– E a cápsula nazista do tempo?

NAZISMO NUNCA MAIS.

Já ouviu falar em cápsula do tempo?

É um cilindro que algumas autoridades costumam colocar documentos e fatos históricos de sua época, para serem abertos décadas depois! Dessa forma, as gerações futuras podem ter mais intimidade com os acontecimentos passados contados por viventes daquele período.

Pois bem: na Polônia, encontrou-se uma cápsula do tempo nazista, com 80 anos de idade, que houvera sido enterrada para perpetuar valores de Hitler à população que a encontrasse.

Abaixo, extraído de BBC Brasil:

A CÁPSULA DO TEMPO NAZISTA ENCONTRADA NA POLÔNIA APÓS 80 ANOS

Um grupo de arqueólogos armados com martelos derrubou parte da estrutura de uma antiga adificação nazista até dar de cara com uma cápsula de cobre há 82 anos enterrada na cidade polonesa de Złocieniec.

“Foi muito emocionante finalmente encontrar o lugar onde ela estava escondida”, disse à BBC a arqueóloga Alicja Witowiak, que participou da descoberta.

Ela conta que as primeiras buscas foram iniciadas na década de 70 por soldados da antiga União Soviética que ocupavam a construção – um antigo campo de treinamento nazista.

Porém, as tentativas fracassaram. “Fizemos uma investigação documental exaustiva para identificar o local preciso”, disse Witowiak.

O mais surpreendente, segundo Witowiak, foi encontrar documentos que descreviam com detalhe a criação da escola de Krössinsee, erguida no mesmo local antes da Segunda Guerra Mundial.

O cilindro guardava jornais datados de 21 e 22 de abril de 1934, que divulgavam a inauguração do instituto – um dos três fundados para formar os futuros combatentes nazistas.

Foram preservados um convite para a abertura do local e um programa com as celebrações que foram realizadas na então cidade de Falkenburg – a hoje Złocieniec -, no noroeste da Polônia.

E por que os nazistas queriam enterrar objetos e documentos daquela época?

A arqueóloga explica que o objetivo era aprisionar o tempo no qual a ideologia nazista começava a ser posta em prática. A cidade de Zlocieniec fez parte da Alemanha até a derrota nazista em 1945.

Na cápsula também estavam fotografias de Adolf Hitler, várias cópias do seu manifesto Minha Luta (Mein Kampf, no original em alemão), moedas e fotos da cidade, assim como um folheto publicado por ocasião dos seus 600 anos e um caderno ilustrado que incluía informação sobre a mesma.

O conteúdo foi divulgado recentemente pelo Museu Nacional de Złocieniec, onde as peças históricas foram exibidas.

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– Independência do Brasil: o Amante Dom Pedro!

Hoje é comemorado o Dia da Independência do Brasil. Mas algo curioso sobre nosso libertador: Descobriu-se que a Hispanic Society of America, em Nova York, possuía algumas cartas do imperador brasileiro Dom Pedro I. E eram inéditas!

Tais cartas agora são divulgadas. E não é que as cartas eram para a amante do imperador, a Marquesa de Santos? E nosso libertador usava nomes como “Demonão” ou “Fogo foguinho”, chamando a amante de “Titília”.

A Imperatriz Leopoldina, sua esposa, deve se revirar ao túmulo ao saber de tais relatos. Leiam o que Dom Pedro escrevia:

Ontem mesmo fiz amor de matrimônio para que hoje, se mecê estiver melhor e com disposição, fazer o nosso amor de devoção. Aceite, meu benzinho, meu amor, meu encanto e meu tudo, o coração constante. Deste seu fiel amante, o Demonão.”

Desde aquele tempo não dá para confiar em político, não? O imperador dizia a amante que fez sexo só por compromisso com a esposa e que o fogo estaria com a amante! Cara-de-pau o Dom Pedro!

– O Gigantismo do nosso país!

Essa imagem mostra o quão difícil é administrar um país como o Brasil. Sendo de tamanho continental tão diverso culturalmente, várias nações caberiam dentro dos nossos estados.

Imaginem as riquezas minerais e a fauna / flora abundante que só nosso pais tem!

Abaixo:

– A história do Playcenter

Olha que bacana essa entrevista de tempos atrás: Maurício Nunes, jornalista, escreveu a “biografia oficial” do Playcenter!

Tudo sobre os maiores eventos do parque icônico que povoou as mentes das crianças nos anos 80 (ME INCLUO AQUI). A visita do Michael Jackson, o show do Bozo (em seu auge) e os brinquedos marcantes como o Looping e o Colossus (que eu não sabia: eram os mesmos, só que desmontados em partes!).

Compartilho nessa entrevista com Danilo Gentille. Em: https://www.youtube.com/watch?v=9I2LxWtWfaw

– Folclore!

Neste dia 22, a rica história de “causos e contos” do nosso país está em festa: é Dia do Folclore, de brindarmos nossas manifestações culturais populares.

No imaginário, as lendas e tradições são inúmeras! E, por termos um território tão vasto, se multiplicam conforme a região.

Qual seria seu personagem do Folclore Brasileiro mais significativo?

Dia do Folclore: 22 de agosto - Toda Matéria

– Rebouças: a ética, a coerência e a burocracia

André Rebouças foi um homem à frente de seu tempo. Ele era negro (estamos falando de eventos do século 19, onde ainda existia escravidão), engenheiro, professor, abolicionista e monarquista.

Para quem é paulistano, conhece a importante avenida que o homenageia (Av Rebouças), mas não sabe o quão cheio de virtudes é o personagem.

Veja só que história incrível na qual ele foi vítima de burocracia (mas manteve seus princípios e coerência), contada pelo Dr José Renato Nalini.

Extraído de: https://renatonalini.wordpress.com/2020/08/07/burocracia-a-mais-brasileira-das-instituicoes/

BUROCRACIA: A MAIS BRASILEIRA DAS INSTITUIÇÕES

Empenham-se as raras consciências lúcidas de que o Brasil dispõe, no sentido de eliminar praxes procedimentais ritualísticas, calcadas numa visão labiríntica de administração pública e que martirizam os empreendedores.

A teia robusta de exigências formais é um obstáculo intransponível para quem quer produzir. Atormenta a todos. Representa desvaliosa perda de tempo e alimenta o generalizado desânimo em relação ao governo.

O fenômeno é atemporal. Persiste no século 21, a despeito da imersão do mundo civilizado nas tecnologias da Quarta Revolução Industrial. Encontra fecundo terreno na algaravia de um ordenamento excessivo, produzido em abundância que torna o direito uma ferramenta da Inquisição, em lugar de facilitar a vida cidadã.

Herança lusa? Mas como é que Portugal, principalmente após seu ingresso na União Europeia, acertou o passo com a contemporaneidade? O que justifica a permanência de praxes anacrônicas, de império do princípio da presunção de desonestidade, em sentido frontalmente inverso à proclamação constitucional de prevalência da não culpabilidade?

Não conforta saber que brasileiros ilustres, no decorrer da História, também foram vítimas da mais inclemente e ignorante burocracia.

O exemplo de André Rebouças é emblemático. Baiano culto, engenheiro que estudou na Europa e se tornou autoridade universalmente respeitada, construiu as Docas do Rio, planejou obras grandiosas para todo o território continental de sua terra, saiu escorraçado do País na noite de 17.11.1889, acompanhando o Imperador Pedro II, banido pelo golpe republicano.

A essa altura, já estava com seu tempo de magistério na Escola Politécnica inteiramente cumprido. Só que os proventos de sua jubilação não chegavam ao exílio. Vivia desse mísero recurso e recebeu informação do Tesouro Brasileiro que não podia mais pagar, enquanto não fosse declarada a data da licença do Governo para residir na Europa.

Surreal! Kafkiano! Foi expulso do Brasil e tinha de comprovar “licença para morar no exílio”?. Mas teve de se submeter às exigências burocráticas. Provar que foi jubilado por decreto de 23.1.1892, quando ausente da Pátria. O decreto reconhecia, implicitamente, que poderia continuar a residir no estrangeiro. Assim o entendeu o Tesouro Nacional de 1892 a 1895. Como questionar a jubilação, assim chamada a aposentadoria à época, direito por serviços prestados durante 35 anos, desde 15.3.1854 até 15.11.1889? Até o dia da malfadada “Proclamação da República”, esteve na Escola Politécnica a lecionar e a examinar seus alunos.

Ao esboçar sua defesa e requerer o reconhecimento de seus direitos, afirmava aos amigos: “Repito que vivo aqui fazendo prodígios de abstenção, de clausura, que não me seriam permitidos no Brasil. No estado revolucionário, em que vivem permanentemente, não é possível nem abstenção, nem neutralidade”.

Não o consolou o telegrama que recebeu de Afonso Taunay, em 19.12.1895, a comunicar que o Engenheiro Paulo de Frontin o mandava consultar se a Congregação Politécnica poderia propor sua reintegração na Cadeira em que jubilado.

Ele recusou, embora contristado. Era amigo de Frontin e de Taunay. Mas, ponderou: “A jubilação é um direito meu: a reintegração seria um favor do Governo. Aceitando, eu ficaria moralmente morto. Sabe quanto é forte em mim o sentimento da gratidão; ficaria escravizado ao Governo a quem devesse tamanho favor”.

Era um homem de escrúpulos, reconhecia e explicitava: “Ter escrúpulos; ter muitos escrúpulos. É exatamente o que ora me acontece. Tenho escrúpulos; tenho muitos escrúpulos que me impedem de voltar ao Brasil. Tenho escrúpulos de faltar à coerência; tenho escrúpulos de aviltar a dignidade pessoal; tenho escrúpulos de quebrar a integridade do meu caráter. É terrível o tribunal da nossa consciência. Não há sofisma possível. A linha reta; a linha reta absoluta. Nada de curvas e vacilações. Eu creio que esta lição prática de caráter vale mais do que todas as lições da Ciência, que eu pudesse dar na Escola Politécnica”.

A quantos e a quais líderes contemporâneos ocorreria esta reflexão escrupulosa? O que responderiam a um convite do Governo? Têm pronta a resposta de que os tempos são outros e que não foram vítimas da burocracia. Ainda bem!

_ José Renato Nalini é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS – 2019-2020

O cérebro da Abolição: André Rebouças foi o primeiro engenheiro ...

– Não desista, ainda há tempo!

Um belíssimo poema publicado por Bia Perez, do blog oterceiroato.com (citação abaixo)!

Compartilho (no link abaixo da figura, clique para a íntegra):

Não desista, ainda há tempo Para chegar e começar de novo, Aceitar suas sombras, Enterrando seus medos, Soltar o lastro, Vôo de regresso. Não desista…

NÃO DESISTA, AINDA HÁ TEMPO!

– O arqueólogo da cerveja!

Que interessante! Um mestre cervejeiro especializado em história, ou um arqueólogo especializado em bebidas?

Conheça o homem que recriou os sabores das cervejas bebidas pelos egípcios, chineses de 7000a.C., turcos e até pelo rei Midas!

Extraído de: http://is.gd/ZJrLAI

BEBENDO HISTÓRIA

Depois de passar décadas rastreando bebidas ancestrais, arqueólogo recria cervejas milenares.

Por Juliana Sayuri

O arqueólogo Patrick McGovern passou duas décadas rodando o mundo em busca de cálices sagrados — e encontrou. Em recipientes usados por civilizações antigas para guardar suas cervejas, ele recuperou receitas de até 9 mil anos. Desde 1999, esse Indiana Jones cervejeiro passou a usar o que aprendeu analisando os vestígios das bebidas ancestrais para reconstituí-las com tecnologia moderna — mas ingredientes e fermentação à moda antiga. Dos dados que colheu em escavações surgiram edições limitadas de 5 cervejas fabricadas por civilizações antigas (veja abaixo).

Como diretor científico do Laboratório Arqueológico Biomolecular do Museu da Universidade da Pensilvânia, Patrick firmou um acordo com a cervejaria Dogfish para criar a linha Ancient Ales, só de cervejas milenares. Entre uma descoberta e outra, ele experimenta as receitas diversas vezes até encontrar a fórmula mais fiel às tradições. “Cada bebida é diferente. É preciso experimentar e fazer muitos ajustes, especialmente naquelas com muitos ingredientes distintos. E degustar nunca é demais”, diz McGovern. Copos do ofício.

Imagem gratis no Pixabay - Cerveja, Espuma, Vidro, Caneca | Caneca ...

– Coisas maravilhosas das artes em Sampa.

Há pouco encontrei esse senhorzinho sentado num lounge paulistano (foto abaixo). Jeitão de maluco, cara de louco, um pouco teimoso. Mas parece ser gente boa. Apelido de “Bertinho”.

Acho que tem alguma coisa acima da média nele… Talvez o QI?

#AlbertEinsteinestátua do Hospital Israelita Albert Einstein, no bloco A, no Morumbi.

– Realidade Alternativa EUA X Brasil?

Leio que Fernanda Lima, modelo e atriz da Rede Globo, levou tempos atrás os seus filhos para passearem nos EUA. Ao contrário do que possa ser uma viagem de lazer familiar, o motivo era outro, segundo a moça:

Eu queria mostrar para as crianças uma realidade sem medo, para que elas vissem que existem lugares onde há regras e as pessoas se respeitam”.

Não podemos criticá-la. Afinal, por mais que sejamos patriotas, é inegável que a violência é alta (lembrando que estamos falando de assaltos e outros crimes).

Brasil X Estados Unidos: escolha o melhor no Handebol Feminino do Pan

– Churrasco, churrasqueira e tradição gaúcha!

Este vídeo está sendo publicado especialmente para o meu pai e o meu tio Nelson, que gostam da cultura do Rio Grande do Sul (e eu também).

A cada churrasco, uma churrasqueira maior e uma engenhoca diferente (mas ouçam com o som, pois a música é boa).

E, logicamente, palmas para os gaúchos…

Em: https://youtu.be/771Aekw_0N8

– Analfabetismo Funcional: Sério Problema do Brasil

Se você também se revolta com dados sobre analfabetismo no Brasil, que não levam em conta os analfabetos funcionais, o artigo abaixo é de muita valia.

Vivemos numa sociedade onde, infelizmente, credita-se o valor de alfabetizado àquele que sabe assinar o próprio nome. Mas não temos um sem-número de pessoas que não conseguem interpretar textos?

PARA ROMPER COM O ANALFABETISMO FUNCIONAL

por Priscila Cruz* (Estadão, 25/06/2017, pg 2)

A recente divulgação dos dados da oitava edição do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), pesquisa realizada pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Educativa, com apoio do Ibope, oferece um painel extenso e consistente dos níveis de alfabetismo de jovens e adultos brasileiros nos últimos dez anos.
Diferentemente das estatísticas fornecidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que se baseiam em dados autodeclarados, o Inaf é realizado por meio de uma entrevista e um teste, avaliando efetivamente as habilidades de leitura, escrita e Matemática de brasileiros entre 15 e 64 anos de idade, classificando-os em quatro níveis de alfabetização: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar – estes dois considerados como analfabetos funcionais -, alfabetizados em nível básico e alfabetizados em nível pleno – considerados juntos como alfabetizados funcionalmente. É este último nível, o pleno, que precisamos universalizar, pois é a condição necessária para a inserção digna e autônoma na atual sociedade, crescentemente complexa.
Os dados revelam que o Brasil parece ainda não se ter dado conta da urgência e da gravidade dos problemas que enfrenta no campo da educação.
Ainda que se tenha reduzido a proporção de analfabetos funcionais e aumentado os que estão no nível básico, é preciso mais, bem mais. Nossas atenções devem estar voltadas para o nível pleno de alfabetismo – e aqui houve retrocessos preocupantes. Entre 2001 e 2011, o domínio pleno da leitura caiu de 22% para 15% entre os que concluíram o Ensino Fundamental II, e de 49% para 35% entre os que fizeram o ensino médio. Com ensino superior, 38% não chegam ao nível pleno.
Como referência, no nível pleno estão as pessoas que conseguem ler e compreender um artigo de jornal, comparar suas informações com as de outros textos e fazer uma síntese dele. Em Matemática, as que resolvem problemas envolvendo porcentuais e proporção, além de fazerem a interpretação de tabelas e gráficos simples.
Não conseguimos avançar do básico para o pleno, nível estagnado há dez anos. Mesmo que o Inaf não seja um indicador escolar, pesquisando até mesmo pessoas que nunca tiveram acesso à escola, podemos atribuir parte desses resultados, justamente, à falta de acesso e à insuficiente aprendizagem dos alunos ao longo da educação básica. Ainda hoje não conseguimos garantir que todas as crianças e todos os jovens estejam na escola e adquiram as habilidades esperadas em cada série em disciplinas básicas como Português e Matemática.
Tal situação evidencia a urgência de um investimento eficiente, consistente e focado nos anos iniciais. É neles que todo o problema começa, mas também é neles que a solução deve nascer.
Portanto, como sociedade, precisamos exigir que todas as crianças estejam plenamente alfabetizadas até os 8 anos de idade. Sem se perder em discussões ideológicas estéreis, sem concessões de espécie alguma. É um direito de nossas crianças, que precisa ser assegurado.
Esse é o primeiro passo, e ainda estamos muito longe de considerá-lo um patamar vencido. A Prova ABC – a primeira avaliação externa da alfabetização das crianças de 8 anos realizada em 2011 pelo movimento Todos Pela Educação, pelo Instituto Paulo Montenegro/Ibope, pela Fundação Cesgranrio e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) – mostrou que pouco mais de metade das crianças avaliadas apresentara aprendizado adequado em leitura e escrita no final do terceiro ano do ensino fundamental, e essa proporção cai para pouco mais de 40% em Matemática. As que não conseguem alfabetizar-se nessa etapa passam a acumular lacunas cada vez maiores, o que dificulta ou até mesmo impossibilita a sua aprendizagem nas etapas posteriores.
Dessa maneira, os dados revelados pelo Inaf 2012, somados aos indicadores produzidos pela Prova ABC, expõem o grande desafio educacional deste início do século 21: garantir a todos a alfabetização plena, pré-requisito para a garantia do aprendizado ao longo de toda a vida escolar de crianças e jovens.
Para mudar esse cenário é fundamental avançarmos rapidamente na agenda que deveria ter sido cumprida no século passado e romper com o descaso histórico com a qualidade da educação, direcionando muito mais esforços para assegurar que todos os alunos atinjam a competência em leitura, escrita e Matemática. E para isso é necessário começar pela base, desde a Educação Infantil.
O Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) – a avaliação bianual realizada pelo Inep para monitorar a aprendizagem no final de cada ciclo – comprova essa tese. A pontuação média em Língua Portuguesa dos alunos do terceiro ano do ensino fundamental que não cursaram a Educação Infantil é de 169, enquanto a dos que a cursaram é de 187. Se a Educação Infantil tivesse uma qualidade muito boa no Brasil, esse impacto seria ainda maior.
Todas as evidências científicas apontam para a qualidade dos professores como fator determinante. Um bom professor é um ótimo começo. Assim, é preciso atrair os melhores professores para essa etapa do ensino, os mais experientes e mais bem preparados para trabalhar com as crianças que cursam os anos iniciais. As faculdades de Educação precisam ser reformuladas, colocando o foco na aprendizagem dos futuros alunos de seus alunos.
É vergonhoso que o país que tem o sexto produto interno bruto (PIB) do mundo esteja entre os piores em educação. Não obstante o Brasil conseguir acumular riquezas, não consegue distribuí-las de forma justa, e a má distribuição de renda é reflexo da educação de baixa qualidade.
Mais do que garantir escola para todos, é preciso universalizar a aprendizagem.
* DIRETORA EXECUTIVA DO MOVIMENTO TODOS PELA EDUCAÇÃO

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– Machado de Assis, eterno!

E hoje se comemora o 181o ano do nascimento de Machado de Assis.

Disse ele: 

“Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouca importa; o essencial é que saiba amar”.

Teria sido ele o maior escritor do Brasil? Será que as gerações futuras discutirão isso ou outros gênios surgirão? Há aqueles que dizem que Paulo Coelho o superará/superou… não concordo.

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– A Arte da Fotografia!

Puxa, que sensibilidade do autor do texto / fotógrafo, na postagem abaixo!

Sigam esse blog do jornalista e fotógrafo Fernando Razano (ChronosFeR2) e se encantem: o cara é bom! Vale a pena.

Extraído de: https://chronosfer2.wordpress.com/2020/06/17/fotografia-quem-olha-quem-who-looks-who/

FOTOGRAFIA: QUEM OLHA QUEM… (WHO LOOKS WHO…)

Viver as ruas de uma cidade é colecionar momentos, criar memórias e respirar o ar do lugar, de suas gentes, de sua cultura, do seu jeito de ser. E encontrar os olhos de quem também nos olha e procura outros olhares. A vida do dia a dia é assim, repleta de vida e olhares.

To live the streets of a city is to collect moments, to create memories and breathe the air of the place, of its people, of its culture, of its way of being. Everyday life is like this, full of life and looks.

Vivir las calles de una ciudad es recoger momentos, crear recuerdos y respirar el aire del lugar, de su gente, de su cultura, de su forma de ser. La vida cotidiana es así, llena de vida y miradas.

Foto: Chronosfer. Buenos Aires.

Peço desculpas por não estar presente em todos os sites, nos últimos dias tenho retornado à rotina médica de consultas e exames de controle. Como este Chronos tem acolhido mais seguidores, uma pequena explicação: há pouco mais de um ano fui diagnosticado com câncer no intestino e então passei por cirurgia, e outros procedimentos além de quimioterapia. os primeiros exames efetuados pós tratamento foram negativos para a doença. Com a pandemia, estou três meses atrasado para o novo período de controle, que começou na semana passada e termina na próxima terça-feira. Depois, apenas os resultados e as consultas. Continuarei presente. apenas com menos tempo. Muito obrigado e continuamos sempre juntos.

I apologize for not being present on all websites, in recent days I have returned to the medical routine of consultations and control exams. As this Chronos has welcomed more followers, a small explanation: just over a year ago I was diagnosed with bowel cancer and then went through surgery, and other procedures besides chemotherapy. the first post-treatment tests were negative for the disease. With the pandemic, I’m three months late for the new control period, which began last week and ends next Tuesday. Then only the results and queries. I’ll stay there. only with less time. Thank you so much and we are always together.

Me disculpo por no estar presente en todos los sitios web, en los últimos días he vuelto a la rutina médica de consultas y exámenes de control. Como este Chronos ha dado la bienvenida a más seguidores, una pequeña explicación: hace poco más de un año me diagnosticaron cáncer de intestino y luego pasé por cirugía, y otros procedimientos además de la quimioterapia. las primeras pruebas post-tratamiento fueron negativas para la enfermedad. Con la pandemia, llego tres meses tarde al nuevo período de control, que comenzó la semana pasada y termina el próximo martes. A continuación, solo los resultados y las consultas. Me quedaré allí. sólo con menos tiempo. Muchas gracias y siempre estamos juntos.