– A letra cursiva está com os dias contados?

Com o advento do computador, muitas crianças deixam de escrever a tradicional “letra de mão”. A letra cursiva está fora de moda, e isso preocupa – e muito – os professores.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2074/uma-realidade-nas-escolas-eu-nao-sei-escrever-em-letra-146035-1.htm

EU NÃO SEI ESCREVER LETRA CURSIVA

Por Camila Rabelo

A letra ilegível era uma marca registrada dos médicos e suas receitas indecifráveis. Hoje, rompeu as fronteiras da profissão e se tornou quase uma tendência na sociedade da pressa. A ilegibilidade é uma das consequências da substituição do caderno pelo computador e da pouca ênfase que se dá ao ensino da letra cursiva nas escolas. Em outros tempos, os cadernos de caligrafia moldavam a escrita dos alunos. Até hoje, representam um importante rito de passagem para crianças recém-alfabetizadas que conseguem ultrapassar a barreira da letra de forma e se capacitam na cursiva – aos 6 anos, elas já se dividem em grupos dos que dominam o mundo da “letra corrida” e daqueles que ainda continuam nas “letras separadas”. Mas o entusiasmo é arrefecido com o passar dos anos. Elas precisam fazer pouco uso da técnica, pois até as provas são de múltipla escolha – basta marcar um X nas alternativas propostas e ir para casa sem gastar a caneta. Fora de uso, a letra perdeu a uniformidade e a nova grafia mescla traços cursivos com letras maiúsculas, comprometendo até mesmo os sinais de acentuação, como o til (~), que virou um traço (-). Nem sempre a legibilidade é mantida. E dá-lhe garranchos incompreensíveis.

O impacto da disgrafia – a escrita incompreensível – na vida das pessoas vai além do senso estético. Quem sofre deste distúrbio pode ser tachado de desleixado ou problemático. E não ser compreendido na sociedade da informação é um fardo que poucos podem carregar. A solução? Recorrer aos textos digitais do e-mail e mensagens instantâneas, como MSN e SMS. “A tecnologia pode ser a aliada e a vilã da história”, afirma Marco Arruda, neurologista da infância e da adolescência e diretor do Instituto Glia de Cognição e Desenvolvimento. O excesso de informação, a falta de tempo e o conforto da internet contribuem para a deformidade da letra, que se torna dispensável e, quando utilizada, apressada e incompreensível. “Escrevo muito rápido. Não dá tempo de enfeitar”, afirma Lucas Dias Oliveira, 12 anos, que foi reprovado no ano passado porque os professores não conseguiram corrigir a sua prova. “Não entendi nada”, assinou a professora na avaliação. “Ele é extremamente inteligente e rápido.

Tem uma velocidade incrível no teclado”, afirma a sua avó, Marialva Dias.

“Mas a letra é um garrancho.” Os esforços de Marialva, que comprou dezenas de cadernos de caligrafia e livros para o neto, não foram suficientes para que o menino deixasse o computador e melhorasse a grafia. “Ele é agoniado, ansioso e necessita de acompanhamento psicológico para melhorar a letra”, afirma.

Janice Cabral Falcão, psicóloga e presidente da Sociedade Brasileira de Psicomotricidade, acredita que os cadernos de caligrafia não resolvem o problema. Para ela, a falta de espaço para brincar e a vida sedentária comprometem o tônus muscular das crianças, que ficam sem coordenação motora e destreza para lidar com o lápis.

“Elas precisam participar das atividades domésticas que exijam alguma habilidade manual”, afirma. Para o neurologista Marco Arruda, a escrita está mais relacionada com as funções do cérebro do que com a tonicidade dos músculos e ele alerta que a escrita ilegível pode ser um sinal de enfermidade ou transtorno psicológico, como dislexia, déficit de atenção e hiperatividade.

“É preciso treinamento da letra com sessões de reabilitação”, afirma. O neurologista lembra que brincadeiras fora de moda com bolas de gude e palitinhos, além das aulas de caligrafia, favoreciam o desenvolvimento psicomotor da criança, que não tem os mesmos estímulos nos jogos eletrônicos de hoje.

Não são apenas as crianças as vítimas da disgrafia. A pesquisadora Luciana Moherdaui, 38 anos, especialista em novas mídias e interfaces digitais, trocou os cadernos pelo computador desde que saiu da faculdade. “A minha letra era legível, mas, depois que passei a usar diariamente a rede, perdi a capacidade de escrever”, afirma Luciana, que explica ter o raciocínio igual ao Word – ‘escreve, erra, apaga e refaz’ – impossível no texto à mão. Quando vai a uma palestra em que não pode levar o seu laptop, a pesquisadora também não leva o bloco de anotações. “Decoro tudo”, diz. “Não entendo a minha letra.” Como especialista no tema, Luciana acredita que o futuro do aprendizado caminha em direção às novas tecnologias. “A tendência é que os meninos troquem os cadernos pelos mininotebooks.” Apesar da alternativa da tecnologia, ter letra legível (e bonita) ainda é importante. “Já zerei provas no vestibular porque estavam incompreensíveis”, afirma José Ruy Lozano, corretor de redações dos principais processos seletivos de São Paulo e professor de redação do ensino médio do Colégio Santo Américo. Vale lembrar que as redações de vestibular também podem ser escritas em letras de forma. Mas a cursiva ainda conta pontos, por exemplo, em processos de seleção de emprego.

O ato de escrever teve os seus altos e baixos na história. Sócrates e Platão (séc. V a.C.) eram contra a escrita e defendiam a oralidade. Na Idade Média, ela ganhou visibilidade e subiu ao altar com os monges copistas, que registravam a cultura e as descobertas históricas em pergaminhos, para imortalizá-las ao longo dos séculos.

“Ela passou a ser a escrita própria dos textos cristãos, em oposição aos caracteres romanos dos textos pagãos”, afirma o grafólogo Paulo Sérgio de Camargo, autor do livro “Sua Escrita, Sua Personalidade” (Editora Ágora).

A caligrafia – palavra que tem origem no nome kallos (belo) e grafos (grafia) – surgiu como arte quando o imperador Carlos Magno (742-814) decidiu unificar os textos e documentos da Europa Central com a escrita cursiva, conhecida como ‘letra carolina’, mais rápida que a tipografada. Segundo os grafólogos, a cursiva é um sinônimo de elegância e uniformidade, mas também rigidez e padrão. Por ironia, ela está sendo gradativamente substituída pelo mesmo motivo que a originou – a necessidade de rapidez.

“As escolas não se preocupam mais com a letra”, afirma o neurologista Arruda. “Os cadernos de caligrafia caíram em desuso.” Resta saber se as belas letras trabalhadas em rococós se tornarão um raro tesouro, que sobrevive apenas nos convites de formatura ou casamento.

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– Parabéns pelo PERFEITO pronunciamento, Heitor! O Paulista tem que ser ABERTO a todos.

Ouvi o jornalista Heitor Freddo, amigo e colega da Rádio Difusora, no seu espaço “Chutando o Balde” durante o programa esportivo Show de Bola, comandado pelo Adilson Freddo (que dispensa apresentações). Há tempos não escuto tamanha COERÊNCIA, CORREÇÃO e OBJETIVIDADE numa crítica – e que foi muitíssimo bem direcionada à relação estabelecida entre os novos gestores do Paulista com a imprensa.

Eu sempre defendi que, mesmo em espaços opinativos, se separe e esclareça o que é informação e boataria. Eu não sou jornalista, apenas um comentarista e entusiasta jundiaiense (que apesar de torcer assumidamente para o Paulista e para a Cidade de Jundiaí – independente de quem esteja gerenciando ambos), não pode esconder o fato ou descontentamentos.

Digo isso pois pesa-me saber que a normatização imposta pelos novos gestores, conforme abordado, traz e transmite uma antipatia muito grande a quem vive o dia-a-dia do Paulista. Temos em Jundiaí duas rádios sérias que falam sobre o Galo: a Cidade e a Difusora – e seus profissionais sabem como é difícil cobrir e trabalhar no futebol deficitário de hoje. Custa caro, e se o Paulista não tem patrocinador, imaginem as dificuldades das rádios em achar quem queira ser anunciante de time da 4a divisão.

Em especial, a Difusora (aqui não é propaganda, é fato concreto) transmite TODOS os jogos do Galo – e por eu fazer parte da equipe, sei como é suado. A dificuldade da linha, a companhia de telefone que sacaneia, a aventura de transmitir em celular ou de onde e como for. Mais ainda do que isso: há o Cobrinha, o mítico Luiz Antonio de Oliveira, que é símbolo do futebol amador e profissional da cidade, pela cobertura e vivência. Sou testemunha de que o Cobrinha está de manhã, à tarde, muitas vezes à noite e, se a família não o chamar para casa, dorme no Estádio Jayme Cintra! Aliás, se um dia o Paulista tiver um Centro de Formação de Atletas, terá como obrigação homenagear o espaço com o nome de “CFA Luiz Antonio de Oliveira”, pelos justos conselhos que dá aos jogadores que aqui chegam.

Também se faz importante lembrar que temos outras mídias na cidade, o Esporte Jundiaí do Thiago Batista de Olim (que  às duras penas trabalha honesta e corretamente), o pessoal da TV TEM que dá espaço ao Galo na medida do possível, e outros que vivem e convivem na rotina por lá.

Assim, as rádios, TVs e sites que DIVULGAM, PROMOVEM, FOMENTAM o torcedor de informações, são ou serão barrados por um excesso burocrático? 

Falamos do Paulista FC que se confunde com o nome da nossa cidade (é Paulista de Jundiaí, da torcida de Jundiaí, da imprensa de Jundiaí, da sociedade de Jundiaí). O time jundiaiense, se não tem diretores ou gestores à altura de suas tradições (financeira e competentemente falando), não pode deixar de apresentar a história de cumplicidade do Galo com a comunidade da nossa Terra da Uva.

Com as medidas de “fechar treino”, cercear o trabalho da imprensa, criar um burocratismo (que é o uso equivocado da burocracia, quando ela se dá em excesso), faz com que tenhamos a impressão de que os parceiros são donos do clube, e não gestores do departamento de futebol.

Não é por aí. Não somos o global Real Madrid, tampouco o endinheirado Palmeiras, nem sequer conseguimos ter um calendário decente. Mas “time particular” de alguém, não.

Administradores da Kah Sports, a quem torcemos pelo sucesso como já escrevemos anteriormente (todos dependem disso), façam a integração da empresa Fut Talentos à cidade de Jundiaí, não busquem o caminho contrário: o de que torcida, imprensa e demais agentes sejam àqueles que se adaptarão a vocês.

Aliás, que história é essa do treinador Edson Ferreira, o “Fio”, querer que se publique “Edson Fyu”? Deixe ganhar alguns jogos para ver se o nome estiloso pegará…

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– Um Mundo Indesejado

Há anos, ocorreu o forte terromoto que vitimou milhares de pessoas no paupérrimo Haiti. A notícia é vencida. O povo já sofrido ainda luta para sobreviver. Mas o modo de vida da população é algo que assusta tanto quanto a tragédia. Leio no portal Terra a entrevista do enviado especial do site, Francisco de Assis, com a embaixatriz do Brasil no Haiti. É triste, assustadora, e desanimadora.

Como imaginar a vida das mulheres, num país em que elas engravidam sistematicamente, pois é o único período em que não apanham do marido? Como viver num local onde a mortalidade infantil beira 50%? A chance de uma criança nascer viva (isso não quer dizer saudável) é a mesma dela nascer morta.

Compartilho, extraído de: Terra (clique no link para citação)

HAITIANAS ENGRAVIDAM PARA PARAR DE APANHAR

Diante do caos que marca a rotina de Porto Príncipe, a embaixatriz do Brasil no Haiti conta detalhes dos bastidores do país após o terremoto do último dia 12. Em entrevista ao Terra, Roseana Teresa Aben-Athar Kipman relatou o alto índice de mortalidade infantil, a violência contra a mulher e comentou sobre o espírito de luta do povo haitiano, que, mesmo em plena catástrofe, ainda permanece de cabeça erguida.

O desastre
“O que posso dizer é que nos bairros onde os danos pessoais foram menores, menor foi o desastre. Justamente porque quando cai uma placa de zinco na cabeça, o ferimento é muito mais leve do que se cai uma laje de concreto. Então, você cai, faz um galo, levanta e vai embora. Quando uma casa de concreto cai em cima de você, há soterramento.”

Mortalidade Infantil
“A mortalidade infantil no Haiti é de cerca de 45%. As mães são subnutridas. As avós também. Não têm nem leite no peito. Tenho crianças que sequer se sentam. É preciso fazer um trabalho de recuperação de todas elas. Um trabalho a longo prazo.”

Violência contra mulheres
“Os homens engravidam várias mulheres ao mesmo tempo. As mulheres gostam da gravidez porque esse é o único momento em que elas não apanham. Elas vivem apanhando dos maridos, mas quando estão grávidas ficam nove meses sem apanhar. Por isso, quando falamos para as mulheres que elas precisam evitar a gravidez, elas retrucam que é o único momento em que não apanham. É impossível fazer um controle de natalidade no Haiti.”

O abuso contra as crianças
“Não são apenas as mulheres que apanham dos homens. As crianças também sofrem muito com esse tipo de violência. Há uma imposição grande por parte do sexo masculino e isso se reflete em violência. A situação das crianças aqui é sempre ruim. Foi sempre assim. Os pais não tem o mínimo de cuidado com os filhos. Essas crianças que perderam os pais no terremoto vão ter duas alternativas. Ir para orfanatos ou ficar nas ruas e se transformarem em bandidos.

Projetos Sociais
“Nenhuma atividade foi parada. Estamos trabalhando junto com o exército. A diferença é que a gente agora está recolhendo os mortos. Nunca havia recolhido nenhum morto. É o que acontece aqui. Nosso trabalho é excelente. Isso não é o trabalho de um, mas, sim, o trabalho de todos. Ninguém faz um trabalho sozinho.”

Voluntariado
“Eu sou voluntária. Todos são voluntários. Estou aqui porque quero. Se não quisesse estaria em outro lugar, mas cheguei aqui para trabalhar no Haiti e é isso que estou fazendo. Eu trabalho em vários lugares, com vários grupos religiosos. Se não há brasileiro em determinado país, eu não trabalho. Sou embaixatriz do Brasil para cuidar dos brasileiros.”

Segurança
“Ando com dois soldados disfarçados para me dar segurança. Eles ficam à paisana, sem mostrar as armas, mas por baixo das roupas, tenha certeza que estão com um armamento pesado. São os melhores fuzileiros da marinha brasileira. Tenho que andar de carro blindado. As coisas aqui são complicadas. Não é fácil entrar na periferia como as pessoas podem pensar. “

O trabalho na Embaixada
“A Embaixada do Brasil ficará inteira aqui. Mas qualquer um que quiser ir embora poderá. Nós decidimos que vamos ficar. Não vamos tirar os pés do Haiti. Viemos aqui para trabalhar e não vai ser agora, que o Haiti mais precisa da gente, que vamos embora.”

A reconstrução
“Já tem gente tirando pedras entre os escombros para reconstruir as casas. Tivemos um terremoto de 5.3 graus e mesmo assim eles estão trabalhando. Se você parar para pensar, ainda estão acontecendo terremotos aqui. As casas abaladas estão caindo. Mas mesmo assim você vê as praças cobertas por lonas de forma organizada. Foram eles que se organizaram. Eles que estão se arrumando”.

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– A lista da France Football dos melhores treinadores de futebol da história

Se já é difícil fazer uma lista de jogadores de futebol, imagine com os melhores treinadores de todos os tempos?

A revista France Football fez, sendo que dos 50 maiores de todos os tempos, temos apenas 1 brasileiro: Telê Santana, atrás de Van Gaal, Diego Simeone, Trapattoni, entre tantos.

Curiosidade: o revolucionário holandês Rinus Michels é o 1o, Alex Ferguson o 2o e Arrigo Sacchi o 3o. Guardiola é o 5o.

Um detalhe: o húngaro Béla Guttmann, que trabalhou no Brasil (foi o treinador que trouxe Zizinho ao São Paulo FC) e influenciou Vicente Feola, o primeiro treinador Campeão Mundial na Copa de 1958, é o 20o.

Na figura da France Football, abaixo, a relação:

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– E a Bettina da Empiricus, hein? Te convenceu ou não?

Bettina Rudolph, a moça que virou garota propaganda da Empiricus (corretora de investimentos), está dando o que falar!

A moça que diz ter ganho 1 milhão de reais de uma maneira bem fácil em aplicacões (e pede para clicar num link onde você é direcionado à propaganda) já foi questionada bastante. Abaixo o vídeo 1, assista:

Em: https://youtu.be/pVU-laWPJUg 

Depois das acusações, ela se defendeu no Programa Morning Show. Abaixo, o vídeo 2,

Em: https://www.youtube.com/watch?v=qxPWUI74oTo

Para mim, uma deslavada propaganda enganosa! Ou não? E para você?

– 2 anos sem Chuck Barry!

Caramba, parece que foi ontem! Hoje já faz 2 anos que o guitarrista Chuck Barry morreu (ele estava com 90 anos à época). Um dos revolucionários do rock, de musicalidade incrível e influente até hoje.

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Confira “Johnny b good” em vídeo clip, aqui: https://www.youtube.com/watch?v=ljHXMWR7JTY

– O racismo praticado contra Serginho na Bolívia em Blooming 2×0 Jorge Wilstermann

Ainda é admissível que idiotas cantem gritos ofensivos nas arquibancadas?

Sempre ouvi falar (e nunca concordei) que o estádio de futebol é um lugar onde se pode xingar à vontade, extrapolar e extravasar. Não concordo. Você pode vaiar e aplaudir, mas nunca ser selvagem.

Atitudes como gritos homofóbicos, racismo, violência e outras coisas que contestam a inteligência humana já deixaram de ser aceitáveis, e mostram como nossa cidadania ainda é questionável. E digo isso pelo fato lamentável ocorrido na Bolívia, na partida entre Blooming 2×0 Jorge Wilstermann, do último domingo, onde o brasileiro Serginho abandonou o campo após insultos incessantes dos torcedores por ser negro.

O árbitro corretamente parou a partida para que os torcedores encerrassem os gritos racistas (conforme manda atualmente a Regra do Jogo), mas mesmo assim o atleta preferiu se retirar.

Até quando veremos tristes situações assim? Até quando as punições serão “de mentirinha”? Até quando o ser humano vai ficar esperando ser “gente de verdade”?

Muito triste.

Extraído de: https://www.gazetaesportiva.com/futebol/brasileiro-abandona-o-campo-apos-sofrer-insultos-racistas-na-bolivia/

Vídeo em: https://twitter.com/liberta__depre/status/1107803186461638659

BRASILEIRO ABANDONA O CAMPO APÓS SOFRER INSULTOS RACISTAS NA BOLÍVIA

Mais uma cena lamentável tomou conta do futebol no último domingo. Na partida entre Blooming e Jorge Wilstermann, válida pela 13ª rodada do Apertura do Campeonato Boliviano, o brasileiro Serginho, do time visitante, sofreu insultos racistas e abandonou a partida ainda em seus decorrer, aos 40 minutos do segundo tempo, em lance de cobrança de escanteio.

Diante de mais de 15 mil pessoas que marcaram presença na vitória do Blooming por 2 a 0, no Estádio Tahuichi Aguilera, o meio-campista brasileiro sofreu diversos atos racistas durante a partida, segundo relatos dos companheiros de equipe. Na reta final, mesmo com a vitória, os fanáticos dos donos da casa não cessaram nos insultos.

Aos 40 minutos do segundo tempo, o jogador brasileiro se dirigiu a linha de fundo para efetuar uma cobrança de escanteio. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, é possível ver o atleta abandonando o gramado e explicando a arbitragem que seguiu sofrendo com as declarações da torcida adversária. Por conta da polêmica, a partida ficou parada por cerca de quatro minutos.

Após a partida, personalidades dos dois lados se manifestaram contra as cenas presenciadas. Do lado do Jorge Wilstermann, Cristian ‘Pochi’ Chávez condenou a “vergonha” que marcou a partida, enquanto Jorge Ortiz criticou que o fato tenha acontecido durante toda a partida. “Essas coisas externas ao jogo são tristes. Não me surpreende a saída de campo do Serginho, porque estava sendo insultado desde o primeiro tempo”, disse ao jornal El Deber.

Mesmo com os três pontos conquistados, o tema foi abordado pelo Blooming, na voz do capitão, Cristian Latorre, e do treinador Erwin Sánchez. “Eu repudio o racismo, mas essas são coisas que fogem das nossas mãos, dos jogadores. Fico com pena pelo que aconteceu. É lamentável”, ressaltou o atleta, corroborado pelo comandante. “Sou sempre contra o racismo. Fiquei 20 anos fora e volto para sentir isso. Veremos o que fazer junto ao clube”, finalizou.

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– Valei-me, São José!

Hoje é dia de São José, esposo da Virgem Maria e grande patriarca da Sagrada Família; portanto, padrasto do Menino Jesus.

Mundo afora, hoje se festeja o Dia dos Pais. Assim, que possamos rezar:

“Valei-me São josé’ olhe por mim para que eu seja um chefe da minha família tão santo quanto tu fostes! Amém”

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ACRÉSCIMO – 

#Solenidade de #SãoJosé na Catedral Nossa Senhora do Desterro, a Matriz da Diocese de #Jundiaí.

A Igreja está lotada para a #Missa que venera a memória do Patrono da #IgrejaCatólica e Protetor das #Famílias!

E parabéns àqueles que se chamam #José, por honra do grande homem que foi o Marido da Virgem #Maria e Padrasto de #Jesus (pai terreno do #Salvador, sem medo de sê-lo pela fala do #anjo).

– O que fazer com os incitadores de violência que infiltram a boneca Momo em inocentes vídeos?

Existe uma boneca com cara de bruxa, chamada Momo, criada pelo artista japonês Keisuke Aiso, e que no ano passado ganhou popularidade na Internet por ensinar as crianças a fazerem coisas indevidas e violentas. A menina-monstro (ela assusta até gente grande por conta da carinha de psicótica) foi introduzida por imbecis dentro de vídeos inocentes, que dispararam nas Redes Sociais.

Agora, 3 vídeos foram achados no YouTube Kids (um da Peppa Pig, outro do Baby Shark e outro de uma menina brincando com Slime3 coisas que as crianças gostam de assistir), onde no meio do desenho algum invasor virtual introduziu a Momo QUE ENSINA AS CRIANÇAS A SE MUTILAREM!

Cuidado, pais.

Extraído, abaixo, de “O GLOBO”: https://oglobo.globo.com/sociedade/atencao-pais-parem-de-compartilhar-videos-sobre-desafio-da-boneca-momo-23532209

NÃO COMPARTILHE OS PERIGOSOS VÍDEOS DA BONECA MOMO

RIO — Após provocar pânico pelo WhatsApp, o desafio da boneca Momo está de volta. Desde o mês passado, estão circulando nas redes sociais vídeos infantis que, de repente, são cortados e substituídos pela imagem que foi associada ao desafio, ameaçando e dando ordens de automutilação. Os relatos afirmam que as imagens foram capturadas do YouTube Kids, um aplicativo criado exclusivamente para menores de 13 anos, mas sem nenhum link ou referência gráfica ao aplicativo. E todo esse alvoroço, que se reflete em buscas na internet, está impulsionando esse conteúdo on-line, tornando-o mais acessível para as crianças.

Nas buscas realizadas pelo GLOBO foram identificados três vídeos diferentes em que o conteúdo está inserido. Um com os personagens de “Peppa Pig”; outro sobre o clipe “Baby Shark Dance”, da dupla Pink Fong; e o terceiro num vídeo de uma menina brincando com slime. Neste existe uma marca d’água de um site chamado GuffDump.com. Informações que constam no who.is mostram que o endereço foi registrado no dia 16 de fevereiro. A conta no Twitter, também criada em fevereiro, tem apenas três publicações, sendo a primeira o vídeo com o desafio Momo.

Apuração do Ministério Público da Bahia

Com base em relatos de mães e pais, o Ministério Público da Bahia abriu no sábado um procedimento para apurar o caso. Foram enviadas notificações para Google e WhatsApp pedindo informações e a remoção desse conteúdo, num prazo de 24 horas.

— Houve um relato na imprensa, e nós instauramos o procedimento imediatamente — explicou o promotor Moacir Nascimento, do Núcleo de Combate a Crimes Cibernéticos (Nucciber) do MP. — Não é dizer que o Google e o WhatsApp sejam culpados. Culpado é quem fez o vídeo. Nós queremos saber é em que medida essas empresas podem ajudar.

Em comunicado, o YouTube afirma não ter recebido “nenhuma evidência recente de vídeos mostrando ou promovendo o desafio Momo no YouTube Kids“.

“Conteúdo desse tipo violaria nossas políticas e seria removido imediatamente. Também oferecemos a todos os usuários formas de denunciar conteúdo, tanto no YouTube Kids como no YouTube“, diz a companhia, destacando que menores de 13 anos devem ter o uso restrito ao YouTube Kids, com supervisão de pais ou responsáveis. “É possível que a figura chamada de ‘Momo’ apareça em vídeos no YouTube, mas somente naqueles que ofereçam um contexto sobre o ocorrido e estejam de acordo com nossas políticas”.

Contatado, o WhatsApp não se manifestou até a publicação desta matéria.

Como funcionam os algoritmos?

A partir do pânico gerado pelo vídeo, pais desesperados correm atrás de informações, buscam pelos vídeos no YouTube e, dessa forma, fazem com que os algoritmos de buscas aumentem a relevância do termo “Momo”. O Google Trends, por exemplo, registra um aumento repentino nos últimos dois dias para as buscas “momo aparece em vídeos”, “vídeo momo slime”, “vídeos momo slime”, “momo em vídeos de slime”.

O efeito perverso dos algoritmos é que, com o aumento das buscas com o termo “momo” relacionado a “slime”, é maior a probabilidade de uma criança buscar por “slime” e se deparar com um vídeo com referência ao desafio. A preocupação dos pais é compreensível, mas o melhor a fazer, dizem especialistas, é parar de repassar esses vídeos em grupos de WhatsApp e de publicá-los no Facebook e no YouTube. Os vídeos existem, mas os pais acabam colaborando para a sua divulgação.

No Reino Unido, esses vídeos também circularam no fim do mês passado. O UK Safer Internet Centre, organização pela segurança na navegação na internet, afirmou que o desafio gerou um “pânico moral” espalhado por adultos.

— O grande problema é uma criança navegar pela internet desassistida — alertou Nascimento. — Tem pais que não fazem ideia do que os filhos fazem na rede. A internet é um janelão aberto para o mundo, onde existem pessoas perigosas. Se você não deixa seu filho sozinho numa praça pública, não pode permitir que ele se conecte com qualquer pessoa.

Como proteger as crianças?

David Emm, pesquisador do Kaspersky Lab, afirma que a melhor defesa das crianças contra conteúdos maliciosos que circulam na rede, como o desafio Momo, é o contato próximo e aberto com os pais. Ele recomenda que os responsáveis tenham conversas regulares com as crianças e entrem em acordo sobre quais sites são apropriados, fazendo-as entender o raciocínio dessa decisão. Os filhos também devem se sentir seguros em falar sobre qualquer coisa perturbadora que tenham encontrado on-line.

Os pais devem se certificar de que os filhos entendam que não devem “fazer amizade” com alguém que não conheçam na vida real, nem adicionar números desconhecidos em seus contatos. Também devem conscientizar as crianças a nunca compartilhar informações pessoais, como números de telefone e endereços. O uso de configurações parentais e de segurança também é recomendado.

— Estamos notando que o suposto “desafio” Momo ainda tem criado pânico e histeria em toda a internet — afirmou Emm. — E, à medida que o mistério em torno do desafio cresce, as chances de mais pessoas serem tentadas a assustar seus amigos ou, mais preocupantemente, usar o meme para assediar e intimidar, aumentam.

 

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– Uma ótima 3a feira para todos nós em 4 cliques inspiradores!

👊🏻Bom dia!
Que hoje seja melhor do que ontem e pior do que amanhã.
Prontos para suar? Então… s’imbora correr.
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running #adidas #mizuno

🙏🏻Correndo e Meditando com o #ImaculadoCoração de #Maria!
Ó querida #Mãe sem pecado concebida, rogai por nós que recorremos a vós.
⛪ #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺Fim de #cooper!
Valeu pela esteira, na corrida e na caminhada. Agora, depois de estar suado (mas cansado e feliz) alongando e curtindo a beleza das #flores. Hoje, ao lado de nossa #rosa de pétalas mescladas (o clique é de ontem).
🏁 #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento #nofilter

🌅Vejam só o #amanhecer em #Jundiaí!
Que a #TerçaFeira possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #mobgraphy #mobgrafia #AmoJundiaí

Boa jornada para todos nós, e… #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby!