Em tempos de desregramento e falta de valores, um santo que serve de modelo para todos nós: São Luís Gonzaga, o Padroeiro dos Jovens, celebrado hoje.
Abaixo, sua história, extraída do site da Comunidade Canção Nova:
SÃO LUÍS GONZAGA
Considerado o “Patrono da Juventude”, São Luís Gonzaga nasceu no ano de 1568 na Corte de Castiglione.
Recebeu por parte de sua mãe a formação cristã. Já seu pai o motivava a ser príncipe. Sua família tinha muitas posses mas, graças ao amor de Deus, Luís desde cedo deixou-se possuir por esse amor.
Com dez anos de idade, na corte, frequentando aqueles meios, dava ali testemunho do Evangelho e se consagrou a Nossa Senhora. Ali descobriu seu chamado à vida religiosa e queria ser padre. Seu pai, ao saber disso, o levava para festas mundanas, na tentativa de fazê-lo desistir de sua vocação.
Entrou para a Companhia de Jesus onde viveu durante seis anos. Com pouco mais de vinte anos, faleceu de uma peste que havia se espalhado em Roma.
– São Luís Gonzaga, rogai por nós. Amém.
Imagem extraída da Web. Quem conhecer a autoria, favor informar para postar os créditos.
E hoje se comemora o 186º ano do nascimento de Machado de Assis.
Disse ele:
“Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouca importa; o essencial é que saiba amar”.
Teria sido ele o maior escritor do Brasil? Será que as gerações futuras discutirão isso ou outros gênios surgirão? Há aqueles que dizem que Paulo Coelho o superará/superou… não concordo.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, informar para crédito na postagem.
– O Espírito Santo, a Verdade, de mim irá testemunhar, e vós minhas testemunhas sereis em todo lugar.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
-Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus a seus apóstolos: 26 Não tenhais medo dos homens, pois nada há de encoberto que não seja revelado, e nada há de escondido que não seja conhecido. 27 O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! 28 Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! 29 Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. 30 Quanto a vós, até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. 31 Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. 32 Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. 33 Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus.
A Igreja comemora hoje (20) Nossa Senhora da Consolata, que devolveu a visão a um cego que encontrou sua imagem.
No século IV santo Eusébio de Vercelli, Itália, foi exilado na Palestina por não seguir a heresia do arianismo, doutrina que considerava que Cristo não era Deus. Quando foi libertado do exílio, trouxe consigo uma imagem de Nossa Senhora e depois a deu a são Máximo de Turim.
O ícone teria sido pintado pelo próprio são Lucas. Desde então os fiéis a chamavam de “Consolata” (Consolada, em italiano), porque é ela quem consola nos momentos de dificuldade.
São Máximo colocou a imagem em uma capela ao lado da igreja de Santo André, mas o templo do apóstolo foi destruído em uma guerra e o ícone foi enterrado.
Ele foi encontrado mais tarde e uma capela foi construída para ele. Também essa capela foi destruída e mais uma vez o ícone se perdeu, até que a Mãe de Deus interveio.
Na cidade francesa de Briançon havia um cego chamado Jean Ravais. Em 1104, a Virgem apareceu a ele em uma visão e prometeu que ele recuperaria a visão ao encontrar seu quadro perdido em Turim.
O jovem cego foi até os arredores do santuário de Santo André, vasculhou os escombros e encontrou a pintura sagrada. De repente, milagrosamente, ele começou a ver.
Essa imagem milagrosa da Consolata original não existe mais hoje, segundo o site do santuário da Consolata. A imagem venerada no altar-mor hoje foi pintada no século XV.
O santuário também diz que provavelmente foi pintado a pedido do bispo Domenico della Rovere, que se tornou comendador de Santo André em 1480.
A comunicação entre jogadores e árbitros numa Copa do Mundo deve ser sempre bem clara, e isso já foi um problema histórico. Por exemplo, tivemos o surgimento dos cartões (Amarelo e Vermelho inspirados nos sinais de trânsito), motivados pela conhecida confusão entre o árbitro alemão Rudolf Kreitlein e o jogador argentino Rattín, que fingia não entender que havia sido expulso.
Pois bem: isso foi se aperfeiçoando, com a introdução de gesticulação cada vez maior dos árbitros nas marcações de lances específicos (ou seja, os gestos substituíam a comunicação verbal, para que atletas, imprensa e torcedores compreendessem melhor).
Na década de 90, nas três Copas existentes optou-se por árbitros que falassem a mesma língua, facilitando a comunicação entre Árbitros, Bandeiras e Quarto Árbitro.
Mais recentemente, a FIFA determinou que obrigatoriamente aos testes físicos, escritos e técnicos, cobrasse o inglês como língua universal da Copa do Mundo. Se o árbitro não falar inglês, não apita!
Criou-se até mesmo um conjunto de frases “prontas”, para os árbitros decorarem, a fim de saberem o que se conversava. Uma espécie de subterfúgio para quem não tem fluência.
Eis que no México x África do Sul, o árbitro Wilton Pereira Sampaio, ao comunicar a decisão de expulsar um atleta sul-africano, falou com certa dificuldade seu inglês, levando a criação de memes na Internet devido às expressões dos jogadores, com dificuldade de compreensão.
Wilton voltará a campo no Noruega x Senegal, pela 2ª rodada. E fica a pergunta:
– Depois da confusão, escalou-se VAR e 4º árbitro na partida procedentes da… Austrália.
Fico imaginando: com o sotaque da Terra dos Cangurus, se o quarto-árbitro Arana Waugh Campbell-Kirk precisar comunicar algo importante ao Wilton, conseguirá existir um diálogo compreensível? E pergunto isso respeitosa e preocupadamente, pois os atletas são nativos em norueguês e francês.
Claro que hoje devemos ser fluentes em inglês e demais idiomas, mas será que a exigência da FIFA faz sentido?
Dulcídio, Godoy e tantos outros grandes árbitros brasileiros precisariam falar o idioma para fazer parte do quadro internacional, o que não é cabível em nossas mentes, conhecendo-os…
Nessa mesma toada, como prova de que nem sempre é a língua que deve prevalecer, eis que vimos a primeira expulsão na história do futebol pelo protocolo “Vinícius Jr”, sobre mão na boca ao falar com um adversário.
Uma introdução: tudo isso surgiu após o episódio envolvendo Gianluca Prestiani, do Benfica, e Vinícius Jr, do Real Madrid, quando o atleta argentino escondeu a boca e supostamente ofendeu o jogador brasileiro com palavras racistas. Desde então, a FIFA proibiu que jogadores escondessem a boca (com a camisa, a mão ou qualquer outro artifício) ao falar com seus adversários, tendo como punição a expulsão.
Perceba-se: aqui, corretamente, é uma decisão que o gestual está acima da língua falada, pois o futebol se entende por diversos atos.
Enfim: Almirón, do Paraguai, abordou seu adversário turco na segunda rodada da Copa do Mundo e entrou para a história por receber Cartão Vermelho por tal gesto. E acho excelente que isso ocorra, pois inibe os racistas em campo. Se alguém cometer ofensas, será visível e ocorreria a expulsão. Se tentar disfarçar, idem.
O futebol não é somente a língua falada, mas o jogo jogado e suas relações discutidas.
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!
– Jesus Cristo, Senhor nosso, embora sendo rico, para nós se tornou pobre, a fim de enriquecer-nos, mediante sua pobreza.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
-Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 24 “Ninguém pode servir a dois senhores: pois, ou odiará um e amará o outro, ou será fiel a um e desprezará o outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro. 25 Por isso eu vos digo: não vos preocupeis com a vossa vida, com o que havereis de comer ou beber; nem com o vosso corpo, com o que havereis de vestir. Afinal, a vida não vale mais do que o alimento, e o corpo, mais do que a roupa? 26 Olhai os pássaros dos céus: eles não semeiam, não colhem, nem ajuntam em armazéns. No entanto, vosso Pai que está nos céus os alimenta. Vós não valeis mais do que os pássaros? 27 Quem de vós pode prolongar a duração da própria vida, só pelo fato de se preocupar com isso? 28 E por que ficais preocupados com a roupa? Olhai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham nem fiam. 29Porém, eu vos digo: nem o rei Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um deles. 30 Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é queimada no forno, não fará ele muito mais por vós, gente de pouca fé? 31 Portanto, não vos preocupeis, dizendo: ‘O que vamos comer? O que vamos beber? Como vamos nos vestir?’ 32 Os pagãos é que procuram essas coisas. Vosso Pai, que está nos céus, sabe que precisais de tudo isso. 33Pelo contrário, buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo. 34 Portanto, não vos preocupeis com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã terá suas preocupações! Para cada dia, bastam seus próprios problemas”.
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece à Rainha dos Anjos:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a alegria de viver e deixaram de sonhar. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?