– O que é Respeitar o Funcionário dentro da Empresa?

Chefes que pensam no bem estar da equipe e na alegria de cada um de seus funcionários? Isso é possível?

Para o autor de “Felicidade dá Lucro“, sim!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2016/09/respeitar-uma-pessoa-no-trabalho-nao-e-so-falar-baixo-com-ela.html

RESPEITAR UMA PESSOA NO TRABALHO NÃO É SÓ FALAR BAIXO COM ELA.

Marcio Fernandes, CEO da Elektro, ficou conhecido por sua filosofia de gestão ancorada na felicidade. Para ele, as empresas têm de criar uma relação de afetividade com os trabalhadores — e isso não tem a ver com ser permissivo

Imagine o seguinte cenário. Uma empresa concorrente faz uma proposta para contratá-lo. Animado, você ensaia deixar o cargo atual e partir para a nova casa. Já está tudo certo para você sair. Só que o seu empregador faz uma contraproposta. E… Fica difícil negar. Se você não passou por tal situação, certamente tem um colega que sim. Mas para Marcio Fernandes, CEO da distribuidora de energia Elektro, a estratégia dessas empresas não faz o menor sentido. “É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência das pessoas”, afirma. Marcio ficou conhecido por levantar, com firmeza, a bandeira da felicidade dentro das corporações. Ele é autor do livro “Felicidade dá Lucro” (Companhia das Letras), lançado no ano passado, e suas ideias vão contra os modelos mais tradicionais de gestão.

O executivo, que assumiu a presidência da Elektro aos 36 anos, defende que, com abertura para diálogo e “convergência de propósitos”, é possível ir muito mais longe. Trata-se de uma forte relação de confiança e respeito com os trabalhadores. “A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada — isso é não cometer assédio moral.” E se engana quem pensa que a filosofia tem a ver com ser mais permissivo. Nada disso. A “régua é alta” para os funcionários. Ou melhor, “colaboradores”. No meio da entrevista, Marcio Fernandes pede para fazer um adendo: “Não falo de funcionário, falo de colaborador. Máquinas funcionam, pessoas podem optar por colaborar. É bem sensível, mas faz diferença”.

No começo de novembro, ele falará sobre como fazer da felicidade uma vantagem competitiva na HSM Expo 2016, em São Paulo. Nesta entrevista, o executivo aborda a relação que gestores devem construir com sua equipe, o lado positivo de trabalhar sobre pressão e como não deixar que a crise espalhe pessimismo dentro da empresa.

Até que ponto um gestor deve se preocupar com a felicidade de sua equipe no que diz respeito a questões que vão além do trabalho?
Ele tem de se preocupar 100%. Mas não é o “dono” do que acontece na vida das pessoas. Ele tem de ter limites de respeito — não pode invadir a individualidade de maneira alguma —, mas tem de se interessar. É importante saber se a pessoa está bem em casa, se está endividada, se está doente ou se há alguém doente na família. É o interesse genuíno. Isso porque é muito difícil chegar para alguém e dizer: “Minha visão dos seus valores está ali naquela parede, somente siga”. O cara vai odiar, nem sabe se concorda. O que fazemos é, antes de dizer o que queremos dele, perguntar o que ele quer. Se conseguimos ter esse nível de discernimento e sensibilidade, teremos uma equipe de altíssima performance porque saberemos respeitar os momentos de cada pessoa.

Se a pessoa está com algum problema, qual é o próximo passo? Como o gestor poderia interferir?
Aqui [na Elektro], oferecemos ajuda. Tem ações institucionais, como o sistema “Mais Apoio”. As pessoas podem acioná-lo a qualquer hora do dia, com total confidencialidade e anonimato, para falar de qualquer problema. Se está endividada, ela tem auxílio de um consultor financeiro para reestruturar as contas e renegociar dívidas. Ou, se preferir, pode ir direto para o gestor. Uma colaboradora está com a filha na UTI desde que nasceu. A licença maternidade já acabou, ela voltou para o trabalho, mas a menina continua no hospital porque nasceu muito prematura. Então, conversamos e construímos uma escala de trabalho que viabilize que a mãe priorize a filha. Isso gera um processo de engajamento e credibilidade que transcende a relação de trabalho. É uma relação de confiança.

O ideal, então, é que os gestores conversem frequentemente?
Dimensionamos as equipes para que o líder tenha condições reais de, durante o período de um mês, falar com todas as pessoas individualmente, com qualidade, pelo menos três vezes. Isso vai gerando um alinhamento, uma combinação melhor das expectativas. Saímos do efetivo — regras, metas — e ampliamos para o que é afetivo também.

E assim o trabalhador sente-se mais motivado?
É uma construção. A primeira coisa é abrir diversos canais para que as pessoas possam ser ouvidas. Investimos muito na preparação da nossa liderança para que ela soubesse abrir espaço para o diálogo. Historicamente, no mundo normal, o chefe é o cara que manda. Colocamos aqui uma quebra de paradigmas. Nem chamamos nossos líderes de chefes, mas de facilitadores. E também medimos o líder, em indicadores de performance, pelo desenvolvimento de pessoas. A gente não faz avaliação de desempenho, mas um diário de competências, ressaltando o que está indo bem e apontando o que precisa de melhorias — e contribui para esse processo. À medida que tudo isso se desenrola, as pessoas vão se sentindo mais à vontade para opinar, para participar, para mudar de área.

Ouço o sr. falando muito sobre respeito. Imagino que vá muito além de simplesmente não levantar a voz com o subordinado. 
A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada. Isso é não cometer assédio moral. Respeito vai muito além. Respeitamos as pessoas, por exemplo, quando não fazemos julgamento em relação às escolhas que ela faz — sejam opções pessoais ou de carreira. Não fazemos um trabalho para que a pessoa fique onde a gente quer que ela fique. A gente trabalha para que elas fiquem onde elas sonharam ficar. Ela não precisa mentir para fazer uma média com o chefe. Aqui ninguém faz média. Todo mundo sabe que os facilitadores são medidos pelo desenvolvimento de pessoas. Se a pessoa for sincera com ele e sincera consigo mesma, ela vai buscar o que sonha. E nós vamos respeitar. O normal é o vertical: o cara entra em uma posição de advogado júnior, vai para advogado pleno, depois advogado sênior, depois gerente do jurídico. Aqui a gente deixa aberto para ele dizer, em uma conversa franca, o que quer. Ele pode dizer que o sonho dele é trabalhar no RH. Aí, fazemos uma análise do que ele tem e do que ainda falta para ele conseguir a vaga que busca, ele vai investir nele mesmo e vamos ter um programa de educadores. Quando fazemos isso, conseguimos uma grande convergência de propósitos. Todo mundo ganha.

Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média”

No momento econômico turbulento pelo qual passa o país — quando todos são mais cobrados —, como não deixar que o pessimismo se espalhe dentro da empresa?
Essa é uma dúvida recorrente. A crise, muitas vezes, degenera a vontade das pessoas de lutar. Parece que a guerra está perdida — elas acabam aceitando muito passivamente. Chegam a usar esse momento difícil como justificativa para insucessos individuais. Também muitas empresas falam da crise como a grande culpada de tudo. O que temos feito para nos blindar e impedir que as pessoas se influenciem é, basicamente, duas coisas. Primeira: criar movimento. Significa fazer com que a vida da pessoa passe a ter ritmo, que não seja só guiada. Tem que ser uma vida de protagonismo, de autonomia. A segunda parte: dar abertura total a propostas. Ao mesmo tempo em que vivemos uma crise, estamos batendo recordes de eficiência gerados pelo protagonismo dessas pessoas. A gente tem, sim, dificuldades. Afinal, a crise nos afeta, já que o consumo de energia diminui. Mas por outro lado, a gente chega a quase 30% de eficiência em custos, sem fazer nada absurdo. Pelo contrário, a gente fala de eficiência e não de corte. As pessoas é que estão sendo as protagonistas disso. A gente promove uma verdadeira revolução no currículo das pessoas que querem fazer coisas diferentes. A abertura para propostas faz com que as pessoas queiram participar. E as pessoas que participam têm mais reconhecimento. Elas entram em um ambiente de movimento contínuo. Todo esse movimento faz com que não se sintam vulneráveis à crise.

Então mais pressão não precisa significar menos chances de ser feliz?
Costumo dizer que a pressão é só mais um ingrediente. Eu, por exemplo, gosto de ambientes com um pouco mais de pressão. A gente precisa de algum gatilho. Em momentos de pressão, as pessoas tendem a se movimentar com mais ênfase. E o que seria um motivo para pessoa ficar triste e frustrada, torna-se o contrário. Porque ela teve uma disciplina maior para buscar aquilo que sonhou e, óbvio, terá mais êxito.

Muitas pessoas criticam a ideia de que você tem de buscar felicidade o tempo todo. Você discorda delas?
Não. Acho que é impossível buscar o tempo inteiro a felicidade. Realmente existem momentos que não são considerados felizes. É só que, na minha opinião, precisa ter sempre uma conexão muito clara com propósitos. Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que você fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média de pessoas.

Sua filosofia tem a ver com acabar com a ideia de que existe uma vida no trabalho e outra fora. Quando essas duas se convergem?
Elas estão sempre misturadas. O problema é quando tentamos separar. Na minha visão, quando você fala “na minha vida pessoal, eu não sou assim” ou “no meu trabalho tenho que assumir uma postura diferente da minha vida pessoal”. Isso gera um peso. É uma máscara difícil de carregar e manter. Sou um grande adepto da ideia de que temos uma única vida. E ela não é divida em duas partes. Eu sou o que eu sou no trabalho. E eu sou o que eu sou na vida pessoal. As duas coisas são a mesma. O que é importante deixar bem claro é que há quatro momentos que a gente precisa garantir. O tempo para trabalhar, o para família, o para dormir e o para você mesmo. Não significa sejam excludentes.

Quais são os piores exemplos que já observou em empresas?
Tem inúmeros exemplos. A perda de produtividade está na falta de coerência, por exemplo: “faça o que eu falo, não faça o que eu faço”. Isso é muito frequente, infelizmente, nessas empresas com gestão tradicional, fadada à morte. Essa coisa da retenção também. É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência da pessoa. É péssimo. A gente nunca passa da média. Quem quiser ficar aqui tem de ser por uma opção de vida. E ainda há empresas que fazem debate sobre políticas de retenção. Acho isso tão imbecil.

O que tem de ser feito no lugar?
Para mim, um processo de encantamento, para que a pessoa decida trabalhar com você.

Como um gestor pode ajudar o colaborador a encontrar seu propósito?
Você não cria um propósito no trabalho para a pessoa. Você pega o propósito que a pessoa tem para a vida dela e converge para os seus propósitos de trabalho.

Atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa”

Como assim?

Digamos que a empresa tem o propósito de ser a maior do Brasil, com a maior rentabilidade, com o melhor serviço ao cliente. Esse é o propósito de uma empresa.  Aí você pega a pessoa e vê qual é o propósito de vida dela. E você tem de conversar com pessoa por pessoa para saber. Você vai mapear isso, registrar e fazer com que os propósitos de empresa e das pessoas seja convergente. Eu já tive uma discussão com o diretor de uma empresa do setor financeiro. Ele disse que criava propósito para as pessoas: atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa. A pessoa pode olhar e questionar: “essa empresa só quer isso de mim?”. Isso é o que ela vai fazer porque você está pagando. O que é preciso saber é o que a pessoa quer para a vida dela. Ela vai ver que existe interesse genuíno. Não dá para você ficar mandando, obrigando, fiscalizando as pessoas o tempo inteiro. O controle custa caro demais, então a gente precisa criar convergência de propósito.

Depois de virar referência em felicidade, a procura por cargos na Elektro aumentou?
Nossa, muito. Tivemos um aumento muito legal. A gente fazia programa de seleção de estagiários e, para completar o número de vagas, dava um trabalhão. Afinal, o setor de energia elétrica não é muito sexy. Então a gente sofria. Agora, vou dar o exemplo do último programa que a gente fez. Foi no meio do ano, período não muito comum para procurar estagiários. Tivemos também 20 vagas — só que 60 mil inscrições. Foi de cair da cadeira. No final, acabamos ampliando o programa e chamando 40.

Ser um líder de que todos gostam pode afetar a maneira como o gestor faz suas decisões?
A gente não é uma ONG. Todas as lideranças aqui são, sim, admiradas. Mas o que as faz ser assim não é serem paternalistas ou simplesmente passivas. É fazer tudo com ética, justiça, coerência. Ser admirado como gestor é resultado de uma gestão transparente, aberta, participativa. Não é que você pode fazer coisas erradas. “Ah, não vão me mandar embora.” Pelo contrário, temos uma régua muito mais alta agora que nos tornamos exemplo.

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– Buscando energia para a semana!

👊🏻Bom dia!
Tudo pronto para começar bem a semana.
Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina – e ter pique para a labuta?
🏃🏻
#Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻Correndo e Meditando com #SãoJoséMariaEscrivá, que um dia disse:
“Tudo o que façamos, que seja de maneira cristã.”

#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores (clique de ontem).
🏁
#corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅Desperte, #Jundiaí.
E para que a jornada possa valer a pena, o sorriso da minha pequena. Ontem ela me disse: “feche os olhos e faça uma ‘caleta’ para uma foto maluca, papai”! kk
❤️
#amor #carinho #família #paz #sorrisos

Ótima #SegundaFeira para todos.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Cinco cliques para motivar a 3a feira!

1.👊🏻 Bom dia!
Verticalizando o esqueleto para começar a vencer os compromissos.
Vamos para o #cooper rotineiro?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #corrida #sport #esporte #running #Adidas

2.🙏🏻 Correndo e Meditando no #SagradoCoração de #Jesus.
A arte sacra em vitrais nos ajuda na introspecção, a fim de que nossas preces sejam mais centradas e dirigidas!
#Fé #Santidade #Catolicismo #JesusCristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

3.🌺 Fim de #cooper – suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores. Hoje, com essa #rosa de pétala #coral!
🏁 #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

4.🌅 06h30 – Desperte, #Jundiaí!
Como a névoa está encobrindo a cidade nesta #terçafeira, o #amanhecer de hoje é de uma #alvorada colorida de dias atrás!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #mobgraphy #mobgrafia

5.❤️ E para que nossa jornada realmente seja muito boa, os #sorrisos mais puros e sinceros para que sejam lembrados ao longo das tarefas. Como não me envaidecer com essa pequenina?
👨‍👩‍👧‍👧 #PaiDeMeninas #amor #carinho #felicidade #família #paz

Ótimo dia a todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Coaching para ajudar a escolher a carreira adequada em busca da felicidade profissional!

Um dos grandes desafios aos jovens é “escolher a profissão”. Muitas vezes os testes vocacionais não são suficientes, e para escolher a felicidade profissional, busca-se o auxílio de um coach.

Compartilho interessante matéria, extraído do Jornal de Jundiaí (Modulinho Empregos, página 1, ed 1024, 27 de agosto de 2017, por Simone de Oliveira).

COACH DE CARREIRA COMO OPÇÃO PARA QUEM DESEJA OTIMIZAR A PROCURA DO EMPREGO

Sabemos que a escolha da profissão é um dos momentos mais importantes na vida de um jovem, já que determina os caminhos que serão seguidos por longos anos.

Trata-se de uma decisão extremamente difícil para ser tomada aos 18 anos por alguém que, quase nunca, tem a maturidade necessária para identificar quais são os seus principais talentos e vocações. O resultado deste cenário: muitos optam pela área errada e, futuramente, ficam insatisfeitos no trabalho.

O que nem todos sabem, porém, é que os equívocos na hora de determinar os próximos passos da carreira não ocorrem apenas entre os jovens. Muitos adultos, com vasta experiência no mercado, também erram bastante ao tentar mudar de área ou mesmo ao tentar crescer na profissão. De acordo com a ABRH (Associação Brasileira de RH), quase metade dos brasileiros está infeliz com o que faz da vida – e esses dados não estão apenas relacionados à profissão escolhida, mas também à falta de reconhecimento, ao excesso de tarefas e aos problemas de relacionamento.

No passado, as pessoas costumavam delegar as decisões de suas carreiras para as organizações, que traçavam quais seriam os próximos passos a seguir. Hoje, as companhias oferecem as oportunidades, mas a responsabilidade pelo próprio sucesso está cada vez mais nas mãos dos profissionais. No entanto, entender o seu perfil e identificar os melhores caminhos e estratégias é uma tarefa difícil, que necessita de um plano estruturado e muito bem planejado. Isso pode exigir a ajuda de um profissional especializado, seja para fazer uma transição de carreira, mudar de profissão, desenvolver as competências necessárias ou fazer planos para o futuro.

Neste cenário, o primeiro passo a ser tomado é investir no autoconhecimento. Por se tratar um processo muito complexo, muitas pessoas optam por contratar um profissional de coaching, que pode ajudá-las a refletir, a planejar ações de melhoria e a conhecer os próprios desejos e capacidades, o que é fundamental para identificar onde devem se inserir no mercado. Saber exatamente o que mais gera incômodo no trabalho atual e o motivo de isso ocorrer, certamente, trará mais clareza sobre os passos seguintes.

Antes de tomar decisões, é preciso se questionar: o que é mais importante para mim, ter um bom salário ou trabalhar em um ambiente agradável e sem pressão? Ter uma rotina fixa ou contar com maior liberdade de horário? A felicidade profissional tem muito a ver com o que sabemos de nós mesmos, quais são os nossos principais valores pessoais e como gostaríamos de estar inseridos no mundo.

Neste processo de autoconhecimento e descoberta, com cerca de dez encontros semanais e foco em um objetivo especifico, o profissional de coaching ajuda as pessoas a se entenderem melhor e a descobrirem aonde querem chegar. Ele não trará respostas, mas ajudará o profissional a encontrá-las dentro dele. É preciso, porém, estar disposto a se abrir de uma forma bastante profunda, ter uma atitude ativa e planejar objetivos, já que o processo só funciona quando há muito comprometimento e um plano de ação com metas específicas.

Qualquer pessoa pode procurar a ajuda de um coach, desde que tenha consciência de que a felicidade não depende de mais ninguém além dela mesma.

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– Começando uma nova Segundona!

Bom dia, amigos!

A semana passada foi atípica; idem ao meu final dela… muitas mudanças e reviravoltas pessoais.

Não importa. O que vale é a vontade de viver e fazer as coisas de maneira correta! Para tanto, são necessárias algumas coisas: ânimo, paciência e resiliência.

A fim de ter energia desde a manhã, s’imbora correr?

Clique motivacional 1:

Durante o cooper, pensando nas coisas do Alto! Hoje, rezando à Sagrada Família de Nazaré: Jesus, Maria e José!

Clique devocional 2:

Pós-treino, alongando no jardim e relaxando o corpo e a mente com as flores e sua beleza. Vide a graciosidade dessas roseiras.

Clique contemplativo 3:

Enfim, para que a segunda-feira seja realmente muito boa, perdendo (ou ganhando) alguns minutos olhando para o horizonte infinito!

Clique reflexivo 4:

Pronto! Refeito em disposição, fico com o sorriso “de covinha” da minha caçulinha na tarde de ontem. Como não ser um papai-coruja? Junto às azaleias e no entardecer, a pose ficou legal!

Clique fofurice 5:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Marina e Maria Estela: Gêmeas separadas pela idade!

Minhas filhas são duas irmãs e amigas. Como gostam de “estar e fazer” as coisas juntas. Ultimamente, “combinam sem querer” a ida desde aos lugares para se divertirem até às consultas médicas!

São bem diferentes. E, ao mesmo tempo, bem iguais! Talvez por isso as amamos tanto…

❤️👨‍👩‍👧‍👧🌸 #PaiDeMeninas #Amor #Carinho #Sorriso #Felicidade #Paz

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– Ser Pai e Ter Pai

Ser Pai é ótimo!

É ter uma amigona para amar e se lambuzar…

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É ter uma amiguinha para te fazer sorrir…

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Mas também é bom demais TER um pai: meu pai é meu grande amigo, meu herói. Te amo, meu Xará!

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Feliz DIA DOS PAIS – a melhor data do ano (para mim, particularmente)!

– Vamos aproveitar o “nosso dia”? Em 7 cliques:

Bom dia pra quem é do dia!

A madrugada está fresca e hoje é um domingo especial. Vamos acordar cedo para aproveitá-lo melhor e mais intensamente? Claro, a gente que é pai tem que viver essa data minuto-a-minuto! A pose mobgráfica de incentivo:

Meu 1o dia dos pais como papai da Marininha, abaixo! Obrigado meu Deus!!!

Já que postei a foto dela e hoje é permitido corujar livremente, olha que mocinha ela está:

E o meu 1o dia dos pais como papai da Estelinha na próxima foto! Obrigado por ela também, ó meu Deus!!!

Veja só que gordinha ela está, com cabelo arrepiado após descer do escorregador. Viva a eletricidade estática! Aqui:

Aproveitando: que a Mãe Padroeira do povo brasileiro possa hoje abençoar todos os papais: vivos, falecidos e vindouros. REZEMOS – “Nossa Senhora Aparecida, rogai pelo meu pai, pelo meu sogro, por mim e por todos aqueles que desejam imitar São José, o castíssimo esposo da Sagrada Família de Nazaré. Amém.”

Depois de tantas boas lembranças na madrugada, mais tardiamente vou para o cooper rotineiro. S’imbora suar alongando com as coloridas flores do jardim (essas de outras primaveras). Até mais e bom dia para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Uma 6a feira em 5 cliques:

Hora de sacolejar, levantando da cama e verticalizando o esqueleto!
Motivando para correr?
Clique 1:

Correndo e Meditando com São Domingos de Gusmão, que viveu na mendicância, no amor e na devoção mariana.
Que o tenhamos como modelo de fé! Meditando enquanto faço o cooper,
Clique 2:

Fim de atividade física!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores. E nossas pétalas brancas?
Clique 3:

Desperte, Jundiaí.
Que a sexta-feira possa valer a pena, inspirada pelo amanhecer tão bonito!
Clique 4:

Por fim, para que a jornada realmente seja boa, o sorriso da minha caçulinha brincando de “esconder”!
Clique 5:

Que seja um ótimo dia!

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– Reinventando-se depois dos 50 anos

Leio uma matéria bacana que aborda a transformação dos ideais depois de uma certa idade. É sobre como as pessoas mudam de vida depois dos 50 anos. Ou ao menos, querem mudar!

Aqui, um elenco de exemplos sobre quem conseguiu reinventar-se depois dessa idade. Mas vale pensar: precisamos esperar esse aniversário simbólico ou precisa ser em qualquer época tal mudança de propósitos?

O acesso em: https://vejasp.abril.com.br/cidades/reinvencao-apos-os-cinquenta-anos/

Celso Loducca, 60, consegue dedicar mais tempo ao seu cachorro Pipoca e à Casa do Saber, seu projeto social (Alexandre Battibugli/Veja SP)

– Quero ter o ânimo e a pureza das crianças!

Meu sobrinho Miguel “é o cara”. Ou melhor: “é o carinha”!

Olhe ele no melhor estilo Rock’n Roll brincando com o tio Rafa (como ele gosta de me chamar). O pique dele é contagiante!

Ainda, vale sua risada e seu lindo sorriso no “Teatro do Cebolinha”. Abaixo,

No link em: https://youtu.be/NkQozcQ9S-A

– Por um bom sábado, em 7 cliques mobgráficos!

Olá pessoal, tudo bem?

Para que o sábado frio (como caiu a temperatura, hein?) seja muito bom, não se pode ter preguiça. Assim, vamos esquentar o corpo com uma boa corrida? Clique 1:

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Durante o treino, pedindo a intercessão da Virgem Maria sob a invocação de Nossa Senhora de Guadalupe, Padroeira da América Latina. Precisamos sempre estar com o corpo, a mente e a alma em sanidade total. Clique 2:

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Depois de correr e aquecer, terminando a atividade física alongando com as flores do jardim. E a beleza desse botão de rosa creme? Clique 3:

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Por fim, espairecendo com a paisagem do amanhecer sabatino. Olhe só o tempo fechado e sisudo das 07h20, no clique 4:

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Bem diferente do céu azul e de sol bem quente de ontem. No mesmo horário, na 6a feira, o astro-rei estava dominando a paisagem. Abaixo, no clique 5:

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Se acha que é invejável o calor de ontem, veja onde estávamos há 4 anos passeando: ô saudade do mormaço das praias de Fortaleza… É da Praia do Futuro II (linda em beleza, mas infelizmente insegura para relaxar). No clique 6:

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Até mais! Chega de fotos, agora vou curtir o dia pegando carona com minha caçulinha. Pela carinha dessa motorista maluca… não sei não rsrs! Clique 7:

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Ótimo sábado para todos nós.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

 

– O que faz a vida ter sentido?

Difícil responder a questão-título. Mas uma das possibilidades de resposta é boba e simplória: VIVER!

Tirei ontem uma tarde em família na praia e foi revigorante! Estar com as pessoas queridas, relaxando e deixando o tempo passar, é algo fundamental para o bem estar da alma, da mente e do corpo.

Consegui, enfim, fazer algo tão difícil no dia-a-dia e que me ajudou a ter um final de semana ótimo: não usar relógio! Como é bom simplesmente não ser refém do tempo. Só que isso, logicamente, não é algo que dura muitos dias…. foi só em um domingo!

Enfim: comecemos a segunda-feira em paz, com energia e alegria, vivendo e animados pela oportunidade de acordar e fazer as coisas acontecerem.

Nossos instantes de amor em cliques, abaixo:

Ótima semana a todos.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby