– Dicas para proprietários de carros bicombustíveis

Invariavelmente vemos carros que aceitam gasolina e etanol que não se adaptam à mudança de combustível.

Caro motorista, saiba que o seu veículo tem um chip que precisa entender o que você está abastecendo.

Se você roda com gasolina e quer mudar para etanol, deve deixar o tanque se esvaziar até o limite da reserva, e aí completar o tanque com o outro produto. Caso contrário (se você anda com meio-a-meio), o módulo pode entender que você está utilizando combustível adulterado.

Algo importante e que passa despercebido: quando você muda o combustível, precisa rodar alguns quilômetros para que seu carro entenda o que aconteceu. Se você trocar o combustível e estacionar o carro na garagem, fatalmente, quando você der a partida, o carro pode não funcionar.

Um cuidado a mais: alguns carros podem viciar com determinado combustível, e se você não muda com frequência, pode ser que seu carro não renda o que deva e até falhe por muitos tanques abastecidos.

Ademais, último conselho: não se esqueça de abastecer o reservatório da injeção eletrônica, caso esteja usando a opção etanol.

Tais dicas ajudam os motoristas a terem tranquilidade quando abastecerem seus carros.

bomba.jpg

– O golpe da Gasolina com preço do Diesel

Foi há 2 anos, mas é algo atemporal… compartilho:

Há muita picaretagem sendo praticada por comércios desonestos. Uma fraude que aumenta, em especial na Capital Paulista: postos de combustíveis anunciam o preço do Diesel como se fosse da Gasolina, e na hora do pagamento, o consumidor paga o real preço do produto (bem mais caro).

Como enganam?

Com uma faixa que ilude com as cores e a forma de anúncio, cobrando quase R$ 1,00 a mais do motorista!

Entenda o golpe, extraído de:

https://motorshow.com.br/blog-sobre-rodas-gasolina-ou-diesel-o-golpe-dos-postos-aprofunda/

GASOLINA OU DIESEL? O “GOLPE DOS POSTOS” SE APROFUNDA

Por Flávio Silveira

Gasolina ou diesel? Em meados de janeiro, denunciei aqui no blog um novo tipo de “golpe dos postos” que estava sendo aplicado em São Paulo. Alguns estabelecimentos estavam induzindo o consumidor ao “erro” mudando a lógica de algo já consagrado: as grandes faixas nos postos com os preços do etanol, em verde, e da gasolina — sempre em vermelho, certo?

Não. De repente os postos decidiram que em vermelho devem indicar o preço do diesel, e não o da gasolina, como sempre foi. Em um grande centro urbano como São Paulo, onde a esmagadora maioria dos carros roda com gasolina e/ou etanol, não faz sentido.

Aconteceu comigo, aconteceu com leitores: você vê o preço de longe, abastece, confere o valor total na bomba (ou não) e paga. Poucos conferem novamente o valor do litro do combustível na bomba, pois já viram naquela faixa enorme o quanto iam pagar.

“Coincidentemente”, aqui em São Paulo, na mesma semana da minha “denúncia” o Diesel s-10 estava em média 3,79 e o da gasolina na faixa de 3,89, nos postos mais baratos, e 4,10 nos mais caros. No posto que fotografei (e que me enganou), o diesel estava 3,79 e a gasolina, 3,99. Uma diferença pequena.

Mas parece que o consumidor paulistano é bastante distraído e o tal “golpe” deu certo – e muito! Porque decidiram piorá-lo – ou aprimorá-lo, dependendo do ponto de vista. Pra quem não se acostumou com a gasolina cara e apenas manda “completar”, pode passar despercebido. Essa semana fui pego de surpresa por uma versão bem mais grave: na região do aeroporto e em Pinheiros, áreas nobres de São Paulo, quatro postos de combustível usavam a mesma estratégia da faixa com o preço do diesel, mas agora com uma enorme diferença: os valores da gasolina muito maiores que os do diesel.

Em um dos postos, enquanto os grandes números na parte vermelha da faixa, com o valor da gasol– quer dizer, do diesel, marcava 3,79, a gasolina estava por absurdos 4,79 (como só se via nos minúsculos números da bomba). Enquanto isso, um posto poucas centenas de metros adiante estava vendendo o mesmo combustível por R$ 3,89 (R$ 0,90 por litro a menos!). Alguns postos já vendem combustível a mais de R$ 5!

Então, se aqueles primeiros postos que citei praticavam preços de mercado — e apenas o indicavam na faixa de um modo “não convencional”, podendo enganar o consumidor desatento e fazê-lo pagar um pouquinho mais, nesses flagrados agora a diferença é muito maior, com o preço da gasolina totalmente fora da realidade. Uma forma bem mais grave e prejudicial do golpe. Fique atento.

bomba.jpg
REPARE NA FAIXA QUE O PRODUTO DIVULGADO NÃO É GASOLINA, MAS DIESEL.

– Oficial: o comércio será fechado em SP!

Depois do anúncio do fechamento dos Shoppings e Academias na região Metropolitana de SP, por parte do Governador João Dória (da próxima semana até 30 de abril), agora é a vez do prefeito paulistano Bruno Covas determinar o fechamento do Comércio na Capital por 15 dias, a partir de 6a feira.

Padarias, farmácias, restaurantes, supermercados, postos de combustíveis e feiras livres terão autorização de funcionamento durante o período de vigor do decreto.

A verdade é: a necessidade de quarentena está aí, aceite-se ou não! E o prejuízo financeiro, reclamemos ou não, é inevitável pela causa maior.

Resultado de imagem para Comercio fechado

– Consumistas Esperançosos

Um bom publicitário consegue tiradas fantásticas, muitas vezes próximas da verdade. Washington Olivetto, que dispensa apresentação, disse:

O Consumo é um ato de esperança!”

Ah tá! Quer dizer que se eu gasto, é porque tenho a expectativa de que poderei pagar e algo melhorará?

É claro que entendi o que Olivetto quís dizer, mas não posso concordar integralmente. E os compulsivos? E os caloteiros?

E você, discorda ou bate palmas para tal afirmação?

Deixe seu comentário:

bomba.jpg

– O Absurdo preço dos Ovos de Páscoa

Uma barra de Chocolate com 150 / 180 gramas custa por volta de R$ 5,00. O Ovo de Páscoa, do mesmo sabor e com 175g, custa próximo a R$ 30,00!

É um apelo comercial assustador, né? Seguremo-nos nas compras e, àqueles que não  se preocupam com dinheiro pois podem comprar, cuidado com o consumismo desenfreado.

Resultado de imagem para ovo de pascoa caro

– Diferenciando Concorrência e Rivalidade no Mundo das Empresas

Que interessante: Robson Viturino e Álvaro Oppermann (Revista Época Negócios, Ed fevereiro – 22, pg 60) trouxeram uma importante matéria sobre como a concorrência ajuda a vender mais, além de alguns malefícios que ela traz, de forma leve e interessante.

Abaixo:

JÁ VIU O QUE SEU RIVAL FEZ HOJE?

Estudo desvenda os mecanismos psicológicos que motivam o espírito de rivalidade entre empresas concorrentes.

No dia a dia dos negócios, as palavras “rival” e “concorrente” são usadas de forma indistinta. Uma nova pesquisa, porém, evidencia que existem diferenças claras entre as duas na relação de pessoas e empresas. E não é só uma questão semântica. “A primeira coisa a notar é que as pessoas são mais aguerridas na competição quando existe rivalidade entre elas”, dizem os autores do estudo, Gavin Kilduff, Hillary Elfenbein e Barry Staw. O trio de pesquisadores, professores de administração nas universidades de Nova York, Saint Louis e Berkeley, estudou a psicologia da rivalidade e da concorrência entre jogadores e times de basquete dos Estados Unidos. Segundo eles, as conclusões podem ser estendidas aos negócios.

A literatura de negócios usava as duas palavras como sinônimos de competição”, dizem os pesquisadores em um artigo publicado no Academy of Management Journal. “No entanto, a concorrência é algo racional. A rivalidade é passional”, afirma o trio. Esta última nasceria do envolvimento psicológico entre os protagonistas. Ou seja, surge quando existe uma relação íntima, ou um histórico comum, às partes envolvidas, gerando implicações profundas na maneira como jogadores e equipes se relacionam. “O mesmo ocorre nos negócios”, dizem eles.

Se a concorrência é o motor do desempenho, a rivalidade é o seu “afrodisíaco”. Um bom exemplo disso está no basquete norte-americano dos anos 80, que foi polarizado por Larry Bird, do Boston Celtics, e Earvin “Magic” Johnson, do Los Angeles Lakers. Os dois iniciaram a carreira profissional em 1979. Antes eles eram estrelas dos principais times universitários dos Estados Unidos e acompanhavam com afinco a carreira um do outro. “Quando a tabela de jogos da temporada era publicada, os jogos do Celtics eram a primeira coisa que eu marcava”, diz Magic Johnson. “Eu começava a ler o jornal pela seção de esportes, para ver como estavam as estatísticas de Magic”, diz Bird. A rivalidade – ou quase obsessão – acabou servindo de combustível ao brilhantismo de ambos nas quadras. Concorrentes se esforçam e dão o sangue. Rivais fazem das tripas coração. Eis a diferença.

Nos negócios, a rivalidade também pode gerar um ciclo virtuoso. No Japão, os rivais Toyota e Nissan protagonizam um duelo de inovação desde os anos 70. Quando a Toyota invadiu o mercado americano com o Corolla, em 1972, a Nissan respondeu em seguida com o Bluebird. Em 2001, a Nissan redesenhou totalmente o Altima para enfrentar o Toyota Camry. Em 2010, diante do Leaf, carro elétrico mundial a ser produzido pela Renault-Nissan, a Toyota respondeu comprando uma fatia da Tesla Motors. Segundo a autora Evelyn Anderson, embora a Toyota seja altamente competitiva em relação a Ford e GM, a competição acirrada com a Nissan e a Honda sempre teve um gostinho especial.

A rivalidade também tem uma face sombria, dizem os pesquisadores. É comum rivais engalfinharem-se em lutas do tipo “custe o que custar”. O Boston Scientific Group, por exemplo, se dispôs a pagar US$ 24,7 bilhões pela fabricante de marca-passos Guidant, para não permitir que o eterno rival Johnson & Johnson abocanhasse a empresa. Esta é considerada pelos analistas a segunda pior aquisição da história, atrás somente da compra da Time Warner pela AOL. Já a Adidas e a Puma (criadas por dois irmãos que se detestavam) estavam tão preocupadas em espionar uma à outra, nos anos 70, que não viram a Nike chegar. “A rivalidade é uma faca de dois gumes”, concluem os autores. Moral: saiba diferenciar concorrência de rivalidade.

bomba.jpg

– Alguém está errado na divulgação ou no preço, certo?

Fui hoje cedo ao Supermercado Coopercica, no Parque Eloy Chaves. E reparei os seguintes preços do Guaraná Antártica:

– A garrafa de 2000 ml custa R$ 4,49.

– A garrafa de 1500ml custa R$ 4,99.

Ambas estavam lado-a-lado na prateleira. Se o produto não estiver em promoção, é ilógico acreditar que o preço cotidianamente é esse. Assim, o mercado pode ter errado e levando prejuízo.

Em acreditando-se ser uma promoção, fica o puxão de orelha: ninguém divulga? Se é para vender mais, precisa anunciar!

 

– Golpes de Cartão na época do Carnaval

Infelizmente, existem picaretas para todas as ocasiões. E nessa época de Carnaval, há cada golpe na praça…

Cuidado com seu cartão de crédito ou débito. Veja essa lista de engodos que estão na moda:

Extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/02/14/golpe-cartao-maquininha-celular-no-carnaval-dicas-para-evitar.htm

TROCA DE CARTÃO, VALOR ERRADO, APP DO BANCO… OS GOLPES DURANTE O CARNAVAL

Fevereiro é mês de folia para os brasileiros, mas também é preciso tomar cuidado com os principais golpes financeiros que acontecem durante o Carnaval.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) deve começar nos próximos dias a divulgar vídeos e alertas nas suas redes sociais alertando sobre os principais tipos de fraudes nesta época do ano. Veja alguns exemplos de golpes e como evitá-los, de acordo com a Febraban.

Roubo do celular (com app do banco)

Para começar, não é só com o cartão e com as maquininhas que o folião deve ficar atento. O telefone celular, que hoje carrega uma série de dados do usuário, também traz riscos financeiros, já que muitas pessoas usam aplicativos do banco no celular e guardam dados pessoais.

É comum após roubos de celulares a vítima procurar a empresa de telefonia e a operadora do cartão de crédito. “Quase ninguém se lembra de avisar o banco”, disse Adriano Volpini, diretor da Comissão de Prevenção a Fraudes da Febraban.

É importante que a pessoa entre em contato com o banco para comunicar o roubo do celular assim que perceber que não está mais com o aparelho. Assim, a instituição financeira bloqueará a conta e impedirá que os bandidos realizem qualquer operação.

Troca do cartão

Outro cuidado importante é com o pagamento digital. Um dos casos mais comuns é o da troca do cartão. O golpista que se passa por vendedor ambulante e, ao entregar a maquininha para o cliente digitar a senha do cartão, obtém os números que estão sendo digitados. Depois, aproveitando uma falta de atenção do consumidor, ele troca o cartão e devolve outro muito parecido.

Roubo da senha

Há também situações em que o golpista pede a senha no momento em que deveria digitar o valor e, então, os números, que deveriam ser secretos, ficam visíveis.

Valor errado

Outro golpe que tem acontecido com frequência é o golpista digitar na maquininha o valor errado da compra. O folião acaba pagando R$ 50, R$ 500 ou até R$ 5.000 numa compra de R$ 5, por exemplo.

Páginas, emails e SMS falsos

Outro golpe comum é o que acontece sem a presença física do golpista, quando clientes recebem avisos falsos de bancos ou operadoras de cartão de crédito. O alerta das instituições é desconfiar de ligações ou mensagens com pedidos de atualização de dados, e jamais fornecer senhas ou códigos de acesso ou de validação para transações digitais (como chave de segurança e token).

Veja dicas para evitar cair em golpes

Para reduzir os riscos de cair num golpe, a Febraban dá algumas dicas:

  • Nunca empreste ou entregue o seu cartão para ninguém e nunca o perca de vista. Pode haver a troca do cartão sem que você perceba
  • Ao efetuar pagamentos com seu cartão, não deixe que ele fique longe do seu controle, confira o valor e tome cuidado para que ninguém observe a digitação da sua senha. 
  • Ao finalizar a compra e pegar o cartão de volta, veja se é o seu nome que está nele
  • Solicite sempre a via do comprovante de venda e confira o valor impresso da compra
  • Sempre que possível, passe você mesmo o cartão na maquininha
  • Cadastre-se para receber avisos por SMS ou e-mail a cada transação realizada com seu cartão; assim, é possível identificar com rapidez uma transação fraudulenta
    Nunca guarde a senha junto com o cartão. Isso reduz o risco em casos de perda ou roubo
  • Tome cuidado com esbarrões ou encontros acidentais, que possam levar a perder de vista, temporariamente, o seu cartão. Se isso ocorrer, verifique se o cartão que está em seu poder é realmente o seu. Em caso negativo, ligue imediatamente para o banco e solicite o cancelamento
  • Quando for destruir um cartão, corte o chip ao meio. Mesmo com o plástico cortado, é possível fazer transações se o chip estiver intacto
  • Em caso de roubo, perda ou extravio do seu cartão, ligue imediatamente para a Central de Atendimento do seu banco e solicite o cancelamento do cartão. Em caso de roubo, também registre um B.O. na delegacia mais próxima

Caí em um golpe, e agora?

Segundo o Procon-SP, o consumidor que identificar que caiu em algum golpe deverá fazer um boletim de ocorrência em uma delegacia. A vítima também deve entrar em contato com o banco por meio do SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) para informar a situação. Tenha com você detalhes da transação indevida, como data e valores descontados. A instituição terá cinco dias úteis para dar uma resposta sobre a devolução do dinheiro.

Se o banco não resolver a situação ou não der uma resposta, o consumidor pode registrar uma queixa na ouvidoria da instituição. Também é possível fazer uma reclamação no Banco Central, em uma entidade de defesa do consumidor ou buscar a Justiça.

Dinheiro nem sempre é devolvido

Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), as instituições financeiras devem criar meios que garantam o acesso seguro do consumidor aos serviços bancários, o que inclui evitar golpes e fraudes. Para o Idec, em situações de fraude bancária, os bancos têm responsabilidade objetiva, ou seja, são responsáveis, independentemente de culpa.

Porém, nem sempre a justiça concorda com isso. Há casos em que o consumidor pode ficar no prejuízo. Isso porque nem sempre o dinheiro roubado é devolvido. O Judiciário está mais rigoroso na análise de ações sobre fraudes em compras com cartões. Os magistrados, sobretudo do STJ (Superior Tribunal de Justiça), têm dado ganho de causa aos bancos nos processos em que fica comprovado que os golpistas usaram a senha dos clientes e os cartões com chip. Os juízes afirmam nas decisões que há negligência ou desleixo dos correntistas com os cartões e as senhas.

Reprodução/ Facebook

– O Coronavírus e a crise próxima aos fabricantes de celulares.

O coronavírus, além dos prejuízos à saúde, está trazendo muitos danos à indústria, em especial ao Brasil.

A matéria do Estadão, abaixo, mostra isso bem claramente, destacando os fabricantes de celulares que importam componentes da China!

Extraído de: https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,coronavirus-ja-ameaca-producao-de-fabricas-no-brasil,70003189460

CORONAVÍRUS JÁ AMEAÇA PRODUÇÃO DE CELULARES NO BRASIL

Coronavírus já ameaça produção de fábricas no Brasil. Pelo menos 11 fabricantes de eletroeletrônicos estudam paralisações em suas linhas nas próximas semanas por causa da falla de matéria-prima importada do país asiático.

A crise do coronavírus na China já ameaça a produção de fábricas no Brasil, pelo risco de faltar matéria-prima importada do país asiático. Até o momento, 11 fabricantes de eletroeletrônicos estudam paralisações em sua produção nas próximas semanas, como reflexo da falta de componentes, materiais e insumos chineses.

O levantamento é da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e também aponta que, até a última quarta-feira, de 50 empresas do setor, 26 relataram algum problema no recebimento de itens importados. A percepção é ainda mais forte entre fabricantes de produtos de tecnologia de informação, como celulares e computadores.

Mesmo os fabricantes que ainda não sentiram a falta de importados dizem que, se o abastecimento de componentes e insumos não se normalizar nos próximos 20 dias, será muito difícil conseguir manter o ritmo de atividade das fábricas nos próximos meses.

No último dia 31 de janeiro, o sindicato dos metalúrgicos de Jaguariúna (SP) recebeu um aviso de férias coletivas para os funcionários da Flextronics, responsável pela produção de celulares da Motorola. Segundo a entidade, a paralisação deve afetar 80% da fábrica.

A empresa justifica a paralisação pela grave crise de saúde que acomete a China, e por contar com os insumos importados do país para a fabricação de seus produtos no Brasil.

“Além do mais, é importante a eventual cessação temporária das atividades, a fim de evitar que as autoridades daquele país concluam se existe ou não a possibilidade de transmissão do vírus por meio das importações”, segue a empresa.

No ano passado, 42% das importações de componentes elétricos e eletrônicos vieram da China, um total de US$ 7,5 bilhões. Ao se considerar os demais países asiáticos, essa proporção de compra de mercadorias chega a 80%, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Mdic).

Segundo o presidente executivo da Abinee, Humberto Barbato, a preocupação é grande com a possível parada do setor e a situação está sendo monitorada pelas empresas.

Em outros setores que usam eletrônicos importados em seus produtos, o impacto também já é percebido. Na fabricante gaúcha de sapatos Bibi, o impacto das importações da China travou a produção de uma linha de calçados infantis que usa um par de lâmpadas de LED, que acendem quando a criança pisa no chão.

Sem poder contar com o produto chinês, a empresa passou a priorizar uma outra linha de produtos. “O fornecedor nos disse que eles tiveram de adiar em uma semana a volta do feriado do Ano-Novo Chinês, no fim de janeiro. Nosso estoque desse componente não estava zerado, mas, com isso, a produção deve demorar quase um mês para voltar. Em algumas regiões do País há mais problemas com o envio de importados do que em outras”, disse a presidente da Bibi, Andrea Kohlrausch.

Ela conta que executivos da companhia, que também vende calçados prontos para a China, faria uma viagem este mês ao país, mas adiou a visita.

Além dos eletroeletrônicos, o setor químico, o de máquinas e equipamentos e o têxtil estão entre os segmentos que mais importaram produtos do país asiático no ano passado, ainda segundo a Secex/Mdic. Procuradas, as associações responsáveis disseram ao Estado que estão acompanhando os desdobramentos da crise sanitária na China, mas que o coronavírus ainda não afetou as empresas desses setores.

Resultado de imagem para coronavirus

– Uma mãe de viciado sobre Ludmila na Fátima Bernardes e o boicote dos consumidores contra a empresa de cosméticos (#ComLudmillaNaAvonTôFora)

Já viram a campanha #ComLudmillaNaAvonTôFora, que convida as pessoas a colarem essa #hastag de repudio à empresa de cosméticos?

Pois é: após a música que faz apologia às drogas chamada “Verdinha”, a cantora Ludmilla ganhou elogios entre os defensores da liberação das drogas e usuários da Maconha. E, como toda celebridade, ela tem um público cativo – que pode gostar desde as suas músicas, seu comportamento e até mesmo sua ideologia (não necessariamente concomitantemente).

Entretanto, a AVON, que a tem como garota-propaganda, está sofrendo uma ação de boicote por não combinar os valores dos consumidores da empresa e o mote defensivo de narcóticos da cantora.

Vide em: https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/celebridades/marca-sofre-ameaca-de-boicote-apos-contratar-ludmilla-como-garota-propaganda-32453?fbclid=IwAR1WSSqJ-q2A3Ja9iR_gfs5n1vMcGLTgPfcFO6tJNNKd_FxTdduTYzs_bMk

A mesma Ludmilla trouxe muita repercussão quando esteve na Rede Globo, no Programa de Fátima Bernardes, dias atrás, trazendo grande aborrecimento às pessoas que possuem dependentes de drogas em seus lares e a fala descompromissada de responsabilidade social.

Enfim: tratar a Maconha como algo recreativo e sem alertar aos problemas sérios que são trazidos à saúde por uma artista, nada mais parece como um meio de se ganhar dinheiro sem pensar nas consequências. Ou não?

Abaixo, uma publicação extraída do Facebook da Jornalista Izilda Alves, da Federação do Amor Exigente:

INDIGNADA, MÃE QUE PERDEU O FILHO POR DEPENDÊNCIA DE MACONHA ESCREVE A LUDMILLA E A FÁTIMA BERNARDES

Vocês não viveram na pele o que eu e outras tantas mães passamos por causa do uso de maconha pelos nossos filhos: surtos, agressões, traficantes (por causa de dívida e a família é quem paga, para que não se pague tirando a vida deles), e por último a demência mental que esta maldita droga, a maconha, causa.”.

Palavras de JANI XAVIER, que na véspera do Dia das Mães DE 2017, estava no Instituto Médico Legal, de Cotia, cidade paulista a 35 quilômetros da capital, reconhecendo o corpo do filho de 27 anos, Jefferson, que desenvolveu esquizofrenia por uso de maconha e foi encontrado morto na rua. Foi em 13 de maio de 2017. “Até hoje, não superei essa dor devastadora”, chora Jani Xavier em sua carta a Ludmilla e a Fátima Bernardes:

“Ludmilla e Fátima Bernardes, minha total indignação por apresentarem a música Verdinha numa emissora de TV em horário em que a maioria das crianças e adolescentes assiste, principalmente neste mês de férias.. Vocês não viveram na pele o que eu e outras tantas mães passamos por causa do uso de maconha pelos nossos filhos: surtos , agressões, traficantes ( por causa de dívida e a família é quem paga, para que não se pague tirando a vida deles), e por último a demência mental que esta maldita droga, a maconha, causa no cérebro deles, a esquizofrenia.
Proponho a vocês, Ludmilla e Fátima Bernardes passarem um único dia em um hospital psiquiátrico vendo como é o sofrimento de mães, vendo filhos internados por doença mental, causada pela maconha, e ouvindo a história de cada família!!! Aí eu queria ver se a vida de vocês não não iria mudar!!.
A Fátima tem três filhos e ela não está imune de que um deles ou todos eles venham a fazer uso desta droga, a maconha, por incentivo de uma música que ela própria permitiu que entrasse no seu programa, Encontro com Fátima Bernardes, e dentro de todos os lares, inclusive do dela.”

Resultado de imagem para LUDMILLA VERDINHA

– A contaminação da Cerveja Belorizontina

E o Ministério da Agricultura confirmou que a água da cervejaria Backer (dona da Belorizontina) estava contaminada.

As hipóteses são que: existia dietilenoglicol por engano, ou que houve sabotagem ou ainda vazamento do produto no envase.

Que loucura!

Extraído de: https://ricmais.com.br/noticias/seguranca/2-paciente-morre-com-sintomas-intoxicacao-por-cerveja-contamina/

A BELORIZONTINA 

2-paciente-morre-com-sintomas-intoxicacao-por-cerveja-contamina
Foto: Ilustrativa/Pixabay

A morte de um segundo homem com suspeita de intoxicação por dietilenoglicol encontrado na cerveja Belorizontina, da fábrica mineira Backer, foi confirmada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (15).

A vítima, que não teve a identidade divulgada, estava internada em um hospital particular em Belo Horizonte, em Minas Gerais. O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) para necropsia.

Mortes 

Segundo a Polícia Civil, esta é a segunda morte possivelmente provocada pela chamada síndrome nefroneural, que causa insuficiência renal aguda e alterações neurológicas. O primeiro óbito confirmado foi o de Pascoal Demartini Filho, de 55 anos, então morador de Juiz de Fora, a 280 km de BH, no dia 7 de janeiro. 

2-paciente-morre-com-sintomas-intoxicacao-por-cerveja-contamina-primeira-vitima
Pascoal Demartini Filho, de 55 anos, morreu no dia 7 de janeiro. (Foto: Reprodução/Record TV Minas)

Uma terceira morte ainda não foi confirmada e seria uma idosa de 60 anos de Pompéu, na Região Central de Minas Gerais. A prefeitura do município notificou a Secretaria de Estado de Saúde (Ses) sobre a possível morte por contaminação

Todos foram diagnosticados com problemas neurológicos e insuficiência renal grave.

17 casos de intoxicação 

O balanço mais recente da Secretaria de Estado de Saúde, divulgado nesta terça-feira (14) apontava 17 casos suspeitos de intoxicação, sendo 16 homens e uma mulher. Os diagnósticos são para 12 moradores de Belo Horizonte; os restantes são de Ubá, Viçosa, São Lourenço, Nova Lima e São João Del Rei.

belo-horizontina-cervejaria-backer
A mesma cerveja é vendido com os rótulos de Belorizontina e Capixaba. (Foto: Reprodução/Instagram Cervejaria Backer)

– Cuidado ao comprar pela ilustração…

Não costumo comer no Habib’s, mas minha esposa queria comer algumas esfihas e fui ao restaurante.

Ao ver a propaganda de uma esfiha de calabresa com queijo cremily, fiquei com fome! Pedi uma e…

Compare a do anúncio da direita e a real, na esquerda. Logicamente uma fotografia tem diferença do produto, mas é pra tanto?

Abaixo:

– Boxing Day é um dia de festa!

Muita gente falando sobre o inglês “Boxing Day“. Afinal, é dia de compras ou de futebol?

Das duas coisas! A tradição dos países do Reino Unido reza que no dia 26 (sempre no dia seguinte ao Natal, exceto quando cai aos finais de semana, quando é postergado para a segunda-feira), o comércio coloca suas sobras de mercadorias em liquidações atrativas, provocando filas nas lojas. Além disso, no mesmo dia (que é feriado), se tem jogos de futebol de TODAS as divisões do campeonato. Assim, é mais do que Black Friday e mais do que evento esportivo, pois, afinal, é um dia de descanso com vida própria!

E aí, funcionaria um “Boxing Day” no Brasil, com lojas cheias e futebol da 4a até a 1a divisão?

bomba.jpg

– BY: o sucessor do Fusca!

E a Volkswagen resolveu mostrar um dos seus segredos com mais de 30 anos: o projeto (abortado) do sucessor do fusca no Brasil, um automóvel pequeno e barato – mais moderno do que o antecessor – e que levou o nome de projeto BY.

Abaixo, a matéria da Revista Motor1.com, mostrando esse “mini-Gol”. Mas não parece um Uno da Volks? Com a união estratégica junto à Ford, formando a Autolatina, desistiu-se da ideia.

Em: https://motor1.uol.com.br/news/385161/vw-by-subcompacto-abaixo-do-gol/

VW MOSTRA O BY, PROJETO DE SUB-GOL DOS ANOS 1980

Se você é leitor assíduo do Motor1.com certamente já ouviu falar do VW BY. Trata-se de um projeto de carro de entrada para ficar abaixo do Gol, que apresentamos numa reportagem sobre “carros natimortos”, ou seja, que morreram antes mesmo de chegar às lojas. Pois não é que, mais de 30 anos depois, a própria Volkswagen resolveu mostrar o carrinho? Ele é uma das estrelas do Garagem VW, um acervo que a marca preparou dentro de um galpão da própria fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP).

Por conta do balanço traseiro curto, o porta-malas era sacrificado em relação ao do Gol. Mas a VW então criou duas soluções para preservar o espaço de bagagens: banco traseiro corrediço, que seria aplicado no Fox em 2003, e suspensão traseira do Voyage de exportação para os EUA (chamado de Fox por lá), que tinha pontos de ancoragem diferentes do Gol, justamente para não invadir o compartimento de carga.

Esses pontos, porém, fizeram o projeto ficar um tanto caro de produzir (ainda mais em se tratando de um carro de entrada) e, fora isso, o design desproporcional (devido ao uso do motor AP-1.600 da família BX (Gol, Voyage, Parati e Saveiro CS) se somou aos fatores que fizeram o BY “subir no telhado”. E entrar para a história dos natimortos…

vw-by