– A Simulação de Deyverson

Uma das coisas mais ridículas do futebol profissional nos últimos tempos aconteceu nesse Brasileirão 2018: a simulação “em prestações” do palmeirense Deyverson!

Até a mãe do atleta deve ter se envergonhado: o jogador súmula ter sido atingido; cai aos berros e pula, sai do campo; grita mais um pouco e volta andando ao gramado; aí retoma os gestos de dores. 

Que feio! No índice “canastrão da bola”, alcançou a marca de Leandro Damião pelo Santos, quando fez um “auto-pênalti” puxando a própria camisa e se jogando. 

A questão é: há quem ache bonito essa malandragem nos dias atuais?

Em: https://youtu.be/gR2SFBmiyJI

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– O gol impedido de Corinthians 1×1 Internacional

Caramba! Todo jogo entre o Timão e o Colorado, desde o episódio Tinga, vai ter polêmica?

Desta vez, na Arena em Itaquera, Leandro Damião fez o gol impedido com outros companheiros em impedimento passivo. Não há o que justificar! Mas leve em consideração:

  • O lance é rápido, o cobrador está do outro lado do campo em relação ao bandeira, que, por conseguinte, tem que ser VESGO e bom de vista: ou seja – olhar o momento que a bola é tocada no lançamento e a linha do penúltimo homem naquele aglomerado de camisas brancas e vermelhas. É difícil; mas também é a sua obrigação.
  • O erro foi contra o Corinthians; entretanto, assim como os paulistas, se fosse contra o Internacional os gaúchos não teriam o quê reclamar. E saber o por quê? Porquê é o típico lance de árbitro de vídeo, recurso que eles dispensaram para o Campeonato Brasileiro (corroborando com a vontade velada da CBF). Se tivesse o VAR nesse jogo, facilmente poderia ser anulado o gol.

Enfim: os clubes pagam o preço do atraso e da subserviência à CBF, sem fazer nenhuma mudança prática de tal situação.

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– Análise da Arbitragem para Paulista 2×1 Internacional

Um ótimo jogo de futebol com emoção e boa arbitragem. Ninguém viu Rodrigo Guarizzo Ferreira do Amaral no gramado, exceto nas corretas aplicações de cartões (PAU 1×2 AAI) e na marcação / não marcação das faltas (20×10). Placar final: 2×1.

Um jogo “jogado” com apenas 2 lances reclamados (uma mão na área a favor do Paulista e um pênalti pedido pela Inter – ambos não foram e acertou o árbitro).

Rodrigo advertiu correta e firmemente (de maneira verbal) Quadrado (PAU) quando começou a destoar a partida, e isso funcionou. Ninguém reclamou e a partida fluiu bem. O “gol do árbitro” foi quando realizou uma excelente leitura de jogo ao ver o centroavante do Paulista impedido e permitindo que a jogada sobrasse para o lateral esquerdo que vinha de trás despretensiosamente. Perfeito.

Acrescentando: bandeiras participativos e quarto árbitro atento. Nenhuma contestação.

É preciso registrar: o Fair Play da boa equipe da Internacional de Bebedouro, que permitiu que a partida fosse disputada de maneira leal.

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Golaço do Quadrado, em: https://mycujoo.tv/video/futebolpaulista?vid=217147

– CONFUSUL versus CONMEBOL

Que tal neste mês da Independência do Brasil, os clubes brasileiros se rebelarem e se libertarem das garras vingativas e de animosidade da Confederação do Meridiano do Futebol?

O que perderíamos? A participação na Taça Libertadores da América.

O que ganharíamos? A independência na Gestão dos Torneios.

Vamos criar a Liga Brasileira, dar um pontapé na antipática e privada CBF – a que foi propriedade de Havelange que pós-morte não ouso dizer para onde foi; que pertenceu por muito tempo a Ricardo Teixeira que goza do descanso após tanto trabalho em sua fazenda na Barra do Piraí, querendo passar seus dias na Terra Amada Brasilis sem sequer dar o ar de sua graça nos States; ou ainda empossada por Marco Polo Del Nero e sua trupe cabocla e coronelística, que de um bunker qualquer resiste. Aproveitemos e que a Liga dê adeus às viúvas de Nicolas Leoz.

Dessa forma, os maiores times brazucas devem se aproximar dos grandes do continente, como Boca Juniors (o apolítico e maior clube do Cone Sul), o (quase saudoso) Peñarol e um ou outro mais, livrando-nos de Táchiras, Tolimas, Cuencas e Strongests. Vamos criar a poderosa CONFUSUL – a Confederación del Fútbol Sulamericano, desbancando e desvalorizando a atual entidade maior daqui e afrontando frente-a-frente, pau-a-pau, apito-a-apito e grana-a-grana com a UEFA (a prima  da CONMEBOL, mas que divide um pouquinho mais o dinheiro com os clubes – que ainda assim corretamente não estão contentes – mas são infinitamente mais organizados).

***

Claro que o texto acima é um grande jogo de palavras e carregado de ironia. Mas a mensagem em si é: chega de CBF e CONMEBOL, que os clubes tomem as rédeas e conduzam suas vidas, organizando-se em Ligas autogeridas para não ficarem ainda mais atrasadas em relação a Europa.

O problema é: quem liderará o processo? Andrés Sanches? Leco? Eurico? Bandeira de Melo? Kalil?

Pobre futebol sulamericano…

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Inter de Bebedouro

Nesta Rodada 25, Rodrigo Guarizzo Ferreira do Amaral, 41 anos de idade, trabalhando na sua 20a temporada no futebol profissional e natural de José Bonifácio, apitará Paulista de Jundiaí x Internacional de Bebedouro.

Guarizzo é árbitro bem rodado do quadro da FPF e da CBF. Ele está atuando no Brasileirão das séries A e B (revezando no apito e como AAA – apitou pela série B no começo do mês o jogo entre Goiás 3×1 Fortaleza, e na semana seguinte esteve na rodada decisiva da Copa Paulista). Não está entre os árbitros que apitam clássicos da A1, mas isso não tira sua competênciaCondição de uma grande arbitragem ele tem.

Curiosidade: será o 28o jogo que Rodrigo apitará nessa temporada, sendo que dos 27 já trabalhados: 13 vitórias do time mandante, 9 empates e 5 vitórias do visitante.

Para se ter ideia da importância do jogo, os bandeiras serão Leandro Matos Feitosa e Paulo de Souza Amaral (todos da A1). O quarto-árbitro é árbitro que apita série A1: Márcio Roberto Soares.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Internacional pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Vagner Alves; comentários de  Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Sábado às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte

– Como explicar tanto erro Pró-Boca? Sobre a expulsão de Dedé, Amarilla 2013, Aquino 2011…

Quatro históricos jogos com erros a favor do BocaNão há muito o que comentar: de nada adiantará o uso da tecnologia se o material humano – o árbitro – não for bem capacitado (e honesto).

Ao ver a expulsão do cruzeirense Dedé após um choque normal com o goleiro Andrada (como se deu, forçosamente e de maneira constrangedora), perco (talvez não seja a 1ª vez) a confiança na arbitragem sulamericana.

Ontem mesmo falamos sobre o Grêmio e a pressão de Bolzan sobre o péssimo juiz Bascunán, que foi o VAR no jogo contra o Tucuman (Wilmar Roldan, o árbitro, não expulsaria Nuñes – nossa análise aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/09/19/a-ironica-situacao-do-var-de-tucuman-0x2-gremio-e-agora-bolzan/).

Ao ver o árbitro paraguaio Eber Aquino no Bombonera, não dá para não lembrar do também paraguaio Carlos Amarilla no Pacaembu contra o Corinthians (relembre aqui: https://professorrafaelporcari.com/2013/05/16/analise-da-arbitragem-de-corinthians-1-x-1-boca-juniors).

Nesse rol de erros pró-Boca, ainda temos o igualmente paraguaio Ubaldo Aquino em 2001 contra o Palmeiras. E se preferir, Cruz Azul x Boca Juniors numa final (impossível seria um mexicano da Concacaf ganhando a Libertadores da Conmebol?). Mais longe, em 1964, Estudiantes x Santos (né Abel Gnecco?).

Ops: Eber Aquino Ganoa é paraguaio, tem 39 anos e há 2 está no quadro da FIFA. No ano passado, havia apitado dois jogos pela Libertadores. Nessa temporada, era o seu 6º jogo. Não tem parentesco com seu compatriota Ubaldo Aquino (hoje, cartola da arbitragem da Conmebol e pai do bandeira FIFA Rodney Aquino).

Já escrevi algumas vezes: me recordo na década de 90 de um importante diretor de árbitros brasileiro que ao ver o nome do juiz Epifânio Gonzales numa escala, soltou: “PQP, prestem atenção: NUNCA confiem em árbitro paraguaio!”.

Em tempo: como o Brasil está sem moral na Conmebol, não? O corrupto e detestável Ricardo Teixeira não deixaria que seus pares (ou cúmplices) permitissem tais garfadas assim!

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– A irônica situação do VAR de Tucuman 0x2 Grêmio. E agora, Bolzan?

Na Argentina, pela Libertadores, em Atlético Tucuman x Grêmio FPA, O árbitro colombiano Wilmar Roldán marcou falta sofrida por Alisson (GRE) após a disputa com Gervasio Nuñes (TUC), mas não o expulsou. Roldán, que não usou como deveria o árbitro de vídeo na Copa do Mundo da Rússia e por isso ficou de fora das fases decisivas (lembram da lambança no jogo da Inglaterra?) foi avisado pelo VAR que não foi uma falta temerária, mas sim conduta violenta (de fato, foi uma pisada proposital do argentino sobre o brasileiro). Fez a correção aplicando o cartão vermelho e acertou neste lance capital (aos 44m do 1º tempo).

O detalhe?

Julio Bascunán, chileno, era o VAR.

Não nos esqueçamos que o presidente gremista Romildo Bolzan, que costuma fazer duras críticas às arbitragens pré-jogo (aquelas famosas queixas preventivas), antes da partida disse “cobras e lagartos” sobre Bascunán (sim, criou-se veto até a nome que vai trabalhar de VAR), pois ele foi o árbitro da 1ª final da Libertadores da América entre Lanús 0x1 Grêmio (22/11/2017) – e com péssima atuação, sejamos justos.

E agora, o que se dirá: que o chileno foi correto por estar bem atento ou por ter aceito a pressão brasileira?

É claro que a essa altura, apesar da ótima partida do Grêmio, o presidente estará cantando em verso e prosa que suas críticas surtiram efeito.

– Surtiram?

Talvez…

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– Mais uma vergonha do futebol brasileiro

Quando aceitaram a dispensável Copa do Mundo de 2014 (aquela que tomamos de 7 da Alemanha e que gastamos bilhões me corrupção), os organizadores prometiam uma verdadeira revolução no futebol e na sua estrutura.

Pois bem: agora, em 2018, o Maracanã está com um ridículo gramado e Flamengo x Vasco jogaram nem Brasília. E quando o vascaíno Bruno Silva se lesionou e precisou de atendimento médico com a ambulância… a viatura médica precisou ser empurrada!

Mico. Vergonha. Desrespeito. As imagens:

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– Nickollas e a sensibilidade do treinador do Palmeiras

Desde o último domingo, viralizou a imagem de uma mãe narrando o jogo entre Palmeiras x Corinthians a seu filho deficiente, chamado Nickollas.

A  TV Palmeiras encontrou a responsável pelo garoto e conseguiu marcar um encontro com os jogadores que ele tanto gostava.

Aqui, uma observação que eu já escrevi algumas vezes: o quão é chato trabalhar em jogo do Luís Felipe Scolari (na minha carreira de árbitro já tive essa oportunidade in loco)! Como se comporta mal, debocha, reclama… mas faço questão de fazer essa observação pois, a figura humana que demonstrou ser na receptividade do menino, faz com que independente do time que você torça ou da simpatia ou antipatia nutrida ao Felipão, te sensibilize.

Assista em: https://youtu.be/TKWqdB7q70s

– Não faça isso, Douglas Costa

Contra o Sassuolo, a Juventus viu Cristiano Ronaldo marcar 2 gols. Mas viu seu atacante brasileiro Douglas Costa dar uma cusparada contra um adversário – e ser flagrado pelo VAR!

Não é uma infração simples contra a Regra. É um caso de caráter, Educação e civilidade.

O que leva um homem a ser tão imbecil de tamanho ato hostil? Não somos animais irracionais, e receber uma cuspe é algo, além de nojento, desprezível.

Qual punição a Regra do Jogo deveria prever, além do Cartão Vermelho? Sim, defendo a ideia de rigor ao extremo para tal situação.

Mais tarde, em suas redes sociais, o atleta escreveu:

“Gostaria de pedir desculpas a todos os torcedores da Juventus por essa minha reação equivocada no jogo de hoje. Peço também desculpas aos meus companheiros de time, que estão sempre comigo nos momentos bons e ruins. Errei feio, tenho consciência e venho me desculpar com todos por isso. Deixo claro que essa atitude isolada não condiz com o que sempre mostrei em minha carreira”.

Espero que seja um arrependimento de coração, não dizeres de quem quer fugir da provável punição pesada que receberá no Calcio.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Itararé x Paulista

Para a decisiva partida do Galo na divisa do Paraná contra o Itararé, apitará Ilbert Estevan da Silva, 34 anos, há 12 temporadas no Futebol Profissional. Fausto Viana Moretti e Vladimir Nunes da Silva serão os bandeiras; Alysson Fernandes Matias (que sempre tem algum tipo de contratempo – por culpa própria ou não – quando vem a Jundiaí) será o quarto-árbitro.

Ilbert foi um dos primeiros árbitros da “nova geração” que apitou a Primeira Divisão, lançados nos últimos anos da gestão do Cel Marinho. Tecnicamente bom, fisicamente razoável e disciplinarmente bem, tem experiência suficiente e capacidade para levar a partida a contento.

Uma dica ao Sérgio Caetano: poupe reclamações ao 4o árbitro, pois (não é má fé) o 4o árbitro Alysson nunca conseguiu “ter química” com o Paulista no Jayme Cintra e nem no Amador da cidade. Como o treinador é agitado, usar a prudência é uma boa.

– A trapalhada em Palmeiras 0x1 Cruzeiro

Que confusão a respeito do gol (que seria o empate) do Verdão contra a Raposa, não?

Avalie: Edu Dracena (SEP) faz falta no goleiro Fábio (CRU) ou é o goleiro que sai mal do gol e aí acontece o contato físico entre ambos?

A 2a situação é a leitura correta; sendo assim, gol legal e mal anulado na partida da semifinal da Copa do Brasil entre Palmeiras 0x1 Cruzeiro.

O problema é que Wagner Reway, árbitro do MT que vira-e-mexe tem escalas generosas e não vai bemmas segundo a Comissão de Árbitros da CBF tem condição de ser FIFA (!), errou duas vezes num único lance. Explico:

1- Ele interpreta falta de Dracena em Fábio (inexistente, aquele chamado jocosamente “perigo de gol” – ou seria “perigo de VAR”?).

2- Tendo o uso do VAR na partida, a recomendação da FIFA, segundo o protocolo do árbitro de vídeo, é deixar seguir o lance em caso de dúvida e consultar o monitor na sequência, após a conclusão do lance e o jogo ser paralisado.

O grande problema é que alegará que não consultou o VAR pela CONVICÇÃO da sua interpretação. E, sendo assim, terá errado 3 vezes. Como num lance capital ter tamanha certeza e desprezar o uso da ferramenta que o auxilia?

Até que apareça uma imagem de sabe-lá-onde e mostre o contrário, o equívoco foi grande e a cáca está feita.

Uma outra queixa: antes do jogo, Sérgio Corrêa da Silva (que nunca foi demitido da Comissão de Arbitragem da CBF e substituído pelo Cel Marinho, mas realocado para o “Departamento de Desenvolvimento do Árbitro de Vídeo”), foi aos vestiários e explicou a todos os procedimentos do VAR, além de lembrar: na dúvida, não desistam da jogada pois o árbitro tenderá a deixar o jogo rolar em cumprimento ao protocolo e após a conclusão da jogada irá consultar o árbitro de vídeo.

Com que cara ele deve ter ficado depois do jogo, não?

SUGESTÃO: com tantas câmeras, que tal uma na cabeça do árbitro (como aquelas de motociclistas) para mostrar a imagem que somente o juiz viu?

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Foto da divulgação dos treinamentos do VAR. Na imagem: Marcelo Aparecido de Sousa (que não esteve no jogo de ontem) no intensivo proposto pela CBF.

– Kah Sports e Paulista de Jundiaí: e então?

Sobre a Kah Sports e o Paulista de Jundiaí: na oportuna matéria trazida com os libaneses proprietários da empresa pelo Site Esporte Jundiaí (link abaixo), fica bem claro: o Paulista não teve o interesse e/ou o modelo dos estrangeiros não foi corretamente apresentado. Leia até o fim e entenda:

Avalie racionalmente: como arrendar um time para um grupo de fora, mal conhecido no Brasil, após 4 conversas apenas?

Sabe quando o cara quer lhe “furar o olho”, e quer que você assine logo o documento, a fim de que você não “dê para trás”?

Quanto tempo levou para acertar as tratativas com Parmalat, Lousano e Magnata? Muitas e muitas conversas! E foram parcerias positivas.

Entretanto, o “Campus Pelé” e o pessoal de Mônaco, do português Paulo Fernandes, assinado rápido, deu em quê?

Aliás, se fala muito de “profissionalismo”, “gestão” e “parceria” por aí, sem ao menos se saber o que é! Não é porque alguém vem com grana ao Paulista que pode ser tratado como “Deus”. Não existe “almoço de graça”, e insisto: se eles queriam mesmo e as tratativas ocorriam, por que não se empenharam em voltar e/ou pedir retorno / continuidade das conversas?

Duas coisas:

1- Você já viu Libanês “ruim de negócio”? Claro que não, e isso é lógico: não dá para fechar negócio tão rápido.

2- Nessa época de “clube-empresa”, os grandes empresários têm times próprios. O Juan Figger tem o Deportivo no Uruguai (já foi dono do Irati em sociedade com Vanderlei Luxemburgo), o ex-jogador Oscar comanda o Brasilis de Águas de Lindóia, o Eduardo Uran é o dono do Tombense, e outras equipes Brasil afora são clubes-empresas, permitidos pela Lei Pelé. Se o negócio é tão bom assim, por que o pessoal do Líbano não monta seu próprio clube? Precisa se associar com o Paulista a troco de quê? Do nome, da vaga e do estádio?

Vale refletir. Nessa, me parece que o Paulista evitou fazer um gol contra.

O link citado acima em:

https://www.esportejundiai.com/2018/09/futebol-presidente-do-grupo-kah-sports.html?m=1

ACRÉSCIMO –

Sobre o texto, para que não paire dúvida: Parceria boa é aquela que tem a oferecer de maneira clara. Lembram do português Paulo Fernandes? Do Macena? Lembram do “sheik que morava na Inglaterra e que queria balanço?”
Por maior que seja a antipatia de alguns amigos com a diretoria (não estou fazendo juízo de valor), não devemos acreditar em almoço de graça. Não sejamos ingênuos!!!
Aqui, não falo como torcedor (que sou), como apaixonado pelo Paulista (que sou como vocês também são) ou como comentarista de futebol (que racionalmente tento ser). Falo como administrador, como comerciante, como NEGOCIADOR!
Não é assim que funciona. Aqueles que se sentam para discutir estratégias e parcerias, sabem que não é (e nunca será) profissional esse modo. Imaginem quantas quadrilhas existem por aí procurando times com a corda no pescoço e se associarem? São chupins.
Não afirmo isso da Kah Sports, mas pela matéria do Thiago no Esporte Jundiaí, fica claro que eram eles que queriam muito assinar! Ou não?
Quando a pessoa vê alguém sem dinheiro, sempre oferece algo para, no desespero, “DEPENAR” o outro. Ou acham que Fininvest, Crefisa e outras entidades de crédito fácil emprestam dinheiro barato? Bancos te pagam 0,5% na poupança, pegam o seu dinheiro e ganham 13% (e você ficou com 0,5% – isso, com empresas sérias).
Imagine no mundo e no submundo do futebol! É melhor continuar do jeito que está, do que dar ao clube para ilustres desconhecidos. Ou alguém acha que um grupo que veio do Libano (não é xenofobia, é menção de ser “tão de longe”) viria aqui salvar a Pátria de um time na 4a divisão podendo cair fora daqui 3 semanas?
Sejamos Honestos: não vale o risco. É ver sem a emoção, embora queiramos todos nós o bem do Paulista. Mas tem que ser BEM com BENS, não risco de BEM com ÔNUS.

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– A simulação de Neymar e os empresários de atletas com a Seleção

Assistiram o jogo da Seleção Brasileira? Vi apenas os melhores momentos nessa madrugada, e fiquei boquiaberto ao ver duas situações que, de tão antiéticas, tornam-se constrangedoras.

1- Neymar recebeu a faixa de capitão da Seleção, a fim de dar-lhe maior maturidade e tentar limpar a péssima imagem gerada de maneira global durante a Copa do Mundo. E eis que… simula um pênalti e recebe cartão amarelo (detalhe: contra o pobre El Salvador, escrete que no seu último jogo venceu com os titulares por 2×1 a minúscula seleção de Monteserrat, arquipélago de 6000 habitantes e número 200 de 204 no ranking da FIFA). Aos 43m do 1o tempo, Neymar parte para cima do zagueiro, força a passagem, perde a bola e se joga. Durante a simulação, ainda escorrega sem querer. O árbitro Jair Marrufo não entende nem pênalti e nem queda acidental, mas corretamente simulação. Acertou.

Precisa fazer isso, Neymar? Fair Play, rapaz! Seu treinador deve estar feliz com isso… Aliás, as imagens da TV mostraram Tite reclamando do cartão.

2- Me sinto decepcionado com Tite. Mesmo ganhando tudo no período pré-Copa, me incomodava ter assinado o manifesto de renúncia do Marco Polo Del Nero e depois ter aceito o convite do próprio – sempre tergiversando e dizendo que não misturava política com futebol. As vitórias, logicamente, apagavam essa “bobeada”. Entretanto, vejo nas redes sociais o iraniano Kia Joorabchian, ligado ao fundo MSI de Boris Berezoviski e de tantas polêmicas (incluindo a demissão de Tite no Corinthians), juntamente com o empresário de atletas Giuliano Bertolucci e os atletas da Seleção agenciados por eles.

Essa selfie (abaixo) leva você a ficar ao menos com um “pé atrás” em relação à liberdade e independência nas convocações?

Aqui a foto e o comentário do jornalista Dassler Marques: