– Os 7 mitos futebolísticos do Brasil, segundo a France Football

Há 1 mês, a Revista France Football divulgou em seu site uma matéria sobre “7 falsas idéias sobre o futebol brasileiro”, querendo desvendar os mitos que os apaixonados pelo esporte acreditam.

São eles (extraídos de: http://is.gd/sAOvNe):

1 – O FUTEBOL BRASILEIRO É ESPETACULAR

A Seleção Brasileira, há muito, perdeu o seu encanto, seu toque de loucura que a diferenciava de todas as outras. Foi-se o tempo do futebol bonito, agora, é eficência em primeiro lugar.

2 – TODOS OS BRASILEIROS TÊM TÉCNICA


No imaginário ocidental, o jovem brasileiro aperfeiçoa suas técnicas com os pés enfiados nas areias de Copacabana debaixo do sol e nas quadras de futsal. Mas o futebol de alguns brasileiros, e não apenas daqueles que jogam no Campeonato Francês, entretanto, faz questionar se eles acharam a porta do ginásio ou se não se confundiram com uma sala de musculação hiperequipada’.

3 – LATERAIS COMO ZAGUEIROS


Djalma Santos, Carlos Alberto Torres, Cafu, Roberto Carlos… Toda seleção brasileira campeã do mundo teve laterais muito ofensivos, até chegar a Copa de 2014 e a dupla Marcelo-Daniel Alves ser atacada por todos os lados [a revista não cita, mas vale lembrar que no 7 a 1 para a Alemanha foi Maicon quem jogou]. A aposta de Dunga é em Danilo e Filipe Luis, menos ofensivos e mais robustos. 

4 – OS GOLEIROS SÃO RUINS


Quem se atreve a dizer que o Brasil não tem grandes goleiros? Gilmar [dos Santos Neves, arqueiro do bi em 1958 e 1962], Taffarel, Dida, Júlio César… E o país ainda tem o artilheiro dos goleiros, Rogério Ceni.

5 – SEMPRE HÁ FESTA NAS ARQUIBANCADAS [ESTÁDIOS CHEIOS]


Imaginar que o público que se viu na Copa do Mundo é o de sempre no Brasil é uma miragem. A média dos dois últimos Brasileiros não passou de 16 mil espectadores [na edição 2013, a média foi de 14.951, e na de 2014, de 16.555]. 

6 – O NÍVEL DO CAMPEONATO [BRASILEIRO] É BAIXO

É sempre a mesma coisa: os ex-jogadores do país, após pararem, dizem que o campeonato do país era melhor antes. A Federação Internacional de Futebol, História e Estatística (IFFHS) põe o Brasileiro como o quarto melhor do mundo, só atrás de Inglês, Espanhol e Italiano.

7 – OS JOGADORES SÃO MUITO RELIGIOSOS


Sim, é verdade! É difícil escapar de Deus quando há um jogo do Brasil. Edmilson, Kaká, Thiago Silva e os dedos de Neymar apontados para o céu… Os jogadores rezam juntos e fazem sinais ao céus no limite do proselitismo.

E o que você pensa sobre os “supostos mitos”? Os franceses estão ou não com a razão?

Deixe sua opinião:

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– O uso de esterco contra a Covid na Índia por questão cultural!

Que triste… mediante tanto sofrimento dos indianos com a pandemia, muitos se apegam a costumes antigos. Lá, onde a vaca é sagrada, o uso de esterco como fortificante para imunidade tem sido disseminado…

Abaixo, extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2021/05/11/medicos-indianos-pedem-que-populacao-nao-use-esterco-contra-a-covid-19.htm

MÉDICOS NA ÍNDIA PEDEM QUE NÃO SE USE ESTERCO NO TRATAMENTO DA COVID

Médicos estão alertando as pessoas na Índia para que não cubram seus corpos com esterco e urina de vaca na crença de que isso afastará a covid-19. Os especialistas temem que o costume possa aumentar a proliferação de doenças.

De acordo com a agência de notícias Reuters, a população do estado de Gujarat tem ido a estábulos bovinos uma vez por semana para a prática durante rituais, mesmo que ela não tenha nenhuma comprovação científica.

Alguns indianos acreditam que os excrementos de vaca supostamente os ajudariam na recuperação de uma infecção causada pelo coronavírus ou ainda que poderia aumentar a resistência do sistema imunológico.

“Até médicos vêm aqui. [Eles] acreditam que essa ‘terapia’ melhora sua imunidade e eles podem ir cuidar de pacientes sem medo”, relata Gautam Manilal Borisa, gerente associado de uma empresa farmacêutica local, que jura que o esterco o ‘ajudou a se recuperar da covid-19’ no ano passado.

De acordo com os especialistas, estas cerimônias podem, na verdade, provocar ainda mais a disseminação do coronavírus, uma vez que têm gerado aglomerações.

“Não há nenhuma evidência científica concreta de que o esterco de vaca ou a urina aumentem a imunidade contra a covid-19, isso é inteiramente baseado na crença”, explica JA. Jayalal, presidente nacional da Associação Médica Indiana.

“Também há riscos à saúde envolvidos em espalhar ou consumir esses produtos — outras doenças podem se espalhar do animal para os humanos.”

No hinduísmo, que é muito presente na Índia, a vaca é considerada um símbolo sagrado. Há séculos, utiliza-se as fezes desses animais para “purificar” casas e realizar rituais de oração, uma vez que muitas pessoas acreditam em suas supostas propriedades “terapêuticas e antissépticas”.

Além de utilizar os estercos, os praticantes destes rituais também se abraçam, meditam e homenageiam as vacas durante as cerimônias.

Todavia, autoridades de saúde ao redor do planeta se posicionam constantemente contra alternativas que podem ser danosas à saúde.

Pessoas na Índia aderiram à prática de usar esterco de vaca na crença de que isso "afastará a covid-19" - Reprodução/Youtube/CNA

 

– Quatro simples dicas para o Home Office se tornar produtivo e não extravasar os limites de esforço

Ser organizado nas tarefas de trabalho em casa, conciliando o serviço profissional e o conforto do lar: um sonho de consumo para qualquer um de nós?

Parece complicado para alguns, mas não é! Algumas dicas, abaixo, podem facilitar e harmonizar o Home Office.

Extraído de: https://www.linkedin.com/feed/news/home-office-exige-produtividade-consciente-5193930/

HOME OFFICCE EXIGE PRODUTIVIDADE CONSCIENTE

Por Guilherme Odri

Atingir a produtividade consciente em tempos de pandemia do coronavírus e home office não é fácil. Ela consiste no estado de espírito que carregamos para as tarefas de trabalho, e é uma forma de não comprometer sua saúde mental ou perder-se com multitarefas nesse momento. Pensando nisso, a Forbes listou algumas dicas para alcançá-la

  • Limite seu espaço de trabalho em casa para que você possa se concentrar;
  • Estabeleça um cronograma e cumpra-o, lembrando de reservar um tempo para interações virtuais com amigos e colegas de trabalho;
  • Pratique o auto-cuidado, com alimentação saudável, exercícios regulares e sono amplo;
  • Aprenda a dizer não, evite multitarefas e defina limites, recuse projetos quando estiver sobrecarregado.

Descubra como fazer home office em tempos de coronavírus

 

– Crendo em Adão e Eva literalmente. Mas ainda?

Sabe-se que o livro do Gênesis, em seu princípio,fala sobre a criação do universo pelo Pai. Deus é contado em uma forma novelística, romântica e simples, para mostrar às gerações que Ele é o autor da vida e Senhor de todas as coisas.

Nesta história de amor, a humanidade é representada por Adão e Eva, mostrando como o pecado corrompeu as pessoas. Entretanto, há ainda aqueles que não conseguem aceitar que o homem e a mulher criados pelo barro e com o sopro divino são uma expressão poética. Neste rol de fiéis estão radicais fanáticos que se apegam literalmente ao texto da Sagrada Escritura e outras pessoas de fé mais simplória. Na outra ponta, muitas vezes composta por incrédulos e ateus, há aqueles que entendem o Gênesis como uma fábula inadmissível, onde não compreendem (ou não aceitam) que a Criação e as criaturas são obras da existência de Deus, independente dos personagens moldados da Bíblia e ali simbolizados para entendimento e catequese mais pura..

A questão é: Adão e Eva são amados e odiados por várias pessoas nos dias atuais, e um renomado professor de Harvard faz sucesso mundo afora tentando explicar a rixa entre evolucionistas e criacionistas.

Abaixo, extraído de: https://istoe.com.br/adao-e-eva-do-paraiso-ao-inferno/

ADÃO E EVA, DO PARAÍSO AO INFERNO

Professor de Harvard, Stephen Greenblatt conta por que a parábola do pecado original caiu em desgraça após dois milênios, ainda que milhões de pessoas nela acreditem

A história de Adão e Eva parece ter caído em desuso em um tempo que o debate sobre os gêneros abalou a dicotomia tradicional dos sexos. Há quem diga que o casal do Gênesis vive até hoje um exílio iniciado em 1859, quando o naturalista britânico Charles Darwin refutou o criacionismo ao publicar “A Origem das Espécies”, obra que demonstra que a evolução dos seres vivos se deu por seleção natural, e que o homem dominou os outros animais não por ter sido feito à imagem de Deus, mas porque usou da inteligência para resolver suas necessidades. Mesmo após a ciência ter condenado ao inferno a parábola do pecado original, ela continua a ser seguida e admirada por milhões de pessoas. O que explica a admiração tanto de devotos como de descrentes?

O escritor Stephen Greenblatt, de 74 anos, professor da Universidade Harvard, investiga as razões de sua eficácia milenar no livro “Ascensão e Queda de Adão e Eva”, de 2017, lançado agora pela Companhia das Letras. Fascinado pela fábula adâmica, mesmo dizendo ser um cético de formação judaica, o autor questiona como uma história que ocupa uma página e meia do Gênesis ainda se impõe. E se adianta em fornecer a resposta: a aventura da transgressão de Eva e Adão e sua expulsão do Jardim do Éden se esquiva das elaborações mentais complexas. “Tudo o que ela gerou parece ter recorrido a uma energia original inesgotável”, afirma. “Como se o seu âmago fosse radioativo.”

A SERPENTE

Greenblatt levanta a genealogia da lenda, descreve os períodos em que ela gozou de alta reputação e os em que foi duramente criticada, além de analisar sua repercussão junto à posteridade. A “história das histórias” foi escrita entre os ano 600 e 500 a.C., durante o exílio dos hebreus na Babilônia, como uma resposta às cosmogonias arcaicas, como as epopeias sumérias “Enima Elish” e “Gilgamesh”, de 2 mil anos antes, que abordam respectivamente o dilúvio universal e a origem do homem. Em vez de peripécias de deuses promíscuos que se matam e cometem atrocidades, o narrador hebreu do Gênesis buscou fornecer dignidade à espécie humana. Adão foi plasmado à imagem de Javé. Quando o casal prova o fruto do conhecimento por incentivo da serpente, é expulso do paraíso, forçado a se alimentar como os animais e a trabalhar para sobreviver. Começava a história humana.

A universalidade de tal exemplo se deve à formulação da narrativa, que constitui a base das três grandes religiões monoteístas. “A história de Adão e Eva fala a todos nós”, afirma Greenblatt. “Trata de quem somos, de onde viemos por que amamos e sofremos. “

Mesmo contestado por gerações de pensadores, o mito capta como a espécie humana trata o trabalho e a morte. Desde Antiguidade, a premissa segundo a qual Javé criou uma armadilha ética para o casal virou objeto de comentários, nem sempre positivos. Se a história é inventada, ela se tornou convincentemente real e ganhou vida por meio da representação de escritores, filósofos e artistas. Greenblatt destaca o “instantâneo” pintado em 1504 pelo artista alemão Albrecht Dürer, no qual ele surpreende o casal um segundo antes de aceitar o convite da serpente.

Para além das controvérsias, a cena em que Deus sopra vida nas narinas de uma criatura de barro codifica uma verdade, de acordo com Greenblatt: a da força da narrativa que molda uma cultura. “Em algum momento num passado imensamente distante foi um sopro que deu vida a Adão, o sopro de um contador de história”, diz.

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PECADO ORIGINAL “Adão e Eva” (1504), de Albrecht Dürer: “retrato” do casal no último segundo de inocência

– Pelo direito de não gostar do BBB!

Que febre (e para alguns, um vício) é o Big Brother Brasil, não?

Não assisti e nem sei o rosto das pessoas que participaram, mas pelas Redes Sociais conheci todos os nomes delas, e sei que a moça de Campina Grande foi a vencedora.

A questão é: antes, as pessoas debochavam de quem gostasse do programa, falando até que era de “baixa intelectualidade de público”. Discordo, respeito quem assiste, pois Entretenimento é “gosto”.

Eu não gosto e não assisto. Mas hoje vejo pessoas no sentido inverso: dizendo que é arrogância desprezar esse “jogo da realidade da vida humana”!

Ué? Desde quando é prepotência não gostar de um programa de TV?

Repito: respeito quem gosta de BBB, mas eu não curto. Será que em breve isso será proibido também?

Que mundo pilhado…

Juliette é campeã do 'BBB 21': memes, fenômeno na web e mais momentos  marcantes - Purepeople

– Meu primeiro 1 milhão de visualizações!

Ôpa! Muito feliz: meu blog “Discutindo Contemporaneidades” atingiu hoje 1.000.000 de views!

O outro blog, que é mais específico (o Pergunte Ao Árbitro) está próximo de 350.000 visualizações.

Simplesmente… obrigado!

– Como escolher o vinho para harmonizar com a comida.

Li essa postagem e repúblico (a citação e o original estão abaixo). Quem não gosta de um bom vinho?

Na tabela, as “combinações perfeitas” da escolha do tipo do vinho, conforme a refeição:

Vinhoze-se: Mosquitos vinhos na foto, Do vinho ao vinho, Vinho, Mousse de vinho, Frios sem tabua, CLAFOUTIS AUX CERISES, O colírio de Bald, poção de … (cont no link em destaque)

Como escolher o vinho

– 124 anos de Pixinguinha!

No dia 23 de abril de 1897 nascia Pixinguinha, o pai de um dos ritmos mais prazerosos de se ouvir: o Chorinho! Por isso, hoje se celebra o Dia do Chorinho!

Carinhoso é o carro-chefe das suas obras-primas. Mas sabia que a letra da canção só veio anos mais tarde, com o compositor João de Barro?

Ouça essa maravilha: http://www.youtube.com/watch?v=EGWg4YpS1ls

– Qual o melhor livro que você já leu?

Eu não consigo me adaptar a e-books, prefiro livros impressos! Virar páginas e viajar na imaginação é muito bom…

Hoje é Dia de Mundial do Livro. Qual a melhor publicação que você já leu?

Um que me marcou quando tinha 6 anos (na verdade, o “1o livro de verdade” que li sozinho) foi: “No Reino Perdido do Beleléu”! Ganhei da Dora e do Carlão… inesquecível!.

23 de Abril – Dia Mundial do Livro |

– Museu do Futebol lança audioguia sobre a história das mulheres na modalidade – confira o teaser! *

(Créditos: divulgação) – Narrado por Leci Brandão, o Audioguia Mulheres do Futebol será disponibilizado no dia 27 de abril. Ele é resultado de uma … (continua no link abaixo):

Museu do Futebol lança audioguia sobre a história das mulheres na modalidade – confira o teaser! *

– Dia do Índio!

Hoje é Dia do Índio. Mas você sabe a origem da data?

Extraído de: https://obaudofoclore.wordpress.com/2021/04/11/que-data-e-essa-19-de-abril-dia-do-indio/

QUE DATA É ESSA?

No México, no ano de 1940, foi realizado o I Congresso Indigenista Interamericano, do qual participaram diversos países da América.

Os índios também foram convidados, mas por causa das constantes perseguições e do desrespeito que sofriam, não aceitaram o convite.

Dias depois, após uma reflexão sobre a importância do Congresso na luta pelos seus direitos, os índios decidiram comparecer. A data do acontecimento, 19 de abril, tornou-se o Dia do Índio em todo o continente americano. No Brasil, o decreto nº 5.540 oficializou a data. Foi assinado pelo então presidente Getúlio Vargas, em 1943.

Dia do Índio | 19 de abril - Calendarr

– 80 anos de Roberto Carlos!

Hoje o Rei Roberto Carlos faz 80 anos de idade.

Das suas inúmeras maravilhosas músicas, é difícil escolher uma só. “Além do Horizonte” ou “Detalhes”

Preferi “Eu te amo, te amo, te amo”. Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=7ATkpAnB3JQ

– Fulano, Beltrano e Sicrano. Sabe quem são eles?

Olhe só que bacana: muita gente usa esses termos para se referir a “alguém qualquer”, mas não sabe de onde eles são.

Você conhece o Fulano mesmo? E o Beltrano? Ainda: e o Sicrano?

A explicação em: https://youtu.be/61Ehk9DQ8fM

– 99 anos de brigas de Torcidas no Futebol

Há exatos 99 anos, o brilhante escritor Lima Barreto (quem nunca leu a brilhante obra “Triste Fim de Policarpo Quaresma”?) escrevia sobre algo que persiste nos dias de hoje: a briga entre Torcedores de Futebol!

Incrível, parece atual, mas foi escrito em 1922! Extraído do acervo do Centro Cultura São Paulo, publicado na Revista “Careta”.

FOOT-BALL

Por Lima Barreto

Não é possível deixar de falar no tal esporte que dizem ser bretão.

Todo dia e toda a hora ele enche o noticiário dos jornais com notas de malefícios, e mais do que isto, de assassinatos.

Não é possível que as autoridades públicas não vejam semelhante cousa.

O Rio de Janeiro é uma cidade civilizada e não pode estar entregue a certa malta de desordeiros que se querem intitular sportmen.

Os apostadores de brigas de galos portam-se melhor. Entre eles, não há questões, nem rolos.

As apostas correm em paz e a polícia não tem que fazer com elas; entretanto, os tais footballers todos os domingos fazem rolos e barulhos e a polícia passa-lhe a mão pela cabeça.

Tudo tem um limite e o football não goza do privilégio de cousa inteligente.

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