– Não confunda os termos sobre sexualidade.

E muita gente não consegue entender…

Sobre identidade / expressão / orientação sexual, em:

  • SEXO = masculino ou feminino (determinado biologicamente).
  • GÊNERO = papel social determinado pela forma como a pessoa se enxerga, como se sente (como homem, mulher, travesti, transgênero etc.).
  • ORIENTAÇÃO SEXUAL = pode ser hétero, homo, bi, pan… É determinada conforme o tipo de gente  pelo qual a pessoa sente atração.
  • EXPRESSÃO = aparência com a qual a pessoa se apresenta (masculina, feminina ou andrógina).

Imagem e tabela acima, extraídas de Catequista.com

– Motivational Quote By Lailah Gifty Akita: “A man must…”

Lailah Gifty Akita had an impact over the world and so do you! Take care!

Continua em: Motivational Quote By Lailah Gifty Akita: “A man must…”

– Sábado de Aleluia e Malhação de Judas!

Hoje à noite será um dia especial para os cristãos: a Festa da Vigília Pascal!

Quando criança, lembro-me que ao meio-dia se promovia a Malhação de Judas. Os tempos são outros, quase não se vê essa brincadeira. Mas…

Quem representaria Judas Iscariotes do século XXI?

Pra mim, não há dúvidas: os políticos corruptos. E pra você?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Portuguesa Santista x Paulista de Jundiaí (valendo vaga para a semifinal da A3).

E para o confronto do Galo contra o Lusinha em Santos, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: João Vitor Gobi
Árbitro Assistente 1: Luiz Alberto Andrini Nogueira
Árbitro Assistente 2: Rafael Tadeu Alves de Souza
Quarto Árbitro: Pablo Rodrigo Soares de Oliveira
VAR: Vinícius Furlan
AVAR1: Fabrício Porfirio de Moura
Quality Manager: Ana Carolina Oettinger Guariento
Analista de Vídeo: Roberto Perassi
Operador de Replay: Jairo da Silva Luz Júnior
Técnico de Garantia Estádio: Thiago Prates de Amorim
Assistente de Área de Revisão: Wagner de Souza Santiago
Outros: Lucas Andrade Neves

Arbitragem de Série A do Brasileirão! João Vitor Gobi, que apitou os principais clássicos do Paulistão da Série A e vem se destacando no Campeonato Brasileiro (é aspirante da FIFA), será o árbitro do jogo entre a Lusinha e o Galo.

Gobi foi criticado no Palmeiras x Santos por demorar para dar cartões. No Corinthians x São Paulo, deu cartões cedo demais. Depois de uma polêmica de ter xingado jogadores, voltou a ser mais discreto e apitar com mais critério.

O árbitro, vale lembrar, há pouquíssimo tempo apitava a Bzinha no Jayme Cintra. E tive a felicidade de, em um dos jogos do Paulista, durante o intervalo, falar ao Roberto Perassi (instruir e observador da FPF) de que em meio a tantos árbitros ruins, João Vitor tinha potencial. Comprovou-se daí em diante.

Se tudo for bem, teremos uma ótima arbitragem.

Acompanhe Lusa Santista x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 10hoo (05/04), mas desde às 09h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Adoção de Crianças Não-Convicta ou Problemática: um Dilema Social

Adotar uma criança é um ato de amor. Admiro aqueles que fazem a adoção, pois salvam vidas e garantem um pedacinho lá no Céu.

Porém, leio um problema crescente: Famílias que querem devolver crianças adotadas, motivas por arrependimentos diversos!

Não dá para comentar… as razões são pessoais, e provavelmente devem ser muito fortes para tal ato! Não ouso condenar. Mas isso me assusta… Publico a reportagem sem conseguir ler por inteira.

Extraído de: http://is.gd/3Cqnav

O SEGUNDO ABANDONO

Tornam-se comuns no Brasil casos de crianças adotadas e , depois, devolvidas. E a Justiça não sabe como lidar com esse problema.

Por Solange Azevedo

Crianças adotivas não têm um passado feliz. Vão morar com famílias substitutas, em geral, porque viveram tragédias pessoais – foram abandonadas, vítimas de maus-tratos ou da miséria ou porque os pais biológicos morreram. Muitas têm a sorte de encontrar lares afetivos e formar laços sólidos. Uma parcela dessas crianças, porém, passa por outras experiências avassaladoras: o segundo, o terceiro abandono. São “devolvidas” à Justiça pelos pais adotivos ou guardiões e acabam em abrigos. Embora não exista um levantamento nacional, estatísticas regionais revelam que essa questão é grave e não deve ser desprezada. Das 35 crianças e adolescentes disponíveis para adoção na Associação Maria Helen Drexel, na zona sul de São Paulo, 11% já passaram por esse drama. Em apenas uma das varas da infância da cidade do Rio de Janeiro, ocorreram oito devoluções no primeiro semestre deste ano. Três de cada dez crianças e adolescentes que estão em abrigos de Santa Catarina foram devolvidos ao menos uma vez.
Devoluções ocorrem em três situações. Durante o estágio de convivência, em que a adoção definitiva ainda não foi efetivada, depois da adoção formalizada ou quando a família tem a guarda da criança. “Muitas devoluções poderiam ser evitadas. Mas o Judiciário brasileiro não tem estrutura para acompanhar esses casos como deveria”, afirma Mery-Ann Furtado e Silva, secretária-executiva da Comissão Esta­dual Judiciária de Adoção (Ceja) de Santa Catarina. Ela avalia que um dos principais problemas é que há pessoas que sonham com o “filho ideal” e, quando confrontadas com os desafios de educar uma “criança real”, não dão conta de lidar com “imperfeições” que, em filhos biológicos, seriam toleradas. “Estamos engatinhando no processo de preparação dessas famílias”, diz Mery-Ann. “Principalmente quando a criança é adotada mais velha, porque ela traz consigo componentes importantes que devem ser trabalhados.”
Recentemente, a Justiça catarinense não aceitou que um casal devolvesse apenas um dos filhos adotivos – um garoto de 13 anos – e determinou a destituição do pátrio poder também sobre a irmã biológica dele – uma menina de 10 – porque considerou que ambos sofreram abuso emocional. Marcelo* e Tainá* foram adotados em 2004, por integrantes da classe média alta da região de Blumenau. Por uma professora universitária e um estrangeiro. Um homem ausente que, segundo relatos, não se comunica bem em português e vive às voltas com estudos no Exterior. “Eu me apaixonei pela Tainá. Deus a fez para mim. Ela quer ser minha e eu dela”, declarou a mãe adotiva a profissionais do Judiciário local. Como os magistrados raramente separam irmãos, o casal decidiu adotar Marcelo para não perder Tainá. Ele tinha 6 anos. Ela, 3. No abrigo onde morava, Marcelo era descrito como “muito normal” e “carinhoso”. Não havia nos registros algo que o apontasse como garoto-problema. Os irmãos seguiram para a casa da família e se juntaram a Maurício*, filho biológico do casal.
As rusgas com Marcelo começaram logo no primeiro dia. De acordo com a mãe adotiva, o menino levou uma surra porque deu um chute no pai. Diversas pessoas que conviveram com eles contaram, em depoimento, que Marcelo nunca foi aceito como filho e não houve grande esforço do casal para inseri-lo no contexto familiar. Marcelo sempre se sentiu indesejado. Tinha de ir a pé para a escola, num bairro vizinho. Tainá e o filho biológico frequentavam outros colégios e eram levados de carro. Se Marcelo fizesse alguma traquinagem, era punido severamente. Tainá e Maurício, muitas vezes, nem sequer eram repreendidos. Se Marcelo fizesse xixi na cama, tinha de lavar os lençóis. Tainá, não. A mãe adotiva chegou a dizer que no início sentia um carinho pelo menino. Mas, depois, passou a odiá-lo. Quando um oficial de justiça foi buscar as crianças para levá-las para um abrigo, a mulher se desesperou ao ser informada de que a menina também iria embora. Aos gritos, disse: “Isso é coisa do Marcelo, ele está se fingindo de doente para a juíza ficar com pena e levar a Tainá também. Ele não suporta ver que a Tainá é amada. O Marcelo é psicopata, precisa de um psiquiatra.”
Na ação de destituição do poder familiar, o desembargador Joel Dias Figueira Júnior escreveu que “a desprezível prática da ‘devolução’ de crianças começa a assumir contornos de normalidade”. E que observa “a tomada de vulto, em todo o território nacional, de situações idênticas ou semelhantes” à vivida por Marcelo e Tainá. No Rio de Janeiro, um levantamento feito pelo Serviço Social e de Psicologia da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca da Capital mostra que esse problema vem crescendo. Entre 2005 e 2010, 20 crianças foram devolvidas àquela vara. E, apenas no primeiro semestre deste ano, ocorreram oito devoluções. “As crianças são trazidas como objetos”, lamenta a psicóloga Patrícia Glycerio R. Pinho. “Quando o vínculo de filiação não se dá, pequenas dificuldades se tornam grandes. Às vezes, os pais adotivos não percebem que estão sendo testados e acham que é ingratidão da criança. Imperfeições num filho adotivo são mais difíceis de ser acolhidas porque os pais pensam: ‘isso não pertence a mim porque não o gerei’.”
Patrícia já viu e ouviu uma porção de absurdos. Certo dia, uma mãe adotiva, de bom nível sociocultural, ficou indignada porque a filha andava vomitando. “Estou dando salmão e ela nunca tinha comido”, reclamou. Outra, depois de um ano e meio, devolveu três irmãos ao conseguir engravidar. As crianças já tinham até trocado de nome. Foi um baque. “Geralmente, os pais vêm com uma posição fechada”, diz a psicóloga Patrícia. “O que é pior: a criança ficar numa casa onde já não tem espaço ou ir para um abrigo e tentarmos recolocá-la numa outra família?” Lidia Levy, psicóloga e professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, uma das autoras do trabalho “Família é muito sofrimento: um estudo de casos de devolução de crianças”, relata que está havendo uma mudança no perfil dos adotados. “Praticamente inexistem bebês disponíveis. Por isso, há quem não queira esperar na fila e acaba aceitando crianças mais velhas”, afirma Lidia. “Mas, se essa mudança não for bem trabalhada, pode não dar certo.”
A pequena Raquel*, 10 anos, ficou seis anos sob a guarda da madrinha – a quem chamava de mãe – depois que a mãe biológica morreu. Durante muito tempo, a convivência foi pacífica. Mas, nos últimos meses, as desavenças com o filho biológico ficaram frequentes. “Eu e meu irmão brigávamos bastante, um irritava o outro, e o esposo da minha madrinha não me quis mais”, lembra Raquel. A menina vive na Associação Maria Helen Drexel e diz que quando sair do abrigo vai procurar pela guardiã. “A Raquel tem um amor imenso por ela”, analisa Helena Zgierski, psicóloga da associação. “Apresentou depressão e um quadro psiquiátrico complicado quando chegou aqui. Passou dias e noites sem dormir nem comer. Só chorando. Crianças devolvidas se culpam e acham que não são boas o suficiente.” Helena afirma que pessoas que procuram uma criança com a intenção de fazer caridade ou para salvar um casamento, por exemplo, têm enormes chances de fracassar. “O amor tem de ser incondicional, porque a gente não sabe o que a criança traz registrado”, avalia.
Em todas as histórias de devolução que Helena conhece, havia um filho biológico na família. “Existe uma disputa por amor e espaço. É um outro ser que está chegando. A criança que vai ganhar um irmão também tem de participar desse processo”, diz ela. Foi o que aconteceu com Paula*, 8 anos, e Lauro*, 4. Depois de 11 meses de convivência com um casal de São Paulo, os dois foram devolvidos e estão num abrigo. Paula e o filho biológico do casal, Gustavo*, viviam às turras. Além das brigas constantes, ela e Lauro têm um histórico difícil. Moravam na rua com a mãe biológica e passaram por situações de privação e maus-tratos. “Eu bagunçava muito onde fui adotada. Ficava xingando todo mundo. Batia nas pessoas quando ficava com raiva. Desobedecia minha mãe”, admite Paula. “Meu pai não aguentava meu choro e minha bagunça e me batia.” A menina se culpa pela devolução e pela tristeza do irmão pequeno. Lauro ainda pergunta pelo pai adotivo: “Por que ele não vem me buscar?”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dia bonito.

Dia bonito!

Que hoje seja melhor do que ontem e pior do que amanhã.

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– Liturgia Diária de 04/04/2026: Sábado “In vigilia paschali”.

Féria de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. João do Latrão (Paramentos roxos durante os ritos da Vigília; após, paramentos brancos) Neste ano,…

Continua em: Liturgia Diária – 04/04/2026 – Sábado “In vigilia paschali”

Anúncio do Evangelho (Mt 28,1-10)

– O Senhor esteja convosco.

– Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

– Glória a vós, Senhor.

1Depois do sábado, ao amanhecer do primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. 2De repente, houve um grande tremor de terra: o anjo do Senhor desceu do céu e, aproximando-se, retirou a pedra e sentou-se nela. 3Sua aparência era como um relâmpago, e suas vestes eram brancas como a neve. 4Os guardas ficaram com tanto medo do anjo, que tremeram, e ficaram como mortos.5Então o anjo disse às mulheres: “Não tenhais medo! Sei que procurais Jesus, que foi crucificado. 6Ele não está aqui! Ressuscitou, como havia dito! Vinde ver o lugar em que ele estava. 7Ide depressa contar aos discípulos que ele ressuscitou dos mortos, e que vai à vossa frente para a Galileia. Lá vós o vereis. É o que tenho a dizer-vos”.8As mulheres partiram depressa do sepulcro. Estavam com medo, mas correram com grande alegria, para dar a notícia aos discípulos.9De repente, Jesus foi ao encontro delas, e disse: “Alegrai-vos!”As mulheres aproximaram-se, e prostraram-se diante de Jesus, abraçando seus pés. 10Então Jesus disse a elas: “Não tenhais medo. Ide anunciar aos meus irmãos que se dirijam para a Galileia. Lá eles me verão”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

– Sue que faz bem!

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃‍♂️ #corrida

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, sábado (4 de 4).

🌅 Desperte, Jundiaí.

Que o sábado possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#clouds #nuvens #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

– Bom dia, sábado (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: rosas.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁🙆‍♂️#corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, sábado (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a alegria de viver e deixaram de sonhar. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Prontos para o sabadão?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– 40º dia do Santo Rosário na Quaresma com Frei Gilson.

Rezemos o Santo Rosário da Madrugada nesta Quaresma com Frei Gilson!

Em: https://www.youtube.com/live/JzVxWCpVy6U?si=b7ptOFl5sT-0Z0Et

– Pra hoje: Não desanime. Tenha fé!

Uma mensagem para não se abater:

– Amanhã será dia de relembrar: Galo 2×1 River Plate.

Amanhã fará 20 anos que o Paulista venceu o River Plate pela Libertadores da América.

Teria sido essa a vitória mais “significativa” do Galo (em jogo único) por ter sido em um torneio internacional oficial? Em importância, não há o que se discutir que a Copa do Brasil seja a maior conquista (em campeonatos).

Sobre o jogo, aqui:

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Veja o vídeo pela Fox en Español: https://www.youtube.com/watch?v=tm0PVDKv_co&feature=youtu.be

Paulista: Rafael; Lucas, Dema, Rever e Beto; Glaydson, Douglas Marques, Amaral e Wilson; Jaílson (Jean Carlos) e Muñoz (Bosco). Técnico: Vágner Mancini.

– Knowledge Quote By Plato: “Knowledge is the…”

I hope life treats you well today. Have a great one!

Original em: Knowledge Quote By Plato: “Knowledge is the…”

– 116…

Saudades de algo / alguém em particular, há 116 dias…

– Storytelling e a sua força.

Eu sou fã de narrativas e histórias bem contadas, ajudando a entender contextos e reconhecendo pessoas.

Como você leva as pessoas a terem uma percepção boa dos seus contos? Os usa nas redes sociais?

À esquerda, um nome. À direita, uma narrativa: (extraído de https://www.linkedin.com/in/marthagabriel/), com adaptações:

– Ronaldinho Gaúcho ganha série na Netflix e revive magia do “jogo bonito”.

Série da Netflix revisita a trajetória de Ronaldinho e seu impacto no futebol mundial. #Linkezine ⚽ O post Ronaldinho Gaúcho ganha série na Netflix e…

Continua em: Ronaldinho Gaúcho ganha série na Netflix e revive magia do “jogo bonito”

– Assim terminou o dia…

A sexta-feira acabou com esse visual:

Viva a natureza e a sua beleza!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#anoitecer #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #nuvens #clouds

– Pós-venda no WhatsApp vira estratégia para fidelizar clientes e crescer.

Empresas apostam no pós-venda via WhatsApp para fidelizar clientes e aumentar resultados. #Linkezine 📱 O post Pós-venda no WhatsApp vira estratégia …

Continua em: Pós-venda no WhatsApp vira estratégia para fidelizar clientes e crescer

– Sorrisos!

Que dia gostoso com essas crianças tão malucas!

Esses sorrisos não tem preço que pague…

– Dia do Padroeiro dos Doentes Incuráveis e Portadores de HIV: São Luís Scrosoppi

Hoje é dia do padroeiro dos doentes incuráveis, dos portadores do vírus HIV e dos caridosos: São Luís Scrosoppi.

Com a busca incessante de ajuda incondicional aos pobres, sempre buscando promover a Caridade, tornou-se Santo por João Paulo II, após milagrosa e inexplicável cura de um devoto sulafricano. Abaixo, extraído de iTerço:

SÃO LUÍS SCROSOPPI

Luís nasceu em 4 de agosto de 1804, em Udine, cidade do Friuli, no Norte da Itália. Foi o último dos filhos de Antônia e Domingos Scrosoppi, cristãos fervorosos que educaram os filhos dentro dos preceitos da fé e na caridade. Aos doze anos, Luís ingressou no seminário diocesano de Udine, e, em 1827, foi ordenado sacerdote.
A região do Friuli, a partir de 1800, mergulhou na miséria em conseqüência das guerras e epidemias, o que serviu ao padre Luís de estímulo para cuidar dos necessitados. Dedicou-se, com outros sacerdotes e um grupo de jovens professoras, à acolhida e à educação das “derelitas”, as mais sozinhas e abandonadas jovens de Udine e dos arredores. A elas ele disponibilizou todos os seus bens, suas energias e seu afeto, sem economizar nada de si. Quando foi preciso, ele não hesitou em pedir esmolas. A sua vida foi, de fato, uma expressão palpável da grande confiança na Providência Divina.
Com essas senhoras, chamadas de “professoras”, hábeis no trabalho de costura e de bordado, que estavam aptas à alfabetização, dispostas a colocarem suas vidas nas mãos do Senhor para servi-lo e optando por uma vida de pobreza, padre Luís Scrosoppi fundou a Congregação das Irmãs da Providência. Mas notou que necessitava de algo mais para dar continuidade a essa obra. Por isso, aos quarenta e dois anos de idade, em 1846, tornou-se um “filho de são Felipe” e, através do santo, aprendeu a mansidão e a doçura, qualidades que lhe deram mais idoneidade na função de fundador e pai da nova família religiosa.
Todas as obras feitas por padre Luís refletiram sua opção pelos mais pobres e necessitados. Ele profetizou certa vez: “Doze casas abrirei antes da minha morte”, e sua profecia concretizou-se. Foram, realmente, doze casas abertas às jovens abandonadas, aos doentes pobres e aos anciãos que não tinham família. Porém Luís não se dedicava apenas às suas obras de caridade. Ele também oferecia seu apoio espiritual e econômico a outras iniciativas sociais de Udine, realizadas por leigos de boa vontade. Era dele, também, a missão de sustentar todas as atividades da Igreja, em particular as destinadas aos jovens do seminário de Udine.
Depois de 1850, a Itália unificou-se, num clima anticlerical, e os fatos políticos representaram um período difícil para Udine e toda a região do Friuli. Uma das conseqüências foi o decreto de supressão da “Casa das Derelitas” e da Congregação dos Padres do Oratório, de Udine. Após uma verdadeira batalha, conseguiu salvar as “Casas”, mas não conseguiu impedir a supressão da Congregação do Oratório.
Já no fim da vida, padre Luís transferiu a direção de suas obras às irmãs, que aceitaram a missão com serenidade e esperança. Quando sentiu chegar o fim, dirigiu suas últimas palavras às irmãs, animando-as para os revezes que surgiriam, lembrando-as: “… Caridade! Eis o espírito da vossa família religiosa: salvar as almas e salvá-las com a caridade”. Morreu no dia 3 de abril de 1884. Toda a população de Udine e das cidades vizinhas foram vê-lo pela última vez e pedir-lhe ajuda do paraíso celeste.
No terceiro milênio, as irmãs da Providência continuam a obra do fundador nos seguintes países: Romênia, Moldávia, Togo, Índia, Bolívia, Brasil, África do Sul, Uruguai e Argentina.
Padre Luís Scrosoppi foi proclamado santo pelo papa João Paulo II em 2001. Nessa solenidade estava presente um jovem sul-africano que foi curado, em 1996, da Aids. Por esse motivo, esse mesmo pontífice declarou São Luis Scrosoppi padroeiro dos portadores do vírus da Aids e de todos os doentes incuráveis. O jovem sul-africano que se curou desse vírus entrou no Oratório de São Felipe Néri, tomando o nome de Luís.

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Que a Itália sirva de exemplo para o Brasil na condução do futebol. Estamos cometendo os mesmos erros que os italianos?

A Seleção Italiana sempre teve uma admiração muito grande por parte dos brasileiros; seja pelo fato de ser historicamente um adversário respeitado e difícil (e ‘freguês” em Copas do Mundo, vide em 1970 e 1994), seja pelo fato de muitos de nós descendermos de italianos.

O certo é: a 3ª vexatória não-classificação da Azzurra para um Mundial de Futebol mostra várias coisas, entre elas, a principal: camisa pesada (ou tradição, se preferir) não ganha mais jogo. Como explicar derrotas para Macedônia do Norte ou Bósnia?

Mais do que isso: como pode uma seleção tetracampeã do mundo estar fora de uma Copa (e por três vezes seguida)? Ora, veja só: os italianos há tempos estão decepcionando. Seus dois primeiros títulos foram há quase 100 anos, o terceiro há quase 50 e o último há 20.O que ela tem feito de bom nos últimos anos? Quem são os craques indiscutíveis da Squadra Italiana?

Igualmente o Uruguai: Bicampeão do Mundo, mas em 1930 e 1950. Ganhou o quê depois disso? Não vale falar de Copa América aos sulamericanos ou Eurocopa para os europeus. O torneio premium, a “coisa grande”, é a Word Cup FIFA!

Compare os italianos com os franceses: até a Copa de 1994 (a França ficou fora de dois mundiais seguidos), eles eram apenas “um time de segundo escalão na geografia do futebol”. Mas ganharam (e muito bem) a Copa de 98, foram bi-campeões na Rússia em 2022 e por muito pouco não foram tri em 2026! Hoje, a França é o grandão e a Itália se apequenou!

Havia um tempo, em que o quarteto Alemanha, Argentina, Brasil e Itália sempre chegava nas fases finais. Nunca, ao menos um deles, estava de fora, e isso mudou em 2010 com Espanha x Holanda. E por que lembramos disso? Porque o futebol é cíclico!

Nesse ciclo do futebol, há enormes pecados. A Hungria dos anos 50 não ter um título Mundial, a Holanda de 74 e 78 ou o Brasil de 82, que encantaram o mundo, não tiveram êxito. Assim, Puskas, Cruyff e Zico, mesmo estando em seleções fantásticas, incrivelmente não são campeões do mundo. E há o caso de craques isolados que, sozinhos, não conseguiriam a façanha pela falta de qualidade de suas seleções… (como Cristiano Ronaldo, Drogba ou George Weah).

O que nós devemos nos perguntar é: por que isso (essa queda de rendimento) aconteceu com a Itália? E a resposta é a verossimilhança com o Brasil: maus dirigentes esportivos, trocas constantes de treinadores, falta de padrão de jogo e, um problema que precisa ser debatido: a “invasão estrangeira nos clubes italianos”.

Se analisarmos os jogadores italianos da atualidade, não temos nomes de destaque! Nos clubes da série A, não vemos garotos da Itália tendo oportunidade. Do profissional à base, há um número altíssimo de sulamericanos e africanos, que são um pé-de-obra barato e de boa qualidade. Assim, não temos talentos revelados como antes.

Fico imaginando: nos clubes brasileiros, após o aumento do limite de estrangeiros, diminuiu-se o espaço para os garotos da base. Eu sei que o mercado é quem manda, mas não seria muito mais vantajoso para um clubes, ao invés de trazer um argentino ou paraguaio a baixo custo, promover uma promessa brasileira a fim de, futuramente, revende-lo e ganhar dinheiro?

Eu sou a favor do livre mercado, da concorrência sadia e das oportunidades. Mas penso que ao permitir tantos estrangeiros no Brasileirão da Série A, limitamos nossos talentos (como a Itália fez). Nessa última data-FIFA, o Athletico Paranaense goleou o Botafogo por 4×1, e todos os gols do Furacão foram marcados por jogadores estrangeiros. Não tem um moleque paranaense bom de bola para ter chance de jogar?

Nós não podemos esquecer: a Copa do Mundo tem 48 equipes classificadas, inúmeras vagas em cada continente, e, se não tivéssemos tantos classificados permitidos na América do Sul, poderíamos também nós estarmos lamentando como os italianos

Em tempo: será a 1ª Copa do Mundo que não teremos treinador brasileiro.

Abra o olho, CBF.

Em tempo: teremos confrontos inesperados e de qualidade duvidosa nessa inchada Copa: que tal Canadá x Catar? Ou Jordania x Argélia? Ou ainda Congo x Uzbequistão? Ou apostas como: “quanto será a goleada da Alemanha sobre Curaçao ou da França sobre o Iraque?”

Screenshot

– Bullying in Schools: What Every Parent Should Know.

Bullying in schools continues to climb at an alarming rate and anti-bullying policies are only pieces of paper. Want to know the best ways to protect…

Continua em: Bullying in Schools: What Every Parent Should Know

– Pista livre.

Pela Rodovia Hermenegildo Tonoli, pista livre!

E essa paisagem jundiaiense?

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📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #nuvens #clouds #estrada

– 15h na Sexta da Paixão. Jesus é Morto.

Sabemos que Ele ressuscitou e Vivo está! Mas quem está participando das Celebrações da Semana Santa, sabe da importância das 3h da tarde na Sexta-feira Maior.

No calendário, extraído de: https://twitter.com/quo_primum/status/1248619081202143232

– Pulgar, Allan e… o time do Padre!

Ontem à tarde escrevemos sobre as expulsões ridículas que o Campeonato Brasileiro vem mostrando: tapas, gestos obscenos, xingamentos, acompanhados de simulações e unfair-play não punidos. Vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2026/04/02/as-burras-expulsoes-no-brasileirao-nao-e-so-allan/

Allan passou do limite da educação; Abel e Zubeldía já perderam a noção do limite. E por aí vai.

À noite Pulgar, descontroladamente, agrediu seu adversário no Red Bull Bragantino 3×0 Flamengo. Merecidamente expulso

Diferente do que temos observado (jogadores nervosos, pilhados e “reclamões”), testemunhei uma situação atípica na semana passada. Trabalhamos pela Rádio Difusora Jundiaiense em Catanduva x Paulista FC, pela A3. E eis que o time local não reclamava da arbitragem, não brigava, não dava pontapé (mas jogava bola, não era um time apático) e se comportou como todo torcedor quer.

Após o jogo, entrevistamos o presidente do time que era… o padre da Igreja Matriz da cidade! E ele explicou que quando um jogador vai acertar com o time seu contrato, precisa concordar com as normas de comportamento dentro de campo, pois o “futebol deve servir de exemplo de disciplina, respeito e modelo para as crianças”.

Pensei: é utopia imaginar que veríamos um comportamento assim na Série A do Brasileirão.

Pensei de novo: Allan ou Pulgar têm consciência de que são personagens que podem influenciar o público (e as crianças)?

– Para se dar bem com o seu “líder”.

O extinto jornal Diário de São Paulo trouxe certa vez em seu Caderno de Empregos uma matéria interessante: como se dar bem com os chefes, sem parecer bajulador (ou puxa-saco, como queiram).

Compartilho, extraído de: http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2011/09/139304-para+se+dar+bem+com+o+chefe.html

PARA SE DAR BEM COM O CHEFE

De carona com o filme “Quero Matar Meu Chefe”, o DIÁRIO lista os dez piores tipos de líder e dá dicas de como domar as feras

No mundo corporativo há todo tipo de chefe, como tirano, acomodado, workaholic (viciado em trabalho), baladeiro, o que só promove os amigos etc. No filme “Quero Matar Meu Chefe” (Horrible Bosses), ainda em cartaz, é possível ver como líderes que não trabalham em equipe e não têm bom relacionamento interpessoal podem criar situações ruins no ambiente de trabalho. Nessa comédia, três empregados insatisfeitos com a chefia decidem recorrer a um ex-presidiário para matar seus gestores e acabar com seus problemas.

No livro “Como Gerenciar seu Chefe”, os autores Armênio Rego, Miguel Pina e Cunha e Thomaz Wood Jr. identificam dez tipos de chefe que podem ser encontrados no mundo corporativo e dão dicas de como domar essas feras. Entre eles há o chefe barata burocrática, que é fixado em normas, regras e procedimentos e baseia todas suas ideias e estratégias nessas premissas. Já o gestor preguiça procrastinador vive cansado e demora a realizar suas tarefas e obrigações.

Exageros à parte, esses líderes comprometem o desempenho e os resultados da equipe e, normalmente, são responsáveis pela alta rotatividade dos colaboradores, que não aguentam a pressão, o assédio moral ou outros problemas. De acordo com pesquisa da Robert Ralf, empresa especializada em seleção e recrutamento, as principais razões para aumentar o estresse no universo corporativo são: pressão desnecessária e insatisfação com a capacidade de gestão.

“A maioria dos profissionais que troca de emprego sai para não ter de trabalhar com aquele gestor. O conceito de chefes que abusam do poder está ultrapassado”, afirma Fabiano Kawano, da Robert Half. Não conhecer o funcionário, não saber dar feedbacks (retornos) negativos, não conversar com o subordinado e subestimar a capacidade do colaborador são os erros mais comuns cometidos pela liderança.

“Os gestores precisam saber onde o profissional quer atuar, devem conhecer seu perfil para conseguir entender como ele quer estruturar a carreira”, ressalta Ricardo Rocha, gerente da Michael Page, especializada em recrutamento. “O que as empresas buscam hoje são bons líderes, um conceito muito mais complexo do que o de chefes. A liderança, por exemplo, de chefes que inspiram seus funcionários”, diz Kawano.

Responsabilidades da chefia:

-Incentivar e motivar a equipe
-Dar exemplo aos funcionários
-Promover a integração do grupo
-Conhecer o perfil dos profissionais
-Apresentar desafios e novos projetos
-Ter bom relacionamento interpessoal
-Dar feedbacks (retornos) sobre tarefas realizadas

Qualificação é essencial para um líder:

Com 22 anos de trabalho na rede de fast food Mc Donald’s, João Célio Oliveira, de 42, passou por vários cargos antes de se tornar diretor de treinamento. “Comecei como gerente de trainee em um restaurante, passei por todos os postos dentro da loja e fui para o escritório, com o objetivo de fazer carreira”, recorda o gestor.

Com a ajuda da empresa, Oliveira fez faculdade de marketing, pós-graduação em gestão de negócios e, agora, se prepara para investir em um master of business administration (MBA). “Formação e conhecimento são fundamentais para que você se mantenha firme e atualizado”, acredita o profissional.

De acordo com ele, os principais aprendizados que adquiriu para se tornar um líder foram saber ouvir e dar feedbacks (retornos) para seus funcionários. Para Oliveira, é preciso ouvir todas as opiniões, inclusive as negativas, para aprimorar os negócios e resolver situações. “O líder tem de estar atento e saber ouvir as verdades. Além de dar feedbacks, o chefe também precisa recebê-los. Pensar coletivamente e se comunicar é importante.”

Despreparo leva ao assédio moral:

Abusar do poder e humilhar os funcionários são atitudes que podem ser consideradas assédio moral. “No geral, a empresa tem chefes despreparados que fazem isso com seus funcionários e a diretoria não sabe. Assim, não há como evitar”, fala Wolnei Tadeu, diretor jurídico da Associação Brasileira de Recursos Humanos Nacional (ABRH Nacional).

Como proceder ao ser humilhado:

Segundo Tadeu, quem sofre assédio deve procurar o RH ou a diretoria da empresa e contar sua experiência. Casos que não são resolvidos podem chegar à Justiça do Trabalho.

Gestores que estão em alta:

Pró-atividade, liderança e bom relacionamento interpessoal são as principais características buscadas em gestores pelo mercado, de acordo com Ricardo Rocha, gerente da Michael Page.

Puxa-saco - Brasil Escola

Imagem extraída de: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/puxasaco.htm

– Dia bonito.

Dia bonito!

Que hoje seja melhor do que ontem e pior do que amanhã.

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– Liturgia Diária de 03/04/2026: Sexta-feira “In Passione et Morte Domini”.

Féria de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Cruz de Jerusalém Neste ano, as cerimônias da Semana Santa seguirão os usos anteriores à Reforma …

Continua em: Liturgia Diária – 03/04/2026 – Sexta-feira “In Passione et Morte Domini”

Anúncio da Paixão de Cristo (Jo 18,1 – 19,42)

– Louvor e honra a vós, Senhor Jesus.

– Jesus Cristo se tornou obediente, obediente até a morte numa cruz; pelo que o Senhor Deus o exaltou e deu-lhe um nome muito acima de outro nome.

Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo João.

Naquele tempo, 1Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos. 2Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos. 3Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus, e chegou ali com lanternas, tochas e armas. 4Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse:

Pres.: “A quem procurais?”

Narrador 1: 5Responderam:

Ass.: “A Jesus, o Nazareno”.

Narrador 1: Ele disse:

Pres.: “Sou eu”.

Narrador 1: Judas, o traidor, estava junto com eles. 6Quando Jesus disse: “Sou eu”, eles recuaram e caíram por terra. 7De novo lhes perguntou:

Pres.: “A quem procurais?”

Narrador 1: Eles responderam:

Ass.: “A Jesus, o Nazareno”.

Narrador 1: 8Jesus respondeu:

Pres.: “Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se retirem”.

Narrador 1: 9Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito:

Pres.: “Não perdi nenhum daqueles que me confiaste”.

Narrador 2: 10Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. 11Então Jesus disse a Pedro:

Pres.: “Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me deu?”

Narrador 1: 12Então, os soldados, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. 13Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o Sumo Sacerdote naquele ano. 14Foi Caifás que deu aos judeus o conselho:

Leitor 1: “É preferível que um só morra pelo povo”.

Narrador 2: 15Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote. 16Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do Sumo Sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro. 17A criada que guardava a porta disse a Pedro:

Ass.: “Não pertences também tu aos discípulos desse homem?”

Narrador 2: Ele respondeu:

Leitor 2: “Não”.

Narrador 2: 18Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. 19Entretanto, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento. 20Jesus lhe respondeu:

Pres.: “Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. 21Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu disse”.

Narrador 2: 22Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo:

Leitor 1: “É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?”

Narrador 2: 23Respondeu-lhe Jesus:

Pres.: “Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me bates?”

Narrador 1: 24Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o Sumo Sacerdote. 25Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe:

Leitor 2: “Não és tu, também, um dos discípulos dele?”

Narrador 1: Pedro negou:

Leitor 1: “Não!”

Narrador 1: 26Então um dos empregados do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse:

Leitor 2: “Será que não te vi no jardim com ele?”

Narrador 2: 27Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou. 28De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa. 29Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse:

Leitor 1: “Que acusação apresentais contra este homem?”

Narrador 2: 30Eles responderam:

Ass.: “Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!”

Narrador 2: 31Pilatos disse:

Leitor 2: “Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei”.

Narrador 2: Os judeus lhe responderam:

Ass.: “Nós não podemos condenar ninguém à morte”.

Narrador 1: 32Assim se realizava o que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer. 33Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe:

Leitor 1: “Tu és o rei dos judeus?”

Narrador 1: 34Jesus respondeu:

Pres.: “Estás dizendo isso por ti mesmo ou outros te disseram isto de mim?”

Narrador 1: 35Pilatos falou:

Leitor 2: “Por acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?”.

Narrador 1: 36Jesus respondeu:

Pres.: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui”.

Narrador 1: 37Pilatos disse a Jesus:

Leitor 1: “Então, tu és rei?”

Narrador 1: Jesus respondeu:

Pres.: “Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz”.

Narrador 1: 38Pilatos disse a Jesus:

Leitor 2: “O que é a verdade?”

Narrador 2: Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus, e disse-lhes:

Leitor 1: “Eu não encontro nenhuma culpa nele. 39Mas existe entre vós um costume, que pela Páscoa eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos Judeus?”

Narrador 2: 40Então, começaram a gritar de novo:

Ass.: “Este não, mas Barrabás!”

Narrador 2: Barrabás era um bandido. 19,1Então Pilatos mandou flagelar Jesus.

Ass.: 2Os soldados teceram uma coroa de espinhos e a colocaram na cabeça de Jesus.

Narrador 2: Vestiram-no com um manto vermelho, 3aproximavam-se dele e diziam:

Ass.: “Viva o rei dos judeus!”

Narrador 2: E davam-lhe bofetadas. 4Pilatos saiu de novo e disse aos judeus:

Leitor 1: “Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não encontro nele crime algum”.

Narrador 1: 5Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes:

Leitor 1: “Eis o homem!”

Narrador 1: 6Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar:

Ass.: “Crucifica-o! Crucifica-o!”

Narrador 1: Pilatos respondeu:

Leitor 1: “Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu não encontro nele crime algum”.

Narrador 1: 7Os judeus responderam:

Ass.: “Nós temos uma Lei, e, segundo esta Lei, ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus”.

Narrador 2: 8Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. 9Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus:

Leitor 1: “De onde és tu?”

Narrador 2: Jesus ficou calado. 10Então Pilatos disse:

Leitor 1: “Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar?”

Narrador 2: 11Jesus respondeu:

Pres.: “Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior”.

Narrador 2: 12Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus gritavam:

Ass.: “Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César”.

Narrador 1: 13Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado “Pavimento”, em hebraico Gábata”. 14Era o dia da preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus:

Leitor 2: “Eis o vosso rei!”

Narrador 1: 15Eles, porém, gritavam:

Ass.: “Fora! Fora! Crucifica-o!”

Narrador 1: Pilatos disse:

Leitor 1: “Hei de crucificar o vosso rei?”

Narrador 1: Os sumos sacerdotes responderam:

Ass.: “Não temos outro rei senão César”.

Narrador 2: 16Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram. 17Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado Calvário”, em hebraico “Gólgota”. 18Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio. 19Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito:

Ass.: “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.

Narrador 2: 20Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego. 21Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos:

Ass.: “Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’, mas sim o que ele disse: ‘Eu sou o Rei dos judeus’”.

Narrador 2: 22Pilatos respondeu:

Ass.: “O que escrevi, está escrito”.

Narrador 2: 23Depois que crucificaram Jesus, os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem costura, em peça única de alto abaixo. 24Disseram então entre si:

Ass.: “Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para ver de quem será”.

Narrador 2: Assim se cumpria a Escritura que diz:

Ass.: “Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica”.

Narrador 1: Assim procederam os soldados. 25Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe:

Pres.: “Mulher, este é o teu filho”.

Narrador 1: 27Depois disse ao discípulo:

Pres.: “Esta é a tua mãe”.

Narrador 1: Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse:

Pres.: “Tenho sede”.

Narrador 1: 29Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30Ele tomou o vinagre e disse:

Pres.: “Tudo está consumado”.

Narrador 1: E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.

(Todos se ajoelham – Silêncio.)

Narrador 2: 31Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32Os soldados foram e quebraram as pernas de um e, depois, do outro que foram crucificados com Jesus. 33Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 35Aquele que viu, dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que fala a verdade, para que vós também acrediteis. 36Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz:

Ass.: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”.

Narrador 2: 37E outra Escritura ainda diz:

Ass.: “Olharão para aquele que transpassaram”.

Narrador 1: 38Depois disso, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus — mas às escondidas, por medo dos judeus —, pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Jesus. 39Chegou também Nicodemos, o mesmo que tinha ido de noite encontrar-se com Jesus. Levou uns trinta quilos de perfume feito de mirra e aloés. 40Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam sepultar.

Narrador 2: 41No lugar onde Jesus foi crucificado, havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. 42Por causa da preparação da Páscoa, e como o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

– Sue que faz bem!

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃‍♂️ #corrida

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, 6ª feira (4 de 4).

🌅 6h – Desperte, Jundiaí, com lua brilhante.

Que a sexta-feira possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

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