– Precisamos de Deus?

Artigo do bispo diocesano de Jundiaí, Dom Vicente Costa, aborda uma importante reflexão: como EXCLUÍMOS Deus no dia-a-dia.

Vale a leitura,

Extraído de: http://www.jj.com.br/opiniao/dom-vicente-costa-graves-consequencias-de-excluir-deus-da-vida/

AS GRAVES CONSEQUÊNCIAS DE EXCLUIR DEUS DA NOSSA VIDA

“Pois em Deus vivemos, nos movemos e existimos” (cf. At 17,28). Vivemos tempos difíceis e conturbados. Apesar de vivermos numa sociedade com raízes cristãs, temos visto uma larga difusão de sinais e fenômenos de secularismo e descristianização. Deus já não é mais o centro da história humana e o ser humano quer fechar-se em si mesmo, sem nenhuma abertura à dimensão transcendental, determinando, com suas técnicas e intelectualidade, o curso de todas as coisas.

Cada vez mais Deus diz respeito somente para os que n’Ele creem. Claro que o avanço tecnológico traz benefícios extraordinários à humanidade. Mas penso que estas tendências escondem uma ameaça muito grave. Perigosas podem ser as consequências com que temos de arcar quando excluímos Deus e a dimensão ao Infinito da vida humana.

O presbítero espanhol, Emiliano Jiménez Hernándes, em seu livro “Decálogo, dez palavras de vida” (Brasília: Editora Centro Neocatecumenal de Brasília, 2017), escreveu ser bem verdade que “o homem pode excluir Deus de sua vida. Mas isso não ocorre sem gravíssimas consequências para o próprio homem e para sua dignidade como pessoa. O afastamento de Deus carrega consigo a perda daqueles valores morais que são base e fundamento da convivência humana” e, consequentemente, na sua carência, é produzido um “vazio que se pretende encher com uma cultura centrada no consumismo desenfreado, no afã de possuir e desfrutar, e que não oferece mais ideais que a luta pelos próprios interesses ou o prazer narcisista. (…) Em vários países desenvolvidos, (e também aqui no Brasil), uma séria crise moral já está afetando a vida de muitos jovens, deixando-os à deriva, amiúde sem esperança, e impelidos a buscar uma gratificação imediata” (pp. 11-12).

Diante desta realidade, a Igreja, fiel ao Evangelho de Jesus Cristo e sendo perita em humanidade, pode e tem a missão de iluminar esta realidade na qual nossa sociedade está imersa. Como? Sugerimos três conceitos para isto: (1) Resiliência e Fé: a primeira é uma palavra moderna entendida como a capacidade de retornar à forma original e não deixar que nada nem ninguém desfigure a imagem de Deus presente em nós; (2) Maturidade e Educação: para que todos estejam dotados de um grande sentido de responsabilidade para o bem comum, a partir de um sistema educacional de qualidade, baseado na verdade e na formação de personalidades maduras e responsáveis, evitando qualquer confusão moral, insegurança pessoal e fácil manipulação; (3) A sacralidade da nossa consciência, que é, no dizer do Concílio Vaticano II, “o núcleo mais secreto e o sacrário do ser humano, no qual este se sente a sós com Deus (cf. Gaudium et Spes, n. 16)”.

Temos visto diariamente, nos meios de comunicação, as graves e impactantes consequências de excluir Deus da nossa vida – corrupção, violência, drogas, abortos, um crescente número de ideologias, uma cultura fragmentada, as grandes mídias e empresas politizadas partidariamente, o relativismo, a ditadura do hedonismo, do prazer e do consumo a todo custo, entre outras coisas. Não deixemos que nos roubem a esperança. Não deixemos que nos roubem a alegria de viver. Não deixemos que nos roubem de nós mesmos!

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– Ruy Barbosa continua atualíssimo

A história conta que uma das cabeças mais inteligentes do nosso país foi Ruy Barbosa. Em discurso no Senado da República, ainda no Rio de Janeiro, em 17/12/1914, imortalizou tal verdade:

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”

Uma verdade que perdura até nossos dias. Mais do que isso: que retrata o Brasil de mais de 100 anos atrás e o de hoje – com perfeição, infelizmente!

– O céu em 3 cliques na 4a feira!

Como o amanhecer está lusco-fusco no infinito, as paisagens de hoje são “relativamente” bacanas e de outros dias. Digo isso pois há quem goste de cenário diferentes para ter inspiração

Assim, 3 cores e momentos diversos, pois “#FotografiaÉnossoHobby”:

1- O sisudo repleto de nuvens aqui na Divisa de Itupeva com Jundiaí:

2- O vibrante à beira da Serra do Japi:

3- O róseo e plúmbeo de ontem aqui no Circuito das Frutas (sem filtro algum):

Seja qual for o da sua preferência, que tenhamos uma ótima 4a feira!

– Cantar o Hino faria Cabral roubar menos no RJ?

Quanta polêmica sobre “cantar o Hino Nacional nas escolas”, não?

Penso que vulgarizar o Hino (como a decisão de tocar nos estádios de futebol, com o público totalmente o ignorando – sem contar os hinos municipais que muitas vezes também ocorrem) é algo ruim. Somente deveria ser feito em solenidades importantes, significativas e necessárias. Mas fazer com que as crianças aprendam a letra e hasteiem a bandeira não é pecado algum também.

A bobagem (e pensei que era fake news quando eu li) é a história do MEC em filmar crianças cantando o Hino. Difícil acreditar em tamanha bizarrice pedida pelo Ministro da Educação Ricardo Vélez, aquele da entrevista ridícula de que brasileiro é um “canibal no Exterior“. Relembre aqui: https://wp.me/p4RTuC-mO2.

Pior ainda a Ministra dos Direitos Humanos, a dona Damares,  dizer que “executar o hino é ‘obrigatório’ e filmar crianças é para mostrar aos pais que as leis se cumprem no Brasil“, segundo noticiou o consagrado jornalista Jamil Chade em seu novo espaço em um blog que estreou no UOL.

Fico pensando: se até os canalhas envelhecem e têm cabelos brancos, como diz o ditado (se referindo que para ser bandido não tem idade), os patriotas podem também ser corruptos. Uma coisa independe da outra, se essa foi a proposta em se incentivar o civismo com a medida do Hino. Como explicar Sérgio Cabral, ex-governador do RJ que foi preso por corrupção (que era reconhecidamente um cara atencioso com idosos, apaixonado pelo Rio de Janeiro e que se fazia demagogicamente de povão), ao vê-lo dando depoimento hoje com uma frieza absurda, contando como eram as negociatas de 3% nos contratos, golpes, falcatruas e tudo mais?

Mais do que patriotismo, precisamos de gente honesta

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– Que vexame, Santos!

Os clubes brasileiros estão se dando muito mal há algum tempo quando jogam com times humildes na Conmebol. Vide o São Paulo contra o Talleres e agora o Santos contra o River… do Uruguai!

Imaginaram o prejuízo de ter que jogar com portões vazios pagando o aluguel do Pacaembu? A receita a menos por conta de ter sido eliminado hoje da Sulamericana?

Não dá para aceitar o valor dos investimentos e elencos dos clubes brasileiros frente aos times pequenos da América do Sul. Lamentável.

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– R$ 413.000,00 pelo prazer de matar uma cabra?

certos prazeres que são difíceis de entender: o de pagar quase meio de milhão de reais para caçar uma cabra no Paquistão!

Se você tivesse esse dinheiro todo sobrando, gastaria em quê? Nesta excentricidade relatada, eu certamente não!

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2019/02/16/cacador-americano-paga-us-110-mil-para-matar-uma-cabra-rara-no-paquistao.htm

MILIONÁRIO AMERICANO PAGA R$ 410 MIL PARA MATAR CABRA RARA E GERA REVOLTA

Um milionário norte-americano pagou US$ 110 mil (cerca de R$ 413 mil) para caçar uma espécie de cabra rara, natural das montanhas do Paquistão. Apesar de se tratar de um animal que corre risco de extinção, as autoridades afirmam que a taxa cobrada financia atividades que ajudam a preservação.

A fotografia de Bryan Kinsel Harlan ajoelhado atrás da cabra, conhecida como markhor ou cabra falconeri, foi publicada na semana passada por jornais paquistaneses e causou revolta.

A legenda da foto descreveu Harlan como um americano que pagou altos valores por uma expedição turística de caça na região de Gilgit-Baltistan, no norte do Himalaia, no Paquistão.

“Foi um tiro fácil e próximo. Tenho o prazer de levar este troféu”, afirmou o caçador, segundo a imprensa local. Segundo os guias, ele é natural do Texas.

A história foi parar nas redes sociais e causaram tristeza e indignação, já que o markhor é considerado o animal nacional do Paquistão. No entanto, além de não haver nenhuma lei específica que proíba a caça desse tipo de cabra, muitos especialistas dizem que, se não fossem as altas taxas cobradas pela caça, a espécie já teria desaparecido.

Por causa da caça ilegal pela carne, do desmatamento, além de outros motivos, a população de markhors diminuiu significativamente no Paquistão. Em 2011, havia apenas cerca de 2.500 exemplares da espécie.

As autoridades, então, começaram a tomar medidas para salvar esses animais. O Paquistão proibiu toda a caça local, mas passou a permitir que um pequeno número de caçadores estrangeiros atirasse em 12 cabras por temporada em “áreas de conservação” como Gilgit, por uma alta quantia em dinheiro.

Esse fundo é destinado a moradores locais que trabalham como guia e tomam conta dos animais. Eles se certificam que não haja caça ilegal de markhors. Segundo o site conservacionista Green Global Travel, o retorno do markhor é “uma das grandes histórias de sucesso de conservação do mundo, mas ainda pouco conhecida.”

O dinheiro da caça no Paquistão é fundamental para a população carente e chega a financiar saúde e educação para elas.

No caso de Harlan, o americano diz ter sido recebido “de braços abertos” pelos guias paquistaneses e chamou o país de um lugar seguro para os turistas.

“Este é um exemplo perfeito de caçadores e aldeões se unindo para um objetivo comum de conservação”, disse ele.

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– Uma inesperada e grata surpresa!

Às vezes, de onde nada se espera, algo bom acontece! Digo isso pois “pintaram o capeta” sobre ele, dava pinta que seria um temor, mas… viram a conduta do temido Mourão, supostamente candidato a “ditador do Brasil”?

O General Hamilton Mourão, Vice Presidente da República, na reunião do Grupo de Lima (nessa 2a feira) disse que contra a Venezuela “a opção militar nunca foi ou será uma opção”, existindo a “necessidade de promover a democracia com diálogo é fundamental”, que “trabalha por uma solução pacifista” e afirmou categoricamente que “não existirá permissão aos americanos para entrarem no território brasileiro a fim de entrar no país vizinho”.

Irrepreensível! Merece todos os aplausos e mostrou uma conduta / outra face desconhecida por muitos brasileiros (eu me incluo nessa relação daqueles que ignoravam esse comportamento): a da diplomacia acima de tudo!

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– A tola ideia em diferenciar mão na bola de quem defende e de quem ataca (e outras mudanças na Regra do Futebol)

No próximo sábado, a International Football Association Board (IFAB), que é a verdadeira “guardiã / dona” das regras do jogo de futebol, se reunirá pela 133a vez em sua história e colocará em discussão várias alterações para a mudança ou não do esporte mais popular do planeta.

Vamos a algumas delas?

  • Ajustes no protocolo do VAR: além de se atentar às situações de gol/não gol, cartões corretos a serem aplicados ou não, inequívoca identificação de jogadores para punição e lances de pênaltis não-interpretativos, o IFAB quer verificar novas possibilidades para usar o árbitro de vídeo. Talvez agressões fora do lance de jogo, algum tipo de infração específica ou situação de jogo em que a tecnologia possa ajudar devem entrar em discussão.
  • Obrigatoriedade do jogador que será substituído sair pela linha mais próxima do campo de jogo, com a possibilidade de punição com cartão amarelo (e se já tiver, o segundo amarelo e vermelho consequentemente) por retardar a partida. Aqui, o exemplo claro é de um jogador que está na área penal, e ao invés de sair pela linha de fundo, sai pela linha lateral até o banco de reservas
  • A permissão de que a bola entre em jogo logo que se cobre o tiro e meta, sem precisar que saia da grande área (hoje, só se pode tocar a bola – sendo atacante ou defensor – depois que ela sai da grande área; se não sair e ser tocada, a bola não estará em jogo e o tiro de meta cobrado novamente). A ideia é que a partir do instante em que a bola for tocada pelo cobrador do tiro de meta, os jogadores já possam disputá-la.
  • O adiamento da ideia em se discutir a sequência de cobranças de tiro penal em decisões de pênaltis: ao invés das equipes se revezarem uma vez cada (A-B, A-B, A-B, A-B, A-B), ou seja, 5 tiros alternados pelas equipes A e B, se cobraria 1 por 2: (A-B, B-A, A-B, B-A, A-B). Dessa foram, uma equipe cobra primeiro, e depois o adversário cobra 2 vezes, e assim revezando até 5 tiros cada (provavelmente, se discutirá isso para o encontro de 2020).
  • A permissão oficial de que o goleiro possa estar somente com 1 pé sobre a linha do gol na cobrança de pênalti (acabando com a história de olhar se ele está atrás, para frente, se está mal posicionado, etc). Na hora do chute do cobrador, o goleiro teria que estar APENAS com um dos pés sobre a linha, e não mais dois.
  • A mais polêmica: bolas que batem acidentalmente na mão passariam a ser diferenciadas entre as que espirram no defensor e no atacante. Entenda como funciona hoje: se um chute de um atacante bater sem intenção no braço do zagueiro que está tentando evitar o gol (bateu sem querer), você não pode marcar o pênalti, pois não foi intencional o uso da mão nem movimento antinatural. E se uma bola for chutada e o atacante que tenta fazer o gol tocar sem querer com a mão na bola, o lance tem que ser validado. Se entrar no gol, é gol legal de mão (não teve intenção de colocar a mão na bola e nem fez um movimento antinatural, mas ela bateu sem querer e entrou). A proposta em debate é: para o zagueiro, continua valendo que não se pode sancionar o lance, pois  foi um acidente no qual ele não tem culpa. Entretanto, nas mesmas condições só que em ataque, DEVERÁ INVALIDAR O LANCE, independente de intenção ou não do atacante, movimento antinatural dos braços ou não. Bateu, pare o jogo – é o que se deseja (quando em ataque).

Eu não gosto dessa diferenciação, mas somente depois dessa reunião que acontecerá em Glascow, na Escócia, é que saberemos o que foi decidido. Aliás, não sou contra mudanças no futebol, mas me preocupo com a quantidade e a qualidade delas.

E você, gostou das ideias? O que sugeriria, caso estivesse nesse encontro?

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– E os pobres saudosos dos defuntos de Brumadinho?

Há um mês aconteceu a tragédia socio-economico-ambiental em Brumadinho. Muito se tem falado sobre o andamento do pagamento das indenizações da Vale, mas algo mais tocante tem que ser entendido e discutido: a dor de quem não se despediu da pessoa querida e nem viu o corpo do ente desaparecido (que provavelmente faleceu no desastre).

Já imaginou o que é sofrer morrendo na lama? E o desespero da incerteza do parente que no fundo tem uma esperança em encontrá-lo em algum lugar?

Será que essas pessoas, independente do dinheiro, estão tendo ajuda psicológica adequada após tamanha violência emocional?

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– Já se foi, interrogação?

O jornalista icônico Roberto Avallone, de tantos bordões (como o “exclamação”, “interrogação”, “Meu Deus!”) sofreu uma parada cardíaca e morreu ontem. Que triste!

Só quem acompanha a fundo o futebol sabia da qualidade (e do tipo criado) por esse ótimo profissional.

Que descanse em paz!

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– Por uma 3a feira menos escura!

🌷Nesta 3a feira, o céu está cinzento devido às chuvas. Mas as roseiras continuam colorindo o dia com sua beleza.

Agora, 06h00, com as flores bem molhadas e ao mesmo tempo, muito vivas! Há de ser um bom dia!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

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– Messi é 99% Pelé!

Sem dúvida o argentino Lionel Messi é um jogador de outro planeta. Em minha modesta opinião, só não é melhor (e talvez a história confirme isso) do que Diego Maradona (que foi 99,5% de Pelé) e um sujeito chamado Edson Arantes do Nascimento (o único a atingir 100% da escala Pelé de qualidade futebolística).

No último sábado, mais uma atuação de gala de Messi frente ao Sevilla. E ao comemorar um dos gols, veja que coincidência de imagem:

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– Dia de Doação de Sangue / Plaquetas. Mas o que deve motivar o Voluntariado?

Hoje é dia de colaborar com aqueles que têm baixa imunidade, oportunamente doando sangue e plaquetas.

Nada substitui esse líquido precioso e seus hemoderivados. Assim, ser doador voluntário é ato de solidariedade e cidadania, cuja bandeira defendo veementemente e passou a ser um propósito inegociável a mim.

Vá ao banco de sangue mais próximo e ajude: Doe Sangue, Doe Plaquetas, Doe Vida!

A alegria em ser voluntário é saber que você ajudará a quem nunca viu e que sequer poderá te agradecer. E essa é a ideia: fazer o bem sem olhar a quem, não esperando nada em troca.

Faça a sua parte: seja doador voluntário!