– Despeça-se de si!

Li e vale a pena refletir sobre renascer / reinventar-se. Ou, se preferir, despedir-se do homem velho e buscar o “ser novo”, tão pregado por Jesus Cristo conforme retratado nos Evangelhos:

“Despeça-se de si. Não se apegue ao que já se tornou. Desfrute dos benefícios da impermanência, do frutuoso ritual de renascer. Porque do vazio que lhe sobra, um novo ser se apodera. É assim que evoluímos.”

(Padre Fabio de Melo).

Para essa ótima consideração acima, fica a observação: quando abandonamos as práticas do pecado, o comportamento arraigado às coisas velhas que nos fazem mal, abrimos espaço para novos conteúdos (de conhecimento, de pensamento, de vivência ou de atitude).

Peçamos a Deus que nos capacite para esse “NOVO EU”, que possamos nos despedir do “EU VELHO e completemos o buraco deixado com coisa boas, positivas e agradáveis à nossa mente e alma!

Renascer no Senhor | Diário de Olímpia

– E quando você sente como Jó?

Já ouviu aquela cantiga popular sobre os “Escravos de Jó, que jogavam caxangá”?

é um personagem bíblico que nos traz a mensagem da confiança incontestável em Deus. Ele foi um homem temente ao Senhor, mas que foi perturbado pelo diabo que lhe tirava tudo na vida causando muito sofrimento.  Não entendia o porquê de tantas dores e angústias, mas vencia o inimigo confiando que, independente da razão ou não, confiava em Deus.

Vi essa figura “perdida na web” (abaixo) e me recordei dele. Impossível não nos questionarmos quantas vezes sofremos (ou achamos que sofremos) como Jó e nos lamentarmos. Conforme o versículo bíblico:

“Jó nunca viu a razão do seu sofrimento. Ele viu Deus e isso bastou”.

Entendemo-nos? Sem lamúrias desnecessárias e confiemos na Providência Divina.

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– Reinvente-se!

VIDA – Todo dia é dia de reconstrução, mesmo que não pareça ser. Se reinventar é necessário, mas há de se ter ciência de que existem dias bons e dias ruins. Então, contenha sua euforia e não se assuste com o desânimo.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=oePgXvsg3GY

– O Evangelho de hoje e a mensagem acolhedora

Está com muito peso nas costas? Não aguenta o julgamento do mundo? Sente-se pressionado pela vida? As preocupações temporais te afastam das coisas atemporais (as perenes, que não passam)?

Muitas vezes somos tão estudados e comprometidos com a carreira profissional que perdemo-nos no dia-a-dia. E aqueles mais puros, sem formação, acabam sendo sábios nas coisas que mais valem a pena!

Se você não pode ir à Missa hoje, saiba: a Boa Nova anunciada por Cristo nos chama a atenção de que seu “*jugo é suave e o fardo é leve”.

*No sentido religioso, jugo é a opressão que uma pessoa carrega quando está dominada por seus próprios problemas, como enfermidades, vícios, dívidas. No literal, jugo é a peça de madeira para atrelar bois a carroça ou arado, uma canga.

Abaixo, o texto:

EVANGELHO DE SÃO MATEUS, capítulo 11, do versículo 25 ao 30.

Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: “Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.  Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.

NÃO SEJAMOS ESCRAVOS DAS COISAS MISERÁVEIS QUE O MUNDO OFERECE (como o dinheiro e a vaidade), MAS SEJAMOS DOCES E ABERTOS ÀS RIQUEZAS CELESTIAIS (a misericórdia, a fé e a providência divina).

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– Todo dia é dia de Reconstrução! Mesmo que não pareça…

Há momentos na vida em que tudo parece difícil. Ficamos pessimistas, ranzinzas e… precisamos de um puxão de orelha ou um tapa na cara para entrarmos no eixo.

Quem nunca teve semanas de ânimo e outras de desânimo? Ou simplesmente variou de humor mais de uma vez por dia? Da euforia à desmotivação, todos somos vítimas. Ao mesmo tempo que o otimismo se divide com o pessimismo. São… fases! Momentos. Instantes!

Calma.

Tudo passa.

Precisamos povoar nossa mente de coisas boas e tomarmos cuidado com a ilusão. Nunca devemos nos precipitar ou nos acomodar. Devemos viver. Lutar, repensar, refazer-se! Ou melhor: acordar cientes de que a RECONSTRUÇÃO / REINVENÇÃO deve ser diária. 

Se um dia está difícil, parece que será sempre triste daquele momento em diante. E não é isso, pois aos poucos vai melhorar. E se está tudo muito bem, tenha a consciência de que não é algo sempre perene.

Insisto neste lembrete derradeiro: entenda que a vida é muito comprida e que instantes não são eternos – especialmente os ruins.

Vivamos.

Como reconstruir minha vida sendo que eu mesmo a arruinei ...

 

 

– Bom dia, Sábado! Explicando uma história sobre ânimo e mobgrafia em cores e cliques:

Bom dia amigos! Eu sou “da madrugada” e gosto de motivar ou, ao menos, inspirar alguém.

Muitos sabem minha rotina: cuidar do corpo, da alma e da mente. Por isso, a atividade física faz parte deste conjunto de práticas visando a sanidade holística pessoal!

Para que isso se concretize, vou para o cooper matutino bem cedinho (na rua ou na esteira, como hoje). Preparo meus equipamentos e vou suar (vide esse clique 1):

Durante a atividade física, é momento de interiorização! Curtindo uma música ou algum programa interessante, distraindo-me e buscando prazer. Mas com maior frequência, aproveitando esse momento para conversar com Deus, ou ainda pedindo a intercessão dos seus santos ou anjos. Neste sábado, rezei à Virgem Maria, invocada como Nossa Senhora da Purificação, pedindo paz e ajuda para que eu seja uma pessoa menos pecadora. No clique 2:

“Finda a corrida”, relaxar o corpo e alongar. Aliás, o alongamento é sempre algo muito particular – tem gente que precisa demais dele no pós-treino e outros nem tanto. E eu o faço preferencialmente no jardim, junto as flores tão encantadoras. Há pouco, fiz com as roseiras. Vejam só essa flor no clique 3:

Depois de tudo isso, costumo ir à varanda ou dar uma saída para respirar o ar puro (moro no meio do mato, isso ajuda demais). E sempre me deparo com belas paisagens! Como a fotografia por celular é um hobby que eu curto muito (chama-se mobgrafia), contemplo o amanhecer silencioso, somente com o canto dos pássaros. Aliás, por volta das 06h15, estava assim: alaranjado (conforme o clique 4):

Dito tudo isso, vamos viver o “sabadão”! Confesso: meu recuperativo pós-treino será comprar um pastel na feira (ops: “alguns” para todo mundo aqui em casa). No esquema “retirada”, com todas as precauções que o período pandêmico exige. E vou com esse inspirador sol do clique 5:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Uma vitória pessoal!

Há 4 anos, tive um problema de saúde que me atrapalhou muito.

Tanto no campo profissional quanto o pessoal, ocorreram prejuizos em decorrência dele. Não prejudiquei direta ou indiretamente ninguém por causa disso, mas sacrifiquei por algum tempo meus familiares – que sempre estiveram ao meu lado e me ajudaram em tudo.

No 3o ano, já no desmame das medicações, tudo parecia melhor. Porém, um baque que sofri quando estava muito próximo da liberação (uma situação de trabalho onde existou uma questão deselegante) me ocasionou um revés, afinal, a cura não era terminada! Voltei às doses maiores e, enfim, depois de um período contínuo de diminuição delas (com espaçamento atingindo até mesmo uma semana entre os remédios), ufa, fim de tratamento (oficialmente hoje)! Corpo, alma e mente em harmonia, enfim.

Nada de alardear: não tem envolvimento de dependência química / psíquica ou qualquer outra moléstia contagiosa ou comprometedora à honra. “Apenas” um problema que passou (“apenas”, entre aspas, pois quando você está no olho do furacão, tem a noção exata da coisa).

Obrigado, Deus, pela vida. Obrigado, família. Obrigado, médicos!

E vida que segue!

– E se você conseguisse parar de reclamar?

Reclamar pode se tornar um vício. O hábito de lamentar é ruim para todos: desde a quem se convive até ao próprio queixoso.

Compartilho esse bom texto sobre “como conseguir mudar tal comportamento” e uma reflexão sobre novas posturas.

Abaixo, extraído de: https://pt.aleteia.org/cp1/2020/04/11/murmuracao-e-se-voce-conseguisse-parar-de-reclamar/

MURMURAÇÃO: E SE VOCÊ CONSEGUISSE PARAR DE RECLAMAR?

Você é um reclamão profissional? Esse mau hábito certamente cansa a você mesmo e àqueles que estão ao seu redor! E se você pudesse se livrar dele em 21 dias?

“Eu não aguento mais essa bagunça”, “Mas você sabe desde quando que precisa dar essa palestra?”, “Que mal eu fiz a Deus? “,”Estou cansado”, “Mas por que esse computador é tão lento?!”

Tempo, trabalho, filhos, cônjuge… Há muitas razões para reclamar durante o dia, mesmo durante a quarentena. E se você mudar um pouco o disco? E se você finalmente desistir desse hábito ruim e estéril de murmurar que envenena sua vida e a das pessoas ao seu redor?

A conselheira familiar Christine Lewicki compartilha os segredos de um método simples que ela mesma testou a eficácia: pare de reclamar em 21 dias. Mãe de três filhos, ela admite ter se lançado nesse desafio numa certa noite de depressão:

Eu caí na cama pensando que meu dia tinha sido realmente horrível. E então refleti melhor e percebi que na verdade tinha sido um dia normal e comum da minha vida, e que terei ainda muito mais a viver! Percebi que tinha que encontrar uma maneira de parar de sofrer com o meu dia a dia e que, se quisesse uma vida mais agradável, teria que mudar. Pensando nisso, percebi que o que estava me minando eram todos aqueles momentos em que eu mais murmurava e reclamava.

Reclamar é culpar o outro por nos colocar em uma situação frustrante“, explica a especialista. “Parar de reclamar é decidir não desempenhar mais o papel de vítima e, portanto, assumir o controle da vida”. Mas por que vinte e um dias?

Os pesquisadores americanos são enfáticos: nosso cérebro precisa de 20 dias para se livrar de um hábito e substituí-lo por outro. Mas cuidado, deve ser vinte e um dias consecutivos, incluindo domingos e sem recaídas.

Para se motivar, Christine Lewicki sugere usar uma pulseira que deve permanecer pendurada no mesmo pulso durante todo o período de cura ou desintoxicação. À menor murmuração, a pulseira muda de braço e você precisa começar a contar os dias do zero novamente.

Vamos lá para um lifting comportamental!

Para começar, faça uma lista das suas reclamações habituais. Depois, pergunte a si mesmo se não tende a exagerar os fatos só para ser ouvido ou para chamar a atenção. “Não aguento mais”, “Sempre sou eu quem cuida de tudo”.

Repetindo essas pequenas frases, você acaba se convencendo de falsas verdades.

Quando reclamamos, deixamos nossas ideias negativas ganharem vida. Elas interferem em nossas conversas, em nossos relacionamentos, em nossa vida cotidiana… e pouco a pouco elas se tornam nossa vida, nossa identidade. Nós acabamos acreditando naquilo que é negativo, adverte a conselheira. Primeira resolução: pare de dramatizar e encontre justiça em suas palavras em cada situação.

Então dê uma olhada na sua famosa lista. Você perceberá que algumas das razões pelas quais você está reclamando podem ser simplesmente removidas. Só é preciso um pouco de vontade e organização.

É muito fácil, por exemplo, abolir o clássico “venham para a mesa agora!“, convidando todos os membros da família à mesa quinze minutinhos antes do início da refeição. Reuniões, trabalhos escolares das crianças, refeições, dentre outras atividades. É importante antecipar tudo para não ser pego de surpresa no último momento. Segunda resolução: evite perder o controle.

E se você escolhesse a felicidade?

Ao analisar com mais profundidade o reflexo da reclamação face a uma contrariedade, Christine Lewiciki também observa que tendemos a acreditar que tudo seria melhor se nosso ambiente mudasse

Que a vida seria melhor sem todas as obrigações diárias. No entanto, “nossa felicidade depende de nós e não das circunstâncias externas. Ela vem da maneira como encaramos as pequenas coisas a cada dia”, diz a especialista. Essa é a história do copo meio vazio ou meio cheio: escolher um ao invés do outro é uma questão de vontade.

Santa Teresa de Lisieux explicou isso de forma magnífica: “A única felicidade na Terra é de se aplicar em sempre achar deliciosa a parte que Jesus nos dá“. Essa capacidade de ser feliz, de acordo com especialistas em cérebro americanos, não é mais difícil de aprender do que jogar tênis ou tocar um instrumento musical! Terceira resolução, portanto: escolha voluntariamente a felicidade.

Celebre, agradeça, renda graças ao invés de reclamar

Tudo bem, mas quando somos viciados em reclamar, não corremos o risco de entrar em abstinência?! Será que existe um equipamento anti-murmuração? “Aqueles que tentaram parar de reclamar logo perceberam que de repente havia um branco em sua conversa“, disse Christine Lewicki.

Ora, sabemos bem que a nossa natureza abomina o vazio, o vácuo.

Portanto, é importante substituir suas palavras negativas por palavras de comemoração, conclui a conselheira.

Celebrar, agradecer, dar graças por tudo que temos e pela sorte de ter. Não é isso que podemos finalmente chamar de “a melodia da felicidade”?

Élisabeth Caillemer

Você reclama demais? - 23/05/2012 - UOL Universa

– A morte da alma adianta a mortificação do corpo e tira a alegria de viver.

Padre Fábio de Melo, em seu Twitter neste sábado, trouxe uma reflexão sobre a vida e as consequências da falta de ânimo ao longo dos anos:

“Não permita que o tempo lhe subjugue à pior de suas heranças: a de lhe colocar chumbo nos pés. Porque a morte não se estabelece quando findam as possibilidades do corpo, mas quando a alma desiste de prosseguir.”

Vivemos como viventes ou como defuntos vivos, desanimados pela própria vida?

– Nunca é tarde!

– Aos 24, Stephen King era zelador e vivia em um trailer.
– Aos 27, Vincent Van Gogh falhou como missionário e decidiu ir para a escola de arte.
– Aos 28, J.K. Rowling era uma mãe solteira suicida vivendo de bolsa auxílio.
– Aos 30, Harrison Ford era carpinteiro.
– Aos 37, Ang Lee era um pai caseiro que trabalhava em bicos.
Stan Lee não lançou sua primeira história em quadrinhos até completar 40 anos.
Samuel L. Jackson não conseguiu seu primeiro papel em um filme até completar 46 anos.
Morgan Freeman estreiou seu primeiro grande filme aos 52 anos.
Grandma Moses não começou sua carreira como pintora até completar 76 anos.

Seja qual for seu sonho, NÃO É TARDE para realizá-lo. Você NÃO é um fracasso por não ter conseguido fama e fortuna aos 20 e poucos anos. Quer dizer, está tudo bem mesmo que você nem saiba qual é seu sonho ainda.

Esqueça o senso comum, conselho de “amigos”, parentes, conhecidos e etc., de que você está velho para começar algo.

NUNCA diga a si mesmo que você é velho demais para isto,
NUNCA diga a si mesmo que você perdeu a chance,
NUNCA diga a si mesmo que você não é bom o suficiente.

Livre-se da PRESSÃO que VOCÊ mesmo se impõe.

Acredite: ESTÁ TUDO BEM !

A vida NÃO precisa ser resolvida aos 20 poucos anos de idade. Tudo DARÁ CERTO, no TEMPO CERTO. Tudo passa. Logo passa. Sempre passa! 👊🏻

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