– Os Gritos de “Bicha” no Itaquerão resultarão na 3a punição à Seleção Brasileira?

Pela 3a vez, a torcida brasileira praticou gritos homofóbicos nas cobranças de tiro de meta do goleiro adversário em jogos da Seleção Brasileira (dessa vez, no Itaquerão em Brasil x Paraguai).

A CBF já foi punida duas vezes. Será pela terceira?

Veja essa postagem de dias atrás sobre esse assunto, que a revivo aqui (extraído do meu próprio blog):

PAREMOS COM GRITOS HOMOFÓBICOS: PELO HÁBITO, PELA FORÇA OU PELA MULTA

Tempos atrás, a FIFA se preocupou com os atos racistas que eram acompanhados de ações políticas em jogos na Europa, em especial nos países que formavam a Iugoslávia (Sérvia, Croácia, Montenegro, especificamente). Posteriormente, a “moda das ofensas” passou para a Itália (objetivamente: ofensas a negros e saudações fascistas). Mais recentemente, esse fenômeno racista migrou para a Espanha e alguns atos isolados na Argentina e Brasil.

Em todos eles, ocorreram algum tipo de punição: a Lazio (ITA) jogou com portões fechados, o Estrela Vermelha (SER) perdeu mando, o Villareal (ESP) foi multado e o Grêmio (BRA) eliminado na Copa do Brasil.

No conjunto de medidas contra a intolerância, a FIFA solicitou que os árbitros relatem em súmula (e parem o jogo, se for o caso) qualquer manifestação racial, religiosa, política e homofóbica.

Se a torcida jogar bananas em campo (como certa feita aconteceu com Daniel Alves, enquanto atleta do Barcelona), o jogo deve parar pois é racismo explícito. Se o jogador comemorar um gol tirando a camisa com os dizeres Jesus é o Rei ou Alá é Grande, o atleta deve receber cartão amarelo por desconfigurar o uniforme e ser citado para julgamento por apologia religiosa. Se o jogador, após um gol, saudar a torcida com o gesto de Hi Hitler imortalizado pelos nazistas, ele não recebe o cartão mas é citado por manifestação política. E, por fim, se os torcedores fazerem cânticos ou gritos homofóbicos, o árbitro deve relatar nos documentos da partida (se eles forem contínuos, o jogo pode até ser paralisado).

É nesse último item que chamo a atenção: no México, os torcedores gritavam PUTO (que é uma palavra similar a VIADO no coloquial espanhol) quando o goleiro cobrava o tiro de meta. Tal prática, ao mesmo tempo que começou a ser abolida aos poucos lá fora, passou a ser praticada no Brasil pela torcida do Corinthians, especificamente tendo nascida num jogo contra o São Paulo, a cada tiro de meta cobrado por Rogério Ceni (trocando-se o PUTO por BICHA, com um longo tempo no IIIIII até o chute do arqueiro). Palmeirenses, santistas e até os próprios são-paulinos, primeiras vítimas do ato, começaram a imitar.

Nesta cruzada contra a homofobia, a FIFA resolveu reforçar a orientação para que tal prática fosse extinta. Recentemente, a CBF foi punida por 20 mil francos suiços (65 mil dólares) por tais gritos na partida pelas Eliminatórias entre Brasil x Colômbia em Manaus, ocorrida em setembro. Neste mesmo “pacotão de punições” foram multadas equipes e seleções em Honduras, Albânia, Itália, México, Canadá, Argentina, Paraguai e Peru. O Chile, além da multa, perdeu um mando de jogo nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

Em parceira com a ONG Fare Network, a FIFA, depois destas punições, reforçou o pedido e o monitoramento (replicado pelas Federações / Confederações Nacionais e suas entidades filiadas), para que árbitros, clubes e federações sejam agentes denunciadores de tais situações, sejam essas personagens testemunhas ou vítimas. Ou seja: um árbitro deve relatar se presenciar os gritos, uma equipe pode denunciar se sentir atacada ou um goleiro pode até pedir a punição ao clube cuja torcida praticou a homofobia.

Porém, esses gritos de BICHA foram praticados novamente em jogo da Seleção Brasileira, dessa vez contra a Bolívia em Natal, também pelas Eliminatórias, com punição de  R$ 83 mil. Outros nove países também foram punidos por gritos homofóbicos, além do Irã, por cânticos religiosos do Islã.

Aqui no Brasil, os grandes clubes da Capital têm pedido, através do sistema de som, que os torcedores não pratiquem tal ato. Infelizmente, há aqueles que ainda não sabem das medidas recomendadas e as punições que podem receber.

Então, seja na Copa São Paulo de Futebol Jr ou em Copa do Mundo, os clubes e Seleções podem ser severamente multados ou até perderem o mando caso os torcedores gritem BICHA na arquibancada.

IMPORTANTE – sabemos que na cultura do futebol algumas situações são discutíveis (eu, que fui árbitro de futebol por tanto tempo, sei bem disso). Xingar o juiz de ladrão ou outros impropérios é algo “aceitável e comum” (não levando em conta o politicamente correto e nem que se ofende a pessoa, mas sim uma personagem). Mas se existe um novo momento no futebol, uma mudança de cultura, seja ela forçada por multas e punições ou por clamor social, que cumpra-se!

Torcedor, diante de tudo isso: seja prudente!

EM TEMPO – a FIFA colocou em seu game, o FIFA 17, a opção de “vestir o atleta nas cores do arco-íris”, em alusão à campanha contra homofobia (Stonewall’s Rainbow Laces). E aqui acrescento: não confunda a opção sexual, particular de cada um, com APOLOGIA (sempre condenável).

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– Provérbio Japonês Machista ou Feminista?

No Japão, existe um ditado antigo e muito respeitado:

Um bom marido é saudável e ausente“.

Machista?

Que nada. É Feminista!

Lá, se o marido fica fora de casa pelo duro trabalho para dar conforto à família, ele se torna exemplo para todos – mesmo que seja um pai e marido ausente.

Tudo gira no modo de como se interpreta as coisas. Aqui, a mulher ficar em casa já foi interpretado de diversas formas – machista ou não!

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– Por quê discriminar?

Vejo tanta gente intolerante com religião, cor da pele, comportamento, ideologia, preferências

Somos todos cidadãos, irmãos, filhos de um mesmo pai. Pobre, rico, branco, negro, capitalista, comunista… todos têm o mesmo fim!

Ou não?

Veja:

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– A superação de quem tem Síndrome de Down e os universitários especiais!

Hoje é Dia internacional da Síndrome de Down. E sabe que os downs são pessoas especiais mesmo? Claro, pois veja cada coisa maravilhosa que eles são capazes!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/03/1868259-inclusao-leva-downs-a-universidade-e-forma-de-chefe-de-cozinha-a-professor.shtml

INCLUSÃO LEVA DOWNS A UNIVERSIDADE E FORMA DE CHEFE DE COZINHA A PROFESSOR

Por JAIRO MARQUES

Ao menos 44 pessoas com síndrome de Down passaram ou estão em bancos de universidades brasileiras desde 2005 –quando se tem registro do primeiro ingresso.

O levantamento e monitoramento dos estudantes é do Movimento Down, ONG mais atuante no país em defesa dos direitos do grupo social.

Segundo a organização, o número, o mais relevante da América Latina, mostra o efeito da educação inclusiva no Brasil e revela mudança de postura diante do entendimento da pessoa com down.

As carreiras mais escolhidas pelo grupo são educação física, gastronomia e pedagogia. O montante ainda é pequeno em relação aos universitários ingressantes em geral 2,9 milhões, de acordo com censo de 2015, do MEC. Há uma concentração maior de estudantes no Estado de São Paulo, mas existem alunos em instituições de ensino superior públicas e privadas de norte a sul do país.

Não há oficialmente nenhuma diretriz específica para atendimento do aluno com down no ensino superior. Cada instituição recebe e dá condições de estudo a esse público por iniciativa própria. Também não há no país
uma contagem oficial dessas pessoas –estima-se em cerca de 270 mil, com base na prevalência de nascimento.

A pedagoga Maria Teresa Eglér Mantoan, professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Campinas e coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença avalia que “a possibilidade de todos estarem na escola é possibilidade de todos chegarem à universidade”.

“Pessoas com síndrome de Down, como qualquer pessoa, estudando em uma escola para todos, inclusiva, têm chances de chegar à universidade e isso é um privilégio. É dever das universidades oferecerem serviços educacionais especializados de apoio a esses alunos e para quaisquer que precisem de atenção diferenciada no ensino superior. Não necessariamente a pessoa vai precisar acionar o serviço, mas é fundamental oferecê-lo”, afirma a pedagoga.

Pedro Brandão, 22, formou-se neste ano em gastronomia, pelo Centro Universitário Senac. Ele já está empregado, em uma das unidades do bar Pirajá, de São Paulo, e avalia que apoio familiar é fundamental para conseguir chegar ao ensino superior.

“Meu pai e minha mãe me deram segurança, apoio e amor. Eles foram minha inspiração para ser chefe de cozinha”, diz ele, que desde o ano passado ajuda na preparação de alimentos e demais serviços da cozinha do bar.

Daniela Montesano, coordenadora do serviço de acessibilidade e apoio psicopedagógico do Senac, explica que Pedro “não foi café com leite” durante o curso.

“Trabalhamos com o potencial do aluno e não com sua deficiência. As necessidades do Pedro foram repassadas aos professores do curso e, durante as aulas práticas, ele teve um acompanhamento de um mediador. Não se muda o currículo ou as disciplinas, mas, sim, trabalha-se e cobra-se o essencial. Nada é diferenciado, apenas atende-se a uma demanda específica”, afirma.

Para Patrícia Almeida, cofundadora do Movimento Down, o acesso ao ensino superior “é importante porque mostra a famílias e professores que as pessoas com síndrome de Down podem aprender”. “Antes isso era inimaginável, porque todos achavam que eram ineducáveis, então não valia a pena investir e buscar maneiras de ensinar”, afirma.

Segundo ela, o movimento nas universidades é reflexo da inclusão escolar. “Nenhum destes universitários [da lista de 44] passou por escola especial. A inclusão escolar não é apenas um direito, mas é também melhor para todos. Não quer dizer que todos vão para a universidade, até porque nem todo mundo vai”, diz.

Nesta terça-feira (21) celebra-se o Dia Internacional da Síndrome de Down. Estão programadas cerca de 160 atrações pelo país.

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– Santa Princesa Isabel, ou uma fraude abolicionista?

A Princesa Isabel, uma das personagens mais importantes da História do Brasil, pode se tornar Santa, devido ao engajamento de um grupo de católicos que defende sua canonização, por ter livrado os negros da escravidão com a Lei Áurea. Porém, outra corrente catolicista, ao contrário, alega que ela assinou a abolição apenas por formalidade, pois nunca lutou pela causa.

Santa ou Não?

Entenda o curioso caso, extraído de:

http://istoe.com.br/reportagens/267071_SANTA+PRINCESA+ISABEL+

SANTA PRINCESA ISABEL?

Historiadores e movimento negro questionam projeto para beatificar a responsável por assinar a Lei Áurea, que acabou com a escravidão no País

por João Loes

Na mesa do cardeal arcebispo do Rio de Janeiro, d. Orani João Tempesta, repousa uma indigesta questão que ele está sendo pressionado a resolver. Desde que o pedido de abertura do processo de beatificação da princesa Isabel foi oficialmente apresentado ao religioso, autoridade máxima da Igreja do Rio de Janeiro e única figura com investidura legal para dar início à causa, o cardeal se encontra em delicada situação, acuado entre grupos de católicos. De um lado estão os que defendem com fervor a santificação da princesa, filha de d. Pedro II e signatária da Lei Áurea, liderados pelo escritor e professor curitibano Hermes Rodrigues Nery, um estudioso da família real brasileira. De outro, estão historiadores e parte do movimento negro, que questionam o papel de protagonista de d. Isabel na abolição dos escravos e não querem vê-la num altar de jeito nenhum.

Diante de uma causa de beatificação envolta em polêmica, d. Orani retarda uma resposta sobre o início – ou não – do processo. Alheio às questões políticas, Nery, postulador que pesquisou durante meses documentos em lugares como os arquivos do Museu Imperial de Petrópolis e bibliotecas do Brasil, para levantar detalhes da vida da princesa e preparar sua biografia, pede uma definição. Segundo especialistas ouvidos por ISTOÉ, a causa pela beatificação da princesa até tem força para caminhar, mas uma avalanche de complicadores certamente surgirão durante o processo. Afinal, d. Isabel está longe de ser uma unanimidade.

Há uma representativa corrente de historiadores, por exemplo, que relativizam a atuação da princesa na abolição, tida como um dos principais argumentos de quem defende sua beatificação. “Canonizar d. Isabel a partir do episódio da assinatura da lei de 13 de maio é uma tentativa de reiterar uma memória que silencia sobre o papel do negro na sua própria história”, diz Wlamyra Albuquerque, historiadora, professora-adjunta da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e autora do livro “O Jogo da Dissimulação” (Cia. das Letras, 2009). Com o avanço da causa pela santificação, a importância dos levantes de negros cativos e das lideranças abolicionistas poderia acabar em segundo plano, o que seria, no mínimo, injusto. “A emancipação foi resultado da luta desesperada dos cativos, de suas rebeliões e do ódio aos seus senhores”, afirma a historiadora Mary de Priore, que lança em abril o livro sobre Isabel e seu marido, o conde D’Eu, intitulado “O castelo de papel” (Ed. Rocco, 2013). “Mas na pintura da princesa emancipacionista, tudo era cor-de-rosa como seu palácio em Petrópolis.”

Para os críticos, esse esforço da monarquia em pintar a princesa e suas ações como fundamentais para o fim da escravidão tinha razão óbvia e pouco nobre. Em 1888, a realeza vivia seus últimos momentos em um Brasil já dominado pelos republicanos. Associar-se a uma causa tão popular quanto o abolicionismo era uma das últimas esperanças de dar sobrevida ao regime. Não seria fácil, porém, convencer o povo de que os motivos da coroa para tanto entusiasmo com a abolição eram nobres e legítimos. Afinal, desde 1850, quando a Inglaterra proibiu o tráfico internacional de escravos, a abolição virou assunto corriqueiro no País. Com leis como a do Ventre Livre, de 1871, e dos Sexagenários, de 1885, a causa ganhou ainda mais visibilidade. “Quando chegou 1888, era evidente que insistir na manutenção do regime escravocrata não fazia mais sentido”, afirma Roderick Barman, professor da University of British Columbia (UBC) e autor do livro “Princesa Isabel do Brasil: Gênero e Poder no Século XIX” (Unesp, 2005).

Quando a abolição oficial finalmente veio, ela não era nova nem inesperada. Era quase protocolar. Nesse sentido, era mais fácil o povo suspeitar da demora da realeza em acabar com esse anacronismo – e o Brasil foi o último País no mundo a extingui-lo – do que aceitar que o fim veio graças a uma figura política de pouca ou nenhuma relevância. Até houve celebrações da d. Isabel e homenagens a ela como redentora dos negros, muitas das quais patrocinadas pela casa imperial, que organizou festas, regatas, corridas de cavalo e eventos religiosos para incensar sua figura. Mas quando ela foi exilada, logo foi esquecida, assim como toda sua família.

Para Nery, críticas impiedosas como essas têm origem conhecida. Segundo ele, quem escreveu a história da abolição e do papel da princesa Isabel nesse processo foram historiadores republicanos, pouco interessados em registrar que, no Brasil, o fim da escravidão veio pelas mãos de uma princesa. “E mais, ela não só acabou com o regime escravocrata como negociou para viabilizar uma solução católica para a abolição”, afirma o postulante da causa. “Em vez de ruptura, como se viu nos Estados Unidos ou no Haiti, onde houve violência e derramamento de sangue, ela buscou o reformismo pela via institucional – e conseguiu”, diz. Prova disso seria a Rosa de Ouro que ela recebeu do papa Leão XIII, como reconhecimento pela boa condução dada à questão.

Um prêmio de tamanha importância, jamais concedido a outro brasileiro, certamente terá peso se a causa pela beatificação da princesa chegar ao Vaticano. Aliada aos detalhes da vida particular de d. Isabel, tida como inquestionavelmente devota tanto por seus admiradores quanto por seus críticos, ela fortalece em muito a candidatura à beatitude. “O que importa é o compromisso do candidato a beato com a missão que Deus deu a ele na Terra”, afirma a irmã Célia Cadorin, responsável pelas causas que resultaram na canonização de São Frei Galvão e da Santa Madre Paulina, os dois únicos santos brasileiros. Na avaliação da religiosa, o retrato biográfico produzido por Nery tem grande potencial de deslanchar. “Mesmo com as críticas dos historiadores e do movimento negro, que devem ser incluídas porque fazem parte da história dela, essa é uma história muito forte e bonita.” O debate está aberto.

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– Machismo ou Exagero do Feminismo?

Sempre devemos tomar cuidado quando você ouve uma “frase solta” ou uma declaração “fora do contexto”. Digo isso por ver toda a polêmica de uma fala do Presidente Michel Temer no evento comemorativo do Dia Internacional da Mulher.

Muitos disseram que ele foi machista ao dizer sobre a importância da “mulher dona-de-casa” e outras coisas. Algumas publicações retrataram ele como causador de uma grande e infeliz gafe. Mas… leram todo o discurso?

Me assusto pois não foi nada disso o que aconteceu! Creio que o sensacionalismo ocorreu pela frase solta ou por quem quis polemizar propositalmente. Temer, na totalidade do seu discurso, exalta as várias facetas da mulher (de executivas, políticas e até mesmo as que cuidam do lar). E quando fala daquelas que olham pela casa / não trabalham fora ou das que se preocupam com os aumentos de preço nos supermercados, as elogia por tal dedicação. Simples, nada mais do que isso, não denegriu ninguém.

Ou será que chegamos ao absurdo da mulher que, caso deseje optar, não poder ser dona-de-casa e cuidar da educação dos filhos ou do asseio do lar? Aí seria radicalismo condenável…

Leia a íntegra do discurso (mas leia todo):

Discurso do Presidente Michel Temer na Solenidade do Dia Internacional da Mulher

“Olha, eu quero em primeiro lugar, naturalmente saudar indistintamente a todos, aos que estão à mesa, e aqueles que estão no auditório. E vejo que está sendo extremamente prestigiado este evento pela bancada feminina da Câmara e do Senado. O que revela desde logo a importância da recordação anual que se faz do Dia Internacional da Mulher.

E eu vejo como é importante, ou como são importantes, essas solenidades, que não basta marcar no calendário o Dia da Mulher, é preciso comemorá-lo. E comemorá-lo significa recordar a luta permanente da mulher por uma posição adequada na sociedade.

Eu não preciso, depois do discurso emocionado da Luislinda, de todos enfim, dizer da importância da mulher e da luta permanente que a mulher vem fazendo ao longo do tempo no Brasil e no mundo. Que aqui e fora do Brasil, em outras partes do mundo, a mulher ainda é tratada como se fosse uma figura de segundo grau, quando na verdade, ela deve ocupar o primeiro grau em todas as sociedades.

Eu digo isso com a maior tranquilidade, porque eu tenho absoluta convicção, até por formação familiar e por estar ao lado da Marcela, o quanto a mulher faz pela casa, o quanto faz pelo lar, o que faz pelos filhos. E, portanto, se a sociedade de alguma maneira vai bem, quando os filhos crescem, é porque tiveram uma adequada educação e formação em suas casas. E seguramente isso quem faz não é o homem, isso quem faz é a mulher.

Então ter essas solenidades como esta que nós estamos comemorando aqui no Palácio do Planalto, é recordar o que está sendo recordado pelos discursos e pelas palavras que nós estamos agora pronunciando. Mas é interessante notar como, e aqui eu recordo mais uma vez, só para dizer do absurdo e muitas vezes da nossa história, que a mulher só começou a votar pelos idos de 30, 32 não é? Quando se lhes deu o direito a voto, o direito mínimo, que é de participar. A mulher representa, e representava, no passado 50% da população brasileira. E, sem embargo disso, o fato é que 50% estava excluído. Portanto, a representação que antes que se fazia era uma representação política de pé quebrado. Era uma representação de 50%, quem sabe, da população brasileira. Mas, ao longo do tempo, devo registrar com grande satisfação, que a mulher foi conseguindo o seu espaço.

Quando a Fátima Pelaes relembra que, quando criei a primeira Delegacia da Mulher, parece um fato extraordinário, não é? Mas era uma consequência natural da luta das mulheres e até conto muito rapidamente como isso se deu. Eu era secretário da Segurança Pública em São Paulo, pelos idos de 85, quando uma comissão de mulheres veio a mim e me contou, naturalmente, das violências que sofriam, da mais variada natureza, e do mau atendimento que tinham nas delegacias porque eram atendidas por homens, pelo escrivão, pelo investigador, pelo delegado. E aqui comigo logo surgiu a ideia interessante de algo que não tem, ou não tinha, e não tem, nenhum custo orçamentário. Por que que eu não coloco uma ou duas delegadas mulheres, três, quatro escrivãs, 15, 20 investigadoras para atender a mulher? E assim se deu com a instalação da primeira Delegacia da Mulher no Brasil.

Ela teve tanto sucesso, ministro Imbassahy, que a primeira delegada da mulher logo depois foi eleita deputada estadual, tamanha repercussão que se verificou, e eleita, naturalmente, pelas mulheres. E ao depois, quando voltei a ser secretário da Segurança, tempos depois, havia praticamente mais de 90 delegacias da Mulher no estado de São Paulo e no Brasil. É um reconhecimento, portanto, da posição da mulher no conserto nacional.

Eu estou falando de um período que antecede a Constituinte de [19]87 e [19]88, pois, precisamente, senador Medeiros, em função destes fatos que estou relatando, é que na Constituinte, quando as constituições anteriores diziam todos são iguais perante a lei. A Constituinte de 88 decretou: homens e mulheres são iguais em direitos e deveres. Parece de pouca significação, mas significa inserção na estrutura do Estado brasileiro, portanto, o próprio Estado brasileiro, a ideia de que os direitos e deveres são iguais para homens e mulheres.

Portanto, é um longo trajeto histórico que vem revelando a presença importantíssima da mulher. Aliás, em função disso, no próprio Plano Nacional de Segurança Pública, um dos primeiros pilares do Plano Nacional de Segurança Pública, lançado muito recentemente, é exatamente o combate ao feminicídio e à violência contra a mulher. Nós estamos até cuidando de criar um fundo de combate à violência contra a mulher, e a bancada feminina já esteve comigo, é nós estamos cuidando disso, que é mais um passo no combate à violência contra a mulher. E estamos fortalecendo a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, que é o 180.

E digo com toda franqueza: isso tudo é fruto do movimento das mulheres. É da compreensão dos homens, vamos dizer assim, mas do movimento muito entusiasmado, muito persistente, muito consistente, muito argumentativo até, das mulheres brasileiras. E, no particular, daquelas que participam dos movimentos sociais, daquelas que estão no Legislativo, que se constituem na voz natural das eleitoras em todo o Brasil.

De modo que, ao longo do tempo as senhoras, as mulheres, deram uma colaboração extraordinária ao nosso sistema. E hoje, como as mulheres participam em intensamente de todos os debates, eu vou até tomar a liberdade de dizer que na economia também, a mulher tem uma grande participação. Ninguém mais é capaz de indicar os desajustes, por exemplo, de preços em supermercados do que a mulher. Ninguém é capaz de melhor detectar as eventuais flutuações econômicas do que a mulher, pelo orçamento doméstico maior ou menor.

E nesse particular, até eu tomo a liberdade de dizer que neste momento, depois de nós termos passado por um momentos recessivos, por momentos difíceis, agora segundo IBGE, em janeiro deste ano, a produção industrial no Brasil cresceu 1.4%. Eu digo isso, dou esse dado não é? Porque esse é um número, primeiro número positivo em 34 meses, primeiro número positivo que não temos na produção industrial um índice dessa natureza.

Ontem, até na reunião do Conselho, nós temos um Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, hoje integrado por 101 figuras dos mais variados setores, nós enfatizamos que a recessão vai indo embora. E que a recessão indo embora, volta o crescimento. E eu digo isso, porque com o crescimento volta o emprego.

E hoje, graças a Deus, as mulheres, sem embargo das dificuldades, têm uma possibilidade de empregabilidade que não tinham no passado. Então, a queda da inflação que nós estamos assistindo, a queda dos juros, o superávit recorde da nossa balança comercial, o crescimento do investimento externo, tudo isso significa empregos. E significa também que a mulher, além de cuidar dos afazeres domésticos, vai vendo um campo cada vez mais largo para o emprego. Porque hoje homens e mulheres são igualmente empregados. Com algumas restrições ainda. Mas a gente vê em muitas reportagens, das mais variadas, como a mulher hoje ocupa um espaço executivo de grande relevância.

O número de mulheres que comandam empresas, que comandam diretorias, é imenso. O número de mulheres que hoje está no Legislativo e tendo uma atuação extraordinária. Não foi sem razão, lembrou a Fátima, que sendo eu presidente pela última vez na Câmara dos Deputados, eu criei a Procuradoria Parlamentar da Mulher. E, sobremais, ainda estabeleci que uma deputada teria assento, não é Elcione, teria assento na reunião de líderes, para ter voz e voto.

O que significa que, pouco a pouco, mas neste momento cada vez mais rapidamente, a mulher vai ocupando um espaço cada vez mais significativo, mais expressivo e mais enaltecedor da sociedade no nosso Brasil.

Portanto, eu quero dizer às colegas, às mulheres, aos senhores e às senhoras, a todos que eu fico muito, digamos assim, orgulhoso por sediar neste momento um encontro que recorda o Dia da Mulher. Especialmente porque não foram apenas palavras, mas viram pelos gestos tomados pelo ministro da Saúde, que houve gestos concretos. Ou seja, gestos executivos pela a assinatura dos atos que ele aqui decretou.

De modo que mais uma vez, digamos assim, o Brasil conta com as mulheres, conta com todos os brasileiros, mas tem a mais absoluta convicção de que a força motriz mais relevante do exercício da cidadania brasileira, está nas mulheres.

Nossa homenagem, portanto.”

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– Um momento oportuno de não falar nada…

A senadora Gleisi Hoffmann (acusada de vários crimes de corrupção) aproveitou ontem sua palavra na Tribuna do Senado pedindo que as mulheres usem a data de hoje (08 de março, Dia Internacional da Mulher), para greves – seja bloqueando estradas, seja se recusando a fazer sexo!

Leia o discurso:

Este ano é diferenciado, porque tem um movimento internacional das mulheres para que a gente, no mundo inteiro, se movimente de diferentes formas e por diferentes bandeiras, mostrando o que está em jogo na sociedade humana, mostrando os retrocessos que estão se fazendo em relação aos direitos conquistados pelas mulheres. Então, neste ano, o dia 8 de março será um dia de greves. Nós vamos fazer greves. Nós vamos fazer greves nas escolas, nós vamos fazer greves nas nossas casas, nós estamos chamando para fazer greves nas atividades domésticas, fazer greves na área de trabalho, fazer bloqueio de estradas, fazer marchas, fazer abstenção de todo trabalho doméstico, inclusive abstenção sexual.”

Ops! Mas fazer sexo ou não é condição de protesto para as mulheres livres e independentes? A mim, entendo que essa fala cairia bem na condição de mulheres como “objeto sexual”, coisa que nunca devemos encarar. O sexo feminino é forte o suficiente para uma Senadora da República usar o argumento de “greve de sexo” para chamar a atenção da sociedade.

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– Parabéns, Cruzeiro!

Para que o Dia Internacional da Mulher seja uma oportunidade de reflexão, eis que o Cruzeiro jogará na Copa do Brasil hoje com mensagens de conscientização ao invés do nome dos atletas.

Excelente iniciativa. Veja como aproveitaram bem a numeração das camisas (em que pese, os dados sejam péssimos):

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– Dia Internacional da Mulher

Hoje é Dia Internacional da Mulher. Sou meio contra certas comemorações, pois, afinal, deve-se respeitar as mulheres todos os dias, assim como todo dia é dia dos pais, das mães, entre outras datas.

Mas já que existe o simbolismo da data: Feliz Dia das Mulheres!

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– Pichação da Catedral, Monumento de Jundiaí e Museu do Solar do Barão

Vandalismo ou Protesto?

Viram as pichações no Centro da nossa cidade de Jundiaí?

Catedral com “Laico Porra”, Museu Solar do Barão com “Estado Assassino” e Monumento das Caravelas com “Fora Temer”.

A nova lei municipal pune com R$ 37.000,00 tais atos. Vão pegar os vagabundos?

Aliás, isso é uma das mais idiotas formas de “protestar”. Faça isso de uma maneira mais cidadã!

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– Avaliação de Caráter

Li em algum lugar que nem sei onde foi; só sei que é de uma verdade inegável:

O melhor indicador de caráter de uma pessoa, é como ela trata as pessoas que não podem lhe trazer benefício algum”.

Autor desconhecido.

Pois é… tratar bem só quem pode retribuir não vale. O legal é fazer de coração sem esperar nada em troca.
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– Desperdício de alimento no Mundo é algo que assusta!

A FAO (organismo da ONU que cuida sobre o tema “alimentação”) informa: 1/3 da comida do mundo é desperdiçada!

Desde pequeno aprendi que se deve comer o necessário (embora a gula prejudique), mas nunca jogar resto de alimento, pois “comida é algo sagrado“.

E é mesmo! Quanta gente passando fome e a gente ignorando isso. Fato!

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– Já pensou em adotar crianças?

Leio e fico feliz por existirem pessoas de boa vontade: sobre o “Programa Família Acolhedora” e as famílias que cuidam carinhosamente de menores retirados pela Justiça da guarda de seus pais.

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias-42647-programa-familia-acolhedora-tem-tres-vagas-abertas-em-jundiai-

PROGRAMA FAMÍLIA ACOLHEDORA TEM TRÊS VAGAS EM JUNDIAÍ

Por Mauro Utida

Com capacidade para atender até 10 crianças e adolescentes de 0 a 17 anos, o Serviço Municipal de Acolhimento Familiar, também conhecido como Família Acolhedora, está com três vagas disponíveis para o acolhimento familiar.

Este serviço é uma alternativa para crianças e adolescentes afastados de suas famílias de origem mediante medida protetiva determinada pelo juiz da Vara da Infância e Juventude, como forma de atender suas necessidades emergenciais.

A Prefeitura de Jundiaí, por meio da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Semads), informou que pretende aumentar as vagas do programa Família Acolhedora de 10 para 15 crianças/adolescentes disponíveis ainda neste ano.

Atualmente, o programa conta com 23 famílias já capacitadas e aptas a acolher. Hoje, as sete crianças que estão em acolhimento familiar possuem entre 0 a 9 anos.

A prefeitura explica que, para fazer parte do programa, as famílias devem ser residentes de Jundiaí, ter 21 anos ou mais, não possuir antecedentes criminais, não apresentar problemas psiquiátricos e ou dependência psicoativas e não ter interesse em adoção, já que as crianças e adolescentes voltarão à família de origem. O prazo máximo para acolher a criança é de dois anos.

O casal Maressa Gonçalves Santos Paula, 30 anos, e Jonathan Felipe Sota de Paula, 27 anos, é uma das 23 famílias capacitadas e aptas a acolher as crianças do programa. O casal está cadastrado no serviço há cinco anos e atualmente está prestes a cuidar da quarta criança, no caso, uma recém-nascida, que nasceu prematura de sete meses e está internada na UTI.

Eles assumirão por um tempo os cuidados do bebê por causa da rejeição provisória da mãe, que tem 15 anos de idade e tem problemas com o enteado, que é violento. Maressa e Jonathan possuem uma filha de três anos, porém fazem questão de ajudar.

“Na minha família por parte de pai há muitos filhos adotivos, inclusive meu irmão, e sempre tive vontade. Quando descobri o programa lendo um jornal, meu coração ardeu de vontade e fizemos o cadastro. Em um ano já estávamos cuidando da primeira criança”, explica.

Após criar, amar e proteger é natural que a família crie um vínculo com a criança e, no caso do casal, eles procuram manter o contato com a família e continuar ajudando sempre que a família precisa, caso seja possível. “Em toda despedida, temos o costume de fazer uma festa e tirar fotos daquele momento para guardar de recordação. É difícil, mas entendemos que é melhor para ela”, diz Maressa. Não é adoção
A diferença do programa Família Acolhedora para o processo de adoção é que o acolhimento familiar é provisório, com o objetivo de atender crianças e adolescentes com vínculos familiares rompidos ou fragilizados, que se encontram em situação de ameaça, necessitando de atenção e cuidados integrais.

A coordenadora do Setor Técnico de Serviço Social do Fórum, Viviana Eugenia Gualtieri, informa que um dos pré-requisitos para a família ingressar no Programa é não fazer parte do Cadastro Nacional de Adoção (CNA).

“Há casos em que o Poder Judiciário constata que a criança ou adolescente têm seu direitos violados, ou seja, não atendidos conforme consta no artigo 3 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), e nessa situação, a fim de garantir a proteção integral, sugere o acolhimento, como medida provisória de atender as necessidades ”, informa.

As causas são diversas, tais como: negligência, abandono, maus-tratos, abuso sexual, violência doméstica, conflitos familiares, uso excessivo de álcool e drogas entre outros.

Há um trabalho da equipe técnica do juízo, bem como do serviço de acolhimento e a rede socioassistencial do município, para reverter a situação, que gerou a determinação da medida de acolhimento, a fim de que o período de acolhimento seja o mais breve possível, visando dirimir as perdas. Alternativa O programa Família Acolhedora é uma alternativa para as três unidades de acolhimento institucional (abrigos) do município, que estão com a capacidade máxima. A capacidade total dos três abrigos é para atender 80 crianças e adolescentes de 0 a 17 anos: Casa de Nazaré (40 vagas) e Casa Transitória 1 e 2 (40 vagas total).

Os abrigos funcionam através de convênio com a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Semads) para atender crianças e adolescentes com seus direitos violados, conforme orientação do ECA. Os encaminhamentos para estes serviços são feitos pelos Conselhos Tutelares com a chancela do juiz da Vara e Juventude, Jefferson Barbin Torelli.

Segundo informações do Serviço Social do Poder Judiciário, atualmente Jundiaí conta com 122 pretendentes para adoção e quatro adolescentes com idade acima de 12 anos, que estão aptas para colocação em famílias substitutas.

O juiz da Vara da Infância e Juventude, Jefferson Barbin Torelli, explica que a espera pelo filho está atrelado ao perfil desejado pelo pretendente. “A maioria dos casais prefere crianças com até sete anos e são raríssimos os casos em que os pais devolvem as crianças”, informa.

Para os interessados no processo de adoção, devem procurar o Fórum de Jundiaí, localizado na rua São Bento, s/n, no Centro. Horário: às segundas-feiras, das 13h às 15h.

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– Rio Claro Futebol Clube será o primeiro clube brasileiro a defender torcida gay em suas arquibancadas!

O homossexualismo ainda é um tabu na sociedade. No mundo do futebol, mais ainda. Nas arquibancadas, nem se fale!

Contra o preconceito, o time do Rio Claro resolveu convidar a comunidade LGBT da sua cidade para acompanhar o Azulão em seu estádio, fazendo grande divulgação pelas redes sociais. Em suas postagens, os dizeres:

O Rio Claro FC luta pelo fim de uma vez da homofobia nos estádios de futebol. Encorajamos a todos que se identificam com a causa a comparecerem aos jogos no Estádio Dr. Augusto Schmidt Filho. Aqui você não vai ouvir “bixa” (sic) quando o goleiro cobrar tiro de meta em tom de ‘ofensa’, aqui, somos todos iguais, todos irmãos“.

E aí, você acha que tal medida ajudará a diminuir a discriminação contra os gays ou será apenas uma jogada de marketing sem grande sucesso?

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A propósito, o Rio Claro é pioneiro no Brasil, mas o precursor de tais campanhas no futebol profissional foi o Rayo Vallecano da Espanha. Escrevemos em Julho de 2015 neste blog:

AS CAMISAS POLITCAMENTE CORRETAS DO TIME ESPANHOL

O pequeno Rayo Vallecano, que disputa o Campeonato Espanhol, resolveu inovar e se tornar um clube engajado em motes sociais. Está promovendo novos uniformes “politicamente corretos”.

As duas novas camisas são: a 1a, contra os preconceitos racial e homossexual, trazendo o preto e o arco íris; a 2a, grafite e rosa, trazendo como símbolo o combate ao câncer.

O que você acha dessa ação sócio-política: correta (de responsabilidade social), demagoga (querendo apenas repercussão), ou comercial (simplesmente para vender mais camisas)?

Aprovaria se o seu time fizesse algo assim?

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– A Polêmica de Eurico Miranda e os árbitros gays

E o presidente do Vasco da Gama polemizou: em entrevista à Antônia Fontenelle em seu canal no YouTube, disse que é contra árbitros gays:

“Eu não sou contra o gay. Me manifestei no futebol sobre isso por ser contra árbitro gay. Isso desde lá atrás. Motivo de eu ser contra? Não tenho nada contra o gay. Agora, contra a bicha, a bicha extrovertida e toda cheia de coisa… (…) Eles tendem a favorecer o parceiro ou querer namorar alguém”.

Xi… e se for mulher como árbitra ou bandeirinha? Não há jogador que quer namorar a juíza ou vice-versa? Ou a ética do profissionalismo de Eurico só vale para “paqueras homoafetivas”?

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