– #tbt 2: Hoje é dia de colaborar!

Há 4 anos…

Muito bom poder ajudar!

Hoje estou fazendo a costumeira doação voluntária de plaquetas, bem acompanhado pela minha filha Marina e seus cartazes motivacionais e de solidariedade.

AJUDE TAMBÉM!!! Seja doador, os bancos de sangue precisam muito de sua colaboração.

#DoeSangue, #DoePlaquetas, #DoeHemoderivados.
A vida agradece!

– Você acredita num mundo melhor?

Eu educo minhas filhas para que sempre acreditem na mudança do planeta (para melhor). Insisto que cada um de nós é um agente transformador – e devemos transformar no sentido do bem! Mudar a vida das pessoas; ajudar; incentivar; motivar…

Li essa “frase transformadora” e gostei demais. Veja as 3 etapas da afirmação:

“Eu creio em um mundo melhor / Eu creio em um mundo melhor / Eu crio um mundo melhor”

Se queremos mudanças, sejamos ela!

Estamos fazendo a nossa parte?

Imagem extraída de: https://www.pieceofpaper.com.br/produtos/ima-de-geladeira-porta-copos-eu-crio/

– Professores voluntários que mudam a vida das pessoas!

Amigos, compartilho essa belíssima matéria do projeto “Generosidade”, a respeito de professores que oferecem seu tempo no ensino solidário, voluntário e gratuito a quem precisa!

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245336-15228,00-UMA+NOVA+CHANCE+PROFISSIONAL.html

UMA NOVA CHANCE PROFISSIONAL

Por Luciana Vicária

Como um grupo de professores voluntários ensina um ofício a quem precisa. E oferece às empresas os técnicos que elas mais procuram

Em uma pequena sala de aula em Carapicuíba, na Grande São Paulo, o paulistano Jair Leal, de 31 anos, teve seu primeiro contato com instalações de equipamentos de som. Ele foi aluno do curso de autoelétrica oferecido pela Associação Beneficente Cristã em Carapicuíba (ABCCar). “Era a chance de que eu precisava para aprimorar meus conhecimentos e abrir meu próprio negócio”, diz Leal, hoje dono de uma oficina de elétrica. A ABCCar é uma instituição sem fins lucrativos criada com o objetivo de ensinar um ofício a quem não pode pagar por um curso convencional. Ela só existe porque seu idealizador, Paulo Rogério de Oliveira, de 43 anos, colocou em prática algo em que diz acreditar desde pequeno. “O conhecimento deve ser um bem coletivo – e replicável”, afirma.

Baiano de Ibititá, uma cidade com vocação agrícola, Oliveira trabalhou na roça com a família e ajudou os pais a criar seus sete irmãos mais novos. Aos 18 anos deixou sua cidade para estudar processamento de dados e tentar a vida em São Paulo. Abriu uma microempresa de manutenção de informática e passou a dar aulas de computação em casa para reforçar o orçamento. “O problema é que eu não conseguia cobrar do aluno que não me pagava em dia”, diz Oliveira. “Eu pensava nas dificuldades pelas quais passei e perdoava.”

A situação se repetiu tantas vezes que Oliveira decidiu fazer de sua vocação uma causa social. Comprou computadores usados no centro de São Paulo, pegou emprestado uma sala de escritório e passou a ensinar informática a cerca de 20 pessoas da comunidade. Cobrava um valor simbólico (R$ 10 por mês) para arcar com custos como apostilas e energia elétrica. A procura pelo curso cresceu tão rapidamente que Oliveira teve de recrutar novos voluntários. Além de informática, a ABCCar passou a oferecer cursos como contabilidade, recursos humanos, manicure e cabeleireiro. Durante o dia, Oliveira trabalha no serviço funerário da prefeitura de Carapicuíba. No tempo que lhe resta, inclusive nos finais de semana, é professor na instituição.

Nos últimos oito anos, a atividade cresceu. O ABCCar incorporou mais duas salas, emprestadas por igrejas do município, embora a instituição não tenha vínculo oficial com igrejas. Sempre atendendo poucos alunos de cada vez, de turma em turma, o curso já recebeu 12 mil estudantes. Cerca de 10 mil se formaram. São pessoas como Leal, dono da oficina e hoje professor voluntário na ABCCar. Outra aluna, Fernanda dos Santos, começou a estudar como empregada doméstica e hoje é contadora em uma multinacional. O pedreiro João Sampaio abriu um salão de beleza. “Abandonei os tijolos e virei mãos de tesoura”, diz.

Os cursos profissionalizantes de nível médio e superior foram os que mais cresceram no Brasil no último ano, de acordo com o Ministério da Educação. Cerca de 90% dos que se formam já saem empregados, revela a Confederação Nacional da Indústria. “A mão de obra que a ABCCar produz é uma das mais requisitadas do país”, afirma Bruna Dias, gerente de orientação de carreira da Cia. de Talentos, uma das maiores empresas de recrutamento e seleção do país. “São cursos rápidos que encurtam o caminho com o mercado de trabalho, aumentam a renda e as perspectivas de crescimento profissional”, diz.

É por isso que, mesmo sem oferecer um certificado reconhecido pelo Ministério da Educação, os alunos da ABCCar são requisitados pelas empresas. As salas-laboratório ainda são equipadas com material emprestado ou doado. “Muitos deles são antigos e defasados, mas o contato com a prática desperta o interesse dos estudantes”, diz Oliveira. “Quando o aluno se dá conta de que estamos ali por ele, e não para ganhar dinheiro, passa a nos respeitar e aproveita a chance.” A ABCCar nem sempre forma alguém para o mercado. Há quem desista no meio do caminho ou não coloque em prática o que aprendeu. “Mas ninguém passa ileso por lá”, diz Leal, o dono da oficina. O mais importante, segundo Oliveira, é resgatar a autoestima dos alunos. “Tento mostrar que eles podem fazer mais por si próprios, pelo outro e pelo país. Transmitir o conhecimento é apenas uma das funções do voluntário”, afirma.

A luta para pagar as contas é constante. A ONG não tem o título de utilidade pública, um documento importante que a reconhece como organização sem fins lucrativos. Sem o documento, não é possível receber doações formais ou emitir recibos. É por essa razão que não basta contar com a mensalidade dos cursos, entre R$ 10 e R$ 30, para sustentar a instituição. Oliveira rifa eletrodomésticos e realiza feijoadas coletivas numa escola estadual da região. “Quando sobra, pago cursos aos professores ou até ajudo com o combustível”, diz.

Voluntariado no Brasil: um campo ainda a ser explorado • bhbit | Soluções  para o Terceiro Setor

Imagem extraída de: https://www.bhbit.com.br/gestao/voluntariado-no-brasil-um-campo-ainda-ser-explorado/

– Repost: Homofobia na Copinha, Ironia do Cartola do Timão e a discussão dos Gays na arbitragem.

Há 2 anos, um tema atual:

O título da postagem mostra que as “pautas respeitosas quanto ao gênero” começaram com tudo neste começo de ano no futebol, não? Especialmente em São Paulo. Vamos a elas?

Fica o alerta para todos os torcedores: conforme alertamos anteriormente, a FPF fará em seus torneios com que os árbitros tenham rigor contra práticas discriminatórias, como manifestações políticas, gritos racistas, ofensas sexistas ou cânticos homofóbicos (seguindo a determinação da FIFA). E isso aconteceu nesta semana na prática.

Na partida entre Audax-SP vs Sport-PE pela Copa São Paulo de Futebol Jr, o goleiro do time pernambucano se distanciava para cobrar o tiro de meta e os torcedores começaram a gritar aquele manjado “biiiiiiicha”, imitando os mexicanos que inventaram essa prática com o “puuuuuto”. O árbitro Thiago Scarascati cumpriu a recomendação e praticou o que manda o Protocolo FIFA contra discriminação no seu 1o ato. (vide-o aqui: https://wp.me/p55Mu0-2hK). Ainda assim, posteriormente, houve novos gritos, e o 2o ato do Protocolo foi praticado.

Nesta mesma semana, ocorreu a polêmica de Duílio Monteiro Alves, diretor do Corinthians, que na apresentação do jogador Victor Cantillo deu a camisa 8 do time para o atleta, negando a 24 (número que ele gostava de utilizar no Junior Barranquilla) justificando em tom de brincadeira que “24 aqui não” (fazendo alusão do número, na cultura do Brasil, ser ligado a gays). Teve que se desculpar em público posteriormente. Afinal, se a maior torcida do Brasil é do Flamengo e a segunda do Corinthians, de maneira lógica e proporcional esses clubes possuem as maiores torcidas entre os homens, mulheres e homossexuais.

Por fim, vale lembrar o que a nova comandante dos árbitros da Federação Paulista de Futebol, Ana Paula de Oliveira, disse em entrevista ao Estadão: a ex-bandeirinha declarou que em sua gestão “aumentará para 20% a participação das mulheres nas escalas de jogos”  (se isso acontecer, em cada 5 jogos realizados, 1 será arbitrado por quarteto feminino) e de que, em outras palavras “dará tranquilidade para que não exista assédio aos árbitros gays e árbitras lésbicas do quadro” (vide a matéria completa clicando AQUI).

Dessa forma, respeitemos a diversidade. Isso não quer dizer que devamos fazer apologia, pois se beira na preocupação em aceitar o homossexual, quase uma louvação! Não é isso: não se pode praticar homofobia, mas não se deve também criar uma heterofobia (como que “ser hetero declarado” nos dias de hoje seja algo ruim).

O politicamente correto está (seja em excesso ou não) em pauta nas diversas áreas, inclusive no futebol, e não se pode negar.

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Ilustração: Verena Antunes (Vice), extraído de: https://www.vice.com/pt/article/53m433/homofobia-no-futebol

– Islândia e as leis trabalhistas igualando salários de homens e mulheres.

Repost de 2018:

Que sirva de exemplo: a pequena Islândia é um dos poucos países onde a lei igualitária salarial para homens e mulheres funciona. Mais do que isso: os islandeses podem se gabar do reconhecimento de que lá é o melhor lugar do mundo para o sexo feminino viver.

O Brasil?

Na lista de 144 países de respeito às mulheres, é apenas o 90o.

Abaixo, extraído de: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/01/03/Como-a-Islândia-tornou-se-o-primeiro-pa%C3%ADs-a-proibir-salários-menores-para-mulheres

COMO A ISLÂNDIA TORNOU-SE O PRIMEIRO PAÍS A PROIBIR SALÁRIOS MENORES PARA MULHERES

A Islândia se tornou o primeiro país do mundo a tornar ilegal e punir com multas quem paga um salário maior para um homem, em relação a uma mulher, quando eles ocupam o mesmo cargo. A lei contra a discriminação salarial entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 2018.

A nova legislação exige que empresas e agências do governo com mais de 25 empregados obtenham um certificado garantindo que adotam políticas de igualdade salarial. Aquelas que não conseguirem demonstrar isso serão multadas. O valor da multa será definido caso a caso, mas pode chegar a 50 mil coroas islandesas (cerca de R$ 1.500) por dia de descumprimento.

“Direitos iguais são direitos humanos. Precisamos garantir que homens e mulheres tenham oportunidades iguais no local de trabalho. É nossa responsabilidade tomar as medidas necessárias para garantir isso”, disse o ministro da Igualdade e Assuntos Sociais da Islândia, Thorsteinn Viglundsson, quando a lei foi anunciada, no início de 2017.

A Islândia, país europeu com população de cerca de 320 mil pessoas, é considerada o melhor país do mundo para mulheres devido à adoção de políticas de igualdade de gênero. Mesmo assim, as estimativas do governo indicavam que, em 2015, na média, mulheres ainda recebiam 30% a menos que homens.

É possível explicar essa diferença salarial entre homens e mulheres por fatores não relacionados a gênero: desempenhando a mesma função, pessoas com idades diferentes, diferentes níveis de escolaridade, anos de carreira ou atribuições podem apresentar diferenças salariais significativas.

Quando levados em conta todos esses fatores – ou seja, quando a comparação se dá entre homens e mulheres de perfil muito semelhante -, ainda assim as mulheres ganhavam 5,7% a menos que homens. Esse é o percentual de diferença salarial real em 2013, na Islândia, de acordo com relatório da Comissão Europeia. Essa diferença só pode ser explicada por discriminação de gênero.

COMO FUNCIONA A NOVA LEI

A Islândia já tem leis que visam garantir igualdade salarial entre homens e mulheres. A primeira legislação nesse sentido foi aprovada em 1961, de acordo com a Associação de Direitos das Mulheres da Islândia. À época, esperava-se que salários iguais fossem atingidos em apenas seis anos, já em 1967. Como isso não ocorreu, uma nova regra com o mesmo intuito foi aprovada em 1976. Em 2008, o Parlamento islandês aprovou novamente uma regra semelhante.

O que a nova legislação faz, então, não é exatamente exigir que os salários sejam os mesmos, mas que as empresas provem que os salários são os mesmos. A nova regra foi aprovada em 1º de junho de 2017 e passou a valer em 2018, com prazos diferentes para cumprimento, dependendo do tamanho da empresa. Companhias com mais de 250 funcionários, por exemplo, precisam se adequar até o final de 2018. Já firmas com menos de 90 funcionários têm até 2021 para se adaptar.

O MELHOR PAÍS PARA SER MULHER

A nova regra reforça a posição da Islândia como o “melhor país do mundo para ser mulher”. Desde o ano 2000, o país ocupa o topo do ranking de igualdade de gênero do Fórum Econômico Mundial, que considera economia, educação, saúde e empoderamento político. Em 2017, o Brasil estava na 90ª posição (dos 144 países na lista).

A luta pela igualdade na Islândia foi marcada por uma greve geral de mulheres realizada em 24 de outubro de 1975, quando 90% delas paralisaram todas as suas atividades, de empregos formais a atividades não remuneradas como tarefas domésticas, cuidados com crianças e até cozinhar. Depois disso, as mulheres da Islândia voltaram a paralisar suas atividades em protesto outras quatro vezes. Normalmente, elas deixam o trabalho à tarde, marcando a hora em que, devido à diferença salarial, as mulheres passam a trabalhar de “graça” no país.

Foto: Europpean Movement | EU, extraída de: https://www.politize.com.br/paridade-de-genero/

– E por quê não crer que a Nova Economia será diferente?

Tem muita implicância por aí com coisas que são tendências e que, por birra de quem diz, desqualificam.
Li que Sérgio Moro abordou sobre a “economia do futuro”, quando questionado. E disse:

“A nova economia será verde, digital e inclusiva”.

Excelente. E qual o problema em falar isso?

A preocupação com a preservação do Meio Ambiente, de utilizar os meios tecnológicos a favor do desenvolvimento e a necessidade de incluir parcelas populacionais excluídas é uma necessidade!

Qual o motivo de se desdenhar de tal realidade e carência? O fato de quem ter dito seja alguém que é desafeto de lulistas e bolsonaristas?

Imagem extraída de: https://www.poder360.com.br/partidos-politicos/podemos-prepara-filiacao-de-sergio-moro-para-10-de-novembro/

– Descanse em paz, Desmond Tutu.

Hoje faleceu o grande Desmond Tutu, símbolo da luta contra o Apartheid. Relembro sobre ele na publicação abaixo, feita na oportunidade dos seus 90 anos:

90 ANOS DE DESMOND TUTU

Eu me lembro bem nos anos 80 do arcebispo anglicano Desmond Tutu. Foi o primeiro negro a ocupar tal posto na África do Sul, e viveu na pele o Apartheid.

Defensor dos pobres, do diálogo e da luta contra o racismo (foi Prêmio Nobel da Paz em 1984), deixou uma das mensagens (abaixo) mais significativas. E hoje ele completa 90 anos de idade!

Que o imitemos em propósito:

“Meu pai costuma dizer: ‘Não eleve a sua voz. Melhore seus argumentos’.”

– Vem aí o novo filme do Porta dos Fundos com deboche a Jesus Cristo. Não é “Cristofobia”, pessoal da lacração?

E pelo 3o ano, o grupo “Porta dos Fundos” fará um filme de humor com temática religiosa – e desta vez em desenho animado.

“Te prego lá fora” (fazendo alusão à crucificação) conta a história de um Jesus Cristo adolescente, sofrendo e praticando bullying na escola e se comportando como um “bad boy”, a fim de disfarçar que é o Messias. Para tanto, consome pornografia e irrita o diretor do colégio, que é Barrabás.

No ano passado, o grupo produziu para a Netflix “A Primeira Tentação de Cristo”, onde Jesus era gay e escandalizava a família após se recolher por 40 dias com o namorado. Em 2018, o filme era “Se beber, não ceie”, onde os Apóstolos ficaram drogados na Santa Ceia que instituiu a Eucaristia.

Existe no Brasil uma turma denominada “Progressista”, que ganhou uma alcunha de “galera da lacração” por “cancelar” pessoas que pratiquem atos preconceituosos. Por exemplo: homofobia, racismo, identitarismo, entre outras pautas politicamente corretas. Maurício de Souza, jogador de vôlei, foi o exemplo mais recente quando se manifestou sobre os rumos da animação do filho do Superman, Jonathan Kent, que seria bissexual.

É obvio que vivemos uma democracia e temos que respeitar (que não significa fazer apologia ou proselitismo) a todas as pessoas, independente de posição política / ideológica, gênero, raça ou credo. Sendo assim, há de se esperar que tal produção seja alvo desse “pessoal da lacração”, correto? Afinal, discriminar / ofender / desdenhar da fé de alguém está nesse ambiente (seja protestante, católico, espírita, umbandista, judeu ou islâmico).

Ou, por estar ligado a muitas celebridades progressistas, o Portal dos Fundos passará  “imune” a essa galera?

Eu acho tão desnecessário fazer humor com a alheia… pra quê?

Foto: Divulgação Porta dos Fundos.

– Não ao Aborto. Sim à Vida!

Há 1 ano, mas bem atual o assunto:

Eu sou totalmente contra o Aborto! Defendo a vida, e conheço pessoas famosas e anônimas que, se tudo fosse legalizado, não teriam nascido.

Guga Noblat, jornalista, escreveu em seu twitter:

“Legalizar o aborto é o futuro de todo país civilizado. Demoraremos mais ou menos para chegar lá. Ao gosto do populismo político.”

Na sequência, li o Padre Joãozinho, SCJ, criticando tal pensamento, falando que:

“O aborto é apenas mais um sinal de atraso civilizacional. Culturas desenvolvidas defendem a vida do início ao seu ocaso natural”.

Não poderia se esperar outra coisa de quem defende o Direito do Nascituro! Correta a atitude do sacerdote. Mas… a resposta de Guga foi pior que a sua primeira postagem:

“Defender o aborto é defender a vida, não venha com demagogia por favor. Vê-se que o sr está alinhado com o pensamento de regimes autoritários, tipo Afeganistão, Somália, Líbia e Sudão. Toma aí o mapa do aborto e procura país mais atrasado que os que pensam como o sr.”.

Defender o aborto é defender a vida? Aí não dá…

Imagem extraída de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nascituro

– O Altruísmo de quem quer viver para o bem! Volunturismo é uma boa prática

Já ouvi falar do termo destinado a quem quer fazer turismo e ainda assim praticar ações solidárias voluntárias: o “Volunturismo”.

Sabia que tal nobre atitude está em alta?

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/mundo/dando-duro-nas-ferias/

DANDO DURO NAS FÉRIAS

Imagine passar uma semana ensinando refugiados a cozinhar. É o “volunturismo”, um tipo de viagem para prestar ajuda a quem precisa

por Fernanda Thedim

Enfim, férias. Construa casas em uma comunidade indígena do Panamá, cuide de elefantes idosos na Tailândia ou monitore crianças em uma creche de favela do Rio de Janeiro — sim, isso são férias. E tem uma turma que está disposta a pagar caro por elas. Esqueça luxo e vida boa. A ideia é fazer uma imersão completa em uma nova cultura como voluntário, pegando no pesado para valer. Quem vai atrás desses pacotes já rodou outros países à moda turística e agora quer viver uma experiência original, da qual possa extrair lições únicas e ao mesmo tempo ajudar — tudo feito sob medida para estes tempos politicamente corretos. O “volunturismo”, como a modalidade é chamada, movimenta hoje cerca de 10 milhões de pessoas por ano, incluindo brasileiros.

A maioria dos volunturistas, aqui e no exterior, é jovem, tem outros carimbos como voluntários e não s incomodam com a qualidade do colchão nem com a falta de privacidade. O que importa é, para usar o verbo da vez, conectar-se com outros povos – e que isso seja do jeito local. A chef carioca Tuti Land, 32 anos, ficou 15 dias na Jordânia alojada em um acampamento de refugiados sírios: deu aulas de culinária e visitou famílias que fugiram da guerra (cont no link acima)…

ÁFRICA SEM SAFÁRI - Mariana, em favela do Quênia: reforço escolar para crianças e mergulho na cultura local (Michel Coeli/.)

– Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres.

Repost, com a referência abaixo:

Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres

Hoje, 6 de dezembro é uma data que tem o objetivo de sensibilizar os homens na lutar pelo fim da violência de gênero.

Nessa mesma data houve uma tragédia ocorrida no ano de 1989, em Montreal, Canadá.

Neste dia, um homem teria entrado armado numa sala e ordenado que todos os outros saíssem, restando portanto só as mulheres. Esse homem de posse de uma arma teria disparado contra as mulheres, matando 14 delas, e deixando dez feridas. O motivo? Ele era contra o avanço das mulheres na sociedade. Em seguido, ele teria tirado a própria vida.

Essa história é inclusive, lembrada pela ONU ( Organização das Nações Unidas), como a maior iniciativa contra a violência.

Na nossa sociedade, apesar da legislação assegurar direitos no combate à violência, muitas vezes, sentimos que ainda há um despreparo no Congresso Nacional que assegure medidas mais severas em relação aos caso de violência os quais continuamos sendo vítimas. O risco de morte continua o mesmo, quer dizer, a mulher continuam fazendo parte de uma estatística absurda. Dados revelam que a violência contra a mulher não deve só despertar polêmica, mas, ganhar uma nova consciência no intuito de tentar inibir histórias trágicas.

Até quando vamos viver em busca de um hospital, ao invés de uma delegacia? Porque é mais fácil curar aonde foi ferido, ou lesionado, ainda que superficialmente, ao invés disso ter um basta? Quantas mulheres irá precisar morrer para que sejam vistas como pessoas de direito? Não basta dizer ” morreu porque foi vítima da violência “. Morreu porque estava disponível demais, ou porque se recusou a fazer algo para o marido.

Considere os fatores que gera essa violência que na maioria das vezes acontece de modo silencioso. Diferente dos hospitais, das unidades de saúde de modo geral, a delegacia é um lugar, onde a vítima de violência tem que se sentir segura. É triste olhar o mapa da violência, os dados, números crescentes, casos que continuam ganhando repercussão na mídia nacional e perceber como essa mulher continua insegura dentro do lar, bem como, fora dele. Quando uma mulher vai a uma delegacia por exemplo, dizer que não suporta mais tanta agressão e humilhação, ela já tem o corpo e a alma cheios de dores de tanto apanhar do companheiro, do marido ou do namorado. A maioria não vai, por não querer se expor e passar por constrangimentos novamente. Porém, quando ela faz isso, compreende que não precisa mais passar por nada disso. Simplesmente ela quer respeito.

Todavia, quando a mulher será respeitada pelo fato de ser mulher? E não de sofrer porque é mulher? Quem irá nos oferecer essa resposta? Nós, obviamente. A mulher tem que resistir. A mulher, a sociedade devem atuar juntos, serem firmes em relação ao enfrentamento da violência.

Homem, tenha consciência, faça a sua parte!…

Não a violência contra a mulher .

Marii Freire Pereira

https://pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem: google. Olhadelondrina.com.br.

Fonte: OAB-PR, com informações CUT-PR

Santarém, Pá 6 de dezembro de 2020

– Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue!

Doar é um ato de amor. Doar sangue é ser solidário com quem não tem opção de utilizar outra coisa alternativa.

Pois bem: há aqueles que se tornaram voluntários conscientes pelo amor. Por ignorância, tornei-me pela dor e tenho como bandeira a divulgação da Doação Voluntária.

Existem “vários dias dos doadores” (dia mundial, dia nacional, dia internacional…). Independente disso: abrace essa nobre causa!

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– E há algum fundo de verdade?

Já rodou pela Web algumas vezes esse texto, e sempre ele parece ser oportuno para discussões: temos na sociedade uma geração que prega a causa do politicamente correto e levanta bandeiras justas, mas, contraditoriamente, não age de maneira coerente no próprio lar e com os seus próximos?

Abaixo:

TRISTE GERAÇÃO QUE SE ESTRESSA POR TUDO

“Andam de carro, uber, táxi… Não lavam suas cuecas, nem suas calcinhas.

Não buscam conhecimento. Nem espiritualidade. Não se encantam com decorações natalinas, nem com um ipê florido no meio da avenida.

Reivindicam direitos de expressão e não oferecem nada em troca. Nenhuma atitude.

Consideram-se vítima dos pais. Julgam. Juízes duros! Impiedosos! Condenam.

Choram pelo cachorro maltratado e desejam que o homem seja esquartejado.

Compaixão duvidosa. Amorosidade mínima. “Preciso disso! Tem que ser aquilo!” E haja insatisfação! Infelicidade. Descontentamento. Adoecimento. Depressão. Suicídio… Geração estragada.

Inconformada. Presa em suas desculpas. Acomodada em suas gaiolas de ouro. Postam sorrisos, praias paradisíacas, mas não se banham no mar curador.

Limpam o lixo na praia com os amigos e não arrumam a própria cama. Em casa, estampam tristeza, sofrimento, dor… a dor de ter que crescer sem fazer por onde… merecer.”

Autor Desconhecido

Imagem extraída de Espaço Psique, em: https://pages.facebook.com/ClinicaEspacoPsique/photos/a.758927924190830/3470592426357686/?type=3&source=48

– Na sociedade em geral, o não aceite de críticas leva muitas vezes à demagogia.

Vivemos tempos difíceis, onde as pessoas não aceitam críticas. E a primeira contestação delas é imputar a quem observa problemas e tece comentários, os mesmos termos do que ele, criticado, faz. Como, por exemplo, chamar alguém de “dono da verdade“. 

O erro é visto; a abordagem pontual é feita; a correção é mostrada; mas… surge o VITIMISMO! Ao invés do aceite humilde do conselho, vem o discurso demagogo de perseguição.

Vide as falas de extremistas políticos. A Direita Radical acusa o mundo de perseguir as “pessoas de bem” (auto-intitulando-se). A Esquerda Radical fala de ditadura contra os “marginalizados e sofredores” (se auto-rotulando). E a sensatez fica esquecida…

A verdade é: poucos aceitam críticas, preferem criar discursos demagógicos para agradar a parcela que lhes segue cegamente. E aqui é um problema não só da política, mas da sociedade em geral. Nos Clubes de Futebol (falamos disso em: https://wp.me/p4RTuC-rZA), nas Igrejas, nas Associações diversas…

Quando iremos ser mais pro-ativos, receptivos e respeitosos com o próximo, aceitando a opinião diferente sem justificar o injustificável? Ou evitando tergiversar dos assuntos (tirando o foco do erro, mudando discursos e enrolando o próximo)?

O grande defeito daqueles que não aceitam críticas é: desqualificar o crítico, mesmo que isso seja algo não possível, dependendo do tema.

Imagem extraída de: https://www.alingua.com.br/petrolina-macaco-que-nao-olha-o-rabo-e-o-cachorro-morto/

– Político, mas Apartidário.

Sempre aprendi que a política é a arte de se relacionar. Entretanto, a má prática vira politicagem.

Neste mundo difícil, não devemos ser apolíticos. Podemos ser apartidários, mas não alienados. Gosto desse pensamento:

A política perfeita é um ato de amor ao próximo; não basta viver, é necessário conviver e participar.”

Santo Agostinho, Doutor da Igreja.

Perfeito.

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– #tbt 4: Vamos doar Sangue ou Plaquetas?

Repost de 5 anos:

Hoje (e todo dia) é dia de #Doação de #Sangue e #Hemoderivados. Estou fazendo a minha doação de #plaquetas aqui no #BancoDeSangue do #HIAE. Seja #voluntário também. Você ajuda o próximo e faz o #bem sem olhar a quem

Lembrando: até 4 doações de sangue e 12 doações de plaquetas / hemoderivados anuais. Não faz mal, não dói e não lhe fará falta. E, certamente, sua #solidariedade + #cidadania despertará a outros!

#DoaçãoDeSangue 

#Voluntariado

#DoeSangue 

#DoeHemoderivados

@hiae

(OPS: gostaram do cartaz motivacional? Foi feito pela artista e voluntária-mirim Marina Porcari)

 

– A sua imagem nas Redes Sociais atrapalha o seu currículo e sua vida?

Você não deve PARECER ser uma pessoa bondosa e ponderada. Você precisa PRATICAR / DEMONSTRAR a bondade e a sensatez, contagiando positivamente seu próximo.

Aja com sensatez, ética e respeito. Critique o errado, aponte correções positivas. Deixe mensagens de apelo ao correto e nunca justifique o errado.

Muitas pessoas compram bandeiras, criam personagens ou demonstram ser autênticas “até demais” nos seus perfis na Internet. Cuidado com uma postagem que não seja “de quem realmente você é”, ou se ela “realmente for aquilo postado” – e isso não for bom.

Desde palavreado vulgar até comportamento odioso, contrapondo-se à oportunidade de demonstrações respeitosas e éticas, a verdade é: sua imagem virtual diz muito sobre você e pode atrapalhar sua reputação.

Uma rápida abordagem em: https://youtu.be/y6I13mEQjus

Imagem extraída de: https://letterpile.com/poetry/The-Story-of-Love-and-Hate, by El Echo.

– Quando suas Preferências o tornam ignorante por culpa das Redes Sociais!

Publicado originalmente há 2 anos, mas com uma temática bem atual…

As redes sociais estão por trás do fanatismo de muitos. Em especial, os algoritmos do Facebook, onde você lê o que “só se quer”.

Pegue Haddad ou Bolsonaro na última Eleição Presidencial: se você tem preferência por um deles, as publicações que lhe aparecem são de louvor ao amado e demonização ao outro. Não existe bom senso!

Aliás, o Internauta centrado, que tem espírito crítico aguçado, é obrigado a receber publicações dos dois lados! E isso cansa.

Talvez o texto abaixo, publicado na Folha de São Paulo em 12 de Outubro passado (5 dias depois do 1º turno presidencial), diga muita coisa sobre essa bolha criada pelas Redes Sociais (e aqui a observação é precisa, independente da preferência política da autora do texto). 

Abaixo, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/fernandatorres/2018/10/bolha.shtml

BOLHA

Por FERNANDA TORRES

WhatsApp, fake news e engajamento dos cultos evangélicos ganharam de lavada as eleições

No programa de David Letterman na Netflix, Barack Obama cita um teste realizado pela Casa Branca durante a Primavera Árabe, que pretendia avaliar o poder de direcionamento do algoritmo nas redes sociais. Internautas de direita, de esquerda e de centro digitaram a palavra Egito, a fim de descobrir o que cada segmento obteria como resposta.

Os conservadores foram direcionados para links relacionados ao terrorismo, ao jihad e à ameaça muçulmana. A busca dos progressistas resultou em notícias que festejavam o levante egípcio como um auspicioso despertar do mundo árabe. Já os de centro foram brindados com inofensivos sites turísticos, que anunciavam os “Best Places to Visit in Egypt”.

Vivemos isolados em bolhas de preferência, ignorando, por completo, a do vizinho.

Quem esteve presente na manifestação do #EleNão vivenciou uma multidão pacífica de senhoras, senhores, crianças e militantes feministas. Os que não foram às ruas viram versões distorcidas de meninas de peito de fora, enfiando crucifixos no meio das pernas, fumando maconha e clamando pela volta de Satanás.

A assombrosa alavancada de um candidato a governo do Rio de Janeiro, o ex-juiz Wilson Witzel —que, em dois dias, atingiu 39% de preferência nas urnas—, prova que os métodos de convencimento da velha política foram parar na lata de lixo da história.

O WhatsApp, as fake news e o engajamento dos cultos evangélicos ganharam de lavada as eleições de 2018.

Num vídeo gravado, Witzel se dirige à Polícia Militar, prometendo extinguir a Secretaria de Segurança Pública para eliminar a má influência dos políticos nos órgãos de policiamento investigativo e ostensivo.

A medida, acredito, receberá o apoio de uma massa de eleitores que associam a política ao crime. Um cidadão que, fora de sua bolha, levantar a voz em favor da secretaria de Segurança corre o risco de ser crucificado pela conivência com a corrupção.

A classe artística, cuja opinião vem sendo inoculada pelo simples teclar de dez letras: Lei Rouanet, tem enfrentado rejeição semelhante à da política.

No último debate presidenciável, na TV Globo, os candidatos presentes repetiram a retórica de acusações ao PT e ao PSDB, além das réplicas do Lula Livre. Indefesos diante da nova máquina eleitoral, eles pareciam falar do túnel do tempo do milênio passado.

Os grupos fechados do meu celular aplaudiram o discurso de Boulos contra a ditadura militar, mas a indignação morria ali, entre muros. A ditadura não está na pauta dos que cresceram na redemocratização com o celular em punho. A Lava Jato e a crise na segurança, sim.

O golpe de 1964 e o AI-5 são tão distantes da experiência histórica dos que têm menos de 40 anos quanto Juscelino, o tenentismo e a política do café com leite.

No colégio abastado do filho de um amigo meu, todos os garotos de 18 que votaram no partido Novo migrarão para o PSL, convencidos de que a aliança do livre mercado com a “sociedade de bem” armada trará benefícios para o país.

Nenhum deles se preocupa com uma possível ascensão de forças paramilitares —muito menos com a perseguição a grupos identitários. Tudo é visto como petismo travestido de mimimi humanitário para esconder os anos de roubalheira.

O que impressiona é perceber que, assim como na eleição de Donald Trump, os chamados progressistas, que deveriam estar atentos ao futuro das novas mídias, permaneceram fiéis aos mesmos instrumentos de divulgação de ideias do tempo da vovó menina.

Enquanto isso, a ultra direita vem agindo cirurgicamente, há bastante tempo, em dois campos aparentemente antagônicos e difíceis de serem vencidos agora: a inteligência artificial e a fé em Cristo, em voga desde o fim da Antiguidade.

Vai encarar?

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Charge de Thiago Lucas

– Liberdade de Expressão é diferente de Agressão.

Amigos, confesso: é muito bom evitar visualizações extremistas que as Redes Sociais promovem por alguns grupos de fanáticos – da política, do esporte e da religião.

A sociedade, em geral, confundiu infelizmente liberdade de expressão com permissão para agressão. E isso é péssimo!

Como fazemos para não nos contaminarmos com isso, não?