– Quem leva o anel de brilhantes da Libertadores da América?

Ofertado pela Bridgestone, um dos patrocinadores da Copa Conmebol Libertadores (e imitando o gesto da NBA e da NFL), o melhor jogador do torneio levará um anel com 128 diamantes!

Após escolha de torcedores, atletas e jornalistas, concorrem: Gabigol, Bruno Henrique (Flamengo) Nacho Fernandez e Nicolás de La Cruz (River Plate).

Olhe só que mimo:

– Racismo contra Taison: ofender a dignidade humana está valendo a pena para o agressor. E custando caro para o ofendido…

Dias atrás rodou o mundo a triste manifestação racista da torcida do Dínamo de Kiev contra Dentinho e Taison. Dentinho saiu chorando e Taison, revoltado, mostrou o dedo do meio após ser chamado de várias ofensas raciais, inclusive de macaco.

E não é que, para a vergonha do esporte, a Associação Ucraniana de Futebol puniu o atleta por 1 jogo de suspensão e a agremiação por 500 mil Grívnia (R$ 87.160,38)!

Ofender a dignidade humana está valendo a pena para o agressor. E custando caro para o ofendido

Taison reage após ser vitima de racismo na Ucrânia — Foto: Reprodução arquivo social

– Da Carreira Corporativa à comparação com a Copa do Mundo de Futebol: a Inteligência Emocional a serviço dos profissionais que buscam equilíbrio!

Esse ótimo texto que compartilho foi redigido dias após a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo Rússia 2018: como um jogo de futebol pode imitar a rotina diária das pessoas no processo de Gestão Emocional.

Extraído de: https://exame.abril.com.br/carreira/o-que-ameaca-vitoria-do-brasil-na-copa-tambem-e-perigo-para-sua-carreira/amp/

O QUE AMEAÇA VITÓRIA DO BRASIL NA COPA TAMBÉM É PERIGO PARA SUA CARREIRA

Será que o hexa vem desta vez? Especialistas falam sobre a habilidade crucial dos profissionais que vencem nos pênaltis

Por Luísa Granato

Após uma estreia morna na Copa do Mundo, o torcedor brasileiro agora se preocupa: será que o hexa vem mesmo? A falta de acertos da seleção no jogo contra a Suíça, segundo o técnico Tite, aconteceu pelo abalo do emocional da equipe, que estava “ansiosa”.

Gestão emocional é um desafio antigo para jogadores. Além do doloroso resultado de 7×1 no jogo contra a Alemanha em 2014, os brasileiros sempre se lembrarão da instabilidade que sua seleção mostrou em campo durante a goleada.

A falta de inteligência emocional da equipe brasileira não é uma ameaça apenas ao sonho do hexa. Assim como os atletas, todo profissional deveria estar atento ao problema se deseja ser bem sucedido.

Segundo livro “Inteligência Emocional 2.0”, dos especialistas Travis Bradberry e Jean Greaves, cofundadores da TalentSmart, sucesso e inteligência emocional andam lado a lado. Em pesquisa, os autores verificaram que 90% dos colaboradores de alto desempenho têm essa inteligência elevada.

Na prática, o diferencial desses profissionais é conseguir dar o seu melhor e também influenciar outros se superarem, mesmo em momentos de estresse, segundo explica Paulo Vieira, master coach e fundador da Febracis. “Isso acontece pela alta capacidade de se conectar consigo mesmo e com as pessoas ao redor”, diz.

Segundo a psicóloga Elaine Di Sarno, a pressão e emoções durante um jogo de futebol são naturais – ainda mais para os brasileiros. No entanto, é preciso trabalhar uma estratégia para se fortalecer e conseguir contornar as dificuldades.

“Aqui entra o autoconhecimento para saber como você lida com a pressão e ter estratégias para não ceder a ela. Você entra em campo sabendo que pode tomar um gol, assim como podem ocorrer contratempos no trabalho”, afirma ela.

O fundador da Febracis lembra que a vitória depende do equilíbrio entre a superioridade das habilidades técnicas e emocionais. “Não vale nada ter um gênio do futebol, mas que briga com todo mundo, desobedece o técnico e não passa a bola”, fala.

Quanto a isso, ele acredita que a seleção desta Copa é superior à da edição de 2014. Vieira vê maior equilíbrio e maturidade dos atletas, que carregam experiências em grandes times europeus e não colocam o ego em jogo, facilitando seu entrosamento.

SELEÇÃO TEM UM “CEO” MAS NÃO TEM “GERENTE” EM CAMPO

Mesmo o time próximo à perfeição, o perigo ainda paira pela falta de um elemento chave para guiar as emoções em campo: uma super liderança.

técnico brasileiro decidiu fazer o rodízio do posto de capitão do time. A tática pode motivar os jogadores ao colocar a responsabilidade sobre o grupo. Porém, para os especialistas, a mudança de liderança impacta diretamente na consistência dos resultados de uma equipe.

“O Tite é um líder extraordinário. Mas, como técnico, ele seria o CEO da empresa. Para que os funcionários deem seu melhor, eles não falam direto com o presidente, mas com o gerente. No momento, falta isso para o time”, diz Vieira.

Sob pressão, o papel do líder é manter o foco na meta final. Uma parte do jogo é marcar pontos, porém é preciso frieza para enxergar a estratégia que leva o time ao principal objetivo: vencer a partida.

“O Brasil precisa de alguém com alta inteligência emocional para a liderança. Além de craques, o time precisa de alguém determinado, rápido nas decisões, sem vaidade e que dê confiança para o resto dos jogadores”, fala o especialista.

A cada jogo só aumenta a pressão. Segundo Vieira, a boa liderança depende do que pede a situação: “os melhores líderes aparecem sob demanda”. Para a Copa, seria bom que ele tomasse o posto logo.

100% VOCÊ

Uma das falhas da seleção é relacionada à competência da inteligência emocional  que é vinculada à conexão com o outro. A outra, com o autoconhecimento e a autoestima.

Quanto mais alto o cargo, maior é a demanda por resultados de alta qualidade. No mundo do futebol, a Copa do Mundo é o ápice. O mundo está observando e os torcedores estão de olho em cada erro. Mesmo estando entre os melhores do mundo, uma falta de preparo emocional pode levar à autossabotagem.

“Um termo popular para isso é Síndrome de Impostor, quando o profissional começar a duvidar que merece a posição que ocupa. Sempre existe a chance do erro, mas é necessário trabalhar a confiança em suas capacidades”, explica a psicóloga.

Essa insegurança leva o profissional a cometer erros básicos, que normalmente não aconteceriam. “No final, o que nos move não é nossa razão, mas a emoção”, diz o Master Coach.

Como evitar a crise que pode acometer até os melhores entre os melhores? Os dois especialistas concordam que a chave é estar em sincronia com si próprio.

Se o estresse faz parte do jogo e a emoção faz parte de todos nós, nenhum profissional – ou jogador – pode ignorar o preparo emocional. Esse trabalho deve ser feito com antecedência, usando experiências e erros passados para refletir não apenas em como melhorar tecnicamente, mas no autoconhecimento.

Elaine explica que a vivência da demanda diária da profissão ajuda a crescer nesse aspecto. “Existem técnicas de coaching para trabalhar as fragilidades de cada um, aumentando a confiança e o autocontrole, fundamentos da inteligência emocional. Para isso, a pessoa precisa conhecer onde está e olhar para onde quer chegar”, fala.

– O novo VAR para a final da Libertadores entre River Plate x Flamengo

Ontem abordamos a entrevista do árbitro de vídeo Diego Haro, do Peru, que trabalharia na final da Libertadores da América. Na oportunidade, criticamos o fato dele elogiar demasiadamente a todos e fizemos uma ponderação sobre ser discreto.

O texto está em: https://professorrafaelporcari.com/2019/11/19/arbitro-nao-pode-criticar-nem-elogiar-mas-o-profissionalismo-esta-em-falta/

Pois bem: a Conmebol trocou o VAR (para mim, uma decisão acertada). No lugar dele entrará o uruguaio Esteban Ostojich.

Que tudo ocorra bem na finalíssima tão aguardada por argentinos e brasileiros!

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– Mais casos de manipulação de resultados no Futebol Paulista por parte de apostadores!

Virou um inferno! De novo, a Polícia investiga casos de manipulação de resultados nas divisões de acesso e amadoras da FPF. Os apostadores estão fazendo e oferecendo de tudo!

Abaixo, revelado pelo GloboEsporte.com, a matéria completa (extraída de: https://globoesporte.globo.com/blogs/bastidores-fc/post/2019/11/19/manipulacao-em-sp-policia-apura-tentativa-compra-de-goleiro-e-proposta-por-14-escanteios.ghtml)

MANIPULAÇÃO EM SP: POLÍCIA APURA TENTATIVA DE COMPRA DE GOLEIRO E PROPOSTA POR 14 ESCANTEIOS

GloboEsporte.com mostra detalhes dos inquéritos abertos na Polícia Civil de São Paulo. Presidente de clube diz que goleiro abordado por grupo de advogados ficou “assustado”

Inquéritos abertos na Drade: tentativas de manipulação de resultados em SP — Foto: Vicente Seda

Inquéritos abertos na Drade: tentativas de manipulação de resultados em SP — Foto: Vicente Seda

A Polícia Civil de São Paulo investiga atualmente oito casos de manipulação de resultados em partidas de futebol no estado, envolvendo times de diferentes divisões. Três casos partiram de denúncias de atletas, árbitros e treinadores; os demais foram levantados pela empresa que monitora os campeonatos da Federação Paulista de Futebol (FPF). O setor que concentra os inquéritos, a Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade), está desde junho sob comando do delegado César Saad. Ele vê um crescimento no assédio a jogadores e árbitros. Nem sempre o resultado do jogo está em questão.

Em um dos casos investigados, por exemplo, um árbitro denunciou uma abordagem para que garantisse a marcação de pelo menos 14 escanteios na partida. Outro caso que também está sob investigação, e já tem identificado o autor da abordagem para manipulação de um resultado de jogo, mostra que o problema não se limita mais a máfias do exterior. Grupos locais também estão se organizando para esse tipo de prática. Neste caso específico, trata-se de um grupo de advogados.

– Para nós, são dois casos que mais chamam atenção: esse do Flamengo de Guarulhos, que o menino recebe uma ligação de um advogado, onde fala que existe um grupo de advogados que promovem apostas. Ele propõe ao atleta que leve dois gols no primeiro tempo. Uma aposta nesse sentido paga muito mais nas bolsas de aposta do que o resultado final em si. E ele diz ao atleta que entraria em contato também com o goleiro do Jabaquara para que levasse dois gols no segundo tempo – explicou Saad, que complementou em seguida:

– Outro caso mais recente é um caso inusitado onde o árbitro é procurado. Ele é aliciado para que permita ou garanta que sejam cobrados 14 escanteios na partida. É uma ferramenta específica, você imagina o quanto não pagaria a um apostador se ele acertar que naquele jogo seriam cobrados 14 escanteios.

Delegado César Saad, titular da Drade, cuida de oito inquéritos de manipulação de resultados no momento — Foto: Vicente Seda

Delegado César Saad, titular da Drade, cuida de oito inquéritos de manipulação de resultados no momento — Foto: Vicente Seda

Flamengo Guarulhos x Jabaquara

Campeonato Paulista Sub-20 – Segunda Divisão
Início do inquérito: 27/08/2019

Caso que mais chamou atenção da Polícia Civil por envolver um grupo de advogados apostadores, a tentativa de manipulação foi específica, com objetivo de que o goleiro do Flamengo, Diogo Calheiros Fernandes, sofresse dois gols no primeiro tempo, e o goleiro do Jabaquara fizesse o mesmo na etapa final. Com a negativa de Diogo, o goleiro do outro clube não foi abordado. De acordo com o inquérito, R$ 5 mil chegaram a ser oferecidos ao jogador que denunciou o aliciamento, além de ter sido ofertada a possibilidade de contraproposta. O jogador não recebe salário do clube, somente uma ajuda de custo do seu empresário de R$ 600 mensais.

Goleiro do Fla de Guarulhos é abordado para fabricar resultado. Ele negou e denunciou o caso — Foto: Reprodução

Goleiro do Fla de Guarulhos é abordado para fabricar resultado. Ele negou e denunciou o caso — Foto: Reprodução

A reportagem do GloboEsporte.com tentou contato direto com Diogo, sem sucesso. Por telefone, o presidente do Flamengo de Guarulhos, Edson David Filho, informou que o atleta ficou “assustado” com a abordagem e está incomodado com os desdobramentos do caso, pois já precisou depor na Polícia Civil e na Justiça Desportiva. Apesar da conduta exemplar do atleta, o dirigente pediu que não houvesse entrevista com o jovem de 18 anos.

– Ficou bem assustado. A pessoa até falou que se quisesse colocar mais alguém no meio, outro jogador, (ele) poderia até indicar. Quando chegou para nós, já fizemos contato com a ouvidoria da FPF – explicou o dirigente, ressaltando que foi a primeira vez que teve notícia de um contato dessa natureza com atletas do clube.

O autor da abordagem já foi identificado pela Drade e está indiciado. Luiz Henrique Gonçalves Inácio, de 22 anos, é estudante do quarto ano de Direito, mas trabalha fora da área, em uma empresa de logística. Além do valor do seu salário ser inferior ao que foi ofertado, mensagens do aliciador em posse da polícia apontam que um grupo de advogados estaria por trás da aposta.

O delegado também falou sobre o indiciado como autor do crime:

– É um estudante do quarto ano de Direito, trabalha na iniciativa privada, em uma empresa de logística, não trabalha na área de Direito, ganha R$ 2.600 e chegou a oferecer R$ 5 mil. Ele aqui alega que queria ser empresário de jogador de futebol, queria entrar no mundo futebolístico. Mas não tem ligação nenhuma com clube ou atletas, nada disso. Ele fala claramente que pertence a um grupo de advogados que apostam nesses sites, nessas bolsas de aposta. O atleta tem 18 anos, joga na Quarta Divisão, ele só entrou em contato, deu o telefone dele, porque acreditava que fosse uma proposta para jogar.

Em depoimento à Polícia Civil, Luiz Henrique negou a tentativa de aliciamento e afirmou não fazer parte de qualquer grupo de apostas. Alegou que queria ajudar financeiramente o atleta e pretendia ser seu empresário. No fim do depoimento (veja a imagem com a íntegra), o defensor do acusado informou que todos os contatos foram “através do próprio telefone do indiciado, imaginando não incorrer em qualquer crime, demonstrando assim sua boa fé”.

A reportagem tentou contato com Luiz Henrique através do telefone que consta no inquérito, deixou recado em caixa postal, mas não obteve retorno.

São Bernardo x RB Brasil

Campeonato Paulista Sub-20
Início do inquérito: 04/10/2019

O outro caso que ligou o alerta na Polícia Civil foi denunciado por um árbitro. Uma pessoa identificada por “Pedro Almeidaum” entrou em contato através de rede social com a esposa de Willer Fulgêncio dos Santos, alegando que ele não respondia em seu perfil e pedindo o celular para entrar em contato. Disse ainda que apitava jogos com Willer. A esposa então enviou mensagem ao árbitro perguntando se conhecia a pessoa.

De acordo com a denúncia, um homem se fez passar por árbitro em rede social. Em contato por mensagem, chegou a oferecer R$ 3 mil. Veja o relato enviado a Saad pela delegada Margarete Barreto:

“Informo que a Comissão de Arbitragem, através do Sr. Martinucho, foi procurada pelo árbitro Willer Fulgêncio dos Santos para denunciar oferta de Manipulação de Resultado. Segundo o árbitro Willer, um homem que alegou ser árbitro passou uma mensagem no Facebook de sua esposa e pediu o telefone de Willer. A mulher, desconfiando ser outra mulher, passou seu telefone celular e recebeu via Whatsapp a mensagem contendo a oferta de manipulação, que seria de três mil reais, para que no jogo São Bernardo x RB Brasil, de hoje, às 15 horas, ocorressem mais de 14 escanteios. O ofertante esperou resposta e na ausência dela acabou por deletar o conteúdo das conversas, as quais foram copiadas pela mulher e seguem abaixo.

Apostador abordou até mulher de árbitro para buscar contato — Foto: Reprodução

Apostador abordou até mulher de árbitro para buscar contato — Foto: Reprodução

O árbitro foi orientado pelo Sr. Martinucho (Luiz Vanderlei Martinucho, membro da comissão de arbitragem) a enviar áudios e fotos do ocorrido para apuração pela Corregedoria.

O telefone usado para a oferta de manipulação é da região de Campinas – SP – 19 XXXXX-XXXX.

Diretor Dionísio ciente”.

A reportagem entrou em contato com o árbitro Willer Fulgêncio dos Santos, que se mostrou disposto a falar sobre o caso, mas avisou que precisaria de autorização da FPF. A entrevista foi vetada pela Corregedoria da entidade em função de o caso ainda estar sob investigação.

Mauá Futebol Clube

Mauá FC x Grêmio Mauaense
Início do inquérito: 11/09/2019

Outro caso recente que a Polícia Civil ainda busca chegar aos apostadores aconteceu no Mauá FC. O presidente do clube, Vagner Alberto Tegi, enviou no dia 11 de setembro um ofício à presidência e à Corregedoria da FPF informando sobre uma tentativa de abordagem ao técnico da equipe Sub-20. A informação foi repassada para investigação da Drade. No documento da Federação do dia 23 de setembro o caso é narrado dessa forma:

“Membro da comissão técnica do Sub-20 recebeu um Whatsapp convidando-o para saber de detalhes de ‘apostas’, anexando documentos que comprovam a conversa. O aliciador se apresentou como Gustavo e usou a linha telefônica +55 68 XXXXX-XXXX”, disse a mensagem de Margarete Barreto, coordenadora pedagógica e corregedora interina da entidade, ao departamento jurídico da FPF, que, por sua vez, encaminhou o documento à Polícia Civil.

Abordagem por mensagem ao técnico do Sub-20 do Mauá FC — Foto: Reprodução

Abordagem por mensagem ao técnico do Sub-20 do Mauá FC — Foto: Reprodução

O inquérito é bastante recente e segue em aberto. A Polícia Civil ainda busca chegar à identidade do aliciador. Foi tentado contato com a pessoa que fez a abordagem no celular que consta no inquérito, mas sem sucesso.

Denúncia feita à FPF de tentativa de manipulação feita pelo Mauá Futebol Clube — Foto: Vicente Seda

Denúncia feita à FPF de tentativa de manipulação feita pelo Mauá Futebol Clube — Foto: Vicente Seda

Vagner Tegi, presidente do Mauá, contou por telefone que foi a primeira vez que teve notícia de abordagem a um profissional do clube e que a situação faz com que a instituição se sinta vulnerável. O Mauá comunicou imediatamente à FPF ao tomar conhecimento da abordagem, mas Tegi teme que outras pessoas não tomem a mesma atitude.

– O nosso time é novo, apenas dois anos de federação. Nunca tivemos um contato nesse sentido, essa foi a primeira vez. Na verdade a gente se sente triste e indefeso, vulnerável a qualquer tipo de atitude. A gente fica vulnerável. Se veio oferta para a gente, pode ter para outros clubes. No nosso caso, na nossa índole, o nosso corpo diretivo não corrobora esse tipo de atitude.

Baixos salários e jogos sem transmissão facilitam assédio

Para o delegado Saad, a realidade dos clubes brasileiros que não figuram na elite nacional facilita a aproximação. Jogadores passam dificuldades e, segundo o titular da Drade, os valores oferecidos por vezes se aproximam ou até superam o que conseguiriam receber em um ano de trabalho.

– É muito pelos baixos salários, às vezes pelo não recebimento de salários. Em um dos inquéritos, o jogador, o goleiro, fala que não recebe salário do clube, recebe uma ajuda de custo do empresário dele. E que isso obviamente facilita a manipulação do resultado, o atleta ser aliciado. Nesse caso ele recebe uma ajuda de custo de R$ 600 e ofereceram R$ 5 mil, sendo que ele poderia fazer uma contraproposta – explicou.

A ausência de transmissão na TV e o pouco interesse na partida facilitam especialmente no caso de apostas específicas, nas quais o resultado final não é o alvo da manipulação.

– Fica muito difícil identificar. Em uma partida de Série B, que é a quarta divisão estadual, obviamente não existe VAR, o público é muito pequeno, não tem televisão, ou seja, passa despercebido. Uma marcação, uma dúvida entre uma falta ou um escanteio… Se o árbitro está comprometido com o aliciador, pode muito bem ceder a esse tipo de aposta, o que geraria um número certamente muito alto a ser pago aos aliciadores – completou o delegado.

O presidente da comissão de integridade da Federação Paulista de Futebol (FPF), Paulo Schmitt, questionado se o trabalho preventivo realizado pela entidade é suficiente para barrar a interferência de apostadores nas competições, afirmou:

– Não há garantias, o número cresce no mundo todo. Mas a FPF aposta em integridade acima de tudo para proteger o futebol paulista. O trabalho da Comissão com o lançamento da Cartilha e ações educativas e preventivas tem sido bastante eficaz, as denúncias são estimuladas e apuradas com rigor. Mas não será suficiente se não houver sanção e rapidamente. Porém a máxima é: “Educar antes para não punir depois!”

 

– Árbitro não pode criticar, nem elogiar! Mas o Profissionalismo está em falta…

Um juiz de futebol deve se manter o mais distante possível de polêmicas. Quanto mais importante o jogo, maior a introspecção e o “sumiço” de redes sociais e entrevistas.

Criticar alguma equipe ou jogador é um erro para o árbitro. Elogiar? Idem, pois qualquer erro em campo será questionado pela afinidade ou simpatia demonstrada. Mas não é isso que pensa o árbitro de vídeo Diego Haro, do Peru, que trabalhará em Flamengo x River Plate, que mostrou grande admiração por todos os envolvidos e palpitou bastante sobre a partida à Rádio Mitre de Buenos Aires!

Eu evitaria tal exposição, e se fosse a Conmebol, daria um belo puxão de orelhas no VAR (ou até o substituiria).

Abaixo, reproduzido pela ESPN Brasil, em: https://t.co/oLmv0ZxIDF?amp=1

ÁRBITRO DO VAR DÁ OPINIÃO SOBRE OS CLUBES E “TÉCNICO MUITO CAPAZ”

O Flamengo decidirá a Libertadores da América contra o River Plate neste sábado, no Estádio Monumental U, em Lima, no Peru. E mesmo quatro dias antes do apito inicial, já existe uma situação no mínimo inusitada com a arbitragem.

O árbitro peruano Diego Haro, que será responsável pelo VAR na final, colocou a cautela de lado e deu uma entrevista colocando sua opinião sobre os dois times que estarão em campo no fim de semana.

“Duas equipes com muita história. Um está ganhando tudo, o outro vai em busca de fazer história. Ambos têm muita torcida na América do Sul, ambos vem jogando de uma maneira espetacular. Os dois têm técnicos que sabem muito de futebol. Tem todos os ingredientes para uma grande final, tudo”, disse o árbitro de vídeo da decisão em entrevista à Rádio Mitre, do Grupo Clarin, em Buenos Aires.

Os argentinos, interessados no lado do River Plate, perguntaram sobre a revolução que a equipe de Marcelo Gallardo proporcionou nos últimos anos, saindo da segunda divisão e alcançando o topo da América.

“Volto um pouco no tempo. Uma equipe que ganhou praticamente tudo, na Argentina, torneios internacionais… São cinco anos e, se não me engano, 13 títulos. É uma equipe que quando começou, o técnico deu a ideia, os jogadores acreditaram. Podem vender seis, sete jogadores, mas o técnico é tão capaz que muda e mantém a mesma mentalidade ganhadora. Por isso, segue vencendo”, opinou o árbitro.

Diego Haro, contudo, não falou apenas nos argentinos e fez questão de elogiar também os brasileiros.

“Uma equipe como o Flamengo está a menos de oito meses com o técnico e já tem uma ideia de futebol. Tem jogadores que também acreditam no técnico. Se vê em campo. Por isso, insisto: são duas equipes com realidades diferentes. Uma tem cinco anos e 13 títulos. Outra, tem meses e já pode ganhar dois títulos”, opinou o peruano.

“Estou seguro que a arbitragem para este dia também será de alto nível, tão seguro que me sinto muito tranquilo da capacidade do árbitro de campo e estaremos lá para servi-lo. Para confirmar ou, de repente, reavaliar alguma situação”, completou Diego Haro.

Em campo, quem comandará a decisão será o chileno Roberto Tobar, que também apitou a final da Copa América entre Brasil e Peru. Os auxiliares serão seus compatriotas Christian Schiemann e Claudio Rios, com o colombiano Andres Rojas de quarto árbitro.

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– Um meme que, queira ou não, tem certa razão!

Essa imagem pode ser um pouco exagerada. Alguém criou esse meme (claro, uma fake news brincalhona), mas cá entre nós: não é para se pensar?

Há duas formas de se encarar o futebol hoje: uma resultadista (de Fábio Carille, Mano Menezes e Scolari) e outra mais ofensiva (de Jorge Jesus, Fernando Diniz e Jorge Sampaoli).

Na 1a, você busca 3 pontos jogando de maneira cautelosa, marcando o 1o gol e tentando garantir o resultado defensivamente. Na 2a, você busca o 1o gol e busca o 2o, 3o e o 4o, mas sem “voltar o time”.

Qual estilo você prefere? O do 0x0 valendo 1 ponto ou do 4×4, que vale a mesma coisa (conforme a imagem ironiza)?

– O pênalti inexistente em Grêmio 0x1 Flamengo

Respeitando a interpretação, entendo equivocada a marcação do pênalti convertido por Gabigol pelo Flamengo, após a bola bater na mão de Léo Moura. E explico: 

  • Quando surgiu o incremento da avaliação de “movimento antinatural de mão na bola” nas regras do jogo, a CBF (através de um vídeo da Comissão de Árbitros apresentado por Ana Paula Oliveira, retratando um lance de Palmeiras x Fluminense) reproduziu equivocadamente a orientação, onde qualquer bola que bata na mão em um carrinho fosse entendida como infração.
  • Recentemente, a FIFA alertou aos árbitros que essa “mão de apoio” não seria um movimento antinatural, mas natural e não infracional. Os pênaltis que estivessem sendo marcados de tal forma, seriam errados.
  • Diferente de mão de apoio num carrinho para roubar a bola, há outra situação: a de se jogar para diminuir o espaço e bloquear intencionalmente a bola com as mãos. Se foi isso que entendeu Raphael Claus ao marcar o pênalti, entendo, respeito, mas não interpreto de tal forma e discordo da marcação. Para mim, houve movimento natural e não infracional.

Lembrando: estamos falando de interpretação. Então, é difícil bater o martelo e acusar de erro grosseiro.

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– Tolerância no Esporte, enfim!

Na final envolvendo Corinthians x São Paulo no futebol feminino, um exemplo a ser seguido: Cristiane, do Tricolor, tirando selfies com torcedores do Timão!

Não seria legal que isso fosse comum também no masculino, entre outros clubes e esportes?

Um exemplo de Tolerância, abaixo:

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– Errando feio na previsão…

Recuperando um texto de 6 anos para mostrar: o futebol dá muitas voltas, possui momentos bem diferentes e, claro, erramos bastante quando queremos prever algo.

Do tempo em que Messi era muito introvertido e Neymar parecia ser o seu sucessor provável, faço o repost:

OS CICLOS DO BARCELONA E MESSI

Divulgou-se por uma rádio espanhola que Messi está descontente com o Barcelona e poderia sair do time para um novo desafio no Bayern de Munich, do seu ex-treinador e amigo Guardiola. Motivo do descontentamento: salário e patrocinador (o Bayern é patrocinado pela Adidas, a mesma empresa que custeia a Seleção Argentina e patrocina pessoalmente Messi – o Barcelona é um clube que veste Nike).

Já repararam que o atleta que nunca machucava, agora se lesiona facilmente? Que nunca era contestado, passou a ser?

Claro que não está deixando de ser craque, longe disso. Mas é um filme curiosamente visto várias vezes: Rivaldo começou a se machucar bastante e Ronaldinho Gaúcho tornou-se o destaque. Quando o R10 começou a diminuir o rendimento, surgiu Messi, e ele saiu também. Agora, aparece Neymar, e…

Será que Messi não quer dividir as atenções com uma suposta disputa interna de idolatria com o brasileiro?

Hoje Messi é mais craque que Neymar. Mas eu escrevi HOJE. Em carisma, a Catalunha já adotou o brasileiro como queridinho (até porque Messi é muito introvertido fora do campo)

Não me surpreenderia se o suposto boato se torne verdade. E você?

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– Paulista de Jundiaí e Colón de Santa Fé!

A cidade de Santa Fé, na Argentina, tem algumas semelhanças com nossa Jundiaí: ambas tem aproximadamente 400.000 habitantes. Também elas têm uma região metropolitana (ou aglomerado urbano) que as rodeiam com diversas cidades que dependem bastante delas.

Os dois municípios tem uma 2a semelhança: o principal rio que as cortam têm o mesmo nome: Rio Santa Fé e Rio Jundiaí.

A população local foi formada por imigrantes italianos, sendo a 3a coisa em comum: buscaram terras para plantar uva!

Por fim, uma 4a e mais importante característica: ambas gostam de futebol e possuem um time tradicional na cidade, centenário, com uma torcida apaixonada. Aqui o Paulista, lá o Colón, que conseguiu disputar uma única vez a Libertadores da América, sendo eliminado na 1a fase (igualmente o Galo). Caiu e subiu de divisão, passou por dificuldades financeiras e se reergueu com o apoio da comunidade local. Neste ano, disputou a final da Copa Sul-americana contra o Del Valle.

Abaixo, sobre a invasão da torcida argentina em Assunção, onde foi a final. Mas a questão para reflexão é: como fazer para que uma cidade (Jundiaí) igualmente a Santa Fé, consiga apoio maciço das forças econômicas da região para apoiar o seu time (o Paulista) como foi feito com o Colón? De certo, não foi só por paixão…

Em tempo: os times grandes sempre sofrem para vencer em Santa Fé, e o estádio do Colón é conhecido como “Cemitério de Elefantes” por presenciar derrotas do Boca Jrs e River Plate.

Extraído de : https://www.linkedin.com/posts/pluriconsultoria_a-maior-invasão-de-uma-torcida-nas-américas-activity-6599686394547974144-7Rz6

A MAIOR INVASÃO DE UMA TORCIDA NAS AMÉRICAS

Por Fernando Ferreira, da Pluri Consultoria Esportiva, no LinkedIn

Neste sábado o INDEPENDIENTE DEL VALLE venceu o COLÓN por 3 a 1 em final de jogo único em Asunción, e foi campeão da SULAMERICANA.

Mas o fato INCRÍVEL foi o deslocamento de mais de 30 Mil torcedores do CÓLON, de Santa Fé, na Argentina, cidade de apenas 400 mil habitantes e a quase 1.000 Kms de distância do local do jogo.

Foi a maior movimentação de torcedores de um clube entre países diferentes nas Américas, superando os 25 mil torcedores do RACING que invadiram Montevideo em 1967 para a final contra o NACIONAL.

Dá uma olhada:

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– Brasil nas pistas e Brasil no campo? Eu nem sabia…

Puxa, quando se perde o interesse por algo (ou quando aquilo deixa de fazer sentido ou ser atrativo publicamente), simplesmente some da nossa mente.

Neste dia 15 teremos a Seleção Brasileira de Futebol jogando: e será Brasil x Argentina no Oriente Médio! Eu não me lembrava… também teremos a primeira sessão de treinos livres do GP Brasil de F1 em Interlagos!

Em outra época, estaríamos literalmente parados esperando os eventos (e não pelo feriado). Mas hoje, esqueça! E, ao invés disso (felizmente) passearemos com a família. Muito melhor, não?

– Não é todo dia que temos um 4×4…

O “Clássico dos Milhões” fez jus à sua tradição! Que jogaço tivemos ontem, não?

Prova-se mais uma vez que o futebol, quando jogado prá frente, é muito mais prazeroso para assistir. Flamengo x Vasco, ou melhor: Jesus e Luxemburgo, mostraram isso.

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– Paulista e Rúcula: Discordar não é Desrespeitar. Respeitar não é fazer Apologia!

E tornou-se uso politiqueiro e demagogo a história da cessão do Estádio Jayme Cintra para um evento cultural. Uma pena que o debate saiu da razão e partiu para a emoção, novamente dividindo parcelas da população interessadas. Alguns obrigando a outros aceitarem o que não se quer, e outros atacando os que pensam diferente.

Sem delongas, vale refletir:

  1. O Paulista FC é um clube associativo. Consultado pelos organizadores do evento Rúcula, resolveu ceder generosa e gratuitamente o estádio para a realização da ação cultural na qual se realizariam 30 shows diversos. Creio que, durante a negociação, o pessoal interessado mais os envolvidos do clube tinham (ou deveriam ter) ciência do que ocorreria durante sua realização. Condições são estabelecidas e acordadas; portanto, devem ser cumpridas.
  2. Alguns clubes de futebol tomam para si o protagonismo de ações sociais de algumas causas. Em troca de divulgação, ganham respeito social e usam tais motes como marketing. Um dos exemplos é o Bahia, que movimentou uma campanha contra a transfobia, defendeu a presença maior de mulheres na arquibancada e protestou contra o vazamento de óleo na costa nordestina. Isso não quer dizer que seja obrigação de um clube ter tais atitudes. Ceder um espaço para manifestação cultural pode ser uma das ações simpáticas, sem levantar bandeiras mais difíceis de se tratar, que um clube pode fazer. Mas se quiser defender, tudo ok (desde que seja de interesse da associação, agradando a parcela social que é atingida).
  3. Se houve acordo do que poderia ou não realizar no encontro, e uma das partes não cumpriu (não estou afirmando se o Paulista ou o Rúcula são os culpados), não há o que reclamar! O que está combinado, deve ser cumprido.
  4. Sobre o motivo mais polêmico, a questão de existir um show de temática LGBTQ+ dentro do evento: se os organizadores omitiram a informação, há quebra de acordo. Se o Paulista resolveu cancelar a posterior por preconceito, aí errou o Galo.

É importante deixar claro que ninguém é obrigado a fazer apologia de alguma causa, nem desrespeitá-la. Erram aqueles que pejorativamente dizem que no estádio não entram “bixas” e que evento de “viado” não pode acontecer (isso é homofobia, além dos termos grosseiros e que têm sido redigidos por aí), mas erram também os defensores da causa gay que entendem a todo custo que o clube deve ceder sua praça esportiva, mesmo a contragosto.

Se o Paulista (ou qualquer outra entidade) não deseja estar atrelado a uma bandeira (mesmo que o Rúcula não seja um evento de homossexuais, mas que contém em um 1 dos 30 shows tal tema), é direito dele! Qual a imposição que existe? Evidentemente, que a recusa seja respeitosa não por repulsa ao homossexualismo dos seus membros, mas pela não intenção de uma ação política.

O duro é ver a coisa sendo politizada! Tome para si o seguinte exemplo: um cristão que vá a Missa / Culto (que pratique sua fé) deve conviver harmoniosamente com judeus, muçulmanos, xintoístas, umbandistas ou ateus. É da cidadania isso! Não quer dizer que ele deva fazer apologia à Maomé, Buda, Ogum ou a qualquer outro ente de uma religião. Também não pode desdenhar daqueles que crêem diferente.

De tal forma, os organizadores e defensores do Rúcula devem entender que discordar de algo que não se queira estar associado não é necessariamente desrespeitar; e que o Paulista e os torcedores entendam que respeitar uma causa não é fundamentalmente promovê-la.

Enfim: independente de cor, gênero, idade ou crença, todos somos iguais! Na democracia não se pode obrigar ninguém a fazer apologia do que não se quer, nem desrespeitar o que os outros querem.

A tolerância e o não uso político é tudo nos dias de hoje, pois as pessoas estão pilhadas e fanatizadas demais em grupos “prós e contra” qualquer coisa. Mais razão e menos emoção, respeitando a todos, pois confundem informação com opinião; opção com louvação; manifestação com obrigação. Respeitemo-nos mutuamente, pois hoje ataca-se qualquer pessoa que pensa diferente. Matéria jornalística isenta vira ataque a jornalista (ops: não sou jornalista), pensamento alternativo vira inimigo da causa e, um “A” ou “B” redigido que não contente que lê, torna-se uma grita muito grande.

Uma sociedade dividida, intolerante ou que obrigue a se defender o que não se quer, sempre é mais fraca.

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– Diniz virará 2020 no São Paulo FC?

Apesar do estilo ousado de armar os times, de buscar o gol e tentar promover o futebol ofensivo e agradável, está difícil a aceitação pela de Fernando Diniz no São Paulo Futebol Clube por parte de diretores e torcida.

Apitei dois jogos dele no Votoraty (e me impressionei, pois talvez lá ele colocou as ideias de futebol-ataque em plenitude), o acompanhei no Paulista de Jundiaí (quando venceu a Copa Paulista) e assisti o seu Audax chegar ao Vice-Campeonato Paulista e sua queda na A2. 

No Brasileirão, seus trabalhos no Athlético Paranaense e Fluminense foram amados e odiados. Mas e no São Paulo?

Sinceramente, se os jogadores não mostrarem mais personalidade, não adiantará Diniz ou Guardiola. Sabemos que é mais fácil trocar o treinador do que um elenco inteiro ou a diretoria…

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