– Dia de Celebrar a Santíssima Trindade

Hoje é dia de júbilo aos católicos.Celebra-se a Festa da Santíssima Trindade, sempre no domingo posterior ao Pentecostes.

O catecismo da Igreja explica: Deus é Uno e Trino um só Deus em essência, mas três em pessoasque se manifesta no Pai Criador, que ama tanto o mundo que nos enviou seu Filho Salvador, cujo amor ilimitado gera o Espírito Santo paráclito!

Portanto, adoremos a Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo (Santíssima Trindade) hoje e sempre.

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– Dia de Santo Antonio

E hoje é dia de Santo Antonio (chamado por alguns “de Pádua” ou de “Lisboa” – locais onde viveu santamente).

Você sabia que a história de santo casamenteiro só existe entre nós? Santo Antonio é conhecido lá fora como “pai dos pobres”.

Pobre, humilde, desprovido de alta intelectualidade… mas magnífico nas questões de fé. Esse era o perfil deste santíssimo homem.

Santo Antonio, rogai por nós!

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– Solenidade de Pentecostes, Dons e Frutos do Espírito Santo

Hoje é um dia especial para a Comunidade Católica: é dia de Pentecostes, onde se recorda a descida do Espírito Santo sobre Maria e os discípulos, impulsionando-os à Missão Evangelizadora.

Nas celebrações de hoje, se recorda que Ele nos dá 7 dons: Fortaleza, Sabedoria, Ciência, Conselho, Entendimento, Piedade e Temor a Deus. E através deles podemos colher 12 frutos: a Caridade, a Alegria, a Paz, a Paciência, a Longanimidade, a Bondade, a Benignidade, a Mansidão, a Fidelidade, a Modéstia, a Continência e a Castidade.

Vale refletir: como está a nossa relação com Deus? Estamos abertos ao Espírito Santo?

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– Os Jovens comportados e responsáveis são aqueles que alcançam o sucesso!

Neste mundo de muita confusão comportamental e de valores deturpados, uma matéria muito bacana sobre os jovens que alicerçam sua vida na família, na religião, no trabalho e no estudosem perder a alegria.

Nada de excessos, distância das drogas e muita vontade de vencer: esse é o “jovem diferenciado”, que deveria não ser a “exceção”, mas a regra da sociedade!

A ótima matéria está no Jornal de Jundiaí (www.jj.com.br), caderno Cidades, na edição de alguns domingos atrás, por Mauro Utida (mutida@jj.com.br)

EM TEMPOS MODERNOS, JOVENS SE DESTACAM COM COMPORTAMENTO DIFERENCIADO

Pensar no futuro é uma das ocupações das quais os jovens mais se dedicam a fazer, porém nem todos conseguem se planejar para alcançar seus objetivos e sonhos e, com isso, se frustram. Em tempos modernos, onde há muita informação e liberdade, muitos novos adultos conseguem se destacar, buscando mais expressão com a maturidade e sem abandonar os valores da família.

Eles podem até ser considerados ‘caretas’, inocentes e até mesmo, conservadores, mas uma boa parte desta nova geração não está preocupada com baladas, como a maioria, mas sim na estabilidade financeira por meio de um bom emprego na área em que eles se formaram e na construção de uma família tradicional.

Para a psicóloga Maria de Fátima Maion Cosarin, a geração atual é mesclada, enquanto há aqueles que não estão nem aí para nada, há outros muito responsáveis, decididos e maduros.

Ela se preocupa apenas quando o jovem coloca a estabilidade financeira como prioridade. “O mais importante é o jovem se encontrar e alcançar o autoconhecimento, não só pensar na parte financeira. Conheço muitas famílias realizadas financeiramente, mas infelizes”, alerta.

Para ela, a liberdade pode ser vista de diversas maneiras, porém quando é associada ao álcool, drogas e sexo, se torna libertinagem. “Hoje o jovem tem a liberdade de expressão, mas falta maturidade. Não existe liberdade sem maturidade”, avisa.

Rock’n Roll
Quem olha para Daniel Pacheco da Silva, 23 anos, tocando baixo com sua banda de heavy metal, com camiseta preta, não imagina que ele é um administrador de banco de dados, formado pela Faculdade de Tecnologia (Fatec Jundiaí) em análise de sistema, bebe socialmente, costuma ir às missas frequentemente e é um dos mais tranquilos da turma.

Para ele, o relacionamento sério é mais “bacana” e procura alguém com quem tenha afinidade. Drogas? Nem pensar. “Não tenho nada contra, mas não me misturo”, declara. Ele não se considera uma pessoa diferente da sua geração por ser mais conservador do que a maioria dos jovens de sua idade, porém procura focar mais no seu trabalho e na música, já que também toca violão e gaita. “Cada um é cada um, não discrimino a opinião de ninguém”, desabafa.

Sonho de criança
Desde criança, Stephânia Vilela, 23 anos, sonha em se formar, conseguir um bom emprego e depois casar. Foi sempre uma aluna disciplinada e hoje, aos 23 anos, já faz pós-graduação em Direito do Trabalho, na Faculdade Padre Anchieta, em Jundiaí.

Ela se formou em Direito pela PUC-Campinas e no 5º ano de faculdade, conseguiu passar no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), para poder exercer sua profissão. “Em cinco anos de faculdade, se fui a cinco festas foi muito”, diz.

Ela namora há quatro anos com um jornalista, que também está iniciando na profissão, porém os sonhos do casamento foram prorrogados para que os dois consigam uma estabilidade financeira e profissional primeiro. Na opinião dela, o próximo passo do casal será conseguir um imóvel e, só então, realizar a cerimônia matrimonial.

“Nosso namoro deu certo porque nós dois somos bem tranquilos, saímos mais para comer fora e se reunir com os amigos, ou ficar assistindo Netflix em casa (risos)”, revela.

O que chama a atenção em Stephânia são as suas tatuagens e um piercing no nariz, nada comum para uma advogada. Mas ela afirma que não gosta de estereótipos e quer ser uma profissional sem abandonar seu estilo. “Adoro tatuagens e piercing, quero ter minha liberdade de escolha dentro da minha profissão, não gosto de estereótipos”, declara.

Lado espiritual
A psicóloga Fátima Maion Cosarin também destaca a importância dos jovens terem uma espiritualidade forte, seja qual for a religião. Para ela, jovens com este perfil, costumam alcançar a maturidade mais rápido, pois de alguma forma a religião costuma trabalhar com as frustrações.

O analista de suporte, Thiago Hernandes Cardoso da Silva, 30 anos, foi influenciado pela avó a frequentar as missas católicas. Ele gostou de participar deste ambiente e, dentro do grupo de jovens, conheceu sua namorada, com quem está há 3,5 anos. Eles já planejam o casamento dentro da Paróquia São João Batista, na Ponte São João, em 2019. “Estamos praticamente noivos”, declara.

Silva afirma que os bons costumes não aprendeu na igreja, mas sim dentro de casa. Para ele, a educação tem que vir da família e a igreja, como um direcionamento para a espiritualidade. “Os meus princípios e minha educação foram passados pelos meus pais, a igreja é meu suporte espiritual”, diz ele, que é formado em informática.

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– Ter sempre Coragem!

Muitas vezes Deus nos surpreende. Relato um fato que aconteceu comigo nessa semana, e que certamente não foi coincidência humana mas Providência Divina. Vamos lá:

Na última 2ª feira, dia 03, eu estava na hora do almoço na tradicional Missa das 12h na Matriz de Jundiaí. A Catedral recebe naquele horário várias pessoas que estão no seu intervalo de trabalho para rezar.

O Evangelho daquele dia dizia sobre a despedida de Jesus durante sua ascensão, e alertava os discípulos sobre as dificuldades, medos e perseguições que passariam. E o encerramento da fala do Cristo foi: “Coragem, eu venci o Mundo”. Na homilia o padre falava sobre ter ânimo, alegria, crer que o mais difícil foi vencido pelo Ressuscitado.

Confesso que eu estava bem borocoxô, e pensava que “não era bem assim na prática”. Foi meu momento de fraqueza por uma manhã ruim de problemas. Neste instante, uma mulher mais jovem do que eu, nitidamente paciente oncológica com o cabelo raspado / caído, sentou-se ao meu lado. Abriu um sorriso e me disse: “boa tarde, é sempre importante agradecer, não”?

O que eu posso dizer… Com minhas pequenas e indevidas queixas, NUNCA eu teria direito de reclamar da vida ou me auto-desencorajar mediante a felicidade em estar com Deus daquela moça que provavelmente tratava sua saúde debilitada pelo câncer. Especialmente, por tal atitude ser consonante com o Evangelho e com a homília.

Muitas vezes, levamos importantes “tapas na cara” para não deixar o desânimo tomar conta.

“Coragem, Nosso Senhor Jesus Cristo venceu o mundo”, devemos nos lembrar.

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– Liderança Organizacional, sobre ótica cristã

Para quem é da área de RH e gosta do tema “Liderança”, veja que interessante: a Imposição ou a Conquista da Liderança, de um ponto de vista cristão. Artigo alternativo aos gestores de recursos humanos, escrito por um missionário católico e administrador de empresas, mas que serve para qualquer líder, independente da crença.

Extraído de:  http://www.cancaonova.com.br/portal/canais/formacao/internas.php?e=11243

AUTORIDADE: CONQUISTA OU IMPOSIÇÃO

por Sandro Arquejada

Algumas pessoas exercem sobre outras certa influência, seja por admiração, por fascínio ou por projetar nos corações um algo a mais para suas vidas. Sentimentos assim nascem a partir do testemunho que a maioria vê nesses homens e mulheres que se destacam. O ser humano tem a necessidade de ser guiado e busca, como referência nos semelhantes, algo que sacie a sua sede de ser melhor.

Essas pessoas, geralmente, são carismáticas, inteligentes e têm um espírito de liderança. Esse talento acontece naturalmente, desde crianças; em brincadeiras, empresas, escolas, instituições, trabalhos voluntários e também em ambiente religioso.

Jesus era um líder nato. Todo o Seu ser atraia multidões. “Quando Ele terminou estas palavras, as multidões ficaram admiradas com o Seu ensinamento. De fato, Ele as ensinava como quem tem autoridade, não como os escribas” (Mt 7, 28-29). Nosso Senhor conquistava as pessoas. Ele não impunha uma doutrina como faziam os escribas e os fariseus. Seu ensinamento vinha do testemunho de amor que Ele não só discursava, mas que demonstrava em toda sua vida.

O amor incondicional era o Seu principal atrativo; e continua sendo ainda hoje. Ao estar à frente de pessoas, antes de tudo, Ele observava o que cada um tinha de melhor, sem deixar de corrigir o que era preciso. As pessoas se deixavam conduzir porque encontravam alguém que acreditava nelas.

O líder oferece de si e ensina o que sabe, sem medo de ser superado, porque quer que as obras dos seus discípulos sejam até maiores que as suas. A autoridade vem da conquista de corações! Líder é aquele que abraça uma causa junto com os seus, não se abstendo das responsabilidades e trabalhos que isso pode causar. Não coloca sobre seus subordinados, discípulos ou aqueles que lhe são confiados, o peso da sua vaidade e idéias próprias.

O filho obedece verdadeiramente o pai, quando ele [filho] se sente amado, pois, acredita que o pai lhe quer bem, ainda que custe sacrifício. Assim também acontece na relação de professores e alunos, patrões e empregados. O amor impulsiona atitudes dignas de confiança recíproca.

Na verdade, quem ocupa uma posição de autoridade é servo de quem ele comanda. Assim ensinou o Mestre Jesus: “Quem quiser ser o maior entre vós seja aquele que vos serve.” (Mt 20,26). Ou ainda: “Pois o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Mc 10,45).

Ao contrário desse ensinamento, os escribas e fariseus praticavam uma autoridade que os colocavam em lugar privilegiado para serem chamados de mestres e vistos por todos. “Amarram fardos pesados e insuportáveis e os põem nos ombros dos outros, mas eles mesmos não querem movê-los, nem sequer com um dedo” (Mt 23,4).

Hoje, existe muita informação sobre liderança, palestras para empresas, cursos universitários, tudo para formar novas cabeças que comandarão pessoas e almas, tanto no campo da política como no da ciência, da informação, da religião, entre outros.

Mas o verdadeiro líder não precisa ocupar um cargo ou posto, mesmo sendo o último de uma hierarquia, ele age como Jesus, acreditando no potencial das pessoas e tirando de dentro delas o melhor que cada um pode ser. Ou seja, o que forma o outro são os sentidos mais nobres dentro de nós: a misericórdia, o acreditar nas pessoas e, principalmente, o amor, o amor do coração de Jesus. Que esse amor esteja firme dentro dos nossos corações!

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– A Festa da Ascensão do Senhor

Neste domingo, a Liturgia da Igreja Católica celebra a festa do retorno de Jesus Cristo ao Céu. Após sua crucificação, Ele permaneceu ressuscitado por 40 dias entre nós e subiu ao Pai, conforme os Evangelhos.

E aí fica a reflexão para esse domingo: confiamos que um dia nós seremos levados ao Céu (não materialmente, mas no sentido da fé cristã de Ressurreição)? O que fazemos para esse merecimento? Como tem sido nossas ações?

Vale meditar sobre nossa conduta.

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– As Dificuldades de um Catequista

Servir a Deus, como o próprio Cristo nos ensina, é carregar sua cruz indo de encontro ao mundo – e para ser perseguido! Claro, com dissabores e responsabilidades muito diferentes do que outros que trabalham para o Reino do Céu, estão os sacerdotes, diáconos, leigos engajados, voluntários diversos e, em especial, catequistas! Cada um tem sua importância.

Essa postagem não se refere a nenhuma turma ou situação específica, mas a um conjunto de observações que acontecem àqueles que se dedicam aos adolescentes e jovens que buscam o Sacramento do Crisma. Não é um lamento de catequista, mas apenas reflexões que podem acontecer nas comunidades. Reitero, como dito acima, que a Igreja Católica possui outros setores e servos que passam por dificuldades maiores que um humilde catequista. E aqui não é frustração, pois ser catequista é uma vocação e ter conhecimento do que se passa em outros lugares é bom para se trocar experiências. Eu, aliás, dentro das minhas limitações, AMO evangelizar.

Todo ano, quando se inicia um grupo novo de crismandos, nunca se termina com o mesmo. Há aqueles que vão de vontade própria, os que a “mãe mandou”, os que querem entrar “bem depois” dos encontros já iniciados e os que não sabem porque lá estão. Tamanha quantidade de adolescentes diferentes nos faz crer que, somente com a ajuda do Alto, um grupo de diversas realidades espirituais (e financeiras / educacionais também) chega ao final da catequese pronto.

Mas o que é “estar pronto”?

Se for para dizer da boca pra fora que seguirá a Igreja Católica, mas no íntimo escolher seguir o que é mais cômodo ou não, não está pronto. Tampouco estará apto a receber esse importante Sacramento quem não vê a hora dos encontros terminarem, pois era “um fardo” ir à catequese.

Aliás, uma grande dificuldade é a conscientização (que deve ser feita desde o início dos encontros) de que a Crisma é a confirmação MADURA do aceite de sua fé! De que existem compromissos e responsabilidades diversas nos encontros; que deve-se escolher com muito cuidado e carinho o padrinho e a madrinha que os sustentarão na fé (dói quando se escuta que “quer tal padrinho pois ele é meu amigo”, afinal, deve ser uma pessoa que te ajude espiritualmente, independente da amizade); também de cuidar dos documentos a serem entregues à secretaria e a importância da rapidez dos mesmos.

Ser catequista é serviço voluntário, não profissão. É engajamento! E aqui deve-se tomar cuidado com as relações do leigo com o clero, para que não seja “patrão/empregado”, mas diretor espiritual / servo-catequista. Muitas vezes, esse catequista trabalhou a semana inteira, ausentou-se da família e vai servir com carinho. Ele não recebe nada de vil metal, mas recebe tudo em benção! Dessa forma, os párocos e demais religiosos que se dedicam integralmente ao serviço (mas não possuem as dificuldades da vida de um pai ou mãe de família no dia-a-dia) devem ter a compreensão das exigências (lógico que eles, ordenados, também tem outros compromissos importantes). Mas a harmonia e a comunicação devem ser constantes, mesmo na tempestade – afinal, a cola desta relação é a Graça de Deus (ou deva ser).

Por último: os pais! Ô tristeza quando se vê pai ou mãe menosprezando o encontro catequético ou tratando ele como algo que “atrapalha seu final de semana”. É um desincentivo ao filho! Ao contrário, o pai e a mãe que participam da comunidade, veem com alegria essa formação social e espiritual de quem foi gerado.

Conclui-se, depois desse texto, de que as relações da Igreja com seus leigos engajados devem ser de cumplicidade em Cristo, pois os percalços internos e externos sempre existirão. Minimizá-los é fundamental, para que não se perca a benção divina de tal propósito.

Ser catequista e levar a Palavra de Deus é que nos alimenta na alma, fazendo esquecer o desrespeito, a cobrança, a incompreensão e a ignorância que recebe quando pede / implora algo e não é atendido.

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– Dia de Nossa Senhora da Visitação

Hoje a Igreja Católica relembra a Festa da Visitação de Nossa Senhora. É a solenidade que se recorda quando a Virgem Maria, mãe de Jesus, está grávida e visita sua prima Isabel (em algumas traduções, Elisabeth), que na velhice engravidou e gerou João Baptista.

Nos Evangelhos, conta-se que João estremeceu no ventre ao perceber a presença do Cristo Salvador, cheio do Espírito Santo. E nesse momento, Maria canta o belíssimo Magnificat, inspirado nos textos do profeta Isaías.

Lindíssimo!

MAGNIFICAT

A minh’alma engrandece o Senhor,
exulta meu espírito em Deus, meu Salvador!
Porque olhou para a humildade de sua serva,
doravante as gerações hão de chamar-me de bendita!

O Poderoso fez em mim maravilhas,
e Santo é seu nome!
Seu amor para sempre se estende,
sobre aqueles que O temem!

Manifesta o poder de seu braço,
dispersa os soberbos;
derruba os poderosos de seus tronos
e eleva os humildes;
sacia de bens os famintos,
despede os ricos sem nada.

Acolhe Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,
como havia prometido a nossos pais,
em favor de Abraão e de seus filhos para sempre!

Se preferir, ouça e assista em: https://www.youtube.com/watch?v=SBWbw9NTtwg

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– #YEStoLIFE: o Papa Francisco pela Vida, orientado os Médicos e criticando o Aborto como “cultura do descarte”.

No “Yes to Life”, um encontro pelo direto de viver e de defender a vida incondicionalmente, onde o Papa Francisco disse: “o aborto não é uma questão de fé, é um problema humano (…). Nunca ele deve ser uma resposta para as dificuldades da vida”. Lembrou ainda que não se pode tratar as crianças numa espécie de “cultura do descarte”, e aconselhou os médicos.

Vale a pena a leitura atenta para as frases do Pontífice, neste momento tão complicado de discussão sobre o Aborto. Abaixo:

(Extraído de: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2019-05/papa-francisco-audiencia-dicasterio-leigos-familia-vida.html)

O ABORTO NUNCA É O IDEAL

O Papa recebe participantes do Encontro internacional “Sim à vida: cuidado com o precioso dom da vida na fragilidade” e afirma: “a profissão do médico é uma missão, uma vocação para a vida. Eles estão cientes de que são um dom para as famílias. A vida humana é sagrada e inviolável. O aborto nunca é a resposta ideal que as mulheres e as famílias buscam”.

O Santo Padre recebeu, na manhã deste sábado (25.5.), na Sala Clementina, no Vaticano, cerca de 300 participantes no Encontro Internacional intitulado «“Yes to Life” (“sim à vida”): cuidado com o precioso dom da vida na fragilidade». O encontro é promovido pelo Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida e pela Fundação “O Coração em uma gota”, que acolhe as crianças recém-nascidas em extrema fragilidade.

Em seu discurso, o Papa disse que as “crianças, em alguns casos, são definidas, pela cultura do descarte, como “incompatíveis com a vida”. E retrucou:

“ Nenhum ser humano jamais pode ser incompatível com a vida, seja pela sua idade, pela sua saúde e pela qualidade da sua existência. Toda criança, desde o seio da sua mãe, é um dom, que muda a história de uma família. Ela deve ser sempre bem-vinda, amada e cuidada. ”

Quando uma mulher descobre que está esperando um filho, sente a profunda sensação de um mistério, que cresce dentro de si, permeia todo o seu ser e a torna mãe. Entre ela e a criança instaura-se um intenso diálogo, uma relação real desde o momento da concepção. E Francisco explicou:

Esta capacidade comunicativa não é só da mulher, mas, sobretudo, da criança, que, em sua individualidade, envia sinais da sua presença e das suas necessidades à mãe. Hoje, as técnicas modernas fazem um diagnóstico pré-natal, prevendo malformações e patologias, que poderiam comprometer a vida da criança e a serenidade da mulher”.

Porém, afirmou o Papa, a autenticidade da sua evolução é muito subjetiva e, eventualmente, pode ser resolvida com as devidas terapias. Por isso, os médicos jamais devem esquecer o valor sagrado da vida humana e a sua proteção. E lhes disse:

A profissão do médico é uma missão, uma vocação para a vida. Eles devem estar conscientes de que são um dom para as famílias. Por isso, devem assumir a vida dos outros, enfrentar a sua dor; serem capazes de tranquilizar e encontrar soluções sempre no respeito da dignidade da vida humana”.

Ao cuidar das crianças terminais, ressaltou Francisco, os médicos devem ajudar os pais a aceitarem a realidade e a aliviar sua dor. Mas, infelizmente, a cultura dominante, hoje, não promove este aspecto. Em nível social, o temor e a hostilidade, diante da deficiência física, podem levar, muitas vezes, à escolha do aborto, como prática de “prevenção”. Aqui, Francisco recordou o ensinamento da Igreja:

“ A vida humana é sagrada e inviolável e o uso da diagnose pré-natal, para propósitos seletivos, deve ser fortemente desencorajado. O aborto nunca é a resposta ideal que as mulheres e as famílias buscam. Neste sentido, as ações pastorais são sempre urgentes e necessárias para criar espaços, lugares e “redes de amor”, aos quais os casais podem se dirigir, além de dedicar tempo para acompanhar as famílias.”

O Santo Padre concluiu seu discurso aos participantes no encontro internacional, agradecendo a todos os que trabalham para a defesa da vida, em particular, às famílias, mães e pais, que acolheram a vida frágil e, agora, são solidários e ajudam outras famílias. Seu testemunho de amor é um presente para o mundo!

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– Porchat e a Bíblia

O humorista Fábio Porchat deu uma polêmica entrevista à Revista Trip deste mês. Reafirmou ser ateu, disse que não viu problema no beijo gay entre Jesus e Judas na paródia que fizeram para o Netflix, considerou que a “fé em Deus faz parte de uma grande invenção”, confessa que apesar de não acreditar que Jesus é filho de Deus, entende que Cristo “foi um cara maneiro para caramba”.

Destacou, ainda, que respeita todas as crenças apesar de não crer.

E se não respeitasse, hein? Será que diria algo mais impactante do que esse trecho abaixo, na mesma entrevista?

“Acho uma maluquice as pessoas acreditarem na Bíblia. Uma coisa é ler como uma série de histórias inspiradoras. Se as coisas mudaram de 30 anos para cá, imagina nos últimos dois milênios. Como é possível pegar um livro escrito há 2 mil anos, ler aquilo e seguir como código de conduta? É lógico que respeito a religiosidade das pessoas, cada um acredita no que fizer melhor para si. Só não acho que religião deva influenciar outros assuntos importantes”.

Aceitar a religiosidade dos outros, não é, primeiramente dizer que respeita simplesmente; é não desdenhar de fato. Precisava estender com tanta ênfase?

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– Viva Nossa Senhora Auxiliadora

Neste 24 de maio, é dia de alegria aos devotos marianos: celebra-se o título de Senhora Auxiliadora à Virgem Maria!

Extraído de: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=232472

DIA DE NOSSA SENHORA AUXILIADORA

Esta invocação mariana encontra suas raízes no ano 1571, quando Selim I, imperador dos turcos, após conquistar várias ilhas do Mediterrâneo, lança seu olhar de cobiça sobre toda a Europa. O Papa Pio V, diante da inércia das nações cristãs, resolveu organizar uma poderosa esquadra para salvar os cristãos da escravidão muçulmana. Para tanto, invocou o auxílio da Virgem Maria para este combate católico.
A vitória aconteceu no dia 7 de outubro de 1571. Afastada a perseguição maometana, o Santo Padre demonstrou sua gratidão à Virgem acrescentando nas ladainhas loretanas a invocação: Auxiliadora dos Cristãos.

No entanto, a festa de Nossa Senhora Auxiliadora só foi instituída em 1816, pelo Papa Pio VII, a fim de perpetuar mais um fato que atesta a intercessão da Santa Mãe de Deus: Napoleão I, empenhado em dominar os estados pontifícios, foi excomungado pelo Sumo Pontífice. Em resposta, o imperador francês seqüestrou o Vigário de Cristo, levando-o para a França. Movido por ardente fé na vitória, o Papa recorreu à intercessão de Maria Santíssima, prometendo coroar solenemente a imagem de Nossa Senhora de Savona logo que fosse liberto.

O Santo Padre ficou cativo por cinco anos, sofrendo toda espécie de humilhações. Uma vez fracassado, Napoleão cedeu à opinião pública e libertou o Papa, que voltou a Savona para cumprir sua promessa. No dia 24 de maio de 1814, Pio VII entrou solenemente em Roma, recuperando seu poder pastoral. Os bens eclesiásticos foram restituídos. Napoleão viu-se obrigado a assinar a abdicação no mesmo palácio onde aprisionara o velho pontífice.

Para marcar seu agradecimento à Santa Mãe de Deus, o Papa Pio VII criou a festa de Nossa Senhora Auxiliadora, fixando-a no dia de sua entrada triunfal em Roma.

O grande apóstolo da juventude, Dom Bosco, adotou esta invocação para sua Congregação Salesiana porque ele viveu numa época de luta entre o poder civil e o eclesiástico. A fundação de sua família religiosa, que difunde pelo mundo o amor a Nossa Senhora Auxiliadora, deu-se sob o ministério do Conde Cavour, no auge dos ódios políticos e religiosos que culminaram na queda de Roma e destruição do poder temporal da Igreja. Nossa Senhora foi colocada à frente da obra educacional de Dom Bosco para defendê-la em todas as dificuldades.

No ano de 1862, as aparições de Maria Auxiliadora na cidade de Spoleto marcam um despertar mariano na piedade popular italiana. Nesse mesmo ano, São João Bosco iniciou a construção, em Turim, de um santuário, que foi dedicado a Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos.

A partir dessa data, Dom Bosco, que desde pequeno aprendeu com sua mãe Margarida, a confiar inteiramente em Nossa Senhora, ao falar da Mãe de Deus, lhe unirá sempre o título Auxiliadora dos Cristãos. Para perpetuar o seu amor e a sua gratidão para com Nossa Senhora e para que ficasse conhecido por todos e para sempre que foi “Ela (Maria) quem tudo fez”, quis Dom Bosco que as Filhas de Maria Auxiliadora, congregação por ele fundada juntamente com Santa Maria Domingas Mazzarello, fossem um monumento vivo dessa sua gratidão.

Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Pode-se afirmar que a invocação de Maria como título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a “Virgem de Dom Bosco”.

Escreveu Dom Bosco: “A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso”.

ORAÇÃO À NOSSA SENHORA AUXILIADORA

Ó Santíssima e Imaculada Virgem Maria,
terníssima Mãe nossa e poderoso Auxílio dos Cristãos,
nós nos consagramos inteiramente
ao vosso doce amor e ao vosso santo serviço.
Consagramo-vos a mente com seus pensamentos,
o coração com seus afectos, o corpo com seus sentidos
e com todas as suas forças,
e prometemos querer sempre trabalhar
para a maior glória de Deus e a salvação das almas.
Vós, entretanto, ó Virgem incomparável,
que fostes sempre a Auxiliadora do povo cristão,
continuai, por piedade, a mostrar-vos tal,
especialmente nestes dias.
Humilhai os inimigos de nossa Santa Religião
e frustrai seus perversos intentos.
Iluminai e fortificai os Bispos e os Sacerdotes,
e conservai-os sempre unidos
e obedientes ao Papa, mestre infalível;
preservai da religião e do vício a incauta mocidade;
promovei as santas vocações
e aumentai o número dos ministros sagrados,
a fim de que, por meio deles,
se conserve o reino de Jesus Cristo entre nós
e se estenda até os últimos confins da terra.
Suplicamo-vos também, ó dulcíssima Mãe nossa,
lanceis continuamente vossos olhares piedosos
sobre a incauta mocidade rodeada de tantos perigos,
sobre os pobres pecadores e moribundos;
sede para todos, ó Maria, doce esperança,
Mãe de misericórdia e Porta do Céu.
Mas também por nós vos suplicamos, ó grande Mãe de Deus.
Ensinai-nos a copiar em nós vossas virtudes,
e de um modo especial vossa angélica modéstia,
a fim de que, por quanto for possível, com nossa presença,
com nossas palavras e com nosso exemplo,
representemos ao vivo no meio do mundo
a Jesus, vosso bendito Filho,
vos façamos conhecer e amar,
e possamos por este meio salvar muitas almas.
Fazei mais, ó Maria Auxiliadora,
que estejamos todos unidos
debaixo do vosso maternal manto.
Fazei que nas tentações
vos invoquemos logo com toda a confiança.
Fazei, enfim, que o pensamento
de que sois tão boa, tão amável e tão querida,
a lembrança do amor que tendes aos vossos devotos,
nos conforte de tal modo que, na vida e na morte,
saiamos vitoriosos contra os inimigos de nossa alma,
e possamos depois unir-nos convosco no Paraíso. Amém.

Maria, Auxílio dos Cristãos, rogai por nós.

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– Dia de Santa Rita de Cássia!

Amigos, hoje é dia de Santa Rita de Cássia! Conheça um pouco a história dessa magnífica serva de Deus:

PERFIL HISTÓRICO DE SANTA RITA DE CÁSSIA

Santa Rita nasceu em 1381 e morreu aos 22 de maio de 1457. Estas duas datas tradicionais foram consideradas corretas pelo Papa Leão XIII quando a proclamou Santa no dia 24 de maio de 1900.

Rita, filha única de Antonio Lotti e Amata Ferri, nasceu em Roccaporena, a 5 km de Cássia, e foi batizada com o nome de Margarida (MargaRITA) em Santa Maria do Povo, também em Cássia. Seus pais eram “pacificadores de Cristo” nas lutas políticas e familiares entre os Guelfi e os Ghibelini. Deram o melhor de si mesmo na educação de Rita, ensinando-a, inclusive a ler e escrever.

Aos 16 anos Rita se casou com Paolo di Ferdinando Mancini, jovem de boas intenções, mas vingativo. Tiveram dois filhos. Com uma vida simples, rica de oração e de virtudes, toda dedicada à família, ela ajudou o marido a converter-se e a levar uma vida honesta e laboriosa. Sua existência de esposa e mãe foi abalada pelo assassinato do marido, vítima do ódio entre facções.Rita conseguiu ser coerente com o Evangelho perdoando plenamente todos aqueles que lhe causaram tanta dor.Os filhos, ao contrário, influenciados pelo ambiente e pelos parentes, eram inclinados à vingança. A mãe, para evitar que se destruíssem humana e espiritualmente, pediu a Deus que tirasse a vida deles, pois ela preferiu vê-los mortos que manchados com sangue da vingança.

Ambos, ainda jovens, viriam a falecer em conseqüência de doenças naturais.

Rita, viúva e sozinha, pacificou os ânimos e reconciliou as famílias com a força da oração e do amor; só, então, pôde entrar no mosteiro agostiniano de santa Maria Madalena, de Cássia, onde viveu por 40 anos, servindo a Deus e ao próximo com uma generosidade alegre e atenta aos dramas do seu ambiente e da Igreja do seu tempo.

Nos últimos 15 anos Santa Rita teve sobre a testa o estigma de um dos espinhos de Cristo, completando, assim, na sua carne os sofrimentos de Jesus.

Foi venerada como santa imediatamente após a sua morte, como atestam o sacófago e o Códex miraculorum, ambos documentos de 1457-1462. Seus ossos, desde 18 de maio de 1947, repousam no Santuário, na urna de prata e cristal fabricada em 1930. Recentes exames médicos informaram que sobre a testa, à esquerda, existem traços de uma ferida óssea (osteomielite). O pé direito apresenta sinais de uma doença sofrida nos últimos anos, talvez uma inflamação no nervo ciático. Sua altura era de 1,57m. O rosto, as mãos e os pés estão mumificados, enquanto que sob o hábito de religiosa agostiniana existe, intacto, o seu esqueleto.

AS MENSAGENS DE SANTA RITA

Não existem livros, cartas ou diários escritos por Santa Rita. A sua mensagem provém de sua vida simples e heróica. Santa Rita é uma grande evangelizadora. Ela não anuncia a si mesma, mas o Senhor Jesus e a força do seu Mistério Pascal de cruz e Ressurreição. Santa Rita é a manifestação vigorosa do Espírito Santo, que fala e age também na Igreja e no mundo de hoje.

1. MENSAGEM ÀS MULHERES

Santa Rita, antes de mais nada, quer transmitir sua mensagem às mulheres de todas as idades e condições, porque ela conhecer pessoalmente os papéis femininos de filha, esposa, mãe, viúva e religiosa.

Santa Rita anuncia à mulher, o evangelho da liberdade, liberdade der ser ela mesma, de defender a própria dignidade e a de quem é mais fraco.

Ela proclama o evangelho da interioridade, porque sem esta, não existe liberdade, e as coisas passageiras podem facilmente seduzir e escravizar o coração.

Santa Rita encarna o evangelho do serviço, porque somente quem perde a própria vida por amor a encontra verdadeiramente.

2. MENSAGEM AOS CÔNJUGES

Santa Rita anuncia aos esposos o evangelho da fidelidade ao próprio cônjuge.

Ela proclama o evangelho do perdão, porque quem erra anda errante e somente será ajudado se não for condenado por nós.

3. MENSAGEM AOS PAIS

Aos pais, Santa Rita anuncia o evangelho da coerência, porque, de fato, só se é educador pelo exemplo.

Ela anuncia o evangelho da confiança, para que, a família, egoisticamente, não se feche ao futuro e não destrua a vida.

Ela proclama o evangelho da oração, porque abrir-se a Deus, significa construir a própria família sobre a rocha.

4. MENSAGEM AOS JOVENS

Santa Rita se dirige aos jovens de hoje como uma mãe aos próprios filhos.

Ela anuncia aos jovens o evangelho da esperança, porque a vida tem sentido, porque Deus nos ama e não nos deixa sozinhos.

Ela proclama o evangelho da obediência, porque somente partindo da humildade se constroem grandes coisas

Santa Rita anuncia aos jovens o evangelho da generosidade, porque com esforço próprio pode-se superar a lógica do ódio e da violência.

5. MENSAGEM A QUEM SOFRE

A quem sofre Santa Rita anuncia o evangelho da proximidade do Deus Crucificado, Consolador e Salvador.

Ela proclama o evangelho da fortaleza em carregar a própria cruz junto a Cristo.

Santa Rita encarna o evangelho da compaixão, porque sofre com quem sofre e socorre todo sofrimento com a sua poderosa intercessão.

6. MENSAGEM AOS CONSAGRADOS

À pessoa consagrada (religiosos e religiosas) Santa Rita anuncia o evangelho da alegria que surge da doação total a quem vale muito mais do que o cêntuplo: o Senhor Jesus.

Ela proclama aos consagrados o evangelho da comunhão, porque na tensão em configurar-se a Cristo “não mais exista homem ou mulher, e todas as divisões sejam superadas”.

Enfim, a todas as pessoas que encontra, Santa Rita anuncia o evangelho da paz universal, para que sejamos todos sempre irmãos e irmãs, filhos e filhas do mesmo Pai.

Fonte: www.santarita-oar.org.br

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– Dia de São Bernardino de Sena

A Igreja Católica celebra hoje a memória de um franciscano que é modelo para todos nós: Bernardino (em homenagem a São Bernardo), devoto da Virgem Maria, adorador da Eucaristia e eleito Patrono dos Publicitários (por divulgar tão bem as virtudes da espiritualidade cristã).

Sua história, abaixo, extraído de CançãoNova.com:

SÃO BERNARDINO DE SENA

Nasceu em Massa Marítima, na Toscana, Itália, no ano de 1380. Muito cedo, infelizmente, perdeu seus pais; mas, por outro lado, a Providência Santíssima agiu na sua formação através de tias cristãs fervorosas. Tanto que oraram, testemunharam, foram canais da Providência Divina para a vida de São Bernardino.

Numa vida de oração e penitência, ele discerniu seu chamado a uma vida consagrada, entrando para a família franciscana na Ordem dos Frades Menores. Ali, tornou-se sacerdote.

São Bernardino possuía muitas qualidades; muitas delas, sobrenaturais. Muitos dons, dentre eles, o carisma da pregação. Um homem zeloso, liderou o movimento da observância em prol de uma vivência radical do carisma franciscano. Quantas pessoas, na Itália, conheceram esse santo por causa da eficácia do nome de Jesus!

Grande devoto; tanto que nas leituras do ofício de hoje, encontramos um texto tirado de um de seus sermões: “O nome de Jesus é a luz dos pregadores, porque ilumina, com o seu esplendor, os que anunciam e os que ouvem a Sua Palavra. Por que razão a luz da fé se difundiu no mundo inteiro tão rápida e ardentemente, senão porque foi pregado este nome?”. Um grande pregador, ele reconhecia que tudo era graça na sua vida. Muitos puderam conhecer, através dos lábios desse pregador, o amor de Deus. Ele se expressou, revelou-se plenamente em Cristo Jesus na força do seu Espírito.

São Bernardino, como todos os santos e santas da Igreja de todos os tempos, foi conduzido pelo Espírito Santo. Centrado no mistério da Eucaristia, devotíssimo da Santíssima Virgem, ele se consumiu ao serviço da Palavra e do povo de Deus. No ano de 1444, ele partiu para o céu e intercede por nós para que sejamos todos servos da Palavra para glória e de Jesus.

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– A Santíssima Trindade e o Genoma

Dias atrás, a liturgia dominical celebrou a Santíssima Trindade na Igreja Católica. E resgato um texto de uma bela homilia do Papa Bento XVI, dizendo que: “O ser humano tem em seu genoma o sinal profundo da Trindade, do Deus-amor”.

Interessante, profundo e significativo!

Abaixo, da Rádio Vaticano, e extraído do Blog de Jeferson Ferreira, em: http://jefferreira.blog.terra.com.br/2009/06/07/papa-bento-xvi-fala-sobre-a-santissima-trindade/

“Deus é todo amor, só amor, amor puríssimo, infinito e eterno. Não vive em uma esplêndida solidão, mas é uma fonte inesgotável de vida que se doa e se comunica incessantemente”, destacou o Papa Bento XVI neste domingo, 7, dia da Santíssima Trindade. Cerca de 50 mil peregrinos estiveram presentes na Praça São Pedro para a oração mariana do Ângelus com o Papa. O Santo Padre lembrou as três solenidades do Senhor que a liturgia nos propõe após a festa de Pentecostes: Santíssima Trindade, Corpo de Deus e Sagrado Coração de Jesus.

Cada uma destas celebrações sublinha uma perspectiva a partir da qual se abrange todo o mistério da fé cristã: a realidade de Deus Uno e Trino, o Sacramento da Eucaristia e o centro divino-humano da Pessoa de Cristo”, destacou. Trata-se, na verdade, de “aspectos do único mistério da salvação”. “Num certo sentido, resumem todo o itinerário da revelação de Jesus”.

Bento XVI referiu-se então sobre “a Santíssima Trindade tal como a fez conhecer Jesus”: “Criador e Pai misericordioso; Filho Unigênito, eterna Sabedoria encarnada, morto e ressuscitado e o Espirito Santo que tudo faz mover, cosmos e história, em direção à recapitulação final”.

“Três Pessoas que são um só Deus porque o Pai é amor, o Filho é amor, o Espírito é amor. Deus é todo amor, só amor, amor puríssimo, infinito e eterno”.

Deus não está fechado em si mesmo, e para constatá-lo, é suficiente observar o macro-universo: nossa terra, os planetas, as estrelas e galáxias; mas também o micro-universo: células, átomos, partículas elementares.

“Em tudo o que existe, está impresso o nome da Santíssima Trindade, porque tudo provêm do amor, é voltado ao amor, e se move impulsionado pelo amor, naturalmente em níveis diferentes de consciência e liberdade”.

O Papa explicou ainda que a Santíssima Trindade, são “três Pessoas que são um só Deus, porque o Pai é amor, o Filho é amor, e o Espírito é amor”.

“A maior prova de que somos feitos à imagem da Trindade é que somente o amor nos faz felizes, pois vivemos para amar e ser amados”, disse o Papa, que usou uma terminologia científica.

“O ser humano tem em seu genoma o sinal profundo da Trindade, do Deus-amor”.

Após rezar a oração do Angelus, o Papa saudou os peregrinos em várias línguas, e em espanhol, exortou os fiéis a proclamar a fé em Deus Pai, que enviou ao mundo seu Filho, Caminho, Verdade e Vida, e o Espírito da santificação, para revelar aos homens seu imenso amor, resgatando-os do pecado e da morte.

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