– Por quê tanto ódio?

Mais um atentado covarde dos terroristas do ISIS aconteceu, ontem, em Barcelona.

O extremismo religioso assusta. A intolerância dessas pessoas cega, fazendo com que o fanatismo não defenda sua crença, mas sim odeie quem pensa diferente. Há perfeitamente no mundo condições de que todas as profissões de fé convivam harmoniosamente. Só não acontece por conta desses loucos violentos!

#PrayForBarcelonaque os familiares das vítimas sejam confortadas.

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– Onde errou o Faustão?

Qual o pecado de Fausto Silva?

Quando eu era criança, existiam dois tipos de submoradias: favelas e cortiços! Ambos tristes e de gente paupérrima, que necessitava e necessita de atenção da sociedade.

Os tempos do politicamente correto mudaram o nome para “comunidade“. E aí vejo nas redes sociais um grande barulho de um suposto deslize do apresentador Fausto Silva (o Faustão) na Rede Globo.

Dando uma fuçada, leio que ele disse sobre favelas e comunidades:

Aí começa a hipocrisia: ‘vamos chamar de comunidade’. Comunidade e favela é tudo a mesma ‘mercadoria’, tem é que mudar a realidade. Aí muda o nome, estou falando porque fui repórter. Cansei de entrar em favela e sei como é a real .Comunidade e favela é tudo a mesma porcaria, tem que mudar essas pessoas de lugar. A grande maioria é de gente honesta. Se você vai numa agência de banco na favela, 99% é de gente correta. 1% é que não presta, como em todo o mundo”.

Onde está a “bola fora”? Nenhuma! Ele se refere ao termo “porcaria” não para as pessoas, mas para as degradantes e indignas condições de vida do povo que ali reside! E ele destaca a necessidade de cuidar dessas pessoas e as defende.

Sabe qual é o real problema hoje? A falta de Educação! As pessoas não conseguem nem interpretar textos e deturpam o que se fala!

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– Revolução Paulista de 32

Hoje é o dia da lembrança mais importante do Estado de São Paulo: a data (09 de Julho) em que os paulistas saíram pedindo o fim do absolutismo de Getúlio Vargas e a elaboração de uma nova Constituição Brasileira.

Claro que o conflito teve outros interesses, como uma espécie de não aceitação dos acordos políticos do país naquele momento e a minimização da importância de SP na influência nacional. Em alguns momentos, tendeu a ser um movimento separatista, com emissão até de moeda paulista.

Que São Paulo não se acomode com a corrupção e desmandos como fez outrora!

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– Sensitivity Reader (as pessoas que trabalham como leitores sensíveis) são cada vez mais comuns no Brasil

Nos tempos do politicamente correto, muitos cuidados se deve tomar para não ofender minorias sociais. E creia: isso tem sido um tema relevante à indústria editorial.
Extraído de: http://temas.folha.uol.com.br/liberdade-de-opiniao-x-discurso-de-odio/liberdade-de-expressao/mercado-editorial-adota-funcao-do-leitor-sensivel-para-evitar-boicotes.shtml

MERCADO EDITORIAL ADOTA FUNÇÃO DO ‘LEITOR SENSÍVEL’ PARA EVITAR BOICOTES

Por Amanda Ribeiro Marques

A sensibilidade dos tempos de causas identitárias gerou uma profissão no mercado editorial: o “leitor sensível”.

Surgido nos países de língua inglesa e atuando ainda de forma incipiente no Brasil, o “sensitivity reader” é, normalmente, um integrante de grupos sociais contratado para apontar, ainda no manuscrito, conteúdos que possam provocar pressões e boicotes.

A maioria se qualifica por características como cor da pele, nacionalidade, orientação sexual, vícios, histórico de abuso sexual e problemas psiquiátricos. Parte tem formação literária, mas importa pouco. O principal é a experiência pessoal, que permite identificar conteúdos suscetíveis a afrontar minorias.

Dois exemplos de desagrado militante foram registrados nos Estados Unidos em 2015 e 2016, quando as autoras Emily Jenkins (“A Fine Dessert”) e Ramin Ganeshram (“A Birthday Cake to George Washington”) foram criticadas por ilustrarem seus livros infantis com escravos sorridentes.

Jenkins, americana loira de olhos claros, foi acusada de retratar a escravidão como “desagradável, mas não horrenda”. Desculpou-se e doou os lucros a uma organização de incentivo à diversidade literária.

No caso de Ganeshram, americana cujos pais são de Trinidad e Tobago e do Irã, a obra saiu de circulação e recebeu diversas resenhas negativas.

Críticas a obras e autores não são novidade nem o que mais preocupa a PEN America, organização que promove a liberdade de expressão.

Mais grave, diz Sarah Edkins, diretora de comunicação da entidade, é a alta dos “book challenges”, pedidos de retirada de livros considerados impróprios de bibliotecas e escolas. Segundo relatório da PEN America em 2016, obras com personagens negros, LGBT ou portadores de deficiência são as maiores vítimas.

As solicitações são feitas tanto por grupos sociais que se sentem representados de maneira insensível quanto por grupos conservadores, que se opõem à apresentação dessas temáticas a crianças.

Como os pedidos são feitos a nível local, não há estimativas precisas sobre o total de requerimentos. A decisão do banimento cabe a cada uma das bibliotecas.

É esse cerco que o “leitor sensível” visa evitar. Como não existe curso ou linha de orientação, cada um tem seu método de trabalho. Parte produz um relatório sobre a obra como um todo. Outros comentam trecho a trecho, apontando por que tal termo é ofensivo ou tal passagem desrespeita determinada identidade.

“Com esse trabalho, transformo em força aquilo que me colocaria em desvantagem em uma sociedade que só valoriza homens brancos, heterossexuais e cisgênero, e recebo compensação financeira por algo que antes só servia para me discriminar”, diz o canadense Sharmake Bouraleh, 22.

Gay, negro, muçulmano e diagnosticado com transtornos de ansiedade, Bouraleh tem formação em escrita criativa. Ele diz ter sido atraído para a função por ter suas identidades marginalizadas e mal caracterizadas na literatura.

A americana Ashley Mitchell, revisora que decidiu atuar como “leitora sensível”, partilha desse objetivo. Ela afirma querer alertar escritores brancos sobre equívocos em personagens negros.

“Era visível para leitores politicamente corretos que essas representações não eram precisas e que isso poderia ser facilmente resolvido com o feedback de grupos marginalizados representados nas obras”.

MERCADO NACIONAL

No Brasil, a função dá seus primeiros passos. A Seguinte, segmento jovem do grupo Companhia das Letras, tomou a dianteira e contratou a advogada travesti Terra Johari, 25, para colaborar no processo de tradução de “Fera”, da americana Brie Spangler (ed. Seguinte, 384 págs., R$ 27,90). Uma das personagens é trans.

Johari avaliou a tradução de termos e diálogos e ajudou a elaborar um glossário de conceitos relacionados à transgeneridade. Pela produção de um parecer de nove páginas embasado em teorias de gênero e experiências pessoais, recebeu R$ 500. No mercado anglófono, esse serviço rende cerca de US$ 250 (R$ 825).

Para Nathalia Dimambro, editora da Seguinte, a experiência deve ser repetida. “Quando um autor escreve sobre uma minoria da qual não faz parte, pode sem querer reforçar estereótipos ou usar termos que sejam mal interpretados.”

Há quem enxergue o processo como tentativa de censura ou de impedir o escritor de apresentar sua visão de mundo, ainda que esta seja tachada de politicamente incorreta.

Stacy Whitman, editora da americana Lee and Low Books, discorda. Para ela, o processo de edição não pode ser confundido com censura.

Sarah Edkins, da PEN America, defende tanto o direito à liberdade de expressão quanto o de os editores rejeitarem o que não quiserem publicar. “Autores e editores sempre fizeram considerações individuais sobre a recepção das mensagens e a potencial repercussão social das obras.”

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– O Tráfico de Drogas acabando com a Vida das Meninas Brasileiras

Veja só: o Estado de São Paulo trouxe uma impressionante matéria sobre como os traficantes se utilizam de jovens meninas para o tráfico de drogas. Maria Isabel Melo, diretora de uma das “Fundação Casa” – antiga FEBEM – diz que elas “são tão pequenas que ainda fazem xixi na cama”.

Assustador e triste…

Extraído de: http://www.jornalalobrasilia.com.br/ultimas/?tipo=NOT&Desc=Nacional&IdNoticia=25946

TRÁFICO USA CADA VEZ MAIS MENINAS EM SP, DIZ FUNDAÇÃO

O recrutamento de meninas com menos de 14 anos para atuar no tráfico de drogas aumentou, segundo estatísticas da Fundação Casa. A parcela feminina menor de 14 anos respondia, em 2005, por 9,8% das internações do sexo feminino e 19,3% delas eram internadas por tráfico, infração que perdia no ranking da criminalidade para o roubo. No primeiro semestre de 2009, o índice de pequenas infratoras subiu para 12,1%, conforme números levantados a pedido do Estado, e 35% delas são privadas de liberdade por comércio de tóxicos, o líder absoluto em delitos.

O tráfico tem recrutado as chamadas “garotas-propaganda” para ampliar as vendas, uma estratégia usada até nas áreas mais devastadas pelo uso de entorpecentes, como a cracolândia, no centro de São Paulo. As meninas viram fonte de renda para organizações criminosas e ficam responsáveis por administrar pequena quantidade de crack e cocaína. Muitas vendem para ganhar o que abastece o próprio vício.

Walter Varanda, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), que há duas décadas trabalha com a ligação entre drogas e pessoas em situação de rua, observou a chegada das meninas ao crack no último ano. “O que ainda precisamos descobrir é de onde essas garotas estão vindo, se são situações de ruptura familiar, de violência doméstica… Elas encontram na droga sensações de engrandecimento que não conseguem em outros contextos.”

A utilização de meninas menores como “isca” de usuários acontece na cracolândia, que recebeu na semana passada uma ofensiva de 20 órgãos públicos para tentar coibir o uso de crack ao ar livre, que se registra há 20 anos. Entre os dependentes crônicos, enrolados em cobertores, que se espalham pelas calçadas da região central da capital paulista, garotas de aparência inferior a 16 anos, arrumadas, banho tomado e porte sedutor, se destacam por serem polos flutuantes de comércio de pequena quantidade de crack. E elas também são usuárias, em substituição ao “escambo” que sempre marcou o local.

Prostituição

Para as meninas, o mesmo ofício deixa ainda mais próximo outro destruidor da infância: a prostituição. “Existe um consórcio entre o mercado do sexo e o de drogas”, afirma a socióloga Graça Gadelha, consultora na área de combate da exploração sexual de crianças. “A associação se dá por dois fatores. Ou porque a menina precisa da droga para conseguir conviver com a situação de múltiplas relações sexuais ou porque a droga é moeda de pagamento da dívida pelo vício, o que coloca mais obstáculos para a menina sair dessa situação”, completa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

– Professores voluntários que mudam a vida das pessoas!

Amigos, compartilho essa belíssima matéria do projeto “Generosidade”, a respeito de professores que oferecem seu tempo no ensino solidário, voluntário e gratuito a quem precisa!

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245336-15228,00-UMA+NOVA+CHANCE+PROFISSIONAL.html

UMA NOVA CHANCE PROFISSIONAL

Por Luciana Vicária

Como um grupo de professores voluntários ensina um ofício a quem precisa. E oferece às empresas os técnicos que elas mais procuram

Em uma pequena sala de aula em Carapicuíba, na Grande São Paulo, o paulistano Jair Leal, de 31 anos, teve seu primeiro contato com instalações de equipamentos de som. Ele foi aluno do curso de autoelétrica oferecido pela Associação Beneficente Cristã em Carapicuíba (ABCCar). “Era a chance de que eu precisava para aprimorar meus conhecimentos e abrir meu próprio negócio”, diz Leal, hoje dono de uma oficina de elétrica. A ABCCar é uma instituição sem fins lucrativos criada com o objetivo de ensinar um ofício a quem não pode pagar por um curso convencional. Ela só existe porque seu idealizador, Paulo Rogério de Oliveira, de 43 anos, colocou em prática algo em que diz acreditar desde pequeno. “O conhecimento deve ser um bem coletivo – e replicável”, afirma.

Baiano de Ibititá, uma cidade com vocação agrícola, Oliveira trabalhou na roça com a família e ajudou os pais a criar seus sete irmãos mais novos. Aos 18 anos deixou sua cidade para estudar processamento de dados e tentar a vida em São Paulo. Abriu uma microempresa de manutenção de informática e passou a dar aulas de computação em casa para reforçar o orçamento. “O problema é que eu não conseguia cobrar do aluno que não me pagava em dia”, diz Oliveira. “Eu pensava nas dificuldades pelas quais passei e perdoava.”

A situação se repetiu tantas vezes que Oliveira decidiu fazer de sua vocação uma causa social. Comprou computadores usados no centro de São Paulo, pegou emprestado uma sala de escritório e passou a ensinar informática a cerca de 20 pessoas da comunidade. Cobrava um valor simbólico (R$ 10 por mês) para arcar com custos como apostilas e energia elétrica. A procura pelo curso cresceu tão rapidamente que Oliveira teve de recrutar novos voluntários. Além de informática, a ABCCar passou a oferecer cursos como contabilidade, recursos humanos, manicure e cabeleireiro. Durante o dia, Oliveira trabalha no serviço funerário da prefeitura de Carapicuíba. No tempo que lhe resta, inclusive nos finais de semana, é professor na instituição.

Nos últimos oito anos, a atividade cresceu. O ABCCar incorporou mais duas salas, emprestadas por igrejas do município, embora a instituição não tenha vínculo oficial com igrejas. Sempre atendendo poucos alunos de cada vez, de turma em turma, o curso já recebeu 12 mil estudantes. Cerca de 10 mil se formaram. São pessoas como Leal, dono da oficina e hoje professor voluntário na ABCCar. Outra aluna, Fernanda dos Santos, começou a estudar como empregada doméstica e hoje é contadora em uma multinacional. O pedreiro João Sampaio abriu um salão de beleza. “Abandonei os tijolos e virei mãos de tesoura”, diz.

Os cursos profissionalizantes de nível médio e superior foram os que mais cresceram no Brasil no último ano, de acordo com o Ministério da Educação. Cerca de 90% dos que se formam já saem empregados, revela a Confederação Nacional da Indústria. “A mão de obra que a ABCCar produz é uma das mais requisitadas do país”, afirma Bruna Dias, gerente de orientação de carreira da Cia. de Talentos, uma das maiores empresas de recrutamento e seleção do país. “São cursos rápidos que encurtam o caminho com o mercado de trabalho, aumentam a renda e as perspectivas de crescimento profissional”, diz.

É por isso que, mesmo sem oferecer um certificado reconhecido pelo Ministério da Educação, os alunos da ABCCar são requisitados pelas empresas. As salas-laboratório ainda são equipadas com material emprestado ou doado. “Muitos deles são antigos e defasados, mas o contato com a prática desperta o interesse dos estudantes”, diz Oliveira. “Quando o aluno se dá conta de que estamos ali por ele, e não para ganhar dinheiro, passa a nos respeitar e aproveita a chance.” A ABCCar nem sempre forma alguém para o mercado. Há quem desista no meio do caminho ou não coloque em prática o que aprendeu. “Mas ninguém passa ileso por lá”, diz Leal, o dono da oficina. O mais importante, segundo Oliveira, é resgatar a autoestima dos alunos. “Tento mostrar que eles podem fazer mais por si próprios, pelo outro e pelo país. Transmitir o conhecimento é apenas uma das funções do voluntário”, afirma.

A luta para pagar as contas é constante. A ONG não tem o título de utilidade pública, um documento importante que a reconhece como organização sem fins lucrativos. Sem o documento, não é possível receber doações formais ou emitir recibos. É por essa razão que não basta contar com a mensalidade dos cursos, entre R$ 10 e R$ 30, para sustentar a instituição. Oliveira rifa eletrodomésticos e realiza feijoadas coletivas numa escola estadual da região. “Quando sobra, pago cursos aos professores ou até ajudo com o combustível”, diz.

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– Parada Homo 2017 e a Parada Hetero

Há quase 6 anos, neste espaço, fiz uma observação que permanece atual. Portanto, respeitosamente republico:

Neste final de semana, haverá a Parada Gay em SP, e são esperadas 3 milhões de pessoas, sendo que a Prefeitura Municipal distribuirá 1 milhão de preservativos (o que sugere que 1/3 poderão fazer sexo seguro). Mas esta não é a questão levantada. A questão é o respeito a dignidade, que parece ser esquecido.
Fico pensando sobre toda essa manifestação dos grupos LGTB durante a Parada Gay. E chego a conclusão de que tal evento nada mais é do que um carnaval homossexual, sem atender aos propósitos da causa defendida.

O lema pregou o fim da Homofobia e respeito aos direitos dos homossexuais. Mas como levar a sério, se os manifestantes estão sambando a um volume inaudível, com fantasias diversas e outros praticamente nús?

Ligo a TV e vejo um moreno, em cima de um trio elétrico, apenas de mini-saia. Onde está a defesa da manifestação? Onde estão as faixas defendendo os direitos gays?

No sábado anterior, houve uma caminhada lésbica na Av Paulista, com aproximadamente 200 pessoas, em defesa do direito das homossexuais. Sinceramente, este protesto tem muito mais respeito e dignidade do que os 3 milhões da Avenida Paulista. Elas protestaram, os outros festejaram.

Respeito o homossexual, mas não faço defesa da prática. A opção sexual de cada um deve ser discreta, respeitosa, para que não se torne vulgaridade ou promiscuidade. A Parada Gay se tornou uma festa de apologia, libertinagem e pornografia, aceita pela mídia e pelos grupos empresariais que querem negociar com este público consumidor.

Já imaginaram a repercussão de uma parada de 3 milhões de heteros, fazendo apologia a heterossexualidade? Seria condenada por muitos.

causa que poderia ser cidadã parece se tornar libertina. Infelizmente.

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– A arte de ser um radical babaca!

Que lamentável!

Um fanático radical atacou com agressões verbais o jornalista Alexandre Garcia no aeroporto. 

O rapaz, mal educado e fazendo propositalmente a filmagem (provavelmente para aparecer), dá uma aula de “como ser idiota“.

Maldito fanatismo político, seja de esquerda ou de direita!

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=i-L15LHlbok

– Consequências do bullying nas notas das crianças

Um alerta para os pais: como o bullying está cada vez mais frequente nas escolas e como isso reflete no rendimento dos pequenos.

Extraído de Revista Veja, ed 2516, pg 84-85.

ALERTA: O BULLYING PROVOCA NOTA BAIXA

Estudo realizado ao longo de 25 anos comprova que agressões sofridas na escola prejudicam o rendimento acadêmico das vítimas

Por Filipe Vilicic, Talissa Monteiro

O bullying já foi apontado como causa de depressão, ansiedade, obesidade e sentimento de solidão em crianças. Ainda que o termo, cunhado nos anos 70 pelo psicólogo sueco Dan Olweus, descreva qualquer ataque que use a força ou a coerção para intimidar e ameaçar alguém, ele é frequentemente associado aos “valentões” que humilham meninos e meninas na escola. Gagueira, uso de óculos com lentes grossas, características físicas ou mesmo (ironia que a inveja pode explicar) um desempenho escolar acima da média costumam motivar as agressões — verbais em 77% das situações, físicas no restante. Estudos realizados pela Associação Americana de Medicina chegaram a revelar que o trauma pode ser tão grave que as vítimas têm até três vezes mais risco de pensar em suicídio. Uma nova pesquisa, da Associação Americana de Psicologia, divulgada na última semana, descobriu outro efeito preocupante do bullying: as vítimas tendem a se sair pior em provas escolares e a odiar experiências acadêmicas. A conclusão veio de um estudo conduzido ao longo de 25 anos por psicólogos da Universidade do Estado do Arizona.

Desde 1992 os cientistas têm seguido a vida de 190 meninos e 193 meninas, do jardim de infância ao ingresso em um curso superior ou ao abandono dos estudos. A cada ano, os participantes respondiam a questionários e realizavam entrevistas, por meio das quais os pesquisadores conseguiam detectar experiências de abusos verbais e físicos. A frequência do bullying era, então, medida em uma escala que ia de 1 (quando a prática “quase nunca” ocorria) a 5 (“sempre”). Cerca de metade das crianças nesse ranking ficou nos níveis mais baixos de incidência. Contudo, o trabalho identificou que 20% dos alunos estudados em algum momento se viram vítimas de ataques crônicos e severos. Ao final, chegou-se a um resultado alarmante: um em cada quatro jovens que foram alvo de bullying apresentou desempenho acadêmico decrescente e se revelou menos engajado nasatividades escolares. Pelos relatos das crianças aos pesquisadores, evidenciou-se a relação direta entre os ataques e a desmotivação com o aprendizado.

Disse a VEJA a psicóloga americana Becky Kochenderfer-Ladd, a principal autora do estudo: “Já tínhamos indícios da ligação entre o bullying e a perda de motivação acadêmica. Faltava, porém, um acompanhamento prolongado da vida desses jovens.”  Segundo os psicólogos por trás da
pesquisa, ao contrário do que aponta o senso comum, o problema é recorrente entre os que estão na idade de frequentar o que no Brasil se chama ensino fundamental, e não no ensino médio. A porcentagem de casos severos caiu de 20% em crianças para 7% entre adolescentes. “Isso nos traz esperança, pois indica que alguns conseguem enfrentar e vencer esse mal ao longo da vida”, afirmou o psicólogo americano Gary Ladd, também autor da pesquisa.
Sim, a maldade, direcionada ao próximo — em geral alguém “diferente” do agressor e da maioria —, existe desde sempre, em todos os lugares.

Mas a internet serviu tanto para escancarar a questão como para fazer surgir uma modalidade nova e de enorme potencial: o cyberbullying.

Em 2011, por exemplo, um vídeo postado no YouTube deixou clara a dimensão que o assunto havia tomado.

Nele, o estudante australiano Casey Heynes, então com 15 anos, aparecia sendo atacado pelos colegas de colégio por causa de sua obesidade. Naquele dia, ele resolveu reagir e agrediu os que o atacavam. Desde então, o vídeo foi visto quase 30 milhões de vezes e o caso se transformou em símbolo do problema. A história de Heynes, apesar de ter sido exposta na rede, ainda se enquadra na categoria mais comum de bullying: aquele cometido no colégio. Mesmo na era digital, é duas vezes maior o risco de uma criança ser agredida na escola do que na Web – por exemplo, por comentários maldosos no Facebook.

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– Presidiários que virarão Trabalhadores

Notícia exemplar: Presos da cadeia de Taubaté, em acordo com o Governo do Estado, Prefeitura Municipal e Entidades da Sociedade, trabalharão como serventes de pedreiro na construção de moradias populares às comunidades carentes.

Ótima iniciativa. Me recordo que há uns 12 anos, lecionava na UNINOVE (campus Memorial) e em um projeto com os alunos de Administração de Empresas para a Rede Globo (um concurso de idéias para uma sociedade melhor, dentro do Jornal SP TV) propôs a criação de uma “indústria da construção civil estadual”, formada por gente do sistema penitenciário: olarias e fábricas de blocos com presos trabalhando; outros como pedreiros e serventes. Assim, o preço baratearia e ajudava a resolver o problema habitacional (além do social, claro).

Hoje, os caras ficam ociosos nas celas, tacando fogo nos colchões e dando prejuízo ao Estado…

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– Inclusão Digital deu voz a todos. Isso é bom?

O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.

Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, falecido e importante pensador italiano, disse recentemente:

Redes Sociais deram voz à legião de imbecis

Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!

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– Cracódromos na Cracolândia?

Exatamente há 3 anos… republico uma reportagem que é bem atual sobre os pontos de consumo de crack. Abaixo:

CERCADINHOS PARA VICIADOS

Puxa, não imaginava que a indignidade humana se rebaixaria a tanto. Só agora li que, há um mês, a Prefeitura de São Paulo tentou implantar um “cercadinho” para os usuários de droga do Centro da Capital. Uma espécie de “Cracódromo” dentro da “Cracolândia”!

É dessa forma que queriam resolver esse problema?

O mundo está acabando, definitivamente.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/05/1454065-prefeitura-faz-cercadinho-para-usuarios-de-crack-no-centro-de-sp.shtml

PREFEITURA FAZ ‘CERCADINHO’ PARA USUÁRIOS DE CRACK NO CENTRO DE SP

A Prefeitura de São Paulo tentou na tarde de ontem colocar usuários de droga da cracolândia dentro de um cercado de metal, que foi erguido na esquina da alameda Cleveland e da rua Helvetia.

Normalmente, a concentração de usuários fica disposta no meio das ruas do entorno, principal ponto de venda e consumo do crack.

As grades foram colocadas por volta das 16h ao redor do calçadão. Cerca de uma hora depois, viaturas começaram a levar pacificamente o grupo que estava concentrado na alameda Dino Bueno para a área do “cercadinho”.

Indignados com as grades, os usuários resolveram ocupar a tenda Braços Abertos, localizada na rua Helvetia.

A tenda é base do programa homônimo da prefeitura, que oferece trabalho, moradia, alimentação e tratamento na cracolândia.

Segundo usuários ouvidos pela Folha, ela foi ocupada como uma alternativa ao início de um confronto com a Guarda Civil Metropolitana.

Afirmaram ainda que aceitariam mudar o ponto de concentração para a esquina da Helvetia com a Cleveland, mas não toleram as grades.

IMPASSE

No início da ocupação, os usuários apontavam que só sairiam da tenda caso as grades fossem removidas, mas acabaram se retirando de forma pacífica e sem interferência dos guardas-civis.

A ocupação durou duas horas. Nesse período, tanto a venda quanto o consumo de crack, que normalmente acontecem na rua, ocorreram dentro da tenda municipal.

Até o início da noite de ontem, os usuários estavam concentrados na rua Helvetia e afirmavam que só iriam para o calçadão caso as grades fossem removidas.

PREFEITURA

De acordo com a prefeitura, as grades foram colocadas apenas para organizar a movimentação dos usuários.

“Estamos tentando liberar as calçadas e ruas para garantir o direito de ir e vir da população”, afirmou Roberto Porto, secretário municipal de Segurança Urbana.

Segundo ele, as grades não ficarão fechadas e os usuários têm trânsito livre.

“Não estamos prendendo ninguém, apenas dando espaço para quem deseja usar a calçada ou a rua”, disse.

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– Pattaya, a Capital do Pecado

Cerca de 27.000 empregos são gerados pela “Sodoma e Gomorra” do século XXI, Pattaya, chamada de “capital do sexo“, onde mulheres, gays e outros gêneros se comercializam naturalmente.

Sim, existe um lugar onde a Luxúria e o Pecado reinam como algo correto (embora seja incompreensível para nós), com o argumento de que isso é feito para sustentar filhos bebês e pais idosos.

Assuste-se, extraído de: http://www.abr-il/pattaya

UMA NOITE EM PATTAYA, A “CAPITAL” DO SEXO

Conhecida como a “Sin City tailandesa” e “Sodoma e Gomorra moderna”, cidade é local de trabalho de dezenas de milhares de prostitutas

Por Vinicius Tamamoto

Quando começa a escurecer em Pattaya, na Tailândia, milhares de outdoors em neon são acesos em vários pontos da cidade para anunciar a principal atração local: a luxúria. Nos cerca de dois quilômetros da maior rua do país dedicada ao pecado, vejo placas cintilantes de casas como “The Hottest”, “Russian Girls” e “Lucifer Disko” enquanto garotas de salto alto me oferecem massagem a óleo a cada dez passos.

Entre a multidão, em plena segunda-feira, um homem me para e estende um menu com desenhos que lembram o kamasutra e opções tão intrigantes quanto pussy smoking cigarette show (“show da vagina fumante”) e pussy shooting banana show (“show da vagina atiradora de banana”). Não entro na casa, mas já dá para perceber o motivo que levou o local a ganhar a fama de “capital mundial do sexo”.

A VILA QUE VIROU POINT

Nem sempre foi assim. Tudo começou em 1959 quando 500 soldados americanos que lutavam na guerra do Vietnã foram passar os dias de folga do fronte na então pacata vila de pescadores. Sol, mar e calor elevaram Pattaya a um dos principais destinos de férias dos soldados, que chegavam aos montes.

Para atender aos anseios dos estrangeiros, ávidos por diversão, uma considerável indústria de entretenimento começou a ser estabelecida na cidade. A notícia do boom econômico gerado pelos soldados se espalhou rapidamente pelo país. Logo, muitos tailandeses deixavam suas casas no interior para tentar a vida no novo paraíso.

Hoje, a cidade tem um dos maiores distritos da luz vermelha do mundo, com milhares de estabelecimentos onde só os adultos entram. Vão do eufemismo das casas de massagem, passando pelos shows insanos das ladyboys, transexuais que se tornaram quase um símbolo do país, até casas com garotas especializadas na prática do pompoarismo.

O entretenimento atrai 1 milhão de homens à cidade todos os anos. A grande maioria é de europeus de cabelos grisalhos e barrigas salientes que normalmente desfilam orgulhosos com uma jovem e bonita tailandesa ao lado.

AUTORIDADES QUEREM ‘PURIFICAR’ A CIDADE

Desde o ano passado, no entanto, há uma cruzada em Pattaya contra a prostituição, atividade ilegal na Tailândia. Começou com a promessa da Ministra do Turismo, primeira mulher a ocupar o cargo no país, de erradicar a prática e reinventar o turismo tailandês, frequentemente associado ao sexo.

Mas foi a imagem libertina com que jornais ocidentais apresentaram a cidade em matérias publicadas entre o fim do ano passado e o início deste o que mais irritou o governo local. “Sin city” (cidade do pecado, em inglês) e “Sodoma e Gomorra moderna” foram algumas das definições nada polidas que pegaram muito mal em um país extremamente conservador.

Em fevereiro, um turista britânico de 62 anos foi agredido por policiais após ter sido pego em flagrante transando com uma prostituta dentro de um clube. No mesmo mês, duas dançarinas foram presas por se apresentarem nuas. As batidas policias aumentaram e a presença de oficiais na principal rua da cidade, onde se concentram as casas de shows, é grande.

LUTA POR DIREITOS

No Airport Club, uma das casas mais conhecidas de lá, moças com trajes curtos demais para comissárias de bordo tentam capturar os turistas. Para entrar, paga-se o equivalente a oito reais. No meio do salão apertado, dez dançarinas se apresentam de biquíni numa extensa passarela enquanto outras se sentam ao lado dos clientes para uma conversa mais íntima. Dois chineses enfiam uma porção de dólares na calcinha de uma delas.

“Escolhe uma”, diz uma garçonete que vem sentar ao meu lado. Digo que estou apenas conhecendo o lugar. Como a esmagadora maioria dos que trabalham ali, ela saiu de casa do interior do país, aprendeu inglês o suficiente para se comunicar com os turistas e hoje faz dinheiro em Pattaya. “Aqui é melhor, dá para ganhar mais”, afirma.

Quando outra moça, com um pouco mais de roupa, me oferece outra bebida, apresento-me como jornalista. “Ninguém aqui é má pessoa, todas estão ganhando dinheiro de forma honesta”, diz ela. “Muitas têm filhos ou pais idosos e precisam enviar o dinheiro que ganham para a família.”

Segundo os jornais, o mercado do sexo mantém 27.000 trabalhadores na cidade. O dado não é oficial. Enquanto as autoridades questionam a veracidade da informação, organizações como a Service Workers in Group Foundation, que trabalha para a integração das prostitutas na sociedade tailandesa, afirmam que o número é muito maior.

“Reprimir a atividade e prender dançarinas não irá resolver o problema”, disse Surang Janyam, diretora da fundação, a um jornal local. Para ela, é preciso pensar em políticas que melhorem a vida das prostitutas e garotos de programa. “Que tal descriminalizar a profissão trazendo esses trabalhadores à luz da lei para que eles possam ter direitos e serem tratados como seres humanos?”, indagou.

NÃO ERA AMOR…

A primeira vez que ouvi falar da “Sin city” tailandesa foi através de Peter H., um alemão de 52 anos e coração partido. Em Pattaya, ele conheceu um rapaz na Boyztown, uma área gigantesca com bares, saunas, baladas e clubes gays. Apaixonou-se à primeira vista. “Dei tudo para ele, viagens, presentes, mesada…” O relacionamento durou dois anos, mas não vingou. “Estava cego, não conseguia enxergar que ele só gostava do meu dinheiro”, ele me conta decepcionado.

Casos assim são comuns e, às vezes, até piores: pipocam histórias de europeus de meia idade que perderam tudo por lá. Segundo um levantamento feito pela Issarachon Foundation, que assiste moradores de rua, há no país mais de duzentos ocidentais desabrigados, muitos vivendo nas areias de Pattaya.

“Não vá lá, é muito perigoso”, me alertou o alemão iludido. Lembrei do conselho quando fui habilidosamente pescado para dentro de um bar por uma jovem e bela tailandesa. “I love you so much”, declarou-se depois de alguns minutos de conversa. Estivesse um pouquinho mais carente, teria acreditado.

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– A indevida brincadeira do “E se nada der certo”?

Em tempos politicamente corretos, valorizar todas as profissões e respeitar o trabalho alheio é fundamental. Não só por educação, mas por cidadania. Todo trabalho, sendo honesto, é plausível.

Ganhou atenção o evento “E se nada der certo?”, promovido pelos alunos do Instituto Evangélico de Novo Hamburgo (IENH-RS), que fizeram a seguinte brincadeira (com aval do próprio IENH): se você não passar no vestibular, e se nada der certo, você vai… (e se vestiam conforme a profissão do que se tornariam se não entrassem numa boa faculdade).

Pois bem: os alunos da elite gaúcha se vestiram de garçons, frentistas, domésticas, caixas de supermercado, atendentes do McDonalds, garis, cozinheiros, faxineiras…

Que sem graça e que sarro desrespeitoso! Não são nobres tais profissões / profissionais?

Se você estiver desempregado e precisar trabalhar honestamente, não aceitaria ser varredor de ruas? Qual o pecado?

Retrato uma consideração de Maurício Bento do Huffpost Brasil (vide em: https://is.gd/kDNqwZ), onde ele lembra quais empregos tiveram profissionais de sucesso:

O primeiro emprego de Michael Dell, fundador da marca de computadores Dell, foi lavador de louça.

O primeiro emprego de Marissa Mayer, CEO do Yahoo, foi caixa de supermercado.

O primeiro emprego de Doug McMillon, CEO do Walmartfoi descarregador de caminhão no almoxarifado da empresa.

Eles deram certo duas vezes, por reconhecerem a dignidade dessas profissões, como por terem aproveitado as oportunidades e crescido na carreira.

Quem não deu certo foi Eduardo Cunha, que já foi presidente da Câmara, mas foi cassado e preso.

Quem não deu certo foi Antonio Palocci, que já foi ministro da Fazenda de Lula, mas está preso.

Quem não deu certo foi Aécio Neves, que foi grampeado pedindo dinheiro ilegal, contribuiu para a prisão da própria irmã, Andrea Neves, teve seu mandato suspenso e pode ser preso a qualquer momento.

Quem não deu certo foi Dilma Rousseff, cujas políticas destruíram a economia do País, abriram espaço para corruptos como Joesley Batista se tornarem grandes e que acabou em impeachment.

Quem não deu certo foi Marcelo Odebrecht, que já foi presidente de uma das maiores empreiteiras do mundo e hoje está preso.

As pessoas humildes e honestas que ajudam e servem mais de 200 milhões de brasileiros diariamente, essas deram muito certo. Jovens que não reconhecem isso é que podem acabar dando muito errado.

Perfeito! Bons profissionais começam com humildade, dignificando o trabalho duro e respeitando o seu próximo!

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