‘Want to know defense mechanisms examples of victims of bullying and if they describe you? Here’s everything you need to know. Being a target can be …
Continua em: Defense Mechanisms Examples: 9 Ways Victims Cope with Bullying

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A bonita paisagem da Represa de Mairiporã, nessa tarde calorenta.
Fotografar relaxa.
📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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Na Irlanda, São Patrício é o padroeiro e muito festejado neste dia 17. Mas você sabe quem foi ele?
Abaixo, duas impressões sobre esse dia:
DIA DE SÃO PATRÍCIO (extraído do site da Canção Nova)
O santo de hoje nasceu na Grã-Bretanha no ano 380. Oração, penitência e uma vida de entrega a Deus foram capacitando São Patrício a responder em Cristo diante das tribulações da vida.
Aos 16 anos, foi capturado e preso por piratas irlandeses. No perdão, na oração e na atenção de encontrar um espaço para a fuga, conseguiu fugir para a França, onde continuou seu discernimento na busca da vontade de Deus.
Tornou-se sacerdote missionário, evangelizando na Inglaterra e na Irlanda. Já como bispo, salvou muitas almas através de seu testemunho de santidade, a ponto de tornar a antiga Irlanda toda católica, do empregado ao rei.
A história da Irlanda ficou marcada com a contribuição de São Patrício, que, através da construção que fez de diversos mosteiros, deixou nesse lugar a fama de “ilha dos mosteiros”.
Faleceu com cerca de 80 anos.
CURIOSIDADES / MITOS DO DIA DE SÃO PATRÍCIO (extraído da Revista Época)
O Dia de São Patrício (St. Patrick’s Day) é comemorado no dia 17 de março na Irlanda e diversos países do mundo aderiram às comemorações – inclusive o Brasil. A data celebra a morte de São Patrício, padroeiro do país. Conheça 5 curiosidades sobre a festa.
1. Afogar o trevo
O símbolo da festa é o “shamrock” (trevo de quatro folhas), com o qual, segundo a lenda, São Patrício explicou o dogma da trindade à população irlandesa durante seus anos de missionário. No Dia de São Patrício, é tradição usar um pequeno “shamrock” e, no fim do dia, deixá-lo cair em seu último copo de cerveja ou de whisky, que são bebidas tradicionais da ilha. A tradição é conhecida como “drowning the shamrock”, ou “afogar o trevo”. Diz-se que o ato traz um ano de prosperidade.
2. Sláinte!
Uma das bebidas típicas da festa é a cerveja Guinness, que surgiu em 1759 na histórica St. Jame’s Gate Brewery de Dublin, local onde essa bebida de cor marrom à base de cevada é produzida. No Dia de São Patrício, o consumo mundial passa os 2,3 milhões de litros por dia, chegando até 6 milhões. Ao brindar, é tradição gritar “sláinte”, palavra gaélica que significa “saúde”. Acredita-se que a tradição de beber no Dia de São Patrício tenha surgido pois, na ocasião da festa, havia sido suspensa por um dia a abstensão da quaresma de álcool e comida.
3. O santo pastor
São Patrício não nasceu na Irlanda, não se chamava Patrício e, tecnicamente, nem santo é, pois jamais foi canonizado. Acredita-se que ele tenha nascido na Escócia ou no País de Gales, no fim do século 4, durante a dominação romana. Seu nome de nascimento era Maewyn Succat. Aos 16 anos, foi sequestrado por piratas e levado à Irlanda, onde passou a adolescência cuidando de ovelhas. Após fugir e voltar para a Inglaterra, Maewyn entrou para a vida monástica e adotou “Patrício” como nome cristão (um dos nomes mais comuns na Irlanda). Quando adulto, voltou à ilha como missionário e introduziu o cristianismo entre a população celta, motivo pelo qual é venerado e visto como santo da Igreja Católica.
4. Festa dos imigrantes
O Dia de São Patrício não surgiu na Irlanda, e sim nos Estados Unidos, onde os imigrantes irlandeses começaram a festejá-lo a partir de 1700, para manter suas raízes vivas. A presença dos irlandeses ficou ainda mais forte em 1800, quando a grande caristia fez com que muitos deixassem suas terras. Atualmente, mais de 40 milhões de americanos têm origens irlandesas, além de 14 milhões de britânicos e sete milhões de autralianos, enquanto os habitantes da ilha são pouco mais de seis milhões. Em honra à comunidade irlandesa da cidade, a catedral católica de Nova York é dedicada a São Patrício.
5. O mundo se pinta de verde
A cor tradicional de São Patrício e da Irlanda é o verde, que relembra as gramas e as colunas da Ilha de Esmeralda. No Dia de São Patrício, cidades de vários países de língua inglesa se “pintam” de verde. O Empire State Building, em Nova York, a Sydney Opera House, e até mesmo o rio que corta a cidade de Chicago, se pintam com um verde brilhante em comemoração à data.

Muitos treinadores de futebol têm a vaidade de estarem em um patamar de sapiência acima do demonstrado. Vários “professores” ignoram conversas com seus comandados, impondo suas ideias.
Obviamente, um treinador é o líder de uma equipe à beira do gramado, orientando a parte tática. Entretanto, a liderança não pode ser centralizada, e sim compartilhada. Por isso, muitas vezes, as falas de seus assistentes são levadas em consideração.
Mais do que isso: ouvir os seus comandados (na vida esportiva ou profissional) ajuda no processo de descentralização e de novas ideias.
Roger Machado, técnico do São Paulo FC, declarou após o jogo contra o Red Bull Bragantino que iria colocar Luan em campo, mas trocou a substituição por sugestão dos seus atletas. Vide:
“Eu preciso deixar um espaço para que eles tenham autonomia dentro de campo. Não tenho vaidade nesse sentido. Em algumas vezes eu vou atender; em outras, eu vou procurar fazer o que está na minha primeira opção (…) Imaginei que poderíamos bloquear esse avanço do Red Bull Bragantino no campo fazendo uma linha de cinco na primeira linha de ataque: botando um tripé de meio, o Cauly por um lado e o Ferreira por outro, trazendo o André para marcar o volante e liberando os dois zagueiros. E os atletas, que estão sentindo o jogo e vivendo o jogo, me sinalizaram de lá. E está tudo certo. O líder sou eu, mas nem sempre eu vou ter razão em tudo”.
A pergunta é: tal atitude ganha o grupo ou fragiliza o comando?
Eu achei pertinente o propósito de Roger, especialmente quando ponderou os momentos citados.
Hora do almoço.
Que tal um legítimo prato brasileiro?
Arroz, feijão, carne, farofa e batata!
Hum… quem vai querer?

Home Office? Trabalhar em casa? Ótimo, dizem muitos.
Mas e se você poder trabalhar onde quiser, e não necessariamente na sua residência?
Veja só que legal a nova tendência,
Extraído de: http://www.jj.com.br/jundiai/nomades-digitais-trocam-os-escritorios-por-mundo-livre/
NÔMADES DIGITAIS TROCAM OS ESCRITÓRIOS POR ‘MUNDO LIVRE’
Por Kátia Appolinário – ksantos@jj.com.br
Trabalhar é preciso, mas ser escravo do espaço corporativo é apenas uma opção. Isso porque as tecnologias digitais permitem ultrapassar os limites do escritório e fazer de qualquer lugar no mundo um ambiente de trabalho. É isso o que fazem os nômades digitais, colaboradores que a partir do trabalho remoto conciliam a arte de viajar com as responsabilidades profissionais.
O que diferencia o nômade digital de um funcionário que faz home office, por exemplo, é justamente a ausência de um endereço fixo e a liberdade de poder colocar o pé na estrada levando o “escritório” em dispositivos portáteis. E essa prática tem se tornado mais frequente do que se imagina.
De acordo com pesquisa feita em 2016 pela SAP Consultoria em RH, verificou-se que 68% das corporações já utilizavam tecnologias digitais para realização do trabalho remoto, sendo que dentre estas, 89% adotam o teletrabalho nômade ou itinerante.
Esse foi o caminho escolhido pelo especialista em marketing digital Victor Hugo Lopes, de 24 anos, que em dez meses conheceu 15 países e mais de 28 cidades da Europa, África e Oriente Médio. “Fui trabalhar na Polônia através da proposta de uma empresa de publicidade online. Como meu trabalho é basicamente por uma plataforma digital, após o término das minhas tarefas, eu ficava livre para viajar desde que eu ficasse com o meu computador logado”, explica o jovem, que por meio do nomadismo, já fez check-in no Marrocos, Letônia, Israel, Itália e Alemanha.
Para o jornalista e analista de mídias internacionais, Márcio Souza, de 37 anos, ainda que o termo “nômade digital” seja novidade, foram várias as vezes em que ele conciliou o exercício profissional com viagens através do benefício do trabalho remoto. “Eu já viajei muito enquanto trabalhava, já fui para o litoral de São Paulo, Cuiabá e para Minas Gerais, por exemplo. Não vejo nenhum ponto negativo”, afirma.
Além de reduzir os custos para a empresa e aumentar a produtividade, o trabalho remoto beneficia também os funcionários e a comunidade.
“O teletrabalho melhora a qualidade de vida; evita o deslocamento e acaba resultando em mais tempo livre para o lazer”, afirma Cléo Carneiro, Presidente da Sociedade Brasileira do Teletrabalho e Teleatividades (Sobratt) e associado do Grupo de Consultoria em Teletrabalho (GCONTT).
Tradutor, web designer, assessor de imprensa e investidor de ações são algumas das profissões que podem ser exercidas através do trabalho remoto. “Quase todas as áreas da empresa podem adotar o teletrabalho, com exceção das áreas que demandam a presença das pessoas, como por exemplo, as funções de operação manual’’, afirma Cléo Carneiro.
Mas o ingresso à vida profissional nômade exige treino e planejamento. “Sempre me certifico se meu destino oferece uma boa conexão de internet e um ambiente propício para o trabalho. Ter um planejamento financeiro e um seguro de saúde internacional também são cuidados importantes a serem tomados”, instrui Victor, que mesmo tendo passado por momentos de dificuldade no exterior, não troca o trabalho remoto pelo comodismo rotineiro do escritório fixo. “Até das ‘roubadas’ você passa a gostar! Eu acabei desenvolvendo minhas próprias artimanhas”, complementa o jovem, valendo-se de que “a melhor parte da experiência é, literalmente, a experiência”.

Imagem extraída da Internet, em: https://caymannewsservice.com/2020/12/three-global-citizens-now-in-the-cayman-islands/
Cenas urbanas: do alto do pontilhão da linha férrea, uma comunidade de Franco da Rocha clicada no morro.
Crescimento desordenado…
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Incêndios em depósitos de petróleo no Irã liberam poluentes tóxicos e levantam alerta para impactos ambientais e riscos à saúde. #Linkezine 🌍 O post…
Continua em: Ataques a depósitos de petróleo no Irã levantam alerta ambiental global

We all need a Courage quote from time to time, don’t you think? That’s why I’m sharing this one with you.
Original em: Courage Quote By Janna Cachola: “I don’t need…”

Dia bonito! E essas cores no céu?
Que hoje seja melhor do que ontem e pior do que amanhã.
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TERÇA-FEIRA DA 4ª SEMANA DA QUARESMA Féria de 3ª Classe – Missa própria, com comemoração de S. Patrício, Bispo e Confessor. Nasceu em 540 e foi …
Continua em: Liturgia Diária – 17/03/2026

Evangelho (Jo 5,1-16)
– Glória a vós, Senhor Jesus, Primogênito dentre os mortos!
– Criai em mim um coração que seja puro, dai-me de novo a alegria de ser salvo!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
-Glória a vós, Senhor.
1 Houve uma festa dos judeus, e Jesus foi a Jerusalém. 2Existe em Jerusalém, perto da porta das Ovelhas, uma piscina com cinco pórticos, chamada Betesda em hebraico. 3 Muitos doentes ficavam ali deitados — cegos, coxos e paralíticos —. 4De fato, um anjo descia, de vez em quando, e movimentava a água da piscina, e o primeiro doente que aí entrasse, depois do borbulhar da água, ficava curado de qualquer doença que tivesse. 5 Aí se encontrava um homem, que estava doente havia trinta e oito anos. 6 Jesus viu o homem deitado e sabendo que estava doente há tanto tempo, disse-lhe: “Queres ficar curado?” 7 O doente respondeu: “Senhor, não tenho ninguém que me leve à piscina, quando a água é agitada. Quando estou chegando, outro entra na minha frente”. 8 Jesus disse: “Levanta-te, pega a tua cama e anda”. 9 No mesmo instante, o homem ficou curado, pegou a sua cama e começou a andar. Ora, esse dia era um sábado. 10 Por isso, os judeus disseram ao homem que tinha sido curado: “É sábado! Não te é permitido carregar tua cama”. 11 Ele respondeu-lhes: “Aquele que me curou disse: ‘Pega tua cama e anda’ “. 12Então lhe perguntaram: “Quem é que te disse: ‘Pega tua cama e anda?’ ” 13 O homem que tinha sido curado não sabia quem fora, pois Jesus se tinha afastado da multidão que se encontrava naquele lugar. 14Mais tarde, Jesus encontrou o homem no Templo e lhe disse: “Eis que estás curado. Não voltes a pecar, para que não te aconteça coisa pior”. 15 Então o homem saiu e contou aos judeus que tinha sido Jesus quem o havia curado. 16 Por isso, os judeus começaram a perseguir Jesus, porque fazia tais coisas em dia de sábado.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Projeto social do Complexo do Alemão leva esporte e transformação para debate em Harvard e MIT durante a Brazil Conference 2026. #Linkezine 🌍 O post…
Continua em: Do Complexo do Alemão para Harvard: esporte vira ponte de transformação

05h45 – Desperte Jundiaí! Com uma bonita manhã.
Há de ser uma ótima 3ª feira.
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Rezemos o Santo Rosário da Madrugada nesta Quaresma com Frei Gilson!
Link em: https://www.youtube.com/live/ZuzZvWrvYWA?si=1vgOaIe1pNn8Jfhi
Conheça os sinais que podem indicar que você ou alguém próximo esteja passando por abuso psicológico O abuso psicológico é uma forma de violência …
Continua em: Abuso psicológico: saiba como reconhecer e sair dessa situação

Tenhamos uma ótima jornada:
Saudades de algo / alguém em particular, há 98 dias.
E vale seguir essa boa dica:
Indiscutível constatação:
Fim de expediente!
Foram 4 aulas de TGA aqui na Faculdade de Direito de Itu (Faditu), a alunos do Curso de Ciências Contábeis. E valeu a pena!
É muito bom ajudar na Educação da nossa sociedade.
✏️ #Ensino
Não vou entrar no mérito político e financeiro do filme “O Agente Secreto”. Se tiver imoralidade e irregularidade comprovada, que se diga (e como não sou conhecedor do assunto e nem leviano, deixo para ps especialistas).
Mas cá entre nós: só por estar concorrendo ao Oscar, merece aplausos. Ganhar é outra história.
Have you heard of the fairly new term, “selective outrage”? And do you know what it is? Here’s what it is and why it’s the most common manipulation …
Continua em: Selective Outrage: 7 Reasons Bullies Use It

As “regras” de uma empresa quanto ao comportamento ético e sua cultura devem ser didaticamente explicitadas, ou, ao contrário, entendidas no convívio diário?
Mais do que isso: ter atitudes que estejam acima de qualquer discussão comportamental devem ser sempre cuidadosamente praticadas, antes do que correr o risco de ser chamado a atenção?
Um excelente texto a respeito disso, extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/sim-dá-para-impor-cultura-ética-nas-organizações-96299e98de45
SIM, DÁ PARA IMPOR CULTURA ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES
por José Renato Sátiro Santiago
Eram idos de 1997, quando fui chamado para uma entrevista de emprego em uma grande empresa. Pelo fato daquela organização ser muito tradicional, tratei de me vestir de acordo com algumas boas práticas profissionais compartilhadas por meu pai. Também considerei a imagem como esta empresa costumeiramente se apresentava ao mercado. Algo padrão e discreto. Notei que a grande maioria dos colaboradores se vestia de forma tradicional. Os homens com terno e gravata. Já as mulheres usavam roupas discretas com cores sóbrias. Foi um processo seletivo moroso, mas ao final tive a felicidade de ser contratado. Não demorou muito para que passasse a observar uma outra série de pequenas nuancias no ambiente. Uma delas a forma silenciosa como as pessoas trabalhavam, sem muita alteração no tom de voz. As discussões se resumiam as salas fechadas, sobretudo durante reuniões. Também notei a plena ausência de barba entre os homens. Enquanto que as mulheres costumavam evitar perfumes fortes, bem como a maquiagem exagerada. Durante os anos em que lá estive, jamais houve qualquer citação explicita ou tácita sobre a necessidade de atender a estas, ou outras, regras silenciosas. Ainda assim, o ambiente de trabalho sempre me pareceu acolhedor ao mesmo tempo que tínhamos a intensa busca por nossas metas de performance.
Certa vez, um técnico mais desavisado encaminhou para todos os funcionários, um e-mail com uma dessas correntes que vendem ‘facilidades mil’. Um erro considerado como grave. Chamado por seu gestor, acabou sendo demitido.Teve a possibilidade de ir falar com um dos diretores da empresa. Chegando a sua sala, se desculpou pelo ato inconsequente e como defesa afirmou não ter conhecimento sobre a proibição do envio deste tipo de mensagem. O diretor o desculpou e afirmou: “…sou solidário a você, mas há práticas e regras de condutas que não precisam estar explicitadas para que os funcionários saibam que devem adota-las, isto faz parte da nossa cultura”.
Em tempos marcados intensamente pela necessidade de adoção de práticas de compliance, resumidamente, um grupo de regras éticas a serem seguidas pelos colaboradores de uma organização, tendo em vista cumprir normas legais e regulamentares inerentes ao negócio e a instituição, chega a ser estranha a existência de qualquer relação próxima sobre o fato do funcionário ter que saber, tacitamente, que não deve agir sem lisura no dia a dia corporativo, ou se ele deve ser treinado formalmente para atuar de forma ética. Muitas das organizações que acabam por seguir em caminhos, digamos, menos republicanos, assim as fazem por conta da cultura vigente. Difícil acreditar que uma empresa se submeta a cultura do mercado em que atua, se houver uma total incompatibilidade entre os os valores presentes em cada uma delas. Além disso, ainda que não haja qualquer sinalização explicita sobre a cultura, ela costuma ‘entrar na corrente sanguínea dos colaboradores’, o que faz com que eles ajam de forma alinhada com a mesma. Às vezes até os valores são abraçados. Eles estão lá presentes e cabem as funcionários escolherem quais rumos tomar, muita vezes não por foro intimo, mas por total compatibilidade. Os códigos de ética associados as missão e visão apresentadas por boa parte das empresas costumam pregar os melhores valores morais e éticos. Ainda assim não é difícil notar o quanto eles são meio que deixados de lado no dia a dia. O motivo? A cultura está acima de toda e qualquer missão, e ainda que nem sempre esteja formalmente escrita e seja insípida, indolor, inodora, ela está bem presente e no comando, o que dá a missão, um papel, no máximo, de coadjuvante.
Ganha contornos de “faz me rir” acreditar que as organizações passarão a agir de forma ética simplesmente por conta da adoção de práticas de compliance, tão pouco porque estão treinando seus colaboradores a agiram segundo tais regras. Não são procedimentos que fazem com que as coisas aconteçam como deveriam, e quando se fala de ética, tão pouco os treinamentos trarão qualquer efeito, o que os tornam muito mais próximos do “para inglês ver” do que efetivamente como uma intenção verdadeira de mudança. Por um acaso, alguém pode imaginar que após uma série de capacitações as pessoas passarão a agir de maneira ética? Seria pueril se assim o fosse. São os exemplos, as ações do dia a dia, os meios de controle, o olhar enviesado diante alguma prática ‘estranha’, o cheiro do ‘ilícito’, a impressão do estar sendo vigiado que costumam ter muito mais eficácia em todo este processo. A se pensar…
* Em tempo, quanto a barba na empresa em que atuei, após alguns anos, foi contratado um novo presidente para o conselho. Ele tinha uma vistosa barba, era a cultura em movimento…

Imagem extraída de: https://jrsantiagojr.medium.com/sim-dá-para-impor-cultura-ética-nas-organizações-96299e98de45
São José sempre me inspirou! Nos momentos difíceis, nas tomadas de decisões, nas questões como pai de Família… socorro-me a ele constantemente.
Sendo assim, compartilho uma fórmula simples e eficaz de oração ao Patrono da Igreja e Protetor das famílias: o Terço de São José, na figura abaixo.
Calma, não é nenhuma lei atual. Foi no tempo do presidente Getúlio Vargas, onde o governante decretou que o futebol “não era condizente para senhoras que seriam futuras mães”. As que insistiam, eram rotuladas de “grosseiras e mal-cheirosas”. E como o futebol feminino está em alta nos últimos dias com a Copa do Mundo da modalidade, vale relembrar o fato!
Abaixo, material da Folha de São Paulo (25/05/2003 – 12h06)
FUTEBOL FEMININO PROBIDO NO BRASIL NA ÉPOCA VARGAS
por João Carlos Assunção
Futebol no Brasil não é como nos Estados Unidos, na China ou na Noruega. No país pentacampeão do mundo, o espaço reservado à mulher tem sido a beira do gramado, onde pode trabalhar como animadora de espetáculo.
No campo, com a bola nos pés, é difícil cavar um lugar. A modalidade, afinal, não pegou como em outros países. Os obstáculos para a prática do futebol feminino no Brasil continuam muito grandes.
Foi para detectar essas barreiras que o pesquisador Eriberto Lessa Moura, 37, mestrando em estudos do lazer pela Faculdade de Educação Física da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), resolveu debruçar-se sobre as origens do esporte no país.
“Desde o início, as dificuldades para a mulher [jogar futebol] foram grandes, mas elas se tornaram ainda maiores durante o Estado Novo [período do governo Vargas entre 1937 e 1945]“, disse Moura à Folha, por telefone.
Em 1937, Getúlio Vargas se antecipou à eleição que aconteceria no ano seguinte e desencadeou um golpe de Estado, implantando uma nova Constituição e uma ditadura, que duraria até 1945.
No período, aprofundou o vetor centralizador do Estado, criando o Departamento de Administração do Serviço Público, o Dops, espécie de polícia política, e o Departamento de Imprensa e Propaganda, dedicado à censura e à exaltação dos feitos do governo.
Na área esportiva, a história não foi diferente. Criou leis para o setor e passou a controlá-lo com mão-de-ferro. “Foi aí que a pressão para as mulheres se afastarem do futebol aumentou muito. Elas deveriam se limitar a praticar esportes que o governo considerasse condizentes com suas funções de mães ou futuras mães.”
Leonardo Pereira, autor de “Footballmania”, livro sobre as origens do futebol no Rio, concorda com o colega. “A visão que temos, que faz do futebol um jogo essencialmente masculino, foi construída historicamente, fruto de um amplo movimento que, desde o final dos anos 30, tratou de atacar a participação feminina e construiu a idéia de que o jogo não seria adequado às mulheres.”
O Estado Novo criou o decreto 3.199, que proibia às mulheres a prática de esportes considerados incompatíveis com as condições femininas. Segundo Moura, o futebol estava incluso entre eles, ao lado de halterofilismo, beisebol e de lutas de qualquer natureza.
Quando o decreto foi regulamentado pelo regime militar (1964-1985), em 1965, o futebol feminino foi proibido no Brasil. Só 16 anos depois foi revogado pelo Conselho Nacional do Desporto.
Mas, muito antes disso, o futebol no Brasil já era um esporte eminentemente masculino. A mulher que o praticasse era vista com preconceito, já que a trajetória da modalidade no país foi diferente da vivida pelos homens.
De acordo com a pesquisadora Heloísa Bruhns, autora de “Futebol, Carnaval e Capoeira – Entre as gingas do corpo brasileiro”, enquanto os homens da elite começaram a praticá-lo no final do século 19 em São Paulo e no Rio, o grupo feminino que aderiu à prática do futebol era pertencente às classes menos favorecidas.
Do preconceito social ao esportivo teria sido um passo. Segundo Bruhns, mulheres que jogavam eram consideradas “grosseiras, sem classe e malcheirosas”.
Às mulheres da elite cabia o papel de torcedoras. “As partidas de futebol [masculino] eram um evento da alta sociedade e as mulheres se arrumavam para ir assistir aos jogos”, afirmou Moura.
Mas, com o passar dos anos, o preconceito chegou às arquibancadas -e a violência também- e até lá a mulher perdeu espaço.
Como disse a professora Heloísa Reis, estudiosa do comportamento das torcidas em estádios de futebol, “quando as mulheres participam das organizadas, elas tendem a adotar o comportamento agressivo masculino, o que talvez seja uma tática para ser aceita mais facilmente pelo grupo”. E, no final, só serve para aumentar o estereótipo e o preconceito contra a mulher no futebol.
For many years, workplace diversity has been on the airwaves as equal pay for all employees, parental leave rights for both mother and father and …
Continua no original em: How Menopause Affect Women @ Work

Daqui a pouco, hora da Santa Missa.
Antes do meu último turno de labuta, gosto de vir aqui celebrar o Cristo Eucarístico.
Pedir perdão e agradecer ao Deus que nos ama.
Sobre a convocação da Seleção Brasileira: sem novidades, não?
Talvez a “surpresa” seja Gabriel Sara, que está jogando muito.
Eu não achava que seria chamado. Não está jogando bem, e Ancelotti já houver dito que quer todos 100% técnica e fisicamente.
Tudo azul no horizonte de Jundiaí!
Viva a natureza e a sua beleza.
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I hope this is useful to you!
Continua em: Hope Quote By Olivia Sagan: “Recovering from depression…”

Deveríamos rezá-la todo dia! É bonita, simples e… necessária.
Acompanhe, em: https://youtu.be/AdZsBs9W0ng?si=OtSAw5bCtgkhtFKA
Ao jornalista Marcel Capretz no SBT Sorocaba, o vice-presidente do Paulista FC Rodrigo Peternelli Alves anunciou que está tudo certo entre Paulista e a EXA Capital, e a SAF será anunciada após a conclusão da A3, pois foi aprovada por todos os conselheiros e sócios..
A questão é: muitas perguntas precisam ser respondidas…
E as perguntas que eu faria ao pessoal da EXA Capital:
Fazendo uma busca na Web, vi muito material sobre a SAF (matérias antigas, inclusive).
Por coincidência, ao pesquisar a SAF do Paulista na Junta Comercial (é uma consulta pública, não tem sigilo), aparece como diretor Alexandre Cobra.
Cobra trabalhou para Ronaldo Nazário, na SAF do Cruzeiro antes da venda. Hoje ele é funcionário da Exa Capital.
Aqui, sobre Alexandre Cobra: https://exacapital.com.br/alexandre-cobra/
Aqui, o documento do Paulista na Junta Comercial: VisualizaTicket
A SAF do Paulista FC já está em outras mãos e não sabíamos, antes mesmo do anúncio? Confesso ignorância sobre o assunto… Ou tudo que tem sido feito, não é tão esclarecedor?
From gut microbes to immune signals, your mind is a distributed ecosystem. Learn why the brain is a mediator, not a monarch, in this deep dive into …
Continua em: The Brain Isn’t in Charge: Who Really Runs Your Mind?

Dias atrás, o Bispo Diocesano de Jundiaí, Dom Arnaldo, foi criticado por muitas pessoas por sediar em sua residência episcopal um encontro com LGBTs católicos. Ele é o bispo designado pela CNBB para tais assuntos de diversidade sexual.
Para quem não sabe, a Diocese de Jundiaí é uma das mais ativas nessa pauta, e faz um bonito trabalho em acolher a comunidade LGBT.
Antes de qualquer crítica, pensemos: o que Jesus faria (ou fez) à sua época (onde na Bíblia se cita “afeminados e eunucos”)?
Abaixo, a última reunião do grupo de trabalho:
ENCONTRO DIVERSIDADE E FÉ
por Reinaldo Oliveira
Na manhã do dia 7 de março, de forma online, foi realizado o encontro mensal da Comunidade Diversidade e Fé, da diocese de Jundiaí.Na pauta o importante tema “Pessoas LGBT e a Fé: compreender para evangelizar”, com assessoria do professor e teólogo Lula Ramires.
Foram momentos de interação e troca de experiências, por conta do envolvimento do assessor, há mais de 30 anos nos movimentos LGBT, em projetos docentes, nas escolas da rede municipal e estadual, sobre a criação de redes sobre diversidade e fé.
Há 15 anos começou a participar do Grupo de Ação Pastoral da Diversidade (GAPD), que reúne católicos e católicas LGBT. Após a exposição do Lula foi aberta a palavra para o debate, perguntas, esclarecimentos e acréscimos
Importante lembrar que recentemente a CNBB designou o bispo Dom Arnaldo Carvalheiro Neto, como o bispo referencial para a Rede LGBT, no Brasil.
O encontro foi encerrado com agradecimentos, informes e convite para o próximo, sempre no primeiro sábado do mês.