– Boa 5a, Boas Recordações e Aspirações!

Começou muito bonita a 5a feira! Olha só a postagem mobgráfica há pouco:

06h15- Desperte, #Jundiaí, c’o infinito colorido da Serra da Ermida lá no canto!
Uau…
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #AmoJundiaí

Inspirado pela beleza deste clarear, aproveito e, como 5a é dia de #tbt, posto o meu “desafio de 10 anos” que publiquei nas Redes Sociais. Repararam que esta é a brincadeira do momento na Internet? O “antes e depois” separados por uma década? Legal recordar:

Na foto mais acima, #10yearschallenge (tem duas “pessoinhas” a mais).
Na foto mais abaixo, #9yearschallenge (duas irmãs separadas pela idade, mas com o mesmo carinho do Papai).
👨‍👩‍👧‍👧 #PaiDeMeninas #carinho #amor #family

Sendo assim, excelente dia para todos, a fim de alcançarmos nossos sonhos inspirados pelas nossas boas lembranças e vivências!

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– A menina e a cachorrinha

‪Quando as crianças e os animais estão em perfeita harmonia!‬

‪Vejam só o sorriso inocente e puro da nossa bebê quando faz carinho na nossa cadelinha.‬

‪❤️🐶🧡👼🏻💛‬
#baby #dog #amor #criança #pet #pureza #inocência #fofura ‬

Em: https://youtu.be/OtFWUj1CYTA

– Pesquisas polêmicas para manter um casamento feliz!

Se ouvisse de um amigo que existem pesquisas científicas que resultaram em 7 boas dicas para um casamento feliz, você acreditaria na eficácia delas?

Eis os aconselhamentos e diga: concorda ou não? Em: http://t.co/ODHUAmwt

7 DICAS CIENTÍFICAS PARA TER UM CASAMENTO FELIZ

por Thiago Perin

Biscoitinho da sorte: o casamento permite que você irrite uma pessoa especial pelo resto da sua vida.”

Todo mundo sabe que casamento não é das coisas mais fáceis. Seja você um romântico que sempre sonhou com a vida a dois ou um bon vivant que foi, de alguma forma, empurrado para a união eterna, o cenário é o mesmo: é preciso rebolar um pouquinho para que o relacionamento dê certo. Mas, veja só: eis que a ciência aparece para ajudar nesse desafio. Está solteiro? Anote aí o que procurar no parceiro ideal e já comece a planejar suas táticas pós-aliança. Já se casou? Hum, seu caso é mais grave, mas nem tudo está perdido. Confira, então, o que você ainda pode fazer para melhorar esse laço. E seja, com sorte, feliz para sempre.

Diga sempre “nós”, nunca “eu”.
Quem usa mais pronomes como “nós” e “nosso” nas discussões com a cara metade tem brigas menos longas e desgastantes (consequentemente, vive mais tranquilo) do que os casados que abusam dos “eu”, “você”, “meu” e “seu”. Pesquisadores americanos chegaram a essa conclusão após observaram os papos de 154 casais. Especialmente entre os que estavam juntos há mais tempo, o discurso individualista era um forte sinal de que o casamento não ia nada bem.

Sendo mulher, escolha um cara rico.
Eles são pais mais presentes, o que, além de criar um clima mais “comercial de margarina” na sua casa, ainda faz bem para o cérebro dos pequenos: segundo pesquisadores do Reino Unido, os filhos de pais mais “bem de vida” tendem a ter QIs mais altos. E ah, outro detalhe interessante: os caras cheios da grana dão mais orgasmos às esposas, segundo um outro estudo britânico.

Sendo homem, escolha uma mulher mais bonita do que você.
Todo mundo fica mais feliz neste cenário. É o que mostram os resultados de um estudo da Universidade de Tenessi (EUA). Em testes feitos por lá, foi constatado que ambas as partes do casal se declaram mais satisfeitas com o relacionamento quando a esposa é mais atraente do que o marido.

Fuja das mulheres que têm pais divorciados.
 O conselho é bem claro: “mulheres com pais divorciados são mais propensas a entrar no casamento com menos comprometimento e confiança no futuro da relação, aumentando o risco de divórcio”, diz um estudo da Universidade de Boston (EUA), que testou as expectativas de 265 casais que tinham acabado de selar o noivado.

Seja companheiro, mas nem tanto.
Um estudo da Universidade de Iowa (EUA) constatou que o companheirismo excessivo (como dar, com frequência, conselhos que o outro não pediu) é mais nocivo para o casamento do que ser um marido ou esposa meio “nem aí”. Segundo os pesquisadores, é claro que a gente gosta de poder contar com alguém, mas quando esse alguém começa a cuidar demais da nossa vida, o senso de individualidade vai embora e a coisa azeda.

Invista em pretendentes com boa autoestima.
Casar com alguém que não esteja lá muito feliz consigo mesmo é roubada. A dica vem lá da Universidade Estadual de Nova Iorque (EUA). Pesquisadores conduziram testes com jovens recém-casados e observaram que, quando uma das partes tem autoestima muito baixa, tende a se tornar co-dependente e falha em atender às expectativas do cônjuge. A tendência é que, nesse caso, o relacionamento comece a se deteriorar já no primeiro ano de papel passado.

E finalmente: não tenha filhos.
Em mais um estudo da Universidade de Iowa (EUA), um grupo de casais foi entrevistado antes e depois do nascimento do filho primogênito. Outro grupo, de casais que decidiram não aumentar a família, deu seus pitacos em períodos correspondentes. E a tendência foi clara: os casados e com filhos passaram por uma queda maior na satisfação conjugal do que os que não procriaram.

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– Desestressar no Parque Botânico! Cliques de relax.

Uma das paisagens mais legais de Jundiaí: o Parque Botânico Eloy Chaves, onde a natureza esbanja beleza!

Dê uma olhada na vista desde o hibisco até as margens da “prainha do lago”:

O ganso fez até pose, veja só!

Diversão, enfim, é o que conta. E o carinho da minha caçulinha também!

Até mais, amigos. E bom domingo!

– O Dr Felicidade e as dicas para ser feliz!

Já pensou existir um PhD em Felicidade, e que trabalha numa das principais universidades do mundo?

Ele existe e nos dá uma boa dica para evitar a infelicidade, os vícios! E alerta: “O maior vício do mundo atual não é o álcool, as drogas nem o jogo: é a tela do celular.”

Extraído de: https://www.metrojornal.com.br/colunistas/2018/12/17/tal-ben-shahar-o-professor-de-harvard-que-ensina-ser-feliz.html

TAL BEN-SHAHAR, O PROFESSOR DE HARVARD QUE ENSINA A SER FELIZ!

por Angélica Banhara

Ele se formou em Psicologia e Filosofia pela Universidade de Harvard (EUA) e lá conduziu seus estudos até se tornar PhD. Mas a fama veio mesmo quando seu curso de Psicologia Positiva passou a figurar entre os mais concorridos de Harvard. O israelense Tal Ben-Shahar esteve dias atrás no Brasil para palestrar no workshop Positive Experience, organizado pela Sociedade Brasileira de Coaching. Autor de vários livros sobre positividade e felicidade, inclusive o best-seller do The New York Times Seja Mais Feliz, Ben-Shahar dá algumas dicas para serem colocadas em prática hoje.

1. Deixe a infelicidade entrar

Se permita ser real, humano. Você não precisa estar feliz o tempo todo. “Quando negamos as emoções dolorosas e negativas — que são naturais, elas se intensificam”, diz Ben-Shahar. Os sentimentos — raiva, angústia, ansiedade — existem independentemente da nossa vontade. Aceitar esses sentimentos não significa se resignar, pois nós decidimos que atitude tomar a partir dessas emoções.

“Coragem não significa não ter medo. Significa ter medo e seguir em frente apesar disso”, conclui.

Dica de Ben-Sahar: “Precisamos ter uma espaço na nossa vida para sermos autênticos e realistas, deixando que as emoções ‘passem’. Do contrário, acabamos comprometendo nossa felicidade, saúde e corremos o risco de um ‘burnout’ (crise de esgotamento físico e mental)”.

2. Aprenda a lidar com o estresse

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), vivemos uma pandemia de estresse no mundo todo. O estresse prejudica a criatividade e a produtividade no trabalho e desencadeia doenças crônicas, como problemas cardíacos, hipertensão, diabetes e até câncer.

Por que o estresse está aumentando tanto? Estamos sobrecarregados, tentando fazer um malabarismo, acumulando muitas coisas ao mesmo tempo.
Ben-Shahar aponta que a descoberta mais relevante dos últimos 20 anos é que: o estresse não é o problema. Ele tem um potencial positivo e faz parte do sistema de defesa do nosso organismo.

O problema é a falta de tempo de recuperação entre os momentos de estresse — fundamental para o equilíbrio físico e mental.

O ser humano tem total capacidade de lidar com o estresse, desde que ele seja intercalado pelos momentos de recuperação.

“ As pessoas mais bem sucedidas, mais saudáveis e mais felizes experimentam o estresse como todos nós, mas encaixam momentos para recuperação na rotina estressante. Esses intervalos entre as situações estressantes têm a função de reenergizar a nossa vida”, afirma o professor.

Há 3 níveis de “recuperação” do estresse:

A – Nível micro

Tirar de 10 a 15 minutos para meditar, tomar um café ou apenas caminhar.

Ir à academia com regularidade.

Sair com amigos ou com a família. Nessas situações, o celular deve ficar na bolsa (nada de ficar olhando ou digitando).

(Dica: durante o expediente, a cada 2 horas, pare por um minuto e respire lenta e profundamente. Inspire contando até 5 e expire no mesmo tempo.)

B- Nível intermediário

Ter uma boa noite de sono. Para quem sofre com insônia: só o fato de estar na cama, deitado e relaxado, já tem efeito positivo na recuperação.

Aproveitar o fim de semana para descansar, viajar ou fazer programas com a família ou amigos.

Tirar um dia de folga de vez em quando.

     (“As pesquisas mostram que quem tira um dia de folga ou tem uma boa noite de sono fica mais criativo, produtivo e feliz”, diz Ben-Sahar).

C – Nível macro

Viajar de férias, pelo menos por uma semana.

      (“São nesses momentos de descanso que atingimos nosso potencial de saúde e felicidade.”)

3. Valorize os relacionamentos

“Este é o indicador número 1 da felicidade e da saúde: as pessoas que investem em seus relacionamentos são mais saudáveis e mais felizes”, declara Ben-Shahar.
E vale todo tipo relacionamento: romântico, familiar, de amizade, profissional…

O professor afirma que, com o surgimento das mídias sociais, o relacionamento entre as pessoas acabou prejudicado. O problema não são as mídias em si, mas seu uso excessivo.

“O maior vício do mundo atual não é o álcool, as drogas nem o jogo: é a tela do celular.”

Os relacionamentos virtuais não substituem o olho no olho, os relacionamentos pessoais.
Quando não desgrudamos do celular, deixamos de aprimorar nosso foco, engajamento e empatia, qualidades fundamentais tanto na vida pessoal como na profissional.

E conclui citando um estudo realizado em parceria pelas universidades de Harvard e Columbia que mostra que, quando fazemos algo bom para o outro, isso traz benefícios para nós mesmos e para todos ao nosso redor.

No estudo foram selecionados dois grupos de participantes: ambos tiveram seus níveis de felicidade mensurados.

O grupo 1 recebeu uma quantia em dinheiro para ser gasto com qualquer coisa que desejassem: um presente para si mesmo. Depois das compras, os níveis de felicidade foram mensurados e tinham aumentado.
No dia seguinte, essas pessoas foram novamente avaliadas. Os níveis de felicidade voltaram para os anteriores à compra.

Na segunda parte da pesquisa, o grupo 2 recebeu a mesma quantia de dinheiro que o primeiro grupo, mas foi orientado a gastar com os outros doando para uma instituição de caridade, comprando presentes para amigos e familiares… Depois das compras, os níveis de felicidade foram mensurados e tinham aumentado tanto quanto os do primeiro grupo.

A diferença foi que, no dia seguinte, quando essas pessoas foram novamente avaliadas, os níveis de felicidade tinham diminuído um pouco, mas estavam significantemente maiores do que os do grupo 1. Conclusão: doar é receber…

Coluna AngélicaO professor Ben-Shahar e eu durante sua passagem por São Paulo

– 6 cliques para a 6a feira:

1 – 👊🏻 Olá amigos!
Tudo pronto para o #cooper matutino costumeiro. Que tal correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

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2 – 🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhora #Rainha da #Paz, rogai por nós. #Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

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3 – 🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores (como essa magnífica #rosa vermelha).
🏁 #corrida #treino #flor #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

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4 – 🌼 Mais #flores do nosso #jardim, para alegrar e embelezar nossa 6a feira!
#Jardinagem é nosso #hobby. #Fotografia idem.
🌹 #flor #flowers #flower #pétalas #garden #natureza #nature #flora

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5 – 🌅 Desperte, Jundiaí.
Com #cores ou com #céu bucólico, que a jornada diária possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

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6 – 💖 E com esses #sorrisos tão puros, tem como não acreditar que será um #bomdia de #vida?
😍 #PaiDeMeninas #Alegria #Felicidade #Sorriso #Crianças #Peppa #Família #Family

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Uma sexta-feira abençoada para todos nós!

– O poder do perdão!

Não sei quem disse esse sábio pensamento, mas vale a pena vivê-lo:

  • O primeiro a pedir desculpas é o mais corajoso.
  • O primeiro a perdoar é o mais forte.
  • O primeiro a esquecer é o mais feliz!

Perfeito! Perdoar só da boca para fora e reavivar uma ferida vez ou outra não é perdão pleno e faz com que tenhamos perenes mágoas.

Você perdoa com que regularidade? Mais ainda, reflita: e é fácil?

Resultado de imagem para perdão

 

– O que é Respeitar o Funcionário dentro da Empresa?

Chefes que pensam no bem estar da equipe e na alegria de cada um de seus funcionários? Isso é possível?

Para o autor de “Felicidade dá Lucro“, sim!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2016/09/respeitar-uma-pessoa-no-trabalho-nao-e-so-falar-baixo-com-ela.html

RESPEITAR UMA PESSOA NO TRABALHO NÃO É SÓ FALAR BAIXO COM ELA.

Marcio Fernandes, CEO da Elektro, ficou conhecido por sua filosofia de gestão ancorada na felicidade. Para ele, as empresas têm de criar uma relação de afetividade com os trabalhadores — e isso não tem a ver com ser permissivo

Imagine o seguinte cenário. Uma empresa concorrente faz uma proposta para contratá-lo. Animado, você ensaia deixar o cargo atual e partir para a nova casa. Já está tudo certo para você sair. Só que o seu empregador faz uma contraproposta. E… Fica difícil negar. Se você não passou por tal situação, certamente tem um colega que sim. Mas para Marcio Fernandes, CEO da distribuidora de energia Elektro, a estratégia dessas empresas não faz o menor sentido. “É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência das pessoas”, afirma. Marcio ficou conhecido por levantar, com firmeza, a bandeira da felicidade dentro das corporações. Ele é autor do livro “Felicidade dá Lucro” (Companhia das Letras), lançado no ano passado, e suas ideias vão contra os modelos mais tradicionais de gestão.

O executivo, que assumiu a presidência da Elektro aos 36 anos, defende que, com abertura para diálogo e “convergência de propósitos”, é possível ir muito mais longe. Trata-se de uma forte relação de confiança e respeito com os trabalhadores. “A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada — isso é não cometer assédio moral.” E se engana quem pensa que a filosofia tem a ver com ser mais permissivo. Nada disso. A “régua é alta” para os funcionários. Ou melhor, “colaboradores”. No meio da entrevista, Marcio Fernandes pede para fazer um adendo: “Não falo de funcionário, falo de colaborador. Máquinas funcionam, pessoas podem optar por colaborar. É bem sensível, mas faz diferença”.

No começo de novembro, ele falará sobre como fazer da felicidade uma vantagem competitiva na HSM Expo 2016, em São Paulo. Nesta entrevista, o executivo aborda a relação que gestores devem construir com sua equipe, o lado positivo de trabalhar sobre pressão e como não deixar que a crise espalhe pessimismo dentro da empresa.

Até que ponto um gestor deve se preocupar com a felicidade de sua equipe no que diz respeito a questões que vão além do trabalho?
Ele tem de se preocupar 100%. Mas não é o “dono” do que acontece na vida das pessoas. Ele tem de ter limites de respeito — não pode invadir a individualidade de maneira alguma —, mas tem de se interessar. É importante saber se a pessoa está bem em casa, se está endividada, se está doente ou se há alguém doente na família. É o interesse genuíno. Isso porque é muito difícil chegar para alguém e dizer: “Minha visão dos seus valores está ali naquela parede, somente siga”. O cara vai odiar, nem sabe se concorda. O que fazemos é, antes de dizer o que queremos dele, perguntar o que ele quer. Se conseguimos ter esse nível de discernimento e sensibilidade, teremos uma equipe de altíssima performance porque saberemos respeitar os momentos de cada pessoa.

Se a pessoa está com algum problema, qual é o próximo passo? Como o gestor poderia interferir?
Aqui [na Elektro], oferecemos ajuda. Tem ações institucionais, como o sistema “Mais Apoio”. As pessoas podem acioná-lo a qualquer hora do dia, com total confidencialidade e anonimato, para falar de qualquer problema. Se está endividada, ela tem auxílio de um consultor financeiro para reestruturar as contas e renegociar dívidas. Ou, se preferir, pode ir direto para o gestor. Uma colaboradora está com a filha na UTI desde que nasceu. A licença maternidade já acabou, ela voltou para o trabalho, mas a menina continua no hospital porque nasceu muito prematura. Então, conversamos e construímos uma escala de trabalho que viabilize que a mãe priorize a filha. Isso gera um processo de engajamento e credibilidade que transcende a relação de trabalho. É uma relação de confiança.

O ideal, então, é que os gestores conversem frequentemente?
Dimensionamos as equipes para que o líder tenha condições reais de, durante o período de um mês, falar com todas as pessoas individualmente, com qualidade, pelo menos três vezes. Isso vai gerando um alinhamento, uma combinação melhor das expectativas. Saímos do efetivo — regras, metas — e ampliamos para o que é afetivo também.

E assim o trabalhador sente-se mais motivado?
É uma construção. A primeira coisa é abrir diversos canais para que as pessoas possam ser ouvidas. Investimos muito na preparação da nossa liderança para que ela soubesse abrir espaço para o diálogo. Historicamente, no mundo normal, o chefe é o cara que manda. Colocamos aqui uma quebra de paradigmas. Nem chamamos nossos líderes de chefes, mas de facilitadores. E também medimos o líder, em indicadores de performance, pelo desenvolvimento de pessoas. A gente não faz avaliação de desempenho, mas um diário de competências, ressaltando o que está indo bem e apontando o que precisa de melhorias — e contribui para esse processo. À medida que tudo isso se desenrola, as pessoas vão se sentindo mais à vontade para opinar, para participar, para mudar de área.

Ouço o sr. falando muito sobre respeito. Imagino que vá muito além de simplesmente não levantar a voz com o subordinado. 
A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada. Isso é não cometer assédio moral. Respeito vai muito além. Respeitamos as pessoas, por exemplo, quando não fazemos julgamento em relação às escolhas que ela faz — sejam opções pessoais ou de carreira. Não fazemos um trabalho para que a pessoa fique onde a gente quer que ela fique. A gente trabalha para que elas fiquem onde elas sonharam ficar. Ela não precisa mentir para fazer uma média com o chefe. Aqui ninguém faz média. Todo mundo sabe que os facilitadores são medidos pelo desenvolvimento de pessoas. Se a pessoa for sincera com ele e sincera consigo mesma, ela vai buscar o que sonha. E nós vamos respeitar. O normal é o vertical: o cara entra em uma posição de advogado júnior, vai para advogado pleno, depois advogado sênior, depois gerente do jurídico. Aqui a gente deixa aberto para ele dizer, em uma conversa franca, o que quer. Ele pode dizer que o sonho dele é trabalhar no RH. Aí, fazemos uma análise do que ele tem e do que ainda falta para ele conseguir a vaga que busca, ele vai investir nele mesmo e vamos ter um programa de educadores. Quando fazemos isso, conseguimos uma grande convergência de propósitos. Todo mundo ganha.

Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média”

No momento econômico turbulento pelo qual passa o país — quando todos são mais cobrados —, como não deixar que o pessimismo se espalhe dentro da empresa?
Essa é uma dúvida recorrente. A crise, muitas vezes, degenera a vontade das pessoas de lutar. Parece que a guerra está perdida — elas acabam aceitando muito passivamente. Chegam a usar esse momento difícil como justificativa para insucessos individuais. Também muitas empresas falam da crise como a grande culpada de tudo. O que temos feito para nos blindar e impedir que as pessoas se influenciem é, basicamente, duas coisas. Primeira: criar movimento. Significa fazer com que a vida da pessoa passe a ter ritmo, que não seja só guiada. Tem que ser uma vida de protagonismo, de autonomia. A segunda parte: dar abertura total a propostas. Ao mesmo tempo em que vivemos uma crise, estamos batendo recordes de eficiência gerados pelo protagonismo dessas pessoas. A gente tem, sim, dificuldades. Afinal, a crise nos afeta, já que o consumo de energia diminui. Mas por outro lado, a gente chega a quase 30% de eficiência em custos, sem fazer nada absurdo. Pelo contrário, a gente fala de eficiência e não de corte. As pessoas é que estão sendo as protagonistas disso. A gente promove uma verdadeira revolução no currículo das pessoas que querem fazer coisas diferentes. A abertura para propostas faz com que as pessoas queiram participar. E as pessoas que participam têm mais reconhecimento. Elas entram em um ambiente de movimento contínuo. Todo esse movimento faz com que não se sintam vulneráveis à crise.

Então mais pressão não precisa significar menos chances de ser feliz?
Costumo dizer que a pressão é só mais um ingrediente. Eu, por exemplo, gosto de ambientes com um pouco mais de pressão. A gente precisa de algum gatilho. Em momentos de pressão, as pessoas tendem a se movimentar com mais ênfase. E o que seria um motivo para pessoa ficar triste e frustrada, torna-se o contrário. Porque ela teve uma disciplina maior para buscar aquilo que sonhou e, óbvio, terá mais êxito.

Muitas pessoas criticam a ideia de que você tem de buscar felicidade o tempo todo. Você discorda delas?
Não. Acho que é impossível buscar o tempo inteiro a felicidade. Realmente existem momentos que não são considerados felizes. É só que, na minha opinião, precisa ter sempre uma conexão muito clara com propósitos. Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que você fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média de pessoas.

Sua filosofia tem a ver com acabar com a ideia de que existe uma vida no trabalho e outra fora. Quando essas duas se convergem?
Elas estão sempre misturadas. O problema é quando tentamos separar. Na minha visão, quando você fala “na minha vida pessoal, eu não sou assim” ou “no meu trabalho tenho que assumir uma postura diferente da minha vida pessoal”. Isso gera um peso. É uma máscara difícil de carregar e manter. Sou um grande adepto da ideia de que temos uma única vida. E ela não é divida em duas partes. Eu sou o que eu sou no trabalho. E eu sou o que eu sou na vida pessoal. As duas coisas são a mesma. O que é importante deixar bem claro é que há quatro momentos que a gente precisa garantir. O tempo para trabalhar, o para família, o para dormir e o para você mesmo. Não significa sejam excludentes.

Quais são os piores exemplos que já observou em empresas?
Tem inúmeros exemplos. A perda de produtividade está na falta de coerência, por exemplo: “faça o que eu falo, não faça o que eu faço”. Isso é muito frequente, infelizmente, nessas empresas com gestão tradicional, fadada à morte. Essa coisa da retenção também. É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência da pessoa. É péssimo. A gente nunca passa da média. Quem quiser ficar aqui tem de ser por uma opção de vida. E ainda há empresas que fazem debate sobre políticas de retenção. Acho isso tão imbecil.

O que tem de ser feito no lugar?
Para mim, um processo de encantamento, para que a pessoa decida trabalhar com você.

Como um gestor pode ajudar o colaborador a encontrar seu propósito?
Você não cria um propósito no trabalho para a pessoa. Você pega o propósito que a pessoa tem para a vida dela e converge para os seus propósitos de trabalho.

Atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa”

Como assim?

Digamos que a empresa tem o propósito de ser a maior do Brasil, com a maior rentabilidade, com o melhor serviço ao cliente. Esse é o propósito de uma empresa.  Aí você pega a pessoa e vê qual é o propósito de vida dela. E você tem de conversar com pessoa por pessoa para saber. Você vai mapear isso, registrar e fazer com que os propósitos de empresa e das pessoas seja convergente. Eu já tive uma discussão com o diretor de uma empresa do setor financeiro. Ele disse que criava propósito para as pessoas: atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa. A pessoa pode olhar e questionar: “essa empresa só quer isso de mim?”. Isso é o que ela vai fazer porque você está pagando. O que é preciso saber é o que a pessoa quer para a vida dela. Ela vai ver que existe interesse genuíno. Não dá para você ficar mandando, obrigando, fiscalizando as pessoas o tempo inteiro. O controle custa caro demais, então a gente precisa criar convergência de propósito.

Depois de virar referência em felicidade, a procura por cargos na Elektro aumentou?
Nossa, muito. Tivemos um aumento muito legal. A gente fazia programa de seleção de estagiários e, para completar o número de vagas, dava um trabalhão. Afinal, o setor de energia elétrica não é muito sexy. Então a gente sofria. Agora, vou dar o exemplo do último programa que a gente fez. Foi no meio do ano, período não muito comum para procurar estagiários. Tivemos também 20 vagas — só que 60 mil inscrições. Foi de cair da cadeira. No final, acabamos ampliando o programa e chamando 40.

Ser um líder de que todos gostam pode afetar a maneira como o gestor faz suas decisões?
A gente não é uma ONG. Todas as lideranças aqui são, sim, admiradas. Mas o que as faz ser assim não é serem paternalistas ou simplesmente passivas. É fazer tudo com ética, justiça, coerência. Ser admirado como gestor é resultado de uma gestão transparente, aberta, participativa. Não é que você pode fazer coisas erradas. “Ah, não vão me mandar embora.” Pelo contrário, temos uma régua muito mais alta agora que nos tornamos exemplo.

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– Nick Vujicic, o exemplo maior de superação!

Tetra-amelia é uma doença rara em que a pessoa nasce sem braços e pernas (os quatro membros). E Nick Vujicic, 34 anos, atleta australiano paraolímpico, é uma das vítimas dessa enfermidade.

Entretanto, ele trabalha como palestrante motivacional, exerce uma missão evangelizadora cristã e adora abordar o tema “esperança”.

Sempre alegre, Nick só lamenta uma coisa: não poder abraçar Dejan e Kiyoshi, seus dois filhos!

Um tapa na cara de muita gente (como eu) que às vezes reclama da vida…

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– Dia de colocar os Afazeres do lar em ordem!

Ufa, parece que enfim colocaremos as pendências da casa em ordem. Pudera, com a ajudante que arranjei…

CUIDANDO DO JARDIM E ABRAÇANDO SÃO FRANCISCO:

DESENTUPINDO A MANGUEIRA COM A BONEQUINHA:

Isso vale a vida toda!…

– Quarta-Feira em vários cliques! Na verdade, 8 mobgráficas poses…

Bom dia!
Tudo pronto para começar o “suador” de hoje. Mesmo com esse friozinho, s’imbora correr?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhoraDasGraças, rogai por nós. #Amém.”
⛪ #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo as alvas #flores.
🏁 #corrida #treino #flor #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

#Flores? Como deu para ver na postagem acima, jardinagem é nosso hobby. Vejam só nossa rosa pink, aqui do nosso #jardim, para alegrar e embelezar nosso dia!
#Jardinagem é nosso #hobby.
🌹 #flor #flowers #flower #pétalas #garden #natureza #nature #flora

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Mais #Flores? Outras do nosso #jardim, aqui a dália amarela. Porque #jardinagem realmente é nosso #hobby.
🌼 #flor #flowers #flower #pétalas #garden #natureza #nature #flora

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Enfim, a mais legal: a #flor do nosso #jambeiro com os primeiros frutos nascendo. Como eu gosto de #jambo!
📸 #natureza #paisagem #fotografia #landscapes

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Terminando… Desperte, #Jundiaí
Boas e belas cores para uma linda manhã.
🌅 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

Lembrando: a carestia anda “braba” por aqui. Até a Maria Estela teve que se virar em arranjar trabalho. Tão novinha, e já montou uma #borracharia (é um clique só para ver nossas travessuras por aqui…)!
😁 #pneu #criança #amor #bebê

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Ótima 4a feira para todos nós!

 

– Coaching para ajudar a escolher a carreira adequada em busca da felicidade profissional!

Um dos grandes desafios aos jovens é “escolher a profissão”. Muitas vezes os testes vocacionais não são suficientes, e para escolher a felicidade profissional, busca-se o auxílio de um coach.

Compartilho interessante matéria, extraído do Jornal de Jundiaí (Modulinho Empregos, página 1, ed 1024, 27 de agosto de 2017, por Simone de Oliveira).

COACH DE CARREIRA COMO OPÇÃO PARA QUEM DESEJA OTIMIZAR A PROCURA DO EMPREGO

Sabemos que a escolha da profissão é um dos momentos mais importantes na vida de um jovem, já que determina os caminhos que serão seguidos por longos anos.

Trata-se de uma decisão extremamente difícil para ser tomada aos 18 anos por alguém que, quase nunca, tem a maturidade necessária para identificar quais são os seus principais talentos e vocações. O resultado deste cenário: muitos optam pela área errada e, futuramente, ficam insatisfeitos no trabalho.

O que nem todos sabem, porém, é que os equívocos na hora de determinar os próximos passos da carreira não ocorrem apenas entre os jovens. Muitos adultos, com vasta experiência no mercado, também erram bastante ao tentar mudar de área ou mesmo ao tentar crescer na profissão. De acordo com a ABRH (Associação Brasileira de RH), quase metade dos brasileiros está infeliz com o que faz da vida – e esses dados não estão apenas relacionados à profissão escolhida, mas também à falta de reconhecimento, ao excesso de tarefas e aos problemas de relacionamento.

No passado, as pessoas costumavam delegar as decisões de suas carreiras para as organizações, que traçavam quais seriam os próximos passos a seguir. Hoje, as companhias oferecem as oportunidades, mas a responsabilidade pelo próprio sucesso está cada vez mais nas mãos dos profissionais. No entanto, entender o seu perfil e identificar os melhores caminhos e estratégias é uma tarefa difícil, que necessita de um plano estruturado e muito bem planejado. Isso pode exigir a ajuda de um profissional especializado, seja para fazer uma transição de carreira, mudar de profissão, desenvolver as competências necessárias ou fazer planos para o futuro.

Neste cenário, o primeiro passo a ser tomado é investir no autoconhecimento. Por se tratar um processo muito complexo, muitas pessoas optam por contratar um profissional de coaching, que pode ajudá-las a refletir, a planejar ações de melhoria e a conhecer os próprios desejos e capacidades, o que é fundamental para identificar onde devem se inserir no mercado. Saber exatamente o que mais gera incômodo no trabalho atual e o motivo de isso ocorrer, certamente, trará mais clareza sobre os passos seguintes.

Antes de tomar decisões, é preciso se questionar: o que é mais importante para mim, ter um bom salário ou trabalhar em um ambiente agradável e sem pressão? Ter uma rotina fixa ou contar com maior liberdade de horário? A felicidade profissional tem muito a ver com o que sabemos de nós mesmos, quais são os nossos principais valores pessoais e como gostaríamos de estar inseridos no mundo.

Neste processo de autoconhecimento e descoberta, com cerca de dez encontros semanais e foco em um objetivo especifico, o profissional de coaching ajuda as pessoas a se entenderem melhor e a descobrirem aonde querem chegar. Ele não trará respostas, mas ajudará o profissional a encontrá-las dentro dele. É preciso, porém, estar disposto a se abrir de uma forma bastante profunda, ter uma atitude ativa e planejar objetivos, já que o processo só funciona quando há muito comprometimento e um plano de ação com metas específicas.

Qualquer pessoa pode procurar a ajuda de um coach, desde que tenha consciência de que a felicidade não depende de mais ninguém além dela mesma.

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