– Rogério Ceni será o treinador do Flamengo na Libertadores 2021?

Eu fico lendo comentaristas e textos vindos do RJ, e me admiro: embora campeão brasileiro, Rogério Ceni continua sendo contestado no Flamengo.

A impressão é: durante a última rodada, ainda na incerteza da conquista do título, parecia que Ceni seria demitido no vestiário. Com a bobeada do Internacional, o alívio veio e a comemoração do Octacampeonato.

Mediante a possível saída de Jorge Jesus do Benfica, Rogério Ceni se sustentará, mesmo com bons números?

Como no futebol a paixão muitas vezes fala mais do que a razão… abra o olho, Ceni!

– O pênalti reclamado pelo Internacional contra o Corinthians, o medo de Virada de Mesa carioca e o curioso desempenho do São Paulo contra o Flamengo: as “ilógicas” do futebol…

Acabou o Brasileirão, com polêmicas, “para variar”. Vamos lá:

1. Wilton Pereira Sampaio, que é árbitro da FIFA, precisou usar o VAR para desmarcar um pênalti em lance de mão que bate involuntariamente no braço de apoio do defensor que dá um carrinho. Como é que você, sendo da FIFA, vai entender absurdamente como um movimento antinatural da mão na bola? É casualidade! Provavelmente, isso é resquício daquela gafe da orientação da CBF em 2015, onde ela insistiu em que “quase tudo era mão infracional”.

Na oportunidade, Jorge Larrionda fez uma lambança como instrutor e Sérgio Correa da Silva avalizou. Repare que alguns vídeos de orientação da CBF até saíram do ar (é da página da CBF TV, compartilho em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2015/10/16/penaltis-de-movimento-antinatural-entenda-a-diferenca-do-que-a-fifa-quer-e-o-que-a-cbf-inventou/).

Respeitosamente, foi falha grotesca do juiz, corrigido pelo VAR. O Internacional não pode acusar de erro a favor do Corinthians neste caso. Se vimos lances assim marcados como pênalti em outros jogos, lembremo-nos: nossa arbitragem é fraca atualmente e mal orientada, cometendo tais equívocos.

2. O Vasco recebeu os áudios do gol em que o Internacional fez e que estava com o VAR descalibrado (outra “jabuticaba brasileira”) e promete ir à Justiça para anular o jogo. O medo é: com dois cariocas rebaixados (Botafogo e Vasco da Gama), com a desculpa de que os prejuízos da pandemia fizeram o ano ser anormal (e foi anormal mesmo, mas para todos), tentar-se uma virada de mesa e cancelar o rebaixamento da edição 2020 do Campeonato Brasileiro.

3. Eu duvidava que o São Paulo vencesse o Flamengo pelo rendimento em campo, e não esperava que o Internacional não conseguisse superar o Corinthians, pelo fato do Timão estar se reconstruindo da péssima temporada. Errei, mas é essa a graça do futebol. E pense: o Tricolor do Morumbi perdeu do último colocado na segunda-feira, e na quinta-feira vence o campeão? Que lógica é essa?

4. A melhor árbitra do Brasil, Edna Alves, que ficou de fora dos jogos importantes na reta final do Brasileirão, está escalada como VAR em Guarani x Ituano pelo Paulistão. Que “motivante”…

Seria “prêmio” por ter se destacado no Mundial de Clubes da FIFA? Ciúme de homem por machismo, ciúme de mulher por vaidade, ciúme por competência… que não atrapalhem a carreira dela.

juiz-de-futebol-cartao-vermelho-apito | AcheiUSA

– Será uma noite perfeita ao flamenguista, com o Flamengo campeão e o Vasco rebaixado?

Flamenguistas e vascaínos poderão estar em lugares antagônicos nesta noite de 5a feira: o Flamengo pode vencer o Campeonato Brasileiro, e no mesmo instante, saber que o arqui-rival Vasco da Gama foi rebaixado para a 2a divisão.

É obvio que o Internacional tem chances, mas… pelo futebol mostrado nas últimas rodadas, o São Paulo perde para o Mengão. Quanto ao Vasco: só por milagre para o Cruz-maltino conseguir a combinação matemática…

Tomara que na 6a feira, o assunto não seja: a influência negativa da arbitragem nos jogos, os pênaltis de mão na bola / bola na mão e o uso indevido do VAR.

Aguardemos e torçamos para que tudo termine em paz.

CBF divulga datas e horários das rodadas iniciais do Brasileirão | A Última  Folha

– O exemplo baiano do que é um “Campeonato Jabuticaba”!

Sou um cara do Interior e nasci vivendo a paixão dos clubes caipiras pelos Estaduais. Os grandes, antigamente, os tinham como grande fonte de renda e rivalidade. Entretanto, hoje, estamos em novos tempos com cenários desfavoráveis às partidas regionalizadas entre um time de torcida nacional contra um pequeno local.

A respeito disso, escrevi tempos atrás sobre os “Campeonatos Jabuticabas”, defendendo a transformação dos Estaduais em divisões de acesso ao Brasileirão, nacionalizando-os com a co-organização das federações. Convido à atenta leitura em: https://professorrafaelporcari.com/2015/01/26/campeonatos-jabuticabas/

Dentre tantos fatores, o baixo nível técnico e de interesse. Um jogo entre XV de Piracicaba x Paulista de Jundiaí valendo o acesso para uma série E ou D do Brasileirão traria mais público do que uma partida entre eles cumprindo tabela na A3 ou A2 do Paulistão, motivando torcedores e permitindo uma tabela mais longa. Trocando em miúdos: dando calendário às equipes que jogam 2 ou 3 meses e que se extinguem se não estiverem na A1.

Digo tudo isso pois recebo um vídeo onde se pode discutir a existência ou não dos Estaduais: através do lance abaixo, entre Atlético de Alagoinhas 1×2 Vitória (Campeonato Baiano 2021), devemos pensar se o tradicional clube da Capital não deveria estar se esforçando para a volta à elite no quadro nacional, ao invés de disputar com times de qualidade técnica inferior, nivelando-se à ele. E isso é uma lógica: se o Corinthians, Palmeiras ou qualquer outro clube não tiver sparrings fortes, se acomoda. Se ganhar o título, acha que está tudo bem, e quando entra no Campeonato Brasileiro e se defronta com equipes melhores, “perde a ilusão”.

Vide essa cena pastelão no vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=vPF8EouDVi4&feature=youtu.be. Recebo, a partir dele, a dúvida inteligente do internauta e jornalista Marcelo Torres, que compartilho abaixo:

Boa noite, Rafael.
Gostaria de fazer uma consulta, já que busquei no site da CBF e não achei. É o seguinte: Hoje, num jogo pelo campeonato baiano, Atlético X Vitória, a bola foi lançada pro ataque do Vitória na área do Atlético. O goleiro do Atlético saiu estabanado e se chocou com o zagueiro do seu time e ambos caíram (o atacante não tocou em nenhum). A bola sobrou limpa para o atacante jogar para as redes, com o gol aberto (embora o goleiro tenha se levantado). O árbitro, a meu ver, fez certo ao deixar a chance claríssima de gol prosseguir. E foi gol.
Os jogadores do Atlético reclamam dizendo que o árbitro deveria ter paralisado a partida.
Eu disse que a partida — com a chance clara de gol de um clube no mesmo lance — não poderia ser interrompida. Porque, se for assim, as zagas forçariam um choque e queda toda vez que o adversário tivesse na cara do gol (a fim de paralisar o jogo). Se o árbitro parasse o jogo com um time já na boca do gol aberto, prejudicaria esse time.
O choque entre goleiro e zagueiro do mesmo time ocorreu por culpa deles mesmos, a outra equipe não teve nada a ver com isso. O que você me diz?
Abraços.
Marcelo (Lance no minuto 3’10”).

Uma questão bacana para discussão! Independente de ser um lance bizarro, não houve erro de arbitragem. E respondo:

Marcelo, o jogo deve prosseguir, pois o choque foi acidente de trabalho, EXCETO na condição de que seja uma situação em que há claramente um risco de lesão grave do goleiro que fica caído no chão (pois não se pode jogar sem goleiro). No vídeo, o goleiro levanta e ainda tenta defender. 
Lance normal para a Regra (imediatamente à paralisação, se deve atender o zagueiro). Mas “anormal” para o esporte (afinal, que infelicidade do time).
Se o jogo fosse paralisado ali pois o goleiro ficasse caído nitidamente com lesão grave (não foi o caso), deveria ser – antes da sobra e rebote – reiniciando com a posse de bola ao atacante, com 4 metros de distância do adversário (é a nova regra do bola ao chão para a devolução da posse de bola).

Dessa forma, fica a observação: é rentável, inteligente ou devido tal formato de torneio, que nos permitem lances como esses? 

Repito: amo Estaduais, cresci torcendo para Pequeno, apitei demais jogos do Interior, mas o modelo deve ser repensado, a fim de otimizar o futebol para todos os seus atores.

Jabuticaba: propriedades, benefícios e receitas com a fruta roxinha |  nutrição | ge

– Conquistando as crianças. 🐔

Ganhou e não tira mais!

Minha Estelinha foi presenteada dias atrás com a máscara do “meu Paulistinha”, como ela carinhosamente chama o Galo da Japi (Paulista FC).

É esse mesmo o caminho: incentivar as crianças a torcerem, pois elas são o futuro dos clubes.

Parabéns ao Alexandre, responsável pelo Marketing do Tricolor Jundiaiense.

– Sobre a Arbitragem para São Paulo x Flamengo.

Júlio Cazares, novo presidente do São Paulo, esteve nesta semana na CBF e parece que retirou os vetos da gestão Leco contra alguns árbitros. No dia seguinte, por exemplo, a Comissão de Arbitragem divulgou que Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR) apitará SPFC x Flamengo no Morumbi.

Ele, que não está fazendo jus ao escudo FIFA há algum tempo (mas não tem substituto para a honraria), foi sacado do jogo São Paulo x Grêmio após ter atuado muito mal na partida do Tricolor contra o Fortaleza. Na oportunidade, Leonardo Gaciba atendeu o pedido de veto e, pior, declarou isso publicamente, abrindo um enorme precedente (relembre em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2020/10/16/a-interferencia-indevida-e-o-aceite-da-pressao-na-escala-de-sao-paulo-x-gremio/).

Eu evitaria tal escala. Afinal, se o juizão errar a favor do São Paulo, se dirá que tem medo de novo veto. Se errar a favor do Flamengo, se dirá que quis mostrar que não aceita pressão e na dúvida marcou contra o mandante com mágoa do veto que sofreu anteriormente. O ideal, óbvio, é ser perfeito e não errar nada (mas isso é utópico).

Toski terá dois árbitros conhecidos trabalhando como VAR: Wagner Reway – PB (como árbitro de vídeo) e Ricardo Marques Ribeiro – MG (que apesar de árbitro, está listado como assistente de árbitro de vídeo, ou seja, AVAR 1). O bandeira de vídeo propriamente dito será Oberto da Silva (como AVAR2).

Tomara que a arbitragem não sinta nenhum tipo de pressão e trabalhe com tranquilidade, pois suas limitações técnicas (do árbitro e dos VARs) são conhecidas ao longo dessa e de outras temporadas).

Em tempo: teremos Wilton Pereira Sampaio (FIFA – GO) no Internacional x Corinthians, outro jogo com cara de decisão. A melhor árbitra do campeonato, Edna Alves (FIFA – SP), foi escalada na partida que vale muito pouco: Atlético-GO x Coritiba, assim como Raphael Claus (FIFA-SP) estará num jogo de menor importância: Ceará x Botafogo. Já para Red Bull Bragantino x Grêmio, uma escala interessante: o jovem catarinense Ramon Abatti Abel, que vem sendo testado e terá uma grande chance de mostrar suas qualidades num jogo que não terá impacto relevante na tabela.

São Paulo x Flamengo: onde assistir, escalação, horário, arbitragem e últimos resultados

– E aí, Tricolor?

O São Paulo perdeu para o Botafogo no Rio de Janeiro. Seria um resultado normal, caso voltássemos no tempo.

Porém…

O Fogão já está rebaixado e jogou com um time de garotos.

O Tricolor luta pela Libertadores e demonstrou uma apatia absurda.

O árbitro marcou um pênalti inexistente ao SPFC e ainda assim o time perdeu.

O novo treinador Crespo, pelo que deve ter assistido, deve imaginar que terá um trabalhão…

Botafogo x São Paulo: onde assistir, horário e escalação das equipes

– Quem dá mala branca, também dá mala preta?

Elusmar Blaggi, o bilionário que deu 1 milhão de reais para o Internacional pagar a multa de Rodinei e jogar contra o Flamengo, sugestionou que iria “turbinar o São Paulo FC” para que vencesse o Flamengo.

Fica a questão (que sempre surgem casos assim): se o jogador aceita “mala branca”, poderia também aceitar mala preta? Mais do que isso: um clube da magnitude do SPFC, com atletas que custam caro, passaria o risco de ver os seus jogadores aceitando?

Abaixo, quando ocorreu o imbrolho entre Palmeiras e Cruzeiro e que representa muito bem tal situação:

MALA BRANCA E MALA PRETA:

Já ouviram falar de “malas de dinheiro no futebol”? No imaginário popular elas existem aos árbitros que estão “na gaveta”. Mas e quando ela vai para um jogador ou para um time?

Viram a manchete do UOL a respeito da mala branca de R$ 500 mil recebida pelos jogadores do Cruzeiro como incentivo a jogarem com mais determinação contra o Palmeiras?

Os jornalistas Danilo Lavieri, Gustavo Franceschini e Thiago Fernandes postaram nesta 5a feira no UOL Esporte que há “relatos de pessoas ligadas a pelo menos 5 atletas diferentes do time celeste, que confirmam a situação”.

Teria sido quem? O Corinthians, para atrapalhar o rival Palmeiras? O Santos, para brecar um concorrente?

O UOL ouviu os times do Cruzeiro e do Corinthians, e ambos confirmaram que não existiu nenhuma mala branca. A pergunta é: se receberam e agora negam, os atletas que toparam fazer isso foram éticos na sua atividade? Um clube grande como o Cruzeiro, com conquistas de Campeonato Brasileiro, Libertadores da América e recentemente a Copa do Brasil, aceitaria passivamente o fato de que um outro time daria dinheiro a seus atletas serem mais produtivos por interesse na classificação do Brasileirão?

Uma perturbação: será que quem aceita a mala branca, não aceitaria também mala preta?

Por fim: os jogadores do Cruzeiro (se é que receberam 500 mil reais mesmo), se não tivessem aceito a grana não honrariam a camisa do time da Raposa e jogariam com menos vontade? Se eu fosse torcedor cruzeirense, me preocuparia com tal situação…

E você, o que pensa sobre isso: houve ou não mala branca supostamente enviada pelo Corinthians ao Cruzeiro? Lembrando que a publicação do Universo On-Line é assinada por 3 jornalistas.

O mais curioso é: na pindaíba das contas e no sufoco em pagar as dívidas, como um clube ousaria usar tal artifício?

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– Os “E se” do Brasileirão 2020.

Não existe achismo no futebol. Mas “e se” existisse?

Algumas situações hipotéticas do Brasileirão 2020. Pense como estaria o campeonato…

  • ...se Domènec Torrent tivesse tido aceitação dos atletas do Flamengo e permanecesse no cargo?
  • …se Eduardo Coudet não aceitasse a proposta do Celta de Vigo e ainda fosse o treinador do Internacional?
  • …se Fernando Diniz não tivesse surtado e desacatado Tchê-tchê?
  • …se Odair Helmann estivesse ainda no comando do Fluminense?
  • …se o Ramon não fosse demitido do Vasco da Gama?
  • …se Abel Ferreira tivesse feito uma pré-temporada no Palmeiras?
  • …se o Red Bull Bragantino contratasse Maurício Barbieri no começo do torneio?
  • …se o Corinthians tivesse insistido com Tiago Nunes?
  • …se o Santos pagasse em dia os salários de seus atletas?
  • …se o Botafogo (e o Goiás, e tantos outros) tivesse planejado melhor seu trabalho e não trocado enésimas vezes de treinador?
  • …se os erros de arbitragem não existissem, nem os pontos cegos do VAR ou a descalibração?
  • …se tivéssemos torcedores nos estádios?
  • …se a Pandemia nunca tivesse existido?

São perguntas para respostas impossíveis (ou melhor: não exatas, duvidosas e no “chutômetro”; afinal, é “achismo”). Mas… e se fossem passíveis e possíveis de previsão? Como estaria o Campeonato hoje: nesta empolgante espera ou não?

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– A Vitamina VAR!

O VAR (árbitro de vídeo) é ótimo para legitimar o resultado no esporte. Basta saber usar.

Em que pese o volume das reclamações da última rodada (algumas justas queixas, outras não), penso que ele, “VAR no futebol é como “uma vitamina no nosso corpo”:

  • Se você tomar uma vitamina, terá boa saúde.
  • Se não tomar, terá deficiência e sentirá hipovitaminose.
  • Se tomar demais, fará mal pois terá hipervitaminose.

Usemos o VAR na DOSE CERTA.

– Vai devolver 500 mil? A Polêmica expulsão de Rodinei em Flamengo x Internacional.

Diferentemente da opinião de Paulo César de Oliveira, comentarista da Rede Globo, eu interpreto com Cartão Vermelho a entrada de Rodinei em Filipe Luís (PC sugeriu amarelo, sugerindo a questão do “calcanhar estar no chão”).

Ora, o que se deve avaliar ali não é o comportamento do atleta do Flamengo, mas o do Internacional. Ali, foi disputar a bola e perdeu o tempo. Correu o risco de atingir somente o adversário e acabou acontecendo isso: um pisão no pé que acaba ajudando na torsão. Lembrando: colocar a integridade física do oponente em risco não carece de violência.

Reitero: Cartão Vermelho bem aplicado com a ajuda do VAR. Se estivesse melhor colocado naquele momento, o árbitro Raphael Claus o expulsaria sem ajuda do monitor.

Em tempo: vai devolver R$ 500 mil ao “benfeitor” Elusmar Blaggi, que deu 1 milhão para se pagar a multa?

Sobre isso, falamos em: https://professorrafaelporcari.com/2021/02/21/112938/

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– A doação de Elusmar Blaggi ao Internacional.

Elusmar Blaggi, primo do ex-governador Blairo Maggi e dono do Grupo Bom Futuro (um dos homens mais ricos do Brasil), doou 1 milhão de reais para o Internacional a fim de pagar a multa de Rodinei ao Flamengo, para tê-lo em campo no próximo jogo.

Entendo que, se o dinheiro é dele (e ele tem muito…) pode fazer o que quiser. Mas…

  • Se você tivesse muito dinheiro, doaria 1 milhão ao seu time do coração, ou o usaria para outra causa?

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– O gol de empate do Palmeiras no clássico contra o São Paulo.

Não assisti ao Choque-Rei por outros compromissos profissionais no horário (aliás, estão corridos ultimamente). Mas vi nesta madrugada o gol do Palmeiras, originado após o “passe de Abel Ferreira”!

Pois é, que ilusão de ótica incrível, além da inteligência do jogador do Palmeiras! Havia sido marcada falta contra o São Paulo, a bola sai pela linha de fundo e o treinador palmeirense a devolve para o campo. Não sei o nome dos atleta (me desculpe, não tive tempo), mas ele a para e cobra na sequência. Deste lance, sai o gol.

Se você ver a imagem com o vídeo sem o áudio, terá a impressão falsa de que a bola está em jogo, passa a linha lateral, é tocada pelo técnico como se ele fosse um atleta, o jogador a recebe e continua normalmente, terminando em gol. Claro que não foi isso…

O que vale destacar é: foi tudo legal. A falta (naquelas condições) pode ser cobrada rápida sem o apito do árbitro, bastando estar parada para ser chutada.

Os lances em: https://videos.gazetaesportiva.com/video/confira-os-gols-do-empate-entre-sao-paulo-e-palmeiras-no-morumbi

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– Gordo Fitness ou Magro Preguiçoso?

Olha que bacana: a Folha de SP trouxe uma interessante reportagem sobre estudos que comparam quem tem mais saúde: gordinhos que praticam exercício ou magrelos que não precisam se exercitar?

O resultado dessa pesquisa científica?

Abaixo, extraído de: http://m.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2016/02/1738058-estudo-poe-em-xeque-obesos-saudaveis-ao-comparar-com-magros-sedentarios.shtml

ESTUDO PÕE EM XEQUE OBESOS SAUDÁVEIS AO COMPARAR COM MAGROS SEDENTÁRIOS

Mas a ciência não tem mais tanta certeza. Um novo estudo, divulgado recentemente na publicação científica “International Journal of Epidemiology” (assim como outros anteriores) indica que a obesidade é capaz de “anular” os benefícios dos exercícios.

Em outras palavras: se um indivíduo é obeso, só a prática de exercícios não é garantia de uma vida mais longeva e melhor, ou seja, com menos doenças.

Cientistas suecos da Universidade de Umeå acompanharam 1,3 milhão de homens jovens no país e, ao analisar os dados de acordo com os fatores obesidade e prática de exercício físico, constataram que quem era magro e sedentário tinha risco de morrer (por qualquer causa) 30% menor do que aqueles que eram obesos, mas estariam supostamente “em forma”.

O resultado seria o suficiente para decretar a supremacia da magreza –você não precisa se mexer, mas não pode ser gordo– mas não significa necessariamente que é melhor ser um gordinho sedentário a encarar exercícios.

LUTA

O problema é que algumas pessoas continuarão acima do peso mesmo com a prática regular de exercícios físicos. Esse é o caso do lutador de jiu-jítsu Luiz Rossini, 42.

Desde 2003, ele luta na categoria pesadíssimo –para atletas acima de 100 kg.

Atualmente, ele está com 140 kg, espalhados em seus 1,83 m de altura.

Seu IMC (índice de massa corporal) atual é de 41,8, o equivalente a obesidade mórbida. No entanto, ele treina cinco vezes por semana e já acumulou mais de 250 medalhas em campeonatos.

“A gente não tem o padrão físico que a sociedade considera certo, mas eu tenho uma saúde muito melhor que a dos magrinhos”, avalia.

O problema do alto peso, diz Rossini, é o excesso de desgaste nos joelhos e também um desconforto na hora da corrida. “Corro menos porque carrego mais peso.”

Segundo ele, a tática é fazer o corpo se acostumar a trabalhar com a massa e conhecer os próprios limites. Ele afirma que faz check-ups anualmente para garantir que tudo está em ordem.

Para a sorte de Rossini e de outros atletas gordinhos, está claro na literatura médica que, independentemente do peso, a prática regular de exercícios é benéfica. Morre-se menos de doenças cardiovasculares e de câncer, por exemplo.

E há outros ganhos: “As pessoas acabam descobrindo a qualidade de vida. Mesmo sem emagrecer, há melhora no condicionamento cardiovascular, na força e na flexibilidade”, diz o personal trainer Cássio Adriano Pereira. “Fica mais fácil ir para o trabalho, realizar atividades de lazer e até fazer uma viagem.”

O diretor técnico da rede de academias Bodytech, Eduardo Netto, relata que existem clientes que começam a se exercitar mesmo sem pensar no peso.

Caso seja esse o objetivo, o exercício realmente vai ajudar pouco. “Fizemos um estudo no qual um grupo de voluntários treinava de fato e o outro apenas recebia orientação para ter uma vida mais ativa. Vimos que o exercício sistemático não contribui em nada para a redução da obesidade”, diz o endocrinologista e professor da UFRGS Rogério Friedman.

Para o médico, é importante “não dar uma ênfase muito grande ao exercício como solução para a obesidade”. O jeito, para quem quer emagrecer, é “cuidar do que come”.

MOVIMENTO

Na opinião de Netto, a chave para ser um gordinho saudável é tentar gastar mais energia, “não só com a prática de exercício regular, mas ao caminhar, passear com cachorro, ter um lazer que não implique em apenas descanso, estacionar o carro longe do destino, usar escadas e evitar o controle remoto”.

Outro estudo, realizado por pesquisadores da Universidade do Mississipi e publicado na última semana na revista “Preventive Medicine”, acompanhou 11 mil pessoas de 36 a 85 anos por dez anos e viu que, independentemente da obesidade, quem fazia exercícios conseguiu reduzir o risco de mortalidade –no caso, não há discriminação desse risco por tipo de doença.

A conclusão é otimista para quem pretende mexer as gordurinhas, mas não é inédita: do ponto de vista dos anos de vida ganhos, praticar exercício vale a pena, independentemente do nível de massa corporal de cada um.

Estudos que acompanham o efeito crônico do exercício de milhares de pacientes por um longo período ainda são necessários, na opinião de Friedman. “A literatura médica ainda é muito pobre.”

Só assim, num futuro não muito distante, a ciência poderá identificar, sem grande margem para especulação, exatamente quais são os benefícios de ser magro e quais as vantagens de ser um “gordinho fitness”.

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– A arbitragem para Flamengo x Internacional.

Para Flamengo x Internacional (a “quase-decisão” / decisão de fato do Brasileirão 2020), teremos “duplo VAR” para que não se tenham reclamações.

Ou, por serem dois, dobrarão-se as queixas?

Vamos lá: Raphael Claus (o melhor árbitro brasileiro) com Marcelo Van Gassen e Neuza Back (respectivamente, o melhor e a melhor bandeiras atuais) serão seus assistentes. Na composição da equipe do árbitro de vídeo, bandeira de vídeo e outros da equipe do VAR, reparo na escalação de não um, mas dois árbitros experientes no seu uso: Rodrigo Guarizzo Amaral e Vinícius Furlan.

Criará-se um “comitê de VAR’s” com vários árbitros na cabine, se tivermos mais reclamações no jogo seguinte?

Insisto: não adianta número e tecnologia se não for dada capacitação adequada.