– A CBF quer tumultuar o Majestoso de sábado? Que insensibilidade…

Parece que a CBF procura confusão! Por incompetência da Comissão de Arbitragem, corre o risco de promover mais um final de semana recheado de discussões nas mesas redondas.

Explico: alguns árbitros não conseguem “ter química” com certos times. Outros, sempre se embananam em determinados estádios. Assim, algo que deveria ser evitado é escalar Rodolpho Toski Marques em jogos do Corinthians. Não existe má-intenção nenhuma dele, mas sempre é um “para-raio” na Arena de Itaquera. Assim como Paulo César de Oliveira involuntariamente também era no Parque Antártica (mas nitidamente com mais competência no seu ofício).

Aliás, qual o mérito dele, Toski, que é uma boa pessoa mas azarado no apito, para alcançar o escudo da FIFA? E depois de tanta lambança, é “presenteado” com o sorteio para Corinthians x São Paulo do próximo sábado?

Estou afastado alguns dias da Internet por motivos particulares. Mas fico indignado de, existindo tantos árbitros no quadro nacional, escolher (digo, sortear) justamente quem já provou que precisa “comer mais feijão” para apitar jogos importantes… Olha a lista recente de “caças”do juizão e os jogos que apitou:

1- Os 8 lances em Corinthians 1x 0 Fluminense –https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/09/22/os-8-lances-polemicos-de-corinthians-1×0-fluminense/

2- O pênalti inexistente Corinthians 1 x 0 Internacional –
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/11/22/o-penalti-inexistente-em-corinthians-1×0-internacional/

3 – A falta de autoridade em Ponte Preta x São Paulo –
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/06/06/autoridade-e-a-falta-de-sobre-lances-da-arbitragem-de-domingo/

4- O pênalti equivocado em Corinthians x Botafogo –
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/07/02/o-equivocado-penalti-em-arana-no-corinthians-x-botafogo/

5- Os 3 lances discutíveis em Corinthians 1×1 Cruzeiro –
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/10/02/os-3-lances-discutiveis-em-cruzeiro-1×1-corinthians/

6- A imaturidade em Cruzeiro x Santos –
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/08/17/a-falta-de-experiencia-ou-de-competencia-na-arbitragem-brasileira-mostrada-em-cruzeiro-x-santos/

Perguntar não ofende: onde está a Meritocracia nas Escalas? Um Majestoso é sempre um jogo nervoso, pegado, importante. Ainda mais com os dois times tensos como estão nos últimos dias… Insisto: nada contra a idoneidade do árbitro, mas é escala a ser evitada.

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– Atlético Paranaense será punido?

Pelas Orientações da FIFA, as equipes de futebol são proibidas de fazerem manifestações político-partidárias, religiosas, raciais e preconceituosamente sexistas.

Dito isso, a pergunta: ao entrar em campo nesse sábado com uma camisa amarela com o slogan da campanha presidencial de Jair Bolsonaro (na véspera da Eleição), o Atlético Paranaense será punido?

Ressaltando duas coisas:

1. O zagueiro Paulo André se recusou a fazer tal promoção;

2. O presidente do time, Petraglia, postou em sua página na Rede Social que apoia tal candidato (se é de Direita ou Esquerda, é irrelevante).

O que acontecerá com a equipe do Furacão?

– O VAR da Conmebol teve problemas técnicos em Minas Gerais?

Quer dizer que realmente aconteceu uma dificuldade séria com o recurso do VAR no Mineirão, na partida entre Cruzeiro 1×1 Boca Jrs na Libertadores? A Raposa sabia de um problema, mas nada podia fazer.

Mas o que exatamente ocorreu?

Para a Conmebol, foi um problema na Linha Virtual que aparece no impedimento (algo simples); mas um jornalista da TNT Sports da Argentina garante: foi pane mesmo e o pessoal que fica alocado no container da arbitragem permaneceu sem imagens.

Na quarta-feira, teremos a final da Copa do Brasil lá em MG. Pensou se mesmo com o número exagerado (e estranho) de 18 pessoas escaladas para comandar a arbitragem do jogo, o equipamento “dá pau”?

Uma coisa é fato: somente a Conmebol para implantar um sistema de VAR duvidoso…

Extraído de: https://globoesporte.globo.com/mg/futebol/libertadores/noticia/cruzeiro-afirma-que-foi-avisado-sobre-problema-em-linha-do-var-antes-de-jogo-com-o-boca-mas-nao-se-opos.ghtml

CRUZEIRO AVISA QUE FOI AVISADO SOBRE PROBLEMA EM LINHA DO ÁRBITRO DE VÍDEO ANTES DO JOGO COPNTRA O BOCA

Jornalista argentino informa que equipamento do árbitro de vídeo não teria funcionado plenamente na partida; fonte na Conmebol reconhece falha pontual e diz que não houve prejuízo geral na captação de imagens

O árbitro de vídeo (VAR) não teria sido utilizado pelo árbitro uruguaio Andres Cunha no jogo entre Cruzeiro e Boca Juniors, no Mineirão, pela partida de volta das quartas de final da Taça Libertadores. A informação revelada pelo jornalista Hernán Castillo, da TNT Sports, da Argentina, é que o equipamento não funcionou. O jogo terminou empatado por 1 a 1, resultado que eliminou o Cruzeiro, causando revolta entre jogadores e dirigentes do clube, principalmente por decisões tomadas em campo pelo uruguaio Andres Cunha.

Procurado pela reportagem, o Cruzeiro admitiu que, antes da partida, a comissão técnica do clube foi chamada pelos responsáveis pelo VAR e comunicada que uma das fases, a da linha de impedimento, não estava funcionando. Segundo Sérgio Nonato, diretor geral do clube, foi passado que a falha não prejudicaria a recepção e a visualização geral das imagens.

Marcone Barbosa, gerente de futebol do Cruzeiro, esclarece que o clube apenas foi comunicado sobre o problema e que, nesse caso, o time mineiro não tem poder de veto ou questionamento sobre o assunto.

Uma fonte da Conmebol admitiu ao GloboEsporte.com que houve uma falha pontual no sistema do VAR, porém em uma ferramenta que auxilia o uso do equipamento, chamada “linha virtual”, usada para ajudar em lances de impedimento, por exemplo.

Essa mesma fonte nega que o VAR não tenha funcionado durante o jogo entre Cruzeiro e Boca Juniors. Segundo ela, a recepção de imagens das câmeras ocorreu normalmente para a análise das jogadas pelo uruguaio Leodan Gonzalez, árbitro de vídeo da partida.

A Minas Arena, administradora do Mineirão, também se posicionou. Segundo a gestora, o VAR foi instalado dentro de um container localizado no estacionamento do estádio, a pedido da Conmebol, diferentemente do que ocorreu na Copa do Brasil, quando foi disponibilizada uma sala para os árbitros e o equipamento. Diante disso, a administradora do Mineirão não se responsabiliza por problemas ocorridos.

A principal reclamação do Cruzeiro pela ausência do VAR na partida foi a jogada que poderia ter sido finalizada com o gol de Barcos. Porém, o uruguaio Andres Cunha parou o lance antes, anotando falta de Dedé no goleiro Rossi, por jogada perigosa. O jogo estava 0 a 0 naquele momento.

– Temos todos, no futebol brasileiro, que ficar indignados. Enquanto nós não nos fortalecermos, vamos ficar nas mãos de venais. O que adianta o VAR, se quem resolve é um juiz venal. Vocês viram o tempo todo. Ele segurou o time, prendeu o time – disparou o presidente do Cruzeiro, Wagner Pires de Sá.

Árbitro uruguaio Andres Cunha foi bastante criticado pelo Cruzeiro — Foto: Cristiane Mattos/BP Filmes

Árbitro uruguaio Andres Cunha foi bastante criticado pelo Cruzeiro — Foto: Cristiane Mattos/BP Filmes

– Quando posso rever uma decisão no futebol?

Posso voltar atrás na aplicação de um cartão, ou seja nas decisões disciplinares? E nas decisões de marcações de jogo (decisões técnicas)?

A resposta é clara: desde que o jogo não tenha sido reiniciado, pode voltar atrás. Mas e se o jogo já tiver sido reiniciado?

A dúvida é comum a muitos. Recebi de um internauta e por achar relevante, publico-a:

“Boa noite, Rafael. Estava pesquisando na internet a respeito de arbitragem e achei seu blog (…) O que me levou a pesquisar sobre foi uma dúvida que surgiu em um bate papo com um amigo que me disse que antigamente (anos 90 pra trás, mais ou menos) as regras do futebol permitiam que o árbitro voltasse uma decisão equivocada mesmo que a jogada já tivesse sido reiniciada. Achei pela net um texto das regras de 1903 e não diz nada a respeito disso, que o juiz não poderia fazer isso. Tentei encontrar textos mais recentes, mas só consegui achar de 2003 e constava o texto que o juiz só poderia alterar antes do reinício. Isso realmente me intrigou pois achei interessante o juiz poder voltar atrás e tentar rever uma decisão equivocada.
Isso realmente procede?
Abraços.”

A resposta detalhada com exemplos é:

“Boa noite. Seu amigo está equivocado, provavelmente ele confundiu alguma outra situação. O árbitro nunca pode voltar atrás após uma jogada reiniciada. O que ele pode é dar um cartão retroativo (uma excepcionalidade, por exemplo: um jogador deu um soco em outro fora do lance de jogo, o bandeira viu mas não conseguiu interromper a tempo de avisar; na 1a oportunidade o faz, sendo que o árbitro pode expulsar o agressor mas a partida deve continuar da forma onde estava quando ocorreu a informação).
Imagine essa situação hipotética no Choque-Rei de sábado: Felipe Melo (PAL) agride o goleiro Sidão (SPFC), somente o quarto árbitro viu mas por algum problema não conseguiu avisar a tempo. Depois de 5 minutos (já teve lateral, escanteio e falta nesse tempo) o Felipe Melo sofre um pênalti a seu favor do… goleiro Sidão! Nesse momento, o quarto árbitro avisa o árbitro do ocorrido. Procedimento: árbitro expulsa Felipe Melo pela agressão anterior, mas mantém o pênalti a favor do Palmeiras (pois não pode mudar a sua decisão técnica já que a partida tinha sido reiniciada nesse período de tempo).
Repito: talvez seu amigo tenha confundido essa questão DISCIPLINAR (que é uma exceção). A Regra nunca permitiu na questão técnica, desde 1863″.

Estudar a Regra do Futebol é maravilhoso, não? Lembrando que a figura do árbitro inexistia nos primórdios, pois quem decidia os lances eram os capitães em comum acordo.

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– As críticas contra a Arbitragem de Cruzeiro 1×1 Boca Jrs

Que o Cruzeiro foi prejudicado no jogo de ida contra o Boca nas Quartas de Final no Bombonera, não tenho dúvida. Relembre-a em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/09/20/como-explicar-tanto-erro-pro-boca-sobre-a-expulsao-de-dede-amarilla-2013-aquino-2011/

Mas aqui em Belo Horizonte, vejo duas reclamações:

  1. O Gol anulado de Barcos por pé alto de Dedé em disputa de bola com o goleiro Rossi.
  2. Impedimento de Barcos no segundo tempo (houve um tiro penal, e com a ajuda do VAR, reverteu-se para tiro livre indireto pois concluiu-se que o atleta estava em impedimento ativo).

Vamos discuti-las:

  1. A Primeira: eu também anularia o gol de Barcos, pois realmente há um pé alto, onde a sola de Dedé fica escancarada contra o goleiro portenho.
  2. A Segunda: não tenho uma imagem clara, mas quero explicar conforme a Regra e a NOVA ORIENTAÇÃO: antes, se um jogador estive em posição de impedimento e levasse um pontapé, não era pênalti pois ele estava sem condição de jogo (você até podia dar Amarelo pela violência do pontapé, mas não marcar o pênalti). Agora mudou: se você tem um jogador em posição de impedimento (estando assim passivo) e ele sofrer um pontapé ANTES do domínio de bola (que é onde se caracteriza o impedimento ativo), DEVE-SE marcar o pênalti. Ou seja: em atleta em impedimento passivo, a regra mudou e se marca pênalti. Em impedimento ativo, sanciona-se o lance e marca tiro livre indireto para o adversário.

O que me chamou a atenção foi a declaração do lateral esquerdo Egídio, depois do jogo,

“O juiz brincou. Teve uma bola ali em que eu estava no lance, eu chutei uma bola, bateu na mão do cara caído no chão. E aí ele deu falta minha. Eu nem encostei no cara. Essa arbitragem aí… Sabe o que ele ficou falando ali para mim? ‘Vocês perderam, vocês não fizeram (nada) para ganhar, vocês são ruins, saíram da Copa’. É vergonhosa essa arbitragem aí. Aí ele falou assim: ‘A culpa foi minha?’. Falei: ‘Foi sua!’”

 

Será que o árbitro uruguaio Andrés Cunha realmente falou isso? Se sim, é algo muito grave.

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– É pra mostrar que o VAR funciona ou para desmoralizar? Sobre a escala de 18 pessoas na Arbitragem entre Cruzeiro x Corinthians:

DEZOITO PESSOAS trabalharão na arbitragem da final da Copa do Brasil. É quase 1 pessoa para cada jogador.

De oficiais por conta do VAR, há vários. Tem Vídeo-Árbitro, Assistente de Vídeo-Árbitro, Apoio de Vídeo-Árbitro e Supervisor de Vídeo-Árbitro. Tem “cartolas do apito” aos montes. E no campo, até Quinto Árbitro.

Considere:

1- Com 18 pessoas remuneradas para o primeiro jogo da Final da Copa do Brasil, a arbitragem precisa ser “118%”perfeita.

2- Será que pelo fato de Corinthians e Cruzeiro serem “reclamões com a arbitragem”, é uma forma de dizer que foi um número inédito e que não dá para reclamar da atuação de Anderson Daronco?

3- Tanta gente por conta do VAR fará com que exista uma certa obrigação que se use o equipamento (mesmo que não precise), a fim de dizer que valeu o investimento?

4- O exagero no número de pessoas é para simbolizar que todos estão pedindo VAR no Brasileirão em 2019 e a CBF quer mostrar que a conta é cara? É para assustar o valor do custo e continuar existindo a negativa dos clubes em desejar o VAR nos seus torneios, desobrigando a CBF a institui-lo em definitivo?

5- Por fim: talvez um sexteto de árbitros fosse suficiente, mas como a arbitragem está mal, tem que colocar 3 para valer 1 e assim virar um octodeceto de árbitros, ou seja, 18 integrantes?

Acréscimo 1: a mim, na 3a observação do documento oficial abaixo, pareceu-me que a orientação é de que a arbitragem fosse por meio de ônibus, sendo permitida a compra de passagens para veículo leito. Amigos me dizem que está autorizada a viagem aérea, visto que há a sinalização de “TA” logo após o nome da pessoa. E tenho uma curiosidade: será que os árbitros estarão voando pelo mesmo patrocinador da Seleção Brasileira, ou ainda compram passagens da Pallas Transportes Esportivos (que vendia bilhetes na gestão Ricardo Teixeira)? Sendo assim, 13 pessoas viajarão confortavelmente por via aérea e outros 5 de ônibus leito (precisa tanto para colocar o VAR em funcionamento)?

A seguir, os nomes escalados:

– Vieri, Ronaldo, Zamorano e a Inteligência de Mercado: uma história que serve de exemplo:

Uma pena que perdi o jornal de onde tirei o recorte para citá-lo, mas vale a postagem: Ivan “Bam Bam” Zamorano, dias atrás, numa entrevista sobre sua passagem na Itália, deu um exemplo de como um jogador inferior pode ganhar a titularidade em uma equipe jogando pelo coletivo, “carregando o piano”.

Disse o chileno:

“Fui jogar na Internazionale, que tinha um dos melhores times do mundo. Aí contrataram o Ronaldo, um excepcional jogador, extraordinário. E eu ía jogar com o melhor futebolista do mundo, um privilégio. Porém sabia que perderia a camisa 9 (…). Pouco a pouco fui fazendo amizade com Ronaldo, mas logo vem outro goleador fabuloso, italiano, o ‘Toro Vieri’. Então pensei: ‘Meu lugar está garantido no banco’. O que eu poderia fazer diante desses dois monstros espetaculares? Daí eu descobri algo. Descobri que Ronaldo e Vieri não poderiam jogar juntos porque ninguém deles poderia sacrificar um pelo outro. Eu sabia desde pequeno que as equipes não se fazem só de estrelas, e aquela faltava alguém para o sacrifício, alguém para ajudar o companheiro, alguém que corresse mais que os demais, alguém que não quisesse só fazer gols, mas fosse o primeiro a voltar para a defesa. Nesse caso, eu diria que é “inteligência de mercado”, pois eu tinha que reconhecer as características deles e analisar suas fraquezas e competências; e, assim, procurar entrar nesse time. O objetivo era convencer o treinador, e eu o convenci correndo muito, me sacrificando mais e me sacrificando como nenhum dos dois faria pelo outro. Eu me sacrificava pela equipe. No final dos 5 anos que joguei na Itália, tanto Ronaldo quanto Vieri tiveram que se revezar comigo, e assim me segurei pondo o ‘pescoço’ pela equipe toda.”

Essa Inteligência de Mercado não é algo para o futebol ou para a carreira, mas serve para a vida! A importância em se discutir oportunidades e atitudes cada vez mais é fundamental.

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– Suspenderam os Árbitros. Mas e quem os Escalou?

Quer dizer que o Coronel Marinho, presidente da Comissão de Árbitros da CBF, suspendeu diversos trios de arbitragem por conta das má atuações na Série, escalando-os na Série B?

Discordo disso, pois o risco dos erros acontecerem aos clubes da Segunda Divisão, logicamente aumenta. Ou vai querer me convencer que na Série B é que eles se “reinventarão”?

Divulgar a “geladeira” para imprensa é fazer média a presidente de clube que reclama. Algumas questões ficam sendo pertinentes: como esses árbitros chegaram à elite? Por quê alguns deles são da FIFA? E o que acontece ao responsável por escalar eles?

Aliás, o chefe de árbitros os suspendeu. Só que é justamente ele quem faz as escala e os premia também com bons jogos!

Afinal: ninguém suspenderá o “suspensor” de árbitros, que é o responsável por eles?

Está se trocando o sofá…

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– 41 anos que Pelé parou!

O tempo passa: em 01 de Outubro de 1977, Edson Arantes do Nascimento jogava profissionalmente pela última vez,

Extraído de: https://seuhistory.com/hoje-na-historia/ultima-partida-de-pele-como-jogador-profissional

ÚLTIMA PARTIDA DE PELÉ COMO JOGADOR PROFISSIONAL

O dia 1o. de outubro de 1977 marcou a despedida de um dos maiores ídolos futebol mundial. Vestindo a camisa do Cosmos, de Nova York, o rei Pelé decidiu que era hora de dar adeus aos gramados. Depois de uma carreira de glórias pela seleção brasileira e pelo Santos, ele chegou ao time norte-americano aos 35 anos, em 1975, com o objetivo de difundir o esporte no país. Pelo Cosmos, Pelé conquistou o título de campeão norte-americano de 1977. A despedida oficial do Rei foi justamente contra o Santos, em um confronto em Nova York que muitos consideram que só existiram perdedores. O Rei foi um deles, pois não fez seu último gol da carreira pelo Peixe, clube que o projetou para o sucesso. Pelo contrário, Pelé acabou marcando pelo Cosmos na derrota do Santos por 2 a 1. O Cosmos, mesmo vencendo o jogo, perdia seu grande craque e relações públicas. Contudo, o futebol foi o grande derrotado, já que um dos maiores jogadores da história encerrava ali sua vitoriosa carreira.

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– A Regra nova em Botafogo x São Paulo

Estou escrevendo aos 10 minutos do primeiro tempo sobre o lance de gol do Diego Souza (o de empate contra o Botafogo). Válido ou não?

Quando Nenê chuta, Diego Souza está bem impedido e não pode dominar a bola. Entretanto, a bola bate em dois atletas do Botafogo e sobra para ele. E aí?

Se você me perguntasse sobre isso há dois anos, eu diria que o gol foi ILEGAL, pois desvio não tira impedimento. Mas isso mudou em algumas situações, e isso faz com que o gol seja legal em 2018.

Entenda: se um jogador adversário tocar na bola por tentar disputá-la, a FIFA orienta que esse toque habilitou o atacante. Mas importante: isso vale quando se quer disputar a bola, pois se ela bate despretensiosamente, o impedimento continua valendo. No Engenhão, entendo, os dois jogadores da defesa foram interceptar o lance. Assim, gol LEGAL.

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– Os 3 lances de pênaltis reclamados em América-MG 0x0 Corinthians. Certos ou errados?

Em um jogo extremamente limpo, pouco faltoso e com muito tempo de bola rolando (fato raro no Campeonato Brasileiro), leio / escuto / vejo 3 reclamações de pênaltis supostamente não marcados (2 a favor do Corinthians e 1 para o América-MG). Vamos a eles?

1- Aos 65 minutos, uma bola é chutada para o gol do Timão por Matheusinho (AMG), que bate em Henrique (SCCP) e rebate no braço de Ralf (SCCP), que se assusta! Não é pênalti nem ação anti-natural. Totalmente sem intenção. Acertou o árbitro Marcelo de Lima Henrique em nada marcar.

2- Aos 88 minutos, Roger (SCCP) toca a bola para seu companheiro Gabriel que está entrando na área. Gerson Magrão (AMG) interrompe a projeção com sua perna, travando-o, e comete pênalti. Encoberto, Marcelo de Lima Henrique não viu e foi traído pela omissão do bandeira 1 Michael Correia e do AAA 1 Daniel Victor Costa e Silva, que nada fizeram.

3- Não me recordo dele durante a partida (pode ter passado batido por mim), mas o lance a seguir eu recebi sem áudio, nomes dos atletas ou tempo de jogo. Dando uma fuçada vi que foi real, embora pouco reclamado: o Corinthians está no ataque, a bola é cruzada e um jogador do Coelho se joga de carrinho para cortá-la, sendo que a bola bate em seu braço de apoio. Por mais que alguém possa dizer que houve intenção, não houve. Imprudência? Esqueça, não se avalia isso em lances de mão e braço. Movimento anti-natural ou intenção disfarçada? Também não, já que é impossível você dar um carrinho com os braços grudados no corpo. Acertou o árbitro nessa ótima e importante leitura da jogada.

Enfim: apenas um erro (relevante, lógico) na partida, sendo que o árbitro carioca não pode ser culpado por ele mas sim o bandeira e adicional, repito, pela omissão.

Roger viu pênalti a favor do Corinthians no segundo tempo do jogo diante do América-MG

– A meia lua virou grande área?

O pênalti grotesco marcado no Pacaembu na partida entre Palmeiras 3×1 Cruzeiro, após a mão do palmeirense na meia-lua, não merece comentários.

De novo um erro grave do conterrâneo do Cel Nunes, o paraense Dewson, que é da FIFA?

Ou será que a meia-lua foi incorporada à área penal e eu não estou sabendo?

Aliás: cadê o bandeira para ajudar?

Que falta faz o VAR…

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– E o Paulista de Jundiaí está fora da 4a divisão em 2018! Os 10 pontos de discussão.

Acabou o ano para o futebol profissional do Paulista Futebol Clube. Após 26 rodadas, o time, por um gol, não se classificou entre os quatro semifinalistas que disputam as duas vagas de acesso para a série A3.

Passado algum tempo após o derradeiro jogo entre Primavera 2×1 Paulista, com a frieza e calma devidas, valem algumas observações:

  1. Cuadrado cobrou mal um pênalti no final do jogo (defendido pelo goleiro Felipe), que poderia ser o gol de empate e classificar o Galo. Se a bola entra, não estaríamos lamentando ou criticando. Um gol faz o time ir do céu para o inferno. Mas nada de querer crucificar o jovem atacante do time, melhor jogador da equipe jundiaiense no torneio. Gênios perdem pênaltis decisivos, por quê com o bom e humilde jogador seria (e teria que ser) diferente?
  2. O Paulista não foi eliminado em Indaiatuba, na tarde do sábado. O campeonato teve 7 meses até agora! Se ganhasse do Primavera ou do Itararé em casa, ou se não levasse um gol da Inter de Bebedouro aos 47 minutos do segundo tempo, estava classificado. Não é um torneio mata-mata, é campeonato longo de grupos classificatórios.
  3. A juventude do time, que é real, não pode ser “muleta” para justificativas. Todos os times jogaram com atletas Sub23 e, dessa forma, a desculpa se torna furada.
  4. O treinador Sérgio Caetano, em que pese algumas críticas normais e corriqueiras (escalações / substituições), não pode ser o bode expiatório. O time era bem treinado sim, você via isso em campo. Tinhas jogadas ensaiadas, padrão de jogo e variações táticas. Foi ousado no penúltimo jogo em Jayme Cintra sendo extremamente ofensivo (e tinha que ser, pois precisava da vitória) e o risco valeu a pena. Não foi tão cauteloso quanto deveria em Indaiatuba, e o risco não valeu a pena. Normal para o elenco que tinha.
  5. O grupo de jogadores, tecnicamente, é notório quanto a limitação. Mas é o que se pode fazer! Atletas esforçados (Ian e Cuadrado se destacaram quanto a qualidade de jogo, Natham como o coringa esforçado e Barbosa como o trombador). No mais, garotos como Evandro, Carlinhos, Carlos Jr, Zulu, Leo e Papa-léguas que precisam ser melhor / continuamente trabalhados pois “podem vingar”. E André Luís, o goleiro que começou o campeonato mais-ou-menos e foi decisivo. Dos demais, há de se repensar. Quantos cartões amarelos e vermelhos foram recebidos de maneira infantil e, não sejamos ingênuos, cavados em algum momento? Custaria caro, mas um psicólogo faria muito bem ao plantel.
  6. O Campeonato da 2a divisão Sub 23 (que é a 4a na prática) é muito desnivelado. Em 2019 teremos co-irmãos como Marília e Rio Branco somados com “Atléticos de Mogi da vida”. Não dá. Temos que ter 16 equipes regionalizadas e o restante para uma 5a divisão.
  7. Fora das quatro linhas, não se pode reclamar da arbitragem. Do nível de 4a divisão nas séries iniciais, melhorando significativamente nas fases decisivas. O Paulista (ao contrário do que muitos possam pensar ou reclamar devido a paixão natural de torcedor) foi PRESTIGIADO nas últimas rodadas – e eu sou testemunha disso nas conversas de bastidores com a FPF. Aliás, vide a chiadeira que Guarulhos está fazendo pela eliminação do Flamengo (não assisti o jogo Comercial x Flamengo, não posso concordar ou discordar). Erros e acertos da arbitragem não podem ser colocados como culpados.
  8. A diretoria: ora, surgiu a história dos patrocinadores, das entrevistas polêmicas do seu Pepe Verdugo ao Esporte Jundiaí e do Zanata ao GloboEsporte, e tantos outros extra-campo. Você acredita piamente que o elenco de jogadores se abalou com as matérias ou com a repercussão? Sejamos honestos: há muita alienação no futebol, e o salário estando em dia, pouco importa aos atletas (importa, de fato, aos torcedores, que vivem e permanecem no Jayme Cintra, pois jogador fica uma pequena temporada e vai embora – poucos fincam raízes). Isso também não pode ser desculpa.
  9. Patrocínios: concordo com as queixas que as grandes empresas não ajudam o Tricolor como poderiam. Mas deveriam? A Sorvetes Jundiá, a Astra ou a Cereser, por exemplo, querem projeção nacional; assim, por quê gastariam dinheiro com uma equipe que disputa torneio local não televisionado? Haverá retorno comercial / institucional para elas? Vivemos um país em crise, é necessário levar isso em consideração (não se pode “rasgar”dinheiro).
  10. Por fim, a torcida do Paulista: tanto as Organizadas (Raça Tricolor, Gamor, Império e outras) quanto aos torcedores comuns apaixonados, estiveram presentes no estádio e empurraram o time. Foram em caravana para fora! A eles, nenhuma queixa, só elogios. Mostraram a alma da agremiação, que por muitas vezes faltou a todos do elenco. Estão certos sim de cobrar o resgate do time a posições melhores e o fundamental: a ABERTURA DAS CONTAS, o NOVO ESTATUTO e, aqui, acrescento: a participação de representantes das torcidas, da sociedade e da manutenção de quem luta e vive o time (não se demonize a todos, vide o árduo trabalho de pessoas como o Jurandir Segli Jr, como o Juninho e outros – que não podem ser tratados desrespeitosamente). Fica a sugestão: um COLEGIADO diretivo, para que não se individualize um gestor ou um grupo que há décadas não abre o clube. Oxigenar, inovar e se reinventar se faz necessário!

– Depois de tudo isso, onde está(ão) o(s) erro(s) ou o(s) culpado(s)?

Como se vê, é um conjunto de coisas certas e erradas. Por tudo isso, não é errado dizer que “foi longe demais” o Paulista (infelizmente). Mas que não se aceite isso passivamente! Sempre comparei o Paulista no cenário estadual com o Goiás no cenário nacional: uma equipe que fica tempos na Elite, que revela atletas e que “vai tocando o barco”. Quando cai, permanece algum tempo na divisão de baixo para ser “o grande nela e logo voltar”. O que não pode é cair para a 3a divisão (como fizemos) ou para o limbo (a 4a e última). Dessa forma, permanecer nela é sinal de que estamos fora do normal.

Que 2019 seja diferente – aproveitando o que deu certo nessa temporada e aprendendo com os erros desse ano para que não se repitam. E insisto: oxigenar o clube!

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– Será que a lógica do Futebol é realmente de 28%?

Republicando post de exatos 9 anos. Seria atual? Veja que interessante:

Amigos, costumo brincar que a única lógica do futebol é que ele é “ilógico”. Claro, opinião pessoal e discutível.

Entretanto, segundo o Caderno “Ciência” da Folha de São Paulo (clique aqui para link), na matéria intitulada “72% DO FUTEBOL É CAIXINHA DE SURPRESA”, um estudo mostrou que a probabilidade da Copa do Mundo premiar a melhor seleção é de apenas 28%. Assim, há 72% de chances do campeão não ter o melhor time. A reportagem de Rafael Garcia traz como base um estudo científico realizado pelo astrofísico inglês Gerald Skinner, do Centro Goddard de Washington. Após uma engenhosa fórmula, o cientista chegou a um modelo de resultados estatísticos resultante nesse número.

Assim, fica a discussão: em campeonatos eliminatórios (mata-mata), nem sempre há justiça, pois o melhor pode ser eliminado. Nos campeonatos de pontos corridos, pela regularidade, o melhor costuma ser campeão. Embora, ressalte-se, a comprovação mesmo científica pode levar a debates intermináveis.

Agora, dentro dessa tese, se uma equipe teoricamente “pior que outra” vencer o considerado “melhor de todos”, não seria ela a melhor?

Talvez não. Vide Once Caldas campeão da Libertadores ou Grécia campeã da Eurocopa. Campeões de torneios, mas não melhores do que os adversários, caso o torneio fosse em pontos corridos.

Matéria em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0310200901.htm

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– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Primavera x Paulista

Opa! Árbitro de jogo grande para Primavera x Paulista na Rodada 26 (a última antes da semifinal). Vamos à escala completa:

Árbitro: Vinícius Gonçalves Dias Araujo
Árbitro Assist 1: Marco Antonio de Andrade Motta Junior
Árbitro Assist 2: Eduardo Vequi Marciano
Quarto Árbitro: Danilo da Silva

“Tito Dias” apitou no último domingo Vitória 3×4 Botafogo pelo Brasileirão da Série A. Na rodada anterior apitou Sport 0x0 Cruzeiro, e na outra Vasco 1×1 Ceará. Aliás, é dele a arbitragem do 0x0 no clássico paranaense entre Paraná Clube e Atlético Paranaense. Já trabalhou em clássicos paulistas também e, reforço como principal qualidade, o equilíbrio emocional dentro de campo. Tranquilo, não costuma ser caseiro (aliás, vide os placares dos jogos apitados por ele). Sempre é discreto e atento à periferia do gramado. Gostei!

Dos 4 jogos da 2a divisão Sub 23, é o único que já apitou clássico e atua regulamente no Brasileirão da Série A. Assim, tranquilidade no apito para o jogo!

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