– A sua dignidade depende do seu comportamento.

O que você sofre não te explica ou diz o que você é, mas sim o que você faz!

Uma mensagem para pensar:

– A sua imagem nas Redes Sociais atrapalha o seu currículo e sua vida?

Você não deve PARECER ser uma pessoa bondosa e ponderada. Você precisa PRATICAR / DEMONSTRAR a bondade e a sensatez, contagiando positivamente seu próximo.

Aja com sensatez, ética e respeito. Critique o errado, aponte correções positivas. Deixe mensagens de apelo ao correto e nunca justifique o errado.

Muitas pessoas compram bandeiras, criam personagens ou demonstram ser autênticas “até demais” nos seus perfis na Internet. Cuidado com uma postagem que não seja “de quem realmente você é”, ou se ela “realmente for aquilo postado” – e isso não for bom.

Desde palavreado vulgar até comportamento odioso, contrapondo-se à oportunidade de demonstrações respeitosas e éticas, a verdade é: sua imagem virtual diz muito sobre você e pode atrapalhar sua reputação.

Uma rápida abordagem em: https://youtu.be/y6I13mEQjus

Imagem extraída de: https://letterpile.com/poetry/The-Story-of-Love-and-Hate, by El Echo.

– Psychological Abuse Tactics: 5 Mind Games Seasoned Bullies Use.

‘Want to know the psychological abuse tactics most preferred by seasoned bullies. Here are all the psychological methods of expert bullying you need …

Continua em: Psychological Abuse Tactics: 5 Mind Games Seasoned Bullies Use

– Todos têm sua luz!

Respeite-se a individualidade de cada indivíduoTodos têm o direito de brilhar do seu jeito!

Essa imagem diz tudo:

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– A cidadania e boa educação independem de alguns fatores…

A cidadania não depende da escolaridade ou do dinheiro. A boa educação é que nos ajuda a sermos mais cidadãos.

Discorda da Karol, na imagem abaixo?

– Contra o Racismo e o Sexismo:

Estivemos hoje na Faditu, participando da palestra da Professora Rosamaria, psicóloga, sobre Racismo e Sexismo. Muito bom!

Somente com a Educação conscientizaremos a Sociedade.

– Reinserção Social:

Estive hoje na Penitenciária Mário Moura de Albuquerque, na Rodovia Edgar Máximo Zamboto (em nome da IBS – Américas / Sebrae / Funap), falando sobre reinserção à Sociedade e Trabalho Honesto através do Empreendedorismo.

Somente com a Educação é que teremos condições de mudar o nosso país!

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– Levando Educação:

Estivemos nessa manhã, em nome do Sebrae, na Penitenciária P1 de Franco da Rocha, falando aos Reeducandos de lá sobre Empreendedorismo.

Somente com a Educação é que faremos um país melhor.

🖊️ #Cidadania

– Sebrae Cidadania.

Estive hoje na Penitenciária P1 de Franco da Rocha, falando de Empreendedorismo e Finanças aos reeducandos de lá, pelo Projeto Sebrae Comunidades – Reescrevendo sua História.

Somente com a Educação é que mudaremos o país.

✏️ #Cidadania #ResponsabilidadeSocial

– Na Faculdade de Administração…

Estivemos nessa noite em Itu, pela Faditu, aplicando provas aos nossos alunos universitários.

Somente com a Educação é que conseguiremos bons resultados…

– Minha solidariedade à Renata Silveira.

Como tem gente malandra nesse mundo… a Renata Silveira está sendo vítima de Fake News.

Ela não disse nada disso durante o jogo que narrou!

Minha solidariedade a ela contra esses pobres de espírito…

Cadê as autoridades?

– Contrate os 50+

Respeite e valorize a experiência de quem tem vivência profissional!

Atente-se à essa mensagem:

– O que é dialogar? Uma sábia observação…

Drummond dá a dica, especialmente para aqueles que não conseguem respeitar a opinião alheia, por mais diferente que ela possa ser.

Respeitar não quer dizer concordar. E discordar não quer dizer se tornar inimigo ou desdenhar do próximo.

Viva a boa educação e o diálogo inteligente!

– Sebrae Cidadania.

Estive hoje no CDP do Tijuco Preto, em Jundiaí, falando em nome do Sebrae sobre Comunicação Assertiva aos reeducandos de lá.

Somente com a Educação faremos uma sociedade melhor.

✏️ #Cidadania

– Dia do Autista. Já se vestiu de Azul?

E hoje é dia de debater sobre o Autismo. O 2 de Abril é reservado para essa data, que visa eliminar os preconceitos e ajudar os autistas.

Que tal pensar nesse assunto? Clique em RevistaAutismo.com.br/DiaMundial

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– Capacitações desde Sempre!

Recebi e compartilho: coisas que precisariam ser ensinadas independente de qual seja o curso universitário (além de outras, como respeito à vida e à cidadania, não listadas aqui).

Abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Doe Sangue, Doe Vida!

Doar Sangue é um ato de amor ao próximo!

Infelizmente, não posso mais doar, mas continuo incentivando a doação solidária (sangue e plaquetas) e colocando na cabeça das minhas crianças sobre a importância desse ato solidário.

🩸 #DoeSangue #DoeVida #DoePlaquetas

– 2º turno: Empreendedorismo.

Turno da tarde, 2 de 3: Estive hoje no Centro de Convivência do Idoso de Itatiba, pelo Sebrae, falando sobre Empreendedorismo.

Ensinar é compartilhar conhecimento!

✏️ #Cidadania

– 1º turno: Autoconhecimento.

Turno da manhã, 1 de 3: Estive hoje na Penitenciária José Aparecido Ribeiro, em Franco da Rocha, em parceria Funap e IBS, ministrando o curso “Sebrae Comunidades (Autoconhecimento)”.

Somente com o Trabalho Honesto e a Educação que faremos a diferença!

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✏️ #Cidadania

– Sebrae Cidadania.

Vamos recuperar o Brasil?

Estive hoje, em nome do Sebrae, na Penitenciária 3 de Franco da Rocha, orientando os reeducandos de lá a buscarem pelo Empreendedorismo o Trabalho Honesto e a dignidade.

A tarefa é árdua, mas vale a pena mudar a Sociedade pela Educação.

– Futebol Feminino Proibido no Brasil!

Calma, não é nenhuma lei atual. Foi no tempo do presidente Getúlio Vargas, onde o governante decretou que o futebol “não era condizente para senhoras que seriam futuras mães”. As que insistiam, eram rotuladas de “grosseiras e mal-cheirosas”. E como o futebol feminino está em alta nos últimos dias com a Copa do Mundo da modalidade, vale relembrar o fato!

Abaixo, material da Folha de São Paulo (25/05/2003 – 12h06)

FUTEBOL FEMININO PROBIDO NO BRASIL NA ÉPOCA VARGAS

por João Carlos Assunção

Futebol no Brasil não é como nos Estados Unidos, na China ou na Noruega. No país pentacampeão do mundo, o espaço reservado à mulher tem sido a beira do gramado, onde pode trabalhar como animadora de espetáculo.

No campo, com a bola nos pés, é difícil cavar um lugar. A modalidade, afinal, não pegou como em outros países. Os obstáculos para a prática do futebol feminino no Brasil continuam muito grandes.

Foi para detectar essas barreiras que o pesquisador Eriberto Lessa Moura, 37, mestrando em estudos do lazer pela Faculdade de Educação Física da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), resolveu debruçar-se sobre as origens do esporte no país.

“Desde o início, as dificuldades para a mulher [jogar futebol] foram grandes, mas elas se tornaram ainda maiores durante o Estado Novo [período do governo Vargas entre 1937 e 1945]“, disse Moura à Folha, por telefone.

Em 1937, Getúlio Vargas se antecipou à eleição que aconteceria no ano seguinte e desencadeou um golpe de Estado, implantando uma nova Constituição e uma ditadura, que duraria até 1945.

No período, aprofundou o vetor centralizador do Estado, criando o Departamento de Administração do Serviço Público, o Dops, espécie de polícia política, e o Departamento de Imprensa e Propaganda, dedicado à censura e à exaltação dos feitos do governo.

Na área esportiva, a história não foi diferente. Criou leis para o setor e passou a controlá-lo com mão-de-ferro. “Foi aí que a pressão para as mulheres se afastarem do futebol aumentou muito. Elas deveriam se limitar a praticar esportes que o governo considerasse condizentes com suas funções de mães ou futuras mães.”

Leonardo Pereira, autor de “Footballmania”, livro sobre as origens do futebol no Rio, concorda com o colega. “A visão que temos, que faz do futebol um jogo essencialmente masculino, foi construída historicamente, fruto de um amplo movimento que, desde o final dos anos 30, tratou de atacar a participação feminina e construiu a idéia de que o jogo não seria adequado às mulheres.”

O Estado Novo criou o decreto 3.199, que proibia às mulheres a prática de esportes considerados incompatíveis com as condições femininas. Segundo Moura, o futebol estava incluso entre eles, ao lado de halterofilismo, beisebol e de lutas de qualquer natureza.

Quando o decreto foi regulamentado pelo regime militar (1964-1985), em 1965, o futebol feminino foi proibido no Brasil. Só 16 anos depois foi revogado pelo Conselho Nacional do Desporto.

Mas, muito antes disso, o futebol no Brasil já era um esporte eminentemente masculino. A mulher que o praticasse era vista com preconceito, já que a trajetória da modalidade no país foi diferente da vivida pelos homens.

De acordo com a pesquisadora Heloísa Bruhns, autora de “Futebol, Carnaval e Capoeira – Entre as gingas do corpo brasileiro”, enquanto os homens da elite começaram a praticá-lo no final do século 19 em São Paulo e no Rio, o grupo feminino que aderiu à prática do futebol era pertencente às classes menos favorecidas.

Do preconceito social ao esportivo teria sido um passo. Segundo Bruhns, mulheres que jogavam eram consideradas “grosseiras, sem classe e malcheirosas”.

Às mulheres da elite cabia o papel de torcedoras. “As partidas de futebol [masculino] eram um evento da alta sociedade e as mulheres se arrumavam para ir assistir aos jogos”, afirmou Moura.

Mas, com o passar dos anos, o preconceito chegou às arquibancadas -e a violência também- e até lá a mulher perdeu espaço.

Como disse a professora Heloísa Reis, estudiosa do comportamento das torcidas em estádios de futebol, “quando as mulheres participam das organizadas, elas tendem a adotar o comportamento agressivo masculino, o que talvez seja uma tática para ser aceita mais facilmente pelo grupo”. E, no final, só serve para aumentar o estereótipo e o preconceito contra a mulher no futebol.

– Turno 1 de 1: Em Franco da Rocha.

Estive hoje, pelo Sebrae, na Penitenciária P1 de Franco da Rocha, falando aos reeducandos de lá sobre Reinserção e Novos Hábitos. 

Somente com o Trabalho Honesto e a Educação, teremos um país melhor.

✏️ #Cidadania

– Tolerar nas Redes Sociais é importante!

Gostei demais dessa imagem, que retrata uma grande realidade: as Redes Sociais estão muitíssimo intolerantes!

Educação, Democracia, Empatia… aceitar o pensamento diferente (que não significa concordar com ele, mas respeitar a opinião alheia) é questão de cidadania.

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– Dia Internacional da Mulher.

Hoje é Dia Internacional da Mulher. Sou meio contra certas comemorações, pois, afinal, deve-se respeitar as mulheres todos os dias, assim como todo dia é dia dos pais, das mães, entre outras datas.

Mas já que existe o simbolismo da data: Feliz Dia das Mulheres!

– A grandeza de um clube está nos seus valores.

– Esperançar! Um trabalho difícil…

Dar esperança ao próximo é algo difícil, ainda mais quando se tem culpa por crimes cometidos e o encarceramento faz com que a pessoa possa pensar muitas bobagens.

Ajudar que paguem suas penas, mudem de vida e busquem trabalho honesto é uma das missões da minha labuta, através do Projeto Sebrae “Reescrevendo sua História”.

Um depoimento (humilde, com seus naturais erros de escrita):

 

– Turno 1 de 2: Sebrae Cidadania.

Turno 1 de 2: Estive hoje em Franco da Rocha, na “Sala da Liberdade” da Penitenciária P3, numa parceria Sebrae / IBS / Funap, falando aos reeducandos de lá sobre “Reescrever a sua história”.

O trabalho é difícil, mas necessário.

✏️ #Educação

– Sebrae Educação: um projeto!

Estive hoje na Penitenciária P3 de Franco da Rocha, buscando levar um pouco de conhecimento e ressocialização aos reeducandos de lá.

Pelo Sebrae, falamos de Empreendedorismo e Cidadania, buscando ajudá-los a buscar emprego quando tiverem cumprido suas penas.

É com a Educação que faremos um bom trabalho.

– Sebrae Educação: falando de Cidadania.

E terminamos mais um dia de trabalho, falando sobre Cidadania aos reeducandos do Complexo Penitenciário de Franco da Rocha, pelo Sebrae.

Somente com a Educação e o trabalho honesto conseguiremos bons resultados.

📝 #ensino

– Que tal uma “Regra Vini Jr” no Futebol contra o racismo?

Já falamos à exaustão sobre Vinícius Jr ter sido agredido verbalmente por Prestianni (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-1dUL). E o assunto não pode ser esquecido, pois o quanto mais se discutir, maior será a pressão contra os atos racistas.

Em 1995, o belga Jean-Marc Bosman lutou solitariamente contra a “Lei do Passe” no futebol mundial. Até que, em certo momento, criou-se o fim do passe com a Lei Bosman.

Vini Jr tem 20 denúncias de racismo desde que chegou à Espanha. E parece ser uma voz solitária nessa luta. Nesse último episódio, o racista do Benfica colocou a camisa à frente da boca para impedir a leitura labial (se fosse algo lícito, faria isso?).

Assim, que tal a International Board (IFAB, a “dona das Regras do Futebol”) sugerir uma “Regra Vini Jr”, onde não se permita que os jogadores encubram a boca ao realizarem diálogos em campo? Ou, ao menos, que a FIFA oriente os árbitros a punirem tais situações?

Eu sou a favor de tal norma. E você?

– Mono ou Maricón?

Que absurdo: a defesa de Prestianni alegou à UEFA que o atleta do Benfica não chamou Vini Jr de “mono” (macaco), mas de “maricón” (marica). Lembrando: ambos são adjetivos pejorativos.

O que é pior: racismo ou homofobia?

Claro: ambos são condenáveis.

Acho que a defesa foi mal

– Contra o Etarismo!

Há muita gente que não se preocupa com o tema, extremamente necessário à discussão: o Etarismo!

Pede-se jovialidade, e abdica-se da experiência.

Tenha-se mais respeito e lembre-se: todos são dignos de respeito.

– Que tal uma “Regra Vini Jr” no Futebol contra o racismo?

Já falamos à exaustão sobre Vinícius Jr ter sido agredido verbalmente por Prestianni (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-1dUL). E o assunto não pode ser esquecido, pois o quanto mais se discutir, maior será a pressão contra os atos racistas.

Em 1995, o belga Jean-Marc Bosman lutou solitariamente contra a “Lei do Passe” no futebol mundial. Até que, em certo momento, criou-se o fim do passe com a Lei Bosman.

Vini Jr tem 20 denúncias de racismo desde que chegou à Espanha. E parece ser uma voz solitária nessa luta. Nesse último episódio, o racista do Benfica colocou a camisa à frente da boca para impedir a leitura labial (se fosse algo lícito, faria isso?).

Assim, que tal a International Board (IFAB, a “dona das Regras do Futebol”) sugerir uma “Regra Vini Jr”, onde não se permita que os jogadores encubram a boca ao realizarem diálogos em campo? Ou, ao menos, que a FIFA oriente os árbitros a punirem tais situações?

Eu sou a favor de tal norma. E você?

– Respeite, mesmo discordando.

A Internet permitiu coisas muito boas a serem divididas, mas também a livre expressão de intolerantes de todos os assuntos.

Se eu não gosto de A, não quer dizer que eu seja admirador de B. Posso ser de C ou de D, desgostando de todos os outros. Se penso “isso de algo”, respeito se você pensa “aquilo desse mesmo algo”. Mas atenção: respeitar não é impor a sua opinião sobre a minha, é simplesmente compartilhar o ponto de vista alternativo (com educação).

Discordar de uma ideia não quer dizer que se deve sobrepujar a ela; caso contrário, o conceito se confunde!

Li e compartilho essa postagem (não me recordo do autor) que transmite exatamente o que penso (abaixo):

– Sobre o racismo praticado por Prestianni a Vini Jr (Benfica 0x1 Real Madrid): agora foi diferente!

Sabemos que a Europa ainda é muito racista, e algumas nações, culturalmente, mais ainda (a Espanha que o diga). Em nosso continente, a Argentina lamentavelmente se destaca.

Entretanto, Vinícius Jr foi ofendido em terras portuguesas (primeiramente pelo jogador argentino Gianluca Prestianni e posteriormente pelos gritos da torcida do Benfica, no estádio da Luz).

O árbitro francês Benoît Bastien fez o correto: ao perceber que houve ato racista, chamou os capitães das equipes e fez o gesto que dá início à paralisação do jogo (é o protocolo anti-preconceito, que vale também para sexismo, homofobia ou manifestações político-religiosas). Importante: o árbitro só toma a atitude caso perceba o preconceito cometido. Aparentemente, ele não presenciou nada do jogador argentino (que chamou Vinícius Jr de “macaco” escondendo sua boca com a camisa levantada, para não se comprovar por leitura labial), mas sim pelo clima de ofensas no estádio.

Dessa vez, algo diferente ocorreu. Até então, Vinícius Jr era ofendido e ficava “isolado” por todos. O único que publicamente condenava os atos, além do próprio jogador, era seu ex-treinador de Real Madrid, Carlo Ancelotti. Acontece que dessa vez Kylian Mbappé tomou as dores e se solidarizou ainda em campo com Vini. Depois do jogo, igualmente defendeu o companheiro, indo aos microfones. Isso foi relevante, pois não ocorria a solidariedade explícita dos seus companheiros.

Fico imaginando: o Benfica tem vários negros no seu elenco. São eles:

  • Florentino Luís (Angola), Leandro Barreiro (Angola), Renato Sanches (Portugal), Issa Kaboré (Burkina Faso), Samuel Soares (Portugal) e Tiago Gouveia (Brasil).

Como será que o vestiário do Benfica reagiu a essa situação? Gostariam de apoiar Vini Jr, ou, por jogarem no time do racista, tiveram que silenciar?

Lamento a atitude covarde de José Mourinho, ao negar e acusar Vini Jr de ser culpado de provocar o ato racista.

No print de tela, abaixo, Mbappé “intimando Prestianni”, que foi substituído aos 35m do 2º tempo e aplaudido pela torcida.

Screenshot