nome”.

GRANDE CONSOLO

Entende-se quando um cristão não se sente escolhido pelo Pai. Quando sente que pertence a uma comunidade é como um torcedor de futebol. O torcedor escolhe o time e pertence àquele time”, disse o Pontífice.

O cristão é um escolhido, é uma pessoa sonhada por Deus. Quando vivemos assim, sentimos no coração um grande consolo, não nos sentimos abandonados, não nos é dito: se vire como puder”, frisou.

PERDÃO

O segundo traço da bênção do cristão é o sentir-se perdoado. “Um homem ou uma mulher que não se sente perdoado, não é plenamente cristão.

Todos nós fomos perdoados com o preço do sangue de Cristo. Mas do que eu fui perdoado? Lembre-se das coisas feias que fez, não as que fez o seu amigo, o seu vizinho, a sua vizinha: mas o que você fez. O que eu fiz de mal na vida? O Senhor perdoou estas coisas. Sou abençoado, sou cristão. O primeiro traço: sou escolhido, sonhado por Deus, com um nome que Deus me deu, amado por Deus. O segundo: sou perdoado por Deus.

O Papa falou então sobre a terceira característica do cristão. “É um homem e uma mulher rumo à plenitude, ao encontro com Cristo que nos redimiu”.

“Não se pode entender um cristão parado. O cristão sempre deve ir adiante, deve caminhar. O cristão parado é aquele homem que recebeu um talento e por causa do medo da vida, medo de perdê-lo, medo do patrão, medo ou comodismo, o enterrou e deixou o talento ali, e ele fica tranquilo e passa a vida sem caminhar. O cristão é um homem a caminho, uma mulher a caminho, que sempre faz o bem, procura fazer o bem, caminha adiante”.

“Esta é a identidade cristã: abençoados (porque escolhidos), perdoados e a caminho”. Nós não somos anônimos, não somos soberbos a ponto de não precisar do perdão. Não somos pessoas paradas”, disse o Papa.

Que o Senhor nos acompanhe com esta graça da benção que nos deu, a benção de nossa identidade cristã”, concluiu.

bomba.jpg

– Agradecendo a Deus pelo Batismo da Maria Estela!

Com alegria, ontem batizamos a Estelinha, onde ela deixa de ser pagã e passa a ser cristã.

Alguns registros da linda celebração na Capela Nossa Senhora Aparecida (Bairro da Ermida, Jundiaí-SP) – templo católico onde as bisavós da Maria Estela também foram batizadas.

Abaixo:

bomba.jpg

bomba.jpg

bomba.jpg

bomba.jpg

Vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=UNkblMeEYmg

– Obrigado pela minha gordinha, Papai do Céu! Fase 2 conquistada!

Segunda etapa vencida: após 7 meses na barriga da mamãe (sendo os 10 derradeiros sem ganhar peso por problemas na gestação), 1 mês na incubadora da UTI dos seus 5 meses e ½ de vida e… finalmente a Maria Estela Porcari alcançou o peso de uma criança normal para a sua idade.

Como não comemorar, já que ela nasceu com 1 kg a menos do que deveria ter?

Agora, só falta alcançar a altura ideal!

IMG_0909

– Comunidades Eclesiais de Base e os Desafios do Mundo Urbano

por Reinaldo Oliveira

O 14º Interclesial das Comunidades Eclesiais de Base, cuja realização acontecerá de 23 a 27 de janeiro de 2018, em Londrina/PR, terá como tema “CEBs e os Desafios no Mundo Urbano”, e como lema “Eu vi e ouvi os clamores de meu povo e desci para liberta-lo” (Ex 3,7).

Em preparação para este 14º Interclesial, a Diocese de Jales/SP, sediou de 15 a 17 de  setembro, um Encontro de Delegados e Delegadas, das 47 Dioceses do Regional Sul 1 da CNBB.

Estiveram presente mais de 380 delegados/as, que em janeiro estarão em Londrina/PR. A assessoria do Encontro foi do padre Manoel de Godoy, de Belo Horizonte/MG, que falou sobre o tema e lema, oficiais para o 14º Interclesial. Inicialmente ele falou que é necessário “amar a cidade”, pois só assim se vive melhor estes desafios urbanos.

Destacou que como cristãos devemos ser alegres, ser cristãos na cidade, mas além de amar a cidade ser crítico, porém a criticidade não significa azedume, mal humorado. É importante compreender os novos desafios das comunidades urbanas, pois tudo ainda é muito ligado com a questão histórica e principalmente rural.

Um Encontro como este é sempre momento de reencontros, partilhas e de significativa expressão de um povo que luta por justiça e dignidade dos povos oprimidos, independente de credo, cor, raça, etc. O Encontro foi na Escola Vocacional de Jales, e os participantes foram acolhidos por famílias jalenses.

Importante lembrar que o mundo urbano se apresenta hoje com grandes desafios para as políticas públicas, tendo em vista que de acordo com o IBGE 85% da população brasileira vive nas cidades, sobretudo nos grandes centros urbanos, com altos índices de desemprego e condições precárias de trabalho.

Estes e muitos outros desafios exige a participação nos Conselhos Municipais, de composição paritária entre Estado e sociedade civil. São eles que vão definir/controlar as políticas publicas para a criança, o idoso, saúde, segurança, sociais e outras. De políticas globais como o transporte e meio ambiente, seguindo o princípio de cidadania responsável.

Num mundo multiterligioso e pluricultural o cristão e as igrejas como desafio a redução da religião na esfera privada, orientados por uma espiritualidade autentica cristã. Importante – neste momento lembrar de que vivemos num mundo de consumismo, de estranhos costumes de moral, e cabe nos desafios urbanos uma atuação fraterna.

Em Londrina/PR com a ampliação deste debate, com conhecimento de outras realidades do Brasil, peçamos pois que continuemos no espírito desta Fé encarnada, e que o exemplo Nosso Senhor Jesus Cristo nos anime, nos dê perseverança na caminhada.

Vamos companheiro/as s marcar mais um ponto ….

mais unidos e fortalecidos com este encontro. 

(Com informações presencial e do WWW.diocesedejales.org.br)

Delegados CEBs Jales 003

– Rogai por nós, São Benedito!

Benedito: negro, ítalo-africano, analfabeto e cozinheiro. Mas principalmente… Santo!

Veja sua bela história (extraído do App iMissa)

SÃO BENEDITO

Hoje é um dia muito especial para o povo brasileiro. Comemora-se o dia de são Benedito, um dos santos mais queridos e cuja devoção é muito popular no Brasil. Cultuado inicialmente pelos escravos negros, por causa da cor de sua pele e de sua origem – era africano e negro -, passou a ser amado por toda a população como exemplo da humildade e da pobreza. Esse fato também lhe valeu o apelido que tinha em vida, “o Mouro”. Tal adjetivo, em italiano, é usado para todas as pessoas de pele escura e não apenas para os procedentes do Oriente. Já entre nós ele é chamado de são Benedito, o Negro, ou apenas “o santo Negro”. Há tanta identificação com a cristandade brasileira que até sua comemoração tem uma data só nossa. Embora em todo o mundo sua festa seja celebrada em 4 de abril, data de sua morte, no Brasil ela é celebrada, desde 1983, em 5 de outubro, por uma especial deferência canônica concedida à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB. Benedito Manasseri nasceu em 1526, na pequena aldeia de São Fratelo, em Messina, na ilha da Sicília, Itália. Era filho de africanos escravos vendidos na ilha. O seu pai, Cristóforo, herdou o nome do seu patrão, e tinha se casado com sua mãe, Diana Lancari. O casamento foi um sacramento cristão, pois eram católicos fervorosos. Considerados pela família à qual pertenciam, quando o primogênito Benedito nasceu foram alforriados junto com a criança, que recebeu o sobrenome dos Manasseri, seus padrinhos de batismo. Cresceu pastoreando rebanhos nas montanhas da ilha e, desde pequeno, demonstrava tanto apego a Deus e à religião que os amigos, brincando, profetizavam: “Nosso santo mouro”. Aos vinte e um anos de idade, ingressou entre os eremitas da Irmandade de São Francisco de Assis, fundada por Jerônimo Lanza sob a Regra franciscana, em Palermo, capital da Sicília. E tornou-se um religioso exemplar, primando pelo espírito de oração, pela humildade, pela obediência e pela alegria numa vida de extrema penitência. Na Irmandade, exercia a função de simples cozinheiro, era apenas um irmão leigo e analfabeto, mas a sabedoria e o discernimento que demonstrava fizeram com que os superiores o nomeassem mestre de noviços e, mais tarde, foi eleito o superior daquele convento. Mas quando o fundador faleceu, em 1562, o papa Paulo IV extinguiu a Irmandade, ordenando que todos os integrantes se juntassem à verdadeira Ordem de São Francisco de Assis, pois não queria os eremitas pulverizados em irmandades sob o mesmo nome. Todos obedeceram, até Benedito, que sem pestanejar escolheu o Convento de Santa Maria de Jesus, também em Palermo, onde viveu o restante de sua vida. Ali exerceu, igualmente, as funções mais humildes, como faxineiro e depois cozinheiro, ganhando fama de santidade pelos milagres que se sucediam por intercessão de suas orações. Eram muitos príncipes, nobres, sacerdotes, teólogos e leigos, enfim, ricos e pobres, todos se dirigiam a ele em busca de conselhos e de orientação espiritual segura. Também foi eleito superior e, quando seu período na direção da comunidade terminou, voltou a reassumir, com alegria, a sua simples função de cozinheiro. E foi na cozinha do convento que ele morreu, no dia 4 de abril de 1589, como um simples frade franciscano, em total desapego às coisas terrenas e à sua própria pessoa, apenas um irmão leigo gozando de grande fama de santidade, que o envolve até os nossos dias. Foi canonizado em 1807, pelo papa Pio VII. Seu culto se espalhou pelos quatro cantos do planeta. Em 1652, já era o santo padroeiro de Palermo, mais tarde foi aclamado santo padroeiro de toda a população afro-americana, mas especialmente dos cozinheiros e profissionais da nutrição. E mais: na igreja do Convento de Santa Maria de Jesus, na capital siciliana, venera-se uma relíquia de valor incalculável: o corpo do “santo Mouro”, profetizado na infância e ainda milagrosamente intacto. Assim foi toda a vida terrena de são Benedito, repleta de virtudes e especiais dons celestiais provindos do Espírito Santo.

bomba.jpg

– Comunidade Rural festeja o padroeiro São Francisco de Assis

por Reinaldo Oliveira

O dia 4 de outubro marca a data jubilar a São Francisco de Assis. Em Itupeva a comunidade da Fazenda do Foga, que o tem com padroeiro, reuniu-se na Capela da Fazenda, e realizaram um solene celebração de Ação de Graças.

Antecedendo a data jubilar, mantendo a tradição e demonstração de fé, no domingo dia 1 de outubro, foi realizado uma Procissão motorizada – agricultores da região da comunidade fizeram um percurso de 25 km, levando a imagem do Santo padroeiro.

De volta a Fazenda tece missa campal, ani9mada por violeiros, e na exortação, o pároco – padre Marcos Adriano falou da importância da comunidade em resgatar e manter a tradição de celebrar e manifestar sua fé nos Santos, em especial a São Francisco.

Após a missa, também ainda dentro a tradição das comunidades rurais, aconteceu a parte festiva, com muita comida, bebida, doces e frutas, musica ao vivo e muita diversão, inclusive para as crianças. Importante para a comunidade, que após rezar, agradecer, também confraternizar.

Na celebração jubilar, na noite do dia 4, na exortação foi falado da vida de Francisco que se despojou de tudo para dedicar sua vida aos pobres e sua dedicação aos animais. A vida dos Santos é um exemplo, pois também todos e todas podem santificar suas vidas.

De acordo com informações do líder comunitário João Foga, domo da Fazenda, durante todo o dia 4, um grande numero de pessoas, em manifestação à fé, visitaram a Capela, rezando e agradecendo.

No final da celebração da Ação de Graças, todos e todas participaram de momento de confraternização. E …. no sábado dia 7 de outubro tem início as celebrações e festividades em louvor a Nossa Senhora Aparecida – Igreja de Pedra do Bairro do Medeiros. Todos e todas lá! Bendigamos ao Senhor!

Tratores no Foga

– Dia de São Francisco de Assis

Assim como eu, milhares de blogueiros devem estar postando a Oração de São Francisco de Assis no seu dia. Mas, cá entre nós: ela é a essência do caminho à Santidade, norteando todos os deveres cristãos!

Abaixo:

ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

imgres.jpg

– Exemplo de Ecumenismo e Tolerância

Católicos e Evangélicos unidos, celebrando e refletindo a Reforma Luterana em evento ecumênico de Jundiaí.

Como não bendizer a Deus?

Abaixo:

ATO PÚBLICO CELEBROU OS 500 ANOS DA REFORMA LUTERANA

por Reinaldo Oliveira

A Câmara Municipal de Jundiaí sediou na tarde deste domingo, 01 de outubro, um Ato Público promovido pela Diocese de Jundiaí e Conselho dos Pastores de Jundiaí sobre os 500 anos da Reforma Luterana.

Em outubro de 1517 houve o rompimento com Martin Lutero à frente da Reforma, e neste ano de 2017, na passagem dos 500 anos, a Diocese de Jundiaí e o CONPAS, articularam com as Igrejas do CONIC este Ato Publico.

O bispo diocesano Dom Vicente Costa e padres da Diocese, o pastor Isaías
Rezende e pastores das igrejas irmãs, articularam um texto ecumênico para a celebração e convidaram especialmente o pastor Marcos Eberling –
da Igreja Luterana de Campinas.

Um público de mais de uma centena de fiéis das várias denominações religiosas participaram e cantaram com o Coral Ecumênico 70 x 7, composto por 15 coralistas católicos e 15 evangélicos, que envolveu o público, com belas músicas, numa tarde especial, bonita e participativa.

Pastores das varias denominações religiosas, o bispo e padres,
proclamaram textos bíblicos e fizeram as exortações sempre com o tema da Reforma e falando do importante momento de união que o Ato Público
representou.

No final uma bênção ecumênica foi ministrada pelo bispo, padres e
pastores, ao público presente.