– Agrados e sorrisos

Prazeres da vida –

Surpreender a filha com a bicicleta que ela sempre sonhou no dia das crianças!

Indiscritível o sorriso da nossa Marina quando ela acordou…

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– A Bandeira da Felicidade dentro das Organizações

Chefes que pensam no bem estar da equipe e na alegria de cada um de seus funcionários? Isso é possível?

Para o autor de “Felicidade dá Lucro“, sim!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2016/09/respeitar-uma-pessoa-no-trabalho-nao-e-so-falar-baixo-com-ela.html

RESPEITAR UMA PESSOA NO TRABALHO NÃO É SÓ FALAR BAIXO COM ELA.

Marcio Fernandes, CEO da Elektro, ficou conhecido por sua filosofia de gestão ancorada na felicidade. Para ele, as empresas têm de criar uma relação de afetividade com os trabalhadores — e isso não tem a ver com ser permissivo

Imagine o seguinte cenário. Uma empresa concorrente faz uma proposta para contratá-lo. Animado, você ensaia deixar o cargo atual e partir para a nova casa. Já está tudo certo para você sair. Só que o seu empregador faz uma contraproposta. E… Fica difícil negar. Se você não passou por tal situação, certamente tem um colega que sim. Mas para Marcio Fernandes, CEO da distribuidora de energia Elektro, a estratégia dessas empresas não faz o menor sentido. “É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência das pessoas”, afirma. Marcio ficou conhecido por levantar, com firmeza, a bandeira da felicidade dentro das corporações. Ele é autor do livro “Felicidade dá Lucro” (Companhia das Letras), lançado no ano passado, e suas ideias vão contra os modelos mais tradicionais de gestão.

O executivo, que assumiu a presidência da Elektro aos 36 anos, defende que, com abertura para diálogo e “convergência de propósitos”, é possível ir muito mais longe. Trata-se de uma forte relação de confiança e respeito com os trabalhadores. “A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada — isso é não cometer assédio moral.” E se engana quem pensa que a filosofia tem a ver com ser mais permissivo. Nada disso. A “régua é alta” para os funcionários. Ou melhor, “colaboradores”. No meio da entrevista, Marcio Fernandes pede para fazer um adendo: “Não falo de funcionário, falo de colaborador. Máquinas funcionam, pessoas podem optar por colaborar. É bem sensível, mas faz diferença”.

No começo de novembro, ele falará sobre como fazer da felicidade uma vantagem competitiva na HSM Expo 2016, em São Paulo. Nesta entrevista, o executivo aborda a relação que gestores devem construir com sua equipe, o lado positivo de trabalhar sobre pressão e como não deixar que a crise espalhe pessimismo dentro da empresa.

Até que ponto um gestor deve se preocupar com a felicidade de sua equipe no que diz respeito a questões que vão além do trabalho?
Ele tem de se preocupar 100%. Mas não é o “dono” do que acontece na vida das pessoas. Ele tem de ter limites de respeito — não pode invadir a individualidade de maneira alguma —, mas tem de se interessar. É importante saber se a pessoa está bem em casa, se está endividada, se está doente ou se há alguém doente na família. É o interesse genuíno. Isso porque é muito difícil chegar para alguém e dizer: “Minha visão dos seus valores está ali naquela parede, somente siga”. O cara vai odiar, nem sabe se concorda. O que fazemos é, antes de dizer o que queremos dele, perguntar o que ele quer. Se conseguimos ter esse nível de discernimento e sensibilidade, teremos uma equipe de altíssima performance porque saberemos respeitar os momentos de cada pessoa.

Se a pessoa está com algum problema, qual é o próximo passo? Como o gestor poderia interferir?
Aqui [na Elektro], oferecemos ajuda. Tem ações institucionais, como o sistema “Mais Apoio”. As pessoas podem acioná-lo a qualquer hora do dia, com total confidencialidade e anonimato, para falar de qualquer problema. Se está endividada, ela tem auxílio de um consultor financeiro para reestruturar as contas e renegociar dívidas. Ou, se preferir, pode ir direto para o gestor. Uma colaboradora está com a filha na UTI desde que nasceu. A licença maternidade já acabou, ela voltou para o trabalho, mas a menina continua no hospital porque nasceu muito prematura. Então, conversamos e construímos uma escala de trabalho que viabilize que a mãe priorize a filha. Isso gera um processo de engajamento e credibilidade que transcende a relação de trabalho. É uma relação de confiança.

O ideal, então, é que os gestores conversem frequentemente?
Dimensionamos as equipes para que o líder tenha condições reais de, durante o período de um mês, falar com todas as pessoas individualmente, com qualidade, pelo menos três vezes. Isso vai gerando um alinhamento, uma combinação melhor das expectativas. Saímos do efetivo — regras, metas — e ampliamos para o que é afetivo também.

E assim o trabalhador sente-se mais motivado?
É uma construção. A primeira coisa é abrir diversos canais para que as pessoas possam ser ouvidas. Investimos muito na preparação da nossa liderança para que ela soubesse abrir espaço para o diálogo. Historicamente, no mundo normal, o chefe é o cara que manda. Colocamos aqui uma quebra de paradigmas. Nem chamamos nossos líderes de chefes, mas de facilitadores. E também medimos o líder, em indicadores de performance, pelo desenvolvimento de pessoas. A gente não faz avaliação de desempenho, mas um diário de competências, ressaltando o que está indo bem e apontando o que precisa de melhorias — e contribui para esse processo. À medida que tudo isso se desenrola, as pessoas vão se sentindo mais à vontade para opinar, para participar, para mudar de área.

Ouço o sr. falando muito sobre respeito. Imagino que vá muito além de simplesmente não levantar a voz com o subordinado. 
A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada. Isso é não cometer assédio moral. Respeito vai muito além. Respeitamos as pessoas, por exemplo, quando não fazemos julgamento em relação às escolhas que ela faz — sejam opções pessoais ou de carreira. Não fazemos um trabalho para que a pessoa fique onde a gente quer que ela fique. A gente trabalha para que elas fiquem onde elas sonharam ficar. Ela não precisa mentir para fazer uma média com o chefe. Aqui ninguém faz média. Todo mundo sabe que os facilitadores são medidos pelo desenvolvimento de pessoas. Se a pessoa for sincera com ele e sincera consigo mesma, ela vai buscar o que sonha. E nós vamos respeitar. O normal é o vertical: o cara entra em uma posição de advogado júnior, vai para advogado pleno, depois advogado sênior, depois gerente do jurídico. Aqui a gente deixa aberto para ele dizer, em uma conversa franca, o que quer. Ele pode dizer que o sonho dele é trabalhar no RH. Aí, fazemos uma análise do que ele tem e do que ainda falta para ele conseguir a vaga que busca, ele vai investir nele mesmo e vamos ter um programa de educadores. Quando fazemos isso, conseguimos uma grande convergência de propósitos. Todo mundo ganha.

Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média”

No momento econômico turbulento pelo qual passa o país — quando todos são mais cobrados —, como não deixar que o pessimismo se espalhe dentro da empresa?
Essa é uma dúvida recorrente. A crise, muitas vezes, degenera a vontade das pessoas de lutar. Parece que a guerra está perdida — elas acabam aceitando muito passivamente. Chegam a usar esse momento difícil como justificativa para insucessos individuais. Também muitas empresas falam da crise como a grande culpada de tudo. O que temos feito para nos blindar e impedir que as pessoas se influenciem é, basicamente, duas coisas. Primeira: criar movimento. Significa fazer com que a vida da pessoa passe a ter ritmo, que não seja só guiada. Tem que ser uma vida de protagonismo, de autonomia. A segunda parte: dar abertura total a propostas. Ao mesmo tempo em que vivemos uma crise, estamos batendo recordes de eficiência gerados pelo protagonismo dessas pessoas. A gente tem, sim, dificuldades. Afinal, a crise nos afeta, já que o consumo de energia diminui. Mas por outro lado, a gente chega a quase 30% de eficiência em custos, sem fazer nada absurdo. Pelo contrário, a gente fala de eficiência e não de corte. As pessoas é que estão sendo as protagonistas disso. A gente promove uma verdadeira revolução no currículo das pessoas que querem fazer coisas diferentes. A abertura para propostas faz com que as pessoas queiram participar. E as pessoas que participam têm mais reconhecimento. Elas entram em um ambiente de movimento contínuo. Todo esse movimento faz com que não se sintam vulneráveis à crise.

Então mais pressão não precisa significar menos chances de ser feliz?
Costumo dizer que a pressão é só mais um ingrediente. Eu, por exemplo, gosto de ambientes com um pouco mais de pressão. A gente precisa de algum gatilho. Em momentos de pressão, as pessoas tendem a se movimentar com mais ênfase. E o que seria um motivo para pessoa ficar triste e frustrada, torna-se o contrário. Porque ela teve uma disciplina maior para buscar aquilo que sonhou e, óbvio, terá mais êxito.

Muitas pessoas criticam a ideia de que você tem de buscar felicidade o tempo todo. Você discorda delas?
Não. Acho que é impossível buscar o tempo inteiro a felicidade. Realmente existem momentos que não são considerados felizes. É só que, na minha opinião, precisa ter sempre uma conexão muito clara com propósitos. Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que você fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média de pessoas.

Sua filosofia tem a ver com acabar com a ideia de que existe uma vida no trabalho e outra fora. Quando essas duas se convergem?
Elas estão sempre misturadas. O problema é quando tentamos separar. Na minha visão, quando você fala “na minha vida pessoal, eu não sou assim” ou “no meu trabalho tenho que assumir uma postura diferente da minha vida pessoal”. Isso gera um peso. É uma máscara difícil de carregar e manter. Sou um grande adepto da ideia de que temos uma única vida. E ela não é divida em duas partes. Eu sou o que eu sou no trabalho. E eu sou o que eu sou na vida pessoal. As duas coisas são a mesma. O que é importante deixar bem claro é que há quatro momentos que a gente precisa garantir. O tempo para trabalhar, o para família, o para dormir e o para você mesmo. Não significa sejam excludentes.

Quais são os piores exemplos que já observou em empresas?
Tem inúmeros exemplos. A perda de produtividade está na falta de coerência, por exemplo: “faça o que eu falo, não faça o que eu faço”. Isso é muito frequente, infelizmente, nessas empresas com gestão tradicional, fadada à morte. Essa coisa da retenção também. É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência da pessoa. É péssimo. A gente nunca passa da média. Quem quiser ficar aqui tem de ser por uma opção de vida. E ainda há empresas que fazem debate sobre políticas de retenção. Acho isso tão imbecil.

O que tem de ser feito no lugar?
Para mim, um processo de encantamento, para que a pessoa decida trabalhar com você.

Como um gestor pode ajudar o colaborador a encontrar seu propósito?
Você não cria um propósito no trabalho para a pessoa. Você pega o propósito que a pessoa tem para a vida dela e converge para os seus propósitos de trabalho.

Atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa”

Como assim?
Digamos que a empresa tem o propósito de ser a maior do Brasil, com a maior rentabilidade, com o melhor serviço ao cliente. Esse é o propósito de uma empresa.  Aí você pega a pessoa e vê qual é o propósito de vida dela. E você tem de conversar com pessoa por pessoa para saber. Você vai mapear isso, registrar e fazer com que os propósitos de empresa e das pessoas seja convergente. Eu já tive uma discussão com o diretor de uma empresa do setor financeiro. Ele disse que criava propósito para as pessoas: atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa. A pessoa pode olhar e questionar: “essa empresa só quer isso de mim?”. Isso é o que ela vai fazer porque você está pagando. O que é preciso saber é o que a pessoa quer para a vida dela. Ela vai ver que existe interesse genuíno. Não dá para você ficar mandando, obrigando, fiscalizando as pessoas o tempo inteiro. O controle custa caro demais, então a gente precisa criar convergência de propósito.

Depois de virar referência em felicidade, a procura por cargos na Elektro aumentou?
Nossa, muito. Tivemos um aumento muito legal. A gente fazia programa de seleção de estagiários e, para completar o número de vagas, dava um trabalhão. Afinal, o setor de energia elétrica não é muito sexy. Então a gente sofria. Agora, vou dar o exemplo do último programa que a gente fez. Foi no meio do ano, período não muito comum para procurar estagiários. Tivemos também 20 vagas — só que 60 mil inscrições. Foi de cair da cadeira. No final, acabamos ampliando o programa e chamando 40.

Ser um líder de que todos gostam pode afetar a maneira como o gestor faz suas decisões?
A gente não é uma ONG. Todas as lideranças aqui são, sim, admiradas. Mas o que as faz ser assim não é serem paternalistas ou simplesmente passivas. É fazer tudo com ética, justiça, coerência. Ser admirado como gestor é resultado de uma gestão transparente, aberta, participativa. Não é que você pode fazer coisas erradas. “Ah, não vão me mandar embora.” Pelo contrário, temos uma régua muito mais alta agora que nos tornamos exemplo.

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– E o Bullying às Avessas?

O escritor Rodrigo Constantino, em sua coluna semanal na Revista Isto É, cutucou um tema doloroso para o mundo de extremo-liberalismo: o “bulliyng do ‘corretinho’ cidadão”.

Antes, a preocupação era bolinar (sim, o termo aportuguesado é esse) contra as minorias. Mas quem são esses indivíduos “diferentes dos dias atuais”?

Leia o texto até o final e depois responda: você tem vergonha de ser o que você realmente é?

Extraído de: http://istoe.com.br/saindo-do-armario/?platform=hootsuite

SAINDO DO ARMÁRIO

João era um aluno exemplar. Não matava aula para fumar maconha, não fazia bagunça, não desrespeitava o professor, nem mesmo quando ele aparecia com um broche do seu partido na escola, o que é proibido. Sentava na primeira fila e tirava notas boas. Mas João tinha um “problema”, e por isso sofria bullying dos colegas, era alvo do escárnio de seus pares, e até o professor o intimidava.

Pedro queria muito ser um cineasta. Desde cedo via tudo que era filme, adorava os melhores diretores, lia sobre o assunto, era muito esforçado. Acabou acumulando um vasto conhecimento na área, de dar inveja aos melhores profissionais do ramo. Mas Pedro tinha um “defeito”, e por isso era constantemente boicotado, não recebia um só centavo da Lei Rouanet.

Mariana era uma boa menina. Numa vizinhança dominada pelo tráfico, ela fazia questão de usar uma roupa decente, de falar um português correto, gostava de música clássica e lia Shakespeare, além de cuidar da avó. Ela namorava firme e frequentava a missa aos domingos. Mas Mariana tinha um grave “ponto fraco”, e por isso era ameaçada pelos vizinhos.

Tanto João como Pedro e Mariana eram liberais com viés conservador. Eram, portanto, a menor minoria de todas em seus respectivos ambientes. Na escola de João, a maioria era socialista, inclusive o professor, que bancava o militante em sala de aula e escrevia “Fora, Temer” no quadro. Havia adesivos do PSOL no mural, e o grande “problema” de João era não aderir ao politicamente correto, preferir ler os clássicos em vez de repetir slogans marxistas. Sofria represália por isso.

Já Pedro tinha excelentes ideias de filmes, queria falar sobre o amor entre um homem e uma mulher, sobre virtudes como o heroísmo individual, a coragem, a determinação. Coitado! Era ridicularizado por todos, alvo dos mais duros ataques daqueles que recebiam polpudas verbas públicas e faziam filmes elogiando comunistas. Pedro era um estranho naquele ninho, uma minoria punida por seu “defeito”: a ideologia errada.

Mariana, por sua vez, só queria ser feliz com seu namorado, absorver as lições bíblicas aos domingos, mergulhar nas incríveis histórias shakespearianas sobre a natureza humana, imutável ao longo dos séculos. Mas não a deixavam em paz. Ela era vítima dos mais sujos rótulos, pois não simpatizava com o movimento feminista, não era da turma LGBT, não achava que banalizar o aborto era algo legal.

Por muito tempo os três sofreram calados a condição de minorias atormentadas. Não mais! Agora eles decidiram sair de vez do armário. Resolveram se assumir pelo que são: liberais clássicos e conservadores, fãs de Reagan e Thatcher, ou “coxinhas reacionários” pela ótica de seus detratores. Passara da hora de reagir…

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– O domingo bonito clicado em 8 fotos

Bom dia! Mais uma oportunidade para viver intensamente a vida, dom gratuito do Pai.

Para ter a energia necessária, bem cedinho fui correr. Foto 1:

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Com bastante concentração, corri e meditei com a memória de São Nicolau de Tolentino, homem de Deus (celebrado pela Igreja Católica hoje) que é considerado um grande intercessor pelas almas do Purgatório (sua história aqui: santossanctorum.blogspot.com.br/2012/09/sao-nicolau-de-tolentino-padroeiro-das.html?m=1). Foto 2:

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Depois do cooper, uma caminhada revigorante com a alvorada colorida na divisa de Jundiaí com Itupeva. Foto 3:

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Pós-treino, alongando entre as flores do jardim. Foto 4:

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Indo trabalhar depois de tanta atividade física, e o lindo sol vai comigo na foto 5:

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E agora, 08h45, uma pausa para contemplar o céu. Olha só que azul infinito. Foto 6:

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Ótimo domingo para todos nós!

Ops: depois do trabalho, minha tarde será exclusiva à patroa e às minhas duas maluquinhas. Como não ficar derretido?

O sorriso da caçulinha Maria Estela Porcari, foto 7:
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A alegria da primeirinha Marina Porcari, foto 8:
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Obrigado, vida!

– Nossa Bodas de Cristal!

Hoje eu e a minha querida Andréia celebramos 15 anos de casamento! Se todo dia me questionassem se valeu a pena, reafirmaria que sim, cada segundo valeu, vale e sempre valerá!

  • TE AMO, MINHA ESPOSA AMADA!

E sabem o que significa o símbolo de “Bodas de Cristal“?

Extraído de: https://www.significados.com.br/bodas-de-cristal/

BODAS DE CRISTAL

O cristal é um vidro de altíssima qualidade e transparência, características que devem ser associadas ao relacionamento do casal quando chegam ao décimo quinto ano de união.

As bodas de cristal fazem referência ao elevado nível de maturidade que, supostamente, a relação atingiu ao longo dos quinze anos. A transparência, confiança e dedicação entre o casal são fundamentais para construir um casamento de qualidade.

palavra “boda” se originou a partir do latim “vota” / “votum”, que pode ser traduzida literalmente como “promessa”.

A “boda” – mais usada no plural “bodas”, é uma comemoração do aniversário do casamento na qual o casal deve fazer uma renovação dos compromissos afirmados, sob um juramento, por ocasião da celebração do casamento.

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– Coaching para ajudar a escolher a carreira adequada em busca da felicidade profissional!

Um dos grandes desafios aos jovens é “escolher a profissão”. Muitas vezes os testes vocacionais não são suficientes, e para escolher a felicidade profissional, busca-se o auxílio de um coach.

Compartilho interessante matéria, extraído do Jornal de Jundiaí (Modulinho Empregos, página 1, ed 1024, 27 de agosto de 2017, por Simone de Oliveira).

COACH DE CARREIRA COMO OPÇÃO PARA QUEM DESEJA OTIMIZAR A PROCURA DO EMPREGO

Sabemos que a escolha da profissão é um dos momentos mais importantes na vida de um jovem, já que determina os caminhos que serão seguidos por longos anos.

Trata-se de uma decisão extremamente difícil para ser tomada aos 18 anos por alguém que, quase nunca, tem a maturidade necessária para identificar quais são os seus principais talentos e vocações. O resultado deste cenário: muitos optam pela área errada e, futuramente, ficam insatisfeitos no trabalho.

O que nem todos sabem, porém, é que os equívocos na hora de determinar os próximos passos da carreira não ocorrem apenas entre os jovens. Muitos adultos, com vasta experiência no mercado, também erram bastante ao tentar mudar de área ou mesmo ao tentar crescer na profissão. De acordo com a ABRH (Associação Brasileira de RH), quase metade dos brasileiros está infeliz com o que faz da vida – e esses dados não estão apenas relacionados à profissão escolhida, mas também à falta de reconhecimento, ao excesso de tarefas e aos problemas de relacionamento.

No passado, as pessoas costumavam delegar as decisões de suas carreiras para as organizações, que traçavam quais seriam os próximos passos a seguir. Hoje, as companhias oferecem as oportunidades, mas a responsabilidade pelo próprio sucesso está cada vez mais nas mãos dos profissionais. No entanto, entender o seu perfil e identificar os melhores caminhos e estratégias é uma tarefa difícil, que necessita de um plano estruturado e muito bem planejado. Isso pode exigir a ajuda de um profissional especializado, seja para fazer uma transição de carreira, mudar de profissão, desenvolver as competências necessárias ou fazer planos para o futuro.

Neste cenário, o primeiro passo a ser tomado é investir no autoconhecimento. Por se tratar um processo muito complexo, muitas pessoas optam por contratar um profissional de coaching, que pode ajudá-las a refletir, a planejar ações de melhoria e a conhecer os próprios desejos e capacidades, o que é fundamental para identificar onde devem se inserir no mercado. Saber exatamente o que mais gera incômodo no trabalho atual e o motivo de isso ocorrer, certamente, trará mais clareza sobre os passos seguintes.

Antes de tomar decisões, é preciso se questionar: o que é mais importante para mim, ter um bom salário ou trabalhar em um ambiente agradável e sem pressão? Ter uma rotina fixa ou contar com maior liberdade de horário? A felicidade profissional tem muito a ver com o que sabemos de nós mesmos, quais são os nossos principais valores pessoais e como gostaríamos de estar inseridos no mundo.

Neste processo de autoconhecimento e descoberta, com cerca de dez encontros semanais e foco em um objetivo especifico, o profissional de coaching ajuda as pessoas a se entenderem melhor e a descobrirem aonde querem chegar. Ele não trará respostas, mas ajudará o profissional a encontrá-las dentro dele. É preciso, porém, estar disposto a se abrir de uma forma bastante profunda, ter uma atitude ativa e planejar objetivos, já que o processo só funciona quando há muito comprometimento e um plano de ação com metas específicas.

Qualquer pessoa pode procurar a ajuda de um coach, desde que tenha consciência de que a felicidade não depende de mais ninguém além dela mesma.

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– Domingo de felicidade em 6 cliques:

Feliz por acordar e poder ir correr:

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Feliz por rezar, pedindo e agradecendo:

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Feliz com a beleza das flores:

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Feliz pela inspiração da natureza:

bomba.jpgFeliz pela fofurice da caçulinha:

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Feliz, enfim, pela família maravilhosa que Deus me deu:

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Ótimo domingo de felicidade para todos!

– Análise da Arbitragem de… ah, esquece!

Dando uma passada bem rápida na Internet, leio que o São Paulo venceu com um pênalti inexistente, que Cristiano Ronaldo foi expulso injustamente, etc, etc, etc.

Hoje não assisti (e nem assistirei) absolutamente nada! É dia dos pais, e não há nada no mundo mais prazeroso do que ter uma família.

Portanto, abdico das minhas costumeiras análises e desejo, mesmo que agora à noitinha, um feliz Dia dos Pais a todos!

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minha família

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minha caçulinha antes e depois do hospital

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minha primeirinha sempre sapeca!


PARABÉNS A TODOS OS PAPAIS E VOVÔS!

– Um sorriso maravilhoso da Vovó

Coisas puras valem a pena, não?

Olha só a tia Lalá dando mamadeira à netinha! Minha madrasta, a Laura, que carinhosamente apelidamos de tia Lalá, hoje é a Vovó Lalá da Marina, da Estela e do Miguel. Os netos se divertem com ela e com o Vovô Lili. E o sorriso no rosto não esconde o carinho e a felicidade sincera.

Te amamos, tia Lalá!

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Aliás, os primeiros sorrisos gostosos dela aqui, no vídeo abaixo:

– Acabou a 6a feira. Ufa!

Bom dia. Ou melhor, boa noite, afinal o dia foi cheio de atividades e só agora (19h) parei para respirar.

Dias assim requerem ânimo, fé, saúde. Para tanto, fui correr na madrugada no cooper-corujão. Foto-motivação abaixo:

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Durante a corrida, pensando em coisas santas. Hoje, na ação evangelizadora de São José de Anchieta, o apóstolo do Brasil, celebrado hoje (dia de Anchieta). Foto reflexão:

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Mesmo com o frio, pós-treino, fiz o alongamento e esfriei o corpo no jardim, admirando a beleza (e sentindo o perfume) das flores. Nossa foto-contemplação:

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Indo para a labuta, inspirando-me nesse céu das 06h30 que despertou a cidade. Nossa foto-admiração.

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Por fim, mais de 12h depois… retornar à casa! E me deparar com o sorriso da esposa e das filhotas me esperando. Em especial, dessa guerreirinha que deveria ter 4 dias de vida mas resolveu se adiantar beeeeeeeem mais! Reparem na mãozinha dela e seus mini-dedinhos pegando o meu dedo. Foto-paixão do paizão:

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Espero que tenha sido uma boa sexta-feira à todos vocês. Que sábado seja melhor ainda!

– Hoje seriam 40 semanas na barriga. Mas já está a quase 2 meses conosco!

Nossa Maria Estela Porcari completaria 40 semanas de gestação exatamente hoje! Só que a danadinha se adiantou bastante e desejou vir ao mundo bem antes.

Depois de fazer um “test drive” de reconhecimento por alguns dias (na UTI e no quarto do hospital), ela mesmo providenciou a mudança para o lar doce lar que seria (e é) seu ninho de amor. Só conhecia o papai e a mamãe (e meia hora por dia, permitidos pelas enfermeiras), e agora conhece a irmãzinha, os vovôs e vovós, titios e titias (além dos priminhos e priminhas). Só que por ser tão miudinha (ainda está com 2,5 kg aproximadamente), está frágil e não pode passear (nem receber visita – buááá – pois ainda não tem imunidade). E dá-lhe fraquinhos de álcool gel pela casa inteira.

O importante é: Papai do Ceeu foi generoso e, pouco a pouco, Estela vem crescendo em Graça, Saúde, Tamanho, Beleza e Simpatia!

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– Depois do susto, voltamos. Tomando cuidado com a Síndrome de Hellp!

Ufa! Voltando às Redes Sociais depois de uma boa ausência.

Fiquei fora por alguns dias. Minha querida esposa Andréia precisou ser internada por um mal estar no estômago. Na madrugada, após alguns exames, a pressão dela subiu para 17×11 e chegou em meia hora a 19×9. A preocupação foi enorme. Pelos sintomas apresentados e pelos exames durante a noite/dia, tivemos uma suspeita de ser a “Síndrome de Hellp” (com dois “eles” mesmo). HELLP significa: hemólise (H, hemolytic anemia), enzimas hepáticas (EL, elevated liver enzymes) e baixa contagem de plaquetas (LP, low platelet count).

Internada na ala da maternidade do Hospital Santa Eliza, fez ultrassonografia de emergência, colheu todo o material necessário, recebeu atenção especial das enfermeiras e foi muitíssimo bem cuidada e orientada pela Dra Camila Cristina (do pronto-socorro de Ginecologia) e pelo seu médico, o Dr Ricardo Porto Tedesco. Aliás, o Dr Tedesco é mais do que um médico, é um ser humano especial.

Com a Graça do bom e querido Deus e as orações dos amigos, depois de alguns dias internada, a Andréia recebeu alta, está super animada em casa, sem dor, medicada e com a certeza total de que não foi vítima da Síndrome de Hellp, mas de um problema pontual de fígado que a maltratava e ludibriava os médicos. A Estelinha, nossa filhota, tirou um sarro da gente dizendo: “Papaizinho, pensou que eu queria sair da barriga da mamãe dois meses antes, é? Te peguei”.

Brincadeiras à parte, às mulheres grávidas: saiba mais dessa enfermidade com esse resumo do GuiadoBebê.com.br:

SÍNDROME DE HELLP

Uma complicação obstétrica rara, pouco conhecida e de difícil diagnóstico, que acontece durante a gravidez ou no pós parto.

Pouco se ouve falar da Síndrome Hellp. Ela é uma complicação obstétrica rara, pouco conhecida e de difícil diagnóstico, que acontece durante a gravidez ou no pós parto, podendo causar a morte da mãe.

Normalmente, a Síndrome de Hellp ocorre com o agravamento no quadro de mulheres que sofreram de pré-eclâmpsia, ou seja, hipertensão gerada pela gravidez. Estima-se que 8% das gestantes que sofrem de pré-eclampsia desenvolvam a síndrome. Esse número indica, em porcentagem geral, que o problema atinge de 0.2% a 0.6% das gestações.

Os sinais e sintomas dessa complicação, em um primeiro momento, podem ser confundidos com o quadro de pré-eclampsia grave, ou seja, aumento da pressão arterial e inchaço. Quando o quadro se agrava, resulta em edema agudo dos pulmões, insuficiência renal, falência cardíaca, hemorragias e ruptura do fígado, podendo levar a morte materna.

Quando a doença é diagnosticada, através de exames laboratoriais e clínicos, o tratamento indicado é interromper a gestação, independente da fase gestacional, para que o quadro geral da mãe seja corrigido. Muitas vezes, dependendo da idade gestacional do feto, ele não sobrevive.

As mulheres com maior predisposição para desenvolver a doença são as que sofrem de doenças crônicas do coração e rim, pacientes com diabetes ou lúpus. Infelizmente, não há nenhuma maneira de evitar a doença. Apenas as pacientes que já tiveram a Síndrome de Hellp, ao engravidarem pela segunda vez, podem tomar algumas providências para diminuir o risco.

Em geral, ajuda manter o peso controlado, fazer uma dieta adequada e ter um estilo de vida saudável. O pré-natal bem assistido é importante para detectar qualquer alteração na saúde da mãe e do feto precocemente e tomar as medidas para evitar que o quadro evolua para um estado grave.

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