– E quando seu filho (a) diz que é trans?

Não podemos nos furtar de tal assunto: e quando o seu filho ou filha diz que é transexual? Quando ele não se sente à vontade no próprio corpo, devido ao gênero?

Antes que desavisados caiam na confusão em questionar que são coisas de ideologia de esquerda, política ou modismo, atentemos: estamos falando de casos reais, de saúde física, mente e emocional. Nada de postagem para “lacração” ou caça-cliques. Reforçando: abordamos sobre pessoas jovens que sofrem de disforia de gênero (e que nem tem vida sexual ativa), pois nasceram assim e não escolheram tal situação.

Gostei bastante dessa esclarecedora matéria da CNN, onde aborda o relacionamento dos pais com seus filhos diante de tal impactante discussão.

Abaixo, extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/o-que-fazer-quando-seu-filho-ou-filha-diz-ser-trans-de-acordo-com-especialistas/

O QUE FAZER QUANDO SEU FILHO OU FILHA DIZ SER TRANS, DE ACORDO COM ESPECIALISTAS.

CNN conversou com médicos, ativistas dos direitos de gênero e pais de crianças trans sobre o que dizer quando uma criança se assume transgênero

por Kristen Rogers

Maryhope Howland deu à luz um bebê que ela pensava ser um menino. Mas, aos 6 anos, a criança começou a fazer perguntas como “Mamãe, eu sou um menino? Como você sabe que eu sou um menino?”

“Quando eu me dei conta, disse: ‘Os médicos fazem uma melhor suposição baseada no seu corpo… mas só você pode saber, e nós te amamos não importa o que aconteça’”, disse Howland, agora co-líder da Families United for Trans Rights (famílias unidas pelos direitos de pessoas trans), uma organização de crianças transgênero e seus familiares.

O questionamento de seu filho não parou por aí. Isso marcou o início de uma evolução de anos, não apenas para sua filha, que se assumiu não-binária aos 8 anos e transgênero aos 10, mas também para Howland e seu marido enquanto navegavam o que significa ser trans, formas de afirmar a identidade de gênero de sua filha, suas responsabilidades como pais e o luto associado a “deixar ir uma ideia do que nossa vida seria”, disse Howland.

“Uma das coisas mais difíceis para nós, como pais, é pausar quando essa visão é interrompida e realmente ouvir o que nossos filhos estão nos dizendo”, disse Nova Bright-Williams, uma mulher trans que é chefe de treinamento interno no Trevor Project, uma organização de prevenção ao suicídio e crise para jovens LGBTQ+.

Ouvir a experiência de uma criança pode ser difícil para muitos pais, independentemente de suas crenças políticas ou religiosas.

Mas há uma boa razão para tentar. “Pesquisas mostram constantemente que jovens LGBTQ relatam taxas mais baixas de tentativas de suicídio quando têm acesso a espaços, comunidades e adultos que os afirmam”, disse Bright-Williams.

A CNN conversou com um médico, ativistas dos direitos de gênero e pais de crianças trans sobre o que dizer quando uma criança se assume transgênero, como enfrentar certos desafios e como é receber cuidados afirmativos de gênero. Aqui está o que eles querem que você saiba.

A conversa sobre se assumir

O filho da Reverenda Rachel Cornwell, Evan, foi designado como feminino ao nascer e mostrava aversão aos atributos da feminilidade. Quando Cornwell perguntou a Evan, aos 4 anos, se ele estava chateado por ter nascido menina, a resposta de Evan a chocou: “Sim, mamãe. Eu disse a Deus, quando eu era uma estrela no céu, que eu era um menino, mas Deus me fez uma menina, e agora eu só tenho que viver com isso.

“Parece que meu filho sabia algo muito profundo e verdadeiro sobre si mesmo, e que ele tinha uma consciência de como sua identidade também estava envolvida em seu relacionamento com Deus”, disse Cornwell, uma pastora na Igreja Metodista Unida Dumbarton em Washington (EUA) e autora de “Daring Adventures: Helping Gender-Diverse Kids and Their Families Thrive” (aventuras desafiadoras: ajudando crianças com diversidade de gênero e suas famílias a prosperar), por e-mail. “Começamos a fazer terapia como família e, pouco depois de Evan completar 6 anos, ele decidiu que queria usar pronomes masculinos e um novo nome, a princípio apenas em casa.”

Cornwell inicialmente se sentiu surpresa e temia pelo bem-estar de Evan, o que é comum para muitos pais, disseram especialistas. 

Essas discussões também podem criar um momento de união alegre para as famílias, disse Kade Goepferd, diretor médico de saúde de gênero no sistema de saúde pediátrica Children’s Minnesota, nos Estados Unidos.

Também é comum que as revelações de uma criança sobre sua identidade de gênero proporcionem um senso de clareza e alívio para os pais que têm testemunhado questões comportamentais e de humor para as quais não conseguiam identificar uma causa, acrescentou Goepferd.

Outros pais sempre notaram que seu filho nunca se encaixou nas expectativas de gênero e sentem que a conversa é uma confirmação. Esse foi o caso de Cornwell, cujo filho preferia roupas, penteados e atividades típicas de meninos desde a pré-escola. Ele também começou a perguntar quando iria desenvolver seios e disse que, quando isso acontecesse, iria cortá-los fora.

Alguns pais querem apoiar seu filho, mas se preocupam se a identidade de gênero é resultado de uma fase ou se ele mudará de ideia mais tarde.

Mas o consenso dos entrevistados é que, mesmo que a criança mude de ideia um dia, tudo bem. Isso seria uma decisão decorrente da exploração de sua identidade de gênero, em vez de alguém tentar controlá-la.

“Realmente não há mal algum em afirmar ou amar nossos filhos quando eles compartilham conosco quem são”, disse Goepferd. “O dano realmente só pode vir se recusarmos a ouvir ou reconhecer a verdade que eles estão compartilhando conosco e o quão vulneráveis eles estão sendo.”

Rejeitá-los não só pode causar mágoa e raiva, mas também pode arruinar as chances de um relacionamento a longo prazo. Portanto, quando seu filho diz que é trans, sua primeira resposta deve ser agradecê-lo por compartilhar e aprender sobre a experiência dele, disse Bright-Williams. Diga que você quer conhecer mais sobre essa parte de quem ele é. Pergunte há quanto tempo ele sabe disso sobre si mesmo, com quem mais compartilhou sua identidade e como você pode apoiá-lo.

O filho de Jocelyn Rhynard, então com 15 anos, contou à família que era não-binário ao decorar um bolo que ele mesmo assou com a frase “Eu sou NB”. “Eu disse: ‘Isso é incrível. Parabéns’”, ela contou.

O filho de Rhynard mais tarde percebeu que é transmasculino não-binário e usa os pronomes ele/dele, e ele está bem com Rhynard chamando-o de seu filho. (Transmasculino não-binário significa que a identidade de gênero de alguém é não-binária, mas essa pessoa se apresenta de maneira tipicamente masculina com seu nome, estilo e outros aspectos.)

Se você sentir medo, preocupação, preconceito ou luto, processe isso longe do seu filho, disseram especialistas e pais, que também enfatizaram a importância de aprender sobre transgeneridade fazendo sua própria pesquisa. Não dependa apenas do seu filho para guiá-lo.

Formas de afirmação de gênero

Nem toda pessoa transgênero sente a necessidade de qualquer ou todas as formas de mudar sua expressão de gênero ou seu corpo, disseram os especialistas. Quando crianças mais velhas se assumem, elas geralmente já escolheram um novo nome, pronomes e mais.

Mas se seu filho não tem certeza de que tipo de apoio ou mudanças ele precisa, você pode ter conversas ao longo do tempo sobre quais escolhas estilísticas, hobbies e brinquedos o ajudam a se sentir mais ele mesmo, disse Bright-Williams. Muitas crianças não têm pressa para fazer essas mudanças, disseram especialistas e pais — algumas experimentam em casa por um tempo antes de estrear um novo estilo ou nome na escola, por exemplo.

Quando as crianças chegam à adolescência, algumas experimentam angústia com as mudanças puberais em seus corpos — o que pode ser aliviado por bloqueadores de puberdade que temporariamente pausam esses desenvolvimentos.

Uma coisa que ajudou Howland a se sentir mais confortável com sua filha começando a usar bloqueadores de puberdade aos 12 anos foi perceber que negar esses bloqueadores não seria uma decisão neutra, já que a puberdade é permanente — o que poderia ter consequências negativas para uma criança que não se identifica com aquele corpo.

Lidando com amigos e família

A resposta da família e amigos de Howland foi de apoio, ela disse. Mas Rhynard, descendente “de alguns dos primeiros mórmons”, não teve essa experiência.

“Tem sido difícil para nossa família extensa, alguns mais que outros”, disse Rhynard.

“Alguns membros da família têm sido acolhedores e tentaram usar pronomes diferentes, mas ainda erram mesmo após alguns anos.”

Rhynard e seu marido tiveram que ter conversas realmente difíceis nas quais “dissemos: ‘Nosso filho vem em primeiro lugar, e gostaríamos que vocês fizessem parte de nossas vidas, mas vocês não podem chamá-lo pelo nome morto. Isso é doloroso demais para ele’”, acrescentou.

A filosofia de criação deles é baseada em humildade, aprendizado e crescimento, mas eles perceberam que não podem fazer todos aprenderem e crescerem com eles. Embora alguns relacionamentos familiares tenham se tornado tensos, Rhynard sabe que sua responsabilidade é para com seus filhos.

“Se nós os colocássemos no centro da conversa sobre nosso filho, não estaríamos mais colocando nosso filho no centro, a pessoa mais vulnerável da nossa família e a pessoa que temos a sorte de criar”, acrescentou Rhynard.

Para pais que estão lutando com relacionamentos familiares complicados, Goepferd recomenda encontrar apoio em outro pai de uma criança transgênero, um amigo de confiança ou um líder religioso compreensivo.

“Nós, como sociedade, colocamos muita pressão na aparência e em como as outras pessoas nos percebem”, disse Bright-Williams. Mas os pais têm o fardo de suportar essa pressão para que seus filhos não precisem.

Os pais têm que tomar esse tipo de decisão o tempo todo, ela acrescentou.

“Talvez seu filho seja birracial e algumas pessoas na sua família tenham um problema com isso”, ela disse. “Você gostaria que ele experimentasse esse tipo de preconceito ou ódio, ou você o protegeria ou abrigaria disso? Cabe a você criar um espaço seguro e afirmativo para seu filho.”

“Um raio político”

Esses pais disseram que seus filhos estão indo bem e que seu apoio levou a relacionamentos mais fortes e confiáveis com eles. Howland, Rhynard e Cornwell disseram que também mudaram — são mais aceitantes, de mente aberta e confiantes em proteger suas famílias.

“Ela está ótima”, disse Howland sobre sua filha, mas “continuamos esperando que o mundo mostre seu lado feio para ela. Ela está ciente de que pessoas trans são um raio político. Às vezes, ela diz coisas que partem meu coração, como ‘Há pessoas que me odeiam’ ou ‘Há pessoas que desejam que eu não existisse.’”

Howland e seu marido sabem que não podem proteger a filha de todas as notícias ou potenciais bullies. “Desesperadamente com medo de que minha filha não tenha proteções federais de direitos civis neste país”, Howland disse que até tem uma planilha dos países para onde poderiam se mudar se precisassem um dia.

Para deixar sua filha consciente e preparada, ela a expôs às questões em um contexto tão positivo quanto possível — como a vez em que a levou a um recente evento de arrecadação de fundos para Sarah McBride, uma mulher trans de Delaware que é a primeira pessoa transgênero conhecida a servir como senadora estadual e que agora está concorrendo ao Congresso.

“Eu digo a ela que é meu trabalho carregar isso agora, não o dela”, disse Howland. “E que ela está segura e que sempre faremos tudo o que pudermos para protegê-la.”

Nota do editor: No Brasil, a ONG Mães pela Diversidade é uma das instituições que oferece suporte e acolhimento para pais e mães de pessoas LGBTQ.

Especialistas e pais têm conselhos sobre o que fazer se seu filho se assumir transgênero fcafotodigital/Getty Images

– Fim de semestre letivo.

E terminamos o semestre letivo hoje na Faditu, com os exames finais.

O desejo é: sucesso aos alunos, com a total compreensão dos assuntos abordados.

Ensinar é dividir conhecimento, e ao mesmo tempo, aprender!

👨‍🎓#educação

– Fim de expediente!

Chega por hoje! Rodei bastante e terminamos a labuta aqui em Itu, na Faditu.

Hora de descansar. Até amanhã!

– Uma realidade perturbadora:

Olhe só o funil educacional do nosso país:

Abaixo:

– Educação e Fé.

Nosso mundo, tão corrido e ansioso, faz com que muitos pais “terceirizem” a Educação dos filhos a babás, avós e psicólogos.

Porém, não se pode fazer isso descuidadosamente com a fé! São João Crisóstomo nos ensina (vide abaixo na imagem).

Como você evangeliza as suas crianças?

– Chega de Provas.

Ufa! Fim de expediente.

Nossos alunos de Administração da Produção, enfim, estão em férias.

Mas há outras turmas ativas ainda…

O importante é: ensinar e aprender!

Até amanhã, Faditu. Hora de descansar.

– Machado de Assis, eterno!

E hoje se comemora o 186º ano do nascimento de Machado de Assis.

Disse ele: 

“Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouca importa; o essencial é que saiba amar”.

Teria sido ele o maior escritor do Brasil? Será que as gerações futuras discutirão isso ou outros gênios surgirão? Há aqueles que dizem que Paulo Coelho o superará/superou… não concordo.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, informar para crédito na postagem.

– Que legal!

Como eu amo meus alunos…

Com carinho, recebi e aceito esse convite que muito me honra.

– Igualdade e Equidade.

Falamos diversas vezes aqui no blog sobre a importância em tratar as pessoas com equidade, sempre que a igualdade não for possível (ou não for a melhor solução).

Trocando em miúdos: você precisa dar condições para alguém conseguir algo da maneira que ela possa utilizá-lo. Ou seja: você pode ensinar alguém dando a ela um ótimo livro em inglês; mas se você quiser ensinar outra pessoa, e ela for analfabeta, dar igualmente a ela uma leitura estrangeira não surtirá efeito.

A ilustração abaixo da bicicleta é perfeita: todos querem passear e se divertir de bike, mas nem todos podem usar um mesmo modelo para a finalidade: diversão. Há de ser equitativo, ou seja, permitir a igualdade na brincadeira, com elementos diversos para a adaptação! Veja:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Teacher Bullying: When Teachers Join In.

Want to know the ins and outs of teacher bullying? Here’s what happens if you’re a kid in school and bullied by both peers and teachers. If you’re …

Continua em: Teacher Bullying: When Teachers Join In

– Insista na honestidade:

Levar Educação aos presídios é muito difícil. E eu, representando o Sebrae, trabalho com os detentos falando sobre Empreendendorismo e Cidadania, tentando “plantar uma boa semente”, a fim de reinseri-los na Sociedade.

A ideia é: que sejam honestos e mudem de vida!

Olhe o resultado (vale a leitura):

 

– Folhear ou rolar a tela? De todo jeito: valorize a leitura!

Folhear ou rolar a tela?

Sobre o benefício de ler (figura abaixo):

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dia de provas!

Fim de expediente! Hoje aplicamos provas na FADITU, e torci bastante para os meus alunos.

Que tenham conseguido bom desempenho!

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– Obrigado pelo carinho, minhas dedicadas alunas!

Esse é o reconhecimento profissional e pessoal que motiva a carreira de um professor: o carinho dos alunos!

Minhas aulas Tauany e Bruna, que se formam nesse semestre, me deixaram esse recado tão doce:

 

– A Profissão de Professor:

Quem bolou esse texto sobre os Profissionais da Educação (autoria desconhecida, quem conhecer, favor informar para crédito da imagem) foi perfeito!

“Ser professor” é exatamente isso. Leia:

(Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito).

– Hoje tivemos provas!

Ufa! Hoje foi um dia cansativo e corrido, mas valeu à pena!

O pessoal do Curso de Administração da Faditu fez suas provas finais do semestre. Que ótimo!

Mas existem outras turmas ainda… que possam ir bem (também).

– O alto índice do analfabeto funcional:

Sabemos que há muita gente que sabe ler e escrever, mas não consegue entender nada…

Aqui no Brasil, o Analfabetismo Funcional está atingindo quase absurdos 30%!

Veja essa matéria da Folha de São Paulo:

– Dia de Provas!

Amanhã é dia de provas na faculdade!

Torço para que os meus alunos tenham um bom desempenho, e aqui vai uma boa dica:

(Valeu Chico Bento).

Continuar lendo

– O percentual de pessoas alfabetizadas com ensino superior no país:

Veja esse dado: o DF e o MA destoam na quantidade de pessoas com ensino superior (para cima, com 33,16%, e para baixo, com míseros 9,86%).

A questão é: a média mundial é de 43%. Canadá e EUA chegam a mais de 60%! E nós… muito aquém em dados.

O que podemos fazer para melhor isso?

Abaixo:

– Aprenda ensinando.

Gostei bastante desta figura (abaixo) e entendo que ela representa muito bem o ato de compartilhar conhecimento.

Veja e responda: não é verdade?

– O que é ser pai hoje em dia? Quais suas culpas?

“O papel moderno do pai junto aos filhos e a culpa de muitos por achar que não fizeram tanto quanto gostariam. A importância de saber que demos nosso…

Continua em: O que é ser pai hoje em dia? Quais suas culpas?

– Fim de expediente.

Estivemos hoje na FADITU, lecionando a disciplina Adm de Produção aos nossos alunos de Gestão.

É sempre muito bom levar conhecimento às pessoas… vale a pena ensinar.

– Fim de expediente.

Estivemos no último turno de labuta na FADITU, em ITU, convivendo e aprendendo com nossos alunos.

É muito bom fazer algo positivo!

– Fim de expediente.

Estivemos hoje na FADITU, falando de diversos assuntos importantes aos nossos alunos.

É muito bom ver a busca por Educação e Cidadania.

– Chega de trabalhar por hoje.

Ufa! Agora, 23h e terminei de preparar as provas para minhas diversas turmas de graduação na FADITU.

A noite, hoje, foi exclusiva para isso!

– Maio Amarelo, por crianças.

O mês de maio é dedicado a uma campanha de conscientização no trânsito chamada de “Maio Amarelo”. 

Nas escolas, há forte trabalho para a Educação no Trânsito às crianças e elas aprendem!

Veja só que incentivo, em: https://www.youtube.com/watch?v=5tfA7xprj_E

– O quanto perdemos tempo nas telas: a era do “Brain rot” e do “scroll infinito”:

A Internet pode ser um canal maravilhoso de aprendizagem! Basta entrar em bons conteúdos de Educação, Informação e Desenvolvimento. Também há interessantes locais de Entretenimento. Porém, há muita futilidade, igualmente…

Hoje, muitas pessoas se perdem em meio aos horários e são “abduzidos” pelas telas. E o nome dado ao fenômeno de consumir bobagens e não conseguir sair do aparelho eletrônico é: Formação de “Brain rot” (ou: construindo um “cérebro podre”). Isso ocorre principalmente pelo uso do celular, quando as pessoas ficam rolando as telas (scroll infinito) e não conseguem parar, como um vício.

Cuidado com pessoas queridas que possam estar sofrendo disso, ou… nós mesmos!

Extraído da Revista Exame, em: https://www.linkedin.com/posts/exame-com_exame-activity-7323345524042952705–Q15/?

A ERA DO BRAIN ROT

Por Gláucia Montanha

“Brain rot”: a palavra que escancara um problema crescente nas redes sociais⁣⁣
⁣⁣
A expressão “brain rot” (ou “podridão cerebral”, em português) foi eleita a palavra do ano de 2024 pelo Dicionário Oxford. Mesmo em 2025, o termo continua altamente relevante — especialmente à luz dos dos dados mais recentes do Relatório Global de Visão Geral Digital 2025, publicado por We Are Social em parceria com a Meltwater, que mostram:

– O usuário médio passa 6h40 por dia na internet
– 2h30 diárias são dedicadas às redes sociais
– Vídeos curtos dominam o consumo de conteúdo digital

⁣⁣”Brain rot” é um termo que descreve a deterioração cognitiva causada pelo consumo excessivo de conteúdos superficiais e pouco estimulantes. Esse fenômeno está associado ao uso compulsivo das redes sociais, especialmente ao hábito do infinite scrolling (rolagem infinita) em feeds digitais.

Quantas vezes nos vemos imersos em navegações sem propósito pelas plataformas sociais, consumindo passivamente vídeos curtos, memes e outros conteúdos de baixa complexidade? Esse padrão de comportamento tem afetado nossa capacidade de concentração, enfraquecido o pensamento crítico e, em casos mais extremos, comprometido a saúde mental como um todo.

– Na Faditu:

Hoje tivemos o prazer de participar com a Dra Cláudia Guimarães, aqui na Faditu, de uma palestra sobre Inteligência Emocional.

Muito bom! E, a propósito, que assunto atual…

– O Oceano Azul vs O Oceano Vermelho nas Universidades.

Gostei demais desse texto sobre como as Instituições de Ensino Superior tentam brigar no mercado pelos alunos. Como é e como deveria ser?

Abaixo, extraído do LinkedIn em: https://www.linkedin.com/posts/jean-cavaleiro-33049922_cad%C3%AA-a-estrat%C3%A9gia-do-oceano-azul-nas-universidades-activity-7322667185242324993-aMdi?

CADÊ A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NAS UNIVERSIDADES?

Por Jean Cavaleiro.

O conhecimento desenvolvido em sala de aula não coaduna com a estratégia traçada pelas universidades como negócio. A estratégia do Oceano Azul, que propõe competir onde ninguém mais está competindo, criando novos espaços de mercado, simplesmente não é aplicada pelas Instituições de Ensino Superior (IES). Muito pelo contrário: o que se vê é uma cópia cega das piores práticas.

Uma reduz a carga horária de 4 para 3 horas por dia? As outras copiam.
Uma cria o cargo de “professor assistente”, mesmo sendo mestre ou doutor, para reduzir salários? Todas copiam.
Uma estrutura 50 cursos diferentes usando matrizes genéricas e iguais, para economizar? As demais seguem o mesmo caminho.

Pouquíssimas IES — três ou quatro em São Paulo — ainda tentam competir por diferenciação verdadeira. As demais disputam apenas por preço. E produto barato é produto descartável: o aluno se matricula hoje e cancela amanhã.

Sem criar novos espaços de mercado, sem inovar, sem ousar, as universidades estão apenas se canibalizando, afundando ainda mais no Oceano Vermelho da concorrência predatória.

A Falência Moral dos Congressos e Seminários de Educação.

Além disso, os congressos e seminários de educação viraram clubes fechados de autoelogio, onde ninguém tem coragem de tocar nas feridas.

Um aplaude o outro, todos repetem as mesmas soluções falidas e ninguém questiona a decadência do sistema educacional privado.
É como olhar para alguém atolado na merda até a boca e o cara comemorar porque conseguiu chegar até o pescoço.
Uma falsa sensação de vitória no meio da derrocada.

Executivos da educação hoje não olham para a educação, olham para os acionistas. Lutam para garantir seus cargos, seus bônus, seus contratos futuros — não para garantir o futuro dos estudantes ou da sociedade.

E quem ousa fazer uma crítica honesta é rapidamente isolado. Criticar significa perder oportunidades de trabalho, palestras, consultorias ou promoções.
Por isso, reina o silêncio e a mediocridade.

O Resultado

O mercado educacional privado, que deveria ser campo de inovação e transformação, afunda em sua própria incapacidade de se reinventar.
Sem Oceano Azul. Sem coragem. Sem visão de longo prazo.

Em vez de criar diferenciação, qualidade real e experiências únicas para o aluno, as universidades seguem entupindo o mercado com diplomas baratos, estudantes insatisfeitos e marcas cada vez mais irrelevantes.

A médio e longo prazo, todos vão pagar o preço: as universidades, os alunos e a sociedade como um todo.

Aliás, já estão pagando. As IES reduzindo cada vez mais os preços. Os alunos, mesmo com diploma, ganham pouco, atuam em subemprego, fora das sua área de formação.
Os executivos da educação, pela baixa capacidade de entender o aluno diz, ah mas estão ganhando 30% acima da média nacional.
Mas 30% de mixaria continua sendo mixaria.

COMPETIÇÃO ESTARÁ EM FAZER TUDO DIFERENTE DO QUE ESTÃO FAZENDO.
AGREGAR VALOR – RETER – FORMAR

– Fim de expediente.

Estivemos hoje na FADITU, lecionando a disciplina TGA aos nossos alunos de Ciências Contábeis.

É sempre muito bom levar conhecimento às pessoas… vale a pena ensinar.

– Diálogo e não briga.

Pessoas sábias não brigam. Discutem. Dialogam. Geram ideias!

O ideal é ter essa conduta, porque todos crescem:

– Pensando sobre Educação…

O que é educar?
Na imagem:

– Redes Antissociais? A Internet não pode ser tóxica.

O que você quer de uma Rede Social?

Eu quero ter o direito de opinar o que pensomas devo respeitar, logicamente, o que os outros pensam. Afinal, não é um ambiente particular de publicação, é uma rede na sociedade (e precisamos ter boa educação, evidentemente).

Dentro dessa ideia, me custa crer que as pessoas, quando não concordam com alguém, resolvem não debater, mas ir à página alheia ofender! Não existe diálogo social na Rede Social?

Discutir é importante, sobrepor opinião ou desqualificar a sua… não vale. 

Aliás, quem inventou essa história de que “amigo” de Rede Social necessariamente é seu amigo? Pode ser um hater! Essa história de amigo virtual faz com que repensemos quem faz parte da nossa rede e que seja amigo, conhecido, interessado ou apenas curioso.

Se percebemos a toxidade de uma Rede Social (ou seja: que ela não faz bem), vale pensar: vale a pena estar nela? Ou melhor: vale a pena estar com quem, dentro dela?

O que seria entretenimento, informação e diversão, não pode nunca ser fardo.

Facebookcídio: usuários contam por que saem do Facebook (e por que ...

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

 

– Na Faditu:

Nessa noite, estivemos na FADITU, falando sobre Administração da Produção aos alunos de Adm.

É muito bom ver nossos alunos se esforçando!

– Dê sempre bom exemplo, mas esteja aberto:

Sejamos aprendizes, mas concomitantemente possamos dar bom exemplo à sociedade.

Em: https://youtu.be/W8k592nRXtU?si=N0_MI6z-wu94cycl

✌🏻 #Aprendizado #Educação #Cidadania #Respeito #AprendizadoContínuo