– O direito de ter opinião.

É obvio que todos nós temos direito à liberdade de expressão. Igualmente temos que levar em conta a educação e o respeito no que escrevemos para não ofender alguém com injustiças ou calúnias.

Leio esse artigo, abaixo, e observo algo interessante: a necessidade da RESPONSABILIDADE do que se fala! E isso é importantíssimo para uma sociedade mais cidadã!

Criar fake news, promover movimentos controversos e que podem prejudicar alguém, ou ainda, levantar bandeiras sem embasamento e/ou de comprovada cientificidade adversa, não seria usar o direito de expressão de maneira perniciosa?

Compartilho, extraído de: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/artigos/daniel-martins-de-souza/o-direito-de-ter-opiniao

O DIREITO DE TER OPINIÃO

Por Daniel Martins de Souza

É possível afirmar que uma das maiores conquistas da humanidade é o direto de expressar suas opiniões. Direito este que é parte da tão apreciada liberdade de expressão, garantida por lei, a todos os cidadãos brasileiros. Expressar nossa opinião tem sido ainda mais frequente na era das redes sociais, onde encontramos canais totalmente abertos às mais diversas opiniões, sem nenhuma barreira ou limite.

Algumas décadas atrás, os fóruns para expressão de opiniões que atingissem uma quantidade significativa de pessoas eram muito restritos. Alguns poucos membros da sociedade opinavam: aqueles muitíssimo poucos indivíduos que podiam escrever uma coluna de jornal ou comentar num telejornal. A grande maioria das opiniões das pessoas eram emitidas a um número muito limitado de ouvintes, numa conversa de bar, ou na mesa de jantar. Talvez num jornal local.

Em meados da década de 1990, os grandes meios de comunicação passaram a tornar a participação popular mais presente em suas programações (no caso das rádios e TVs) ou publicações (no caso dos jornais e revistas). Esta popularização passou a possibilitar que a quantidade de opiniões nos grandes meios de comunicação se ampliasse cada vez mais.

E as redes sociais, já no século XXI, vieram para coroar o direto que cada individuo tem de expressar sua opinião a milhares, milhões de pessoas potencialmente, assim como o apresentador de um grande telejornal diariamente. Este é um feito maravilhoso para a humanidade. Cada indivíduo da sociedade teria direto e é livre para expressar o que pensa (teria, pois, infelizmente, ainda não há uma inclusão digital que propicie isso de verdade à grande parte da população brasileira).

À medida que a humanidade conquista um feito, reflexos deste aparecem e temos de ir sintonizando finamente como a conquista deve ser usufruída. Creio estarmos justamente neste momento de necessidade de ajuste, pois ao passo que temos direito de ter e expressar nossa opinião, temos também de exercer maior responsabilidade sobre ela. E hoje em dia, a responsabilidade sobre o que se fala e escreve, praticamente não existe.

O que temos visto e vivenciado diariamente é um aumento no número de canais que garantem o direito da expressão de opiniões, mas muito pouca, ou nenhuma cobrança de responsabilidade sobre elas. Cada um fala e escreve o que quer e bem entende, da forma que acha mais adequado. E quando isso acontece por trás de uma tela, de um teclado, de uma webcam ou até por trás de um microfone, parece que inclusive a simpatia e cordialidade se perdem.

Algumas pessoas defendem que podem dizer e escrever o que bem entender, mesmo sem assumir qualquer responsabilidade, pois aquela é a opinião pessoal dela. Opinião esta que é parte do direito garantido pela constituição da liberdade de se expressar. Assim, ninguém tem o direto de questionar o que é dito por outrem.

Mas está justamente aí um enorme equívoco. Ao passo que temos o direito de opinar, temos o dever de nos responsabilizar pelo que dizemos. É justamente da liberdade de expressar sem responsabilidade que nascem as famigeradas “fake news”: conceitos, fatos ou notícias expressas, sem nenhuma responsabilidade com a verdade, mas fortemente tendenciosas à opinião ou intenção do interlocutor. E a partir daí, especialmente dado o infinito alcance que os meios de comunicação e redes sociais têm, temos visto enxurradas de opiniões deletérias que desmontam, com muito poder e do dia para a noite, o trabalho conceitual de séculos da ciência e da justiça social.

Tanto esta afirmação é verdadeira que hoje temos visto questões superadas pela ciência há décadas (eventualmente há séculos!) voltarem como forma de explicação para conceitos da natureza. A crença de que a terra é plana é uma das maiores evidências deste argumento. E é bem aí que está o que me fez escrever este texto: conceitos comprovados cientificamente baseiam-se em dados. Não em opinião.

Se alguém diz “na minha opinião, a terra é plana”, esta não é uma opinião aceitável. Porque a terra é comprovadamente redonda. Temos aqui então um dilema, pois, numa sociedade democrática, todos têm direito a sua própria opinião. Mas tenho eu direito a uma opinião que é comprovadamente não verdadeira? Ou ainda tenho eu direito a uma opinião não aceitável socialmente? É justamente sob a luz de exercer o direito à opinião que as pessoas praticam atitudes homofóbicas, racistas e até neofascistas nas redes sociais diariamente.

Uma opinião sólida e com poder agregador perante a sociedade e não tendenciosa à formação de uma notícia falsa é aquela baseada em dados. Dados verdadeiros, sólidos e apropriadamente interpretados. Para ilustrar este ponto, temos diversos exemplos atualmente: a última eleição presidencial nos EUA tem sido posta em xeque por alguns quanto à sua validade; o uso de urnas eletrônicas na eleição para prefeitos aqui no Brasil foi também questionado por alguns. Mas quais são os dados que comprovam – ou ao menos indicam – que as eleições nos EUA foram fraudadas ou que as urnas eletrônicas não funcionam no Brasil? Até agora, nenhum. As alegações são somente opiniões pessoais, sem base em dados. As alegações baseiam-se em sentimentos de um apoio popular não quantificado. Assim, são opiniões que tendem a gerar notícias falsas, que se espalham com grande força e rapidez, ainda mais dependendo do interlocutor que as traz.

Durante a pandemia, é acalorado o debate sobre o tratamento da COVID-19. Uma das perguntas que permeiam a discussão cotidiana é: Há algum medicamento eficaz para tratar a COVID-19? É comum ler e ouvir respostas como “na opinião do Doutor Fulano, o medicamento XYZ funciona”. Mas a questão aqui é que em termos de tratamento de uma doença, não existe opinião: ou o medicamento funciona ou não funciona, baseado em dados científicos. De maneira muito genérica, para o tratamento efetivo de uma doença, existe a necessidade de estudar em diversas fases e em diferentes modelos biológicos (células, animais até chegar em humanos) os efeitos de um composto químico (um medicamento) sobre a doença. Os dados destas investigações, conduzidas com rigor e apropriada cadência científica, é que vão definir se um tratamento é efetivo ou não. Assim, a opinião do “Doutor Fulano” só é válida se houver dados que comprovem sua afirmação. Do contrário, não importa a opinião dele. A opinião sobre um remédio só é válida se houver comprovação científica. Voltando a pergunta então: Há algum medicamento eficaz para tratar a COVID-19? A resposta é “não”, pois até hoje, não há estudo científico que comprove a eficácia de um medicamento sobre a COVID-19. E isso independe da opinião de qualquer pessoa.

Você pode ler este parágrafo acima e se contrapor, dizendo que teve COVID-19 e que se curou, por exemplo, tomando 3 copos de água a cada 1 hora. Ao passo que, na sua opinião, este seja o caminho da cura da COVID-19, esta é uma observação isolada, baseada na sua experiência, única e individual. Logo, não é uma opinião que vale como verdade. Provavelmente nem seja uma opinião segura e responsável. Para comprovarmos se 3 copos de água a cada 1 hora tem a capacidade de curar a COVID-19, um estudo sistemático e com rigor e design científico deve ser conduzido em centenas de milhares de pessoas. As observações clínicas e sintomatológicas serão coletadas por cientistas capacitados para interpretá-los e somente a partir destes resultados poderíamos afirmar se esta seria uma maneira de curar a COVID-19. Assim, será que alguém tem direito de ter a opinião que 3 copos de água a cada hora curam a COVID-19? Frente a responsabilidade envolvida neste caso, talvez esta não seja uma opinião que tenhamos direito de ter. É uma situação na qual a responsabilidade pela opinião impacta o seu direito constitucionalmente garantido de expô-la.

Nós vivemos em uma era na qual nunca tanta informação esteve tão disponível. Todas as enciclopédias do mundo e as experiências pessoais da humanidade estão nas palmas de nossas mãos. Na era da informação, a maneira com a qual se usa o conhecimento determina se é bom ou ruim ter tanta informação disponível. Dentre os tópicos mais discutidos da humanidade nas últimas semanas estão as vacinas para preveção da COVID-19. E o assunto vacina nos traz novamente para a discussão sobre como o obscurantismo pode ser cultivado, mesmo em tempos de tanta luz. Há uma crença, posta justamente por pessoas que expõe opiniões de forma irresponsável, de que vacinas fazem mal às pessoas. Este é um argumento insustentável cientificamente. Assim, não deve ser uma opinião válida. Grande parte da “opinião” sobre o eventual mal que as vacinas fazem vem de crenças pessoais ou do fato de dados científicos serem interpretados equivocadamente.

Certa vez li um blog anti-vacina que explicava o porquê uma vacina faz mal. Ao ler o texto, pude perceber que o autor, apoiado num texto científico legítimo, interpretou-o de maneira escandalosamente equivocada. E assim espalhou pela web sua interpretação: estudo científico mostra que vacinas causam doenças. O autor do texto era um advogado. Em posse de dados que esta pessoa não tem preparo técnico para interpretar – afinal, o estudo científico havia sido conduzido por imunologistas, cuja formação é muito distinta – gerou um entendimento incorreto e perigosíssimo, pois sua interpretação apoiava-se justamente em um texto científico. E tudo que clamo aqui é “confie na ciência”. E quando alguém usa a ciência pra justamente sustentar um argumento errado? Especialmente para defendê-lo a outras pessoas que também não tem as melhores condições para interpretá-lo? Este é um exemplo de como o acesso a muita informação pode ser deletério. É importantíssimo, portanto, que usemos filtros adequados no acesso a informação. Eu como bioquímico, por exemplo, não tenho a menor condição de ler um texto jurídico e interpretá-lo. Assim, devo procurar um canal, certificado e conduzido por especialistas no assunto, que o façam. Do contrário, as pessoas podem até se apoiar em dados científicos, mas para conclusões equivocadas. E pior, difundindo estes equívocos nas redes sociais, por exemplo, gerando uma falsa sensação de confiança em quem lê.

Abro um parênteses: o que discuto aqui versa sobre o conceito de vacina. Isso não tem a ver com a preocupação sobre a segurança e eficácia das vacinas que estão sendo produzidas para COVID-19. Sem sombra de dúvidas, as vacinas que estão sendo aceleradamente produzidas precisam ter sua eficácia comprovada, com estudos científicos robustos e rigorosos, seguindo o ritmo da ciência. Preocupar-se e cobrar das autoridades a eficácia e segurança das vacinas para COVID-19 é importantíssimo e até um ato de cidadania de cada um de nós. Com isso, a ciência é capaz de nos ajudar. E tem nos ajudado. Veja o quanto descobrimos sobre esta doença todos os dias.

Depois de argumentar que a falta de formação para a compreensão de determinada pauta é a causa pela qual conceitos errados se espalham, é necessário lembrar que o ser humano, inteligente como é, pode manipular a informação em prol de seu próprio benefício. É comum ver indivíduos cientificamente letrados defendendo causas que não têm embasamento científico, usando justamente suas credenciais como cientista para dar força a seus argumentos. Lembrem-se sempre que o uso da informação para promover desinformação nem sempre é ignorância, mas uma estratégia, ainda mais em tempos de acirradas e polarizadas discussões de cunho político.

Voltando a atenção ao direto à opinião e o incrível alcance das redes sociais, é observável como conceitos incrustados na sociedade brasileira como o racismo e o preconceito contra as classes menos favorecidas emergem em tempos de crise. Quando tudo vai bem – especialmente em termos econômicos – há menor polarização de opiniões e maior paz social. Quando a economia sucumbe ou situações como a atual pandemia emergem, há sempre a busca por culpados para aquelas situações. E é neste momento que invariavelmente estes conceitos reaparecem com muita força. O grande alcance das redes sociais une as opiniões, aumentando o eco significativamente. O eco é tamanho que a sinceridade daquele individuo que exprime uma opinião – que deveria ser socialmente inaceitável – é taxada como autêntica e não desprezível, como se esperaria ser. E esta bizarra espécie de selo de autenticidade é que mostra as entranhas preconceituosas do povo, eclodidas violentamente nas redes sociais. Quando a economia brasileira vai mal, as políticas governamentais integrativas – chamadas sarcasticamente de populistas – são culpadas. E por conseguinte, as classes desfavorecidas são culpadas pelo fracasso econômico daquele momento. Isso demonstra não só preconceito, mas a falta de conceitos das pessoas ao ignorar que promover maior igualdade de classes é necessário para a saúde da sociedade em todos os aspectos. Quando a diferença social é grande, não há paz e equilíbrio econômico. Para diminuir a desigualdade social, é natural que deva haver políticas promotoras desta noção. Momentos de crise, somadas a uma sociedade preconceituosa com ferramentas de alcance em massa pode realmente polarizar opiniões de forma deletéria.

Mas como resolver isso tudo? Como eliminar o obscurantismo, representados recentemente por conceitos como os de terra plana e movimento antivacinas? Como levar aos cidadãos o conceito do opinar responsável, baseado em dados e não em crenças? Como mostrar aos cidadãos que a ciência é confiável, dado seu rigor e imparcialidade? A resposta é sempre a mesma: educação. A educação é a resposta para todos os nossos problemas, inclusive os tantos outros que transcendem esta discussão. Além de uma educação que preze por dados e comprovações sólidas, é necessária uma educação que cultive o respeito à opinião do próximo e à diversidade de ideias. Com educação de qualidade e pautadas à luz da ciência e de conhecimento sólido, a população terá discernimento sobre manobras de desinformação.

Temos o direito a uma opinião? Claro! O ideal é que cada um de nós expresse sua opinião para um indivíduo, a um grupo ou ao mundo, usando a potência de alcance das redes sociais. Mas a responsabilidade de uma opinião, munida de dados confiáveis, é algo central para um mundo justo. O direito à opinião é um legado que deve ser perpetuado na humanidade. Mas com sempre com respeito e responsabilidade.

Liberdade de expressão e limites - Correio da Manhã Brasil

– A obesidade dos pets: o que fazer?

Quem gosta de animais de estimação, leva esse problema a sério: o que fazer quando os bichos estão nitidamente acima do peso?

Abaixo, extraído de: https://wordpressthememagazine.com/obesidade-em-gatos-e-caes-como-tratar-e-prevenir/

OBESIDADE DE GATOS E CÃES, COMO TRATAR E PREVENIR?

A obesidade em seres humanos é um problema grave, e disso todos nós sabemos. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE, no Brasil mais de 96 milhões de pessoas apresentam um IMC maior que 25 kg/m², mais especificamente 60,3% da população atual.

A melhor forma de combater a obesidade é ter uma alimentação de qualidade e praticar exercícios físicos regularmente. Mas você sabia que os animais também sofrem desse mal? Más condições de animais de rua, que comem de forma desbalanceada, ou até mesmo o excesso de comida que os donos dão podem ser as principais causas.

Falando mais especificamente de gatos e cães, a obesidade torna-se ainda mais presente. Por serem bichos, em grande parte, domésticos, não gastam a quantidade de energia por dia para queimar as calorias das rações. Com isso, vão acumulando peso ao longo do tempo e outras complicações de saúde.

O melhor é que existem formas de prevenir que esse ponto chegue e também de tratar os animaizinhos que já apresentam obesidade. Para adiantar, assim como nós humanos, tudo está ligado a uma alimentação saudável e também ao incentivo da prática de exercícios físicos.

Neste artigo, explicaremos um pouco mais como o excesso de peso pode dificultar a rotina de gatos e cães. Quer saber mais? Basta seguir a leitura.

Obesidade em gatos

Os gatos são mais propensos que os cachorros a serem obesos, pois, alguns se agitam menos ao dia. Em números, o animal enquadra-se quando a massa corporal está entre 15% a 30% acima do esperado. Em pesos, isso varia de 3 a 4 quilos a mais para as fêmeas e 4 a 5 a mais para os machos.

Quer um exemplo prático? Um gato macho adulto que pesa mais de 7 kg já pode ser considerado obeso, pois seu peso ideal seria entre 2 a 4 kg. Um bom indicativo é tentar encontrar nas costelas do felino, se não obtiver sucesso, pode ser indicativo de obesidade.

Obesidade em cachorros

Como existem diversas raças e portes de cachorro, fica um pouco mais complexo delimitar qual o peso ideal, tudo dependerá das particularidades observadas.

Assim como nos gatos, um bom indicativo é o das costelas. Quando o dono não consegue mais tocá-las, é porque o animal está acima do peso. Além disso, a obesidade também afeta algumas questões comportamentais, como:

1. Indisponibilidade para andar, brincar e correr;
2. dificuldade ao se levantar ou até mesmo fazer atividades rotineiras;
3. sedentarismo;
4. dificuldade ao respirar.

Como prevenir?

Em ambos os casos, é imprescindível que os donos alimentem seus pets com ração de qualidade, que contenha nutrientes, proteínas e vitaminas essenciais para uma rotina saudável. Evitar oferecer comida que restou do almoço, por exemplo, pois pode resultar em hábitos maléficos.

Além disso, sair sempre com os animaizinhos para correr ou andar. Nunca deixá-los parados por muito tempo. Atividades rotineiras podem ser o suficiente para prevenir uma possível obesidade.

Como tratar?

Uma vez que o animal já está obeso, o primeiro passo é levá-lo ao veterinário. O profissional analisará quais são as particularidades do caso e quais ações devem ser tomadas.

Em grande maioria, o essencial será eliminar comidas gordurosas da alimentação de gatos e cachorros. Como mencionado anteriormente, um dos maiores exemplos é comida preparada para os humanos que os animais também comem.

Por fim, a prática de exercícios físicos regulares. No início pode ser um pouco mais difícil de entrar em uma nova rotina, principalmente quando os pets estão sedentários, mas com incentivo o quadro deve mudar.

Cachorro obeso – Seu cachorro está gordo? | CachorroGato

– Não tomemos decisões irracionais. Peçamos a Sobriedade do Espírito Santo!

Neste sábado, a mensagem oportuna para refletirmos é da necessidade de lucidez!

Abaixo, do Evangelho de São Lucas, 21,34:

“Tomai cuidado para que vossos corações não fiquem insensíveis por causa da gula, da embriaguez e das preocupações da vida, e esse dia não caia de repente sobre vós”.

Estamos preparados para o nosso dia de “juízo final”? Nos apegamos tanto ao materialismo que esquecemos-nos (ou pior: nos cegamos) às coisas doces e puras da vida?

Pensemos no que vale ou não a pena no dia-a-dia…

Espírito Santo – Wikipédia, a enciclopédia livre

– A Demagogia no futebol: São Paulo e VAR, Caixa e Corinthians, TJD e FPF.

Há coisa que irritam no futebol, por demonstrar que aparentemente todo mundo é ingênuo e que a cartolagem (os que realmente mandam) são os baluartes da ética e da moral.

1- O São Paulo, que tinha o DIREITO de pedir a anulação da partida contra o Ceará por um Erro de Direito fatídico, não o fez pois entendeu que não deve tumultuar o campeonato e que suas queixas já são uma demonstração suficiente do inconformismo e de repúdio ao mau uso do VAR

Nunca ninguém pensou na questão da falta de datas, do bom relacionamento do presidente Rogério Caboclo com a Diretoria ou ainda de uma possível pendenga no TJD? Então tá. Já imaginaram se faltar 2 pontos para o clube conquistar o Brasileirão?

2- O Corinthians, que arrasta sua dívida da construção do Estádio desde 2014, enrolada com a Odebrecht e com a promessa inicial de R$ 400 milhões, pagos em 20 anos de Naming Rights, na antevéspera da Eleição de Presidente do Clube anuncia um acordo com a Caixa Econômica. Fica só a pergunta: por quê não antes? Como se dará na prática? Onde está o documento assinado?

Também nunca ninguém ousou pensar que isso seria manchete eleitoreira, propaganda política ou casualidade do pleito? Nem pensar, não?

3- Assim como fez anteriormente com o Batatais, o TJD-SP puniu Paulista de Jundiaí, Olímpia e Barretos com suspensão por 4 meses por envolvimento com manipulação de resultados. O mais interessante é que esses clubes cumprirão a punição exatamente durante o período em que NÃO HÁ TORNEIOS da FPF para eles disputarem, voltando às atividades quando os campeonatos nos quais estão inseridos estiverem na proximidade da montagem dos elencos.

Nem pensar em cobrar as provas onde se mostra a culpabilidade das agremiações? É tudo muito passivo? Quer dizer que, é melhor não pedir explicações pelos motivos dos clubes serem considerados culpados de manipulação de resultados (que fama horrível) e aceitar esse prazo “não tão prejudicial”, do que cair no risco de um imbrolho juridico?

Quando alguém acusa o outro, tem que provar. Não vi, li ou ouvi provas do envolvimento dessas equipes e dos seus cartolas nos casos de manipulação. Foram punidos por conta de ações incorretas dos atletas, exclusivamente? Então, DIGA-SE claramente isso.

Uma última observação: se alguém me chama de corrupto e me pune, eu vou até o fim para mostrar que isso é uma calúnia e deixar evidente que sou honesto. Mas e se eu me calar e aceitar tudo?

Detesto demagogia. Discursos ilusórios (como o do São Paulo), acordos de ocasião (como o do Corinthians) e punições teatralizadas (como as do TJD).

A Justiça cega - Instituto Millenium

– A Ansiedade como malefício profissional!

Compartilho interessante artigo extraído da coluna “Manual do executivo ingênuo” sobre os malefícios da ansiedade na vida pessoal e profissional.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/manualdoexecutivo/listar1.shtml

A INIMIGA DE TODAS HORAS

por Adriano Silva

Um ponto central da ansiedade, para quem é ansioso como eu, é essa sanha de controlar as coisas. O sujeito controlador é um ansioso crítico e um ansioso crônico. Deveria ser levado a escolas primárias e mostrado como exemplo às crianças do que não fazer. (Eis-me aqui um candidato!) O controlador quer pôr ordem no mundo, nas coisas, nas pessoas. Uma ordem estática, perfeita, que não existe na natureza e nem em lugar algum. Mas que fica queimando na cabeça e no estômago do sujeito como se a sua existência fosse condição fundamental de felicidade. O ansioso é o sujeito que quer ter tudo sob controle. Nenhum risco, nenhum imprevisto, nada que não esteja absolutamente dominado. Trata-se de uma mania de deixar todos os livros perfeitamente organizados na estante antes de dormir. De não conseguir pegar no sono enquanto os títulos não estiverem todos arrumados em ordem decrescente de sobrenome de autores. Nada contra. Exceto pelo fato de que esse é um projeto impossível. Suicida. E inútil. A vida é feita de centenas de prateleiras que estão sempre em movimento. Elas surgem e desaparecem a todo momento à nossa frente. Tão importante quanto ter algum controle sobre os vários escaninhos da nossa vida, de modo a poder lidar minimamente com eles, é aprender a lidar com as surpresas, com as não-garantias, com as ausências de certeza, com o tremendo desconforto de saber que não temos a rigor controle sobre nada, com o quinhão de caos que nos orbita todos os dias.

No final, escrevi tudo isso, claro, você já percebeu, porque digladio diariamente com a ansiedade. Então é provável que a gente ainda venha a falar um bocado disso por aqui. É um dos fantasmas que mais me machuca. Há outros. Você vai se divertir com as catarses coletivas que vamos proporcionar juntos aqui, antes, durante e depois do expediente. Só que também é verdade que discorri sobre a loba porque ela está por trás de um troço que eu aprendi a detestar recentemente: aqueles e-mails que vêm com pedidos de confirmação automática. É o cúmulo do controle. O sujeito precisa saber se o outro realmente abriu seu e-mail. E a hora exata em que o fez. E aí deve ficar olhando para o relógio e pensando: “Por que não responde logo?” Algumas dessas confirmações são bem engraçadas. Dizem assim: “Fulano de tal abriu sua mensagem na hora tal. Mas não significa que ele tenha lido, compreendido ou concordado com o seu conteúdo”. Ao ler isso, imagino que o controlador tenha que controlar, na verdade, o ímpeto de se atirar pela janela. Eu ainda não cheguei a esse ponto. Não envio pedidos de confirmação e assim contribuo não apenas com um volume menor de informações inúteis rolando na rede mas também com a minha própria saúde física e mental.

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– Você se importa com o vice-candidato de alguém, a ponto de mudar o voto?

O vice-candidato é um elemento decisivo na sua escolha na hora de votar, ou você não o leva em conta na hora da urna?

Lembre: na história política do Brasil, os vices (muitas vezes esquecidos durante o pleito), é quem acabam governando de fato em inúmeras oportunidades.

Refletindo, em: https://www.youtube.com/watch?v=124Qm0ypS8o

– Bom dia, sábado. Parte 5 de 5:

Sol muito bonito de natureza e beleza indescritíveis que surgem no sábado.
Obrigado, Mãe-Terra!
Os raios do Astro-Rei nos dão muita energia.

☀️ #inspiração #amanhecer #morning #fotografia #paisagem #sol #sun #céu #landscapes

– Bom dia, sábado. Parte 4 de 5:

06h00 – Desperte, Jundiaí!
Espairecendo com a alvorada tão bonita – entre prédios, poluição visual e muitas nuvens.
Como é bom acordar cedo!
Que o sábado possa valer a pena.

🌅 #sol #sun #sky #céu #amanhecer #photo #nature #morning #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #mobgraphy #mobgrafia

– Bom dia, sábado. Parte 3 de 5:

Fim de cooper!
Depois de curtir a madrugada tão fresca, estou suado, cansado e feliz – alongando e admirando a beleza da natureza.
Junto a essa roseira tão inspiradora, o cansaço vai embora, não?

🌹#corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, sábado. Parte 2 de 5:

Durante o cooper da manhã, aproveito e vou correndo / meditando na Virgem Maria (uma devoção de todos os sábados na qual a Igreja Católica contempla com indulgência tal fé).
“- Ó Mãe de Deus, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.

🙏 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, sábado. Parte 1 de 5:

Bom dia!
Um sábado muito bom desperta ainda na madrugada. Com muito ânimo, vamos começar bem o dia com um ótimo cooper?
Motivando, galera!

👟 #Fui #RunningForHealth #run #mizuno #asics #training #corrida #sport #esporte #running

– Primeira Comunhão.

Que alegria! Ontem, nossa filha Marina Porcari recebeu sua Primeira Eucaristia.

Pão dos Anjos, Alimento do Céu, é motivo de orgulho para nós observarmos o Corpo de Cristo como,  a partir de agora, um hábito sacramental para ela.

E, para comemorarmos, um bolo bem personalizado em família!

Veja que delícia:

Obrigado, Senhor, pela nossa família!

– Reformar é mais trabalhoso do que construir!

Está dando trabalho, mas entramos na última semana da reforma da nossa casa… (a que mudaremos em outra cidade).

Caprichar vale a pena! Terminou o dinheiro, está acabando a paciência, mas o resultado compensa.

Fica a comprovação: reformar é mais difícil do que construir. E olha que “a mão de obra sou eu”.

– Eu queria uma Administradora de Cartão de Crédito

Creio que não há quem ganhe mais dinheiro no Brasil do que Cielo, Amex, Rede, Elo, dentre tantas outras operadoras.

Quanto ela cobra dos clientes que parcelam suas dívidas? Mais de 10% ao mês!

Quanto elas cobram dos comerciantes? Descontam de 3 a 5% para pagarem a venda em 30 dias!

Um mina de ouro…

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– Como diferenciar líder e chefe e o efeito de “trabalhar para / trabalhar com”.

Um ótimo artigo diferenciando “líder x chefe” através da relação “trabalhar para” de “trabalhar com”, elaborado pelo Professor José Renato Santiago Sátiro.

Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/trabalhar-com-x-para-diferença-entre-l%C3%ADder-e-chefe-santiagohttps://www.linkedin.com/pulse/trabalhar-com-x-para-diferença-entre-l%C3%ADder-e-chefe-santiago

“TRABALHAR COM” versus “TRABALHAR PARA”: A DIFERENÇA ENTRE LÍDER E CHEFE

A busca pelo crescimento profissional de qualquer pessoa tende a ter forte relação com seus objetivos relacionados a galgar novas posições e cargos dentro de uma organização ou em uma determinada área de atuação.

Longe de querer julgar este entendimento, acredito que esta visão possibilita a existência de uma crença que existem caminhos pré-determinados para alcançar o sucesso na vida profissional.

Seguir o exemplo daqueles que alcançaram, pretensamente, suas metas, é algo bem interessante, no entanto está longe de representar uma condição suficiente, ou digamos, uma receita que o mesmo caminho poderá ser traçado por qualquer um.

Muitas vezes identificamos pessoas que, independentemente de sua condição hierárquica em uma estrutura organizacional, conseguem agregar em torno de si, toda a energia e predisposição relevante para que as metas, ideais e desejos sejam alcançados.

Mas o que será isso que permite esta “conspiração” para o bem?

Pois bem, entendo que a proposição do trabalhar com as pessoas seja o diferencial, uma vez que possibilita a construção de uma visão compartilhada, como se elas atuassem em prol de objetivos comuns.

Esta habilidade é algo típico e característico que encontramos em um líder, aquela pessoa que tem ao seu redor toda a potencialidade de sucesso de seus companheiros, justamente por incluir de forma natural no dia a dia deles, de forma positiva, a busca pelo interesse comum.

Outra característica muito legal da liderança, diz respeito a democracia onde ela está envolvida, uma vez que pode estar efetivamente presente em qualquer lugar, independentemente da formação intelectual ou nível de estudo.

O que é uma brutal diferença daquilo que encontramos quando trabalhamos para alguém, uma clara denuncia e sinalização da real necessidade de haver uma dependência hierárquica, muitas vezes a de chefia.

Não necessariamente um chefe é um líder, aliás, muitas vezes cabe um tratamento totalmente diferente, justamente por causa de uma simples troca de preposição, o “com” e o “para”.

Quando trabalhamos com alguém, estamos atuando dentro de uma linha da liderança, do objetivo comum acima de qualquer eventual interesse pessoal individual.

Justamente o contrário de quando se trabalha para alguém, em prol unicamente dos interesses deste, o que muitas vezes mina as pessoas e dificulta a perpetuação desta relação.

O quanto realmente temos buscado, em nosso dia a dia, simplesmente um cargo de chefia ou uma posição de líder?

Entenda as diferenças entre trabalho e emprego - Diferença