– A noção inexata dos preços

Para onde tudo vai?

Uma das coisas mais baratas que existe é macarrão, mas… nos comércios de artigos de luxo que anda em alta em muitos lugares, um pote de massas custa mais de R$ 100,00!

Há quem pague, mas uma massa caseira bem simples ainda é mais saborosa e gostosa.

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– Os Consumistas são pessoas Esperançosas?

Um bom publicitário consegue tiradas fantásticas, muitas vezes próximas da verdade. Washington Olivetto, que dispensa apresentação, disse:

O Consumo é um ato de esperança!”

Ah tá! Quer dizer que se eu gasto, é porque tenho a expectativa de que poderei pagar e algo melhorará?

É claro que entendi o que Olivetto quís dizer, mas não posso concordar integralmente. E os compulsivos? E os caloteiros?

E você, discorda ou bate palmas para tal afirmação?

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– O Comércio de Empreendedores Tradicionais fechando as portas em Jundiaí.

Vi com tristeza que o Credi-Nino e a Papelaria Santa Terezinha estão fechando as portas na Terra da Uva. Juntar-se-ão com Lojas Magalhães (lembram do Papai Noel que subia e descia inflando-se, ao lado do “falecido” Cine Ipiranga?), de Festão, do Credi-Tranquilo ou do Bolinha Brinquedos e Pererê. Lembrando ainda da Trel, da Pauliceia e de tantos outros tradicionalíssimos nomes jundiaienses.

Os motivos são vários: dificuldade em manter o negócio, desinteresse dos herdeiros por outros rumos e concorrência acirrada com as grandes redes. Afinal, vejam os “grandões nacionais” que esses comércios concorriam.

Vida que segue! Ficarão na memória da cidade e boa sorte aos ex-comerciantes.

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– Diferenciando Concorrência e Rivalidade no Mundo das Empresas

Que interessante: Robson Viturino e Álvaro Oppermann (Revista Época Negócios, Ed fevereiro – 22, pg 60) trouxeram uma importante matéria sobre como a concorrência ajuda a vender mais, além de alguns malefícios que ela traz, de forma leve e interessante.

Abaixo:

JÁ VIU O QUE SEU RIVAL FEZ HOJE?

Estudo desvenda os mecanismos psicológicos que motivam o espírito de rivalidade entre empresas concorrentes.

No dia a dia dos negócios, as palavras “rival” e “concorrente” são usadas de forma indistinta. Uma nova pesquisa, porém, evidencia que existem diferenças claras entre as duas na relação de pessoas e empresas. E não é só uma questão semântica. “A primeira coisa a notar é que as pessoas são mais aguerridas na competição quando existe rivalidade entre elas”, dizem os autores do estudo, Gavin Kilduff, Hillary Elfenbein e Barry Staw. O trio de pesquisadores, professores de administração nas universidades de Nova York, Saint Louis e Berkeley, estudou a psicologia da rivalidade e da concorrência entre jogadores e times de basquete dos Estados Unidos. Segundo eles, as conclusões podem ser estendidas aos negócios.

A literatura de negócios usava as duas palavras como sinônimos de competição”, dizem os pesquisadores em um artigo publicado no Academy of Management Journal. “No entanto, a concorrência é algo racional. A rivalidade é passional”, afirma o trio. Esta última nasceria do envolvimento psicológico entre os protagonistas. Ou seja, surge quando existe uma relação íntima, ou um histórico comum, às partes envolvidas, gerando implicações profundas na maneira como jogadores e equipes se relacionam. “O mesmo ocorre nos negócios”, dizem eles.

Se a concorrência é o motor do desempenho, a rivalidade é o seu “afrodisíaco”. Um bom exemplo disso está no basquete norte-americano dos anos 80, que foi polarizado por Larry Bird, do Boston Celtics, e Earvin “Magic” Johnson, do Los Angeles Lakers. Os dois iniciaram a carreira profissional em 1979. Antes eles eram estrelas dos principais times universitários dos Estados Unidos e acompanhavam com afinco a carreira um do outro. “Quando a tabela de jogos da temporada era publicada, os jogos do Celtics eram a primeira coisa que eu marcava”, diz Magic Johnson. “Eu começava a ler o jornal pela seção de esportes, para ver como estavam as estatísticas de Magic”, diz Bird. A rivalidade – ou quase obsessão – acabou servindo de combustível ao brilhantismo de ambos nas quadras. Concorrentes se esforçam e dão o sangue. Rivais fazem das tripas coração. Eis a diferença.

Nos negócios, a rivalidade também pode gerar um ciclo virtuoso. No Japão, os rivais Toyota e Nissan protagonizam um duelo de inovação desde os anos 70. Quando a Toyota invadiu o mercado americano com o Corolla, em 1972, a Nissan respondeu em seguida com o Bluebird. Em 2001, a Nissan redesenhou totalmente o Altima para enfrentar o Toyota Camry. Em 2010, diante do Leaf, carro elétrico mundial a ser produzido pela Renault-Nissan, a Toyota respondeu comprando uma fatia da Tesla Motors. Segundo a autora Evelyn Anderson, embora a Toyota seja altamente competitiva em relação a Ford e GM, a competição acirrada com a Nissan e a Honda sempre teve um gostinho especial.

A rivalidade também tem uma face sombria, dizem os pesquisadores. É comum rivais engalfinharem-se em lutas do tipo “custe o que custar”. O Boston Scientific Group, por exemplo, se dispôs a pagar US$ 24,7 bilhões pela fabricante de marca-passos Guidant, para não permitir que o eterno rival Johnson & Johnson abocanhasse a empresa. Esta é considerada pelos analistas a segunda pior aquisição da história, atrás somente da compra da Time Warner pela AOL. Já a Adidas e a Puma (criadas por dois irmãos que se detestavam) estavam tão preocupadas em espionar uma à outra, nos anos 70, que não viram a Nike chegar. “A rivalidade é uma faca de dois gumes”, concluem os autores. Moral: saiba diferenciar concorrência de rivalidade.

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– Coxinha do Frango Assado? Cuidado com o golpe…

Olha só que antipática “pegadinha” da conceituada Rede de Restaurantes de Beira de Estrada “Frango Assado”:

Parei no km 34 da Rodovia dos Bandeirantes, sentido Capital-Interior. Não se discute a qualidade dos produtos (e o preço caríssimo dos mesmos). Mas, com fome, resolvi comer uma coxinha. Vi que a Coxinha de Frango custava absurdos R$ 7,50, só que como a barriga roncava, topei mesmo assim. Como agora o balcão de salgados é self-service, havia várias outras guloseimas. Uma atendente falou que havia “a de Frango” e a de “Frango com Requeijão”. A diferença para se servir corretamente é que existia um “pingo de requeijão” na ponta da coxinha. Optei por essa.

Na hora de pagar… vi que a Coxinha custava R$ 7,50 e que me cobravam R$ 2,50 pelo requeijão! O preço era a parte, sem aviso claro da diferença.

É sacanagem ou bobeada? Daqui há pouco veremos: Coxinha R$ 5,00 + Recheio de Frango R$ 2,50 + Requeijão R$ 2,50 + Guardanapo R$ 1,00!

Parece má fé discriminar o preço de um produto não avisando claramente que parte do recheio seria cobrado há parte. Não precisa fazer isso, Frango Assado…

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– A Aventura da CVS para vender remédio no Brasil não deu certo!

O mercado farmacêutico brasileiro movimenta cerva de 20 bilhões de dólares, e é dominado pela Raia/Drogasil e a Pacheco/Drogaria São Paulo.

Eis que há pouco tempo, a gigante americana CVS (que sozinha movimenta US$ 200 bi, ou seja, 10 vezes o nosso mercado) adquiriu a rede Onofre para buscar a liderança. E o resultado… pífio!

Depois dessa péssima investida, a Onofre está a venda para tentar se reerguer. Alguém quer comprá-la?

Extraído de: https://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,gigante-cvs-tenta-vender-a-onofre-e-articula-saida-do-mercado-brasileiro,70002730004

GIGANTE CVS TENTA VENDER A ONOFRE E ARTICULA SAÍDA DO MERCADO BRASILEIRO

Grupo americano, que desembolsou mais de R$ 700 milhões pela rede, viu a operação virar uma grande fonte de problemas: além de resultados aquém do esperado e da forte concorrência, aquisição foi alvo de briga discutida em tribunal arbitral

Seis anos após entrar no Brasil com a compra da rede Onofre, a gigante americana CVS avalia deixar o País, apurou o Estado. A maior rede de varejo farmacêutico dos Estados Unidos, que fatura quase US$ 200 bilhões por ano, iniciou conversas com bancos de investimentos para tentar vender a Onofre depois de falhar na estratégia de dar escala ao negócio para enfrentar gigantes como a Raia Drogasil e a DPSP (união das drogarias Pacheco e São Paulo).

Fontes ouvidas pelo Estado afirmaram que a CVS estaria disposta a vender a rede por um valor inferior ao que pagou para entrar no Brasil. Bancos começaram a oferecer a rede para as principais companhias do País e para fundos de investimentos. A gigante americana entrou no País em 2013, ao pagar pouco mais de R$ 700 milhões para a família Arede, que fundou em 1934 a Pharmacia Onofre, rebatizada Drogaria Onofre em 1957.

Enquanto a CVS tem 10 mil lojas e faturou US$ 194,8 bilhões nos Estados Unidos, por aqui sua presença é tímida. De 2013 para cá, a companhia não conseguiu avançar a posição de mercado da Onofre – a cadeia, na verdade, perdeu espaço. A rede, em 2012, ocupava a 8.ª posição do setor, segundo a Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). Passou para o 17.º lugar em 2016 e desapareceu da lista dos 20 maiores a partir de 2017. A Onofre tem hoje 51 lojas, contra 44 de seis anos atrás – apenas três fora de São Paulo. A líder Raia Drogasil tem cerca de 1,8 mil unidades.

Além de não conseguir a escala esperada, o grupo americano trava uma disputa com a família fundadora da Onofre – a briga foi levada à arbitragem em 2016. Após fechar o negócio, a CVS questionou os antigos donos por ter se deparado com passivos trabalhistas e fiscais não listados à época das negociações. Com faturamento de cerca de R$ 700 milhões, conforme dados de 2017, a Onofre anunciou no ano passado que iria priorizar investimentos para expansão das vendas pela internet.

Há três anos, diante da dificuldade em fazer a Onofre crescer de forma orgânica, o grupo tentou fazer uma grande aquisição para virar o jogo: fez uma proposta pela DPSP, mas as negociações não avançaram. A família Arede também tentou retomar o controle do grupo, sem sucesso, segundo fontes.

Especialistas ouvidos pela reportagem afirmaram que, com seu atual porte, os negócios da CVS no Brasil não fazem sentido para os americanos. “O mercado ficou muito surpreso com a entrada do grupo CVS no Brasil. O mercado de varejo farmacêutico no Brasil movimenta cerca de US$ 20 bilhões, enquanto a CVS fatura quase US$ 200 bilhões sozinha”, diz Sérgio Mena Barreto, presidente da Abrafarma.

Consolidação. O processo de consolidação do varejo farmacêutico no Brasil começou pouco antes da chegada da CVS no Brasil. Em 2011, foram anunciadas duas importantes transações que criaram as duas líderes do setor: Raia Drogasil e Drogaria Pacheco-São Paulo (DPSP).

A cearense Pague Menos atraiu o fundo General Atlantic ao negócio – o aporte ajudou a promover a expansão da rede para a região Sudeste, consolidando a companhia como terceira força do setor. O grupo Ultra comprou a paraense Extrafarma, que havia sido cortejada pela BR Pharma, em outubro de 2013. Agora, a companhia está ampliando a presença da marca pelo País, abrindo lojas dentro da rede de postos Ipiranga.

O segmento, no entanto, não viveu só de êxitos. A BR Pharma, que pertencia ao banco BTG Pactual, tentou criar uma gigante ao adquirir companhias regionais. No entanto, o grupo teve dificuldades em várias operações e falhou na tentativa de integrar os diferentes negócios que adquiriu. Vendida pelo BTG por preço simbólico após bilionário prejuízo, a BR Pharma hoje está em recuperação judicial e é administrada pelo empresário Paulo Remy.

Procuradas pela reportagem, a CVS e a Onofre disseram que não comentam rumores de mercado.

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– A infeliz propaganda da Jendayi sobre Brumadinho

Viram que bobagem fez uma empresa de cosméticos em “solidariedade” a Brumadinho?

A Jendayi resolveu criar uma ação de marketing contratando modelos sensuais para “dar apoio” às vítimas da barragem que se rompeu, através de fotos inadequadas ao momento. Extremamente insensível!

Abaixo, as fotos: lhe parece algo solidário ou comercial? Imagine como os parentes e amigos das vítimas (e os próprios sobreviventes) reagiram…

– Boxing Day é um dia de festa!

Muita gente falando sobre o inglês “Boxing Day“. Afinal, é dia de compras ou de futebol?

Das duas coisas! A tradição dos países do Reino Unido reza que no dia 26 (sempre no dia seguinte ao Natal, exceto quando cai aos finais de semana, quando é postergado para a segunda-feira), o comércio coloca suas sobras de mercadorias em liquidações atrativas, provocando filas nas lojas. Além disso, no mesmo dia (que é feriado), se tem jogos de futebol de TODAS as divisões do campeonato. Assim, é mais do que Black Friday e mais do que evento esportivo, pois, afinal, é um dia de descanso com vida própria!

E aí, funcionaria um “Boxing Day” no Brasil, com lojas cheias e futebol da 4a até a 1a divisão?

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– Decorações Natalinas Bonitas. Mas as vendas, em si…

Chegou a época do Comércio “bombar” com as vendas do Natal.

Confesso não ser amigo de datas marcantes. O Nascimento do Menino Jesus em nossos corações deve acontecer todos os dias, não se pensar nisso em um único dia, tampouco viver no desespero em dar presentes.

Estamos em um Brasil de crise financeira. E o que fazer?

A lógica é economizar, mas os shoppings montam suas praças com belas e hipnóticas decorações. Os corredores estão começando a lotar, mas as vendas, em si…

Outro “porém”: as pessoas que detestam as festas de final de ano, que de deprimem e se desesperam. Ô coisa complicada…

Enfim: que o Natal seja um dia de confraternização de pessoas queridas, não uma imposição comercial que endivide ainda mais as pessoas.

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– Empreendedores lançam Carne Vegetariana!

Imaginou uma “Picanha de Beterraba”? Ou um “Bacon Natureba”?

Uma invenção de empreendedores ousados: o restaurantes de carne “não-animal”.

Abaixo, extraído de: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/chega-ao-mercado-picanha-vegana-saiba-do-que-e-feita/118070/

CHEGA AO MERCADO PICANHA VEGANA; SAIBA DO QUE É FEITA

Açougue vegano vai lançar o corte, que será vendido em espetos

Empreendedores brasileiros criaram uma picanha que não utiliza nenhum ingrediente de origem animal, e ela estará no mercado em breve. No próximo dia 08, após muito investimento em pesquisa, o açougue vegano No Bones – The Vegan Butcher Shop vai lançar o que promete ser a primeira picanha vegana do mercado.

O produto será vendido em espetos igual se vê em churrascarias. A base da carne leva diversos ingredientes, entre ele o arroz vermelho, beterraba e fumaça em pó que dá o gosto do defumado. A gordura nada mais é que queijo vegano elaborado pela chef do estabelecimento.

“Estamos fazendo pesquisa há quase um ano para poder preparar o produto. Como não existe nada igual no mercado, tivemos que testar diversas receitas, assim como criar utensílios de cozinha para que formasse o corte certo do produto”, afirma Marcella Izzo, chef do No Bones. “A picanha foi testada na churrasqueira, forno e até na frigideira. Quem provou, aprovou”, completa.

De acordo com Brunno Barbosa, sócio do estabelecimento, a ideia foi criar uma carne vegetal inspirada no mais famoso corte brasileiro. “A mistura da carne e gordura, manipuladas no tamanho certo com certeza vai atrair diversos paladares. O produto ficou saboroso, com ótima aparência, além de ser extremamente saudável comparado ao corte bovino”, conta.

Questionada sobre buscar cortes parecidos com as de carne animal, Marcella explica que a missão do açougue vegano No Bones, é reduzir drasticamente o consumo de carne animal no Brasil. “Queremos aproximar quem come carne do veganismo, e para isso nossas carnes tem que ter um “appetite appeal” interessante para atrair esses consumidores”, afirma.

O açougue, inaugurado em dezembro do ano passado, no bairro de Perdizes, em São Paulo, trabalha com mais 15 tipos de produtos e diversos cortes, todos sem ingredientes de origem animal, entre eles hambúrgueres, salsichas, linguiças, nuggets, bacon, costelinha e o Caveman Meat, carne inspirada nos cortes que os homens das cavernas faziam.

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– Vender milhas é seguro?

Já viram as ofertas de compra de milhas de passagens aéreas e de outros serviços? É tudo feito no “paralelo”.

Você terias coragem de negociar tranquilamente suas milhas? Eu confesso que não…

Extraído de: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/mercado-negro-de-compra-e-venda-de-milhas-cresce

MERCADO NEGRO DE COMPRA E VENDA DE MILHAS CRESCE

Quem quer ganhar dinheiro vendendo milhas que estão prestes a expirar ou busca milhas à venda para pagar um preço menor na passagem aérea encontra hoje dezenas de sites que comercializam pontos acumulados nos programas de fidelidade.

Apesar de o mercado paralelo de milhas não ser ilegal, a prática é controversa. Programas de fidelidade ligados a companhias aéreas, como o Smiles, da Gol, proíbem a comercialização de milhas em seus regulamentos.

No entanto, pouco pode ser feito pelas empresas para identificar e coibir a prática, tanto pela dificuldade na fiscalização, quanto pela falta de uma regulamentação específica que preveja medidas punitivas para a compra e venda das milhas.

Os sites que comercializam milhas, como MaxMilhas, HotMilhas e CentralMilhas, se aproveitam de uma brecha oferecida pelos programas de fidelidade, que permitem ao usuário emitir passagens aéreas com suas milhas, mas em nome de outras pessoas.

Segundo Max Oliveira, sócio do MaxMilhas, a venda de milhas no mercado paralelo tem crescido diante da elevação da inflação e do aumento das promoções realizadas pelos programas de fidelidade e as companhias aéreas. “Com a piora da economia, o consumidor procura formas para economizar”.

O MaxMilhas faz a intermediação entre vendedores e compradores e cobra uma comissão de 15% por cada transação realizada. Cada vendedor faz sua oferta, que é anunciada no site. O MaxMilhas inclui uma pesquisa de passagens aéreas, que permite ao comprador adquirir as milhas necessárias para a emissão de cada bilhete.

Já o HotMilhas e a CentralMilhas apenas compram milhas com base em preços negociados entre o site e os compradores. Somente é aceito um número mínimo de milhas, geralmente 10 mil. Posteriormente, as empresas vendem as passagens aéreas adquiridas com as milhas para clientes.

Preço mais acessível

Mesmo após os programas de fidelidade lançarem novas formas de transferência e compra de milhas (veja 7 dicas para aproveitar mais suas milhas), que se intensificaram nos últimos dois anos, os sites no mercado paralelo ainda oferecem como principal vantagem preços mais acessíveis.

No MaxMilhas, por exemplo, mil milhas do programa de fidelidade da TAM são vendidas por cerca de 27 reais e adquiridas por 30 reais, em média. Essa mesma quantidade pode ser comprada no programa de fidelidade por cerca de 70 reais, mais do que o dobro do preço cobrado no site (veja quais são os melhores e piores cartões para acumular milhas).

Max Oliveira, sócio do site, ressalta que nem sempre é mais vantajoso comprar uma passagem aérea com o uso de milhas. “Por isso, mostramos os preços das passagens cobrados pela companhia aérea com e sem o uso de milhas”.

Como funciona

Quem quer vender milhas precisa fornecer dados pessoais e a senha do programa de fidelidade para que os sites possam emitir os bilhetes. Alguns sites realizam primeiro o pagamento pelas milhas e somente depois pedem a senha ao vendedor.

Após o uso total das milhas adquiridas, o próprio site recomenda que o consumidor modifique a senha para evitar fraudes. O fornecimento da senha pode ser opcional em alguns sites, como o MaxMilhas. Nesse caso, o consumidor é responsável pela emissão correta do bilhete em nome do comprador.

O Smiles destaca que o risco de o participante do programa ter seus dados expostos nessas transações é alto, principalmente no caso de sites que não divulgam CNPJ, endereço ou telefones para contato ou não tenham certificado de segurança. Se o consumidor for lesado, poderá perder o direito à indenização, caso seja constatado que autorizou o acesso de terceiros à sua conta.

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– A crise da Livraria Saraiva e a possível falência

A Saraiva teve a falência requerida?

Uau… ela foi inovadora nas suas “super lojas”. Lembro-me de comprando CDs em suas prateleiras, com títulos de todo mundo. Há dois anos (abaixo a citação), os sócios brigavam e a consequência se vê agora (na segunda matéria deste texto).

Em: https://exame.abril.com.br/negocios/saraiva-perde-88-do-valor-em-5-anos-em-meio-a-briga-de-soci/

SARAIVA PERDE 88% DO VALOR EM 5 ANOS COM BRIGA DE SÓCIOS

Mais de um século após seu avô ter fundado a empresa, o herdeiro de 31 anos da maior rede de livrarias do Brasil se meteu em uma briga amarga com o maior acionista da companhia.

A GWI Asset Management acusou a Saraiva SA Livreiros Editores e o presidente Jorge Saraiva Neto de levar a livraria à beira da insolvência por conceder remunerações excessivas para executivos e pela incompetência generalizada que trouxe prejuízos em seis dos últimos oito trimestres.

Para não ficar atrás, a Saraiva acusa a GWI de se envolver em manipulação de ações, diz que o presidente da gestora de ativos invadiu seu escritório ilegalmente e pede que os direitos do investidor como acionista sejam revogados, segundo documentos enviados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A batalha que está sendo travada na Justiça brasileira e nas salas do conselho ocorre em um momento em que as ações da livraria de 102 anos caíram 26 por cento neste ano e depois de uma queda de 88 por cento nos últimos cinco anos.

A queda está aniquilando os retornos para o mais antigo fundo administrado pela GWI — que foi fundada em 1995 e atende principalmente brasileiros descendentes de coreanos — que perdeu 10 por cento neste ano em um momento em que as ações do país estão registrando os maiores ganhos do mundo.

Seu desempenho a coloca no grupo das dois por cento últimas colocadas entre seus pares, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.

“A família controladora está sendo altamente criticada pelos minoritários por falhar na reestruturação”, disse Bruce Barbosa, analista da empresa de assessoria de ações Empiricus Research, em uma nota para clientes.

“Não sabemos onde esta novela pode parar e recomendamos distância segura” das ações.

Tempos depois…

Em: https://oglobo.globo.com/economia/fornecedor-pede-falencia-da-livraria-saraiva-por-divida-de-60-mil-22794806

FORNECEDOR PEDE FALÊNCIA DA LIVRARIA SARAIVA POR DÍVIDA DE R$ 60 MIL

A empresa SND Distribuição de Produtos de Informática pediu a falência da rede de livrarias Saraiva. O pedido foi protocolado na última sexta-feira na 1ª Vara da Comarca de Cajamar, na Grande São Paulo, e afirma que a rede de livrarias têm débitos de R$ 59,7 mil não pagos com a distribuidora de materiais de informática. Para a Saraiva, o pedido é “descabido”. Dados do SPC, mostram que a Saraiva acumula 312 títulos protestados que totalizam R$ 28,2 milhões em dívidas com fornecedores.

Segundo a livraria, “os valores protestados (pela SND) não são devidos, uma vez que o saldo dos supostos débitos já foram quitados”. Sobre os outros 312 títulos protestados, a Saraiva não se pronunciou até a publicação deste texto.

(Reportagem publicada neste domingo pelo GLOBO fala sobre a dificuldade financeira das livrarias e uma série de calotes que as empresas têm dado às editoras.)_

Fernando Zilveti, professor da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP), explica que pedir a falência é uma alternativa para pressionar o recebimento de pagamentos em atraso. Antes de solicitar a falência, o credor precisa protestar o título vencido. Nessa ocasião, o devedor recebe uma notificação do Cartório e, além disso, o protesto é publicado no Diário Oficial.

— É um valor irrisório esse de R$ 59 mil. Dá até um puxão de orelha no financeiro da empresa se eles esqueceram de pagar o título, mas não falência. O risco é se houver um acumulo de pedidos de falência. Neste caso, o próprio juiz percebe que pelos valores baixos dos pedidos pode haver insolvência da empresa — disse Zilveti.

Sobre o pedido de falência, a Saraiva informou ainda que “o referido processo de falência se origina de protestos de títulos (…), que somam aproximadamente R$ 59.660,25”.

A empresa disse que “se demandada a arcar com os valores objeto do referido pedido de falência, tal pagamento não afetará a solvência da Companhia, de forma que o pedido de falência apresentado pela Snd Distribuição é claramente descabido e adotaremos todas as medidas legais cabíveis”.

BALANÇO DE RESULTADOS

A Saraiva apresentou lucro no primeiro trimestre deste ano, que chegou a R$ 1,3 milhão, 370% maior do que o apurado no mesmo período de 2017, quando o lucro chegou a R$ 281 mil. Mas as despesas operacionais cresceram 9% no período, na comparação com os três primeiros meses do ano passado, saltando de R$ 150 milhões para R$ 164,2 milhões.

Segundo balanço divulgado pela empresa, o período foi marcado pelo que a empresa chamou de “reperfilamento da dívida” e “renegociação de prazos com fornecedores, objetivando o alinhamento dos fluxos de pagamentos ao ciclo de sazonalidade da companhia”. A alternativa negociada com as editoras foi adiar os pagamentos que venceriam em março, abril e maio para prazos mais longos.

Os resultados dessa negociação se refletiram nos números da empresa, que fechou o primeiro trimestre com aumento na receita bruta de R$ 608,4 milhões, 12,4% de crescimento em relação ao período anterior. O ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 24,6 milhões, variação positiva de 22,8% na mesma base de comparação.

A dívida líquida consolidada da Saraiva em 31 de março somava R$ 284,4 milhões, segundo o balanço, contra R$ 267,1 milhões em 31 de março de 2017. Considerando os recebíveis de cartão de crédito, a dívida líquida de R$ 61,3 milhões frente a um caixa líquido de R$ 93,4 milhões no primeiro trimestre de 2017.

Em 2017, a Saraiva fechou com prejuízo de R$ 33 milhões.

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– A redução do peso do saco de cimento e os golpes de outrora!

Eu trabalhei muito tempo em depósito de material de construção, e sofria quando tinha que carregar sacos de cimento. Afinal, cada um pesa 50 kg (e os de cal, 20 kg).

Em breve, por determinação de autoridades da área de Segurança no Trabalho, o peso máximo será de 25 kg / saco. Correto. E o preço, logicamente, tem que cair pela metade. 

Me recordo que quando existiu o congelamento de preços imposto pelo Presidente José Sarney em 1986, os sacos de cal passaram de 20 kg para 10 kg por um período (e o preço não caiu pela metade). Era golpe para fugir dos valores tabelados / congelados.

Atualmente, muitos produtos tem redução de tamanho e o preço muda muito pouco, sendo um engodo não percebido por boa parte dos consumidores. Vide os chocolates de 200 gramas, que caíram para 180g, dependendo da marca, para 170. 

A queda de preços é sempre proporcional?

Tomara que sim, pois o caso passará da Segurança do Trabalho para a Segurança do Bolso, caso “não ocorra”.

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– Feliz Dia dos Namorados (mas aqui a data é comercial…)

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).

Olha só como comercialmente surgiu a data:

DIA DOS NAMORADOS

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.

A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.

Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!

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– Como funciona o Apple Play?

Cada vez mais as novidades tecnológicas estão chegando ao mercado financeiro e ao comércio. A popularização dos cartões de crédito e suas diversas modalidades – e modelos – em uso, também!

A moda que se inicia agora é o cartão por aproximação ou o pagamento através de celulares por via NFC. Qual comerciante já não foi perguntado pelo cliente se não pode pagar a conta com o seu telefone?

Nem todo mundo tem dessa disponibilidade. Se você não conhece ou não sabe como funciona, abaixo,

Extraído de: https://blogdoiphone.com/2018/05/lojista-apple-pay/

DICAS DE COMO ENSINAR UM LOJISTA A USAR O APPLE PAY

Depois de anos, finalmente temos no Brasil o Apple Pay, que é uma maneira fantástica de realizar pagamentos usando apenas o iPhone ou o Apple Watch. Quem já tem acesso ao serviço tem conseguido experimentar como é divertido, prático, rápido e fácil de pagar assim.

Mas apesar da estrutura de maquininhas compatíveis com NFC já estar bem difundida nas grandes cidades (o que faz com que o Apple Pay seja aceito em grande parte dos negócios), os usuários têm esbarrado na falta de informação dos funcionários e lojistas, que muitas vezes possuem o equipamento compatível mas não sabem como operar, frustrando a experiência de compra do consumidor.

Veja abaixo algumas instruções que você deve dar ao lojista para ele aprender como fazer a máquina funcionar com o Apple Pay.

O início de novas tecnologias realmente causam confusões até serem completamente implementadas e por isso vemos muitos profissionais ainda despreparados com pagamentos NFC. Apesar da Samsung já ter disponibilizado antes no país seu sistema de pagamentos por aproximação (e palmas para ela por isso) e até o Santander ter apresentado a sua proposta, o fato é que o recurso era muito pouco usado antes da Apple. E isso fez com que os lojistas não se preocupassem muito em aprender como se disponibiliza este tipo de pagamento em suas máquinas. Resultado, agora que a Apple está popularizando esta funcionalidade, há muitos negócios que frustram seu cliente por estarem despreparados.

Como perguntar sobre o Apple Pay

Ok, você chegou no caixa de pagamento e, de canto de olho, já percebeu que a maquininha possui o símbolo compatível com o NFC. Portanto, é grande a chance de você conseguir pagar com seu iPhone.

Mas muitos lojistas ficam bem confusos quando você pergunta sobre o “Apple Pay“, olhando você como se fosse a pessoa mais estranha do mundo por perguntar algo bizarro. Então, você pode pular este constrangimento fazendo a pergunta correta, que seja o mais compreensível a ele:

“Eu queria pagar por aproximação. Tem como?”

lsto facilitará muito a disponibilidade do vendedor em aceitar o seu pagamento.

Inserir o cartão antes

Em grande parte dos casos, os lojistas estão acostumados a inserir primeiro o cartão físico na máquina para só depois digitar o valor da compra. Aí, quando a gente mostra o iPhone para pagar, eles ficam sem saber o que fazer, pois não há cartão para inserir.

Você precisa dizer para ele primeiro digitar o valor da compra, para depois escolher a opção de crédito. Neste momento, eles costumam ficar confusos e começam a procurar no menu da máquina. Então seja enfático (com simpatia) e explique como fazer, com confiança:

“É só começar a digitar o valor da compra, sem escolher em menu nenhum. Confie em mim, digite primeiro o valor da compra e você vai ver como dá certo”. (sorriso)

A parte do sorriso é muito importante, pois a última coisa que você quer neste momento é criar antipatia com o vendedor.

Ao começar a digitar, ele verá que é possível primeiro introduzir o valor. A partir daí, basta escolher a opção Crédito e a máquina ficará disponível para o Apple Pay.

Cartão retirado

Apesar das máquinas da REDE serem compatíveis com o Apple Pay, em muitos casos ela mostra um erro ao tentarmos pagar com o iPhone. Após fazer todo o processo de forma correta, a máquina dá o aviso de “Cartão Retirado“, e não completa a transação.

Isto acontece graças a uma desatualização do software da máquina, que infelizmente não permite o pagamento com o Apple Pay. Neste caso, você deve instruir o lojista a solicitar para a REDE uma máquina compatível com o Apple Pay, para que eles façam a atualização. Insista que, se ele não fizer isso, irá perder muitos clientes.

Guarde o link deste artigo para repassar aos lojistas com dificuldade em entender o Apple Pay. Eles melhorarão os seus serviços e o beneficiado será você.

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