– Precisamos de Deus?

Artigo do bispo diocesano de Jundiaí, Dom Vicente Costa, aborda uma importante reflexão: como EXCLUÍMOS Deus no dia-a-dia.

Vale a leitura,

Extraído de: http://www.jj.com.br/opiniao/dom-vicente-costa-graves-consequencias-de-excluir-deus-da-vida/

AS GRAVES CONSEQUÊNCIAS DE EXCLUIR DEUS DA NOSSA VIDA

“Pois em Deus vivemos, nos movemos e existimos” (cf. At 17,28). Vivemos tempos difíceis e conturbados. Apesar de vivermos numa sociedade com raízes cristãs, temos visto uma larga difusão de sinais e fenômenos de secularismo e descristianização. Deus já não é mais o centro da história humana e o ser humano quer fechar-se em si mesmo, sem nenhuma abertura à dimensão transcendental, determinando, com suas técnicas e intelectualidade, o curso de todas as coisas.

Cada vez mais Deus diz respeito somente para os que n’Ele creem. Claro que o avanço tecnológico traz benefícios extraordinários à humanidade. Mas penso que estas tendências escondem uma ameaça muito grave. Perigosas podem ser as consequências com que temos de arcar quando excluímos Deus e a dimensão ao Infinito da vida humana.

O presbítero espanhol, Emiliano Jiménez Hernándes, em seu livro “Decálogo, dez palavras de vida” (Brasília: Editora Centro Neocatecumenal de Brasília, 2017), escreveu ser bem verdade que “o homem pode excluir Deus de sua vida. Mas isso não ocorre sem gravíssimas consequências para o próprio homem e para sua dignidade como pessoa. O afastamento de Deus carrega consigo a perda daqueles valores morais que são base e fundamento da convivência humana” e, consequentemente, na sua carência, é produzido um “vazio que se pretende encher com uma cultura centrada no consumismo desenfreado, no afã de possuir e desfrutar, e que não oferece mais ideais que a luta pelos próprios interesses ou o prazer narcisista. (…) Em vários países desenvolvidos, (e também aqui no Brasil), uma séria crise moral já está afetando a vida de muitos jovens, deixando-os à deriva, amiúde sem esperança, e impelidos a buscar uma gratificação imediata” (pp. 11-12).

Diante desta realidade, a Igreja, fiel ao Evangelho de Jesus Cristo e sendo perita em humanidade, pode e tem a missão de iluminar esta realidade na qual nossa sociedade está imersa. Como? Sugerimos três conceitos para isto: (1) Resiliência e Fé: a primeira é uma palavra moderna entendida como a capacidade de retornar à forma original e não deixar que nada nem ninguém desfigure a imagem de Deus presente em nós; (2) Maturidade e Educação: para que todos estejam dotados de um grande sentido de responsabilidade para o bem comum, a partir de um sistema educacional de qualidade, baseado na verdade e na formação de personalidades maduras e responsáveis, evitando qualquer confusão moral, insegurança pessoal e fácil manipulação; (3) A sacralidade da nossa consciência, que é, no dizer do Concílio Vaticano II, “o núcleo mais secreto e o sacrário do ser humano, no qual este se sente a sós com Deus (cf. Gaudium et Spes, n. 16)”.

Temos visto diariamente, nos meios de comunicação, as graves e impactantes consequências de excluir Deus da nossa vida – corrupção, violência, drogas, abortos, um crescente número de ideologias, uma cultura fragmentada, as grandes mídias e empresas politizadas partidariamente, o relativismo, a ditadura do hedonismo, do prazer e do consumo a todo custo, entre outras coisas. Não deixemos que nos roubem a esperança. Não deixemos que nos roubem a alegria de viver. Não deixemos que nos roubem de nós mesmos!

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– Ruy Barbosa continua atualíssimo

A história conta que uma das cabeças mais inteligentes do nosso país foi Ruy Barbosa. Em discurso no Senado da República, ainda no Rio de Janeiro, em 17/12/1914, imortalizou tal verdade:

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”

Uma verdade que perdura até nossos dias. Mais do que isso: que retrata o Brasil de mais de 100 anos atrás e o de hoje – com perfeição, infelizmente!

– O céu em 3 cliques na 4a feira!

Como o amanhecer está lusco-fusco no infinito, as paisagens de hoje são “relativamente” bacanas e de outros dias. Digo isso pois há quem goste de cenário diferentes para ter inspiração

Assim, 3 cores e momentos diversos, pois “#FotografiaÉnossoHobby”:

1- O sisudo repleto de nuvens aqui na Divisa de Itupeva com Jundiaí:

2- O vibrante à beira da Serra do Japi:

3- O róseo e plúmbeo de ontem aqui no Circuito das Frutas (sem filtro algum):

Seja qual for o da sua preferência, que tenhamos uma ótima 4a feira!

– Cantar o Hino faria Cabral roubar menos no RJ?

Quanta polêmica sobre “cantar o Hino Nacional nas escolas”, não?

Penso que vulgarizar o Hino (como a decisão de tocar nos estádios de futebol, com o público totalmente o ignorando – sem contar os hinos municipais que muitas vezes também ocorrem) é algo ruim. Somente deveria ser feito em solenidades importantes, significativas e necessárias. Mas fazer com que as crianças aprendam a letra e hasteiem a bandeira não é pecado algum também.

A bobagem (e pensei que era fake news quando eu li) é a história do MEC em filmar crianças cantando o Hino. Difícil acreditar em tamanha bizarrice pedida pelo Ministro da Educação Ricardo Vélez, aquele da entrevista ridícula de que brasileiro é um “canibal no Exterior“. Relembre aqui: https://wp.me/p4RTuC-mO2.

Pior ainda a Ministra dos Direitos Humanos, a dona Damares,  dizer que “executar o hino é ‘obrigatório’ e filmar crianças é para mostrar aos pais que as leis se cumprem no Brasil“, segundo noticiou o consagrado jornalista Jamil Chade em seu novo espaço em um blog que estreou no UOL.

Fico pensando: se até os canalhas envelhecem e têm cabelos brancos, como diz o ditado (se referindo que para ser bandido não tem idade), os patriotas podem também ser corruptos. Uma coisa independe da outra, se essa foi a proposta em se incentivar o civismo com a medida do Hino. Como explicar Sérgio Cabral, ex-governador do RJ que foi preso por corrupção (que era reconhecidamente um cara atencioso com idosos, apaixonado pelo Rio de Janeiro e que se fazia demagogicamente de povão), ao vê-lo dando depoimento hoje com uma frieza absurda, contando como eram as negociatas de 3% nos contratos, golpes, falcatruas e tudo mais?

Mais do que patriotismo, precisamos de gente honesta

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– Que vexame, Santos!

Os clubes brasileiros estão se dando muito mal há algum tempo quando jogam com times humildes na Conmebol. Vide o São Paulo contra o Talleres e agora o Santos contra o River… do Uruguai!

Imaginaram o prejuízo de ter que jogar com portões vazios pagando o aluguel do Pacaembu? A receita a menos por conta de ter sido eliminado hoje da Sulamericana?

Não dá para aceitar o valor dos investimentos e elencos dos clubes brasileiros frente aos times pequenos da América do Sul. Lamentável.

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– R$ 413.000,00 pelo prazer de matar uma cabra?

certos prazeres que são difíceis de entender: o de pagar quase meio de milhão de reais para caçar uma cabra no Paquistão!

Se você tivesse esse dinheiro todo sobrando, gastaria em quê? Nesta excentricidade relatada, eu certamente não!

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2019/02/16/cacador-americano-paga-us-110-mil-para-matar-uma-cabra-rara-no-paquistao.htm

MILIONÁRIO AMERICANO PAGA R$ 410 MIL PARA MATAR CABRA RARA E GERA REVOLTA

Um milionário norte-americano pagou US$ 110 mil (cerca de R$ 413 mil) para caçar uma espécie de cabra rara, natural das montanhas do Paquistão. Apesar de se tratar de um animal que corre risco de extinção, as autoridades afirmam que a taxa cobrada financia atividades que ajudam a preservação.

A fotografia de Bryan Kinsel Harlan ajoelhado atrás da cabra, conhecida como markhor ou cabra falconeri, foi publicada na semana passada por jornais paquistaneses e causou revolta.

A legenda da foto descreveu Harlan como um americano que pagou altos valores por uma expedição turística de caça na região de Gilgit-Baltistan, no norte do Himalaia, no Paquistão.

“Foi um tiro fácil e próximo. Tenho o prazer de levar este troféu”, afirmou o caçador, segundo a imprensa local. Segundo os guias, ele é natural do Texas.

A história foi parar nas redes sociais e causaram tristeza e indignação, já que o markhor é considerado o animal nacional do Paquistão. No entanto, além de não haver nenhuma lei específica que proíba a caça desse tipo de cabra, muitos especialistas dizem que, se não fossem as altas taxas cobradas pela caça, a espécie já teria desaparecido.

Por causa da caça ilegal pela carne, do desmatamento, além de outros motivos, a população de markhors diminuiu significativamente no Paquistão. Em 2011, havia apenas cerca de 2.500 exemplares da espécie.

As autoridades, então, começaram a tomar medidas para salvar esses animais. O Paquistão proibiu toda a caça local, mas passou a permitir que um pequeno número de caçadores estrangeiros atirasse em 12 cabras por temporada em “áreas de conservação” como Gilgit, por uma alta quantia em dinheiro.

Esse fundo é destinado a moradores locais que trabalham como guia e tomam conta dos animais. Eles se certificam que não haja caça ilegal de markhors. Segundo o site conservacionista Green Global Travel, o retorno do markhor é “uma das grandes histórias de sucesso de conservação do mundo, mas ainda pouco conhecida.”

O dinheiro da caça no Paquistão é fundamental para a população carente e chega a financiar saúde e educação para elas.

No caso de Harlan, o americano diz ter sido recebido “de braços abertos” pelos guias paquistaneses e chamou o país de um lugar seguro para os turistas.

“Este é um exemplo perfeito de caçadores e aldeões se unindo para um objetivo comum de conservação”, disse ele.

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– Uma inesperada e grata surpresa!

Às vezes, de onde nada se espera, algo bom acontece! Digo isso pois “pintaram o capeta” sobre ele, dava pinta que seria um temor, mas… viram a conduta do temido Mourão, supostamente candidato a “ditador do Brasil”?

O General Hamilton Mourão, Vice Presidente da República, na reunião do Grupo de Lima (nessa 2a feira) disse que contra a Venezuela “a opção militar nunca foi ou será uma opção”, existindo a “necessidade de promover a democracia com diálogo é fundamental”, que “trabalha por uma solução pacifista” e afirmou categoricamente que “não existirá permissão aos americanos para entrarem no território brasileiro a fim de entrar no país vizinho”.

Irrepreensível! Merece todos os aplausos e mostrou uma conduta / outra face desconhecida por muitos brasileiros (eu me incluo nessa relação daqueles que ignoravam esse comportamento): a da diplomacia acima de tudo!

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– A tola ideia em diferenciar mão na bola de quem defende e de quem ataca (e outras mudanças na Regra do Futebol)

No próximo sábado, a International Football Association Board (IFAB), que é a verdadeira “guardiã / dona” das regras do jogo de futebol, se reunirá pela 133a vez em sua história e colocará em discussão várias alterações para a mudança ou não do esporte mais popular do planeta.

Vamos a algumas delas?

  • Ajustes no protocolo do VAR: além de se atentar às situações de gol/não gol, cartões corretos a serem aplicados ou não, inequívoca identificação de jogadores para punição e lances de pênaltis não-interpretativos, o IFAB quer verificar novas possibilidades para usar o árbitro de vídeo. Talvez agressões fora do lance de jogo, algum tipo de infração específica ou situação de jogo em que a tecnologia possa ajudar devem entrar em discussão.
  • Obrigatoriedade do jogador que será substituído sair pela linha mais próxima do campo de jogo, com a possibilidade de punição com cartão amarelo (e se já tiver, o segundo amarelo e vermelho consequentemente) por retardar a partida. Aqui, o exemplo claro é de um jogador que está na área penal, e ao invés de sair pela linha de fundo, sai pela linha lateral até o banco de reservas
  • A permissão de que a bola entre em jogo logo que se cobre o tiro e meta, sem precisar que saia da grande área (hoje, só se pode tocar a bola – sendo atacante ou defensor – depois que ela sai da grande área; se não sair e ser tocada, a bola não estará em jogo e o tiro de meta cobrado novamente). A ideia é que a partir do instante em que a bola for tocada pelo cobrador do tiro de meta, os jogadores já possam disputá-la.
  • O adiamento da ideia em se discutir a sequência de cobranças de tiro penal em decisões de pênaltis: ao invés das equipes se revezarem uma vez cada (A-B, A-B, A-B, A-B, A-B), ou seja, 5 tiros alternados pelas equipes A e B, se cobraria 1 por 2: (A-B, B-A, A-B, B-A, A-B). Dessa foram, uma equipe cobra primeiro, e depois o adversário cobra 2 vezes, e assim revezando até 5 tiros cada (provavelmente, se discutirá isso para o encontro de 2020).
  • A permissão oficial de que o goleiro possa estar somente com 1 pé sobre a linha do gol na cobrança de pênalti (acabando com a história de olhar se ele está atrás, para frente, se está mal posicionado, etc). Na hora do chute do cobrador, o goleiro teria que estar APENAS com um dos pés sobre a linha, e não mais dois.
  • A mais polêmica: bolas que batem acidentalmente na mão passariam a ser diferenciadas entre as que espirram no defensor e no atacante. Entenda como funciona hoje: se um chute de um atacante bater sem intenção no braço do zagueiro que está tentando evitar o gol (bateu sem querer), você não pode marcar o pênalti, pois não foi intencional o uso da mão nem movimento antinatural. E se uma bola for chutada e o atacante que tenta fazer o gol tocar sem querer com a mão na bola, o lance tem que ser validado. Se entrar no gol, é gol legal de mão (não teve intenção de colocar a mão na bola e nem fez um movimento antinatural, mas ela bateu sem querer e entrou). A proposta em debate é: para o zagueiro, continua valendo que não se pode sancionar o lance, pois  foi um acidente no qual ele não tem culpa. Entretanto, nas mesmas condições só que em ataque, DEVERÁ INVALIDAR O LANCE, independente de intenção ou não do atacante, movimento antinatural dos braços ou não. Bateu, pare o jogo – é o que se deseja (quando em ataque).

Eu não gosto dessa diferenciação, mas somente depois dessa reunião que acontecerá em Glascow, na Escócia, é que saberemos o que foi decidido. Aliás, não sou contra mudanças no futebol, mas me preocupo com a quantidade e a qualidade delas.

E você, gostou das ideias? O que sugeriria, caso estivesse nesse encontro?

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– E os pobres saudosos dos defuntos de Brumadinho?

Há um mês aconteceu a tragédia socio-economico-ambiental em Brumadinho. Muito se tem falado sobre o andamento do pagamento das indenizações da Vale, mas algo mais tocante tem que ser entendido e discutido: a dor de quem não se despediu da pessoa querida e nem viu o corpo do ente desaparecido (que provavelmente faleceu no desastre).

Já imaginou o que é sofrer morrendo na lama? E o desespero da incerteza do parente que no fundo tem uma esperança em encontrá-lo em algum lugar?

Será que essas pessoas, independente do dinheiro, estão tendo ajuda psicológica adequada após tamanha violência emocional?

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– Já se foi, interrogação?

O jornalista icônico Roberto Avallone, de tantos bordões (como o “exclamação”, “interrogação”, “Meu Deus!”) sofreu uma parada cardíaca e morreu ontem. Que triste!

Só quem acompanha a fundo o futebol sabia da qualidade (e do tipo criado) por esse ótimo profissional.

Que descanse em paz!

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– Por uma 3a feira menos escura!

🌷Nesta 3a feira, o céu está cinzento devido às chuvas. Mas as roseiras continuam colorindo o dia com sua beleza.

Agora, 06h00, com as flores bem molhadas e ao mesmo tempo, muito vivas! Há de ser um bom dia!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

#photography #pictureoftheday #flowers #jardim #garden #flor #cores #inspiração #fotografia #foto #natureza #jardinagem #photo

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– Messi é 99% Pelé!

Sem dúvida o argentino Lionel Messi é um jogador de outro planeta. Em minha modesta opinião, só não é melhor (e talvez a história confirme isso) do que Diego Maradona (que foi 99,5% de Pelé) e um sujeito chamado Edson Arantes do Nascimento (o único a atingir 100% da escala Pelé de qualidade futebolística).

No último sábado, mais uma atuação de gala de Messi frente ao Sevilla. E ao comemorar um dos gols, veja que coincidência de imagem:

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– Dia de Doação de Sangue / Plaquetas. Mas o que deve motivar o Voluntariado?

Hoje é dia de colaborar com aqueles que têm baixa imunidade, oportunamente doando sangue e plaquetas.

Nada substitui esse líquido precioso e seus hemoderivados. Assim, ser doador voluntário é ato de solidariedade e cidadania, cuja bandeira defendo veementemente e passou a ser um propósito inegociável a mim.

Vá ao banco de sangue mais próximo e ajude: Doe Sangue, Doe Plaquetas, Doe Vida!

A alegria em ser voluntário é saber que você ajudará a quem nunca viu e que sequer poderá te agradecer. E essa é a ideia: fazer o bem sem olhar a quem, não esperando nada em troca.

Faça a sua parte: seja doador voluntário!

– A Verdade sobre Craques comprometidos e Cabeças de Bagre envaidecidos.

Circula na Internet esse depoimento de Oscar Ruggeri. Não sei se é ele mesmo quem disse, mas que é verdade a percepção, ô se é.

Veja se você concorda:

Antes acabava um jogo e discutíamos os gols, as jogadas ou os erros para corrigi-los, agora só esperam que termine o jogo para ver como ficou a selfie, se saiu penteado ou não, se se vê a tatuagem, mas de futebol nada.
Pena que as coisas tenham mudado tanto.”

Não é uma realidade? Homens ao pé da letra que tinham comprometimento com seus clubes parecem ter acabado. É um tal de tomar banho rápido para ir embora, passar creme para ficar cheiroso e meter fone de ouvido para fazer de conta que não ouviu o chamado dos repórteres que não acaba mais…

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– Alguém faria alguma crítica contra o bondoso Papa Francisco? Por incrível que pareça, sim: os radicais católicos!

Parece piada, mas sabe quem são os grupos que mais criticam o Papa Francisco? Fanáticos ultraconservadores católicos (que até colocaram cartazes em Roma difamando o pontífice)! Em especial, um cardeal americano radical, Raymond Burke.

Extraído de Veja.com, ed 28/02.

A BATALHA PAPAL: FRANCISCO REAGE AOS ULTRACONSERVADORES

Pontífice é atacado sem misericórdia dentro e fora do Vaticano

O Vaticano atravessou a era moderna protegido por uma muralha de secretismo e de silêncio, em que desvios internos, crimes e discussões raramente chegavam aos ouvidos de quem estava tirando fotos na Praça São Pedro, em Roma. Essa tranquilidade foi arruinada neste século com a revelação de vários casos de pedofilia e de corrupção dentro da instituição. Nos últimos seis meses, foi a vez de as brigas internas extravasarem para o grande público, com o papa Francisco sendo atacado sem misericórdia por críticos conservadores de dentro e de fora do Vaticano. Cardeais deram entrevistas falando abertamente contra ele, grupos anônimos pregaram cartazes críticos em Roma e ativistas anti­abor­to postaram na internet um vídeo com insinuações e maldades a respeito do pontífice. No domingo 19, ele deu o troco sutil: “Os inimigos são todos aqueles que falam mal de nós, que nos caluniam e nos fazem mal. E não é fácil digerir isso. Estamos chamados a responder a todos eles com o bem”. A origem das críticas está na mudança avançada que Francisco pretende imprimir à relação entre a Igreja e os fiéis divorciados. Pelo dogma católico, o casamento é indissolúvel. Se uma pessoa se separa e se casa novamente, comete um pecado e não merece a comunhão na missa. O papa João Paulo II declarou que a única maneira de esses indivíduos serem novamente aceitos e participarem dos sacramentos consistiria em viverem como “irmão e irmã”. É uma solução obviamente esdrúxula e inaplicável no mundo de hoje, que só afasta os separados da Igreja.

Em março passado, Francisco publicou a exortação Amoris Laetitia (A Alegria do Amor), em que afirmava que a separação pode em alguns casos se tornar moralmente necessária quando se trata de defender o cônjuge mais frágil ou os filhos pequenos. O documento fala ainda da necessidade de acompanhar os separados, os divorciados e os abandonados. “É importante fazer-lhes sentir que fazem parte da Igreja“, diz o artigo 243. Só dessa forma, completa o documento papal, eles poderão fazer todo o possível para educar os filhos como cristãos. Esses fiéis, ainda que vivam em uma situação “subjetiva de pecado”, poderiam até receber a ajuda dos sacramentos, como a comunhão. “A questão-chave do papado de Francisco é o acompanhamento, a misericórdia na prática, o discernimento correto. As regras e os dogmas têm o seu lugar, com certeza, mas a prioridade é o amor paliativo“, diz o canadense Michael Higgins, professor de pensamento católico na Universidade Sacred Heart, nos Estados Unidos.
A novidade levou quatro cardeais a enviar ao papa um documento com cinco perguntas, que ficou conhecido como Dubia. Um dos autores é o americano Raymond Burke, um cardeal arquiconservador que em 2004 ameaçou não dar a comunhão ao então candidato democrata à Presidência John Kerry pelo fato de ele ter defendido o aborto (quanto a esse outro tabu religioso, nada deve mudar por enquanto). Como Francisco nem se deu ao trabalho de responder aos impertinentes, eles divulgaram o conteúdo das perguntas. Na versão falsa do L’Osservatore Romano enviada por e-mail e por mensagens de celular a várias pessoas no Vaticano, a Dubia aparecia contestada pelo papa em uma entrevista. Uma das questões fazia referência às relações após a separação: “Um ato intrinsecamente mau pode ser considerado algo subjetivamente bom dependendo das circunstâncias e das intenções?”. A resposta, inventada, foi: “Sim e não. Quem sou eu para julgar? Eu não me meto. Mas, se o doutor Gasbarri (organizador das viagens papais) xingar minha mãe, ele pode esperar um soco”. O trecho falso é um compilado de frases de Francisco fora do contexto. Não é feito para esclarecer, mas para confundir. A referência ao “soco” na falsa resposta anterior foi tirada de um comentário que o papa fez a propósito do atentado contra jornalistas do Charlie Hebdo, em 2015, que tinham desenhado Maomé em suas páginas. Na ocasião, o papa condenou o atentado, mas pediu respeito às religiões, dando a impressão de que estava relativizando a carnificina dos terroristas islâmicos.

Os desentendimentos entre Burke e o Papa Francisco já levaram o pontífice a tirar o americano de seu posto no tribunal mais alto do Vaticano. Burke, então, tornou-se padrinho da ordem dos cavaleiros de Malta, entidade soberana criada na Idade Méddia que emite os próprios passaportes e tem representação na ONU, mas cujos membros juram obediência ao Papa. Em janeiro, o grão-mestre da ordem, Matthew Festing, aliado de Burke, demitira um subalterno que despachou um pacote com camisinhas para ajudar escravas sexuais em Mianmar, a antiga Birmânia. Tradicionalíssimo, Festing achou isso uma ousadia. A Igreja continua condenando métodos anticoncepcionais, mas Bento XVI, o papa emérito, já abrira exceção quando o objetivo é reduzir o risco de infecções de aids. Para a antiquada Ordem de Malta, contudo, aprimoramentos e ajustes como esse são tolices da modernidade. Festing se recusou a reempossar o demitido e acabou convidado a renunciar. Além de ter relação com as questôes dogmáticas, a oposição ao papa está ligada a disputas na hierarquia. Francisco nomeou vários cardeais que compartilham sua visão de mundo, mais moderna e tolerante, e prometeu reformar a Cúria, o aparato político e burocrático da Igreja. Ele até criou um órgão, o Conselho dos Cardeais, com nove membros, para ajudá-lo nessa tarefa, mas a reforma ainda não decotou. Em vez de priorizar a estrutura sediada em Roma, o papa valoriza as igrejas. Em essência, Amoris Laetitia foi uma forma de acolher sugestões dos bispos de vários países que se reuniram em 2014 e 2015. Com essa atitude, Francisco marca uma diferença fundamental em relação aos antecessores João Paulo II e Bento XVI. “A Igreja será pobre e para os pobres? Ela incluirá a periferia ou fechará suas portas? Essa chamada para o Evangelho é difícil especialmente para aqueles que tinham poder, que se consideravam eles mesmos o centro”, diz o teólogo Michael Lee, da Universidade Fordham, nos Estados Unidos.

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– Os dois lances mais reclamados do Clássico da Saudade: Palmeiras 0x0 Santos

Palmeirenses e Santistas reclamaram da arbitragem de Flávio Rodrigues de Souza. E, sendo um lance para cada lado, ambos tem razão, pois o bom árbitro bobeou nas duas situações pontuadas abaixo. Vamos lá:

NO PRIMEIRO TEMPO, ERRO PRÓ-SANTOS

Jean Lucas (SFC) comete uma falta para cartão amarelo. Mas os jogadores de ambas equipes (bem pilhados, diga-se de passagem), começam a bater-boca. No bololô, Gustavo Henrique (SFC) agride Moisés (SEP) e não é expulso. Se o árbitro não conseguiu ver o tapa, há os demais integrantes da equipe de árbitros que estão ali para, em um momento como esse, verificar tudo o que acontece fora do campo visual do juiz. Erro não só do árbitro, mas da equipe de arbitragem.

NO SEGUNDO TEMPO, ERRO PRÓ-PALMEIRAS

Novamente vemos Jean Lucas (SFC) participando do lance, mas agora ele recebe a bola no ataque e chuta para o gol. Durante a trajetória ela desvia no braço/mão de Gustavo Gómez (SEP) e “chega mansa” para a posse de Weverton. Aqui, algumas considerações para dizer se houve pênalti ou não:

  1. Alguém pode dizer que agora a intenção é um detalhe, depois das mudanças das Regras de alguns anos atrás. NADA DISSO, ela continua sendo o principal fator para se decidir se houve mão proposital e, por conseguinte, pênalti. O que aconteceu (E ATENÇÃO PARA QUE NÃO SE CONFUNDA) é que além da intenção acrescentou-se a questão do movimento antinatural, ou seja, de uma “intenção disfarçada”. Isso significa que eu poderia pular diferente, agir com uma conduta menos agressiva da mão na bola / bola na mão. Explico: se um chute vem forte e eu demoro propositalmente para recolher o braço, lá no fundo você desejava que ela batesse e desviasse, ganhando vantagem disso. Ou se você pula com os braços totalmente levantados para o alto para cabecear uma bola, isso é algo antinatural.
  2. Gustavo Gómez, quando a bola é chutada, está/ mantém os braços em movimento natural e ela bate sem querer nele, ou é um movimento antinatural onde poderia evitar o desvio e não o faz?
  3. Claro que isso não veio facilitar a regra não (como alguns dizem), mas aumentar a necessidade da qualidade de uma boa interpretação. Para mim, esse contato de Gustavo era EVITÁVEL, pois não demosntrou nenhum reflexo ou movimento de se evitar o toque. Eu marcaria pênalti para o Santos .

Enfim, em um tipo de lance como esse, o árbitro tem que ser rápido na avaliação e experiente o suficiente para tomar a decisão. Não costuma ser uma jogada tão simples. Para mim, reitero, pênalti.

Importante: não gosto quando alguém diz: um erro para cada lado é “menos ruim”, pois compensou. Isso não deve existir, se não vira desejo de “fazer média”. Não foi o caso de ontem, foram dois erros distintos sem relação, sendo um para cada lado.

– Um bom domingo tem…

… tem céu de cores vibrantes, como a do nosso 1o clique (abaixo),

ou cores delicadas como as das pétalas da nossa roseira, fotogradas com estilo, no clique 2:

Ótimo dia de descanso (ou de trabalho) a todos, com a beleza ada natureza!

– Qual é a estratégia de Maduro?

Quando acontecer a queda do indiscutivelmente ditador venezuelano Nicolas Maduro, os trocadilhos de que “caiu de Maduro” serão inevitáveis. E isso falta pouco tempo para acontecer.

A notícia de que está fechando as fronteiras da Venezuela com o Brasil é mais um tiro no pé. Medida antipática, desnecessária, indevida e que mostra o se desespero em manter no poder a qualquer custo.

O povo local foge da fome, não tem material de higiene (a falta de papel higiênico foi algo que simboliza a triste situação de lá) e quer mudanças na condução do seu país.

As imagens que chegam pela TV na divisa da Colômbia, com o Exército da Venezuela impedindo caminhões que levam ajuda humanitária (COMIDA e REMÉDIOS, em quase sua totalidade), são estarrecedoras!

O poder, a ganância e a vaidade de Maduro durarão até quando? Por quanto tempo se sacrificará a população e a fará sofrer tanto?

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– A Proposta do Mengo: o valor impagável de uma pessoa!

Quanto vale uma vida?

Na resposta rápida, podemos dizer que é imensurável em dinheiro. Mas diante da tragédia no Ninho do Urubu, necessitou-se discutir indenizações às vítimas do incêndio ocorrido por lá.

O Flamengo propôs (em média) 350 mil / atleta e 1 Salário Mínimo por 10 anos.

Os Familiares pediram 2 milhões / atleta e R$ 10.000,00 até cada jogador falecido tivesse completado 45 anos de idade.

Com essas diferenças, não se chegará a acordo algum. Mas imaginando as negociações de Arrascaeta e Gabriel Barbosa (vide os valores estratosféricos gastos com a contratação e os salários pagos), beira ao escárnio a proposta feita pela diretoria do Mengão, não?

Aliás, insisto: vida “tem valor financeiro”?

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– Deveria dar cartão. Mas não merece…

Já assisti esse vídeo algumas vezes (é de 2014), mas a comemoração de gol do italiano Alessandro Florenzi (reconhecidamente um carismático jogador), que é para cartão amarelo, deveria ter um capítulo especial na Regra do Jogo, a fim de permissão.

Por quê?

Veja esse Roma 2×0 Cagliari, onde subiu à arquibancada para comemorar com a vovó. Demais!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=C-ERsWiD9CQ

– Enfim, boas ideias da CBF para o futebol brasileiro. Mas os clubes aceitarão pagar a arbitragem?

Ufa, é difícil elogiar a CBF, mas uma grande bola dentro da entidade foi a oferta de novidades para o futebol brasileiro. Dentre elas, destaco duas ideias:

1. A permissão de trocar apenas uma vez de treinador ao longo do Brasileirão (os cartolas terão que caprichar na escolha do profissional).

2. O VAR nos jogos do Campeonatos Brasileiros.

Falamos HÁ ANOS (não é força de expressão) de que todas as vezes que a CBF dizia que implantaria o Árbitro de Vídeo, não o fez. Desde que a iniciativa foi autorizada pela FIFA, prometeu-se por diversas vezes (até quando Eurico Miranda pressionou Marco Polo Del Nero, que anunciou a implantação na utópica “rodada seguinte”). A diferença agora é: os custos dos equipamentos serão bancados pela CBF, e as taxas de arbitragens pelos clubes.

Será que as agremiações bancarão, fora o quarteto de arbitragem, o VAR, o AVAR, os assessores do VAR e os VAR e AVAR reservas, quando escalados? Lembrando que na final da Copa do Brasil tivemos 18 pessoas compondo a equipe de arbitragem (mais do que em Copa do Mundo).

Para ser sincero, penso que se a CBF forçar, os clubes aceitarão. Se for apenas uma ação demagógica e no fundo não se desejar o VAR, os dirigentes das equipes “acompanharão o desejo silencioso e íntimo” e refutarão.

Eu torço para que as propostas sejam aprovadas! E você?