– Tbt de alegria, parte 1

Hoje é dia de recordar fotos?

Ok. Lembremo-nos de bons momentos, começando o dia com este sorriso, que poderia ter como título FELICIDADE!

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Ser feliz a qualquer custo! Ou não?

Jonathan Rottenberg é um renomado psicopatologista! E ele tem uma tese interessante: crê que o mundo “vive uma epidemia de depressão porque as pessoas querem se satisfazer a qualquer preço”.

Sabe aquela criança mimada que quer tudo e quando não tem fica emburrada? Assim também os adultos fazem, só que se deprimindo.

Ele alega que as pessoas têm a necessidade de buscar a felicidade pois foram condicionadas a isso, e tal situação faz mal a elas.

Aceitar a infelicidade é, portanto, saudável.

Profundo ou frustrante tal pensamento? Concorda ou discorda?

 

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– Bom dia, 5a feira. Em 5 cliques:

👊🏻 Bom dia!
Tempo nublado com a chuva chegando. Sem enrolar: vamos correr?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhoraDoSantíssimoSacramento, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade #SantíssimoSacramento

🌺 Fim de #cooper.
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores. Hoje, “do ladinho da #floreira”!
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #natureza #esporte #alongamento

🌅 Desperte, #Jundiaí.
Quase 7h, #frio, mas um pouco de #cores no #horizonte em meio ao #céu cinzento.
Que a #QuintaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #photo #nature #morning #alvorada #natureza #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

🙂 Ops: E aproveitando: bateu uma nostalgia…
Ô saudade de abraçar, beijar e fazer muita bagunça com as pessoas que eu amo… estando livre de preocupações de contágio e segurança sanitária.
Se Deus quiser, logo normalizará!
👊🏻❤️ #amor #família #carinho #felicidade #paz

Ótima jornada a todos.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– E quando voltaremos a brincar no Litoral?

‪Ô vontade de ir à praia com a família…‬

Paciência! Tudo passa. Que chegue logo ao fim a pandemia para voltar a brincar na areia e pular onda com as crianças.‬

(‪Na foto abaixo, o #tbt de um dia bem gostoso no mar.‬)

– Paternidade é algo divino.

Confesso: nos meus pensamentos na infância, nunca me imaginei sendo pai de meninas, sempre de meninos. Afinal, eu era uma criança também.

Na juventude, nos meus mais belos desejos de constituição familiar, eu, por motivo talvez de não ser tão maduro, imaginava ter garotinhos gritando: “pai, vem jogar bola com a gente”.

Adulto, casado, embora tendo falado para os médicos de que “tanto faz ser um ou uma bebê”, ao saber que seria pai da Marina… Surpresa! Inesperado, pois, no íntimo, provavelmente eu estava esperando que era um menininho. Mas me senti um super-herói, importante, responsável, orgulhoso… afinal, nunca tinha imaginado ser pai de menina. E é ótimo ser pai dela.

Daí veio a segunda gravidez. Mesmo discurso, tanto faz, mas… eu achava que seria um menino. Não que eu desejasse que fosse, realmente estava no “tanto faz, eu quero somente que consiga nascer saudável…”. Mas quando soubemos que estava vindo a Estela (que pelas dificuldades que passou virou Maria Estela pela graça alcançada junto a Jesus pela intercessão de Nossa Senhora), me senti duplamente um super-herói, importante, responsável, orgulhoso… E ser pai dela é ótimo também.

As duas filhas são idênticas em alguns momentos, e em outros, completamente diferentes. E isso não quer dizer que seja ruim, simplesmente diferente (e maravilhoso).

Eu amo estar com elas. Adoro ser pai, e com minhas meninas descobri que isso, a paternidade, é vocação e presente divino.

A responsável por isso? Andréia, a dona da pensão, minha tampa da panela, a esposa querida!

Obrigado, Deus. O que mais posso querer? Estes sorrisos me bastam.

– #Tbt de um dia especial!

Já viu um mega dente-de-leão? Andando de bicicleta, nós vimos 3!

As crianças ficam felizes com qualquer brincadeira inocente, como a de assoprá-los. E isso é muito bom.

Foi um ótimo dia de diversão com minha Estelinha se divertindo para valer. Viva a liberdade (que e breve, há de voltar).

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– A Felicidade Organizacional depende de quem?

Compartilho o ótimo artigo sobre bem-estar e clima organizacional, produzido pela i9 Consultoria Empresarial. Nele, a boa e inteligente discussão sobre crenças e mitos do ambiente de trabalho, bem como relacionamentos e condutas.

Vale a pena ler!

Extraído de: http://i9consultoriaempresarial.blogspot.com.br/2014/01/o-cracha-da-felicidade.html

O CRACHÁ DA FELICIDADE

por Cristiana Almeida, psicóloga

Será que a felicidade tem crachá para adentrar os portões das empresas? Se você já conversou com pessoas cujo repertório resume-se a reclamações e a angústias quanto ao ambiente corporativo, certamente notou que, para elas, a satisfação profissional é utopia. Mas será possível viver esse sentimento em um contexto onde as subjetividades caminham juntas às metas a cumprir?

Onde é preciso atuar diante de incertezas e de exigências de desempenho cada vez mais elevadas? No qual os relacionamentos são pautados pela diversidade de pensamentos e de valores pessoais e em que são necessários inúmeros malabarismos para prover o mínimo de dedicação à vida pessoal?

A resposta para essas questões dependerá das percepções que temos a respeito da nossa vida profissional que, muitas vezes, estão posicionadas sobre destrutivos paradigmas. Dentre as várias crenças que impedem o bem-estar no ambiente de trabalho, existem três muito comuns. Desde já, pense em deletá-las!

A primeira é a de que “Trabalho serve para ganhar dinheiro e só!”. Ela também pode ser observada em frases como “A parte boa do trabalho é o dia 5 e o dia 20” ou “eu sou somente um número”. Por essa ótica, é evidente que a pessoa não enxerga o significado nem a importância do trabalho que executa, porque sua visão está “embaçada”. É necessário romper essa barreira para recobrar a consciência em relação ao significado dele. O trabalho deve ser emancipador, mas não apenas sob a ótica financeira e sim pelo crescimento que traz ao nos colocar diante de desafios e de situações inesperadas. Lembre-se de que a atividade profissional deve ter o sentido de contribuição e de prestígio para a própria pessoa que a desenvolve. Isso traz felicidade!

A segunda crença a ser eliminada é aquela em que se condiciona a felicidade profissional a fatores sobre os quais não é possível exercer controle. Os portadores desse tipo de convicção manifestam seus sintomas por frases assim: “Esse trabalho seria muito bom, não fosse o meu chefe, o colega, o sistema, o cliente etc.” ou por falas como: “Se as coisas voltassem a ser como antes, aí sim”.

Tais profissionais posicionam-se como vítimas das circunstâncias e vivem em função de suas próprias reclamações. Eles se esquecem de que sempre há pelo que agradecer, a começar pela própria oportunidade de trabalho, passando pelo convívio com os colegas, pelos impasses que geram aprendizado, pelo salário e pela saúde para trabalhar. A gratidão desperta a felicidade! Além do que, não há tempo mais apropriado do que agora para mudar sua história. Desavenças não podem ser prioritárias ao ponto de desestimular a satisfação no contexto profissional. Se havia maior felicidade no início da carreira, é preciso refletir sobre quais elementos eram responsáveis por esse sentimento, a fim de que ele seja rapidamente resgatado.

A terceira crença leva seu adepto a imaginar que as pessoas são coadjuvantes de sua própria história. O chamado “perfil conformista” é notado em falas como “O meu tempo já passou, olha a minha idade!”; “Aqui é difícil crescer, não vou perder tempo me esforçando, nem dinheiro com estudos”; “Eu não penso em sair daqui porque todo lugar é a mesma coisa” ou ainda “O sol brilha somente para alguns”.

Os antídotos para os efeitos dessa crença estagnante são posicionar-se como protagonista de sua trajetória, assumir o controle, não se dar prazo de validade, ousar se desconfortar, pensar em mudanças, e, principalmente, provocá-las. Quando a pessoa acredita ser a única responsável por “fazer acontecer”, percebe que o crescimento no ambiente de trabalho depende de suas próprias atitudes e entende que os limites são impostos por ela mesma, a satisfação profissional aparece, sem demora!

A felicidade no ambiente de trabalho existe e é uma responsabilidade pessoal, que não pode ser delegada a terceiros ou atribuída a todo tipo de circunstâncias, como a sorte. Então, quanto à pergunta: a felicidade tem crachá para adentrar os portões das empresas? A resposta é simples: depende de você!

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– #Tbt: Shrek ou Burrinho?

Uma boa lembrança –

Tem dia que minha filhotinha diz: “Papi, hoje você vai ser um príncipe”. Em outros: “você vai ser um herói”. Mas hoje: “Papi, hoje vamos brincar de Shrek, eu vou ser a Fiona e você o burrinho”!

O pior é que ela caprichou nas minhas orelhas…

💖 #PaiDeMeninas #Amor #Diversão