– O reconhecimento do Papa Francisco às mártires vítimas do Marxismo.

Todo sistema de Governo radical promove problemas, mesmo que sejam encobertos por propaganda oficial, como o que ocorre com ditaduras, capitalismo selvagem ou comunismo marxista. Os extremos sempre são ruins.

É sabido que a URSS caçou religiosos e perseguiu arduamente a Igreja Católica. Alguns dos mártires cristãos estão sendo beatificados pelo papa Francisco – caso das 10 freiras polonesas vitimadas, citadas abaixo.

Abaixo, extraído de: https://www.acidigital.com/noticias/papa-reconhece-o-martirio-de-10-religiosas-polonesas-assassinadas-pelo-exercito-vermelho-82702

PAPA RECONHECE MARTÍRIO DE 10 RELIGIOSAS POLONESAS VÍTIMAS DO EXÉRCITO VERMELHO.

por Miguel Perez Pichel.

O Papa Francisco aprovou novos decretos da Congregação para as Causas dos Santos reconhecendo o martírio de 10 religiosas polonesas assassinadas por soldados soviéticos, o milagre do sacerdote jesuíta Johann Philipp Jeningen e as virtudes heróicas do pai da União Europeia, o político francês Robert Schuman.

As 10 religiosas polonesas pertenciam à Congregação das Irmãs de Santa Isabel e sofreram o martírio ao final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, quando soldados soviéticos do Exército Vermelho ocuparam a Polônia. São elas: Paschalina Jahn, Maria Edelburgis Kubitski, Maria Rosaria Schilling, Maria Adela Schramm, Maria Sabina Thienel, Maria Sapientia Heumann, Maria Adelheidis Töpfer, Maria Melusja Rybka, Maria Felicitas Ellmerer, e Maria Acutina Goldberg.

A nota biográfica da Congregação para as Causas dos Santos afirma que as religiosas “foram assassinadas em lugares diferentes, entre os meses de fevereiro e maio de 1945”. Elas se dedicavam ao cuidado dos mais necessitados, sobretudo de doentes e idosos. Foram martirizadas em meio ao “drama vivido pela população dos territórios entre os rios Oder e Nysa, que sofreu violências de todo tipo após a invasão do Exército Vermelho”. De modo específico, a violência dos militares contra as religiosas “manifestava seu ódio à fé e aos fiéis da Igreja Católica”.

“Algumas religiosas eram jovens quando sofreram o martírio, outras eram mais velhas. Algumas foram estupradas, outras ameaçadas, outras assassinadas quando tentavam defender as suas irmãs”.

A nota biográfica da Congregação explica que “os soldados soviéticos estavam doutrinados pela cultura marxista” e que a sua “atitude hostil para com a fé se manifestava também com gestos de profanação. O estupro tornou-se uma arma de humilhação”, embora “o estupro de quem vestia o hábito religioso foi particularmente feroz”.

“Todas as religiosas eram conscientes de que os soldados estupravam e que corriam perigo. Apesar disso, decidiram ficar ao lado das pessoas que recebiam seus cuidados, dos idosos e doentes que eram incapazes de fugir”.

Outros decretos

O papa Francisco também reconheceu o milagre atribuído à intercessão do venerável servo de Deus Johann Philipp Jeningen, sacerdote jesuíta nascido em 5 de janeiro de 1642, em Eichstätt, e falecido em Ellwangen, na Alemanha, em 8 de fevereiro de 1704. O futuro beato foi o promotor da construção do santuário mariano de Schönenberg e se destacou pelo seu compromisso com a evangelização das zonas rurais da Alemanha. Seu estilo de pregação conseguiu atrair pessoas de toda classe social, sem distinção.

Outro decreto assinado pelo papa Francisco reconhece as virtudes heróicas do político francês e pai fundador da União Europeia, o servo de Deus Robert Schuman, fiel leigo, nascido em 29 de junho de 1886 em Clausen, Luxemburgo, e falecido em Scy-Chazelles, na França, no dia 4 de setembro de 1963.

O pontífice assinou também os decretos que reconhecem as virtudes heróicas do servo de Deus Severino Fabriani, sacerdote diocesano, fundador da Congregação das Filhas da Providência para as Mudas. O sacerdote nasceu em 7 de junho de 1792, em Spilamberto, e faleceu em Modena, na Itália, no dia 27 de agosto de 1849.

Também foram reconhecidas as virtudes heróicas da serva de Deus Aniela Godecka-Kostka, fundadora das Pequenas Servas do Coração Imaculado de Maria, nascida em 13 de setembro de 1861, em Korczew nad Wolga, na Rússia, e falecida em Czestochowa, na Polônia, em 13 de outubro de 1937.

A serva de Deus Orsola Donati, religiosa professa da Instituto das Mínimas de Nossa Senhora das Dores, também teve as suas virtudes heróicas reconhecidas. Ela nasceu em 22 de outubro de 1849, em Anzola dell’Emilia, e faleceu em Budrie di San Giovanni in Persiceto, na Itália, no dia 8 de abril de 1935.

Finalmente, foram reconhecidas as virtudes heróicas da serva de Deus Maria Estrela de Jesus, batizada com o nome de Maria Aurelia Iglesias Fidalgo, religiosa professa da Congregação das Religiosas de Maria Imaculada que nasceu no dia 12 de abril de 1899, em Colunga, e faleceu em Granada, na Espanha, em 24 de novembro de 1982.

A irmã Paschalina Jahn encabeça o grupo de 10 religiosas polonesas martirizadas. Foto: Vatican Media.

– A Igreja Católica nos EUA proibirá Biden de receber a Eucaristia?

Certa vez, o ex-presidente Lula disse: “sou católico e defendo a vida, mas como presidente eu tenho que pensar no aborto como um caso de saúde pública”, ao se referir à legalização ao aborto em anos passados, plataforma a qual o partido dele defendia e defende.

Mais ou menos parecido com isso está acontecendo nos EUA: lá, Joe Biden faz o mesmo discurso (diferenciando que Biden, católico praticante, frequenta regulamente a Igreja e recebe costumeiramente os sacramentos). E por tal fala, a “CNBB dos EUA” quer proibi-lo de receber a Eucaristia.

Abaixo, extraído de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2021/06/18/por-que-bispos-americanos-querem-impedir-biden-de-comungar.htm

POR QUE BISPOS AMERICANOS QUEREM IMPEDIR BIDEN DE COMUNGAR

Quando Joe Biden assumiu a presidência dos Estados Unidos, em janeiro deste ano, ele se tornou apenas o segundo católico em toda a história americana a ocupar o cargo. O primeiro havia sido John Kennedy, que governou o país de 1961 a 1963.

Mas enquanto muitos católicos celebraram a vitória de Biden, sua presença na Casa Branca gerou o que alguns bispos americanos descrevem como situação “difícil”: Biden apoia o direito ao aborto, que é legal nos EUA, mas condenado pela Igreja Católica.

Essa postura levou parte da liderança da Igreja americana a propor que Biden — um católico fervoroso, que vai à missa todos os domingos, costuma citar passagens bíblicas e o papa Francisco em seus discursos e já afirmou que sua fé católica serve como “âncora” — e outros políticos que defendam o direito ao aborto sejam impedidos de receber a comunhão.

O debate vem gerando divisões e voltou a ganhar atenção nesta semana, com uma reunião virtual da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB, na sigla em inglês) na qual o principal tema em discussão é o significado da Eucaristia e como abordar a situação de políticos católicos pró-aborto.

Os 280 bispos com direito a voto deverão decidir se devem pedir à Comissão para Doutrina (que aconselha em questões ligadas à fé e moral) a elaboração de um documento esclarecendo quem pode receber a comunhão e as circunstâncias em que o sacramento pode ser negado.

Depois de horas de debate e discordâncias, os religiosos votaram nesta quinta-feira (17/6), segundo dia do encontro. O resultado final deverá ser anunciado nesta sexta (18/06), no encerramento da reunião.

Caso a proposta seja aprovada, a Comissão para Doutrina começará a elaborar o documento, que será colocado em votação na próxima reunião da USCCB, em novembro. Para ser aprovado, o documento final precisará do apoio de pelo menos dois terços dos votantes.

Mas, na prática, a decisão final sobre permitir ou não que Biden (ou qualquer outro fiel) receba a comunhão continuará nas mãos do bispo responsável por cada diocese.

Em Washington, onde o presidente costuma frequentar a igreja Holy Trinity (Igreja Católica da Santíssima Trindade), no bairro de Georgetown, o arcebispo Wilton Gregory já indicou que não pretende impedir Biden de comungar. O mesmo deve ocorrer em Wilmington, no Estado de Delaware, onde Biden tem residência e frequenta a missa em alguns fins de semana.

“Legalmente, (a decisão da USCCB) não tem impacto”, diz à BBC News Brasil o professor de teologia e estudos religiosos Massimo Faggioli, da Universidade Villanova, na Pensilvânia, que é autor do livro “Joe Biden and Catholicism in the United States” (“Joe Biden e o Catolicismo nos Estados Unidos”).

No entanto, o simples debate sobre a possibilidade de uma regra nacional impedindo que políticos pró-aborto recebam a comunhão tem um forte significado simbólico e revela não apenas a divisão interna e polarização política na Igreja americana, mas também suas divisões em relação ao Vaticano.

“Os bispos que são os mais vocais na defesa dessa proposta são os mesmos que nos últimos oito anos foram os mais vocais contra o papa Francisco em diversos temas”, observa Faggioli. “E fazem parte da mesma maioria que nos últimos 10 ou 20 anos se tornou incrivelmente politizada e alinhada com o Partido Republicano.”

Oposição ao papa Francisco

A ala conservadora da Igreja Católica americana reúne pelo menos metade dos bispos do país e é conhecida por sua oposição ao papa Francisco, que defende uma postura menos rígida em relação a fiéis que se afastaram da doutrina.

Desde que assumiu o comando do Vaticano, em 2013, o papa deu destaque a questões sociais, incentivando os fiéis a cuidar dos pobres, acolher imigrantes e combater mudanças climáticas, demonstrou tolerância a homossexuais e abriu caminho para que católicos divorciados ou casados novamente recebam a comunhão.

Mas muitos de seus críticos temem que a visão de uma Igreja mais liberal em relação a esses temas leve a um enfraquecimento da religião.

Assim como os bispos americanos, o papa Francisco também se opõe ao aborto, considerado pela Igreja um “pecado mortal”. Mas o papa e outras lideranças no Vaticano preferem o caminho do diálogo em vez de uma proibição como a proposta por parte dos bispos nos Estados Unidos.

Críticos dessa proposta dizem que impedir políticos católicos de comungar por causa de sua posição em relação ao aborto tem motivação mais política do que religiosa.

O papa já chegou a declarar que “a Eucaristia não é um prêmio para os santos, mas sim o pão dos pecadores”.

Em uma rara intervenção pública do Vaticano sobre a disputa na Igreja americana, o cardeal Luis Ladaria, secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, enviou uma carta ao arcebispo de Los Angeles, José Gomez, que é presidente da USCCB, pedindo cautela e alertando para as consequências de apressar uma decisão.

Ladaria pediu diálogo entre os bispos americanos para “preservar a unidade da conferência episcopal diante de discordância sobre esse assunto controverso”.

Em uma demonstração da divisão interna provocada pelo tema, 67 bispos americanos pediram que a discussão fosse adiada até que pudessem participar de um encontro pessoalmente. Mas os idealizadores da reunião virtual desta semana decidiram manter o tema na agenda.

Debate antigo

O debate sobre negar a comunhão a políticos pró-aborto não é novo nos Estados Unidos. Há décadas a ala conservadora da Igreja Católica no país busca fazer da oposição ao aborto sua prioridade e questão religiosa central.

Em 2004, um grupo de bispos conservadores já havia tentado impedir que o então candidato presidencial democrata John Kerry recebesse o sacramento por esse motivo. Kerry era o primeiro católico a concorrer à Presidência por um dos grandes partidos americanos desde o assassinato de Kennedy.

Na época, a posição dos bispos conservadores americanos tinha apoio do cardeal Joseph Ratzinger, que em 2005 se tornaria o papa Bento 16. Mas a decisão final foi a de que cada bispo teria autonomia para decidir se permitiria ou não políticos pró-aborto de comungar.

O próprio Biden já teve a comunhão negada em uma igreja na Carolina do Sul em 2019, quando era candidato, por causa de sua posição em relação ao aborto. Sua chegada à Casa Branca aumentou a urgência com que alguns setores da Igreja no país veem a questão.

Biden substituiu o republicano Donald Trump, que durante seu governo adotou diversas medidas restringindo o aborto e nomeou centenas de juízes contrários à prática para os tribunais do país, entre eles três para a Suprema Corte, a mais alta instância da Justiça americana e que tem o poder de decidir o futuro do aborto no país.

Desde que assumiu o poder, Biden reverteu algumas das restrições adotadas durante o governo Trump. Além disso, sua presidência marca um momento em que os democratas vêm fortalecendo sua defesa do aborto, posição atualmente compartilhada por quase todos os políticos do partido.

“Na época (de Kerry) a situação era diferente, porque não era um presidente católico, (apenas) um candidato”, salienta Faggioli.

“Agora, seria uma declaração de guerra da Conferência dos Bispos contra o presidente, e também uma demonstração de que eles não levam a sério o que vem do Vaticano a respeito dessa questão.”

Impacto

Para Faggioli, o esforço em curso nos Estados Unidos é único em termos históricos e “mais americano do que católico”.

“Há exemplos no passado de relações difíceis entre a Igreja Católica e chefes de Estado”, ressalta. “Mas nunca houve esse tipo de discussão pública de alto nível, envolvendo toda uma conferência de bispos, para planejar punir um presidente católico por causa de suas opiniões.”

O atual movimento é encabeçado por nomes influentes da ala conservadora da Igreja Católica americana. Além de Gomez, fazem parte dessa lista o cardeal Raymond Burke e o arcebispo Salvatore Cordileone, de San Francisco, entre vários outros.

“É fundamentalmente uma questão de integridade”, declarou Cordileone em maio, em um recado não apenas para Biden, mas também para a presidente da Câmara dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados), a democrata Nancy Pelosi, que é católica, defende o direito ao aborto e frequenta a igreja em San Francisco.

“Na liturgia Católica, receber o Sacramento Sagrado é abraçar publicamente a fé e os ensinamentos morais da Igreja Católica, e desejar viver de acordo (com eles)”, afirmou Cordileone.

Muitos dos defensores da proibição temem que o exemplo dos políticos possa influenciar outros fiéis. Mas vários dos opositores da proposta acreditam que os líderes religiosos devem conversar com esses políticos reservadamente sobre como seu apoio ao aborto vai contra os valores da Igreja.

Para Faggioli, o debate atual traz o risco de alienar ainda mais uma parcela dos fiéis que já vêm se afastando da Igreja.

“O simples fato de que houve essa reunião e a narrativa em torno desse debate é um problema muito sério. Porque dá a impressão de que esta é uma convenção de um partido político.”

Faggioli ressalta que um documento defendendo a exclusão de Biden ou de outros políticos católicos da Eucaristia terá efeito na população católica geral do país.

“O que Biden diz sobre aborto é o que cerca de metade dos católicos americanos também acreditam”, afirma.

Segundo o instituto de pesquisas Pew Research Center, 67% dos católicos americanos dizem que Biden não deve ser impedido de comungar por causa de sua posição sobre o aborto. Outra pesquisa do instituto, de 2019, indica de 56% dos católicos americanos acreditam que o aborto deveria ser legal na maioria dos casos.

Biden costuma frequentar a missa nos finais de semana em Wilmington, no Estado de Delaware, onde tem residência

– Festa de São Luís Gonzaga, o patrono dos jovens.

Em tempos de desregramento e falta de valores, um santo que serve de modelo para todos nós: São Luís Gonzaga, o Padroeiro dos Jovens, celebrado hoje.

Abaixo, sua história, extraída do site da Comunidade Canção Nova:

SÃO LUÍS GONZAGA

Considerado o “Patrono da Juventude”, São Luís Gonzaga nasceu no ano de 1568 na Corte de Castiglione.

Recebeu por parte de sua mãe a formação cristã. Já seu pai o motivava a ser príncipe. Sua família tinha muitas posses mas, graças ao amor de Deus, Luís desde cedo deixou-se possuir por esse amor.

Com dez anos de idade, na corte, frequentando aqueles meios, dava ali testemunho do Evangelho e se consagrou a Nossa Senhora. Ali descobriu seu chamado à vida religiosa e queria ser padre. Seu pai, ao saber disso, o levava para festas mundanas, na tentativa de fazê-lo desistir de sua vocação.

Entrou para a Companhia de Jesus onde viveu durante seis anos. Com pouco mais de vinte anos, faleceu de uma peste que havia se espalhado em Roma.

– São Luís Gonzaga, rogai por nós. Amém.

– O sofrimento cristão e o Socorro Divino.

Quem serve com alegria a Deus, muitas vezes é tentado a desanimar. Qual o “por quê”?

Porquê somos muito carentes e não percebemos Deus agindo na nossa vida. Ou não?

Talvez sim.

Às vezes, lamentamos que “fazemos as coisas para levar o Evangelho ao próximo” e parece que nossa vida é difícil e não recompensada. Mas quem disse que a “recompensa é agora”?

Duas coisas:

1 – Para o católico, a prosperidade nesse plano terreno não deve ser cobrada, pois o que vale é a Eternidade! Estamos aqui de passagem, não nos esqueçamos. Louvemos ao Senhor também pelas adversidades que enfrentamos, pois elas nos ajudam a “ganhar pontos para o Céu”.

2- Muitas vezes, Deus não está nos convidado a trabalhar para Ele e para os outros, mas sem nos darmos conta, as obras são para nós mesmos – para aprendermos, refletirmos e crescermos. Estamos atentos ou sensíveis a essa graça?

Não percamos a esperança, pois como dizia São Tomás de Aquino, Doutor da Igreja, “a esperança nos liga a Deus”. E a esperança é ânimo – ânimo vem de “anima”, animar, viver, ter a alma em elevação e.. buscar as coisas do Alto.

Entreguemos tudo nas mãos da Trindade Santa, pedindo a intercessão de Maria e confiemos. Lembrando: tudo passa, e Deus sempre provê.

– Bom domingo (Parte 2 de 4)

🙏🏻 Enquanto vou correndo, estou meditando com a Virgem Maria:
“Ó Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós para que sejamos puros e dóceis como as crianças, confiando sempre na Providência Divina. Amém.”
Rezando no clique 2 de 4:

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Padroeira #Aparecida #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Renovemo-nos com a Eucaristia.

Vamos à Missa?

Hoje, 12º Domingo do Tempo Comum, onde podemos refletir na Carta de São Paulo aos Coríntios:

Se alguém está em Cristo, é uma criatura nova. O mundo velho desapareceu. Tudo agora é novo.

Portanto, renovemo-nos na Eucaristia!

– Qual o excesso que deve valer a pena?

São Filipe Néri é considerado o padroeiro dos humoristas. É dele o pensamento abaixo, que nos pede para excedermos na paciência e na amabilidade.

Fazemos isso hoje? Faremos isso no futuro?

Se a resposta é não, façamos esse exercício de vida a partir de agora.

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– Pintou o Arco Íris no seu perfil? Sobre Católicos, Hetero e Homossexuais

Vejo uma grande repercussão da fala de um padre mato-grossense nas Redes Sociais, que resultou numa investigação de homofobia por partes das autoridades. O sacerdote usou termos grosseiros e fugiu um pouco da pregação (divulgada ontem, 17/06, no Jornal Nacional).

Mas como um católico deve se portar diante da questão LGBTQI+?

Como faz com sabedoria o Padre Zezinho, SCJ, conhecido compositor católico e exímio pregador.

Abaixo, seu texto de anos atrás, mostrando a correta visão cristã:

O Facebook promoveu anos atrás o “Dia da Celebração do Orgulho Gay” , nesta mesma época, nos EUA. E o mundo inteiro coloriu seus perfis nas redes sociais (não só no próprio Facebook, mas no Twitter e em outras tantas), acompanhando as festividades da legalização do casamento homossexual na “terra do tio Sam”, por determinação da Suprema Corte e apoio do presidente Obama

O tema é difícil. Mas ouso fazer minhas as sábias palavras do Pe Zezinho-SCJ, que publicou um artigo intitulado: “Pregar para Hétero e Homoafetivos.”

Aproveitando o evento da Parada Gay em SP, compartilho esta pregação perfeita em fé, respeito, cidadania e de cristianismo verdadeiro. Abaixo:

Meus amigos gays que optaram por assumir suas relações conhecem meu pensamento e minha catequese. Não preciso pintar minhas fotos de arco-íris para deixar claro que os respeito. E eles sabem que não os apoio em tudo, nem posso abençoar sua união com um sacramento. Também não posso agredi-los. E nem exigem que eu concorde com tudo o que eles pregam. O que deixo claro é que minha postura diante de outras igrejas e religiões é de concordância com algumas opções e crenças e discordância com outras posturas de fé. O mesmo sucede com os gays. Da mesma forma que eles discordam de nossa doutrina sobre sexualidade, mas concordam com outras posições da Igreja, eu faço o mesmo. Concordo com sua luta por mais respeito e pelos seus afetos, mas discordo de algumas de suas posturas e conceitos. Isso não me faz um catequista ou um pregador brucutu. Todos eles sabem que sou amigo, mas não penso como eles a respeito de tudo o que fazem e pregam. Dialogamos, mas não fingimos que está tudo 100%.

Entenderam? Evitar o proselitismo, fugir da demagogia e não cair no radicalismo são necessários para um mundo cidadão.

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– Vemos e sentimos Deus como Cafasso?

São José Cafasso ficou conhecido como o “Santo da Força”. Sua história pode ser conhecida aqui: https://instagram.com/p/plBaSWnYxj/

Ele me chama a atenção pelo modo como serve alegremente a Deus e nos convida à entrega descomprometida de retorno. Olhe que beleza de mensagem deixada por ele:

– Oração de Santo Afonso de Ligório para adorar o Santíssimo Sacramento.

Quinta-feira é dia reservado pela Igreja Católica à Adoração ao Santíssimo Sacramento. Sendo assim, rezemos:

ORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO por Santo Afonso de Ligório.

Senhor meu Jesus Cristo, que pelo amor que tendes aos homens, estais de noite e de dia neste Sacramento, todo cheio de piedade e de amor, esperando, chamando e recebendo todos os que vêm visitar-Vos; eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do altar.

Eu vos adoro do abismo do meu nada e vos dou graças por todos os benefícios que me tem feito; especialmente por vós mesmo dardes a mim neste sacramento; por me terdes concedido como advogada vossa Mãe Santíssima, e por me terdes chamado a visitar-vos nesta igreja.

Eu vos saúdo, pois hoje, o vosso amantíssimo Coração, e a minha intenção é fazê-lo por três motivos: primeiro, em ação de graças por esta grande dádiva; segundo, para compensar-vos de todas as injúrias que tendes recebido, neste Sacramento, de todos os vossos inimigos; terceiro, com intenção de adorar-Vos, nesta visita, em todos os lugares da terra onde vossa presença sacramental está menos reverenciada e em maior abandono.

Meu Jesus, eu vos amo de todo o meu coração; pesa-me de ter, no passado, tantas vezes ofendido a vossa divina bondade.

Proponho, com o auxílio de vossa graça, nunca mais ofender-vos para o futuro.

E, no presente, miserável qual sou, eu me consagro todo a Vós e renuncio toda a própria vontade.

Recomendo-vos as almas do purgatório, especialmente as mais devotas do Santíssimo Sacramento e da Bem-aventurada Virgem Maria.
Recomendo-vos também todos os pobres pecadores.

Finalmente, desejo unir, meu querido Salvador, todos os meus afetos com os de vosso amorosíssimo Coração; e, assim unidos, os ofereço a vosso Eterno Pai e lhe peço em vosso nome que por vosso amor os queira aceitar e atender. Amém.

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– Ver o Cristo na imagem do outro!

Responda sinceramente: você enxerga a pessoa que está ao seu lado como irmão, aos olhos da fé e coração de amor?

É difícil ver a figura do Cristo-irmão no outro, não?

Se até mesmo com os irmãos de sangue nós temos dificuldade em amá-los quando nos magoam, o que dizer dos irmãos de fé? Ou ainda, irmãos da sociedade, da comunidade, de tantos coleguismos em geral. Mais do que isso: irmãos desconhecidos!

Perdoar, fazer o bem sem esperar nada em troca, ou simplesmente relevar o que nos chateia, dando o outro lado da face a tapa, é dureza. E quantas vezes nos esforçamos para ajudar alguém, amando a pessoa solidariamente, e nos sentimos traídos? O perdão se torna difícil e a misericórdia rareia.

Pense: “o próximo” também é você próprio, visto da ótica do outro. E esse outro: terá a mesma temperança conosco?

Impossível não lembrar do Pai Nosso. Quando pedimos a Deus para “perdoar nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido”, fazemos de coração sincero?

O importante, no dia-a-dia e na busca da santidade, é: ser desprovido de vaidade, ajudar e perdoar com todas as forças! Mesmo se o sentimento do outro for totalmente contrário. Nisso se baseia o Amor ao Próximo e a prática verdadeira da vida cristã.

Que dói, dói sim. Mas se o perdão for puro, a mágoa não fica.

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– Contra uma sociedade insensível… o Evangelho!

Nosso mundo está se tornando um lugar complicado. Qualquer opinião que desagrade alguém, torna aquele que disse a frase discutida um “rotulado pela sociedade”. Por motivos mais fúteis, se xinga, se ofende e se desrespeita. As pessoas mostram-se intolerantes e criam suas regras e verdades.

É insensibilidade para a figura do próximo? Talvez seja exatamente o contrário: estamos sensíveis demais! Enraivece-se com muita facilidade, chora-se por amor ou por ódio da mesma forma. Não é tudo muito estranho?

Para muitos, o modo de viver ideal é o do “olho por olho, dente por dente”, pregado no Primeiro Testamento aos judeus. E esquece-se que Jesus, no Segundo Testamento, falou que esse comportamento era devido a dureza dos corações e que deveríamos “amar o próximo incondicionalmente” – e isso serve a todos os povos, atemporalmente.

Será que a raiz de tudo isso (dos problemas citados) não reside no AMOR (ou melhor: na falta de)?

O amor fraternal, solidário, respeitoso é desproposital de agradecimento. E se você preferir o termo: a empatia, o “se colocar no lugar do seu irmão para sentir suas angústias”! A propósito, como chamar nosso semelhante de “próximo” ou de “irmão” se as pessoas não consideram iguais quem tem a cor da pele diferente, quem professa uma crença ou descrença diversa da sua ou, nos casos mais graves atualmente, pensam ideologicamente contrário a você?

Chega de mundo pilhado! Repare que tudo isso seria resolvido se nós (população) e se eles (políticos) exercessem o “mandamento do Amor”, que supera e resume os próprios 10 Mandamentos e que foram deixados a nós: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como nós mesmos”, ou seja, como Deus nos amou.

Parece tão simples. Mas é tão complicado…

Vivamos o Evangelho na sua essência e já estaremos fazendo esse lugar que vivemos um pouco melhor. Cuidemos do nosso planetinha e das pessoas… urgentemente!

Solidariedade forma onda de boas ações para ajudar o próximo ...