– O que Bento XVI pensava sobre Francisco.

Um trecho interessante do livro das memórias do Papa Emérito Bento XVI (Conversas Finais, que pode ser lido numa simples busca pelo Google) traz uma impressão curiosa do Pontífice durante o conclave, no qual Ratzinger diz sobre o novo Papa:

Ele (Francisco) não quis usar a murça. Isso não me tocou (…); mas o modo como rezou por mim, o momento de silêncio, depois o carinho com que cumprimentou as pessoas… tudo isso permitiu que a faísca se acendesse imediatamente. Claro que eu o conhecia, mas não pensava nele. Nesse sentido, foi uma grande surpresa. Nunca pensei que Bergoglio estivesse no grupo mais restrito dos candidatos. E quando ouvi o sue nome, fiquei inseguro; mas quando vi como falava com Deus e com as pessoas, fiquei satisfeito e feliz“.

Além dessa impressão deixada sobre como via Francisco, fez um mea culpa falando da sua fraqueza:

Talvez (a minha fraqueza) tenha sido uma falta de talento para uma condução clara, objetiva e de decisões como se convém. Sou realmente mais professoral e que se preocupa com as questões intelectuais. O governo prático não é para mim“.

Sinceridade pura, não? E aqui, a realidade (não confunda com a ideia do filme Dois Papas, da Netflix).

 

– Quero ser como Clímaco: progredir na Vida Espiritual “como numa escada ao Paraíso”! E você?

Hoje é dia de um santo muito especial ao Catolicismo: São João Clímaco, que do materialismo passou a viver à espiritualidade absoluta e resistiu às tentações do Diabo.

Veja que história bonita, extraído de: https://padrepauloricardo.org/blog/sao-joao-climaco-e-a-escada-do-paraiso

SÃO JOÃO CLÍMACO E A ESCADA DO PARAÍSO

O que a vida e a obra de um monge eremita do século VI têm a ensinar ao homem do século XXI?

Em 30 de março, a Igreja no mundo inteiro recorda a memória de São João Clímaco. Do século VI, esse monge do Oriente é conhecido especialmente por sua obra “Escada do Paraíso”, na qual explica a vida monástica, desde o abandono do mundo até a perfeição na caridade.

De onde tirou sustento para escrever uma obra tão robusta? A resposta está em seu profundo amor a Deus, desde a mais tenra idade. Com apenas 16 anos, João tornou-se monge no monte Sinai, onde foi discípulo do sábio abade Martírio. Aí, entregue à oração e aos cuidados deste mestre espiritual, pôde dedicar-se ao ofício de sábio, àquele que Santo Tomás identifica como “o mais perfeito, o mais sublime, o mais útil e o mais bem-aventurado” de todos os estudos humanos [1].

Com cerca de 20 anos, João elegeu a vida eremítica, passando a habitar no sopé do monte Sinai. Queria entregar-se a Deus na solidão. O fato, porém, é que muitas pessoas o procuravam, querendo uma direção espiritual, e ele próprio tinha que visitar os mosteiros ao redor, dando conselhos aos demais irmãos monges. Uma pessoa sábia é procurada naturalmente em uma sociedade minimamente sadia, pois todos reconhecem a sua importância e a superioridade de seu ofício entre todos os demais. Movido pela caridade, então, João passava aquilo que tinha aprendido do próprio Deus aos seus próximos.

Foi justamente por insistência de um irmão vizinho do mosteiro de Raito que nasceu a sua “Escada do Paraíso” ( Κλίμαξ, em grego) – de onde vem o seu nome, Clímaco. Nessa obra, o santo compara o progresso na vida espiritual a uma escada, com três partes: a primeira diz respeito ao abandono do mundo, a fim de voltar ao estado da infância evangélica; a segunda é um importante subsídio para o reconhecimento e a cura das chamadas “doenças espirituais”; a terceira, por sua vez, é propriamente o caminho dos perfeitos.

Em toda a obra de João Clímaco, porém, o seu foco não é outro senão o amor, como ele próprio revela, ao associar o combate espiritual à figura do “fogo” [2] e concluir o seu tratado com as palavras de São Paulo: “Agora subsistem estas três coisas: a fé, a esperança e a caridade; mas a maior delas é a caridade” ( 1 Cor 13, 13). A metáfora da escada para a vida espiritual é muito conveniente e encontra amparo nas próprias Sagradas Escrituras (cf. Gn 28, 11-19). Pode, porém, passar a falsa impressão de algo fatigante e cansativo e uma imagem de autossuficiência – como se fosse possível alguém ascender a Deus pelas próprias forças.

Entretanto, se é verdade que “é necessário passar por muitos sofrimentos para entrar no Reino de Deus” ( At 14, 22), a “escada do Paraíso”, antes de ser subida pelos homens, foi descida pelo próprio Deus. Foi o Senhor quem se inclinou ao homem e inclinou a escada dos céus, para que ele a pudesse subir mais facilmente – Ele, que “humilhou-se, fazendo-se obediente até a morte, e morte de Cruz” (Fl 2, 8). De fato, antes que o homem desse o primeiro passo em direção ao Altíssimo, Ele mesmo saiu dos altos céus e veio em seu auxílio, com a Sua graça. Por isso, a resposta do homem a essa misericórdia de Deus só pode ser o amor – o amor de quem sobe uma escada firmando os “braços cansados” e “os joelhos vacilantes” (Is 35, 3), com o coração ansioso em contemplar o Senhor e possui-Lo plenamente na eternidade.

Pode haver quem se pergunte sobre a validade das lições de São João Clímaco para o homem de hoje. O Papa Bento XVI, ao falar sobre esse importante místico da Igreja, se pergunta se “o itinerário existencial de um homem que viveu sempre na montanha do Sinai, numa época muito distante, pode ter alguma atualidade para nós”. A sua resposta é que “aquela vida monástica é apenas um grande símbolo da vida batismal, da vida do cristão. Mostra, por assim dizer, com caracteres grandes, o que nós escrevemos no dia-a-dia com caracteres pequenos”.

Todos, pois, são chamados à santidade, como conclamou o Concílio Vaticano II [3]. A “escada do Paraíso” é o itinerário para todos os cristãos, chamados que são ao amor. Que São João Clímaco, do Céu, ajude o homem do século XXI a atingir o clímax da caridade, como ele alcançou.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências:

1 -Summa contra os Gentios, I, 2

2- Escada do Paraíso, 1, 18: PG 88, 636

3- Cf.Constituição Dogmática Lumen Gentium, 21 de novembro de 1964, 39-42

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– O Evangelho de hoje onde Cristo chora por Lázaro!

Neste 5o domingo da Quaresma, disse Jesus ao chorar a morte de seu amigo Lázaro e o ressuscitar: 

Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais.

Nesta mensagem tão esperançosa em dias tão desesperançosos que vivemos, compartilho a Homilia do Papa Francisco tão rica para nós. 

Abaixo, extraído de: https://saomamededeestedebraga.wordpress.com/2020/03/29/homilia-do-papa-os-que-choram/

OS QUE CHORAM

“Oração do Papa Francisco pelos que choram” – 29/3/2020

Penso em muitas pessoas que choram: pessoas isoladas, pessoas em quarentena, os anciãos sós, pessoas internadas e as pessoas em terapia, os pais que veem que, como falta o salário, não conseguirão dar de comer aos filhos. Muitas pessoas choram. Também nós, em nosso coração, as acompanhamos. E não nos fará mal chorar um pouco com o pranto do Senhor por todo o seu povo.
Comentando o Evangelho de João sobre a ressurreição de Lázaro, falou do choro de Jesus pelo amigo. Jesus chora com amor, chora com os seus que choram, chora sempre por amor, tem um coração repleto de compaixão. Hoje, diante de um mundo que sofre por causa da pandemia, somos capazes de chorar como Jesus? Muitos choram hoje. Peçamos a graça de chorar.
Jesus tinha amigos. Amava todos, mas tinha amigos com os quais mantinha uma relação especial, como se faz com os amigos, mais amor, mais confidência… E muitas, muitas vezes se detinha na casa destes irmãos: Lázaro, Marta, Maria… E Jesus condoeu-se com a doença e a morte de seu amigo. Chega ao sepulcro e comove-se profundamente e estremecido interiormente perguntou: “Onde o colocastes?” E Jesus chorou. Jesus, Deus, mas homem, chorou. Em outra passagem no Evangelho se diz que Jesus chorou:  quando chorou sobre Jerusalém. E com quanta ternura Jesus chora! Chora de coração, chora com amor, chora com os seus que choram. O pranto de Jesus. Talvez, tenha chorado outras vezes na vida – não sabemos -; certamente no Horto das Oliveiras. Mas Jesus chora por amor, sempre.
Comoveu-se profundamente e estremecido chorou. Quantas vezes ouvimos no Evangelho esta comoção de Jesus, com aquela frase que se repete: “Vendo, teve compaixão”. Jesus não pode ver as pessoas e não sentir compaixão. Seus olhos são com o coração; Jesus vê com os olhos, mas vê com o coração e é capaz de chorar.
Hoje, diante de um mundo que sofre tanto, de tantas pessoas que sofrem as consequências desta pandemia, eu me pergunto: sou capaz de chorar, como certamente o faria Jesus e o faz agora Jesus? O meu coração, se assemelha ao de Jesus? E se é demasiadamente empedernido (mesmo se) sou capaz de falar, de fazer o bem, de ajudar, mas o coração não entra, não sou capaz de chorar, pedir esta graça ao Senhor: Senhor, que eu chore contigo, chore com o teu povo que sofre neste momento. Muitos choram hoje. E nós, deste altar, deste sacrifício de Jesus, de Jesus que não teve vergonha de chorar, peçamos a graça de chorar. Que hoje seja para todos nós o domingo do choro.
Por fim, o Santo Padre terminou a celebração com a adoração e a bênção eucarística, convidando a fazer a Comunhão espiritual. 
Oração recitada pelo Papa:
Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós!

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– O Papa Francisco e o momento “Urbi et Orbi”

Durante o momento de oração que o Papa Francisco celebrou hoje, suplicando a Deus por tudo o que vem ocorrendo nesses dias terríveis, ficou visível que:

  • o cenário era impressionate: a Praça São Pedro vazia, chovendo, triste.
  • o Papa estava com dificuldade em andar com o Santíssimo Sacramento e com uma cara de cansado (estaria ele dormindo bem nos últimos dias? Provavelmente sofrendo muito…)
  • a Web repercutia a cada prece, consternada pelo momento de dor mundial
  • a Itália divulgava que somente lá morreram quase 1000 pessoas (hoje, só hoje – num único país!).

Que Deus nos abençoe para que essa fase difícil passe logo. Piedade de nós que somos pecadores, Senhor!

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– Reze com o Papa e o Crucifixo Milagroso de Roma

Pedindo pelo fim da pandemia, uma oração do Papa Francisco com envolvimento mundial dos fiéis acontecerá junto ao Crucifixo Milagroso. Um ato de fé, súplica e humildade

Conheça essa história e participe, em: https://www.terra.com.br/amp/noticias/mundo/crucifixo-milagroso-sera-levado-para-o-vaticano,b137a458610a168219f5b755b8befd059tnspueo.html

CRUCIFIXO MILAGROSO SERÁ LEVADO PARA O VATICANO

O “Crucifixo Milagroso” de Roma será levado para a Praça São Pedro, no Vaticano, nesta sexta-feira (27) para que o Papa Francisco faça uma oração especial pelo fim da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2). A celebração está marcada para às 18h (14h no horário de Brasília).

A peça religiosa fica exposta na Igreja de São Marcelo no Corso e foi visitada pelo Pontífice em 15 de março. Naquele dia, o líder católico também fez uma oração especial pelo fim dos casos da nova doença.

Segundo a tradição, o “Crucifixo Milagroso” é objeto de profunda veneração pelos fiéis de Roma desde 1519, quando permaneceu ileso em um grande incêndio que destruiu a igreja no centro de Roma. Pouco tempo depois, em 1522, foi usado em uma procissão pelas ruas da capital italiana, que durou 16 dias, e a ele foi atribuída o fim da peste que atingia a cidade. Por conta disso, ganhou fama entre os romanos de por fim a grandes epidemias e é muito venerado inclusive pelos Papas através dos tempos.

Até o momento, de acordo com o Centro de Estudos John Hopkins, já são 474.204 casos da Covid-19 no mundo, com 21.353 mortes registradas. A maior parte dos falecimentos está na Itália, com 7.503, e na Espanha, com 3.647.

– Como um católico pode se confessar sem padre em tempo de Quarentena (de acordo com o CIC).

Não é nenhum subterfúgio, engodo ou desculpa para não procurar um padre para se confessar, mas confessar-se diretamente a Deus é uma opção em casos extremos como os que vivemos, em que a Igreja Católica permite que façamos a fim de nos reconciliarmos dignamente.

Nesse momento em que as Igrejas estão fechadas e os atendimentos paroquiais restritos, estando no Tempo da Quaresma e necessitando do Sacramento da Confissão, o Papa Francisco nos orienta seguir o que diz o Catecismo da Igreja Católica.

Abaixo, extraído de: Vatican News (https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-03/papa-francisco-recorda-como-receber-perdao-sem-sacerdote.html_).

O PAPA RECORDA COMO RECEBER O PERDÃO SEM O SACERDOTE

A salus animarum, a salvação das almas é a lei suprema da Igreja, o critério interpretativo fundamental para determinar o que é justo. É por isso que a Igreja sempre procura, de todos os modos, oferecer a possibilidade de se reconciliar com Deus a todos aqueles que o desejam, que estão em busca, esperando ou que, de alguma forma, se dão conta de sua condição e sentem a necessidade de serem acolhidos, amados e perdoados. Nestes tempos de emergência devido à pandemia, com pessoas gravemente doentes e isoladas nas unidades de terapia intensiva, bem como para as famílias que são solicitadas a permanecerem em casa para evitar a difusão do contágio, é útil lembrar a todos a riqueza da tradição. Foi o que fez o Papa Francisco durante a homilia da missa na Santa Marta na sexta-feira, 20 de março.

“Eu sei que muitos de vocês se confessam para a Páscoa a fim de se reconciliar com Deus”, disse o Papa. “Mas muitos me dirão hoje: ‘Mas, padre, onde posso encontrar um sacerdote, um confessor? Não se pode sair de casa! E eu quero fazer as pazes com o Senhor, quero que Ele me abrace, que o meu pai me abrace. O que posso fazer se não encontro um sacerdote?’ Você faz o que diz o Catecismo”.

“É muito claro: se você não encontra um sacerdote para se confessar”, explicou o Papa, “fale com Deus, ele é seu Pai. Diga-lhe a verdade: ‘Senhor, eu fiz isso e aquilo. Perdoa-me’. “Peça-lhe perdão de todo o coração, com o Ato de Contrição e prometa-lhe: ‘Depois, eu vou me confessar, mas perdoa-me agora’. E logo você retornará à graça de Deus. Você mesmo pode se aproximar, como o Catecismo nos ensina, do perdão de Deus sem ter um sacerdote. Pensem nisso: este é o momento! E este é o momento certo, o momento oportuno. Um Ato de Contrição bem feito e a nossa alma se tornará branca como a neve”.

O Papa Francisco se refere aos números 1451 e 1452 do Catecismo da Igreja Católica, promulgado por São João Paulo II e redigido sob a orientação de Joseph Ratzinger, naquela época prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. O Catecismo, citando o Concílio de Trento, ensina que entre os atos do penitente, a “contrição” ocupa o primeiro lugar. Ela é «uma dor da alma e uma reprovação do pecado cometido, com o propósito de não mais pecar no futuro».

«Quando procedente do amor de Deus, amado sobre todas as coisas, a contrição é dita «perfeita» (contrição de caridade)», afirma o Catecismo. «Uma tal contrição perdoa as faltas veniais: obtém igualmente o perdão dos pecados mortais, se incluir o propósito firme de recorrer, logo que possível, à confissão sacramental». Portanto, na expectativa de ser absolvido por um sacerdote assim que as circunstâncias permitirem, é possível ser perdoado imediatamente com esse ato. Isso já tinha sido afirmado também pelo Concílio de Trento, no capítulo 4 da Doctrina de sacramento Paenitentiae, onde se afirma que a contrição acompanhada pela intenção de se confessar «reconcilia o homem com Deus, mesmo antes que esse sacramento seja realmente recebido».

Em: https://youtu.be/KRIBt3UhrjU

– Festa de Nossa Senhora da Anunciação

Hoje é a festa em que se celebra Nossa Senhora da Anunciação, a invocação do dia em que, simbolicamente 9 meses antes do Nascimento de Jesus, o anjo Gabriel anunciou que a Virgem de Nazaré estava no Plano de Deus para gerar o Salvador. Maria, sem titubear, aceitou tal missão.

Rezemos o Angelus, propícia oração para essa data:

O Anjo do Senhor anunciou a Maria.

  1. E Ela concebeu do Espírito Santo.

Ave Maria cheia de graça, o Senhor é conVosco. Bendita sois Vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do Vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.

  1. Eis aqui a serva do Senhor.
  2. Faça-se em Mim segundo a Vossa palavra.

Ave Maria…

E o Verbo divino encarnou.

  1. E habitou entre nós.

Ave Maria…

  1. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus.
  2. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
  3. Oremos.

Infundi, Senhor, como Vos pedimos, a Vossa graça nas nossas almas, para que nós, que pela Anunciação do Anjo conhecemos a Encarnação de Jesus Cristo, Vosso Filho, pela Sua Paixão e Morte na Cruz, sejamos conduzidos à glória da ressurreição. Por Nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho que é Deus conVosco na unidade do Espírito Santo.

Amém.

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– Em prece, todos juntos com o Papa Francisco suplicando a Deus pelos que sofrem com o Coronavírus!

Tomar todas as providências sanitárias, prevenir-se, manter-se em resguardo e… REZAR!

Hoje, às 8h00 (horário de Brasília), não nos esqueçamos de um jeito uníssono levar a Deus nossas orações!

Abaixo:

– A Igreja Doméstica em Comunhão neste domingo!

Como é bom rezar! Neste 4º domingo do Tempo da Quaresma, impedidos pelas restrições de circulação e aglomeramento em decorrência da pandemia do Novo Coronavírus, as Celebrações Eucarísticas somente são televisivas / transmitidas por Streaming ou rádio. Assim, os bispos diocesanos da Igreja Católica tem incentivado o uso das mídias diversas para que os fieis possam celebrar mundo afora.

Para que pudéssemos comungar espiritualmente, preparamos nossa sala como uma pequena capela, e, em família, participamos da Missa. Foi muito bom!

Que todos nós possamos fazer das nossas residências, uma Igreja. E que nossa primeira comunidade seja nossa família, sempre.

Deus possa nos abençoar nesse momento ímpar da humanidade. Amém.

Faça da sua casa uma Igreja Doméstica também e incentive seus amigos.

– Missas pela Internet realizadas nas Paróquias da Cidade de Jundiaí: a que horas assistir?

Missas pela Internet na Cidade de Jundiaí: para aqueles que não deixarão de exercer a fé durante a quarentena (lembrando que estamos na Quaresma), e que não podem participar presencialmente da Santa Missa devido às orientações de isolamento contra o Covid-19, aqui vão os horários das celebrações para que se possa comungar espiritualmente.

Extraído de: https://conteudo.solutudo.com.br/jundiai/cidadania-jundiai/paroquias-de-jundiai-transmitem-missas-pela-internet-confira-os-horarios/

MISSAS NA CIDADE DE JUNDIAÍ TRANSMITIDAS PELA WEB

Seguindo os passos do Papa Francisco que, já há alguns dias, na impossibilidade da presença de fiéis por conta da grave situação sanitária em que a Europa se encontra, transmite as missas diárias pela TV e internet, muitos padres estão usando a criatividade e também transmitindo, via redes sociais, as celebrações.

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Missas com o povo na Diocese de Jundiaí estão suspensas por tempo indeterminado. (Foto: Diocese de Jales/Reprodução)

Missas pela internet

Após a suspensão das missas com a presença de povo, decretada pelo Bispo Diocesano de Jundiaí, Dom Vicente Costa na última quarta-feira (18), como medida de prevenção contra o novo Coronavirus, a transmissão via internet tem sido encarada como uma necessidade, a fim de não deixar os fiéis sem as missas.

Confira abaixo as paróquias que já estão se mobilizando para transmitir suas celebrações via internet e os seus respectivos horários:

Sábado

Domingo

Acessando o nosso site de eventos você também encontra os horários das missas pela internet ao longo da semana. É só acessar por aqui e se programar!

Também tem missa aí na sua paróquia que vai ser transmitida? O seu culto também será transmitido? Então cadastre em nosso site e ajude centenas de jundiaienses! É só acessar solutudo.com.br/eventos, fazer um cadastro rapidinho e pronto! 

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– As coisas que nos deixam sem rumo:

Gostei demais do tuíte do Papa Francisco, postado neste final de semana. Escreveu o Pontífice:

A aparência exterior, o dinheiro, a carreira, os passatempos: ‘sereias que nos encantam’ e nos deixam à deriva. A Quaresma é tempo de graça para libertar o coração das vaidades”.

Já perceberam que temos coisas que nos aprisionam e nos deixam “sem pé” quando não são a contento nosso? O que nos leva a ter amarras desnecessárias?

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– Como se preparar para uma Missa não-presencial, em 10 dicas!

As Missas on-lines serão frequentes nas Dioceses que resolveram suspender as celebrações presenciais devido ao Covid-19.

Mas como se preparar para participar de uma Missa não estando presente na Igreja, de maneira adequada?

A dica vem da nossa Diocese, aqui de Jundiaí:

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– Dia de São José!

Hoje é dia de São José, esposo da Virgem Maria e grande patriarca da Sagrada Família; portanto, padrasto do Menino Jesus.

Mundo afora, hoje se festeja o Dia dos Pais. Assim, que possamos rezar:

“Valei-me São josé’ olhe por mim para que eu seja um chefe da minha família tão santo quanto tu fostes! Amém”

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– Diocese de Jundiaí suspende Missas Presenciais na região.

Infelizmente, por conta do surto de Covid-19, o Bispo Dom Vicente Costa se vê obrigado em pleno exercício quaresmal a suspender as celebrações presenciais na Diocese de Jundiaí.

Que Deus nos abençoe e nos sustente espiritualmente nesse delicado momento.

Abaixo, o informe oficial: