– Somos todos Desonestos ou Não?

A Revista Época, em uma edição antiga, trouxe uma interessantíssima matéria, intitulada Somos todos um pouco trapaceiros, por Daniel Venticinque. Nela, se discute o livro “A mais pura verdade sobre a desonestidade”, do psicólogo israelense Dan Ariely.

O livro recém lançado fala sobre o fato de todas as pessoas terem uma queda, em certo momento da vida, para a desonestidade. E a culpa vem das situações cotidianas, que trazem naturalmente à tona esse defeito humano. Seriam 5 fatores para a desonestidade e outros 5 para a honestidade. Abaixo:

5 FATORES QUE NOS FAZEM TRAPACEAR DEMAIS

1- CAIR NA PIRATARIA: as pessoas que usam produtos falsificados tendem a ser mais desonetas em outros aspectos da vida. O sucesso desse pequeno deslize nos torna propenso a arriscar deslizes maiores.

2- SER MALTRATADO: para quem sente que não foi respeitado, a desonestidade pode ser uma revanche. Quem não é bem tratado por um vendedor raramente devolve o dinheiro se ele errar o troco para mais.

3- DAR ASAS À CRIATIVIDADE: além de ter uma tendência a questionar regras, as pessoas cujas profissões exigem criatividade são melhores para inventar desculpas e para bolar maneiras de desobedecer às leis.

4- FAZER O BEM PARA OUTROS: quando o desonesto beneficia outros além do trapaceiro, trapacear fica ainda mais fácil. O mal-estar da trapaça é compensado pela sensação de fazer o bem.

5- LIDAR COM VALORES VIRTUAIS: ver alguém cometer um ato desonesto aumenta muito as chances de fazermos o mesmo naquela situação. É a regra do “todo mundo faz”, que já entrou para o folclore da política brasileira.

5 ATITUDES QUE NOS TORMAM MAIS HONESTOS

1- DAR SUA PALAVRA: É antiquado, mas funciona. Assinar um temo de responsabilidade ou se comprometer a seguir um código de ética é um bom lembrete mental para evitar a tentação da trapaça.

2- TER FÉ: discursos e símbolos religiosos nos tornam menos propensos à trapaça, por estar associados à boa conduta. Não é por acaso que a música gospel é pouco atingida pela pirataria.

3- CRIAR UMA CULTURA DE HONESTIDADE: quando a desonestidade é malvista e há poucos maus exemplos maus exemplos a seguir, trapacear fica mais difícil. Isso explica por que a trapaça é mais difundida em alguns países.

4- MANTER A TRANQUILIDADE: como a trapaça é uma tendência natural, ser honesto exige esforço. Evitar o cansaço mental ajuda a manter a compostura diante de uma oportunidade de trapacear.

5- CONTRATAR FISCAIS DESINTERESSADOS: Trapaceamos menos quando somos fiscalizados. Mas os fiscais precisam ser isentos. Quanto maior o contato deles com quem fiscalizam, maiores as chances de que todos caiam na trapaça.

E aí: concorda com eles ou não? Deixe seu comentário:

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– Elton John e suas Bobagens Gratuitas

Admiro a produção artística de Elton John e sua luta contra a homofobia. Mas seus pronunciamentos são polêmicos. Leio uma entrevista dele onde afirma categoricamente que Jesus Cristo era gay (e não é fake news…).

Para quê falar uma bobagem desta, polemizar e criar mal-estar? Repúdio total à sua declaração, mesmo respeitando sua crença. A fim de defesa de seus ideais, não precisa dizer algo que sabidamente não existe ou é.

Abaixo, extraído de: IG (clique aqui para a citação)

ELTON JOHN AFIRMA QUE JESUS ERA GAY

Uma entrevista de Elton John à revista americana Parade promete botou fogo na mídia. A revista chegou às bancas no domingo (21) e a principal declaração do cantor já caiu na rede. Elton afirmou que Jesus Cristo foi “um homem tolerante, super inteligente e gay, que entendia os problemas humanos”.”Na cruz, ele perdoou as pessoas que o crucificaram. Jesus queria que nós fossemos amáveis e capazes de perdoar. Eu não sei o que faz as pessoas serem tão cruéis. Tente ser uma lésbica vivendo no Oriente Médio… Seria melhor estar morto”, disse o cantor inglês.

Além das afirmações sobre Jesus, Elton também falou de seu passado e os envolvimentos com drogas e com homens mais novos. Até encontrar David Furnish, com quem se casou em 2005, Elton tinha o hábito de namorar rapazes desocupados. “Eu sempre escolhia alguém mais novo. Queria levá-los para conhecer o mundo, educá-los. Dava relógios, roupas de Versace, carros. Eles não trabalhavam. Dependiam de mim”.

Elton também falou sobre a fama e as mortes de John Lennon, Michael Jackson, Gianni Versace e a Princesa Diana. “Dois deles foram mortos na porta de casa. Nada disso teria acontecido se não fossem famosos. Fama atrai lunáticos”.

– Universidades se preocupam com os Transtornos Mentais dos Estudantes

Pressão da sociedade, insensibilidade dos docentes e despreparo dos alunos: alguns problemas que estão fazendo as universidades se preocuparem com a saúde mental dos estudantes.

Sobre esse sério problema, extraído de: http://uol.com/bbkh78

TRANSTORNOS MENTAIS ENTRE JOVENS PREOCUPAM UNIVERSIDADES

A euforia sentida por Evair Canella, 25, ao entrar em Medicina na Universidade de São Paulo (USP) se transformou em angústia e tristeza. Ao encarar a pressão por boas notas, a extenuante carga horária de aulas, as dificuldades financeiras para se manter no curso e os comentários preconceituosos por ser gay, ele foi definhando. “Tinha muitas responsabilidades, com muitas horas de estudo.” Em maio, no 4.º ano do curso, foi internado no Instituto de Psiquiatria da USP, com depressão grave. Ficou lá durante um mês e segue com antidepressivos e acompanhamento psicológico.

Situação parecida viveu a estudante de Engenharia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Bárbara (nome fictício), de 21 anos, que trancou a matrícula após desenvolver um quadro de ansiedade e depressão que a levou à automutilação e a uma tentativa de suicídio no fim de 2016. Ela passou por tratamento, mudou de cidade e de faculdade, e retomou em agosto os estudos.

Relatos como esses se tornaram cada vez mais frequentes e mobilizam universidades e movimentos estudantis a estruturar grupos de prevenção e combate aos transtornos mentais. As ações, para oferecer ajuda ou prevenir problemas como depressão e suicídio, incluem a criação de núcleos de atendimento mental, palestras e até o acompanhamento de páginas dos alunos nas redes sociais.

Dados obtidos pelo Estado por meio da Lei de Acesso à Informação dão uma ideia da gravidade do problema. Apenas na UFSCar, foram 22 tentativas de suicídio nos últimos cinco anos. Nas universidades federais de São Paulo (Unifesp) e do ABC (UFABC), cinco estudantes concretizaram o ato no mesmo período. Mapeamento feito pela UFABC mostrou que 11% de seus alunos que trancaram a matrícula em 2016 o fizeram por problemas psicológicos.

A falta de compreensão de parte dos docentes é uma das principais queixas. “Alguns parecem ter orgulho em pressionar, reprovar”, conta Bárbara.

O psicólogo André Luís Masieiro, do Departamento de Atenção à Saúde da UFSCar, diz que a busca por auxílio psicológico está frequentemente ligada à exigência constante que se faz dos jovens. “Sem dúvidas há um aumento do fenômeno da depressão em universitários. A ameaça do desemprego e do fracasso profissional são fatores desencadeantes de depressão.”

A UFSCar informou ainda que, entre outras iniciativas, distribuiu cartilha de práticas de acolhimento em saúde mental para docentes e funcionários que recebem alunos em situação de sofrimento psicológico.

Para combater o problema, instituições tentam, aos poucos, se aproximar dos alunos. Na Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, são estratégias a indicação de professor mentor para quem teve mudança repentina no rendimento acadêmico e a participação de grupos estudantis nas redes sociais.

Na Federal de Minas Gerais (UFMG), foram criados neste ano dois núcleos de saúde mental, após dois suicídios entre alunos. Até então, só a Medicina tinha atendimento do tipo. “Se um fato já aconteceu, é sinal de que falhamos no processo”, diz a vice-reitora Sandra Almeida.

Já a Federal da Bahia (UFBA) criou, também em 2017, programa para prevenir e ajudar alunos, principalmente os de baixa renda. “Os cotistas sofreram rejeição, até mesmo de alguns professores”, diz o psicanalista e assessor da UFBA Marcelo Veras.

MOBILIZAÇÃO

Alunos também têm criado grupos para auxiliar colegas e sensibilizar as instituições. A principal iniciativa do tipo foi a Frente Universitária de Saúde Mental, criada em abril por alunos de instituições públicas e privadas de São Paulo.

O movimento surgiu após tentativas de suicídio na Medicina da USP. “Eram muitos alunos com esgotamento, sem acompanhamento adequado, e percebemos que isso não era particularidade da Medicina”, conta a aluna do curso Karen Maria Terra, de 23 anos, da Frente. Eles organizaram, em junho, uma semana de palestras para abordar questões sobre a saúde mental. A página do grupo no Facebook tem 27 mil seguidores.

Alunos da Veterinária da USP também criaram uma página no Facebook para desabafar. “Com o tempo, começaram a aparecer relatos de problemas de saúde e, este ano, o que mais tem é depressão e ansiedade”, diz Bianca Cestaro, 30.

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– Martin Luther King Jr: 50 anos da sua morte!

Hoje se recorda 50 anos do assassinato do pacifista e defensor do direito dos negros, Martin Luther King Jr.

Que seu legado não tenha sido em vão!

Sobre ele, um material muito bom disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2018/04/legado-de-martin-luther-king-resiste-mas-nao-dissipa-racismo.shtml

LEGADO DE MARTIN LUTHER KING RESISTE, MAS NÃO DISSIPA RACISMO

Movimentos como Black Lives Matter carregam bandeira de líder civil assassinado há 50 anos

por Silas Martí, de Atlanta

No jardim do museu dedicado à memória de Martin Luther King, alto-falantes tocam sem parar a gravação do último discurso do líder negro. “Eu vi a terra prometida. Talvez não chegue até lá com vocês, mas quero que saibam que nós, como um povo, chegaremos à terra prometida.”

King disse essas palavras um dia antes de seu assassinato. Em 4 de abril de 1968, ele foi baleado na sacada de um hotel em Memphis, uma das muitas cidades então segregadas no sul dos EUA.

Um único disparo calou para sempre o líder do levante dos negros contra o ódio racial num pedaço do país que relutava —e, muitos dizem, ainda reluta— em superar suas raízes escravocratas.

Mas suas palavras ainda ecoam meio fantasmagóricas por seu mausoléu em Atlanta, no estado sulista da Geórgia, onde nasceu, e na igreja onde ele pregava bem ao lado, que recebem hordas de visitantes com o áudio pedregoso de seus velhos sermões.

“Quando ouvimos a voz dele, alguma coisa acontece”, dizia Jared Sawyer, um jovem pastor que trabalha no museu de King, ao entrar na antiga igreja. “Toda vez que ponho os pés nesse santuário, sinto a aura de King. O espírito dele continua vivo aqui.”

Mas o que ele chama de aura não envelheceu bem. Enquanto turistas fazem selfies diante de estátuas de líderes do movimento pelos direitos civis, ativistas mais velhos e jovens que se juntaram à luta se queixam de que a situação dos negros só se deteriorou.

“O que havia na época era a segregação legalizada. Hoje, vivemos a segregação dissimulada”, diz Gerald Durley, um pastor aposentado que ainda ostenta no peito a medalha dourada dos que marcharam com o líder. “Vivemos num momento assustador.”

Ele se lembra do dia em que viu pela TV a notícia da morte de King e conta que outros líderes do movimento na época ficaram sem rumo, como os apóstolos sem Cristo.

Mas o erro na luta pelos direitos civis, na visão dele, foi ter posto King num pedestal e ter perdido o fôlego depois das primeiras conquistas, como a garantia do direito ao voto para cidadãos negros e o fim da segregação racial nos lugares públicos.

“Ficamos acomodados, satisfeitos com os louros de vitórias passadas”, concorda Charles Steele, o atual presidente da Conferência de Lideranças Cristãs do Sul, grupo ativista fundado por King.

“Nada avançou em 50 anos, é uma vergonha. E o que mudou foi só cosmético. Diria que estamos até numa situação pior agora do que no dia do assassinato do doutor King. Estamos regredindo.”

Em seu escritório no centro de Atlanta, a quadras da igreja de King, Steele listou ainda uma série de indicadores sociais de negros em relação a brancos, tentando provar que muito pouco mudou.

“Tudo mudou para ficar igual”, diz Vicki Crawford, uma estudiosa de Martin Luther King que dá aulas na Morehouse, universidade onde ele estudou. “Os paralelos entre agora e a época dele são assustadores. São assuntos não resolvidos desde então.”

Essa situação, segundo Crawford e outros analistas, foi se agravando desde a eleição de Barack Obama, há dez anos. A ascensão do primeiro presidente negro à Casa Branca teria detonado uma onda de ódio racial que se acirrou com Donald Trump.

NEGROS MORTOS

O recrudescimento desse levante racista se tornou inquestionável diante do assassinato de uma série de jovens negros alvejados por policiais brancos nos últimos anos —o último deles foi Stephon Clark, morto com oito tiros, a maioria nas costas, há duas semanas na Califórnia.

“Matar rapazes e homens negros, na cabeça dos supremacistas, é como atirar em Obama”, compara Anthony Motley, ativista em Atlanta. “É a reação ao surgimento de uma América marrom.”

E esse país cada vez menos branco —e mais violento— parece estar se tornando indigesto para uma parcela da população que se esforça em manter seus privilégios ainda associados à cor da pele.

“O que está em jogo é o privilégio branco. É uma espécie de tribalismo nativista, que Trump observou e usou para chegar à Casa Branca”, diz Raphael Warnock, pastor hoje no comando da Ebenezer, a igreja de King. “Brancos sozinhos já não conseguem eleger um presidente.”

Esse dado demográfico turbina esforços atuais para registrar eleitores negros antes das eleições parlamentares de novembro deste ano. Warnock, por exemplo, liderou um esforço na igreja para cadastrar 250 mil eleitores.

Nada longe dali, em Sweet Auburn, o histórico bairro negro de Atlanta, um encontro organizado por outras congregações tentava motivar essa parcela do eleitorado, que muitos dizem sofrer de um desencanto com a política.

Diante da sala lotada, Cassandra Kirk, a primeira juíza negra apontada para a magistratura na Geórgia, explicava a importância do voto. “Essas são coisas que mexem com a vida de vocês”, dizia ela. “Quem ocupar o meu cargo daqui em diante vai indicar mais 30 juízes no estado.”

O esforço para garantir a voz negra nas urnas —59,6% dos negros contra 65,3% dos brancos votaram para presidente há dois anos— também reflete a sensação de perseguição que muitos dizem sentir na relação com o governo.

Numa associação de combate à discriminação racial no mesmo bairro, os telefones não param de tocar com pedidos de ajuda. Uma secretária atende um atrás do outro no viva-voz: uma mulher se diz perseguida por carros da polícia, um homem negro relata ameaças por se envolver com uma mulher branca.

Em frente à sede do governo em Atlanta, onde participava de uma manifestação para barrar a aprovação de uma lei que daria ainda mais poder à polícia durante revistas, um dos líderes do Black Lives Matter tentou resumir a nova atitude das autoridades.

“A nova Ku Klux Klan veste farda azul”, comparava Dre Propst. “Estão nos matando no meio da rua. Tenho medo sempre que eu saio de casa.”

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– Em defesa da Cidadania e pelas Mulheres: o Projeto “Mete a Colher”

Nesses dias tão sofridos para o sexo feminino, onde o desrespeito tem-se feito maior, uma iniciativa louvável: o Projeto “Mete a Colher”, que trabalha com as mulheres vítimas de violência doméstica.

Compartilho esse vídeo com os detalhes,

Em: http://g1.globo.com/pernambuco/videos/v/projeto-mete-a-colher-reune-voluntarias-para-ajudar-mulheres-vitimas-de-violencia/5211026/

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– A triste história da UTI Neo Natal com formigas sobres os bebês!

Vergonha!

Em Minas Gerais, o descaso das autoridades na área de saúde revolta. Formigas andam nas incubadoras dos recém-nascidos!

Onde é que esse país vai chegar…

Extraído do “O Estado de Minas”,
em: https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2018/03/26/interna_gerais,946829/video-mostra-formigas-em-bebe-no-cti-de-maternidade-em-bh.shtml

FORMIGAS INVADEM CTI DE MATERNIDADE EM BELO HORIZONTE E ANDAM SOBRE BEBÊS

Imagens em vídeo foram gravadas por funcionário da unidade e denunciadas pela Asthemg. Fhemig informou que intensificou dedetização no local

Por Cristiane Silva, Simon Nascimento e Benny Cohen

Um vídeo gravado por um funcionário da Maternidade Odete Valadares, em Belo Horizonte, mostra uma infestação de formigas em incubadoras, sondas de oxigênio e em cima de bebês no Centro de Terapia e Tratamento Intensivo (CTI) neonatal da unidade.

A denúncia foi feita pela Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais (Asthemg).
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Nas imagens, vê-se a infestação das formigas na cabeça de um dos recém-nascidos, nos tubos de oxigênio e nos acessos para injeção de medicamento. O CTI neonatal é destinado à crianças prematuras e em tratamento de alguma enfermidade.

Em nota, a Asthemg condenou a presença dos insetos nos leitos dos bebês e disse que a situação é resultado “da negligência da administração do hospital com o cuidado dos pacientes”.

Ainda conforme a associação sindical, a situação vem se repetindo e já foi denunciada à direção do hospital anteriormente. O Estado de Minas tentou contato com a diretoria da Asthemg, para esclarecer as denúncias, mas os diretores não atederam as ligações até a publicação desta matéria.

A Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), responsável pela administração da maternidade, informou que investiga a presença de formigas no salão do CTI neonatal e uma dedetização foi programada para o local.

Sobre a reclamação de reincidência dos problemas, a Fhemig informou que notificou a empresa responsável por realizar a dedetização na maternidade anteriormente, e os técnicos deverão retornar à unidade para aplicação de “formicida mais potente”.

Enquanto a sala em que as formigas foram encontradas passa por operações de limpeza, os bebês foram levados para outros leitos. O recém-nascido que aparece nas imagens, segundo a Fhemig, está bem, mas segue no CTI.

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– Dia de Colaborar!

Mais uma oportunidade em estar feliz: hoje é dia da nossa costumeira doação de sangue e seus derivados no Banco de Sangue, visando incentivar a Solidariedade através do Voluntariado.

Já conversamos outras vezes sobre tal ato: a busca da cidadania e de ajudar àqueles que não podem agradecer. Doar Sangue, Plaquetas ou Hemoderivados quaisquer é importante para a saúde do seu corpo (afinal, você deve se policiar para estar tudo em ordem), da mente (tranquiliza-se por ajudar alguém) e da alma (a prática desinteressada do bem).

Faça a sua parte, abrace essa importante bandeira. Em especial, ajude seu próximo à conscientização da doação de sangue.

– Um Mundo Indesejado

Há anos, ocorreu o forte terromoto que vitimou milhares de pessoas no paupérrimo Haiti. A notícia é vencida. O povo já sofrido ainda luta para sobreviver. Mas o modo de vida da população é algo que assusta tanto quanto a tragédia. Leio no portal Terra a entrevista do enviado especial do site, Francisco de Assis, com a embaixatriz do Brasil no Haiti. É triste, assustadora, e desanimadora.

Como imaginar a vida das mulheres, num país em que elas engravidam sistematicamente, pois é o único período em que não apanham do marido? Como viver num local onde a mortalidade infantil beira 50%? A chance de uma criança nascer viva (isso não quer dizer saudável) é a mesma dela nascer morta.

Compartilho, extraído de: Terra (clique no link para citação)

HAITIANAS ENGRAVIDAM PARA PARAR DE APANHAR

Diante do caos que marca a rotina de Porto Príncipe, a embaixatriz do Brasil no Haiti conta detalhes dos bastidores do país após o terremoto do último dia 12. Em entrevista ao Terra, Roseana Teresa Aben-Athar Kipman relatou o alto índice de mortalidade infantil, a violência contra a mulher e comentou sobre o espírito de luta do povo haitiano, que, mesmo em plena catástrofe, ainda permanece de cabeça erguida.

O desastre
“O que posso dizer é que nos bairros onde os danos pessoais foram menores, menor foi o desastre. Justamente porque quando cai uma placa de zinco na cabeça, o ferimento é muito mais leve do que se cai uma laje de concreto. Então, você cai, faz um galo, levanta e vai embora. Quando uma casa de concreto cai em cima de você, há soterramento.”

Mortalidade Infantil
“A mortalidade infantil no Haiti é de cerca de 45%. As mães são subnutridas. As avós também. Não têm nem leite no peito. Tenho crianças que sequer se sentam. É preciso fazer um trabalho de recuperação de todas elas. Um trabalho a longo prazo.”

Violência contra mulheres
“Os homens engravidam várias mulheres ao mesmo tempo. As mulheres gostam da gravidez porque esse é o único momento em que elas não apanham. Elas vivem apanhando dos maridos, mas quando estão grávidas ficam nove meses sem apanhar. Por isso, quando falamos para as mulheres que elas precisam evitar a gravidez, elas retrucam que é o único momento em que não apanham. É impossível fazer um controle de natalidade no Haiti.”

O abuso contra as crianças
“Não são apenas as mulheres que apanham dos homens. As crianças também sofrem muito com esse tipo de violência. Há uma imposição grande por parte do sexo masculino e isso se reflete em violência. A situação das crianças aqui é sempre ruim. Foi sempre assim. Os pais não tem o mínimo de cuidado com os filhos. Essas crianças que perderam os pais no terremoto vão ter duas alternativas. Ir para orfanatos ou ficar nas ruas e se transformarem em bandidos.

Projetos Sociais
“Nenhuma atividade foi parada. Estamos trabalhando junto com o exército. A diferença é que a gente agora está recolhendo os mortos. Nunca havia recolhido nenhum morto. É o que acontece aqui. Nosso trabalho é excelente. Isso não é o trabalho de um, mas, sim, o trabalho de todos. Ninguém faz um trabalho sozinho.”

Voluntariado
“Eu sou voluntária. Todos são voluntários. Estou aqui porque quero. Se não quisesse estaria em outro lugar, mas cheguei aqui para trabalhar no Haiti e é isso que estou fazendo. Eu trabalho em vários lugares, com vários grupos religiosos. Se não há brasileiro em determinado país, eu não trabalho. Sou embaixatriz do Brasil para cuidar dos brasileiros.”

Segurança
“Ando com dois soldados disfarçados para me dar segurança. Eles ficam à paisana, sem mostrar as armas, mas por baixo das roupas, tenha certeza que estão com um armamento pesado. São os melhores fuzileiros da marinha brasileira. Tenho que andar de carro blindado. As coisas aqui são complicadas. Não é fácil entrar na periferia como as pessoas podem pensar. “

O trabalho na Embaixada
“A Embaixada do Brasil ficará inteira aqui. Mas qualquer um que quiser ir embora poderá. Nós decidimos que vamos ficar. Não vamos tirar os pés do Haiti. Viemos aqui para trabalhar e não vai ser agora, que o Haiti mais precisa da gente, que vamos embora.”

A reconstrução
“Já tem gente tirando pedras entre os escombros para reconstruir as casas. Tivemos um terremoto de 5.3 graus e mesmo assim eles estão trabalhando. Se você parar para pensar, ainda estão acontecendo terremotos aqui. As casas abaladas estão caindo. Mas mesmo assim você vê as praças cobertas por lonas de forma organizada. Foram eles que se organizaram. Eles que estão se arrumando”.

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– A Execução da Vereadora Carioca não pode ser usada como mote demagógico.

Temos que lamentar a morte por execução (se realmente comprovada, e infelizmente parece ter sido) da vereadora Marielli Franco (PSOL-RJ), de história sofrida no Complexo da Maré e ativista feminista. Ao mesmo tempo, tomar cuidado com a forma que está sendo tratado tal fato: leio muitas pessoas escrevendo (e talvez quem mais realçou isso foi o humorista Gregório Duvivier em suas redes sociais e outros espaços que escreve) que ela foi assassinada por ser Negra e Mulher!

Ora, não foi nada disso. Ela morreu pela sua ideologia de defesa aos mais humildes. Se ela fosse Branca ou Homem isso seria amenizado? Claro que não!

Não se pode misturar as coisas aqui: ela é uma vítima, independente da raça ou gênero. Lamentavelmente, querem tirar proveito demagógico desta tragédia de uma maneira inescrupulosa.

Morreu uma pessoa guerreira, lutadora, independente qual seja a cor da pele ou o sexo, pois, claro, só existe uma raça: a humana.

Sobre a história / biografia dela: https://oglobo.globo.com/brasil/da-mare-marielle-franco-chega-camara-como-quinta-mais-votada-20228691

MARIELLE FRANCO

Numa eleição em que Pedro Paulo (PMDB), candidato apoiado pelo partido mais poderoso do Rio e pelo atual prefeito, sucumbiu à denúncia, mesmo arquivada, de ter agredido sua ex-mulher, o debate de gênero também teve peso na maior surpresa na corrida para a Câmara dos Vereadores.

Negra, nascida, criada e ainda moradora da Maré, mãe aos 19 anos, Marielle Franco (PSOL) foi uma candidata de carga simbólica forte demais em sua primeira campanha, ao levantar as bandeiras do feminismo e da defesa da população das favelas. Longe de estar entre as mais cotadas em agosto, sua candidatura virou uma bola de neve nas últimas semanas, e ela atraiu 46 mil eleitores no domingo, tornando-se a quinta mais votada em toda a cidade.

— Para ser sincera, este caso do Pedro Paulo, de se focar tanto na agressão específica a Alessandra (sua ex-mulher), tem até um quê de moralismo. Eu debato o feminismo no sentido mais amplo, de que este governo do PMDB agride as mulheres diariamente, na defasagem de vagas nas creches, no caos do transporte público — diz a vereadora eleita, de 37 anos. — A votação surpreendeu. Acho que havia uma demanda represada muito grande, em especial no debate de gênero.

Marielle é socióloga formada pela PUC, onde ingressou com bolsa integral, e fez mestrado em Administração Pública na UFF. A defesa de uma relação familiar em que o pai tenha responsabilidades iguais às da mãe na tarefa de criar os filhos tem lastro em sua própria experiência com a filha Luyara.

Em 2005, uma de suas amigas mais próximas morreu, vítima de bala perdida, durante um tiroteio entre policiais e traficantes na Maré. O episódio impulsionou seu engajamento na defesa dos direitos humanos e contra ações violentas nas favelas.

Um ano depois, ela fez campanha para Marcelo Freixo se tornar deputado estadual e, desde então, é sua assessora parlamentar. Na Zona Sul, Marielle esteve entre os cinco candidatos mais votados em quase todos os bairros (no Jardim Botânico, foi a segunda). Na zona eleitoral da Maré, foi a quinta.

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– As crianças com HIV nas escolas da Tanzânia!

Chegamos a um tempo onde a falta de noção e desrespeito às condições mínimas de dignidade deveriam ter sido extirpadas do planeta. Mas em algumas nações, o preconceito ridículo ainda ocorre.

Veja só nessa matéria da BBC (http://is.gd/Y4aX5S) a absurda situação: na Tanzânia, país que sofre com a epidemia de Aids, as crianças são obrigadas a se identificarem como portadoras do HIV nas escolas, vestindo-se diferente!

Estúpido, não?

ESCOLAS DA TANZÂNIA OBRIGAM ALUNOS COM AIDS A USAREM UNIFORMES COM ETIQUETA

Ativistas de direitos humanos na Tanzânia denunciaram a prática adotada por algumas escolas de obrigar alunos portadores do vírus HIV a usar etiquetas vermelhas em seus uniformes.

A ativista Rebecca Mshumbusi, diretora de um grupo local que luta pelos direitos dos portadores do vírus HIV, descreveu a prática como um abuso de direitos humanos e disse que é ilegal obrigar uma pessoa a revelar seu estado de saúde.

Diretores de escolas na Tanzânia, porém, defendem a prática. Segundo eles, estudantes com a etiqueta no uniforme são poupados de tarefas mais pesadas, que poderiam prejudicar sua saúde.

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– A Vergonha do reajuste do Alvará em Jundiaí

Insisto neste tema que já escrevi dias atrás e que vejo absurdos maiores ainda: recebi minha anual “Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento” (Alvará, a Taxa que o coitado do comerciante tem que pagar para trabalhar) com reajuste de 43,5%!

Não fui o único. Estou conversando com muita gente revoltada com tal aumento. E, acredite, há comércio que passou de 5.000,00 para mais de 16.000,00! Triplicou como?

A questão é: a Prefeitura do Município de Jundiaí reajusta tudo isso SEM JUSTIFICAR NADA? O país está em crise, as vendas caíram, ninguém tem dinheiro, e de onde surge esse índice inexplicável de aumento? Onde está o maldito indexador que comprova a necessidade de tais realinhamentos? Cadê o critério, a lógica, o entendimento, a justiça?

Como pode?

O mais revoltante é que, ao dar uma lida nas redes sociais, você vê defensores de tucanos (cujo partido está enrolado até o pescoço com os escândalos do Metrô paulistano), discutindo com os petistas (que nada podem falar devido ao Petrolão e Mensalão), somando os militantes do MDB (né, JBS, mala de dinheiro e tantas outras coisas…). Aí você vê gente radical de esquerda e de direita dizendo-se salvação (como se não tivessem apoiado essa gente em vários momentos, fazendo-se de esquecidos).

RIDÍCULO! Eu pago todos os meus impostos com muito sacrifício e em dia – e isso me custa demais, estou todo esfolado – e sou “assaltado” dessa forma? É por isso que o país não vai pra frente: ninguém incentiva o micro-empreendedor, não se fomenta a geração de emprego e se faz o que quer com o dinheiro do contribuinte.

Não era mais fácil a Prefeitura cortar os CC, reduzindo seus custos, ao invés de desforrar no imposto?

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– Dia Internacional da Mulher

Hoje é Dia Internacional da Mulher. Sou meio contra certas comemorações, pois, afinal, deve-se respeitar as mulheres todos os dias, assim como todo dia é dia dos pais, das mães, entre outras datas.

Mas já que existe o simbolismo da data: Feliz Dia das Mulheres!

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– Santa Princesa Isabel, ou uma fraude abolicionista?

A Princesa Isabel, uma das personagens mais importantes da História do Brasil, pode se tornar Santa, devido ao engajamento de um grupo de católicos que defende sua canonização, por ter livrado os negros da escravidão com a Lei Áurea. Porém, outra corrente catolicista, ao contrário, alega que ela assinou a abolição apenas por formalidade, pois nunca lutou pela causa.

Santa ou Não?

Entenda o curioso caso, extraído de:

http://istoe.com.br/reportagens/267071_SANTA+PRINCESA+ISABEL+

SANTA PRINCESA ISABEL?

Historiadores e movimento negro questionam projeto para beatificar a responsável por assinar a Lei Áurea, que acabou com a escravidão no País

por João Loes

Na mesa do cardeal arcebispo do Rio de Janeiro, d. Orani João Tempesta, repousa uma indigesta questão que ele está sendo pressionado a resolver. Desde que o pedido de abertura do processo de beatificação da princesa Isabel foi oficialmente apresentado ao religioso, autoridade máxima da Igreja do Rio de Janeiro e única figura com investidura legal para dar início à causa, o cardeal se encontra em delicada situação, acuado entre grupos de católicos. De um lado estão os que defendem com fervor a santificação da princesa, filha de d. Pedro II e signatária da Lei Áurea, liderados pelo escritor e professor curitibano Hermes Rodrigues Nery, um estudioso da família real brasileira. De outro, estão historiadores e parte do movimento negro, que questionam o papel de protagonista de d. Isabel na abolição dos escravos e não querem vê-la num altar de jeito nenhum.

Diante de uma causa de beatificação envolta em polêmica, d. Orani retarda uma resposta sobre o início – ou não – do processo. Alheio às questões políticas, Nery, postulador que pesquisou durante meses documentos em lugares como os arquivos do Museu Imperial de Petrópolis e bibliotecas do Brasil, para levantar detalhes da vida da princesa e preparar sua biografia, pede uma definição. Segundo especialistas ouvidos por ISTOÉ, a causa pela beatificação da princesa até tem força para caminhar, mas uma avalanche de complicadores certamente surgirão durante o processo. Afinal, d. Isabel está longe de ser uma unanimidade.

Há uma representativa corrente de historiadores, por exemplo, que relativizam a atuação da princesa na abolição, tida como um dos principais argumentos de quem defende sua beatificação. “Canonizar d. Isabel a partir do episódio da assinatura da lei de 13 de maio é uma tentativa de reiterar uma memória que silencia sobre o papel do negro na sua própria história”, diz Wlamyra Albuquerque, historiadora, professora-adjunta da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e autora do livro “O Jogo da Dissimulação” (Cia. das Letras, 2009). Com o avanço da causa pela santificação, a importância dos levantes de negros cativos e das lideranças abolicionistas poderia acabar em segundo plano, o que seria, no mínimo, injusto. “A emancipação foi resultado da luta desesperada dos cativos, de suas rebeliões e do ódio aos seus senhores”, afirma a historiadora Mary de Priore, que lança em abril o livro sobre Isabel e seu marido, o conde D’Eu, intitulado “O castelo de papel” (Ed. Rocco, 2013). “Mas na pintura da princesa emancipacionista, tudo era cor-de-rosa como seu palácio em Petrópolis.”

Para os críticos, esse esforço da monarquia em pintar a princesa e suas ações como fundamentais para o fim da escravidão tinha razão óbvia e pouco nobre. Em 1888, a realeza vivia seus últimos momentos em um Brasil já dominado pelos republicanos. Associar-se a uma causa tão popular quanto o abolicionismo era uma das últimas esperanças de dar sobrevida ao regime. Não seria fácil, porém, convencer o povo de que os motivos da coroa para tanto entusiasmo com a abolição eram nobres e legítimos. Afinal, desde 1850, quando a Inglaterra proibiu o tráfico internacional de escravos, a abolição virou assunto corriqueiro no País. Com leis como a do Ventre Livre, de 1871, e dos Sexagenários, de 1885, a causa ganhou ainda mais visibilidade. “Quando chegou 1888, era evidente que insistir na manutenção do regime escravocrata não fazia mais sentido”, afirma Roderick Barman, professor da University of British Columbia (UBC) e autor do livro “Princesa Isabel do Brasil: Gênero e Poder no Século XIX” (Unesp, 2005).

Quando a abolição oficial finalmente veio, ela não era nova nem inesperada. Era quase protocolar. Nesse sentido, era mais fácil o povo suspeitar da demora da realeza em acabar com esse anacronismo – e o Brasil foi o último País no mundo a extingui-lo – do que aceitar que o fim veio graças a uma figura política de pouca ou nenhuma relevância. Até houve celebrações da d. Isabel e homenagens a ela como redentora dos negros, muitas das quais patrocinadas pela casa imperial, que organizou festas, regatas, corridas de cavalo e eventos religiosos para incensar sua figura. Mas quando ela foi exilada, logo foi esquecida, assim como toda sua família.

Para Nery, críticas impiedosas como essas têm origem conhecida. Segundo ele, quem escreveu a história da abolição e do papel da princesa Isabel nesse processo foram historiadores republicanos, pouco interessados em registrar que, no Brasil, o fim da escravidão veio pelas mãos de uma princesa. “E mais, ela não só acabou com o regime escravocrata como negociou para viabilizar uma solução católica para a abolição”, afirma o postulante da causa. “Em vez de ruptura, como se viu nos Estados Unidos ou no Haiti, onde houve violência e derramamento de sangue, ela buscou o reformismo pela via institucional – e conseguiu”, diz. Prova disso seria a Rosa de Ouro que ela recebeu do papa Leão XIII, como reconhecimento pela boa condução dada à questão.

Um prêmio de tamanha importância, jamais concedido a outro brasileiro, certamente terá peso se a causa pela beatificação da princesa chegar ao Vaticano. Aliada aos detalhes da vida particular de d. Isabel, tida como inquestionavelmente devota tanto por seus admiradores quanto por seus críticos, ela fortalece em muito a candidatura à beatitude. “O que importa é o compromisso do candidato a beato com a missão que Deus deu a ele na Terra”, afirma a irmã Célia Cadorin, responsável pelas causas que resultaram na canonização de São Frei Galvão e da Santa Madre Paulina, os dois únicos santos brasileiros. Na avaliação da religiosa, o retrato biográfico produzido por Nery tem grande potencial de deslanchar. “Mesmo com as críticas dos historiadores e do movimento negro, que devem ser incluídas porque fazem parte da história dela, essa é uma história muito forte e bonita.” O debate está aberto.

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– O ridículo machismo e insensibilidade do apresentador goiano

Viralizou a bobagem promovida pelo programa “Os Donos da Bola”, edição de Goiás, onde o apresentador Beto Brasil, em um surto de incrível falta de respeito, constrangeu a Musa do Goiás com perguntas maliciosas de duplo sentido.

Se você não viu, abaixo. extraído de UOL.com:

GOIÁS E VILA NOVA SE UNEM CONTRA TV QUE FEZ PERGUNTAS SEXUAIS A TORCEDORAS