– Roda Gigante da Vida.

Por quê temos que ter dias em que nada parece valer a pena?

Por quê sentimo-nos, muitas vezes, inúteis?

Por quê mesmo dizendo o contrário, permitimos a desesperança em nossa rotina?

Por quê, independente da nossa vontade, vemos o mundo cinza, sombrio e com futuro duvidoso?

Há dias muito ruins, que passam e impactam. Você se sente desvalorizado, incapaz, sem perspectiva e abandonado. Nessas horas, é importante respirar fundo, espairecer e lembrar que tudo é cíclico!

A felicidade e a tristeza estão sempre muito próximos na “Roda Gigante da Vida”. Nem sempre elas são passageiras da nossa convivência, mas lugares que nós sentamos…

– No lamento, pense em Deus!

Já ouviu aquela cantiga popular sobre os “Escravos de Jó, que jogavam caxangá”?

é um personagem bíblico que nos traz a mensagem da confiança incontestável em Deus. Ele foi um homem temente ao Senhor, mas que foi perturbado pelo diabo que lhe tirava tudo na vida causando muito sofrimento.  Não entendia o porquê de tantas dores e angústias, mas vencia o inimigo confiando que, independente da razão ou não, confiava em Deus.

Vi essa figura “perdida na web” (abaixo) e me recordei dele. Impossível não nos questionarmos quantas vezes sofremos (ou achamos que sofremos) como Jó e nos lamentarmos. Conforme o versículo bíblico:

“Jó nunca viu a razão do seu sofrimento. Ele viu Deus e isso bastou”.

Entendemo-nos? Sem lamúrias desnecessárias e confiemos na Providência Divina.

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– Você gasta sua energia para coisas que valem à pena?

Li e gostei: os seus esforços, stress e preocupações são direcionados para quem ou para o quê?

Você demanda a mesma energia para as suas causas próprias? Se não o faz, você está se auto-injustiçando!

Reflita na imagem:

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– Todo dia é dia de Reconstrução! Mesmo que não pareça…

Há momentos na vida em que tudo parece difícil. Ficamos pessimistas, ranzinzas e… precisamos de um puxão de orelha ou um tapa na cara para entrarmos no eixo.

Quem nunca teve semanas de ânimo e outras de desânimo? Ou simplesmente variou de humor mais de uma vez por dia? Da euforia à desmotivação, todos somos vítimas. Ao mesmo tempo que o otimismo se divide com o pessimismo. São… fases! Momentos. Instantes!

Calma.

Tudo passa.

Precisamos povoar nossa mente de coisas boas e tomarmos cuidado com a ilusão. Nunca devemos nos precipitar ou nos acomodar. Devemos viver. Lutar, repensar, refazer-se! Ou melhor: acordar cientes de que a RECONSTRUÇÃO / REINVENÇÃO deve ser diária. 

Se um dia está difícil, parece que será sempre triste daquele momento em diante. E não é isso, pois aos poucos vai melhorar. E se está tudo muito bem, tenha a consciência de que não é algo sempre perene.

Insisto neste lembrete derradeiro: entenda que a vida é muito comprida e que instantes não são eternos – especialmente os ruins.

Vivamos. E que Deus nos ajuda nessa luta constante.

Como reconstruir minha vida sendo que eu mesmo a arruinei ...

 

 

– O sofrimento cristão e o Socorro Divino.

Quem serve com alegria a Deus, muitas vezes é tentado a desanimar. Qual o “por quê”?

Porquê somos muito carentes e não percebemos Deus agindo na nossa vida. Ou não?

Talvez sim.

Às vezes, lamentamos que “fazemos as coisas para levar o Evangelho ao próximo” e parece que nossa vida é difícil e não recompensada. Mas quem disse que a “recompensa é agora”?

Duas coisas:

1 – Para o católico, a prosperidade nesse plano terreno não deve ser cobrada, pois o que vale é a Eternidade! Estamos aqui de passagem, não nos esqueçamos. Louvemos ao Senhor também pelas adversidades que enfrentamos, pois elas nos ajudam a “ganhar pontos para o Céu”.

2- Muitas vezes, Deus não está nos convidado a trabalhar para Ele e para os outros, mas sem nos darmos conta, as obras são para nós mesmos – para aprendermos, refletirmos e crescermos. Estamos atentos ou sensíveis a essa graça?

Não percamos a esperança, pois como dizia São Tomás de Aquino, Doutor da Igreja, “a esperança nos liga a Deus”. E a esperança é ânimo – ânimo vem de “anima”, animar, viver, ter a alma em elevação e.. buscar as coisas do Alto.

Entreguemos tudo nas mãos da Trindade Santa, pedindo a intercessão de Maria e confiemos. Lembrando: tudo passa, e Deus sempre provê.

– Uma vitória pessoal!

Há 5 anos, tive um problema de saúde que me atrapalhou muito (cessado em 30/05/2020).

Tanto no campo profissional quanto o pessoal, ocorreram prejuizos em decorrência dele. Não prejudiquei direta ou indiretamente ninguém por causa disso, mas sacrifiquei por algum tempo meus familiares – que sempre estiveram ao meu lado e me ajudaram em tudo.

No 3o ano, já no desmame das medicações, tudo parecia melhor. Porém, um baque que sofri quando estava muito próximo da liberação (uma situação de trabalho onde existou uma questão deselegante) me ocasionou um revés, afinal, a cura não era terminada! Voltei às doses maiores e, enfim, depois de um período contínuo de diminuição delas (com espaçamento atingindo até mesmo uma semana entre os remédios), ufa, fim de tratamento! Corpo, alma e mente em harmonia, enfim.

Nada de alardear: não tem envolvimento de dependência química / psíquica ou qualquer outra moléstia contagiosa ou comprometedora à honra. “Apenas” um problema que passou (“apenas”, entre aspas, pois quando você está no olho do furacão, tem a noção exata da coisa).

Obrigado, Deus, pela vida. Obrigado, família. Obrigado, médicos!

E vida que segue!

– Por quê eu corro?

Eu tenho uma rotina básica durante minha madrugada-manhã: tentar me encontrar (sim, “me buscar comigo mesmo – redundantemente falando), com Deus e com o mundo!

Costumo fazer 4 cliques mobgraficos: dos equipamentos de treino (para convidar à prática saudável do exercício físico), de uma imagem sacra (normalmente, uma breve jaculatória à Nossa Senhora), de uma flor (sempre tento me alongar junto às flores) e, por último, de uma paisagem bonita que presenciei durante esse tempo todo (para terminar o treino com relaxamento total).

Suar traz hormônios do bem estar. E durante a corrida, eu procuro conversar com Deus, pedir a intercessão dos santos e sempre que possível, rezar um Santo Terço (e as causa que coloco nele são muitas). Encho-me de endorfina, do Espírito Santo e de alegria nestes sagrados e necessários momentos.

Para tanto, há de se ter força de vontade – e isso vale a pena! Acordar cedo sempre foi muito tranquilo para mim, pois sou amigo das madrugadas. Do frio, confesso, não gosto. Mas equipando-se muito bem (como na foto abaixo, durante essa semana, no Lago do Taboão, em Bragança Paulista, com 7ºC), dá-se um jeito.

O importante é: fazer uma atividade que te dê prazer (e se possível, incentivar os demais amigos à mesma coisa). 

Corra. Reze. Motive-se e motive o próximo. É o caminho para uma vida melhor.

– Evite dias cinzentos no coração. REZE, pede o Papa!

Hoje o Papa Francisco realizou uma catequese sobre distrações e “dias cinzentos” no coração. E ressaltou a importância de conversar com Deus para iluminar o nosso interior com sua luz!

Uma belíssima mensagem para se evitar a depressão, a tristeza e uma “vida sem sentido”, como ressaltou.

Abaixo:

– E se você conseguisse parar de reclamar?

Reclamar pode se tornar um vício. O hábito de lamentar é ruim para todos: desde a quem se convive até ao próprio queixoso.

Compartilho esse bom texto sobre “como conseguir mudar tal comportamento” e uma reflexão sobre novas posturas.

Abaixo, extraído de: https://pt.aleteia.org/cp1/2020/04/11/murmuracao-e-se-voce-conseguisse-parar-de-reclamar/

MURMURAÇÃO: E SE VOCÊ CONSEGUISSE PARAR DE RECLAMAR?

Você é um reclamão profissional? Esse mau hábito certamente cansa a você mesmo e àqueles que estão ao seu redor! E se você pudesse se livrar dele em 21 dias?

“Eu não aguento mais essa bagunça”, “Mas você sabe desde quando que precisa dar essa palestra?”, “Que mal eu fiz a Deus? “,”Estou cansado”, “Mas por que esse computador é tão lento?!”

Tempo, trabalho, filhos, cônjuge… Há muitas razões para reclamar durante o dia, mesmo durante a quarentena. E se você mudar um pouco o disco? E se você finalmente desistir desse hábito ruim e estéril de murmurar que envenena sua vida e a das pessoas ao seu redor?

A conselheira familiar Christine Lewicki compartilha os segredos de um método simples que ela mesma testou a eficácia: pare de reclamar em 21 dias. Mãe de três filhos, ela admite ter se lançado nesse desafio numa certa noite de depressão:

Eu caí na cama pensando que meu dia tinha sido realmente horrível. E então refleti melhor e percebi que na verdade tinha sido um dia normal e comum da minha vida, e que terei ainda muito mais a viver! Percebi que tinha que encontrar uma maneira de parar de sofrer com o meu dia a dia e que, se quisesse uma vida mais agradável, teria que mudar. Pensando nisso, percebi que o que estava me minando eram todos aqueles momentos em que eu mais murmurava e reclamava.

Reclamar é culpar o outro por nos colocar em uma situação frustrante“, explica a especialista. “Parar de reclamar é decidir não desempenhar mais o papel de vítima e, portanto, assumir o controle da vida”. Mas por que vinte e um dias?

Os pesquisadores americanos são enfáticos: nosso cérebro precisa de 20 dias para se livrar de um hábito e substituí-lo por outro. Mas cuidado, deve ser vinte e um dias consecutivos, incluindo domingos e sem recaídas.

Para se motivar, Christine Lewicki sugere usar uma pulseira que deve permanecer pendurada no mesmo pulso durante todo o período de cura ou desintoxicação. À menor murmuração, a pulseira muda de braço e você precisa começar a contar os dias do zero novamente.

Vamos lá para um lifting comportamental!

Para começar, faça uma lista das suas reclamações habituais. Depois, pergunte a si mesmo se não tende a exagerar os fatos só para ser ouvido ou para chamar a atenção. “Não aguento mais”, “Sempre sou eu quem cuida de tudo”.

Repetindo essas pequenas frases, você acaba se convencendo de falsas verdades.

Quando reclamamos, deixamos nossas ideias negativas ganharem vida. Elas interferem em nossas conversas, em nossos relacionamentos, em nossa vida cotidiana… e pouco a pouco elas se tornam nossa vida, nossa identidade. Nós acabamos acreditando naquilo que é negativo, adverte a conselheira. Primeira resolução: pare de dramatizar e encontre justiça em suas palavras em cada situação.

Então dê uma olhada na sua famosa lista. Você perceberá que algumas das razões pelas quais você está reclamando podem ser simplesmente removidas. Só é preciso um pouco de vontade e organização.

É muito fácil, por exemplo, abolir o clássico “venham para a mesa agora!“, convidando todos os membros da família à mesa quinze minutinhos antes do início da refeição. Reuniões, trabalhos escolares das crianças, refeições, dentre outras atividades. É importante antecipar tudo para não ser pego de surpresa no último momento. Segunda resolução: evite perder o controle.

E se você escolhesse a felicidade?

Ao analisar com mais profundidade o reflexo da reclamação face a uma contrariedade, Christine Lewiciki também observa que tendemos a acreditar que tudo seria melhor se nosso ambiente mudasse

Que a vida seria melhor sem todas as obrigações diárias. No entanto, “nossa felicidade depende de nós e não das circunstâncias externas. Ela vem da maneira como encaramos as pequenas coisas a cada dia”, diz a especialista. Essa é a história do copo meio vazio ou meio cheio: escolher um ao invés do outro é uma questão de vontade.

Santa Teresa de Lisieux explicou isso de forma magnífica: “A única felicidade na Terra é de se aplicar em sempre achar deliciosa a parte que Jesus nos dá“. Essa capacidade de ser feliz, de acordo com especialistas em cérebro americanos, não é mais difícil de aprender do que jogar tênis ou tocar um instrumento musical! Terceira resolução, portanto: escolha voluntariamente a felicidade.

Celebre, agradeça, renda graças ao invés de reclamar

Tudo bem, mas quando somos viciados em reclamar, não corremos o risco de entrar em abstinência?! Será que existe um equipamento anti-murmuração? “Aqueles que tentaram parar de reclamar logo perceberam que de repente havia um branco em sua conversa“, disse Christine Lewicki.

Ora, sabemos bem que a nossa natureza abomina o vazio, o vácuo.

Portanto, é importante substituir suas palavras negativas por palavras de comemoração, conclui a conselheira.

Celebrar, agradecer, dar graças por tudo que temos e pela sorte de ter. Não é isso que podemos finalmente chamar de “a melodia da felicidade”?

Élisabeth Caillemer

Você reclama demais? - 23/05/2012 - UOL Universa

– Depressão e Pânico? Contra eles, é melhor…

tratamento psiquiátrico (sem preconceitos bobos, né amigos?);

…convívio com os amigos;

nunca ficar sozinho;

…evitar dias chuvosos, ambientes escuros e cansaço demasiado;

…disciplinar-se com os necessários remédios;

…distrair-se, ocupando / relaxando a mente;

…conversar com Deus! Se você tem fé, vale essas duas leituras:

Filipenses 4: 4-9

Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.
Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor.
Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.
E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus.
Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco.

Eclesiástico 30: 22

Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos

O importante é: nunca deixar o desânimo tomar conta de você – ânimo é vida; desânimo é ausência dela!

Aplicativo mineiro ajuda a combater depressão em empresas

– A pureza de uma criança nos ajuda a continuar!

Quantas vezes nos deparamos com dias ruins?

Quantas vezes pensamos em desistir da labuta?

Quantas vezes estamos cansados?

Quantas vezes, e quantas, quantas…

Não basta muito para nos recarregarmos: apenas um sorriso sincero pode ser combustível para nossa alma!

Bom dia!

– Nunca se desespere!

dias difíceis. Às vezes, inexplicáveis. E o que fazer?

Você recebe uma carga hormonal violenta e tudo muda: o ânimo, a disposição, a alegria… Às vezes, um pequeno “start” que você nem percebe e tudo parece mudar!

Mas serão só hormônios? Ou é “Estado de Espírito”?

Sou católico, fiel à prática e aos ensinamentos da Santa Mãe Igreja, e nesses momentos, tento me acalmar com uma Ave-Maria (sim, sempre nos socorramos à Mãe de Jesus nos instantes de angústias).

Gosto muito da canção “Noites Traiçoeiras”, e esse trecho dela me toca demais e serve de consolo:

E ainda se vier noites traiçoeiras... Frases de Músicas - Declaração de Amor

– A morte da alma adianta a mortificação do corpo e tira a alegria de viver.

Padre Fábio de Melo, em seu Twitter dias atrás, trouxe uma reflexão sobre a vida e as consequências da falta de ânimo ao longo dos anos:

“Não permita que o tempo lhe subjugue à pior de suas heranças: a de lhe colocar chumbo nos pés. Porque a morte não se estabelece quando findam as possibilidades do corpo, mas quando a alma desiste de prosseguir.”

Vivemos como viventes ou como defuntos vivos, desanimados pela própria vida?