– Relações Positivas entre Chefe e Subordinados

O Diário de São Paulo trouxe em seu Caderno de Empregos uma matéria interessante: como se dar bem com os chefes, sem parecer bajulador (ou puxa-saco, como queiram).

Compartilho, extraído de: http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2011/09/139304-para+se+dar+bem+com+o+chefe.html

PARA SE DAR BEM COM O CHEFE

De carona com o filme “Quero Matar Meu Chefe”, o DIÁRIO lista os dez piores tipos de líder e dá dicas de como domar as feras

No mundo corporativo há todo tipo de chefe, como tirano, acomodado, workaholic (viciado em trabalho), baladeiro, o que só promove os amigos etc. No filme “Quero Matar Meu Chefe” (Horrible Bosses), ainda em cartaz, é possível ver como líderes que não trabalham em equipe e não têm bom relacionamento interpessoal podem criar situações ruins no ambiente de trabalho. Nessa comédia, três empregados insatisfeitos com a chefia decidem recorrer a um ex-presidiário para matar seus gestores e acabar com seus problemas.

No livro “Como Gerenciar seu Chefe”, os autores Armênio Rego, Miguel Pina e Cunha e Thomaz Wood Jr. identificam dez tipos de chefe que podem ser encontrados no mundo corporativo e dão dicas de como domar essas feras. Entre eles há o chefe barata burocrática, que é fixado em normas, regras e procedimentos e baseia todas suas ideias e estratégias nessas premissas. Já o gestor preguiça procrastinador vive cansado e demora a realizar suas tarefas e obrigações.

Exageros à parte, esses líderes comprometem o desempenho e os resultados da equipe e, normalmente, são responsáveis pela alta rotatividade dos colaboradores, que não aguentam a pressão, o assédio moral ou outros problemas. De acordo com pesquisa da Robert Ralf, empresa especializada em seleção e recrutamento, as principais razões para aumentar o estresse no universo corporativo são: pressão desnecessária e insatisfação com a capacidade de gestão.

“A maioria dos profissionais que troca de emprego sai para não ter de trabalhar com aquele gestor. O conceito de chefes que abusam do poder está ultrapassado”, afirma Fabiano Kawano, da Robert Half. Não conhecer o funcionário, não saber dar feedbacks (retornos) negativos, não conversar com o subordinado e subestimar a capacidade do colaborador são os erros mais comuns cometidos pela liderança.

“Os gestores precisam saber onde o profissional quer atuar, devem conhecer seu perfil para conseguir entender como ele quer estruturar a carreira”, ressalta Ricardo Rocha, gerente da Michael Page, especializada em recrutamento. “O que as empresas buscam hoje são bons líderes, um conceito muito mais complexo do que o de chefes. A liderança, por exemplo, de chefes que inspiram seus funcionários”, diz Kawano.

Responsabilidades da chefia:

-Incentivar e motivar a equipe
-Dar exemplo aos funcionários
-Promover a integração do grupo
-Conhecer o perfil dos profissionais
-Apresentar desafios e novos projetos
-Ter bom relacionamento interpessoal
-Dar feedbacks (retornos) sobre tarefas realizadas

Qualificação é essencial para um líder:

Com 22 anos de trabalho na rede de fast food Mc Donald’s, João Célio Oliveira, de 42, passou por vários cargos antes de se tornar diretor de treinamento. “Comecei como gerente de trainee em um restaurante, passei por todos os postos dentro da loja e fui para o escritório, com o objetivo de fazer carreira”, recorda o gestor.

Com a ajuda da empresa, Oliveira fez faculdade de marketing, pós-graduação em gestão de negócios e, agora, se prepara para investir em um master of business administration (MBA). “Formação e conhecimento são fundamentais para que você se mantenha firme e atualizado”, acredita o profissional.

De acordo com ele, os principais aprendizados que adquiriu para se tornar um líder foram saber ouvir e dar feedbacks (retornos) para seus funcionários. Para Oliveira, é preciso ouvir todas as opiniões, inclusive as negativas, para aprimorar os negócios e resolver situações. “O líder tem de estar atento e saber ouvir as verdades. Além de dar feedbacks, o chefe também precisa recebê-los. Pensar coletivamente e se comunicar é importante.”

Despreparo leva ao assédio moral:

Abusar do poder e humilhar os funcionários são atitudes que podem ser consideradas assédio moral. “No geral, a empresa tem chefes despreparados que fazem isso com seus funcionários e a diretoria não sabe. Assim, não há como evitar”, fala Wolnei Tadeu, diretor jurídico da Associação Brasileira de Recursos Humanos Nacional (ABRH Nacional).

Como proceder ao ser humilhado:

Segundo Tadeu, quem sofre assédio deve procurar o RH ou a diretoria da empresa e contar sua experiência. Casos que não são resolvidos podem chegar à Justiça do Trabalho.

Gestores que estão em alta:

Pró-atividade, liderança e bom relacionamento interpessoal são as principais características buscadas em gestores pelo mercado, de acordo com Ricardo Rocha, gerente da Michael Page.

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– A polêmica de Corinthians 1×0 Palmeiras e a tentativa de explicação do choro de Thiago Duarte Peixoto

Acho muito importante fazer algumas observações para falar sobre a confusão proporcionada por uma advertência errada na partida Corinthians 1×0 Palmeiras em Itaquera.

No final no 1o tempo, estando 0x0, o árbitro Thiago Duarte Peixoto se equivocou e aplicou o cartão amarelo ao corintiano Gabriel, achando que ele houvera feito falta por agarrão no palmeirense Keno (não foi ele, foi Maycon). Por já ter recebido o amarelo anteriormente, foi expulso pela 2a advertência.

A partida também teve outros erros, como a não expulsão de Victor Hugo (SEP) após clara cotovelada em Pablo (SCCP) nos minutos finais, mas o lance capital foi o lance de Gabriel.

Repito o que já escrevi em outras oportunidades: é preciso entender a carreira e os percalços de Thiago Peixoto para saber se a culpa é dele ou de quem o escala. Vejamos esse relevante retrospecto da sua ascensão ao pós-jogo no vestiário:

Desde o seu aparecimento em jogos de TV, a irregularidade tem sido comum. Ótimas e ruins arbitragens com problemas disciplinares. Em 2010, quando apareceu na final da Copa São Paulo entre Santos x São Paulo, deixou de expulsar o goleiro são-paulino que posteriormente pegou 3 pênaltis (relembre em: https://is.gd/gbPEtW). Mesmo com esse importante erro, chegou à 1a divisão e hoje é aspirante à FIFA.

Entretanto, às vésperas do seu 1o Derby, foi acusado de ser corintiano numa foto divulgada na Internet. Nada disso, era uma doação de uma camisa que estava fazendo ao Hospital do Câncer de Barretos, onde reside, para que fosse leiloada pós-falecimento da sua mãe que lá fora tratada. Veja em: http://wp.me/p55Mu0-pl. Pressionado para o jogo, teve ótima atuação em 2015 (quando Roberto de Andrade, o presidente de hoje, era diretor de futebol e o elogiou na época). Sua atuação no Corinthians x Palmeiras há 2 anos está aqui: http://wp.me/p55Mu0-px. Mas em outros jogos, pouco tempo depois, como no São Paulo x Santos, voltou a ter problemas disciplinares (a vulgarização dos cartões em destaque), citado aqui: http://wp.me/p55Mu0-rY. Aliás, esse é o grande defeito: na tentativa de se impor, Thiago passa ar de arrogância (vide uma recente partida na Arena da Baixada, onde os atletas reclamaram do excesso de autoridade e de cartões). A forma como aborda os atletas pode ser confundida como uma empáfia, mas não é. É simplesmente uma teatralização desnecessária e equivocada para dizer que a arbitragem está segura.

Apesar de tudo isso, foi indicado ao quadro de aspirante à FIFA. Entretanto, antes que pudesse festejar, uma tragédia pessoal: há exatos 11 meses sua esposa, grávida de 7 meses, faleceu de gripe suína (o relato triste aqui: http://wp.me/p55Mu0-RF).

Thiago se manteve afastado da arbitragem por motivos óbvios. Voltou a trabalhar com as mesmas virtudes e defeitos, conciliando sua atividade de educador físico com o futebol (uma válvula de escape ao episódio lamentável).

Quando o sujeito perde alguém querido, procura se enfiar em algo para esquecer. Alguns na bebida e drogas, outros na religião e outros no trabalho, como no exemplo dele. É por isso que o choro extrapolou quando foi dar uma entrevista coletiva duas horas depois do jogo. Nada mais foi do que uma tentativa de salvar a carreira, pois sabemos que em São Paulo o manda-chuva da arbitragem, acima da Comissão de Árbitros, está sendo o rigoroso Dionísio Roberto Domingos, ex-árbitro e amigo do presidente Reinaldo Carneiro Bastos.

O ato de admitir publicamente o erro numa partida, raríssimo em se tratando do frescor do evento e plausível pela humildade, teve falhas: deveria relatar em súmula que foi informado do erro e posteriormente reconheceu o equívoco (não o fez).

Qualquer árbitro que entra na escola de árbitros da FPF, sabe: seu professor será o estudioso e boa praça Roberto Perassi. Mas logo o aluno é avisado: só não chegou à FIFA pois foi muito mal num Corinthians x Palmeiras e aí encerraram a carreira dele. Perceberam como o choro de Thiago foi  realmente sincero?

Não acontecerá isso (o término da carreira) com ele, pois o Coronel Marcos Marinho, que gosta muito dele e que agora comanda a arbitragem da CBF, manterá seu escudo de aspirante à FIFA; em que pese não apitará mais jogos das duas equipes neste Paulistão (pois, afinal, o que conta é atuar no Brasileirão).

Por fim: se o vídeo-árbitro da FIFA estivesse funcionando, isso teria acontecido? Talvez sim, pois já veio à tona a imagem de que o 4o árbitro avisa do erro e o árbitro não considera a informação.

ATUALIZANDO 12H33: O árbitro apresentou uma retificação da súmula, reconhecendo o erro. Mas se já sabia no vestiário, por que escreveu que posteriormente assistiu ao vídeo? Por que não fez a correção NO PRÓPRIO VESTIÁRIO? Evitou-se um novo “Caso Guerra”? Quem orientou, fez bem… Aqui: http://es.pn/2mguAG0

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– A Suruba de Jucá

Esse é o naipe dos nossos políticos?

Não merece meu respeito o sr Romero Jucá. Disse ele:

Se acabar o foro, é para todo mundo. Suruba é suruba. Aí é todo mundo na suruba, não uma suruba selecionada“.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/02/1860587-juca-critica-a-imprensa-e-defende-blindagem-a-chefes-do-legislativo.shtml?cmpid=tw-uolnot

JUCÁ CRITICA A IMPRENSA E DEFENDE BLINDAGEM A CHEFES DO LEGISLATIVO

Líder do governo no Congresso e presidente nacional do PMDB, o senador Romero Jucá (RR) saiu em defesa, nesta segunda-feira (20), da PEC (Proposta à Emenda à Constituição) que apresentou na semana passada para blindar os presidentes da Câmara e do Senado.

Alvo da Lava Jato, Jucá fez duras críticas à imprensa, a que se referiu como “vivandeiras e carpideiras”, e disse que não iria se “acovardar”.

“Não sou réu, estou sendo investigado, cobro a investigação e vou continuar aqui agindo do jeito que sempre agi. Não vou me acovardar, não vou me apequenar e vou exercer o meu mandato aqui na plenitude, fazendo os enfrentamentos que eu entender que devo fazer, sem ter medo. Medo é uma palavra que eu não conheço”, afirmou Jucá na tribuna do Senado.

Jucá se disse alvo de perseguição de setores da imprensa e responsabilizou jornalistas pelo fato de senadores terem retirado assinaturas de apoio à PEC que apresentou para dar isonomia de tratamento aos presidentes dos Poderes. Pressionado, acabou retirando a proposta no dia seguinte.

“Quero aqui dizer, com muita tranquilidade, aos meus adversários e a quem quer me marcar com uma estrela no peito: eu não vou morrer de véspera, eu não me entrego, eu sei o que eu defendo, eu sei o que eu fiz, e eu sei o que vou fazer”, disse Romero Jucá.

Ele disse ter tomado a decisão de apresentar a PEC no final do ano passado, quando o STF (Supremo Tribunal Federal) determinou por liminar o afastamento de Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado.

“Pensei com meus botões: será que é justo que nós tenhamos o presidente e o vice-presidente tendo um tipo de tratamento e os presidentes dos outros Poderes tendo outro tipo de tratamento pela decisão do Supremo Tribunal Federal, que não está escrita na Constituição?”, ponderou Jucá.

IMPRENSA

Jucá comparou o trabalho dos jornalistas ao nazismo, à Inquisição e à Revolução Francesa.

“No passado, a turba fazia linchamentos. A gente viu muito isso ao longo da história do mundo. Hoje, quem tenta fazer linchamentos não é a turba, é a imprensa e setores da sociedade”, afirmou o senador.

Ele disse ainda que “as novas carpideiras e vivandeiras”, como se referiu aos jornalistas, “choram os defuntos ainda vivos”.

Ele disse ainda que “parte da imprensa não dá chance a ninguém de se defender”.

“Escolhe aleatoriamente e parte para o estraçalhamento, sem se preocupar com a verdade, sem se preocupar com a coerência, sem se preocupar com a família das pessoas, com a história de cada um”, criticou Jucá.

Ao mencionar gravação divulgada pela Folha em maio na qual aparece dizendo que é preciso “estancar a sangria”, afirmou que não se referia à Lava Jato e que nunca tramou contra a operação. O episódio levou à sua queda do Ministério do Planejamento.

“Eu não tive acesso à totalidade das gravações. A Folha de S.Paulo pode ter tido; eu não tive”, afirmou.

“Nós mudamos já todos os indicadores macroeconômicos do Brasil. Essa era a sangria. Falta mudar ainda os microeconômicos, o desemprego e o endividamento, mas vamos mudar”, completou.

FORO

Em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, Romero Jucá reagiu à disposição dos ministros do STF de restringir a prerrogativa de políticos.

“Se acabar o foro, é para todo mundo. Suruba é suruba. Aí é todo mundo na suruba, não uma suruba selecionada”, afirmou o senador ao jornal.

Na semana passada, o relator das ações oriundas da Operação Lava Jato no STF, ministro Edson Fachin, disse ser contra o foro privilegiado.

O ministro Luís Roberto Barroso enviou ao plenário do Supremo, também na semana passada, um processo para discutir a redução do alcance da prerrogativa de foro de deputados, senadores e ministros.

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-Cuidando de 3 coisas importantes:

Correndo às 06h00 – cuidando do corpo:

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Regando o jardim às 07h00 – cuidando da mente:

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Adorando a Deus às 08h00 – cuidando da alma:

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Que tenhamos um ótimo dia de vida.

– O Pênalti inexistente de São Paulo 3×2 São Bento

Azarado ou despreparado: esse é Pitty, zagueiro do São Bento, que contra o Corinthians foi dividir com Jô a bola e o árbitro Raphael Claus, ludibriado pelo atacante corintiano, marcou pênalti dele.

Agora, rodadas depois, contra o São Paulo, Pitty está marcando Chávez e eis que coloca as mãos na cintura do centroavante. A mão não é faltosa, pois não impede que o são-paulino jogue. Só que ao sentir o contato físico (desnecessário) do são-bentino,  o atacante se joga. Errou o árbitro Vinícius Furlan (que havia sido afastado após Ponte Preta x São Paulo no BR16, veja em: http://wp.me/p55Mu0-Za) com tal marcação, pois o jogador não é impedido de disputar a bola pelo agarrão (a propósito: nem puxado foi!).

A questão é: sendo zagueiro, não deveria ter mais cuidado? Ele fez seu time sofrer dois pênaltis que ele próprio não cometeu, justamente pelos centroavantes serem mais malandros do que ele. Claro, o erro nos dois jogos foi da arbitragem, mas… há situações evitáveis. Pra que a mão na cintura do adversário?

Veja o lance em: http://globoesporte.globo.com/sp/futebol/campeonato-paulista/jogo/21-02-2017/sao-paulo-sao-bento/#video-id=5672095

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– Boa 4a em 6 imagens:

Bom dia. Já sabe: como de costume, acordando cedo para dar conta das atividades. Sendo assim, fui correr. Nosso incentivo:

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Durante o cooper, pensando nas coisas de Deus. Hoje, pedindo a intercessão e a iluminação de Nossa Senhora da Luz, a Virgem Maria, mãe de Jesus:

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Depois de correr, caminhar! E como não ficar feliz em acompanhar a alvorada belíssima:

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Na volta para casa, o céu colorido se destacando entre o mato. Natureza perfeita! Veja:

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Chega de atividade física. O mais gostoso é alongar e relaxar entre as flores do jardim:

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Por fim, s’imbora trabalhar, acompanhado do sol rabiscando as nuvens. Nossa inspiração:

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Ótima 4a feira a todos!

– Que a verba do Carnaval realmente vá para a Saúde Pública.

Ainda rende a polêmica sobre a Prefeitura de Jundiaí não financiar o desfile das Escolas de Samba na cidade. Mas nesta, confesso, estou com o prefeito (desde que realmente a verba seja usada no Hospital São Vicente).

Me pesa a discussão Cultura versus Saúde. É claro que devemos respeitar àqueles que gostam do carnaval, mas ajudar os doentes vem em primeiro lugar.

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– Derby centenário bem tímido?

Puxa, no ano em que o clássico Corinthians x Palmeiras completa 100 anos, as ações de marketing estão bem fraquinhas, não?

O que se viu até agora? Apenas uma logo do jogo?

Pois é… mas respeitosamente: maior do mundo, não. Temos talvez Grêmio x Internacional no Brasil como mais “odioso” (palavra escrita com pesar) ou outros tantos clássicos mundo afora. Sejamos realistas…

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– Desperdício de alimento no Mundo é algo que assusta!

A FAO (organismo da ONU que cuida sobre o tema “alimentação”) informa: 1/3 da comida do mundo é desperdiçada!

Desde pequeno aprendi que se deve comer o necessário (embora a gula prejudique), mas nunca jogar resto de alimento, pois “comida é algo sagrado“.

E é mesmo! Quanta gente passando fome e a gente ignorando isso. Fato!

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– Orgulho de ser Pai, quando a vida vale a pena!

Insisto em uma máxima: Paternidade é um dom divino, e que gosto de exercer essa graça.

Compartilho esse vídeo engraçadíssimo da Marininha, “escrevendo literalmente na minha testa“. Vale a pena ser bobo só para ver o sorriso dela…

Aqui: http://www.youtube.com/watch?v=36gjQbWBtQM

Mais do que despertar a bagunça dela, é ensinar as coisas de Deus, como, por exemplo, durante a Missa, quando com muita alegria foi ao altar rezar o Pai Nosso junto ao padre, acompanhado do Vovô Dito (que estava como Ministro da Eucaristia).

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Nessas horas que vemos: a vida vale a pena!

– Brasileirão sem venda de mando e sem grama artificial?

As ociosas arenas da Copa do Mundo do Brasil não poderão ser usadas no Campeonato Brasileiro de 2017, após decisão da CBF, que proíbe a venda de mandos de campo (imitando a Inglaterra, como texto abaixo que compartilho).

Outra coisa, essa assustadora: a proibição de grama sintética para 2018 (mesmo as aprovadas pela FIFA), sugestão do presidente do Vasco da Gama, Eurico Miranda, e aceita pela entidade. Ora, se está na regra que pode, por que no Brasil não poderá? A tendência mundial, aliás, é a crescente mudança de piso.

Sobre a determinação da praça de jogo, republico texto que editamos no Jornal Bom Dia / Diário de São Paulo em 03 de agosto de 2015:

MANDO DE CAMPO NA INGLATERRA

Eis que na endinheirada Premiere League, uma decisão que bate de frente com o assunto “mando de jogo”: o Tottenham fechará o seu estádio, o White Hart Lane, a fim de aumentar a capacidade para 61 mil lugares. O clube planeja mandar suas partidas em alguns estádios durante a temporada 2015/2016: o mítico Wembley (90.000 lugares) e o Milton Keynes Stadium (30.500 lugares) estão na pauta, além de outras praças que fizeram convite ao clube.

Entretanto, Richard Scudamore, o CEO da Premier League, declarou ao “The Guardian”:

Eles terão que jogar todos jogos no mesmo estádio a temporada inteira. Pela integridade da competição. Você não pode ser mandante em 19 partidas sendo que 10 no Stadium MK e 9 em Wembley. Isto seria completamente injusto. Eles não serão autorizados na nossa competição.

Preste atenção: o Tottenham têm dois estádios com acertos financeiros e pretende (ou pretendia) aceitar mais convites; mas a Liga, em nome da igualdade de disputa a todos os adversários, proibirá.

O que você pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– É sincretismo, ecumenismo ou “tudo junto e misturado”?

Não é crítica, é curiosidade: o Carnaval, festa pagã que em muitos momentos é criticada, tem conotação diferente dependendo do lugar. Na Bahia, faz parte do dia-a-dia. No Rio de Janeiro, algo inusitado: conseguiu reunir diferentes profissões de fé num ato ecumênico improvável.

Abaixo, extraído de: https://carnaval.uol.com.br/2017/noticias/redacao/2017/02/20/ato-com-candomble-umbanda-e-catolicismo-lava-a-sapucai-para-o-carnaval.htm?cmpid=tw-uolnot

ATO COM CANDOMBLÉ, UMBANDA E CATOLICISMO LAVA A SAPUCAÍ PARA O CARNAVAL

Por Marcela Ribeiro

Banho de arruda, tambor, Pai Nosso e um único objetivo uniu grupos religiosos do candomblé, da umbanda e do catolicismo — representado por padre Antônio, da arquidiocese do Rio de Janeiro — na lavagem do sambódromo neste domingo (19).

Há 40 anos, Ruth Pinheiro participa deste momento e explica a importância do ato. “Nós trazemos a paz, a união, uma corrente do bem e do amor para que tudo dê certo durante o Carnaval”.

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“Nós trazemos a paz, a união, uma corrente do bem e do amor”, explica Ruth Pinheiro, que participa do ato com Mariah da Penha

Ao lado dela, Mariah da Penha já perdeu as contas do tempo que participa da lavagem. “Trazemos axé. É um ano difícil, de acontecimentos e desastres, e pedimos a proteção do nosso pai Oxossi“, conta.

Antes da cerimônia, que antecedeu o desfile técnico da Mangueira, o público ouviu “Nossa Senhora”, de Roberto Carlos, e “Faz um Milagre em Mim, de Regis Danesse.

A lavagem começou com toque de tambores do centro espírita Vovó Carolina. Uma imagem de São Sebastião, padroeiro do Rio de Janeiro, participou do cortejo, que além dos membros religiosos, trouxe muitas crianças de escolas de samba mirins.

O casal de mestre-sala e porta-bandeira Dafne Mirelle, 7, e Arthur de Oliveira, 6, da Aprendizes da Penha, deu um show de fofura e talento.

Em sua estreia na Sapucaí, o pequeno Arthur não escondia a empolgação e o cansaço na avenida. Já Dafne não perdeu a pose e sambou sem parar em cima de botinha dourada de salto alto, enquanto ouvia dezenas de elogios e pedidos de fotos.

Estou emocionada. Que momento lindo“, dizia ela.

No final do cortejo, animado pela bateria da Unidos da Tijuca e com sambas famosos de Mangueira, Salgueiro, Portela e Vila Isabel, puxados por Dudu Nobre e outros cantores, uma bandeira chamou a atenção.

A imagem de Marcos Falcon, presidente da Portela, assassinado a tiros em setembro do ano passado, com os dizeres “Eterno Guerreiro”, homenageou o portelense e encerrou a lavagem do sambódromo, como um pedido de paz no Carnaval.

– Umberto deixou o Paulista pelo Guarani. Está certo ou errado? Meu nome para treinador seria…

Que não se crucifique o agora ex-treinador do Paulista, Umberto Louzer. Ele não é filantropo, é um sujeito profissional como qualquer um de nós que trabalhamos. Se surgiu uma nova oferta de trabalho e ele a avaliou como interessante, é algo normal.

Além disso, todos nós que gostamos do Paulista temos que considerar o seguinte (de maneira humilde e racional):

– O Guarani está na A2 Estadual brigando pelo acesso para a A1; no Brasileirão, na série B.

– O Paulista está na A3 Estadual brigando contra queda para a B; no Brasileirão, sem série alguma.

O trabalhador vive da sua labuta, não pode viver fazendo caridade. Paciência e boa sorte a ele.

Àqueles que são contrários, fica o lembrete: e o Beto Cavalcante, que tanto fez e ajudou ao Galo, sabem o que aconteceu?

Pois é…

Eu arriscaria um nome para novo treinador: Rodrigo Alves, o técnico que mais tem vencido no Amador de Jundiaí. Ou você acha que toda a malandragem dos jogadores vista pela Matonense (encarar adversário, fazer cera, vibrar e outras coisas) passada pelo experiente técnico Pinho no último jogo, não são importantes malícias de quem viveu na várzea e tem experiência?

É apenas um palpite no qual não ganho nada e nem tenho interesse em troca, mas é um nome que eu pensaria. Vai me dizer que o Márcio Bitencourt, Macena, Candinho Farias e tantos outros treinadores que passaram por aqui são melhores do que o Rodrigo?

Há de se pensar! O que não pode é o Paulista cair de novo, pois aí seria complicado buscar ânimo e voltar a encher o Jayme Cintra.

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– Um bom amanhecer de 3a feira em 7 cenas:

Bom e corrido amanhecer! Compartilhando fotos inspiradoras, motivacionais e da natureza. Rapidamente…

Despertando bem cedo para correr. Clique 1:

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Durante a corrida, pensando nas coisas do Alto com Jesus Sacramentado. Clique 2:

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Caminhando com o céu laranja. Clique 3

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Alongando com o sol aparecendo. Clique 4:

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Terminando o treino com a paisagem bacana. Clique 5:

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Inspirando-me nas orquídeas para ir trabalhar. Clique 6

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Comendo algumas acerolas para ter vitamina C para a jornada. Clique 7:

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A essa prática de fotografar o cotidiano se dá o nome de mobgrafia. É um hobby desestressante que eu curto demais.

Ótimo dia a todos!

– Pratique Solidariedade: doe Sangue, doe Plaquetas

Hoje é dia de solidariedade. Estou realizando a costumeira doação de hemoderivados (lembrando: #DoeSangue, #DoePlaquetas). Abrace essa causa: não dói, você ajuda o próximo e faz bem para a alma. 

Seja solidário. A vida agradece!

Torne-se um doador voluntário, pois doar sem receber nada em troca é algo maravilhoso. Pergunte a quem faz isso…