REPOST: Eu não estou podendo mais doar sangue e hemoderivados, devido ao câncer de próstata que tive. Mas continuo levantando essa bandeira: Doe Sangue, Doe Vida. Abaixo, de outro dia, para promover a doação voluntária:
Hoje foi dia de“ajudar alguém, sem saber quem!”
Colabore também, sejadoador voluntário de Sangue e Plaquetas. Abrace essa causa tão importante.
Me assusto quando vejo pessoas defendendo a solidão. O ser humano não nasceu para viver sozinho. Há de se ter companheiro (a), filhos, amigos e família.
Por quê será que alguns optam a viver assim?Talvez por traumas passados?
Ouvi isso na homilia do saudoso Pe Celso, na Paróquia São João Bosco,e registrei para nunca esquecer:
“Em todo momento ruim, lembre-se dos momentos bons. E em todos os bons momentos, lembre-se dos ruins”.
Perfeito. É assim que devemos agir: não nos esquecermos que os momentos ruins passam, e na bonança, lembrar de valorizá-los. Isso é buscar o equilíbrio, manter-se longe deeuforias passageirase estarcomprometido com a realidade.
Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
IN ENGLISH –
I heard this in the homily of the late Father Celso, at São João Bosco Parish, and I wrote it down so I would never forget it:
“In every bad moment, remember the good moments. And in all the good moments, remember the bad ones.”
Perfect. This is how we should act: by not forgetting that the bad moments pass, and in good times, remembering to value them. This is seeking balance, staying away from fleeting euphoria, and being committed to reality.
Para mim, parece algo tão óbvio: se a lei fala que duas equipes não podem disputar um mesmo campeonato se tiverem a mesma participação acionária e/ou conflitos de interesses (parentesco, investimento e outras nuances), por que insistir?
Recentemente, vimos o caso envolvendoo León e o Pachuca, do México, que tinham o mesmo acionistae não puderam participar do Mundial de Clubes FIFA 2025(relembre aqui:https://wp.me/p4RTuC-12KC).
Na UEFA Champions League, quando o Red Bull Salzburg estiver classificado para um mata-mata e o Red Bull Leipzig também, ambos se enfrentarão para que um seja eliminado.
Aqui no Brasil,existe a compra da SAF do Vasco da Gama por Marcos Lamacchia, enteado da presidente do Palmeiras, Leila Pereira. E que gera muita discussão (e que nem deveria).
Imagine o Vasco cumprindo tabela no campeonato eo Palmeiras precisando vencê-lo na última rodada, para evitar um hipotético título do Flamengo?Leila não é dona da SAF do Palmeiras (que nem existe), mas ela é presidente do timee madrasta do dono da SAF do Vasco (que não quer ver seu principal rival, o Mengo, ganhar um título, e que existe essa relação familiar – e de interesse).É fácil acontecer um placar que “contentaria ambos”?
Não podemos, especialmente no futebol(tão criticado por mazelas, amadorismos, escândalos de venda de resultados e até mesmo influências de bets), permitir que se coloque dúvida na lisura dos participantes. Éindiscutível que há um conflito de interesses.
Enfim: acho preocupante se a SAF do Vasco for aprovada com essa configuração societária. Não pode. Mas… estamos no Brasil!
Ops: quando a Leila não for mais a presidente, aí muda de figura, logicamente.
O ex-árbitro mundialista Arnaldo Cezar Coelho, em sua marcante passagem como comentarista de arbitragem da Rede Globo (por décadas), cunhou um bordão marqueteiro e pegajoso: “A Regra é Clara”.
Porém, ela pode ter sido clara em sua plenitude em 1863, quando surgiu o primeiro livro de regras do futebol. Hoje, há pouca clareza e muitos pontos obscuros. Mas o principal: ela está cada mais desconhecida!
Alguém pode dizer: “Em tempos de globalização, desconhecida? Como assim?”
Pois é: ela tem mudado muito, ano a ano, com detalhes que passam despercebidos do torcedor, mas também dos profissionais do futebol. Costumo brincar que chegará o dia em que apitaremos “com bula”.
Um tranco ombro-a-ombro: com a bola rolando e em disputa, pode. Sem bola, é infração.
Há jogador do time que ataca infiltrado na barreira.Isso mudou recentemente e pouca gente sabe (pois foi mal divulgado). Até o árbitro se esqueceu! A própria barreira, veja só, não existe na regra do jogo. Mas se ela existir, hoje, deve ser composta apenas por jogadores da equipe que defende (por tudo isso o gol foi corretamente anulado, mas só depois do alerta do VAR).
Além de algumas obscuridades, há mitos! Quem disse que o goleiro “pediu barreira”? Quem pede é o atacante, pois ele tem o direito assegurado de que os atletas adversários estejam a 9,15m. Se ele abrir mão da distância e bater rápido, pode (e o goleiro não terá a sua barreira). Mas… quantas vezes você vê o jogador se aproveitando disso?
Outro mito? Bola presa é da defesa, pedir a bola é falta (mesmo para o seu companheiro), ou, a pior: se a bola que vai em direção ao gol bater na mão adversária e desviar a trajetória, é pênalti. Nada disso existe (mas muita gente usa tais argumentos).
Dias atrás vi uma discussão de que, em determinado jogo, deveria ter voltado o pênalti pois houve invasão da área. Ora, se uma bola entrar direto no gol, sem rebote, e alguém invadir, não se volta mais (apenas se não for direto ou der rebote – e a invasão causar impacto – se volta ou se marca tiro livre indireto, dependendo de quem invadiu e do que resultou).
Eu sou a favor da FIFA, CBF, FPF ou entidades do futebol ajudarem na massificação do conhecimento dos detalhes das Regras do Futebol (e não alterá-la constantemente, como tem ocorrido). Mas, mais do que isso, sou a favor de que os clubes contratem profissionais para ensinarem regras do jogo (e suas nuances) a fim de otimizar o jogo e, quem sabe, evitar cartões tão desnecessários.
Ops: esqueci de “último homem”, “segunda bola” e outros tantos folclores… meu amigo Zé Boca de Bagre disse: nunca vi jogar com duas bolas, para ter a segunda...
IN ENGLISH –
Someone might say, “In this era of globalization, the rules are unfamiliar? What do you mean?”
Well, it’s true: they have changed a lot, year by year, with details that go unnoticed by fans, but also by football professionals. I often joke that the day will come when we’ll referee “with a rulebook.”
A shoulder-to-shoulder barge: when the ball is in play and contested, it’s allowed. Without the ball, it’s a foul.
An attacking player infiltrating the defensive wall. This changed recently and few people know it (because it was poorly publicized). Even the referee forgot! The wall itself, believe it or not, does not exist in the rules of the game. But if it does exist, today, it must be composed only of players from the defending team (for all these reasons the goal was correctly disallowed, but only after the VAR’s alert).
In addition to some obscurities, there are myths! Who said the goalkeeper “asked for a wall?” The attacking player asks for it, as they have the guaranteed right for opposing players to be 9.15m away. If they give up that distance and take it quickly, they can (and the goalkeeper will not have their wall). But… how often do you see a player taking advantage of this?
Another myth? A trapped ball belongs to the defense, asking for the ball is a foul (even for your teammate), or, the worst one: if the ball going towards the goal hits an opponent’s hand and deflects the trajectory, it’s a penalty. None of this exists (but many people use these arguments).
A few days ago I saw a discussion that, in a certain game, the penalty should have been retaken because there was an invasion of the area. Well, if a ball goes directly into the goal, without a rebound, and someone invades, it is no longer retaken (it’s only retaken or an indirect free kick is awarded if it doesn’t go straight in or it rebounds – and the invasion has an impact – depending on who invaded and what the result was).
I am in favor of FIFA, CBF, FPF, or football entities helping to disseminate knowledge of the details of the Laws of the Game (and not constantly changing them, as has been happening). But, more than that, I am in favor of clubs hiring professionals to teach the rules of the game (and their nuances) to optimize the game and, who knows, avoid such unnecessary cards.
Oops: I forgot about “last man,” “second ball,” and so many other bits of folklore… my friend Zé Boca de Bagre said: I’ve never seen anyone play with two balls, to have a second one…
– O amor de Deus se realiza em todo aquele que guarda sua palavra fielmente.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
– Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus: 27“Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós sois como sepulcros caiados: por fora parecem belos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda podridão! 28Assim também vós: por fora, pareceis justos diante dos outros, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e injustiça. 29 Aí de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós construís sepulcros para os profetas e enfeitais os túmulos dos justos, 30 e dizeis: ‘Se tivéssemos vivido no tempo de nossos pais, não teríamos sido cúmplices da morte dos profetas’. 31 Com isso, confessais que sois filhos daqueles que mataram os profetas. 32 Completai, pois, a medida de vossos pais!”
E há 3 anos a minha vida mudou. Aprendi o que é amar, o que é cumplicidade e o que é se sentir amado. Aprendi que vale a pena viver e o que é ter um grande amor.
Tudo isso, porque há três anos tenho você em minha vida, Viviane! Obrigado por estar comigo, por ser minha doce namorada e por me fazer um homem melhor.
Que Deus nos abençoe nessa jornada rumo para a vida plena à dois, que dia-a-dia estamos construimos.
Sou muito feliz por você existir, pelo dom da sua vida e por estarmos juntos.
Informo que, após apuração e melhor discernimento, não há qualquer relação entre EXA Capital ou Pedro Mesquita referente:
I -Em investigação da CVM contra o Laboratório Biomm e que
envolva a Exa Capital;
II- Não há “Operação DV” e nem notícia em qualquer veículo que aponte
que Daniel Vorcaro “criaria um complexo através da EXA Mídia para
influenciar o futebol”;
III- a notícia de Guilherme Amado não fala sobre “implantar” projeto
na Venezuela e, não havendo envolviento de Pedro Mesquita e da EXA
Capital na investigação sobre Lucas Kallas, ou em qualquer outra
investigação, não há “associação do nome de Pedro Mesquita” com
investigações, senão a associação forjada pelo próprio Noticiado na
publicação.
Um dos grandes problemas do mundo corporativo é duvidar dos sintomas causados pela exaustão profissional, desdenhando da existência da Síndrome de Burnout.
Comum em outros países, aqui no Brasil ela foi reconhecida como doença laboralhá pouco tempo…
Onde quer que esteja, sempre que puder,pare e faça uma oração.
Abrigue-se em uma igreja, acalme o seu coração e livre-se da dispersão espiritual.Fique em um lugar de paz e converse comDeus, poisElenos ouve.
Aqui: Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus, Bragança Paulista – SP. Imagem de Nossa Senhora da Conceição do Jaguary, com o afresco de Jesus ao fundo. Foto: Autoria Pessoal.
Os erros que a Apple iria cometer quando lançasse seu maior equívoco (para alguns concorrentes), o iPhone, foram retratados nesse artigo bem curioso.
Abaixo (extraído do BlogdoIphone.com):
O DESDÉM INICIAL DO IPHONE
O desdém inicial pelo iPhone
Muitos se arriscaram na época a prever o futuro catastrófico (SIC) do iPhone. “Especialistas” que queimaram a língua por não verem o futuro chegando.
O iPhone era tão diferente de tudo até ali que muitas mudanças foram difíceis de absorver. A falta completa de um teclado físico era uma das críticas mais usadas pelos detratores, além do fato dele ser “grande” para o padrão da época.
O CEO da Palm chegou a dizer na época “Os caras dos computadores não vão agora chegar e mostrar como se faz. Não é só chegar e fazer“.
Já um outro analista do Bloomberg não acreditava que o iPhone duraria muito tempo:
“O iPhone não é nada mais do que um brinquedo de luxo que vai apelar para alguns loucos por gadgets. Em termos de seu impacto sobre a indústria, o iPhone é menos relevante. É pouco provável que a Apple faça algum impacto neste mercado. A Apple vai vender um pouco para alguns de seus fãs, mas o iPhone não vai marcar a indústria a longo prazo.”
Michael Kanellos, da CNET, foi ainda mais categórico, prevendo o fracasso total do aparelho:
“A Apple está se preparando para lançar um novo telefone… E ele vai fracassar. As vendas deste telefone até irão disparar no começo, mas as coisas vão se acalmar e o telefone da Apple vai tomar o seu lugar nas prateleiras com as câmeras de vídeo aleatórias, telefones celulares, roteadores sem fio e outros possíveis acertos. Quando o iPod surgiu no final de 2001, ele resolveu alguns problemas importantes com MP3 players. Infelizmente para a Apple, são problemas que não existem no setor de telefonia. Os telefones celulares não são desajeitados, dispositivos inadequados. Em vez disso, eles são muito bons. Muito bons.”
Nem mesmo a Microsoft estava acreditando no que estava acontecendo. O diretor de marketing da empresa, Richard Sprague, comentou na época:
“Eu não posso acreditar nesta atenção toda que está sendo dada para o iPhone … Eu só tenho que saber quem vai querer uma coisa dessas (além do fanático religioso). Então, por favor, favorite este post e volte daqui dois anos para ver os resultados da minha previsão : eu prevejo que o iPhone não vai vender nem perto dos 10 milhões [de unidades] que Jobs prevê para 2008.”
E claro, não podemos esquecer do comentário que ficou na história, vindo da boca do então presidente da Microsoft, Steve Ballmer:
Confira um outro artigo com uma coletânea de frases ditas contra o iPhone. Aproveite também para analisar os comentários que nossos leitores fizeram há cinco anos.
IN ENGLISH –
The errors that Apple was supposedly going to make when it launched its biggest blunder (for some competitors), the iPhone, were portrayed in this very curious article.
Below (extracted from BlogdoIphone.com):
THE IPHONE’S INITIAL DISDAIN
The initial disdain for the iPhone
Many at the time dared to predict the catastrophic (SIC) future of the iPhone. “Experts” who ate their words for not seeing the future coming.
The iPhone was so different from everything before it that many changes were difficult to absorb. The complete lack of a physical keyboard was one of the most common criticisms from detractors, besides the fact that it was “big” by the standards of the time.
The CEO of Palm even said at the time: “The computer guys aren’t just going to come in now and show us how it’s done. It’s not just about showing up and doing it.”
Another Bloomberg analyst didn’t believe the iPhone would last long:
“The iPhone is nothing more than a luxury toy that will appeal to a few gadget freaks. In terms of its impact on the industry, the iPhone is less relevant. Apple is unlikely to make any impact in this market. Apple will sell a few to some of its fans, but the iPhone will not make its mark on the industry in the long term.”
Michael Kanellos of CNET was even more categorical, predicting the device’s total failure:
“Apple is getting ready to launch a new phone… And it will fail. Sales of this phone will even surge at first, but things will calm down and Apple’s phone will take its place on shelves with random video cameras, cell phones, wireless routers, and other possible successes. When the iPod emerged in late 2001, it solved some important problems with MP3 players. Unfortunately for Apple, these are problems that don’t exist in the phone industry. Cell phones are not clunky, inadequate devices. Instead, they are very good. Very good.”
Not even Microsoft believed what was happening. The company’s marketing director, Richard Sprague, commented at the time:
“I can’t believe all this attention being given to the iPhone… I just have to know who would want such a thing (besides the religious fanatic). So, please, favorite this post and come back in two years to see the results of my prediction: I predict that the iPhone will not sell anywhere near the 10 million [units] that Jobs predicts for 2008.”
And of course, we can’t forget the comment that made history, coming from the mouth of the then Microsoft president, Steve Ballmer:
Check out another article with a collection of quotes made against the iPhone. Also, take the opportunity to analyze the comments our readers made five years ago.
Casas Bahia, Braskem, Raizen, Grupo Pão de Açúcar… essas empresas estão pedindo Recuperação Judicial por crise econômica do país, ou seria uma justificativa para má gestão?
Vale uma boa discussão (sem fanatismo político-ideológico de qualquer lado).
Hum… hoje pude comer um delicioso Pastel de Linguiça Bragantina na Feira do Lago do Taboão, na barraca do seu Sebastião e da dona Edna, preparado pelo Mazinho!
Muito bom.
Vá lá na Chega Ke Tem (3a no Lago e 4a no Posto de Monta: 5a à noite no Posto de Monta).
Recebi este texto abaixo (em “português de Portugal”) que aborda muito bem as virtudes que podem ter os gestores em cargo de liderança que são introvertidos, tímidos e mais calados, em comparação com os extrovertidos.
É UM LÍDER INTROVERTIDO? TRANSFORME 4 FRAQUEZAS EM PONTOS FORTES
O que significa a palavra “líder”? De acordo com o Dicionário Cambridge, é alguém que está no controle de um grupo ou situação. Ou pode ser definidocomo “uma pessoa que influencia um grupo de indivíduos para alcançar um objetivo”.
No entanto, um “líder” também é comumente referido como alguém que gosta de ser o centro das atenções e, portanto, que conhece muitas pessoas, tem uma visão global e uma certa dose de agressividade saudável. De facto, muitas das palavras que usamos adquirem significados adicionais e nuances que não estão presentes nos dicionários. A palavra “líder” passou a ser associada à extroversão, embora a definição nos forneça informação sobre o que os líderes fazem mas não mencione os meios que usam para atingir os objetivos. Isto significa que um líder também pode ser introvertido, se conseguir gerir outras pessoas com sucesso. O mero facto de os introvertidos precisarem de estar sozinhos para recarregar baterias não é indicativo da sua capacidade de liderar outras pessoas, de desenvolver uma estratégia e de alocar tarefas.
Os líderes introvertidos devem assim analisar as fraquezas que podem estar no caminho de uma liderança bem-sucedida. Algumas até podem ser forças ocultas que não são valorizadas.
1. Silêncio Se não usa a máscara de um extrovertido sociável, então não fala muito. Tal pode parecer um grande problema durante reuniões com colegas ou em negociações com parceiros. Mas veja a questão por outra perspetiva: dado que prefere ouvir a falar, está a dar mais tempo aos outros para que se mostrem. Além disso, há uma grande probabilidade de ser ótimo a fazer perguntas. Com este ponto forte, pode conquistar os colegas e aprender muito com eles. Nas reuniões, pode redirecionar o foco de si para os restantes intervenientes e tornar-se um moderador. Assim, pode conduzir a conversa de maneira concentrada, reunir a informação necessária e pensar nela mais tarde. E não tem de se preocupar com a equipa falar por cima de si. Por norma os introvertidos evitam falar em público. Não é porque sejam menos espertos; é porque confiam mais na memória de longo prazo, pelo que provavelmente se preparam para as reuniões de forma mais aprofundada que os extrovertidos.
2. Demasiada empatia Em geral, as pessoas valorizam a empatia, mas este traço nem sempre é favorável para os líderes, porque os limita nos momentos em que têm de ser mais duros. No entanto, convém não esquecer que, para que uma equipa funcione da forma mais eficaz possível, os líderes precisam de equilibrar as diferentes personalidades. Os extrovertidos geralmente confiam nas primeiras impressões. Como resultado, as pessoas talentosas podem passar despercebidas. Ou, pior ainda, outros introvertidos podem ficar mais desmotivados, sentir-se inúteis ou profissionais de segunda. Os líderes introvertidos, graças à capacidade que têm de se colocar no lugar das outras pessoas, e serem mais propensos para a reflexão, deixam que todos os membros da equipa brilhem. E podem libertar o potencial adormecido dos colaboradores menos ativos (ou visíveis), tornando a equipa mais forte.
3. Falta de conversa de circunstância A conversa de circunstância é um fator importante no desenvolvimento do relacionamento entre colegas. Costuma considerar-se que os introvertidos não dominam a arte de falar com os outros sem cobrir tópicos funcionais. Por norma os extrovertidos são mais habilidosos em fazer o que se apelida de conversa de café. Os introvertidos costumam precisar de mais tempo para se adaptar ao ambiente e “perceber” as outras pessoas; no entanto também podem tornar as interações mais personalizadas e interessantes para os seus interlocutores, levando a conversa de circunstância para outro nível. É isto que os torna únicos aos olhos das outras pessoas; e muitas vezes os líderes extrovertidos carecem deste tipo especial de carisma.
4. Lista de contactos pequena Os extrovertidos acumulam contactos com facilidade. É usual conhecerem alguém que os pode ajudar ou a outras pessoas na resolução de problemas específicos. Mas será que sim? Uma grande quantidade de amigos no Facebook ou de contactos no LinkedIn não garante que todas essas pessoas estejam interessadas em cooperar. Os introvertidos que investem mais energia na manutenção dos relacionamentos com os seus conhecidos podem contar com seu apoio. Portanto, é uma questão de qualidade versus quantidade.
Resultados Só tem de se lembrar de que, na liderança, os resultados são o que mais importa, quer sejam alcançados por um extrovertido ou por um introvertido. Os introvertidos têm traços fortes únicos que os extrovertidos não detêm. Só têm de tentar tirar maior proveito dos mesmos.
Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
IN ENGLISH –
I received the text below (in “European Portuguese”) which very well addresses the virtues that introverted, shy, and quieter leaders can possess, compared to extroverts.
ARE YOU AN INTROVERTED LEADER? TURN 4 WEAKNESSES INTO STRENGTHS
What does the word “leader” mean? According to the Cambridge Dictionary, it’s someone who is in control of a group or situation. Or it can be defined as “a person who influences a group of individuals to achieve a common goal.”
However, a “leader” is also commonly referred to as someone who likes to be the center of attention and, therefore, knows many people, has a global vision, and a certain dose of healthy assertiveness. In fact, many of the words we use acquire additional meanings and nuances that are not present in dictionaries. The word “leader” has come to be associated with extroversion, although the definition provides information about what leaders do but does not mention the means they use to achieve goals. This means that a leader can also be introverted if they can successfully manage other people. The mere fact that introverts need to be alone to recharge their batteries is not indicative of their ability to lead others, develop a strategy, or allocate tasks.
Introverted leaders should, therefore, analyze the weaknesses that may stand in the way of successful leadership. Some may even be hidden strengths that are not valued.
1. Silence
If you don’t wear the mask of a sociable extrovert, then you don’t talk much. This might seem like a big problem during meetings with colleagues or in negotiations with partners. But look at the issue from another perspective: given that you prefer to listen rather than speak, you are giving others more time to express themselves. Furthermore, there’s a high probability that you’re great at asking questions. With this strength, you can win over colleagues and learn a lot from them.
In meetings, you can redirect the focus from yourself to the other participants and become a moderator. This way, you can guide the conversation in a focused manner, gather the necessary information, and reflect on it later. And you don’t have to worry about the team talking over you.
Typically, introverts avoid public speaking. It’s not because they are less intelligent; it’s because they rely more on long-term memory, so they probably prepare for meetings more thoroughly than extroverts.
2. Excessive Empathy
In general, people value empathy, but this trait is not always favorable for leaders because it limits them in moments when they need to be tougher. However, it’s important to remember that for a team to function as effectively as possible, leaders need to balance different personalities.
Extroverts generally rely on first impressions. As a result, talented people might go unnoticed. Or, worse still, other introverts might become more demotivated, feel useless, or like second-rate professionals.
Introverted leaders, thanks to their ability to put themselves in other people’s shoes and their greater propensity for reflection, allow all team members to shine. And they can unleash the dormant potential of less active (or visible) employees, making the team stronger.
3. Lack of Small Talk
Small talk is an important factor in developing relationships between colleagues. Introverts are often considered not to master the art of talking to others without covering functional topics. Typically, extroverts are more skilled at what is called “coffee talk.” Introverts usually need more time to adapt to the environment and “understand” other people; however, they can also make interactions more personalized and interesting for their interlocutors, taking small talk to another level. This is what makes them unique in the eyes of other people; and often extroverted leaders lack this special type of charisma.
4. Small Contact List
Extroverts easily accumulate contacts. They usually know someone who can help them or others in solving specific problems. But is that really true? A large number of Facebook friends or LinkedIn contacts does not guarantee that all those people are interested in cooperating.
Introverts who invest more energy in maintaining relationships with their acquaintances can count on their support. Therefore, it is a matter of quality versus quantity.
Results
You just have to remember that in leadership, results are what matter most, whether they are achieved by an extrovert or an introvert. Introverts have unique strong traits that extroverts do not possess. They just have to try to make the most of them.
Acontece com todo mundo: há momentos em que você consegue se concentrar em suas preces, estar em plena Comunhão com Deus e ver a vida com otimismo e convicção na Ajuda Divina. Em outros instantes da vida, parece que tudo dá errado, você se desmotiva / desanima, tem preguiça ou indisposição de praticar os exercícios da espiritualidade.
O que fazer?
Como disse São Paulo Apóstolo em uma das suas cartas,“quando sou fraco, aí eu sou forte”. Ou seja: não podemos baixar a guarda,precisamos manter praticando as atividades espirituais.
Cantar músicas religiosas, conversar simplesmente com Deus, parar por alguns minutos… isso colabora para que possamos estarem sintonia com as Coisas do Alto.
E você:o que faz para recarregar as baterias da sua fé?