– Sampaoli e os Salários Atrasados. Ah se o Santos escutasse Levir Culpi…

A diretoria do Santos está fazendo de tudo para dar errado o relacionamento com o treinador Jorge Sampaoli, com algo que tudo poderia dar certo.

O Peixe está com os salários dos jogadores atrasados; mediante isso, o técnico argentino devolveu o seu (que estava em dia), como solidariedade. “Ganhou” ainda mais os atletas do grupo, embora tenha exposto a situação enrolada que a agremiação está.

Me recordei, imediatamente, do Fluminense trazendo o caríssimo PH Ganso mesmo com os jogadores deixando de treinar por motivo de greve (falta de pagamento); e a lúcida fala de Levir Culpi, que não quis a contratação com altas cifras de Diego Tardelli em respeito aos demais jogadores do Atlético Mineiro, para não passarem por atraso salarial. Relembre a declaração no link em: https://wp.me/p4RTuC-mPg

Imagino a situação do treinador do Santos tendo a possibilidade de trabalhar em um clube brasileiro com mais estabilidade financeira e estrutura de trabalho, o que ele poderia fazer! Quase sugestionei o São Paulo neste texto, pela base de Cotia e dinheiro “sobrando” (parece estar, pois gasta muito mal com jogadores caros e de futebol mediano). Entretanto, o ambiente político é péssimo pelos lados do Morumbi e, como vimos na época desde Juan Carlos Osório, a chance de dar errado (por culpa dos cartolas) é grave.

Enfim: O que você achou do gesto de Sampaoli: demagogo, solidário ou oportuno?

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– A Atividade Física e o Câncer: nada de cama, mas sim de… CORRIDA!

Qual o melhor tratamento oncológico que existe hoje?

Difícil um médico dizer com exatidão. Para um leigo, quase impossível. Mas algo que pode ajudar é a prática esportiva. E olha só que recomendação bacana dos especialistas, abaixo:

Texto extraído de: https://abrilsaude.files.wordpress.com/2018/05/exercicio-cancer.jpg

OS BENEFÍCIOS DA ATIVIDADE FÍSICA PARA QUEM LUTA CONTRA O CÂNCER

Além de ajudar a evitar tumores, o exercício é importante durante o tratamento – por vários motivos. Veja as últimas recomendações dos especialistas

Por Theo Ruprecht

Antes da quinta sessão de quimioterapia, a médica da fisioterapeuta Roberta Peres, diagnosticada com câncer de mama aos 27 anos, avisou que trocaria os remédios. É um protocolo comum, que pode reduzir a intensidade de efeitos colaterais. “Mas ela me disse que, entre outros sintomas, eu talvez tivesse dores parecidas com as de um treino forte na academia”, lembra. Após a químio, Roberta definiu seu sofrimento de outro jeito: “Eram como facadas. No dia seguinte, falei que não iria aguentar e meu marido sugeriu caminharmos no parque para eu me distrair. Foi delicioso”.

O desconforto não sumiu, porém diminuiu a ponto de ela repetir a dose na próxima manhã e até trotar um pouco. “Tive câncer, fiz químio… e corri careca”, arremata Roberta, hoje com 29 anos e um perfil no Instagram que estimula outros pacientes a tomarem as rédeas da vida diante da doença. Ao longo das 11 sessões quimioterápicas seguintes (uma por semana), ela continuou dando suas passadas com o aval da doutora e notou ganhos em ânimo, autoestima, força…

“Está evidente que a atividade física ameniza consequências da doença e da terapia”, afirma o oncologista Auro Del Giglio, do Hospital do Coração, em São Paulo. Durante uma palestra que dará no Ganepão, um dos maiores congressos científicos do Brasil, o especialista vai destacar o papel da movimentação contra a fadiga gerada pelo tratamento. “Não há drogas adequadas para enfrentar essa reação adversa. Apenas os exercícios funcionam mesmo”, explica. Soa esquisito dizer que “gastar energia vai gerar energia”, mas é nesse sentido que as evidências científicas andam.

Uma revisão internacional de 34 estudos reuniu dados de 4 366 indivíduos com tumores. Seu resultado é categórico: não importa o tipo da doença, tirar o corpo da cama combate a indisposição. “Eu me poupava nos dias de quimioterapia, porque ficava sonolenta. Só que nos outros já voltava a me exercitar”, conta Roberta. Ela admite que os primeiros passos exigem esforço extra, contudo a sensação de esgotamento se dissipa com o suor.
“Na verdade, a atividade física libera neurotransmissores que trazem prazer e bem-estar”, explica José Cesar Rosa Neto, doutor em fisiologia e professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo. A malhação ainda freia a degeneração muscular, uma repercussão comum após o diagnóstico que atrapalha tarefas cotidianas e intensifica a canseira.

Não por menos, o brasileiro Daniel Galvão, codiretor do Instituto de Pesquisa em Medicina do Exercício da Universidade Edith Cowan, na Austrália, concentrou-se no potencial de treinos supervisionados com práticas aeróbicas e de flexibilidade e força em 57 homens com câncer de próstata avançado – a doença havia invadido os ossos. Mesmo nesse cenário grave, os participantes expressaram uma melhora nas funções físicas sem desenvolver complicações.

“O estudo tem um enorme impacto, porque indivíduos com metástases ósseas até então eram excluídos de programas de exercício”, raciocina Galvão. Está aí um erro comum: imaginar que o câncer pede cama.

MAIS BENEFÍCIOS DA ATIVIDADE FÍSICA CONTRA O CÂNCER

Sono: a sensação de relaxamento após o esforço físico facilita o adormecer e melhora a qualidade do sono.
Disposição: sacudir a poeira é uma das principais maneiras de afastar a fadiga típica da quimioterapia.
Peso: ao contrário do que se pensa, vítimas do câncer podem engordar. E o exercício queima calorias.
Dor: os incômodos são aplacados com as substâncias analgésicas liberadas pelo esporte.

Como o exercício ajuda o tratamento em si

Resistir aos solavancos do tratamento é primordial para finalizá-lo. E aqui a malhação ofereceria vantagens. “Embora faltem pesquisas, o bom senso sugere que, se essa prática atenua reações adversas, ajudaria a pessoa a aguentar a estratégia desenhada pelo médico“, reflete Del Giglio.

Um indício de que o argumento bate com a realidade vem de um trabalho da Universidade de Alberta, no Canadá. Divulgado em 2007, ele reuniu 242 mulheres com câncer de mama submetidas à químio. Resultado: 78% das que foram orientadas a fazer musculação seguiram o plano original do doutor sem grandes intercorrências, ante 66% das que ficaram paradas.

Tais dados justificariam a menor taxa de mortalidade associada aos enfermos que suam a camisa após o diagnóstico. Em um levantamento de 2015 publicado no British Journal of Sports Medicine, os mais ativos apresentavam um risco 22% menor de morrer por causa do tumor.

Só considere que, talvez, dados como esse decorram do fato de que os sujeitos com cânceres mais agressivos se mexem menos – não seria o esporte que afasta a doença, e sim o contrário. “De qualquer forma, também existe a teoria de que os exercícios gastam parte da energia que abasteceria o tumor”, explica Sandro Fernandes da Silva, educador físico da Universidade Federal de Lavras, em Minas Gerais. Fora isso, em experiências no laboratório, o esforço físico estimula o suicídio de células cancerosas e faz o sistema imune reconhecê-las melhor.

A atividade física ainda rechaça transtornos que abreviam a longevidade do pessoal que venceu o câncer. Exemplo: vários dos fármacos empregados lesam o coração. “Quem recebeu quimioterapia na infância às vezes desenvolve insuficiência cardíaca já aos 30 ou 40 anos”, revela Rosa Neto. “Mas o treinamento parece remodelar o órgão e manter seu funcionamento”, completa.

Na Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, pesquisadores recrutaram 100 voluntárias que haviam se tratado recentemente contra o câncer nos seios e colocaram metade para realizar exercícios. Depois de quatro meses, eles perceberam que a turma do agito exibiu quedas em colesterol, pressão e outros marcadores da síndrome metabólica. “Sobreviventes do tumor de mama com essa condição têm maiores índices de mortalidade. Logo, erradicá-la aumentaria a sobrevida”, diz a fisiologista Christina Dieli-Conwright, autora da investigação.

A dificuldade é sair do sedentarismo em um momento tão complicado – até porque o câncer impõe restrições. “No nosso trabalho, um grande desafio foi a falta de confiança das mulheres em movimentar os braços”, recorda-se Christina. Ora, não raro a cirurgia contra o tumor de mama abala as estruturas dos membros superiores.

Roberta, que passou por quatro operações antes de ver sua doença sumir dos radares, é prova disso: “Meu alongamento foi para as cucuias. Aí eu comecei a fazer pilates e ioga, que me ajudaram a recuperar a flexibilidade”. Claro que cada caso demanda cuidados específicos, que exigem supervisão. “Mas todos, ao se exercitarem, deixam de viver só em função do tratamento”, dá o recado. Tem virtude melhor do que essa?

Os exercícios físicos na prática

“As recomendações para pacientes com câncer estão sendo revistas”, adianta o pesquisador Daniel Galvão. Hoje, as diretrizes gerais se assemelham às voltadas ao restante da população – ou seja, pedem para incluir modalidades aeróbicas, musculação e alongamentos por ao menos 150 minutos na semana.

No entanto, há particularidades de acordo com o tipo de tumor, o estágio da doença e as características da pessoa. “Durante o tratamento, devemos focar na segurança, cobrar supervisão e reforçar que não é a hora de apertar o passo”, ressalta o oncologista Antonio Carlos Buzaid, da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.

Veja, a seguir, táticas para se manter ativo em meio à luta contra o câncer:

O calendário: veja como se sente após uma sessão do tratamento e se exercite nos dias em que os sintomas abrandarem.
A expectativa: concentre-se mais nos benefícios da atividade contra o tumor e menos – bem menos – no desempenho.
Os cuidados: se a doença se espalha para o fêmur, por exemplo, é bom não sobrecarregar a perna. Respeite as limitações impostas pelo médico.
A supervisão: o ideal é programar os treinos junto a educadores físicos e outros profissionais com experiência em oncologia.

– Os Novos Mundiais da FIFA e o Catar para 2022!

Novidades e Curiosidades para o futebol: Gianni Infantino, o presidente da FIFA (que insiste em chamar a entidade de “Nova FIFA”), quer um Mundial de Clubes com 24 equipes e a Copa do Mundo com 48 seleções (se possível, já para 2022). Isso Jean foi debatido nos últimos dias. Mas duas coisas importantes sobre o Mundial de Clubes:

– A UEFA não vai topar nem 12 e nem 8 clubes. Não é vantajoso nem lucrativo desvalorizar suas equipes contra times mais fracos em datas adicionais. Duvido que vingará.

– Deixou-se no ar que “agora será Mundial de Clubes de verdade”. Os outros (os da FIFA e os não organizados pela FIFA) não eram? Eu sempre disse que a Toyota Cup era Intercontinental e que o World Club FIFA era uma “Copa das Confederações de Clubes”. Ambos não eram mundiais “pra valer”, mas eram o que se tinha e que se deveria considerar. Até mesmo a Copa 51 do Palmeiras e a Copa Rio 52 do Fluminense deveriam ser reconhecidos como títulos mundiais. O que não pode é desmerecer TODOS os outros sumariamente. O futebol, afinal, existia antes da FIFA e da “Nova FIFA”.

Várias coisas importantes sobre o Mundial de Seleções:

– A reunião da FIFA aconteceu justamente na semana em que se descobriu que houve corrupção de quase 4 bilhões de reais para o Catar “comprar a sua escolha”.

– Não se sabe se conseguirá aumentar o número de sedes do Mundial (estuda-se acrescentar Omã e Kwait), mas a única coisa garantida é que, ao menos, 32 países estarão no Catar.

– Esse texto, abaixo, publicado na Revista Superinteressante, é extremamente curioso e informativo: algumas coisas que devem ser evitadas durante o Mundial de 2022.

COMO IR PARA A COPA DO MUNDO DO CATAR

Por Marcelo Testoni

  1. Por lei, é proibido fazer gestos obscenos (mostrar o dedo do meio dá até cadeia) ou mesmo beijar na boca em público. Na rua, carícias também não são recomendáveis – se alguém se incomodar com abraços e afagos pode até chamar a polícia.
  2. Fotografar mulheres locais sem autorização, nem pensar. Muito menos cumprimentá-las com as mãos – só acenando mesmo.
  3. Em praias públicas e próximas às cidades, traje de banho é vetado – biquíni ou sunga, só se você se hospedar num resort internacional. Também é proibido usar shorts acima do joelho e roupas curtas, decotadas, com os ombros ou a barriga de fora.
  4. Bebidas alcoólicas em público são proibidas.
  5. Uma refeição, em média, custa S$ 70.00

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– O atacante Ari na Seleção Russa e a revolta do seu futuro colega em campo.

Me lembro que quando o atacante brasileiro Hulk foi comprado pelo time russo do Zenit, vindo do Porto, jogadores se revoltaram pelo alto salário e por ser o primeiro jogador negro da história do time (até então somente brancos haviam jogado por lá).

Agora, o atleta Ari, jogador do Krasnodar e que vive na Rússia desde 2010 quando chegou pelo Spartak Moscou, foi convocado para jogar pela Seleção da Rússia. Um dos seus futuros colegas de seleção, Pavel Pogrebniak, disse ter uma opinião negativa a respeito”.

O atleta indignado declarou que:

É estranho que um jogador de cor jogue pela seleção russa. Não vejo sentido. Para que Ari recebeu passaporte russo?

Seria o fato de existirem jogadores natos da Rússia para a mesma posição e não ficar feliz com um estrangeiro, ou absurdamente pela cor da pele?

Ô mundo racista…

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– Parabéns pelo PERFEITO pronunciamento, Heitor! O Paulista tem que ser ABERTO a todos.

Ouvi o jornalista Heitor Freddo, amigo e colega da Rádio Difusora, no seu espaço “Chutando o Balde” durante o programa esportivo Show de Bola, comandado pelo Adilson Freddo (que dispensa apresentações). Há tempos não escuto tamanha COERÊNCIA, CORREÇÃO e OBJETIVIDADE numa crítica – e que foi muitíssimo bem direcionada à relação estabelecida entre os novos gestores do Paulista com a imprensa.

Eu sempre defendi que, mesmo em espaços opinativos, se separe e esclareça o que é informação e boataria. Eu não sou jornalista, apenas um comentarista e entusiasta jundiaiense (que apesar de torcer assumidamente para o Paulista e para a Cidade de Jundiaí – independente de quem esteja gerenciando ambos), não pode esconder o fato ou descontentamentos.

Digo isso pois pesa-me saber que a normatização imposta pelos novos gestores, conforme abordado, traz e transmite uma antipatia muito grande a quem vive o dia-a-dia do Paulista. Temos em Jundiaí duas rádios sérias que falam sobre o Galo: a Cidade e a Difusora – e seus profissionais sabem como é difícil cobrir e trabalhar no futebol deficitário de hoje. Custa caro, e se o Paulista não tem patrocinador, imaginem as dificuldades das rádios em achar quem queira ser anunciante de time da 4a divisão.

Em especial, a Difusora (aqui não é propaganda, é fato concreto) transmite TODOS os jogos do Galo – e por eu fazer parte da equipe, sei como é suado. A dificuldade da linha, a companhia de telefone que sacaneia, a aventura de transmitir em celular ou de onde e como for. Mais ainda do que isso: há o Cobrinha, o mítico Luiz Antonio de Oliveira, que é símbolo do futebol amador e profissional da cidade, pela cobertura e vivência. Sou testemunha de que o Cobrinha está de manhã, à tarde, muitas vezes à noite e, se a família não o chamar para casa, dorme no Estádio Jayme Cintra! Aliás, se um dia o Paulista tiver um Centro de Formação de Atletas, terá como obrigação homenagear o espaço com o nome de “CFA Luiz Antonio de Oliveira”, pelos justos conselhos que dá aos jogadores que aqui chegam.

Também se faz importante lembrar que temos outras mídias na cidade, o Esporte Jundiaí do Thiago Batista de Olim (que  às duras penas trabalha honesta e corretamente), o pessoal da TV TEM que dá espaço ao Galo na medida do possível, e outros que vivem e convivem na rotina por lá.

Assim, as rádios, TVs e sites que DIVULGAM, PROMOVEM, FOMENTAM o torcedor de informações, são ou serão barrados por um excesso burocrático? 

Falamos do Paulista FC que se confunde com o nome da nossa cidade (é Paulista de Jundiaí, da torcida de Jundiaí, da imprensa de Jundiaí, da sociedade de Jundiaí). O time jundiaiense, se não tem diretores ou gestores à altura de suas tradições (financeira e competentemente falando), não pode deixar de apresentar a história de cumplicidade do Galo com a comunidade da nossa Terra da Uva.

Com as medidas de “fechar treino”, cercear o trabalho da imprensa, criar um burocratismo (que é o uso equivocado da burocracia, quando ela se dá em excesso), faz com que tenhamos a impressão de que os parceiros são donos do clube, e não gestores do departamento de futebol.

Não é por aí. Não somos o global Real Madrid, tampouco o endinheirado Palmeiras, nem sequer conseguimos ter um calendário decente. Mas “time particular” de alguém, não.

Administradores da Kah Sports, a quem torcemos pelo sucesso como já escrevemos anteriormente (todos dependem disso), façam a integração da empresa Fut Talentos à cidade de Jundiaí, não busquem o caminho contrário: o de que torcida, imprensa e demais agentes sejam àqueles que se adaptarão a vocês.

Aliás, que história é essa do treinador Edson Ferreira, o “Fio”, querer que se publique “Edson Fyu”? Deixe ganhar alguns jogos para ver se o nome estiloso pegará…

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– A lista da France Football dos melhores treinadores de futebol da história

Se já é difícil fazer uma lista de jogadores de futebol, imagine com os melhores treinadores de todos os tempos?

A revista France Football fez, sendo que dos 50 maiores de todos os tempos, temos apenas 1 brasileiro: Telê Santana, atrás de Van Gaal, Diego Simeone, Trapattoni, entre tantos.

Curiosidade: o revolucionário holandês Rinus Michels é o 1o, Alex Ferguson o 2o e Arrigo Sacchi o 3o. Guardiola é o 5o.

Um detalhe: o húngaro Béla Guttmann, que trabalhou no Brasil (foi o treinador que trouxe Zizinho ao São Paulo FC) e influenciou Vicente Feola, o primeiro treinador Campeão Mundial na Copa de 1958, é o 20o.

Na figura da France Football, abaixo, a relação:

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– O racismo praticado contra Serginho na Bolívia em Blooming 2×0 Jorge Wilstermann

Ainda é admissível que idiotas cantem gritos ofensivos nas arquibancadas?

Sempre ouvi falar (e nunca concordei) que o estádio de futebol é um lugar onde se pode xingar à vontade, extrapolar e extravasar. Não concordo. Você pode vaiar e aplaudir, mas nunca ser selvagem.

Atitudes como gritos homofóbicos, racismo, violência e outras coisas que contestam a inteligência humana já deixaram de ser aceitáveis, e mostram como nossa cidadania ainda é questionável. E digo isso pelo fato lamentável ocorrido na Bolívia, na partida entre Blooming 2×0 Jorge Wilstermann, do último domingo, onde o brasileiro Serginho abandonou o campo após insultos incessantes dos torcedores por ser negro.

O árbitro corretamente parou a partida para que os torcedores encerrassem os gritos racistas (conforme manda atualmente a Regra do Jogo), mas mesmo assim o atleta preferiu se retirar.

Até quando veremos tristes situações assim? Até quando as punições serão “de mentirinha”? Até quando o ser humano vai ficar esperando ser “gente de verdade”?

Muito triste.

Extraído de: https://www.gazetaesportiva.com/futebol/brasileiro-abandona-o-campo-apos-sofrer-insultos-racistas-na-bolivia/

Vídeo em: https://twitter.com/liberta__depre/status/1107803186461638659

BRASILEIRO ABANDONA O CAMPO APÓS SOFRER INSULTOS RACISTAS NA BOLÍVIA

Mais uma cena lamentável tomou conta do futebol no último domingo. Na partida entre Blooming e Jorge Wilstermann, válida pela 13ª rodada do Apertura do Campeonato Boliviano, o brasileiro Serginho, do time visitante, sofreu insultos racistas e abandonou a partida ainda em seus decorrer, aos 40 minutos do segundo tempo, em lance de cobrança de escanteio.

Diante de mais de 15 mil pessoas que marcaram presença na vitória do Blooming por 2 a 0, no Estádio Tahuichi Aguilera, o meio-campista brasileiro sofreu diversos atos racistas durante a partida, segundo relatos dos companheiros de equipe. Na reta final, mesmo com a vitória, os fanáticos dos donos da casa não cessaram nos insultos.

Aos 40 minutos do segundo tempo, o jogador brasileiro se dirigiu a linha de fundo para efetuar uma cobrança de escanteio. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, é possível ver o atleta abandonando o gramado e explicando a arbitragem que seguiu sofrendo com as declarações da torcida adversária. Por conta da polêmica, a partida ficou parada por cerca de quatro minutos.

Após a partida, personalidades dos dois lados se manifestaram contra as cenas presenciadas. Do lado do Jorge Wilstermann, Cristian ‘Pochi’ Chávez condenou a “vergonha” que marcou a partida, enquanto Jorge Ortiz criticou que o fato tenha acontecido durante toda a partida. “Essas coisas externas ao jogo são tristes. Não me surpreende a saída de campo do Serginho, porque estava sendo insultado desde o primeiro tempo”, disse ao jornal El Deber.

Mesmo com os três pontos conquistados, o tema foi abordado pelo Blooming, na voz do capitão, Cristian Latorre, e do treinador Erwin Sánchez. “Eu repudio o racismo, mas essas são coisas que fogem das nossas mãos, dos jogadores. Fico com pena pelo que aconteceu. É lamentável”, ressaltou o atleta, corroborado pelo comandante. “Sou sempre contra o racismo. Fiquei 20 anos fora e volto para sentir isso. Veremos o que fazer junto ao clube”, finalizou.

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– Paulista e a Temporada 2019: como será?

Você pode olhar com um ponto de vista pessimista ou com um ponto de vista otimista. E escrevo isso após assistir um debate intenso sobre o Red Bull se interessar ou não por Jundiaí.

Dias atrás, escrevi sobre as alternativas (não boatarias, mas informações concretas) sobre o futuro do Galo. E uma das hipóteses descartadas nesse momento, sem dúvida, é uma fusão com o Toro Loko. O que podemos ter (isso é real): o Red Bull ficando com a vaga do Oeste na Série B ao adquirí-lo (esqueça o Bragantino, que tentou atravessar a negociação), fazendo o Estádio Jayme Cintra como sua sede. Dessa forma, teríamos o Paulista Futebol Clube e o Red Bull Brasil, ambos jogando em Jundiaí, tendo o Galo como o histórico time tradicional e o Toro como a novidade, ficando 15 anos na cidade, tentando formar sua torcida e sua identidade, com o objetivo de se tornar mais um time grande no Estado de São Paulo e jogar a série A do Brasileirão (com possibilidade de renovação automática por 5 anos depois dos 15 iniciais).

Repito: Red Bull e Paulista, ambos de Jundiaí. O Galo receberia pelo arrendamento do estádio, mais uma verba para fortalecer o time, e sua vida continuaria. Isso para 2020 no Paulistão (difícil para 2019).

E a Kah Sports, como ficaria / fica?

Fica como parceiro do Profissional Sub 23 e gestora das diversas equipes da base. Um contrato para o futebol das categorias amadoras e outro para o Principal. Isso pela Fut Talentos, o seu braço que tem a expertise dos jogadores.

Precisamos entender que o futebol, hoje, é negócio. Todos os lados devem discutir seus interesses. Pelo que entendi, a nova diretoria de futebol é formada pelos novos gestores, e que estão montando o time para disputar a série B do Campeonato Paulista par ter sucesso, e não apenas cumprir tabela.

E o que seria “sucesso” no futebol-business?

Entendo que, se o time fizer boa campanha, os jogadores se valorizam e são negociados por um valor maior. É, portanto, um produto com mais qualidade porque rendeu mais, e que gera mais lucro. Será bom para todos se der certo. Melhor se o sucesso não for uma simples boa participação, mas o acesso à série A3.

Claro, me desagrada ver que o elenco antigo (ou o que sobrava) se desmanchou. Por motivos diversos, atletas saíram antes da parceria ser concretizada (não sei se posso dizer: assinada, não tenho essa informação, mas pelo andar da carruagem imagino que esteja. Ou não?). Mas se saíram e entrou dinheiro para o cofre do Paulista (aqui, não seria da Kah Sports, pois são negócios anteriores) menos mal. Ficará na balança o quanto valeu ou não liberá-los / vendê-los (a história do custo-benefício).

É o que se pode fazer atualmente, e vamos torcer para que os jogadores que cheguem sejam tanto bons ou melhores do que os que saíram.

A realidade é essa, em 4 observações pontuais:

  1. Red Bull se unindo ao Paulista como um time só, sem chances. Esqueçamos.
  2. Red Bull pagando para se estabelecer em Jundiaí e entrando dinheiro para o Paulista, ambos convivendo em harmonia, sim – em breve (2020 provavelmente).
  3. Categorias de base com investimento em diversas idades, por conta da Fut Talentos / Kah Sports, sim.
  4. Profissional / Sub 23 com novos atletas, para 2019 sim. Em 2020, dependendo do acesso ou não, do acerto do Red Bull e do relacionamento com a experiência, a aguardar.

Penso que dias melhores virão. Espero que venham mesmo, sou otimista. Vamos torcer, sem nos iludir. E que não exista uma antipatia dos novos gestores com os órgãos estabelecidos da imprensa que cobrem tão tradicionalmente o Paulista (vejo um release sobre novas normas de acesso da Imprensa, e me assusto com “treinos secretos / fechados / ou algo parecido”, além de um possível excesso de burocratização.

Parceria é dar as mãos: parceiro, clube, sociedade, torcida e colaboradores diversos.

Boa sorte Galo!

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– Estou quase mudando a minha opinião quanto a Maradona e Messi….

Eu me recordo do Maradona jogando, e ainda afirmo que, por pouco (muito pouco mesmo) ele está atrás de Pelé. E na 3a colocação (ainda, mas muito pouco também) está Lionel Messi (na minha modesta opinião).

Diego Maradona não pegou a época das mídias globalizadas, onde o futebol era mais escondido e não tão divulgado. Fez o Napoli existir no cenário do planeta e virou Deus por lá. Em 1986 assombrou o mundo! E, claro, seus “depois da carreira”, com polêmicas e envolvimento com drogas, tomaram conta do imaginário popular como um tango bem escrito.

Lionel Messi está se tornando um jogador impossível de se segurar. Nem na base da falta; só se lhe quebrarem a perna… E olha que, se fizerem isso, “La Pulga” é capaz de driblar o adversário e metendo-lhe uma caneta com uma perna sóNa última semana, juntamente com Cristiano Ronaldo, Messi abusou da arte de jogar futebol. Veja o que ele fez no jogo contra o Betis, domingo: até o gol de Suarez pareceu ser de “MESSIânico”, contagiando genialidade. 

Não sei se devemos esperar que Messi seja Campeão de uma Copa do Mundo com a atual medíocre Seleção Argentina para dizer que superou Maradona. Eu, repito, que acho Maradona o número 2 do mundo de todos os tempos, estou quase mudando de opinião (provavelmente, ao final da carreira, Messi estará acima de Don Diego e a discussão será: Messi foi maior que Pelé? Igual? Quase igual?).

Enfim: são todos gênios que devem ser aplaudidos por quem gosta de bom futebol.

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– Não tenha dúvida quanto ao Gol de Danilo Avellar no Corinthians 1×0 Oeste

Apesar das reclamações dos jogadores do Oeste, acertou Lucas Canetto Belotte em validar o gol do Corinthians.

O jogador Danilo Avellar cruza a bola e por força da corrida sai de campo (não houve burla, ele não saiu intencionalmente para tirar proveito). Retorna imediatamente ao campo (nesse caso não é preciso pedir autorização da arbitragem) e chuta para o gol em posição legal. Correto!

Quem estuda as Regras, sabe que tudo isso é válido e o lance não é complicado. Mas jogadores reclamam por desconhecimento e, em casos como o de hoje, para tentar fazer um “auê“.

 

– A CBF e suas provas de descréditos

A Confederação Brasileira de Futebol nos faz perder o encanto do futebol brasileiro, além de nos trazer mais dúvidas sobre a lisura de todos os elementos intra e extra-campo que norteia o esporte tão popular (já foi mais…) em nosso país.

Lembram quando o respeitadíssimo Jamil Chade, trabalhando pela Agência Estado, revelou que a CBF tinha acordos para que a escala da Seleção Brasileira tivesse crivo dos patrocinadores, aceitando ou vetando nomes?

Foi em 2015, com a Kentaro sendo a protagonista de parte da convocação de atletas do Escrete Canarinho. Até mesmo o “contrato secreto”, como chamado na manchete, foi divulgado (reveja-o em: https://wp.me/p4RTuC-cwq).

Agora, a Folha de São Paulo mostra que a inconfiável CBF continua com suas mazelas. A licitação da comercialização de placas publicitárias para o Brasileirão-2019 teve o vencedor divulgado HÁ 1 MÊS pela Folha de São Paulo, antes dela ocorrer.

Sendo assim, por que acreditar na CBF?

JOGO MARCADO

Impropriedades e suspeitas sobre a CBF alimentam histórico de desvios que não são exclusividade do desporto nacional

POR: Editorial da Folha (extraído de: https://blogdopaulinho.com.br/2019/03/17/jogo-marcado/)

Com mais de um mês de antecedência, esta Folha apontou o nome da vencedora de concorrência promovida pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) com vistas à exploração de placas de publicidade no Campeonato Brasileiro.

Segundo informações obtidas pela reportagem, a vencedora —a empresa Sport Promotion— já estava definida antes que as demais competidoras tivessem apresentado suas ofertas. Entretanto a CBF, a Sport Promotion e a Ernst & Young, que auditou o processo, negam qualquer irregularidade.

A contemplada mantém vínculos comerciais com a confederação há cerca de 30 anos e detém, entre outros, os direitos de transmissão e de exploração de publicidade das Séries B, C e D do Brasileiro.

São longas também as relações com o dirigente Marco Polo Del Nero, que assumiu o comando da entidade em 2015 e foi banido do esporte dois anos depois por violar normas do Código de Ética da Fifa, o órgão máximo da modalidade.

Antes de assumir a presidência, Del Nero tornou-se, em 2012, vice de José Maria Marin, condenado por corrupção pela Justiça norte-americana. A partir daquele ano, a Sport Promotion obteve receitas milionárias com estatais federais.

Em 2013, a empresa firmou contrato de R$ 50 milhões com a Caixa Econômica Federal para explorar publicidade do campeonato feminino ao longo de cinco anos.

Já no final de 2014, ainda no governo Dilma Rousseff (PT), negociou R$ 26 milhões com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) para a transmissão de certames nacionais de divisões inferiores.

O entendimento com a Caixa contou com a presença da CBF, que anunciou a parceria intermediada pela Sport Promotion numa cerimônia com a presença do então ministro do Esporte, Aldo Rebelo.

O episódio despertou questionamentos do Tribunal de Contas da União, que considerou anômalo o fato de a confederação ter preferido terceirizar o contrato a lucrar diretamente com a operação.

O estratagema repetia antiga prática da entidade, que procura evitar laços diretos com o setor público, justamente para esquivar-se de investidas de órgãos de controle.

As impropriedades apontadas alimentam um histórico de desvios que não são exclusividade do desporto nacional. Escândalos envolvendo dirigentes internacionais futebolísticos e olímpicos internacionais vieram à luz nos últimos anos e pressionaram as entidades a pelo menos demonstrar mais interesse em exercer controles.

Lamentavelmente, a situação ainda está longe do que seria desejável.

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– Ponte Preta x Guarani dançando com a Irmã!

Ligo agora a TV e vejo Ponte Preta x Guarani, o Derby Campineiro tão esperado e… não vale absolutamente para o Paulistão 2019!

1.Por quê não se marcou esse jogo mais para o meio da tabela?

Veja o ótimo Raphael Claus entrando em campo, imponente, concentrado, mas ao som do… hino do Campeonato Paulista!

2.Compare essa melodia com o hino da Champions League!

Repare também: torcida única no Moisés Lucarelli. Sei que não se comporta mais os atuais torcedores organizados brigões, mas é ruim demais essa situação (embora necessária).

3.Pensou se o estádio fosse meio da Macaca / meio do Bugre? Que festa?

Enfim: tudo isso faz me lembra naquele velho ditado de que “é tudo muito sem graça, mais sem graça do que dançar com a irmã”, enquanto poderia-se estar de rostinho colado com a moça bonita desejada.

Só não vale para o juizão pensar assim. Afinal, Derby de Campinas sempre é pegado, e para usar outro ditado: “bobeou, o cachimbo cai”.

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– A dureza em encarar time de futebol da Venezuela…

Pobre é o árbitro que marca e desmarca, remarca e desmarca, e, por fim, adia de novo a sua passagem aérea internacional.

Digo isso pois Piero Laza, o chileno que apitaria Cruzeiro x Deportivo Lara, iria arbitrar o jogo no Brasil – mas como o time venezuelano não conseguiu sair do país pelos diversos problemas que o povo passa, teve que adiar de novo.

Perceberam que problema a Conmebol tem nas mãos? Jogos na Venezuela podem sofrer apagão elétrico; fora de lá, não se consegue sair!

Que inferno, hein?

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– As 3 hipóteses para os clubes de futebol nunca reclamarem de Sorteio dos Árbitros.

Li no Blog do Paulinho (acesse o link abaixo) sobre a “qualidade” dos Sorteios dos Árbitros de Futebol no Brasil, e ao se atentar para o texto, percebe-se que, por não ser o Papa Francisco quem gira o globinho e nem a Madre Teresa de Calcutá que tira a bolinha, tudo é muito complicado.

Mas cá entre nós, alguém acredita ou acreditava nos sorteios?

Lembrem-se de casos públicos:

1. A emblemática escala JHC (dando direito a Bola de Cristal para Santos x Corinthians): https://blog.jovempan.uol.com.br/fernandosampaio/futebol/minha-bola-de-cristal-nao-erra-deu-jhc-no-classico/

2. Corinthians x Palmeiras (o jogo do “Fala Muito”em 2011) antecipado pelo Jornal da Tarde de que seria Paulo César de Oliveira em sorteio fajuto: https://www.estadao.com.br/blogs/jt-esportes/paulo-cesar-de-oliveira-vai-apitar-palmeiras-e-corinthians/

3. Luiz Flávio de Oliveira antecipado no site da própria FPF para Palmeiras x São Paulo (e curiosamente, deu ele mesmo):
https://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,fpf-explica-erro-no-sorteio-do-arbitro-que-apita-palmeiras-e-sao-paulo,1125278

4. A incrível série de coincidências inexplicáveis do universo conspirando a alguns nomes (a data é de 03 de maio de 2011, mas parece atual): https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2011/03/05/voce-acredita-em-sorteio-os-furos-do-globinho/

Uma pergunta pertinente fica no ar: por quê os clubes, se existe dolo e armação em sorteios, nunca se manifestaram?

Você tem 3 respostas:
A) Nem imaginavam que o sorteio não acontece de maneira honesta em 100% dos casos;
B) Não se incomodam em serem enganados;
C) São cúmplices de tudo isso, pois, conforme relatado, conseguem chegar a acordos com os nomes a serem escolhidos junto às Comissões de Árbitros.

Sempre (PARA TODA QUESTÃO DE DÚVIDA A UM SETOR) me recordarei da opinião do consagrado e respeitado jornalista ítalo-brasileiro Cláudio Carsughi, que um dia disse:

“Se Deus, onipotente e sábio, não poupou nem a sua Igreja de casos de corrupção, por quê o faria no Futebol? E porquê em específico a uma categoria, a dos Árbitros?”

Incontestável. 

O post citado logo no início, extraído de: https://blogdopaulinho.com.br/2019/03/15/saiba-como-os-sorteios-de-arbitros-para-o-brasileirao-estariam-sendo-fraudados/

SAIBA COMO OS SORTEIOS DE ÁRBITROS PARA O BRASILEIRÃO ESTARIAM SENDO FRAUDADOS

Conversamos, ontem (14), por longas horas, com testemunha relevante da manipulação de sorteios de arbitragem e outros procedimentos correlatos, todos com aval, garante, da alta cúpula da profissão.

Por razões evidentes, sua identidade será preservada.

Esteve conosco, também, o ex-árbitro Euclydes Zamperetti Fiori, que pode atestar a existência da reunião.

Entre dezenas de histórias escabrosas, revelaremos o que disse nosso informante sobre como funcionaria uma espécie de teatro, muito bem armado, do sorteio de árbitros para o Campeonato Brasileiro (sistema também adotado na Federação Paulista de Futebol).

Vez por outra, em alguns casos, o sorteamento seria verdadeiro.

De acordo com a “necessidade”, não.

Funcionaria assim:

diretor da comissão de arbitragem procura clubes para sondar os árbitros de preferência (foi dado exemplo de um jogo recente entre Corinthians e Palmeiras, em que o arranjo teria ocorrido)
o sorteio, supostamente, é transmitido ao vivo, sempre às 15h, no site da CBF;
para que tudo pareça verdadeiro, são filmados, horas antes, vários sorteios reais, até que a bolinha do árbitro pré-determinado, efetivamente, seja a escolhida.
no horário marcado, a versão que agradaria a todas as partes é exibida como se fosse ao vivo;
testemunhas que assinam o documento do sorteio, quando isso ocorre, em regra, são funcionários ligados à CBF, arbitragem, etc, além do pessoal da Comissão
Existiria margem, porém, nesse tipo de procedimento, não apenas à escolha de árbitro que interesse a ambas as equipes, mas a apenas uma delas, que costuma ser a agremiação que, por razões comercias, políticas e financeiras, “beneficie” mais ao torneio.

Soubemos que, em determinado momento, a FOLHA designou um repórter para cobrir um desses sorteios, sem saber que o procedimento estaria “arranjado”.

Perto das 15h, horário em que seria exibido o filme pré-gravado, o jornalista foi levado para a sala “errada”, por suposto equívoco de funcionário.

Passado o horário, foi avisado do problema e aceitou pedido de desculpas, retornando, noutra data, para cobertura que pode ser realizada sem problemas, porque tratava-se de um daqueles dias em que as coisas, de fato, aconteceriam corretamente.

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