– Benito di Paula e o seu amigo Charlie Brown.

Benito di Paula faleceu nessa semana, vítima de câncer de próstata.

Você sabe a história da famosa música “meu amigo Charlie Brown”?

Os quadrinhos Penauts (aqui como “a Turma do Snoopy”) não eram publicados no Brasil e ele lia de revistas italianas. Se encantou com o “Minduim” e gravou uma música para que ele viesse ao nosso país. A admiração era tanta que passou a chamar o personagem de “amigo Charlie Brown”. De fato, naquele ano Snoopy e demais amigos aqui chegaram.

Muita gente até hoje pensa que seria um real amigo dos EUA!

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Veja que legal esse clipe, do Instagram de @leandroalvesradio, em:

https://x.com/rafaelporcari/status/2112993978551304559/video/1?t=20

– 5 passos para se observar com Compliance.

Falar sobre Compliance está na moda. E isso é muito bom!

A ética, a transparência e outras benesses sobre isso, de forma bem didática, no texto extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/compliance-sua-importância-e-causas-pétreas-fc3697363aec

COMPLIANCE: IMPORTÂNCIA, CAUSAS E SUAS CLÁUSULAS PÉTREAS

por José Renato Sátiro Santiago

Originário do inglês “to comply” a palavra compliance possui como um dos seus significados mais comuns, estar em conformidade. No mundo corporativo sua efetividade está relacionada com proporcionar maior segurança e minimizar riscos de instituições e empresas, ao garantir o pleno cumprimento dos atos, regimentos, normas, leis, internas ou externas, não apenas nas relações existentes entre seus colaboradores, mas, principalmente, junto aos quaisquer stakeholders externos. Cientes da extrema relevância do assunto, as empresas costumam colocar o compliance como um dos pilares de sustentação de seus negócios, sobretudo quando as pautas da ética, integridade e transparência são as suas bandeiras.

Não é por mero acaso que o compliance tem sido muito discutido e se tornado uma pauta muito presente nas atividades desenvolvidas em uma organização. Embora não haja uma receita pronta, uma vez que padrões de ética, integridade e transparência podem variar muito de uma empresa para outra, é de entendimento comum sobre o quanto alguns atos e/ou ações representam violações redundantes ao que costumamos chamar de “espírito” do compliance. Elas são carimbadas como se fossem agressões às suas causas pétreas. Para elas, não cabe discussão, sequer dúvida, a não ser, obviamente, para aqueles que têm a intenção de fazer análises muito particulares e, algumas vezes, pouco republicanas. Longe de ter a intenção de preparar uma lista definitiva, a seguir, são pontuadas algumas delas:

1. Qualquer atividade que componha o processo de contratação de produtos e/ou serviços deve ser devidamente registrada e realizada dentro do ambiente corporativo na presença de representantes oficiais das organizações envolvidas;

2. Caso haja qualquer relação de parentesco entre profissionais que atuem em empresas envolvidas em qualquer tipo de atividade desenvolvida em conjunto, a sua existência deve se explicitada e registrada de maneira formal para ambas as organizações;

3. É proibitiva a realização de qualquer encontro fora do ambiente corporativo com a participação de funcionários que atuam em empresas presentes em segmentos similares e/ou com as quais é possível existir qualquer tipo de relação comercial, a não ser que o mesmo seja informado previamente para os superiores imediatos e/ou para as áreas devidas das organizações envolvidas, e, ainda assim, devidamente aprovado e registrado explicitamente;

4. É impeditivo receber quaisquer benesses devida por conta da posição e/ou cargo ocupado pelo profissional na empresa, a não ser como exceção, devidamente explicitada previamente, quando o valor do “mimo” seja irrisório, o que é subjetivo de uma empresa para a outra, e que, ainda assim, seja ofertado de maneira pública para todos os profissionais envolvidos, sempre devidamente registrado de forma explícita;

5. A mera ocorrência de qualquer um desacordo com as questões acima pontuadas já torna impeditiva a participação dos envolvidos em ações futuras com as organizações envolvidas, sendo passível, inclusive, de imediato desligamento de acordo com as regras de compliance adotadas pelas empresas em questão.

A linha de conduta que costuma nortear as regras de compliance está relacionada com bom senso no que diz garantir o pleno hasteamento das três bandeiras, já citadas anteriormente, ética, integridade e transparência. No entanto, como bom senso, infelizmente, tende a ter uma maleabilidade assustadora para alguns, a dureza se faz necessária como forma de evidenciar quando a quebra ocorrer.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito na postagem.

– Halo Solar.

Olhe aí o Halo Solar, brilhando no céu em Jundiaí.

Aqui: Rodovia Anhanguera, altura do bairro Santa Gertrudes.

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– Não desperdice seu talento. Como anda a sua melhor versão de si mesmo?

Ótimo artigo para profissionais de qualquer ramo: o quanto “você confia no seu taco?”

Compartilho esse comprido, irreverente, diferente e ótimo texto!

UM PAPO SOBRE CONFIANÇA E BUNDAS-MOLES

Por Matheus de Souza (https://www.linkedin.com/in/matheusdesouza)

Tem tantas pessoas talentosas por aí desperdiçando seu potencial por falta de confiança. Elas esperam que os outros acreditem nelas, mas não acreditam em si mesmas. Isso dói, cara.

A confiança é a base onde nossas vidas estão construídas. A confiança deve estar presente em relacionamentos, parcerias de negócio, lançamentos de produtos. Deve estar no botão enviar. No publicar. A confiança leva as coisas adiante.

Viver socialmente requer que, na maioria das vezes, não compartilhemos nossas opiniões, pensamentos e pontos de vida sobre o mundo. A sociedade quer que você seja um trabalhador dócil. Que escute as regras e faça seu trabalho para que as engrenagens continuem rodando.

Ah, e não podemos esquecer de bater o ponto. A sociedade pira quando não o fazemos. Já que, pra ela, o que importa são as horas trabalhadas, não o resultado entregue. E os prazos? Amigo e amiga, foda-se a criatividade quando se tem um prazo. É engraçado que a palavra inglesa pra isso seja deadline. Numa tradução literal, data limite. Pra nossa criatividade, a data da morte. Aos poucos os deadlines, cada vez mais apertados, vão nos corroendo por dentro. E nos matando.

Só há uma versão de você — por que desperdiçar seu talento?

Pra começar, saiba que você é um ser singular. Não há ninguém como você no mundo. Ninguém com suas experiências de vida, suas vivências ou seus pontos de vista.

Eu sei que isso soa meio insosso, mas é verdade, parceiro. Ninguém sabe a merda que você passou e acredito que você deva ter algum dom para compartilhar com o mundo.

O meu eu acho que é a escrita. Ela tem me proporcionado momentos únicos cada vez que clico em publicar. Das trocas de experiências nos comentários à mais recente loucura que a internet me proporcionou: hermano traduziu texto meu pro espanhol e saí numa revista de negócios gringa. E aí te/me questiono: se no primeiro comentário negativo — e acredite, mano, tem uma galera que não pega leve — eu tivesse abandonado a escrita?

Para ter uma confiança inabalável em si mesmo, você precisa ser razoável. E você precisa violar algumas normas sociais. Provavelmente uma das melhores coisas que aprendi na faculdade foi que muitas dessas regras nos são autoimpostas. E aí te digo que nossos destinos podem ser controlados se alterarmos essas regras. Pise fora da zona de conforto e você nunca mais terá vontade de voltar pra ela. Desafie os outros, desafie os conceitos de certo e errado.

Eu meio que tô fazendo isso nesse texto. O padrão imposto pelas normas de marketing de conteúdo, ou melhor, pelos algoritmos dos mecanismos de busca, é que eu use um conjunto de técnicas de SEO. Sabe aqueles textos que eu e muitos por aí fazemos do tipo “X dicas pra você”? Fazemos isso porque é mais fácil você clicar no texto com um título desses. As dicas numeradas, inclusive, utilizam um recurso chamado heading tags. São esses subtítulos que garantem que você nos encontre no Google quando faz uma pesquisa.

Me pergunta se curto escrever nesse estilo? Acho uma bosta. Meu autor favorito é o Jack Kerouac, não o insira o autor mais vendido de autoajuda do momento. Mas a parada é que eu tô no jogo, sacou? Meu negócio é o texto corrido, uns palavrões, umas gírias. Não tenho paciência pra esses artigos enlatados — o que pode soar completamente contraditório, já que também faço isso e, inclusive, vendo isso —, mas é como falei: eu tô no jogo. Não fossem esses padrões (veja eles aí novamente), você provavelmente não teria lido meus outros textos. E talvez nem leia esse, já que tô fugindo do padrão.

O ponto é que tem muita gente querendo passar uma mensagem legal, mas essa galera acaba sendo obrigada a se colocar dentro de um padrão para que o seu trabalho chegue a um público maior. Pode nos chamar de vendidos, se você se sentir melhor com esse termo. E aí, cara, acabamos todos no mesmo balaio. Essa é a real. Você sai no G1, as pessoas te elogiam, seu ego vai nas alturas, todo mundo fica feliz. E vão surgindo as alcunhas. Guru do empreendedorismo, empreendedor de palco, meninos e meninas do Vale. E quando rola uma treta tipo o lance da Bel Pesce, toda uma geração é posta em xeque. A sociedade não perdoa.

Mas vamos falar sobre empreendedorismo. E vou mudar de assunto sem colocar uma tag h3 como subtítulo. Vemos as notícias e histórias do Vale do Silício e tentamos replicá-las aqui. Mas é foda, cara. São poucas as sociedades que incentivam o empreendedorismo. E o Brasil não é uma delas. Os americanos, com quem temos uma relação de amor e ódio, desde pequenos são incentivados a pensarem por conta própria e expressarem seus talentos para o mundo. É por isso que eles são fodas em várias áreas. Tem os melhores atores, os melhores esportistas, os melhores tudo — tá, não é só por isso, mas ajuda muito.

Sem falar das leis fiscais. Tenta abrir uma empresa nos EUA e uma no Brasil. E os programas de apoio e fomento à startups? Ah, mas no Brasil tem vários editais. Vou contar um caso pra vocês, então. Sou sócio do Projeto CR.U.SH, uma startup de mobiliário digital open source. Na metade do ano fomos contemplados no Sinapse da Inovação, um programa de incentivo a criação de empresas de tecnologia do estado de Santa Catarina. Prêmio de R$60 mil e uma bolsa de R$2.500,00 durante 1 ano. Estamos em meados de setembro. Pergunta se já recebemos? Três meses de atraso — até agora. Cê acha que os gringos iam dar um mole desse?

A real sobre confiança

Tem outro princípio sobre o uso das heading tags que é a escaneabilidade. Essa não tem haver com os mecanismos de busca. O negócio é com o elemento humano atrás da tela. Esses subtítulos ajudam o leitor a escanear o texto em busca de informações relevantes. Do contrário, há o risco do cara pensar “ah, não tô com saco pra textão”. E aí ele clica no x e aquelas horas que você passou escrevendo não valeram 10 segundos do tempo dele.

Mas voltemos pra confiança. Eu tenho uma troca muito legal com o meu público no LinkedIn e sempre rolam alguns insights lendo os comentários. Uma coisa que notei esses tempos é que muitos de nós somos extremamente idealistas quando jovens, mas com o passar do tempo, quando precisamos nos estabelecer num trabalho comum das 08h às 18h e, principalmente, que pague nossas contas, muitos dos nossos sonhos e esperanças desaparecem e começamos a perder a confiança em nós mesmos. Perdemos aquele brilho nos olhos, saca? Nossos dias ficam cinzentos, você entra em modo automático e apenas torce para que o final de semana chegue logo.

Mas, cara, é seu dever ter confiança em si. Quando você tem um forte senso de dever, seus medos tornam-se menos reais e fica mais fácil compartilhar seus dons com os outros. Eu morria de medo de publicar meus textos online. Nos 20 primeiros, por aí, fechei a seção de comentários. Não estava preparado para o feedback. Aí um dia recebi um e-mail de um cara dizendo que adorava meus textos, mas nunca teve a oportunidade de comentar isso neles. Pensei: porra, cara! Ó o que eu tô perdendo.

Cada vez que me sento nessa cadeira é uma luta pra escrever e fazer o trabalho criativo. Tem vários dias que sento aqui, fico olhando o cursor do editor de texto piscar e não acontece nada. Pego um café, perco um tempo procurando uma playlist com o termo concentração no Spotify e tento de novo. O tempo passa e vou me frustrando. Será que não tenho mais nada para contribuir com os outros? A fonte secou? Secou nada, cara. Tu és foda. Eu sou foda. Cadê a confiança?

Minha confiança aumentou muito quando percebi que fragmentos do que eu escrevo podem ajudar alguma situação vivida por alguma pessoa em algum lugar do mundo. Sim, em algum lugar do mundo. Tenho leitores de toda a comunidade que compartilha a língua portuguesa. Angola, Moçambique, Cabo Verde, Timor Leste, Macau, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e, claro, Portugal. Esqueci de alguém? Escrevi de cabeça, hoje acordei meio puto com o Google. Ah, tem também a galera que leu aquele meu texto em espanhol. A AmerícaEconomía circula em toda a América Latina, então o texto chegou pra muita gente.

E aí me perguntam: Tá, Matheus, mas estás ganhando dinheiro com o blog? Mas porque o foco de tudo o que fazemos é o dinheiro, porra? Não sou hipócrita, gosto de dinheiro, mas pô… Não tem dinheiro que pague a sensação de ver que, de alguma maneira, você fez a diferença na vida de alguma pessoa. E isso é o tipo de coisa que só rola quando você destrói seus medos e tem confiança em si. No meu caso, só rolou quando permiti que as pessoas comentassem em meus textos.

Muitos de nós não deixamos um legado porque temos medo de que nossas necessidades básicas, ou melhor, as necessidades básicas impostas pela sociedade não sejam atendidas. O carro novo, a casa maior, as roupas de marca. E digo legado porque você sabe, né, um dia todos nós vamos embora dessa vida. Serião. Ou seja, cê tem uma chance, parceiro.

Seja um tolo

Tô sendo tolo ao pensar que terei quase 1 milhão de visualizações com este escrito igual tive neste texto. Mas eu precisava disso. Qualquer um que vai contra as regras da sociedade é visto como um tolo. Foi assim com vários caras fodões que fizeram coisas grandiosas. Pra nossa geração o mito dessa descrição é, certamente, Steve Jobs. Mas vamos voltar um pouco e deixar a tecnologia de lado. Vamos falar de caras que pensaram na coletividade. Vamos falar de Gandhi, Mandela, Luther King Jr. Muitos heróis, santos ou mártires colocaram suas vidas em risco para defenderem suas crenças. Sacrificaram suas vidas pelo coletivo e conduziram a raça humana adiante.

Para qualquer trabalho criativo que você faça ou qualquer coisa que você faça fora das normas, tenha a certeza de que será ridicularizado. Os caras que citei foram. As pessoas não gostam de outras pessoas que fazem coisas diferentes. Já contei aqui da vez em que fui ao Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York e achei tudo aquilo uma merda. O fato é que cheguei lá cheio de preconceitos e com a ideia pré-concebida de que qualquer risco é arte. Ignorância. Mesmo.

Agora te encorajo a ser um desajustado — não vou copiar e colar a propaganda épica da Apple, relaxa. Não siga o rebanho, abra seu próprio caminho. É meio loko eu escrever isso porque eu realmente estava seguindo o rebanho. Quero dizer, eu tô no jogo, mas eu posso ter meu próprio estilo. Uns headlines tags aqui e ali, mas eu posso fazer o meu trampo, não apenas seguir uma fórmula mágica de sucesso que promete máximo engajamento e trocentas mil curtidas. Eu não quero só visualizações, curtidas e o caralho à quatro, eu quero dar tapas na cara das pessoas. Tapas metafóricos, evidentemente.

Haters

A internet é foda. A linha tênue entre sucesso e fracasso é realmente fina por aqui. Uma palavra mal colocada e pronto. Já era. A galera cai de pau. E dói. Se meu texto tem 100 comentários, sendo 98 positivos e 2 negativos, aqueles 2 filhos da puta mexem comigo. Mas aí entra a confiança. Aprendi a me apegar aos 98 e ignorar os 2. Porque pô… São 98. Independente da sua proporção de haters, se apegue aos comentários positivos da galera que te quer bem. Críticas? Só se forem construtivas. O resto deixa pra lá.

A melhor maneira de lidar com esses caras? Fazendo um trabalho melhor ainda. Confiança, mano.

Onde está a sua rebeldia natural?

Ontem enviei um e-mail pro pessoal da minha newsletter perguntando qual o maior desafio profissional que as pessoas tem enfrentado. A galera se engajou e já recebi mais de 100 respostas — agora quero ver dar conta de responder todo mundo, haha.

Esse meu texto é sobre confiança por dois motivos:

Percebi que tem muita gente na pior justamente pela falta dela.

Teve um cara, que vou chamar carinhosamente de Leo Tolstoy, que me respondeu de volta com algumas sugestões e questionamentos. Na real, ele me abriu os olhos.

Em determinado trecho ele chama minha geração de bundas-moles e diz para eu fugir do politicamente correto. O Tolstoy tem razão. O sucesso por vezes nos cega. É muito cômodo pra mim fazer um texto caça-níquel de cliques com um título “X dicas para você” ou “Como fazer tal coisa” e 500 palavras do que este meu manifesto com mais de 2000 palavras.

Tolstoy cita, com razão, nossa falta de culhões. Nosso medo de tocar o dedo na ferida e deixar de fazer parte do clubinho.

Por isso a necessidade desse texto. Ele foi escrito pra aumentar a minha confiança, a sua e a do Tolstoy em nossa geração.

Vamos ter mais confiança em nós mesmos. Vamos fazer a diferença nessa porra de mundo. Vamos deixar um legado.

Não quero mais ser um bunda-mole.

Boa semana.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Dia de Santa Úrsula, Padroeira das Jovens e Estudantes.

Viva Santa Úrsula, Padroeira dos Estudantes e dos Jovens, celebrada hoje!

Sua história, extraída de: https://www.acidigital.com/noticias/hoje-e-celebrada-santa-ursula-padroeira-das-jovens-e-estudantes-98600

SANTA ÚRSULA

Hoje (21),  a Igreja celebra santa Úrsula, padroeira das jovens e estudantes, que foi martirizada junto com um grupo de virgens.

Conta a tradição que santa Úrsula era filha de um rei inglês. Para adiar o casamento com um príncipe pagão, viajou com algumas donzelas em peregrinação a Roma.

Após seu retorno, em Colônia (Alemanha), foram capturadas pelos hunos. Santa Úrsula rejeitou a proposta de casamento com o chefe dos bárbaros e ela e suas amigas foram martirizadas por sua fé.

Santa Úrsula apareceu à santa Ângela de Mérici, que fundou a primeira ordem de mulheres dedicadas à formação cristã de meninas, chamadas Ursulinas.

Imagem extraída de ACI Digital.

– Que feio, Vascão: Vasco da Gama 1×3 Boca Juniors

O Vasco pisou na bola… depois de vencer o Boca Juniros na Bombonera, levou a virada no placar agregado em pleno Maracanã.

A pergunta é: o Boca, mesmo com um time tão ruim como mostrou, sempre assustará os brasileiros, como tem feito?

Em tempo: e os argentinos devolveram a provocação de Thiago Mendes, que rasgou o escudo do Boca na semana passada… Veja:

– E quem contesta o curriculum de Thomas Edison?

Hoje é o dia em que foi inventada a lâmpada elétrica, em 1879, por Thomas Edison.

O que seria de nós sem as lâmpadas, não? Mas não é sobre isso que falaremos, e sim sobre gênios!

Leonardo Da Vinci é famoso por sua genialidade e inúmeras invenções revolucionárias (além, claro), da Mona Lisa, sua pintura marcante. Mas Thomas Edison não fica atrás, veja suas invenções (extraído da Wikipedia):

THOMAS EDISON

Thomas Alva Edison (Milan, Ohio, 11 de Fevereiro de 1847 — West Orange, Nova Jérsei, 18 de Outubro de 1931) foi um empresário dos Estados Unidos que patenteou e financiou o desenvolvimento de muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. O Feiticeiro de Menlo Park (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção.

Na sua vida, Thomas Edison registrou 2.332 patentes. O fonógrafo foi uma de suas principais invenções. Outra foi o cinematógrafo, a primeira câmera cinematográfica bem-sucedida, com o equipamento para mostrar os filmes que fazia. Edison também aperfeiçoou o telefone, inventado por Antonio Meucci, em um aparelho que funcionava muito melhor. Fez o mesmo com a máquina de escrever. Trabalhou em projetos variados, como alimentos empacotados a vácuo, um aparelho de raios X e um sistema de construções mais baratas feitas de concreto.

Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada elétrica incandescente, o gramofone, o cinescópio ou cinetoscópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison é um dos precursores da revolução tecnológica do século XX. Teve também um papel determinante na indústria do cinema.

Em 1969 foi incluído no Automotive Hall of Fame.

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Imagem extraída de: https://www.timetoast.com/timelines/historia-da-eletricidade–11

– Ted Lasso e o estilo de Liderança, segundo o CEO da JPMorgan Chase.

Eu amo a série Ted Lasso, da Apple TV+. É a história de um treinador de futebol americano atrapalhado, que não conhece nada de soccer, e vai dirigir um time na Premiere League.

Porém, suas lições de liderança encantam as pessoas, e mostra o quão é importante a sensibilidade de um líder.

Olhe só o que, nada menos do que o CEO Jamie Dimon, da JPMorgan Chase, falou sobre seu estilo de gerenciar conflitos:

– O Evangelho de hoje, 21 de outubro de 2026:

Evangelho (Lc 12,39-48)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Vigiai, diz Jesus, vigiai, pois, no dia em que não esperais, o vosso Senhor há de vir.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 39 “Ficai certos: se o dono da casa soubesse a hora em que o ladrão iria chegar, não deixaria que arrombasse a sua casa. 40 Vós também ficai preparados! Porque o Filho do Homem vai chegar na hora em que menos o esperardes”. 41 Então Pedro disse: “Senhor, tu contas esta parábola para nós ou para todos?” 42 E o Senhor respondeu: “Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa? 43 Feliz o empregado que o patrão, ao chegar, encontrar agindo assim! 44 Em verdade eu vos digo: o senhor lhe confiará a administração de todos os seus bens. 45 Porém, se aquele empregado pensar: ‘Meu patrão está demorando’, e começar a espancar os criados e as criadas, e a comer, a beber e a embriagar-se, 46 o senhor daquele empregado chegará num dia inesperado e numa hora imprevista, ele o partirá ao meio e o fará participar do destino dos infiéis. 47 Aquele empregado que, conhecendo a vontade do senhor, nada preparou, nem agiu conforme a sua vontade, será chicoteado muitas vezes 48 Porém, o empregado que não conhecia essa vontade e fez coisas que merecem castigo, será chicoteado poucas vezes. A quem muito foi dado, muito será pedido; a quem muito foi confiado, muito mais será exigido!

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

– Sem trânsito, é bem melhor!

E a cidade de São Paulo, sem congestionamento, é bem melhor, não?

Poderia ser todo dia assim…

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– Luxemburgo seria melhor do que Seedorf no Corinthians?

Eu respeito o grande jogador Seedorf, estupendo dentro de campo. Mas como treinador… estando parado há 7 anos, sem conhecer os atletas do Timão…

Temerário!

Concordo com o Luxemburgo: ele conhece os jogadores do Corinthians e os bastidores do clube. Seria uma iniciativa bem melhor.

– Dia bonito.

Dia bonito!

Que hoje seja melhor do que ontem e pior do que amanhã.

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– Câncer de mama: por que a segurança financeira também pode ser uma aliada durante o tratamento.

Além do cuidado médico, a segurança financeira pode fazer diferença durante o tratamento do câncer de mama. #Linkezine 💗 O post Câncer de mama: por que a segurança financeira também pode ser uma aliada durante o tratamento apareceu primeiro em Linkezine.

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– Desperte, Quarta-Feira.

🌅 5h15 – Desperte, Jundiaí, bem clara.

Que a #quarta-feira possa valer a pena!

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– Pra hoje: devemos falar o quê?

É isso: 

– 317.

Saudades de algo / alguém em particular, há 317 dias…

– Arre que acabou o dia.

Ufa, cansei! Mas ao mesmo tempo, é muito bom chegar em casa.

Falta só um pouco, a estrada é longa, porém o destino é ótimo.

– Senado aprova pacote que amplia limite do MEI e prevê perdão de dívidas para milhões de empreendedores.

A proposta aprovada pelo Senado atualiza regras do MEI e pode beneficiar milhões de empreendedores em todo o país. #Linkezine 📈 O post Senado aprova pacote que amplia limite do MEI e prevê perdão de dívidas para milhões de empreendedores apareceu primeiro em Linkezine.

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– Turno Encerrado!

E chega por hoje! Falamos bastante sobre Gestão de Projetos aqui na FADITU.

Ufa, cansou, mas valeu a pena. Gosto demais dos meus alunos.
 

– Courage Quote By Mokokoma Mokhonoana: “Like alcohol, desperation…”

I’m looking forward to hear your thoughts about it!

Continua em: Courage Quote By Mokokoma Mokhonoana: “Like alcohol, desperation…”

– Pare e Reze:

Sempre que puder, pare e reze.

Entre os turnos de trabalho, pausa para a Santa Missa no Mosteiro de São Bento, em Jundiaí (12h30).

Quem nunca ali participou, precisa conhecer. Deus se faz presente na paz daquele local.

– Os times paulistas na Série D em 2027: e o Paulista FC?

E pensar que, um dia, o nosso querido Paulista FC não disputou a Série A do Brasileirão por conta do empate entre Atlético Mineiro e América de Natal..

Hoje, estamos sem divisão do principal torneio nacional, vendo clubes vizinhos se qualificando cada vez mais.

– Respeite o voto alheio.

Pra que brigar por políticos?

Estamos vivendo uma sociedade pilhada, nervosa, que faz irmãos e amigos se distanciarem pela Esquerda ou Direita.

Não seja intolerante: respeite o voto alheio, ele é direito de cada um!

Eu me assusto vendo pessoas se desentendo seriamente por causa de Lula ou Bolsonaro… aff. O fanatismo acaba com a sociedade (em qualquer tempo e em qualquer teor).

Uma opinião, em: https://youtu.be/s9JDZFbE5-s?si=2xDqa6sEh7UjRYIO

– Cuide do seu dinheiro!

Estivemos hoje pela Ademicon, visitando MEIs de Feiras Livres.

É muito bom levar aos nossos clientes a consultoria e soluções financeiras para eles.

Dinheiro não leva desaforo para casa… nem para o seu negócio!

– Microshifting: uma boa opção ao trabalho?

Ao invés de horários contínuos de trabalho, “momentos de bloco”!

Nada de 6×1 ou 5×2 das 08 às 17h, mas sim com horários contínuos!

Veja que interessante essa tendência, chamada de Microshifting:

– A Fé não pode ser por conveniência: sobre “católicos-ateus”.

Achei muito curioso esse título: “o Paradoxo do Católico-Ateu“. E ele traz uma interessante perturbação: muitas pessoas se dizem católicas, mas não vivem o que a sã doutrina ensina.

É uma fé de “supermercado”, onde você escolhe o que quer praticar e faz vista grossa para outras.

Não é assim que funciona. A fé é uma adesão na comunhão com a Igreja. Ou se “é” ou “não é” católico.

Abaixo, os quadros que mostram essa “seletividade”:

– O que não pode faltar para uma SAF dar certo?

Cesar Grafietti é um dos maiores consultores de finanças e gestão no esporte. E tem um trabalho espetacular no futebol.

Com ciência e racionalidade, fala sobre a SAF e a ilusão que muitos têm. Vale a pena a leitura:

(Extraído de: https://cesargrafietti.substack.com/p/caminhos-para-uma-saf-o-que-nao-pode?utm_campaign=post&utm_medium=web&triedRedirect=true).

CAMINHOS PARA UMA SAF: O QUE NÃO PODE FALTAR PARA AUMENTAR A CHANCE DE ACERTO

Por César Grafietti

Na semana passada houve debates interessantes sobre o projeto da nova base do SPFC, e um deles foi junto ao Eduardo Tironi e ao Arnaldo Ribeiro no canal deles no Youtube. Uma hora de boa conversa, onde apresentei alguns números e análises a respeito da ideia, e uma constatação que chega a ser quase óbvia: dado o cenário atual, o clube do MorumBIS tem três alternativas possíveis para se recuperar: (i) não fazer nada e deixar que o tempo e o acaso crie um condição mais favorável, (ii) usar o projeto da nova base para ganhar algum fôlego e esperar que o acaso capacite os dirigentes, ou (iii) buscar uma solução estruturada através da criação de uma SAF, com mudança não apenas de modelo societário, mas de modelo de negócios, com ganho de tecnologia de gestão, dinheiro e pessoas qualificadas.

Não fazer nada não parece uma opção. Seguir pelo caminho (ii) me parece apenas um ganho de fôlego com prazo de validade curto. Por isso, minha recomendação foi para que houvesse uma mudança estrutural e efetiva com a criação de uma SAF.

Antes das críticas, me antecipo: SAF não é solução mágica através da qual chegará um punhado de dinheiro e pessoas novas e tudo será melhor. Ela é uma possibilidade de ganhos de qualidade na gestão, desde que seja estruturada, planejada e implantada da forma correta. Não como foi com a maioria das SAFs que tivemos no Brasil, pelo menos dos clubes de maior relevância, de Séries A e B.

Como deveria ser a busca de uma SAF eficiente? Existe alguma receita para ser seguida? Quais temas são mais sensíveis aos clubes, que precisam estar mais atentos? E é claro que existe uma espécie de check-list que deve ser seguido, e que varia conforme o negócio. Comparo as associações de futebol às empresas familiares, pois os negócios costumam ser geridos de maneira “artesanal” – ok, sei que é um eufemismo, mas vamos manter o lado lúdico da coluna-, muito esforço, por vezes falta de gente especializada – um conselheiro abnegado é semelhante ao sobrinho sem qualificação que precisa de um emprego – e isso até permite que o negócio cresça, mas com fragilidades que podem ser corrigidas por gestões especializadas.

Daí vem a primeira atenção que os clubes precisam ter: quem é o grupo que vai assumir a gestão? Nas primeiras SAFs tivemos a expectativa de que chegariam bilionários e fundos de investimentos com bolsos fundos e contratariam muitos jogadores, pagariam as dívidas e os clubes jamais seriam financeiramente inferiores a seus adversários. Nem sempre funciona assim. Em outras indústrias a chance de dar certo é maior, porque o comprador, normalmente um fundo de private equity, traz dinheiro e profissionais qualificados, com experiência nos negócios. Então a estrutura ganha tração.

O futebol é uma indústria muito mais complexa do que as pessoas imaginam. Lida com paixão, desempenho individual que precisa ser transformado em coletivo, vaidade, teimosia, reações violentas de consumidores e analistas. E a bola, muitas vezes, entra por acaso.

Não basta dinheiro. O que pode aumentar a chance de uma SAF ter resultados positivos é uma combinação de condições que devem ser definidas pela associação que busca essa transformação. Vamos listar algumas.

1. Necessidades

A primeira avaliação que uma associação deve fazer é sobre quais os motivos que a levam à criação de uma SAF. Quais as necessidades e problemas que precisam ser atacados? Endividamento sufocante? Dificuldade de crescimento? Necessidade de investimentos? Qualificação da gestão? Impulso para seguir dominante?

Para cada necessidade há um tipo diferente e ideal de investidor. E na maior parte das vezes a melhor solução é uma composição de investidores, que tende a ser mais eficiente que a chegada do bilionário árabe ou grego, que agirá como um cartola que fala outra língua.

2. Modelo de Negócios

O que a associação espera da SAF? Um clube de formação, um clube que seja dominante ou a soma dos modelos? Qual o modelo de negócios que permitirá um crescimento contínuo e sustentável?

Sustentabilidade é o nome do jogo, pois não haverá investimento infinito. O dinheiro é limitado porque os investidores querem retorno. O ativo precisa andar com as próprias pernas em algum momento, e nesse sentido é fundamental ter um grupo de investidores que estruture e impulsione o negócio a partir de dinheiro e tecnologia de gestão. Como fazer? Quem fará? O que nos remete ao próximo tema.

3. Perfil dos investidores e dos gestores

Na coluna sobre a SAF do Fluminense comentei sobre isso: não basta um monte de bilionários colocarem dinheiro achando que no futebol tudo é ruim, e que o toque de Midas deles será suficiente para reverter a situação. No grupo de investidores é necessário que haja alguém estratégico, que saiba operar futebol, e que traga profissionais qualificados e que não vivam a realidade anacrônica e fechada do futebol brasileiro. E aqui temos algumas dificuldades.

Primeiro, não temos tantos investidores estratégicos no futebol. Poucos são os grupos que realmente atuam de maneira global e profissional na indústria, e dois dos principais estão no Brasil: City Group e Red Bull. Outros MCOs são, em geral, formações criadas por investidores financeiros, sem grande coesão estratégica. Quem deveria fazer o papel de estratégico são clubes referência no mundo, como Bayern, Liverpool, Real Madrid. Nossos clubes deveriam buscar incluí-los, entre outros clubes, no grupo de investidores, para se aproveitar da tecnologia de gestão.

Outra dificuldade está na qualidade de gestão. Falta gente capacitada, e vivemos uma dança de cadeiras com nomes que se repetem em cores e lugares diferentes, sem entregas relevantes, mas apoiados no fato de já estarem na indústria.

Não é apenas no Brasil, diga-se. É muito comum falarmos com investidores de clubes americanos e ingleses de divisões menores que enchem a boca dizendo que na estrutura há pessoas que passaram pela Premier League ou Championship, como se fosse garantia de sucesso. São profissionais que estão distantes desses mercados porque praticam conceitos antigos de “gastar primeiro, o tempo todo, e resolver o caixa pedindo dinheiro para o acionista”. Em algum momento o investidor desiste.

Não há carimbo que isoladamente justifique escolhas. Ter passado por ligas grandes estrangeiras ou clubes grandes brasileiros nem sempre é garantia de sucesso, e o dirigente apela sempre para o mais fácil: contratar alguém com currículo, mesmo que não tenha trabalhos suficientemente bons.

O caminho para a SAF

Tentando resumir, podemos dizer que uma SAF aumenta a chance de sucesso se:

Não são os únicos itens que precisam ser avaliados, mas deixá-los de fora é certamente um erro. E se quisermos ultrapassar a desconfiança em relação às SAFs, os dirigentes associativos precisam trabalhar melhor a fase preliminar, seja em estrutura, seja em tempo. Para que não vire uma corrida desesperada em busca da salvação como se fosse mágica. Afinal, toda magia tem seu preço, e costuma ser bastante caro.

– Azul infinito.

De Jundiaí a Cabreúva, um infinito azul inspirador!

Viva a natureza e a sua beleza.

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– Saibamos ouvir e aprender!

Nunca podemos achar que sabemos tudo! Aprender, se atualizar e ouvir: atitudes necessárias ao desenvolvimento humano.

Uma imagem bem clara:

– Dia bonito.

Dia bonito!

Que hoje seja melhor do que ontem e pior do que amanhã.

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– Liturgia Diária de 20/10/2026

SÃO JOÃO CÂNCIO, Confessor Festa de 3ª Classe – Missa Própria Nasceu na Polônia. Como Sacerdote e Professor, exerceu a caridade para com os pobres. (…)

Continua em: Liturgia Diária – 20/10/2026

Evangelho (Lc 12,35-38)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Vigiai e orai para ficardes de pé, ante o Filho do Homem!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 35 “Que vossos rins estejam cingidos e as lâmpadas acesas. 36 Sede como homens que estão esperando seu senhor voltar de uma festa de casamento, para lhe abrirem, imediatamente, a porta, logo que ele chegar e bater. 37 Felizes os empregados que o senhor encontrar acordados quando chegar. Em verdade eu vos digo: Ele mesmo vai cingir-se, fazê-los sentar-se à mesa e, passando, os servirá. 38 E caso ele chegue à meia-noite ou às três da madrugada, felizes serão, se assim os encontrar!”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

– Sue que faz bem!

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃‍♂️ #corrida

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, 3ª feira (4 de 4).

🌅 Desperte, Jundiaí.

Que a terça-feira possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

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– Bom dia, 3ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: rosas.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

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