– Por quê uma pessoa rotula a outra? Anti-lulista, Anti-bolsonarista ou Isentão?

O Fanatismo cega. Quando eu criticava as picaretagens do ex-presidente Lula (antes da justa prisão), automaticamente recebia o adjetivo de antipetista. Quando faço críticas a algumas atitudes “transloucadas” do presidente Bolsonaro, aí viro petista. Mas quando as publicações elogiam ou elogiavam um ou outro, neca.

Dá para o leitor mais apaixonado decidir?

Seriam os algoritmos do Facebook os grandes culpados? Será que toda vez teremos que postar dizendo que não somos comunista, coxinha, mortadela, bolsodória, blablablá? Ou ainda assim o radicalismo de quem lê faz questão em não entender?

Cada vez mais crente que sim: a paixão por política vicia e domina a pessoa.

Abordei esse desrespeito em: https://professorrafaelporcari.com/2020/04/03/saudade-do-orkut-faca-o-teste-e-comprove-lula-bolsonaro-coronavirus-e-outros-temas-espinhosos-ganham-corpo-com-os-algoritmos-do-facebook/

Viciado-em-discutir-politica-nas-redes-sociais

– Brigar em Rede Social? Tô fora!

Pois é, amigos virtuais… o ambiente nas Redes Sociais está difícil, hein?

O que mais me impressiona é: as pessoas perderam a Educação! 

Briga-se por política, por coronavírus, por religião… Cá entre nós: as pessoas não entendem que cada um pode ter a sua opinião, e essa é a BELEZA DA DEMOCRACIA?

Não brigue / ofenda / desdenhe de quem simplesmente pensa diferente de você.

Em: https://youtu.be/CqCQzajhwj0

– A cultura de ofender (sem sentir vergonha) nas Redes Sociais por política: UM APELO!

Se você não tem medo do Covid-19 e é partidário de que a quarentena é uma bobagem, saia para a rua. Se estiver temeroso, fique em casa.

Se achar que o povo está criando uma histeria desnecessária, mantenha a calma. Se acha que as precauções são necessárias, se policie.

Se você for de Esquerda ou de Direita, gay ou hétero, crente em qualquer crença ou ateu, palmeirense ou corintiano, caipira ou caiçara, moderninho ou conservador, que seja.

MAS… respeite quem não pensa igual! Não insista para que eu tenha a mesma opinião que a sua, que aja como você e tampouco tenha os seus mesmos anseios e valores.

A minha opinião é minha, sem viés, sem manipulação de ninguém. Só minha. Assim como creio que a sua, seja qual for, seja somente de você – sem influência de Fake News ou de lavagens ideológicas de quem for.

Mais especificamente, não estou nem aí se você é Bolsonaro, Lula, Dória, Marronzinho, Enéias ou Eymael. Seja da ARENA ou do PCO, respeitarei seu direito de expressão. Respeite o meu também.

Vivemos numa sociedade onde a pessoa quer ser seu amigo em Rede Social (seja qual for), mas vai lá encher o saco dela. E depois fica “magoadinha” porquê é bloqueada. Mas por quê isso ocorreu? Sou obrigado a aguentar chato tentando me catequisar, converter, lavar minha mente?

O pior: você emite educadamente sua ideia, procura manter o bom senso e, de repente, aparecem as pessoas que discordam de você que, ao invés de recíproca e educadamente escrever no mesmo tom de educação que leu, enche seu espaço de CTRL C + CTRL V com um monte de argumentos dos outros, já prontos e com palavras raivosas. Abarrota de palavrões, ofensas, e outras bobagens, achando que é natural fazer isso (sim, sou politicamente correto e entendo ser necessária a boa conduta). Se a pessoa não teve tom ofensivo mas sim opinativo, que raio de sanha maldosa e imbecil que o outro tem em perder tempo e ir te ofender gratuitamente? Eu não vou na sua página escrever coisas que você possa se ofender, não vá à minha também. E se veio, por quê insiste em ser amigo virtual?

O cara escreve te chamando de vários “nomes”, mas depois diz que não se referiu a você. Então cite a quem! Saiba escrever, arranhe e arrisque algumas palavras entendíveis e inteligentes. Mas o principal: seja educado, cidadão, democrático e justo.

As pessoas falam nas Redes Sociais como se “tudo pudesse”, um mundo sem escrúpulos nem leis de convivência. “Rasga a saia” e desanda a digitar o que não tem coragem de falar no frente-a-frente. Se dói por qualquer coisa. Liberdade de expressão não é direito de calúnia!

Insisto: argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.

Enfim, vida que segue onde as pessoas gratuitamente perdem tempo de entrar na postagem alheia simplesmente para exercer a atividade da imbecilidade, sem entender que se pode opinar contrariamente e não percebendo e nem tendo a sensibilidade de que não pode é atacar simplesmente por ignorância.

Que necessidade idiota é essa de atacar? A maldita ideia do “nós contra eles” dos anos 2000 voltou a todo vapor em 2020.

O apelo é: cada um respeitando o próximo, é o mínimo que a cidadania exige.

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– O Analfabetismo Funcional acaba com o Brasil, especialmente nas Redes Sociais!

Já perceberam o número de pessoas que fazem críticas ou elogios nas Redes Sociais, completamente desenganadas sobre o que leram, ou o que não leram?

Vejam só: a pessoa vê um título no Twitter, Facebook ou imagem no Instagram, e começa a escrever muita coisa sobre ele sem ler o corpo do texto. Ou ainda lê parte apenas e não termina. Ou lê e não entende nada!

Sobre esses casos de Analfabetismo Funcional (e quem tem, muitas vezes não se envergonha de mostrar com seus escritos mal redigidos),

extraído de: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/analfabetismo-funcional.htm

ANALFABETISMO FUNCIONAL

Você sabe o que é analfabetismo funcional?

São chamados de analfabetos funcionais os indivíduos que, embora saibam reconhecer letras e números, são incapazes de compreender textos simples, bem como realizar operações matemáticas mais elaboradas. No Brasil, conforme pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro, 50% dos entrevistados declararam não ler livros por não conseguirem compreender seu conteúdo, embora sejam tecnicamente alfabetizados. Outra pesquisa, realizada pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Educativa, revelou dados da oitava edição do Indicador de Analfabetismo Funcional, o Inaf, cujos resultados são alarmantes.

De acordo com o Inaf, a alfabetização pode ser classificada em quatro níveis: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar (ambos considerados analfabetos funcionais), alfabetizados em nível básico e alfabetizados em nível pleno (esses dois últimos considerados indivíduos alfabetizados funcionalmente). Conforme a pesquisa, que aplica um teste avaliando as habilidades de leitura, escrita e Matemática, o domínio pleno da leitura vem sofrendo queda entre todos os entrevistados, tendo eles concluído o Ensino Fundamental ou o Ensino Superior. Os dados mostram que o problema do analfabetismo funcional deve ser levado a sério, pois a dificuldade de compreensão dos gêneros textuais, mesmos os mais simples e mais acessados no cotidiano, prejudica o desenvolvimento intelectual, pessoal e profissional do indivíduo.

Embora o número de analfabetos tenha diminuído no Brasil nos últimos quinze anos, o analfabetismo funcional ainda é um fantasma que atinge até mesmo estudantes que frequentam o ensino superior, desfazendo o mito de que ele estaria intrinsecamente relacionado à baixa escolaridade. As pesquisas desenvolvidas sobre o índice de analfabetismo funcional no país são de extrema importância, já que promovem o debate entre diversos grupos sociais responsáveis por desenvolver um novo parâmetro educacional a partir da discussão das causas e efeitos do Inaf.

Desenvolver métodos que priorizem o letramento é fundamental para que o analfabetismo funcional seja superado, e para isso é inquestionável a importância do trabalho conjunto entre pais e professores. Engana-se quem acredita que cabe somente à escola o papel de alfabetizar e letrar, visto que o letramento é uma prática presente em diversas situações do cotidiano, envolvendo não apenas a leitura tecnicista de textos, mas também o desenvolvimento da criticidade e capacidade de elaborar opiniões próprias diante dos conteúdos acessados. A aprendizagem deve ser universalizada, propiciando assim que todos os leitores atinjam o nível pleno da alfabetização funcional.

Por Luana Castro
Graduada em Letras

O letramento é uma das soluções para a erradicação do analfabetismo funcional, pois extrapola a visão tecnicista de alfabetização

– A queda das Redes Sociais do Zuckerberg

Ontem, durante todo o dia, WhatsApp, Instagram e Facebook (todas do mesmo dono, Mark Zuckerberg) tiveram instabilidades e saíram do ar. Depois mostraram dificuldades em carregamentos de fotos e vídeos. E por aí foi até o final da noite.

Antes, estávamos reféns desses aplicativos por falta de outras opções. Hoje, já existem alternativas conhecidas, ficando prejudicados mais os negócios decorrentes destas plataformas do que a possibilidade de se ficar incomunicável (claro, existe o desconforto para quem “vive dentro” dessas redes sociais por entretenimento).

Mas não é curioso que as falhas, quando ocorrem, são mal explicadas? As razões para que globalmente elas caiam, quais são?

Ficaremos sem respostas convincentes.

Extraído de: https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,facebook-whatsapp-e-instagram-enfrentam-instabilidade-nesta-quarta,70002902711

FACEBOOK, WHATSAPP E INSTAGRAM ENFRENTARAM INSTABILIDADE NESTA QUARTA

Usuários relataram dificuldades para enviar fotos, vídeos, áudios e figurinhas nas plataformas; Twitter também teve problemas ao longo do dia

Os diversos aplicativos do Facebook – que, incluem além do app da rede social, também o WhatsApp e o Instagram  – enfrentaram instabilidades ao longo desta quarta-feira, 3. Por meio de plataformas como o Twitter, usuários relataram problemas, dizendo que não conseguiam enviar arquivos de mídia como fotos, vídeos, áudios e figurinhas pelos serviços. Em alguns casos, também não era possível acessar conteúdos do tipo pelos aplicativos. 

De acordo com o site Down Detector, conhecido por apontar falhas em serviços na internet, o problema não ficou restrito ao Brasil: houve também relatos de instabilidade nos Estados Unidos, na América Latina e em diversos países da Europa Ocidental. As falhas começaram por volta das 10 horas de manhã (horário de Brasília) e seguiram acontecendo ao longo de todo o dia. O problema só foi resolvido por volta das 21 horas (horário de Brasília). 

Procurado pelo Estado, o Facebook informou que “algumas pessoas e negócios tiveram problemas para carregar ou enviar imagens, vídeos e outros arquivos nos nossos aplicativos. A situação foi resolvida e normalizada para todos.” 

Falhas nas plataformas do Facebook têm sido frequentes nos últimos meses: em março, os serviços da empresa chegaram a ficar fora do ar por quase 24 horas, por conta de uma falha após mudanças nas configurações internas dos servidores da companhia. Em maio, uma falha centralizada na América Latina impossibilitou a execução de funções básicas como envio de mensagens, comentários e realização de publicações nos três serviços. 

Entre especialistas, corre a especulação de que parte dos problemas frequentes tem sido causados pelo plano de integração entre WhatsApp, Instagram e Facebook Messenger – algo que foi anunciado por Mark Zuckerberg no início deste ano e que permitiria que usuários do WhatsApp mandem mensagens para contatos que têm apenas conta no Instagram. 

TWITTER TAMBÉM ENFRENTOU INSTABILIDADE

Quem também enfrentou instabilidades na tarde desta quarta-feira foi o Twitter, em um problema isolado, sem ligação direta com o do Facebook. Segundo a empresa, houve falhas na entrega de mensagens diretas (DMs, na sigla em inglês) e notificações referentes à funcionalidade. O problema, no entanto, foi resolvido antes do final da tarde. 

Além disso, o Down Detector reportou instabilidades fora do normal em alguns serviços na internet brasileira – o Waze, por exemplo, reportou que recebeu notificações de problemas de usuários, mas até a última atualização desta reportagem não havia encontrado nenhuma falha em seus sistemas. Procurado pelo Estado, o Sinditelebrasil, que representa as operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo, disse que as empresas “não verificaram nenhum problema ou instabilidade em suas redes.” 

Na terça-feira, 2, uma falha de grandes proporções tirou vários sites do ar nos Estados Unidos – a instabilidade, porém, se deve a um problema no Cloudflare, serviço de armazenamento de sites que hospeda, por exemplo, o próprio Down Detector, além de sites da operadora Verizon e o serviço de e-commerce americano Shopify. Segundo o presidente executivo da empresa, Matthew Prince, o problema foi causado por uma super atividade nos servidores da empresa, que levou a uma pane em seu sistema. Ao Estado, a empresa confirmou que não havia relação de sua falha com as intermitências ocorridas no Brasil nesta quarta-feira. 

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