– Árbitros (e pessoas que querem Fair Play) devem aplaudir Levir Culpi

Na segunda-feira posterior ao jogo entre Fluminense x Palmeiras em Brasília, o treinador Levir Culpi não reclamou da arbitragem, mas fez questão de criticar a conduta antidesportiva dos atletas!

Disse ele:

(…) Eu pedi para meus jogadores não ficarem reclamando, abrindo os braços, cavando faltas… Mas foi exatamente isso o que eu vi. Foram de cinco a dez simulações vergonhosas. Somos educados para tirar vantagem e PRECISAMOS LUTAR CONTRA ISSO. Eu acho que [o jogador que cava faltas] está sendo DESONESTO E MENTIROSO. E eu me incluo nessa, fui criado assim.

Pois é: até quando o jogador brasileiro, em sua maioria, usará o unfair play ao invés de entender o futebol como um esporte a ser vencido honestamente?

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– 3 presidentes em 1 só dia no Brasil?

Que país incrível. A presidente afastada, Dilma, pode perder o cargo definitivamente hoje. Assume Temer não mais como interino. Mas como embarcará para a China, Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, assume interinamente o comando do Planalto.

Só nesse país…

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– Amanhecer Mobgráfico!

Mobgrafia é a arte de fotografar com o celular. E a Natureza hoje nos deu dois presentes para serem clicados: o sol clareando e a árvore bucólica:

Nosso verde que nos encanta no clique 1:

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Nosso sol que nos ilumina no clique 2:

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Ótima 4a feira a todos.

– Você confia na Arbitragem Paraguaia para Equador x Brasil?

Claro, devemos sempre pensar positivamente e crer que no futebol se ganha dentro do campo. Mas pelas últimas arbitragens vistas pelas Conmebol, há motivos para se preocupar.

Nesta próxima rodada para as Eliminatórias da Copa do Mundo Rússia 2018, NENHUM juiz brasileiro está escalado. E para Equador x Brasil em Quito, teremos o paraguaio Enrique Cáceres.

Não confio em arbitragem paraguaia. Lembram do Epifânio Gonzáles (que chegou a apitar Campeonato Paulista nos torneios promovidos pelo Farah)? Ou de Carlos Amarilla (do assalto em Corinthians x Boca)? Ou do circo de Antonio Arias em jogo da Sulamericana envolvendo o São Paulo?

O Brasil perdeu sua força política. Afinal, o presidente da CBF Marco Polo Del Nero vive em um banker carioca e não pode ir à sede da Conmebol em Assunção… Vide o chileno Patric Polic na Libertadores deste ano, o que ele fez contra brasileiro!

Não nos esqueçamos: o Brasil empatou com o Equador pela Copa América Centenária que reclamou de um gol mal anulado (em lance difícil) naquele jogo, realizado em junho. Tomara que não exista desforra e/ou compensação.

Seus últimos jogos: 

16/8 – O’Higgins 0x0 Wanderers (Sulamericana)

20/7 – Del Valle 1×1 Atlético Nacional (Libertadores)

21/6 – EUA 0x4 Argentina (Copa América)

05/6 – México 3×1 Uruguai (Copa América)

12/5 – Nacional 1 x 1 Boca Jrs (Libertadores).

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– Relações Positivas entre Chefe e Subordinados

O Diário de São Paulo trouxe em seu Caderno de Empregos uma matéria interessante: como se dar bem com os chefes, sem parecer bajulador (ou puxa-saco, como queiram).

Compartilho, extraído de: http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2011/09/139304-para+se+dar+bem+com+o+chefe.html

PARA SE DAR BEM COM O CHEFE

De carona com o filme “Quero Matar Meu Chefe”, o DIÁRIO lista os dez piores tipos de líder e dá dicas de como domar as feras

No mundo corporativo há todo tipo de chefe, como tirano, acomodado, workaholic (viciado em trabalho), baladeiro, o que só promove os amigos etc. No filme “Quero Matar Meu Chefe” (Horrible Bosses), ainda em cartaz, é possível ver como líderes que não trabalham em equipe e não têm bom relacionamento interpessoal podem criar situações ruins no ambiente de trabalho. Nessa comédia, três empregados insatisfeitos com a chefia decidem recorrer a um ex-presidiário para matar seus gestores e acabar com seus problemas.

No livro “Como Gerenciar seu Chefe”, os autores Armênio Rego, Miguel Pina e Cunha e Thomaz Wood Jr. identificam dez tipos de chefe que podem ser encontrados no mundo corporativo e dão dicas de como domar essas feras. Entre eles há o chefe barata burocrática, que é fixado em normas, regras e procedimentos e baseia todas suas ideias e estratégias nessas premissas. Já o gestor preguiça procrastinador vive cansado e demora a realizar suas tarefas e obrigações.

Exageros à parte, esses líderes comprometem o desempenho e os resultados da equipe e, normalmente, são responsáveis pela alta rotatividade dos colaboradores, que não aguentam a pressão, o assédio moral ou outros problemas. De acordo com pesquisa da Robert Ralf, empresa especializada em seleção e recrutamento, as principais razões para aumentar o estresse no universo corporativo são: pressão desnecessária e insatisfação com a capacidade de gestão.

“A maioria dos profissionais que troca de emprego sai para não ter de trabalhar com aquele gestor. O conceito de chefes que abusam do poder está ultrapassado”, afirma Fabiano Kawano, da Robert Half. Não conhecer o funcionário, não saber dar feedbacks (retornos) negativos, não conversar com o subordinado e subestimar a capacidade do colaborador são os erros mais comuns cometidos pela liderança.

“Os gestores precisam saber onde o profissional quer atuar, devem conhecer seu perfil para conseguir entender como ele quer estruturar a carreira”, ressalta Ricardo Rocha, gerente da Michael Page, especializada em recrutamento. “O que as empresas buscam hoje são bons líderes, um conceito muito mais complexo do que o de chefes. A liderança, por exemplo, de chefes que inspiram seus funcionários”, diz Kawano.

Responsabilidades da chefia:

-Incentivar e motivar a equipe
-Dar exemplo aos funcionários
-Promover a integração do grupo
-Conhecer o perfil dos profissionais
-Apresentar desafios e novos projetos
-Ter bom relacionamento interpessoal
-Dar feedbacks (retornos) sobre tarefas realizadas

Qualificação é essencial para um líder:

Com 22 anos de trabalho na rede de fast food Mc Donald’s, João Célio Oliveira, de 42, passou por vários cargos antes de se tornar diretor de treinamento. “Comecei como gerente de trainee em um restaurante, passei por todos os postos dentro da loja e fui para o escritório, com o objetivo de fazer carreira”, recorda o gestor.

Com a ajuda da empresa, Oliveira fez faculdade de marketing, pós-graduação em gestão de negócios e, agora, se prepara para investir em um master of business administration (MBA). “Formação e conhecimento são fundamentais para que você se mantenha firme e atualizado”, acredita o profissional.

De acordo com ele, os principais aprendizados que adquiriu para se tornar um líder foram saber ouvir e dar feedbacks (retornos) para seus funcionários. Para Oliveira, é preciso ouvir todas as opiniões, inclusive as negativas, para aprimorar os negócios e resolver situações. “O líder tem de estar atento e saber ouvir as verdades. Além de dar feedbacks, o chefe também precisa recebê-los. Pensar coletivamente e se comunicar é importante.”

Despreparo leva ao assédio moral:

Abusar do poder e humilhar os funcionários são atitudes que podem ser consideradas assédio moral. “No geral, a empresa tem chefes despreparados que fazem isso com seus funcionários e a diretoria não sabe. Assim, não há como evitar”, fala Wolnei Tadeu, diretor jurídico da Associação Brasileira de Recursos Humanos Nacional (ABRH Nacional).

Como proceder ao ser humilhado:

Segundo Tadeu, quem sofre assédio deve procurar o RH ou a diretoria da empresa e contar sua experiência. Casos que não são resolvidos podem chegar à Justiça do Trabalho.

Gestores que estão em alta:

Pró-atividade, liderança e bom relacionamento interpessoal são as principais características buscadas em gestores pelo mercado, de acordo com Ricardo Rocha, gerente da Michael Page.

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– Você construiria um novo estádio ou reformaria a Vila Belmiro?

Desde sempre ouvi que o Santos FC teria planos para construir um novo estádio em um terreno estratégico, em Diadema ou em São Bernardo do Campo.

Antes da Copa do Mundo, ainda na gestão do recém-falecido LAOR, surgiu a história de construir uma Arena em Cubatão. Não vingou.

Mais recentemente, veio a ideia de arrendar o Pacaembu, mandando jogos importantes na capital paulista. Agora, surge uma proposta mais concreta, em parceria com a Portuguesa Santista, Associação dos Portuários e um grupo de investidores, em construir uma Arena Multiuso de 27.000 lugares (aproveitando o espaço também como casa de shows). Paralelamente, se fala também em uma mega-reforma do Urbano Caldeira (o atual estádio na Vila Belmiro).

Qual seria a melhor solução?

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– Porque não me ufano com políticos!

Eles brigam, mas no fundo se entendem. Você confia nos políticos atuais, ou como eu, pensa que são um grupo que encena muito bem (como um teatro), e que nos bastidores se resolvem da melhor maneira para eles?

A foto de Dilma e Aécio, com Lewandovski, é emblemática. Olha só:

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Agora, depois do circo promovido ontem, fica um material incrível para os humoristas. Dilma se enrolando é gozado como trapalhada, e triste ao saber que ela foi eleita mesmo com tais “qualidades”:

Ou, se preferir, esse outro:

– 7 cliques de um bom amanhecer de 3a feira

Bom dia! Como de costume, fui para o cooper da madrugada com uma temperatura agradável, em busca de muita endorfina! Nossa foto 1:

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Durante o treino, nosso momento de conversar com as coisas do alto. Hoje, pensando em Nossa Senhora de Fátima, nossa Mãezinha do Céu. Nossa foto 2:

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Terminada a corrida, vale a pena caminhar no meio do mato admirando a nossa bela alvorada. A foto 3:

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Pós-treino, curtindo o céu infinito e colorido. Olha só a panorâmica da foto 4:

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Tem algo melhor do que alongar contemplando a beleza das flores? A nossa inspiração na foto 5:

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Como curto jardinagem, e bem merecedor, recuperar a energia com as amoras do nosso jardim. A carga dessa safra foi generosa… amoreiras com doces frutos. Nossa foto 6:

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Depois de tudo, s’imbora trabalhar, acompanhado desse cenário que em breve deve virar chuva. Contemplando a foto da paisagem na foto 7:

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Ótima 3a feira a todos nós!

– Xingamentos citados, mas não comprovados! Houve racismo em Jundiaí?

Após, o término da partida entre Paulista 0x2 Red Bull, atletas do “Toro Loko” foram ao alambrado “baterem-boca” com torcedores do Galo. Posteriormente, veio a informação de que eles estavam inconformados por algum xingamento racista. Da cabine da Rádio Difusora, eu e meus colegas de transmissão vimos o número 4 na discussão. Na súmula, algo um pouco diferente: o lateral Bruno Santos e o zagueiro Marcos Vinícius disseram ao árbitro Edson Alves da Silva que ambos foram chamados de “macaco”. Ainda, no campo “ocorrências” do documento do jogo, divulgado há pouco, o juizão disse que não ouviu o xingamento. Abaixo, o relato oficial:

“Após o término da partida, os jogadores n. 2 o Sr. Bruno F. dos Santos e n. 4 o Sr. Marcos Vinícius G. Nascimento da equipe Red Bull dirigiram-se próximo ao alambrado para conversar com torcedores da equipe do Paulista Futebol Clube Ltda. Em seguida, estes, vieram em direção à equipe de arbitragem, alegando terem sido alvo de xingamentos racistas, com a palavra “macaco”, porém nós da equipe de arbitragem, não ouvimos tais xingamentos. “

Curiosidade: as praças esportivas fazem parte de um banco de dados da FPF, onde os estádios são inseridos automaticamente na súmula eletrônica. E não é que lá consta o Jayme Cintra como “Estádio MUNICIPAL”?

O link está em: http://www.futebolpaulista.com.br/sumulas2.php?cat=70&cam=100&jog=104&ano=2016

Se verdade o ato racista, penso que se deveria identificar o torcedor e puni-lo conforme as leis deste país. Afinal, só existe uma raça: a raça humana.

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– Clientes Ocultos na Moda!

Cada vez mais as empresas adotam a prática de contratação de empresas especializadas para serem consumidores dos seus próprios produtos/ serviços. A idéia é de que anonimamente, os consumidores contratados dêem um retorno adequado e testem o atendimento e a compra efetuada.

Em muitos casos, a ação beira a espionagem. Compartilho a boa reportagem de uma edição antiga da Revista Veja (Ed 07/12/2012, pg 110-111) sobre esse tema. Abaixo:

CLIENTES OU ESPIÕES

por Renata Betti

Em: http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Veja_montagem.jpg

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– 5 minutos da abertura do show da banda infantil #CR1.

MUITO LEGAL – Estamos no Ibirapuera para a gravação do capítulo final da novelinha infantil do SBT “Cúmplices de um Resgate“. Se você tem filhos que assistem, eles vão adorar!

#CúmplicesDeUmResgate

Link em: http://www.youtube.com/watch?v=IZgnBVc-sYE

– Análise da Arbitragem de Paulista 0 x 2 RedBull

Quanta coisa aconteceu no Jayme Cintra…

O árbitro Edson Alves da Silva correu bastante e se posicionou muito bem. Gostei neste quesito. Mas há uma dificuldade: a falta de vibração em campo.

Tecnicamente, não errou em nada. Todas as faltas que ele marcou (ou que não marcou) foram corretas. E soube discernir os lances de falta atrasada (quando a vantagem não se concretiza (como, por exemplo, aos 10 minutos, em favor do RedBull Brasil). Também foi correto ao não marcar pênalti reclamado pelo Paulista por mão na bola.

A se destacar:

1) Aos 24m, correto no lance entre Ariel (PFC) e o goleiro Saulo (RBR), onde houve um choque um pouco mais forte. Foi imprudência do atacante (não foi casualidade, mas poderia ter evitado). Correta a marcação da falta.

2) Aos 61 minutos, Ariel (PFC) pede pênalti que não foi. Há muita reclamação, mas Marcos Vinícius (RBR) vai na bola.

No primeiro tempo, o placar de faltas foi PFC 8×10 RBR. O de cartões amarelos, 0x2. No segundo tempo PFC 6×8 RBR em faltas e 1×1 em cartões.

O único “porém” foi aos 85m – Branquinho (PFC) recuou deliberadamente a bola para o goleiro Iago e o árbitro não viu.

Disciplinarmente, o juizão foi ruim. Faltou aplicar o cartão amarelo a Lazzaroni (RBR) aos 22 minutos. Entretanto, deixou de aplicar o amarelo em 3 oportunidades para Fábio Gomes (PFC) aos 36, aos 40 e aos 50 minutos de jogo (todas claramente por ação temerária). Faltou vibração e advertência verbal mais incisiva em vários lances. Todo o seu ótimo rendimento técnico foi prejudicado pela má questão da postura.

Os bandeiras Rafael Tadeu Alves de Souza e Samuel Augusto Vieira Paião foram muito bem no trabalho de equipe e colaboração do árbitro. Mas, em especial, uma situação incomum aconteceu ao bandeira 2 Samuel Paião que errou. Vamos a ele:

No final do 1o tempo, o goleiro Saulo (RBR) chutou a bola que bateu no calcanhar de Ariel (PFC), que estava de costas e nada viu. Ela sobrou despretensiosamente para Renato Oliveira, sozinho, que não esperava a bola e nem estava na jogada, em posição de impedimento. Como sabido, desde 01 de julho de 2014 esse lance não é mais para ser sancionado. Relembro com um exemplo postado à época das mudanças e a situação de caráter excepcional que é tal lance (difícil para o bandeira):

O novo entendimento de “impedimento ou não” em lances desviados em adversários: se um atacante chutasse para o gol e a bola desviasse num adversário, mas sobrasse para seu companheiro que estivesse do outro lado do campo, ele estava impedido por tirar vantagem de uma posição. Agora, bola desviada que sobre para um atleta que não participava originalmente da jogada, mesmo ele estando mais próximo da linha de fundo do que dois adversários e a bola (a definição clássica de impedimento), é lance legal. Mas atenção: aqui, a bola foi desviada e caiu para alguém que não participava do lance, sendo diferente da situação na qual um jogador esteja sozinho e receba uma bola de rebote de goleiro, ou ainda quando lhe é lançada uma bola e ela bate no zagueiro (pois, afinal, a bola era para ele e ele a recebeu mesmo após bater no adversário). Para ambas situações continua sendo impedimento. Continua valendo a máxima: desvio não tira impedimento (com exceção ao lance modificado). Para quem tem o livro Trívia FIFA (o conjunto de perguntas e respostas oficial e complementar às Regras do Jogo), esse lance era a questão 238, que hoje foi alterado. Há dois anos, tivemos no Campeonato Paulista no jogo Americana x Santos (no Décio Vita) um lance similar.

Ainda, do mesmo lado de Samuel Paião, uma defesa do goleiro Iago (PFC) onde supostamente ele a fez dentro do gol. Para mim, a bola não entrou por inteiro no dificílimo lance. Mas, evidentemente, só com a tecnologia para afirmar erro ou acerto.

Daniel Sotille, o quarto árbitro, teve muito trabalho com Maurício Barbieri, treinador do RedBull, que reclamou todo o primeiro tempo, principalmente aos 31m, quando Pedro Naresi recebeu amarelo. No segundo tempo, se comportou melhor.

Público: 380 pagantes

Renda Bruta: R$ 2825,00+

Renda Líquida: R$ 4056,11-

IMPORTANTE: após o jogo, no alambrado da geral, Marcos Vinícius (RBR) foi discutir com a torcida organizada do Paulista. No mesmo instante, do outro lado do campo e também no alambrado, Fábio Gomes (PFC) fez o mesmo! Supostamente, Marcos Vinícius foi chamado de macaco e Fábio Gomes por xingamentos de torcida.

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– Parabéns aos Catequistas nesta data!

Parabéns às pessoas de boa vontade que de coração se dedicam à Catequese e ensino religioso, sem esperar recompensa ou algo em troca, a não ser, a fé!

Hoje se celebra o Dia do Catequista (último domingo de Agosto), e o texto é do ano passado, mas serve para a data. Extraído de:

http://cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11993

DIA DO CATEQUISTA

Ide e pregai o Evangelho a toda criatura!

A Igreja Católica celebra neste dia 25 o dia nacional do catequista. Na ação pastoral da vida eclesial é tão importante a missão do catequista, verdadeiros evangelizadores, que Jesus, antes de começar sua pregação, escolheu seus doze discípulos, que deveriam se espalhar pelo mundo inteiro, anunciando a boa nova, isto é, evangelizando as pessoas.

O número 12, na Sagrada Escritura, tem um sentido de totalidade, plenitude e, realmente, esses doze discípulos se multiplicaram em progressão geométrica e, entre eles, nós temos os catequistas, homens e mulheres dispostos a levar às crianças, aos adolescentes, aos jovens e aos adultos a mensagem de Cristo, promovendo a catequese renovada, à luz do Concílio Vaticano II.

Os catequistas e as catequistas lembram o próprio Senhor Jesus, pois, além de apresentarem o projeto do Pai a outras pessoas, pretendem formar novos discípulos missionários.

Nosso Senhor Jesus Cristo nos ajuda em seus métodos de evangelização, catequese e apostolado: Ele começa pela vida, em seus aspectos comuns, de forma a levar o povo à revelação do seu Evangelho.

Quando Ele disse a seus discípulos: “Ide e pregai o Evangelho a toda criatura”, estava iniciando com eles um trabalho de catequese, que foi multiplicado até os dias de hoje.

O mundo está tão conturbado com guerras, violência, ganância, egoísmo que pouca gente quer escutar a Palavra de Deus. É por isto que é muito louvável o trabalho do catequista nos nossos dias porque ele precisa abrir os olhos e os ouvidos das pessoas para a realidade sempre atual, em todos os tempos, da Palavra de Deus.

Que Deus, com largueza e profusão, abençoe nossos catequistas, homens e mulheres que, espontaneamente, se dedicam a transmitir ensinamentos cristãos. Que eles continuem no seu propósito de evangelizar e que consigam formar novos operários para a messe do Senhor, na escola da nova evangelização de discípulos-missionários.

Dom Eurico dos Santos Veloso, Arcebispo Emérito de Juiz de Fora (MG)

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– LSD e seu uso deturpado

Impressionante a história do cientista Timothy Leary, professor de Harvard e ativista do uso de LSD para fins medicinais e recreativos. Na década de 60, ele foi chamado por Richard Nixxon de “o homem mais perigoso da América”, por suas pesquisas e carisma (influência).

Seus trabalhos se resumiam em explorar o potencial do LSD 25 (25ª variação do dietilamida do ácido lisérgico). Lembrando que o LSD é uma droga sintética, criada pelo cientista Albert Hoffman, em 1938.

Para aumentar o leque dos pesquisadores da droga, o laboratório Sandoz, portador da patente, distribuiu amostras mundo afora. A pesquisa, inicialmente para o tratamento de esquizofrenia, mostrou que existiam vários outros efeitos pelo uso indiscriminado: usuários normalmente relatavam a visão de turbilhões de cores, caleidoscópios de arco-íris e outras visões coloridas. Devido ao uso como entorpecente, surgiram viciados, pessoas que pulavam de prédios, desenvolviam psicose e ficavam alienadas por completo.

O certo é que hoje, uma nova frente em busca científica faz barulho: há cientistas que ainda desejam investir em pesquisas com o LSDa fim de tratar alcoolismo e depressão. Porém, o limite para o uso medicinal e a perda de controle é extremamente perigoso.

E fica novamente a observação: se o LSD é perigoso para uso medicinal, caso todos os cuidados não sejam tomados, imagine para uso “recreativo”?

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