– O Carro Elétrico está se tornando uma realidade cada vez mais próxima!

Sabia que as montadoras de veículos “tradicionais” do mundo estão cada vez mais investindo pesado na produção de carros híbridos e/ou elétricos?

O motivo é o pesado investimento dos chineses, com apoio do Governo local e muita inovação.

Extraído da Folha de São Paulo, pg A16, reproduzido do New York Times

VISÃO CHINESA DITA O RITMO DO CARRO ELÉTRICO NO MUNDO

Montadoras aceleram esforços em carros elétricos após aposta da China

Existe um motivo forte para que as montadoras de automóveis de todo o planeta estejam acelerando seus esforços de desenvolvimento de veículos elétricos: a China.

Em um projeto que envolve vastas somas de dinheiro do governo e a visão de que dominará a nova geração de tecnologias, a China se tornou a maior defensora mundial dos carros elétricos.

Esse movimento está forçando as montadoras de automóveis, de Detroit (EUA) a Yokohama (Japão) e de Seul (Coreia do Sul) a Stuttgart (Alemanha), a acelerarem seu ritmo de transformação, sob o risco de serem deixadas para trás no maior mercado mundial de automóveis.

Pequim já determinou que 20% dos carros em circulação na China em 2025 deverão ser acionados por combustíveis alternativos.

No mês passado, o país divulgou novas regras que determinam que as montadoras internacionais ofereçam mais veículos acionados por energia alternativa no mercado local, se quiserem continuar a vender carros convencionais.

Um representante do governo chinês disse recentemente que o gigante asiático terminaria por proibir a venda de carros zero com motores de combustão interna.

“Estamos em uma encruzilhada no desenvolvimento da indústria automobilística nesse país, tendo em mente a escala mundial”, afirmou Jürgen Stackmann, vice-presidente de vendas e marketing da Volkswagen, em visita a Xangai (China).

A China já é a maior fabricante e vendedora de carros elétricos do planeta. Os compradores chineses estão a caminho de adquirir quase 300 mil deles neste ano, três vezes o número que deve ser vendido nos EUA e mais que o total de todo o resto do planeta combinado.

GM e Ford anunciaram planos para acrescentar um total de 33 modelos elétricos às suas linhas. GM e Volkswagen também estão transferindo boa parte de sua pesquisa, desenvolvimento e produção de carros elétricos para a China.

O país também está adotando uma política agressiva para recrutar alguns dos engenheiros eletricistas mais talentosos do mundo, inclusive nos Estados Unidos.

Tudo isso em um momento em que os carros elétricos finalmente estão ficando mais competitivos em desempenho e custo em relação aos movidos a gasolina e diesel.

Em ruas de cidades como Pequim, Xangai e Shenzen, esse tipo de veículo é cada vez mais comum, já que o carro elétrico faz bastante sentido em locais com grande população (e congestionamento) e em que as pessoas têm de percorrer curtas distâncias.

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– Barbie sem Gênero?

Na loucura do “tudo ser politicamente correto”, alguns exageros que fogem à normalidade: a icônica boneca Barbie é lançada SEM GÊNERO!

Boneca é boneca, não deveria ser usada para defender causas polêmicas… Afinal, devemos entender como um simples brinquedo!

Extraído de: https://www.metrojornal.com.br/estilo-vida/2019/09/28/barbies-sem-genero-mattel.html

MATTEL LANÇA BARBIE SEM GÊNERO

Na luta pela liberdade, sem estereótipos e rótulos pré-estabelecidos, a fabricante de brinquedos Mattel lançou nesta quarta-feira (25) uma nova linha da boneca Barbie sem gênero.

A iniciativa batizada de “Creatable World” (“mundo criável”, na tradução livre) é totalmente “livre de etiquetas” e permite que meninos e meninas personalizem o brinquedo, com diferentes opções de roupas, acessórios e perucas, que incluem penteados longos e curtos.

“Os brinquedos são o reflexo da cultura e, à medida que o mundo continua comemorando o impacto positivo da inclusão, sentimos que era hora de criar uma linha de bonecas sem qualquer rótulo”, explicou Kim Culmone, vice-presidente sênior de design de bonecas da Mattel.

Segundo o executivo, através de pesquisas ao lado de uma “equipe de especialistas, pais, médico e, principalmente, crianças”, foi possível aprender que elas “não querem que seus brinquedos sejam definidos pelos estereótipos de gênero”.

“Por esse motivo, essa linha que permite que as crianças se expressem livremente foi particularmente apreciada por elas”, acrescentou Culmone. A Mattel confia que a coleção “Creatable World” poderá “incentivar todos a pensar mais abertamente sobre os benefícios que as crianças podem tirar ao brincar com bonecas”.

A nova linha consiste em seis kits diferentes em uma variedade de tons de pele. Cada kit inclui uma boneca, uma peruca com cabelos longos e curtos, seis tipos de roupas, três pares de sapatos, um chapéu e um par de óculos de sol.

“Esses elementos extremamente versáteis e realistas dão às crianças a liberdade de criar personagens únicos e personalizá-los como desejarem”, afirmou a fabricante de brinquedos.

As bonecas serão comercializadas nos Estados Unidos a um preço recomendado de US$29,99.

“A Creatable World é onde deixamos os brinquedos serem brinquedos, para que crianças sejam crianças”, explicou a Mattel no Twitter, ressaltando que “no mundo atual, as bonecas devem ser tão ilimitadas quanto as crianças que brincam com elas”. (ANSA)

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– O segredo das Lojas CEM para não vender na Internet e ganhar dinheiro com isso!

Quem é do Interior de São Paulo, sabe do respeito que as Lojas Cem recebem dos seus clientes. E na posição número 3 na venda de eletrodomésticos do país, resiste surpreendentemente em não vender pela Web.

A pergunta é: Por quê?

Abaixo, em: http://revistapegn.globo.com/Administracao-de-empresas/noticia/2018/12/saiba-razao-para-rede-lojas-cem-nao-vender-nada-na-internet-e-mesmo-assim-faturar-bilhoes.html

A RAZÃO PARA LOJAS CEM NÃO VENDER A PRAZO (E MESMO ASSIM FATURAR BILHÕES)

Terceira maior varejista de eletrodomésticos e móveis do País, com vendas anuais de R$ 5,3 bilhões, a Lojas Cem não vende nada pela internet

Terceira maior varejista de eletrodomésticos e móveis do País, com vendas anuais de R$ 5,3 bilhões, a Lojas Cem não vende nada pela internet. E, no que depender de seus donos, a empresa vai continuar ‘offline’ – ao contrário das concorrentes Via Varejo e Magazine Luiza que têm aumentado a aposta no e-commerce para ampliar o faturamento de R$ 25,6 bilhões e R$ 11,7 bilhões no ano passado.

Não é de hoje que a varejista, que começou em 1952 como uma oficina de conserto de bicicletas, em Salto, no interior do Estado de São Paulo, rema contra a maré. Vinte anos atrás, quando concorrentes venderam as carteiras de créditos para os bancos com a intenção de ganhar fôlego financeiro, a varejista contrariou o mercado. Até hoje, banca a venda a prazo com os próprios recursos.

“Sempre nos questionam por que não vendemos pela internet”, conta o sócio-diretor Natale Dalla Vecchia, de 82 anos, filho do fundador. Ele começa a costurar seu argumento dizendo que os concorrentes falam como se o comércio online respondesse por 80% das vendas de móveis e eletrodomésticos. “Na verdade, representa 2,7% desse mercado. É pouquíssimo”, acrescenta o irmão mais novo, Cícero Dalla Vecchia, sócio-diretor, que responde pelas áreas fiscal e financeira.

Além da pequena representatividade das vendas online no setor, Cícero aponta dois outros obstáculos que desestimulam a empresa a investir na internet. Um deles é a tributação diferente para cada Estado. “Quem vende nacionalmente pela internet tem de acompanhar a legislação de todos os Estados”, diz ele. Hoje com 266 lojas espalhadas entre São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, a rede tem 70 funcionários só para cuidar de questões tributárias. Esse já é um dos maiores departamentos da companhia.

Outra barreira à internet é a logística. A empresa só tem lojas num raio de até 600 quilômetros do centro de distribuição de 120 mil m², em Salto. A partir de 2019, a família iniciará um plano de expansão para dobrar o tamanho do centro de distribuição.

Freguesia. Mas a principal razão para a varejista não ingressar na internet é o perfil da sua freguesia. “O consumidor da internet é classe A, mais exigente, chorão, pechincheiro”, diz Natale. Já o público predominante das Lojas Cem é de classe B e C, que frequenta lojas de rua, gosta de tocar e ver a mercadoria e conversar com vendedor. Aliás, todas as lojas da rede são de rua e só três ocupam prédios alugados. “Acreditamos na loja de rua e em prédios próprios”, diz Natale.

Quem dita as regras na empresa é a família Dalla Vecchia, que não quer negociar ações na Bolsa de valores, com uma abertura de capital. São três irmãos, filhos do fundador Remígio Dalla Vecchia, e um cunhado que tocam a empresa, de 11.300 funcionários, quase todos formados na companhia.

“Não temos CEO (Chief Executive Officer, na sigla em inglês, a pessoa de maior autoridade na empresa)”, afirma Natale. Ele conta que as decisões são tomadas pelo colegiado de sócios e que raras vezes há divergências. Alguns princípios são inegociáveis: “Compramos as mercadorias em prazo curto, não mandamos a carteira de crédito para financeiras, não distribuímos lucro, não abrimos lojas em shoppings”, lembra Natale.

Há dois anos, a pedido dos fornecedores, que queriam entender como a empresa atua, os sócios responderam às principais perguntas e colocaram no papel. “Os fornecedores mostraram o documento a concorrentes, que leram até o terceiro parágrafo e disseram que assim não dá para trabalhar”, conta. “E nós trabalhamos desse jeito. Somos conservadores, fazemos tudo diferente e somos a empresa que mais dá certo.”

‘Não há só uma receita de sucesso’, diz consultor.

A gestão à moda antiga da Lojas Cem, que contraria o movimento dos concorrentes, divide os especialistas em varejo. “Não tem só uma receita de sucesso”, afirma Eugênio Foganholo, consultor da Mixxer Desenvolvimento Empresarial. Na sua opinião, a rede tem disciplina estratégica “extraordinária” num segmento no qual as margens são apertadas e o sucesso de uma empresa se dá pelo insucesso de outra. “Eles têm a riqueza de dizer não e escolher com clareza o caminho.”

Já Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar, considera uma “loucura” a Lojas Cem não ir para a internet. Ele compara a decisão da companhia a uma corrida. “Trabalhar apenas com lojas físicas hoje é como se a empresa corresse com uma perna só, enquanto a concorrência corre com as duas: lojas físicas e comércio online.” O presidente da SBVC, Eduardo Terra, reconhece a decisão e a solidez da companhia. Mas pondera que o mercado está mudando rapidamente e que a decisão de onde comprar está nas mãos do consumidor. “Quem não estiver em todos os canais perde venda.”

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– A marca Walmart será substituída. Big e Bompreço voltarão!

O poderoso Walmart definitivamente não encontrou a estratégia ideal para o Brasil. Quando chegou ao nosso país, tentou montar suas lojas no estilo das megastores americanas. Havia setor de esportes com tacos de beisebol à venda!

Não deu certo…

Reformulou-de, conseguiu ganhar espaço mas não chegou ao desejável pela matriz, é público e sabido.

Para melhorar o desempenho, 100 lojas do Brasil irão mudar a bandeira: de Walmart para Big (no Sul/Sudeste) e Bom Preço (Norte/Nordeste). Curiosamente, retomará as marcas que comprou nessas localidades quando chegou e queria se expandir.

A pergunta é: vai dar certo?

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– O que o Frango Assado fará com o Pizza Hut depois da fusão?

Que grande negócio: a americana IMC (dona do Frango Assado, Viena e vários outros negócios) anunciou uma fusão no Brasil com o Pizza Hut e KFC locais.

A ideia do negócio?

Popularizar e levar pizza às beiras das estradas.

Extraído de: https://istoe.com.br/fusao-com-frango-assado-leva-pizza-hut-para-estrada/

FUSÃO COM FRANGO ASSADO LEVA PIZZA HUT PARA A ESTRADA

A holding International Meal Company (IMC), dona das redes Frango Assado e Viena, anunciou ontem a fusão com a MultiQRS, do empresário Carlos Wizard e dos filhos Charles Martins e Lincoln Martins, que detém os direitos de masterfranquia da Pizza Hut e KFC no País. O valor do negócio não foi revelado.

Se a fusão for aprovada em assembleia geral da IMC e pelo Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade), a empresa estreia no mercado de fast-food com receita bruta de cerca de R$ 2,3 bilhões a valores de 2018 e fica entre os cinco maiores grupos do setor em vendas, mas ainda muito distante da liderança do líder McDonald’s que vende quase o triplo, nas contas de Sergio Molinari, sócio da Food Consulting.

Com o negócio, os planos da IMC, que terá a família Martins como maior acionista individual com 15% de participação e os dois filhos no conselho da empresa, são arrojados. Lojas da Pizza Hut serão abertas gradualmente a partir deste ano dentro dos 25 restaurantes do Frango Assado. “A Pizza Hut vai para a estrada”, afirma Newton Maia, presidente da IMC.

Outra frente do projeto de expansão para o ano que vem é ter um modelo compacto de loja do Frango Assado para atrair investidores e dar mais velocidade ao crescimento da empresa. Com 120 metros quadrados, as lojas serão instaladas em postos de gasolina de estrada e posteriormente franqueadas. “Conhecimento da franquia ajuda muito”, diz Maia, em referência aos ganhos da fusão com a empresa de Carlos Wizard.

Para Cristina Souza, diretora da GS&Libbra, consultoria especializada em serviços de alimentação, a união das companhias é positiva e deve trazer fôlego novo para a IMC que, nos últimos tempos, estava colocando a casa em ordem. Agora, diz ela, a IMC deve ter o impulso do empresário Carlos Wizard, que tem tradição de acelerar os negócios com a sua vocação para o franchising. “O Wizard é um grande ‘fazedor’ de negócios.”

Sinergia

“A sinergia e a redução de custos será gigantesca”, afirma Carlos Wizard, destacando que as compras de insumos para os 460 restaurantes hoje em operação podem trazer ganhos de escala. Sem revelar cifras, ele afirma que esse foi um dos principais fatores para a concretização do negócio, que vem sendo costurado desde o ano passado.

Também jogaram a favor da fusão a tradição das marcas e o potencial de expansão. Viena e Frango Assado, da IMC, não são operadas hoje por meio de franquias. Com a união com MultiQRS, Wizard diz que elas poderão ser franqueadas. A marca Taco Bell, operada pela MultiQRS, não entrou na negociação por ser nova no mercado brasileiro. Mas poderá ser incorporada no futuro, diz.

Entre os planos da companhia, estão também a compra de pontos na estrada, em postos de combustíveis e churrascarias, para transformá-los em restaurantes do Frango Assado. “Estamos negociando com vários”, diz Maia. Segundo ele, esses restaurantes vão abrir as portas já com Pizza Hut dentro. Também está em curso na IMC investimento na cozinha industrial, em Louveira (SP), que começa funcionar em novembro. Ela será o ponto de apoio da expansão das lojas compactas e uma nova frente de negócios que prevê a entrega pão congelado de semolina, produto ícone do Frango Assado, a ser vendido em supermercados.

Viena

Com 43 anos e instalada nos melhores pontos dos shoppings de São Paulo, a marca de restaurantes Viena, da IMC, não vai acabar, afirma o CEO Newton Maia.

Ele diz que parte das 90 lojas ocupadas pelo restaurante terá a área divida entre as bandeiras KFC e Pizza Hut.

Neste ano, foram fechadas sete lojas do Viena que não alcançaram resultados satisfatórios, entre elas, o restaurante do Conjunto Nacional, em São Paulo. Maia diz que o modelo de negócio self-service vai bem em shoppings só no almoço. A intenção é manter a marca em aeroportos e hospitais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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– Massinhas? Ôba!

Viva o mundo das massinhas de modelagem!

Que fascínio é esse que elas despertam nas crianças?

Minha filhota acorda e desesperadamente quer fazer suas artes com massa. Um brinquedo simples, barato e educativo… Ainda bem!

Quanto menor a dependência de tablets e celulares, melhor. Por mais ingenuidade nas brincadeiras.

 

– A redução do peso do saco de cimento e os golpes de outrora!

Eu trabalhei muito tempo em depósito de material de construção, e sofria quando tinha que carregar sacos de cimento. Afinal, cada um pesa 50 kg (e os de cal, 20 kg).

Em breve, por determinação de autoridades da área de Segurança no Trabalho, o peso máximo será de 25 kg / saco. Correto. E o preço, logicamente, tem que cair pela metade. 

Me recordo que quando existiu o congelamento de preços imposto pelo Presidente José Sarney em 1986, os sacos de cal passaram de 20 kg para 10 kg por um período (e o preço não caiu pela metade). Era golpe para fugir dos valores tabelados / congelados.

Atualmente, muitos produtos tem redução de tamanho e o preço muda muito pouco, sendo um engodo não percebido por boa parte dos consumidores. Vide os chocolates de 200 gramas, que caíram para 180g, dependendo da marca, para 170. 

A queda de preços é sempre proporcional?

Tomara que sim, pois o caso passará da Segurança do Trabalho para a Segurança do Bolso, caso “não ocorra”.

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– Feliz Dia dos Namorados (mas aqui a data é comercial…)

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).

Olha só como comercialmente surgiu a data:

DIA DOS NAMORADOS

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.

A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.

Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!

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– Os Postos de Autosserviço vingarão no Brasil

Vez ou outra, ouvimos notícias de se permitir o auto-atendimento dos clientes em postos de combustíveis. O Carrefour, quando começou a montar seus estabelecimentos, tentou essa proposta e a legislação barrou.

É um assunto muito complicado: se pelo lado do comerciante, o custo de um frentista é altíssimo (em impostos, obrigações de saúde e outras exigências), por outro: será que o próprio cliente se atender, com as dificuldades existentes (quando travar a bomba, como abrir o tanque, o cuidado em não respirar benzeno, assim como o pagamento dos produtos) dará certo?

Em: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2019/06/06/projeto-camara-posto-gasolina-motorista-abastecer-autosservico.htm

PROJETO QUER PERMITIR QUE MOTORISTA ABASTEÇA O PRÓPRIO CARRO

O Projeto de Lei 2302/19 permite o funcionamento de bombas de autosserviço –operadas pelo próprio consumidor– nos postos de abastecimento de combustíveis.

Em análise na Câmara dos Deputados, o projeto revoga a Lei 9.956/00, que hoje proíbe essas bombas.

Autor da proposta, o deputado Vinicius Poit (Novo-SP) diz que permissão de postos com autosserviço é uma das sugestões constantes em estudo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de 2018 para aumentar a concorrência no setor de combustíveis e reduzir os preços dos combustíveis.

O parlamentar ressalta que o modelo existe nos Estados Unidos desde a década de 1950 e permite a venda por um preço mais barato, já que reduz o custo trabalhista do empresário.

Tramitação

A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Minas e Energia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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– Seara, Sadia e Perdigão… todas serão uma só?

Um dos negócios mais surpreendentes do ano pode acontecer: a fusão da BRFoods com a Marfrig. Imaginem que gigante do ramo alimentício teríamos!

Abaixo, extraído de: https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,brf-e-marfrig-anunciam-estudos-para-uma-fusao,70002850430

DONA DA SADIA E PERDIGÃO, BRF ESTUDA FUSÃO COM MARFRIG

Companhias combinadas criariam quarta maior produtora global de carnes – atrás de JBS, Tyson e Smithfield, com receita de R$ 76 bi, 136 fábricas e 137 mil funcionários; negócio pode ser porta de saída de fundos de pensão e BNDES do setor

As gigantes BRF (dona da Sadia e Perdigão) e Marfrig estão negociando uma combinação de seus negócios, que poderá criar a quarta maior companhia global de carnes, com receita líquida de R$ 76 bilhões. As empresas anunciaram nesta quinta-feira, 30, que os conselhos dos dois grupos estão discutindo uma fusão, na qual a BRF terá 85% da nova empresa, e a Marfrig, 15%.

A companhia resultante da fusão terá 136 fábricas e 137 mil funcionários. Com a união dos negócios, a gigante das carnes ficará atrás somente da JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, da americana Tyson Foods e da chinesa Smithfield.

As conversas entre as companhias começaram nos últimos meses, apurou o Estado. No fim do ano passado, a BRF vendeu sua fábrica da Argentina, a Quickfood, para o grupo comandado por Marcos Molina, que também ficou com a fábrica de carne processada do Mato Grosso da gigante do frango. A Marfrig fornece carne bovina para a produção de alimentos industrializados, como hambúrgueres, à BRF.

Os executivos Pedro Parente, à frente do conselho de administração da BRF, e Lorival Luz, presidente do grupo, deram início às conversas com o empresário Marcos Molina, fundador da Marfrig, e Antonio Maciel, que faz parte do conselho da companhia de carnes, dizem pessoas familiarizadas com o negócio. O banco JP Morgan deverá ser contratado para assessorar a Marfrig no processo, e o Citi, a dona da Sadia e da Perdigão.

Exclusividade

Em nota, a BRF informou que prevê contrato de exclusividade de 90 dias para as negociações com a Marfrig, prazo que pode ser prorrogado por mais 30 dias, caso as negociações avancem.

A BRF, que enfrenta dificuldades financeiras e de operação há dois anos, com prejuízo acumulado de R$ 5,5 bilhões em 2017 e 2018, espera que a combinação reduza a exposição a riscos setoriais e gere alguns ganhos de sinergia. A Marfrig, que nos últimos anos passou a vender negócios para reduzir suas pesadas dívidas, expandirá suas áreas passando a ser produtora de frango e carne suína.

As companhias informaram esperar “sinergias operacionais e financeiras em virtude do equilíbrio e complementariedade de produtos, serviços e diversificação geográfica com relevância no Brasil, Estados Unidos, América Latina, Oriente Médio e Ásia”.

A união dos negócios é vista pelo mercado como porta de saída dos fundos de pensão Previ (Banco do Brasil) e Petros (Petrobrás), que são os principais acionistas da BRF, e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), um dos maiores sócios da Marfrig. Os fundos de pensão Previ e Petros foram os maiores opositores à gestão do empresário Abilio Diniz e da Tarpon, à frente da BRF, que em 2016 registrou seu primeiro prejuízo da história, e teve seu nome envolvido nas operações Carne Fraca e Trapaça. A empresa negocia acordo de leniência.

BRF

– Teremos a gigante Renault Fiat Chrysler?

Depois da italiana FIAT adquirir a americana Chrysler e formar o grupo FCA, a francesa Renault estuda se associar às marcas e formar o 3o maior grupo automobilístico do mundo!

Extraído de: https://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,fiat-chrysler-apresenta-proposta-de-fusao-com-renault,70002844950

FIAT CHRYSLER PROPÕE FUSÃO COM A RENAULT

Segundo o projeto, a montadora ítalo-americana seria dona de 50% das ações e o restante seria de propriedade da companhia francesa; governo da França se diz favorável à aliança

MILÃO, ITÁLIA – A montadora Fiat Chrysler (FCA) apresentou nesta segunda-feira, 27, uma proposta de fusão com a francesa Renault, o que criaria o terceiro maior grupo mundial do setor.

Segundo a proposta da FCA, a montadora ítalo-americana seria dona de 50% das ações e o restante seria de propriedade da Renault. As ações teriam cotações nas bolsas de Nova York e Milão, explicou a Fiat Chrysler em um comunicado. O conselho administrativo da Renault se reunirá ainda nesta segunda para avaliar a proposta de fusão.

Segundo a FCA, a fusão criaria o terceiro maior grupo automobilístico do mundo, com vendas anuais de 8,7 milhões de veículos e “uma forte presença em regiões e segmentos chave”. A fusão não provocaria o fechamento de fábricas, afirmou a companhia.

Uma fonte próxima às negociações afirmou que não se espera uma decisão nesta segunda-feira, o que deve “demorar dias, até semanas”. O conselho de administração da Renault definirá apenas se estuda a proposta.

As ações dos dois grupos operavam em alta após o anúncio. O título da FCA chegou a registrar avanço de 18% na Bolsa de Milão, antes de recuar para 14,30%, a € 13,094. A ação da Renault subia 13,65%, a € 56,81.

Aprovação da França

O governo francês é favorável à aliança, mas “é necessário que as condições da fusão sejam favoráveis ao desenvolvimento econômico da Renault e evidentemente aos funcionários da Renault”, afirmou a porta-voz do governo francês, Sibeth Ndiaye.

A Fiat Chrysler indicou que a linha de produção das duas empresas é “ampla e complementar, e daria uma cobertura completa ao mercado, do segmento de luxo até o voltado para o grande público.

FCA e Renault produzem automóveis de nível intermediário e populares, o que significa que poderiam compartilhar os avanços tecnológicos, afirmam analistas.

A Renault poderia contribuir com sua tecnologia para o desenvolvimento de motores elétricos, enquanto a Fiat Chrysler entraria com sua conta no mercado americano e seus veículos 4×4 e picapes. / AFP

Companhias em números

Valor na Bolsa
Renault: € 17 bilhões / FCA: € 19 bilhões = Total: € 36 bilhões

Volume de negócios
Renault: € 57,4 bilhões em 2018 / FCA: € 110 bilhões = Total: € 167,4 bilhões

Volume de vendas anuais
Renault: 3,9 milhões de veículos vendidos em 2018 / FCA: 4,8 milhões = Total: 8,7 milhões

Lucro por veículo vendido
Renault: € 930 por veículo / FCA: € 848 por veículo

Principais marcas
Do grupo Renault: Renault, Dacia, Alpine, Lada e Samsung Motors / Da FCA: Fiat, Chrysler, Alfa Romeo, Jeep, Abarth, Lancia, Maserati, Dodge e Ram

(Fontes: fabricantes e Center Automotive Research)

Fiat Chrysler e Renault

– A sacada genial da Renault com a Caverna do Dragão!

Que jogada genial da Renault!

A montadora, a fim de lançar uma nova linha do modelo Kwid, soltou alguns dias antes o que seria um trailer do filme “Caverna do Dragão”, um desenho que foi sucesso dos anos 90 exibido no Brasil (mas que não teve último episódio).

Com personagens humanos, tudo é muito bem feito. Cartazes, imagens e spoilers foram divulgados, até que… era uma peça publicitária. Até revelar tal fato, tudo já tinha viralizado na Internet, sem a desconfiança dos fãs.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=kC9-bfsNne8&feature=youtu.be

– A Centauro atravessou o Magazine Luiza na compra da Netshoes?

Dias atrás, falamos da praticamente fechada negociação de compra da Netshoes, por parte do Magazine Luiza.

Porém, uma surpresa: oferecendo 40% a mais, a Centauro entrou forte no negócio, que poderá ter os rumos mudados.

Será que vale a pena, se levando em conta a situação financeira da Netshoes?

Extraído de: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2019/05/24/internas_economia,757037/centauro-entra-na-briga-por-netshoes.shtml

GANHA QUEM DÁ MAIS

por Jaqueline Mendes 

O empresário Sebastião Bomfim, fundador do Grupo SBF e controlador da rede varejista de materiais esportivos Centauro, costurou nas últimas semanas — discretamente, como manda a etiqueta mineira — a mais agressiva manobra dos 38 anos de existência da companhia.

Nesta quinta-feira (23/5), três semanas depois da assinatura de um acordo para a venda do site de artigos esportivos Netshoes para a rede Magazine Luiza, a Centauro oficializou uma oferta de compra do maior e-commerce do segmento na América Latina por um valor 40% superior. Em comunicado ao mercado, o grupo SBF informou que ofereceu US$ 2,80 por ação da Netshoes, que tem capital aberto em Nova York. Isso representa US$ 87 milhões, contra US$ 62 milhões do contrato com a empresa comandada por Frederico Trajano.

De acordo com o comunicado da SBF, a operação de compra de todas as ações do capital social da Netshoes foi aprovada por unanimidade pelo conselho de administração. E a decisão agitou o mercado. No meio da tarde desta quinta-feira (23/5), as ações da Netshoes em Nova chegaram a subir 43,8%.

A conclusão da compra do site de artigos esportivos pelo Magazine Luiza estava em modo “standby”, ou seja, aguardando o sinal verde dos acionistas da Netshoes e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Poucas horas antes da proposta da Centauro, o Cade havia endossado a união das operações.

Antes de formalizar a venda no Brasil, a Netshoes se desfez da operação no México e na Argentina. Os dois países foram citados, na época do IPO (oferta pública inicial de ações, na sigla em inglês), como destino da aplicação dos recursos levantados na operação.

A Netshoes abriu seu capital na bolsa de Nova York em 2017, precificando suas ações em US$ 18. Na época, a empresa captou cerca de US$ 140 milhões com a operação.

Seja quem for o vencedor da disputa pela Netshoes, o valor do negócio é considerado baixo pelo porte e potencial da loja virtual. De acordo com a XP Investimentos, em cálculo feito antes do início das negociações, a compra poderia valer US$ 107 milhões. Essa conta considera o endividamento na casa dos US$ 37 milhões ao fim do terceiro trimestre de 2018 (o mais recente disponível), acrescentado do valor de mercado, próximo dos US$ 70 milhões. Com a contínua queda das ações, o preço pode ser mais baixo.

Potencial

A dívida, por outro lado, pode crescer, pois a Netshoes ainda não anunciou os resultados do quarto trimestre do ano passado. Segundo a empresa, isso deve acontecer em uma semana. “Quem levar a Netshoes levará um ativo barato. O mercado se desencantou com a empresa e, quando isso acontece, é difícil reverter”, diz Alberto Serrentino, fundador da consultoria Varese Retail. “Mas o comprador vai levar um negócio com potencial de valorização e uma estrutura robusta. No dia seguinte à compra, ela já estará valendo mais”.

De acordo com Serrentino, a Netshoes tem uma boa reputação de marca e alcançou bom nível de serviço, incluindo os processos de pós-venda e entregas, além de um faturamento anual bilionário, porém, insuficiente para gerar lucro.

Em 2018, a empresa atingiu receita líquida de R$ 1,2 bilhão, queda de 1,7% em comparação ao mesmo período de 2017. “Quem levar poderá evoluir para um modelo de negócios por ecossistema, uma migração do varejo para se tornar plataforma de serviços e negócios”, afirma Serrentino.

Esse conceito prega que, em vez de deter os produtos que serão vendidos em um grande centro de distribuição, a empresa possa ser um marketplace que interliga vendedores e compradores. Procuradas, Centauro e Netshoes não comentaram as negociações.

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– Por 11 bilhões de dólares, a brasileira Natura compra a internacional Avon!

Uau! Que negócio entre gigantes espetacular!

Já imaginaram o número de lojas, funcionários, distribuidores, faturamento e onde estará entrando a nova empresa formada pela Natura e Avon?

Impressione-se com a enorme corporação que está nascendo na área dos cosméticos, abaixo,

Extraído de: https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/05/22/natura-anuncia-compra-da-avon.ghtml

NATURA ANUNCIA COMPRA DA AVON

Fechamento do negócio ainda depende de aprovações; companhia combinada tem valor estimado em US$ 11 bilhões.

A fabricante de cosméticos Natura anunciou nesta quarta-feira (22) a aquisição da Avon, em uma operação de troca de ações. Segundo a companhia, a operação cria o quarto maior grupo exclusivo de beleza do mundo.

A partir da transação, será criada uma nova holding brasileira, Natura Holding. Os atuais acionistas da Natura ficarão com 76% da nova companhia, enquanto os atuais detentores da Avon terão os demais cerca de 24%.

No negócio, o valor da Avon é estimado em US$ 3,7 bilhões, e o da nova companhia combinada em US$ 11 bilhões. Os papéis da Natura Holding serão listados na B3, a bolsa brasileira, e terão certificados de ações (ADRs) negociados na bolsa de valores de Nova York (NYSE). Os acionistas da Avon terão opção de receber ADRs negociados na NYSE ou ações listadas na B3.

Em comunicado, a Natura informa que a transação permanece “sujeita às condições finais habituais, incluindo a aprovação tanto pelos acionistas da Natura quanto da Avon, assim como das autoridades antitruste do Brasil e outras jurisdições”. A conclusão da operação é esperada para o início de 2020.

“A união de hoje cria uma força importante no segmento”, afirma em nota Luiz Seabra, cofundador da Natura. Acreditamos que os negócios podem ser uma força para o bem e, com a Avon, ampliaremos nossos esforços pioneiros para levar valor social, ambiental e econômico a uma rede em constante expansão”.

Já o presidente do conselho da Avon, Chan Galbato, afirma que “o Conselho da Avon está confiante que a Natura será uma parceira poderosa para a marca, ao mesmo tempo em que oferece mais escala, operações e oportunidades ampliadas para colaboradores e Representantes, além de tremendo potencial de ganho para acionistas de ambas as empresas”.

Negócios combinados

No comunicado enviado ao mercado, a Natura aponta que o negócio cria um grupo com mais de 6,3 milhões de representantes e consultoras, com 3,2 mil lojas.

“Com a Avon, a Natura &Co terá faturamento bruto anual superior a US$ 10 bilhões, mais de 40 mil colaboradores e presença em cem países”.

A expectativa é que o negócio gere sinergias entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões anuais, “que serão parcialmente reinvestidos para aumentar ainda mais sua presença nos canais digitais e mídias sociais, em pesquisa e desenvolvimento, iniciativas de marca e expansão da presença geográfica do grupo”, diz a companhia.

As ações da Natura fecharam o dia em alta de 9,4%, atingindo o recorde de R$ 61,50. Já as ações da Avon saltaram cerca de 9%, cotadas a US$ 3,49.

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