– Armar ou desarmar?

Difícil entender ou ser simplório na resposta:

  • Na Nova Zelândia, após o atirador fazer 49 mortos e muitos feriados num covarde atentado em duas mesquitas, o Governo fala em desarmamento da população e dificuldade no acesso ao porte de armas.
  • No Brasil, após o também covarde crime dos jovens de Suzano, vitimando 10 pessoas, o Governo fala em armar a população para se defender e mira facilitar o acesso ao porte de armas.

São países com características culturais bem diferentes e que vivem realidades distintas. Mas frente ao mesmo problema – a violência cometida por pessoas alucinadas quem está com a razão?

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– Não existindo o preservativo masculino…

… o que aconteceria ao mundo?

Olhe só que curioso: uma reportagem de como seria provavelmente nossa sociedade se não tivesse sido criada a Camisa de Vênus?

Ops: para os mais jovens, é o nome da “camisinha”.

Extraído de: https://super.abril.com.br/comportamento/e-se-todo-mundo-parasse-de-usar-camisinha/

E SE…TODO MUNDO PARASSE DE USAR CAMISINHA?

Por Ana Carolina Leonardi

Você chega ao pronto-socorro e encontra um conhecido. “Essa onda de gripe me pegou”, você puxa papo. “Vim só tratar uma clamidiazinha”, ele responde. Nenhum dos dois pisca. O papo segue normalmente. O diálogo parece de outro mundo – e é.

Vem de uma realidade paralela em que a população inteira abandonou a camisinha. Olhando para o mundo real, nem é difícil imaginar o motivo. A verdade é que desde que a camisinha surgiu, há 3 mil anos, com os egípcios enrolando suas partes íntimas com retalhos de linho, muito pouco mudou no “design” do preservativo. A camisinha ficou, sim, mais fina. Mais higiênica. Mais barata. Mais eficiente. E nem assim pegou como deveria. Apenas 5% dos homens no mundo usam preservativos com uma mínima regularidade. Os solteiros são mais assíduos, porém igualmente inclinados a abandoná-los ao primeiro sinal de compromisso. Só um em cada dez casais, diz a ONU, se interessam por eles. E o medo das doenças sexualmente transmissíveis, diferentemente do que se pensa, não é um grande motivador: mesmo com tanta oferta de camisinha a preço de banana, 100 milhões de pessoas por dia são diagnosticadas com DSTs. Muito por isso, a dimensão imaginária na qual a camisinha foi ostracizada é bem menos hipócrita que a nossa. Um mundo sem camisinha teria mais gente, claro. 15% das mulheres dependem só dela para evitar a gravidez. Isso significa 275 milhões de mulheres em idade fértil. A probabilidade de engravidar em um ano de sexo completamente desprotegido é de 85%. Seriam 233 milhões de pessoas a mais no mundo (…). O inusitado é que já existem tecnologias sendo testadas para tornar a camisinha obsoleta. Uma delas é um spray, em desenvolvimento pela Universidade de Oregon (EUA): você aplica sobre o pênis com algumas horas de antecedência. Ele se transforma só na hora H em um preservativo 100% sob medida. E 0% inconveniente. Enquanto nada disso fica disponível na farmácia, por favor, não pare de usar camisinha.

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– Quem disse que Carnaval é Feriado?

Quem decretou que é feriado no Carnaval?

Carnaval, por incrível que possa parecer, é dia útil de trabalho. Conceder folga ou não depende do patrão (ou se o município que você reside assim entender)

E aí? Vai peitar os foliões?

Não dá… é Custo-Brasil!

Extraído de: http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/carnaval.htm

LEGISLAÇÃO

A Lei nº 9.093/95, que dispõe sobre feriados civis, estabelece que sejam feriados somente aqueles declarados em Lei Federal ou Estadual, quando se tratar da data magna do Estado.

São considerados também feriados religiosos os dias de guarda conforme o costume ou tradição local declarados em Lei Municipal, os quais não poderão ser em número maior do que 4 (quatro) dias no ano, já incluso neste, a sexta-feira da paixão de acordo com o art. 2º da referida lei.

Não obstante, a Lei nº 10.607/2002, que dispõe sobre os feriados nacionais, alterou o art. 1º da Lei nº 662/49, concomitante com a Lei 6.802/80, estabelecendo que sejam feriados nacionais os dias:

1º de janeiro → (Confraternização Universal – Ano Novo);

Sexta-feira da Paixão → Data móvel (art. 2º da Lei nº 9.093/95)

21 de abril → (Tiradentes);

1º de maio → (Dia do Trabalho);

7 de setembro → (Independência do Brasil);

12 de outubro → (Nossa Senhora Aparecida);

2 de novembro → (Finados);

15 de novembro → (Proclamação da República); e

25 de dezembro → (Natal).

ENTENDIMENTO

Com base na legislação não há dúvidas quanto aos feriados nacionais uma vez que estão expressos em Lei Federal.

Quanto aos demais feriados que a Lei Federal outorga aos municípios, há que se verificar quais os feriados municipais estão expressos em lei, limitados ao total de 4 (quatro) feriados no ano.

Partindo desse pressuposto, se não houver uma lei municipal estabelecendo que o carnaval seja feriado, o trabalho neste dia será normal e o não comparecimento ao trabalho, acarretará prejuízos salariais ao empregado. Haverá prejuízo da mesma forma no caso da quarta-feira de cinzas.

Normalmente temos os possíveis feriados determinados por lei municipal, observado o limite acima, os quais podem variar dependendo dos respectivos costumes ou tradições de cada região:

Corpus Christi → Data móvel

Aniversário da Cidade → Data determinada pelo município

Carnaval → Data móvel

Padroeiro(a) da Cidade → Data determinada pelo município

Outros → Data determinada pelo município.

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– Que desrespeito, carnavalescos!

Quando eu vi, não entendi. Mas depois que assisti os protestos dos próprios corintianos que professam o Cristianismo, também me impressionei negativamente: um carro alegórico com encenação onde o capeta mata Jesus Cristo.

Precisa disso para dançar o Carnaval? Falta tanta criatividade para um tema mais alegre e menos polêmico?

A única questão é: pra quê?

No meu tempo, folia era diversão, descontração e muitos sorrisos. Não isso que se viu na avenida.

EM TEMPO: alguns dizem que foi retratada a luta de Santo Antão, e não Jesus no desfile. Se foi isso, foi muiiiiiito mal interpretada, pois veja só a história desse grande santo que lutou contra o arianismo : https://professorrafaelporcari.com/2019/01/17/festa-de-santo-antao/

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– A Nova Prioridade do Planeta China: banheiros para todos!

Um dos péssimos hábitos da atual e moderna China é o antigo costume de urinar em público.

Está apertado? Ache um cantinho e…

Pois é. Para acabar com esse constrangimento das autoridades, o Governo Chinês investirá R$ 10 bilhões para construir banheiros públicos no país.

Abaixo, os planos ambiciosos das autoridades,

Extraído de: http://epoca.globo.com/mundo/noticia/2018/01/china-elegeu-reformar-e-modernizar-os-banheiros-sua-prioridade-na-nova-era.html

A CHINA ELEGEU REFORMAR E MODERNIZAR OS BANHEIROS SUA PRIORIDADE NA NOVA ERA

Por Vivian Oswald, de Pequim

A vendedora da pequena e charmosa butique vizinha a um dos banheiros públicos de Dashilan – um descolado hutong, como são chamados os bairros das tradicionais casas chinesas, da capital – se queixava do cheiro forte do vizinho com quem divide parede. Dizia que o odor afastava a clientela. Não mais. O banheiro foi reformado e já não incomoda. Este e tantos outros passaram por mudanças significativas para agradar turistas chineses e estrangeiros. Muitos ganharam novo visual e vasos sanitários que só faltam falar – e vão para o lugar daquelas precárias louças encaixadas no chão.

A China elegeu suas prioridades. Ao se preparar para entrar na Nova Era, anunciada em outubro passado pelo presidente Xi Jinping durante o 19º Congresso do Partido Comunista, o país escolheu dar início a uma nova revolução: a dos banheiros. “A China precisa de melhoras nos seus banheiros para construir uma sociedade civilizada e incrementar os padrões de higiene do povo”, pregou o líder chinês, prestes a iniciar seu segundo mandato agora em março.

Xi pediu aos membros do partido que continuem a modernizar os banheiros turísticos ao mesmo tempo em que expandem o projeto para o resto do país, sobretudo para as áreas rurais e regiões mais remotas. Em suas visitas às áreas rurais, o mandatário faz questão de saber se a população usa esses banheiros, que nada mais são do que um buraco no chão, sem sistema de água, nem esgoto. Nos hutongs, mesmo nos grandes centros urbanos, os banheiros públicos são as únicas opções para os moradores das casas, que, em geral, não têm um sanitário exclusivo para atender a família. Não raro, veem-se chineses passando de pijama à noite, ou bem cedo, com cara de aperto, pelas ruelas.

A revolução do Xi(xi) começou com uma campanha lançada em 2015 pelo Escritório de Turismo para melhorar as condições dos banheiros públicos nas áreas mais turísticas. Estabeleceu-se, então, uma meta de construção e renovação de 57 mil banheiros de turismo para o período de três anos. Como quase tudo na China, o objetivo foi cumprido antes do prazo. Ao todo, foram construídos e renovados 68 mil banheiros, quase 20% a mais do que o previsto, segundo dados atualizados em outubro passado. Agora, eles acabam de anunciar a nova meta para o próximo triênio. De 2018 a 2020, serão pelo menos 64 mil banheiros de turismo, dos quais, no mínimo, 47 mil novos e 17 mil renovados.

A tal revolução dos banheiros já teria custado mais de US$ 150 milhões. O foco agora vai para o interior, sobretudo nas zonas rurais, no centro e leste do país. Está sendo criado um regime de avaliação e fiscalização da sociedade. Uma pesquisa mostra que 80% dos turistas chineses se disseram satisfeitos com a melhora dos banheiros. Não é para menos. Mesmo em Pequim, as condições de alguns dos milhares de banheiros públicos que existem pela cidade chocavam os estrangeiros. Os chineses não se constrangem com o velho hábito de usar o espaço público como banheiro. No interior da China, por exemplo, na região autônoma de Ningxia, muitos camponeses nem sequer têm banheiro dentro de casa. Alguns têm de usar latrinas cavadas na terra ao lado da casa ou caminhar até 500 metros para encontrar um banheiro público.

De acordo com dados da Fundação Bem-Estar Público Yu Ting, cerca de 80% das áreas rurais de Xinjiang e do Tibete têm uma situação considerada severa. A entidade, primeira organização não governamental a cuidar exclusivamente do tema dos banheiros, foi criada pelo milionário Qian Jun. Nascido em Kunshan, na província de Jiangsu, a mais densamente povoada da China, ele decidiu largar o império que construiu nos setores de logística, finanças e alimentação para dedicar-se à filantropia depois que descobriu um câncer em 2011, quando tinha 34 anos. De lá para cá, Gian Jun já gastou cerca de US$ 3 milhões com banheiros e, por isso, passou a ser conhecido como “Zé Banheiro”. A ideia deste empreendedor não é apenas reformar os sanitários, mas mudar a cultura das pessoas. Isso pode até virar um bom negócio. Alguns modelos começam a ter marca registrada e a ser vendidos para empresas e governos de províncias interessados em conduzir as suas reformas.

Em um país diverso como a China, até o design de banheiros precisa ser discutido com atenção. Isso porque nas áreas remotas do Tibete, por exemplo, é preciso levar em conta as caraterísticas das vestes usadas pela população, com uma das mangas muito mais longa do que a outra. Além de tocar projetos para a construção de banheiros sustentáveis em universidades e sanitários dignos no interior do país, ele quer que a Universidade Tsinghua, uma das mais prestigiosas da capital, inclua no seu currículo uma nova “especialização em banheiros”, que poderia estar vinculada à Faculdade de Meio Ambiente ou à de Direito.

Ainda no final de 2015, o Ministério de Habitação da China fechou um acordo de cooperação com a província de Ningxia, que se tornou um projeto experimental da revolução dos banheiros na zona rural. A província estabeleceu pontos experimentais em 22 cidades. Na cidade de Qingtongxia, foram renovados 1.300 banheiros nos últimos três anos. Diante dos bons resultados, a província acaba de anunciar uma meta de renovar os banheiros usados por 300 mil famílias até 2020. Nas cidades grandes, alguns terão até luxos que não se costuma ver em banheiros mundo afora, como carregadores de celular, Wi-Fi, ar-condicionado, aquecimento, máquina de água e sucos e tal. O fato é que, como tudo na China, o movimento tem tomado proporção tamanha que acaba de ser lançado um aplicativo de banheiros para a população. Tem sido chamado de “o Uber dos banheiros”. Ali, o usuário tem acesso a cerca de 330 mil sanitários disponíveis à sua volta em toda a China, numa área chamada “nuvem nacional do banheiro público”, com as informações sobre as facilidades e horários de funcionamento.

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VIDA PRIVADA – O plano prevê 64 mil novos banheiros para uma população de 1,4 bilhão de pessoas (Foto: divulgação)

– 1 hora na mesma música de Carnaval?

Claro que é só para quem gosta: mas ficar quase 1 hora (ou mais de) ouvindo a mesma Música DE CARNAVAL é cansativo, não é?

Na arquibancada do Sambódromo, 60 minutos, para quem não é do ramo como eu, devem ser longas horas…

Para os foliões: bom proveito! E sem mágoas. Mas que não consigo ficar tanto tempo acompanhando os desfiles, ô se não consigo. Faz parte da minha cultura.

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– Meia Dúzia de fatos que mostram a esculhambação do futebol brasileiro!

Perceba:

1- Arbitragens ruins, sem critérios e comandadas por pessoas que orbitam os cargos de confiança há tempos (escolhidas por cartolas suspeitos e condenados pela Justiça) são vistas nos estaduais e nas competições nacionais;

2- Dirigentes de Sindicatos de Árbitros e de Atletas que não conseguem lutar a contento e resolver os anseios da categoria. Em alguns estados, lutando tão equivocadamente que parecem defender os patrões;

3- Clubes brasileiros sendo eliminados de competições internacionais por Mazembes, Rajas, Tolimas e Talleres “da vida”…

4- Seleção Brasileira Sub 20 com jogadores milionários não se classificando em 3 mundiais nas últimas 4 edições de eliminatórias que disputou. 

5- Um verdadeiro circo na decisão da Taça Guanabara no último domingo, dispensando qualquer comentário depois de tanta coisa ridícula. 

6 – E se não bastasse isso, passou despercebido pelo público o fato do Maracanã estar desapercebido dos registros dos pés de famosos, as marcas da “calçada da fama” do icônico estádio (a brincadeira com as palavras é proposital, tamanho o descabido). Mas não é que 73 peças, incluindo as pegadas de Nilton Santos, Romário e Gerson estavam guardadas em diversos “quartinhos”, incluindo um banheiro, no Maracanãzinho? Não foram roubadas, mas foram simplesmente esquecidas! Que desrespeito à memória / cultura do nosso futebol…

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– Festa de São Valentim: o verdadeiro Dia dos Namorados no Mundo

Aqui no Brasil, credita-se a Santo Antonio a fama de padroeiro dos namorados. Entretanto, o verdadeiro padroeiro dos casais apaixonados, mundo afora, é São Valentim, que se celebra hoje.

Porém, como seria inviável dois dias dos namorados por aqui, comercialmente se aproveitou a data e transformamos o dia mundial dos namorados em DIA DA AMIZADE. Aliás, quantos “dias do amigo” temos no Brasil, Jean perceberam?

Gostou, ou é muito artificial?

Se não gostou, olha o porque São Valentim é o dia mundial dos namorados (da Wikipedia):

SÃO VALENTIM E SUA HISTÓRIA

São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.  O imperador Cláudio II, durante seu governo , proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

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– A Lei que socorre as Mulheres em dias de Menstruação!

Coisas de um mundo moderno e contraditoriamente primitivo: no Nepal, as mulheres costumam ser colocadas em cabanas isoladas de suas famílias nos períodos de menstruação. O costume local diz que é sinal de desgraça e azar para os maridos e seus lares quando o sangramento ocorre.

Preocupado com certos abusos, as autoridades de lá promulgaram uma lei que proíbe tal prática, revoltando nepalêses mais retirados. Uma das justificativas de quem defende a solitária, abaixo:

Se uma mulher menstruada entra na casa, 3 coisas acontecem: um tigre aparece, a casa pega fogo e o chefe da família fica doente

A frase acima é de Funcho, morador do Nepal e reproduzida na Edição da Revista Veja de dias atrás (extraída do original no NYT), explicando os motivos do isolamento de mulheres menstruadas em seu lugarejo.

É esse o mundo do século XXI?

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– Perguntar não ofende…

Ouço falar de ensaios nos barracões de escola de samba, “esquentas”, pré-carnavais e outras coisas.

Estamos em Janeiro! Tudo isso é paixão pelo Carnaval ou é tão necessário para os festejos que acontecerão somente em MARÇO?

Cá entre nós: Isso é para quem gosta. Eu que sou “doente do pé”… kkk , mas respeito, obviamente!

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– 15 anos que Leônidas nos deixou…

O dia 24 de janeiro é marcante para o futebol brasileiro (embora esquecido): em 2004, aos 90 anos de idade, o grande Leônidas da Silva, o “Diamante Negro”, falecia em Cotia.

Talvez o primeiro craque marcante do Brasil, ele foi o inventor do “Gol de Bicicleta”. Leônidas foi artilheiro da Copa de 38 e escolhido o melhor jogador daquele Mundial.

Uma triste situação: Leônidas, depois de se aposentar, trabalhou como comentarista esportivo, e em 1974 interrompeu a carreira para cuidar da saúde, pois diagnosticou-se com Mal de Alzheimer. Pasmem: sofreu 30 anos com a doença!

Tomara que as autoridades do futebol se lembrem de tal data hoje e o homenageiem nos jogos desta noite.

– Não confunda Educação Sexual com a Ideologia de Gênero

Gosto muito de ouvir a discussão (mesmo detestando o teor do assunto) para tentar entender quais argumentos força-se à compreensão: a turma que defende a Ideologia de Gênero e a que defende como uma forma de Educação Sexual.

Ora, aqui não estamos falando em defesa da homofobia, preconceito ou coisa que o valha. Falamos de respeito indistinto ao cidadão, seja ele LGBTQ+ ou não, sem a apologia de qualquer prática sexual e erotização precoce.

Educação Sexual é prevenção à Saúde, uma forma de mostrar para as crianças a caminho da adolescência a respeito da existência dos órgãos sexuais, funcionalidades e cuidados. Um limiar delicado entre a inocência da infância e ao aprendizado das malícias da adolescência e juventude.

Pesa-me ver que muitos utilizam o argumento da Ideologia do Gênero (onde defende-se a escolha do sexo a querer se seguir) como algo travestido da tão necessária e correta Educação Sexual. São coisas distintas!

É constrangedor (e ouso dizer: um crime moral contra a Educação proporcionada pelos pais às suas crianças) querer forçar ao pobre garoto ingênuo ou a pura menina inocente a “escolher o sexo” ou a se “identificar com algo diferente do que nasceu”. Nasce-se homem ou mulher e o caminho natural da maioria é escolher o sexo oposto para se relacionar, casar e procriar. Sabido é que uma outra parcela acaba preferindo o mesmo sexo, e na nossa sociedade há de se respeitar. Mas insistir com o propósito de que se “escolhe ser homem ou mulher”, fazendo disso uma bandeira imposta nas escolas através de tal equivocada bandeira, é pregar que as crianças, precocemente, desejem o sexo que bem lhe convier ou que sejam influenciadas a escolher. Isso não é Educação Sexual, é Doutrinação / Influência / Apologia, que nada têm a ver com o amadurecimento do indivíduo como pessoa.

Aliás, repararam como tal assunto tornou-se uma bandeira política? A sala de aula não é lugar de tal coisa, nem de partidarismos de qualquer linha (aproveitando a deixa da militância partidária). É lugar de politização (mostrando todos os lados), permitindo o debate sadio e o desenvolvimento do espírito crítico, sem rotular os alunos de esquerdistas, direitistas, feministas ou até mesmo, criando a alcunha disfarçada da heterofobistas. Parece que um homem desejar casar com uma mulher e ter tal comportamento se tornou um pecado!.

Por fim, repetindo o que já foi dito mas com outras palavras que há coisas distintas numa instituição de ensino: cuidado com o Proselitismo a ser evitado versus a Educação Cidadã que deve ser fomentada, pois a escola não deve ser um lugar onde se dê mais importância ao prazer do gosto sexual do que o respeito aos seus semelhantes, aos valores cidadãos e corretos de uma sociedade que carece de mais ética e honestidade.

Sinto pena ao reparar que o sexo, para muita gente influente, passou a ser a coisa mais importante do mundo do que a solidariedade e o socorro para outras causas sociais.

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– E se Dom Pedro não quisesse ficar?

Foi em um dia 09 de janeiro que Dom Pedro Rafael Gabriel (e mais vários nomes) de Orleans e Bragança disse que ficava no Brasil e não voltaria para Portugal, onde se tornaria Dom Pedro IV. Foi em 1822! E virou “Dia do Fico”.

E se Dom Pedro não quisesse ficar?

QUANDO teria sido nossa independência?

Seríamos um só Brasil ou da colônia surgiriam outros países?

Economia: como estaríamos?

Não existe achismo, mas… o que você acha?

Ah se pudéssemos criar realidades alternativas, só por curiosidade.

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– Reveillon em 23 de março? O verdadeiro significado da festa!

Sempre soube que o Reveillon tinha o sentido de “revelar, acordar, fazer algo novo”. Mas a explicação detalhada, as origens da celebração, eu não sabia!

Olha que legal o surgimento dessa festa, extraído da Revista Superinteressante Jan/2012, pg 48, por André Bernardo:

RÉVEILLON

Nem sempre 1º de janeiro foi o dia de ano novo. Povos da Mesopotâmia celebravam o ano novo há cerca de 4000 anos. Normalmente, a passagem era determinada pelas fases da lua ou pelas mudanças das estações. Não em 1º de janeiro, que só virou ano novo em 1582, com a introdução do calendário gregoriano no Ocidente. Até então, o Reveillon era festejado no dia 23 de março, coincidindo com o início da primavera no hemisfério norte, época em que as novas safras são plantadas. Daí a ideia de recomeço. Não por acaso, réveiller, em francês, quer dizer “acordar”. No Brasil, o branco virou padrão por simbolizar luz e bondade. Mas os hábitos variam de país para país. Por exemplo, dinamarqueses sobem em cadeiras para pular à meia-noite (preparar-se para os desafios) e peruanos arrumam as malas e dão uma volta no quarteirão (para realizar o sonho de viajar).

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– Boxing Day é um dia de festa!

Muita gente falando sobre o inglês “Boxing Day“. Afinal, é dia de compras ou de futebol?

Das duas coisas! A tradição dos países do Reino Unido reza que no dia 26 (sempre no dia seguinte ao Natal, exceto quando cai aos finais de semana, quando é postergado para a segunda-feira), o comércio coloca suas sobras de mercadorias em liquidações atrativas, provocando filas nas lojas. Além disso, no mesmo dia (que é feriado), se tem jogos de futebol de TODAS as divisões do campeonato. Assim, é mais do que Black Friday e mais do que evento esportivo, pois, afinal, é um dia de descanso com vida própria!

E aí, funcionaria um “Boxing Day” no Brasil, com lojas cheias e futebol da 4a até a 1a divisão?

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