– O que pode significar o não-pagamento da Globo quanto a parcela dos Estaduais aos clubes? Acabou ou não o torneio?

Com a informação de que a Rede Globo suspendeu o pagamento das últimas parcelas dos Campeonatos Estaduais (está na mídia tal informação, embora eu não tenha lido nenhuma nota oficial), imagino o desespero dos clubes de futebol. 

Penso que, se os Regionais voltarem, automaticamente o valor restante a pagar é quitado; se não tem restante de torneio, não tem restante de pagamento. É um produto: entregou a mercadoria, recebeu o pagamento. Se ele está em partes, o saldo a pagar deve ser igual. 

Porém, apesar dos clubes do RJ se reunirem e mostrarem que querem acabar o campeonato dentro de campo, e os paulistas estando em férias, fica a grande questão (especialmente aos grandes clubes): quando jogar, sem sacrificar ainda mais outras competições?

Só o tempo dirá. Enquanto isso, a angústia dos cartolas em acabar logo com a quarentena e retomar aos trabalhos (devido a dificuldade financeira) deve ser enorme. É o inevitável “Custo-Covid”.

Não posso deixar de importunar: e os clubes pequenos nessa hora tão difícil, não? Para esses, as Federações precisam olhar ainda mais com carinho neste momento delicado  (entendendo que: quem formam as federações são os clubes, independente de tamanho ou idade).

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– Quando Quarentena não é folga para curtição e o exemplo que veio do futebol

Todos nós estamos nos empenhando para que a crise do Novo Coronavírus não seja maior do que se espera. Mas um exemplo de oportunismo dela ocorreu em Bragança Paulista, envolvendo um atleta do Red Bull Bragantino, na semana passada – mas que serve de ilustração para qualquer área profissional ou setor de atividade.

Ao invés de resguardo, liberado para ficar em Quarentena, o atacante Alerrandro saiu da cidade, viajou até a casa de parentes e… fez uma boa festa!

Imagine qualquer empregador dando folga “de maneira forçada”, em uma situação como essa, remunerando o cidadão e ele vai para a diversão, ao invés do cuidado no qual foi orientado?

Só acontece em Bragança? Só no Red Bull? Só no Futebol… vale refletir a questão do comprometimento social de todos nós!

Extraído de: https://globoesporte.globo.com/google/amp/sp/vale-do-paraiba-regiao/futebol/times/bragantino/noticia/alerrandro-descumpre-regra-de-quarentena-e-e-multado-pelo-bragantino.ghtml

ALERRANDO DESCUMPRE REGRA DE QUARENTENA E É MULTADO

O atacante Alerrandro, do Bragantino, foi multado pelo clube por descumprir a regra de quarentena imposta pelo Massa Bruta aos jogadores e integrantes da comissão técnica. Neste fim de semana, o atleta foi para Lavras-MG se encontrar com a família, sendo que a ordem do clube é para que todos fiquem isolados em Bragança Paulista.

Na cidade mineira, vizinhos da família do atleta registraram um boletim de ocorrência porque uma festa estava sendo realizada na casa dos familiares de Alerrandro. O BO foi registrado como perturbação de sossego, além da reclamação por causa da aglomeração de pessoas nesta época de coronavírus. Segundo consta no boletim, a mãe do atleta informou que havia cerca de 20 pessoas na festa. A Prefeitura de Lavras proibiu por 60 dias a aglomeração de pessoas em locais fechados.

O Bragantino não se pronunciou sobre a multa aplicada ao atleta, mas existe a informação de que será descontado 40% do salário de Alerrandro. Em uma rede social, o clube apenas postou um vídeo em que o atacante pede desculpas por ter descumprido a regra.

A ordem no Bragantino é que todos os atletas se mantenham em casa durante essa pandemia de coronavírus. Os jogadores têm recebido orientações para realizarem atividades físicas nas proprias residências ou isoladamente em locais abertos. Eles precisam mandar vídeos das atividades que têm realizado.

Na paralisação do Campeonato Paulista, o Bragantino lidera o grupo D, com 17 pontos, com a classificação às quartas de final já garantida.

Alerrandro em apresentação do Bragantino em Itu — Foto: Ari Ferreira/ CA Bragantino

– Chegou a hora de rediscutir o futebol? Façamos o mesmo com a Profissionalização dos Árbitros.

Jogadores de futebol da Europa, dos grandes clubes, estão rediscutindo contratos e salários. Ligas repensando formatos. Tudo pela nova realidade que o esporte deve viver em tempos Pós-Covid.

Pense: aqui no Brasil, onde tudo está parado também, os árbitros estão sem apitar e sem receber. E aí há duas correntes:

  1. Aqueles que defendem ajuda da CBF, já que se não tem jogo, não tem renda (crendo que os árbitros vivem com o “salário” irregular que lhes é pago no futebol.
  2. Aqueles que não entendem como necessária tal ação, já que a maioria dos juízes tem outros empregos.

Diante disso, leio nas Redes Sociais, onde debati com alguns amigos, que a ANAF conseguiu um adiantamento para os árbitros. Isso é bom?

Em termos… Adiantamento não é reforço financeiro, é empréstimo, diferente do “Coronavaucher” instituído pelo Governo. Mas pensemos:

  • Será que todos os árbitros serão contemplados? Precisariam? Como criterizar?
  • A medida é correta? Não é apenas uma ação demagógica da CBF (por não ser uma ajuda sem volta, mas um adiantamento?).

Vale discutir o cerne: não há como deixar de defender a PROFISSIONALIZAÇÃO REAL da arbitragem de futebol brasileira. O esporte é caro, e a coisa precisa ser levada à sério. A milionária CBF (vejam os balanços) deveria bancar um grupo de elite para os jogos da Série A do Brasileirão, registrando-os em carteira / contrato com tempo mínimo de temporaradas, FGTS, INSS, Plano de Saúde e benefícios. Foi bem, renova. Foi mal, encerra o contrato.

Dinheiro? Não falta. Veja o balanço da entidade e o que ela gasta com mensalinho aos presidentes de federações estaduais como ajuda de custo.

Para as demais divisões, vale o esquema tradicional – afinal, a cereja do bolo é a série A. E que nenhum árbitro profissional “de ponta” desça de divisão, já que dever-se-ia ter um grupo fechado para tocar de cabo-a-rabo as séries B e C. 

Um atacante do Flamengo que ganha mais de R$ 1 milhão por mês vai dividir a bola com um zagueiro do Palmeiras que ganha R$ 800 mil, e quem decidirá se foi ou não pênalti, não é um profissional de verdade (pois trabalha durante a semana e apita às 4as e domingos)! Chega a ser hilário.

Aí você terá quem diga que na verdade, todos eles da Série A vivem de arbitragem. Mas que risco! Não sabem quando vão estar escalados e treinam com suas próprias disponibilidades.

Também existirá a questão de “compensar ou não sair do seu emprego” para ser árbitro profissional.  Por isso a proposta deve ser atrativa – pois você terá um funcionário à sua disposição. Ou com os jogadores profissionais não é assim?

Nós temos muitos, muitos árbitros de futebol no Brasil. As escolas de árbitros, com suas diversas turmas anuais e salas lotadas, são minas de ouro com grandes receitas financeiras e despesas diminutas. Não há onde colocar tanta gente para apitar e dar ritmo de jogo. Esse é outro problema: garimpar talentos!

Enfim, um detalhe importante: Leonardo Gaciba até agora não conseguiu oxigenar a pasta que lhe é confiada (e talvez nem possa fazer isso). Quantos senhores estão há muitas DÉCADAS na CBF (ora na Comissão de Árbitros, ora como instrutor, ora em algum cargo específico criado) e, concomitantemente, trabalhando como “benemérito dos árbitros”? E desde o tempo de Ricardo Teixeira, José Maria Marin, Marco Polo Del Nero… sempre se garantido!

Nunca teremos uma visão liberta e independente da arbitragem do Brasil desse jeito e com esses intermináveis senhores. E insisto: não veremos gente defendendo esse modelo de profissionalização (como é na Inglaterra) DE VERDADE (pois alguns o farão da boca para fora).

Até quando? Essa é a pergunta.

Resultados da Busca - Gazeta Press

– A irresponsabilidade de “falar o que não deve” no Futebol

Não repercutiu muito, mas serve de exemplo para que dirigentes de futebol tomem cuidado na hora de falar (ou até mesmo debochar) de alguém.

No mês passado, o polêmico Paulo Carneiro (dirigente do Vitória, que um dia chamou Felipe, então goleiro do Corinthians e que hoje está na Hungria, de “macaco”), falou que aquela famosa dedada de Rodrigo (da Ponte Preta) em Trellez (que jogava no Vitória) e que foi preponderante para o rebaixamento da Macaca Campineira e para a salvação do Leão, havia sido combinada com o atleta e o treinador Vagner Mancini.

É claro que tanto Rodrigo quanto Mancini reclamaram. E como isso acabou? Na Justiça, obviamente.

E se a AAPP também reclamar que foi “combinado” para que ela caísse?

Viram como as palavras precisam ser usadas com cuidado?

Relembrando, extraído de: https://atarde.uol.com.br/esportes/vitoria/noticias/2119706-entrevista-de-paulo-carneiro-sobre-mancini-e-rodrigo-gera-polemica

A POLÊMICA ENTRE PAULO CARNEIRO, RODRIGO E TRELLEZ

O presidente do Vitória, Paulo Carneiro, em entrevista à Rádio Itapoan FM, na última segunda-feira, 17, tratou sobre uma suposta combinação entre o ex-técnico rubro-negro, Vagner Mancini, e o zagueiro Rodrigo, da Ponte Preta, que deu uma ‘dedada’ no atacante do Leão, Tréllez, no duelo entre as equipes e acabou ‘salvando’ o time baiano do rebaixamento à Série B em 2017.

Ainda nesta terça, 18, o próprio mandatário ‘desmentiu’ o que falou e explicou outra versão. “Não teve armação nenhuma. Eu não sou louco de dizer uma coisa dessas. Eu brinquei falando de que acabou sendo uma combinação”, ressaltou PC.

No entanto, a repercussão nada boa sobre o caso, fez com que João Henrique Chiminazzo, advogado de Vagner Mancini e de Rodrigo, emitisse uma nota e prometesse que vai acionar o dirigente na Justiça.

“Venho a público manifestar o sentimento de repúdio de ambos diante das acusações caluniosas e difamatórias proferidas pelo presidente do Esporte Clube Vitória, Sr. Paulo Carneiro”, apontou.

“Postura deselegante que, desprovida de provas, ofende a honra de dois profissionais”, disse trecho da nota divulgada pela assessoria do treinador Mancini.

Para prolongar ainda mais a situação, a Ponte Preta, rebaixada à segunda divisão na época, estuda acionar o STJD e o MP pra uma investigação do caso. Pelo visto este tema ainda vai render muito ‘pano pra manga’.

Entenda por que 'dedada' de Rodrigo volta a causar polêmica 2 anos ...

– Posse de Bola, segundo Minelli

Um dos maiores treinadores de futebol de todos os tempos do Brasil, Rubens Minelli, um dia contou o que falava aos seus comandados sobre posse de bola:

Quando vocês tiverem a posse de bola, joguem como quiserem. Quando não tiverem a posse, joguem como eu mandar!“.

Vai discutir com ele?

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– Pergunte ao Pacaembu se está tudo bem…

Se a vida está tudo bem e pode-se manter a rotina, como alguns insistem em dizer, veja a imagem abaixo do Estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu.

Parece-me que não é um jogo de futebol que acontecerá, tampouco um show que se realizará…

Quando uma Praça Esportiva como esta vira Hospital, é necessário levar a sério a situação, não acham?

– Problema Financeiro ou Má Gestão?

Ao ler a matéria falando da demissão do treinador Sérgio Soares, da Ferroviária (incrível: com o futebol parado no Brasil, ainda assim treinador cai), pode nos parecer num primeiro momento que, de fato, o Coronavírus foi um dos responsáveis e abalou as contas do clube (o que seria possível).

Mas ao longo do texto… palavras como “mudança de filosofia”, “resgate da metodologia anterior” e outras observações são feitas dando a entender que a crise de saúde, na verdade, seria só uma desculpa.

Lembrando: a AFE, com sua nova endinheirada gestão, prometia muita coisa em 2020!

Extraído de: Uol.com

FERROVIÁRIA CITA FINANÇAS E DEMITE SÉRGIO SOARES

Por Rodrigo Viana

A Ferroviária, time que tinha a expectativa de um investimento milionário no início da temporada com a chegada do investidor Saul Klein, herdeiros das Casas Bahia, demitiu o técnico Sérgio Soares e o auxiliar Denys Facincani. A justificativa, em nota nas redes sociais, teria sido “em função do planejamento desportivo e financeiro do clube para o segundo semestre”.

À reportagem, Soares mostrou-se surpreso com a decisão: “É lamentável. Recebi o comunicado por telefone. Me senti entristecido por essa notícia”.

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O técnico fez questão de lembrar o momento do time em campo até a temporada ser interrompida: “Deixamos a equipe num momento de ascensão, com seis jogos sem perder no Paulista, e uma classificação inédita para a terceira fase da Copa do Brasil”. A Ferroviária já teria, inclusive, recebido da CBF a premiação referente à classificação à terceira fase da Copa do Brasil, cerca de R$ 2,7 milhões.

Soares afirmou que seu contrato foi quebrado, e que o vínculo tinha duração prevista até o final do ano. “As pessoas que cuidam da minha carreira vão conduzir essa questão”. Mesmo entendendo que a decisão tenha tido motivação financeira, Soares pontuou que a Ferroviária conta “com a presença de um investidor”, referindo-se ao grupo de Saul Klein.

A Ferroviária deve efetivar Léo Mendes no comando da equipe profissional. Há quatro anos à frente do sub-20 da Ferroviária, Mendes foi um dos responsáveis pela revelação de atletas como Claudinho e Joninha, hoje na equipe principal, além de Gustavo Medina, negociado com o Real Valladolid da Espanha, e Felipe Estrella, com o Roma, da Itália, entre outros.

A diretoria da Ferroviária aposta que Mendes pode resgatar o modelo de jogo implantado desde que o time voltou à primeira divisão e que havia se perdido com as sucessivas mudanças de treinadores. Desde que o grupo de Klein assumiu a Ferroviária, passaram pelo comando da equipe Vinícius Munhoz, Marcelo Villar e Sérgio Soares. Desta forma, a efetivação de Mendes poderia realinhar o discurso da “antiga” Ferroviária com o novo investidor.

O técnico chegou ao clube em janeiro e dirigiu o time grená em 13 partidas, com quatro vitórias, seis empates e três derrotas. Em nota oficial, Soares agradeceu a passagem por Araraquara. “Agradeço a todos os funcionários da AFE, ao grupo de jogadores, que tenho certeza caminhavam comigo no entendimento que eu tenho de futebol, comissão técnica e dirigentes pela oportunidade. Tenho certeza que o reconhecimento do nosso trabalho acontecerá e que novos projetos de sucesso virão”, afirmou.

Começa o desmanche

O impacto da covid-19 já atinge os clubes da primeira divisão do Paulista e o futuro do campeonato está em cheque. É um cenário no qual a diretoria do Santo André, dono da melhor campanha até aqui, já cogitou não disputar o final do campeonato e reivindicar o título. Pois, além da Ferroviária, outro clube anunciou recentemente a saída de seu treinador: Pintado está fora do Água Santa.

As mudanças da Ferroviária e do Água Santa, bem como as reivindicações do Santo André são apenas a ponta do iceberg da situação dos times do campeonato. Em entrevista ao blog da Marília Ruiz, do UOL Esporte, o presidente do Corinthians Andrez Sanches disse que os clubes devem priorizar o Brasileiro e as copas Intercontinentais. A Federação Paulista de Futebol ainda não se pronunciou. Mas a continuidade do Campeonato Paulista torna-se cada vez mais inviável.

– A 1a proposta coletiva sobre as mudanças do Paulistão 2020 / 2021 para as suas divisões.

Mesmo com o recesso do futebol brasileiro e estando a FPF em férias, a Portuguesa lidera um grupo de times da Série A2 propondo o encerramento do campeonato, acesso imediato de 8 times, cancelamento do rebaixamento em 2020 e pré-seletiva para 2021 (aí sim considerando um “acesso” e “um” decesso). Isso impactaria diretamente a A1 e seria, a reboque, um modelo para a A3.

Confesso que ao ler, de imediato a achei confusa e, provavelmente, inviável. Mas é uma 1a ideia sugerida de maneira coletiva pelos cartolas.

Extraído de: https://www.espn.com.br/artigo/_/id/6797412/portuguesa-lidera-comissao-quer-8-times-subindo-para-paulistao-2021

PORTUGUESA LIDERA COMISSÃO DE CLUBES E QUER SUBIR 8 TIMES PARA O PAULISTÃO 2021

O presidente da Portuguesa, Antonio Carlos Castanheira, lidera uma comissão de clubes que deseja o fim imediato do Campeonato Paulista da Série A2, equivalente à segunda divisão do Estado, e a promoção de oito equipes.

A reportagem apurou que a motivação vai além do temor pela pandemia do novo coronavírus, que paralisou todas as competições no país desde 17 de março, sem data estipulada para retornar.

A Portuguesa, assim como a maioria dos times que disputam a Série A2, tem mais da metade do elenco com contrato até o final de abril deste ano. Por não ter um calendário nacional, a equipe não tem recursos para renovar com os jogadores.

A situação é similar a de São Bernardo, Taubaté, Portuguesa Santista e Monte Azul, todos com mais de 50% do elenco com contratos para encerrar daqui a 36 dias. Coincidentemente eles ocupam as quatro primeiras posições da A2.

A Portuguesa é a oitava colocada, portanto, a última equipe na zona de classificação para o mata-mata final.

XV de Piracicaba, São Caetano e Juventus, que também estão no G8, teriam um impacto menor. Mas ainda assim sairiam prejudicados. O índice de jogadores com contrato que vão encerrar no final de abril é de 33,3%, 5,4% e 31,3%, pela ordem.

As duas equipes na zona de rebaixamento para a Série A3 também vivem esse drama. Mais de 60% do elenco da Penapolense terminará em 30 de abril. O Votuporanguense, que é o lanterna do torneio, tem 46,7% do elenco comprometido.

A motivação para pedir o encerramento da A2 antes do previsto em calendário tem motivações financeiras. Vale lembrar que a disputa foi paralisada faltando três rodadas para a conclusão da fase classificatória.

A proposta que os clubes vão apresentar para a Federação Paulista é encerrar o torneio com a classificação da forma como está, promover os oito primeiros colocados para a primeira divisão e não rebaixar nenhum clube para a A3.

O plano é bastante ousado porque deixaria a A1 em 2021 “inchada”, com 24 participantes – considerando que pode não haver descenso na primeira divisão. Mas a comissão liderada pela Portuguesa também tem uma proposta para minimizar o efeito.

A ideia é realizar uma seletiva antes da competição, sem a presença dos grandes, para definir oito rebaixados. Depois, ao final do torneio, ainda seriam rebaixados os dois piores clubes para o Paulistão voltar a ter 16 times em 2022.

Outra proposta estudada é sugerir a criação de dois grupos com 12 participantes cada um, sendo assim 11 datas (uma menos que a primeira fase atual) e rebaixando quatro equipes de cada chave.

A Federação inicia a partir desta quinta-feira um período parcial de férias, que valerá até 24 de abril, mas a entidade nega que esteja parada. Manteve um número mínimo de colaboradores em todas as áreas para não parar.

Sede da FPF é alvo de vandalismo após final do Campeonato Paulista ...

– Jornal Lance! deixará de ser impresso

Que pena! Um dos prazeres que sempre cultivei foi ler jornais. Sim, folhear, não rolar a tela. E, agora, como leitor do Lance! desde a edição paulista número 1, lamento muito a saída da edição impressa.

Eu já era árbitro quando a Gazeta Esportiva parou de circular, não tendo a oportunidade de ver meu nome estampado em alguma página. A primeira vez que vi meu nome no Lance! foi como uma compensação: e vejam que curioso, foi num escondido jogo entre Paraguaçuense x Bandeirante de Birigui. Mas no quadrinho estar lá a ficha técnica e escrito: ÁRBITRO: Rafael Porcari, foi vibrante. Lógico, a 1a vez nunca se esquece…

Em: https://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/apos-quase-23-anos-diario-lance-interrompe-versao-impressa_39743.html

APÓS QUASE 23 ANOS, DIÁRIO LANCE! INTERROMPE VERSÃO IMPRESSA

No último sábado (21), o diário esportivo Lance! anunciou, por meio do próprio jornal, das plataformas digitais e do Blog do Juca Kfouri, no UOL, que deixou de ter sua versão impressa a partir deste domingo (22). De acordo com o próprio jornalista, “os cuidados no combate ao coronavírus, as restrições ao ir e vir, o fechamento das bancas de jornais, tudo colabora para a decisão”.

O diário chegou às bancas de jornais do país em 26 de outubro de 1997, sob o comando do editor Walter de Mattos Júnior. À época, com a internet ainda engatinhando, foi considerado uma revolução na mídia esportiva, uma vez que era o primeiro jornal diário especializado em esportes de relevância nacional.

Agora, 22 anos e meio depois, deixará as bancas. De acordo com Juca Kfouri, no entanto, a iniciativa pode não ser definitiva. “Não tenho dúvida de que tomou a decisão certa ao interromper o projeto que, tomara, poderá voltar mais forte quando tudo isso passar”, escreveu o jornalista.

Apesar da interrupção da publicação impressa, o Lance! continuará existindo nas plataformas digitais, onde as notícias são atualizadas com bastante frequência ao longo de todos os dias. Vale lembrar que Juca Kfouri foi colunista do jornal de 1999 a 2005.

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– Antes de 24 de Abril… esqueçamos novidades da FPF sobre o futuro da A3

Férias coletivas! Somente o pessoal da Segurança ficará tomando conta do prédio da Federação Paulista de Futebol, que fechou as portas por 30 dias por conta da situação do país.

Dessa forma, agrava-se cada vez mais a vida financeira dos clubes de futebol mais modestos (pois sentem mais a paralisação). Assim, fica (ou melhor, continua) a dúvida: o que acontecerá depois dessa data?

Sobre a questão financeira e de socorro aos clubes, abordamos recentemente no link em: https://professorrafaelporcari.com/2020/03/23/quem-podera-salvar-os-clubes-paulistas-dos-males-do-covid-19/

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(Imagino ser essa a imagem do torcedor apaixonado e dos presidentes dos clubes de futebol, esperando uma porta se abrir – não necessariamente a da FPF).

 

– O futebol está me desencantando. Assistir pra quê?

(Texto de 2019, republicado hoje por falta de temas referentes ao Futebol, a fim de lembrarmos que ele é importante – mas nem tanto). Abaixo, deste mesmo blog:

Nasci no meio do futebol. Respiro futebol. Amo futebol. Mas… que futebol?

Preciso confessar algumas coisas importantes, e uma delas (talvez a principal) é a de que cada vez mais aceito a ideia de que o futebol, tão querido esporte, é uma bobagem sem fim. É uma idiotice apaixonante, viciante e intrigante.

Digo isso pois sempre comunguei com a ideia do italiano Arrigo Sacchi, na qual “das coisas menos importantes que existe, o futebol é a mais importante delas”. Concordo. Ou melhor: em partes!

O futebol gera emprego, reservas financeiras, traz saúde e outras tantas situações. É ciência também (no ano 2000, em minha dissertação de mestrado, cunhei o termo “futebolologia” para falar dos novos caminhos dele). E apesar de tudo isso, lamento que a ignorância esteja tomando conta desse outrora sadio ambiente.

Estudar futebol para alguns? Bobagem, não combina (dizem). Quem fala bonito não entende nada, segundo os críticos. Mas no outro extremo, a academia está estudando tudo, até mais do que poderia ou deveria. É um tal de futebolês racionalístico rocambolesco que ninguém aguenta.

Torcer? Como? Saio na rua e vejo crianças e jovens com camisas do mundo inteiro, menos as dos times brasileiros. Quando pequeno, a gente ficava maluco pelo novo uniforme que seria lançado de cada clube brasileiro. Mas a intolerância fez com que tenhamos mais torcedores do PSG, do Barça, da Juve ou do Real do que de Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos. É só pesquisar: você tinha o time pequeno da sua cidade e o outro grande. Hoje você tem em 1º lugar (para muitos adolescentes) o time do Exterior e o seu time brasileiro como opção. Tenha certeza: os estrangeiros globais terão a maior torcida entre os clubes natos brasileiros. Pudera, na década de 80 e 90, eu sabia as escalações de todos os grandes. Hoje, um time começa janeiro com determinado elenco e acaba dezembro com outro totalmente diferente.

E a Seleção?

Ora, é um grupo de jogadores de uma entidade privada, todos endinheirados e que se esforçam conforme seus interesses. Não tenho apreço algum pela CBF, uma empresa de entretenimento historicamente acusada de corrupção. Aliás, os clubes de futebol são privados; treinadores, diretores e outros envolvidos têm seus interesses. E há coitados que pensam que o atleta “joga por amor à camisa”. Que ingenuidade! Tem ainda aquele molecão de 18 anos, vagabundo, que não estuda e nem trabalha, fuma maconha o dia inteiro e vai no estádio “porque o time é a sua vida” – e lá briga com os outros por qualquer coisa, se já não o fizer na rua. Que sem noção! E ainda quer encher o saco dos outros nas redes sociais se achando mais sabido e entendido do que adultos trabalhadores do meio, que só de vivência no futebol têm mais idade do que o imbecil de vida. Aliás, como discutir com garoto que não tem memória futebolística?

Sem contar as polêmicas atuais: VAR e sua demagogia por partes das Federações, árbitros que confundem autoridade com arrogância, campeonatos deficitários e cartolas eternos. Lembrando, e o Sindicato dos Árbitros de SP, que coisa, hein? Um reflexo perfeito das outras entidades: ninguém quer largar o osso do poder e as eleições por lá não acontecem.

Pra quê brigar pelo futebol daqui e por esses caras? Há família para se curtir, outros lazeres mais baratos, seguros e atrativos para se divertir. Opções é o que não faltam!

Repito: escrevo esse texto sendo apaixonado por futebol. Mas sem fanatismo, com lucidez e enojado pelo atual momento desgastado, manchado e de radicalismos.

Me pergunte se eu prefiro trocar a diversão com minhas crianças assistindo a Peppa Pig, colhendo flores no jardim ou brincando de pega-pega, do que assistir a alguns dos jogos do final de semana?

Se calhar de assistir, o faço. Se tiver interessante, permaneço no canal (até o acesso pela mídia está mais difícil). Mas ser a 1ª das opções, esqueça!

Registre-se: o futebol brasileiro está refém da ignorância, da sede de poder, da ganância e da auto-suficiência. Enquanto isso tudo for aceito passivamente, só perderemos dinheiro, importância e… torcedores (que são consumidores).

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– 4 anos sem Johan Cruyff

 

Puxa, já faz 4 anos que o craque holandês nos deixou. Compartilho o que escrevemos naquele triste dia e algumas frases de efeito dele:

O CIGARRO LEVOU CRUYFF

O incrível jogador holandês Johan Cruyff faleceu. Vítima do câncer de pulmão, era tabagista compulsivo. Após largar o vício  (20 anos depois), descobriu que estava enfermo.

“Cróife” era um gênio com as bolas no pé. São dele algumas das 25 frases magistrais do futebol (extraídas de futebol.com), como:

  1. Técnica não é poder fazer 100 embaixadas. Qualquer um pode fazer isso se praticar. Da até para trabalhar no circo. Técnica é passar a bola com um toque, na velocidade correta, no pé certo do seu companheiro.
  2. Alguém que faz graça com a bola no ar durante um jogo, dando tempo para os quatro defensores adversários voltarem, é o jogador que as pessoas pensam ser ótimo. Eu digo que ele deve ir para o circo.
  3. Escolha o melhor jogador para cada posição e você não terá a melhor equipe, apenas 11 bons de cada uma.
  4. No meu time, o goleiro é o primeiro atacante e o atacante, o primeiro defensor.
  5. Por que não se pode vencer um clube rico? Nunca vi um saco de dinheiro marcar gol.
  6. Eu sempre jogava a bola para frente porque se eu a recebesse de volta, era o único jogador desmarcado.
  7. Sou um ex-jogador, ex-dirigente, ex-treinador, ex-presidente honorário. Uma lista bacana que, mais uma vez, mostra que tudo chega a um fim.
  8. Jogadores que não são verdadeiros líderes mas tentam ser, sempre brigam com os outros depois de um erro. Líderes de verdade dentro de campo já sabem que os outros vão errar.
  9. O que é velocidade? A mídia esportiva sempre confunde velocidade com visão. Veja, se eu começar a correr antes que os outros vou sempre parecer mais rápido.
  10. Tem apenas um momento em que você pode chegar na hora. Se você não estiver lá. Você estará sempre adiantado ou atrasado.
  11. Antes de cometer um erro, eu não cometo esse erro.
  12. Em uma partida de futebol, é estatisticamente provado que os jogadores tem a posse de bola por 3 minutos, em média. Então, o mais importante é: o que fazer nos 87 minutos em que você não tem a bola. Isso é o que determina se você é um bom jogador ou não.
  13. Depois de ganhar alguma coisa, você não estará mais 100%, mas 90%. É como uma garrafa de água com gás quando fica sem tampa. Pouco tempo depois fica com menos gás dentro.
  14. Tem apenas uma bola, então você precisa tê-la.
  15. Não sou religioso. Na Espanha todos os 22 jogadores faziam o sinal da cruz antes de entrar em campo. Se isso funcionasse, todas as partidas terminariam empatadas.
  16. Precisamos fazer com que o pior jogador deles tenha a posse da bola. Teremos ela de volta em pouco tempo.
  17. Se você tem a posse da bola, precisa fazer com que o campo seja o maior possível, mas se você não tem, precisa fazer com que fiquei o menor possível.
  18. Todo jogador profissional de golfe tem um treinador para suas tacadas, outro para suas colocadas, para seus tiros. No futebol temos um treinador para 15 jogadores. Isso é absurdo.
  19. Sobreviver à primeira fase nunca é o meu objetivo. O ideal seria estar com Brasil, Argentina e Alemanha no mesmo grupo. Assim eu teria eliminado dois rivais na primeira fase. É como eu penso. Idealista.
  20. Os jogadores hoje só sabem chutar com o peito do pé. Eu podia chutar com o peito, de chapa e a parte de fora de ambos os pés. Em outras palavras, eu era seis vezes melhor que os jogadores de hoje.
  21. Qualidade sem resultado é inútil. Resultado sem qualidade é entediante.
  22. Existem poucos jogadores que sabem o que fazer quando não estão marcados. Então as vezes você fala para o seu jogador: aquele atacante é muito bom, mas não marque ele.
  23. Acho ridículo quando um talento é rejeitando baseado em estatísticas de computador. Baseado nos critérios do Ajax de hoje eu teria sido rejeitado. Quando tinha 15 anos não conseguia chutar uma bola mais de 15 metros com minha perna esquerda e talvez 20 com a direita. Minhas qualidades, técnicas e visões não podem ser detectadas por um computador.
  24. Jogar futebol é muito simples, mas jogar um futebol simples é a parte mais difícil do jogo.
  25. Se eu quisesse que você entendesse isso, eu teria explicado melhor.

Que descanse em paz!

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– Quem poderá salvar os clubes paulistas dos males do Covid-19?

A crise que os clubes de futebol vivem devido a inevitável paralisação pelo Novo Coronavírus possibilitou uma série de necessárias discussões. Uma delas: como manter os pagamentos de salários com o elenco parado e a queda de receitas?

E algo muito importante aconteceu na última sexta-feira, segundo o Portal Terra:

“Os 50 clubes das Séries A, B e C do Brasileirão conversaram sobre o seguinte: um ‘pacote’ aos atletas, com férias imediatas de 30 dias, já a partir desta semana, e, caso a situação não seja normalizada após esse período, uma redução de 50% nos direitos de imagem e salários a partir do 31º dia. Caso após mais 30 dias a situação persista, seria possível suspender os contratos até total normalização.”

O presidente do SAPESP (Sindicato dos Atletas), Reinaldo Martorelli, nesta 2a feira, declarou que “nada será aceito por parte dos jogadores”.

Se os grandões estão passando por isso, imaginem os pequenos e excluídos de qualquer série do Brasileirão, que vivem dos Estaduais e eventualmente da deficitária Copa Paulista?

Com os contratos vencendo no final de Abril (aproximadamente) e sem perspectiva alguma da volta dos Campeonatos Estaduais, as equipes tendem a simplesmente verem seus elencos desaparecerem (com ou sem salários em dia). E o que fazer?

Para a resposta, uma breve história: nos anos 2000, logo após Marco Polo Del Nero e Reinaldo Carneiro de Bastos derem um “passa moleque” em Eduardo José Farah e assumirem conjuntamente a FPF naquela época, participei da Pré-Temporada dos Árbitros da Série A1 por 10 dias em um hotel em SP. Na oportunidade, os cartolas precisavam do apoio dos clubes, já que a entrada deles na gestão da Federação foi polêmica. E me recordo bem claramente da reunião feita nos trabalhos de abertura daquela feita (eu estava lá como novato, por isso foi marcante), onde o hoje atual presidente Reinaldo Carneiro disse em alto, claro e bom som:

“A Federação Paulista é dos clubes, são eles que fazem e formam a FPF. As equipes são a essência da gente existir”.

Ora bolas, rica como é, e sendo a FPF (em tese) uma associação dos clubes (embora, na prática, ela tenha se tornado uma entidade que os regula, não que é formada por eles), deveria ela, dona Federação, se oferecer para bancar uma renovação contratual coletiva dos atletas por mais um período, socorrendo os seus membros. Afinal, como disse naquele dia, a FPF não é dos clubes e existe para eles?

Nada de empréstimo, é para bancar. “Cash na conta”.

E aí vamos para uma lógica: se os clubes não terão dinheiro para gastar por tanto tempo e com as portas fechadas, e como a FPF nunca foi disposta a fazer favor gratuitamente com o dinheiro que possui, é mais fácil, para evitar discussões de contratos vencidos e ajuda financeira, decretar os torneios encerrados na ocasião da data final que seria jogada a A3 (ou A2 e A1).

Como ficaria a situação do Paulista Futebol Clube?

Aquilo que já falamos em hipótese anteriormente, em: https://professorrafaelporcari.com/2020/03/16/a-serie-a3-foi-parada-oficialmente-o-que-pode-acontecer/

Enfim: é aguardar a decisão da cartolagem. Por lógica: clubes não conseguem renovar os contratos ao final de Abril, FPF não bancará e, já que a tendência é o danado do Covid_19 estar em alta, decretar o término dos campeonatos.

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– Os gastos no Futebol e na pesquisa Científica

Eu sei que são coisas distintas, mas é impossível (ao menos), não refletir!

Veja a resposta dessa pesquisadora espanhola, sentindo-se pressionada sobre perguntas a respeito de tratamento e cura para o Coronavírus. Na imagem:

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Pode até ser uma Fake News (não estou dizendo que é ou não), mas a ideia para se questionar é extremamente válida!

– Tentar por as mãos na bola é falta?

Essa dúvida eu recebi pela Internet e acho pertinente para discussão. Abaixo:

Boa tarde Rafael. Gostaria primeiramente de parabenizá-lo por seu trabalho. Poderia me tirar uma pequena dúvida?

Ontem fui juiz numa pelada de amigos e aconteceu um lance inusitado, a bola veio alta e antes dela chegar nas duas pessoas que a disputariam um dos jogadores levantou as mãos como se fosse pegá-la (o que seria falta) mas no último momento tirou as mãos sem tocar com elas na bola, com isso esse levou vantagem, enganando o adversário.

Eu marquei falta, porém o “infrator” alegou que isso não era falta pois já viu Robinho fazer isso em jogo do Santos e Romero fazer no jogo do Corinthians.

Isso realmente é um lance válido? Caso seja correto marcar a falta em qual artigo esse lance estaria inserido?

Grande abraço e desde já agradeço!

Att, Renato Coelho

Olá amigo, por incrível que pareça, realmente não é falta. A única infração em que não vale usar do entendimento de “praticar ou tentar praticar” é o uso das mãos na bola. Tem que ser PRATICAR, consumir a infração, tocar de fato a bola.

O problema é que esse expediente, embora pudesse ser classificado como atitude antidesportiva (mas não é pela Regra), tem a justificativa de que “um drible, também é uma forma de enganar o adversário”. Além disso, o jogador só poderia parar de tentar a disputa de bola quando ouvisse o apito do árbitro.

Pense como um lance de impedimento: o jogador que pegaria a bola estava impedido; o zagueiro crê piamente que o árbitro vai marcar e desiste de disputar; mas aí vem outro de trás e a domina (Há 20 anos isso era impedimento pelo 1o atleta, hoje não é mais). Esse zagueiro que desistiu do lance só poderia fazê-lo após o apito do árbitro (e repare: muitos param quando vêem a bandeira erguida, outro erro, pois só se pode paralisar com o apito).

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