– Dia de Nossa Senhora Mãe Rainha

Quem reza o terço em família, conhece bem essa devoção mariana: aos pés da capelinha, dedica-se as preces para a Mãe de Jesus sob essa belíssima invocação celebrada neste dia 22:

ORAÇÃO À NOSSA SRA. MÃE, RAINHA E VENCEDORA TRÊS VEZES ADMIRÁVEL DE SCHOENSTATT

Querida Mãe, Rainha e Vencedora Admirável de Schoenstatt! Com iluminada Confiança, me aproximo de tí, para receber teu auxílio em minha grande aflição; pois teu Divino Filho, na cruz, me deu a ti como minha mãe, dirigindo também a mim as palavras: “Eis aí tua Mãe !” E a ti disse ele: “Eis aí teu Filho !”. Que consolo para mim, receber-te por Mãe! Por isso dirijo-me a ti em meu grande sofrimento.

Bem conheces minha pesada cruz. Peço-te confiante, que me ajudes, ó grande Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt, pois nunca se ouviu dizer que tenha abandonado algum filho teu que buscou refúgio em ti. Tu mesma sentiste o peso e a aflição da vida! Estiveste ao pé da cruz, como a Mãe das Dores. E será que agora não irás atender ao meu pedido, quando te confio, suplicante, o meu sofrimento?

Não, jamais ! Tu és a saúde dos enfermos, a  consolação dos aflitos, o auxílio dos cristãos. Inspira-me, porém, confiança especial o fato de seres chamada  “Mãe Rainha Três Vezes Admirável”. Este honroso título expressa que sempre e em toda parte és admirável. Intercede, pois, junto ao teu querido Filho, para que me atenda. E, eternamente, quero cantar o teu Magnificat, bendizendo as misericórdias do Senhor. Amém.

Nossa sennhora tres vezes amiravel de Chenastat.jpg

– Jesus Revolucionário e Violento?

Alguém já ouviu falar sobre o livro: “Zealot: the life and times of Jesus of Nazareth“?

Foi o livro mais vendido nos EUA por 3 semanas, e foi escrito pelo iraniano Reza Aslan, que é muçulmano. A polêmica dele é: pelo fato do autor ser de outra religião, muito se tem criticado se não houve viés religioso no seu texto. Em sua obra, ele fala de um Jesus que não era pacifista, mas um anarquista que queria ser governante de uma Jerusalém livre de romanos. Com métodos de Che Guevara, Cristo cativava pessoas pelo seu carisma e assim mudaria radicalmente Israel.

O prefácio do livro mostra isso:

Jesus era um zelote revolucionário, que atravessou a Galileia reunindo um exército de discípulos para fazer chover a ira de Deus“.

E aí, quer palpitar sobre o explosivo tema? De homem de paz a líder guerrilheiro, segundo o autor.

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– Dia de Nossa Senhora do Desterro, Padroeira da Diocese de Jundiaí

As cidades que celebram a devoção à Virgem Maria sobre a invocação da Assunção da Mãe de Deus têm o dia 15 como feriado. Aqui em Jundiaí, a chamamos de Nossa Senhora do Desterro, e o município está parado para as Celebrações Eucarísticas da data.

Mas por quê Desterro?

Tal referência mariana é um título sobre o momento em que a Sagrada Família teve que fugir ao Egito (desterro significa fuga). Assim, recorda-se que os fundadores da Vila de Jundiahy, Petronilha Antunes e Rafael de Oliveira, fugiam de São Paulo de Piratininga e aqui permanceram. Por tal situação, recorreram à Maria, Nossa Senhora do Desterro.

Nesse dia, lembremo-nos dos que fogem das persiguições, das vítimas de guerras e injustiças sociais. E, é claro, por toda a nossa cidade e Diocese.

Nossa Senhora do Desterro, rogai por nós!

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– Felicidades aos Diáconos!

A Igreja Católica celebra São Lourenço, mártir e padroeiro dos Diáconos. Veja que bela história, abaixo:

Extraído de:http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Os%20Santos%20do%20Dia/Santos%20do%20Mês%20de%20Agosto/10.08%20-%20São%20Lourenço,%20Mártir.htm

DIA DE SÃO LOURENÇO

No ano 257, o imperador romano Valeriano ordenou uma perseguição contra os cristãos. No início, parecia mais branda do que a imposta por Décio. Ela tinha mais uma conotação repressora, porque proibia as reuniões dos cristãos, fechava os acessos às catacumbas, exilava os bispos e exigia respeito aos ritos pagãos. Mas não obrigava a renegar a fé publicamente. Entretanto, no ano seguinte, Valeriano ordenou que os bispos e padres fossem todos mortos.

Lourenço, na ocasião, era o arcediácono, do papa Xisto II, isto é, o primeiro dos sete diáconos a serviço da Igreja de Roma. Dados de sua vida, anterior a esse período, nunca foram encontrados. Porém devia ter uma boa formação acadêmica, pois seu cargo era de muita responsabilidade e importância. Depois do papa, era Lourenço o responsável pela Igreja. Isso quer dizer que ele era o assistente do papa nas celebrações e na distribuição da eucaristia. Mas, além disso, era o único administrador dos bens da Igreja, cuidando das construções dos cemitérios, igrejas e da manutenção das obras assistenciais destinadas ao amparo dos pobres, órfãos, viúvas e doentes.

A partir do decreto de Valeriano, os bispos começaram a ser executados e um dos primeiros foi Cipriano de Cartago, que morreu em 258. Logo em seguida foi a vez de o papa Xisto II ser executado, junto com os outros seis diáconos.

Conta a tradição que Lourenço conseguiu conversar com o papa Xisto II um pouco antes dele morrer. O papa ter-lhe-ia pedido para que distribuísse aos pobres todos os seus pertences e os da Igreja também, pois temia que caíssem nas mãos dos pagãos. Lourenço foi preso e levado à presença do governador romano, Cornélio Secularos, justamente para entregar todos os bens que a Igreja possuía. Lourenço pediu um prazo de três dias, pois, como confessou, a riqueza era grande e tinha de fazer o balanço completo. Obteve o consentimento.

Assim, rapidamente distribuiu tudo aos pobres e, quanto aos livros e objetos sagrados, cuidou para que ficassem bem escondidos. Em seguida, reuniu um grupo de cegos, órfãos, mendigos, doentes e colocou-os na frente de Cornélio, dizendo: “Pronto, aqui estão os tesouros da Igreja”. Irado, o governador mandou que o amarrassem sobre uma grelha, para ser assado vivo, e lentamente. O suplício cruel não demoveu Lourenço de sua fé. Segundo uma narrativa de santo Ambrósio, Lourenço teria ainda encontrado disposição e muita coragem para dizer ao seu carrasco: “Vira-me, que já estou bem assado deste lado”.

Lourenço morreu no dia 10 de agosto de 258, rezando pela cidade de Roma.

A população mostrou-se muito grata a são Lourenço, que, pelo seu feito, é chamado de “príncipe dos mártires”.

Os romanos ergueram, ao longo do tempo, tantas igrejas em sua homenagem que nem mesmo São Pedro e são Paulo, os padroeiros de Roma, possuem igual devoção.

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– O Papa exalta o Batismo de 3 jovens adotados por um casal gay paranaense

Nesses tempos de guerra e radicalismo, há ainda a importante prática da tolerância por aqueles que devem promover a paz e ser luz do mundo.

Digo isso pois o Papa Francisco escreveu uma carta parabenizando a iniciativa de um casal homossexual em buscar o Batismo na Igreja Católica de seus 3 filhos adotados. Os parceiros buscaram 4 paróquias onde o Sacramento foi negado, e por serem católicos praticantes (em que pese a discussão sobre o homossexualismo – aqui se torna uma outra questão a ser debatida) após uma conversa com o Arcebispo Metropolitano de Curitiba, conseguiram o aceite para a cerimônia sacramental.

No documento enviado a Toni e David (os cônjuges) e a seus 3 filhos, disse o Pontífice através do Secretário de Estado do Vaticano, Monsenhor Paolo Borgia:

“O Papa Francisco lhe deseja felicidades, invocando para a sua família a abundância das graças divinas, a fim de viverem constante e fielmente a condição de cristãos.”

Aqui devemos sempre ponderar: TODOS somos convidados ao Batismo. Que culpa os que foram batizados têm sobre o(s) ato(s) daqueles que os adotaram? O Batismo é a eles! Repare que o Papa não fez apologia ou condenação no documento, mas olhou com olhos misericordiosos de felicitações pelo passo da conversão pela água nova do Batismo, além do chamamento aos valores e práticas cristãs.

Como já tinha ouvido falar sobre a história, numa rápida busca na Internet, achei o artigo abaixo (que vai de encontro com o noticiário em geral).

Extraído do Estadão: (http://emais.estadao.com.br/noticias/comportamento,papa-francisco-envia-carta-de-felicitacoes-a-casal-gay-por-batismo-dos-filhos,70001928246)

PAPA FRANCISCO ENVIA CARTA A CASAL GAY POR BATISMO DOS FILHOS

Depois de batizar os três filhos em uma igreja católica de Curitiba, no Paraná, o casal Toni Reis e David Harrad recebeu uma carta de felicitações do Papa Francisco.

“O Papa Francisco lhe deseja felicidades, invocando para a sua família a abundância das graças divinas, a fim de viverem constante e fielmente a condição de cristãos”, diz o documento assinado pelo Monsenhor Paolo Borgia, assessor para os Assuntos Gerais da Secretaria de Estado.

A cerimônia foi realizada em abril e, dois meses depois, o casal enviou fotos e os certificados de batismo para o Pontífice, mas não esperava uma resposta.

“Nós estamos extremamente felizes. Queríamos comunicar ao sumo sacerdote essa acolhida da Igreja Católica que foi muito importante para nós, porque nossos filhos foram bem acolhidos e muito bem tratados pelo arcebispo e pelo padre”, disse Toni Reis ao E+.

Ele conta que foram a quatro igrejas da capital paranaense, mas o batismo era negado. A cerimônia só foi possível depois que falaram com o Arcebispo Metropolitano de Curitiba, Dom José Antonio Peruzzo, que disse um sim imediato.

Reis diz que as palavras que mais chamaram a atenção deles na carta foram “felicidade” e “família”. “Um documento do Estado do Vaticano reconhecendo a gente como família é muito importante. O Papa deve receber muitas cartas, mas essa foi para nós e é oficial”, disse.

Os filhos deles, Alyson, de 16 anos, Jéssica, de 14, e Filipe, de 12, ficaram “super felizes e adoraram a foto autografada do Papa”, enviada junto com a carta. Agora, Reis vai fazer uma cópia colorida do documento e colocar em um quadro, que será ‘inaugurado’ no Dia dos Pais em um almoço especial em família. A carta original ficará muito bem guardada.

“Isso tem um simbolismo muito grande emocionalmente. Nesses tempos de fundamentalismo, o Papa falar isso pra gente nos conforta. Estamos felizes e realizados”, afirma Reis.

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O casal Toni Reis e David Harrad e seus filhos Allinson (esquerda), Felipe (centro) e Jéssica (direita), ao lado do padre Helio, em batizado no domingo, 23 de abril. Foto: David Harrad/Arquivo Pessoal

– Hoje é dia da Transfiguração do Bom Jesus!

Hoje se celebra a Festa da Transfiguração de Jesus Cristo no Monte Tabor, à vista dos seus apóstolos. Nessa data a Comunidade Católica carinhosamente remete a invocação do Salvador como “Bom Jesus“. De tal título, sugiram outros nomes: Bom Jesus da Lapa, dos Perdões, de Pirapora

Compartilho um belo poema popular de tal homenagem:

Sou romeiro, com alegria no coração e na caminhada para o louvor,

pois creio no Bom Jesus,

minha luz,

que me faz Peregrino do amor.

Hoje é dia do Bom Jesus, que se transfigura no Monte Tabor.

Viva o Bom Jesus de Pirapora, de Nazaré, dos Perdões e de tantas outras invocações.

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– Hoje é Dia do Padre (São João Maria Vianney)

Festeja-se nesse dia 04 o Dia do Padre, em alusão a São João Maria Vianney.

Conheça sua história, extraída de CancaoNova.com

O CURA D’ARS

Também conhecido por Cura D’Ars, João Maria Vianney nasceu na França no ano de 1786, e enfrentou o difícil período em que a França foi abalada pela Revolução Napoleônica.

Camponês de mente rude, proveniente de uma família simples e bem religiosa, percebia desde de cedo sua vocação ao sacerdócio, mas antes de sua consagração, chegou a ser um desertor do exército, pois não conseguia “acertar” o passo com o seu batalhão.

Ele era um cristão íntimo de ‪#Jesus Cristo, servo de ‪#Maria e de grande vida penitencial, tanto assim que, somente graças à vida de piedade é que conseguiu chegar ao sacerdócio, porque não acompanhava intelectualmente as exigências do estudo do Latim, Filosofia e Teologia da época (curiosamente começou a ler e escrever somente com 18 anos de idade).

João Maria Vianney, ajudado por um antigo e amigo vigário, conseguiu tornar-se sacerdote e aceitou ser pároco na pequena aldeia “pagã”, chamada Ars, onde o povo era dado aos cabarés, vícios, bebedeiras, bailes, trabalhos aos domingos e blasfêmias; tanto assim que suspirou o Santo: “Neste meio, tenho medo até de me perder”. Dentro da lógica da natureza vem o medo; mas da Graça, a coragem. Com o Rosário nas mãos, joelhos dobrados diante do Santíssimo, testemunho de vida, sede pela salvação de todos e enorme disponibilidade para catequizar, o santo não só atende ao povo local como também ao de fora no Sacramento da Reconciliação.

Dessa forma, consumiu-se durante 40 anos por causa dos demais (chegando a permanecer 18 horas dentro de um Confessionário alimentando-se de batata e pão). Portanto, São João Maria Vianney, que viveu até aos 73 anos, tornou-se para o povo não somente exemplo de progresso e construção de uma ferrovia – que servia para a visita dos peregrinos – mas principalmente, e antes de tudo, exemplo de ‪santidade, de ‪dedicação e ‪perseverança na construção do caminho da salvação e progresso do Reino de ‪Deus para uma multidão, pois, como padre teve tudo de homem e ao mesmo tempo tudo de Deus.

‪São ‪João Maria ‪Vianney, rogai por nós!

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– Dia de Santo Inácio de Loyola

Hoje a Igreja celebra Santo Inácio de Loyola, precursor dos Jesuítas (e aqui, lembrando como membros ilustres dessa ordem José de Anchieta e o Papa Francisco) – é dele a frase: “Em tudo, Amar e Servir! Este deve ser o propósito

Conheça sua história, em: http://is.gd/YHLPrn

HISTÓRIA DE SANTO INÁCIO DE LOYOLA

Íñigo (Inácio) López nasceu na localidade de Loyola, atual município de Azpeitia, próximo a San Sebastian, no País Basco, na Espanha, em 1491. De família rica, o caçula de treze irmãos, decidiu dedicar-se à espiritualidade aos 26 anos, quando abandonou a carreira militar, voltando a estudar para melhor abraçar a vocação descoberta de evangelizador. De 1522 a 1523 escreveu os Exercícios Espirituais, baseados em sua experiência de encontro com Deus, através de reflexões que levam em conta sua própria humanidade. Os Exercícios Espirituais se tornaram, mais tarde, um reconhecido método de evangelização para os católicos.

Em 1534, com mais seis companheiros, entre eles Francisco Xavier, funda a Companhia de Jesus, que recebe a aprovação do Papa Paulo III em 1540, quando Inácio é escolhido para o cargo de superior-geral da ordem.

Os jesuítas se espalharam pelo mundo. No Brasil, tiveram importante papel na conversão e proteção de indígenas durante a época colonial, além de contribuírem decisivamente para o ensino com colégios em diversos pontos do território nacional que hoje integram a Rede Jesuíta de Educação.

Santo Inácio morreu em Roma, em 31 de julho de 1556, aos 65 anos. Em 1922, o Papa Pio XI declarou Santo Inácio padroeiro de Retiros Espirituais.
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– Dia de Santa Marta, Padroeira das Cozinheiras e Acolhedora Mulher

Hoje é dia de uma Santa de suma importância e que se manteve discreta na Bíblia: Marta.

Amiga de Jesus, foi aquela que sempre estava fazendo seus afazeres domésticos. Seu irmão, Lázaro, igualmente amigo, foi ressuscitado por Cristo! Veja que bela história (extraída de CançãoNova.com):

FESTA DE SANTA MARTA

Hoje lembramos a vida de Santa Marta, que tem seu testemunho gravado nas Sagradas Escrituras. Padres e teólogos encontram em Marta e sua irmã Maria, a figura da vida ativa (Marta) e contemplativa (Maria). O nome Marta vem do hebraico e significa “senhora”.

No Evangelho, Santa Marta apresenta-se como modelo ativo de quem acolhe: “… Jesus entrou em uma aldeia e uma mulher chamada Marta o recebeu em sua casa” (Lc 10,38).

Esta não foi a única vez, já que é comprovada a grande amizade do Senhor para com Marta e seus irmãos, a ponto de Jesus chorar e reviver o irmão Lázaro.

A tradição nos diz que diante da perseguição dos judeus, Santa Marta, Maria e Lázaro, saíram de Bethânia e tiveram de ir para França, onde se dedicaram à evangelização. Santa Marta é considerada em particular como patrona das cozinheiras e sua devoção teve início na época das Cruzadas.

Santa Marta, rogai por nós!

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– Viva São Tiago Maior

Para os católicos, dia de festa! Dia de celebrar São Tiago, um dos 12 apóstolos; aquele que evangelizou até a Europa. Na Espanha, costuma-se fazer o místico Caminho de Santiago de Compostela (que hoje deve estar lotado). Porém, a melhor comemoração é fazer uma boa oração e celebrar a Eucaristia.

Extraído de: http://is.gd/kiOevy

DIA DE SÃO TIAGO

Hoje é dia de São Tiago, dito o “maior”, era filho de Zebedeu e Salomé (Mc 15,49; cf Mt 27,56) e irmão mais velho de João, o evangelista, com quem foi chamado entre os primeiros discípulos por Jesus e foi solícito em segui-lo (Mc 1,19s; Mt 4,21s; Lc 5,10). É sempre colocado entre os três primeiros Apóstolos (Mc 3, 17; Mt 10,2; Lc 6,14; At 1,13). Pronto e impetuoso de caráter, figura entre os prediletos do Mestre, como o irmão, Pedro e André. Assiste à cura súbita da sogra de Pedro (Mc 1,29-31), à ressurreição da filha de Jairo (Mc 5, 37-43; Lc 8, 51-56), à transfiguração de Jesus no Tabor (Mc 9,2-8; Mt 17, 1-8; Lc 9, 28-36); com os outros três interroga Jesus sobre os tempos precursores do fim (Mc 13, 1-8). depois, com Pedro e João, é chamado por Jesus a vigiar no Getsêmani (Mc 14, 33s; Mt 26, 37s). Visou com ambição aos primeiros postos no reino, garantindo estar pronto para tudo, e suscitou a reação dos demais apóstolos e a advertência de Jesus no sentido de outro primado: o do serviço e do martírio (Mc 10, 35-45; Mt 20,20-28). A profecia que então Jesus lhe fez, prenunciando que haveria de “beber com ele o cálice do sacrifício”, realizou-se plenamente ao ser Tiago o primeiro dentre os Apóstolos a dar sangue pelo Senhor, tendo sido decapitado por Herodes Agripa I, durante as festas pascais, em 42-43 (At 12, 1-2). Segundo uma antiga tradição, teria sido o evangelizador da Espanha. A partir do Séc. IX, são Tiago teve um culto extraordinário em Compostela, Espanha, a qual o teve como protetor de sua fé e liberdade contra os mouros. Esse santuário tornou-se para a Europa um dos maiores lugares de peregrinação na Idade Média e depois.

ORAÇÃO A SÃO TIAGO

Apóstolo Santiago, escolhido entre os primeiros, tu foste o primeiro a beber do cálice do Senhor, e és o grande protetor dos peregrinos; fazei-nos fortes na fé e alegres na esperança, em nosso caminhar de peregrinos seguindo o caminho da Vida de Cristo e alenta-nos para que finalmente, alcancemos a glória de Deus Pai. Assim Seja.

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– Maria e a Arca da Aliança

Ouvi (não vi a foto) que circula um retrato da Virgem Maria sobre a Arca da Aliança, tirada aqui na Paróquia de São João Bosco. Algum efeito de luz / sombra / ou algo assim fez com que a Santíssima Mãe de Deus aparecesse num fenômeno a ser explicado.

Se sim, qual o fato espetaculoso? Como bem disse nosso pároco Padre Agnaldo, não seria surpresa, já que sabidamente, “onde o Filho está sua Mãe o acompanha”.

Maravilhosa tal reflexão, inspirada, sem dúvida, pelo Espírito Santo!

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– Santa Maria Madalena, Prostituição e Conversão

Neste dia 22, celebra-se o Dia de Santa Maria Madalena, protetora das prostitutas!

Calma, você não leu errado: no Catolicismo, é ela quem está na Comunhão dos Santos e intercede com carinho especial a Jesus para a conversão dessas mulheres.

Mas de onde veio essa crença?

Diz-se que a venda do corpo por favores sexuais é a atividade profissional mais antiga do mundo. Na Bíblia, há vários relatos de mulheres pecadoras envolvidas em prostituição. Entre elas, supostamente, fora Maria, nascida em Magdala, uma das mulheres mais engajadas na Evangelização e apóstola de Cristo.

Nos Evangelhos não há explicitamente a menção de que Maria Magdalena fora prostituta. Mas a Tradição Católica crê que a mulher à beira do apedrejamento por se prostituir e que foi salva por Jesus era ela. Recordando: naquele tempo, o crime de prostituição era punido com apedrejamento em praça pública pelos judeus, embora, para o homem, nada acontecia. Uma mulher – e acredita-se que seria Maria de Magdala – foi pega e, na iminência de ser morta, apareceu Jesus que diz à multidão:

Quem de vós não tiver pecado, que atire a primeira pedra”.

Dito isso, a multidão desencorajou-se e foi embora. E à mulher, Cristo diz:

Ninguém te condenou? Pois eu também não te condeno. Levante-se, vai, e não peque mais”.

Dessa forma, a prostituta se arrependeu dos pecados e se converteu. Passou a seguir Jesus e tornou-se discípula, tendo sido ela a testemunhar pela 1a vez a Ressurreição de Nosso Senhor, quando iria cuidar do corpo e encontrou o Sepulcro vazio.

Conta-se que Maria Madalena morreu em Eféseo (comunidade grega) evangelizando. Nos últimos anos, estórias cinematográficas como “O Código da Vinci” disseminaram o conto de que Maria Madalena casou-se com Jesus Cristo e com ele teve filhos.

O importante de tudo isso é: o processo de conversão! Alguns mudam de vida após uma experiência de amor; outros, à beira da dor. O certo é que algumas casas de apoio às prostitutas costumam levar o nome daquela que se converteu: Maria de Magdala. E ao contrário do que muitos pensam sobre “as mulheres de vida fácil” (que de fácil não tem nada), a maioria delas não quer se ultrajar em tal situação e precisa de AMPARO para o recomeço.

– Santa Maria Madalena, rogai por nós e por todas as mulheres que se humilham sexualmente para a sobrevivência. Amém.

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– Festa de Nossa Senhora do Carmo

Hoje é um dia de festa para a comunidade católica. É dia de uma das mais magníficas manifestações marianas: a de Maria, Nossa Senhora do Carmo.

Compartilho a história devocional, oração e curiosidades desta invocação a qual sou devoto.

Extraído de: http://www.basilicadocarmocampinas.org.br/devocao_historia.htm

NOSSA SENHORA DO CARMO

No dia 16 de julho, celebra-se na Igreja Católica, a memória de Nossa Senhora do Carmo, um título da  Virgem Maria que remonta ao século XIII, quando, no monte Carmelo, Palestina, começou a formar-se um grupo de eremitas. Estes, querendo imitar o exemplo do profeta Elias, reuniram-se ao redor de uma fonte chamada “fonte de Elias”, e iniciaram um estilo de vida que, mais tarde, se estenderia ao mundo todo. Devido ao lugar onde nasceu, este grupo de ex-cruzados e eremitas foi chamado de “carmelitas”. A história nos assegura que os eremitas construíram também uma pequena capela dedicada à Nossa Senhora que, mais tarde, e pela mesma circunstância de lugar, seria chamada de “Nossa Senhora do Carmo” ou ” Nossa Senhora do Carmelo”. Os carmelitas viram-se obrigados a emigrar para a Europa, para continuar a própria vida religiosa e lutar por seu espaço entre as várias ordens mendicantes. O título de Nossa Senhora do Carmo está unido ao “símbolo do escapulário”.

A presença de Maria com o nome de Nossa Senhora do Carmo foi se espalhando por toda a Europa, e esta devoção foi levada para a América Latina, na primeira hora da evangelização. É difícil encontrar uma diocese latino-americana que não tenha, pelo menos, uma igreja dedicada a Nossa Senhora do Carmo. Não somente são igrejas matrizes ou catedrais dedicadas a Maria, sob o título de Nossa Senhora do Carmo, mas também lugarejos, capelas, oratórios etc. Isso prova como esta devoção saiu dos âmbitos restritos dos conventos carmelitanos e se tornou propriedade do povo e da Igreja Universal, como diz o Papa João Paulo II, em sua carta dirigida aos Superiores Gerais do “Carmelo da Antiga Observância e do Carmelo Descalço”.

Esta devoção, enraizada no coração do povo, está sendo resgatada, e os devotos de Nossa Senhora do Carmo aumentam cada vez mais.

Texto: Cônego Pedro Carlos Cipolini – Doutor em Teologia (Mariologia); professor titular da PUC–Campinas; membro da Academia Marial de Aparecida

16 de julho

Nossa Senhora do Carmo

(memória facultativa)

A festa da Padroeira da Ordem Carmelita foi, inicialmente, a da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria, a 15 de agosto. Entretanto, entre 1376 e 1386, surgiu o costume de celebrar uma festa especial em honra de Nossa Senhora, para comemorar a  aprovação da regra pelo Papa Honório III, em 1226. Esse costume parece ter-se originado na Inglaterra. E a observância da festa foi fixada para o dia 16 de julho, que é também a data em que, segundo a tradição carmelita, Nossa  Senhora apareceu a São Simão Stock e lhe entregou o escapulário. No início do século XVII, ela se transformou em definitivo na “festa do escapulário”, e logo começou a ser celebrada também fora da Ordem e, em 1726,  espalhou-se por toda a Igreja do Ocidente, por obra do Papa Bento XIII. No próprio da missa, o dia não se faz menção do escapulário ou da visão que teve São Simão; porém, ambos os fatos são mencionados nas leituras do segundo noturno das Matinas. E o escapulário de Nossa Senhora é mencionado no prefácio especial usado pelos carmelitas, nesta festa.

A ordem dos carmelitas, uma das mais antigas na história da Igreja, embora considere o profeta Elias como o seu patriarca modelo, não tem um verdadeiro fundador, mas tem um grande amor: o culto a Maria, honrada como a Bem-Aventurada Virgem do Carmo. “O Carmo – disse o cardeal Piazza, carmelita – existe para Maria e Maria é tudo para o Carmelo, na sua origem e na sua História, na sua vida de lutas e de triunfos, na sua vida interior e espiritual”. Elias e Maria estão unidos numa narração que tem sabor de lenda. Refere o livro das instituições dos primeiros monges: “Em  lembrança da visão que mostrou ao profeta a vinda desta Virgem sob a figura de uma pequena nuvem que saia da terra e se dirigia para o Carmelo (cf. 1Rs 18,20-45), os monges, no ano 93 da Encarnação do Filho de Deus, destruíram sua antiga casa e construíram uma capela sobre o monte Carmelo,  na Palestina, perto da fonte de Elias em honra desta primeira Virgem voltada a Deus.

Expulsos pelos sarracenos no século XII, os monges que haviam entretanto recebido do patriarca de Jerusalém, santo Alberto, uma regra aprovada em 1226 pelo Papa Honório III, se voltaram ao Ocidente, e aí  na Europa fundaram vários mosteiros, superando várias dificuldades, nas quais, porém, puderam experimentar a proteção da Virgem. Um episódio em particular sensibilizou os  devotos: “Os irmãos suplicavam humildemente a Maria que os livrasse das  insídias infernais. A um deles, Simão Stock, enquanto assim rezava, a Mãe de Deus apareceu acompanhada de uma multidão de anjos, segurando nas mãos o escapulário da ordem e lhe disse: Eis o privilégio que dou a ti e a todos os filhos do Carmelo: todo o que for revestido deste hábito será salvo”.

Os  críticos consideram espúria, isto é, não autêntica, a bula de João XXIII em que se fala deste privilégio sabatino de ficar livres do inferno e do purgatório no primeiro sábado após a morte, mas muitos papas têm falado disso em sentido positivo. Numa bula de 11 de fevereiro de 1950, Pio XII convidava a “colocar em primeiro lugar, entre as devoções marianas, o escapulário que está ao alcance de todos”: entendido como veste Mariana, esse é de fato um ótimo símbolo da proteção da Mãe celeste; enquanto sacramental, extrai o seu valor das orações da Igreja e da confiança e amor daqueles que o usam.

Nossa Senhora do Carmo e o Escapulário

Fonte: Maria do Carmo Hakim Silva

Artigo extraído do jornal “Jesus te Ama”, edição de julho/2007,

publicação da “Comunidade de Aliança Jesus te Ama”.

A palavra Carmo corresponde ao Monte do Carmo ou Monte Carmelo, que significa Jardim, na Palestina (Terra Santa). Uma montanha com 25 quilômetros de comprimento e 12 de largura. A ordem dos carmelitas venera com muito carinho o profeta Elias, considerado seu patriarca modelo, e a Virgem Maria, venerada com o título de Bem-Aventurada Virgem do Carmo.
Um livro muito antigo da ordem comenta a visão de Elias mostrando a Virgem dirigindo-se ao Monte Carmelo, em forma de uma nuvem que saía da terra. (I Reis 18:20,41).  Os monges, no ano 93 d.C., construíram no Carmelo uma capela à Virgem. Aquela região, na época, estava sob disputa entre as populações locais pelo domínio da região, e os monges foram expulsos de lá, no século 13.

Quando foram expulsos,  espalharam-se pelo Ocidente e fundaram vários mosteiros. Pouco tempo depois, em 1226, os carmelitas apresentam o pedido de aprovação do papa Honório III, que o concede oficialmente pela Igreja Católica de Roma.

Novas perseguições os cristãos sofrem em 1235. Desta vez, os carmelitas dividem-se em dois grupos: Os que permaneceram no Monte Camelo: estes foram massacrados e o mosteiro incendiado, e os que se refugiaram na Sicília, em Creta, na Itália e Inglaterra no ano de 1238; lá fundaram o Mosteiro de Aylesford; também não foram aceitos pelos religiosos e eclesiásticos.

Para os religiosos ingleses, esta seria mais uma comunidade no meio de tantas outras, e também o modo de vida que levavam não condizia com os costumes locais: levar uma vida monástica dentro de uma cidade inglesa. Preocupado com as hostilidades sofridas naquele momento, o prior dos Carmelitas, Simon Stock, considerado pela devoção e amor à Mãe do Carmelo, na noite de 16 de julho de 1251, em oração fervorosa à Virgem Maria, pede por ajuda e proteção, rezando:

“Flor do Carmelo, vide florida.
Esplendor do Céu.
Virgem Mãe incomparável.
Doce Mãe, mas sempre Virgem,
Sede propícia aos carmelitas,
Ó Estrela do Mar.”

Uma visão do frade carmelita Simão Stock mostrava a Virgem Maria cercada de anjos, segurando nas mãos o escapulário da ordem e dizendo: “Recebe, meu filho, este Escapulário da tua Ordem, como sinal distintivo da minha confraria e selo do privilégio que obtive para ti e para todos os Carmelitas. O que com ele morrer, não padecerá o fogo eterno. Este é um sinal de salvação, uma salvaguarda nos perigos e prenda de paz e de aliança eternas”.

Vem daí a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo.

O que é o escapulário?

A palavra escapulário vem do latim “escapula” que significa armadura, proteção. A função do escapulário na história da Igreja é muito parecida com a do rosário, constituindo-se numa das mais antigas e populares formas de devoção à Virgem Maria.

O uso do escapulário é um sinal de confiança em Nossa Senhora, para que ela cubra de graças aquele que o usa e o proteja de todos os perigos espirituais e corporais. O escapulário do Carmo é um sacramental, quer dizer, segundo o Concílio Vaticano II, “um sinal sagrado, segundo o modelo dos sacramentos, por meio do qual se significam efeitos, principalmente espirituais, obtidos pela intercessão da Igreja”.

O escapulário é um sacramental, ou seja, uma realidade visível, que nos conduz a Deus, com sua graça redentora, seu perdão e promessas. Santa Tereza (reformadora da Ordem das freiras carmelitas juntamente com São João da Cruz) dizia que portar o escapulário era estar revestido com o hábito de Nossa Senhora.

Setenta anos mais tarde, aparece a Virgem ao Papa João XXII, confirma esta promessa e acrescenta outra, chamada a do privilégio sabatino, em que, mediante determinadas condições, a alma do confrade Carmelita será livre do Purgatório se lá estiver, no sábado a seguir à sua morte.

Os Soberanos Pontífices consideram como pertencentes à Ordem do Carmo, todos os que recebem o seu escapulário. Para que todos possam usufruir as graças inerentes ao Escapulário, Sua Santidade, o Papa PIO X, em 16 de Dezembro de 1910, concedeu que o Escapulário, uma vez imposto, pudesse ser substituído por uma medalha que tenha de um lado Nossa Senhora sob qualquer invocação (Carmo, das Dores, da Conceição, de Fátima etc.) e do outro lado, o Coração de Jesus, e benzida com o simples sinal da cruz, na intenção de substituir este Escapulário.

Em 28 de Janeiro de 1964, o Papa Paulo VI concedeu ainda que todos os Sacerdotes pudessem impor o Escapulário e substituí-lo pela respectiva medalha, pois até aí era um privilégio dos Padres Carmelitas e de outros Sacerdotes que o pedissem à Santa Sé, e nisto se mostra o desejo da Santa Igreja de que todos o tragam.

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– Crendices e Mêmes desnecessários

No Catolicismo, não existe dualidade de forças equitativas entre o bem e o mal. O bem é infinitamente superior ao mal. Deus não se iguala em forças com o Diabo.

Entretanto, gente de fé frágil, simplória e supersticiosa, muitas vezes cria correntes virtuais na Internet. Das mais bobinhas às mais complexas, confundem a cabeça das pessoas.

A criatividade abunda e custa crer que seja inspirada pelo Espírito Santo. O conhecido Padre Zezinho abordou esse tema com tal imagem abaixo e a reflexão:

Certas postagens merecem um estudo. Será que quem postou isso pensou no que disse? Será que o Céu lhe revelou isso?” 

Pois é. Desde quando digitar AMÉM no Facebook virou fórmula mágica? E tem quem acredite…

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