– Atemporalidade na Sabedoria

Há pessoas que deixam frases que se eternizam. Um desses grandes pensamentos:

Quando não se acha o caminho, é momento de construirmos ele.

Thomás Edson

Dispensa qualquer comentário…

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– Natal Comercial versus Natal Verdadeiro!

Sobre o Natal, escreveu certo dia o escritor e novelista Walcyr Carrasco:

Dezembro é o mês da síndrome natalina, aquela obrigação de exalar felicidade. Dá para se libertar dela?

Você que gosta do Natal, me desculpe, mas concordo com o Walcyr. Celebrar e ser feliz deve ser todo dia; reunir os amigos e a família, sempre. E, muitas vezes, escolhemos uma data para nos juntarmos com pessoas que às vezes nem mais convivem conosco ou que não temos afinidade. Surgem os sorrisos amarelos e a necessidade de se gastar com presentes.

Ora, temos que presentear o ano inteiro? Aniversário, Dia das Crianças, Natal, Páscoa, dia disso e daquilo…

Sem ser hipócrita: clima natalino é diferente de clima comercial. DETESTO ESSA ÉPOCA DO ANO (me referindo à necessidade de gastos como obrigação e vaidade), com as ruas lotadas e pessoas histéricas comprando e se estressando.

Natal, pra mim, é tempo de relembrar o nascimento de Cristo, seus motivos de vir ao mundo (para nos salvar) e a necessidade de buscarmos a conversão pessoal (que deve ser diária, não só no final de ano). Papai Noel é só um personagem bem pequeno, e que os mais estudiosos sabem, foi criado pela Coca-Cola para campanhas de marketing no final do ano nos EUA há muito tempo atrás.

O tempo do Natal deve ser festa religiosa, não desespero comercial. Nossos bolsos que o digam em janeiro…

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– Você acredita no discurso de Klopp sobre o Mengão?

À ESPN, o ótimo treinador alemão (e “boa praça”) Jurgen Klopp diz que não conhece muito a fundo o Flamengo e até tinha dúvida sobre o regulamento do Mundial de Clubes.

Cá entre nós: você acreditou nisso? Treinadores como ele estudam e gostam de futebol, sabem tudo dentro e fora do campo. Impossível ter um conhecimento tão raso como falado.

Abaixo, extraído de: https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/6390335/klopp-admite-que-nao-sabe-muito-do-flamengo-sei-que-ganharam-a-libertadores-conheco-jogadores

KLOPP ADMITE QUE NÃO SABE MUITO DO FLAMENGO: “SEI QUE GANHARAM A LIBERTADORES, CONHEÇO JOGADORES”.

Potencial adversário do Flamengo no Mundial de Clubes da Fifa deste ano, o técnico do Liverpool, Jurgen Klopp, admitiu que ainda não conhece muito sobre a equipe brasileira.

Em conversa exclusiva com a ESPN após a vitória por 5 a 2 no clássico contra o Everton, pela 15ª rodada na Premier League, o técnico alemão falou sobre o time do Rio de Janeiro.

“Eu sei que eles ganharam a Copa Libertadores, conheço alguns jogadores, mas é o mesmo conhecimento que tenho de um time que jogamos na Champions League pela primeira vez, uns 3, 4 dias antes”, afirmou Klopp.

O comandante dos Reds ainda mostrou desconhecer o regulamento do Mundial, questionando o repórter João Castelo-Branco se havia antes um jogo de semifinal no torneio.

“Mas, se formos jogar contra eles, temos que ganhar as semis, certo? Tem um jogo no meio e isso deve ser suficiente para nos prepararmos (…) Nesse momento seria uma vergonha saber mais de qualquer time brasileiro do que do Bournemouth (próximo adversário do Liverpool pela Premier League). Nós vamos estar preparados, mas não tenho certeza se vamos jogar contra eles”, finalizou.

O Liverpool ainda tem mais quatro partidas antes de embarcar para o Mundial de Clubes.

A estreia de Klopp e sua turma será no dia 18 de dezembro, em Doha, contra Monterrey-MEX ou o vencedor do confronto entre Al-Sadd-CAT e Hienghène Sport-NCL.

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– Por quê o Mundo Virtual tem que ser dual ou radical?

Na maioria das vezes (repare), as redes sociais são de opiniões opostas e muitas vezes intoleráveis: ou se é Fla ou se é Flu. Ou Esquerda ou Direta. Ou religioso ou ateu. E o perigo disso é o radicalismo!

A posição de “centro”, muitas vezes, é considerada “em cima do muro”. Muitos não entendem que o extremismo não é regra, mas exceção. As pessoas gostam de ler o que lhes convém e lhes agrada (muitas vezes têm esses temas jogados pelos algorítmos do Facebook), e se pensar o contrário, o comentário crítico é imediato.

Democracia e liberdade de expressão são necessários, mas aí existe um desvio de personalidade que assusta no mundo virtual: os HATERS – pessoas que “odeiam” algo ou alguém e que divulgam esse ódio. Fazem apologia à repulsa e tripudiam daquilo ou daquele que não curtem. Isso não é comentário contrário respeitoso, mas sim má educação.

Pergunto: pra quê fazer mau uso das redes sociais? Ganha-se o quê?

Xô, fanatismo!

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– 3 cliques da beleza da natureza, em #tbt!

Animais, flores e frutas nos ajudam a entender o quão generosa a natureza é para nós?

Pois bem, em 3 cliques:

A pose animal da nossa sempre atenta pequinês:

A pose floral da nossa rosa de pétalas mescladas:

A pose frutífera da nossa romã tão saborosa:

Essa é a prova de que o Criador caprichou na função das suas criaturas e criação, tanto em utilidade quanto no visual!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Pais Melosos e Profissionais Comprometidos

Leio uma matéria sensacional, que particularmente me identifiquei (e de maneira alegre) sobre homens que querem ser pais em tempo significativo, em conflito até mesmo com sua carreira profissional!

Abaixo, a ótima reportagem de Rodrigo Turrer, ed 654, pg 86-90 (leiam, papais!)

A DUPLA JORNADA DOS NOVOS PAIS

Equilibrar carreira e vida doméstica deixou de ser um desafio só para as mães que trabalham. Agora são os pais que, para ter sucesso, têm de lidar com as cobranças em casa e no escritório. Só que os homens sofrem mais para atender às duas demandas. É o que diz o estudo O novo pai – Explorando a paternidade no contexto da carreira, publicado pelo Boston College, uma universidade do Estado americano de Massachusetts. A pesquisa concluiu que os pais de hoje, mais que nas gerações anteriores, têm dificuldade para se desenvolver como profissionais quando precisam conciliar os deveres do emprego com as responsabilidades familiares. “Os homens estão lidando com um problema muito similar ao que as mulheres enfrentaram nas décadas de 1960 e 1970”, diz Brad Harrington, diretor do Centro de Estudos do Trabalho e Família do Boston College e coordenador da pesquisa. Incapazes de ocupar melhores posições na carreira, os pais dedicados estão se frustrando. A conclusão é que buscar uma vida familiar plena pode estar tornando os pais infelizes. Principalmente se comparados às mães que trabalham.

Na tentativa de fugir desse tipo de pressão, o fotógrafo Ricardo Toscani, de 30 anos, escolheu ser o “dono de casa”. A decisão foi tomada quando sua mulher, Lúcia Toscani, uma designer requisitada, ficou grávida, há dois anos. “Lá em casa ela é a formiga, e eu sou a cigarra”, diz Toscani. Com uma carga de trabalho que pode chegar a até 12 horas por dia, Lúcia não poderia dedicar à filha Alice o mesmo tempo que Ricardo tinha à disposição. “Abri mão da estabilidade no emprego para me dedicar a Alice. E minha agenda se adaptou.” Ele diz fazer um ou dois trabalhos semanais, que tomam apenas de duas a três horas de seu dia. “Minha profissão hoje é ser pai, e quero me dedicar totalmente a isso. Nada paga o prazer de acompanhar o crescimento de minha filha, ver a menina aprender uma palavra. É fascinante.”

No último meio século, mudanças culturais e o movimento feminista mudaram o papel da mulher e do homem no mercado de trabalho. “O papel profissional é parte da vida da mulher. Está estabelecido. O homem teve de internalizar isso”, afirma Ellen Galinski, presidente do Families and Work Institute (FWI), uma organização sem fins lucrativos de pesquisa sobre a natureza do trabalho e sua relação com a vida familiar.

Nos Estados Unidos, elas já ocupam quase 55% dos postos de trabalho. Nas maiores cidades americanas, seus salários também são mais altos: mulheres jovens, solteiras e sem filhos chegam a ganhar 8% a mais que seus colegas do sexo masculino em igual posição. No Brasil, as mulheres somam 41,4% da mão de obra empregada. Elas têm em média mais anos de estudo e ocupam mais empregos que exigem alto nível de instrução. Ainda assim, os salários das mulheres brasileiras são em média 21,5% menores que os dos homens.

O equilíbrio de forças no emprego obrigou os pais a participar mais ativamente das tarefas domésticas. “Os homens hoje estão mais envolvidos com a família, trocam mais carinhos com os filhos, com a mulher, querem exercer seu papel de modo integral”, diz Luiz Cuschnir, psiquiatra e psicoterapeuta, supervisor do serviço de Psicoterapia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. E o homem gostou desse papel, afirma Cuschnir. “Podemos dizer que o ‘masculismo’ – a atitude do homem moderno, sensível, aberto ao afeto – venceu o machismo. E a sociedade valoriza mais esse homem do que antes.”

Estar mais tempo ao lado da família passou a ser uma ambição pessoal. Mas essa conquista tem um preço, na forma de um novo conflito interno.

“À medida que a mulher também se torna uma âncora da vida doméstica em termos econômicos, a exigência tradicional de ser o vencedor para sustentar a família acaba minada”, afirma Rosa Macedo, professora de psicologia e pedagogia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde coordena o Núcleo de Família e Comunidade. Ser pai e querer cuidar do filho parece menos legítimo do que ser mãe e desempenhar essa tarefa. “Toda a legitimidade que o homem tem no trabalho falta nos afazeres domésticos”, diz Brad Harrington, do Boston College. “O modo como as mulheres percebem o esforço do pai em casa é simplista. Em geral, ele é tratado como inepto.”

Estudos comprovam que, nos Estados Unidos, a mulher gasta em média 28 horas por semana em trabalhos domésticos, enquanto o homem gasta 16 horas, ainda que os dois estejam empregados. No Brasil, as mulheres gastam com o trabalho doméstico cerca de duas a três vezes mais tempo que os homens. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2008 as mulheres dedicaram 27 horas semanais às tarefas do lar, enquanto os homens passaram dez horas. E, mesmo quando o novo e dedicado pai faz menos atividades em casa do que a mulher, ele se sente mais sobrecarregado. Talvez seja a falta de prática. Ou uma incapacidade de lidar com múltiplas tarefas. Na pesquisa do FWI, no quesito “limpar a casa” e “lavar a louça”, 50% dos homens dizem fazer pelo menos metade do trabalho, enquanto 70% das mulheres garantem fazer tudo sozinhas. A conta não fecha.

Há atividades masculinas em casa que costumam ser ignoradas pelas mães. As horas gastas por um pai consertando a bicicleta do filho ou jogando videogame com ele raramente são computadas como parte da divisão de tarefas. “As mulheres subestimam a contribuição do marido, afirma Ellen Galinski, do FWI. É como se o homem fosse naturalmente menos capaz de dar um banho na criança, dar mamadeira ou levar ao médico. “A mulher tinha e tem mais poder sobre as crianças do que o homem, um poder conquistado ao longo do tempo, e elas não querem perder esse poder”, diz a antropóloga Mirian Goldenberg, professora da pós-graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “Há regrinhas para determinar que certos cuidados pertencem apenas às mulheres, fundamentadas em uma falsa biologia, em uma suposta natureza feminina que não é verdadeira.” A divisão de espaço entre homens e mulheres não deveria, portanto, estar restrita aos meios profissionais. Assim como cabe a homens e mulheres aceitar a ascensão feminina aos postos de comando – inclusive à Presidência –, a sociedade precisa aprender a conviver com mais homens no ambiente doméstico.

O vendedor Carlos Eduardo Valério, de 50 anos, sentiu essa dificuldade. Casado, com uma filha de 12 anos, ele trabalha à tarde, e a mulher, Virginia, de manhã. Quando a filha Carolina nasceu, ele teve de se desdobrar para equacionar os horários em casa. Ajuda a limpar a casa, cuida do quintal, faz a comida. “Isso para mim foi tranquilo, porque estava acostumado, tenho seis irmãos e dividíamos as tarefas em casa. Mas cuidar de criança é mais complicado, as mulheres parecem ter mais facilidade, mais capricho”, afirma. Até pegar o jeito, Carlos Eduardo precisou ouvir várias queixas de que estava fazendo tudo errado. Hoje, diz ter se acostumado com as tarefas domésticas e manter uma agenda diária bem definida. A filha vai e volta da escola de van. Ele faz o almoço, os dois fazem a lição juntos antes de ele ir trabalhar. Às vezes leva e busca a filha nas festas e baladas nos fins de semana. “É importante para mim estar com ela, é um valor que eu faço questão de passar.”

Quem primeiro apontou a maternidade como um mito cultural foi a filósofa francesa Elisabeth Badinter, ainda na década de 1980. Para escrever o livro Um amor conquistado – O mito do amor materno, ela pesquisou como as mães lidavam com a gestação e o aleitamento de crianças antes do século XIX. Descobriu que a maioria dos bebês era negligenciada, entregue a amas de leite. Muitas crianças morriam antes de completar 4 anos de idade. Para as mulheres da alta burguesia, era um desprestígio ocupar-se da prole. Para as operárias, pela jornada de trabalho, era tarefa impossível. Badinter diz que a formação do mito do amor materno surgiu no fim do século XVIII, com a nascente preocupação com a educação e a sociabilidade de crianças e adolescentes. Até então a criança era considerada quase como um “animal” a ser adestrado, um adulto em miniatura. Para Badinter, a maternidade não é algo instintivo. O afeto entre mãe e filho se formaria da convivência, seria algo conquistado. O mesmo que ocorre com a paternidade.

“As mulheres subestimam a contribuição do marido dentro de casa”,
diz a especialista americana Ellen Galinski

O fim da divisão nítida de papéis entre homens e mulheres pode causar confusão, mas também pode ser benéfica. “Nossa cultura mudou: antes dos anos 1960 não havia uma exigência cultural nem social para que o pai demonstrasse afeto ou tivesse carinho com as crianças”, diz Mirian Goldenberg. “Hoje os pais reivindicam o direito de exercer plenamente esse afeto. Tanto que muitos homens separados querem a guarda compartilhada ou querem ficar em tempo integral com o filho, por causa dessa vontade de estar mais com ele.”

O engenheiro Fernando José Alves da Silva, de 46 anos, não abriu mão de estar com os filhos mesmo depois do fim de seu primeiro casamento, há nove anos. “Não há o que pague a alegria de encontrar meus filhos sorrindo, de curtir alguns momentos com eles”, diz Fernando. Pai de Andrezza, de 13 anos, e de Lucas, de 9, ele detém a guarda compartilhada das crianças e fica com elas semana sim, semana não. Fernando casou-se novamente há três anos e teve seu terceiro filho, Guilherme, hoje com 1 ano. Funcionário de uma refinaria em Duque de Caxias, ele mora na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Trabalha dez horas por dia, mas reserva o fim da tarde e a noite para estar com os filhos. “Quando dá, tento pegar na escola, faço lição de casa junto, levo o filho no futebol, tento brincar com eles, me desdobro ao máximo”, diz Fernando. Como sua rotina é muito pesada, nem sempre ele consegue. Já perdeu eventos na escola dos filhos por causa do trabalho. “Não posso parar de trabalhar, preciso pagar o colégio, as contas, o apartamento, manter o padrão de vida. Então preciso arranjar um jeito de equilibrar as coisas”, afirma Fernando. “É muito difícil combinar trabalho e família. Ficar tranquilo é o mais importante para conseguir conciliar.”

A solução que Fernando encontrou é a melhor saída para fugir de mais uma fonte de estresse. “A carga de cobrança em cima dos pais e da forma que eles cuidam dos filhos é uma barreira. Cada vez mais os pais estão perdidos com tantas recomendações e cobranças”, diz Rosa Macedo, da PUC-SP. “O caminho mais rápido para o descontrole é culpar-se e idealizar a forma de criar os filhos.”

Renan Yoshima, de 36 anos, achou que ultrapassaria seu limite se continuasse no promissor emprego de publicitário em uma agência na Zona Oeste de São Paulo quando sua mulher, a arquiteta Camila França Yoshima, engravidou, em 2005. “Eu não tinha horário para entrar nem para sair e costumava varar madrugadas no trabalho”, diz Renan. Ele largou a publicidade e se tornou designer. Encontrou um emprego com horário fixo e um salário menor que o de publicitário para poder cuidar da primeira filha, Laura. “Achei que, como publicitário, seria difícil aproveitar minha família. Achei melhor estar com ela”, afirma. “Não abro mão de estar com minhas filhas, emprego eu encontro em qualquer lugar.”

Renan e Camila têm duas filhas: Isabela, de 2 anos, e Laura, de 5. Como a mulher tem um escritório de arquitetura e não tem horário fixo, costuma trabalhar à noite. Quando volta do trabalho, às 19 horas, Renan assume a casa: “Troco fralda, faço comida, penteio o cabelo, brinco. A hora do banho é uma bagunça, porque eu dou banho nas duas”. Renan acredita que a principal dificuldade que enfrentou foi encontrar um ponto de equilíbrio entre suas responsabilidades. “A cobrança é muito grande, e é complicado escolher entre ser o pai que vai sustentar a casa e o pai presente. Às vezes a pessoa tem medo de perder o emprego e prioriza o trabalho, até por uma proteção aos filhos. Desempregado, como ele vai sustentar?”, diz. “O ambiente profissional é cruel em relação à família, e eu sei que estou na contracorrente, mas priorizo meu relacionamento com minhas filhas.”

O estudo do Boston College mostra que as empresas americanas têm dificuldade em lidar com esses pais que se desdobram. Quando as mulheres que têm filhos estão no local de trabalho e precisam sair mais cedo, as empresas já se acostumaram a lidar com a situação. Mas isso não é tão comum quando quem pede para sair do escritório por causa dos filhos é o pai. “A ideia mais comum é que quando um casal tem filhos a mulher naturalmente vai se dedicar menos ao trabalho, e as empresas têm de ser compreensíveis. Já os homens vão mergulhar no trabalho para sustentar a família. Então as empresas tendem a ser menos plácidas quando eles têm necessidades familiares”, afirma Brad Harrington, do Boston College. “Fala-se muito do novo pai, da cobrança para que ele esteja presente, mas nenhum chefe entende quando o executivo falta para ir à reunião da escola ou para levar o filho ao pediatra.”

A diferença de tempo entre a licença-paternidade e a licença-maternidade deixa explícito esse tipo de pensamento. Grandes empresas americanas já dão licença-paternidade remunerada de até três semanas para seus funcionários. Na maior parte dos Estados Unidos, a licença não ultrapassa 15 dias. No Brasil, há dez projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional discutindo a ampliação da licença-paternidade. Há propostas que aumentam o direito para até 30 dias, mas o projeto mais avançado e com maior consenso prevê licença remunerada de 15 dias após o nascimento do filho.

A licença-paternidade avança no mundo.
Na Suécia, pai e mãe dividem os 390 dias

Na Suécia, os pais podem dividir 390 dias de licença paga da forma como bem entenderem, e 80% dos homens suecos tiram quatro meses de folga quando nascem seus filhos. Na Alemanha, uma lei semelhante à da Suécia aumentou em sete vezes o número de pais que tiravam licença para cuidar dos filhos. “Hoje há um monopólio feminino dos prazeres, encargos e sacrifícios com os filhos”, diz Mirian Goldenberg. Para ela, a diferença de cinco dias de licença-paternidade para seis meses de licença-maternidade revela uma enorme desigualdade de gênero. “Ampliar a licença-paternidade não é invadir um espaço exclusivo da mãe.”

A impressão de que esse novo tipo de pai ocuparia os domínios maternos é falsa. Para os especialistas, é importante não confundir os papéis de cada um. A falsa impressão é provocada pelo estereótipo paternal criado ao longo de décadas: a autoridade, a lei, a força, o provedor distante. Esse modelo transformou o homem atual num indivíduo que parece ser um remendo ao tentar se desdobrar para trabalhar e querer cuidar dos filhos e da casa. Uma imagem que precisa ser desfeita. “O homem que cuida do filho não é um homem maternal e não pode exercer o papel de mãe, que não serve para ele”, diz Cuschnir, da USP. “O que parece um remendo na verdade é uma ampliação. O homem fica maior quando tem de cuidar do filho. Ele aproveita a relação dele com o filho para resolver sua própria relação com o mundo. Isso dá serenidade ao homem.”

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– Dispersão Espiritual e Ruído Litúrgico: como e onde encontrar a paz para rezar?

Dias átras, durante a Missa das 7h na Catedral Nossa Senhora do Desterro (a Igreja Matriz de Jundiaí), o Padre João Marrom abordava como as pessoas se distraem (e distraem as outras) durante a Celebração Eucarística com o uso do celular!

Pois é. Se um telefone tocar em um momento de oração, queiramos ou não, há uma irritação. E se for o “barulho” do WhatsApp?

Pior é que justo na hora da Homilia, quando o padre falava sobre isso, um telefone tocou…

Sábias palavras são aquelas que um dia li na porta de uma igreja: “Desligue o celular e se ligue em Deus”. Mas isso não acontece apenas dentro das Igrejas, mas ao longo do dia. Vivemos tempos de Dispersão Espiritual, onde não conseguimos nos concentrar como devíamos para fazermos nossas preces (sobre isso, abordamos brevemente em outra ocasião no link: http://wp.me/p4RTuC-4TN). E nem precisa ser barulho de pessoas desacostumadas a tomarem cuidados, pode ser o famoso ruído litúrgico (um violão que cai, por exemplo) ou ainda fora dos templos: em casa, no quarto ou na sala (sempre haverá uma TV ligada, um rádio ao fundo ou um vizinho tirando a atenção).

Custa muito desconectarmos dos meios de comunicação eletrônicos e dos compromissos de trabalho ao menos em alguns poucos minutos? Estamos reféns de e-mails, redes sociais, perturbações econômicas e compromissos laborais?

Tudo isso vem de encontro com o que o Papa Francisco tuitou no último domingo (olha aí o bom uso das ferramentas sociais, como o Twitter):

O trabalho é importante, mas também igualmente o repouso. Aprendamos a respeitar o tempo do repouso, sobretudo o repouso do Domingo.”

Neste mundo em que os serviços e compromissos são diários e contínuos, no mundo que trabalha 24 horas por dia e de segunda-a-segunda, cada vez mais raro se torna encontrar pai, mãe e filho descansando aos domingos. E seja qual for o dia de repouso (preferencialmente aos domingos), que a família possa se desligar dos compromissos diários e rotineiros para repousar em Deus, ir à Missa, comer sem pressa, esquecer o relógio e não se preocupar com sinal de Internet…

Missão difícil?

Sim. Afinal, nos dias atuais, não é só contra heresias, seitas profanas, modismos anticristãos ou tentações que lidamos, mas também contra a “infoxicação”, que é a necessidade de informação plena, on-line, irrestrita e compartilhada pelos amigos em redes sociais, mesmo que isso leve em detrimento dos escassos momentos que deixamos a Deus…

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– Vamos ter quantos treinadores estrangeiros na Série A em 2020?

Eu gosto de intercâmbios e troca de conhecimentos. No caso do futebol, mais ainda!

Vejamos: se eu tenho um jogador nacional e um estrangeiro que possuem a mesma qualidade técnica, prefiro o brasileiro. Afinal, os “de fora” também estão custando caro e, se trago gente igual e ao mesmo custo, fecho as portas para revelações da base.

E quando falamos sobre treinadores? O processo é bem parecido, com a diferença de quê: os nossos, ultimamente, preferem o estilo defensivo e metodologias ultrapassadas. Assim, veremos além de Flamengo e Santos com treinadores estrangeiros, possivelmente Palmeiras, Internacional e outros.

Cá entre nós: abertura para gente que vem melhorar a qualidade dos nossos jogos é algo ótimo. Mas se for “seis por meia-dúzia”, não dá.

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– Você está casado com sua Empresa?!

O Prof José Renato Santiago Sátiro é hoje um dos mais renomados consultores em Administração de Empresas, e novamente nos presenteia com belíssimo artigo: “Casei com minha empresa, e agora?”.

Leia e reflita: o comodismo de uma relação, o medo de mudanças e outras nuances citadas no texto abaixo fazem parte do seu dia-a-dia?

Extraído de: http://t.co/7ElQMoj6

CASEI COM MINHA EMPRESA, E AGORA?

Diferentemente do que acontecia antigamente, é fato que a duração do vínculo entre empregados e empregador é cada vez menor.

Por inúmeras razões, as pessoas costumam definir suas próprias estratégias em relação as suas vidas profissionais.

No entanto, quero deixar claro, isto não tem qualquer relação com Geração Y, em minha opinião, mais uma falácia que passou a fazer parte do nosso mundo corporativo.

Hoje os colaboradores, como os empregados costumam ser chamados, tendem a exigir uma clareza muito maior por parte das organizações onde atuam.

Certamente esta postura contribui com a redução desta relação.

Mas não é só isso.

O espírito empreendedor também é um fator que costuma impulsionar as pessoas em direção a objetivos e metas mais desafiadoras.

Mas também não se limita a isso.

Também cabe considerar aspectos relacionados com a busca, cada vez mais frequente, por uma melhor qualidade de vida.

Mais uma questão que impulsiona as pessoas a evitarem relações desgastantes de longa duração.

Se considerarmos estes três motivos como completamente efetivos e verdadeiros, poderíamos chegar a uma conclusão errada.

A verdade é bem diferente.

Por mais que as pessoas tenham suas próprias motivações, sejam empreendedoras ou queiram melhor qualidade de vida, há algo que tende a ser maior que todas elas.

A ela, podemos chamar Segurança.

Ela normalmente possui estreita associação junto às relações de longo prazo.

Fazendo uma pequena analogia, em nossa vida pessoal isto também acontece.

A segurança de um relacionamento duradouro tende a permear grande parte de nossas decisões.

Na vida pessoal, isto justifica a manutenção de relações infelizes por anos e anos.

É o conhecido: “melhor ficar como está”.

Na vida profissional, isto também acontece.

Muitas pessoas trocariam muitas coisas apenas para garantir a sua segurança.

Justamente por isso, que muitos se orgulham de se manterem com o mesmo emprego ao longo de anos.

Quanto mais tempo, mais segurança.

Muitos se casam com suas empresas, e se orgulham disso, embora possam estar infelizes.

Este é um dos motes que também serve para justificar o cada vez maior interesse por empregos públicos.

Neste aspecto a segurança é o motivo, mas também é um fator inibidor.

Perde-se a busca por crescimentos e desafios que realmente poderiam fazer a diferença em nossas vidas.

Assim como se perde a oportunidade de viver paixões avassaladoras em troca de uma relação que pode estar falida.

E quando se chega lá na frente, o que resta?

Arrependimento?

Foi melhor assim?

Ou deixa pra lá?

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– Uma ótima 4a feira em 4 fotos:

1- Bom dia!

Bem animado para começar a atividade física diária, em busca de qualidade de vida.
Vamos correr?

Clique motivacional: 

2- Correndo e Meditando:

Ó Nossa Senhora, Mãe de Jesus, socorre-nos e nos prepara para o Advento do seu Filho Amado. Amém.

Clique meditacional:

3- Fim de cooper!

Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das roseiras de botões creme.

Clique contemplativo:

4- Sol muito bonito de natureza e beleza indescritíveis.

Obrigado, Mãe Terra, por mais essa manhã bonita!

Clique inspirativo:

Ótima quarta-feira para todos nós.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– #DezembroVerde contra a Paralisia Cerebral

Já ouvimos falar do Outubro Rosa contra o câncer de mama e o Novembro Azul contra o câncer de Próstata. Em Dezembro, a campanha é pelas crianças com Paralisia Cerebral.

Para saber mais dessa importante iniciativa, visite o site da instituição que mais cuida desses pequenos, a Cruz Verdehttp://www.cruzverde.org.br/.

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– A Regra do Rebaixamento do Brasileirão é justa? E a do título?

Disse o treinador Vanderlei Luxemburgo, após a partida entre Vasco x Cruzeiro a respeito do rebaixamento no Brasil (em referência ao time da Raposa que “namora” a Série B):

“O Cruzeiro está passando como outras equipes passaram por esse problema. Eu posso falar isso hoje porque não tenho preocupação nenhuma: é uma punição muito severa para um clube que faz uma temporada ruim. Ter 20% (rebaixados) é injusto dentro do futebol”, disse o comandante (…) Acho que deveria mudar. Ter três ou dois mais um. Acho que você não merece punição por um ano ruim. E sim por dois, três anos. Ver o Cruzeiro nesta situação a gente fica triste. É ruim um grande clube deste estar neste momento” (ao Fox Sports TV).

Aqui valem algumas observações:

  • Em muitos países, temos 16 ou 18 clubes na Série A para 4 rebaixados diretos; ou, ainda, para alguns rebaixados diretos e outros lutando pela permanência contra os times que não foram campeão e vice na Segunda Divisão. Ter 20 no Brasileirão e rebaixar menos do que 4, é fazer um monte de jogo não valer nada na ponta de baixo.
  • Contra o argumento de uma temporada ruim, existe a metodologia que foi usada por algum tempo na Argentina: fazia-se uma média dos pontos de 2 campeonatos inteiros. Mas, lembremo-nos, o campeonato não é tão curto para que se use a desculpa de “acidente”. São 38 jogos em nosso país!
  • Sou a favor de um campeonato da Série A com 16 times (imagine como uma série B com a mesma quantidade e possivelmente com alguns clubes grandes jogando nela valorizariam o produto) e 2 times rebaixados direto (subindo 2 da Série B) + 2 times por eliminatórias (os 3os e 4os colocados do acesso lutando contra o 13o e o 14o que brigariam para não cair). 
  • Usaria o mesmo critério de pontos corridos para as 3 divisões (A, B e C). Para a Série D, dividiria em grupos regionalizados e formaria uma série E onde os clubes regionais que não estivessem nessas séries, pudessem disputar. Seriam os Estaduais, mas na última divisão nacional (logicamente as federações locais chiariam).
  • Por fim, não sou contrário àquela antiga fórmula de: Campeão do 1o turno x Campeão do 2o turno. Se vencesse os dois turnos, seria campeão direto. Afinal, falamos de ESPORTE, que deve ser primeiramente emocionante, não necessariamente justo (mas essencialmente honesto). 

E você, pensaria em mudar alguma coisa na fórmula de disputa? É claro que, para não confundir o torcedor, a coisa deve ser insistida por anos e bem explicada (se não precisará-se de bula para entender a forma de disputa).

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– Dante Mantovani, o presidente terraplanista da Funarte!

E o novo Presidente da Funarte, hein? Dante Mantovani provocou um inferno com suas bobagens proferidas (desculpe o trocadilho com a obra tão famosa, foi impossível não citar o “Inferno de Dante”).

Para não entrar nos absurdos das questões musicais (de que a União Soviética criou os Beatles, a introdução do LSD sendo proposital e o satanismo do rock’n Roll – como se não existisse rock cristão…), leio que ele é terraplanista e ainda debocha de quem pensa o contrário! 

Crendo estar certo, o “novo gênio das artes” chama de “terrabolistas” àqueles que acreditam em um planeta redondo e não uma pizza. Loucura?

A pergunta é: quem indicou esse cidadão para um cargo tão importante?

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– Giving Tuesday!

Em mais de 80 países, uma tradição americana vingou: a do Giving Tuesday”, uma espécie de dia do doador, realizada sempre na 1a terça feira de dezembro após oDia de Ação de Graças”.

Algumas empresas e ONGs do Brasil celebraram tal data (bem timidamente). E as pessoas físicas também! A ideia é: pode-se doar roupas, brinquedos, sangue, tempo, serviço voluntário ou qualquer outra coisa. Em suma: um dia de solidariedade!

E aí, que tal fazer sua parte na próxima edição? Se quiser, faça já, não é preciso esperar!

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