– Salvem as abelhas! Falando sobre a importância da Polinização.

Gosto muito de fotografia. E certo dia acertei em cheio neste clique da abelhinha que “cheirava” a roseira:

Apesar dos olhos assustadores e corpo peludo (além de suas picadas serem doidas), elas são “boazinhas“! Mais do que isso: NECESSÁRIAS.

Se sumirem do nosso dia-a-dia, como ficará a polinização?

Extraído de: https://www.semabelhasemalimento.com.br/home/polinizacao/

O QUE É POLINIZAÇÃO?

A polinização é o processo que garante a produção de frutos e sementes e a reprodução de diversas plantas, sendo um dos principais mecanismos de manutenção e promoção da biodiversidade na Terra. Para que ela ocorra, entram em ação os polinizadores, que são animais como abelhas, vespas, borboletas, pássaros, pequenos mamíferos e morcegos responsáveis pela transferência do pólen entre as flores masculinas e femininas. Em alguns casos, também o vento e a chuva cumprem este processo.

É certo, entretanto, que são as abelhas os agentes mais adaptados, mais eficientes e, portanto, os mais importantes no processo de polinização, havendo grande interdependência entre espécies de plantas e seus respectivos polinizadores, que podem ser únicos.

Um exemplo são as mamangabas e o maracujá. Esta abelha tem características que a fazem única no processo de polinização da flor do maracujá: seu tamanho acentuado e o movimento de vibração que só ela produz, faz com que o pólen seja derrubado, podendo ser transportado até a parte feminina da flor, fecundando-a. Sem a mamangaba, portanto, a reprodução do maracujá ficaria seriamente comprometida.

Desta íntima relação compreende-se a necessidade de proteção a todos os diversos tipos de polinizadores existentes na natureza.

AS ABELHAS E A POLINIZAÇÃO

As abelhas formam um grupo diverso e numeroso, compreendendo mais de 20 mil espécies no mundo. No Brasil, estima-se a existência de mais de 3.000 espécies diferentes de abelhas, mas apenas pouco mais de 400 estão catalogadas. As espécies nativas são os meliponíneos, ou abelhas nativas sem ferrão, que compõem a grande maioria das espécies de abelhas de nosso país.

Mas também existem as Apis Mellifera, conhecidas como as abelhas do mel ou africanizadas. Estas são abelhas exóticas, híbridos do cruzamento de abelhas trazidas da Europa e da África, e as mais utilizadas na apicultura: são abelhas com ferrão.

Existem também o grupo das abelhas solitárias e ainda as abelhas do gênero Bombus, popularmente conhecidas como mamangabas.

Ao contrário de outros grupos de insetos, tanto as abelhas adultas, quanto suas larvas e pupas, alimentam-se exclusivamente de recursos florais. Por isso, para suprir sua necessidade alimentar, as abelhas visitam uma grande variedade de flores, colhendo o pólen (fonte de proteína) e o néctar (para a produção do mel). A atividade de polinização é, portanto, uma ação involuntária dos polinizadores, mas essencial à vida das plantas, que se utilizam de cheiros, cores e sabores para atraí-los.

A IMPORTÂNCIA DA POLINIZAÇÃO

Das espécies conhecidas de plantas com flores, cerca de 88% dependem, em algum momento, de animais polinizadores. Mais de 3/4 das espécies utilizadas pelo homem na produção de alimentos dependem da polinização para uma produção de qualidade e quantidade.

Ops: o clique original da foto acima, cuja abelha está em destaque, é essa abaixo:

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– Gestão Ambiental, na Prática!

Muito boa a iniciativa de algumas escolas em implantarem a disciplina “Gestão Ambiental” em suas grades. Melhor: colocar as teorias na prática!

Compartilho ótimo exemplo publicado nesta semana.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2070/geracao-sustentavel-educacao-ambiental-vai-alem-da-sala-de-aula-14371-1.htm

GERAÇÃO SUSTENTÁVEL

Educação ambiental vai além da sala de aula para formar adultos do futuro mais conscientes,

POR Verônica Mambrini

Eles reciclam lixo e transformam restos orgânicos em adubo. Tomam refrigerante de garrafas retornáveis e rejeitam produtos que vêm com muitas embalagens. Plantam árvores desde pequenos e pesquisam na internet o impacto ambiental de suas ações. Ficam escandalizados quando alguém joga lixo no chão ou desperdiça água num banho longo. Se possível, pedalam ou combinam caronas para chegar ao seu destino. Não, não são ativistas ecochatos. Essa é a nova geração que está se formando nas escolas hoje, dos pequenos em idade pré-escolar aos adolescentes questionadores.

A preocupação com ecologia não é propriamente uma novidade, pois há cerca de 20 anos vários colégios já abordavam questões ambientais. Mas o posicionamento hoje é diferente: o aluno se tornou protagonista e não espectador dos problemas que discute em sala de aula. E espera-se que o estudante leve para a vida o que aprendeu. Eduardo Rios Lohmann, 10 anos, do Colégio Pentágono, está envolvido em várias atividades de educação ambiental na escola. Sobra “lição de casa” até para os pais. “Reclamei com minha mãe até ela parar de escovar os dentes com a torneira aberta”, orgulha-se. A mãe, a pedagoga Glória Lohmann, se diverte com a fiscalização. “É uma coisa dele, mas a escola e os programas de tevê aos quais ele assiste reforçam a noção de consciência ambiental”, afirma.

No Pentágono, o professor de ciências Rogério Tadeu Sant’Anna usou uma oficina de reciclagem de lixo eletrônico para conscientizar os alunos. Eles trazem de casa eletrodomésticos que seriam descartados, desmontam as peças e as encaminham para reciclagem. “Eles passam a reconhecer os materiais, o que é reciclável e o que não é, e aproveitamos para discutir o consumismo”, afirma Sant’Anna. Já foram desmontadas mais de três toneladas de aparelhos quebrados e sem possibilidade de conserto.

No interior de São Paulo, em Sorocaba, a palavra de ordem do Colégio Véritas é pedalar para reduzir emissões de carbono, exercer a cidadania e ocupar o espaço público. “O uso da bicicleta é fundamental para o meio ambiente e para a saúde”, afirma Bárbara Figueroa Muñoz, diretora do colégio. A cada pedalada, os alunos calculam quanto de carbono deixaram de emitir. Outra ação é a Recicleta: com peças doadas, eles montam bikes e as entregam para comunidades carentes. O aluno Eduardo de Lima Helaehil, 13 anos, participa do projeto. “É muito divertido e sei que estou ajudando alguém”, diz. Bárbara afirma que, pelo uso diário, a bicicleta promove um aprendizado constante. “A educação tem de gerar transformação.”

Transformar a sociedade mantendo o respeito ao meio ambiente está dentro de toda a grade curricular da Escola Stance Dual, em São Paulo. A questão é tão importante para a escola que a instituição é adepta da Agenda 21, compromissos resultantes da Rio 92 (conferência ambiental mundial que ocorreu no Rio de Janeiro em 1992), e tem coordenadoria própria. “É encarado como um projeto transversal. Está em todas as aulas que comportam os conteúdos socioambientais no currículo”, diz Débora Moreira, coordenadora da Agenda 21 da escola. “A partir do momento em que o aluno é protagonista, estamos formando cidadãos com conhecimento, que entendem as razões e a necessidade de agir.” A Recicloteca da escola, por exemplo, incentiva a transformação de embalagens em brinquedos que serão doados à comunidade.

A aluna Caroline Vecci, 9 anos, participa das campanhas de racionalização do uso da água. Além de mudar sua forma de consumo, ela atua na conscientização de outras pessoas. “Fazemos cartazes e folhetos, ensinando como economizar água. Outra ação importante foi a entrega de marca-páginas e adesivos na rua”, diz a estudante.

Outro recurso com bastante relevância na formação dos adultos de amanhã são as excursões in loco. Morador de Cuiabá, João Vitor de Ceni Diogo, 12 anos, tomou consciência dos impactos do turismo em uma viagem ao Pantanal. “Vale a pena investir em turismo sustentável para que as próximas gerações possam ver o Pantanal como a gente vê hoje”, diz o menino. A vivência direta da realidade é fundamental para tocar os alunos, acredita a professora de João Vitor e responsável pelo projeto, Aparecida de Fátima Trandini, do Colégio Salesiano São Gonçalo. “Damos ferramentas para que eles mantenham viva a riqueza natural”, diz Aparecida. O importante é fazer a educação ambiental ultrapassar os muros da escola.

 

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– Camarão Pink Floyd!

Você gosta de camarão?

Eu adoro! E feito de qualquer jeito. Saudável e gostoso, pode ser pescado no mar ou criado em cativeiro.

A mais nova descoberta (na costa do Panamá) é de um camarão de garras “rosa-choque”, que solta vibrações com um volume muito alto, capaz de matar outros peixes, batizado de Pink Floyd.

O que falta para a Ciência descobrir, não? E quantos outros seres vivos que ainda não conhecemos…

Extraído de: http://superabril.com.br/ciencia/nova-especie-de-camarao-e-batizada-com-nome-de-pink-floyd/

NOVA ESPÉCIE DE CAMARÃO É BATIZADA COM NOME DE PINK FLOYD

Crustáceo progressivo usa sua garra rosada para criar vibrações supersônicas e matar presas no fundo do mar

Por Guilherme Eler

Foi mais forte do que os próprios cientistas. Fãs de rock nas horas vagas, o grupo viu na descoberta de uma nova espécie de camarão a chance perfeita para homenagear uma de suas bandas preferidas. E a referência deixaria o Pink Floyd orgulhoso: assim como a histórica banda inglesa, o pequeno crustáceo faz também um barulho, digamos, conceitual. Com cerca de 5 centímetros, ele é capaz de paralisar e matar suas presas à distância, munido de sua arma supersônica – uma estilosa garra na cor rosa.

A escolha do nome da criança, Synalpheus pinkfloydi, une o útil ao agradável: com “pink”, tem-se uma referência perfeita à garra rosada do bicho. “Floyd”, que já vem no pacote, teve de ganhar o “i” ao final, em uma tentativa de ajustar a alcunha ao formalismo da taxonomia, que pede que novas espécies tenham nomes em latim. A variedade integra a família dos camarões-pistola, também conhecidos como camarões-de-estalo.

Sammy De Grave, pesquisador do Museu de História Nacional de Oxford, disse ser fã da banda inglesa desde a adolescência. “Ouço desde que o ‘The Wall‘ foi lançado em 1979, quando eu tinha 14 anos”, declarou à BBC. À NPR, o pesquisador revelou seu conhecimento aprofundado da banda. Segundo De Grave, a referência ao nome “é feita na linha ‘By the way, which one of you is Pink?’ da canção ‘Have A Cigar‘”, que integra o álbum Wish you were here.

Para completar a lista de coincidências, a espécie descoberta também tem sua veia sonora – utilizada para a sobrevivência. E a habilidade de produzir “música” (tecnicamente, ondas supersônicas) vem de sua garra rosada: o ato de abrir e fechá-la rapidamente causa um estouro na casa dos 210 decibéis, volume que, de tão alto, é capaz de matar até peixes pequenos que estiverem passeando desavisados pela região.

O ruído deixa no chinelo, por exemplo, o som causado pelo disparo de uma arma de fogo, uma turbina de avião ou mesmo shows de rock, que podem alcançar meros 120 dB“Shine on, S. pinkfloydi” – diria, provavelmente, Roger Waters.

A espécie é nativa da costa do Pacífico do Panamá. Sua descoberta foi descrita no periódico científico Zootaxa, e tem, inclusive, participação brasileira. Dentre os autores, estão uma equipe da Universidade Federal de Goiás, além de cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e de Seattle, nos EUA.

E o melhor: não é o primeiro crustáceo identificado pelos pesquisadores que leva um nome de astros do rock. Vocalista da banda Rolling Stones, o azarado Mick Jagger tem também no currículo uma variedade de camarão que faz referência ao seu nome. Explicar o porquê da Elephantis jaggerai ter ganhado esse nome, no entanto, parece ser uma tarefa ainda mais difícil. Quem sabe a espécie arrisque um ou outro passinho estranho de dança no fundo do mar.

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– O sabor da Lagosta azul seria igual à normal?

A chance de pescar uma Lagosta Azul e não a tradicional é de 0,00000005%. E há um mês, no Litoral Brasileiro (Maragogi-AL), um felizardo conseguiu tal proeza.

A dúvida que bateu: e o sabor dela? Qual seria? 

Poucas vezes comi Lagosta (até pelo alto preço). É bom! Mas eu gosto mesmo é de Lagostim (temperado com ervas, na manteiga… hum…) e de Camarão (de todo jeito, pois gosto demais!!!!)

Ops, deu fome. Porém, como esses crustáceos custam caro também, fica difícil experimentar sempre. Entretanto, acho que nunca terei a oportunidade de sanar essa dúvida: os sabores são diferentes entre as duas lagostas?

Aliás, tempos atrás, um cara passou por uma experiência extraordinária: pescou duas LAGOSTAS DE COR AZUL!

Relembrando esse fato raro: https://professorrafaelporcari.com/2016/08/13/lagosta-azul-voce-comeria-uma/

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– Os países mais poluídos do mundo!

Em tempos de necessidade de se falar cada vez mais sobre a preservação do planeta Terra, leio sobre os países mais poluidores do mundo.

Sabe quais são eles?

Felizmente, o Brasil não está na lista dos “TOP 5”. Mas essa relação de nações é preocupante…

Extraído de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/os-campeoes-mundiais-de-mortes-por-poluicao/

OS CAMPEÕES MUNDIAIS DE MORTES POR POLUIÇÃO

1) China
O número de mortes provocadas pela inalação de micropartículas poluentes no país asiático ficou em 1,075 milhão em 2016, de acordo com o último relatório State of Global Air (Estado Global do Ar), publicado anualmente pelo Health Effects Institute, de Boston. O índice chinês de poluição é de 56 microgramas por metro cúbico, mais que o dobro do recomendado pela OMS, de 25. A principal causa da poluição é a queima de carvão.

2) Índia,

3) Rússia,

4) Paquistão,

5) Bangladesh

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– Os Direitos da Água em seu Dia Mundial!

Sabia que durante a Eco-92 (eu me recordo de todo o esforço em realizar esse evento de discussão global do Meio Ambiente, no Rio de Janeiro, em meio a onda de violência e sequestros que acontecia na época), criou-se o “Dia Mundial da Água” (em 22/03) e a carta com seus direitos?

Abaixo, extraído de: https://www.todamateria.com.br/dia-mundial-da-agua/

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA ÁGUA

No dia 22 de março de 1992, na cidade do Rio de Janeiro, onde decorria uma Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento e Ambiente, a ONU divulgou um importante documento que destaca a importância da conservação da água.

A consciência ambiental é um dos temas relevantes apresentados na declaração. Além disso, ela aborda sobre a preservação e proteção dos recursos hídricos do planeta.

O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.” (Artigo 4 da “Declaração Universal dos Direitos da Água”)

A Declaração Universal dos Direitos da Água é dividida em dez artigos, os quais destacam:

  • Art. 1º: A água faz parte do patrimônio do planeta.
  • Art. 2º: A água é a seiva do nosso planeta, ou seja, é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano.
  • Art. 3º: Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados.
  • Art. 4º: O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos.
  • Art. 5º: A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores.
  • Art. 6º: A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
  • Art. 7º: A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada.
  • Art. 8º: A utilização da água implica no respeito à lei.
  • Art. 9º: A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
  • Art. 10º: O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

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– E os pobres saudosos dos defuntos de Brumadinho?

Há um mês aconteceu a tragédia socio-economico-ambiental em Brumadinho. Muito se tem falado sobre o andamento do pagamento das indenizações da Vale, mas algo mais tocante tem que ser entendido e discutido: a dor de quem não se despediu da pessoa querida e nem viu o corpo do ente desaparecido (que provavelmente faleceu no desastre).

Já imaginou o que é sofrer morrendo na lama? E o desespero da incerteza do parente que no fundo tem uma esperança em encontrá-lo em algum lugar?

Será que essas pessoas, independente do dinheiro, estão tendo ajuda psicológica adequada após tamanha violência emocional?

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– McDonald’s produzindo combustíveis?

Se você já percebeu que o Diesel S10 atual, cuja formulação possui Biodiesel (óleos de origem vegetal) cheira fritura, pode acreditar que em um futuro bem breve isto será ainda mais verdade: o McDonald’s destinará o óleo de batatas fritas e empanados para a produção de combustíveis.

Extraído da Revista “Posto Hoje”, edição eletrônica:

NOVOS COMBUSTÍVEIS FAZEM PARTE DO DIA-A-DIA DO BRASILEIRO

Já familiarizados com o biodiesel e o etanol, agora os brasileiros começam a entrar em contato com novas matrizes energéticas “verdes” no dia a dia. Entre as mais recentes inovações neste campo que são colocadas em prática em projetos-piloto no país estão o diesel de cana-de-açúcar e o óleo de cozinha usado. O McDonald’s no Brasil decidiu trocar a produção de sabão pela do biodiesel a partir dos 3 milhões de litros de óleo de cozinha utilizados na fritura de frango empanado e batatas. A ideia veio há quase três anos da parceira Martin-Brower, empresa multinacional que faz todo o trabalho logístico da rede de fast food. O projeto experimental, que abrange 20 lojas, rende entre 2 mil e 3 mil litros de biodiesel por mês.

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– Os informais da reciclagem

Toda 3a e sábado coloco meu lixo reciclável para que a coleta da prefeitura leve-o embora. Porém, quando o caminhão passa, vejo que os descartáveis “já foram”. Mas não por conta própria, obviamente.

Hoje, por exemplo, na minha Avenida encontrei bem cedinho dois coletores informais, com suas camionetas velhas levando para eles a fim de comercializarem.

É um subemprego informal, honesto, sem problema algum. A única observação é que um deles REVIRA TUDO e só leva o que é do seu interesse.

Aí não dá, né?

Já que abordamos esse assunto, um que veio a reboque: pesa-me ver o quão grande número de catadores de latinhas há por aí. A estes, fico muito triste pois é uma atividade sofrida, degradante. Não questiono a hombridade, mas o fato de duas outras coisas:

  1. Se isso acontece, é porque não têm um emprego digno para sobreviverem; e
  2. porcalhões mal educados que sujam as vias jogando na rua seu lixo.

Enfim, vida que segue!

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– As capivaras de Jundiaí

Como as capivaras estão se multiplicando por aí! E com elas, os carrapatos.

Veja que interessante: no fundo do Condomínio Verdana, num bosque / alagado fazendo divisa com diversos sítios, estendendo-se até a Chácara Apolônia, as capivaras não só se multiplicaram assustadoramente como tem invadido as moradias!

E o que fazer? Não se pode matá-las por conta de crime ambiental?

Ficará a dúvida: permitir que a proliferação de capivaras se torne uma praga (atacando inclusive as hortas) ou evitar que o carrapato ataque os munícipes.

O que fazer?

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– Dia da Árvore

Quando eu era um garotinho, dia 21 de setembro sempre era um dia importante: o Dia da Árvore!

No primário, em todos os anos tínhamos aulas especiais e plantávamos alguma mudinha de qualquer coisa que fosse. Mas hoje, confesso que não li nem ouvi ninguém falando nada…

Está tudo virando concreto?

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– A caçadora de girafas e a sua polêmica postagem!

Que infelicidade da caçadora!

Uma mulher norte-americana foi praticar “caça-esportiva” na África (isso é esporte?) e encontrou uma girafa negra. A matou e postou “sua felicidade na Internet”.

Foi há um ano, mas só agora repercutiu!

Extraído de: https://exame.abril.com.br/mundo/cacadora-americana-gera-revolta-ao-postar-foto-ao-lado-de-girafa-morta/

CAÇADORA AMERICANA GERA REVOLTA AO POSTAR FOTO AO LADO DE GIRAFA MORTA

As imagens são de junho de 2017, mas elas viralizaram depois que o blog sul-africano Africland Post compartilhou as imagens em redes sociais.

Centenas de pessoas mostraram indignação nas redes sociais depois da publicação de fotografias de uma mulher americana que posa ao lado de um fuzil e de uma girafa negra que acabava de ser caçada em um parque da África do Sul.

“Um animal pacífico e dócil que não fez nenhum dano. E o mata para que? Por orgulho? Como prêmio? Pelos risos?”, “Que peça imunda de lixo americano é esta mulher!” ou “Não merece ser considerada um ser humano”, são algumas das mensagens compartilhadas nos últimos dias no Twitter, dirigidas a Tess Thompson Talley, a mulher que mora no Kentucky e que matou o animal.

“Orações porque meu sonho de caça único na vida foi realizado hoje. Avistei esta girafa negra macho pouco habitual e a acossei durante um bom momento”, disse a caçadora quando publicou as fotos em sua conta pessoal do Facebook.

“Sabia que era bom. Tinha mais de 18 anos, 4 mil libras (1.800 quilos) e fui benzida por conseguir 2 mil libras (900 quilos) de sua carne”, acrescentou Talley.

A viagem de caça aconteceu em junho de 2017, mas as imagens da americana ao lado da girafa se tornaram virais nos últimos dias depois que o blog sul-africano Africland Post as compartilhou na rede social.

“Uma americana branca selvagem que é praticamente uma neandertal vem à África e dispara contra uma girafa negra muito rara, graças à cortesia da estupidez sul-africana. O seu nome é Tess Thompson Talley. Por favor, compartilhem”, escreveu o Africland Post em um tweet que foi compartilhado mais de 45 mil vezes.

A caça esportiva, que atrai pessoas de todo o mundo para transformar animais selvagens em troféus, é legal na África do Sul e reporta à economia do país uma grande quantidade de dinheiro.

Além da África do Sul, há outros países que a permitem. No Zimbábue houve igualmente grandes polêmicas por esta prática, como quando em 2015 um dentista americano matou Cecil, o leão mais famoso do país.

A girafa, o mamífero mais alto do mundo, foi reconhecida como animal em perigo de extinção em 2016 pela União Internacional para a Conservação do Meio Ambiente (IUCN, em inglês).

Segundo os dados da IUCN, as espécies deste animal, que vive na África do Sul e Oriental, caíram de 155 mil exemplares calculados em 1985 a 97.562 em 2015.

– O Fenômeno da Neve Alaranjada na Europa!

Como explicar o fenômeno da neve “cor-de-abóbora” que está ocorrendo no rigoroso inverno europeu?

Abaixo, extraído de: https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/bbc/2018/03/26/estranho-fenomeno-da-neve-laranja-intriga-paises-do-leste-europeu-veja-imagens.htm

ESTRANHO FENÔMENO DA NEVE LARANJA INTRIGA PAÍSES DO LESTE EUROPEU

Por Margaritha Alshina

Imagens de paisagens banhadas com um colorido inusitado têm circulado em redes sociais na Rússia, Bulgária, Ucrânia, Romênia e Moldávia.

Nelas, é possível ver como a neve em partes desses países ganhou um aspecto alaranjado.

Meteorologistas dizem que o fenômeno, porém, não é novo: ele ocorre uma vez a cada cinco anos e é causado pela mistura de areia oriunda de tempestades do deserto do Saara, na África, com neve e chuva.

Em decorrência dele, concentrações de areia são maiores que o normal nesse período e levam as pessoas a se queixarem, inclusive, da presença dela em suas bocas.

Esquiadores e snowboarders de resorts próximos à cidade russa de Sochi enviaram imagens dos cenários inusitados com a neve laranja. Veja:

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– Incentivar as crianças a cuidarem do Meio Ambiente é necessário!

(REMEMORANDO… original publicado há 2 anos)

As crianças nos surpreendem.

Felizmente, minha filha está na fase da “curiosidade das coisas e causas do mundo“. E a preocupação ecológica é uma delas

Olha que legal: ela quer ter um Blog em breve chamado “Blog da Menininha”, onde deseja escrever sobre vários assuntos diferentes e importantes. 

Kkk… Que bom que ela tenha esse desejo!

Brincando comigo, rascunhou em uma folha de sulfite sua primeira postagem do Blog: “A Natureza”. Após pedir para eu corrigir os erros de português, quis que eu colocasse no meu blog a versão digital (copiada por ela mesma).

Pedido feito, pedido atendido!

A NATUREZA 

A Natureza é tão bela e singela.

Fauna e flora juntas formam ela.

Tão bela que vontade de dar um abraço nela.

Mas cuidando bem dela, ela devolve a beleza com amor.

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– Nevando no Saara? O que estamos fazendo para cuidar do planeta?

Pode ser um fenômeno explicável, mas mesmo assim me assusta: viram que caiu neve no deserto do Saara, na cidade de Ain Sefra, pertencente à Argélia (foto abaixo da Reuters, reproduzida na Veja).

Impressionante! Nunca imaginei que ouviria sobre isso ou veria algo assim.

O próximo ponto a nevar seria na Amazônia? Afinal, tudo está tão desregulado mesmo…

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