– A noção inexata dos preços

Para onde tudo vai?

Uma das coisas mais baratas que existe é macarrão, mas… nos comércios de artigos de luxo que anda em alta em muitos lugares, um pote de massas custa mais de R$ 100,00!

Há quem pague, mas uma massa caseira bem simples ainda é mais saborosa e gostosa.

– Os Golpes nas Bombas de Combustíveis

Meses atrás, o Fantástico da Rede Globo trouxe uma matéria sobre a Máfia dos Combustíveis no Rio Grande do Norte. Mas os golpes contra o consumidor são muito mais complexos e frequentes, infelizmente.

Veja essa matéria de 2012 explicando os mecanismos que provocam fraude e enganam o motorista. E vale o lembrete: abasteça no posto em que você confia!

Compartilho em: https://www.youtube.com/watch?v=z3rMkNgdYlw

– Dicas para proprietários de carros bicombustíveis

Invariavelmente vemos carros que aceitam gasolina e etanol que não se adaptam à mudança de combustível.

Caro motorista, saiba que o seu veículo tem um chip que precisa entender o que você está abastecendo.

Se você roda com gasolina e quer mudar para etanol, deve deixar o tanque se esvaziar até o limite da reserva, e aí completar o tanque com o outro produto. Caso contrário (se você anda com meio-a-meio), o módulo pode entender que você está utilizando combustível adulterado.

Algo importante e que passa despercebido: quando você muda o combustível, precisa rodar alguns quilômetros para que seu carro entenda o que aconteceu. Se você trocar o combustível e estacionar o carro na garagem, fatalmente, quando você der a partida, o carro pode não funcionar.

Um cuidado a mais: alguns carros podem viciar com determinado combustível, e se você não muda com frequência, pode ser que seu carro não renda o que deva e até falhe por muitos tanques abastecidos.

Ademais, último conselho: não se esqueça de abastecer o reservatório da injeção eletrônica, caso esteja usando a opção etanol.

Tais dicas ajudam os motoristas a terem tranquilidade quando abastecerem seus carros.

Carro flex: entenda como funciona o sistema bicombustível

– O Absurdo preço dos Ovos de Páscoa

Uma barra de Chocolate com 150 / 180 gramas custa por volta de R$ 5,00. O Ovo de Páscoa, do mesmo sabor e com 175g, custa próximo a R$ 30,00!

É um apelo comercial assustador, né? Seguremo-nos nas compras e, àqueles que não  se preocupam com dinheiro pois podem comprar, cuidado com o consumismo desenfreado.

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– Diferenciando Concorrência e Rivalidade no Mundo das Empresas

Que interessante: Robson Viturino e Álvaro Oppermann (Revista Época Negócios, Ed fevereiro – 22, pg 60) trouxeram uma importante matéria sobre como a concorrência ajuda a vender mais, além de alguns malefícios que ela traz, de forma leve e interessante.

Abaixo:

JÁ VIU O QUE SEU RIVAL FEZ HOJE?

Estudo desvenda os mecanismos psicológicos que motivam o espírito de rivalidade entre empresas concorrentes.

No dia a dia dos negócios, as palavras “rival” e “concorrente” são usadas de forma indistinta. Uma nova pesquisa, porém, evidencia que existem diferenças claras entre as duas na relação de pessoas e empresas. E não é só uma questão semântica. “A primeira coisa a notar é que as pessoas são mais aguerridas na competição quando existe rivalidade entre elas”, dizem os autores do estudo, Gavin Kilduff, Hillary Elfenbein e Barry Staw. O trio de pesquisadores, professores de administração nas universidades de Nova York, Saint Louis e Berkeley, estudou a psicologia da rivalidade e da concorrência entre jogadores e times de basquete dos Estados Unidos. Segundo eles, as conclusões podem ser estendidas aos negócios.

A literatura de negócios usava as duas palavras como sinônimos de competição”, dizem os pesquisadores em um artigo publicado no Academy of Management Journal. “No entanto, a concorrência é algo racional. A rivalidade é passional”, afirma o trio. Esta última nasceria do envolvimento psicológico entre os protagonistas. Ou seja, surge quando existe uma relação íntima, ou um histórico comum, às partes envolvidas, gerando implicações profundas na maneira como jogadores e equipes se relacionam. “O mesmo ocorre nos negócios”, dizem eles.

Se a concorrência é o motor do desempenho, a rivalidade é o seu “afrodisíaco”. Um bom exemplo disso está no basquete norte-americano dos anos 80, que foi polarizado por Larry Bird, do Boston Celtics, e Earvin “Magic” Johnson, do Los Angeles Lakers. Os dois iniciaram a carreira profissional em 1979. Antes eles eram estrelas dos principais times universitários dos Estados Unidos e acompanhavam com afinco a carreira um do outro. “Quando a tabela de jogos da temporada era publicada, os jogos do Celtics eram a primeira coisa que eu marcava”, diz Magic Johnson. “Eu começava a ler o jornal pela seção de esportes, para ver como estavam as estatísticas de Magic”, diz Bird. A rivalidade – ou quase obsessão – acabou servindo de combustível ao brilhantismo de ambos nas quadras. Concorrentes se esforçam e dão o sangue. Rivais fazem das tripas coração. Eis a diferença.

Nos negócios, a rivalidade também pode gerar um ciclo virtuoso. No Japão, os rivais Toyota e Nissan protagonizam um duelo de inovação desde os anos 70. Quando a Toyota invadiu o mercado americano com o Corolla, em 1972, a Nissan respondeu em seguida com o Bluebird. Em 2001, a Nissan redesenhou totalmente o Altima para enfrentar o Toyota Camry. Em 2010, diante do Leaf, carro elétrico mundial a ser produzido pela Renault-Nissan, a Toyota respondeu comprando uma fatia da Tesla Motors. Segundo a autora Evelyn Anderson, embora a Toyota seja altamente competitiva em relação a Ford e GM, a competição acirrada com a Nissan e a Honda sempre teve um gostinho especial.

A rivalidade também tem uma face sombria, dizem os pesquisadores. É comum rivais engalfinharem-se em lutas do tipo “custe o que custar”. O Boston Scientific Group, por exemplo, se dispôs a pagar US$ 24,7 bilhões pela fabricante de marca-passos Guidant, para não permitir que o eterno rival Johnson & Johnson abocanhasse a empresa. Esta é considerada pelos analistas a segunda pior aquisição da história, atrás somente da compra da Time Warner pela AOL. Já a Adidas e a Puma (criadas por dois irmãos que se detestavam) estavam tão preocupadas em espionar uma à outra, nos anos 70, que não viram a Nike chegar. “A rivalidade é uma faca de dois gumes”, concluem os autores. Moral: saiba diferenciar concorrência de rivalidade.

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– Há 4 anos, a Heineken comprou a Schincariol da Brasil Kirin. Os motivos do prejuízo dos japoneses foram…

A Brasil Kirin comprou a Schincariol em 2011 por R$ 6,7 bi. Em 2017 (nesta mesma data), a vendeu por R$ 2,2 bi para a holandesa Heineken.

Como justificar? A Heineken está feliz?

Entenda como foi a polêmica e discutida negociação e os incentivos na época, extraído de: http://cdn2.istoedinheiro.com.br/wp-content/uploads/sites/17/2017/02/brasil-kirin.jpg

POR QUE A BRASIL KIRIN, DONA DA SCHIN, FRACASSOU NO MERCADO BRASILEIRO

Quando chegou ao Brasil, em agosto de 2011, os japoneses da Brasil Kirin não mediram esforços e muito menos recursos para conquistar o mercado brasileiro de cerveja.

Eles pagaram quase R$ 4 bilhões aos irmãos Adriano e Alexandre Schincariol para assumir o controle da cervejaria de Itu, no interior de São Paulo, em agosto de 2011.

Três meses depois, tiveram de desembolsar cerca de R$ 2,3 bilhões pela fatia dos irmãos Gilberto, José Augusto e Daniela Schincariol. Com isso, assumiram 100% do controle da companhia.

Quase cinco anos depois, a venda dos ativos brasileiros da Brasil Kirin para a holandesa Heineken mostra o fracasso dos japoneses no mercado brasileiro de cervejas.

O valor pago foi de R$ 2,2 bilhões (664 milhões de euros). Se as dívidas foram incluídas, o preço sobe para R$ 3,3 bilhões. Neste último cenário, os japoneses da Kirin estão recebendo 50% menos do que pagaram pelos ativos da família Schincariol em 2011.

O que fez os ativos da antiga Schincariol se desvalorizarem tanto neste período? Uma série de erros estratégicos contribuiu para a perda de valor da cervejaria.

Quando desembarcou o Brasil, o plano dos japoneses era simples: ser a segunda posição em vendas no mercado brasileiro. Na ocasião, a Schin estava atrás do Grupo Petropólis, dono da marca Itaipava, e da Ambev, que fabrica a Skol, Brahma e Antarctica.

Para atingir a meta dos japoneses da Kirin, a estratégia foi focar no Nordeste, o caminho encontrado para gerar volume e chegar ao almejado segundo lugar. Mas as coisas não saíram conforme o combinado.

A Brasil Kirin não só não conseguiu ganhar mercado no Nordeste, como começou a perder participação no Sudeste, que trabalha com margens mais altas. Conclusão: uma série de prejuízos operacionais, que foram se acumulando ao longo do tempo.

No ano passado, a dona das marcas Schin, Devassa, Baden Baden e Eisenbahn reportou um prejuízo operacional de R$ 260,8 milhões no mercado brasileiro. Mesmo assim, é um resultado melhor do que as perdas de R$ 322,3 milhões de 2015.

A solução para tentar estancar a perda foi cortar custos, demitir e fechar unidades. Em outra ponta, a Brasil Kirin começou a se desfazer de ativos, como uma fábrica na cidade de Cachoeiras do Macacu, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, que foi comprada pela Ambev.

A situação econômica brasileira e a redução do consumo de cervejas contribuíram para que a situação se deteriorasse ainda mais. Cansados, o japoneses resolveram que deveriam deixar o Brasil e saíram à busca de um comprador para os seus ativos brasileiros.

Os holandeses da Heineken, com a aquisição, ganham 12 fábricas e uma rede de distribuição própria. Ela também passa a ser a segunda colocada no mercado brasileiro de cervejas, com uma fatia na casa dos 19%, atrás apenas da Ambev. A Heineken, por sua vez, conta com cinco fábricas no Brasil e a distribuição é feita pelas engarrafadoras da Coca-Cola.

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– Cuidado ao comprar pela ilustração…

Não costumo comer no Habib’s, mas minha esposa queria comer algumas esfihas e fui ao restaurante.

Ao ver a propaganda de uma esfiha de calabresa com queijo cremily, fiquei com fome! Pedi uma e…

Compare a do anúncio da direita e a real, na esquerda. Logicamente uma fotografia tem diferença do produto, mas é pra tanto?

Abaixo:

– Boxing Day é um dia de festa!

Muita gente falando sobre o inglês “Boxing Day“. Afinal, é dia de compras ou de futebol?

Das duas coisas! A tradição dos países do Reino Unido reza que no dia 26 (sempre no dia seguinte ao Natal, exceto quando cai aos finais de semana, quando é postergado para a segunda-feira), o comércio coloca suas sobras de mercadorias em liquidações atrativas, provocando filas nas lojas. Além disso, no mesmo dia (que é feriado), se tem jogos de futebol de TODAS as divisões do campeonato. Assim, é mais do que Black Friday e mais do que evento esportivo, pois, afinal, é um dia de descanso com vida própria!

E aí, funcionaria um “Boxing Day” no Brasil, com lojas cheias e futebol da 4a até a 1a divisão?

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– BY: o sucessor do Fusca!

Dias atrás, a Volkswagen resolveu mostrar um dos seus segredos com mais de 30 anos: o projeto (abortado) do sucessor do fusca no Brasil, um automóvel pequeno e barato – mais moderno do que o antecessor – e que levou o nome de projeto BY.

Abaixo, a matéria da Revista Motor1.com, mostrando esse “mini-Gol”. Mas não parece um Uno da Volks? Com a união estratégica junto à Ford, formando a Autolatina, desistiu-se da ideia.

Em: https://motor1.uol.com.br/news/385161/vw-by-subcompacto-abaixo-do-gol/

VW MOSTRA O BY, PROJETO DE SUB-GOL DOS ANOS 1980

Se você é leitor assíduo do Motor1.com certamente já ouviu falar do VW BY. Trata-se de um projeto de carro de entrada para ficar abaixo do Gol, que apresentamos numa reportagem sobre “carros natimortos”, ou seja, que morreram antes mesmo de chegar às lojas. Pois não é que, mais de 30 anos depois, a própria Volkswagen resolveu mostrar o carrinho? Ele é uma das estrelas do Garagem VW, um acervo que a marca preparou dentro de um galpão da própria fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP).

Por conta do balanço traseiro curto, o porta-malas era sacrificado em relação ao do Gol. Mas a VW então criou duas soluções para preservar o espaço de bagagens: banco traseiro corrediço, que seria aplicado no Fox em 2003, e suspensão traseira do Voyage de exportação para os EUA (chamado de Fox por lá), que tinha pontos de ancoragem diferentes do Gol, justamente para não invadir o compartimento de carga.

Esses pontos, porém, fizeram o projeto ficar um tanto caro de produzir (ainda mais em se tratando de um carro de entrada) e, fora isso, o design desproporcional (devido ao uso do motor AP-1.600 da família BX (Gol, Voyage, Parati e Saveiro CS) se somou aos fatores que fizeram o BY “subir no telhado”. E entrar para a história dos natimortos…

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– O Carro Elétrico está se tornando uma realidade cada vez mais próxima!

Sabia que as montadoras de veículos “tradicionais” do mundo estão cada vez mais investindo pesado na produção de carros híbridos e/ou elétricos?

O motivo é o pesado investimento dos chineses, com apoio do Governo local e muita inovação.

Extraído da Folha de São Paulo, pg A16, reproduzido do New York Times

VISÃO CHINESA DITA O RITMO DO CARRO ELÉTRICO NO MUNDO

Montadoras aceleram esforços em carros elétricos após aposta da China

Existe um motivo forte para que as montadoras de automóveis de todo o planeta estejam acelerando seus esforços de desenvolvimento de veículos elétricos: a China.

Em um projeto que envolve vastas somas de dinheiro do governo e a visão de que dominará a nova geração de tecnologias, a China se tornou a maior defensora mundial dos carros elétricos.

Esse movimento está forçando as montadoras de automóveis, de Detroit (EUA) a Yokohama (Japão) e de Seul (Coreia do Sul) a Stuttgart (Alemanha), a acelerarem seu ritmo de transformação, sob o risco de serem deixadas para trás no maior mercado mundial de automóveis.

Pequim já determinou que 20% dos carros em circulação na China em 2025 deverão ser acionados por combustíveis alternativos.

No mês passado, o país divulgou novas regras que determinam que as montadoras internacionais ofereçam mais veículos acionados por energia alternativa no mercado local, se quiserem continuar a vender carros convencionais.

Um representante do governo chinês disse recentemente que o gigante asiático terminaria por proibir a venda de carros zero com motores de combustão interna.

“Estamos em uma encruzilhada no desenvolvimento da indústria automobilística nesse país, tendo em mente a escala mundial”, afirmou Jürgen Stackmann, vice-presidente de vendas e marketing da Volkswagen, em visita a Xangai (China).

A China já é a maior fabricante e vendedora de carros elétricos do planeta. Os compradores chineses estão a caminho de adquirir quase 300 mil deles neste ano, três vezes o número que deve ser vendido nos EUA e mais que o total de todo o resto do planeta combinado.

GM e Ford anunciaram planos para acrescentar um total de 33 modelos elétricos às suas linhas. GM e Volkswagen também estão transferindo boa parte de sua pesquisa, desenvolvimento e produção de carros elétricos para a China.

O país também está adotando uma política agressiva para recrutar alguns dos engenheiros eletricistas mais talentosos do mundo, inclusive nos Estados Unidos.

Tudo isso em um momento em que os carros elétricos finalmente estão ficando mais competitivos em desempenho e custo em relação aos movidos a gasolina e diesel.

Em ruas de cidades como Pequim, Xangai e Shenzen, esse tipo de veículo é cada vez mais comum, já que o carro elétrico faz bastante sentido em locais com grande população (e congestionamento) e em que as pessoas têm de percorrer curtas distâncias.

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– O descaso do Carrefour com o homem falecido

Como você se sentiria se estivesse num hipermercado e entre engradados de cerveja e guarda-sóis houvesse um homem morto?

No mínimo, constrangedor. Normal, nunca. Mas foi isso que aconteceu em Recife numa loja do Carrefour: o cidadão morreu e ficou no chão, num “cercadinho”, esperando o resgate e com a loja funcionando normalmente.

Abaixo, extraído de: https://leragora.net/trabalhador-morre-no-carrefour-corpo-e-escondido-e-mercado-fica-aberto/

TRABALHADOR MORRE NO CARRREFOUR, CORPO É ESCONDIDO E MERCADO FICA ABERTO

Um representante de vendas morreu após ter um mal súbito enquanto trabalhava em um supermercado do Carrefour, na cidade de Recife. O corpo foi coberto com guarda-sóis, cercado por engradados de cerveja e o supermercado continuou em funcionamento para o público.

Ele não era funcionário do supermercado e trabalhava para uma fornecedora, mas estava no local para trabalhar. O Carrefour identificou o homem como Moisés Santos e informou que ele morreu por infarto.

Nas redes, a empresa soltou uma nota, na qual afirma que “o inesperado falecimento do Sr. Moisés Santos, vítima de um infarto, foi muito triste para nós do Carrefour. Sentimos muito e, por conta do ocorrido, revisitamos os protocolos para implementar a obrigatoriedade de fechamento das lojas para fatalidades como essa”.

Em resposta a críticas feitas por internautas, o Carrefour escreveu que “estamos atentos a qualquer emergência e totalmente à disposição para dar todo o suporte necessário aos nossos clientes, colaboradores e prestadores de serviço. Mudamos nossos protocolo de fechamento da loja em casos como o do Sr. Moisés”.

Sou Jornalista, formado no início de 2020. Mantenho o Ler Agora desde dezembro de 2018. Escrevo sobre política. Siga no Twitter: @tiagolopes_jorn

 Trabalhador morre no Carrefour, corpo é escondido e mercado fica aberto

– Afinal, quais as cores do Corinthians?

Texto de 3 anos, mas bem atual quanto a questão: o Corinthians não é tricolor? Compare esse artigo com a questão da polêmica do logo Laranja do BMG, patrocinador do Timão, discutido nesta semana.

A Itália tem a bandeira de cores verde, branca e vermelha, mas joga de azul em homenagem a cor predominante da Casa Real de Savóia. Os clubes que se chamam “Internacional” jogam normalmente de vermelho, pela origem socialista-proletária, exceto a Internazionale de Milão, que veste azul e preto em homenagem a região de Santo Ambrósio. Assim também o América Mineiro é exceção em não utilizar a cor do sangue rubro dos seus co-irmãos Brasil afora.

E por quê o Corinthians não é tricolor, já que tem a bandeira do Estado de São Paulo em seu distintivo, além de remo e timão nas cores vermelhas?

O time do Parque São Jorge adotou o preto e branco como cores oficiais, mas mantém o Vermelho em seu escudo; afinal, se chama Corinthians Paulista.

Qual a vergonha, repulsa ou medo em usar a cor tão discriminada? De o chamarem de tricolor como seu arquirrival São Paulo Futebol Clube e ser ironizado?

Pura bobagem. Se o alvinegro do Parque São Jorge quiser assumir outra identidade – a de 3 cores, deveria fazer. O Atlético Mineiro, o Botafogo ou o Santos são puros alvinegros. O Corinthians, pelo emblema, de fato não é. Ou deveria pintar os adornos em preto e branco também?

Seria utopia o Mosqueteiro usar uma camisa vermelha? Talvez. Certamente não o veríamos de verde. Lembrando que o time já usou roxo (em alusão do torcedor ser “corinthiano roxo”), usou vinho (em homenagem a São Jorge e ao… Torino !?), usou amarelo (pela honraria da Seleção Brasileira) e até o laranja, lembrando do famoso Terrão de Itaquera.

Gostou dessas cores de camisa? E o que você pensa sobre a identidade tricolor do Corinthians? 

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– A pandemia nos fez mais “digitais”, e ao mesmo tempo, mais humanos!

A pandemia adiantou a digitalização de muitas coisas, devido ao fato da reclusão. Quem não tinha hábito de comprar pela internet, o fez pela 1a, 2a, 3a vez… Idem às conferências e reuniões pelas plataformas eletrônicas – que estão ocorrendo desde os compromissos de trabalho ao simples “parabéns à você” à distância.

Forçadamente, alguns anos foram adiantados na evolução do “comportamento e do comércio digital. Mas outro fator deve ser observado: nunca valorizamos tanto o contato humano, o trato físico, o “estar junto”, ou, se preferir, um simples abraço de calor!

Acabe logo, Covid-19. Queremos respirar novamente a liberdade.

VIRTUAL REAL

Criador: Picassa. Informação extraída do IPTC Photo Metadata.

– Feliz Dia dos Namorados (mas aqui a data é comercial…)

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).

Olha só como comercialmente surgiu a data:

DIA DOS NAMORADOS

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.

A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.

Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!

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